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Trama golpista: PGR diz que Bolsonaro foi líder, articulador dos atos e quem mais se beneficiaria da ruptura democrática

Publicado em: 30/08/2025 04:01

Além de Jair Bolsonaro, 7 ex-auxiliares são réus no núcleo crucial; veja quem são A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar a ação penal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus pela tentativa de golpe de Estado em 2022. Autora da denúncia, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a condenação do grupo pelos crimes. Em um documento de 517 páginas, a PGR detalhou a conduta de cada um dos acusados. Assinado pelo procurador-geral da República, Paulo Gustavo Gonet Branco, o documento dedica 137 páginas às ações do ex-presidente Jair Bolsonaro. O g1 detalha as principais declarações de PGR sobre a atuação do político do PL. Líder da organização criminosa No documento, o procurador-geral Paulo Gustavo Gonet Branco afirmou que o ex-presidente "figura como líder" da organização criminosa. "Principal articulador, maior beneficiário e autor dos mais graves atos executórios voltados à ruptura do Estado democrático de Direito", disse o PGR. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, durante o julgamento da denúncia contra Bolsonaro por golpe de Estado Fellipe Sampaio/STF Gonet afirmou que Bolsonaro, no exercício do cargo de presidente da República, "instrumentalizou o aparato estatal e operou, de forma dolosa, esquema persistente de ataque às instituições públicas e ao processo sucessório". "Com o apoio de membros do alto escalão do governo e de setores estratégicos das Forças Armadas, mobilizou sistematicamente agentes, recursos e competências estatais, à revelia do interesse público, para propagar narrativas inverídicas, provocar a instabilidade social e defender medidas autoritárias. A sua atuação, pautada pela afronta à legalidade constitucional e pela erosão dos pilares republicanos, teve por objetivo último sua continuação ilegítima no comando do país e o enfraquecimento das instâncias públicas, em negação do princípio da alternância democrática, da soberania popular e do equilíbrio entre os Poderes", completou. Ataques coordenados às urnas A PGR apontou que documentos apreendidos pelos investigadores revelam que o grupo criminoso "planejou a propagação coordenada de ataques ao sistema eletrônico de votação". "Documentos apreendidos revelam que a organização criminosa planejou a propagação coordenada de ataques ao sistema eletrônico de votação. Foi fixada, por escrito, a diretriz de repetição contínua da narrativa de vulnerabilidade das urnas eletrônicas, como forma de deflagrar movimentos de rebeldia contra os resultados desfavoráveis ao grupo", diz a PGR. A PGR pontuou que os ataques de Bolsonaro a autoridades, na condição de presidente, não eram "meras críticas ou desabafos" e que um chefe de Estado tem "capacidade singular" de influenciar a opinião pública. Desta forma, a PGR sustenta que as declarações de Bolsonaro "transcendem o campo da crítica legítima" e passam a ter o "caráter de incitação e desestabilização da democracia". Uso da máquina pública A PGR salientou que Bolsonaro usou a máquina pública para disseminar dúvidas contra o sistema eleitoral. "O réu fez uso da máquina pública e de recursos públicos, mobilizando agentes e estruturas do Estado para disseminar dúvidas e deslegitimar o sistema eleitoral. Essa orquestração, com o peso e a autoridade da estrutura pública por trás dela, representa uma ameaça institucional, e não uma simples crítica", declarou. Para exemplificar o uso de recursos públicos com fins ilícitos, a PGR citou a live de 2021 no Palácio do Planalto, com a participação de agentes públicos. Também mencionou a "Abin Paralela" – uso ilícito da estrutura de inteligência do Estado para fins políticos. Além disso, a PGR apontou que Bolsonaro usava ferramentas públicas para dar uma "aparência de tecnicidade" ao "discurso fantasioso". "O réu buscou dar aparência de tecnicidade ao discurso fantasioso. Tratou de ataque hacker, código-fonte, vulnerabilidade das urnas, voto auditável, enfim, uma infinidade de expressões que se presumem técnicas e autênticas, mas sempre colocadas fora de contexto, com o intuito de induzir o público a erro e forçar a desconfiança popular sobre o sistema eleitoral", escreveu. Bolsonaro discursa na Avenida Paulista durante manifestações em 7 de Setembro de 2021. Atos tiveram pautas antidemocráticas. PAULO LOPES / AFP Discursos com ataque às urnas A PGR também relembrou os discursos de Bolsonaro em 7 de setembro de 2021, em Brasília e São Paulo, em que foram feitos ataques às urnas e a autoridades. Para a PGR, isso não pode ser confundido com um "arroubo isolado". "Suas falas operam como atos políticos que, quando desprovidas de base factual, se convertem em instrumentos de desestabilização democrática. A crítica legítima pressupõe diálogo, responsabilidade e fundamento, e não se confunde com ameaças, insultos ou manipulações. As declarações de Bolsonaro entre julho e setembro de 2021 ultrapassaram os limites do dissenso democrático: não eram discordâncias políticas, mas inverdades, intimidações e ultimatos, voltados a corroer a credibilidade das instituições republicanas", diz a PGR. Bolsonaro eleito com urnas eletrônicas No documento, ao contrastar os ataques de Bolsonaro ao sistema de votação com a eleição do ex-presidente, a PGR afirma que ele se elegeu para mandatos na Câmara "valendo-se do sistema eletrônico de votação”. "Após cumprir sete mandatos consecutivos como Deputado Federal, valendo-se do sistema eletrônico de votação, Jair Messias Bolsonaro foi eleito presidente da República em outubro de 2018, obtendo 55,13% dos votos válidos no segundo turno. Em 1º de janeiro 2019, assumiu o cargo mais elevado da República, recebendo a faixa presidencial das mãos de seu antecessor, Michel Temer", ponderou. Bolsonaro nega acusações Na fase de interrogatório, ocorrida em junho, Bolsonaro negou qualquer ação golpista ou com objetivo de impedir a posse do presidente Lula. Afirmou que não houve movimentação concreta para um golpe de Estado e que a denúncia da PGR é injusta. Trama golpista: O núcleo crucial e os crimes pelos quais são acusados Arte/g1

Palavras-chave: hackervulnerabilidade

De hacker mirim a bilionário: como o único não-herdeiro entre os 10 jovens mais ricos do Brasil fez fortuna

Publicado em: 30/08/2025 02:00

Pedro Franceschi é o único da lista que construiu o patrimônio a partir do próprio trabalho. Redes sociais/ Reprodução Aos 28 anos, Pedro Franceschi aparece entre os mais jovens bilionários do Brasil. Ele ocupa a 8ª posição no ranking divulgado pela revista Forbes nesta quinta-feira (28), que revela um padrão: entre os 10 jovens mais ricos do país, nove herdaram suas fortunas. A exceção é Franceschi, único da lista que construiu o patrimônio de R$ 3,3 bilhões a partir do próprio trabalho — chamado de bilionário "self-made". 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Cofundador e CEO da Brex, plataforma de gestão de gastos corporativos com base em inteligência artificial, Franceschi lidera uma empresa que atende mais de 30 mil companhias no mundo. Fundada em 2017 no Vale do Silício, a Brex oferece soluções que vão de cartões corporativos a softwares para gestão de viagens e despesas. A virada financeira ocorreu em janeiro de 2022, quando a Brex foi avaliada em US$ 12,3 bilhões, colocando Franceschi oficialmente no grupo dos bilionários. Hoje, segundo a Forbes USA, a empresa vale US$ 3,4 bilhões. A trajetória de Franceschi, no entanto, começou muito antes, marcada por sinais de genialidade precoce. Hacker mirim Nascido e criado no Brasil, Franceschi teve contato com computadores aos 6 anos. Aos 8, já programava. Três anos depois, desbloqueava iPhones com tanta habilidade que passou a cobrar pelo serviço — com o dinheiro, comprou o próprio celular. Na adolescência, criou ferramentas como o Quick2gPwner e o QuickOib, que facilitaram o jailbreak de iPods e a instalação do iPhone Linux. Aos 13 anos, lotou o Planetário do Rio de Janeiro no TEDxSudeste, onde foi apresentado como jovem programador promissor e respeitado “ex-hacker”. Aos 15, voltou a chamar atenção ao fazer a Siri, assistente de voz do iPhone 4S, funcionar em português antes mesmo de a Apple lançar suporte oficial ao idioma. Questionado sobre o futuro, dizia que se via “trabalhando em uma grande empresa como a Apple”. Hoje, lidera a própria empresa. A parceria com Henrique Dubugras, seu sócio na Brex, começou em 2012, após uma discussão no Twitter sobre editores de texto para programação. “A gente viu que não dava para brigar em 140 caracteres, então foi pro Skype. Depois viu que não conseguíamos mais brigar e viramos amigos”, contou Franceschi em entrevista ao g1, em 2014. Da amizade nasceu a sociedade: juntos criaram a Pagar.me, startup de pagamentos online que simplificava a intermediação entre lojas virtuais, bandeiras de cartão e bancos, com sistema antifraude integrado. Na mesma época, ambos foram aprovados em Stanford, mas adiaram o sonho acadêmico para focar na empresa. Anos depois, Franceschi retomou os estudos e concluiu a graduação em Ciência da Computação na universidade americana. Em 2017, Franceschi e Dubugras fundaram a Brex no Vale do Silício. No ano seguinte, lançaram os primeiros produtos voltados a startups: um cartão corporativo e um programa de pontos. Desde então, a empresa se especializou em soluções financeiras para negócios em rápido crescimento. Além da Brex, Franceschi atua em conselhos de grandes companhias. Desde abril de 2022, integra o board da Coupang, gigante sul-coreana do e-commerce. Entre 2021 e 2023, fez parte do conselho da Stone, empresa brasileira de tecnologia em pagamentos. Com patrimônio estimado em R$ 3,3 bilhões, Franceschi vive atualmente em San Francisco, de onde lidera a Brex e segue criando soluções que conectam tecnologia e finanças em escala global. Lista dos 10 bilionários brasileiros com menos de 30 anos Os bilionários brasileiros em 2025, segundo a Forbes Amelie Voigt Trejes Patrimônio: R$ 3,4 bilhões Idade: 20 anos Fonte de riqueza: WEG Filha de Cladis Voigt Trejes, herdou parte das ações da mãe na WEG e divide o patrimônio com os irmãos Pedro e Felipe. Lívia Voigt Patrimônio: R$ 6,6 bilhões Idade: 20 anos Fonte de riqueza: WEG Neta de Werner Ricardo Voigt, fundador da WEG. Já chegou a ser considerada a bilionária mais jovem do mundo em 2024. Felipe Voigt Trejes Patrimônio: R$ 3,6 bilhões Idade: 23 anos Fonte de riqueza: WEG Irmão de Amelie e Pedro Voigt Trejes. Pedro Voigt Trejes Patrimônio: R$ 3,6 bilhões Idade: 23 anos Fonte de riqueza: WEG Também irmão de Felipe e Amelie Voigt Trejes. Helena Marina da Silva Petry Patrimônio: R$ 1,9 bilhão Idade: 23 anos Fonte de riqueza: WEG Herdeira de Eggon João da Silva, cofundador da WEG. Ana Flávia da Silva Petry Patrimônio: R$ 1,9 bilhão Idade: 26 anos Fonte de riqueza: WEG Irmã de Helena Petry. Dora Voigt de Assis Patrimônio: R$ 6,6 bilhões Idade: 27 anos Fonte de riqueza: WEG Neta de Werner Ricardo Voigt, fundador da companhia catarinense. Pedro Franceschi Patrimônio: R$ 3,3 bilhões Idade: 28 anos Fonte de riqueza: Brex Fundador da fintech Brex, com sede em São Francisco (EUA). É o único do ranking que construiu sua fortuna fora da herança. Izabela Henriques Feffer Patrimônio: R$ 2,3 bilhões Idade: 28 anos Fonte de riqueza: Grupo Suzano Bisneta de Leon Feffer, fundador da Suzano. Max Van Hoegaerden Herrmann Telles Patrimônio: R$ 29,3 bilhões Idade: 29 anos Fonte de riqueza: AB InBev / 3G Capital Filho de Marcel Herrmann Telles, vive em Nova York. Os 10 maiores bilionários do Brasil entre 2024 e 2025 Arte/g1 Saiba quem é Eduardo Saverin, o brasileiro mais rico do mundo

Trio que aplicava golpes com anúncios falsos em sites de venda é preso no litoral de SP

Publicado em: 29/08/2025 11:10

Trio foi preso suspeito de anunciar mercadorias inexistentes em sites de vendas em Bertioga, SP Polícia Civil Dois homens e uma mulher foram presos suspeitos de estelionato e organização criminosa em Bertioga, no litoral de São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, o trio anunciava mercadorias inexistentes em sites de venda e cobrava taxas e fretes das vítimas, que acreditavam na negociação, mas não recebiam os produtos. Policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Praia Grande cumpriram um mandado de busca e apreensão na manhã da última quarta-feira (27), na Avenida Itapuã, no bairro Morada da Praia, em Bertioga. As investigações apontaram que o imóvel era usado para praticar os crimes. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Durante a diligência, três suspeitos fugiram pelas ruas do condomínio, e a equipe iniciou uma perseguição. Dois deles, de 29 e 30 anos, foram presos e indiciados. O terceiro, de 26, conseguiu escapar, mas foi identificado e também indiciado por envolvimento no esquema. Novas buscas e prisão Embora o terceiro suspeito tenha conseguido escapar, ele já havia sido visto pelos policiais em uma diligência anterior, quando foi flagrado em um carro que saía do imóvel alvo do mandado. Ele também fugiu naquela ocasião. O veículo foi apreendido e, dentro dele, os agentes encontraram um homem de 27 anos. A partir dessa abordagem, os policiais retornaram ao imóvel e deram início às buscas. Eles encontraram um computador ligado com programas e arquivos relacionados a golpes digitais em plataformas de venda. De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), na sala da casa foram encontrados celulares e duas mulheres — uma considerada suspeita e outra, de 30 anos, que foi indiciada e presa por envolvimento no crime. A abordagem ao veículo e os indícios levantados durante a fuga levaram os policiais a aprofundar as buscas, que resultaram na prisão da mulher. Além do carro, os policiais apreenderam 14 celulares, um computador, um monitor e três notebooks, que serão periciados. O caso foi registrado como cumprimento de mandado de busca e apreensão, estelionato, organização criminosa e apreensão de veículo na DIG de Praia Grande, onde segue sob investigação. Suspeitos soltos Após conversar com os envolvidos, a equipe concluiu que o homem que estava no veículo e uma das mulheres encontradas na sala não apresentavam indícios de participação no esquema, o que poderá ser reavaliado posteriormente, após a análise dos equipamentos eletrônicos apreendidos. 'Hacker do bem' dá 5 dicas contra golpes na internet Perfis em redes sociais 'roubados', invasões em contas bancárias e até Inteligência Artificial se passando por pessoas conhecidas. São diversos os métodos que criminosos utilizam para aplicar golpes em internautas. O g1, então, ouviu um dos profissionais que se autointitulam 'hackers do bem', que listou cinco dicas para aumentar a segurança do usuário (veja abaixo). 'Hacker do bem' dá 5 dicas para proteger seus dados na internet VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

Motorista acusado de atropelar casal e causar morte de ciclista em Bálsamo vai a júri popular: 'Três anos com muita dor', diz irmã

Publicado em: 28/08/2025 07:21

Motorista acusado de atropelar casal e causar morte de ciclista em Bálsamo vai a júri O motorista acusado de atropelar um casal de ciclistas em Bálsamo (SP), em 10 de julho de 2022, vai a júri popular nesta quinta-feira (28). Naitielle de Paula Pantano morreu no dia do atropelamento, enquanto Júlio Cesar Braguini Fernandes foi socorrido com ferimentos. O réu, o servidor público Guilherme Augusto dos Reis Jordão, foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) por homicídio, tentativa de homicídio, embriaguez ao volante, omissão de socorro, fuga do local de acidente e dirigir sem carteira de habilitação. Ele responde ao processo em liberdade. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Natielle, à época com 33 anos, e o marido, Júlio Cesar, pedalavam em uma estrada rural entre Mirassol (SP) e Bálsamo quando foram atingidos pelo carro do acusado. Ela morreu no local. "Ele [Guilherme] não tinha condições mínimas de dirigir. Isso foi presenciado por testemunhas que tentaram tirar a chave dele. Não bastasse isso, estava em alta velocidade, então não teve tempo hábil para que eles pudesse correr, se jogar ali, às margens da rodovia. Ele não prestou socorro às vítimas", explicou a promotora Patrícia Pelozo, em entrevista à TV TEM. Natielle era enfermeira, pesquisadora, casada com Júlio e apaixonada pelo ciclismo. Ela tinha o sonho de ser mãe e treinava para, junto à família, percorrer o Caminho da Fé pela primeira vez. Casal atropelado por carro em Bálsamo (SP) Reprodução/TV TEM A irmã da vítima, Heloísa de Paula, disse que custa acreditar no que aconteceu naquela estrada e que espera por justiça. "Desde aquele dia do acidente, a vida da minha irmã foi interrompida e a nossa também. A gente segue nesses três anos com muita dor, revolta, acabou com a nossa família. A gente revive tudo, mas é necessário para que esse cara não volte a cometer isso", revelou a irmã. LEIA MAIS: Grupo é condenado por matar mulher encontrada carbonizada; penas ultrapassam 60 anos de prisão Hacker brasileiro é condenado a 9 anos de prisão por invadir e-mail e redes sociais de ex-prefeito de Araçatuba Homem é condenado a 12 anos de prisão por matar autônomo em Brejo Alegre Natielle morreu ao ser atropelada em Bálsamo (SP) Arquivo pessoal Relembre o caso No dia 10 de julho de 2022, após o atropelamento e a confirmação da morte de Natielle, o marido dela, Júlio Cesar, foi socorrido e levado ao Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP), onde recebeu atendimento médico e foi liberado depois de semanas internado. No local do acidente, os policiais encontraram pedaços do veículo e a placa de identificação. Carro ficou destruído após acidente em Bálsamo (SP) Arquivo pessoal A investigação apontou que Guilherme ingeriu bebida alcoólica em um restaurante e foi embora dirigindo. Nos depoimentos à polícia, amigos de Guilherme afirmaram que, minutos antes do acidente, tentaram impedir que ele saísse da festa com o veículo. Segundo eles disseram à polícia, chegaram a retirar a chave do carro, mas, ainda conforme o processo, a namorada disse que ele "não estava tão ruim assim". Conforme o Ministério Público, o motorista trafegava pela estrada rural quando atropelou o casal e fugiu sem prestar socorro às vítimas. Depois, o veículo foi localizado destruído na garagem de um familiar dele. Ele se entregou à Polícia Civil somente no dia 13 de julho daquele ano. Guilherme teve a prisão preventiva decretada e foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Rio Preto. Na ocasião, uma das advogadas de Guilherme afirmou que ele não teve intenção de atropelar o casal e que não prestou socorro por medo. Cinco meses depois, o condutor do carro foi solto e, desde então, responde ao processo em liberdade. Atropelamento ocorreu em estrada de terra entre Mirassol e Bálsamo (SP). Andre Modesto/TV TEM Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

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Resumão diário #1630: Votação na Câmara; Zambelli na Itália; Hacker nega que ameaçou Felca; Boate Kiss e mais

Publicado em: 27/08/2025 07:56

Câmara deve votar PECs que blinda parlamentares da Justiça e do fim do foro privilegiado nesta quarta. Condenada duas vezes pelo STF, Zambelli terá nova audiência sobre extradição na Itália nesta quarta. Hacker nega que ameaçou Felca, mas admite que invadia sistemas do governo para vender dados; veja depoimento. Boate Kiss: desembargadores determinam redução de pena dos quatro condenados pelo incêndio. Starship, maior nave do mundo, faz lançamento inédito de cargas no espaço. Resumão diário do g1. Comunicação/Globo Produzido pelas equipes de vídeos e podcasts do g1, o Resumão é apresentado pela repórter Gabi Gonçalves.

Palavras-chave: hacker

Carla Zambelli volta a tribunal na Itália para audiência

Publicado em: 27/08/2025 07:51

Justiça italiana pede perícia médica de Carla Zambelli Considerada foragida da Justiça brasileira, a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) compareceu nesta quarta-feira (13) a um tribunal de Roma, na Itália, para uma audiência dentro do processo em que a Justiça italiana analisa sua extradição ao Brasil. Ao chegar ao Tribubal de Apelações de Roma, no entanto, Zambelli alegou estar passando mal, e a audiência foi adiada. Uma médica chegou a ser chamada para examiná-la ainda no tribunal, mas o juiz responsável pela sessão ordenou depois uma perícia médica e remarcou a sessão para 27 de agosto. Desta forma, Zambelli seguirá presa — a audiência desta quarta definiria se ela poderia ou não aguardar em liberdade por uma decisão sobre uma extradição ao Brasil. Novo pedido de soltura A defesa da deputada alega questões de saúde para pedir sua liberdade e, em paralelo, apresentou ao juiz um outro pedido de soltura, alegando que o governo brasileiro não fez um pedido de prisão preventiva. Em entrevista na saída da sessão, em Roma, os advogados de Zambelli afirmaram esperar que ela seja solta "a qualquer momento". No entanto, a Corte Suprema da Itália já afirmou que um pedido de prisão na lista de alerta vermelho da Interpol, caso da parlamentar brasileira, é equivalente a um pedido de prisão em âmbito internacional, e o Tratado de Extradição Itália-Brasil, no artigo 13,2, introduz expressamente a equivalência entre pedido em âmbito Interpol e pedido de aplicação de medidas cautelares. Carla Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Dias após a condenação, ela deixou o país e informou que estava na Itália. O ministro do STF Alexandre de Moraes expediu um mandado de prisão para a deputada, e ela foi então presa na Itália no fim de julho. Agora, a Justiça italiana analisa um pedido de extradição de Zambelli par ao Brasil. Redes sociais Na Itália, Carla Zambelli reforça críticas ao STF em perfil alternativo no Instagram Zambelli, mesmo foragida, segue nas redes sociais por meio de um perfil alternativo no Instagram. O primeiro post do perfil foi publicado em 13 de junho, cerca de 10 dias após a retirada do ar de suas redes oficiais, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, em 4 de junho. A conta foi criada em maio de 2025 e tem cerca de 4.600 seguidores e é utilizada para comentar temas da política nacional e reforçar críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar da suspensão das contas principais, o novo perfil continua acessível. Ele foi atualizado pela última vez em 28 de julho. Zambelli é alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pelo ministro Alexandre de Moraes e está incluída na lista de procurados da Interpol. Ela foi condenada a 10 anos de prisão por envolvimento na invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com apoio do hacker Walter Delgatti Neto. Foto de arquivo: a deputada federal Carla Zambelli (PL- SP) participa uma coletiva de imprensa na sede do PL em São Paulo NINO CIRENZA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO Infográfico mostra fuga de Carla Zambelli até prisão na Itália. Arte/g1

Palavras-chave: hacker

Android 16 detalhará quais aplicativos têm Proteção Avançada nativa do Google

Publicado em: 27/08/2025 07:50 Fonte: Tudocelular

O Android 16 deve trazer vários recursos para proteger os usuários contra hackers. Eles devem estar agrupados na Proteção Avançada do sistema, que agora teve mais detalhes revelados em uma análise das linhas de código do Google Play Services 25.33.32 beta.Nesta versão, foi possivel habilitar manualmente uma seção no menu Configurações > Segurança e privacidade > Proteção avançada que mostra quais aplicativos do Google têm integração com a Proteção Avançada do Android 16. Esta capacidade permite que o sistema envie um sinal a estes aplicativos para que certas funções que poderiam ser utilizadas por hackers para invadir o celular ou tablet sejam desabilitadas.Clique aqui para ler mais

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Ana Pink: STJ mantém na cadeia influenciadora de Ribeirão Preto condenada por lavagem de dinheiro

Publicado em: 26/08/2025 20:31

STJ nega pedido de defesa para soltar Ana Pink O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve na cadeia, para cumprimento de prisão preventiva, a influenciadora Ana Paula Ferreira Duarte, a Ana Pink, condenada a 13 anos por um esquema fraudulento de lavagem de dinheiro e empréstimos consignados em Ribeirão Preto (SP). Em decisão expedida na segunda-feira (25), o ministro Sebastião Reis Junior negou um habeas corpus apresentado pela defesa da empresária, que recentemente perdeu o direito à prisão domiciliar depois que o Ministério Público denunciou que ela havia abusado desse benefício com saídas injustificadas de casa. O recurso foi levado pelos advogados pela empresária a Brasília (DF) logo depois de terem tido um habeas corpus recusado em segunda instância, pela 9ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça, no dia 18 de agosto. 📱 Siga o g1 Ribeirão Preto e Franca no Instagram Os golpes e a condenação Em abril do ano passado, Ana e o então marido Maiclerson Gomes da Silva foram condenados a nove anos de prisão por envolvimento em um esquema fraudulento de empréstimos consignados para lavar dinheiro. Mais tarde, a pena seria ampliada pelo Tribunal de Justiça para 13 anos. Além da prisão, a Justiça confiscou R$ 11,4 milhões do patrimônio do casal e recentemente autorizou a realização de leilões. As investigações apontaram que o casal fechava contratos em nome de terceiros sem o consentimento deles. As autoridades indicaram nesse contexto práticas como aquisição de dados indevidos no sistema previdenciário por meio de hackers, saques em valores expressivos e movimentações incompatíveis com a renda declarada. Apesar das condenações, os processos não chegaram à fase de execução das penas, já que não se esgotaram os recursos. Ana Pink, por ter filhos pequenos, primeiro conseguiu o direito à prisão preventiva domiciliar, mas recentemente perdeu o benefício (entenda mais abaixo). Maiclerson chegou a ser preso, mas conseguiu liberdade condicional em abril deste ano mediante o cumprimento de medidas cautelares como encontrar um trabalho em 90 dias, não mudar de endereço - a casa dos pais - e permanecer em casa das 21h às 6h. Ana e Maicleérson negam terem aplicado os golpes pelos quais foram acusados. Ana Pink, influenciadora alvo de ação na Justiça de Ribeirão Preto (SP) Tiago Aureliano/EPTV A prisão domiciliar Em março de 2022, quando ainda era investigada, Ana Pink foi alvo de uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e chegou a ser levada para a Penitenciária de Guariba (SP), mas a defesa conseguiu que ela cumprisse a pena em casa por conta dos filhos menores de 12 anos. Em agosto, a Justiça expediu um novo mandado de prisão preventiva, após uma decisão do TJ, reforçada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mas Ana não foi encontrada no condomínio em que morava e passou a ser considerada foragida. Nesse período, ela chegou a postar fotos nas redes sociais e, mesmo nessa condição, prestou depoimento em audiência virtual. LEIA TAMBÉM Ana Pink: entenda por que influencer condenada por lavagem de dinheiro voltou para cadeia após prisão domiciliar Influenciadora condenada por lavagem de dinheiro descumpre prisão domiciliar e é levada para cadeia em Ribeirão Preto Justiça manda soltar empresário ex-marido de influenciadora Ana Pink Em setembro de 2022, mesmo ainda foragida, Ana Pink reverteu a prisão preventiva e retomou o direito à prisão domiciliar por meio de um habeas corpus do STJ, que considerou, entre outros fatores, a prisão uma medida extrema, o fato de Ana ser ré primária, ter filhos menores de 12 anos e endereço fixo. Para isso, foram estabelecidas condições como a permanência em casa em tempo integral, com saídas permitidas apenas por questões de saúde e compromissos escolares dos filhos, bem como o monitoramento dos horários de entrada e saída dela no condomínio em que morava. Ana Pink foi presa em operação do Gaeco por suspeita de lavagem de dinheiro e estelionato em Ribeirão Preto, SP Redes Sociais A volta para a cadeia Mas, no dia 14 deste mês, a influenciadora voltou para a cadeia por determinação da Justiça de Ribeirão Preto depois que o Ministério Público denunciou que Ana Pink estava descumprindo as medidas cautelares. De acordo com a Promotoria, foram ao menos 33 saídas em feriados e fins de semana e outras 33 entradas e saídas à noite ou de madrugada, incluindo no Carnaval. O MP ainda argumentou que os descumprimentos das cautelares não podem ser ignorados, porque, em uma eventual execução de pena, o tempo de prisão domiciliar é descontado. Diante disso, os advogados de Ana Pink primeiro entraram com um habeas corpus no Tribunal de Justiça de São Paulo questionando a consistência das informações apresentadas pelo MP, como os relatórios de entradas e saídas do condomínio, e que Ana não foi intimada em nenhum momento a se explicar sobre seus compromissos, desrespeitando o direito ao contraditório. Na decisão de 18 de agosto do TJ, o relator Silmar Fernandes, em decisão monocrática, negou o pedido por não verificar dano irreparável na volta da influenciadora para a cadeia. Ao avaliar um novo pedido da defesa, o ministro do STJ também rejeitou o habeas corpus, porque não verificou nenhum abuso de poder da Justiça quando ela derrubou o direito à prisão domiciliar. Também observou que os argumentos ainda não tinham sido avaliados por um órgão colegiado do Tribunal de Justiça e que se não se admite uma supressão de instância. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

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Homem preso por ameaçar Felca é investigado por exploração de menores em 'desafios' da internet

Publicado em: 25/08/2025 14:34

Delegados falam sobre prisão de homem que enviou ameaças a youtuber Felca O homem preso nesta segunda-feira (25) por ameaçar o youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, também é investigado por fazer parte de uma quadrilha que, por meio de "desafios" na internet, promovia exploração sexual de crianças e adolescentes. Cayo Lucas Rodrigues dos Santos, de 22 anos, foi detido em Olinda, pelas polícias civis de São Paulo e de Pernambuco. No dia 6 de agosto, Felca publicou um vídeo-denúncia sobre exploração e abuso de crianças e adolescentes na internet. O youtuber fez um compilado de denúncias sobre influenciadores que abusam da imagem de crianças, e relatou como o algoritmo divulga esse tipo de conteúdo. Desde então, ele recebia ameaças e um dos responsáveis seria o homem detido em Pernambuco. Junto com ele, foi preso outro jovem, identificado apenas como Paulo Vinícius, flagrado acessando indevidamente sistemas da Secretaria de Defesa Social. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Em coletiva de imprensa, o delegado de São Paulo Guilherme Caselli contou que Cayo Lucas costumava ganhar dinheiro vendendo acessos a informações sigilosas, por meio da invasão a sistemas das secretarias de segurança e do Judiciário de diversos estados. Ele responde pelos crimes de associação criminosa e ameaça. Questionado sobre o porquê de Felca ter virado alvo do criminoso, o delegado afirmou que há a possibilidade de isso ter ocorrido devido a uma suposta participação de Cayo Lucas com uma rede de exploração de menores na internet. "Tem uma possibilidade [...] a investigação ainda está em curso, mas que, de fato, ele participe de uma organização, de uma estrutura, que tem um apelo, via rede Discord, de exploração sexual de crianças e adolescentes, através daqueles famigerados desafios. Através desses desafios, eles exploram sexualmente crianças e adolescentes. Mas, entenda, isso ainda está na fase embrionária", informou o delegado. LEIA TAMBÉM: Saiba quem é o homem preso em Olinda por fazer ameaças a Felca Preso por ameaçar Felca vendia material infantil na internet, diz Derrite Felca enumera resultados duas semanas após denúncia contra adultização de crianças Preso por ameaçar Felca é preso em Olinda pela Polícia Civil de SP Reprodução/Polícia Civil Segundo o delegado, Cayo Lucas e Paulo Vinícius moravam em casas próximas e frequentavam as residências um do outro. No momento em que a polícia chegou, Cayo se preparava para sair de casa. Já Paulo Vinícius foi preso porque ele foi flagrado acessando sistemas sigilosos. "Nós sabíamos que ele [Paulo] era associado, não temos provas de que ele participou, que ele concorreu nas ameaças. Mas, no dispositivo, no ambiente onde os dois estavam, nós encontramos o computador que era dispositivo desse que foi preso em situação flagrancial. E aí sim, de fato, a gente viu o acesso a diversas plataformas. No próprio computador, a gente viu o registro de pesquisa sobre o influenciador digital Felca, vimos conversas ali no WhatsApp que estavam abertas falando da atuação policial. Então, de fato, eles sabiam que eles estavam sendo investigados", explicou. Ainda segundo o delegado, embora tenham conhecimento avançado em informática, os dois homens são, na verdade, "oportunistas", que compravam acesso a ferramentas para praticar os crimes e, assim, ganhar dinheiro. "São pessoas que, de fato, têm um conhecimento elevado de informática, mas a gente não pode dizer que são hackers. São oportunistas, porque eles não fazem programação. A vulnerabilidade que eles buscam [nos sistemas], eles compram essa espécie de vulnerabilidade através de bancos de dados com login e senha", disse. A prisão Polícia de SP prende homem acusado de fazer ameaças ao youtuber Felca O delegado Eronides Meneses, da Delegacia de Crimes Cibernéticos de Pernambuco, disse que, inicialmente, foram feitas buscas por Cayo Lucas em Gravatá, no Agreste, onde ele mora. Entretanto, a polícia descobriu que ele tinha se mudado para Olinda, onde morava perto de Paulo Vinícius, o outro homem preso. O delegado informou que as investigações sobre os crimes desse segundo suspeito serão tocadas no estado. "Eles foram autuados em flagrante pelo crime do artigo 154-A do Código Penal, a pena chega a até cinco anos, de invasão de dispositivo informático com acesso a informações sigilosas. [...] Já representei pela manutenção e conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva", declarou. A Polícia Civil de São Paulo pediu a transferência de Cayo Lucas para um presídio em São Paulo, para responder pelos crimes. Entretanto, a Justiça é quem deve decidir. Conteúdo das ameaças Os e-mails com ameaças foram enviados no dia 16 de agosto e fazem referência ao vídeo no qual Felca denunciou o influenciador Hytalo Santos por exploração de menores de idade nos conteúdos que divulga nas redes sociais. Em um dos e-mails, enviado às 5h30 da manhã, o remetente diz "você acha que vai ficar impune por denunciar o Hytalo Santos". A mensagem prossegue com ameaças: "Você tá enganado você vai ferrar muito sua vida", "prepara pra morrer" e "você vai pagar com a sua vida". Um segundo e-mail, enviado às 8h05 pelo mesmo remetente, reitera as ameaças. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

Saiba quem é o homem preso em Olinda por fazer ameaças ao youtuber Felca

Publicado em: 25/08/2025 12:03

Polícia de SP prende homem acusado de fazer ameaças ao youtuber Felca Cayo Lucas Rodrigues dos Santos é o nome do homem preso nesta segunda-feira (25), acusado de ameaças ao youtuber e humorista Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca. O homem, que tem 22 anos, foi detido em casa, em Olinda, pela Polícia Civil de São Paulo, responsável pela investigação (veja vídeo acima). No dia 6 de agosto, Felca publicou um vídeo-denúncia sobre exploração e abuso de crianças e adolescentes na internet. O youtuber faz um compilado de denúncias sobre influenciadores que abusam da imagem de crianças, e relata como o algoritmo divulga esse tipo de conteúdo. De acordo com a polícia de São Paulo, Cayo Lucas costumava vender vídeos e fotos de vítimas de estupro virtual e, por isso, fez ameaças ao youtuber depois do vídeo. Já a polícia pernambucana disse que o criminoso já era investigado em Pernambuco por outros crimes, sem informar quais. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp No momento em que foi detido, Cayo Lucas estava acompanhado de outro homem e, de acordo com a Polícia Civil de Pernambuco, ele foi preso em flagrante por invasão de dispositivo informático. Os dois foram levados para a Delegacia de Crimes Cibernéticos, na Boa Vista, na região central do Recife. De acordo com o cadastro de Cayo Lucas na Secretaria de Defesa Social (SDS), ele tem fundamental completo e tem as ocupações "estudante, mensageiro e office-boy". Segundo a investigação da polícia de SP, Cayo Lucas utilizava uma conta na rede social Telegram para anunciar serviços criminosos. Numa postagem, ele prometia obter identidade, bloquear contas bancárias e pegar foto 3x4 "de qualquer pessoa do Brasil". Preso por ameaçar Felca é preso em Olinda pela Polícia Civil de SP Reprodução/Polícia Civil LEIA TAMBÉM: Polícia de SP prende homem acusado de fazer ameaças ao youtuber Felca Preso por ameaçar Felca vendia material infantil na internet, diz Derrite Felca enumera resultados duas semanas após denúncia contra adultização de crianças Em pesquisa no Telegram pelo nome de usuário utilizado por Cayo Lucas, é possível ver um canal em que ele é "denunciado" por ser "lammer" e "lotter", termos utilizados por hackers para denominar fraudadores amadores e que usam "ferramentas" de outras pessoas, sem entender bem o funcionamento. Nos sistemas do Tribunal de Justiça de Pernambuco, consta que Cayo Lucas responde a um processo por crime de trânsito. Cayo Lucas foi preso em cumprimento a um mandado de prisão temporária expedido no sábado (23) pela Vara Criminal de Plantão do Tribunal de Justiça de São Paulo. No documento, consta que ele é investigado pelo crime de ameaça. Segundo a Polícia Civil pernambucana, após prestar depoimento, os dois homens presos serão apresentados em audiência de custódia e permanecerão à disposição da Justiça. O que diziam os e-mails Os e-mails com ameaças foram enviados no dia 16 de agosto e fazem referência ao vídeo no qual Felca denunciou o influenciador Hytalo Santos por exploração de menores de idade nos conteúdos que divulga nas redes sociais. Em um dos e-mails, enviado às 5h30 da manhã, o remetente diz "você acha que vai ficar impune por denunciar o Hytalo Santos". A mensagem prossegue com ameaças: "Você tá enganado você vai ferrar muito sua vida", "prepara pra morrer" e "você vai pagar com a sua vida". Um segundo e-mail, enviado às 8h05 pelo mesmo remetente, reitera as ameaças. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

Palavras-chave: cibernéticohackerhackers

Três bancos são condenados a indenizar idosa que caiu em golpe da falsa central telefônica

Publicado em: 24/08/2025 16:12

Justiça condena três bancos a indenizar idosa que caiu em golpe da falsa central telefônica Reprodução/ RBS TV A Justiça de São Vicente, no litoral de São Paulo, condenou três bancos a indenizarem uma idosa de 78 anos, que caiu em um golpe da falsa central telefônica. Na decisão em 1ª instância, o juiz Fernando Eduardo Diegues Diniz determinou que as instituições financeiras devolvam mais de R$ 33 mil à aposentada, referente ao valor subtraído pelos estelionatários, além de uma indenização de R$ 5 mil. Cabe recurso a decisão. O golpe ocorreu em 8 de março de 2023, quando os criminosos ligaram à aposentada informando que o cartão de crédito dela havia sido clonado e perguntando se ela fez compras em uma loja de gesso em Guarujá. Na ocasião, a vítima negou e pediu para que o cancelamento fosse realizado. No entanto, ela foi informada que para que fosse cancelado, teria que cortar o cartão de crédito ao meio e entregá-lo, junto ao celular dela, para um funcionário que retiraria na casa dela, no bairro Jardim Rio Branco, em São Vicente. A promessa foi de que ela receberia novos cartões. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. "Como a pessoa que falava no telefone comigo tinha todos os meus dados, acreditei que era verdade. Concordei em fazer como ele me pediu, só que aí o tempo foi passando e ele não me trouxe o combinado. Liguei para os telefones do cartão e descobri que tinha caído no golpe", disse a aposentada, que preferiu não ser identificada. O advogado Fabricio Posocco, que defende a aposentada, contou que a vítima teve R$ 23.181,23, subtraídos indevidamente da conta da correntista pelos estelionatários, sendo R$ 8.643 no cartão do Banco Itaú, R$ 7.590 no do Carrefour e R$ 6.947 no do Bradescard. Além disso, segundo o advogado, o Banco Itaú obrigou a aposentada a fazer um empréstimo de R$ 10 mil para cobrir o saldo da conta bancária, que ficou negativo diante da fraude. Segundo ele, as instituições alegaram que o golpe ocorreu em ambiente externo às agências. "Os bancos basicamente alegaram que ela tinha caído no golpe pelo telefone, feito tudo por ela mesma, atendido a questão dos golpistas e que a responsabilidade era toda dela, que não tinham nada a ver com a história", explicou Posocco. No entanto, a defensa conseguiu evidências de que os bancos não guardaram os dados da aposentada de forma correta, já que os estelionatários sabiam informações das últimas operações dela, CPFL, nome da mãe, conta do banco e nome do gerente. Posocco explicou que a defesa mostrou que 21 operações foram realizadas em um estabelecimento específico. "Não funcionou esse mecanismo de segurança do banco em relação às compras do perfil do cliente". Segundo o advogado, foi solicitado que o banco demonstrasse especificamente os horários das operações realizadas, mas que as instituições não apresentaram provas. "O que realmente corroborou a ideia de que as compras foram, na verdade, realizadas de maneira fraudulenta". Ao g1, a vítima contou que após perceber que havia caído em um golpe ficou nervosa. "Chorei muito, me senti muito mal porque me enganaram. É difícil para a gente que tem mais idade mexer nessas coisas eletrônicas e de aplicativo de banco". Sentença Na decisão de 19 de julho, o juiz Fernando Eduardo Diegues Diniz afirmou que, de alguma forma, os criminosos sabiam do endereço e telefone da vítima, bem como a condição de titular de cartões de crédito, o que sugere que houve descuido na guarda dos dados sigilosos pelos administradores. "A autora foi ludibriada por terceiros e, de certa forma, concorreu à ocorrência dos fatos. Contudo, os réus dispunham ou deveriam dispor, conforme exaustivamente destacado -, de meios para evitar a ocorrência da fraude", afirmou Diniz. A aposentada contou que se sente aliviada com a decisão do juiz, pois teve que fazer empréstimo para pagar a conta que não havia feito. "Estou feliz que resolveu porque posso não ter estudado, mas não sou desonesta, e quando falei que não tinha feito compra nenhuma, o banco não acreditou em mim". Posocco afirmou que o magistrado foi "extremamente sensível" em relação ao caso, reconhecendo exatamente todos os prejuízos que a idosa teve, determinando o cancelamento desses prejuízos e a devolução dos valores. Para o advogado, a situação se mostra importante porque o direito da aposentada foi reconhecimento diante de uma falha grande dos bancos. O que dizem os bancos? Em nota, o banco Carrefour informou que adotará as medidas cabíveis, incluindo o cancelamento das cobranças relacionadas ao caso. A instituição reforçou que cumprirá integralmente a decisão judicial definitiva, respeitando todos os trâmites legais. Procurado, o banco Bradesco informou que se trata de uma ação externa, na qual golpistas se passam por funcionários de instituições financeiras e induzem o cliente a realizar transações ou procedimentos nos próprios dispositivos, sem perceber que está sendo vítima de golpe. Segundo o Bradesco, por questões de sigilo bancário, o caso é tratado diretamente com a cliente, e afirmou que nem a BIA (Bradesco Inteligência Artificial), nem o banco realizam ligações solicitando senhas, chaves de segurança, instalação de aplicativos para inspeção ou limpeza remota, ou acesso ao aplicativo para realização de transações. A instituição reforçou, ainda, que qualquer mensagem suspeita pode ser encaminhada ao canal de denúncias: evidencia@bradesco.com.br, que realiza a avaliação e, quando necessário, aciona as operadoras de telefonia para desabilitar números que estejam se passando pelo banco. O banco Itaú disse, em nota, que tem como valor central o compromisso com a satisfação dos clientes e, por isso, está sempre atento às necessidades e oportunidades de melhoria em seus produtos e serviços. Sobre o caso, o banco informou que aguarda decisão final do processo, que se encontra em andamento. Confira 5 dicas para proteger seus dados na internet 'Hacker do bem' dá 5 dicas para proteger seus dados na internet VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

Tradicional cerveja da Oktoberfest está de volta ao Brasil

Publicado em: 23/08/2025 08:00

Uma das cervejarias fundadoras da Oktoberfest de Munique, a Hacker-Pschorr está de volta ao catálogo da importadora Porto a Porto e tem distribuição para todo o Brasil. Em funcionamento desde 1417, a Hacker-Pschorr é uma das cervejarias mais tradicionais e renomadas da Alemanha. Suas cervejas são elaboradas de acordo com a Lei da Pureza Bávara (Reinheitsgebot, em alemão), estabelecida em 1516 pelo Duque Guilherme IV da Baviera. A lei define que os ingredientes permitidos na produção de cerveja na região sejam apenas água, malte de cevada e lúpulo. Formada oficialmente em 1972 pela fusão das cervejarias Hacker e Pschorr, a marca é reconhecida por sua contribuição à cultura cervejeira bávara. No Brasil, estão disponíveis três cervejas da marca na versão em lata de 500 ml (saiba mais abaixo). Hacker-Pschorr: tradição e inovação O registro de produção mais antigo da cervejaria (Hacker Brauerei) remonta a 1417 e até os dias de hoje é possível visitar a “Alte Hackerhaus”, uma antiga propriedade onde se produzia essa cerveja na cidade de Munique. Simon Hacker fundou a cervejaria Hacker em 1738 e, anos depois, o seu mestre cervejeiro Joseph Pschorr se casou com sua filha, Therese Hacker, comprou a cervejaria do sogro e a transformou na cervejaria líder de Munique. Os negócios prosperaram tanto que Joseph Pschorr adquiriu outra cervejaria e a chamou de Brauerei Zum Pschorr. Quando faleceu, seu primogênito Georg herdou esta empresa e o segundo filho, Mathias, ficou com a Hacker Brauerei. A história continua, revoluções passam, a família cresceu e um de seus descendentes é nada mais nada menos do que Richard Strauss, que compôs uma de suas peças mais celebres “Rosenkavalier” em homenagem a família de sua mãe (Josephine Pschorr). Empresários pioneiros e visionários, em 1873 usaram o gelo artificial, pela primeira vez, na linha de produção. No século XX, por causa da destruição causadas pelas duas Guerras Mundiais, as duas cervejarias começaram a trabalhar em um sistema conjunto. Porém, somente em 1972, a união foi oficializada e criada a Hacker-Pschorr Bräu AG, uma empresa que mostra ao mundo as verdadeiras tradições bávaras e seu genuíno modo de viver. Hacker-Pschorr Weissbier Divulgação Elaborada com água, trigo maltado, cevada maltada, fermento e lúpulo, esta Weissbier tradicional é uma cerveja suavemente efervescente com caráter aromático e amargor suave. Apresenta brilho sedoso e intenso tom amarelo dourado, coroado por uma espuma compacta e cremosa. Hacker-Pschorr Münchner Gold Divulgação Produzida com água, cevada maltada, fermento e lúpulo, é uma cerveja muito popular principalmente pelas notas maltadas. Apresenta cor amarela dourada intensa, com sabor encorpado e amargor suave. Hacker-Pschorr Kellerbier Divulgação Elaborada com água, cevada maltada, fermento e lúpulo, possui caráter inimitável, é autêntica, ousada, refrescante e suave. Apresenta sabor rico, aveludado e encorpado. Tem brilho sedoso e fosco com tonalidades de mel dourado. BEBA MENOS, BEBA MELHOR.

Palavras-chave: hacker