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Grupo hacker ligado ao Irã divulga imagens vazadas de diretor do FBI para provar ação; veja as fotos

Publicado em: 28/03/2026 00:00

Hackers iranianos vazaram fotos de Kash Patel, diretor do FBI Reprodução/Redes Sociais O diretor do FBI, Kash Patel, foi hackeado por um grupo ligado ao Irã em meio à guerra no Oriente Médio. A informação foi confirmada pela instituição nesta sexta-feira (27). (Veja as fotos ao longo da matéria) ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Diante da possibilidade de que um adversário dos Estados Unidos tenha invadido a conta de uma das figuras mais visadas do FBI, a expectativa inicial seria de um vazamento de informações sensíveis — seja de dados pessoais de Patel, ou então de conteúdos estratégicos a serem usados no conflito. As primeiras fotos, no entanto, mostram o diretor em alguns de seus momentos de lazer, como a imagem em que ele está cheirando e fumando charutos, andando em um conversível e fazendo careta em selfie no espelho com uma garrafa de rum. Não se sabe o que mais o grupo iraniano pode ter obtido após o ataque. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Kash Patel fumando charuto Reprodução Redes Sociais O Handala Hack Team, reivindicou a invasão da caixa de entrada do e-mail pessoal de Patel. Em seu site, o grupo de hackers afirmou que Patel "agora encontrará seu nome na lista de vítimas hackeadas com sucesso". Eles dedicaram o hack às vítimas do navio Iris Dena, bombardeado pelos EUA na costa do Sri Lanka durante a guerra. Segundo um porta-voz do FBI, os dados obtidos pelos hackers “são de natureza histórica e não envolvem nenhuma informação do governo”. Kash Patel, diretor do FBI, em uma viagem a Cuba. Reprodução/Redes Sociais A Reuters não conseguiu verificar a autenticidade dos e-mails publicados por Hanadala, mas uma amostra do material carregado pelos hackers e analisado pela agência de notícias parece mostrar uma mistura de correspondências pessoais e profissionais datadas entre 2010 e 2019. Handala, que se autodenomina um grupo de hackers vigilantes pró-Palestina, é considerado por pesquisadores ocidentais como uma das várias identidades usadas pelas unidades de ciberinteligência do governo iraniano. O Handala também reivindicou ainda nesta semana um outro ataque hacker, em que publicou fotos de documentos de 28 engenheiros da Lockheed Martin, uma das maiores empresas militares dos EUA, que trabalham no Oriente Médio e ameaçou os matar. Alguns dias antes, em 11 de março, o Handala reivindicou um ataque hacker à Stryker, fornecedora de dispositivos e serviços médicos com sede em Michigan, e alegou ter apagado um enorme conjunto de dados da empresa. Kash Patel, diretor do FBI. Reprodução/Redes Sociais LEIA TAMBÉM: Chanceler do Irã acusa EUA e Israel de genocídio e pede que ONU condene ataque a escola em Minab, que matou mais de 170 Trump amplia por mais 10 dias adiamento de possíveis ataques a usinas de energia do Irã

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Grupo hacker ligado ao Irã afirma ter hackeado e-mail de diretor do FBI

Publicado em: 27/03/2026 11:40

Diretor do FBI Kash Patel AP Hackers ligados ao Irã reivindicaram publicamente a invasão da caixa de entrada pessoal do diretor do FBI, Kash Patel, publicando fotos do diretor e seu suposto currículo na internet. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Em seu site, o grupo de hackers Handala Hack Team afirmou que Patel "agora encontrará seu nome na lista de vítimas hackeadas com sucesso". A Reuters não conseguiu autenticar imediatamente os e-mails publicados por Hanadala, mas uma amostra do material carregado pelos hackers e analisado pela Reuters parece mostrar uma mistura de correspondências pessoais e profissionais datadas entre 2010 e 2019. LEIA TAMBÉM Chanceler do Irã acusa EUA e Israel de genocídio e pede que ONU condene ataque a escola em Minab, que matou mais de 170 Trump amplia por mais 10 dias adiamento de possíveis ataques a usinas de energia do Irã Um funcionário do Departamento de Justiça confirmou à agência que os e-mails de Patel foram comprometidos, mas não deu detalhes. O FBI não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Os hackers também não responderam imediatamente às mensagens. Irã compartilha vídeo que, segundo o país, mostra defesa aérea atingindo jato F-18 dos EUA

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Justiça italiana autoriza extradição de Carla Zambelli, condenada no Brasil por invadir sistemas do CNJ

Publicado em: 26/03/2026 21:18

A Justiça italiana autorizou a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli. Ela foi condenada no Brasil por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça e está presa em Roma desde julho de 2025. Ainda faltam duas etapas até a decisão final. Os advogados de Carla Zambelli vão recorrer da sentença que autoriza a extradição da ex-deputada brasileira. A Corte de Apelação de Roma rejeitou a estratégia da defesa de Zambelli, que tentou classificar a conduta da ex-deputada como de natureza política. O STF condenou Carla Zambelli, do PL, a dez anos de prisão em regime fechado por ter invadido, com o hacker Walter Delgatti Neto, os sistemas do Conselho Nacional de Justiça. O Supremo determinou ainda que ela perdesse o mandato. Segundo os juízes italianos, invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça com a ajuda de um hacker e forjar documentos não significam crime político. A defesa de Zambelli também havia posto em dúvida a imparcialidade do ministro Alexandre de Moraes. A Justiça da Itália não concordou e afirmou que o julgamento ocorreu de forma colegiada pelo STF. Além disso, o tribunal italiano descartou a alegação de risco aos direitos humanos nas prisões brasileiras. Justiça italiana autoriza extradição de Carla Zambelli, condenada no Brasil por invadir sistemas do CNJ Jornal Nacional/ Reprodução Zambelli está presa em Roma desde 29 de julho de 2025. Ela havia deixado o Brasil logo depois de ser condenada pelo STF - foi para os Estados Unidos e depois a Itália. A sentença, de 35 páginas, também concluiu que possuir dupla cidadania não protege a ex-deputada brasileira da extradição. Em 15 dias, os advogados de defesa deverão depositar o recurso no Supremo Tribunal de Cassação. A Corte de Cassação terá, então, até seis meses para apresentar a sentença. A última palavra é política e será dada pelo ministro da Justiça da Itália. LEIA TAMBÉM Extradição de Zambelli: Justiça italiana refuta alegações de julgamento parcial e perseguição política Cidadania italiana de Zambelli não impede extradição, aponta Justiça da Itália Defesa de Carla Zambelli recorre ao pedido de extradição na Itália; o que acontece agora?

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Extradição de Zambelli: Justiça italiana refuta alegações de julgamento parcial e perseguição política

Publicado em: 26/03/2026 14:22

Justiça italiana decide extraditar Carla Zambelli A Justiça da Itália autorizou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli para o Brasil nesta quinta-feira (26). Em sentença da Corte de Apelação do país, os magistrados refutaram as alegações da defesa de que Zambelli seria alvo de um julgamento parcial ou de perseguição política coordenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Zambelli foi condenada pelo STF em maio de 2025 a uma pena de 10 anos de reclusão e pagamento de multa pelos crimes de invasão de sistema informático e falsidade ideológica. A condenação refere-se à invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e à inserção de documentos falsos, incluindo um mandado de prisão contra o ministro do STF Alexandre de Moraes. A defesa de Zambelli sustentou que o processo no Brasil teria fins persecutórios e natureza política. A Corte da Itália rejeitou a tese, afirmando que os crimes imputados são delitos comuns e que as ações foram conduzidas pelo órgão de cúpula do Judiciário brasileiro seguindo as normas constitucionais, sem o uso de tribunais de exceção. Principais pontos em que a justiça italiana contrariou a defesa de Zambelli: Justiça imparcial: Refutou a acusação de parcialidade do relator, ressaltando que a decisão no Brasil foi tomada de forma colegiada por todo o tribunal, e não por um único juiz. Sem perseguição política: a Corte concluiu que o processo no STF seguiu o rito democrático e que os crimes (invasão de sistema e falsidade ideológica) são delitos comuns, não políticos; Validade do foro no STF: considerou o julgamento em instância única compatível com os padrões europeus, destacando que a defesa teve acesso a recursos previstos na lei brasileira; Cidadania formal: rejeitou o uso da cidadania italiana para evitar a extradição, classificando-a como "meramente formal", sem laços sociais ou culturais reais com a Itália; Prisão adequada: descartou a tese de tratamento desumano na penitenciária no Distrito Federal. Para a Corte italiana, as garantias do Estado brasileiro são satisfatórias e as provas da defesa foram baseadas em relatos genéricos; Provas técnicas: afirmou que a condenação não se deu apenas pela palavra do hacker Walter Delgatti, mas por um conjunto robusto de perícias, documentos e testemunhas. Os juízes italianos também validaram o rito processual do STF e a ausência de um segundo grau de jurisdição (foro por prerrogativa de função). Para a Corte de Apelação, o julgamento diretamente pelo tribunal mais elevado é compatível com os padrões europeus e o sistema brasileiro ofereceu meios de controle, como os embargos de declaração, dos quais a defesa efetivamente fez uso. LEIA MAIS Justiça italiana autoriza extradição da ex-deputada Carla Zambelli; defesa diz que vai recorrer Cidadania italiana de Zambelli não impede extradição, aponta Justiça da Itália Entenda condenação no Brasil que poderá levar Carla Zambelli a ser extraditada da Itália A tentativa de evitar a extradição com base na cidadania italiana também foi descartada. A Justiça da Itália esclareceu que o tratado bilateral entre os dois países permite a entrega de cidadãos. Na sentença, os magistrados classificaram a cidadania da ex-deputada como "meramente formal", destacando a falta de um enraizamento social ou cultural efetivo na Itália que justificasse a recusa. Sobre as condições da Penitenciária Feminina do Distrito Federal (conhecida como Colmeia), a defesa alegou risco de tratamento desumano. A Corte italiana considerou as informações prestadas pelo Estado brasileiro sobre a unidade e o monitoramento da saúde da extraditanda como "satisfatórias", pontuando que a defesa apresentou apenas artigos de jornais e relatórios genéricos, sem demonstrar um risco específico e individualizado para Zambelli. A sentença rebateu a acusação de parcialidade do ministro relator, afirmando que a defesa não apresentou elementos objetivos e verificáveis que comprovassem tal alegação. Além disso, destacou que a decisão condenatória no Brasil foi tomada de forma colegiada pelo pleno do tribunal. A Corte de Apelação afirmou ainda que a condenação não se baseou apenas no depoimento do hacker Walter Delgatti Neto, mas em um conjunto probatório amplo, incluindo elementos técnicos, documentais e testemunhais.

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Defesa de Carla Zambelli recorre ao pedido de extradição na Itália; o que acontece agora?

Publicado em: 26/03/2026 12:19

Deputada Carla Zambelli (PL-SP) Mário Agra/Câmara dos Deputados Nesta quinta-feira (26), a Justiça italiana decidiu que Carla Zambelli (PL-SP) será extraditada do país. No entanto, a defesa da ex-deputada já disse que vai recorrer da decisão; o que deve acontecer agora? 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Justiça italiana decide extraditar Carla Zambelli Zambelli, que tem cidadania italiana, deixou o Brasil em maio do ano passado após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Caso a extradição seja de fato decretada, o processo será analisado pelo Ministério da Justiça italiano, a quem cabe liberar a volta ao Brasil formalmente. Logo em seguida, as autoridades italianas comunicarão oficialmente ao governo brasileiro — que deve tomar as rédeas a partir daí. No entanto, os advogados que fazem a defesa de Zambelli na Itália disseram à TV Globo que vão protocolar o recurso. Com isso, o caso voltará aos tribunais e subirá à Corte Suprema de Apelações. A decisão final cabe ao Ministro da Justiça italiano, Carlo Nordio. A condenação de Zambelli Zambelli foi condenada por unanimidade pelo STF em maio de 2025 pela invasão dos sistemas do CNJ. O colegiado seguiu o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, que propôs: Carla Zambelli: 10 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, perda do mandato parlamentar (a ser declarada pela Câmara dos Deputados após o trânsito em julgado) e inelegibilidade. Walter Delgatti: 8 anos e 3 meses de prisão, em regime inicialmente fechado. Ele já cumpre prisão preventiva. Indenização: a deputada e o hacker também terão que pagar uma indenização de R$ 2 milhões por danos morais e coletivos. Votaram pela condenação os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux. A Primeira Turma entendeu que Carla Zambelli e Walter Delgatti cometeram os crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica. A Procuradoria-Geral da República (PGR) acusou os dois de coordenarem ataques aos sistemas do CNJ com o objetivo de desacreditar a Justiça e incitar atos antidemocráticos. De acordo com a denúncia, Zambelli orientou Delgatti a invadir o sistema para inserir documentos falsos, incluindo um mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes. Segundo a PGR, a intenção era "colocar em dúvida a legitimidade da Justiça" e fomentar manifestações contra as instituições republicanas.

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Carla Zambelli: entenda condenação no Brasil que poderá levar ex-deputada a ser extraditada da Itália

Publicado em: 26/03/2026 11:58

Justiça italiana decide extraditar Carla Zambelli A Justiça da Itália decidiu, nesta quinta-feira (26), pela extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli. A decisão é da Corte de Apelação do país, que se manifestou a favor da concessão da extradição. Ainda cabe recurso no âmbito judicial, antes de o assunto ser levado para a decisão final do governo italiano, que não tem prazo para dar uma resposta definitiva. Mas o que levou ao pedido de extradição? A extradição de Zambelli foi solicitada à Itália pelo Brasil após a fuga da ex-deputada para a Europa após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ex-deputada, que tem cidadania italiana, deixou o Brasil em maio. Ela passou também pelos Estados Unidos antes de se mudar para a Itália. Por conta da mudança, ela é considerada foragida da Justiça brasileira. Após a prisão, Zambelli disse que quer ser julgada no país europeu e que provaria que não tem envolvimento na invasão do sistema do CNJ. A Justiça italiana decidiu mantê-la presa durante o julgamento, por entender que há risco de fuga. A condenação Carla Zambelli faz sua defesa em sessão da CCJ Reprodução Zambelli foi condenada por unanimidade pelo STF em maio de 2025 pela invasão dos sistemas do CNJ. O colegiado seguiu o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, que propôs: Carla Zambelli: 10 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, perda do mandato parlamentar (a ser declarada pela Câmara dos Deputados após o trânsito em julgado) e inelegibilidade. Walter Delgatti: 8 anos e 3 meses de prisão, em regime inicialmente fechado. Ele já cumpre prisão preventiva. Indenização: a deputada e o hacker também terão que pagar uma indenização de R$ 2 milhões por danos morais e coletivos. Votaram pela condenação os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux. A Primeira Turma entendeu que Carla Zambelli e Walter Delgatti cometeram os crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica. A Procuradoria-Geral da República (PGR) acusou os dois de coordenarem ataques aos sistemas do CNJ com o objetivo de desacreditar a Justiça e incitar atos antidemocráticos. De acordo com a denúncia, Zambelli orientou Delgatti a invadir o sistema para inserir documentos falsos, incluindo um mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes. Segundo a PGR, a intenção era "colocar em dúvida a legitimidade da Justiça" e fomentar manifestações contra as instituições republicanas. Outra condenação Quando já estava na Itália, Zambelli foi condenada novamente pelo STF, desta vez por perseguir, armada, um homem em São Paulo em 2022. Nesse caso, a Justiça condenou a parlamentar a 5 anos e 3 meses de prisão por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo.

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Justiça italiana autoriza extradição de Carla Zambelli

Publicado em: 26/03/2026 11:37

Justiça italiana decide extraditar Carla Zambelli A Justiça da Itália autorizou nesta quinta-feira (26) a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli. Zambelli deixou o país em maio do ano passado, apesar de ter sido condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão pela invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) (relembre mais abaixo). A decisão desta quinta-feira é da Corte de Apelação do país, que analisa o pedido de extradição feito pelo STF contra Zambelli. Ainda cabe recurso antes do caso ser levado para decisão final do governo italiano. Não há prazo para uma resposta definitiva. O processo que corre na Corte em Roma julga um pedido do STF para que Zambelli, presa após pedido da Interpol no país europeu, seja devolvida à Justiça brasileira. Foto de arquivo de 15/05/2025 da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) durante uma coletiva de imprensa na sede de seu partido no bairro de Moema, na zona sul da cidade de São Paulo. Felipe Rau/Estadão Conteúdo Zambelli tem cidadania italiana e deixou o Brasil em maio do ano passado. Antes de chegar ao país europeu, ela também passou pelos Estados Unidos. De lá, publicou uma mensagem nas redes sociais afirmando que era vítima de perseguição e que ainda pretendia provar sua inocência. Como fugiu do país após uma condenação do Supremo, ela é considerada foragida da justiça brasileira. Por isso, o STF formalizou um pedido de extradição, assinado pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes. O documento foi encaminhado pelo governo brasileiro a autoridades italianas. Em julho do ano passado, o governo confirmou a prisão de Zambelli. Ela estava na lista vermelha da Interpol, e foi detida por forças de segurança do país europeu. Após a prisão, Zambelli disse que preferia ser julgada no país europeu e que provaria que não tem envolvimento na invasão do sistema do CNJ. A Justiça italiana decidiu mantê-la presa durante o julgamento, por entender que há risco de fuga. Nos últimos meses, o processo de extradição de Zambelli enfrentou atrasos por diversos motivos e já teve quatro adiamentos de audiências. Na primeira delas, no fim de novembro, a defesa de Zambelli aderiu a uma greve de advogados em Roma, e na segunda, no mês seguinte, seus advogados apresentaram novos documentos à corte. Zambelli fugiu pela Argentina Em 7 de junho do ano passado, o STF decretou a prisão definitiva de Zambelli e do hacker Walter Delgatti. A decisão foi tomada após o trânsito em julgado do processo — quando não cabem mais recursos da defesa e a pena deve começar a ser cumprida de forma definitiva. Na ocasião, Moraes rejeitou os últimos recursos de Zambelli e determinou o envio ao Ministério da Justiça do pedido de extradição. Zambelli estava licenciada do mandato e, segundo a PF, deixou o país dias antes, em 25 de maio, via fronteira com a Argentina. ➡️Zambelli foi condenada à pena de 10 anos de prisão em regime inicial fechado e à perda do mandato, pois a pena a ser cumprida em regime fechado ultrapassa 120 dias (limite estabelecido pela Constituição Federal para ausência em sessões legislativas). ➡️O hacker Delgatti, também condenado no processo, foi sentenciado a oito anos e três meses de prisão, em regime inicial fechado. Ex-deputada enviou carta de renúncia 👉Em dezembro, o STF reiterou a determinação que previu a cassação do mandato de Zambelli, revogando decisão contrária da Câmara dos Deputados. A então deputada entregou uma carta de renúncia à Casa três dias depois. - Esta reportagem está em atualização.

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Banco Central anuncia medidas que para que bancos reajam rapidamente a suspeitas de fraudes

Publicado em: 24/03/2026 18:25

O Banco Central (BC) anunciou nesta terça-feira (24) novas medidas para que bancos e outras instituições financeiras possam reagir mais rapidamente contra fraudes. As medidas buscam fortalecer a segurança operacional e o gerenciamento da Conta Pagamentos Instantâneos, utilizada pelos participantes diretos do Sistema de Pagamentos Instantâneos para liquidação. 🔎 O SPI é a infraestrutura de liquidação, em tempo real. Para garantir o bom funcionamento desse sistema, os participantes diretos mantêm Conta PI no BC, cujo gerenciamento adequado é essencial para assegurar liquidações contínuas e seguras. De acordo com a autoridade monetária, as medidas não são conjunturais, ou seja, que não têm relação com o ataque hacker ao BTG ocorrida no fim de semana, no qual foram desviados R$ 100 milhões e gerou suspensão temporária das operações do PIX da instituição financeira. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O BC explicou que nova etapa de aprimoramentos, anunciada hoje, aumenta "funcionalidades que ampliam a capacidade das instituições de reagir rapidamente a suspeitas de fraudes ou falhas operacionais. "O aprimoramento busca reforçar a segurança das instituições participantes, proteger os recursos mantidos no BC e fortalecer a confiança no ambiente de pagamentos instantâneos e no sistema financeiro como um todo", acrescentou a instituição. Entre os avanços propostos estão: ​Configuração de limite mínimo de saldo operacional: a instituição poderá definir um valor abaixo do qual sua Conta PI não aceitará a emissão de novas ordens de pagamento instantâneo. O mecanismo reduz riscos de perdas financeiras em cenários de irregularidades. Bloqueio automático da Conta PI: ao ser atingido o limite mínimo configurado, e caso o participante ative essa opção, o acesso à liquidação de ordens no SPI é temporariamente interrompido, cabendo à instituição, no momento que julgar adequado, proceder ao desbloqueio manual. Canal alternativo de consulta ao extrato da Conta PI: possibilita às instituições acompanhar a movimentação da conta mesmo quando houver indisponibilidade de acesso à Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN), situação que pode ocorrer por falhas internas ou tentativas de fraude. Banco Central liquida mais uma instituição que pertencia ao Grupo Master Jornal Nacional/ Reprodução

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Proteja-se: Apple lança iOS 18.7.7 e macOS 15.7.5 com correções para falhas graves de segurança

Publicado em: 24/03/2026 13:39 Fonte: Tudocelular

A Apple lançou hoje a versão estável do iOS 26.4, mas dispositivos antigos também estão recebendo updates com o iOS e iPadOS 18.7.7 e o macOS 15.7.5 que corrigem falhas de segurança graves. Dentre as áreas do sistema afetadas estão desde o núcleo até a rede e o kernel.Dentre as atualizações liberadas hoje estão: iOS 18.7.7 iPadOS 18.7.7 macOS Sequoia 15.7.5 macOS Sonoma 14.8.5 As correções impedem que a memória do kernel vaze, expondo dados sensíveis do usuário, meios primitivos, mas ainda utilizados por hackers para coletar dados com ataques de malware e phishing.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: hackerhackers

Crunchyroll se pronuncia sobre o caso de vazamento de informações

Publicado em: 24/03/2026 10:20 Fonte: Tudocelular

A Crunchyroll se pronunciou após rumores sobre um possível vazamento de dados envolvendo sua base de usuários. As alegações começaram a circular nas redes sociais na última segunda-feira, levantando preocupações sobre um suposto ataque cibernético. Segundo informações divulgadas por veículos especializados, o incidente teria ocorrido em meados de março, possivelmente ligado à Telus, fornecedora de suporte operacional para grandes companhias. Um agente malicioso afirma ter inserido malware no sistema, com acesso potencial a dados como e-mails, endereços IP e informações de cobrança.Em resposta aos rumores sobre vazamento de dados confidenciais, a Crunchyroll afirmou que a investigação segue em andamento, com apoio de especialistas em segurança. A empresa destacou que, até o momento, não há evidências de acesso contínuo aos sistemas nem confirmação de um vazamento amplo de dados sensíveis.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: hackervazamento de dados

Por que os EUA proibiram a importação de novos modelos de roteadores

Publicado em: 24/03/2026 03:00

Roteadores compartilham e coordenam o uso da internet entre vários equipamentos Altieres Rohr/G1 A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) anunciou na segunda-feira (23) a proibição da importação de novos modelos de roteadores fabricados no exterior sob o argumento de que esses aparelhos levantam preocupações com a segurança. O principal alvo da medida é a China, que já tem outras restrições sobre o envio de seus equipamentos aos EUA. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A estimativa é de que a China controle 60% do mercado americano de roteadores domésticos, que conectam computadores, telefones e outros dispositivos à internet, afirma a agência Reuters. A ordem da FCC não afeta a importação ou o uso de modelos existentes, mas proíbe os que forem lançados a partir de agora. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo a agência, uma análise convocada pela Casa Branca considerou que roteadores importados representam "um grave risco de segurança cibernética que poderia ser aproveitado para interromper imediata e gravemente a infraestrutura crítica dos EUA." A FCC afirmou ainda que agentes mal-intencionados exploraram brechas de segurança em roteadores fabricados no exterior "para atacar residências, interromper redes, permitir a espionagem e facilitar o roubo de propriedade intelectual". O comunicado citou como exemplos os ataques como Volt, Flax e Salt Typhoon, todos apontados como de origem em grupos hackers chineses. O último teria sido capaz de invadir sistemas de e-mail de assessores do Congresso americano. A determinação inclui uma isenção para roteadores que o Pentágono considera que não representam riscos inaceitáveis. LEIA TAMBÉM: Governo dos EUA registra domínio 'alien.gov' após Trump ordenar divulgação de arquivos sobre supostos ETs Youtuber diz não ter R$ 70 mil para pagar condenação e pede para juiz reconsiderar Vídeos no TikTok simulam agressões a mulheres em meio a recorde de feminicídios Parlamentares já haviam levantado preocupações de segurança sobre os roteadores fabricados na China, e o deputado John Moolenaar, presidente republicano do comitê seleto da Câmara sobre a China, elogiou a ordem da FCC. "A tremenda decisão de hoje da FCC e do governo Trump protege nosso país contra os implacáveis ataques cibernéticos da China e deixa claro que esses dispositivos devem ser excluídos de nossa infraestrutura crítica", disse Moolenaar. "Os roteadores são essenciais para manter todos nós conectados e não podemos permitir que a tecnologia chinesa esteja no centro disso." A Embaixada da China em Washington não fez comentários de imediato. A TP-Link Systems foi processada em fevereiro pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, por supostamente comercializar seus roteadores de rede de forma enganosa e permitir que Pequim acessasse dispositivos dos consumidores norte-americanos. A empresa, sediada na Califórnia e com origem a partir de uma fabricante chinesa, disse que "defenderia vigorosamente" sua reputação. A companhia afirmou que o governo chinês não tem nenhuma forma de propriedade ou controle sobre a empresa, seus produtos ou dados de usuários. A Reuters informou em fevereiro que o governo Trump havia suspendido uma proposta de proibição das vendas domésticas de roteadores fabricados pela TP-Link. Em dezembro, a FCC emitiu regras semelhantes proibindo a importação de todos os novos modelos de drones chineses.

Crunchyroll teve mais de 100 GB em arquivos vazados, incluindo dados dos clientes

Publicado em: 23/03/2026 12:26 Fonte: Tudocelular

A plataforma de streaming de animes Crunchyroll pode ter sido alvo de um novo ataque cibernético de grandes proporções. Segundo informações recentes, mais de 100 GB em dados teriam sido vazados, incluindo registros ligados a assinantes do serviço. O incidente teria ocorrido em 12 de março de 2026 e envolve uma possível falha de segurança em parceiro terceirizado. Até o momento, a empresa não divulgou posicionamento oficial sobre o caso, o que aumenta a preocupação entre usuários.De acordo com os relatos, o ataque ao Crunchyroll começou após um funcionário da Telus Digital, parceira da plataforma na Índia, ser vítima de um golpe por e-mail contendo malware. O acesso indevido permitiu capturar credenciais e abrir caminho para invasão na rede interna.Clique aqui para ler mais

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Mais de 3 mil presos do Vale do Paraíba devem retornar aos presídios até esta segunda-feira (23)

Publicado em: 23/03/2026 05:03

Saída temporária: 3 mil presos deixam penitenciárias na região Mais de 3 mil presos do Vale do Paraíba e região que foram beneficiados pela primeira saída temporária de 2026 devem retornar às unidades prisionais até esta segunda-feira (23). Ao todo, pelo menos 3.071 detentos tiveram direito ao benefício. A saída temporária começou na última terça-feira (17) e permite que os detentos deixem as unidades por alguns dias, desde que cumpram requisitos estabelecidos pela Justiça. O não retorno no prazo pode levar à perda do benefício e outras sanções. Entre os beneficiados está Lindemberg Alves, condenado pela morte da ex-namorada Eloá Cristina, em 2008. Já o hacker Walter Delgatti, condenado por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), chegou a ter a saída temporária autorizada pela Justiça, mas o benefício foi suspenso por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Penitenciária Dr. José Augusto César Salgado, a P2 de Tremembé, no interior de São Paulo Laurene Santos/TV Vanguarda O Centro de Progressão Penitenciária (CPP) Dr. Edgard Magalhães Noronha, conhecido como Pemano, em Tremembé, concentra o maior número de beneficiados, com 2.210 presos, segundo dados apurados pelo g1. Na Penitenciária Dr. José Augusto César Salgado, a P2 de Tremembé — conhecida por abrigar presos em casos de grande repercussão — são 217 detentos beneficiados. Entre as unidades prisionais da região, o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Taubaté foi o único que não teve presos aptos para a saída temporária. O benefício é utilizado como forma de ressocialização dos presos e manutenção do vínculo com o mundo fora do sistema prisional. Segundo a portaria do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), são previstas quatro saídas temporárias por ano no estado: em março, junho, setembro e dezembro. As saídas começam sempre às 6h da terça-feira da terceira semana do mês e terminam às 18h da segunda-feira seguinte — com exceção da de dezembro, que contempla o Natal e o Ano Novo. Para ter direito ao benefício, o detento precisa ter cumprido ao menos 1/6 da pena, se for réu primário, ou 1/4, se for reincidente, além de apresentar bom comportamento. Presos que tenham cometido faltas leves ou médias dentro das unidades precisam passar por um processo de reabilitação de conduta, que pode levar até 60 dias, antes de voltarem a ter acesso ao benefício. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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BTG tem desvio de cerca de R$ 100 milhões em ataque hacker e suspende operações com PIX

Publicado em: 22/03/2026 20:35

Escritório do BTG Pactual, em São Paulo BTG/Divulgação Um ataque hacker contra o banco BTG Pactual desviou cerca de R$ 100 milhões da instituição durante a manhã deste domingo (22). O roubo teria acontecido por meio de uma falha relacionada as operações por PIX. Interlocutores dizem que a maior parte dos recursos já foi recuperada, restando entre R$ 20 milhões a R$ 40 milhões a serem buscados. Os sistemas do Banco Central e do Pix não foram atacados, mas houve um “problema localizado” na instituição financeira – que foi identificado pela área técnica da autoridade monetária. Após o Banco Central identificar atividades atípicas nas contas da instituição, o BTG suspendeu todas as operações relacionadas ao PIX. De acordo com o banco, a invasão não conseguiu acesso as contas dos clientes e nenhum recurso foi extraído delas. Em nota, o banco confirmou o ataque e que medidas foram tomadas para diminuir o impacto. Além disso, informou que está "disponível" para tirar dúvidas dos clientes. Nota do BTG O BTG Pactual informa que identificou na manhã deste domingo (22/03) atividades atípicas relacionadas ao PIX. O banco esclarece que não houve acesso a contas de clientes e nenhum dado de correntista foi exposto. Enquanto investiga o caso, por medida de precaução, as operações por PIX estão suspensas. O BTG Pactual reforça, ainda, que a segurança das informações é prioridade e está disponível em caso de dúvidas em seus canais de atendimento.

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Curso gratuito de cibersegurança da Cisco oferece vagas no Alto Tietê

Publicado em: 22/03/2026 15:48

Programa oferece formação profissionalizante em cibersegurança Getty Images Estudantes do Alto Tietê podem se inscrever na 12ª edição do programa CiberEducação Cisco Brasil, que oferece formação profissionalizante em cibersegurança. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 29 de março. Para participar, é preciso fazer o curso online Introdução à Cibersegurança, da Cisco Networking Academy, que tem duração de seis horas. Clique aqui para se inscrever Somente os candidatos que concluírem essa etapa e forem aprovados poderão seguir para a próxima fase, que seleciona os participantes para as bolsas de estudo profissionalizantes. Veja mais notícias Veja os vídeos que estão em alta no g1 Opções de formação Nesta edição, o programa terá duas opções de formação profissionalizante. Uma é voltada para quem quer começar na área de segurança digital, e a outra para quem já tem conhecimento e busca se especializar. Ao todo, serão oferecidas 5 mil bolsas de estudo gratuitas. A primeira formação é totalmente online e tem 140 horas de duração. O conteúdo inclui cursos de fundamentos de redes e de cibersegurança, alinhados a certificações internacionais, como a Cisco Certified Support Technician (CCST). ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp As aulas são ministradas por instrutores de instituições parceiras, como Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Centro Paula Souza e Academia Brasileira de Redes (ABRedes). No Alto Tietê, os cursos são oferecidos pelas Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatecs) de Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcelos e Itaquaquecetuba. A segunda opção também é online e tem 70 horas de duração. O foco é o curso de hacker ético, com aulas ministradas por instrutores da Escola de Comunicações do Exército Brasileiro. Essa formação é indicada para quem já tem conhecimentos básicos em cibersegurança e quer se aprofundar no tema. O curso aborda técnicas de ataque e defesa no ambiente digital, além de práticas de hacker ético usadas no mercado. Assista a mais notícias do Alto Tietê

Palavras-chave: hackertecnologia