Frequência escolar cresce na rede estadual da região; mudança de protocolo aumenta presença de alunos em escola de Campinas
Publicado em: 10/09/2025 20:09
<br /> Região de Campinas registra aumento no índice de frequência escolar na rede estadual
Aumentou a frequência dos alunos da rede pública estadual na região de Campinas (SP). Dados da Secretaria de Educação do Estado apontam que a média subiu de 81,2%, em 2023, para 84,5% neste ano. Ou seja, os estudantes têm faltado menos.
Na Escola Estadual Professor Carlos Lencastre, no Jardim Garcia, em Campinas, a frequência de alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental é ainda maior que a média regional. Pulou de 87,5%, em 2023, para 88,4% até agosto de 2025.
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Entre as ações que ajudam explicar essa maior presença dos alunos está uma mudança simples de protocolo escolar.
Até 2023, só depois de uma semana de falta do aluno é que a escola entrava em contato com a família para entender o que estava ocorrendo. Desde então, bastam dois dias de falta para a família ser acionada.
"Muitas vezes a mãe sai, vai trabalhar, deixa o filho dormindo para ele acordar e vir para a escola, e ele não faz isso. A perua passa, não pega e a mãe não está sabendo. E nós fazemos uma roda de conversa para mostrar para ele a importância da escola. Por que ele está faltando assim? Está faltando alguma coisa? Ele não está bem? O que levou ele a não vir para a escola?", explica Ana Maria dos Santos, vice-diretora da escola.
Alunos da Escola Estadual Professor Carlos Lencastre, no Jardim Garcia, em Campinas (SP), escola que tem frequência escolar maior que a média da região
Reprodução/EPTV
A pedagoga Lucelaine Zampolin destaca que o ideal seria a frequência de 100% dos alunos dentro das salas de aula, e que todo estudante fora da escola representa uma perda para a sociedade.
"Perde um aluno bem formado, perde um bom profissional no mercado de trabalho. E como o problema é nosso, todos podemos agir de alguma forma. É uma situação de negligência, o Conselho Tutelar, é uma situação de vulnerabilidade social, o serviço de assistência social do município. Nós temos diferentes políticas públicas que vão amparar as famílias para possibilitar que esse jovem, que esse adolescente volte para a sala de aula", pontua.
Frequência escolar na rede pública estadual cresceu na região de Campinas (SP) entre 2023 e 2025
Reprodução/EPTV
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Aumentou a frequência dos alunos da rede pública estadual na região de Campinas (SP). Dados da Secretaria de Educação do Estado apontam que a média subiu de 81,2%, em 2023, para 84,5% neste ano. Ou seja, os estudantes têm faltado menos.
Na Escola Estadual Professor Carlos Lencastre, no Jardim Garcia, em Campinas, a frequência de alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental é ainda maior que a média regional. Pulou de 87,5%, em 2023, para 88,4% até agosto de 2025.
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Entre as ações que ajudam explicar essa maior presença dos alunos está uma mudança simples de protocolo escolar.
Até 2023, só depois de uma semana de falta do aluno é que a escola entrava em contato com a família para entender o que estava ocorrendo. Desde então, bastam dois dias de falta para a família ser acionada.
"Muitas vezes a mãe sai, vai trabalhar, deixa o filho dormindo para ele acordar e vir para a escola, e ele não faz isso. A perua passa, não pega e a mãe não está sabendo. E nós fazemos uma roda de conversa para mostrar para ele a importância da escola. Por que ele está faltando assim? Está faltando alguma coisa? Ele não está bem? O que levou ele a não vir para a escola?", explica Ana Maria dos Santos, vice-diretora da escola.
Alunos da Escola Estadual Professor Carlos Lencastre, no Jardim Garcia, em Campinas (SP), escola que tem frequência escolar maior que a média da região
Reprodução/EPTV
A pedagoga Lucelaine Zampolin destaca que o ideal seria a frequência de 100% dos alunos dentro das salas de aula, e que todo estudante fora da escola representa uma perda para a sociedade.
"Perde um aluno bem formado, perde um bom profissional no mercado de trabalho. E como o problema é nosso, todos podemos agir de alguma forma. É uma situação de negligência, o Conselho Tutelar, é uma situação de vulnerabilidade social, o serviço de assistência social do município. Nós temos diferentes políticas públicas que vão amparar as famílias para possibilitar que esse jovem, que esse adolescente volte para a sala de aula", pontua.
Frequência escolar na rede pública estadual cresceu na região de Campinas (SP) entre 2023 e 2025
Reprodução/EPTV
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Palavras-chave:
vulnerabilidade
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