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Banco Central reforça regras de instituições financeiras para impedir atuação do crime organizado

Publicado em: 05/09/2025 20:41

O Banco Central do Brasil anunciou regras novas para impedir o acesso do crime organizado ao sistema financeiro e para coibir a ação de hackers. As medidas já estão valendo. Agora, há um limite das transações de PIX e TED para instituições de pagamento não autorizadas pelo Banco Central. Elas não atuam como bancos ou financeiras, mas têm outra missão: processam transações, fazem a conexão para que o dinheiro, por exemplo, transferido de uma conta, chegue ao destino certo. O limite também vai valer para as instituições que se conectam ao sistema financeiro por prestadoras de tecnologia. Agora, essas empresas vão ter um teto de R$ 15 mil para cada transação de PIX ou TED. Segundo o BC, quase todas as movimentações já estão abaixo desse valor. Então, colocar um limite agiliza a identificação de transações suspeitas. A partir de agora, as instituições de pagamento vão precisar de autorização prévia do Banco Central para atuar. O prazo para essa adequação era dezembro de 2029, mas foi antecipado para maio de 2026. Instituições que tiverem o pedido negado terão 30 dias para encerrar as atividades. Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central Jornal Nacional/ Reprodução O Banco Central também vai exigir que as provedoras de tecnologia sejam mais transparentes e tenham uma reserva mínima de R$ 15 milhões. Até hoje, não havia a definição de um valor. Segundo o Banco Central, as novas medidas têm como objetivo o combate ao crime organizado. O anúncio acontece depois de três ataques hackers a fintechs e a instituições que prestam serviços a bancos nos últimos meses, e uma operação do Ministério Público e das polícias que revelou que integrantes do PCC usavam fintechs e fundos de investimentos para movimentar R$ 46 bilhões. “Ainda que esses eventos recentes tenham sido eventos que objetivaram atacar recursos das instituições especificamente, como vocês puderam observar, sem qualquer tipo de prejuízo ao cidadão ou ao cliente - uma coisa restrita às instituições. Mas o sistema financeiro é um ambiente que não reserva margem para qualquer tipo de tolerância no quesito segurança. Essas medidas aqui são para endereçar problemas gerados pelo crime organizado. Elas são contra o crime organizado”, afirma Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central. LEIA TAMBÉM PIX vai oferecer a empreendedores crédito parecido com o consignado; entenda PIX Agendado Recorrente passa a valer nesta segunda-feira; veja como funciona PIX por aproximação: entenda como vai funcionar PIX Automático: veja regras e como configurar, para empresas e clientes

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Presidente do BC diz que setor financeiro apoia fiscalização e que Faria Lima e 'fintechs' são vítimas: 'é um criminoso usando aquilo'

Publicado em: 05/09/2025 12:05

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta sexta-feira (5) que as instituições financeiras sediadas na Avenida Faria Lima, em São Paulo, berço do sistema financeiro, assim como as "fintechs" são vítimas do crime organizado. Mais cedo, a autoridade monetária anunciou medidas para reforçar segurança no sistema financeiro, tais como limites menores de transferência para instituições de pagamento não autorizadas; obrigatoriedade de aprovação, pelo BC, de nova instituições no sistema, com regras mais rígidas de aprovação; e a confirmação de "certificação técnica" para operar. "Faria lima ou 'fintechs' são as vítimas do crime organizado. Tanto os bancos incumbentes, quando os novos entrantes no mercado, foram responsáveis por uma inclusão fantástica no sistema financeiro e facilitação de serviços [à população]. Isso é essencial para que o Brasil tenha uma posição privilegiada que tem hoje no sistema financeiro", disse o presidente do BC. De acordo com Galípolo, os criminosos que estão se utilizando de instituições financeiras é quem são os culpados. "É um criminoso usando aquilo, não é um banco e nem uma 'fintech'', explicou. "Antigamente, quando tinha assalto a um carro forte, ou a um banco, ficava mais evidente porque você via fisicamente. Agora como a coisa ficou virtual, mais opaco, se confunde um pouquinho e leva a esse receio. O tema da segurança não há margem para ter qualquer tipo de tolerância", acrescentou o presidente do Banco Central. O presidente do BC Operação contra o PCC Megaoperação realizada na semana passada para desarticular um esquema criminoso bilionário no setor de combustíveis, comandado por integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), identificou o uso, pelo esquema, de ao menos 40 fundos de investimento e diversas fintechs — empresas de serviços financeiros digitais — para lavar dinheiro, mascarar transações e ocultar patrimônio. Segundo a investigação, o grupo deixou de pagar mais de R$ 7,6 bilhões em impostos, e foram identificadas irregularidades em várias etapas da produção e distribuição de combustíveis no país. Ataques 'hackers' No começo deste mês, a "fintech" (instituição que opera com inovações tecnológicas) Monbank informou que foi alvo de um ataque hacker que resultou no desvio de R$ 4,9 milhões. Segundo a instituição, nenhuma conta de clientes foi comprometida, e R$ 4,7 milhões já foram recuperados. Também em setembro, a Sinqia, empresa responsável por conectar bancos ao sistema PIX, informou que um ataque hackerprovocou o desvio de aproximadamente R$ 710 milhões em transações não autorizadas. Em julho, o Banco Central informou que a C&M Software — empresa que presta serviços tecnológicos e conecta instituições financeiras ao BC — comunicou ter sido alvo de um ataque à sua infraestrutura.

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MP-SP denuncia hacker que ameaçou matar Felca e psicóloga após vídeo sobre adultização

Publicado em: 05/09/2025 11:45

Preso por ameaçar Felca é preso pela Polícia Civil de SP Reprodução/Polícia Civil O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou à Justiça o hacker que ameaçou matar o influenciador Felca e uma psicóloga devido à divulgação e repercussão do videodocumentário "Adultização", no mês passado. Cayo Lucas Rodrigues dos Santos, de 22 anos, foi preso pela polícia paulista em 25 de agosto em Olinda, no Pernambuco, onde continua detido. Na terça-feira (2) ele foi acusado pela Promotoria pelos crimes de ameaça, associação criminosa e corrupção de menor (saiba mais abaixo). Caso a Justiça de São Paulo aceite a denúncia, Cayo se tornará réu no processo. Ainda não há uma decisão judicial a esse respeito. O g1 tenta localizar a defesa do hacker para comentar o assunto. Mensagens ameaçadoras Cayo Santos (à esquerda) e um adolescente (à direita) são suspeitos de usar computadores, como um dos apreendidos acima em Olinda, para ameaçar Felca e uma psicóloga que moram em São Paulo Reprodução Cayo é acusado de enviar por e-mail e telefone mensagens com ameaças ao youtuber Felipe Bressanim, conhecido como Felca, e à psicóloga Ana Beatriz Chamati. Ele exigia que as vítimas retirassem o documentário do ar após ele viralizar nas redes sociais. O vídeo produzido por Felca virou notícia na imprensa desde que foi postado em 6 de agosto. Ele mostra como outros influenciadores digitais ganham dinheiro produzindo conteúdos que exploram e sexualizam crianças e adolescentes. O youtuber demonstrou ainda como esse material é compartilhado por pedófilos. Ana participou do documentário, comentando, do ponto de vista psicológico, os riscos que essa exposição causava em menores de 18 anos de idade. Cayo fazia parte de um grupo no Discord e no Telegram com mais de 700 suspeitos monitorados pela Polícia Civil de São Paulo por crimes virtuais. De acordo com a denúncia do MP, ele fazia parte da organização criminosa digital, chamada "Country". Esse grupo é investigado por praticar pedofilia e de cometer estupros virtuais, além de ameaçar autoridades. Durante o seu interrogatório à polícia, Cayo negou fazer parte do "Country". Ele também responde criminalmente por convencer um adolescente de 17 anos para agir com ele nesse grupo. O menor foi apreendido pela polícia em 28 de agosto. Ele estava em Arapiraca, em Alagoas, onde permanece. Além de Cayo e do adolescente, Paulo Vinicius Oliveira Barbosa, de 21 anos, foi preso em flagrante no mesmo dia em que hacker havia sido detido em Olinda. Paulo não era investigado pela polícia paulista, mas passou a ser suspeito de participar do mesmo grupo, que acessava ilegalmente sistemas do governo pernambucano. O g1 não conseguiu localizar as defesas do adolescente e de Paulo para se pronunciarem. A psicóloga Ana Beatriz Chamati comentou a apuração feita por Felca no vídeo 'Adultização' Reprodução Segundo a investigação, Cayo ainda forjou um mandado de prisão contra Felca e pretendia incluí-lo no sistema do Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), mas foi impedido antes pela polícia. Ele divulgava nas redes uma tabela que cobrava por seus serviços criminosos, que variavam de R$ 20 a R$ 50 mil. De acordo com o Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad) da Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo, os membros do "Country" compartilham e vendem imagens de abuso sexual infantil. Também cometem estupros virtuais, maus-tratos a animais e ataques a moradores de rua e fazem apologia ao nazismo. Ainda promovem desafios de automutilação, instigando as vítimas, a maioria delas meninas e adolescentes, ao suicídio. Os policiais levantaram uma lista com 708 usuários no grupo, muitos deles usando apelidos. Esses membros trocavam fotos e vídeos de garotas menores nuas, algumas delas eram chantageadas depois que suas imagens íntimas eram vazadas e caíam na web. Polícia de SP prende homem acusado de fazer ameaças ao youtuber Felca Cayo é considerado um dos líderes do "Country". De acordo com a polícia, ele usava codinomes como Lammer, F4llen ou Lucifage. E decidiu com o adolescente mandar mensagens eletrônicas e digitais com ameaças para Felca e Ana. Felca e a psicóloga, que moram em São Paulo, não atenderam aos pedidos do criminoso e procuraram a polícia para relatar e registrar boletins de ocorrência sobre as ameaças. Em seu interrogatório, Cayo negou que tenha ameaçado alguém, mas admitiu que vendia dados de sistemas governamentais nas redes sociais. Admitiu ter recebido mais de R$ 500 mil pelo que chamou de "serviço". Desde novembro de 2024, o núcleo da SSP ajudou a prender cerca de 20 desses suspeitos que eram monitorados e usam a internet para cometer crimes. Segundo a polícia, as operações ajudaram a salvar vidas de mais de 200 vítimas. O g1 também não conseguiu contato com Felca e Ana para comentarem o assunto. Após a repercussão de "Adultização", a Justiça da Paraíba decretou as prisões de Hytalo Santos e Euro, casal de influenciadores citado no vídeo de Felca. Os dois foram presos acusados por exploração sexual de menores, trabalho infantil e tráfico humano entre outros crimes. Segundo a polícia, Cayo Santos forjou um mandado de prisão contra Felca que ira colocar num banco de dados oficiais Reprodução Cayo Santos (foto à esquerda) fez ameaças por WhatsApp a psicóloga que participou do vídeo de Felca (à esquerda) Reprodução Conversa por Whats App sugere incluir o nome de Felca no banco dos mandado de prisões Reprodução DCCiber e Noad de São Paulo participaram de investigação que identificou quem ameaçou Felca e psicóloga Divulgação/Secretaria da Segurança Pública (SSP) Segundo a polícia, F4llen é um dos codinomes de Cayo Santos Reprodução Segundo a investigação, Cayo Santos vendia serviços para colocar nomes e fotos de pessoas no banco de mandados de prisão Reprodução

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Após ataques de 'hackers', BC anuncia medidas para reforçar segurança no sistema financeiro

Publicado em: 05/09/2025 10:56

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Raphael Ribeiro/BC Após ataques de "hackers" a instituições financeiras, o Banco Central anunciou nesta sexta-feira (5) medidas para reforçar a segurança do sistema financeiro. Os atos foram aprovados pela diretoria da autarquia. Entre as medidas, estão limites menores de transferência para instituições de pagamento não autorizadas; a obrigatoriedade de aprovação, pelo BC, de novos entrantes no sistema (com regras mais rígidas de aprovação); e a confirmação de "certificação técnica" para operar. Em entrevista coletiva, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que os ataques foram feitos pelo crime organizado. Para Galípolo, as chamadas fintechs e os grandes bancos – sediados na Avenida Faria Lima em São Paulo – também são vítimas de criminosos. 🔎Fintechs são empresas que usam a tecnologia para oferecer serviços financeiros com mais agilidade. "Faria lima ou 'fintechs' são as vítimas do crime organizado. Tanto os bancos incumbentes, quando os novos entrantes no mercado, foram responsáveis por uma inclusão fantástica no sistema financeiro e facilitação de serviços [à população]. Isso é essencial para que o Brasil tenha uma posição privilegiada que tem hoje no sistema financeiro", disse o presidente do BC. De acordo com Galípolo, os criminosos que estão se utilizando de instituições financeiras é quem são os culpados. "É um criminoso usando aquilo, não é um banco e nem uma 'fintech'', explicou. "Antigamente, quando tinha assalto a um carro forte, ou a um banco, ficava mais evidente porque você via fisicamente. Agora como a coisa ficou virtual, mais opaco, se confunde um pouquinho e leva a esse receio. O tema da segurança não há margem para ter qualquer tipo de tolerância", acrescentou o presidente do Banco Central. Medidas Veja as medidas anunciadas pelo Banco Central para aumentar a proteção do sistema financeiro: Limites de transferências Para instituições de pagamento não autorizadas e as que se conectam à Rede do Sistema Financeiro Nacional via Prestadores de Serviços de Tecnologia da Informação (PSTI) fica limitado em R$ 15 mil o valor de transferências via TED e PIX. A limitação poderá ser removida quando o participante e seu respectivo PSTI atenderem aos novos processos de controle de segurança. Transitoriamente, os participantes que atestarem a adoção de controles de segurança da informação poderão ser dispensados da limitação por até 90 dias. A medida entra em vigor imediatamente. Prévia autorização para novas instituições A autoridade monetária informou que nenhuma instituição de pagamento poderá começar a operar sem prévia autorização. "Além disso, o prazo final para que instituições de pagamento não autorizadas a funcionar pelo BC solicitem autorização para funcionamento será antecipado de dezembro de 2029 para maio do ano que vem", acrescentou o BC. Controles adicionais no PIX O Banco Central informou que haverá controles adicionais às instituições de pagamento. "Somente integrantes dos segmentos S1, S2, S3 ou S4 que não sejam cooperativas poderão atuar como responsáveis no PIX por instituições de pagamento não autorizadas. Os contratos vigentes deverão ser adequados em até cento e oitenta dias", explicou. Certificação técnica O BC também informou que poderá requerer "certificação técnica ou avaliação emitida por empresa qualificada independente que ateste o cumprimento dos requisitos autorizativos". "A instituição de pagamento que já estiver prestando serviços e tenha seu pedido de autorização indeferido deverá encerrar suas atividades em até 30 dias", disse o BC. A vigência da medida é imediata. Requisitos para prestadores de serviços de tecnologia Também foram elevados, de acordo com a instituição, os requisitos e controles para o credenciamento dos PSTIs (Provedores de Serviços de Tecnologia da Informação). Os requerimentos de governança e de gestão de riscos foram ampliados. Passa-se a exigir capital mínimo de R$ 15 milhões. O descumprimento, segundo o BC, estará sujeito à aplicação de medidas cautelares ou até ao descredenciamento. A norma entra em vigor imediatamente e os PSTI em atividade têm até quatro meses para se adequarem. Ataques nos últimos meses No começo deste mês, a "fintech" (instituição que opera com inovações tecnológicas) Monbank informou que foi alvo de um ataque hacker que resultou no desvio de R$ 4,9 milhões. Segundo a instituição, nenhuma conta de clientes foi comprometida, e R$ 4,7 milhões já foram recuperados. Também em setembro, A Sinqia, empresa responsável por conectar bancos ao sistema PIX, informou que um ataque hackerprovocou o desvio de aproximadamente R$ 710 milhões em transações não autorizadas. Em julho, o Banco Central informou que a C&M Software — empresa que presta serviços tecnológicos e conecta instituições financeiras ao BC — comunicou ter sido alvo de um ataque à sua infraestrutura.

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iPhone 17 deve ser lançado na próxima terça; veja o que esperar do evento da Apple

Publicado em: 03/09/2025 02:00

Evento em que Apple deve apresentar iPhone 17 tem o lema "De cair o queixo" Reprodução/Apple A Apple marcou para a próxima terça-feira (9) o tradicional evento em que costuma apresentar a nova linha dos iPhones. Para 2025, a família iPhone 17 deve ganhar uma versão mais fina, chamada iPhone 17 Air, em alinhamento com os modelos iPad Air e MacBook Air. A companhia também deve revelar uma nova geração do Apple Watch, iPads Pro atualizados e um novo Apple Vision Pro, segundo a imprensa norte-americana. Batizado de "Awe dropping" (algo como "De cair o queixo", para o Brasil), o evento acontecerá na sede da empresa em Cupertino, na Califórnia (EUA), a partir das 14h, pelo horário de Brasília. O que esperar do evento da Apple 📱Novos iPhones 17 Apple lança iPhone 16e, modelo mais 'barato' da linha De acordo com a Bloomberg, a Apple deve anunciar um iPhone 17 Air com 5,5 milímetros de espessura – o iPhone 16, por exemplo, tem 7,8 milímetros de espessura. O novo celular fino deverá ter tela de 6,6 polegadas e um notch Ilha Dinâmica, semelhante ao dos aparelhos mais recentes, que é interativo. O iPhone 16e, celular "barato" da Apple não tem o notch. Apesar da espessura reduzida, o iPhone 17 Air deve manter uma duração de bateria próxima à dos modelos tradicionais, segundo a Bloomberg. Mas, assim como o 16e, a nova versão pode trazer apenas uma câmera traseira, de 48 megapixels de resolução. O portal de tecnologia The Verge também sugere que, devido ao tamanho mais compacto, o aparelho pode não ter entrada para chip físico, obrigando o consumidor a utilizar somente o eSIM (chip virtual). iPhone 16 em loja da Apple em Londres, em 6 de outubro de 2024 Reuters/Hollie Adams/File Photo Os iPhones 17 Pro e Pro Max devem ganhar uma nova saliência na parte traseira para abrigar o conjunto de câmeras. Segundo o The Verge, ambos os modelos devem trazer uma nova câmera frontal de 24 megapixels (bem acima dos 12 MP do 16 Pro/Pro Max), além do processador A19 Pro. O Verge também cita o canal Ice Universe, um dos principais vazadores de informações sobre novos aparelhos, que afirma que o iPhone 17 Pro Max pode ser um pouco mais espesso para comportar uma bateria de maior capacidade. Outro site de tecnologia, o CNET, afirma que vazamentos recentes indicam que os modelos Pro e Pro Max devem chegar com corpo de alumínio em vez de titânio, o que os tornaria ainda mais leves. ⌚ Apple Watch e AirPods Pro 3 Apple Watch 10 lançado em 2024. JUSTIN SULLIVAN / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP O Apple Watch Series 11 pode estrear no dia 9 de setembro com uma tela mais brilhante e, ao mesmo tempo, mais econômica no consumo de bateria, segundo o CNET. Apesar disso, a Apple não deve promover mudanças drásticas no design do relógio. Entre os novos recursos, o dispositivo pode ganhar uma função capaz de alertar o usuário sobre sinais de pressão alta. Já o Watch Ultra 3, modelo mais avançado, deve trazer uma tela maior e suporte ao envio de mensagens de texto via satélite. O modelo mais acessível, o Apple Watch SE 3, deverá vir com um visual renovado, de acordo com o The Verge a partir de apurações da Bloomberg. Segundo a publicação, a equipe de design da Apple não estaria satisfeita com a aparência e os materiais da versão mais simples. No geral, os veículos indicam que os relógios não devem receber grandes melhorias de desempenho. AirPods Pro de segunda geração Apple O site especializado 9to5Mac afirma que um novo AirPods Pro 3 pode ser revelado no evento de terça-feira. Os fones devem chegar com um novo estojo premium, batizado de “TechWoven”, com acabamento em tecido. Segundo o Verge, uma das principais novidades pode ser o monitoramento da frequência cardíaca, recurso já presente nos fones Beats Powerbeats Pro 2. A Apple deve ainda apresentar uma versão atualizada de seus óculos Apple Vision Pro com novo processador e uma alça mais confortável para não pesar na cabeça. Também pode ser revelado um novo iPad Pro com novas câmeras e processador M5. O The Verge afirma que a Apple deve anunciar novidades sobre o Apple Intelligence, sistema de IA que integra o ChatGPT aos celulares e tablets da marca. Além disso, a empresa deve divulgar a data de disponibilidade do novo iOS 26 para todo mundo. LEIA TAMBÉM: O 'empurrão' da Apple à China na corrida com os EUA pela liderança do setor tecnológico Gmail: Google nega ataque hacker que teria afetado 2,5 bilhões de usuários Os cinco maiores bilionários brasileiros de tecnologia, segundo a Forbes Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas 'Qual é a minha bênção?': trend com o ChatGPT viraliza e divide opiniões nas redes sociais Como criar uma senha forte, difícil de ser violada, e proteger suas contas

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Fintech Monbank sofre ataque hacker com desvio de R$ 4,9 milhões

Publicado em: 02/09/2025 21:34

O ataque hacker que roubou bancos do Brasil A fintech Monbank informou nesta terça-feira (2) que foi alvo de um ataque hacker que resultou no desvio de R$ 4,9 milhões. Segundo a instituição, nenhuma conta de clientes foi comprometida, e R$ 4,7 milhões já foram recuperados. "Os R$ 200 mil restantes estão sendo rastreados e bloqueados com o apoio das instituições financeiras que receberam os valores", informou, em nota, a fintech. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O incidente atingiu a conta de reserva da Monbank. A instituição informou que, ao identificar o ataque, sua área de segurança cibernética interrompeu de imediato as operações e comunicou o caso às autoridades competentes. Foram detectadas tentativas de invasão contra o sistema STR — usado para transferências como TEDs — e também contra o sistema PIX. "Graças às múltiplas camadas de segurança da instituição, foi possível identificar e bloquear rapidamente as operações suspeitas, evitando danos maiores ao sistema", disse a instituição. "Nenhum cliente do Monbank foi prejudicado diretamente, pois os recursos desviados vieram da conta de reserva da instituição. Até o momento, não foi identificado nenhum vazamento de dados ou prejuízo à base de clientes", concluiu. Outros ataques ao setor financeiro Esse foi o terceiro ataque hacker contra o setor financeiro brasileiro em apenas dois meses. No início de julho, o Banco Central (BC) informou que a C&M Software — empresa de tecnologia que conecta instituições financeiras ao BC — relatou ter sido alvo de um ataque à sua infraestrutura, com possível desvio de até R$ 1 bilhão. Na última sexta-feira (29), a Sinqia — que conecta bancos ao sistema PIX — informou ter sido alvo de um ataque hacker que resultou no desvio de cerca de R$ 710 milhões em transações não autorizadas. Fontes ouvidas pelo g1 e pela TV Globo apontam que as instituições mais afetadas no caso Sinqia foram o HSBC, com cerca de R$ 670 milhões, e a fintech Artta, com aproximadamente R$ 41 milhões. O g1 também apurou que a instituição conseguiu bloquear cerca de R$ 589 milhões — o equivalente a 83% do valor desviado. BC informa ataque hacker contra C&M Software, que interliga bancos aos seus sistemas e ao PIX Infográfico - Golpes aumentam em meios eletrônicos em 2024. Arte/g1

Senhas em risco? Google desmente boatos de alerta global na segurança do Gmail

Publicado em: 02/09/2025 00:28 Fonte: Tudocelular

Atualização (02/09/2025) - JS Nos últimos dias, manchetes alarmistas circularam sugerindo que o Google teria disparado um alerta de segurança para os 2,5 bilhões de usuários do Gmail. No entanto, a gigante de Mountain View tratou de cortar o rumor pela raiz. Em publicação oficial, a empresa negou qualquer notificação e classificou a informação como fruto de uma interpretação equivocada de seus relatórios recentes sobre phishing. Segundo o Google, os dados divulgados não representavam um risco imediato, mas sim tendências de ataques analisados em seus sistemas. A empresa reforçou que o Gmail mantém filtros capazes de bloquear mais de 99,9% das tentativas de phishing e malware antes que cheguem às caixas de entrada.Clique aqui para ler mais

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Justiça do MA condena Facebook a indenizar usuário de rede social que teve perfil invadido por golpistas

Publicado em: 01/09/2025 15:50

Justiça do Maranhão condena Facebook a indenizar usuário de rede social que teve perfil invadido por golpistas. RPC (imagem ilustrativa). A Justiça do Maranhão, por meio do 2º Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo de São Luís, condenou a empresa Facebook Serviços Online do Brasil Ltda. a pagar R$ 2 mil de indenização por danos morais a um usuário que teve sua conta do Instagram invadida por golpistas. O autor da ação, que possui quase 3 mil seguidores na rede social e utiliza o perfil para divulgar sua atividade como chef de cozinha e conteúdos culinários, relatou que “hackers” invadiram sua conta e a usaram para aplicar golpes em seguidores e amigos. Embora tenha conseguido recuperar o acesso posteriormente, o usuário afirmou ter sofrido prejuízos emocionais e invasão de privacidade, o que o levou a acionar a Justiça. Na defesa, a empresa alegou não ter responsabilidade pelo ocorrido, sustentando que cabe ao usuário preservar a segurança da própria conta. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do MA em tempo real e de graça O juiz Alessandro Bandeira, responsável pela sentença, destacou que a companhia não comprovou ausência de falha de segurança, o que poderia ter sido feito demonstrando, por exemplo, que não houve alteração de senha, e-mail ou métodos de recuperação da conta. Para ele, a relação entre o usuário e a empresa se enquadra nas normas do Código de Defesa do Consumidor. O juiz também ressaltou que o caso deve ser analisado à luz do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/14), da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/12) e do Código Civil. Segundo a decisão, a invasão da conta configura falha na prestação de serviço, já que o consumidor não teve a segurança mínima esperada. “É fato notório que hackers, utilizando-se de tecnologias avançadas e expertise na área da informática, tem invadido contas de usuários, com intuito de obtenção de dados pessoais e aplicar golpes (…) Ocorre que, em razão da invasão da conta do usuário da rede social, resta configurada a falha na prestação de serviço, tendo em vista a ausência de segurança esperada pelo consumidor”, frisou o magistrado na sentença. O juiz ainda considerou que a perda temporária de acesso ao perfil afetou a integridade psíquica do consumidor, que ficou privado de seus seguidores e conteúdos pessoais. Ele também criticou a demora da empresa em restabelecer a conta, classificando a postura como “conduta desidiosa” e “menosprezo aos direitos do consumidor”. Diante disso, a Justiça decidiu pela condenação da empresa ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 2 mil. Veja também: Justiça do Maranhão condena Facebook a indenizar usuário

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Hackers que ameaçaram Felca e psicóloga faziam parte de grupo com 700 suspeitos monitorados pela polícia por abuso infantil

Publicado em: 31/08/2025 06:00

Cayo Santos (à esquerda) e um adolescente (à direita) são suspeitos de usar computadores, como um dos apreendidos acima em Olinda, para ameaçar Felca e uma psicóloga que moram em São Paulo Reprodução Dois hackers detidos nesta semana por ameaçar matar o influenciador Felca e uma psicóloga faziam parte de um grupo no Discord e no Telegram com mais de 700 suspeitos monitorados pela Polícia Civil de São Paulo por crimes virtuais. Um terceiro suspeito preso não era investigado (leia mais abaixo). De acordo com o Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad) da Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo, o grupo se chama "Country". Nele, seus membros divulgam, compartilham e vendem imagens de abuso sexual infantil. Também cometem estupros virtuais, maus-tratos a animais e ataques a moradores de rua e fazem apologia ao nazismo. E promovem desafios de automutilação, instigando as vítimas, a maioria delas meninas e adolescentes, ao suicídio. Ainda segundo a investigação, as mensagens com ameaças enviadas por WhatsApp e e-mail ao youtuber Felipe Bressanim, conhecido como Felca, e à psicóloga Ana Beatriz Chamati foram feitas por Cayo Lucas Rodrigues dos Santos, de 22 anos, e um adolescente de 17 anos. O motivo do ataque? O fato de Felca ter produzido o vídeo "Adultização" e Ana ter participado dele. O documentário viralizou desde que foi postado nas redes sociais, em 6 de agosto. Ele mostra como outros influenciadores digitais ganham dinheiro produzindo conteúdos que exploram e sexualizam crianças e adolescentes. O youtuber demonstrou como esse material é compartilhado por pedófilos. Após a repercussão de "Adultização", a Justiça da Paraíba decretou as prisões de Hytalo Santos e Euro, casal de influenciadores citado no vídeo de Felca. Os dois foram presos acusados por exploração sexual de menores, trabalho infantil e tráfico humano entre outros crimes. Já Cayo foi preso pela polícia paulista na segunda-feira (25) em Olinda, Pernambuco. O adolescente foi apreendido na quinta-feira (28) em Arapiraca pela polícia de Alagoas. Por causa das mensagens enviadas a Felca e a Ana, eles vão responder por ameaça. Mas também foram acusados de terem cometido outros crimes, como invasão de dispositivo informático, perseguição e associação criminosa em ambiente virtual (saiba mais abaixo). Os dois foram identificados pela polícia porque já estavam nesse grupo criminoso e intolerante na internet, o "Country", que era vigiado, desde novembro de 2024, por agentes infiltrados. Os policiais levantaram uma lista com 708 usuários, muitos deles usando apelidos. Esses membros trocavam fotos e vídeos de garotas menores nuas, algumas delas eram chantageadas depois que suas imagens íntimas eram vazadas e caíam na web. As identificações de Cayo e do adolescente pela polícia não foram possíveis à época. Mas depois que os dois passaram a ameaçar o youtuber e a psicóloga, deixaram pistas de onde estavam. Polícia de SP prende homem acusado de fazer ameaças ao youtuber Felca "Nós não tínhamos ainda a qualificação completa, a localização, mas tínhamos conhecimento de que esse indivíduo já era um indivíduo perigoso", disse ao g1 Artur Dian, delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, sobre Cayo. O delegado explicou que só chegou à identificação de Cayo e do adolescente após eles fazerem as ameaças a Felca e Ana. "[Cayo] já era uma pessoa conhecida da polícia por conta de material pornográfico infantil veiculado por ele mesmo e monetizado, vendido outrora para o público em geral", falou Artur, que também confirmou o monitoramento do adolescente. Cayo é considerado um dos líderes do "Country". De acordo com a polícia, ele usava codinomes como Lammer, F4llen ou Lucifage. E decidiu com o adolescente mandar mensagens eletrônicas e digitais com ameaças para Felca e Ana. Eles queriam que o youtuber e a psicóloga retirassem do ar o vídeo "Adultização". Felca e a psicóloga, que moram em São Paulo, não atenderam aos pedidos do criminoso e procuraram a polícia para relatar e registrar boletins de ocorrência sobre as ameaças. As informações do Noad acabaram compartilhadas com a Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber) no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). O órgão pediu então mandados de prisão contra Cayo e de apreensão do adolescente. A Justiça de São Paulo concordou. No dia em que foi preso, Cayo estava com Paulo Vinicius Oliveira Barbosa, de 21 anos, que também acabou detido, mas em flagrante. Ele não havia sido detectado antes. Os dois estavam numa residência com o computador usado para fazer as ameaças. Segundo os policiais, no momento das prisões, ambos estavam acessando ilegalmente sistemas do governo pernambucano. Assim como Cayo, Paulo também foi indiciado por ameaça, invasão de dispositivo informático, perseguição e associação criminosa em ambiente virtual. Mandado falso e ameaças Preso por ameaçar Felca é preso em Olinda pela Polícia Civil de SP Reprodução/Polícia Civil Segundo a investigação, Cayo ainda forjou um mandado de prisão contra Felca e pretendia incluí-lo no sistema do Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), mas foi impedido antes pela polícia. Ele divulgava nas redes uma tabela que cobrava por seus serviços criminosos, que variavam de R$ 20 a R$ 50 mil. "Você tem até 23:00 para apagar o seu perfil no Instagram e cortar laços com o felca. A country vai atrás de TODA a sua família", diz um dos trechos das ameaças feitas à psicóloga por Cayo e o adolescente. Como Cayo e Paulo foram detidos tentando invadir um órgão público de Pernambuco, ficarão presos naquele estado à disposição das autoridades locais. O g1 não conseguiu localizar as defesas deles para se pronunciarem. Em seu interrogatório, Cayo negou que tenha ameaçado alguém, mas admitiu que vendia dados de sistemas governamentais nas redes sociais. Admitiu ter recebido mais de R$ 500 mil pelo que chamou de "serviço". O adolescente apreendido permanece sob custódia da Polícia Civil de Alagoas, à disposição da Justiça alagoana. 280 vítimas salvas Segundo a Polícia Civil de São Paulo, a maioria dos mais de 700 suspeitos de crimes virtuais monitorados pelo Noad nas redes sociais ainda não foi presa porque precisa ser identificada. Muitos usuários dessas redes criminosas usam apelidos, o que dificulta saber quem de fato é. Desde novembro de 2024, o núcleo da SSP ajudou a prender cerca de 20 desses suspeitos que eram monitorados e usam a internet para cometer crimes. Segundo a polícia, as operações ajudaram a salvar vidas de mais de 200 vítimas. "Monitoramos 24 horas por dia redes sociais e plataformas digitais. Temos aproximadamente 280 vítimas salvas de suicídio infantojuvenil, estupros virtuais e automutilações em lives", falou ao g1 a delegada Lisandrea Salvariego Colabuono, coordenadora do Núcleo de Operações e Articulações Digitais. O g1 procurou os advogados que defendem os interesses de Felca e Ana para comentarem o assunto. O advogado do youtuber não retornou os contatos. O advogado da psicóloga a orientou a não falar a respeito. Esta não foi a primeira ameaça que Felca recebeu após a divulgação do vídeo "Adultização". No último dia 17 de agosto, a Justiça de São Paulo aceitou pedido de seu advogado para determinar que o Google quebre o sigilo de uma outra pessoa que ameaçou o youtuber por e-mail. Entre as mensagens que Felca recebeu estão ameaças como: "Você acha que vai ficar impune por denunciar o Hytalo Santos?"; "Você tá enganado você vai ferrar muito sua vida"; "Prepara pra morrer" e "Você vai pagar com a sua vida". Este usuário ainda não foi identificado pela polícia paulista, que investiga a denúncia. A psicóloga Ana Beatriz Chamati comentou a apuração feita por Felca no vídeo 'Adultização' Reprodução Segundo a polícia, Cayo Santos forjou um mandado de prisão contra Felca que ira colocar num banco de dados oficiais Reprodução Cayo Santos (foto à esquerda) fez ameaças por WhatsApp a psicóloga que participou do vídeo de Felca (à esquerda) Reprodução Conversa por Whats App sugere incluir o nome de Felca no banco dos mandado de prisões Reprodução DCCiber e Noad de São Paulo participaram de investigação que identificou quem ameaçou Felca e psicóloga Divulgação/Secretaria da Segurança Pública (SSP) Segundo a polícia, F4llen é um dos codinomes de Cayo Santos Reprodução Segundo a investigação, Cayo Santos vendia serviços para colocar nomes e fotos de pessoas no banco de mandados de prisão Reprodução

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Ataque hacker à sistema que liga instituições ao PIX provocou o desvio de cerca de R$ 420 milhões

Publicado em: 30/08/2025 20:44

PF investiga ataque hacker a empresa de tecnologia que presta serviço a bancos nacionais Reprodução/TV Globo Hackers atacaram ontem (29) o sistema da Sinqia. Uma das empresas que fazem a conexão entre instituições financeiras e o PIX para o processamento de pagamentos. A ação provocou o desvio de cerca de R$ 420 milhões, mas a infraestrutura do PIX não foi atingida e opera normalmente. A Sinqia afirmou que o incidente afetou um número limitado de instituições financeiras. O Banco Central (BC) atuou, cortou a ligação da operadora com os outros agentes do mercado e conseguiu bloquear o desvio R$ 350 milhões. A Polícia Federal vai investigar o caso.

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Ataque hacker em empresa que opera o sistema Pix desvia R$ 420 milhões; BC bloqueia R$ 350 milhões

Publicado em: 30/08/2025 17:42

Prédio do HSBC em Canary Wharf, Londres. Reuters Instituições financeiras foram alvo de um ataque hacker durante a tarde sexta-feira (29) que provocou o desvio de cerca de R$ 420 milhões por meio de transferências realizadas via Pix. De acordo com fontes ouvidas pela TV Globo, foram desviados R$ 380 milhões do banco HSBC e outros R$ 40 milhões da instituição financeira Artta. Apesar do episódio, a infraestrutura central do Pix não foi atingida e segue operando normalmente, informou a Sinqia. A companhia confirmou o episódio em nota oficial. (veja íntegra abaixo) O golpe ocorreu a partir de vulnerabilidades no sistemas da Sinqia, empresa brasileira que fornece tecnologia de conexão entre instituições financeiras e o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central. A invasão ocorreu apenas nos servidores da Sinqia, que apenas se comunicam com o Banco Central. Após detectar a tentativa, o Bacen cortou a ligação da operadora com a rede do sistema financeiro nacional para impedir que ela fosse uma porta de acesso às demais instituições. A ação foi rápida a tempo de conseguir bloquear R$ 350 milhões. A Polícia Federal foi acionada e vai investigar o ataque. Agora, o Banco Central trabalha para reaver o restante do dinheiro desviado A Artta, uma das instituições afetadas, afirmou que o ataque foi nas contas que mantém direto com o Banco Central para liquidação interbancária e que nenhum conta de clientes foi afetada. (veja íntegra abaixo) "Não houve ataque ao ambiente da Artta nem às contas de nossos clientes As contas envolvidas são mantidas junto ao Banco Central e utilizadas exclusivamente para liquidação interbancária", afirmou a instituição em nota. A TV Globo pediu nota ao HSBC, mas até o momento da publicação da reportagem não obteve resposta. A informação foi divulgada inicialmente pelo portal Neofeed. Justificativa da operadora Em seu comunicado, a Sinqia afirmou que acionou especialistas forenses para investigar a origem do incidente e destacou que “um número limitado de instituições financeiras” foi afetado. Ainda de acordo com a empresa, a atividade suspeita se restringiu ao ambiente Pix e não há indícios de movimentações fora desse sistema nem sinais de que dados pessoais tenham sido comprometidos. Marcelo Camargo/Agência Brasil A Sinqia acrescentou que está reconstruindo as plataformas atingidas em um novo ambiente, com monitoramento reforçado e camadas adicionais de segurança. O ataque ocorre pouco tempo depois de outra ação de grandes proporções, registrada em julho, quando hackers desviaram quase R$ 1 bilhão explorando vulnerabilidades da C&M Software, outra provedora de serviços tecnológicos usada por bancos e corretoras. Na ocasião, valores que estavam em contas no Banco Central foram transferidos de forma irregular. Até o momento, não há indícios de que os dois ataques estão correlacionados. Mecanismos de devolução Um dia antes do ataque, o Banco Central (BC) realizou alterações no PIX, sistema de transferência de recursos em tempo real, que aperfeiçoam, nos próximos meses, o mecanismo de segurança que permite a devolução de recursos para a vítima de fraudes, golpes ou coerção. A instituição lembra que, pelas regras atuais, a devolução dos recursos é feita apenas a partir da conta originalmente utilizada na fraude. 24 milhões foram vítimas de golpe do PIX ou boleto falso, indica Datafolha Com os aprimoramentos na regra, com validade a partir de 23 de novembro de forma facultativa e de 2 de fevereiro de forma obrigatória, o mecanismo de devolução do PIX vai identificar os caminhos dos recursos. "A segurança é um dos pilares fundamentais do Pix e seu aprimoramento é um processo contínuo. O BC atua de forma permanente para garantir a manutenção do elevado patamar de segurança do Pix", afirmou o Banco Central. Veja a nota da Sinqia, na ÍNTEGRA: No dia 29 de agosto, a Sinqia detectou atividade suspeita no ambiente Pix. Nossa equipe agiu rapidamente e iniciou uma investigação para determinar a causa do incidente. Estamos trabalhando com o apoio dos melhores especialistas forenses nisto. Já estamos em contato com clientes afetados, que compreendem um número limitado de instituições financeiras. Neste momento, verificamos que o incidente se limita apenas ao ambiente Pix. Não há evidências de atividade suspeita em nenhum outro sistema da Sinqia além do Pix e esse problema afeta apenas a Sinqia no Brasil. Além disso, neste momento, não temos indicação de que quaisquer dados pessoais tenham sido comprometidos. Enquanto nossa investigação ainda está em andamento, colocamos em prática um plano detalhado para alcançar uma restauração completa. Primeiro, isolamos o ambiente Pix de todos os outros sistemas da Sinqia e o desconectamos proativamente do Banco Central, enquanto conduzimos nossa análise. Em segundo lugar, por precaução, estamos trabalhando ativamente para reconstruir os sistemas afetados em um novo ambiente com monitoramento e controles aprimorados. Também estamos trabalhando com especialistas externos adicionais para nos ajudar a acelerar esse processo e complementar os recursos de nossa própria equipe. Depois que o ambiente for reconstruído e estivermos confiantes de que está pronto para ser colocado de volta em funcionamento, o Banco Central irá revisá-lo e aprová-lo antes de colocá-lo novamente online. Assim que tivermos uma previsão clara sobre quando o novo sistema estará online, forneceremos mais atualizações aos nossos clientes. A segurança das transações realizadas em nossos sistemas é nossa primeira prioridade. Agradecemos o apoio de nossos clientes e pedimos desculpas pelo inconveniente. Estamos tratando essa situação com a maior seriedade e continuamos comprometidos com a transparência e em manter nossas partes interessadas informadas à medida que novas informações se tornem disponíveis. Veja a nota da Artta, na ÍNTEGRA: No dia 29/08, a Sinqia S.A., empresa homologada e autorizada pelo Banco Central para operar o SPB e o Pix, registrou um incidente em sua infraestrutura tecnológica que afetou diversas instituições financeiras, entre elas a Artta Sociedade de Crédito Direto S.A. e bancos como o HSBC. IMPORTANTE DESTACAR! Não houve ataque ao ambiente da Artta nem às contas de nossos clientes. As contas envolvidas são mantidas junto ao Banco Central e utilizadas exclusivamente para liquidação interbancária. Como medida preventiva, interrompemos as transações de saída no mesmo dia, priorizando a segurança e a proteção integral dos recursos de nossos clientes. Estamos em contato direto com o Banco Central e a Sinqia e atuando para que a normalização das operações aconteça com a máxima agilidade e total segurança. Reafirmamos nosso compromisso com a integridade do sistema financeiro, a proteção dos clientes e a transparência em nossas comunicações. Em caso de dúvidas, nossa equipe está disponível pelo e-mail: suporte@artta.com.br.

Trama golpista: PGR diz que Bolsonaro foi líder, articulador dos atos e quem mais se beneficiaria da ruptura democrática

Publicado em: 30/08/2025 04:01

Além de Jair Bolsonaro, 7 ex-auxiliares são réus no núcleo crucial; veja quem são A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar a ação penal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus pela tentativa de golpe de Estado em 2022. Autora da denúncia, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a condenação do grupo pelos crimes. Em um documento de 517 páginas, a PGR detalhou a conduta de cada um dos acusados. Assinado pelo procurador-geral da República, Paulo Gustavo Gonet Branco, o documento dedica 137 páginas às ações do ex-presidente Jair Bolsonaro. O g1 detalha as principais declarações de PGR sobre a atuação do político do PL. Líder da organização criminosa No documento, o procurador-geral Paulo Gustavo Gonet Branco afirmou que o ex-presidente "figura como líder" da organização criminosa. "Principal articulador, maior beneficiário e autor dos mais graves atos executórios voltados à ruptura do Estado democrático de Direito", disse o PGR. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, durante o julgamento da denúncia contra Bolsonaro por golpe de Estado Fellipe Sampaio/STF Gonet afirmou que Bolsonaro, no exercício do cargo de presidente da República, "instrumentalizou o aparato estatal e operou, de forma dolosa, esquema persistente de ataque às instituições públicas e ao processo sucessório". "Com o apoio de membros do alto escalão do governo e de setores estratégicos das Forças Armadas, mobilizou sistematicamente agentes, recursos e competências estatais, à revelia do interesse público, para propagar narrativas inverídicas, provocar a instabilidade social e defender medidas autoritárias. A sua atuação, pautada pela afronta à legalidade constitucional e pela erosão dos pilares republicanos, teve por objetivo último sua continuação ilegítima no comando do país e o enfraquecimento das instâncias públicas, em negação do princípio da alternância democrática, da soberania popular e do equilíbrio entre os Poderes", completou. Ataques coordenados às urnas A PGR apontou que documentos apreendidos pelos investigadores revelam que o grupo criminoso "planejou a propagação coordenada de ataques ao sistema eletrônico de votação". "Documentos apreendidos revelam que a organização criminosa planejou a propagação coordenada de ataques ao sistema eletrônico de votação. Foi fixada, por escrito, a diretriz de repetição contínua da narrativa de vulnerabilidade das urnas eletrônicas, como forma de deflagrar movimentos de rebeldia contra os resultados desfavoráveis ao grupo", diz a PGR. A PGR pontuou que os ataques de Bolsonaro a autoridades, na condição de presidente, não eram "meras críticas ou desabafos" e que um chefe de Estado tem "capacidade singular" de influenciar a opinião pública. Desta forma, a PGR sustenta que as declarações de Bolsonaro "transcendem o campo da crítica legítima" e passam a ter o "caráter de incitação e desestabilização da democracia". Uso da máquina pública A PGR salientou que Bolsonaro usou a máquina pública para disseminar dúvidas contra o sistema eleitoral. "O réu fez uso da máquina pública e de recursos públicos, mobilizando agentes e estruturas do Estado para disseminar dúvidas e deslegitimar o sistema eleitoral. Essa orquestração, com o peso e a autoridade da estrutura pública por trás dela, representa uma ameaça institucional, e não uma simples crítica", declarou. Para exemplificar o uso de recursos públicos com fins ilícitos, a PGR citou a live de 2021 no Palácio do Planalto, com a participação de agentes públicos. Também mencionou a "Abin Paralela" – uso ilícito da estrutura de inteligência do Estado para fins políticos. Além disso, a PGR apontou que Bolsonaro usava ferramentas públicas para dar uma "aparência de tecnicidade" ao "discurso fantasioso". "O réu buscou dar aparência de tecnicidade ao discurso fantasioso. Tratou de ataque hacker, código-fonte, vulnerabilidade das urnas, voto auditável, enfim, uma infinidade de expressões que se presumem técnicas e autênticas, mas sempre colocadas fora de contexto, com o intuito de induzir o público a erro e forçar a desconfiança popular sobre o sistema eleitoral", escreveu. Bolsonaro discursa na Avenida Paulista durante manifestações em 7 de Setembro de 2021. Atos tiveram pautas antidemocráticas. PAULO LOPES / AFP Discursos com ataque às urnas A PGR também relembrou os discursos de Bolsonaro em 7 de setembro de 2021, em Brasília e São Paulo, em que foram feitos ataques às urnas e a autoridades. Para a PGR, isso não pode ser confundido com um "arroubo isolado". "Suas falas operam como atos políticos que, quando desprovidas de base factual, se convertem em instrumentos de desestabilização democrática. A crítica legítima pressupõe diálogo, responsabilidade e fundamento, e não se confunde com ameaças, insultos ou manipulações. As declarações de Bolsonaro entre julho e setembro de 2021 ultrapassaram os limites do dissenso democrático: não eram discordâncias políticas, mas inverdades, intimidações e ultimatos, voltados a corroer a credibilidade das instituições republicanas", diz a PGR. Bolsonaro eleito com urnas eletrônicas No documento, ao contrastar os ataques de Bolsonaro ao sistema de votação com a eleição do ex-presidente, a PGR afirma que ele se elegeu para mandatos na Câmara "valendo-se do sistema eletrônico de votação”. "Após cumprir sete mandatos consecutivos como Deputado Federal, valendo-se do sistema eletrônico de votação, Jair Messias Bolsonaro foi eleito presidente da República em outubro de 2018, obtendo 55,13% dos votos válidos no segundo turno. Em 1º de janeiro 2019, assumiu o cargo mais elevado da República, recebendo a faixa presidencial das mãos de seu antecessor, Michel Temer", ponderou. Bolsonaro nega acusações Na fase de interrogatório, ocorrida em junho, Bolsonaro negou qualquer ação golpista ou com objetivo de impedir a posse do presidente Lula. Afirmou que não houve movimentação concreta para um golpe de Estado e que a denúncia da PGR é injusta. Trama golpista: O núcleo crucial e os crimes pelos quais são acusados Arte/g1

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De hacker mirim a bilionário: como o único não-herdeiro entre os 10 jovens mais ricos do Brasil fez fortuna

Publicado em: 30/08/2025 02:00

Pedro Franceschi é o único da lista que construiu o patrimônio a partir do próprio trabalho. Redes sociais/ Reprodução Aos 28 anos, Pedro Franceschi aparece entre os mais jovens bilionários do Brasil. Ele ocupa a 8ª posição no ranking divulgado pela revista Forbes nesta quinta-feira (28), que revela um padrão: entre os 10 jovens mais ricos do país, nove herdaram suas fortunas. A exceção é Franceschi, único da lista que construiu o patrimônio de R$ 3,3 bilhões a partir do próprio trabalho — chamado de bilionário "self-made". 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Cofundador e CEO da Brex, plataforma de gestão de gastos corporativos com base em inteligência artificial, Franceschi lidera uma empresa que atende mais de 30 mil companhias no mundo. Fundada em 2017 no Vale do Silício, a Brex oferece soluções que vão de cartões corporativos a softwares para gestão de viagens e despesas. A virada financeira ocorreu em janeiro de 2022, quando a Brex foi avaliada em US$ 12,3 bilhões, colocando Franceschi oficialmente no grupo dos bilionários. Hoje, segundo a Forbes USA, a empresa vale US$ 3,4 bilhões. A trajetória de Franceschi, no entanto, começou muito antes, marcada por sinais de genialidade precoce. Hacker mirim Nascido e criado no Brasil, Franceschi teve contato com computadores aos 6 anos. Aos 8, já programava. Três anos depois, desbloqueava iPhones com tanta habilidade que passou a cobrar pelo serviço — com o dinheiro, comprou o próprio celular. Na adolescência, criou ferramentas como o Quick2gPwner e o QuickOib, que facilitaram o jailbreak de iPods e a instalação do iPhone Linux. Aos 13 anos, lotou o Planetário do Rio de Janeiro no TEDxSudeste, onde foi apresentado como jovem programador promissor e respeitado “ex-hacker”. Aos 15, voltou a chamar atenção ao fazer a Siri, assistente de voz do iPhone 4S, funcionar em português antes mesmo de a Apple lançar suporte oficial ao idioma. Questionado sobre o futuro, dizia que se via “trabalhando em uma grande empresa como a Apple”. Hoje, lidera a própria empresa. A parceria com Henrique Dubugras, seu sócio na Brex, começou em 2012, após uma discussão no Twitter sobre editores de texto para programação. “A gente viu que não dava para brigar em 140 caracteres, então foi pro Skype. Depois viu que não conseguíamos mais brigar e viramos amigos”, contou Franceschi em entrevista ao g1, em 2014. Da amizade nasceu a sociedade: juntos criaram a Pagar.me, startup de pagamentos online que simplificava a intermediação entre lojas virtuais, bandeiras de cartão e bancos, com sistema antifraude integrado. Na mesma época, ambos foram aprovados em Stanford, mas adiaram o sonho acadêmico para focar na empresa. Anos depois, Franceschi retomou os estudos e concluiu a graduação em Ciência da Computação na universidade americana. Em 2017, Franceschi e Dubugras fundaram a Brex no Vale do Silício. No ano seguinte, lançaram os primeiros produtos voltados a startups: um cartão corporativo e um programa de pontos. Desde então, a empresa se especializou em soluções financeiras para negócios em rápido crescimento. Além da Brex, Franceschi atua em conselhos de grandes companhias. Desde abril de 2022, integra o board da Coupang, gigante sul-coreana do e-commerce. Entre 2021 e 2023, fez parte do conselho da Stone, empresa brasileira de tecnologia em pagamentos. Com patrimônio estimado em R$ 3,3 bilhões, Franceschi vive atualmente em San Francisco, de onde lidera a Brex e segue criando soluções que conectam tecnologia e finanças em escala global. Lista dos 10 bilionários brasileiros com menos de 30 anos Os bilionários brasileiros em 2025, segundo a Forbes Amelie Voigt Trejes Patrimônio: R$ 3,4 bilhões Idade: 20 anos Fonte de riqueza: WEG Filha de Cladis Voigt Trejes, herdou parte das ações da mãe na WEG e divide o patrimônio com os irmãos Pedro e Felipe. Lívia Voigt Patrimônio: R$ 6,6 bilhões Idade: 20 anos Fonte de riqueza: WEG Neta de Werner Ricardo Voigt, fundador da WEG. Já chegou a ser considerada a bilionária mais jovem do mundo em 2024. Felipe Voigt Trejes Patrimônio: R$ 3,6 bilhões Idade: 23 anos Fonte de riqueza: WEG Irmão de Amelie e Pedro Voigt Trejes. Pedro Voigt Trejes Patrimônio: R$ 3,6 bilhões Idade: 23 anos Fonte de riqueza: WEG Também irmão de Felipe e Amelie Voigt Trejes. Helena Marina da Silva Petry Patrimônio: R$ 1,9 bilhão Idade: 23 anos Fonte de riqueza: WEG Herdeira de Eggon João da Silva, cofundador da WEG. Ana Flávia da Silva Petry Patrimônio: R$ 1,9 bilhão Idade: 26 anos Fonte de riqueza: WEG Irmã de Helena Petry. Dora Voigt de Assis Patrimônio: R$ 6,6 bilhões Idade: 27 anos Fonte de riqueza: WEG Neta de Werner Ricardo Voigt, fundador da companhia catarinense. Pedro Franceschi Patrimônio: R$ 3,3 bilhões Idade: 28 anos Fonte de riqueza: Brex Fundador da fintech Brex, com sede em São Francisco (EUA). É o único do ranking que construiu sua fortuna fora da herança. Izabela Henriques Feffer Patrimônio: R$ 2,3 bilhões Idade: 28 anos Fonte de riqueza: Grupo Suzano Bisneta de Leon Feffer, fundador da Suzano. Max Van Hoegaerden Herrmann Telles Patrimônio: R$ 29,3 bilhões Idade: 29 anos Fonte de riqueza: AB InBev / 3G Capital Filho de Marcel Herrmann Telles, vive em Nova York. Os 10 maiores bilionários do Brasil entre 2024 e 2025 Arte/g1 Saiba quem é Eduardo Saverin, o brasileiro mais rico do mundo

Trio que aplicava golpes com anúncios falsos em sites de venda é preso no litoral de SP

Publicado em: 29/08/2025 11:10

Trio foi preso suspeito de anunciar mercadorias inexistentes em sites de vendas em Bertioga, SP Polícia Civil Dois homens e uma mulher foram presos suspeitos de estelionato e organização criminosa em Bertioga, no litoral de São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, o trio anunciava mercadorias inexistentes em sites de venda e cobrava taxas e fretes das vítimas, que acreditavam na negociação, mas não recebiam os produtos. Policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Praia Grande cumpriram um mandado de busca e apreensão na manhã da última quarta-feira (27), na Avenida Itapuã, no bairro Morada da Praia, em Bertioga. As investigações apontaram que o imóvel era usado para praticar os crimes. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Durante a diligência, três suspeitos fugiram pelas ruas do condomínio, e a equipe iniciou uma perseguição. Dois deles, de 29 e 30 anos, foram presos e indiciados. O terceiro, de 26, conseguiu escapar, mas foi identificado e também indiciado por envolvimento no esquema. Novas buscas e prisão Embora o terceiro suspeito tenha conseguido escapar, ele já havia sido visto pelos policiais em uma diligência anterior, quando foi flagrado em um carro que saía do imóvel alvo do mandado. Ele também fugiu naquela ocasião. O veículo foi apreendido e, dentro dele, os agentes encontraram um homem de 27 anos. A partir dessa abordagem, os policiais retornaram ao imóvel e deram início às buscas. Eles encontraram um computador ligado com programas e arquivos relacionados a golpes digitais em plataformas de venda. De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), na sala da casa foram encontrados celulares e duas mulheres — uma considerada suspeita e outra, de 30 anos, que foi indiciada e presa por envolvimento no crime. A abordagem ao veículo e os indícios levantados durante a fuga levaram os policiais a aprofundar as buscas, que resultaram na prisão da mulher. Além do carro, os policiais apreenderam 14 celulares, um computador, um monitor e três notebooks, que serão periciados. O caso foi registrado como cumprimento de mandado de busca e apreensão, estelionato, organização criminosa e apreensão de veículo na DIG de Praia Grande, onde segue sob investigação. Suspeitos soltos Após conversar com os envolvidos, a equipe concluiu que o homem que estava no veículo e uma das mulheres encontradas na sala não apresentavam indícios de participação no esquema, o que poderá ser reavaliado posteriormente, após a análise dos equipamentos eletrônicos apreendidos. 'Hacker do bem' dá 5 dicas contra golpes na internet Perfis em redes sociais 'roubados', invasões em contas bancárias e até Inteligência Artificial se passando por pessoas conhecidas. São diversos os métodos que criminosos utilizam para aplicar golpes em internautas. O g1, então, ouviu um dos profissionais que se autointitulam 'hackers do bem', que listou cinco dicas para aumentar a segurança do usuário (veja abaixo). 'Hacker do bem' dá 5 dicas para proteger seus dados na internet VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos