Arquivo de Notícias Resultados para: "inteligência artificial"

Empresário escapou de ataque com granada por causa de falha técnica, diz delegado

Publicado em: 04/02/2026 19:09

Homens são presos por tentar matar empresário com granada em drone O ataque com uma granada presa a um drone feito contra um empresário em Itaberaí, no noroeste de Goiás, não aconteceu por conta de uma falha técnica, segundo a Polícia Civil. De acordo com o delegado Ricardo Ramos, o explosivo não chegou a tocar o chão e, por isso, não foi ativado. O g1 não conseguiu localizar a defesa dos suspeitos. Durante coletiva de imprensa, Ricardo explicou que o drone contava com um suporte para a granada, que deveria se soltar do explosivo ao tocar no chão, algo que não aconteceu. “Ao atingir o chão, o suporte soltaria da granada e ela, sem aquela pressão, poderia realizar a explosão. Mas houve algum erro de execução e o drone acabou caindo em cima do telhado da casa da vítima”, contou André. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Após a falha na execução do plano, os criminosos fizeram uma tentativa de resgatar o equipamento anterior, mas também não tiveram sucesso. O delegado contou que eles utilizaram um segundo drone com gancho para tentar resgatar o primeiro, mas ele também caiu por não suportar o peso. De acordo com a polícia, os criminosos fizeram duas tentativas de ataque entre os dias 15 e 17, e o crime teria sido motivado por uma dívida agrícola estimada em R$ 1,5 milhão. LEIA TAMBÉM: ENTENDA: Empresário sofre tentativa de assassinato com granada lançada por drone por causa de dívida de R$ 1,5 milhão, em Itaberaí Explosivos de ‘grande calibre’ de uso exclusivo das Forças Armadas são encontrados em Goiânia, diz polícia Homem é preso suspeito de descartar explosivos de uso exclusivo das Forças Armadas encontrados em terreno, em Goiânia Três suspeitos de realizar o ataque foram presos e vão responder por tentativa de homicídio qualificado, extorsão qualificada e posse de artefato explosivo de uso restrito. A Polícia Civil ainda investiga a participação de possíveis outros envolvidos no crime. Dívida e ameaças Suspeitos de usarem drone com granada contra empresário faziam ameaças, em Goiás Reprodução/TV Anhanguera O delegado Ricardo destacou que acredita que o grupo estava responsável apenas por fazer a cobrança da dívida, e que ainda trabalha para identificar o possível mandante do crime. Segundo a investigação, o empresário atua na produção agrícola em Itaberaí e adquiriu sementes de milho por meio de um intermediário. Após uma colheita abaixo do esperado, ele pediu mais prazo para quitar a dívida, o que teria provocado uma escalada de ameaças. Inicialmente, as intimidações foram verbais e veladas. Com o tempo, passaram a ser diretas e culminaram no atentado com explosivos. Mesmo após a tentativa frustrada, os criminosos enviaram mensagens irônicas como perguntando se a vítima teria "gostado do presente", de acordo com a polícia. Prisões A Polícia Civil identificou que o grupo é oriundo de Primavera do Leste (MT) e atua em várias regiões do país com extorsões e cobranças violentas. Três homens foram presos. Para dificultar a identificação, os suspeitos usavam perfis falsos em redes sociais, com imagens geradas por inteligência artificial, além de números de telefone registrados em CPFs de terceiros. As prisões aconteceram em Mato Grosso e foram antecipadas por causa do risco iminente de um novo ataque. Dois suspeitos foram presos dentro de um veículo e o terceiro em Primavera do Leste. Drone é usado para tentar lançar granada, em Goiás Reprodução/ TV Anhanguera 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

Palavras-chave: inteligência artificial

FPFtech lança Ensino Médio Técnico integrado ao seu parque tecnológico

Publicado em: 04/02/2026 16:03

Estudantes da Escola FPFtech durante cerimônia de formatura Divulgação Em 2026, enquanto parte do país ainda debate como aproximar educação e mercado, a Fundação Paulo Feitoza (FPFtech) coloca em funcionamento um modelo que antecipa o futuro da formação profissional. Sediada em Manaus e com mais de 23 mil alunos formados ao longo de sua trajetória, a FPFtech dá início a um novo ciclo educacional ao integrar sua oferta de cursos técnicos e graduação à estrutura física e funcional do seu parque tecnológico. A proposta rompe com a lógica tradicional da formação profissional isolada da realidade produtiva. No novo modelo, os alunos passam a aprender dentro do mesmo ecossistema onde circulam pesquisadores, engenheiros, startups, desenvolvedores e empresas que atuam com tecnologias emergentes. Mais do que acessar laboratórios, os estudantes vivenciam a inovação aplicada como parte da rotina, com orientação prática, desafios reais e contato direto com o que há de mais atual na indústria 4.0. “Não estamos apenas formando para o mercado. Estamos formando dentro dele”, afirma o diretor educacional da Fundação, Niomar Pimemta. “A proposta é preparar pessoas que compreendam o funcionamento do mundo atual digital, automatizado, inteligente e que sejam capazes de construir soluções a partir disso.” O movimento de 2026 marca a consolidação de três frentes interligadas: a ampliação dos cursos técnicos, com a entrada da nova formação em Eletrônica; o fortalecimento dos cursos de graduação em Engenharia da Computação, Engenharia de Software e Tecnólogo em Automação Industrial; e a abertura do novo Ensino Médio Técnico com formação em Desenvolvimento de Software, já estruturado sob o mesmo princípio de integração. No centro dessa proposta está o parque tecnológico da própria FPFtech um espaço que concentra laboratórios de pesquisa, centros de desenvolvimento, startups parceiras e projetos de inovação com empresas do Polo Industrial de Manaus. Ao trazer o ensino para dentro dessa estrutura viva, a Fundação estabelece um ecossistema único na região, onde educação, indústria e tecnologia não apenas se encontram, coexistem. Esse modelo responde diretamente aos desafios da nova economia digital, em que competências técnicas precisam caminhar ao lado de habilidades socioemocionais, visão crítica e capacidade de adaptação. A grade curricular dos cursos combina prática em tecnologias como inteligência artificial, gêmeos digitais, automação, IoT e desenvolvimento de software com conteúdos voltados a projeto de vida, finanças pessoais, empreendedorismo e trabalho colaborativo. “O profissional que vai se destacar daqui em diante não é só quem entende de tecnologia, mas quem entende o impacto dela na sociedade, nos negócios e nas pessoas”, afirma Nancy Cavalcante, Gestora Educacional. “E isso exige mais do que aulas. Exige contexto, direção e vivência.” Com esse novo passo, a Fundação Paulo Feitoza reforça seu papel como referência na formação de talentos no Norte do Brasil, ao mesmo tempo em que propõe uma resposta concreta aos desafios estruturais da educação profissional no país: a distância entre o que se ensina e o que o mundo exige. Embora o curso esteja inserido no Parque Tecnológico da Fundação, toda a rotina dos alunos será realizada em espaços exclusivos e com acompanhamento constante da equipe pedagógica. A convivência com profissionais de outras áreas será cuidadosamente planejada, garantindo um ambiente seguro, estruturado e adequado à faixa etária dos estudantes. As matrículas para os cursos técnicos e superiores estão abertas. Mais informações estão disponíveis em: https://site.fpftech.com/landing-page-ensino-medio-tecnico

Operação da PF mira venda ilegal de dados de pacientes do SUS

Publicado em: 04/02/2026 12:17

Operação da PF mira venda ilegal de dados de pacientes do SUS Arquivo/Agência Brasil A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira (4) uma operação para desarticular uma estrutura empresarial que acessava e vendia ilegalmente dados sensíveis de saúde de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão na capital paulista e nas cidades de Vinhedo e Valinhos, no estado de São Paulo. A investigação teve início após notificação do Ministério da Saúde, por meio do Datasus, acerca de um incidente de segurança cibernética envolvendo uma ferramenta comercializada pela empresa investigada, baseada em inteligência artificial e destinada a profissionais de saúde. As apurações indicaram que o sistema permitia o acesso indevido a informações clínicas sigilosas de pacientes, mediante consulta por dados identificadores. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Durante as diligências, a Justiça Federal determinou a suspensão imediata de domínios e de APIs vinculados à empresa, com o objetivo de interromper a continuidade da exposição dos dados. Os investigados poderão responder pelos crimes de invasão de dispositivo informático e de receptação qualificada de dados. As penas somadas podem chegar a 13 anos de reclusão, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no curso das investigações.

Palavras-chave: inteligência artificial

Operação da PF contra venda de dados de pacientes do SUS cumpre mandados na região de Campinas

Publicado em: 04/02/2026 11:46

Operação da PF contra venda de dados de pacientes do SUS cumpre mandados na região de Campinas Polícia Federal/Divulgação A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (4), na região de Campinas (SP), em uma operação contra a comercialização ilegal de dados sensíveis de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A investigação teve início após notificação do Ministério da Saúde, por meio do DataSUS, sobre um incidente de segurança cibernética envolvendo uma ferramenta comercializada pela empresa alvo da operação. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Segundo a PF, esse sistema, que utiliza inteligência artificial e é destinado a profissionais de saúde, permitia o acesso indevido a informações clínicas sigilosas de pacientes, mediante consulta por dados identificadores. A operação recebeu o nome de Glycon. Ao todo, foram cumpridos quatro mandados nas cidades de Vinhedo (SP) e Valinhos (SP), além da capital paulista. Os endereços são ligados à empresa e a seus sócios administrados. Os investigados poderão responder pelos crimes de invasão de dispositivo informático e de receptação qualificada de dados. Se condenados, as penas somadas podem chegar a 13 anos de reclusão. Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas.

Palavras-chave: inteligência artificial

Após fusão da SpaceX com a xAI, Elon Musk se torna a primeira pessoa a superar US$ 800 bilhões em patrimônio

Publicado em: 04/02/2026 07:54

Elon Musk se tornou a primeira pessoa da história a ultrapassar a marca de US$ 800 bilhões em patrimônio líquido após a SpaceX adquirir a empresa de inteligência artificial e rede social xAI. Segundo a revista Forbes, o negócio avaliou a empresa combinada em US$ 1,25 trilhão e elevou a fortuna do bilionário em US$ 84 bilhões, para um recorde de US$ 852 bilhões. Antes da operação, Musk detinha cerca de 42% da SpaceX, participação avaliada em US$ 336 bilhões com base em uma oferta privada realizada em dezembro, que estimou a empresa em US$ 800 bilhões. Ele também possuía aproximadamente 49% da xAI, avaliada em US$ 122 bilhões após uma rodada de captação que atribuiu valor de mercado de US$ 250 bilhões à empresa neste mês. Após a fusão — que atribuiu US$ 1 trilhão à SpaceX e manteve a xAI em US$ 250 bilhões —, a Forbes calcula que Musk passou a deter 43% da companhia combinada, fatia avaliada em US$ 542 bilhões. *Reportagem em atualização

Palavras-chave: inteligência artificial

Univesp abre inscrições para o vestibular 2026: são 24.029 vagas em 456 polos no estado de SP

Publicado em: 04/02/2026 06:48

Univesp oferece mais de 24 mil vagas no Vestibular 2026 Univesp A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI), abre inscrições para 24.029 vagas em 10 cursos gratuitos em diversas áreas do conhecimento. Eles estão distribuídos por 456 polos em 386 municípios paulistas, incluindo a capital, interior e litoral. Cursos oferecidos Os candidatos poderão escolher entre cursos nas áreas de Licenciatura, Computação e Negócios e Produção, com opções como Letras, Matemática, Pedagogia, Ciência de Dados, Engenharia de Computação, Inteligência Artificial, Administração, Engenharia de Produção, e Tecnologia em Processos Gerenciais. Destaca-se o novo curso de Inteligência Artificial, que visa formar profissionais capazes de projetar e gerenciar modelos de IA aplicados a diferentes contextos, como automação, visão computacional e sistemas preditivos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Inscrições e taxa de participação As inscrições devem ser feitas até o dia 11 de março (às 23h59) por meio do site oficial: vestibular.univesp.br. A taxa de inscrição é de R$ 47,50. Não há limite de idade para os candidatos, desde que tenham concluído o ensino médio ou estejam com a conclusão prevista para o período de matrícula. Para quem estiver inscrito no Cadastro Único (CadÚnico), é possível solicitar isenção da taxa entre os dias 02/02 a 06/02. 👉 Além disso, será concedida redução de 50% da taxa para candidatos que atendam a requisitos socioeconômicos específicos, como estar matriculado no Ensino Médio, EJA, ou curso superior, além de atender a critérios de renda. Processo seletivo e prova A prova do vestibular será realizada no dia 26 de abril, às 13h, com questões objetivas e redação. O gabarito oficial será divulgado no dia 27 de abril, às 15h. Já a primeira chamada dos aprovados será publicada em 1º de junho, a partir das 15h. Os locais de prova serão divulgados no site da Univesp no dia 15 de abril, às 10h. A confirmação de pagamento da inscrição poderá ser verificada pelo candidato na Área do Candidato no portal, em até cinco dias úteis após a quitação da taxa. Modalidade de Ensino Os cursos são totalmente gratuitos e ministrados no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), uma plataforma online onde os alunos acessam videoaulas, material didático e bibliotecas digitais. Além disso, os alunos têm a possibilidade de esclarecer dúvidas com os facilitadores. Para as atividades presenciais, os estudantes podem contar com a infraestrutura dos polos, com acesso a computadores, impressoras e internet, além de serviços de secretaria acadêmica e apoio ao estudante. Novidade: curso de Inteligência Artificial Uma das principais novidades do Vestibular 2026 é o Bacharelado em Inteligência Artificial, com duração de 4 anos. O curso oferece uma formação sólida para quem deseja atuar no desenvolvimento e gestão de modelos de IA, aplicados a áreas como automação, visão computacional, processamento de linguagem natural e sistemas preditivos. O presidente da Univesp, professor Marcos Borges, destacou que o modelo de ingresso adotado pela universidade proporciona mais flexibilidade para os alunos escolherem seu caminho acadêmico, com a possibilidade de migração entre cursos, especialmente no Eixo de Computação. Conhecer e usar o potencial da IA é essencial para qualquer país que queira se desenvolver nos dias de hoje. A tecnologia amplia nossa capacidade de pensar, criar e transformar. Cronograma: Período de inscrições: 2/2 a 11/3 Data da prova: 26/4, às 13h Divulgação de gabarito: 27/4, às 15h Publicação da primeira chamada: 1/6, às 15h Início das aulas: final de junho de 2026 Como fazer a inscrição Acesse o site oficial: vestibular.univesp.br Preencha a ficha de inscrição com seus dados pessoais e socioeconômicos. Efetue o pagamento da taxa de inscrição ou solicite isenção/redução, se for o caso. Acompanhe o processo de inscrição e obtenha a confirmação do pagamento na Área do Candidato. Em caso de dúvidas, os candidatos podem entrar em contato com a Central de Atendimento ao Candidato da Vunesp, pelo chat online ou telefone (11) 3874-6300 (de segunda a sexta-feira, das 08h às 18h). Para mais informações sobre os cursos e a distribuição de vagas por polo, acesse a tabela de vagas e consulte a portaria completa no site oficial do vestibular.

É #FAKE que fotos mostrem prefeito de Nova York e a mãe dele ao lado de Jeffrey Epstein; imagens foram criadas com a IA do Google

Publicado em: 04/02/2026 05:00

É #FAKE que fotos mostrem prefeito de Nova York ao lado de Jeffrey Epstein; imagens foram criadas com IA Reprodução Circulam nas redes sociais fotos supostamente mostrando Zohran Mamdani, prefeito de Nova York, e Mira Nair, cineasta e mãe dele, ao lado de Jeffrey Epstein (1953-2019), bilionário conhecido por sua ligação com uma vasta rede de tráfico sexual e de menores no início dos anos 2000. É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como são as fotos? As três "fotos" foram publicadas no X no sábado (31), um dia após o Departamento de Justiça dos Estados Unidos ter divulgado mais de 3 milhões de páginas dos arquivos do caso de Epstein. No entanto, elas foram criadas com inteligência artificial (IA) do Google (leia mais abaixo). Um dos posts, que reúne as três imagens manipuladas, tem esta legenda (originalmente, em inglês): "🚨BOMBA! Aparentemente, Zohran Mamdani foi treinado pelos melhores dos melhores. Hmmm. Internet, FAÇA O QUE SABE FAZER". Um dos registros falsos mostra Mira Nair segurando um bebê no colo, que supostamente seria Mamdani, em uma praia junto de Epstein e Bill Clinton, ex-presidente americano citado nos documentos revelados recentemente. Outro exibe Mira uma criança, novamente apontada como Mamdani, ao lado de Epstein, Clinton; Bill Gates (fundador da Microsoft e também mencionado nos arquivos); Jeff Bezos (CEO da Amazon); e Ghislaine Maxwell (ex de Epstein e condenada por crimes relacionados ao tráfico sexual de menores). O terceiro tem o mesmo grupo em uma praia, com exceção de Mira. No conteúdo, a criança identificada nos posts como Mamdani está sendo abraçada por Ghislaine, enquanto Epstein segura Clinton no colo. A mãe de Mamdani foi mencionada em um e-mail da publicitária Peggy Siegal a Epstein, de 21 de outubro de 2009. No texto, Mira é citada como uma das convidadas que participou de um evento para divulgação de um filme, que teria ocorrido na casa de Ghislane. O nome de Mira também aparece em e-mails de lista de convidados para um evento de cinema independente. ⚠️ Por que isso é mentira? O Fato ou Fake submeteu as imagens ao SynthID Detector, plataforma do Google que verifica conteúdos gerados com a ferramenta de IA da própria empresa. O resultado das três análises apontou: "Feito com IA do Google – Synth ID identificado em todo ou parte do conteúdo carregado" (veja abaixo). Essa tecnologia insere uma marca d'água para identificar conteúdo gerado com modelos de IA do Google. Esse "selo" é incorporado a vídeos, imagens, áudios ou textos fabricados sinteticamente. Embora imperceptível para humanos (que não conseguem verificar o indicador apenas assistindo às cenas ou escutando os áudios), a técnica é detectável pelo sistema. O Fato ou Fake fez uma busca reversa pelas imagens no Google Lens. Essa pesquisa serve para verificar a origem de conteúdos na internet. O resultado apontou que as imagens foram publicadas pela primeira vez por uma conta de paródias do X – a descrição menciona que o perfil publica memes e material fabricado com IA. SynthID detectou nos pontos azuis a presença da marca d'água de IAs do Google. Reprodução Veja, no vídeo abaixo, mais sobre os arquivos Epstein: Justiça dos EUA libera mais 3 milhões de arquivos do caso Epstein É #FAKE que fotos mostrem prefeito de Nova York ao lado de Jeffrey Epstein; imagens foram criadas com IA Reprodução Veja também EUA não foram 'donos' da Groenlândia durante a 2ª Guerra Mundial É #FAKE que EUA foram 'donos' da Groenlândia durante a 2ª Guerra e 'devolveram' a ilha VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Sina de Ofélia: entenda a reviravolta da música de IA que agora é copiada por humanos

Publicado em: 04/02/2026 04:00

Sina de Ofélia: como uma música de IA vem sendo copiada por humanos Cópia da cópia da cópia... É mais ou menos assim que funciona o esquema de composição das dezenas de versões brasileiras de “The Fate of Ophelia” — o hit da vez de Taylor Swift. Chamadas de “Sina de Ofélia”, as releituras começaram a surgir em dezembro de 2025 e, desde então, não param de se multiplicar. Só no Spotify, existem pelo menos 40 faixas com esse nome, e três delas aparecem no Viral 50, ranking que mostra os principais hits das redes no momento. Já no YouTube, o título “Sina de Ofélia” está em mais de 30 vídeos. Desses, muitos são clipes produzidos por inteligência artificial. É o mesmo jeitinho do qual a maioria das canções é feita. Cantando como IA A primeira “Sina de Ofélia” viralizou como meme. Sob autoria desconhecida, ela foi criada a partir de ferramentas de IA que transformaram o hit da loirinha em um pop abrasileirado, com pegada de samba e funk. A letra manteve a essência da original, mas aproximou sua linguagem aos ouvidos nacionais. Já o vocal de Taylor foi trocado pelos de Luísa Sonza e Dilsinho. Ou quase isso: a IA imitou suas vozes. O uso de voz sem autorização pode render (ao dono da canção) problemas judiciais, mas nem Luísa, nem Dilsinho se mostraram incomodados com o fato de terem tido seus vocais roubados. Pelo contrário: ambos postaram vídeos em que dublam a música e dão risada. O apoio dos cantores ajudou na repercussão de “Sina de Ofélia”, e não demorou muito para a faixa ganhar videoclipes de IA. Com mais de 1,5 milhão de visualizações, um deles mostra sósias de Luísa e Dilsinho — ela vestida de princesa, e ele de príncipe. Diante de um castelo, os cantores encenam um drama romântico que parece ter saído de um conto de fadas. Apesar do tom realista das cenas, é fácil sacar que nada ali foi gravado com seres humanos. Mas em termos de som, é difícil perceber o uso de IA. Prova disso é que muita gente pensou que os cantores tinham realmente lançado o dueto. Clipe de IA de 'Sina de Ofélia' no YouTube Reprodução/YouTube Versão para dar e vender Semanas após seu surgimento, “Sina de Ofélia” foi removida do Spotify e do YouTube. Mas logo voltou às plataformas — e dessa vez, com maior influência, ganhando dezenas de versões. Sertanejo, disco, EDM, forró, pagode baiano, R&B e trap são só alguns exemplos dos gêneros que diferenciam as versões entre si. Há também faixas com (réplicas de) vocais de cantores como Felipe Amorim e Duda Kropf. Já a letra raramente tem alteração — vez ou outra, há pequenas mudanças tipo os pronomes masculinos de “Sina de Ofélio”. Assim como a primeira releitura de “The Fate of Ophelia”, todas essas músicas foram criadas com inteligência artificial. A autoria também vem de perfis de identidade misteriosa. Mas isso tem começado a mudar. Cada vez mais artistas de carne e osso entram na onda de “Sina de Ofélia”. É o caso de cantores como Solange de Almeida, Rikinho e Raissa, que trabalharam sobre a faixa de IA. Os músicos, porém, deram humanidade à canção ao inserir ali gogó verdadeiro, produção de beats e instrumentos reais. Apesar desse tom humano, os cantores mantiveram a base melódica e a letra de IA em suas gravações. Ou seja: artistas copiaram uma obra de IA. Print de faixas de 'Sina de Ofélia' na playlist oficial do Spotify '50 Que Viralizaram - Brasil' Reprodução Copiando a cópia da cópia No mercado da música, cópias precisam de autorização expressa porque, caso contrário, existem de forma irregular. Mas será esse o caso? Sem autorização de Taylor Swift, os criadores das músicas de IA não têm direitos sobre “Sina de Ofélia”. Por isso, não podem contestar regravações das faixas. “Essas músicas de IA são versões não autorizadas de ‘The Fate of Ophelia’. Elas não são plágios, porque ‘plágio’ seria se elas estivessem se passando por outra coisa mesmo sendo idênticas à música da Taylor”, afirma o advogado Gustavo Deppe, especializado em direito autoral na música. “Se houvesse a autorização, aí, sim, haveria o direito dos versionistas.” O advogado explica que o fato de haver, ou não, o uso de IA no processo criativo musical não interfere nesse tipo de questão. As discussões sobre inteligência artificial na indústria têm tido dilemas como a definição de critérios para lucrar nas plataformas. Gustavo também diz que muitas músicas são como “Sina de Ofélia”: versões que, mesmo sem autorização do dono, ficam no ar e fazem sucesso. “O mercado da música é um tanto quanto informal. Se derrubar, derrubou. Se não, fica aí.” Clipe de 'Sina de Ofélia' Reprodução/YouTube Segundo o advogado, é necessária maior rigidez das plataformas digitais. “O Spotify recebe um pedaço desses royalties aí [das várias faixas de ‘Sina de Ofélia’]”, diz ele. “No geral, quem é rígido mesmo [contra violação de direitos] é a gravadora ou o artista.” Questionada pelo g1, a assessoria do Spotify encaminhou um artigo da empresa em que são descritas as medidas mais recentes adotadas pela plataforma para combater “os piores usos da IA generativa”. O Spotify afirma que continuará a lançar novas políticas e que atualmente tem foco em “reforço na aplicação de violações por imitação; um novo sistema de filtragem de spam; e divulgação de uso de IA em músicas com créditos dentro do padrão da indústria”. A assessoria do YouTube — plataforma que engloba videoclipes de IA de “Sina de Ofélia” —, diz que o principal objetivo do site “é garantir que o ecossistema criativo seja sustentável” e permitir que “os criadores protejam sua propriedade intelectual”. “Oferecemos um conjunto de ferramentas robustas e políticas claras para que os detentores de direitos autorais possam proteger e gerenciar seu conteúdo, desde usuários comuns até grandes empresas de mídia, diz a nota do YouTube. “Qualquer usuário pode utilizar o formulário online para remoção por direitos autorais para solicitar a retirada de vídeos que considerem infringir seus direitos. Para detentores de direitos que gerenciam grandes volumes, oferecemos ferramentas avançadas como o Copyright Match Tool e o Content ID. Se um criador copiar o conteúdo audiovisual específico de outra pessoa, nossas ferramentas e políticas permitem que o detentor de direitos solicite a remoção ou, em alguns casos, opte por monetizar o vídeo.” IA também inspira "Sina de Ofélia" virou referência para humanos copiarem a música de Taylor, mas também inspirou a criatividade artística para novas versões produzidas por mente humana. Foi assim que surgiu "Não sou Amélia", da cantora paraense Tempestade do Melody. Pensando no sucesso das versões de IA, a artista decidiu entrar na onda e compôs outra versão para "The Fate of Ophelia". A faixa, que viralizou nas redes, tem a cara do rock doido, movimento de tecnobrega que explodiu em 2025. Ao som dançante de tecnomelody, "Não sou Amélia" tem uma letra que rejeita a figura submissa da musa de "Ai Que Saudades da Amélia", hit de samba de Ataulfo Alves e Mário Lago. "Todo tempo sozinha nessa porra, você foi pro rock doido e mandou eu te esquecer. Pra quê me trouxe de volta pra sua vida? Eu não sou tua rapariga, nem Amélia", canta Tempestade na música, que soa bem mais brasileira do que qualquer outra feita por IA. Talvez, esse ainda seja um conceito humano demais para ser captado por um prompt de IA. Cena do clipe 'Não sou Amélia' Reprodução/YouTube

Palavras-chave: inteligência artificial

Estudante de escola pública passa em vestibular na USP e pode se tornar o 1º engenheiro da família no interior de SP

Publicado em: 03/02/2026 18:53

Morador de Adamantina (SP), João Gabriel Motta, de 18 anos, conquista vaga na USP Reprodução/Portal Siga Mais O sonho de passar no vestibular se tornou real para um estudante de escola pública de Adamantina, no oeste paulista. João Gabriel Motta, de 18 anos, conquistou a vaga na Universidade de São Paulo (USP) e pode se tornar o 1º engenheiro da família. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Ao g1, João Gabriel compartilhou a emoção de conquistar a vaga em uma das universidades mais renomadas do país. “Foi uma enorme alegria. Nos momentos antes da nota sair, eu, minha família e amigos estávamos muito ansiosos”, relembrou. No momento em que acessou o resultado, o estudante relatou que o site demorou alguns minutos para carregar as informações devido à alta demanda de acessos simultâneos, o que aumentou ainda mais a ansiedade. Como usar as notas do Enem para estudar no Brasil e no exterior A vaga de engenharia elétrica no campus São Carlos (SP) da Universidade de São Paulo (USP) foi conquistada por meio do Provão Paulista. Além disso, João Gabriel também foi aprovado em outros quatro vestibulares. Mesmo após a divulgação dos resultados, ele manteve a decisão de estudar na USP. “Realizei PAS-UEM [Universidade Estudal de Maringá (PR)], Comvest [Unicamp], vestibular da Unesp e Enem; em todos optei pelo curso de engenharia elétrica. Nesses consegui resultado favorável, sendo que no Enem concorri por uma vaga na Unifei [Universidade Federal de Itajubá (MG)]”, contou o estudante. Initial plugin text O caminho até a aprovação A escolha pelo curso de engenharia elétrica surgiu ainda durante o ensino médio, quando passou a se identificar com a área. “Percebi que a profissão reunia aspectos que me interessavam muito, como a possibilidade de trabalhar com tecnologia e projetar coisas”, explicou. Para alcançar a aprovação, o estudante conciliava a rotina intensa de estudos à tarde e à noite, com foco nos vestibulares, já que cursava o ensino técnico em período integral. “Gostaria de deixar um incentivo a todos que sonham em ter uma educação de qualidade”, destacou. “Acredito que atualmente a universidade pública vem se tornando mais acessível ao estudante de escola pública, principalmente no cenário paulista. Não que seja fácil, mas caso alguém se esforce, dedique, acredito que todos podem alcançar esse resultado”, completou. LEIA TAMBÉM: ‘Museu vivo’: aos 93 anos, guardião da história de Presidente Epitácio dedica a vida à fé em Nossa Senhora dos Navegantes 'Bênção' de Ana Maria Braga: chef que coleciona mais de 400 aventais relembra trajetória como padeiro após receber avental autografado Mais de 1,2 mil vagas: com foco em Inteligência Artificial, confira cursos gratuitos em Presidente Prudente João Gabriel Motta pode se tornar o 1º engenheiro da família Reprodução/Portal Siga Mais Celebração em família Ao g1, Rúbia Angélica Motta, mãe do estudante e professora, contou a felicidade ao receber a notícia da aprovação do filho. A comemoração ocorreu ao lado do irmão mais novo e do pai, que trabalha como prestador de serviços de roçagem e limpeza e também atua como empreendedor com um trailer de churros. “A família acompanhou de perto todo o esforço e a dedicação do João ao longo dos anos. Como pais, o nosso maior desejo é ver nossos filhos bem encaminhados, realizando seus sonhos, e poder estar ao lado deles apoiando cada passo dessa caminhada”, comemorou. Segundo Rúbia, desde pequeno João demonstrava muita criatividade. “Ele gostava de brincar com caixas e outros objetos, criando coisas novas a partir deles. No entanto, o interesse específico pela engenharia elétrica surgiu mais tarde”, explicou. Assim como João, outros estudantes seguem na expectativa de realizar o sonho de ingressar no ensino superior por meio do Programa Universidade Para Todos (Prouni). O resultado da primeira chamada será divulgado nesta terça-feira (3), enquanto o resultado da segunda chamada está previsto para sair no dia 2 de março. Família de João Gabriel Motta celebra juntos a conquista do rapaz Reprodução/Portal Siga Mais Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

É #FAKE que parlamentares da Dinamarca tiveram crise de riso por causa de campanha de Trump pelo Prêmio Nobel da Paz

Publicado em: 03/02/2026 18:26

É #FAKE que crise de riso em parlamentares da Dinamarca tenha a ver com exigência de Trump sobre Nobel Reprodução Circula nas redes sociais um vídeo de membros do parlamento da Dinamarca gargalhando durante uma sessão no Congresso local. A legenda alega que a causa da crise de riso é a reivindicação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo Prêmio Nobel da Paz. É #FAKE. g1 🛑 Como é o post falso? O vídeo viralizou no X, no Instagram e no TikTok no fim de janeiro. Ele mostra integrantes do parlamento da Dinamarca tendo crise de riso na sede do Legislativo do país, enquanto um deles, também às gargalhadas, tenta concluir uma fala ao microfone. A legenda de um post do X, em inglês, diz: "O parlamento dinamarquês ri da reivindicação de Trump pelo prêmio Nobel". Alguns posts incluem o seguinte texto, em português ou outros idiomas: "O Parlamento dinamarquês caiu na gargalhada com a afirmação de Trump de ter ganho um Prêmio Nobel. A primeira-ministra Mette Frederiksen não conseguia parar de rir!". Mas isso é mentira. Embora as imagens sejam reais — e não produto de inteligência artificial (IA) ou qualquer manipulação digital —, elas aparecem de contexto nessas publicações. Na verdade, a cena ocorreu em 2019 e não tem qualquer relação com Trump ou o Nobel. Naquela ocasião, os parlamentares debatiam um projeto para proibir animais selvagens em circos (leia detalhes abaixo). O conteúdo fake viralizou dias após Trump culpar a Noruega, país onde é entregue o Nobel da Paz, não ter vencido o prêmio em 2025, mesmo após uma campanha intensa. A escolhida foi a líder oposicionista venezuelana María Corina Machado. Em uma carta endereçada ao premiê norueguês, o presidente americano disse: "dado que seu país decidiu não me conceder o Prêmio Nobel da Paz por eu ter parado mais de 8 guerras, já não me sinto obrigado a pensar exclusivamente na paz — embora ela continue sendo predominante —, e agora posso pensar no que é bom e adequado para os Estados Unidos da América". Analistas viram, nesse trecho, uma alusão à crise diplomática causada pela investida de Trump para comprar a Groenlândia. Considerada um território estratégico no Ártico, a ilha pertence à Dinamarca desde 1814. A respeito desse assunto, a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, fez um discurso em 20 de janeiro no qual afirmou que "o pior ainda está por vir". ⚠️ Por que a publicação é falsa? Para encontrar a origem do vídeo original, o Fato ou Fake fez uma busca reversa pelas imagens no Google Lens. Essa pesquisa serve para verificar se o conteúdo havia sido reproduzido anteriormente por fontes confiáveis – e em que contexto. A busca levou a reportagens publicadas há mais de cinco anos pela imprensa europeia. Uma delas saiu em 10 de outubro de 2019 no site Ouest France. O primeiro parágrafo descreve: "O assunto é sério. Mas leve – afinal, estamos falando de elefantes. Na Dinamarca, o governo em breve apresentará um novo projeto de lei com o objetivo de proibir a presença de animais selvagens em circos até o final de 2019". O trecho seguinte diz: "Entretanto, em setembro, o governo de Mette Frederiksen comprou os últimos quatro elefantes de circo do país para lhes oferecer uma aposentadoria tranquila. Os nomes dos paquidermes são Ramboline, Lara, Djunga e Jenny. Um dos elefantes havia feito amizade com um camelo, então o camelo também foi comprado para que ficassem juntos". O relato termina citando que "quando os nomes dos animais foram mencionados, [...] a primeira-ministra dinamarquesa caiu na gargalhada", contagiando outros presentes. A reportagem inclui o link para um vídeo no canal do YouTube da emissora Euronews, intitulado (em francês): "O Parlamento dinamarquês cai na gargalhada com uma história sobre elefantes". É #FAKE que crise de riso em parlamentares da Dinamarca tenha a ver com exigência de Trump sobre Nobel Reprodução Veja também EUA não foram 'donos' da Groenlândia durante a 2ª Guerra É #FAKE que EUA foram 'donos' da Groenlândia durante a 2ª Guerra e 'devolveram' a ilha VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Palavras-chave: inteligência artificial

É #FAKE vídeo de Robert De Niro queimando bandeira dos EUA; cena foi criada com a IA do Google

Publicado em: 03/02/2026 15:23

É #FAKE vídeo que mostra Robert De Niro queimando bandeira dos EUA; cenas foram geradas por IA Reprodução Circula nas redes sociais um vídeo mostrando o ator americano Robert De Niro, de 82 anos, com isqueiro na mão e prestes a queimar uma bandeira dos Estados Unidos. É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como é o vídeo falso? O vídeo, que viralizou neste início de fevereiro no X, no Facebook e no Instagram, simula o que seria um "protesto" do astro de Hollywood contra a política anti-imigração do presidente Donald Trump. Um post publicado nesta segunda-feira (2) no X, onde o registro teve mais de 280 mil visualizações, diz: "Parece que Robert De Niro já deu o que tinha que dar com os Estados Unidos. O ator lendário diz que está cansado da América sob Trump, critica duramente o ICE [Serviço de Imigração e Alfândega americano] e cogita se mudar para a Europa [...]". Mas, na verdade, a cena foi fabricada com inteligência artificial (IA), como apontam duas ferramentas que detectam esse tipo de conteúdo. Além disso, o escritório que representa o ator desmentiu o material (leia detalhes abaixo nesta reportagem). No registro, a versão fake de Robert De Niro acende um isqueiro com a mão direita e, com a esquerda, segura uma pequena bandeira americana (na qual se lê "bye bye"). Tudo se passa em um ambiente fechado e escuro, similar a um gabinete. Em uma das paredes, há uma foto que alude à ex-vice-presidente Kamala Harris, derrotada por Donald na eleição presidencial de 2024. As publicações mentirosas viralizaram em meio a recentes manifestações reais de artistas contra Trump, como as ocorridas no Grammy 2026, neste domingo (dia 1º). Assista abaixo: Bad Bunny é aplaudido em discurso contra agência de imigração nos EUA: 'Não somos animais' ⚠️ Por que o vídeo é mentiroso? O Fato ou Fake submeteu o vídeo a dois detectores de conteúdos criados com IA, e ambos apontaram uso desse recurso. Veja o resultado das análises (e os infográficos ao término no texto): Hive Moderation – 99% de probabilidade de material ser sintético. SynthID Detector – A ferramenta do Google identifica conteúdo gerados com a IA da própria companhia. Resultado: "Feito com a IA do Google. Synth ID identificado em todo ou parte do conteúdo carregado". Essa tecnologia aplica uma marca d'água (diretamente em vídeos, imagens, áudios ou textos) imperceptível para humanos, mas rastreável pelo sistema. O Fato ou Fake também procurou o escritório de relações públicas Rosenfield Media Group (RMG), que representa De Niro, e questionou se o vídeo era verdadeiro. A resposta, por e-mail, diz: "100% falso". Ao contrário do que sugere o post fake, o ator tem mostrado disposição de resistir a Trump, sem se mudar dos Estados Unidos. Em uma entrevista publicada em outubro de 2025 pelo jornal britânico "The Guardian", o artista afirmou: "Você tem que lutar. Não há outra maneira de enfrentar um valentão". Dias antes, ele havia apoiado os protestos No Kings, que mobilizaram manifestantes em mais de 2,6 mil cidades americanas para criticar as políticas de imigração, educação e segurança de Trump. Em janeiro, o Fato ou Fake publicou outra checagem envolvendo De Niro: É #FAKE que Robert De Niro disse 'Fuck Trump' no palco do Globo de Ouro O Fato ou Fake submeteu o vídeo ao detector Hive Moderation, que aponta 99% de probabilidade de material conter inteligência artificial. Reprodução O SynthID detectou que todo ou parte do conteúdo enviado foi gerado por IA" Reprodução É #FAKE vídeo que mostra Robert De Niro queimando bandeira dos EUA; cenas foram geradas por IA Reprodução Veja também EUA não foram 'donos' da Groenlândia durante a 2ª Guerra Mundial e , por isso, não 'devolveram' a ilha à Dinamarca após o fim do conflito É #FAKE que EUA foram 'donos' da Groenlândia durante a 2ª Guerra e 'devolveram' a ilha VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Chatbots já influenciam eleitores e desafiam regulação no Brasil

Publicado em: 03/02/2026 15:16

Algumas respostas de chatbots sobre posicionamentos de partidos políticos foram incorretas, mostram estudos Jaque Silva/NurPhoto/picture alliance via DW No mundo todo, uma boa parte do eleitorado está disposta a se informar sobre candidatos e até seguir indicações feitas por chatbots como o ChatGPT e o Gemini, uma questão que preocupa especialistas e desafia reguladores eleitorais. Exemplos não faltam. Na Holanda, que realizou eleições em outubro de 2025, uma pesquisa conduzida pela Universidade de Amsterdã concluiu que 10% dos eleitores estavam propensos a seguir as recomendações dos chatbots sobre em quem votar. Outros 13% foram evasivos, sugerindo que talvez pudessem acompanhar a sugestão. Essa tendência se mostrou ainda mais forte entre os jovens. Entre os entrevistados de 18 a 34 anos, 17% disseram estar propensos a votar seguindo a recomendação, enquanto 18,5% disseram talvez. Já entre os eleitores acima de 55 anos, apenas 6% se disseram dispostos a seguir a sugestão. No Chile, que também realizou eleições no fim do ano passado, uma pesquisa apontou um cenário ainda mais avançado de influência dos chatbots na eleição. Segundo o estudo, 27% dos eleitores abordaram o pleito nas plataformas, o que chegou a 44% em grupos de maior poder econômico. Em 2024, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) conduziu uma pesquisa com 2.400 eleitores, que conversaram com chatbots a dois meses das eleições presidenciais dos Estados Unidos. Apoiadores de Donald Trump que conversaram com um modelo de inteligência artificial (IA) favorável a Kamala Harris tornaram-se ligeiramente mais propensos a apoiá-la, deslocando-se 3,9 pontos em direção a Harris, numa escala de 100 pontos. Esse efeito foi cerca de quatro vezes maior do que o impacto medido de anúncios políticos nas eleições de 2016 e 2020, segundo o estudo. Já o modelo de IA favorável a Trump moveu apoiadores de Harris 2,3 pontos em direção a ele. Respostas erradas E há outros aspectos. Na pesquisa feita na Holanda, a grande maioria das sugestões dadas pelos chatbots focou em apenas dois partidos, pouco importando a pergunta feita. Numa das plataformas, 80% das recomendações apontaram para um ou o outro. Um deles foi o Partido pela Liberdade (PPV), cujo líder, Geert Wilders é uma figura frequente na imprensa, especialmente pelos posicionamentos polêmicos em temas sobre o islã. A outra sigla foi GroenLinks–PvdA, ligado à causa verde no país. Os pesquisadores disseram não saber por que isso aconteceu. "Não sabemos como esses chatbots funcionam", diz Claes Vreese, professor de inteligência artificial e Sociedade da Universidade de Amsterdã. Além disso, quando os chatbots foram utilizados para responder quais posicionamentos cada partido na Holanda possuía, algumas respostas foram incorretas, aponta Vreese. No estudo de 2024 do MIT, o ChatGPT 3.5 apresentou 30% de informações políticas incorretas, enquanto a versão 4 reduziu a percentagem para 14%. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O diretor-executivo do ITS Rio, Fabro Steibel, aponta que não é grande surpresa certo volume de informações incorretas, uma vez que, ao serem questionados, os chatbots são programados para oferecer algum tipo de resposta, ainda que possa não ser a mais acurada. Neste sentido, informações sobre nomes com maior expressão na política, como ex-presidentes, tendem a serem melhor abastecidas, o que pode não ser o caso, por exemplo, para novas candidaturas legislativas. Os resultados dos estudos preocuparam os especialistas. "Em eleições acirradas, esse tipo de conteúdo pode influenciar os resultados", afirma Vreese. Parte do processo eleitoral Apesar de considerar que não é uma boa ideia ter um chatbot como conselheiro político, o especialista holandês avalia que o uso político se tornará comum à medida em que os chatbots fizeram cada vez mais parte do cotidiano. Eles já são usados até como terapeutas por algumas pessoas. "É parte do processo eleitoral agora." Steibel concorda. "Os chatbots hoje são lugares de confiança, como bares e igrejas", diz. Nesse sentido, é de se esperar também que políticos usem essas ferramentas para tentar favorecer suas candidaturas. "Haverá uma corrida pela atenção do eleitor, e essa é mais uma ferramenta. Faz parte do jogo. Mas chamará a atenção se houver viés ideológico", avalia. E no Brasil? Uma pesquisa recente do instituto Ipsos mostrou que 79% dos usuários de inteligência artificial no país a usam para aprendizado, incluindo sobre política e economia, superando o uso para entretenimento. A DW Brasil testou alguns dos principais chatbots sobre as eleições de 2026 no Brasil. ChatGPT, Gemini e Grok foram questionados sobre quais seriam as melhores opções de voto para presidente, governador e senador em São Paulo a partir de três perfis de eleitor: um conservador, um preocupado com questões socioeconômicas e um anti-política. O contexto político oferecido por cada chatbot variou pouco, mas o grau de intervenção foi bem distinto. No geral, o ChatGPT se limitou a descrever principais posições políticas e a mencionar os candidatos melhor posicionados nas pesquisas eleitorais. Gemini e Grok foram mais incisivos, apontando diretamente quais seriam as melhores opções de voto para o eleitor. Garantir igualdade de condições No Brasil, a Justiça Eleitoral dispõe de instrumentos para enfrentar distorções no ambiente digital, inclusive por chatbots e outras ferramentas de inteligência artificial, diz o especialista Delmiro Dantas Campos Neto, da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep). Resoluções tratando de temas como uso de deepfakes e remoção de conteúdos desinformativos, além da necessidade de transparência no uso da IA, foram adotadas nos últimos anos no país, destaca. Porém, plataformas que disponibilizam conteúdo personalizado e que não fica à disposição de todos, como no caso de uma postagem em redes sociais, desafiam as atuais normativas. O papel do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não é controlar conteúdo, mas garantir a igualdade de condições entre os candidatos, argumenta Fabro Steibel. Durante o período eleitoral, o caminho deverá ser o de tratar o tema diretamente com as plataformas, diz Neide Cardoso de Oliveira, coordenadora do grupo sobre Desinformação na Internet, Interferência Cibernética na Democracia e Influência nas Eleições do Ministério Público Federal (MPF). O artigo 19 do Marco Civil da internet, que trata da responsabilidade dos provedores de serviços pela moderação de conteúdo traz uma série de obrigações para as plataformas nesse sentido, reforça. Um ponto que poderá ser alvo de observação são as fontes que alimentarão as respostas dos chats ao longo do período, avalia a coordenadora.

Palavras-chave: inteligência artificial

Chatbots já influenciam eleitores e desafiam regulação no Brasil

Publicado em: 03/02/2026 14:17

Algumas respostas de chatbots sobre posicionamentos de partidos políticos foram incorretas, mostram estudos Jaque Silva/NurPhoto/picture alliance via DW No mundo todo, uma boa parte do eleitorado está disposta a se informar sobre candidatos e até seguir indicações feitas por chatbots como o ChatGPT e o Gemini, uma questão que preocupa especialistas e desafia reguladores eleitorais. Exemplos não faltam. Na Holanda, que realizou eleições em outubro de 2025, uma pesquisa conduzida pela Universidade de Amsterdã concluiu que 10% dos eleitores estavam propensos a seguir as recomendações dos chatbots sobre em quem votar. Outros 13% foram evasivos, sugerindo que talvez pudessem acompanhar a sugestão. Essa tendência se mostrou ainda mais forte entre os jovens. Entre os entrevistados de 18 a 34 anos, 17% disseram estar propensos a votar seguindo a recomendação, enquanto 18,5% disseram talvez. Já entre os eleitores acima de 55 anos, apenas 6% se disseram dispostos a seguir a sugestão. No Chile, que também realizou eleições no fim do ano passado, uma pesquisa apontou um cenário ainda mais avançado de influência dos chatbots na eleição. Segundo o estudo, 27% dos eleitores abordaram o pleito nas plataformas, o que chegou a 44% em grupos de maior poder econômico. Em 2024, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) conduziu uma pesquisa com 2.400 eleitores, que conversaram com chatbots a dois meses das eleições presidenciais dos Estados Unidos. Apoiadores de Donald Trump que conversaram com um modelo de inteligência artificial (IA) favorável a Kamala Harris tornaram-se ligeiramente mais propensos a apoiá-la, deslocando-se 3,9 pontos em direção a Harris, numa escala de 100 pontos. Esse efeito foi cerca de quatro vezes maior do que o impacto medido de anúncios políticos nas eleições de 2016 e 2020, segundo o estudo. Já o modelo de IA favorável a Trump moveu apoiadores de Harris 2,3 pontos em direção a ele. Respostas erradas E há outros aspectos. Na pesquisa feita na Holanda, a grande maioria das sugestões dadas pelos chatbots focou em apenas dois partidos, pouco importando a pergunta feita. Numa das plataformas, 80% das recomendações apontaram para um ou o outro. Um deles foi o Partido pela Liberdade (PPV), cujo líder, Geert Wilders é uma figura frequente na imprensa, especialmente pelos posicionamentos polêmicos em temas sobre o islã. A outra sigla foi GroenLinks–PvdA, ligado à causa verde no país. Os pesquisadores disseram não saber por que isso aconteceu. "Não sabemos como esses chatbots funcionam", diz Claes Vreese, professor de inteligência artificial e Sociedade da Universidade de Amsterdã. Além disso, quando os chatbots foram utilizados para responder quais posicionamentos cada partido na Holanda possuía, algumas respostas foram incorretas, aponta Vreese. No estudo de 2024 do MIT, o ChatGPT 3.5 apresentou 30% de informações políticas incorretas, enquanto a versão 4 reduziu a percentagem para 14%. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O diretor-executivo do ITS Rio, Fabro Steibel, aponta que não é grande surpresa certo volume de informações incorretas, uma vez que, ao serem questionados, os chatbots são programados para oferecer algum tipo de resposta, ainda que possa não ser a mais acurada. Neste sentido, informações sobre nomes com maior expressão na política, como ex-presidentes, tendem a serem melhor abastecidas, o que pode não ser o caso, por exemplo, para novas candidaturas legislativas. Os resultados dos estudos preocuparam os especialistas. "Em eleições acirradas, esse tipo de conteúdo pode influenciar os resultados", afirma Vreese. Parte do processo eleitoral Apesar de considerar que não é uma boa ideia ter um chatbot como conselheiro político, o especialista holandês avalia que o uso político se tornará comum à medida em que os chatbots fizeram cada vez mais parte do cotidiano. Eles já são usados até como terapeutas por algumas pessoas. "É parte do processo eleitoral agora." Steibel concorda. "Os chatbots hoje são lugares de confiança, como bares e igrejas", diz. Nesse sentido, é de se esperar também que políticos usem essas ferramentas para tentar favorecer suas candidaturas. "Haverá uma corrida pela atenção do eleitor, e essa é mais uma ferramenta. Faz parte do jogo. Mas chamará a atenção se houver viés ideológico", avalia. E no Brasil? Uma pesquisa recente do instituto Ipsos mostrou que 79% dos usuários de inteligência artificial no país a usam para aprendizado, incluindo sobre política e economia, superando o uso para entretenimento. A DW Brasil testou alguns dos principais chatbots sobre as eleições de 2026 no Brasil. ChatGPT, Gemini e Grok foram questionados sobre quais seriam as melhores opções de voto para presidente, governador e senador em São Paulo a partir de três perfis de eleitor: um conservador, um preocupado com questões socioeconômicas e um anti-política. O contexto político oferecido por cada chatbot variou pouco, mas o grau de intervenção foi bem distinto. No geral, o ChatGPT se limitou a descrever principais posições políticas e a mencionar os candidatos melhor posicionados nas pesquisas eleitorais. Gemini e Grok foram mais incisivos, apontando diretamente quais seriam as melhores opções de voto para o eleitor. Garantir igualdade de condições No Brasil, a Justiça Eleitoral dispõe de instrumentos para enfrentar distorções no ambiente digital, inclusive por chatbots e outras ferramentas de inteligência artificial, diz o especialista Delmiro Dantas Campos Neto, da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep). Resoluções tratando de temas como uso de deepfakes e remoção de conteúdos desinformativos, além da necessidade de transparência no uso da IA, foram adotadas nos últimos anos no país, destaca. Porém, plataformas que disponibilizam conteúdo personalizado e que não fica à disposição de todos, como no caso de uma postagem em redes sociais, desafiam as atuais normativas. O papel do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não é controlar conteúdo, mas garantir a igualdade de condições entre os candidatos, argumenta Fabro Steibel. Durante o período eleitoral, o caminho deverá ser o de tratar o tema diretamente com as plataformas, diz Neide Cardoso de Oliveira, coordenadora do grupo sobre Desinformação na Internet, Interferência Cibernética na Democracia e Influência nas Eleições do Ministério Público Federal (MPF). O artigo 19 do Marco Civil da internet, que trata da responsabilidade dos provedores de serviços pela moderação de conteúdo traz uma série de obrigações para as plataformas nesse sentido, reforça. Um ponto que poderá ser alvo de observação são as fontes que alimentarão as respostas dos chats ao longo do período, avalia a coordenadora.

Palavras-chave: inteligência artificial

Vestibular da Univesp oferece 1,4 mil vagas em cursos de graduação na região de Campinas; veja lista

Publicado em: 03/02/2026 12:47

Vestibular Univesp oferece 3,7 mil vagas em 21 cidades da região de Campinas Univesp A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI), oferece 1,4 mil vagas no Vestibular 2026 em 21 cidades da região de Campinas (SP). As inscrições devem ser feitas até 11 de março pelo site oficial do vestibular, com taxa de R$ 47,50. Pessoas inscritas no CadÚnico podem solicitar isenção até o dia 6 de fevereiro. Nesse mesmo período, é possível pedir redução de 50% da taxa, destinada a estudantes do ensino médio, EJA, cursos pré-vestibulares ou superiores, além de candidatos com renda inferior a dois salários mínimos ou desempregados há mais de 12 meses. Siga o g1 Campinas no Instagram 📱 A universidade oferece um total de 10 cursos nas áreas de: Licenciaturas: letras, matemática e pedagogia Computação: ciência de dados, engenharia de computação, tecnologia da informação e inteligência artificial (novo curso) Negócios e Produção: administração, engenharia de produção e tecnologia em processos gerenciais Os cursos, totalmente gratuitos, são realizados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), plataforma on-line na qual os estudantes desenvolvem atividades acadêmicas, que incluem assistir a videoaulas, acessar material didático, bibliotecas digitais e tirar dúvidas do conteúdo com facilitadores. Já os polos, são espaços físicos onde os alunos contam com infraestrutura (computadores, impressoras e acesso à internet) e realizam atividades, como provas e discussões em grupo. No local, podem ser solicitados serviços de secretaria acadêmica e esclarecimento de dúvidas. Todas as videoaulas também podem ser acessadas pelo canal do YouTube. A prova será aplicada em 26 de abril, às 13h. Os locais oficiais serão divulgados em 15 de abril, a partir das 10h. O gabarito sai em 27 de abril, às 15h. O resultado e a primeira chamada serão publicados em 1º de junho, também às 15h. O início das aulas está previsto para o final de junho de 2026. Cronograma 2 de fevereiro a 11 de março: inscrições 2 a 6 de fevereiro: solicitação de isenção/redução da taxa 25 de fevereiro: divulgação dos pedidos de isenção/redução 15 de abril: divulgação dos locais de prova 26 de abril: aplicação da prova 27 de abril: divulgação do gabarito 1º de junho : resultado oficial e 1ª chamada 22 de junho: início previsto das aulas Tabela completa de vagas por cidades de Campinas e região Tabela completa de vagas por cidades de Campinas e região Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

Golpe do 'falso advogado' já fez vítima perder R$ 268 mil no PI; veja como evitar

Publicado em: 03/02/2026 11:32

Golpe do Concurso Público: site falso engana candidatos a concurso da saúde no Piauí O Ministério Público do Estado do Piauí divulgou alertas e orientações, nesta terça-feira (3), para ajudar a população a se proteger do golpe do 'falso advogado'. Segundo o órgão, essa é a fraude mais recorrente no estado há cinco meses. Conforme o MPPI, uma única vítima já teve mais de R$ 268 mil em prejuízos devido ao golpe. O valor médio que as vítimas desse tipo de crime perderam, no mês de janeiro, é de cerca de R$ 11 mil. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp A fraude é aplicada por criminosos através do Whatsapp. Eles se passam por advogados ou representantes de escritórios jurídicos e enganam as vítimas ao informar que elas ganharam alguma causa ou têm direito a determinado benefício. Logo depois, os bandidos solicitam pagamentos de taxas, pedem que a pessoa baixe aplicativos ou acesse o aplicativo do banco. É quando os dados das vítimas são capturados e a fraude é concluída. Golpes do falso advogado e falso site Reprodução Outro golpe virtual comum é o do site falso, que podem simular portais de concursos públicos, lojas virtuais, planos de saúde e órgãos governamentais. Com o avanço e praticidade dos recursos de inteligência artificial, as fraudes virtuais vêm se tornando mais convincentes. Em 2025, o Piauí registrou 73 casos dessa categoria. Como se proteger MPPI alerta para golpe do falso site Reprodução/MPPI Contra o golpe do 'falso advogado': Desconfie de mensagens de WhatsApp informando ganho de causa ou liberação de valores Nunca faça pagamentos, baixe aplicativos ou acesse seu banco a pedido de contatos não verificados; Sempre tratar assuntos jurídicos pessoalmente com seu advogado. Contra sites falsos: Verifique o endereço completo do site (URL), evitando variações sutis como letras trocadas ou domínios diferentes. Confira os dados do beneficiário (nome e CNPJ) antes de qualquer pagamento por boleto, PIX ou transferência. Desconfie de anúncios em redes sociais e buscadores, pois podem ter sido criados por golpistas. O Ministério Público também indica que as vítimas devem registrar boletim de ocorrência e procurar o MPPI ou a Defensoria Pública para mais orientações. *Eduarda Barradas, estagiária sob supervisão de Ilanna Serena. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

Palavras-chave: inteligência artificial