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OCB/GO e Ouvidoria da Mulher da Câmara de Goiânia firmam parceria pioneira

Publicado em: 02/09/2025 08:46

Aava Santiago é recebida na Casa do Cooperativismo Goiano Sistema OCB/GO Foi assinado, no último dia 20 de agosto, um termo de cooperação entre a OCB/GO e a Ouvidoria da Mulher da Câmara Municipal de Goiânia. A reunião para a assinatura foi realizada na Casa do Cooperativismo Goiano e contou com a presença do presidente da entidade, Luís Alberto Pereira, da vereadora Aava Santiago, que é a atual ouvidora, de Maria Clara Dunck, coordenadora do departamento e Naiara Bernardes, coordenadora do Comitê de Mulheres Cooperativistas – Elas pelo Coop. A iniciativa partiu do comitê de mulheres Elas pelo Coop, que promoveu a aproximação entre as instituições. O convênio estabelece a realização de eventos e ações conjuntas com o objetivo de fomentar o cooperativismo e incentivar a maior participação feminina no setor, além de estender a rede de proteção da Ouvidoria às cooperadas. A vereadora Aava Santiago destacou o potencial de crescimento do atendimento proporcionado pela parceria. “Hoje são milhares de mulheres atendidas pela Ouvidoria da Câmara. Acredito que com a parceria da OCB/GO vamos triplicar esse número”, afirmou. Ela também ressaltou o caráter inédito da ação. “Acredito que esta é uma ação pioneira, ao unir a ouvidoria da mulher de um legislativo com uma unidade estadual da OCB”, disse. O presidente do Sistema OCB/GO, Luís Alberto Pereira, enalteceu a atuação do comitê Elas pelo Coop. “Estou muito feliz de ver a atuação do comitê, não só dentro do cooperativismo, mas também saindo para fora e atuando em benefício da sociedade. Com a assinatura deste convênio, estamos abrindo as portas da OCB/GO para as ações da Ouvidoria da Mulher”, disse. Maria Clara Dunck, coordenadora da Ouvidoria, detalhou os primeiros passos da cooperação. “Neste primeiro momento, vamos fornecer essa rede de apoio às mulheres cooperadas e também viabilizar a participação nos nossos eventos, cursos e atendimentos”, explicou. Sobre a Ouvidoria da Mulher Criada em 2013 por meio de uma alteração no regimento interno da Câmara de Vereadores de Goiânia, a Ouvidoria da Mulher é um canal direto de denúncia e apoio. Composta por uma vereadora ouvidora e duas adjuntas, com mandatos de dois anos, a unidade surgiu inicialmente para apurar denúncias de assédio dentro da própria Câmara, mas ampliou sua atuação para atender mulheres vítimas de violência e discriminação em toda a comunidade. Com sala própria desde 2021, o departamento oferece atendimento psicológico gratuito (projeto Acolha Uma Mulher), apoio social e jurídico. Entre suas frentes de trabalho estão a campanha de doação de absorventes para combater a pobreza menstrual e a Boutique Solidária Gisele Evangelista Gonçalves, localizada no Mercadão da Moda 44, onde mulheres em situação de vulnerabilidade podem retirar roupas, calçados e acessórios doados pela população. A Ouvidoria também auxilia os vereadores na elaboração de leis que considerem a realidade das mulheres e ajudem a prevenir a violência de gênero. O Comitê Elas pelo Coop também está à disposição para o atendimento de mulheres cooperativistas, pelo e-mail: elaspelocoopgo@ocbgo.coop.br. Canais de Atendimento da Ouvidoria da Mulher da Câmara de Goiânia: WhatsApp: (62) 98222-2454 Instagram: @ouvidoriadamulher E-mail: ouvidoriadamulhercamara@gmail.com Atendimento presencial: Avenida Goiás, nº 2001, Centro, Goiânia.

Programa de combate à insegurança alimentar oferece R$ 250 mensais a famílias em vulnerabilidade no TO

Publicado em: 02/09/2025 08:39

Palácio Araguaia, sede do Governo do Tocantins Reprodução/TV Anhanguera Famílias em situação de vulnerabilidade social e com renda insuficiente poderão ser beneficárias do Programa de transferência de renda e segurança alimentar do Estado do Tocantins (AlimenTO). A iniciativa garantirá renda de R$ 250 mensais para facilitar o acesso à alimentação. O benefício será destinado especialmente a famílias inscritas no Cadastro Único, com prioridade para aquelas com crianças de 0 a 6 anos e chefiadas por mulheres. Conforme o governo estadual, 7 mil famílias, dos 139 municípios, são aptas ao programa. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Para receber o benefício, a família deverá cumprir algumas condicionalidades, entre elas: manter crianças na escola com frequência mínima de 85%; manter a vacinação atualizada; realizar pré-natal; participar do monitoramento nutricional; estar inscrita no Cadastro Único; ter renda per capita de até R$ 218. Os beneficiados serão acompanhados pela Agenda de Segurança Alimentar e Nutricional (Asan), que também observará outros tópicos. O programa prevê acompanhamento nutricional, fortalecimento do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisan) e o desenvolvimento de ações socioeducativas sobre alimentação saudável. A transferência direta de renda será feita por meio do cartão social (Cartão AlimenTO). Os alimentos poderão ser adquiridos no comércio local credenciado, estimulando a economia da região e fortalecendo a agricultura familiar. LEIA TAMBÉM Três propostas de Palmas para mobilidade urbana são pré-selecionadas no Novo PAC 2025; valor passa de R$ 470 milhões População do Tocantins registra aumento e chega a 1,58 milhão de habitantes, diz IBGE Temporada de praias do Tocantins: sol, água doce e festa no coração do Brasil O Cartão AlimenTO será entregue em breve, podendo ser recarregado mensalmente, inicialmente por 12 meses. Nesse período em que as famílias passarão por avaliação para verificar se ainda permanecem em situação de insegurança alimentar. A medida provisória foi publicada no na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda-feira, (1º). Clique aqui e confira todos os critérios do programa. VEJA TAMBÉM: Pesquisa aponta que 15 mil tocantinenses vivem com insegurança alimentar Pesquisa aponta que 15 mil tocantinenses vivem com insegurança alimentar Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Palavras-chave: vulnerabilidade

Projeto abre inscrições para curso de plantas medicinais com bolsa mensal de R$ 500 no litoral de SP

Publicado em: 01/09/2025 20:30

Plantas usadas na produção de remédios medicinais da cultura indígena (imagem ilustrativa) Paula Lanza/Cáritas Brasileira/Divulgação O Instituto Articulação de Tecnologias Sociais e Ações Formativas (Adesaf) abriu as inscrições para jovens e adolescentes de São Vicente, no litoral de São Paulo, participarem do curso "Saúde, Território e Porto: cultivo de plantas medicinais e agroecologia". Durante os quatro meses de atividades gratuitas, os selecionados receberão uma bolsa mensal de R$ 500,00 para alimentação e transporte. Para preencher as 15 vagas disponíveis, os interessados devem ter entre 14 e 24 anos, sendo que a prioridade será para os moradores das áreas rurais de Acaraú e Paratinga, que estejam em situação de vulnerabilidade social. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. As inscrições serão encerradas no domingo (7) e podem ser realizadas clicando aqui ou indo presencialmente na sede do Instituto Adesaf, na Rua Guarany, 70, no bairro Parque São Vicente. Os candidatos deverão apresentar documento com foto, comprovante de residência e declaração escolar. De acordo com a instituição, o processo seletivo incluirá análise documental e entrevista socioeducativa, considerando critérios de vulnerabilidade socioeconômica, diversidade de gênero e étnico-racial. A iniciativa faz parte do "Projeto Inicia - São Vicente Agora é Porto", uma parceria do Instituto Adesaf com a Autoridade Portuária de Santos (APS). As atividades teóricas e práticas serão voltadas à agroecologia e ao cultivo de plantas medicinais, promovendo inclusão social e qualificação. Ainda segundo o instituto, o curso será realizado duas vezes por semana, no período da manhã, totalizando uma formação de 96 horas. Os jovens precisarão cumprir 75% da carga horária para receber o certificado de conclusão. Confira os benefícios das plantas medicinais em chá: Especialista explica benefícios do uso das plantas medicinais em chá VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

Palavras-chave: tecnologiavulnerabilidade

Criatividade e experiência transformam a Educação

Publicado em: 01/09/2025 19:05

Renda do evento será destinada ao Programa Sesc Mesa Brasil. Divulgação Nos dias 26 e 27 de setembro, o Sesc Palladium, em Belo Horizonte, será palco de um dos eventos mais relevantes do calendário educacional brasileiro: o Congresso Eduko 2025. Realizado pelo Sistema Fecomércio MG, por meio de suas casas Sesc e Senac, o encontro reúne educadores, educadoras, estudantes e profissionais com interesse em refletir sobre os rumos da Educação, trazendo um diferencial que vai além da teoria: a prática colaborativa. Criado em 2023, o Eduko rapidamente se consolidou como um espaço de referência, por unir debates qualificados, experimentação pedagógica e diversidade de perspectivas. O tema desta edição, “Criatividade e Experiência: construindo territórios de aprendizagem”, reforça o papel da criatividade como competência essencial no processo de ensino-aprendizagem. Não se trata de um dom inato, mas de uma habilidade que pode, e deve, ser cultivada. Educadores e educadoras têm direito a desconto de 50% no evento. Palestrantes de peso e temas urgentes A programação do Eduko 2025 conta com um time de especialistas com reconhecimento no Brasil e no mundo. Na grade de palestrantes, já estão: Thakur S. Powdyel, ex-ministro da Educação do Butão e responsável por aplicar o conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB) no sistema de ensino; a escritora e psicanalista Elisama Santos, referência em educação não violenta; o pediatra e sanitarista Daniel Becker; a educadora espanhola María Acaso, especialista em arte-educação; e o psicoterapeuta Léo Fraiman, estudioso da ciência da felicidade. Também participam desta edição Fabrício Carpinejar, Nilma Lino Gomes, Diogo Almeida, Roberta Bento, Diogo Cortiz, Paulo Fochi, Stela Barbieri, Lucas Veríssimo, Bruno Alano e Manu Bezerra, entre outros nomes. Ao longo de dois dias, o público será convidado a mergulhar em debates sobre educação inclusiva; competências socioemocionais; processos de ensino-aprendizagem; arte e conectividade; e cidadania. A escolha desses macrotemas se alinha à pesquisa da OCDE, divulgada a partir do PISA 2022, que avaliou a competência de pensamento criativo. O Brasil, com média de 23 pontos e situado na 44ª colocação, tem diante de si um enorme desafio, e o Eduko surge como espaço de construção coletiva de soluções. Espaço Eduko: teoria, prática e arte Mais uma vez, o Espaço Eduko será um dos grandes diferenciais do congresso. Trata-se de um ambiente de experimentação pedagógica, no qual cada participante pode conhecer metodologias, recursos e ferramentas aplicados de forma prática e interativa. A edição 2025 traz uma proposta ainda mais inovadora, marcada por tecnologias emergentes e narrativas que aproximam teoria e realidade da sala de aula. A ideia é oferecer ao público a chance de vivenciar novas formas de aprender e ensinar, em experiências que estimulam a curiosidade, a colaboração e a criatividade. O Eduko entende que a Educação também se alimenta da arte. Por isso, o congresso será encerrado com um show especial da cantora Laura Catarina, filha de Vander Lee. No palco, a artista mineira prestará homenagem ao pai, interpretando canções que marcaram a trajetória do cantor e compositor mineiro. Um evento que transforma vidas Além de reunir mentes inquietas e criativas, o Eduko 2025 traz uma novidade de grande impacto social: 100% da renda obtida com a venda de ingressos será destinada ao Programa Sesc Mesa Brasil. Reconhecida como a maior rede privada de bancos de alimentos da América Latina, a iniciativa combate a fome e promove a cidadania em todo o país. Somente em Minas Gerais, o Sesc Mesa Brasil atende a milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade, levando alimentação de qualidade e ações educativas a creches, casas de repouso, instituições de longa permanência, projetos sociais e famílias atendidas por organizações parceiras. Participar do Eduko, portanto, é também um gesto solidário. Cada ingresso adquirido contribui diretamente para ampliar o alcance do Programa e melhorar a qualidade de vida de crianças, jovens, pessoas adultas e pessoas idosas em diferentes comunidades. Histórico de inovação Nas duas primeiras edições, o Eduko reuniu mais de duas mil pessoas em Belo Horizonte, com 50 horas de programação e a participação de nomes como Djamila Ribeiro, José Pacheco, Leandro Karnal, Sofia Fada, Mario Sergio Cortella e Conceição Evaristo. Em 2023, o tema “Educação 5.0: inovação e possibilidades” destacou a importância dos recursos digitais no processo de ensino. Já em 2024, a reflexão girou em torno das “Urgências do Agora”, com debates sobre saúde mental, ética no uso de tecnologias, diversidade, equidade e educação climática. Garanta sua presença A programação completa do Congresso Eduko 2025 já está disponível. Mais do que um congresso, o Eduko é um convite à transformação: de ideias, de práticas pedagógicas e, principalmente, de vidas. Garanta seu ingresso.

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Trabalho social busca gerar autonomia financeira e autocuidado para mulheres em Maranguape, no CE

Publicado em: 31/08/2025 05:00

Instituto Move Marias promove oficinas de empreendedorismo para mulheres no Ceará Abrir caminhos para a emancipação e o bem-estar das mulheres. Esse é um dos objetivos do Instituto Move Marias, organização que aposta no empreendedorismo como ferramenta de transformação para as beneficiadas na cidade de Maranguape, na região metropolitana de Fortaleza. Conforme levantamento da instituição, cerca de 3 mil mulheres já foram alcançadas de forma direta e indireta pelas atividades, iniciadas em maio de 2024. O instituto foca em mulheres de 20 a 60 anos para auxiliar negócios já criados ou em fase de elaboração. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp Com ações formativas, mentorias e oficinas, o objetivo é desenvolver as habilidades pessoais e profissionais das mulheres alcançadas. Eventos como corrida e aulões de yoga também ajudam a diversificar as atividades. Todas elas são gratuitas para as beneficiadas. Propósitos de vida Cerca de 3 mil mulheres foram alcançadas por atividades do Instituto Move Marias, conforme levantamento da organização Instituto Move Marias/Divulgação As oficinas Empreender, que ocorrem duas vezes por semana, trazem conteúdos diversos para ajudar as mulheres na qualificação profissional e nos passos necessários para gerar renda. Para mulheres com negócios em operação e para quem ainda busca ideias para empreender, os conteúdos trazem conhecimentos sobre gestão, marketing, finanças e planejamento. Nas oficinas Florescer, os temas são voltados para o autocuidado e o autoconhecimento. A prática de exercícios físicos é uma das mensagens estimuladas na instituição. A empresária Adriana Lima, fundadora e presidente do instituto, explica que um público alcançado tem sido o de mulheres com idades acima dos 40 anos, muitas vezes em situação de vulnerabilidade. “Essa mulher, muitas vezes, está em casa, os filhos estão criados, e ela não se sente útil, se sente insegura, com a autoestima, às vezes, muito baixa. E a gente começou a trabalhar fortemente a subjetividade, temas transversais para despertar na mulher esse autocuidado. E aí, elas vão se fortalecendo e começam a ter ideias de negócios, querem voltar a estudar”, exemplifica Adriana. Conforme a empresária, o Move Marias nasceu de uma inspiração e de um chamado para realizar algum trabalho pelas mulheres. Atualmente, as atividades contam com apoio de voluntários e com mulheres com formação em psicologia e assistência social. A instituição foi oficializada em maio de 2024 como uma organização sem fins lucrativos. Para o futuro, alguns projetos são expandir a atuação para Fortaleza e também passar a oferecer oficinas mais práticas, levando conhecimentos sobre artesanato, gastronomia e confecção de produtos diversos. Aprendizados nas oficinas Mulheres são beneficiadas por oficinas de autoconhecimento e empreendedorismo no CE Para a podóloga Francisca Helena de Sousa, a participação nas atividades de empreendedorismo auxiliaram bastante para que ela pensasse na forma de se comunicar com os pacientes. Ela relata que, além do aprendizado voltado para o trabalho, os temas sobre autocuidado despertaram a vontade de incluir os exercícios físicos na rotina. Um resultado positivo, para ela, foi ter participado da 1ª Corrida Move Marias, realizada no dia 30 de março. Também moradora de Maranguape, a dona de casa Antônia Cleide da Cruz explica que encontrou novos propósitos ao conhecer o Move Marias. Inspirada pelas mulheres que conheceu no instituto, ela está dando os primeiros passos para trabalhar com a venda de lingeries. Há 11 anos, ela perdeu o único filho e entrou em um processo de depressão. “Eu vivia em casa, depressiva, solitária”, conta. Para ela, o acolhimento que encontrou no instituto tem sido diferencial. “Aqui eu encontrei uma paz pra mim”, compartilha. No caminho de descobertas, ela sonha em se tornar empreendedora a partir dos conhecimentos recebidos nas atividades. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

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Refeições em restaurantes universitários na PB podem chegar a quase R$ 20; confira preços

Publicado em: 30/08/2025 20:18

Restaurante da UFPB de Bananeiras, na Paraíba Reprodução / UFPB / Oriel Farias Os estudantes das universidades públicas da Paraíba pagam valores diferentes pelas refeições nos Restaurantes Universitários (RUs). Dependendo do campus e da situação do aluno, uma refeição pode custar entre R$ 4,50 e R$ 17,33. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias do PB em tempo real e de graça Nesta reportagem, o g1 reuniu informações fornecidas pelas instituições sobre preços, média de refeições servidas, critérios de gratuidade e elaboração dos cardápios. Universidade Federal da Paraíba A UFPB possui RUs nos campi de João Pessoa, Areia, Bananeiras e Rio Tinto. Valores para estudantes sem assistência: Campus João Pessoa: R$ 17,33 (almoço/jantar) Campus Areia: R$ 15 (almoço) | R$ 14 (jantar) Campus Bananeiras: R$ 16 (almoço/jantar) Campus Rio Tinto: R$ 15 (almoço) | R$ 14 (jantar) Valores para estudantes assistidos parcialmente: Campus João Pessoa: R$ 8,66 (almoço/jantar) Campus Areia: R$ 7,50 (almoço) | R$ 7 (jantar) Campus Bananeiras: R$ 8 (almoço/jantar) Campus Rio Tinto: R$ 7,50 (almoço) | R$ 7 (jantar) A média de 5.700 refeições servidas por dia. Quanto aos estudantes com gratuidade total, são 5.744. LEIA TAMBÉM: Estudantes protestam contra aumento do preço do restaurante universitário da UFPB Os cardápios são elaborados por nutricionistas das empresas contratadas e aprovados pela equipe técnica da UFPB, garantindo qualidade nutricional e respeitando a cultura alimentar regional. Universidade Federal de Campina Grande Desde 2024, a UFCG aplica o modelo de cessão onerosa, cobrando parte do valor das refeições para estudantes sem gratuidade total. Valores para estudantes sem gratuidade total Campus Campina Grande: R$ 5,50 Campus Patos: R$ 4,50 Campus Sumé: R$ 5,50 Servidores e comunidade externa pagam entre R$ 9 e R$ 11, respectivamente. Segundo a universidade, os campi de Cuité, Pombal, Sousa e Cajazeiras estão com licitações em andamento. Nos campi ainda não abertos para o público geral, os alunos que se enquadram nos critérios da Assistência Estudantil recebem R$ 350 de auxílio. Cerca de 1.400 estudantes têm gratuidade total. Para ter acesso, é necessário comprovar vulnerabilidade socioeconômica, estar matriculado em cursos presenciais com número mínimo de disciplinas e participar de edital semestral. A média de refeições servidas é de 3.600 por dia. O cardápio mensal inclui duas opções de carne, uma vegana, uma vegetariana, saladas, guarnição, suco e sobremesa, sempre elaborado por nutricionistas. Universidade Estadual da Paraíba – Campus Campina Grande A UEPB possui oito campi (Campina Grande, Lagoa Seca, Guarabira, Catolé do Rocha, João Pessoa, Monteiro, Patos e Araruna), mas os dados sobre valores das refeições foram fornecidos apenas pelo Campus I, em Campina Grande. Sem gratuidade: R$ 8,50 Com gratuidade parcial: R$ 4,25 Pós-graduação segue mesma regra de gratuidade parcial Cerca de 400 estudantes têm gratuidade total e 800 têm parcial, via edital baseado em índice de vulnerabilidade socioeconômica. O cardápio é planejado por nutricionistas, levando em conta nutrição, segurança alimentar e controle microbiológico. Segundo a pró-reitora estudantil da instituição, Núbia Nascimento, a universidade não registra a média de refeições servidas, apenas o número de estudantes beneficiados. Instituto Federal da Paraíba – Campus João Pessoa Preço por refeição sem gratuidade: R$ 12 O número médio de refeições servidas por dia é de 800 (600 almoços e 200 jantares), pagos com o recurso da assistência estudantil. O acesso gratuito acontece via edital para estudantes regularmente matriculados em cursos presenciais (técnicos integrados, subsequentes e superiores) que atendam ao Índice de Vulnerabilidade Social. O instituto não divulgou dados sobre o número médio de refeições servidas por dia de refeição sem gratuidade. O cardápio é definido conforme contrato com a empresa fornecedora, cobrindo almoço e jantar. Ajustes são feitos para estudantes com intolerâncias ou doenças específicas. “Quando algum estudante apresenta laudo, podemos solicitar que a empresa faça o ajuste na preparação”, afirmou a nutricionista Silvia Bastos. Para estudantes vegetarianos, preparações com carne podem ser adaptadas, garantindo opções de arroz, feijão, vegetais e outros itens. *sob supervisão de Iara Alves. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

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São José está com inscrições abertas para curso de pintor industrial com bolsa-auxílio de até R$ 850; veja como se candidatar

Publicado em: 30/08/2025 18:22

Pintor industrial Master1305/Divulgação A Petrobras, em parceria com o Instituto Federal de São Paulo (IFSP), está com 20 vagas abertas para um curso gratuito de qualificação profissional de pintor industrial em São José dos Campos. Os selecionados irão receber bolsas-auxílio no valor de R$ 660 mensais. No caso de mulheres com filhos de até 11 anos, o valor da remuneração é maior, sendo R$ 858 por mês. As inscrições vão até domingo, dia 31 de agosto, e podem ser feitas de forma online (clique aqui para acessar o site). Para se inscrever, os interessados devem ter 18 anos ou mais e terem completado o ensino fundamental (até o 9° ano). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp O curso será presencial e terá a duração de quatro meses, com aulas que ocorrerão de segunda a sexta-feira à noite, além de atividades aos sábados pela manhã. A prioridade será para residentes da cidade e pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com renda familiar bruta mensal igual ou inferior a meio salário mínimo por pessoa, mulheres, pessoas com deficiência, pretos, pardos, indígenas, quilombolas, pessoas trans e refugiados. O projeto visa oferecer uma oportunidade de inserção no mercado de trabalho e desenvolvimento profissional para a população. A seleção será por sorteio público, realizado no dia 8 de setembro. A divulgação dos resultados está prevista para o dia 12 de setembro de 2025. O início das aulas está programado para 20 de outubro. O Campus São José dos Campos do IFSP está localizado na Rodovia Presidente Dutra, km 145 – Jardim Diamante, com acesso pelo portão P4 da Petrobras. Indústria lidera geração de empregos em cidades da região Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Porto Acre tem 100 vagas para Casamento Coletivo; veja LISTA de documentos

Publicado em: 30/08/2025 18:12

Projeto Cidadão abre 100 vagas para casamento coletivo em Porto Acre Os casais de Porto Acre, no interior do estado, que sonham em oficializar a união já podem se preparar. É que o Projeto Cidadão, do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), abriu 100 vagas para o casamento coletivo na cidade. (Veja maisabaixo a lista de documentos) As inscrições iniciam no dia 1º de setembro e se estendem até o dia 3, das 8h às 15h no cartório extrajudicial de Porto Acre. 📲 Baixe o app do g1 para ver notícias do AC em tempo real e de graça Nesse período, os casais devem apresentar os documentos exigidos. A cerimônia está marcada para o dia 17 de setembro, às 16h, na Escola Estadual Jader Saraiva Machado. Segundo o TJ-AC, a iniciativa é voltada para casais que não têm condições financeiras de arcar com os custos do casamento civil, como as taxas cartoriais. Veja a documentação necessária: Todos os noivos: comprovante de endereço, RG e CPF (originais e cópias); Noivos solteiros: certidão de nascimento original, legível e sem rasura; Noivos divorciados: certidão de casamento original com averbação do divórcio ou cópia do processo ou sentença do divórcio, especialmente a parte que trata da partilha de bens; Noivos entre 16 e 17 anos: presença dos pais ou responsáveis com RG e CPF (originais e cópias). Em caso de pais falecidos, apresentar certidão de óbito. Em caso de pais ausentes, apresentar consentimento por escrito do responsável. *Todos os documentos devem estar atualizados, com emissão nos últimos seis meses. Casamento Coletivo em Rio Branco - AC Asscom/Tribunal de Justiça do Acre Projeto Cidadão 2025 A coordenadora de Apoio aos Projetos Sociais do TJ-AC, Isnailda Silva, destacou que o casamento coletivo integra uma ação mais ampla do Projeto Cidadão, que também levará diversos serviços à população, como palestras sobre violência doméstica, gravidez na adolescência, entre outros. “O Projeto Cidadão constitui-se como uma importante ação de promoção da cidadania. Além da regularização matrimonial, o projeto vai disponibilizar, nos dias 16 e 17 de setembro, uma rede de serviços públicos essenciais, como assistência social, saúde, palestras sobre violência doméstica, gravidez na adolescência e cyberbullying, além de emissão de documentos básicos”, afirmou. Ainda segundo Isnailda, haverá também a entrega de vestuário social para mulheres em situação de vulnerabilidade e ações voltadas às produtoras rurais em parceria com o Incra. De acordo com o TJ-AC, o Projeto Cidadão conta com a colaboração de diversas instituições públicas, como a Defensoria Pública do Acre, o Ministério Público do Acre, a Polícia Civil com emissão de RG, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a Receita Federal, o INSS, o TRE, a Secretaria de Estado da Mulher e o Serviço de Saúde Itinerante e serviços de saúde do Município. VÍDEOS: g1

Palavras-chave: vulnerabilidade

Ataque hacker em empresa que opera o sistema Pix desvia R$ 420 milhões; BC bloqueia R$ 350 milhões

Publicado em: 30/08/2025 17:42

Prédio do HSBC em Canary Wharf, Londres. Reuters Instituições financeiras foram alvo de um ataque hacker durante a tarde sexta-feira (29) que provocou o desvio de cerca de R$ 420 milhões por meio de transferências realizadas via Pix. De acordo com fontes ouvidas pela TV Globo, foram desviados R$ 380 milhões do banco HSBC e outros R$ 40 milhões da instituição financeira Artta. Apesar do episódio, a infraestrutura central do Pix não foi atingida e segue operando normalmente, informou a Sinqia. A companhia confirmou o episódio em nota oficial. (veja íntegra abaixo) O golpe ocorreu a partir de vulnerabilidades no sistemas da Sinqia, empresa brasileira que fornece tecnologia de conexão entre instituições financeiras e o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central. A invasão ocorreu apenas nos servidores da Sinqia, que apenas se comunicam com o Banco Central. Após detectar a tentativa, o Bacen cortou a ligação da operadora com a rede do sistema financeiro nacional para impedir que ela fosse uma porta de acesso às demais instituições. A ação foi rápida a tempo de conseguir bloquear R$ 350 milhões. A Polícia Federal foi acionada e vai investigar o ataque. Agora, o Banco Central trabalha para reaver o restante do dinheiro desviado A Artta, uma das instituições afetadas, afirmou que o ataque foi nas contas que mantém direto com o Banco Central para liquidação interbancária e que nenhum conta de clientes foi afetada. (veja íntegra abaixo) "Não houve ataque ao ambiente da Artta nem às contas de nossos clientes As contas envolvidas são mantidas junto ao Banco Central e utilizadas exclusivamente para liquidação interbancária", afirmou a instituição em nota. A TV Globo pediu nota ao HSBC, mas até o momento da publicação da reportagem não obteve resposta. A informação foi divulgada inicialmente pelo portal Neofeed. Justificativa da operadora Em seu comunicado, a Sinqia afirmou que acionou especialistas forenses para investigar a origem do incidente e destacou que “um número limitado de instituições financeiras” foi afetado. Ainda de acordo com a empresa, a atividade suspeita se restringiu ao ambiente Pix e não há indícios de movimentações fora desse sistema nem sinais de que dados pessoais tenham sido comprometidos. Marcelo Camargo/Agência Brasil A Sinqia acrescentou que está reconstruindo as plataformas atingidas em um novo ambiente, com monitoramento reforçado e camadas adicionais de segurança. O ataque ocorre pouco tempo depois de outra ação de grandes proporções, registrada em julho, quando hackers desviaram quase R$ 1 bilhão explorando vulnerabilidades da C&M Software, outra provedora de serviços tecnológicos usada por bancos e corretoras. Na ocasião, valores que estavam em contas no Banco Central foram transferidos de forma irregular. Até o momento, não há indícios de que os dois ataques estão correlacionados. Mecanismos de devolução Um dia antes do ataque, o Banco Central (BC) realizou alterações no PIX, sistema de transferência de recursos em tempo real, que aperfeiçoam, nos próximos meses, o mecanismo de segurança que permite a devolução de recursos para a vítima de fraudes, golpes ou coerção. A instituição lembra que, pelas regras atuais, a devolução dos recursos é feita apenas a partir da conta originalmente utilizada na fraude. 24 milhões foram vítimas de golpe do PIX ou boleto falso, indica Datafolha Com os aprimoramentos na regra, com validade a partir de 23 de novembro de forma facultativa e de 2 de fevereiro de forma obrigatória, o mecanismo de devolução do PIX vai identificar os caminhos dos recursos. "A segurança é um dos pilares fundamentais do Pix e seu aprimoramento é um processo contínuo. O BC atua de forma permanente para garantir a manutenção do elevado patamar de segurança do Pix", afirmou o Banco Central. Veja a nota da Sinqia, na ÍNTEGRA: No dia 29 de agosto, a Sinqia detectou atividade suspeita no ambiente Pix. Nossa equipe agiu rapidamente e iniciou uma investigação para determinar a causa do incidente. Estamos trabalhando com o apoio dos melhores especialistas forenses nisto. Já estamos em contato com clientes afetados, que compreendem um número limitado de instituições financeiras. Neste momento, verificamos que o incidente se limita apenas ao ambiente Pix. Não há evidências de atividade suspeita em nenhum outro sistema da Sinqia além do Pix e esse problema afeta apenas a Sinqia no Brasil. Além disso, neste momento, não temos indicação de que quaisquer dados pessoais tenham sido comprometidos. Enquanto nossa investigação ainda está em andamento, colocamos em prática um plano detalhado para alcançar uma restauração completa. Primeiro, isolamos o ambiente Pix de todos os outros sistemas da Sinqia e o desconectamos proativamente do Banco Central, enquanto conduzimos nossa análise. Em segundo lugar, por precaução, estamos trabalhando ativamente para reconstruir os sistemas afetados em um novo ambiente com monitoramento e controles aprimorados. Também estamos trabalhando com especialistas externos adicionais para nos ajudar a acelerar esse processo e complementar os recursos de nossa própria equipe. Depois que o ambiente for reconstruído e estivermos confiantes de que está pronto para ser colocado de volta em funcionamento, o Banco Central irá revisá-lo e aprová-lo antes de colocá-lo novamente online. Assim que tivermos uma previsão clara sobre quando o novo sistema estará online, forneceremos mais atualizações aos nossos clientes. A segurança das transações realizadas em nossos sistemas é nossa primeira prioridade. Agradecemos o apoio de nossos clientes e pedimos desculpas pelo inconveniente. Estamos tratando essa situação com a maior seriedade e continuamos comprometidos com a transparência e em manter nossas partes interessadas informadas à medida que novas informações se tornem disponíveis. Veja a nota da Artta, na ÍNTEGRA: No dia 29/08, a Sinqia S.A., empresa homologada e autorizada pelo Banco Central para operar o SPB e o Pix, registrou um incidente em sua infraestrutura tecnológica que afetou diversas instituições financeiras, entre elas a Artta Sociedade de Crédito Direto S.A. e bancos como o HSBC. IMPORTANTE DESTACAR! Não houve ataque ao ambiente da Artta nem às contas de nossos clientes. As contas envolvidas são mantidas junto ao Banco Central e utilizadas exclusivamente para liquidação interbancária. Como medida preventiva, interrompemos as transações de saída no mesmo dia, priorizando a segurança e a proteção integral dos recursos de nossos clientes. Estamos em contato direto com o Banco Central e a Sinqia e atuando para que a normalização das operações aconteça com a máxima agilidade e total segurança. Reafirmamos nosso compromisso com a integridade do sistema financeiro, a proteção dos clientes e a transparência em nossas comunicações. Em caso de dúvidas, nossa equipe está disponível pelo e-mail: suporte@artta.com.br.

Justiça condena homem a indenizar mulher em R$ 20 mil por retirar preservativo sem consentimento durante relação sexual

Publicado em: 30/08/2025 16:22

Prática, denominada stealthing, é crime SVS/Divulgação A Justiça condenou um homem a indenizar uma mulher por retirar o preservativo durante o ato sexual sem consentimento da parceira, na sexta-feira (29), em Assis (SP). A prática é denominaca stealthing. A decisão é da 1ª Vara Cível do município, e a reparação por danos morais foi fixada em R$ 20 mil. Além disso, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, o réu responde criminalmente por violação sexual mediante fraude. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp A desembargadora Lia Porto afirmou que a conduta do réu violou os princípios da dignidade da parceira. "O ato foi praticado em situação de extrema vulnerabilidade da vítima, mediante conduta violadora e aviltante", relata. LEIA TAMBÉM: Médica se recusa a atender paciente em unidade de saúde e alega salários atrasados em Bauru Mulher encontrada enterrada no quintal de casa foi morta com golpe de amortecedor de carro durante briga com marido; homem está preso Além disso, rejeitou a alegação de que a indenização fixada em primeira instância seria exagerada. Segundo ela, o valor por danos morais deve levar em conta a gravidade da conduta do réu e o impacto da violação na intimidade da vítima. O que é stealthing? Assista abaixo: Isso Tem Nome: entenda o que é stealthing, o ato de retirar a camisinha discretamente e sem aviso prévio durante a relação sexual Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

Palavras-chave: vulnerabilidade

Audiência pública debate os desafios da reforma agrária e a defesa dos territórios em Santarém

Publicado em: 30/08/2025 10:47

Audiência pública no STTR vai debater defesa dos territórios Divulgação Segunda-feira, 1º de setembro, a partir das 9h, será realizada a reunião pública “Reforma Agrária e Defesa dos Territórios” promovida pelo Sindicato Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém (STTR), no oeste do Pará, com apoio do Ministério Público Federal (MPF). O encontro acontece na sede do STTR Santarém, na Avenida Cuiabá, e deve reunir cerca de 200 lideranças entre assentamos, extrativistas, pescadores, quilombolas e demais comunidades tradicionais da região. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp Estarão presentes representantes de órgãos públicos como Maíra Coraci, representante do Incra Nacional; José Maria Sousa, Superintendente do Incra no Oeste do Pará; Bruno Kono Ramos, do Instituto de Terras do Pará; além de representantes do Ministério de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Superintendência da União, Ministério de Desenvolvimento Agrário e outras instâncias federais, estaduais e municipais. O objetivo é debater os desafios da reforma agrária, da destinação de terras e da proteção territorial em meio à crise climática que afeta a Amazônia. O encontro também pretende encaminhar propostas concretas junto às autoridades públicas para garantir a efetivação das políticas de reforma agrária e proteção dos territórios. Maria Ivete Bastos, presidenta do STTR, reforça o chamado à participação dos povos e comunidades da região: “Queremos sensibilizar mais uma vez as autoridades e todos os nossos apoiadores, os trabalhadores e trabalhadoras, povos que estão nos seus territórios para juntos possamos buscar as alternativas para toda essa problemática fundiária, agrária e ambiental, principalmente nesse momento de grave crise climática”, destacou. O evento trará um panorama histórico e atual sobre a destinação de terras em Santarém. O município possui um contexto territorial complexo, com áreas em processo de destinação há décadas, o que fragiliza os territórios das comunidades tradicionais, impede o acesso a políticas públicas e crédito rural, além de aumentar a vulnerabilidade de lideranças em contextos de ameaças, bem como diante de eventos climáticos extremos decorrentes da crise climática global. Audiência pública é realizada para debater situação da regularização fundiária em Santarém VÍDEOS: Mais vistos do g1 Santarém e Região

Palavras-chave: vulnerabilidade

Polícia liga ataques a ônibus em SP a disputa por linhas na Zona Sul

Publicado em: 30/08/2025 05:00

Passageira ficou ferida após ataque com pedra a ônibus em São Paulo. Suspeito foi preso Reprodução A Polícia Civil concluiu que os ataques a ônibus que começaram na Grande São Paulo em 12 de junho se deveram a disputas entre empresas por linhas de ônibus na Zona Sul da capital. Para os investigadores, as ocorrências que partiam de um grupo organizado já podem ser consideradas inexistentes – as que permanecem são pontuais. “Os ataques orquestrados acabaram”, afirma o delegado Fernando Santiago, do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais). Segundo a SPTrans, no mês de agosto, a média diária de registros até o dia 20 foi de 3,6 casos, patamar muito próximo do período anterior à onda de ataques. Em julho, auge das depredações, a média diária chegou a 12,9 casos. Apuração do g1 apontou elementos que levaram a polícia a fechar a linha de investigação na disputa por espaço no transporte público municipal. O marco zero dos ataques, considerado pelos próprios investigadores como sendo 12 de junho, é também a data em que a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte publicou um despacho definindo o grupo de trabalho que discutiria os termos de uma transferência de concessão de linhas de ônibus na Zona Sul. Essas operações do transporte público eram realizadas pela empresa Transwolff. Porém, em janeiro deste ano, a Prefeitura de São Paulo proibiu a empresa de operar linhas de ônibus na capital, após ela passar a ser investigada por ligação com a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Atualmente, a empresa opera sob intervenção municipal. A empresa questiona o processo administrativo que levou à rescisão de contrato com a prefeitura (leia nota abaixo). No despacho de 12 de junho, o secretário Municipal de Mobilidade e Transporte, Celso Jorge Caldeira, determinou a instauração de um grupo de trabalho para definir os aspectos administrativos e operacionais envolvidos na futura transferência contratual”. O documento indica para participar desse grupo que definirá os rumos da operação tanto a SPTrans como as empresas interessadas” – no caso, a própria Transwolff e a Sancetur, anunciada como sucessora da concessão. Entretanto, exclui da discussão os cooperados que forneciam seus ônibus para a Transwolff e que, com a transferência da concessão, perderam a garantia de sua fonte de renda. A principal hipótese da investigação, assim, é que cooperados que prestavam serviço para a Transwolff tenham dado início aos ataques a ônibus como uma forma de protesto pela não participação no grupo de trabalho. Também seria uma maneira de pressionar a Sancetur a eventualmente contratar seus serviços. A Polícia Civil ainda não tem uma resposta definitiva sobre o porquê de os ataques haverem cessado, segundo a apuração do g1. Uma possibilidade é a simples diminuição da revolta inicial dos organizadores dos ataques. Outra é a de que, usando as depredações como mecanismo de pressão, eles tenham conseguido algum tipo de acordo preliminar com a Sancetur para continuar prestando o serviço. Procurada pelo g1, a Sancetur disse apenas que pedidos de informação sobre a transferência da concessão deveriam ser encaminhados à Prefeitura de São Paulo. Durante o período de ataques na Grande São Paulo, 22 pessoas chegaram a ser presas, das quais 6 continuam detidas. Nenhuma delas, porém, tem ligação direta com os cooperados. Os executores dos ataques muitas vezes foram pessoas em situação de vulnerabilidade, que recebiam quantias entre R$ 20 e R$ 50 para vandalizar os veículos. Série de ataques a ônibus completa quase 50 dias O que dizem a Transwolff e a SPTrans A respeito do grupo de trabalho citado pela investigação, por meio de seus advogados de defesa, a Transwolff questiona a formação, já que ele não contou com representantes indicados pela empresa. Os participantes teriam sido indicados pelos interventores designados pela Prefeitura de São Paulo quando a companhia passou a ser investigada por ligação com o PCC. A Transwolff sustenta que buscou na Justiça por esse direito de representatividade e recebeu um parecer favorável quanto a ele. “Por decisão judicial, foi reconhecida a legitimidade dos representantes por ela [Transwolff] indicados para integrar o Grupo de Trabalho Multidisciplinar instituído pela Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana do Município de São Paulo, responsável por analisar a eventual transferência dos contratos de concessão de serviço público atualmente mantidos pela empresa”, diz em nota a defesa da companhia. Por sua vez, a SPTrans informou, em nota, que não foi notificada da decisão judicial citada. “O Grupo de Trabalho foi composto sem representantes da Transwolff porque há decisão da Justiça proibindo que os sócios da empresa exerçam qualquer ato de gestão, o que inclui a nomeação de representantes. Sobre a ausência de cooperados no grupo de trabalho, a SPTrans comunicou que “a relação jurídica e contratual da Prefeitura de São Paulo, por meio da concessão pública, é com a Transwolff Transportes Urbanos Ltda. e não com quaisquer prestadores de serviço que a empresa possa ter”. Dessa forma, “não há participação de terceiros no Grupo de Trabalho”, conclui.

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Trama golpista: PGR diz que Bolsonaro foi líder, articulador dos atos e quem mais se beneficiaria da ruptura democrática

Publicado em: 30/08/2025 04:01

Além de Jair Bolsonaro, 7 ex-auxiliares são réus no núcleo crucial; veja quem são A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar a ação penal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus pela tentativa de golpe de Estado em 2022. Autora da denúncia, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a condenação do grupo pelos crimes. Em um documento de 517 páginas, a PGR detalhou a conduta de cada um dos acusados. Assinado pelo procurador-geral da República, Paulo Gustavo Gonet Branco, o documento dedica 137 páginas às ações do ex-presidente Jair Bolsonaro. O g1 detalha as principais declarações de PGR sobre a atuação do político do PL. Líder da organização criminosa No documento, o procurador-geral Paulo Gustavo Gonet Branco afirmou que o ex-presidente "figura como líder" da organização criminosa. "Principal articulador, maior beneficiário e autor dos mais graves atos executórios voltados à ruptura do Estado democrático de Direito", disse o PGR. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, durante o julgamento da denúncia contra Bolsonaro por golpe de Estado Fellipe Sampaio/STF Gonet afirmou que Bolsonaro, no exercício do cargo de presidente da República, "instrumentalizou o aparato estatal e operou, de forma dolosa, esquema persistente de ataque às instituições públicas e ao processo sucessório". "Com o apoio de membros do alto escalão do governo e de setores estratégicos das Forças Armadas, mobilizou sistematicamente agentes, recursos e competências estatais, à revelia do interesse público, para propagar narrativas inverídicas, provocar a instabilidade social e defender medidas autoritárias. A sua atuação, pautada pela afronta à legalidade constitucional e pela erosão dos pilares republicanos, teve por objetivo último sua continuação ilegítima no comando do país e o enfraquecimento das instâncias públicas, em negação do princípio da alternância democrática, da soberania popular e do equilíbrio entre os Poderes", completou. Ataques coordenados às urnas A PGR apontou que documentos apreendidos pelos investigadores revelam que o grupo criminoso "planejou a propagação coordenada de ataques ao sistema eletrônico de votação". "Documentos apreendidos revelam que a organização criminosa planejou a propagação coordenada de ataques ao sistema eletrônico de votação. Foi fixada, por escrito, a diretriz de repetição contínua da narrativa de vulnerabilidade das urnas eletrônicas, como forma de deflagrar movimentos de rebeldia contra os resultados desfavoráveis ao grupo", diz a PGR. A PGR pontuou que os ataques de Bolsonaro a autoridades, na condição de presidente, não eram "meras críticas ou desabafos" e que um chefe de Estado tem "capacidade singular" de influenciar a opinião pública. Desta forma, a PGR sustenta que as declarações de Bolsonaro "transcendem o campo da crítica legítima" e passam a ter o "caráter de incitação e desestabilização da democracia". Uso da máquina pública A PGR salientou que Bolsonaro usou a máquina pública para disseminar dúvidas contra o sistema eleitoral. "O réu fez uso da máquina pública e de recursos públicos, mobilizando agentes e estruturas do Estado para disseminar dúvidas e deslegitimar o sistema eleitoral. Essa orquestração, com o peso e a autoridade da estrutura pública por trás dela, representa uma ameaça institucional, e não uma simples crítica", declarou. Para exemplificar o uso de recursos públicos com fins ilícitos, a PGR citou a live de 2021 no Palácio do Planalto, com a participação de agentes públicos. Também mencionou a "Abin Paralela" – uso ilícito da estrutura de inteligência do Estado para fins políticos. Além disso, a PGR apontou que Bolsonaro usava ferramentas públicas para dar uma "aparência de tecnicidade" ao "discurso fantasioso". "O réu buscou dar aparência de tecnicidade ao discurso fantasioso. Tratou de ataque hacker, código-fonte, vulnerabilidade das urnas, voto auditável, enfim, uma infinidade de expressões que se presumem técnicas e autênticas, mas sempre colocadas fora de contexto, com o intuito de induzir o público a erro e forçar a desconfiança popular sobre o sistema eleitoral", escreveu. Bolsonaro discursa na Avenida Paulista durante manifestações em 7 de Setembro de 2021. Atos tiveram pautas antidemocráticas. PAULO LOPES / AFP Discursos com ataque às urnas A PGR também relembrou os discursos de Bolsonaro em 7 de setembro de 2021, em Brasília e São Paulo, em que foram feitos ataques às urnas e a autoridades. Para a PGR, isso não pode ser confundido com um "arroubo isolado". "Suas falas operam como atos políticos que, quando desprovidas de base factual, se convertem em instrumentos de desestabilização democrática. A crítica legítima pressupõe diálogo, responsabilidade e fundamento, e não se confunde com ameaças, insultos ou manipulações. As declarações de Bolsonaro entre julho e setembro de 2021 ultrapassaram os limites do dissenso democrático: não eram discordâncias políticas, mas inverdades, intimidações e ultimatos, voltados a corroer a credibilidade das instituições republicanas", diz a PGR. Bolsonaro eleito com urnas eletrônicas No documento, ao contrastar os ataques de Bolsonaro ao sistema de votação com a eleição do ex-presidente, a PGR afirma que ele se elegeu para mandatos na Câmara "valendo-se do sistema eletrônico de votação”. "Após cumprir sete mandatos consecutivos como Deputado Federal, valendo-se do sistema eletrônico de votação, Jair Messias Bolsonaro foi eleito presidente da República em outubro de 2018, obtendo 55,13% dos votos válidos no segundo turno. Em 1º de janeiro 2019, assumiu o cargo mais elevado da República, recebendo a faixa presidencial das mãos de seu antecessor, Michel Temer", ponderou. Bolsonaro nega acusações Na fase de interrogatório, ocorrida em junho, Bolsonaro negou qualquer ação golpista ou com objetivo de impedir a posse do presidente Lula. Afirmou que não houve movimentação concreta para um golpe de Estado e que a denúncia da PGR é injusta. Trama golpista: O núcleo crucial e os crimes pelos quais são acusados Arte/g1

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Quinta da Boa Vista será palco de casamentos comunitários neste sábado

Publicado em: 30/08/2025 03:00

Quinta da Boa Vista, São Cristóvão, Zona Norte do Rio Alexandre Macieira/Riotur A Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, se transforma em cenário de celebração neste sábado (30), com a realização de cerca de 30 casamentos comunitários, a partir das 9h. O evento faz parte do programa “RJ + Casamento”, da Secretaria de Governo do Estado do Rio de Janeiro (Segov), que garante acesso gratuito ao casamento civil para pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica. Podem participar apenas casais previamente cadastrados, com documentação regularizada. Os requisitos incluem estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico) e apresentar certidão de nascimento original emitida há até seis meses. As cerimônias serão oficializadas por representantes da Justiça Itinerante do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ). A ação social também oferecerá outros serviços: Informações sobre benefícios sociais Balcão de empregos Emissão da CTPS digital e encaminhamentos Atendimento médico Aferição de pressão arterial e glicose Orientações sobre alimentação e educação em saúde. Emissão ou agendamento de 1ª e 2ª vias do documento de identidade - RG, mediante apresentação da certidão de nascimento original e do CPF Além disso, a Cedae distribuirá água potável para a população, e haverá, ainda, serviços de bem-estar e cuidados pessoais, como barbeiro, maquiagem, trancista, designer de sobrancelhas, auriculoterapia e limpeza de pele. A iniciativa contará com a participação de diversos parceiros, como o Detran-RJ, a Fundação Leão XIII, a Cedae, a Procuradoria Regional Federal da 2ª Região, a Faetec e o Procon-RJ. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça

Palavras-chave: vulnerabilidade

Caso Emanuelly: Conselho Tutelar nega relação entre atendimento à família e morte da criança

Publicado em: 29/08/2025 19:18

Câmeras registraram menina caminhando com o homem antes de ser encontrada morta O Conselho Tutelar de Campo Grande – Região Sul, responsável pelo atendimento à menina Emanuelly Victória Souza, de 6 anos, desde 2020, e o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Campo Grande divulgaram nota nesta sexta-feira (29) sobre o caso. Confira as notas na íntegra ao final da reportagem. Emanuelly foi sequestrada, estuprada e encontrada morta na noite de quarta-feira (27), em uma residência na Vila Carvalho, em Campo Grande. O sepultamento ocorreu na manhã desta sexta-feira. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp No comunicado, o órgão afirma que o ocorrido não tem relação com sua atuação junto à família ou com suposta omissão, como vem sendo sugerido. "Nos atendimentos prestados, não foram identificados elementos que justificassem a medida de acolhimento institucional, conforme estabelece a Portaria nº 01/2025, expedida pela Vara da Infância e Juventude, e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ademais, diante de denúncias recebidas, Emanuelly passou por depoimento especial, ocasião em que a criança não relatou nenhuma violação de direitos", afirma o documento. O Conselho declarou estar à disposição das autoridades competentes para prestar esclarecimentos sobre os atendimentos realizados. "Contudo, em respeito à família e em observância à legislação, não serão fornecidas informações adicionais, devido à lei de proteção de dados." O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Campo Grande também se manifestou por meio de nota nesta sexta-feira. O órgão informou que está apurando os fatos relacionados ao caso e acompanhando as investigações conduzidas pelo Ministério Público, Poder Judiciário e Conselhos Tutelares. "Reiteramos nosso respeito e solidariedade à família da Emanuelly, colocando-nos à disposição para colaborar com os órgãos de apuração e para contribuir, dentro de nossa competência, na busca por respostas e medidas que evitem que tragédias como esta se repitam." Investigação do Ministério Público O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) instaurou procedimento para apurar a atuação do Conselho Tutelar Sul no caso. A investigação busca identificar possíveis falhas ou omissões que possam ter contribuído para a morte da criança. O processo tramita sob sigilo, conforme previsto em lei. Emanuelly era acompanhada pelo Conselho Tutelar desde 2020. O último registro é de maio deste ano, quando sofreu uma fratura no braço em circunstância suspeita de agressão. A família negou que a criança tenha sido agredida. O autor do crime, Marcos Willian Teixeira Timóteo, de 20 anos, morreu na manhã de quinta-feira (28) em confronto com policiais do Grupo de Operações e Investigações (GOI) da Polícia Civil. Segundo a polícia, ele tinha histórico de abusos contra crianças. Atendimento social à família A Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS) informou que, em fevereiro, a família de Emanuelly foi atendida pelo Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Guanandi, após encaminhamento do Conselho Tutelar Sul. Durante entrevista com técnicos da unidade, foram identificadas vulnerabilidade social e insegurança alimentar decorrentes da ausência de renda. O Cras entregou uma cesta básica e ofereceu serviços como o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e o Programa Criança Feliz, que prevê visitas domiciliares e orientações para fortalecimento familiar. A família recusou os serviços e aceitou apenas a cesta básica. Família nega agressões O padrasto de Emanuelly, Deivid Bernardes, negou que a criança sofresse maus-tratos. Em entrevista à TV Morena, durante o sepultamento, afirmou que não havia agressões em casa. A mãe da menina não quis se pronunciar. “A gente ia no conselho, na delegacia, mas eles não conseguiram arrumar nada. Na delegacia nem chegaram a fazer exame nela, porque a delegada saiu e falou que os pais estão liberados, pois a criança só falou bem do pai e da mãe, não sofre nenhum maus-tratos, então a gente não vai nem interrogar o pai e a mãe”, lembrou Deivid. Ele confirmou que o Conselho Tutelar realizava visitas frequentes à residência e negou que a criança passasse fome. “O próprio conselho tutelar chegava na minha casa e o armário estava cheio, as crianças brincando, tomando banho, tudo bem cuidado”, relatou. Deivid contou que conheceu Emanuelly quando ela tinha duas semanas de vida. “Minha filha era tudo para gente. Era muito carinhosa, muito amada.” Sobre o autor do crime, afirmou que era apenas um conhecido do trabalho. “A gente nunca teve amizade assim, é só de serviço.” Dinâmica do crime De acordo com a Polícia Civil, Emanuelly foi vítima de abusos sexuais repetidos antes de ser morta por esganamento. A família, residente na Vila Taquarussu, acionou a polícia no início da noite ao perceber o desaparecimento da menina. Imagens de câmeras de segurança registraram Emanuelly caminhando com o suspeito por volta das 8h30 da manhã. Moradores reconheceram o homem e informaram que ele vivia na Vila Carvalho. A polícia foi até o local, encontrou a casa vazia e documentos com o nome do suspeito. Ao retornar, os agentes identificaram marcas de chinelo com barro e seguiram com as buscas. O corpo da criança foi localizado em um dos quartos, enrolado em uma coberta com fitas adesivas, dentro de uma banheira de bebê, sob a cama. A área foi isolada para perícia. O pai da menina foi levado à delegacia para prestar depoimento sobre o desaparecimento. Veja as notas na íntegra Conselho Tutelar Sul: "O Conselho Tutelar da Região Sul manifesta profundo pesar pelo falecimento de Emanuelly Victoria Souza Moura e se solidariza com seus familiares e amigos neste momento de dor. O ocorrido na última quarta-feira, que ceifou de forma trágica a vida de Emanuelly, trata-se de um crime hediondo, marcado por extrema crueldade, sem qualquer relação com a atuação deste órgão no atendimento à família ou com suposta omissão, como vem sendo sugerido. Nos atendimentos prestados, não foram identificados elementos que justificassem a medida de acolhimento institucional, conforme estabelece a Portaria nº 01/2025, expedida pela Vara da Infância e Juventude, e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ademais, diante de denúncias recebidas, Emanuelly passou por depoimento especial, ocasião em que a criança não relatou nenhuma violação de direitos. O Conselho Tutelar coloca-se à disposição das autoridades competentes para prestar os devidos esclarecimentos sobre os atendimentos realizados. Contudo, em respeito à família e em observância à legislação, não serão fornecidas informações adicionais, devido à lei de proteção de dados. Repudiamos qualquer tentativa de explorar o ocorrido para promover ataques, gerar desordem social ou criar tensão desnecessária em relação ao Conselho Tutelar, assim como utilizá-lo para fins de promoção pessoal. Reforçamos que a garantia de direitos é dever da família, da sociedade e do poder público, não sendo atribuição exclusiva de um único órgão da rede de proteção. Apenas com atuação conjunta e articulada será possível assegurar a proteção integral de crianças e adolescentes. O episódio evidencia a importância do Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores sexuais, a fim de que a sociedade tenha instrumentos de controle sobre pessoas com histórico de crimes sexuais, considerando que, conforme reportagens divulgadas, o autor já havia respondido por fatos análogos ao estupro de vulnerável e outras violências. À população, o Conselho Tutelar Sul reafirma o compromisso com a vida, a proteção integral e a justiça em favor de todas as crianças e adolescentes." Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente: "O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Campo Grande/MS (CMDCA/CG/MS) manifesta profundo pesar e consternação diante do bárbaro crime ocorrido no último dia 27 de agosto, que vitimou Emanuelly Victória de Souza de apenas 6 anos de idade. O CMDCA se solidariza com a família e com toda a sociedade campograndense, que sofre diante de tamanha violência contra uma criança. O CMDCA informa que está averiguando os fatos relacionados ao caso e acompanhando, no âmbito de suas atribuições e as apurações já em andamento pelos órgãos competentes, como Ministério Público, Poder Judiciário, Conselhos Tutelares e demais integrantes da rede de proteção à infância e adolescência. O CMDCA, como parte integrante da rede de proteção à infância e adolescência, reafirma seu compromisso de zelar pela garantia dos direitos da criança e do adolescente, conforme previsto no art. 227 da Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e destaca que seguirá atuando para fortalecer as políticas públicas de proteção integral, de modo a prevenir e coibir situações de violência e negligência. Reiteramos nosso respeito e solidariedade à família da Emanuelly, colocando-nos à disposição para colaborar com os órgãos de apuração e para contribuir, dentro de nossa competência, na busca por respostas e medidas que evitem que tragédias como esta se repitam. Emanuelly foi sequestrada por conhecido da família, estuprada e morta em Campo Grande Reprodução Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

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