MP pede que ex-procurador da ALMT acusado de matar homem em situação de rua vá a júri popular em Cuiabá
Publicado em: 06/09/2025 12:41
<br /> Motorista em carro de luxo atira no rosto de homem em situação de rua em Cuiabá
O Ministério Público pediu, nessa quinta-feira (4), para que a Justiça negue recurso da defesa e que ex-procurador da Assembleia Legislativa do estado, Luiz Eduardo Figueiredo Rocha e Silva, vá a júri popular em Cuiabá. Ele é investigado por assassinar Ney Muller Alves Pereira, que vivia em situação de rua, no Bairro Boa Esperança, ao lado da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
A defesa do ex-procurador pediu para a Jusitça reavaliar a classificação do crime que levou à morte de Ney, em 9 de abril deste ano. Após esse pedido, o MP apresentou uma manifestação contrária ao pedido.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp
Procurador da ALMT Luiz Eduardo Figueiredo Rocha Silva
Divulgação
A juíza Cristhiane Trombini Baggio, da 12ª Vara Criminalde Cuiabá, já havia determinado, no dia 14 de agosto, que o ex-procurador seja levado a júri popular. Porém, a data do julgamento ainda não foi definida.
O ex-procurador responde por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima.
A defesa alega que a decisão que encaminhou o caso para julgamento popular teria contradições e omissões. No entanto, o MP afirma que a sentença foi devidamente fundamentada e requer que seja mantida integralmente.
Vídeo mostra momento em que procurador em carro de luxo mata homem em situação de rua
ALMT afasta procurador investigado por atirar e matar homem em situação de rua em Cuiabá
Ney Muller Alves Pereira e a mãe
Arquivo pessoal
Entre os pontos levantados pela defesa está o depoimento do irmão da vítima, que teria ouvido testemunhas antes de prestar declarações. O MP destacou que ele não foi considerado testemunha formal do processo e que seu relato não altera as principais prova reunidas.
Segundo o parecer, as imagens de câmeras de segurança mostram que Ney foi surpreendido em via pública, sem oferecer risco ou possibilidade de defesa, e o laudo necroscópico confirma a morte por tiro na cabeça. O órgão também rebateu a tese de legítima defesa apresentada pelos advogados.
A promotoria ainda defendeu a manutenção da prisão preventiva de Luiz Eduardo, argumentando que a gravidade do crime e a vulnerabilidade da vítima justificam a medida.
O Ministério Público pediu, nessa quinta-feira (4), para que a Justiça negue recurso da defesa e que ex-procurador da Assembleia Legislativa do estado, Luiz Eduardo Figueiredo Rocha e Silva, vá a júri popular em Cuiabá. Ele é investigado por assassinar Ney Muller Alves Pereira, que vivia em situação de rua, no Bairro Boa Esperança, ao lado da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
A defesa do ex-procurador pediu para a Jusitça reavaliar a classificação do crime que levou à morte de Ney, em 9 de abril deste ano. Após esse pedido, o MP apresentou uma manifestação contrária ao pedido.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp
Procurador da ALMT Luiz Eduardo Figueiredo Rocha Silva
Divulgação
A juíza Cristhiane Trombini Baggio, da 12ª Vara Criminalde Cuiabá, já havia determinado, no dia 14 de agosto, que o ex-procurador seja levado a júri popular. Porém, a data do julgamento ainda não foi definida.
O ex-procurador responde por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima.
A defesa alega que a decisão que encaminhou o caso para julgamento popular teria contradições e omissões. No entanto, o MP afirma que a sentença foi devidamente fundamentada e requer que seja mantida integralmente.
Vídeo mostra momento em que procurador em carro de luxo mata homem em situação de rua
ALMT afasta procurador investigado por atirar e matar homem em situação de rua em Cuiabá
Ney Muller Alves Pereira e a mãe
Arquivo pessoal
Entre os pontos levantados pela defesa está o depoimento do irmão da vítima, que teria ouvido testemunhas antes de prestar declarações. O MP destacou que ele não foi considerado testemunha formal do processo e que seu relato não altera as principais prova reunidas.
Segundo o parecer, as imagens de câmeras de segurança mostram que Ney foi surpreendido em via pública, sem oferecer risco ou possibilidade de defesa, e o laudo necroscópico confirma a morte por tiro na cabeça. O órgão também rebateu a tese de legítima defesa apresentada pelos advogados.
A promotoria ainda defendeu a manutenção da prisão preventiva de Luiz Eduardo, argumentando que a gravidade do crime e a vulnerabilidade da vítima justificam a medida.
Palavras-chave:
vulnerabilidade
Mais Notícias Relacionadas
Jovem paraguaia de 20 anos é resgata em área rural do Paraná após suspeita de tráfico de pessoas para exploração sexual
Polícia Federal localizou a jovem em Missal, no oeste do estado Polícia Federal A Polícia Fed...
Ex-patrocinador do Fluminense Celso Barros, morto aos 73 anos, foi vítima de desvio do FGTS
Celso Barros, pré-candidato à presidência do Fluminense Reprodução/Redes sociais O médico Cel...
Servidor do INSS denuncia ter sido aliciado para participar de esquema de fraude e PF inicia investigação em RO
Operação Autolycus Polícia Federal Um servidor do INSS em Porto Velho (RO) denunciou ter sido...
Campanha incentiva adoção de cartinhas com pedidos de Natal de idosos em Bauru
campanha “Adote um Sorriso” completa 10 anos em Bauru (SP) Divulgação A campanha “Adote um So...