Golpe do falso familiar: investigação que começou com vítima no RS leva trio à prisão em Goiás
Publicado em: 10/02/2026 18:10
<br /> Ação integrada apreende valores de quadrilha do falso parente no RS
Recebeu uma mensagem de um parente que diz ter trocado de número? Atenção, pois pode ser o golpe do falso familiar, que tem feito vítimas principalmente entre idosos. Três homens, suspeitos de aplicar o golpe, foram presos em uma operação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul nesta terça-feira (10). Os mandados de prisão e de busca foram cumpridos em Goiânia (GO).
A investigação começou no Litoral Norte após um idoso de 71 anos, morador de Arroio do Sal, transferir R$ 2.997 para criminosos que se passaram pelo filho dele em um aplicativo de mensagens.
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Segundo a polícia, os golpistas simulavam urgências e alegavam ter perdido o número do celular para convencer as vítimas a fazer transferências via Pix. Depois, os valores eram movimentados rapidamente entre contas de terceiros para dificultar o rastreamento.
A Operação Fake Family foi conduzida pela Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DPRCC/DERCC) e da Delegacia de Polícia de Arroio do Sal, com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil de Goiás.
Golpe do falso familiar: investigação que começou com vítima no RS leva trio à prisão em Goiás
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Recebeu uma mensagem de um parente que diz ter trocado de número? Atenção, pois pode ser o golpe do falso familiar, que tem feito vítimas principalmente entre idosos. Três homens, suspeitos de aplicar o golpe, foram presos em uma operação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul nesta terça-feira (10). Os mandados de prisão e de busca foram cumpridos em Goiânia (GO).
A investigação começou no Litoral Norte após um idoso de 71 anos, morador de Arroio do Sal, transferir R$ 2.997 para criminosos que se passaram pelo filho dele em um aplicativo de mensagens.
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Segundo a polícia, os golpistas simulavam urgências e alegavam ter perdido o número do celular para convencer as vítimas a fazer transferências via Pix. Depois, os valores eram movimentados rapidamente entre contas de terceiros para dificultar o rastreamento.
A Operação Fake Family foi conduzida pela Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DPRCC/DERCC) e da Delegacia de Polícia de Arroio do Sal, com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil de Goiás.
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Palavras-chave:
cibernético
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