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IA que 'revive' familiares mortos viraliza e acende debate sobre tecnologia do luto

Publicado em: 22/11/2025 03:00

IA que 'revive' familiares mortos viraliza e acende debate sobre tecnologia do luto Um aplicativo que usa inteligência artificial para criar avatares de pessoas já falecidas tem gerado polêmica na internet. Chamado de 2Wai, o app permite recriar alguém virtualmente para interações ao vivo. Por enquanto, está disponível apenas nos Estados Unidos. Antes, é preciso gravar um vídeo da pessoa diretamente no app, que servirá para criar o avatar digital. O processo dura cerca de três minutos (entenda mais abaixo). Um vídeo que demonstra a tecnologia viralizou no X. Nele, uma mulher grávida aparece conversando com a própria mãe, que já morreu. A história avança e mostra a avó contando uma história para o bebê e, em seguida, a criança já crescida usando o app para interagir com ela. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Calum Worthy cofundador d 2Wai. Reprodução/X O vídeo da 2Wai, de quase dois minutos, foi publicado pelo cofundador da startup, Calum Worthy, e já ultrapassou 40 milhões de visualizações. Worthy, para quem não sabe, também é ator e ficou conhecido pela série "Austin & Ally", do Disney Channel, em que interpretou "Dez". O post logo recebeu uma enxurrada de comentários, a maioria críticos. "Essa é uma das coisas mais vis que já vi", escreveu uma pessoa. "Mais uma forma de as pessoas perderem completamente o contato com a realidade e evitarem o processo normal do luto", afirmou outra. 🤖 'Deathbots': testamos os robôs de IA que permitem 'conversar com os mortos' Como funciona o 2Wai? 2Wai cria "gêmeos digitais" de pessoas falecidas. Reprodução/2Wai O 2Wai é um aplicativo para criar "HoloAvatars", como a empresa chama os avatares, que não se limitam a pessoas já falecidas. A startup afirma que é possível gerar um "HoloAvatar" de "personagens", como um personal trainer, escritor, agente de viagem ou até astrólogo. Quando é de alguém que já faleceu, ele só pode ser criado se houver um vídeo gravado antes da morte — com a pessoa falando e se movimentando. A partir dessas imagens, a IA amplia o repertório do "gêmeo digital", que, segundo o 2Wai, consegue falar como a pessoa real, reconhecer o usuário e lembrar informações passadas. A empresa afirma que o app suporta mais de 40 idiomas, mas não diz se o português do Brasil está disponível. Por enquanto, o 2Wai está funcionando apenas para iPhone (iOS) nos EUA, mas chegará "em breve" a modelos Android. O serviço é totalmente gratuito atualmente, mas eles dizem que "assinaturas e compras dentro do app podem ser incluídas no futuro". Página do 2Wai na App Store. Reprodução/App Store Especialista ouvida pelo g1 alerta para o risco de dependência e para a "ilusão de realidade" ao usar IAs, especialmente durante o processo de luto. "A mesma tecnologia que oferece companhia pode gerar confusão entre o real e o simulado, criar dependência afetiva e, em alguns casos, amplificar a angústia", analisa Mariana Malvezzi, psicóloga e psicanalista da faculdade ESPM. 🔎 Grief tech: a técnica de replicar alguém que já morreu de forma digital com IA é conhecida como grief tech ("tecnologia do luto", em português). Plataformas desse tipo criam o que chamam de "clones digitais" ou "gêmeos digitais" que permitem conversar e interagir com versões virtuais de pessoas que já morreram. "Essa ilusão da IA pode minar a autonomia emocional, afastar o enlutado de rituais do luto e dificultar o movimento de simbolização, que é reconhecer a morte e, aos poucos, ressignificá-la", completa a especialista. Um em cada quatro brasileiros se imagina usando inteligência artificial para conversar com familiares já falecidos, aponta uma pesquisa da ESPM realizada neste mês para ao Dia de Finados. O levantamento ouviu 267 participantes que perderam entes queridos nos últimos dois anos. Tecnologia do tipo se espalha Inteligência Artificial já promete recursos para amenizar a dor de quem enfrenta o luto O uso de IA para "reviver" pessoas falecidas tem se tornado cada vez mais comum. Em maio, o g1 mostrou o caso de uma versão de inteligência artificial de uma vítima de homicídio que "marcou presença" em um julgamento no Arizona, nos EUA. A versão da vítima criada por IA disse ao atirador que lamentava que eles tivessem se encontrado no dia do crime, naquelas circunstâncias, e afirmou que, em outra vida, os dois poderiam ter sido amigos, segundo a agência Associated Press. Em outro caso polêmico, o jornalista Jim Acosta, ex-âncora da CNN norte-americana, "entrevistou" um avatar criado por IA de Joaquin Oliver, jovem de 17 anos morto no massacre em uma escola de Parkland, na Flórida, em 2018. O vídeo, publicado no YouTube, mostra Acosta ao lado da versão digital de Joaquin, recriada pelos pais a partir de uma foto antiga, com voz e movimentos gerados por IA. Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas Criminosos podem usar suas fotos nas redes para aplicar golpes financeiros? Por que a nova IA do Google virou a queridinha dos vídeos bizarros e bobos no TikTok

Lula encontra neste sábado, às margens do G20, chanceler alemão que criticou Belém

Publicado em: 22/11/2025 00:00

Quem é Friedrich Merz, chanceler alemão que disse que país ficou contente de deixar Belém O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúne, neste sábado (22), com o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz. O ministro alemão é o mesmo que virou assunto no Brasil após uma fala polêmica com críticas a Belém, sede da COP30. O encontro será às margens da 20ª edição da cúpula de chefes de Estado e governo do G20, que ocorre neste final de semana em Joanesburgo, na África do Sul. 🌍 O G20 reúne representantes de 19 países e da União Europeia, nações que representam cerca de 80% da economia global. A edição do ano passado foi presidida pelo Brasil e o Rio de Janeiro foi a sede da cúpula do grupo. Segundo o governo brasileiro, a edição deste ano do G20 vai discutir minerais críticos pela primeira vez. 🔎 Os minerais críticos são recursos de importância estratégica para a economia. São essenciais para a fabricação de baterias, turbinas eólicas, painéis solares e eletrônicos. Foto mostra Lula e chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, em evento preparatório para a COP30, em Belém, em 7 de novembro de 2025 Reuters/Anderson Coelho Chanceler alemão Na semana passada, Merz afirmou que a comitiva alemã na COP30 ficou contente em deixar Belém, no Pará, e voltar ao país europeu. Após elogiar a Alemanha como "um dos países mais bonitos do mundo" durante um discurso em um evento em Berlim na semana passada, o chanceler acrescentou: "Perguntei a alguns jornalistas que estiveram comigo no Brasil na semana passada: 'Quem de vocês gostaria de ficar aqui?' Ninguém levantou a mão. Todos ficaram contentes por termos retornado à Alemanha, na noite de sexta para sábado, especialmente daquele lugar onde estávamos". A fala causou mal-estar no Brasil e foi também criticada na Alemanha. O próprio presidente Lula rebateu, dizendo que Merz deveria ter aproveitado a cultura e a culinária paraenses durante a visita ao Brasil. Friedrich Merz não pretende se desculpar pela declaração sobre Belém e não vê nenhum dano às relações diplomáticas entre a Alemanha e o Brasil, segundo o porta-voz do governo, Stefan Kornelius, em coletiva na quarta-feira (19). A fala de Kornelius, no entanto, contradisse a interpretação de que o premiê teria expressado "desagrado" ou até mesmo "repulsa" por Belém. Ao mesmo tempo, o porta-voz afirmou que a fala de Merz foi tirada de contexto. Cúpula de líderes do G20 A 20ª edição da cúpula de chefes de Estado e governo do G20 ocorre nestes sábado (22) e domingo (23). Segundo o governo brasileiro, a edição deste ano do G20 vai discutir agenda econômica, mudança do clima, transição energética, minerais críticos e trabalho decente. O secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Philip Fox-Drummond Gough, afirmou que a programação do encontro na África do Sul prevê três reuniões temáticas, duas no sábado e uma no domingo, com os seguintes temas: Crescimento econômico sustentável, com abordagem no financiamento ao desenvolvimento, comércio e dívidas públicas "Mundo resiliente", dedicada à mudança do clima, redução de riscos de desastres, segurança alimentar e transição energética "Futuro Justo e Equitativo para Todos", com foco nos minerais críticos, trabalho decente e inteligência artificial Conforme o governo brasileiro, a principal entrega do encontro será a Declaração de Líderes, que está em negociação. Entre os avanços já consolidados ao longo da presidência sul-africana, o embaixador destacou o pioneirismo no tema dos minerais estratégicos. Conforme o governo brasileiro, a principal entrega do encontro será a Declaração de Líderes, que está em negociação. Entre os avanços já consolidados ao longo da presidência sul-africana, o embaixador destacou o pioneirismo no tema dos minerais estratégicos. “É a primeira vez que o G20 consegue um documento sobre minerais críticos, reforçando a ideia de que os países devem buscar o beneficiamento de minerais na origem”, afirmou.

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Cerca de 20% dos produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos seguem com tarifas entre 40% e 50%

Publicado em: 21/11/2025 21:32

Itens que têm maior peso na balança comercial continuam com alguma sobretaxa dos EUA A decisão do governo americano de retirar a sobretaxa de parte das exportações brasileiras deixou de fora itens com maior peso na balança comercial - principalmente os produtos industriais. A decisão do governo americano é retroativa a 13 de novembro e vem na esteira do aumento da inflação nos Estados Unidos, que atingiu 3% nos últimos 12 meses. Itens como café e carne, que os americanos importam em grande quantidade do Brasil, pesaram nessa conta. Duzentos e trinta e oito produtos brasileiros deixaram de pagar a sobretaxa de 40%. Esses produtos representam 36% das exportações para os Estados Unidos; ou em termos financeiros, US$ 14 bilhões. Os Estados Unidos, que são os maiores compradores do café brasileiro, ficam com 16% do que é exportado pelo país. Márcio Ferreira, presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, afirmou que o tarifaço fez as exportações do setor caírem pela metade entre agosto e outubro, na comparação com 2024. Agora, ele comemora a nova decisão de Donald Trump: “Realmente, foi uma notícia esplêndida. Nos últimos três meses, o prejuízo do Brasil com Estados Unidos foi da ordem de US$ 600 milhões. Ainda temos por trabalhar o café solúvel, porque esse não foi retirado. É um produto final acabado e que gera três a quatro empregos comparado ao café em grão. E, obviamente, que a gente sabe que é um trabalho complementar, mas em um prazo muito curto esperamos trazer de volta também para tarifa zero". A lista de produtos que não pagarão mais sobretaxas inclui também carnes, frutas, castanha de caju e especiarias. O setor de frutas abriu novos mercados nos últimos meses, batendo recorde de exportações entre julho e setembro. Os Estados Unidos compravam 17% de todas as frutas exportadas pelo Brasil. Com o fim do tarifaço, as expectativas para 2026 são muito boas. “Estamos de volta ao jogo, fortes. Então, nós estamos muito felizes para que nós possamos continuar fortes nas exportações”, afirma Guilherme Coelho, presidente da Associação dos Produtores de Frutas. Na quinta-feira (21), logo após a reversão das tarifas, o presidente Lula comemorou o anúncio americano durante a abertura do Salão do Automóvel, em São Paulo. Em um vídeo publicado em uma rede social, Lula disse que o agradecimento ao presidente Donald Trump seria apenas parcial: “Eu vou lhe agradecer só parcialmente porque eu vou agradecer totalmente quando tudo estiver acordado entre nós" Cerca de 20% dos produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos seguem com tarifas entre 40% e 50% Jornal Nacional/ Reprodução 64% das exportações brasileiras continuam sujeitas a algum tipo de tarifa adicional; 22% com sobretaxas entre 40% e 50%. É o caso de couro, pescados, mel e produtos industrializados como máquinas, motores, autopeças, aviões e do setor de madeira. “Em média, 50% da nossa balança comercial exportadora é com destino aos Estados Unidos. Cada dia que se arrasta essa negociação, nós vamos perdendo um share de participação que foi construído há décadas no mercado americano”, afirma Paulo Pupo, superintendente da Associação Brasileira da Madeira Processada. A Confederação Nacional da Indústria pediu urgência para um acordo. “O nosso grande desejo é que o governo brasileiro consiga extrair dos negociadores americanos uma suspensão temporária de todas as tarifas até o final do ano, já que o processo de negociação deve durar mais ou menos de dois a três meses. Estamos falando de pequenas, médias e grandes empresas, uma vez que mais de 10 mil empresas atuam nos Estados Unidos e estão sendo prejudicadas em grande parte pelas tarifas vigentes”, diz Frederico Lamego, da Confederação Nacional da Indústria. Especialistas avaliam que as novas rodadas de negociações com o governo americano vão envolver prioritariamente também outros temas além das tarifas. O governo brasileiro disse que está preparado para isso. O Brasil apresentou no dia 4 de novembro aos Estados Unidos, uma proposta detalhada com o que pode oferecer. O presidente em exercício, vice-presidente Geraldo Alckmin, disse que a negociação abrange mais áreas e segue sem interrupção: “Você tem temas tarifários e tem temas não tarifários. Então, temas não tarifários você tem redata, que é data center, o Brasil está atraindo investimentos na área de data center. O limitador da inteligência artificial no mundo é energia. O Brasil tem energia abundante e renovável. Terras raras, big techs, você tem toda uma pauta de conversa”. LEIA TAMBÉM Tarifaço de Trump: veja a nova lista de produtos brasileiros que ficam de fora das tarifas de 40% Tarifaço de Trump: apesar de nova lista de exceções, dois terços das exportações não estão isentas, diz CNI Após suspensão de tarifas a série produtos, Brasil trabalhará para EUA revogar sanções contra autoridades

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Mulheres do Amazonas ganham protagonismo nacional no 'Liberdade para Empreender 2025'

Publicado em: 21/11/2025 18:57

O empreendedorismo feminino Freepik A Associação Comercial do Amazonas (ACA), presente há 154 anos no desenvolvimento do comércio, da indústria e dos serviços no estado, reforça seu compromisso com o empreendedorismo feminino por meio do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura do Amazonas (CMEC-AM). O CMEC-AM integra a rede nacional do Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC Nacional), vinculada à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), atuando por meio das associações comerciais em todo o país. O CMEC Nacional funciona como um espaço de articulação para que mulheres líderes empresariais debatam temas que impactam a economia, o varejo, a indústria, o comércio e os serviços. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Além de estimular a economia criativa e a inclusão social, o conselho promove o protagonismo feminino no universo empresarial. No Amazonas, o CMEC-AM tem como missão oferecer capacitação, networking, visibilidade e representatividade para mulheres empreendedoras, fortalecendo competências em gestão, inovação e liderança, e ampliando a atuação do conselho nos municípios do estado. Liberdade para Empreender 2025 O tradicional evento “Liberdade para Empreender 2025”, organizado pelo CMEC Nacional em parceria com a CACB, é uma plataforma de debate, formação e conexão entre mulheres empreendedoras de todo o Brasil. Nesta edição, o tema será “On-line/Off-line – Empreender no Digital e Viver no Real: Equilíbrio é o Novo Sucesso”, abordando tecnologias, inovação, saúde emocional, inteligência artificial, liderança humanizada e os desafios contemporâneos das empresas. O evento oferece às participantes imersão em conteúdos atualizados e troca de experiências com mulheres de diferentes setores — comércio, serviços, indústria e cultura. A ACA e o CMEC-AM destacam a importância de levar essa iniciativa à realidade local, ampliando o acesso de associadas e empreendedoras do Amazonas à rede nacional e projetando o ecossistema amazônico no contexto brasileiro. Representatividade do CMEC-AM O CMEC-AM estará presente no evento com as seguintes lideranças da região Norte: Leonarda Safira Gaspar Pinheiro – Empresária, Diretora da ACA e Conselheira Estadual do CMEC-AM; Simone Nazareth Amazonas – Empresária e Diretora do CMEC-AM; Jeane Souza – Empresária, representando o CMEC-AM. A participação dessas lideranças reforça o compromisso da ACA com o empreendedorismo feminino e o protagonismo das mulheres do Amazonas em fóruns nacionais de negócios e cultura associativista. Convite às associadas e empreendedoras A ACA convida suas associadas, empresárias e empreendedoras da região a se engajarem com o CMEC-AM, participarem de suas ações e aproveitarem a conexão nacional proporcionada pelo evento, ampliando alcance de mercado, fortalecendo redes de apoio e inspirando novas práticas nos negócios. Mais informações, inscrições e materiais de divulgação estão disponíveis no site oficial do CMEC: www.cmecmulher.com.br.

É #FAKE que vídeo de indígena criticando Lula foi gravado na COP30; fala ocorreu em 2024

Publicado em: 21/11/2025 17:46

É #FAKE que vídeo em que indígena critica Lula foi gravado na COP30 Reprodução Circula nas redes sociais o vídeo de uma indígena fazendo críticas ao governo diante do presidente Lula (PT). As legendas alegam que a cena ocorreu durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que termina nesta sexta-feira (21) em Belém. É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como é a publicação falsa? O vídeo foi publicado em 12 de novembro no Instagram, onde passou de 118 mil curtidas. Mostra uma indígena fazendo críticas ao governo, ao Congresso e ao Judiciário durante uma cerimônia na qual Lula estava presente. Uma caixa de texto sobreposta às imagens diz: "Assistam ao vídeo que o PT não pode impedir de ser filmado. E o dia 11 ficará na história do Brasil". Mas isso é mentira: o post tira de contexto um registro feito, na verdade, em setembro de 2024 (leia mais abaixo). A descrição associa o conteúdo a conferência do clima na capital paraense: "[...]Durante o segundo dia da COP30 em Belém (11 de novembro de 2025), um grupo de manifestantes, incluindo representantes de tribos indígenas, estudantes e movimentos sociais, tentou invadir a Zona Azul, uma área restrita do pavilhão principal onde ocorrem as negociações oficiais. [...] A tentativa de invasão resultou em confrontos com a segurança, com relatos de quebra-quebra e feridos. [...] Autoridades brasileiras e da ONU estão investigando o ocorrido". O conteúdo fake viralizou após um episódio real, como relatou esta reportagem do g1: Protesto no segundo dia da COP30 deixa seguranças feridos e bloqueia saída na Blue Zone. O texto citou que um grupo com dezenas de pessoas passou pelas portas do pavilhão e tentou avançar rumo aos espaços onde estavam os participantes da conferência. Os manifestantes foram impedidos e acabaram entrando em confronto com os seguranças. Vídeos do protesto mostraram que a tentativa de invasão começou com a aproximação de um grupo que usava trajes indígenas. Logo na sequência, outros manifestantes carregando bandeiras de coletivos estudantis e faixas de protesto contra a exploração de petróleo chegaram ao espaço. ⚠️ Por que o post é mentiroso? Embora seja real – e não algo produzido por inteligência artificial (IA), por exemplo –, a cena ocorreu pouco mais de um ano antes da COP30. Ela foi gravada em 12 de setembro de 2024, durante o evento que marcou o retorno do Manto Sagrado Tupinambá ao Brasil. O Fato ou Fake extraiu trechos do vídeo e pesquisou esses fragmentos em motores de busca, como o Google Lens. Essa busca pode revelar se imagens idênticas foram publicadas antes na internet e em que contexto. Os resultados revelam que as mesmas cenas podem ser vistas no vídeo publicado em 2024 no canal do Ministério da Educação no YouTube. A indígena que fala no registro é a liderança indígena Yakuy Tupinambá, como relatou uma reportagem publicada na época pelo g1. Na ocasião, ela disse: "Temos hoje o pior congresso da história da República. Um judiciário egocêntrico e parcial e um governo, senhor presidente, que nós entendemos o porquê, enfraquecido, acorrentado às alianças e conchavos para se manter no poder". Em outro momento, falou a Lula: "Não somos seus oponentes". Esse trecho foi omitido do vídeo que viralizou recentemente e associou falsamente o material à COP30. Em seu discurso no local, o presidente respondeu à crítica da Yakuy Tupinambá. "E eu queria apenas que a companheira que falou aqui mudasse o seu discurso. Aqui não tem subserviência para ficar no poder, eu não preciso disso. O que você tem é inteligência política para saber que eu tenho um partido com 70 deputados em 513, que eu tenho 9 senadores em 81 e para eu aprovar as coisas eu sou obrigado a conversar com quem não gosta de mim, eu sou obrigado a convencer as pessoas a votarem". E continuou: "Um presidente da República não pode só fazer discurso, um presidente da república tem que cumprir a constituição, tem que cumprir a regra do jogo. Tem que respeitar a decisão do Congresso nacional, tem que respeitar a decisão da Justiça e, ao mesmo tempo, nós temos que preservar, temos que lutar". É #FAKE que vídeo em que indígena critica Lula foi gravado na COP30 Reprodução Veja também É #FAKE vídeo de idosos em asilo explicando fantasias de Halloween nos EUA É fake vídeo de idosos explicando fantasias cômicas para Halloween; tudo foi feito com IA VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

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Itapipoca recebe a 4ª edição do Seminário de Inovação e Gestão Avançada

Publicado em: 21/11/2025 16:14

Evento acontece em Itapipoca divulgação Itapipoca mais uma vez leva aos empreendedores o tema da inovação, da gestão e do empreendedorismo no Ceará. Realizado pelo Sebrae/CE e entidades parceiras, a 4ª edição do SIGA – Seminário de Inovação e Gestão Avançada acontece nos dias 03 e 04 de dezembro. O evento é um dos mais relevantes espaços de debate, formação e inspiração para empresários, potenciais empreendedores, gestores e estudantes interessados em tecnologia, tendências e estratégias de negócios. Com o tema “O Futuro do Varejo Começa Agora: Inteligência Artificial como Aliada do Pequeno Negócio”, o SIGA 2025 traz uma abordagem atual e necessária sobre como as empresas podem incorporar inovação e ferramentas de IA em sua rotina para ampliar competitividade, produtividade e sustentabilidade. A abertura oficial acontece na noite do dia 03, com palestra da jornalista e influenciadora Thais Lopes, seguida de momentos de interação e sorteio de brindes. No dia 04, pela manhã, o workshop conduzido por Danilo Pereira trará insights sobre vendas e atendimento para pequenos negócios. À noite, a programação encerra com a palestra do renomado Caio Camargo e o case inspirador do Mercadinho São Luiz, apresentado por Severino Neto, reforçando a importância de histórias reais para impulsionar a visão de futuro dos participantes. Com meta de alcançar mais de 300 participantes, o SIGA 2025 fortalece a missão do Sebrae/CE, por meio do escritório regional Oeste, e das entidades parceiras em promover educação empreendedora, ampliar os canais de desenvolvimento para as micro e pequenas empresas e consolidar Itapipoca e toda a região como uma região inovadora, preparada para os desafios e oportunidades do varejo do futuro. As inscrições estão disponíveis na loja do Sebrae/CE. Acesse o link do evento.

Ufal aprova curso de graduação em Inteligência Artificial

Publicado em: 21/11/2025 15:05

Universidade Federal de Alagoas (UFAL) Reprodução/TV Gazeta A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) aprovou o curso de graduação em Inteligência Artificial (IA), vinculado ao Instituto de Computação (IC). A decisão foi tomada pelo Conselho Universitário (Consuni). O início das aulas está previsto para o semestre letivo 2026.1. A iniciativa atende ao Ministério da Educação (MEC) e está alinhada ao Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), com vigência de 2024 a 2028. A Ufal participou da construção do plano, especialmente na aplicação da IA à educação. Segundo o diretor do IC, Davi Bibiano, o processo foi ágil: levou menos de um mês para a criação do Projeto Pedagógico de Curso (PPC) e aprovação unânime no IC e no Consuni. Ele explicou que a rapidez foi necessária para garantir o cadastramento imediato no Sisu de janeiro. Bibiano destacou que o IC já conta com infraestrutura e pesquisadores capacitados em IA. O curso será oferecido no período noturno, conforme determinação do MEC, para atender à demanda social por inclusão e acessibilidade. A parceria com o Ministério também prevê novas vagas para docentes e recursos destinados à infraestrutura. Veja os vídeos que estão em alta no g1

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Japão está perto de reativar maior usina nuclear do mundo

Publicado em: 21/11/2025 14:05

Autoridades do Japão aprovaram nesta sexta-feira (21) a retomada parcial das operações da maior usina nuclear do mundo, que pode gerar energia pela primeira vez desde o desastre nuclear de Fukushima em 2011. Hideyo Hanazumi, governador da província de Niigata, onde está localizada a usina de Kashiwazaki-Kariwa, confirmou em coletiva de imprensa que apoia a retomada, que ainda precisará da permissão final do órgão regulador nuclear do Japão. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Com sete reatores, Kashiwazaki-Kariwa é a maior usina nuclear geradora de energia elétrica do mundo tanto por capacidade instalada como por produção de energia elétrica. A usina teve as operações suspensas após o terremoto seguido de um tsunami de grandes proporções que causaram o derretimento de três reatores de outra usina atômica, a de Fukushima, em 2011, controlada pela mesma empresa, a Tokyo Electric Power Co (Tepco). Veja os vídeos que estão em alta no g1 O incidente levou o Japão a interromper temporariamente a geração de energia nuclear. No entanto, o país insular com poucos recursos naturais planeja dar novo impulso à energia atômica de modo a reduzir sua forte dependência nos combustíveis fósseis, alcançar a neutralidade de carbono até 2050 e atender às crescentes necessidades energéticas geradas pela inteligência artificial. Desde a paralisação pós-Fukushima, 14 reatores de outras empresas, principalmente nas regiões oeste e sul, retomaram suas operações sob rigorosos padrões de segurança. Aumento da demanda A demanda por eletricidade deve aumentar devido à expansão de data centers e do setor de semicondutores. A usina de Kashiwazaki-Kariwa, com 400 hectares, localizada na costa do Mar do Japão de frente para a Península Coreana, deverá marcar a primeira retomada das operações da Tepco, que também era a operadora de Fukushima, desde o desastre. A enorme instalação foi equipada com uma parede de 15 metros para casos de tsunami, novos sistemas de energia de reserva em terrenos mais altos e outras medidas. Antes do terremoto e tsunami de 2011, que matou cerca de 18.000 pessoas, a energia nuclear gerava aproximadamente um terço da eletricidade do Japão, com os combustíveis fósseis contribuindo com a maior parte do restante. Fukushima, no Japão Jornal Nacional/ Reprodução Yoko Mulholland, do think tank climático E3G, avalia que a primeira-ministra Sanae Takaichi, que assumiu o poder no mês passado, está mais focada do que os líderes anteriores na retomada da energia nuclear. "Takaichi coloca a expansão da capacidade de energia nuclear e a autossuficiência em um lugar mais central na política energética, sem muita ênfase na expansão das energias renováveis", afirmou. Metas climáticas O Japão é o quinto maior emissor de dióxido de carbono do mundo, depois da China, dos Estados Unidos, da Índia e da Rússia, e depende fortemente da importação de combustíveis fósseis. Quase 70% das necessidades energéticas do Japão em 2023 foram supridas por usinas termelétricas a carvão, gás e petróleo, percentual que Tóquio pretende reduzir para entre 30% e 40% nos próximos 15 anos. Quase todo o total dos combustíveis fósseis precisa ser importado, a um custo de cerca de 500 milhões de dólares (R$ 2,6 bilhões) por dia. Tóquio, no entanto, pretende tornar as energias renováveis sua principal fonte de energia até 2040. De acordo com um plano aprovado pelo governo em fevereiro, a energia nuclear representará cerca de 20% do fornecimento de energia do Japão até o ano fiscal que começa em abril de 2040 – um aumento relevante em relação aos 8,5% registrados em 2023/24. Por que imigrantes brasileiros no Japão estão preocupados com nova primeira-ministra Alto custo da energia eólica O país também estabeleceu novas metas ambiciosas que devem elevar a contribuição da energia eólica para a matriz energética para entre quatro e oito por cento até o ano fiscal de 2040. Comparado a cerca de 1% atual. Mas os custos da energia eólica aumentam acentuadamente no país. No final de agosto, o conglomerado japonês Mitsubishi desistiu de três importantes projetos de energia eólica por considerá-los não mais lucrativos. China x Japão: por que o clima entre as maiores potências da Ásia azedou; entenda crise diplomática O Japão ainda enfrenta a difícil tarefa de desativar a usina de Fukushima, um projeto que deve levar décadas. Em agosto, técnicos japoneses enviaram robôs controlados remotamente para um dos prédios do reator danificados como parte dos preparativos para remover detritos radioativos. Os níveis perigosamente altos de radiação tornam a remoção do combustível derretido e outros detritos um desafio particularmente complicado. Imagem de 18 de julho de 2007 mostra usina nuclear de Kashiwazaki Kariwa Koji Sasahara/AP

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Setor de tecnologia cresce e abre oportunidades para profissionais de sistemas

Publicado em: 21/11/2025 12:02

O setor de tecnologia segue em expansão no Brasil, impulsionado pelo avanço da inteligência artificial, computação em nuvem e segurança digital. Com isso, cresce também a demanda por profissionais qualificados na área. A Faculdade Senac tem parceria com empresas como Microsoft, Oracle, AWS e Cisco, o que fortalece e melhora aprendizado. Assessoria A Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) estima que o setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC) deve movimentar R$ 660 bilhões até 2026. Apesar do crescimento, 4 em cada 10 empresas enfrentam dificuldades para contratar profissionais capacitados, segundo a Unico.io. O curso de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas é uma das principais portas de entrada para quem quer trabalhar com tecnologia. Com duração mais curta e foco prático, ele prepara o aluno para criar, gerenciar e manter sistemas em diversas plataformas. Com a formação, o profissional pode trabalhar com desenvolvimento de softwares, aplicativos, bancos de dados, redes, infraestrutura de tecnologia, segurança da informação e controle de qualidade. Além daqueles que desejam empreender ou liderar equipes. De acordo com o Guia Salarial da consultoria Robert Half, os salários podem passar de R$ 10 mil em cargos de coordenação e arquitetura de sistemas. Há ainda chances de trabalho remoto e vagas em empresas brasileiras e estrangeiras. Estrutura moderna e foco no mercado Com mais de 2 mil horas de aulas, o curso oferece formação técnica e prática em laboratórios modernos. Os alunos participam de projetos reais, simulações e atividades que reproduzem o ciclo completo de desenvolvimento de software — o que aproxima a experiência da rotina profissional. Outro diferencial é que o curso tem parcerias com empresas como Microsoft, Oracle, AWS e Cisco, o que fortalece e valoriza o aprendizado. A formação também incentiva inovação, criatividade e empreendedorismo, preparando o aluno para trabalhar, liderar ou abrir seu próprio negócio. Como se inscrever As inscrições para o vestibular do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas já começaram. Os aprovados podem conseguir até 80% de desconto na matrícula, conforme as regras da instituição. Mais detalhes estão no site www.ms.senac.br, pelo telefone (67) 3312-6260 ou WhatsApp (67) 9 9949-2638.

Bitcoin cai ao menor nível em sete meses em meio à fuga de ativos de risco

Publicado em: 21/11/2025 09:50

O bitcoin e o ether tocaram mínimas em vários meses nesta sexta-feira, pressionados pela fuga generalizada de ativos mais arriscados na esteira de preocupações com os valuations elevados das empresas de tecnologia e enfraquecimento de apostas em cortes de juros nos Estados Unidos no curto prazo. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O bitcoin tocou uma mínima de sete meses a US$ 81.668 no pior momento nesta sexta-feira. Por volta de 9h05, registrava declínio de 5,87%, a US$ 82.100,88. O ether recuava 6,68%, a US$ 2.686,17, menor patamar em quatro meses. As criptomoedas são frequentemente vistas como um barômetro do apetite ao risco, e sua queda destaca a fragilidade do clima nos mercados nos últimos dias, com ações relacionadas ao setor de inteligência artificial -- que vinham mostrando performance robusta -- despencando e a volatilidade disparando.   "Se isso estiver refletindo o sentimento de risco como um todo, as coisas podem começar a ficar muito, muito feias, e essa é a preocupação agora", disse o analista de mercado Tony Sycamore, da IG, sobre a queda do bitcoin.   Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com a empresa de monitoramento de mercado CoinGecko, cerca de US$1,2 trilhão foram perdidos em valor de mercado de todas as criptomoedas nas últimas seis semanas.   A queda do bitcoin ocorre após uma trajetória excepcional neste ano, que o levou a uma máxima histórica acima de US$120.000 em outubro, impulsionado por mudanças regulatórias favoráveis aos criptoativos em todo o mundo. Mas analistas dizem que o mercado continua marcado por uma queda recorde em um único dia no mês passado, que resultou na liquidação de mais de US$19 bilhões em posições.   "O mercado parece um pouco desestabilizado, um pouco fragmentado, um pouco quebrado, na verdade, desde que tivemos aquela queda acentuada", disse Sycamore. Desde então, o bitcoin apagou todos os seus ganhos acumulados no ano e agora está com uma queda de 12% em 2025, enquanto o ether perdeu quase 19%. O analista Alex Saunders, do Citi, afirmou que US$80.000 seria um nível importante, pois está próximo da média de reservas de bitcoin em ETFs. Ilustração mostra representação de bitcoin. Dado Ruvic/ Reuters

Lançamento do foguete HANBIT-Nano em Alcântara é adiado para dezembro

Publicado em: 21/11/2025 07:18

Foguete HANBIT-Nano seria lançado neste sábado (22) no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) no Maranhão INNOSPACE A empresa sul-coreana Innospace, em parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB), adiou para o dia 17 de dezembro a primeira tentativa de lançamento do foguete HANBIT-Nano a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. O período da Operação Spaceward foi estendido até 22 de dezembro para permitir novos testes de segurança e ajustes técnicos. Inicialmente, o lançamento estava previsto para este sábado, 22 de novembro. A mudança foi motivada pela necessidade de aprimorar o processamento dos sinais coletados do veículo, usados para avaliar seu desempenho durante o voo. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Segundo a FAB, os ensaios realizados indicaram a necessidade de ajustes adicionais nos sistemas de aviônica, etapa considerada comum em missões inaugurais. A operação é conduzida em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB) e representa o primeiro lançamento comercial realizado a partir do território nacional. Nos últimos dias, a Innospace realizou um ensaio geral na plataforma de Alcântara, simulando todas as etapas da operação: deslocamento do veículo, preparativos, verificação da sequência de lançamento e retorno da plataforma. Os testes dos sistemas de pressão, elétrica, controle e integração foram concluídos. “O CLA permanece totalmente operacional. A extensão do período foi uma decisão conjunta e responsável, baseada nas avaliações técnicas da Innospace a partir de dados fornecidos pelo Centro, e que demanda tempo adicional para assegurar que cada sistema esteja plenamente qualificado", afirma o Diretor do CLA, Coronel Aviador Clóvis Martins de Souza. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A Operação Spaceward é coordenada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) da FAB, em parceria com a AEB. O projeto marca a entrada do Brasil no mercado global de lançamentos espaciais. Selecionada em edital público da AEB em 2020, a Innospace assinou contrato com o Comando da Aeronáutica em 2022 para operar no CLA. O foguete HANBIT-Nano levará cinco satélites e três experimentos, desenvolvidos por instituições e empresas do Brasil e da Índia. Satélites que coletam dados ambientais e levam mensagens Satélites desenvolvidos pela UFMA serão lançados em Alcântara Carlos Brito e INNOSPACE O Jussara-K, desenvolvido pela UFMA com parceiros nacionais, foi criado para coletar dados ambientais em lagoas, florestas e áreas agrícolas, medindo temperatura, umidade e gases como monóxido de carbono. O satélite também leva um módulo de inteligência artificial para testes em órbita. Já o Pion BR2 – Cientistas de Alcântara, fruto de parceria entre UFMA, AEB e outras instituições, tem caráter social: levará ao espaço mensagens escritas por cerca de 300 crianças do Maranhão, que poderão ser captadas por estações de telemetria em diferentes países. Por que foguetes podem ser lançados em Alcântara? Vista área do Aeroporto de Alcântara, localizado na área do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) Divulgação/Agência Espacial Brasileira O lançamento de foguetes em solo brasileiro, em especial, em Alcântara é possível devido a um Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) feito pelo Governo Federal, em 2019. Após a assinatura do documento, a Agência Espacial Brasileira (AEB) lançou um edital para atrair o interesse de empresas privadas na utilização do Centro de Lançamento de Alcântara. Quatro empresas foram habilitadas, dentre elas, a sul-coreana Innospace. O acordo contém cláusulas que protegem tanto a tecnologia usada pelos norte-americanos quanto pelos brasileiros. Pelo acordo, os Estados Unidos poderão lançar satélites e foguetes do local, mas o território de Alcântara continuará sendo espaço de jurisdição brasileira.

Moto G86 vale a pena? g1 comparou com 4 outros celulares

Publicado em: 21/11/2025 05:04

Celulares intermediários: g1 testa 5 modelos com bom desempenho e custo-benefício O Moto G86 faz parte da categoria de celulares intermediários lançados neste ano. Esses aparelhos lembram muito seus "primos" mais caros, com muitas funcionalidades integradas e a promessa de um preço menor (mas nem todos). 📲 Eles rodam apps com inteligência artificial – já vêm com o Gemini, do Google, pré-instalado, tiram boas fotos e, no geral, têm uma boa performance com grande duração da bateria. O Guia de Compras testou 5 modelos com sistema Android. São eles: Jovi V50 Lite (R$ 2.500) Moto G86 (R$ 2.000) Oppo Reno 13F (R$ 2.500) Samsung Galaxy A56 (R$ 2.200) Xiaomi Redmi Note 14 Pro (R$ 4.600) Os valores foram consultados nas lojas da internet no meio de novembro. Foram avaliados o design, o desempenho em tarefas cotidianas e em jogos, a duração da bateria e as câmeras dos celulares. Veja os resultados a seguir e, ao final, a conclusão. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Jovi V50 Lite Moto G86 Oppo Reno 13F Samsung Galaxy A56 Xiaomi Redmi Note 14 Pro Design Vistos de frente, os celulares intermediários testados são bastante parecidos. Todos têm telas na faixa das 6,7 polegadas, com taxa de atualização de até 120Hz. A taxa de atualização significa quantas vezes a tela “pisca” para trocar uma imagem e, quanto maior, mais rápido aparece a informação para quem está usando o aparelho. Isso é um diferencial na hora de ver vídeos e jogar. Celulares intermediários vistos de frente: Jovi, Motorola, Oppo, Samsung e Xiaomi Henrique Martin/g1 O Jovi V50 Lite, como o nome diz, é uma versão mais básica do Jovi V50 (veja o teste), com acabamento em plástico e câmeras ressaltadas na traseira. O flash acende como um “ring light” para iluminar as fotos, como no outro modelo da marca. O aparelho vem nas cores ouro ou preto. Conta com proteção IP65 contra água e poeira (saiba quais são as diferenças entre os tipos de proteção). O Moto G86 segue uma proposta mais ousada, com uma espécie de couro falso na traseira e câmeras menos evidentes. As bordas metálicas acompanham a cor do celular, disponível em grafite ou vermelho. A proteção é IP68 e IP69 (água, poeira e jatos de alta pressão). O Oppo Reno 13F lembra muito o modelo mais avançado da marca, o Reno 13 (leia o teste). A versão em preto é bastante tradicional, mas a na cor lavanda chama a atenção por ter um padrão no plástico, como se fosse uma flor rabiscada ou uma explosão. Celulares intermediários vistos por trás: Jovi, Motorola, Oppo, Samsung e Xiaomi Henrique Martin/g1 Como no Moto G86, a proteção é do tipo IP68 e IP69, com o diferencial de que a Oppo permite tirar fotos embaixo d’água, com algumas restrições (somente água doce, nada de mar ou piscina, a 2 metros de profundidade até 30 minutos). A função subaquática da câmera funciona e utiliza vibrações para expelir a água quando a sessão de fotos acaba. Com traseira em vidro e bordas em alumínio, o Samsung Galaxy A56 até parece o topo de linha Galaxy S25. Ele segue o mesmo padrão do irmão mais caro, com as câmeras alinhadas na traseira. É o celular com mais opções de cores do teste, disponível em rosa, verde, preto e cinza. A proteção é do tipo IP67. O Redmi Note 14 Pro, da Xiaomi, tem as bordas curvas, com a tela acompanhando a lateral do aparelho, que tem estrutura em alumínio. É um diferencial aos demais, que seguem o padrão mais “chapado” dos smartphones. Seu display é um pouquinho menor (6,67”) na comparação com os outros celulares do teste. Tem proteção do tipo IP68. As cores disponíveis são preto, roxo e verde. Desempenho e bateria As configurações dos cinco intermediários estão dentro do esperado para a categoria, com: Processadores da Samsung (Galaxy A56), Qualcomm (Reno 13F) e MediaTek (Jovi, Motorola e Xiaomi), fabricados no processo de 4 nanômetros, com exceção do Jovi V50 Lite, feito em 6 nm. Para comparação, os topo de linha estão em 3 nanômetros; quanto menor o número, mais "poderoso" é o chip do celular. 8 ou 12 GB de RAM. Armazenamento generoso, com 256 GB em todos os modelos. Tanto o Motorola quanto o Xiaomi vêm com uma entrada para cartões de memória padrão microSD, algo raro de encontrar nos celulares em 2025. Nos testes de desempenho (veja ao final como são feitos), os melhores resultados vieram do Moto G86, seguido por Galaxy A56 e Redmi Note 14 Pro (quase empatados) e Oppo Reno 13F. Na avaliação de performance gráfica, que indica como o smartphone lida com gráficos como vídeos e games, o Galaxy A56 ficou na frente, seguido por Redmi Note 14 Pro, Moto G86 e Reno 13F. O da Jovi ficou na última posição nos dois testes. A duração da bateria variou bastante entre os celulares do teste por conta das distintas capacidades de cada um deles. O Jovi V50 Lite teve a maior duração (17h48) por conta da maior capacidade de bateria (6.500 mAh). O aparelho foi seguido pelo Oppo Reno 13F (12h40 com 5.800 mAh de capacidade) e Galaxy A56 (12h30 com 5.000 mAh). O Redmi Note 14 Pro atingiu 11h27, com bateria de 5.100 mAh. O último lugar do teste ficou com o Moto G86, com 9h32 e 5.200 mAh. Vale ressaltar que a duração da bateria varia de acordo com o uso individual e não significa que será igual para todos. No dia a dia, caso a bateria acabe antes do previsto, os smartphones avaliados vieram com carregadores rápidos. O da Motorola é o mais “lento”, com 33W de potência. Oppo, Samsung e Xiaomi têm carregadores de 45W. O da Jovi é de 90W e promete carregar a bateria de 0 a 100% em 52 minutos. Para comparação, o carregador padrão dos iPhones é de 20W. Câmeras Tirar fotos com celular intermediário em 2025 significa ter ótimas imagens. Agradeça ao trabalho quase mágico que ocorre graças à interação entre os sensores da câmera, o processador do celular e um pouco de inteligência artificial. Jovi V50 Lite, Moto G86, Oppo Reno 13F e Galaxy A56 têm um sensor principal de 50 megapixels. O Redmi Note 14 Pro, de 200 MP. Os resultados são excelentes para todos – com pouquíssimas mudanças entre eles. Dá para notar mais mudanças no tom do céu, nas fotos a seguir. Ou nas cores da orquídea: Mas não muito nas cores dos gatos. Além disso, todos têm uma grande angular de 8 MP – o Samsung tem 12 MP. Veja abaixo: e Os aparelhos da Oppo, Samsung e Xiaomi contam ainda com uma lente macro de 2 MP (5 MP no Samsung), para tirar fotos de detalhes. Todos permitem dar um zoom, também com bons resultados. Nas fotos feitas à noite, as diferenças aparecem bastante no equilíbrio de áreas escuras e claras. Os celulares da Jovi e da Samsung foram melhores nessa tarefa que os demais. A Motorola informou que o G86 terá uas atualizações de sistema. As selfies também são de alta resolução: 32 megapixels no Jovi, Motorola e Oppo, 20 MP no Xiaomi e 12 MP no Samsung. Conclusão Todos os celulares testados têm um bom desempenho no geral e tiram ótimas fotos. A duração da bateria variou bastante na avaliação, mas não são aparelhos que vão deixar seus donos sem energia no meio do dia. Na comparação pela melhor relação custo/benefício, o Moto G86 e o Samsung Galaxy A56, ambos na faixa de preço de R$ 2.200, são a melhor escolha. Além do valor, ambos têm boas câmeras e um ótimo desempenho. Na duração de bateria, o Jovi V50 Lite liderou com folga, com quase 18h de uso, seguido por Oppo, Samsung (ambos na faixa das 12h30) e Xiaomi (11h30). O Moto G86 teve a menor duração nos testes, com 9h32. Mas o da Jovi foi mais lento que os demais no desempenho. O tempo que a fabricante promete atualizar o sistema Android dos celulares é um ponto a levar em consideração na hora da compra. Com mais tempo de atualizações, mais durável pode ser o aparelho. O sistema, desenvolvido pelo Google, está hoje na versão 15, apesar de a versão 16 já estar disponível nos modelos mais caros, como os dobráveis. A Jovi informa que o V50 Lite contará com duas atualizações de Android e três anos de atualizações de segurança. A Motorola informou que o G86 terá duas atualizações de sistema e quatro anos de updates de segurança. No Oppo Reno 13F, serão seis anos de atualizações de segurança e cinco upgrades de Android. A Samsung diz que o Galaxy A56 tem seis anos de atualizações de segurança e que o produto terá suporte para até seis gerações de upgrade do Android. Para o Redmi Note 14 Pro, serão 3 atualizações de Android e quatro anos de updates de segurança. Como foram feitos os testes Os aparelhos foram emprestados pelas fabricantes e serão devolvidos. Para os testes de desempenho, foram utilizados três aplicativos: PC Mark e 3D Mark, da UL Laboratories, e o GeekBench 6, da Primate Labs. Eles simulam tarefas cotidianas dos smartphones, como processamento de imagens, edição de textos, duração de bateria e navegação na web, entre outros. Esses testes rodam em várias plataformas – como Android, iOS, Windows e MacOS – e permitem comparar o desempenho entre elas, criando um padrão para essa comparação. Para os testes de bateria, as telas dos smartphones foram calibradas para 70% de brilho, para poder rodar o PC Mark. Isso nem sempre é possível, já que nem todos os aparelhos permitem esse ajuste fino. Os testes foram feitos com as telas com taxa de atualização padrão (60 Hz). A bateria foi carregada a 100% e o teste rodou por horas até chegar ao final da carga. Ao atingir 20% ou menos de carga, o teste é interrompido e mostra o quanto aquele smartphone pode ter de duração de bateria, em horas/minutos. Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável. Quem são os novos fabricantes chineses que vendem celulares no Brasil? Celulares dobráveis em 2025: mais opções, mas bem mais caros

Lula viaja para o G20 na África do Sul; cúpula vai discutir minerais críticos pela primeira vez

Publicado em: 21/11/2025 00:00

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) embarcou na noite da quinta-feira (20) para Joanesburgo, na África do Sul, onde participará da 20ª edição da cúpula de chefes de Estado e governo do G20, que ocorre nestes sábado (22) e domingo (23). 🌍O G20 reúne representantes de 19 países e da União Europeia, nações que representam cerca de 80% da economia global. A edição do ano passado foi presidida pelo Brasil e o Rio de Janeiro foi a sede da cúpula do grupo. Além de participar da cúpula, o presidente Lula deve ter uma reunião bilateral com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. Nesta semana, os dois chefes de Estado conversaram por telefone e acordaram manter encontro à margem do evento em Joanesburgo para tratar especificamente da facilitação e do aprofundamento do comércio entre os dois países. É esperado que Lula se reúna com outros líderes também. Minerais críticos Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo o governo brasileiro, a edição deste ano do G20 vai discutir agenda econômica, mudança do clima, transição energética, minerais críticos e trabalho decente. 🔎Os minerais críticos são recursos de importância estratégica para a economia. São essenciais para a fabricação de baterias, turbinas eólicas, painéis solares e eletrônicos. O secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Philip Fox-Drummond Gough, afirmou que a programação do encontro na África do Sul prevê três reuniões temáticas, duas no sábado e uma no domingo, com os seguintes temas: Crescimento econômico sustentável, com abordagem no financiamento ao desenvolvimento, comércio e dívidas públicas "Mundo resiliente", dedicada à mudança do clima, redução de riscos de desastres, segurança alimentar e transição energética "Futuro Justo e Equitativo para Todos", com foco nos minerais críticos, trabalho decente e inteligência artificial Conforme o governo brasileiro, a principal entrega do encontro será a Declaração de Líderes, que está em negociação. Entre os avanços já consolidados ao longo da presidência sul-africana, o embaixador destacou o pioneirismo no tema dos minerais estratégicos. “É a primeira vez que o G20 consegue um documento sobre minerais críticos, reforçando a ideia de que os países devem buscar o beneficiamento de minerais na origem”, afirmou. O presidente Lula e o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, em imagem de 2024 Divulgação

Palavras-chave: inteligência artificial

Embraer fecha parceria com a Holanda para desenvolver tecnologias na área militar

Publicado em: 20/11/2025 16:17

Vista da sede da Embraer, em São José dos Campos, interior de SP Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo A Embraer, fabricante brasileira de aviões com sede em São José dos Campos (SP), anunciou nesta quinta-feira (20) que fechou uma nova parceria com a Holanda para desenvolver tecnologias na área militar. Segundo a Embraer, o acordo prevê que os estudos e pesquisas possam fortalecer o sistema de defesa holandês. Para isso, a Embraer vai colaborar com a Organização Holandesa para Pesquisa Científica Aplicada e empresas do ramo de defesa e tecnologia, desenvolvendo sistemas multiagentes e gestão de dados para apoiar missões de vigilância e ampliar a agilidade operacional. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp A parceria tem como foco aplicar tecnologias baseadas em inteligência artificial para aprimorar o apoio à tomada de decisão em operações militares complexas e fornecer soluções integradas de dados, em tempo real, para potencializar a gestão de frotas. A Embraer e a Holanda possuem histórico de parcerias em estudos e também de relações comerciais. Em outubro deste ano, a Embraer anunciou a venda de 20 jatos comerciais do modelo E195-E2 para a empresa holandesa TrueNoord, em um contrato avaliado em US$ 1,8 bilhões — cerca de R$ 9,8 bilhões na cotação atual. Já em 2024, a Embraer firmou um contrato para venda de cinco cargueiros C-390 Millenium para a Holanda, para atender a Força Aérea Real Holandesa. O modelo C-390 tem capacidade de transportar 26 toneladas de carga útil – número superior à capacidade de outras aeronaves de transporte militar de médio porte. O avião também voa mais rápido (470 nós) e mais longe. A aeronave é utilizada em missões, como transporte e lançamento de cargas e tropas, evacuação aeromédica, busca e salvamento, combate a incêndios e missões humanitárias, operando em pistas não pavimentadas, em superfícies como terra compactada e cascalho. Ela também é configurada para reabastecimento aéreo. Um ano antes da aquisição, em 2023, a Embraer e o departamento de defesa e segurança da Holanda - o ‘Netherlands Industries for Defense & Security’ (NIDV) - anunciaram um acordo de cooperação para fornecimento de aviões da empresa brasileira ao país europeu. Embraer fecha contrato avaliado em R$ 9,8 bi com empresa holandesa para venda de 20 aviões Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Salão do Automóvel 2025: veja os principais lançamentos do 2º dia de evento

Publicado em: 20/11/2025 15:00

Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. Os dois primeiros dias são reservados à imprensa, que acompanha os principais lançamentos das marcas participantes da exposição. O g1 acompanhou mais um dia de apresentações e traz um compilado sobre o que há de melhor desembarcando no mercado brasileiro. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Jeep Avenger Vinicius Montoia/g1 A Jeep apresentou, nesta quinta-feira (20), durante o Salão do Automóvel 2025, novos detalhes do SUV Avenger, que chegará ao Brasil no próximo ano. Com dimensões menores que as do Renegade, estreia como o SUV mais acessível da marca, com produção nacional em Porto Real (RJ). O objetivo é claro: enfrentar a concorrência de marcas que vêm apostando em SUVs menores e mais baratos, como Volkswagen Tera, Renault Kardian e Citroën Basalt. O Chevrolet Sonic também entra nessa disputa ao ser apresentado como o “SUV do Onix”. Saiba mais na reportagem abaixo. Jeep apresenta o Avenger, SUV mais barato da marca Fiat Fiat Abarth André Fogaça/g1 Cercada de expectativa, a Fiat revelou apenas o Pulse Stranger Things, modelo inspirado na série de suspense da Netflix, durante o Salão do Automóvel de 2025. O carro traz um acabamento distinto do padrão, ao estilo da linha Abarth de esportivos da marca. No interior, o acabamento escurecido e os tons mais sóbrios da cabine aproximam o visual do estilo adotado pela série. Saiba mais na reportagem abaixo. Fiat mostra o Pulse Stranger Things, baseado na série de TV Leapmotor Leapmotor C16 divulgação/Leapmotor A Leapmotor apresentou o C16. O modelo é um SUV de luxo de seis lugares que foge do foco mais acessível dos demais veículos da marca já vendidos no país. A central multimídia tira proveito do espaço e segue outra tendência ao trazer inteligência artificial embarcada. Diferente dos rivais, a IA é da Deepseek, mas o objetivo é o mesmo: aumentar a capacidade do carro entender comandos de voz menos diretos e objetivos. Mesmo marcando presença no Salão do Automóvel, a Leapmotor ainda não confirmou o lançamento do C16 no Brasil. Segundo a marca, a exibição do modelo serve para testar o interesse do público. Saiba mais na reportagem abaixo. Leapmotor apresenta C16, SUV de luxo com IA na central multimídia Lecar Flávio Figueiredo, CEO da Lecar André Fogaça/g1 A Lecar apresentou apresentou um protótipo da picape Campo, modelo que chegará para brigar com a Fiat Toro e foi revelado com exclusividade pelo g1. A picape apareceu também como mock-up, ou seja, apenas um esboço do produto, não funcional. A cor azul é a mesma utilizada no mostruário do SUV 459. Muitas partes do carro foram forjadas em isopor. A marca também mostrou o Tático, um conceito de jipe híbrido flex que a marca pretende fabricar no Espírito Santo. Segundo a Lecar, o "jipão" terá 1 mil quilômetros de autonomia. Lecar Tático divulgação/Lecar Apesar de ainda ser um conceito, a Lecar garante que o projeto traz reforços estruturais, suspensão preparada para trilhas e um interior amplo e funcional. A empresa ajustou seu cronograma sobre o complexo industrial da Lecar em Sooretama (ES) e confirmou que as obras começam no primeiro trimestre de 2026, com início da produção no segundo semestre de 2027. Em entrevista ao g1 em 2024, Figueiredo Assis havia prometido os protótipos da Lecar rodando já no primeiro semestre de 2025, com as primeiras unidades entregues em agosto de 2026. Saiba mais na reportagem abaixo. Lecar mostra picape Campo e anuncia jipe como terceiro carro da marca Salão do Automóvel 2025 A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento

Palavras-chave: inteligência artificial