Brasil e Índia assinam acordo sobre minerais críticos, terras raras e transição energética
Publicado em: 21/02/2026 20:40
<br /> Lula e Modi
Reprodução/Globo
Brasil e Índia assinaram neste sábado (21) um acordo sobre minerais críticos e terras raras que prevê cooperação e troca de tecnologia. O presidente Lula foi recebido com honras de Estado pelo primeiro-ministro Narendra Modi e pela presidente da Índia, Droupadi Murmu.
Eles depositaram flores no monumento que homenageia Mahatma Gandhi. A visita de Estado continuou com reuniões de trabalho na residência oficial do primeiro-ministro.
Brasil e Índia assinaram 6 memorandos de entendimento, espécie de acordos preliminares, nas áreas de saúde, tecnologia, pesquisa científica e comunicações e o documento inédito de compromissos sobre minerais críticos e terras raras.
O Brasil detém a segunda maior reserva do mundo desses recursos indispensáveis para a transição energética, produção de baterias, eletrônicos e para a expansão da IA. A Índia busca reduzir a sua dependência da China com a diversificação de fornecedores.
O compromisso prevê cooperação estratégica, com transferência de tecnologias para explorar minerais.
"É notável a evolução indiana em setores de ponta – como tecnologia da informação, inteligência artificial, biotecnologia e exploração espacial – criam muitas oportunidades de cooperação com o Brasil", afirmou Lula no encontro.
"Ampliar os investimentos e a cooperação em matéria de energias renováveis e minerais críticos está no cerne do acordo pioneiro que assinamos hoje."
O primeiro-ministro indiano ressaltou o compromisso de aumentar o comércio entre os dois países para mais de US$ 20 bilhões até 2030. O Brasil é o principal parceiro comercial da Índia na América Latina. De 2024 para 2025, o comércio cresceu 25% e chegou a US$ 15 bilhões.
Neste sábado (21), também foi divulgado o documento final da cúpula sobre o impacto da inteligência artificial. 88 países assinaram a Declaração de Nova Délhi, com princípios para uma IA colaborativa, confiável e acessível. O documento afirma que os benefícios da IA devem ser compartilhados por toda a humanidade, não concentrados em poucos países ou empresas.
Lula segue agora para uma visita de Estado à Coreia do Sul.
Reprodução/Globo
Brasil e Índia assinaram neste sábado (21) um acordo sobre minerais críticos e terras raras que prevê cooperação e troca de tecnologia. O presidente Lula foi recebido com honras de Estado pelo primeiro-ministro Narendra Modi e pela presidente da Índia, Droupadi Murmu.
Eles depositaram flores no monumento que homenageia Mahatma Gandhi. A visita de Estado continuou com reuniões de trabalho na residência oficial do primeiro-ministro.
Brasil e Índia assinaram 6 memorandos de entendimento, espécie de acordos preliminares, nas áreas de saúde, tecnologia, pesquisa científica e comunicações e o documento inédito de compromissos sobre minerais críticos e terras raras.
O Brasil detém a segunda maior reserva do mundo desses recursos indispensáveis para a transição energética, produção de baterias, eletrônicos e para a expansão da IA. A Índia busca reduzir a sua dependência da China com a diversificação de fornecedores.
O compromisso prevê cooperação estratégica, com transferência de tecnologias para explorar minerais.
"É notável a evolução indiana em setores de ponta – como tecnologia da informação, inteligência artificial, biotecnologia e exploração espacial – criam muitas oportunidades de cooperação com o Brasil", afirmou Lula no encontro.
"Ampliar os investimentos e a cooperação em matéria de energias renováveis e minerais críticos está no cerne do acordo pioneiro que assinamos hoje."
O primeiro-ministro indiano ressaltou o compromisso de aumentar o comércio entre os dois países para mais de US$ 20 bilhões até 2030. O Brasil é o principal parceiro comercial da Índia na América Latina. De 2024 para 2025, o comércio cresceu 25% e chegou a US$ 15 bilhões.
Neste sábado (21), também foi divulgado o documento final da cúpula sobre o impacto da inteligência artificial. 88 países assinaram a Declaração de Nova Délhi, com princípios para uma IA colaborativa, confiável e acessível. O documento afirma que os benefícios da IA devem ser compartilhados por toda a humanidade, não concentrados em poucos países ou empresas.
Lula segue agora para uma visita de Estado à Coreia do Sul.
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