Suspeitos são investigados no Pará por aplicar golpe e causar prejuízo de mais de R$ 50 mil a empresa em Goiás
Publicado em: 11/02/2026 16:18
<br /> Operação último boleto cumoriu mandados no Pará contra suspeitos de golpe em Goiás
Polícia Civil do Pará/Divulgação
A Polícia do Pará procura por duas pessoas suspeitas de aplicar golpe e causar prejuízo de mais de R$ 50 mil a uma empresa de Rio Verde, em Goiás. Segundo a Polícia Civil, eles adulteração boletos para desviar valores de empresas.
A segunda fase da Operação Último Boleto foi deflagrada na terça-feira (19) para cumprir mandados de prisão preventica e três mandados de busca e apreensão em Belém e também em Santa Izabel do Pará, região metropolitana da capital.
Celulares foram apreendidos e devem passar por perícia. No entanto, até esta quarta-feira (11), os suspeitos não tinham sido encontrados e seguiam foragidos.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
As investigações começaram ainda em junho de 2023 e identificou que os criminosos invadiam o sistema interno da empresa e adulteraram boletos legítimos.
“O grupo obtinha acesso indevido a e-mails corporativos, interceptava comunicações e alterava dados de pagamento, utilizando documentação falsa para abrir contas bancárias em nome de pessoas jurídicas, com o objetivo de ocultar e dificultar o rastreamento dos recursos ilícitos”, segundo o delegado João Amorim, titular da Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos (DECCC).
A primeira fase da operação foi em outubro de 2025 e também resultou em prisão e apreensões, inlcuindo de um carro de luxo. Os investigados podem responder por fraude bancária, baseado na adulteração de boletos para o desvio de valores de empresas.
Carro apreendido durante a primeira fase da operação Último Boleto.
PC
Polícia Civil do Pará/Divulgação
A Polícia do Pará procura por duas pessoas suspeitas de aplicar golpe e causar prejuízo de mais de R$ 50 mil a uma empresa de Rio Verde, em Goiás. Segundo a Polícia Civil, eles adulteração boletos para desviar valores de empresas.
A segunda fase da Operação Último Boleto foi deflagrada na terça-feira (19) para cumprir mandados de prisão preventica e três mandados de busca e apreensão em Belém e também em Santa Izabel do Pará, região metropolitana da capital.
Celulares foram apreendidos e devem passar por perícia. No entanto, até esta quarta-feira (11), os suspeitos não tinham sido encontrados e seguiam foragidos.
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As investigações começaram ainda em junho de 2023 e identificou que os criminosos invadiam o sistema interno da empresa e adulteraram boletos legítimos.
“O grupo obtinha acesso indevido a e-mails corporativos, interceptava comunicações e alterava dados de pagamento, utilizando documentação falsa para abrir contas bancárias em nome de pessoas jurídicas, com o objetivo de ocultar e dificultar o rastreamento dos recursos ilícitos”, segundo o delegado João Amorim, titular da Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos (DECCC).
A primeira fase da operação foi em outubro de 2025 e também resultou em prisão e apreensões, inlcuindo de um carro de luxo. Os investigados podem responder por fraude bancária, baseado na adulteração de boletos para o desvio de valores de empresas.
Carro apreendido durante a primeira fase da operação Último Boleto.
PC
Palavras-chave:
cibernético
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