Polícia Federal faz nova operação contra grupo suspeito de influenciar eleições em Macaé
Publicado em: 05/12/2025 16:22
<br /> PF investiga esquema que teria influenciado eleições em Macaé
A Polícia Federal e o Ministério Público do Rio realizaram, nesta quinta-feira (4), uma nova etapa da operação que investiga uma organização criminosa suspeita de atuar para influenciar o processo eleitoral em Macaé, no Norte Fluminense.
O grupo, formado por integrantes do tráfico e de milícias, é apontado por coagir eleitores, financiar ilegalmente campanhas e inserir aliados em cargos do poder público.
No início da semana, a investigação cumpriu 21 mandados de busca e apreensão: 16 em Macaé e cinco na Paraíba. Os alvos incluem empresários, políticos e servidores públicos identificados como articuladores do esquema.
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Na ação desta quinta, os mandados foram direcionados a empresas ligadas aos investigados que, segundo a PF, mantinham contratos com a Prefeitura e a Câmara Municipal. De acordo com os investigadores, essas empresas eram usadas para lavagem de dinheiro. As buscas ocorreram em endereços vinculados a provedores clandestinos de internet e distribuidoras de gás.
Os investigados podem responder por corrupção eleitoral, lavagem de dinheiro, caixa dois, peculato e organização criminosa. A Polícia Federal não divulgou os nomes dos envolvidos.
Mandados miram empresas ligadas a investigados que teriam contratos com Prefeitura e Câmara
Polícia Federal
A Polícia Federal e o Ministério Público do Rio realizaram, nesta quinta-feira (4), uma nova etapa da operação que investiga uma organização criminosa suspeita de atuar para influenciar o processo eleitoral em Macaé, no Norte Fluminense.
O grupo, formado por integrantes do tráfico e de milícias, é apontado por coagir eleitores, financiar ilegalmente campanhas e inserir aliados em cargos do poder público.
No início da semana, a investigação cumpriu 21 mandados de busca e apreensão: 16 em Macaé e cinco na Paraíba. Os alvos incluem empresários, políticos e servidores públicos identificados como articuladores do esquema.
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Na ação desta quinta, os mandados foram direcionados a empresas ligadas aos investigados que, segundo a PF, mantinham contratos com a Prefeitura e a Câmara Municipal. De acordo com os investigadores, essas empresas eram usadas para lavagem de dinheiro. As buscas ocorreram em endereços vinculados a provedores clandestinos de internet e distribuidoras de gás.
Os investigados podem responder por corrupção eleitoral, lavagem de dinheiro, caixa dois, peculato e organização criminosa. A Polícia Federal não divulgou os nomes dos envolvidos.
Mandados miram empresas ligadas a investigados que teriam contratos com Prefeitura e Câmara
Polícia Federal
Palavras-chave:
câmara municipal
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