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Nvidia projeta US$ 78 bilhões em vendas no 1º trimestre e reduz temor de bolha na IA

Publicado em: 25/02/2026 18:51

Pessoa passa por painel com logomarca da Nvidia na Computex em Taiwan em junho de 2024 Ann Wang/Reuters A Nvidia projetou nesta quarta-feira (25) receita acima das previsões do mercado para o primeiro trimestre, impulsionada pelos fortes investimentos de grandes empresas de tecnologia em seus processadores de inteligência artificial. A fabricante de chips prevê vendas de US$ 78 bilhões no primeiro trimestre fiscal, com variação de 2% para mais ou para menos. O valor supera a média das estimativas de analistas compiladas pela LSEG, de US$ 72,60 bilhões. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Os resultados do quarto trimestre fiscal (novembro a janeiro) também ficaram acima das projeções dos analistas. No período, a receita da Nvidia cresceu 73% na comparação com o ano anterior, para US$ 68,1 bilhões, enquanto o lucro quase dobrou, para cerca de US$ 43 bilhões, ou US$ 1,76 por ação. 🚨 Investidores aguardavam os resultados da Nvidia para avaliar se as centenas de bilhões de dólares que as grandes empresas de tecnologia vêm investindo em infraestrutura de data centers estão gerando retorno. Veja os vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 Nesse contexto, ganhou força o debate sobre uma possível “bolha da IA” — o temor de que o entusiasmo com a tecnologia esteja inflando as ações do setor além do que os resultados efetivamente justificam. O cenário levou investidores das bolsas dos EUA a buscar sinais de demanda firme pelos chips de inteligência artificial da Nvidia, diante dos elevados investimentos anunciados por Alphabet, Microsoft, Amazon e Meta, que devem somar ao menos US$ 630 bilhões em 2026. A maior parte desses recursos será destinada a data centers e processadores. Enquanto isso, empresas e governos intensificam investimentos na corrida para desenvolver tecnologias de inteligência artificial cada vez mais sofisticadas, sob o risco de ficarem para trás. No entanto, começam a surgir sinais de que a longa hegemonia da Nvidia na fabricação de chips de inteligência artificial pode estar ameaçada. A AMD deve lançar ainda este ano um novo servidor de IA de ponta e já fechou acordos com clientes importantes da Nvidia, incluindo a Meta. O Google, por sua vez, desponta como um dos principais concorrentes após fechar um acordo para fornecer à Anthropic — criadora do chatbot Claude — seus próprios chips, conhecidos como TPUs. A empresa, controlada pela Alphabet, também negocia o fornecimento desses processadores à Meta, segundo relatos da imprensa. As grandes empresas de tecnologia também têm investido cada vez mais no desenvolvimento de chips próprios para ampliar seu poder computacional, destinando esses processadores a seus centros de dados. * Com informações das agências Reuters e Associated Press

É #FAKE que vídeo mostre carros e motos pegando fogo após morte de traficante El Mencho; cena exibe protesto no Nepal em 2025

Publicado em: 25/02/2026 15:39

É #FAKE que vídeo mostre carros e motos pegando fogo após morte de traficante El Mencho; cena exibe protesto no Nepal em 2025 Reprodução Circula nas redes sociais um vídeo de dezenas de carros e motos pegando fogo em um estacionamento. A legenda alega que o registro ocorreu em meio à onda de violência provocada pela morte do traficante Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho. É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como é o post? Publicado nesta segunda-feira (23) no Facebook, ele tem uma caixa de texto sobreposta às imagens, que diz: "México tem cenário de guerra após ataque de narcotraficantes". Na legenda, o post menciona a reação violenta no país provocada pela morte do traficante El Mencho. O registro, que parece ter sido gravado de dentro de um veículo, exibe dezenas de carros e motos em chamas, num local que parece ser um estacionamento. O mesmo conteúdo circula também no Instagram, X e TikTok com alegações similares. Na verdade, o vídeo foi originalmente registrado durante uma onda de manifestações no Nepal, em setembro de 2025. Os atos deixaram veículos, prédios governamentais e casas de ministros incendiados. Neste domingo (22), uma operação militar resultou na captura e na morte de El Mencho. Ele era chefe do cartel Jalisco Nova Geração, apontado como um dos principais fornecedores de fentanil para os Estados Unidos. Jalisco é justamente o estado que tem Guadalajara como capital. A ação gerou uma forte reação do crime organizado e colocou o país em estado de alerta. A onda de violência causou mais de 70 mortes, bloqueios em rodovias, incêndios e confrontos, levando pânico a locais públicos. ⚠️ Por que isso é falso? Apesar de ser verdadeiro — e não uma produção de inteligência artificial, por exemplo —, o vídeo foi compartilhado fora de contexto. Na realidade, a cena foi registrada durante uma onda de protestos contra o governo liderada por jovens nepaleses entre 8 e 9 de setembro de 2025, na capital Katmandu. Os manifestantes incendiaram prédios governamentais e casas de ministros, além de terem agredido autoridades. O jornal americano "The The New York Times" relatou que os estacionamentos dos ministérios foram "transformados em cemitérios de carros e motocicletas carbonizados". As inscrições das placas de carros estão em nepalês, confirmando a origem da gravação. Além disso, é possível identificar uma bandeira do Nepal hasteada (veja abaixo). Para encontrar a origem do conteúdo, o Fato ou Fake o fragmentou em "frames" (imagens estáticas) no Invid. Depois, fez uma busca reversa no Google Lens por essas imagens. Essa pesquisa serve para verificar se o conteúdo havia sido reproduzido anteriormente por fontes confiáveis – e em que contexto. O resultado mostrou que as publicações mais antigas das redes sociais são de 9 de setembro de 2025. As legendas indicavam que a cena havia sido registrada no Nepal. A desigualdade social foi um dos principais pontos de descontentamento que levaram jovens da Geração Z, nascidos entre a década de 1990 e início dos anos 2010, para os protestos. Uma semana antes, o governo havia anunciado o bloqueio de redes sociais no país, o que foi visto como a gota d'água para a revolta. Bandeira e placas do Nepal em vídeo de carros em chamas durante onda de protesto no país. Reprodução/Redes sociais México envia mais 2 mil soldados para Jalisco após morte de 'El Mencho' É #FAKE que vídeo mostre carros e motos pegando fogo após morte de traficante El Mencho; cena exibe protesto no Nepal em 2025 Reprodução Veja também Governo não criou imposto único de 44% sobre aluguel Governo não criou imposto único de 44% sobre aluguel VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Palavras-chave: inteligência artificial

Galaxy S26: Samsung lança celular com tela 'anti-curiosos' e IA turbinada; veja preços

Publicado em: 25/02/2026 15:00

Samsung lança Galaxy S26 Ultra com 'tela anti-curiosos' A Samsung apresentou nesta quarta (25) seus três novos celulares da linha Galaxy S26 com funcionalidades de IA avançadas e uma inédita função de tela com proteção de privacidade que não precisa de película. Os produtos – Galaxy S26, S26+ e S26 Ultra – foram anunciados em um evento em São Francisco, nos EUA. Confira os preços abaixo: Galaxy S26 (256 GB): R$ 7.499 Galaxy S26 (512 GB): R$ 9.099 Galaxy S26+ (256 GB): R$ 9.199 Galaxy S26+ (512GB): R$ 10.799 Galaxy S26 Ultra (256 GB): R$ 11.499 Galaxy S26 Ultra (512 GB): R$ 13.099 Galaxy S26 Ultra (1 TB): R$ 15.499 A empresa também lançou os fones de ouvido Galaxy Buds4, nas versões padrão e Pro (confira preços e detalhes abaixo). A linha S26 concorre diretamente com o iPhone 17, lançado em setembro de 2025, e tem previsão de chegada ao Brasil em março. Os celulares rodam o sistema Android, do Google. Segundo a Samsung, os modelos são fabricados no Brasil. Com isso, eles não serão afetados pelo aumento do imposto de importação para celulares e outras centenas de produtos, anunciado no início de fevereiro pelo governo federal O Galaxy S26 Ultra, modelo mais avançado da linha, é o que vem com a principal novidade: um modo de privacidade na tela contra curiosos. Quando ativada, apenas quem está na frente do aparelho consegue ver o conteúdo. Quem está ao lado vê apenas uma tela preta. A privacidade da tela, segundo a Samsung, é ativada de forma rápida no painel de controle do celular. Ela funciona desativando alguns pontos de luz (pixels) do display, o que também ajuda a economizar energia. Galaxy S26 Ultra com o recurso de privacidade da tela ativado: conforme o ângulo, não dá para ver o display Henrique Martin/g1 No uso de películas externas de privacidade, que realizam uma função similar, a tela fica ligada o tempo todo. A fabricante permite personalizar esses ajustes, com o recurso funcionando apenas em aplicativos predeterminados, como bancos e WhatsApp, e até mesmo para esconder notificações de mensagens, por exemplo. Galaxy S26 Ultra (atrás), Galaxy S26+ (no meio) e Galaxy S26: novos lançamentos da Samsung Henrique Martin/g1 Inteligência artificial cria elementos nas fotos As funções de inteligência artificial na linha Galaxy S26 foram aprimoradas, diz a Samsung. Recursos como “Circular para pesquisar” agora conseguem encontrar informações sobre outros elementos na imagem buscada – antes era um só. A edição de fotos utilizando inteligência artificial generativa também recebeu melhorias e agora pode responder a instruções (prompts) para criar novos itens dentro da foto. Basta digitar ou falar uma frase e a IA irá inserir a ideia na imagem, tentando manter a proporção e se integrar aos elementos existentes. Em testes feitos pelo g1 em uma demonstração na Samsung, essa ferramenta funcionou razoavelmente bem com comandos de voz, colocando uma fatia de bolo ou espalhando farinha ao redor da foto de uma colher de pau. Galaxy S25 Ultra (à esquerda) e Galaxy S24 Ultra (à direita) Henrique Martin/g1 Desde o ano passado, a Samsung integrou o Gemini, IA do Google, aos celulares da marca. Para a linha Galaxy S26, a novidade é a chegada do assistente da Perplexity, que vai funcionar em paralelo com o Gemini e a própria Bixby, da Samsung. Essa nova IA integrada pode ser ativada pelo comando de voz “Hey Plex”. A Samsung continua apostando em integrações de IA "hiper personalizadas". A empresa promete que, para a nova geração de celulares, a IA poderá verificar mensagens de texto trocadas com outra pessoa e sugerir ações de forma automática. Ao detectar uma mensagem como “vamos marcar”, o sistema pode sugerir uma reserva de restaurante e adicionar o compromisso à agenda. No dia do almoço, a IA ainda seria capaz de chamar um carro de aplicativo antes do encontro. A assistente virtual Bixby também será capaz de comandar outros eletrônicos conectados da marca, como máquinas de lavar e aspiradores-robô. Galaxy Buds4: novos fones de ouvido Além dos Galaxy S26, a Samsung apresentou também dois novos modelos de fones de ouvido, o Galaxy Buds4 e o Galaxy Buds4 Pro, ambos com recursos de cancelamento de ruído. Disponíveis nas cores branca e preta, os fones de ouvido serão vendidos no Brasil por R$ 1.599 na versão padrão. Já a versão Pro, também fabricada na cor rosé, será vendida por R$ 2.099. Como já ocorreu em gerações anteriores do produto, a Samsung adotou um design que lembra bastante os AirPods, da Apple, no acabamento. A diferença está nas hastes metálicas e na caixa transparente. Galaxy Buds4 (à esquerda) e Galaxy Buds4 Pro (à direita): lançamentos da Samsung em fevereiro de 2026. Henrique Martin/g1

Palavras-chave: inteligência artificial

Celular pode subir com novo imposto de importação? Veja quais marcas podem ser afetadas

Publicado em: 25/02/2026 13:43

iPhone Pro 17 Pro e iPhone Air Godofredo A. Vásquez/AP O governo brasileiro elevou, no início de fevereiro, o imposto sobre mais de mil produtos importados, entre eles, celulares, com o objetivo de incentivar a competitividade da indústria nacional. O aumento para os produtos incluídos na medida pode chegar a até 7,2 pontos percentuais, afetando setores e consumidores que recorrem a compras internacionais (veja a lista ao final da reportagem). TikTok reúne perfis que exaltam Hitler e nazismo com códigos e posts explícitos O g1 questionou o Ministério da Fazenda e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) sobre qual era a alíquota anterior para celulares, mas não obteve resposta. A medida não atinge os smartphones produzidos no Brasil, que representam 95% dos aparelhos comprados no país em 2025, segundo os ministérios. Os outros 5% são importados — a maioria da China —, informou o MDIC. Quais marcas podem — ou não — sofrer impacto com a alta dos impostos Veja os vídeos que estão em alta no g1 A decisão também garante tarifa zero de imposto de importação para todo componente usado pela indústria que não seja produzido no país (ou seja, que não tenha produção nacional similar). As principais empresas do setor, como Samsung, Motorola e Apple, já montam celulares no Brasil, explica Eduardo Tude, presidente da Teleco, empresa de consultoria em telecomunicações. Isso significa que os aparelhos vendidos no país não serão impactados pela elevação do imposto. Essas marcas não fabricam do zero o smartphone no Brasil. As peças do produto vêm de outros países e, quando chegam ao Brasil, são montados em suas unidades fabris ou de terceiros. A Apple, por exemplo, não tem fábrica no Brasil, mas mantém uma representante, a Foxconn, no interior de São Paulo, responsável por montar os iPhones que serão vendidos por aqui. A Vivo Mobile (sem relação com a operadora), chamada de Jovi no Brasil, também tem acordo com uma empresa nacional, a GBR Componentes, para produzir aparelhos na Zona Franca de Manaus. A Samsung, que anunciou a linha Galaxy S26 nesta quarta-feira, confirmou ao g1 que seu aparelho topo de linha também será montado no Brasil. A medida, no entanto, pode impactar marcas como Xiaomi, que não monta nem fabrica seus celulares no Brasil. O g1 procurou a empresa para comentar a decisão do governo e aguarda retorno. Ainda há demanda no Brasil por celulares importados mesmo com o mercado nacional abastecido por diversas marcas, explica Roberto Beninca, advogado tributarista e sócio da MBW Advocacia. Ele diz que isso ocorre porque a decisão de compra do consumidor não se baseia apenas na existência de oferta interna. "O consumidor que importa leva em consideração preço, tecnologia e percepção de valor. Muitos aparelhos importados apresentam melhor custo-benefício. Mesmo com tributos, o consumidor frequentemente encontra no mercado internacional modelos com especificações superiores por preço semelhante ou inferior ao praticado no Brasil", afirma Beninca. E quanto se pagaria a mais em um celular importado? Samsung Galaxy S25 Ultra, S25+ e S25 Divulgação/Samsung Beninca explica que o governo elevou as alíquotas do imposto de importação em até 7,2 pontos percentuais para celulares e outros produtos de tecnologia. Para ilustrar o impacto, ele considera um aparelho importado com valor de US$ 600. Com um câmbio de R$ 5 por dólar, o custo convertido seria de R$ 3 mil. "Imagine que, antes da medida, a alíquota do imposto de importação fosse de 16%. Nesse cenário, o valor do imposto seria de R$ 480, totalizando R$ 3.480 após essa etapa", exemplifica o advogado. Com o aumento de 7,2 pontos percentuais, a alíquota passaria para 23,2%. Nesse novo cenário, o imposto sobre os mesmos R$ 3 mil seria de R$ 696, elevando o custo para R$ 3.696 apenas na fase inicial da importação. "Contudo, esse não é necessariamente o valor final que chegará ao consumidor. Isso porque o imposto de importação compõe o custo base do produto. Sobre esse novo custo incidem margens do importador, despesas logísticas, estrutura comercial, eventuais tributos internos e margem do varejo", afirma. O impacto pode ser ainda mais forte em meio à crise na oferta global de memória RAM, componente essencial para o funcionamento desses produtos e que está em falta no mercado. O avanço da inteligência artificial está no centro dessa turbulência. Fabricantes têm direcionado investimentos e produção para chips mais avançados, usados em data centers de IA, o que reduziu a oferta de memórias tradicionais. Governo fala em 'reequilibrar os preços' De acordo com o governo, a mudança busca reequilibrar os preços entre itens estrangeiros e nacionais. Atualmente, o mercado brasileiro de eletrônicos possui forte dependência externa, afirma a nota técnica do Ministério da Fazenda. Segundo o documento, a China concentra 46% das importações desses bens, enquanto o Vietnã se consolidou como a segunda maior origem, com 7,9% de participação. O Ministério da Fazenda estima que arrecadará R$ 14 bilhões a mais neste ano com o aumento do imposto de importação incidente sobre os mais de mil produtos. O aumento das tarifas ajudará o governo federal a cumprir a meta de superávit nas suas contas neste ano. Desde o início de seu terceiro mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elevou uma série de impostos para tentar reequilibrar as contas públicas. Produtos afetados Telefones inteligentes (smartphones) Torres e pórticos Reatores nucleares Caldeiras Geradores de gás de ar Turbinas para embarcações Motores para aviação Bombas para distribuição de combustíveis ou lubrificantes Fornos industriais Congeladores (freezers) Centrifugadores para laboratórios de análises, ensaios ou pesquisas científicas Máquinas e aparelhos para encher, fechar, arrolhar, capsular ou rotular garrafas Empilhadeiras Robôs industriais Máquinas de comprimir ou de compactar Distribuidores de adubos (fertilizantes) Máquinas e aparelhos para as indústrias de panificação, açúcar e cervejeira Máquinas para fabricação de sacos ou de envelopes Máquinas e aparelhos de impressão Cartuchos de tinta Descaroçadeiras e deslintadeiras de algodão Máquinas para fiação de matérias têxteis Máquinas e aparelhos para fabricar ou consertar calçado Martelos Circuitos impressos com componentes elétricos ou eletrônicos, montados Máquinas de cortar o cabelo Painéis indicadores com LCD ou LED Controladores de edição Tratores Transatlânticos, barcos de excursão e embarcações semelhantes Plataformas de perfuração ou de exploração, flutuantes ou submersíveis Navios de guerra Câmeras fotográficas para fotografia submarina ou aérea, para exame médico de órgãos internos ou para laboratórios de medicina legal ou de investigação judicial Aparelhos de diagnóstico de imagem por ressonância magnética Aparelhos dentários Aparelhos de tomografia computadorizada TikTok vira reduto de perfis que exaltam Hitler e o nazismo Reddit é multado em R$ 100 milhões no Reino Unido Meninas expõem rotina de casadas no TikTok

Em discurso no Congresso, Trump exalta ganhos no mercado, mas desaponta sobre tarifaço, dizem analistas

Publicado em: 25/02/2026 07:37

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou os ganhos do mercado de ações em discurso na terça-feira (24) e prometeu que o governo ajudará a reforçar a aposentadoria de trabalhadores. Ele, porém, deu poucos detalhes sobre tarifas e política comercial, tema que tem gerado incerteza entre investidores. Analistas afirmaram que o mercado esperava sinais mais claros sobre o rumo das tarifas. “As pessoas provavelmente aguardavam algo mais definitivo”, disse Karen Jorritsma, da RBC Capital Markets, em Sydney. No pronunciamento, Trump afirmou que houve 53 recordes no mercado acionário desde que venceu a eleição para seu segundo mandato, em novembro de 2024. Ele relacionou o desempenho das bolsas ao aumento das poupanças de aposentadoria conhecidas como 401(k), plano amplamente usado nos Estados Unidos. O presidente também anunciou a intenção de, a partir do próximo ano, igualar contribuições de até US$ 1.000 feitas por trabalhadores que não têm acesso a planos com contrapartida das empresas. Não foram apresentados detalhes sobre o funcionamento da proposta. Para Jake Dollarhide, da Longbow Asset Management, contribuições públicas desse tipo podem estimular novos ganhos no mercado no futuro. O discurso ocorre em um momento delicado para investidores, após meses de volatilidade. Além das preocupações com o valor elevado de empresas ligadas à inteligência artificial, a falta de clareza sobre a política comercial dos EUA tem mantido o mercado cauteloso. Na semana passada, a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou tarifas emergenciais impostas por Trump. Em resposta, ele assinou uma ordem criando tarifas de 10% por 150 dias para substituí-las e, no dia seguinte, afirmou que pretende elevar a taxa para 15%. Trump disse ainda que “quase todos” os países e empresas querem manter acordos tarifários e de investimento firmados anteriormente com os Estados Unidos. Apesar de o principal índice acionário americano acumular alta de cerca de 13% desde a posse, em janeiro de 2025, o avanço tem sido limitado em 2026. As bolsas de outros países apresentam desempenho superior, enquanto o dólar é negociado perto dos níveis mais baixos desde 2022. Historicamente, discursos sobre o Estado da União costumam ter impacto reduzido nos mercados financeiros, por serem usados principalmente para destacar realizações do governo e apresentar diretrizes gerais de política econômica.

Palavras-chave: inteligência artificial

IApalooza: Músicas de IA hitam e facilitam fraude que prejudica pagamento a artistas reais

Publicado em: 25/02/2026 04:02

Músicos de IA viram febre no streaming e preocupam setor Parece a descrição de um episódio de “Black Mirror”, série distópica britânica. Mas é a realidade mesmo — e ela cresce cada vez mais. Canções, bandas e artistas gerados por inteligência artificial viraram uma epidemia nos streamings de música. Já daria até para criar festivais com lineup todo dedicado a essa onda — veja abaixo um cartaz hipotético, imaginado pelo g1 com base nos hits de IA nas plataformas. IA palooza, lineup de festival hipotético imaginado pelo g1 com base em hits de IA Kayan Albertin/g1 Para você ter ideia, em um único dia, a Deezer recebe mais de 60 mil faixas totalmente geradas por IA, o que representa mais de 39% do que chega ali diariamente. Em 2025, a plataforma detectou mais de 13,4 milhões de canções do tipo. Mas esses não são os únicos dados que chamam a atenção. Cerca de 85% dos streams dessas faixas foram classificados pela Deezer como fraudulentos. Ou seja, a maioria dos plays não é orgânica. Em vez disso, vêm de robôs ou exércitos de falsos ouvintes, que inflam os números reais. O problema é que esse tipo de audição é irregular, já que burla regras do pagamento de royalties. A Deezer diz que, quando detecta fraude de streams, deixa de remunerar os autores das faixas. Já o Spotify nem revela quantas canções de IA chegam ali diariamente, nem quantos desses streams são fraudulentos. Ainda assim, diz ter banido mais de 75 milhões de músicas de spam entre setembro de 2024 e setembro de 2025 — período em que, como lembra a plataforma, houve uma “explosão das ferramentas de IA generativa”. IA na hora de burlar Fraudes como essas não são novidades no streaming. Mas agora, com a popularização da IA, elas podem rolar de maneiras mais rápidas e de fácil acesso. Nas redes, tem até gente vendendo curso sobre como lucrar desse jeito. “Com a inteligência artificial, em questão de segundos conseguimos criar músicas incríveis e, com a estratégia certa, podemos monetizar e receber em dólares todos os meses”, diz um brasileiro no Instagram, ao divulgar um curso. “Eu gerei essa música completa em menos de 30 segundos. Ela [a IA] criou tudo: letra, voz e instrumental”, diz ele, em outro story. “Olha, sendo bem sincero pra vocês: essa é a forma mais simples pra você construir uma fonte de renda na internet.” Ao contrário do que sugere a promessa do vendedor, ganhar dinheiro por simplesmente colocar uma música nas plataformas não é algo tão simples. Ou pelo menos, não se a pessoa cumprir as regras. Clipe de IA de 'Sina de Ofélia' no YouTube Reprodução/YouTube Para uma música ser monetizada, as plataformas estipulam critérios como quantidade mínima de streams e tempo ouvido por usuário — os números mudam conforme o streaming. Nenhuma plataforma proíbe o uso de IA. Todas permitem a distribuição de músicas geradas (parcial ou totalmente) por inteligência artificial. A grande questão, no entanto, é como isso tem rolado. Como relata o próprio Spotify, “táticas de spam – como envios em massa, duplicações, truques de SEO, abuso de faixas artificialmente curtas e outros tipos de conteúdo de baixa qualidade — ficaram mais fáceis de explorar conforme as ferramentas de IA permitem a qualquer um gerar grandes volumes de músicas”. Além de ser irregular, a fraude de streams afeta diretamente os artistas profissionais. Isso porque a distribuição por royalties funciona como a divisão de um bolo: se aumentam os streams — inclusive os falsos —, o bolo é dividido em mais fatias. Ou seja, se tem gente lucrando com plays de forma irregular, então, tem também artista profissional ganhando menos dinheiro do que deveria. IA na hora de cortar o bolo Xenia Monet, Breaking Rust e Blow Records (artistas e selo de IA) Reprodução Diante da onda de músicas e artistas de IA, as empresas de streaming têm sido cobradas para adotar novas medidas de análise, combate e punição a fraudes. O Spotify, por exemplo, promete lançar em breve um filtro capaz de identificar e rotular esse tipo de faixa, assim como impedir sua plataforma de recomendá-la em playlists. “Queremos ter cuidado para não penalizar injustamente artistas legítimos, por isso o sistema será implementado de forma gradual”, diz a empresa, em nota. Em janeiro, a Deezer anunciou novas medidas e passou a vender sua ferramenta de detecção de IA. “Sabemos que a maioria das músicas geradas por IA são publicadas na Deezer com o objetivo de cometer fraudes”, afirma Alexis Lanternier, CEO da Deezer, em nota recém-divulgada. “Detectamos e marcamos como ‘músicas geradas por IA’ e as removemos das recomendações algorítmicas, para que nossos usuários tenham uma escolha clara sobre o que ouvir, ao mesmo tempo que dificultamos a manipulação do sistema por fraudadores.” IA no palco A Deezer é a única plataforma a etiquetar explicitamente as músicas geradas por IA. Esse tipo de transparência virou um debate recorrente entre gravadoras, distribuidoras, plataformas e profissionais da indústria. E como mostramos, não são “somente” canções que estão no jogo — a quantidade de artistas e bandas criados por IA já é grande o suficiente até para a curadoria de um “IA Palooza”. Vale dizer que isso não é necessariamente visto como problema — a expectativa no setor é de que a IA se torne cada vez mais parte do processo criativo. No Brasil, a IA está por trás de hits que nascem como memes e, depois, vão para as pistas. Sucesso do fim do ano passado, “Sina de Ofélia” tem várias versões. A faixa é uma releitura não autorizada de “The Fate Of Ophelia”, da Taylor Swift, e sua versão mais famosa é cantada por Luísa Sonza e Dilsinho — ou melhor, por cópias de seus vocais, já que nenhum deles gravou a música. Tocanna Reprodução/Instagram Já a Blow Records é um selo criado por Raul Vinicius, de 22 anos. O produtor emplacou trends ao lançar versões retrô de funks eróticos como “Predador de Perereca”, “Chupa *o*ota”, “Popotão Grandão”. Outro sucesso criado por IA, “São Paulo” virou meme pela letra, que tira sarro da capital paulista. A música também é uma versão não autorizada (de “Empire State of Mind”, do Jay Z e Alicia Keys). Quem canta é Tocanna, uma tucana humanizada — ou humana “tucanizada”, se você preferir. A lista continua. Dá ainda para citar as bandas The Velvet Sundown e Breaking Rust, ou cantoras tipo Xania Monet, que só existem em formato de pixel, mas mesmo assim alcançam posições de destaque em rankings de audiência como Spotify e Billboard. IA no ouvido de carne e osso Casos como esses, no entanto, ainda são exceção. A maioria dos artistas gerados por IA não chega a hitar. A Deezer aponta que streams em faixas de IA representam apenas de 1% e 3% do total da plataforma. Muita gente torce o nariz para esse tipo de música. Publicada no fim de 2025, uma pesquisa da revista americana “The Hollywood Reporter” mostra que 52% dos americanos não teriam vontade de ouvir uma canção do artista favorito se soubessem que ela foi produzida com ajuda de IA (32% têm interesse e 15% não sabem responder). Ironicamente, um estudo da Reuters mostra que a maior parte das pessoas é incapaz de diferenciar uma música composta por gente de carne e osso de uma criada por IA. É um dado mais bizarro do que o outro. Puro suco de distopia.

Palavras-chave: inteligência artificial

Como seria a cidade que 'cresce sozinha', que Elon Musk planeja instalar na Lua?

Publicado em: 25/02/2026 02:00

SpaceX quer abastecer Starship no espaço para missões a Marte Uma "cidade que cresce sozinha" na Lua e poderia ser construída em menos de 10 anos é o novo plano revelado recentemente por Elon Musk. O dono do X (antigo Twitter), da Tesla e da SpaceX — e a pessoa mais rica do mundo — declarou em postagem recente, com mais de 40 milhões de visualizações, que a SpaceX mudou de foco para construir uma cidade na Lua, em vez de Marte. Mas por que Musk mudou de ideia? E o que sabemos sobre a cidade lunar "que cresce sozinha"? Lua x Marte Ainda não há um plano formal, totalmente detalhado, com plantas para a cidade que cresce sozinha. Esta é uma visão compartilhada por Musk na sua plataforma de rede social. Ele descreveu a formação de um assentamento humano que poderá se expandir gradualmente, usando recursos lunares, graças a lançamentos mais frequentes em direção à Lua. Na sua postagem, Musk declarou que este objetivo poderá ser atingido em "menos de 10 anos, enquanto Marte levaria 20 anos ou mais". "A missão da SpaceX permanece a mesma: levar a consciência e a vida como a conhecemos até as estrelas", segundo ele. Musk explicou que só é possível viajar para Marte quando os "planetas se alinham, a cada 26 meses (tempo de viagem de seis meses)". Por outro lado, ele destacou que "podemos lançar foguetes para a Lua a cada 10 dias (tempo de viagem de dois dias). Isso significa que podemos agir com muito mais rapidez para estabelecer uma cidade na Lua do que em Marte." A missão da SpaceX continua sendo realizar a antiga ambição de Musk de construir uma cidade em Marte e a empresa "começará a fazê-lo em cerca de cinco a sete anos", escreveu ele no X. "Mas a principal prioridade é garantir o futuro da civilização e a Lua é mais rápida." Por que é tão difícil para humanos chegar a Marte 'Nuke Mars': a camiseta de Elon Musk que sugere ataque nuclear a Marte Como funciona um data center? E por que ele pode consumir tanta energia e água? Em postagem no X, Elon Musk explicou por que a SpaceX mudou de foco para construir uma cidade na Lua e não em Marte Reuters via BBC Os admiradores e seguidores de Musk criaram e compartilharam rapidamente projetos de qual poderia ser a aparência dessa cidade na Lua. Alguns deles usaram a ferramenta de IA de Musk, chamada Grok. Os comentários de Musk vão de encontro a uma reportagem publicada no início de fevereiro pelo The Wall Street Journal. Segundo a notícia, a SpaceX declarou aos investidores que iria priorizar as missões para a Lua e tentar uma viagem para Marte posteriormente. E que seu pouso lunar não tripulado está programado para março de 2027. Esta mudança contradiz o antigo foco de Musk em Marte como o principal destino da SpaceX. Até o ano passado, ele dizia que a empresa planejava lançar uma missão não tripulada para o planeta vermelho até o final de 2026. "Não, nós vamos direto para Marte. A Lua é uma distração", declarou Musk em janeiro de 2025, em resposta a uma postagem no X. Elon Musk tem um longo histórico de estabelecer cronogramas ambiciosos para projetos como veículos elétricos e tecnologia de direção autônoma, que deixaram repetidamente de se materializar no prazo pretendido. Como fazer O professor de aplicações, exploração e instrumentação espacial Sungwoo Lim, da Universidade de Surrey, no Reino Unido, descreve o plano da SpaceX, de construir uma base na Lua, como "ambicioso", mas não como "ficção científica". "A ideia básica — usar o solo da Lua para produzir oxigênio, água e material de construção — se baseia em processos industriais que já usamos na Terra", declarou ele à BBC. "Teoricamente, pode ser feito." Mas Lim explica que o desafio é se esses sistemas podem operar de forma confiável no rigoroso ambiente lunar, que inclui temperaturas extremas, poeira fina, baixa gravidade e escassez de energia. "Eles ainda precisam ser testados adequadamente na superfície lunar antes de podermos empregá-los", destaca ele. Lim observa que as agências espaciais governamentais tendem a se mover "cautelosamente" porque dependem de fundos públicos e longos ciclos políticos, que "limitam a rapidez do teste de novas ideias". Já a SpaceX, segundo ele, "opera de forma diferente". "Se o seu novo sistema de foguetes funcionar conforme o planejado, ele poderá enviar equipamento para a Lua com mais frequência e a custo mais baixo, acelerando o processo." Lançamento da Starship, da SpaceX, em maio de 2025 Reprodução Ugur Guven, diretor do Centro de Estudos de Energia e Aeroespaciais da Universidade GD Goenka, na Índia, afirma que a Lua também oferece uma vantagem importante em relação a Marte para os primeiros assentamentos humanos fora da Terra: o rápido reabastecimento e resposta a emergências. "Se algo der errado e você tiver um habitat ali, poderá enviar rapidamente uma missão de acompanhamento", explicou ele à BBC. Ele destaca que a viagem da Terra à Lua normalmente leva "de dois a três dias". Apesar disso, Lim alerta que uma "verdadeira cidade lunar autossustentável" ainda é um objetivo distante. "Cultivar alimentos sem trazer nutrientes da Terra, criando um sistema fechado onde tudo é reciclado, é muito mais complexo", afirma ele. "Isso provavelmente irá levar décadas." "Por isso, a visão é possível, mas acontecerá paulatinamente, não tudo de uma vez." Os Estados Unidos travam uma corrida contra a China para levar seres humanos para a Lua ainda nesta década Reuters via BBC O professor de ciências da Terra e engenharia civil e ambiental Clive Neal, da Universidade Notre Dame em Indiana, nos Estados Unidos, pesquisa a exploração lunar por seres humanos e é da mesma opinião. "Até realizarmos uma campanha abrangente de prospecção de recursos, que demonstre que existem na Lua recursos que podem ser extraídos de forma econômica, não teremos ideia de onde construir uma cidade 'que cresce sozinha', sem recursos acessíveis para extração", explicou ele à BBC. Lim acredita ser "realista" que um "pequeno posto avançado lunar" possa começar a produzir parte do seu próprio oxigênio e, possivelmente, extrair água nos próximos 10 anos. "Seria um avanço importante", afirma ele. O ex-astronauta da Nasa Jeffrey Hoffman, hoje professor de aeronáutica e astronáutica do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos (MIT, na sigla em inglês), defende que "podemos gerenciar o fornecimento logístico para uma base lunar agora" se a SpaceX e a Blue Origin (a empresa de tecnologia do fundador da Amazon, Jeff Bezos) desenvolverem módulos lunares com sucesso. "Mas Marte ainda está muito distante", disse ele à BBC. Para Hoffman, a experiência obtida com a construção de habitats lunares sustentáveis poderá ser eventualmente aplicada ao estabelecimento de uma base em Marte. Guven concorda e acrescenta que, quando a base na Lua estiver estabelecida, ficará muito mais fácil chegar a Marte, pois o nosso satélite poderá servir de "trampolim". Aumento da concorrência Os comentários de Elon Musk vieram em um momento em que os Estados Unidos enfrentam aumento da concorrência chinesa pelo retorno dos seres humanos à Lua nesta década. A última vez em que pusemos os pés na superfície lunar foi em 1972, durante a missão Apollo 17, da Nasa. Musk anunciou recentemente que a SpaceX adquiriu a empresa de inteligência artificial também chefiada por ele, a startup xAI. O negócio avaliou a empresa de satélites e foguetes em US$ 1 trilhão (cerca de R$ 5,16 trilhões) e a firma de IA em US$ 250 bilhões (cerca de R$ 1,29 trilhão). O anúncio poderá também vir em apoio à sua ambição de instalar centros de dados no espaço, que lidariam com grandes volumes de computação de IA, segundo a correspondente da BBC em Nova York, nos Estados Unidos, Michelle Fleury. Satélites gigantes e superchips: como serão os data centers no espaço? Imagem de conceito da Starcloud mostra como poderá ser futuro data center no espaço Divulgação/Starcloud Musk é o maior acionista da SpaceX e vem agilizando seus negócios, frente a uma possível entrada na bolsa de valores. Ele estaria considerando abrir o capital da empresa, segundo Fleury. Esta decisão poderá levantar até US$ 50 bilhões (cerca de R$ 258 bilhões), naquela que talvez venha a ser a maior oferta pública de ações da história. Em janeiro, Musk anunciou planos de colocar um milhão de centros de dados no espaço. Ele espera que este programa ajude a atender à demanda cada vez maior de instalações na Terra, gerada pelo aumento do uso da IA. Mas alguns especialistas permanecem céticos. Eles destacam que um dos principais desafios é a falta de ar no vácuo espacial para resfriar unidades de processamento gráfico. Elas desempenham papel importante nas tarefas de IA e no uso intensivo de dados. No início de fevereiro, Musk declarou no X, em resposta a um usuário, que a Nasa teria menos de 5% da receita da SpaceX este ano. A SpaceX é uma das principais contratadas do programa lunar Artemis, da Nasa, cuja missão é levar astronautas para pousar na Lua.

Trump diz que Irã quer arma nuclear e mísseis capazes de atingir os EUA em discurso do 'Estado da União'

Publicado em: 25/02/2026 00:44

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no discurso do 'Estado da União' que o Irã quer arma nuclear e mísseis capazes de atingir o país norte-americano. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Trump também relembrou os ataques feitos pelos EUA contra o Irã em junho de 2025. Ele afirmou que, na ocasião, as forças americanas destruíram um suposto programa de armas nucleares do país. Segundo o presidente, o Irã foi avisado de que não deveria retomar o programa nuclear. Ainda assim, ele afirmou que o país “voltou a perseguir suas ambições nucleares”. “Eles já desenvolveram mísseis capazes de ameaçar a Europa e nossas bases no exterior e trabalham para construir mísseis que em breve poderão alcançar os Estados Unidos”, disse. “Minha preferência é resolver esse problema por meio da diplomacia, mas uma coisa é certa: jamais permitirei que o maior patrocinador do terrorismo no mundo tenha uma arma nuclear”, continuou. Os dois países vivem um aumento de tensões em meio às negociações para um acordo que busca limitar o programa nuclear iraniano. Trump diz que 'EUA estão de volta' e faz críticas ao governo Biden Imigração Ainda no discurso, Trump defendeu políticas anti-imigratórias e voltou a adotar um discurso duro sobre segurança nas fronteiras. Ao mesmo tempo, fez um aceno a estrangeiros que queiram viver legalmente nos Estados Unidos. “Sempre permitiremos a entrada legal de pessoas que amem nosso país e trabalhem duro para mantê-lo”, disse. Economia Trump usou os primeiros 40 minutos do discurso para falar sobre dados da economia. Logo na abertura, o presidente criticou a gestão anterior, de Joe Biden, afirmando que tinha assumido o país em uma crise. “Posso dizer, com dignidade e orgulho, que alcançamos uma transformação como ninguém jamais viu antes, uma virada que ficará para a história”, declarou. “É, de fato, uma virada histórica.” O presidente também destacou indicadores econômicos. Segundo ele, a inflação está em queda, a renda em alta e a economia em recuperação. O presidente afirmou ainda que a produção de energia bate recordes. Ele elogiou um megapacote aprovado em julho que reduz impostos, mas aumentou a dívida nacional. O presidente também criticou os democratas, que votaram contra o projeto. Segundo ele, a oposição quer "machucar as pessoas" com impostos altos. Trump também usou o discurso para criticar a decisão da Suprema Corte que derrubou tarifas impostas a outros países — entre eles o Brasil — com base em uma lei de emergência da década de 1970. Ele classificou a decisão como “frustrante”. Os ministros acompanharam a fala no plenário. Após a decisão da Suprema Corte que derrubou as tarifas, Trump anunciou uma nova taxa global de 15% sobre produtos importados. No discurso, o presidente afirmou acreditar que a medida poderá substituir o atual sistema de imposto de renda e aliviar a carga tributária dos americanos. Ele defendeu ainda que tarifas ajudaram a evitar conflitos internacionais. Já era esperado que a economia ocupasse um espaço central no discurso, já que os americanos continuam preocupados com o custo de vida. Pesquisa divulgada pela Associated Press aponta que apenas 39% dos eleitores aprovam as políticas econômicas de Trump. Política externa e mais O presidente dos EUA, Donald Trump, faz o discurso do Estado da União no plenário da Câmara do Capitólio dos Estados Unidos Kevin Lamarque/Reuters A expectativa é que Trump destaque ações na política externa. Ele deve citar o cessar-fogo na Faixa de Gaza, elogiar a operação dos EUA contra alvos nucleares do Irã e comentar o aumento das tensões no Oriente Médio. “Como presidente, farei a paz sempre que puder, mas nunca hesitarei em enfrentar ameaças à América onde for necessário”, afirma o trecho antecipado. Trump deve destacar ainda ações militares e de segurança no hemisfério ocidental. Segundo os trechos divulgados, ele afirmará que os Estados Unidos estão “restaurando a segurança e a predominância americana” na região em uma referência às operações contra o narcotráfico. No discurso, o presidente também: anunciou um acordo para que empresas de tecnologia envolvidas com inteligência artificial paguem tarifas de eletricidade mais altas em regiões com data centers; pressionar o Congresso por aumento no financiamento militar; cobrar a aprovação de uma lei que exija documento de identidade e comprovação de cidadania para votar. O discurso Obama faz o discurso do Estado da União em 2015 GloboNews O discurso sobre o Estado da União é realizado desde 1790, quando o presidente George Washington fez uma fala breve, com pouco mais de mil palavras. Ao longo dos anos, a tradição mudou, e os discursos ficaram cada vez mais longos e midiáticos. Em 1801, Thomas Jefferson decidiu romper com a prática de falar pessoalmente ao Congresso e passou a enviar a mensagem por escrito. O formato foi mantido por mais de um século. Apenas em 1913, Woodrow Wilson retomou o modelo presencial. Em 1947, o presidente Harry Truman foi o primeiro a fazer o discurso com transmissão pela televisão. Quase 20 anos depois, em 1965, o presidente Lyndon Johnson decidiu realizá-lo em horário nobre para ampliar a audiência. Com o aumento da polarização, tornou-se comum que congressistas do partido do presidente se levantem para aplaudi-lo, enquanto os opositores permanecem sentados — e, em alguns casos, fazem provocações. Biden, por exemplo, foi chamado de mentiroso por uma deputada em 2023. Oficialmente, o discurso mais longo foi feito pelo presidente Bill Clinton. A fala durou 1 hora, 28 minutos e 49 segundos. No ano passado, o discurso de Trump durou 1 hora, 39 minutos e 32 segundos. No entanto, como ele ainda estava no primeiro ano de governo, o pronunciamento não é considerado oficialmente um Estado da União e é classificado como uma sessão conjunta do Congresso. VÍDEOS: mais assistidos do g1

Deputados aprovam regime especial de tributação para atrair data centers para o Brasil

Publicado em: 25/02/2026 00:36

Brasil atrai data centers com energia limpa A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira (25) o projeto de lei que isenta de imposto de importação os equipamentos utilizados na fabricação de data centers e que zera os tributos sobre a exportação de serviços do setor. O projeto, apresentado pelo líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), substituiu medida provisória de autoria do governo federal. A proposta tem como objetivo atrair empresas de data centers para o país, um mercado em expansão em todo o mundo. Texto segue agora para o Senado Federal. 🔎 O data center ("centro de dados", em inglês) é um local que armazena e processa informações. Entre os tipos, estão os de nuvem (cloud), que operam serviços online, e os de inteligência artificial, que treinam modelos de linguagem complexos. As empresas deverão aderir ao Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (REDATA) para ter acesso aos benefícios tributários. Para isso, precisarão cumprir algumas exigências. Tais como: fornecer para o mercado interno ao menos 10% do processamento; investir ao menos 2% do valor dos produtos adquiridos no mercado interno ou no exterior, com as isenções previstas no REDATA, em projetos de pesquisa e de inovação da indústria digital. Sustentabilidade Um dos pilares do programa também é a sustentabilidade. As empresas que entrarem no programa deverão publicar relatórios de sustentabilidade de suas instalações. Os relatórios deverão conter o Índice de Eficiência Hídrica (WUE) e as fontes de energia elétrica utilizadas para atender a totalidade da sua demanda. O REDATA também exige que apenas fontes limpas ou renováveis de energia sejam utilizadas para o fornecimento de energia elétrica dos data centers. Data centers são grandes consumidores de energia por conta da necessidade de refrigeração constante desses locais, que esquentam mais diante do alto volume de processamento de dados realizados por seus aparelhos. Entenda mais sobre o consumo de energia e água por data centers nesta reportagem do g1.

Palavras-chave: inteligência artificial

Deputado democrata é retirado por protestar em discurso de Trump

Publicado em: 24/02/2026 23:31

Deputado democrata Al Green segura cartaz em protesto contra Trump momentos antes do discurso do Estado da União REUTERS/Evelyn Hockstein O deputado democrata dos Estados Unidos Al Green, do Texas, foi retirado por seguranças do plenário após erguer um cartaz de protesto no início do discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Deputado do Texas segurava uma placa com a frase "negros não são macacos". Recentemente, Trump fez uma publicação nas redes sociais com um vídeo em que o ex-presidente Barack Obama aparecia com o rosto sobreposto a um corpo de macaco. Nesta terça (24), o presidente faz o tradicional discurso do “Estado da União” na Câmara dos Deputados. O discurso Desta vez, Trump aposta em um discurso para animar a própria base eleitoral. A ideia é manter o apoio dos eleitores antes das eleições de meio de mandato. Também conhecidas como “midterms”, as eleições estão marcadas para 3 de novembro. Toda a Câmara será renovada. No Senado, um terço das cadeiras estará em disputa. Atualmente, as duas Casas são controladas pelos republicanos, partido de Trump. Pesquisas indicam que o governo pode perder ao menos uma delas. Esse cenário preocupa aliados do presidente. O presidente Donald Trump discursa em uma sessão conjunta do Congresso no Capitólio dos EUA em 4 de março de 2025, em Washington, DC. O vice-presidente JD Vance e o presidente da Câmara, Mike Johnson (R-LA), aplaudem atrás dele. Win McNamee/Pool via REUTERS Logo na abertura do discurso, Trump exaltou o próprio governo e afirmou que os “Estados Unidos estão de volta, maiores, melhores, mais ricos e mais fortes do que nunca”. Ele também criticou o governo anterior, de Joe Biden, e disse que assumiu o país em crise. “Posso dizer, com dignidade e orgulho, que alcançamos uma transformação como ninguém jamais viu antes, uma virada que ficará para a história”, declarou. “É, de fato, uma virada histórica.” Trump também destacou indicadores econômicos. Segundo ele, a inflação está em queda, a renda em alta e a economia em recuperação. O presidente afirmou ainda que a produção de energia bate recordes. Ele também defendeu políticas anti-imigratórias e voltou a adotar um discurso duro sobre segurança nas fronteiras. Ao mesmo tempo, fez um aceno a estrangeiros que queiram viver legalmente nos Estados Unidos. “Sempre permitiremos a entrada legal de pessoas que amem nosso país e trabalhem duro para mantê-lo”, disse. Política externa A expectativa é que Trump destaque ações na política externa. Ele deve citar o cessar-fogo na Faixa de Gaza, elogiar a operação dos EUA contra alvos nucleares do Irã e comentar o aumento das tensões no Oriente Médio. “Como presidente, farei a paz sempre que puder, mas nunca hesitarei em enfrentar ameaças à América onde for necessário”, afirma o trecho antecipado. Trump deve destacar ainda ações militares e de segurança no hemisfério ocidental. Segundo os trechos divulgados, ele afirmará que os Estados Unidos estão “restaurando a segurança e a predominância americana” na região em uma referência às operações contra o narcotráfico. Economia e mais O presidente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump deixam a Casa Branca para ir o discurso do Estado da União Manuel Balce Ceneta/AP Photo A economia deve ocupar parte central do discurso, já que os americanos continuam preocupados com o custo de vida. Trump culpa os desafios econômicos ao governo anterior, de Joe Biden, e afirma que a situação das famílias está melhorando. “Daqui para frente, fábricas, empregos, investimentos e trilhões de dólares continuarão entrando nos Estados Unidos, porque finalmente temos um presidente que coloca a América em primeiro lugar”, afirma um trecho vazado. Mais cedo, a imprensa americana informou que o presidente também usará o discurso para criticar uma decisão da Suprema Corte que derrubou tarifas impostas por ele com base em uma lei de 1977. Ministros do tribunal acompanham a sessão no plenário. Trump também deve defender a política anti-imigração, um dos principais eixos do governo. As operações recentes provocaram protestos após a morte de dois cidadãos americanos durante ações de agentes federais. No discurso, o presidente ainda deve: anunciar um acordo para que empresas de tecnologia envolvidas com inteligência artificial paguem tarifas de eletricidade mais altas em regiões com data centers; pressionar o Congresso por aumento no financiamento militar; cobrar a aprovação de uma lei que exija documento de identidade e comprovação de cidadania para votar; citar recordes nas bolsas de valores e defender cortes de impostos. LEIA TAMBÉM Baixo estoque de munição e risco de guerra contra o Irã preocupam chefe militar dos EUA, diz jornal; Trump nega Helicópteros, ajuda dos EUA e mais de 70 mortes: como foi a operação que matou 'El Mencho' e provocou onda de violência no México Presidente da Coreia do Sul publica vídeo feito por IA em que aparece abraçando Lula na infância: 'Somos irmãos' VÍDEOS: mais assistidos do g1

Trump discursa no Congresso em meio à crise com o Irã e promete 'enfrentar ameaças'

Publicado em: 24/02/2026 22:39

Trump diz que 'EUA estão de volta' e faz críticas ao governo Biden O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, faz nesta terça-feira (24) o tradicional discurso do “Estado da União”. Na fala, o presidente deve falar sobre o Irã e afirmará que está pronto para "enfrentar ameaças" contra os EUA. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ▶️ Contexto: Desta vez, Trump aposta em um discurso para animar a própria base eleitoral. A ideia é manter o apoio dos eleitores antes das eleições de meio de mandato. Também conhecidas como “midterms”, as eleições estão marcadas para 3 de novembro. Toda a Câmara será renovada. No Senado, um terço das cadeiras estará em disputa. Atualmente, as duas Casas são controladas pelos republicanos, partido de Trump. Pesquisas indicam que o governo pode perder ao menos uma delas. Esse cenário preocupa aliados do presidente. Logo na abertura do discurso, Trump exaltou o próprio governo e afirmou que os “Estados Unidos estão de volta, maiores, melhores, mais ricos e mais fortes do que nunca”. Ele também criticou o governo anterior, de Joe Biden, e disse que assumiu o país em crise. “Posso dizer, com dignidade e orgulho, que alcançamos uma transformação como ninguém jamais viu antes, uma virada que ficará para a história”, declarou. “É, de fato, uma virada histórica.” Trump também destacou indicadores econômicos. Segundo ele, a inflação está em queda, a renda em alta e a economia em recuperação. O presidente afirmou ainda que a produção de energia bate recordes. Ele elogiou um megapacote aprovado em julho que reduz impostos, mas aumentou a dívida nacional. O presidente também criticou os democratas, que votaram contra o projeto. Segundo ele, a oposição quer "machucar as pessoas" com impostos altos. Trump também usou o discurso para criticar a decisão da Suprema Corte que derrubou tarifas impostas a outros países — entre eles o Brasil — com base em uma lei de emergência da década de 1970. Ele classificou a decisão como “frustrante”. Os ministros acompanharam a fala no plenário. Após a decisão da Suprema Corte que derrubou as tarifas, Trump anunciou uma nova taxa global de 15% sobre produtos importados. No discurso, o presidente afirmou acreditar que a medida poderá substituir o atual sistema de imposto de renda e aliviar a carga tributária dos americanos. Ainda no discurso, Trump defendeu políticas anti-imigratórias e voltou a adotar um discurso duro sobre segurança nas fronteiras. Ao mesmo tempo, fez um aceno a estrangeiros que queiram viver legalmente nos Estados Unidos. “Sempre permitiremos a entrada legal de pessoas que amem nosso país e trabalhem duro para mantê-lo”, disse. Já era esperado que a economia ocupasse um espaço central no discurso, já que os americanos continuam preocupados com o custo de vida. Pesquisa divulgada pela Associated Press aponta que apenas 39% dos eleitores aprovam as políticas econômicas de Trump. Política externa e mais O presidente dos EUA, Donald Trump, faz o discurso do Estado da União no plenário da Câmara do Capitólio dos Estados Unidos Kevin Lamarque/Reuters A expectativa é que Trump destaque ações na política externa. Ele deve citar o cessar-fogo na Faixa de Gaza, elogiar a operação dos EUA contra alvos nucleares do Irã e comentar o aumento das tensões no Oriente Médio. “Como presidente, farei a paz sempre que puder, mas nunca hesitarei em enfrentar ameaças à América onde for necessário”, afirma o trecho antecipado. Trump deve destacar ainda ações militares e de segurança no hemisfério ocidental. Segundo os trechos divulgados, ele afirmará que os Estados Unidos estão “restaurando a segurança e a predominância americana” na região em uma referência às operações contra o narcotráfico. No discurso, o presidente ainda deve: anunciar um acordo para que empresas de tecnologia envolvidas com inteligência artificial paguem tarifas de eletricidade mais altas em regiões com data centers; pressionar o Congresso por aumento no financiamento militar; cobrar a aprovação de uma lei que exija documento de identidade e comprovação de cidadania para votar. O discurso Obama faz o discurso do Estado da União em 2015 GloboNews O discurso sobre o Estado da União é realizado desde 1790, quando o presidente George Washington fez uma fala breve, com pouco mais de mil palavras. Ao longo dos anos, a tradição mudou, e os discursos ficaram cada vez mais longos e midiáticos. Em 1801, Thomas Jefferson decidiu romper com a prática de falar pessoalmente ao Congresso e passou a enviar a mensagem por escrito. O formato foi mantido por mais de um século. Apenas em 1913, Woodrow Wilson retomou o modelo presencial. Em 1947, o presidente Harry Truman foi o primeiro a fazer o discurso com transmissão pela televisão. Quase 20 anos depois, em 1965, o presidente Lyndon Johnson decidiu realizá-lo em horário nobre para ampliar a audiência. Com o aumento da polarização, tornou-se comum que congressistas do partido do presidente se levantem para aplaudi-lo, enquanto os opositores permanecem sentados — e, em alguns casos, fazem provocações. Biden, por exemplo, foi chamado de mentiroso por uma deputada em 2023. Oficialmente, o discurso mais longo foi feito pelo presidente Bill Clinton. A fala durou 1 hora, 28 minutos e 49 segundos. No ano passado, o discurso de Trump durou 1 hora, 39 minutos e 32 segundos. No entanto, como ele ainda estava no primeiro ano de governo, o pronunciamento não é considerado oficialmente um Estado da União e é classificado como uma sessão conjunta do Congresso. VÍDEOS: mais assistidos do g1

VÍDEO: Lula ganha luva com quatro dedos durante viagem à Coreia do Sul

Publicado em: 24/02/2026 21:26

Lula ganha luva com quatro dedos durante viagem à Coreia do Sul O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhou uma luva com quatro dedos durante uma cerimônia na Coreia do Sul, na segunda-feira (23). Um vídeo que mostra o momento em que ele veste a peça personalizada foi publicado pelo próprio presidente em uma rede social. Veja acima. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Lula perdeu o dedo mínimo da mão esquerda em 1964, quando trabalhava como torneiro mecânico em uma metalúrgica em São Paulo. À época, uma prensa quebrou, e ele colocou a mão na máquina para tentar fazê-la voltar a funcionar. O presidente foi flagrado usando a luva de quatro dedos durante a cerimônia de deposição de oferenda floral no Cemitério Nacional de Seul. Veteranos de guerra e autoridades sul-coreanas estão sepultados no local. No vídeo, Lula aparece mostrando a luva para a primeira-dama, Janja da Silva. "Vivendo um dia inesquecível e digno de K-drama hoje em Seul. Um encontro entre dois ex-operários que hoje ocupam a Presidência de seus países. Fortalecendo laços Brasil–Coreia do Sul", publicou o presidente. Lula usa luva com quatro dedos na Coreia do Sul Presidência da República Na viagem à Coreia do Sul, Lula participou de uma série de compromissos ao lado do presidente sul-coreano, Lee Jae-myung. Os dois assinaram acordos de cooperação em áreas do comércio e de minerais críticos, além de definir um plano para fortalecer as relações bilaterais. Também na segunda-feira, Lee publicou um vídeo feito com inteligência artificial em que aparece, ainda criança, abraçando Lula. A gravação reúne fotos antigas dos dois presidentes na infância. Em seguida, as imagens mostram um encontro real entre os dois. Em um post anterior, Lee já havia destacado a trajetória de Lula, mencionando o passado como operário. Ele também comparou a própria história à do presidente brasileiro. Lee assumiu o governo sul-coreano em junho de 2025. A trajetória é marcada pela pobreza. Em autobiografia recente, descreveu a infância como “miserável”. Nascido no interior da Coreia do Sul, veio de família numerosa e abandonou a escola para trabalhar ainda criança. Ao longo da carreira, o atual presidente sul-coreano atuou em fábricas e sofreu dois acidentes graves. Em um deles, aos 13 anos, teve o pulso esmagado por uma prensa, o que deixou lesão permanente no braço. Presidente Lula usa luvas personalizadas na Coreia do Sul Ricardo Stuckert/PR VÍDEOS: mais assistidos do g1

Palavras-chave: inteligência artificial

Startup maranhense de edição de vídeos, lança campeonato nacional para criadores de conteúdo digital

Publicado em: 24/02/2026 15:44

A Autoclipper é resultado da fusão de projetos liderados por Gerson Diniz (CEO) e Lucas Cleopas (CPO) Arquivo Pessoal A AutoClipper, startup maranhense especializada em edição inteligente de vídeos usando inteligência artificial, lançou o Desafio AutoClipper: Ganhe Dinheiro com Redes Sociais. A competição, aberta a criadores de conteúdo de todo o Brasil, tem inscrições limitadas e oferece R$ 10 mil em prêmios. O campeonato começa no dia 13 de março e é voltado para criadores que produzem cortes de vídeos para plataformas digitais. O objetivo é incentivar a produção de vídeos curtos e com foco em performance orgânica nas redes sociais. O concurso será dividido em etapas semanais, com um ranking final para premiar os melhores desempenhos. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Gerson Soares, CEO da AutoClipper, destacou a importância da competição para estimular novos talentos na área e fortalecer o ecossistema de produção digital. "Queremos mostrar que é possível transformar criatividade e estratégia em renda real nas redes sociais. Este é um espaço para quem quer se profissionalizar como clipador e gerar resultados concretos", afirma Soares. O regulamento completo e os critérios de participação podem ser acessados na página oficial do desafio. As inscrições estão abertas por tempo limitado e se encerram quando o período de seleção for concluído. Veja os vídeos que estão em alta no g1

Palavras-chave: inteligência artificial

'PIB fantasma' e desemprego em massa: as previsões apocalípticas de texto sobre IA que viralizou e assustou mercados

Publicado em: 24/02/2026 15:10

'PIB fantasma' e desemprego em massa: as previsões apocalípticas de texto sobre IA que viralizou e assustou mercados. Getty Images via BBC As ações de algumas empresas de tecnologia — sobretudo de software — despencaram na segunda-feira (23/2) e analistas dizem que o principal motivo seria uma postagem em um blog que viralizou, pintando um cenário sombrio para a economia mundial diante da ascensão da inteligência artificial. As empresas de software Datadog, CrowdStrike e Zscaler viram suas ações despencarem mais de 9% cada uma ao longo da segunda-feira. A International Business Machines teve queda de 13% — seu pior desempenho em um único dia desde 2000. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Outras empresas cujo desempenho também pode vir a ser afetado no futuro pela inteligência artificial também viram suas ações perderem valor. As ações da American Express caíram cerca de 7%, enquanto as do JPMorgan, Citigroup e Morgan Stanley recuaram mais de 4%. Mastercard e Visa tiveram quedas de mais de 4%. Segundo analistas e jornalistas especializados, o principal motivo por trás das quedas no mercado foi um post escrito pela Citrini Research, uma empresa que foi fundada pelo investidor James van Gleek. A Citrini Research é um dos canais de finanças mais lidos do Substack. Veja os vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 O texto que viralizou fala em um "PIB fantasma", a ideia de que a inteligência artificial vai aumentar a produtividade e até o tamanho de algumas economias, mas que provocaria ao mesmo tempo desemprego em massa ao substituir humanos. Com isso, esse aumento da riqueza seria apenas ilusório. "A explicação mais comum para a renovada apreensão [nos mercados na segunda-feira] foi uma postagem no blog da Citrini Research sobre como a IA poderia levar à demissão de muitos profissionais de alta renda e prejudicar a economia", escreveu o colunista Robert Armstrong, do jornal britânico Financial Times. Já o Wall Street Journal escreveu que "não é preciso muito para provocar movimentos turbulentos nas ações em um mercado dominado por ações de tecnologia e ansioso pelas perspectivas da inteligência artificial". "Mas nada evidencia a sensibilidade das ações neste momento como o que aconteceu na segunda-feira, quando um dos fatores por trás da queda de 800 pontos do Dow Jones foi um argumento hipotético de 7 mil palavras." O que diz o texto que viralizou? A Citrini Research afirma logo no começo que seu texto, publicado no domingo, não é uma previsão do futuro — mas sim um "exercício mental". "O único objetivo deste texto é modelar um cenário que tem sido relativamente pouco explorado", escreve. O texto é escrito como se fosse um relatório do dia 30 de junho de 2028. Ele relata um mundo com desemprego de 10,2% e queda de quase 40% do S&P (índice das ações das principais empresas listadas nos EUA). Em apenas dois anos, os mercados iriam de uma euforia com a inteligência artificial a uma profunda crise provocada pela ascensão da tecnologia. Segundo os autores, a inteligência artificial provocaria desemprego em massa entre trabalhadores de colarinho branco — atividades ligadas à administração e gerenciamento. A produtividade das empresas teria um salto com robôs sendo mais eficientes do que trabalhadores — já que agentes de IA "não dormem, não tiram dias de folga por doença e não precisam de plano de saúde". No entanto, isso geraria um "PIB fantasma": ganhos massivos de produtividade, mas com queda enorme nos salários reais, já que os trabalhadores substituídos teriam que buscar empregos com rendimentos menores. "Quando começaram a surgir fissuras na economia de consumo, os especialistas econômicos popularizaram a expressão 'PIB Fantasma': produção que aparece nas contas nacionais, mas nunca circula pela economia real", escreve a Citrini Research, prevendo o que analistas do futuro diriam sobre a crise. "Em todos os sentidos, a IA estava superando as expectativas, e o mercado era IA. O único problema... a economia não era." O texto descreve uma "espiral de substituição da inteligência humana" que teria acontecido a partir de 2026, no cenário fictício. "As capacidades de IA melhoraram, as empresas precisaram de menos funcionários, as demissões de profissionais de escritório aumentaram, os trabalhadores demitidos gastaram menos, a pressão sobre as margens levou as empresas a investir mais em IA, as capacidades de IA melhoraram… É um ciclo vicioso sem freio natural." O artigo descreve ficcionalmente uma empresa de inteligência artificial que consegue avanços na área de "agentic coding", em que agentes autônomos de IA escrevem e testam códigos com intervenção humana mínima. Com o tempo, empresas de software gerariam eficiências aos seus clientes, que precisariam de menos mão-de-obra. Mas menos trabalhadores também implica em menos licenças de software sendo compradas, gerando perdas financeiras ao próprio setor de softwares que desenvolveu novas tecnologias. 'Relações humanas' A crise no setor de softwares seria apenas um prelúdio de uma crise mais ampla, segundo ao artigo. Com o tempo, todos os setores produtivos passariam a usar agentes de inteligência artificial que produziriam ganhos enormes de eficiência. Praticamente todas as atividades humanas que necessitam de trabalho especializado — mediante pagamento por esses serviços — seriam otimizadas por máquinas: comércio, agências de turismo, contabilidade, serviços legais, entre outros. "Qualquer categoria em que a proposta de valor do prestador de serviços é 'Eu vou lidar com a complexidade que você considera tediosa' foi impactada, pois os agentes [de inteligência artificial] não acham que nada seja tedioso", escrevem os autores. Segundo eles, até mesmo áreas em que as relações humanas eram valorizadas se provariam frágeis. "O mercado imobiliário, onde os compradores toleravam comissões de 5 a 6% durante décadas devido à assimetria de informação entre o agente e o consumidor, desmoronou quando agentes de IA equipados com acesso a bases de dados com listagem de preços de propriedades e décadas de dados de transações puderam replicar instantaneamente a base de conhecimento." "[Descobrimos que por anos] havíamos superestimamos o valor das 'relações humanas'. Descobrimos que muito do que as pessoas chamavam de relacionamentos era simplesmente 'atrito' — só que apresentada de forma mais simpática." Outro exemplo dado pelos autores é o de aplicativos de entrega de comida. Segundo eles, desenvolvedores seriam capazes de criar, com ajuda da inteligência artificial, aplicativos mais eficientes que os atuais, repassando de 90% a 95% da receita direto aos motoristas, provocando uma falência em empresas que dominam o mercado hoje. Mas mesmo os motoristas não teriam muito futuro: já que em breve eles próprios seriam substituídos por veículos autônomos. Outra área de otimização seria em transações financeiras, com busca a alternativas mais baratas aos cartões de crédito, como Visa e Mastercard. O exemplo dado pela Citrini Research é o das stablecoins como Solana e Ethereum — que são criptomoedas com menos volatilidade. A migração para sistemas com stablecoins provocaria uma crise em empresas de meios de pagamentos. Empregos dizimados Segundo os autores, sempre houve uma crença de que "a inovação tecnológica destrói empregos e depois cria outros mais". Mas isso estaria mudando. "A IA agora é uma inteligência geral que aprimora justamente as tarefas para as quais os humanos seriam realocados. Programadores desempregados não podem simplesmente migrar para a 'gestão de IA', porque a própria IA já é capaz de fazer isso." Eles dizem que a inteligência artificial continuariam criando novos empregos — como engenheiros de prompt, pesquisadores de segurança em IA ou técnicos de infraestrutura — mantendo os humanos dentro da cadeia de produção. Mas esses empregos não seriam suficientes para absorver a mão-de-obra que seria perdida. E os salários seriam muito mais baixos. Os autores dão como exemplo fictício uma gerente sênior de produto. "[Em 2025, ela tinha] cargo, plano de saúde, previdência privada e salário de US$ 180 mil por ano (R$ 930 mil). Ela perdeu o emprego na terceira rodada de demissões. Depois de seis meses procurando emprego, começou a dirigir para o Uber. Seus ganhos caíram para US$ 45 mil (R$ 230 mil)". "Multiplique essa dinâmica por algumas centenas de milhares de trabalhadores em todas as principais metrópoles. A mão de obra superqualificada inundando a economia de serviços e de trabalhos temporários pressiona para baixo os salários dos trabalhadores que já estavam em dificuldades." O próximo passo, segundo os autores, seria sentido no mercado imobiliário. A queda brusca na massa de salários provocaria dificuldades para compradores pagarem por seus empréstimos imobiliários. Todo esse cenário de crise geraria uma resposta de governos, mas eles próprios estariam em situação mais frágil, dada a queda esperada em arrecadação de impostos. "O governo precisa transferir mais dinheiro para as famílias exatamente no momento em que está arrecadando menos impostos delas. [...] A capacidade da IA ​​está evoluindo mais rápido do que as instituições conseguem se adaptar. A resposta política está seguindo o ritmo da ideologia, não da realidade." Os autores lembram ao final do artigo que ainda não estamos em junho de 2028, como eles propõem retoricamente. Estamos em fevereiro de 2026 e esses "ciclos negativos ainda não começaram". "Temos certeza de que alguns desses cenários não se concretizarão. Da mesma forma, temos certeza de que a inteligência artificial continuará a se acelerar. Como investidores, ainda temos tempo para avaliar o quanto de nossos portfólios se baseia em premissas que não resistirão à década. Como sociedade, ainda temos tempo para sermos proativos." Reações Apesar de muitos atribuírem a quedas do mercado na segunda-feira ao texto da Citrini Research, nem todos levam a sério suas previsões. "O mais importante sobre o texto não é o que ele diz. É que o mercado de ações chegou ao ponto em que postagens em blogs causam movimentos significativos nas ações, ou pelo menos é o que as pessoas pensam que causam", escreve o colunista de mercados Robert Armstrong, do Financial Times. "A polêmica em torno da Citrini é mais uma prova de que estamos em um mercado inflado que busca uma desculpa para cair, por razões que provavelmente vão além da IA." Em artigo na revista Fortune, o editor de Negócios Nick Lichtenberg diz que o cenário traçado pela Citrini "pode estar ignorando a adaptabilidade humana e a resposta institucional" e que a inteligência artificial "poderia eventualmente democratizar o acesso à abundância" de recursos. "O argumento do 'PIB fantasma' da Citrini pressupõe que os salários humanos substituídos desaparecerão permanentemente da economia, ignorando como os ganhos de produtividade historicamente tendem a realocar valor em vez de destruí-lo", escreve Lichtenberg. "Quando a IA reduz os custos, bens e serviços ficam mais baratos, aumentando efetivamente o poder de compra real, mesmo para famílias com renda nominal mais baixa." Ele cita um Tanmai Gopal — CEO da empresa PromptQL, de análise de dados — que estima que 70% dos trabalhos de hoje não podem ser automatizadas, pois a IA precisa ser treinada com dados e o contexto humano é dinâmico demais para que ela seja atualizada com frequência suficiente. Na segunda-feira, o CEO do JPMorgan Chase — cujas ações caíram mais de 4% em meio às repercussões do artigo — afirmou que os temores sobre inteligência artificial são exagerados e que seu banco usará a tecnologia a seu favor. "Na minha opinião, sairemos vencedores", disse Jamie Dimon. "Nossa estratégia sempre foi usar a tecnologia para prestar um serviço melhor aos clientes, e somos muito bons nisso."

É #FATO: Gaivota é atingida por bolada durante jogo de futebol na Turquia e reanimada por capitão de time; assista

Publicado em: 24/02/2026 14:30

É #FATO: gaivota é atingida por bolada e reanimada por capitão de time de futebol na Turquia Reprodução Circula nas redes sociais um vídeo que mostra uma gaivota sendo atingida em cheio por uma bola de futebol. A ave cai no chão e é reanimada com massagem cardíaca por um dos jogadores. É #FATO. selo fato g1 ▶️ O que dizem os posts? Publicado nesta segunda-feira (23) no X, Facebook, no Instagram e no TikTok, o vídeo alcançou milhões de visualizações e deixou muitos usuários em dúvida sobre se a cena era verdadeira ou uma produção de inteligência artificial (IA). O registro mostra um goleiro chutando a bola, que atinge acidentalmente uma gaivota que sobrevoava o campo. O animal cai no chão e fica imóvel, com as patas para cima. Em seguida, um atleta corre até a ave e começa a fazer massagem cardíaca para reanimá-la. Depois, ele a leva para fora do campo e a entrega a um integrante da equipe técnica. ✅ Por que é fato? Goleiro cobra tiro de meta e acerta gaivota em partida na Turquia. Reprodução/Redes Sociais O caso ocorreu durante a final entre os times Mevlanakapı Güzelhisar e İstanbul Yurdum Spor na 1ª Liga Amadora de Istambul, no estádio de Zeytinburnu, na Turquia, neste domingo (22). O vídeo foi compartilhado no Instagram do time nesta segunda (veja abaixo). Aos 22 minutos do primeiro tempo, o goleiro Muhammet Uyanık, do İstanbul, atingiu a gaivota ao cobrar o tiro de meta. Ele não percebeu o que havia acontecido até avistar a ave no chão. "Naquele momento, fiquei em choque. Me senti mal. Fiquei muito chateado, isso me afetou profundamente. Afinal, também é um ser vivo", disse à agência turca de notícias Anadolu. Quem prestou os socorros foi o capitão do time, Gani Çatan. Ele afirmou ter agido por instinto, mesmo sem ter treinamento prévio de primeiros-socorros: "A primeira coisa que me veio à mente foi fazer RCP (reanimação cardiopulmonar). Ela havia desmaiado, então tentei a minha sorte", contou à agência. A gaivota recebeu água e cuidados da equipe médica que estava em campo. Segundo Catan, ela se levantou, mas estava com problemas nas asas. A partida terminou com a derrota do İstanbul Yurdum Spor, que perdeu o título do campeonato. "Perdemos o campeonato, mas é maravilhoso ter ajudado a salvar uma vida", destacou o capitão apesar do resultado. Initial plugin text Macaco rejeitado não desgruda de cuidador em zoológico no Japão É #FATO: gaivota é atingida por bolada e reanimada por capitão de time de futebol na Turquia Reprodução Veja também Governo não criou imposto único de 44% sobre aluguel Governo não criou imposto único de 44% sobre aluguel VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

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