Operação contra fraude no sistema bancário mira grupo que furtou R$ 20 milhões de clientes; 9 são presos
Publicado em: 09/12/2025 06:20
<br /> Operação contra fraude no sistema bancário mira grupo que furtou R$ 20 milhões de clientes
A Polícia Civil de São Paulo realiza nesta terça-feira (9) uma operação contra fraude no sistema bancário que mira um grupo que furtou R$ 20 milhões de clientes. Nove suspeitos foram presos.
Entre os alvos estão os donos de uma empresa que movimentou quase R$ 7 bilhões em dois anos e um escritório de contabilidade. Eles são acusados de praticar furto e estelionato contra empresas de meios de pagamento, que oferecem maquininhas de cartão, por exemplo, além de lavagem de dinheiro.
No total, são cumpridos 12 mandados de prisão temporária — nove na capital e três em Campinas — e 12 mandados de busca e apreensão.
A ação, batizada de Operação Azimut, é conduzida pela Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCIBER) do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).
Viatura da Polícia Civil de São Paulo.
Ciete Silvério/GESP
Investigação
A investigação aponta que os criminosos utilizaram credenciais válidas de forma ilegal para furtar R$ 19,2 milhões de clientes de uma empresa de gestão de recebíveis ligada ao sistema financeiro.
Os valores foram transferidos para duas empresas. Uma delas recebeu R$ 7 milhões e, em apenas dois anos, movimentou R$ 6,8 bilhões.
Ao todo, participam da operação 32 policiais civis e 16 viaturas da DCCIBER/Deic, além do apoio de oito policiais e quatro viaturas da Deic/Campinas.
Desdobramento
A operação desta terça (9) é um desdobramento de uma ação realizada em julho, quando três pessoas foram presas. De acordo com os investigadores, esses presos seriam laranjas dos verdadeiros donos das empresas beneficiadas pela fraude. Eles são investigados por organização criminosa e lavagem de capitais.
As apurações também indicam a participação de um escritório de contabilidade, responsável pela criação de empresas usadas pelo grupo criminoso.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A Polícia Civil de São Paulo realiza nesta terça-feira (9) uma operação contra fraude no sistema bancário que mira um grupo que furtou R$ 20 milhões de clientes. Nove suspeitos foram presos.
Entre os alvos estão os donos de uma empresa que movimentou quase R$ 7 bilhões em dois anos e um escritório de contabilidade. Eles são acusados de praticar furto e estelionato contra empresas de meios de pagamento, que oferecem maquininhas de cartão, por exemplo, além de lavagem de dinheiro.
No total, são cumpridos 12 mandados de prisão temporária — nove na capital e três em Campinas — e 12 mandados de busca e apreensão.
A ação, batizada de Operação Azimut, é conduzida pela Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCIBER) do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).
Viatura da Polícia Civil de São Paulo.
Ciete Silvério/GESP
Investigação
A investigação aponta que os criminosos utilizaram credenciais válidas de forma ilegal para furtar R$ 19,2 milhões de clientes de uma empresa de gestão de recebíveis ligada ao sistema financeiro.
Os valores foram transferidos para duas empresas. Uma delas recebeu R$ 7 milhões e, em apenas dois anos, movimentou R$ 6,8 bilhões.
Ao todo, participam da operação 32 policiais civis e 16 viaturas da DCCIBER/Deic, além do apoio de oito policiais e quatro viaturas da Deic/Campinas.
Desdobramento
A operação desta terça (9) é um desdobramento de uma ação realizada em julho, quando três pessoas foram presas. De acordo com os investigadores, esses presos seriam laranjas dos verdadeiros donos das empresas beneficiadas pela fraude. Eles são investigados por organização criminosa e lavagem de capitais.
As apurações também indicam a participação de um escritório de contabilidade, responsável pela criação de empresas usadas pelo grupo criminoso.
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Palavras-chave:
cibernético
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