Ano Legislativo na Câmara de SP deve terminar na quarta com votação do orçamento de 2026
Publicado em: 15/12/2025 19:45
<br /> Ricardo Teixeira (União) é reeleito presidente da Câmara de Vereadores de São Paulo
A Câmara Municipal de São Paulo reelegeu nesta segunda-feira (15) o vereador Ricardo Teixeira (União Brasil) como presidente da Casa para o próximo ano. A escolha ocorreu nas últimas movimentações do Legislativo antes do início do recesso parlamentar, que começa na quinta-feira (18).
O ano Legislativo deve terminar na quarta-feira (17), quando está prevista a votação do orçamento da cidade para 2026. Até lá, os vereadores ainda realizam mais duas sessões.
Na terça-feira (16), a Câmara deve analisar dois projetos enviados pela prefeitura: um que atualiza um programa social de apoio a famílias que acolhem crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e outro que cria um conselho voltado ao saneamento básico.
A última sessão de 2025 inclui a votação do plano de investimentos e compromissos para os próximos três anos e do orçamento municipal de 2026.
Pelo projeto enviado à Câmara, a Prefeitura de São Paulo terá R$ 135,4 bilhões à disposição no próximo ano, valor 7,8% maior do que o previsto para 2025.
Por lei, as secretarias de Educação e Saúde recebem percentuais mínimos obrigatórios do orçamento. Para a Educação, estão destinados R$ 26,5 bilhões em 2026, aumento de 14% em relação ao previsto para este ano. Já a Saúde deve contar com R$ 24,6 bilhões, quase 12% a mais.
Na eleição da Mesa Diretora, Ricardo Teixeira foi confirmado na presidência após o vereador Rubinho Nunes (União Brasil) desistir da candidatura por falta de apoio. A vice-presidência ficará com João Jorge (MDB), e o segundo vice será Isaac Félix (PL).
A primeira secretaria será ocupada por Senival Moura (PT), a segunda ,por Gabriel Abreu (Podemos), e a Corregedoria ficará com Sargento Nantes (Progressistas). A vereadora Edi Sales (PSD) ficou com a segunda suplência da Mesa Diretora.
Apesar de a Câmara contar atualmente com 20 vereadoras, nenhuma mulher integra a Mesa Diretora eleita para o próximo ano. Ricardo Teixeira reconheceu que a ausência de mulheres na direção da Casa é um problema e atribuiu a situação às decisões internas dos partidos.
O presidente também afirmou que o cenário político de 2026 deve impactar a dinâmica da Câmara. Segundo ele, pelo menos 20 dos 55 vereadores devem disputar eleições para a Assembleia Legislativa ou para a Câmara dos Deputados. Em um ano sem previsão de votações de projetos considerados polêmicos, a disputa eleitoral deve dividir espaço com os debates no Legislativo paulistano.
Plenário da Câmara Municipal de São Paulo.
Douglas Ferreira/Rede Câmara
A Câmara Municipal de São Paulo reelegeu nesta segunda-feira (15) o vereador Ricardo Teixeira (União Brasil) como presidente da Casa para o próximo ano. A escolha ocorreu nas últimas movimentações do Legislativo antes do início do recesso parlamentar, que começa na quinta-feira (18).
O ano Legislativo deve terminar na quarta-feira (17), quando está prevista a votação do orçamento da cidade para 2026. Até lá, os vereadores ainda realizam mais duas sessões.
Na terça-feira (16), a Câmara deve analisar dois projetos enviados pela prefeitura: um que atualiza um programa social de apoio a famílias que acolhem crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e outro que cria um conselho voltado ao saneamento básico.
A última sessão de 2025 inclui a votação do plano de investimentos e compromissos para os próximos três anos e do orçamento municipal de 2026.
Pelo projeto enviado à Câmara, a Prefeitura de São Paulo terá R$ 135,4 bilhões à disposição no próximo ano, valor 7,8% maior do que o previsto para 2025.
Por lei, as secretarias de Educação e Saúde recebem percentuais mínimos obrigatórios do orçamento. Para a Educação, estão destinados R$ 26,5 bilhões em 2026, aumento de 14% em relação ao previsto para este ano. Já a Saúde deve contar com R$ 24,6 bilhões, quase 12% a mais.
Na eleição da Mesa Diretora, Ricardo Teixeira foi confirmado na presidência após o vereador Rubinho Nunes (União Brasil) desistir da candidatura por falta de apoio. A vice-presidência ficará com João Jorge (MDB), e o segundo vice será Isaac Félix (PL).
A primeira secretaria será ocupada por Senival Moura (PT), a segunda ,por Gabriel Abreu (Podemos), e a Corregedoria ficará com Sargento Nantes (Progressistas). A vereadora Edi Sales (PSD) ficou com a segunda suplência da Mesa Diretora.
Apesar de a Câmara contar atualmente com 20 vereadoras, nenhuma mulher integra a Mesa Diretora eleita para o próximo ano. Ricardo Teixeira reconheceu que a ausência de mulheres na direção da Casa é um problema e atribuiu a situação às decisões internas dos partidos.
O presidente também afirmou que o cenário político de 2026 deve impactar a dinâmica da Câmara. Segundo ele, pelo menos 20 dos 55 vereadores devem disputar eleições para a Assembleia Legislativa ou para a Câmara dos Deputados. Em um ano sem previsão de votações de projetos considerados polêmicos, a disputa eleitoral deve dividir espaço com os debates no Legislativo paulistano.
Plenário da Câmara Municipal de São Paulo.
Douglas Ferreira/Rede Câmara
Palavras-chave:
câmara municipal
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