China usa robôs com inteligência artificial para controlar o trânsito em algumas cidades
Publicado em: 20/01/2026 08:20
Na China, algumas cidades passaram a testar robôs humanoides e autônomos em atividades antes desempenhadas exclusivamente por policiais, como orientação de pedestres, fiscalização de trânsito e vigilância.
Na cidade de Wuhu, na província de Anhui, um robô humanoide identificado como “Intelligent Police Unit R001” atua em cruzamentos movimentados. O equipamento utiliza câmeras de alta resolução, sensores e sistemas de reconhecimento visual baseados em IA para identificar infrações cometidas por pedestres e ciclistas, além de emitir alertas sonoros e realizar gestos sincronizados com os semáforos.
O robô foi desenvolvido pela empresa AiMOGA Robotics e opera com algoritmos avançados conhecidos como large models, capazes de processar grandes volumes de dados visuais em tempo real. Segundo a empresa, a tecnologia permite funcionamento contínuo, 24 horas por dia, sem interrupções causadas por fadiga humana ou condições climáticas adversas.
Além dos humanoides, cidades como Chengdu e Hangzhou também testam cães-robôs e plataformas sobre rodas, usados para patrulhamento, monitoramento remoto e apoio logístico. Esses dispositivos podem circular por áreas de difícil acesso, transmitir imagens ao vivo e executar tarefas de forma autônoma ou supervisionada.
O avanço faz parte da estratégia chinesa de desenvolvimento da chamada “inteligência incorporada”, que integra inteligência artificial, robótica e sistemas físicos. De acordo com projeções do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento do Conselho de Estado da China, o mercado do setor pode atingir 400 bilhões de yuans até 2030 e ultrapassar 1 trilhão de yuans até 2035.
Outros países também investem em tecnologia aplicada ao setor público, ainda que em estágios diferentes. No bloco dos BRICS, há iniciativas voltadas à automação, novos materiais e infraestrutura inteligente, reforçando a tendência de uso de soluções tecnológicas para serviços essenciais.
Especialistas apontam que, apesar dos ganhos em eficiência e coleta de dados, o uso de robôs na segurança pública levanta discussões sobre privacidade, governança de dados e limites da automação. Por enquanto, as autoridades tratam os robôs como ferramentas de apoio, e não como substitutos de policiais humanos.
A tendência indica que a tecnologia deve assumir um papel cada vez mais central no policiamento urbano — com algoritmos, sensores e robôs dividindo espaço com agentes fardados nas ruas.
Na cidade de Wuhu, na província de Anhui, um robô humanoide identificado como “Intelligent Police Unit R001” atua em cruzamentos movimentados. O equipamento utiliza câmeras de alta resolução, sensores e sistemas de reconhecimento visual baseados em IA para identificar infrações cometidas por pedestres e ciclistas, além de emitir alertas sonoros e realizar gestos sincronizados com os semáforos.
O robô foi desenvolvido pela empresa AiMOGA Robotics e opera com algoritmos avançados conhecidos como large models, capazes de processar grandes volumes de dados visuais em tempo real. Segundo a empresa, a tecnologia permite funcionamento contínuo, 24 horas por dia, sem interrupções causadas por fadiga humana ou condições climáticas adversas.
Além dos humanoides, cidades como Chengdu e Hangzhou também testam cães-robôs e plataformas sobre rodas, usados para patrulhamento, monitoramento remoto e apoio logístico. Esses dispositivos podem circular por áreas de difícil acesso, transmitir imagens ao vivo e executar tarefas de forma autônoma ou supervisionada.
O avanço faz parte da estratégia chinesa de desenvolvimento da chamada “inteligência incorporada”, que integra inteligência artificial, robótica e sistemas físicos. De acordo com projeções do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento do Conselho de Estado da China, o mercado do setor pode atingir 400 bilhões de yuans até 2030 e ultrapassar 1 trilhão de yuans até 2035.
Outros países também investem em tecnologia aplicada ao setor público, ainda que em estágios diferentes. No bloco dos BRICS, há iniciativas voltadas à automação, novos materiais e infraestrutura inteligente, reforçando a tendência de uso de soluções tecnológicas para serviços essenciais.
Especialistas apontam que, apesar dos ganhos em eficiência e coleta de dados, o uso de robôs na segurança pública levanta discussões sobre privacidade, governança de dados e limites da automação. Por enquanto, as autoridades tratam os robôs como ferramentas de apoio, e não como substitutos de policiais humanos.
A tendência indica que a tecnologia deve assumir um papel cada vez mais central no policiamento urbano — com algoritmos, sensores e robôs dividindo espaço com agentes fardados nas ruas.
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