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Servidora investigada por vazamento de dados de ministros pede retirada de tornozeleira e acesso a e-mails

Publicado em: 25/02/2026 11:19

Servidores do Serpro e da Receita estão afastados por vazamento de dados no STF A defesa da servidora da Receita Ruth dos Santos, suspeita de envolvimento no vazamento de dados de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e parentes, solicitou à Corte a retirada da tornozeleira eletrônica e pediu para voltar a ter acesso à caixa de e-mails. O pedido foi feito no âmbito da investigação sobre suposto acesso ilegal e vazamento de dados fiscais de magistrados e familiares. A decisão caberá ao relator do caso no Supremo, ministro Alexandre de Moraes. A defesa alega que precisa retomar o acesso ao e-mail porque lá há dados que derrubariam a suspeita de que Ruth teve acesso a dados sigilosos fiscais da esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes. Além disso, que os dados contidos no endereço eletrônico também mostrariam que, no horário em que foi apontado que a servidora teria feito o acesso ilegal, ela estava em atendimento a outro contribuinte, o que inviabilizaria a suspeita. E que ninguém tinha a senha dela, então outra pessoa não poderia ter acesso os dados em nome dela. Relembre o caso A servidora pública Ruth Machado dos Santos foi alvo de operação da Polícia Federal, que investiga possíveis vazamentos de dados sigilosos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de familiares deles. As investigações continuam. Em nota, o STF afirmou que as apurações iniciais apontaram "diversos e múltiplos acessos ilegais" ao sistema da Receita Federal, seguidos de vazamento das informações sigilosas. De acordo com o Supremo, não foram identificadas justificativas funcionais para as consultas. O ministro Moraes foi criticado após essa operação, porque ele avocou para si o caso alegando uma controversa ligação com o inquérito das Fake News. Sob argumento de que, pelo objeto da investigação, ele pode ser vítima e juiz ao mesmo tempo; e porque divulgou os nomes dos servidores enquanto a investigação está em fase preliminar. Nomes de investigados de qualquer operação nunca são divulgados pelo STF antes da derrubada do sigilo do caso. Esse inquérito corre sob sigilo.

Palavras-chave: vazamento de dados

Falsa advogada presa em operação já foi assistente parlamentar e mediava vazamento de dados sigilosos do TJ-AM, diz polícia

Publicado em: 21/02/2026 14:26

Falsa advogada é presa em Teresina em operação contra o Comando Vermelho no AM Lucila Meireles Costa, de 42 anos, presa na sexta-feira (20), em Teresina, é uma das investigadas na Operação Erga Omnes, que investiga um esquema ligado ao Comando Vermelho que, segundo a investigação, mantinha um "núcleo político" com acesso aos três poderes e atuação voltada ao tráfico de drogas no Amazonas. De acordo com a Polícia Civil, Lucila já trabalhou como assistente parlamentar na Câmara Municipal de Manaus. No esquema, é suspeita de se passar por advogada e corromper servidores da Justiça do Amazonas para obter informações de processos sigilosos. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp A investigação aponta que ela era sócia de uma advogada de fato, também investigada na operação. Conversas interceptadas pela polícia mostram as duas planejando, sob ordem de um homem apontado como traficante, o pagamento de propina a um servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) para conseguir dados de um processo criminal de outro alvo. "O referido vazamento de informações sigilosas tinha como objetivo monitorar a situação criminal de um investigado, para que este se mantivesse calmo e colaborasse com os objetivos do crime organizado", diz trecho do relatório policial. Em áudios obtidos pela polícia, o suposto traficante tranquiliza um comparsa e afirma que Lucila e a sócia “foram até o Ministério Público através um conhecido lá dentro e protocolaram um Habeas Corpus preventivo”. Ele diz ainda que a falsa advogada atualizaria o andamento do pedido e que não faziam um "trabalho amador". Falsa advogada é presa em Teresina em operação contra 'núcleo político' do Comando Vermelho Polícia Civil O relatório destaca que Lucila tinha acesso facilitado à Assembleia Legislativa do Amazonas e à Câmara Municipal de Manaus, onde ocupou o cargo de assistente parlamentar até 2024. A Polícia Civil também lembra que, em 2016, já havia um boletim de ocorrência contra ela por exercício ilegal da profissão. Ela estava em Teresina há cerca de um ano, segundo o delegado Tales Gomes. Ainda segundo o delegado, a mulher pode responder pelos crimes de organização criminosa, associação para o tráfico e corrupção ativa e passiva. Lucila Meireles Costa é suspeita de atuar como falsa advogada em Teresina Polícia Civil do Piauí Elo com o tráfico A investigação da polícia indica que a quadrilha ligada à facção teria movimentado cerca de R$ 1,5 milhão para a organização criminosa por meio de empresas de fachada. Além de Anabela, também foram alvos um servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas e ex-assessores de três vereadores Segundo a polícia, a organização criminosa movimentou cerca de R$ 70 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 9 milhões por ano desde 2018, e atuava em conjunto com traficantes do Amazonas e de outros estados. As investigações apontam que os suspeitos facilitavam a contratação de empresas de fachada nos setores de transporte e logística. Na prática, essas empresas seriam usadas para comprar drogas na Colômbia e enviá-las a Manaus. Da capital amazonense, os entorpecentes seriam distribuídos para outras unidades da federação. Os investigados devem responder por organização criminosa, associação para o tráfico de drogas, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e violação de sigilo funcional. Infográfico mostra como funcionava o esquema do Comando Vermelho no AM Arte/g1 VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

Presidente da Unafisco se torna investigado após criticar inquérito sobre suposto vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo

Publicado em: 20/02/2026 22:10

Presidente da Unafisco vira investigado depois de criticar operação que apura suspeita de vazamento de dados sigilosos de ministros do STF Depois de criticar a operação que apura as suspeitas de vazamentos de dados sigilosos de ministros do Supremo, o presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal virou investigado dentro do inquérito das fake news, comandado por Alexandre de Moraes. Kléber Cabral prestou depoimento à Polícia Federal. O depoimento ocorreu nesta sexta-feira (20), três dias depois de a Polícia Federal cumprir mandados de busca e apreensão, determinados pelo ministro Alexandre de Moraes a partir de pedido da Procuradoria-Geral da República. O STF - Supremo Tribunal Federal informou que a operação foi um desdobramento do inquérito das fake news, conduzido por Moraes, para apuração de possível vazamento indevido de dados sigilosos de ministros do Supremo, do procurador-geral da República e de seus familiares. Quatro servidores públicos foram alvos da operação. Um deles é auditor da Receita Federal. Os outros três, cedidos por outros órgãos. Eles tiveram os celulares apreendidos, foram afastados da função pública, tiveram os passaportes cancelados, estão proibidos de sair do país e usando tornozeleira eletrônica. A Receita Federal afirmou que uma auditoria está em andamento e que irregularidades já detectadas foram comunicadas ao ministro Alexandre de Moraes. Na quarta-feira (18), dia seguinte à operação, o presidente da Unafisco, Kléber Cabral, deu entrevista à imprensa com críticas à ação contra os servidores públicos, às medidas cautelares determinadas por Alexandre de Moraes - como uso de tornozeleira eletrônica - e à divulgação dos nomes dos alvos. Uma das entrevistas foi ao programa Estúdio i, da GloboNews: “Há uma mensagem, que eu preciso registrar, subliminar, que isso afeta muitos auditores, que é o seguinte: esse tipo de medida busca humilhar, busca constranger e busca amedrontar. E o pior é que dá certo”, diz Kléber Amaral. No dia seguinte, Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal intimasse Kléber Cabral a prestar depoimento. A decisão foi sigilosa. O presidente da Unafisco não sabia em que condição iria depor - se como testemunha ou investigado. Kléber Cabral foi ouvido pela Polícia Federal na tarde desta sexta-feira (20) por videoconferência. O teor do depoimento não foi divulgado por causa do sigilo da investigação. Presidente da Unafisco se torna investigado após criticar inquérito sobre suposto vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo Jornal Nacional/ Reprodução Em nota, divulgada no início da noite, a Unafisco afirmou que Kléber Cabral foi ouvido na condição de investigado no âmbito do chamado inquérito das fake news, apenas em razão das declarações concedidas à imprensa na quarta-feira (18); e que, conforme informado pela autoridade policial, o procedimento tramita sob sigilo, razão pela qual o presidente da entidade não poderá comentar o conteúdo do depoimento neste momento. Na noite desta sexta-feira (20), entidades divulgaram manifestações em apoio ao presidente da Unafisco. O Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado e o Instituto Servir Brasil afirmaram que acompanham o caso e que a liberdade de expressão e o exercício do mandato associativo são prerrogativas essenciais ao funcionamento do Estado democrático de direito. A Associação Nacional de Fiscais de Tributos Estaduais enfatizou a relevância da atuação independente das carreiras fiscais. A Confederação Nacional dos Servidores Públicos manifestou preocupação com a convocação por declarações públicas e destacou a proteção constitucional à liberdade de manifestação. A Delegacia Sindical de São Paulo do Sindifisco Nacional declarou solidariedade a Kléber Cabral. LEIA TAMBÉM Andréia Sadi: Auditor confirmou que acessou dados de parente de Gilmar Mendes, diz presidente da Unafisco Presidente da Unafisco que criticou investigação do STF depõe à PF após determinação de Moraes PF investiga vazamento de dados de ministros do STF; operação mira funcionários da Receita Federal

Palavras-chave: vazamento de dados

Unafisco diz que presidente depôs à PF como investigado após declaração à imprensa

Publicado em: 20/02/2026 18:27

Presidente da Unafisco presta depoimento à PF Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco) disse em comunicado que o presidente da entidade, Kleber Cabral, prestou depoimento à Polícia Federal nesta sexta-feira (20) na "condição de investigado". O depoimento, prestado por videoconferência por 1 hora, ocorreu em um desdobramento do inquérito que apura a divulgação de fake news. A oitiva foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A TV Globo apurou que, no depoimento, Cabral prestou esclarecimentos sobre as colocações que fez ao participar do Estúdio i. Na quarta-feira (18), Cabral deu entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, e fez críticas à operação da PF contra auditores da Receita Federal por suspeita de vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo. Na entrevista, o presidente da Unafisco afirmou que medidas impostas aos auditores alvos da operação constrangem a categoria e impactam diretamente sua atuação (assista ao vídeo abaixo). "Esse tipo de medida busca humilhar, constranger e amedrontar. Se você perguntar hoje quem está disposto a organizar um grupo de fiscalização para investigar autoridades, provavelmente não encontrará ninguém. Tornou-se menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades da República", declarou. É menos arriscado fiscalizar PCC do que altas autoridades da República, diz presidente da Unafisco Leia a íntegra da nota da Unafisco "O presidente da Unafisco Nacional, auditor-fiscal Kléber Cabral, prestou depoimento hoje, de modo remoto, à Polícia Federal. Ele foi ouvido na condição de investigado no âmbito do chamado Inquérito das Fake News, apenas em razão das declarações concedidas à imprensa na quarta-feira, 18 de fevereiro. Conforme informado pela autoridade policial, o procedimento tramita sob sigilo, razão pela qual o presidente da entidade não poderá comentar o conteúdo do depoimento neste momento." A operação da PF contra auditores Na terça-feira (17), a PF cumpriu quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em Salvador, em Guarujá e São José do Rio Preto. As medidas foram determinadas por Moraes a partir de uma representação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os quatro alvos da operação tiveram os celulares apreendidos, foram afastados da função pública e vão usar tornozeleira eletrônica. Eles também tiveram os passaportes cancelados e estão proibidos de sair do país. Os quatro foram ouvidos pela polícia e podem responder por violação de sigilo funcional, acesso indevido a sistemas de informação e vazamento de dados sigilosos. Na quinta-feira (19), a Receita Federal afastou de cargo de chefia auditor que foi alvo de operação sobre o acesso ilegal a dados de ministros do STF e parentes. Na entrevista à GloboNews, o presidente da Unafisco afirmou que um auditor da Receita confirmou ter acessado dados de um parente do ministro Gilmar Mendes, mas negou que se tratassem de informações sigilosas de contas bancárias. Segundo ele, o auditor — que atua no interior de São Paulo — foi ouvido pela administração da Receita e relatou que fez um acesso em novembro do ano passado para verificar se a pessoa era uma conhecida de longa data com o mesmo sobrenome. “Pode fazer isso? Não pode”, disse Cabral. De acordo com o presidente da Unafisco, o auditor não ultrapassou a tela inicial de vínculo de parente, relacionada a uma declaração de 2008. “Ele só ficou naquela telinha inicial. Quem é que vai querer pegar dados de alguém de 2008 para acessar hoje?”, afirmou. Cabral disse ainda que o servidor negou ter acessado dados sigilosos de contas bancárias e disse que o caso “não tem absolutamente nada a ver com os fatos que estariam sendo investigados”. O STF declarou que a operação foi autorizada depois que "foram constatados diversos e múltiplos acessos ilícitos ao sistema da Receita Federal e o vazamento das informações sigilosas". Em nota, a Receita Federal afirmou que uma auditoria está em andamento e que irregularidades já detectadas foram comunicadas ao relator do caso no Supremo; que os sistemas são rastreáveis e permitiram identificar acessos indevidos.

Palavras-chave: vazamento de dados

10 dicas de cibersegurança para empresas com trabalhadores remotos

Publicado em: 20/02/2026 17:33

O ambiente corporativo já não cabe mais entre quatro paredes. Hoje ele está espalhado entre as casas dos colaboradores, coworkings, cafés, redes públicas e dispositivos que não foram projetados para operar dentro de um ambiente protegido. Embora o trabalho híbrido e o home office tenham trazido mais flexibilidade e produtividade e aumentado o alcance de talentos, eles também criaram um cenário em que a empresa já não controla totalmente onde os seus dados circulam. Quando o funcionário sai do escritório, a superfície de ataque se expande. Conexões domésticas, configurações pessoais e decisões tomadas fora do conhecimento do time de TI podem aumentar o risco de pishing, vazamento de dados, roubo de credenciais e infecções por malware. Pishing, ransomware, malware: entenda o que significam esses termos Veja, a seguir, algumas práticas que ajudam a sua empresa a se proteger de riscos cibernéticos mesmo com colaboradores à distância. 1. Faça das pessoas a parte central da estratégia de cibersegurança Treine os colaboradores para identificar tentativas de phishing, mensagens suspeitas e arquivos maliciosos e também sobre boas práticas de gerenciamento de senhas, compartilhamento de arquivos e proteção física dos dispositivos. 2. Crie uma política clara para dispositivos pessoais Quando funcionários utilizam notebooks e celulares pessoais para acessar sistemas corporativos, a empresa corre o risco de que esses dispositivos estejam com softwares e antivírus desatualizados, sejam compartilhados com terceiros ou se conectem a redes inseguras. Sempre que possível, o cenário mais seguro para o trabalho remoto ou híbrido continua sendo o fornecimento de dispositivos pela empresa. Mas quando não houver essa possibilidade, é essencial contar com uma política de BYOD (Bring Your Own Device, ou Traga Seu Próprio Dispositivo) bem estruturada para definir os requisitos mínimos de segurança que devem ser cumpridos pelos trabalhadores em home office. 3. Exija conexões remotas seguras com uma VPN corporativa Funcionários remotos podem acessar os sistemas corporativos de casa ou de redes públicas em cafés, shoppings e aeroportos. Mesmo que o ambiente de conectividade mude, o nível de proteção precisa ser o mesmo, e isso é possível quando a empresa impõe o uso de VPNs corporativas e serviços criptografados para qualquer acesso aos sistemas internos. A VPN cria um túnel criptografado entre o colaborador e a infraestrutura da empresa, impedindo que dados sejam interceptados, o que diminui o risco de roubo de credenciais e vazamento de informações confidenciais. VPN de acesso remoto permite que funcionários externos se conectem de forma segura à rede corporativa 4. Implemente uma política robusta de senhas Senhas fracas continuam sendo uma das principais causas de invasões corporativas, e o risco aumenta quando o funcionário reutiliza as senhas do trabalho para acessar serviços pessoais. Exigir senhas longas, complexas e exclusivas é apenas o primeiro passo. A empresa também deve conceder acesso a gerenciadores de senhas e estabelecer rotinas de revisão e troca periódica de credenciais, especialmente para acessos sensíveis. 5. Ative a autenticação multifator em todos os acessos críticos A autenticação multifator não serve apenas para incluir mais um código nos acessos. Ela cria uma barreira real contra invasões, impedindo que o cibercriminoso avance mesmo que tenha roubado o login de um colaborador. Mais do que tornar a autenticação obrigatória, é fundamental definir onde ela é inegociável: e-mail, sistemas financeiros, armazenamento em nuvem e qualquer ambiente que concentre dados sensíveis. 6. Mantenha sistemas e programas sempre atualizados No trabalho remoto, um risco silencioso é o colaborador que recebe aquele aviso de atualização do sistema, do navegador ou do antivírus e simplesmente clica em “lembrar mais tarde”. O problema é que muitas dessas atualizações não são opcionais: elas corrigem falhas de segurança já conhecidas. Um dispositivo sem atualização pode permitir a instalação de malwares, a captura de senhas ou o acesso remoto não autorizado sem que o usuário perceba. Empresas com equipes remotas precisam ir além da orientação. É fundamental adotar ferramentas de gestão de atualizações que permitam à TI visualizar versões, forçar patches críticos, padronizar sistemas e garantir que os sistemas operacionais, antivírus e softwares corporativos estejam sempre protegidos, mesmo fora da rede da empresa. 7. Controle rigorosamente quem acessa o quê Nem todo funcionário precisa ter acesso a todos os sistemas e dados. Aplicar o princípio do menor privilégio reduz drasticamente o impacto de um eventual comprometimento de conta, assim como o conceito de Zero Trust, no qual cada solicitação de acesso precisa ser validada, considerando identidade, função, contexto e nível de risco. O colaborador acessa apenas o que é necessário para sua atividade, e esse acesso pode ser revisto, limitado ou revogado a qualquer momento. 8. Utilize ferramentas de segurança que atuem em camadas Quando um colaborador trabalha fora do escritório, o computador dele deixa de ser apenas uma ferramenta individual e passa a ser uma extensão direta da infraestrutura da empresa, por isso, confiar em uma única solução é criar pontos cegos na cibersegurança. A proteção precisa ser construída em camadas, com ferramentas que se complementam, começando pelos firewalls, que filtram conexões suspeitas, bloqueiam tentativas conhecidas de invasão e reduzem a exposição do dispositivo e da rede a tráfego malicioso. Soluções de proteção de endpoint ampliam esse controle ao monitorar o comportamento do dispositivo em tempo real. Quando algo foge do normal, é possível alertar a TI, bloquear automaticamente a atividade ou isolar o equipamento. Somam-se a essas ferramentas os filtros de e-mail e navegação, que reduzem drasticamente o risco de phishing e downloads maliciosos. 9. Estruture uma política real de backup Em ambientes descentralizados, a perda de dados pode acontecer por falhas de hardware, roubo de dispositivos ou exclusão acidental. A empresa deve definir rotinas de backups automatizados, versionados e com testes periódicos de restauração para dispositivos remotos. Manual ou automático: que tipo de backup a sua empresa deve escolher? 10. Tenha um plano de resposta a incidentes adaptado ao remoto Em ambientes remotos, o plano de resposta a um ataque cibernético precisa considerar a distância física, dificuldade de acesso ao equipamento e a necessidade de orientação rápida ao funcionário. Quem o colaborador deve acionar? Como ele deve isolar o dispositivo? Como deverá preservar as evidências? Como deverá restaurar o ambiente com segurança? Ter essas respostas documentadas e testadas pela equipe reduz o tempo e os custos para se recuperar do ataque. Trabalho remoto não pode ser sinônimo de segurança improvisada No home office e no trabalho híbrido, redes domésticas mal configuradas, dispositivos pessoais desatualizados e hábitos digitais pouco seguros ampliam os riscos de cibersegurança que antes estavam concentrados dentro da estrutura física da empresa. Se você quer estruturar um ambiente mais preparado para os desafios do trabalho remoto, conheça as soluções de segurança e conectividade da Ligga Telecom que ajudam a sua operação a trabalhar de qualquer lugar.

Presidente da Unafisco que criticou investigação do STF depõe à PF nesta sexta após determinação de Moraes

Publicado em: 20/02/2026 11:34

Por ordem de Moraes, PF intima presidente da Unafisco para depor após críticas O presidente da Unafisco Nacional, Kléber Cabral, irá depor na Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (20). O depoimento foi marcado por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Na quarta (18), Cabral deu entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, e fez críticas à operação da PF contra auditores da Receita Federal por suspeita de vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo. A operação também foi determinada por Moraes, como parte do inquérito das fake news, do qual ele é relator. O blog não obteve informações sobre o motivo da intimação, nem se há relação com as declarações de Cabral. Não se sabe tampouco se ele será ouvido como testemunha ou como investigado. Na entrevista de quarta, o presidente da Unafisco afirmou que medidas impostas aos auditores alvos da operação constrangem a categoria e impactam diretamente sua atuação. Veja no vídeo abaixo. É menos arriscado fiscalizar PCC do que altas autoridades da República, diz presidente da Unafisco “Esse tipo de medida busca humilhar, constranger e amedrontar. Se você perguntar hoje quem está disposto a organizar um grupo de fiscalização para investigar autoridades, provavelmente não encontrará ninguém. Tornou-se menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades da República”, declarou. Operação da PF contra auditores Na terça-feira (17), a PF cumpriu quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em Salvador, em Guarujá e São José do Rio Preto. As medidas foram determinadas por Moraes a partir de uma representação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os quatro alvos da operação tiveram os celulares apreendidos, foram afastados da função pública e vão usar tornozeleira eletrônica. Eles também tiveram os passaportes cancelados e estão proibidos de sair do país. Os quatro foram ouvidos pela polícia e podem responder por violação de sigilo funcional, acesso indevido a sistemas de informação e vazamento de dados sigilosos. Na entrevista à GloboNews, o presidente da Unafisco afirmou que um auditor da Receita confirmou ter acessado dados de um parente do ministro Gilmar Mendes, mas negou que se tratassem de informações sigilosas de contas bancárias. Auditor confirmou que acessou dados de parente de Gilmar Mendes, diz presidente da Unafisco Segundo ele, o auditor — que atua no interior de São Paulo — foi ouvido pela administração da Receita e relatou que fez um acesso em novembro do ano passado para verificar se a pessoa era uma conhecida de longa data com o mesmo sobrenome. “Pode fazer isso? Não pode”, disse Cabral. De acordo com o presidente da Unafisco, o auditor não ultrapassou a tela inicial de vínculo de parente, relacionada a uma declaração de 2008. “Ele só ficou naquela telinha inicial. Quem é que vai querer pegar dados de alguém de 2008 para acessar hoje?”, afirmou. Cabral disse ainda que o servidor negou ter acessado dados sigilosos de contas bancárias e disse que o caso “não tem absolutamente nada a ver com os fatos que estariam sendo investigados”. Presidente da Unafisco Nacional, Kléber Cabral. Reprodução/GloboNews O STF declarou que a operação foi autorizada depois que "foram constatados diversos e múltiplos acessos ilícitos ao sistema da Receita Federal e o vazamento das informações sigilosas". Em nota, a Receita Federal afirmou que uma auditoria está em andamento e que irregularidades já detectadas foram comunicadas ao relator do caso no Supremo; que os sistemas são rastreáveis e permitiram identificar acessos indevidos.

Palavras-chave: vazamento de dados

A investigação sobre o vazamento de dados na Receita Federal - O Assunto #1663

Publicado em: 20/02/2026 00:30

A ordem partiu do gabinete do ministro Alexandre de Moraes. E, na terça-feira (17), agentes da Polícia Federal cumpriram mandados de busca e apreensão contra quatro servidores públicos que atuavam na Receita Federal. A ação investiga se eles acessaram e vazaram dados sigilosos de diversas autoridades, incluindo os integrantes do Supremo Tribunal Federal e seus familiares. Os servidores foram afastados de seus cargos, passaram a usar tornozeleira eletrônica e tiveram os passaportes apreendidos. A Receita Federal informou que seus sistemas são rastreáveis e que uma auditoria interna identificou irregularidades, que foram comunicadas ao STF. A investigação sobre esses possíveis vazamentos foi aberta dentro do Inquérito das Fake News, criado em 2019 e que tem Moraes como relator. Para explicar o alcance da operação da PF e as evidências sobre o vazamento dos dados sigilosos, Natuza Nery conversa com Octavio Guedes, comentarista da GloboNews e colunista do g1. Guedes analisa também as críticas direcionadas à abertura da investigação pelo Supremo e como a decisão de Moraes repercutiu dentro da Corte. Convidado: Octavio Guedes, comentarista da GloboNews e colunista do g1 O que você precisa saber: PF investiga vazamento de dados de ministros do STF; operação mira funcionários da Receita Federal STF diz que investigação aponta 'múltiplos acessos ilegais' a dados de ministros e parentes BLOG DA ANDRÉIA SADI: Auditor confirmou que acessou dados de parente de Gilmar Mendes, diz presidente da Unafisco BLOG DO OCTAVIO GUEDES: Moraes decreta quebra de sigilo bancário de suspeitos para apurar venda de dados de ministros do STF O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Amanda Polato, Sarah Resende, Carlos Catelan e Luiz Gabriel Franco. Apresentação: Natuza Nery. Escultura 'A Justiça', localizada em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal, na Praça dos Três Poderes, em Brasília STF/Divulgação O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

Palavras-chave: vazamento de dados

Por ordem de Moraes, PF intima presidente da Unafisco para depor após críticas a investigação

Publicado em: 19/02/2026 18:50

É menos arriscado fiscalizar PCC do que altas autoridades da República, diz presidente da Unafisco O presidente da Unafisco Nacional, Kléber Cabral, foi intimado a depor à Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (20). O depoimento foi marcado por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Na quarta (18), Cabral deu entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, e fez críticas à operação da PF contra auditores da Receita Federal por suspeita de vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo. A operação também foi determinada por Moraes, como parte do inquérito das fake news, do qual ele é relator. O blog não obteve informações sobre o motivo da intimação, nem se há relação com as declarações de Cabral. Não se sabe tampouco se ele será ouvido como testemunha ou como investigado. Na entrevista de quarta, o presidente da Unafisco afirmou que medidas impostas aos auditores alvos da operação constrangem a categoria e impactam diretamente sua atuação. Veja no vídeo acima. “Esse tipo de medida busca humilhar, constranger e amedrontar. Se você perguntar hoje quem está disposto a organizar um grupo de fiscalização para investigar autoridades, provavelmente não encontrará ninguém. Tornou-se menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades da República”, declarou. Operação da PF contra auditores Na terça-feira (17), a PF cumpriu quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em Salvador, em Guarujá e São José do Rio Preto. As medidas foram determinadas por Moraes a partir de uma representação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os quatro alvos da operação tiveram os celulares apreendidos, foram afastados da função pública e vão usar tornozeleira eletrônica. Eles também tiveram os passaportes cancelados e estão proibidos de sair do país. Os quatro foram ouvidos pela polícia e podem responder por violação de sigilo funcional, acesso indevido a sistemas de informação e vazamento de dados sigilosos. Na entrevista à GloboNews, o presidente da Unafisco afirmou que um auditor da Receita confirmou ter acessado dados de um parente do ministro Gilmar Mendes, mas negou que se tratassem de informações sigilosas de contas bancárias. Auditor confirmou que acessou dados de parente de Gilmar Mendes, diz presidente da Unafisco Segundo ele, o auditor — que atua no interior de São Paulo — foi ouvido pela administração da Receita e relatou que fez um acesso em novembro do ano passado para verificar se a pessoa era uma conhecida de longa data com o mesmo sobrenome. “Pode fazer isso? Não pode”, disse Cabral. De acordo com o presidente da Unafisco, o auditor não ultrapassou a tela inicial de vínculo de parente, relacionada a uma declaração de 2008. “Ele só ficou naquela telinha inicial. Quem é que vai querer pegar dados de alguém de 2008 para acessar hoje?”, afirmou. Cabral disse ainda que o servidor negou ter acessado dados sigilosos de contas bancárias e disse que o caso “não tem absolutamente nada a ver com os fatos que estariam sendo investigados”. Presidente da Unafisco Nacional, Kléber Cabral. Reprodução/GloboNews O STF declarou que a operação foi autorizada depois que "foram constatados diversos e múltiplos acessos ilícitos ao sistema da Receita Federal e o vazamento das informações sigilosas". Em nota, a Receita Federal afirmou que uma auditoria está em andamento e que irregularidades já detectadas foram comunicadas ao relator do caso no Supremo; que os sistemas são rastreáveis e permitiram identificar acessos indevidos.

Palavras-chave: vazamento de dados

Receita afasta de cargo de chefia auditor que foi alvo de operação sobre acesso ilegal a dados de ministros do STF e parentes

Publicado em: 19/02/2026 17:57

Alvo de operação da Polícia Federal sobre vazamento de dados de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e parentes, o auditor fiscal Ricardo Mansano de Moraes foi dispensado nesta quinta-feira (19) de um cargo de chefia da Delegacia da Receita Federal do Brasil em Presidente Prudente (SP). Ele era chefe da Equipe de Gestão do Crédito Tributário e do Direito Creditório. A dispensa foi publicada no "Diário Oficial da União" e assinada pelo delegado na unidade da Receita em Presidente Prudente. O texto não traz justificativa. Ricardo de Mansano foi alvo de um mandado de busca e apreensão na terça-feira (17) autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes. A suspeita é de que Ricardo Mansano teria acessado dados de uma enteada do ministro Gilmar Mendes. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O servidor já teria sido ouvido pela Receita e afirmado que, em novembro do ano passado, teria feito um acesso a dados de uma pessoa que pensou ser ex-mulher de um amigo de longa data, o que também não é permitido. Em nota, a defesa do auditor afirmou que ainda não tiveram acesso à decisão que autorizou a operação "e que eventual manifestação técnica será apresentada oportunamente, após o exame completo dos autos e de todos os documentos pertinentes". "Desde já, a defesa reafirma a idoneidade do servidor, profissional de reputação ilibada, que ao longo de anos de atuação junto à Receita Federal do Brasil, jamais respondeu a qualquer falta funcional. No momento oportuno, com acesso aos elementos formais, os fatos serão devidamente esclarecidos e a verdade prevalecerá". Os advogados afirmaram que é preciso garantir o devido processo legal e "a necessidade de se evitar julgamentos precipitados ou midiáticos, que em nada contribuem para a correta apuração dos fatos". A operação PF faz operação contra suposto vazamento de dados sigilosos de ministros do STF e parentes Na última terça-feira, a PF cumpriu quatro mandados de busca e apreensão que miraram servidores públicos em três estados. A ação da PF ocorreu em meio à investigação que apura possíveis vazamentos de dados da Receita Federal envolvendo autoridades. Os servidores foram ouvidos pelos policiais. Os mandados foram cumpridos a partir de representação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os investigadores buscam saber, por exemplo, se funcionários da Receita quebraram ilegalmente sigilo de ministros do Supremo e de parentes deles sem aval. Ainda segundo a PF, além das buscas, foram determinadas medidas cautelares. Entre elas, estão: monitoramento por tornozeleira eletrônica; afastamento do exercício de função pública; cancelamento de passaportes; e proibição de saída do país. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Entre as cidades estão: São José do Rio Preto, Guarujá e Salvador.

Palavras-chave: vazamento de dados

Reclamações por vazamento de dados disparam no interior de SP; saiba como se proteger

Publicado em: 19/02/2026 07:03

Reclamações sobre compartilhamento indevido de dados pessoais crescem no interior de SP As reclamações sobre uso e compartilhamento indevido de dados pessoais e financeiros dispararam no estado de São Paulo, ultrapassando 8,5 mil registros em 2025. O aumento expressivo de casos acende um alerta para a segurança digital e a proteção de informações. Juntas, cidades do interior, como Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Bauru, Itapetininga e Sorocaba, somaram quase 2 mil queixas do tipo apenas em 2025. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp O levantamento foi feito pela TV TEM com base em dados da plataforma Consumidor.gov.br, um serviço online que permite a comunicação direta entre consumidores e empresas para resolver conflitos. Em Presidente Prudente, o número de queixas saltou de 29 em 2024 para 207 em 2025, um aumento de mais de 700%. Em outras cidades, a tendência de alta se repete: Bauru, São José do Rio Preto, Sorocaba e Itapetininga também viram seus números crescerem exponencialmente de 2024 para 2025, e os registros nos primeiros meses de 2026 já indicam que a tendência continua. A plataforma é monitorada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e outros órgãos de defesa do consumidor. A ferramenta é considerada eficiente, pois cerca de 80% das reclamações são resolvidas pelas empresas, que têm um prazo médio de sete dias para responder. Reclamações por vazamento de dados disparam no interior de SP Reprodução/EPTV Tive os dados vazados. E agora? O advogado Américo Ribeiro Magro explica que legislações como o Código de Defesa do Consumidor e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) garantem o controle do cidadão sobre suas informações. "Elas asseguram que o consumidor ou o usuário tenha controle sobre os seus dados, então as empresas só podem compartilhar aquilo que o consumidor autorizar e lhe for informado", afirma. Initial plugin text Em casos de vazamento, o especialista orienta quanto aos passos a serem seguidos. "Primeiro, entrar em contato com a empresa que suspeita que tenha ocorrido o vazamento. Não tendo sucesso, acione os Procons e, ainda, ações judiciais." Ele também reforça a importância da prevenção. "É importante investir no comportamento preventivo, evitando que você compartilhe os seus dados sem controle", completa. Sobre as leis A proteção é garantida por duas leis principais. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) prevê multas que podem superar R$ 10 milhões. Já a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em vigor desde 2020, estabelece regras claras sobre como as empresas devem tratar e armazenar dados pessoais para proteger a privacidade dos cidadãos. Reclamações por vazamento de dados disparam no interior de SP Marcos Serra Lima/g1 Dicas de segurança A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão do governo federal, orienta sobre o que fazer em caso de suspeita de vazamento de dados. Confira: 🔑 Senhas expostas: altere imediatamente suas senhas em todos os sites e ative a verificação em duas etapas. Se perder o acesso a uma conta, use os canais oficiais para recuperá-la. 💳 Cartões bancários: comunique seu banco, bloqueie os cartões e monitore o extrato. Caso identifique uma compra suspeita, conteste imediatamente pela via oficial. 💻 Cuidados "pós-vazamento": desconfie de e-mails, links e ligações inesperadas, mesmo que pareçam de empresas conhecidas. Sempre confirme a identidade do destinatário antes de fazer um PIX ou transferência. 📃 Boletim de ocorrência: se tiver prejuízo financeiro ou for vítima de fraude de identidade, registre um boletim de ocorrência. O documento é fundamental para contestar cobranças e acionar seguros. Se a empresa responsável pelo vazamento não oferecer suporte, a vítima pode registrar uma reclamação diretamente no site da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Servidora da Receita no litoral de SP é alvo da PF por vazamento de dados de ministros do STF

Publicado em: 19/02/2026 05:21

PF faz operação contra suposto vazamento de dados sigilosos de ministros do STF e parentes A servidora pública Ruth Machado dos Santos está entre os alvos da operação da Polícia Federal, que investiga possíveis vazamentos de dados sigilosos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de familiares deles. Por decreto do STF, ela deverá usar tornozeleira eletrônica e teve o passaporte cancelado. As investigações continuam. Em nota, o STF afirmou que as apurações iniciais apontaram "diversos e múltiplos acessos ilegais" ao sistema da Receita Federal, seguidos de vazamento das informações sigilosas. De acordo com o Supremo, não foram identificadas justificativas funcionais para as consultas (veja mais abaixo). ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Ruth foi alvo de um mandado de busca e apreensão em Guarujá, no litoral de São Paulo, na terça-feira (17). Durante a operação da PF, outros mandados também foram cumpridos em São José do Rio Preto (SP), Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ). O g1 apurou que a mulher foi admitida por concurso público em 1994. Atualmente, exerce o cargo de técnica do seguro social na agência da Receita Federal em Guarujá, mas está vinculada administrativamente à delegacia do órgão em Santos. Escultura 'A Justiça', localizada em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal, na Praça dos Três Poderes, em Brasília STF/Divulgação Os servidores prestaram depoimento à PF e tiveram os celulares apreendidos. Além de Ruth, outros três são investigados: ➡️Luiz Antônio Martins Nunes, empregado do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro); ➡️Luciano Pery Santos Nascimento, técnico de seguro social da Receita Federal; ➡️Ricardo Mansano de Moraes, auditor-fiscal da Receita Federal. O g1 tentava contato com a defesa dos servidores até a última atualização desta reportagem. Medidas cautelares A investigação partiu de uma representação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Além dos mandados de busca e apreensão, o Supremo também decretou as seguintes medidas cautelares aos servidores: ➡️Uso de tornozeleira eletrônica; ➡️Afastamento dos sigilos bancário, fiscal e telemático; ➡️Cancelamento de passaportes e proibição de sair do país; ➡️Recolhimento domiciliar no período noturno e nos finais de semana; ➡️Afastamento do exercício da função pública, além da proibição de entrar nas dependências do Serpro e da Receita Federal. Investigações PF investiga vazamento de dados de ministros do STF; operação mira funcionários da Receita Federal Jornal Nacional/ Reprodução Em 12 de janeiro deste ano, o STF solicitou à Receita Federal auditoria dos sistemas para identificar desvios no acesso a dados de ministros e parentes deles nos últimos três anos. Ainda não há detalhes sobre as informações vazadas. "A auditoria, que envolve dezenas de sistemas e contribuintes, está em andamento, sendo que desvios já detectados foram preliminarmente informados ao relator no STF", afirmou a Receita Federal, por meio de nota. O STF destacou que os acessos ilegais configuram o crime de violação de sigilo funcional, previsto no artigo 325 do Código Penal. Ainda segundo o Supremo, os vazamentos foram divulgados, "sem contexto e controle jurisdicional", para produzir "suspeitas artificiais, de difícil dissipação". Supostas vítimas O STF divulgou que o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, também teria tido informações sigilosas vazadas. A Receita Federal informou que não foi detectado nenhum acesso a dados fiscais dele e de seus familiares. Ainda de acordo com a Receita Federal, foram solicitados dados de acesso de todos os ministros do STF, de Gonet e de seus familiares, o que não significa que houve acesso às informações fiscais de todos. Inquérito das fake news STF dá por encerrado processo do núcleo crucial da tentativa de golpe de Estado e Alexandre de Moraes determina execução das condenações Jornal Nacional/ Reprodução O STF detalhou que a operação faz parte do desdobramento do inquérito das fake news, que apura a disseminação de conteúdo falso na internet e ataques a ministros da Corte e instituições. A apuração foi aberta em março de 2019, por iniciativa do então presidente do STF, ministro Dias Toffoli, que designou o ministro Alexandre de Moraes para a relatoria. Em 2020, o Supremo considerou válida a investigação, ao analisar uma ação apresentada pelo partido Rede Sustentabilidade. Os ministros concluíram que o trecho das regras internas da Corte que serviu de base para o inquérito é compatível com a Constituição. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

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Auditor confirmou que acessou dados de parente de Gilmar Mendes, diz presidente da Unafisco

Publicado em: 18/02/2026 14:35

Auditor confirmou que acessou dados de parente de Gilmar Mendes, diz presidente da Unafisco O presidente da Unafisco Nacional, Kléber Cabral, afirmou em entrevista nesta quarta-feira (18) que auditor da Receita Federal confirmou que acessou dados de parente de Gilmar Mendes e negou que fossem dados sigilosos de contas bancárias. Na terça-feira (17), a Polícia Federal fez uma operação contra quatro servidores públicos por suposto vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo e de parentes deles. "Esse auditor, que é do interior de São Paulo, ele falou sim. Ele foi ouvido, não pela Polícia Federal, foi ouvido pela administração da Receita. Que ele teria feito um acesso em meados de novembro do ano passado e aí ele lembrou disso e fez a explicação: Ele estava atrás de saber se essa pessoa era uma ex-mulher, enfim, um parente de mesmo sobrenome que tinha sido amigo dele de longa data, então fez isso. Pode fazer isso? Não pode", afirmou Cabral ao Estúdio i. Ainda de acordo com ele, o auditor não ultrapassou a tela de vínculo de parente. "Ele só ficou naquela telinha inicial de início, de parente. De uma declaração de 2008, ou seja, quem é que vai querer pegar dados de alguém de 2008 para acessar hoje?", questionou. Cabral afirmou que ou auditor negou ter acessado dados sigilosos de contas bancárias. "Não tem absolutamente nada a ver com o fatos que estariam sendo investigados". A Polícia Federal cumpriu quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em Salvador e também no Guarujá e em São José do Rio Preto, em São Paulo. As medidas foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, a partir de uma representação da Procuradoria-Geral da República. 'Menos arriscado fiscalizar membros do PCC' É menos arriscado fiscalizar PCC do que altas autoridades da República, diz presidente da Unafisco Cabral criticou a operação da Polícia Federal e afirmou que a medida tem impacto direto sobre a atuação dos auditores. “Esse tipo de medida busca humilhar, constranger e amedrontar. Se você perguntar hoje quem está disposto a organizar um grupo de fiscalização para investigar autoridades, provavelmente não encontrará ninguém. Tornou-se menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades da República”, declarou. De acordo com o STF, a investigação é um desdobramento do inquérito das fake news, conduzido por Moraes, para apurar o possível vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo, do procurador-geral da República e de seus familiares. O STF declarou que a operação desta terça-feira (17) foi autorizada depois que "foram constatados diversos e múltiplos acessos ilícitos ao sistema da Receita Federal e o vazamento das informações sigilosas”.

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'Desligou' das notícias nos 4 dias de folia? Veja o que aconteceu de mais importante no Brasil no mundo

Publicado em: 18/02/2026 11:18

Enquanto milhões de brasileiros estavam nas ruas para o Carnaval, o noticiário seguiu em ritmo intenso nos bastidores da política, economia e no cenário mundial. Entre os destaques, uma operação para apurar o vazamento de dados fiscais de ministros do STF elevou a tensão na Corte. Imagens de robôs humanoides chamaram atenção e reforçaram a largada do ano na corrida tecnológica. E a morte de Robert Duvall, ator de “O Poderoso Chefão”, aos 95 anos, marcou a semana. Abaixo, o g1 reúne o que foi destaque enquanto muita gente estava desconectada aproveitando a folia. Tensão no STF PF faz operação contra suposto vazamento de dados sigilosos de ministros do STF e parentes A temperatura subiu no Supremo Tribunal Federal. Na terça-feira, a Polícia Federal fez uma operação para investigar vazamentos de dados sigilosos de ministros do Supremo dentro de sistemas da Receita Federal. A polícia investiga se funcionários da Receita quebraram ilegalmente o sigilo de ministros e parentes e ainda receberam por isso. O ministro Alexandre de Moraes decretou a quebra de sigilo bancário dos investigados. Depois da folia Lula embarca para a Índia. Ricardo Stuckert/ Presidência da República O presidente Lula chegou à Índia nesta quarta-feira (18) para assinar acordos estratégicos sobre minerais críticos e Inteligência Artificial com o governo de Narendra Modi. Depois, Lula vai seguir para a Coreia do Sul em uma outra visita oficial. Antes de embarcar para a Índia, o presidente aproveitou o Carnaval no Recife, em Salvador e no Rio de Janeiro. Ele dançando com a primeira-dama Janja em um camarote na capital baiana, e tirou fotos com carnavalescos na Sapucaí, no Rio de Janeiro. No Rio, a escola de samba Acadêmicos de Niterói homenageou o presidente. O desfile foi alvo de críticas da oposição e ocorreu após ações na Justiça comum e Justiça eleitoral. O TSE, instância mais alta a analisar o caso, negou a liminar que pedia a proibição do desfile para evitar risco de censura prévia. O caso pode voltar a ser analisado diante de novos fatos. O que foi notícia pelo mundo? Análise diz que opositor Alexei Navalny morreu por veneno de sapo Longe da folia, cinco países europeus acusaram a Rússia de ter envenenado Alexei Navalny, principal opositor do presidente Vladimir Putin, com base em análises de seus restos mortais. Navalny morreu na prisão em 2024. O Kremlin rejeitou as acusações e, nesta quarta (18), exigiu que os europeus forneçam provas. Já o ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama se envolveu em uma gafe. Ele viralizou após ter dito em uma entrevista que acreditava na existência de ET’s e que os EUA não os mantinham na famosa “Área 51”. No dia seguinte, no entanto, ele precisou esclarecer as coisas e disse que “não há evidências” de que ETs existam. Na América Latina, o Parlamento do Peru destituiu o presidente José Jeri nesta terça-feira por uma polêmica envolvendo supostas reuniões secretas com a China. ‘Reveillon’ na China e a corrida tecnológica Robôs humanoides 'lutam' artes marciais no Ano Novo Chinês Na China, o ano finalmente começou e a tradição associa cada ciclo a um signo do zodíaco: desta vez, o país viverá o Ano do Cavalo de Fogo. O país segue o calendário lunar e, por isso, começa o ano bem mais tarde que o Brasil. O evento foi marcado por uma imagem impressionante: em um programa de TV, robôs humanoides aparecerem exibindo sequências sofisticadas de artes marciais. O vídeo rapidamente viralizou e tomou conta dos noticiários mundiais que comentam a ambição chinesa de liderar o futuro da robótica 1º ouro latino-americano nas Olimpíadas de Inverno Lucas Pinheiro ganha 1ª medalha do Brasil na história na Olimpíada de Inverno No Brasil não tem neve, mas tem ouro em esporte de inverno. O atleta brasileiro Lucas Pinheiro Braathen entrou para a história conquistando a 1ª medalha de ouro da América Latina e do Brasil nas Olimpíadas de Inverno. O jovem de 25 anos, que nasceu na Noruega e recentemente passou a competir pelo Brasil, venceu a categoria slalom gigante. Os brasileiros comemoraram muito o ouro de Lucas nas redes sociais. Até o presidente Lula elogiou o atleta e disse que “o esporte brasileiro não tem limites”. Mortes de famosos Ator Robert Duvall chega à cerimônia do Globo de Ouro 2015. Jordan Strauss/Invision/AP O cinema se despediu de Robert Duvall, ator lendário de O Poderoso Chefão, que morreu aos 95 anos. Ícone de Hollywood, ele construiu uma carreira de décadas e marcou gerações em filmes icônicos como "A conversação" (1974), "Rede de intrigas" (1976), "Apocalypse now" (1979) e "Um homem fora de série" (1984). Nos Estados Unidos, Jesse Jackson, líder dos direitos civis que enfrentou a segregação racial no país, morreu aos 84 anos. Jackson foi uma figura histórica: ele estava ao lado de Martin Luther King quando o ativista foi assassinado. E o que foi notícia no Brasil? Pelo país, o marido da aluna que morreu após nadar na piscina de uma academia em São Paulo teve alta. Ele passou 8 dias internado na UTI depois de ser intoxicado. Também houve comoção no enterro dos dois filhos de um secretário em Itumbiara, mortos pelo próprio pai. No setor aéreo, drones na área do Aeroporto de Cumbica provocaram dezenas de atrasos e desvios de voos. E, no entretenimento, o ex-jogador de futebol Edilson Capetinha foi desclassificado do “BBB 26”, movimentando as redes sociais durante o Carnaval.

Ministros querem tirar STF do foco, mas veem Corte arrastada para crise e temem contaminação de julgamentos

Publicado em: 18/02/2026 00:00

Ministros do Supremo Tribunal Federal ouvidos pelo blog avaliam, nos bastidores, que a Corte precisa sair do foco da crise, mas vem sendo sucessivamente arrastada de volta para o centro das controvérsias, o que aumenta o risco de desgaste institucional e de contaminação de julgamentos relevantes. A principal preocupação é que decisões que estão por vir e que também já foram concluídas - como as relacionadas ao 8 de janeiro, ao caso das emendas parlamentares e a outros processos de grande impacto político - passem a ser colocadas sob suspeita. Na abertura do ano judiciário, Fachin defende prioridade para código de conduta do STF e diz que é momento de 'autocorreção' Jornal Nacional/ Reprodução O receio é que, em meio ao ambiente de desconfiança, essas decisões sejam questionadas não apenas juridicamente, mas também em sua legitimidade institucional. Entre ministros, há o diagnóstico ainda de que a crise pode escalar e consolidar uma narrativa de confronto entre o Supremo e outros órgãos de Estado, como a Receita Federal ou até mesmo a Polícia Federal (PF). Do ponto de vista jurídico, ministros ressaltam que não há divergência sobre a gravidade de uma eventual quebra ilegal de sigilo bancário dos investigados na operação que apura o vazamento de dados de ministros da Corte e de seus parentes. Se confirmada, trata-se de crime e deve ser investigado. O ministro Alexandre de Moraes decretou a quebra de sigilo bancário dos investigados e PF cumpriu nesta terça-feira (17) quatro mandados de busca e apreensão que miraram servidores públicos em três estados. Ao mesmo tempo, ministros reconhecem que o contexto e os instrumentos utilizados, especialmente o uso do inquérito das fake news, aberto há anos e alvo de críticas recorrentes, acabam alimentando uma nova rodada de questionamentos. O temor, segundo relatos reservados, é que se fortaleça a percepção de que o Supremo está utilizando instrumentos próprios para tratar de questões que envolvem seus integrantes, o que poderia passar a imagem de atuação em causa própria. Esse é hoje o principal ponto de alerta dentro da Corte: o esforço para sair do centro da crise esbarra em novos fatos que voltam a arrastar o Supremo para o foco, com risco de aprofundar o desgaste e colocar sob suspeita decisões que terão impacto direto no cenário político e institucional do país.

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PF investiga vazamento de dados de ministros do STF; operação mira funcionários da Receita Federal

Publicado em: 17/02/2026 21:27

PF faz operação contra suposto vazamento de dados sigilosos de ministros do STF e parentes A Polícia Federal fez nesta terça-feira (17) uma operação contra quatro servidores públicos por suposto vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo e de parentes deles. A Polícia Federal cumpriu quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em Salvador e também no Guarujá e em São José do Rio Preto, em São Paulo. As medidas foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, a partir de uma representação da Procuradoria-Geral da República. De acordo com o STF, a investigação é um desdobramento do inquérito das fake news, conduzido por Moraes, para apurar o possível vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo, do procurador-geral da República e de seus familiares. O STF declarou que a operação desta terça-feira (17) foi autorizada depois que "foram constatados diversos e múltiplos acessos ilícitos ao sistema da Receita Federal e o vazamento das informações sigilosas” e que um relatório enviado pela Receita demostrou que as investigações iniciais encontraram um bloco de acessos cuja análise das áreas responsáveis não identificou justificativa funcional e que a PGR destacou que essas ações se exaurem apenas na violação individual do sigilo fiscal, uma vez que a exploração fragmentada e seletiva de informações sigilosas de autoridades públicas tem sido instrumentalizada para produzir suspeitas artificiais, de difícil dissipação. Quatro servidores públicos foram alvos da operação desta terça-feira (17): Luiz Antônio Martins Nunes, que, de acordo com o Portal da Transparência, é empregado do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), no Rio de Janeiro; Luciano Pery Santos Nascimento, técnico de seguro social pela Receita Federal em Salvador; Ruth Machado dos Santos, também técnica da Receita em Santos; Ricardo Mansano de Moraes, auditor-fiscal da Receita Federal em São José do Rio Preto. PF investiga vazamento de dados de ministros do STF; operação mira funcionários da Receita Federal Jornal Nacional/ Reprodução Em nota, a Receita Federal afirmou que uma auditoria está em andamento e que irregularidades já detectadas foram comunicadas ao relator do caso no Supremo; que os sistemas são rastreáveis e permitiram identificar acessos indevidos. A Receita informou ainda que não foi detectado nenhum acesso a dados fiscais sigilosos do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e seus familiares. Os quatro alvos da operação desta terça-feira (17) tiveram os celulares apreendidos, foram afastados da função pública e vão usar tornozeleira eletrônica. Eles também tiveram os passaportes cancelados e estão proibidos de sair do país. Os quatro foram ouvidos pela polícia nesta terça-feira (17) e podem responder por violação de sigilo funcional, acesso indevido a sistemas de informação e vazamento de dados sigilosos. O Jornal Nacional não conseguiu contato com os advogados dos quatro servidores alvos da operação desta terça-feira (17). O Sindfisco Nacional, que é o sindicato dos auditores fiscais da Receita, disse que os envolvidos devem ter o direito à ampla defesa. A Unafisco — que também representa auditores fiscais — disse que sanções cautelares extremas exigem fundamentação robusta e lastro probatório consistente. LEIA TAMBÉM STF diz que investigação da PGR aponta 'múltiplos acessos ilegais' a dados de ministros e parentes PF faz buscas para apurar vazamento de dados da Receita de ministros do STF e parentes Octavio Guedes: Moraes decreta quebra de sigilo bancário de suspeitos para apurar venda de dados de ministros do STF

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