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Jovens aprendizes do CrediSIS promovem campanha solidária em prol a cães e gatos

Publicado em: 21/10/2025 16:56

Campanha Coopera Pet mobiliza colaboradores e jovens aprendizes em arrecadação de ração e recursos para cães e gatos acolhidos pela instituição Amparo Animal. Assessoria/CrediSIS O espírito cooperativista voltou a se manifestar de forma criativa e solidária no Sistema CrediSIS. Após o sucesso do projeto “Cooperação Jovem – Semeando Solidariedade”, que arrecadou cestas básicas para famílias em situação de vulnerabilidade, os jovens aprendizes da Central se mobilizaram em uma nova causa, o projeto Coopera Pet. Contando com o apoio da equipe de Gestão de Pessoas, a iniciativa visa arrecadar rações e recursos financeiros para cães e gatos atendidos por uma ONG. As doações podem ser feitas de duas formas, entregando ração diretamente na Central ou enviando contribuições via Pix diretamente para a Instituição Amparo Animal. Neste caso, é preciso inserir, na descrição da transação, o nome da campanha “Coopera Pet”. O projeto é um exemplo claro do sétimo princípio do cooperativismo, o interesse pela comunidade. A gerente de Gestão de Pessoas do Sistema CrediSIS, Karine Lima Chaves, destaca que o Coopera Pet integra as ações formativas do Programa Educacional para Jovem Aprendiz, que busca desenvolver habilidades técnicas e comportamentais alinhadas aos valores do cooperativismo. Segundo ela, o programa é um espaço de aprendizado contínuo, que incentiva a prática da empatia e da responsabilidade social. “Buscamos ir além da formação profissional e técnica. Queremos que os jovens compreendam o valor da empatia, da cooperação e do impacto que pequenas atitudes podem gerar na comunidade. O Coopera Pet é mais uma prova de que o aprendizado no CrediSIS também se traduz em atitudes transformadoras”, afirmou Karine. A analista de Recursos Humanos da CrediSIS Central, Camila Mantovanelli dos Santos, acompanhou de perto a criação e execução da campanha. Para ela, o projeto demonstra a sensibilidade e o envolvimento social dos jovens aprendizes, ampliando o significado do cooperativismo para além das relações humanas. “Os jovens mostraram que se importam com toda a comunidade, inclusive com aqueles que não têm voz, mas têm muito amor para dar. É uma ação que reflete o sétimo princípio do cooperativismo, o interesse pela comunidade, e traduz o compromisso humano que o CrediSIS busca incentivar em cada um deles”, destacou Camila. Entre os idealizadores do Coopera Pet estão os jovens Nathalya Peres de Santana, Jhonatan Kallil Bernabe, Vitoria Ingrid Becker Barros, Fernanda Vasconcelos do Carmo e Gabrielly Silva Sartori, que atuam em diferentes etapas do projeto, desde a divulgação até a mobilização interna. Segundo os jovens, a ideia nasceu do desejo coletivo de ampliar o alcance das ações sociais e ajudar quem também precisa de cuidado e proteção. “Quando pensamos na campanha, queríamos fazer algo diferente, que mostrasse que todos merecem atenção, inclusive os animais. Muitos estão em abrigos e precisam de ajuda, e saber que podemos fazer a diferença é algo que nos motiva muito”, contou Nathalya. Para Fernanda Vasconcelos do Carmo, o projeto trouxe um novo olhar sobre o significado de cooperar e o sentimento de orgulho e pertencimento. Ela ressalta que fazer parte de um projeto como esse fortalece os laços entre os colaboradores e amplia a visão sobre o papel do cooperativismo. “Saber que uma ideia nossa está ajudando animais que precisam é algo que toca o coração. A cada doação, percebemos que somos parte de algo maior. É sobre cooperar, cuidar e entender que juntos conseguimos transformar realidades”, destacou Fernanda. De acordo com levantamento do Instituto Pet Brasil, mais de 170 mil animais abandonados vivem sob os cuidados de ONGs em todo o país, número que destaca a importância de campanhas como o projeto Coopera Pet. Incentivando a solidariedade entre os jovens, a iniciativa promove a conscientização e o compromisso do Sistema CrediSIS com o desenvolvimento humano, social e cooperativo.

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Jup do Bairro escapa com vida e fôlego do cataclismo humano entre as batidas de funk, rap e rock do álbum ‘Juízo final’

Publicado em: 21/10/2025 16:05

Capa do álbum ‘Juízo final’, de Jup do Bairro Wallace Domingues com arte de Gabe Lima ♫ OPINIÃO SOBRE DISCO Título: Juízo final Artista: Jup do Bairro Cotação: ★ ★ ★ ★ ♬ “As religiões são mecanismos inventados pelos seres humanos como uma resposta a essa crise existencial do próprio ser humano”, dispara Jup do Bairro em fala que abre a longa Intro do primeiro álbum de estúdio da artista paulistana, Juízo final, no mundo desde sexta-feira, 17 de outubro, em edição do selo Meia Noite FM. Em Juízo final, álbum caracterizado por Jup como “o espelho de uma urgência contemporânea”, a artista encara o cataclismo da humanidade ao longo de 15 faixas formatadas com produção musical de Fuso! e com colaborações de Apeles, Baby Plus Size, Exfera, CyberKills, Thiago Klein e Vinex. O álbum foi anunciado oficialmente em 19 de setembro com a edição do single A gente vive menos que uma sacola plástica, tema em clima de spoken word que deu a pista certeira do tom sombrio do repertório de Juízo final. Entre funk (E se não fosse o sonho, apresentado em 3 de outubro como o segundo single do álbum) e hardcore punk de vibe metaleira (Rockstar, faixa gravada com o grupo Black Pantera), passando por rap com toque de raggamuffin’ (Brilho do breu), a cantora e compositora faz feat com Negro Leo em A última vez que você f... comigo e se joga na pista em músicas como God is my DJ e Dói demais. A brilhosa e (belíssima) capa do álbum Juízo final – criada por Gabe Lima a partir de foto de Wallace Domingues – expõe Jup do Bairro em clima de fim de festa e está em sintonia com um repertório que versa sobre temas como solidão e vulnerabilidade em um universo em desencanto. Em essência, Juízo final é disco com cantos e batidas graves de funk, rap e rock. Entre mortos e feridos, Jup do Bairro escapa com vida e com fôlego do apocalíptico Juízo final, mesmo com a sensação de chegar já no fim da festa com certo cansaço.

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Comissão do Senado aprova projeto que permite a motoristas de aplicativos recusar corridas para áreas com alta criminalidade

Publicado em: 21/10/2025 13:50

A Comissão de Segurança Pública do Senado aprovou nesta terça-feira (21) uma proposta que permite que motoristas de aplicativos se recusem a levar passageiros cujas corridas tenham como destino ou incluam trechos sinalizados como áreas de "elevada incidência de crimes". Veja os vídeos que estão em alta no g1 O texto também autoriza que os aplicativos de transporte e de navegação emitam alertas sobre rotas com altos índices de criminalidade. Seriam estas notificações que baseariam as decisões dos motoristas pela recusa. Pelo projeto aprovado nesta terça, os alertas levarão em conta dados das secretarias de segurança pública dos estados, que não serão obrigadas a fornecer as estatísticas. Se a proposta virar lei do jeito que está, a adoção desta possibilidade pelos aplicativos não será obrigatória. Caberá às próprias empresas de aplicativo escolher inserir os instrumentos, desde que recebam os dados das pastas de segurança pública dos estados. Texto foi aprovado na Comissão de Segurança Pública do Senado nesta terça-feira (21). Andressa Anholete/Agência Senado Tramitação Por questões do regimento interno do Senado, o projeto foi submetido a dois turnos de votação na comissão. Com o encerramento desta fase, poderá ser enviado diretamente para a Câmara dos Deputados, salvo em caso de recurso para votação no plenário do Senado. Para se tornar lei, depois de passar pelos deputados, a proposta ainda terá de ser sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o texto, serão consideradas áreas de "alto risco de ocorrência de crimes" os locais que tenham "elevada incidência de crimes, assim identificadas pelas autoridades competentes de segurança pública a partir de critérios estatísticos". Com base nestas informações, o projeto abre caminho para que os aplicativos bloqueiem a formulação de rotas que passem por estas localidades. O relator do texto, senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), afirmou que a intenção é "prever um instrumento eficaz para impedir o ataque a motoristas por criminosos". "Não temos dúvidas de que os desenvolvedores de aplicativos terão grande interesse em receber essas informações, haja vista que poderão prestar um serviço diferenciado, com maior qualidade e, sobretudo, assegurarão maior segurança aos usuários", escreveu. Motorista de aplicativo. Redes Sociais Mesmo tendo votado favoravelmente, na primeira votação, o senador Fabiano Contarato (PT-ES) demonstrou preocupação com a possibilidade de a "população menos favorecida não ter acesso a um meio de locomoção", já que motoristas poderão recusar corridas em determinadas localidades. "Não sei vocês, mas eu ando de Uber, e, às vezes, quando você pede uma corrida para determinado local — pelo menos no Espírito Santo, que é um local de vulnerabilidade social, mas também de alto índice de criminalidade —, elas são recusadas a todo momento. Isso já acontece", disse o parlamentar. Motorista de app reage a assalto e é morto O presidente da Comissão de Segurança, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), defendeu que motoristas recebam alertas e definam as suas corridas com base nas notificações. "Se essa lei entrasse em vigor hoje, não seria por causa disso que nós iríamos evitar que as corridas fossem canceladas, em função de estar passando por uma área de risco. O motorista de Uber usa aplicativo, eu acho que vale ter o alerta, pelo menos, aí fica a critério dele se aceita a corrida ou não", disse.

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Prefeitura assina decreto que pode permitir permanência de famílias em comunidade de Piracicaba

Publicado em: 21/10/2025 13:17

Decreto torna Comunidade Renascer área de interesse e suspende reintegração em Piracicaba A Prefeitura de Piracicaba (SP) assinou, nesta terça-feira (21), um decreto que transforma os quatro terrenos particulares da ocupação da Comunidade Renascer, onde vivem 700 famílias, em áreas de interesse social. A medida abre caminho para uma possível desapropriação das áreas, para que os moradores permaneçam no local. O andamento disso, no entanto, depende de análise da Justiça. Isso porque a retirada das famílias do local estava agendada para novembro, após os proprietários dos terrenos entrarem com processos reivindicando a posse. Na decisão judicial, também foi determinado que a prefeitura oferecesse alternativa habitacional às famílias. 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram Ao justificar a medida adotada, a prefeitura afirmou que os moradores da Renascer estão instalados no local há anos, "havendo clara consolidação territorial, com a presença de serviços públicos essenciais como unidades de saúde, escolas, equipamentos de assistência social, transporte coletivo, além da existência de vínculos comunitários, sociais e de trabalho já estabelecidos". "Nesse contexto, eventual remoção decorrente de reintegração de posse acarretaria graves impactos a uma população já marcada por situação de vulnerabilidade social", acrescentou. Comunidade de Piracicaba realiza ato para cobrar alternativa habitacional da prefeitura O que acontece agora? Segundo o secretário de Habitação e Regularização Fundiária de Piracicaba, Álvaro Luiz Saviani, agora, a prefeitura vai juntar esses decretos no processo judicial para conhecimento da juíza, para que ela analise o teor deles. "Ela concordando com esse ato, a reintegração de posse é cancelada. Aí, abre uma fase do município dialogar com os proprietários da área. A gente pode fazer esse acordo de forma amigável ou de forma judicial. Mas a meta aqui do prefeito Helinho Zanatta (PSD) foi resolver essa questão. A nossa maior preocupação é com o impacto social que a reintegração de posse poderia ocasionar", afirmou o chefe da pasta. Também conforme o secretário, os proprietários das áreas podem concordar de forma amigável ou o caso pode ser levado à Justiça para discussão. Se houver um acordo a partir disso, a intenção da administração municipal é realizar uma regularização fundiária. "Ou seja, nós vamos emitir a titulação de propriedade para essa família. Claro que o município vai fazer depois uma cobrança, caso a caso, porque envolve uma questão social, mas é uma questão município-cidadão", acrescentou Saviani. Caso haja acordo entre as partes, será possível um processo de indenização dos donos das áreas particulares. Já os moradores pagariam por seus lotes, em valores a serem definidos posteriormente. Comunidade Renascer em Piracicaba Edijan Del Santo/EPTV 'Anos de mobilização popular' Ao g1, um dos advogados populares que representam as famílias, Caio Garcia, disse que enxerga a medida como reconhecimento da função social da área ocupada. "O decreto de interesse social que inicia o processo de desapropriação e regularização da Comunidade Renascer é fruto direto de anos de mobilização popular — assembleias, mutirões, atos, pressão democrática e solidariedade entre as 450 famílias que transformaram um vazio de abandono em bairro vivo", disse. "Hoje, o poder público reconhece a função social do território e a legitimidade de quem aqui construiu casa, vizinhança e vida. É um passo histórico. A Renascer venceu porque o povo não desistiu — e seguirá vigilante para que o decreto vire direitos concretos, sem ninguém ficar para trás", concluiu. Decreto considera área de ocupação da Comunidade Renascer como de interesse social Edijan Del Santo/EPTV Protesto recente Moradores da Comunidade Renascer, em Piracicaba (SP), realizaram uma manifestação para cobrar alternativa habitacional da prefeitura na última sexta-feira (17). Na ocasião, o governo municipal disse que estudava uma saída para o caso dentro da lei. A comunidade foi formada em três áreas particulares e é alvo de decisões judiciais para despejo dos moradores. Em um deles, a juíza do caso apontou que a administração municipal deve oferecer alternativa habitacional às famílias. No entanto, a prefeitura recorreu e disse que não tem moradias para acolhê-las. No ato da última sexta, os moradores saíram em marcha da comunidade até a frente do Centro Cívico da prefeitura. "Esse movimento da população se dá em razão de uma decisão que saiu no processo de reintegração de posse da Comunidade Renascer, que estabelecia que a prefeitura deveria dar uma alternativa habitacional para as famílias", declarou Caio na ocasião. Segundo o defensor, as famílias não querem moradia de graça, mas um programa habitacional para a renda delas. "A prefeitura tem responsabilidade dessa situação aqui porque, na ausência de programas de habitação popular que abarquem a faixa de renda das famílias, as ocupações vão surgir na cidade. Então, a forma de combater, de acabar com essa ocupação aqui, é regularizando ela e criando programas de habitação popular para as famílias de baixa renda", acrescentou. Protesto de moradores da Comunidade Renascer em frente ao Paço Municipal de Piracicaba Edijan Del Santo/EPTV Reintegração em parte da área é suspensa Em decisão proferida na última quinta-feira (16), o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) suspendeu a reintegração de posse de uma das três áreas que formam a Comunidade Renascer, que estava marcada para 27 de novembro. Em um recurso judicial no qual pediu a suspensão, a defesa das famílias afirma, entre outros pontos, que não foram cumpridas exigências mínimas, como georreferenciamento da área, cadastro social das aproximadamente 450 famílias e a apresentação de um plano de alternativa habitacional efetivo pela prefeitura. LEIA TAMBÉM: Metade dos moradores de comunidade são menores, PCDs, idosos ou doentes crônicos STF decide validar lei de Piracicaba que prevê acolhimentos a pessoas vulneráveis alvo de despejo Protesto de moradores da Comunidade Renascer em frente ao Paço Municipal de Piracicaba Edijan Del Santo/EPTV Na decisão, a desembargadora Penna Machado afirmou que é conveniente aguardar manifestação das partes para nova análise do caso. Por isso, decidiu pela suspensão do despejo das famílias até o julgamento desse recurso. Com isso, a defesa das famílias entrou com um pedido para que a decisão também suspensa as reintegrações de posse previstas para as outras duas áreas onde está a comunidade. "Ela [decisão pela suspensão dessa quinta-feira] busca resguardar as famílias da Comunidade de Renascer de um risco de dano iminente. Então, já entramos com o pedido para que essa decisão valha para as demais áreas", defendeu Caio Garcia. Veja mais notícias da região no g1 Piracicaba

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Trama golpista: Moraes vota para condenar sete réus do núcleo das fake news

Publicado em: 21/10/2025 11:58

Alexandre de Moraes vota sobre núcleo da fake news na trama golpista. Rosinei Coutinho/STF O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (21) para condenar sete réus do núcleo 4, responsável por ações de desinformação vinculadas à chamada trama golpista. Para o ministro, as provas confirmam que o grupo desempenhou ações essenciais para articular a tentativa de golpe que agiu para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder, mesmo após a derrota nas urnas em 2022. Moraes afirmou que os réus elaboraram e disseminaram informações falsas e atacaram autoridades para tentar provocar uma ruptura institucional. (veja lista abaixo). STF começa a julgar réus do núcleo 4 da trama golpista Esse caos social seria fundamental para garantir uma instabilidade social que permitiria uma intervenção das autoridades para tomar o poder e concluir um golpe de Estado. Moraes é relator do caso na Primeira Turma. Ainda vão apresentar seus votos os ministros Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flavio Dino. Os réus serão condenados caso três ministros votarem pela acusação. Argumentos de Moraes Em seu voto, o ministro Alexandre de Moraes destacou o que chamou de “novo populismo digital extremista”, descrevendo o funcionamento do grupo investigado como uma rede organizada de desinformação e ataques às instituições democráticas. Segundo Moraes, esse movimento se baseia na tentativa de legitimar crimes sob o argumento da liberdade de expressão: “É uma falácia, é uma mentira absurda, criminosa e antidemocrática dizer que essa utilização de ataque à Justiça Eleitoral, de ataque ao Poder Judiciário, de ataque à democracia, de discurso de ódio, que isso é liberdade de expressão. Isso é crime, isso é crime tipificado no Código Penal.” O ministro afirmou que as redes sociais e os aplicativos de mensagens privadas foram usados como instrumentos de agressão e propagação de discurso de ódio: “É um instrumento de agressão, de propagação de discurso de ódio, de ruptura ao Estado Democrático de Direito. A sistemática e organizada disseminação das informações falsas em face das instituições democráticas.” Uso de órgãos de Estado Moraes também destacou o uso ilegal do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no abastecimento de informações falsas às chamadas milícias digitais: “Houve a utilização da estrutura do GSI e da Abin pela organização criminosa, com a finalidade tanto de produção e divulgação massiva de desinformação sobre uma pretensa vulnerabilidade nas urnas eletrônicas e da existência de fraudes nas eleições, com claramente a finalidade de deslegitimar a Justiça Eleitoral, consequentemente o Poder Judiciário.” Ele acrescentou que a utilização dessas estruturas demonstra o caráter criminoso e político do grupo: “Essas finalidades evidenciam o caráter criminoso da organização criminosa com a produção e divulgação de desinformação contra a Justiça Eleitoral e a execução de atos de investigação claramente ilegais contra autoridades públicas, visando restringir o exercício de poderes constitucionais da República Federativa do Brasil.” Moraes salientou que o grupo planejou criar um gabinete de crise após a derrubada do governo eleito. "É a primeira vez na história aqui no Palácio do Planalto, a primeira vez na história democrática que no Palácio do Planalto se imprime um gabinete de crise que será instituído após derrubar o governo legitimamente eleito", disse. Conexão entre os núcleos e tentativa de golpe Para o relator, as provas mostram uma conexão direta entre os atos da organização criminosa e a tentativa de gerar instabilidade social para manter um projeto político no poder. “Um levante da população contra as instituições democráticas, contra a Justiça Eleitoral, pretendendo anular as eleições para se manter no poder. Ou seja, são todas condutas paralelas, reuniões ocorrendo para a tentativa de consumação do golpe, ao mesmo tempo a desinformação baseada em laudos falsos — tudo para corroer o sistema democrático e justificar a ruptura, justificar a decretação de um Estado de exceção.” Provas e comunicação entre os grupos Moraes ressaltou que o conjunto das provas deixa claro que os diferentes núcleos atuavam de forma articulada: “Olhando o conjunto fica muito fácil de analisar, muito fácil de se verificar que tudo ocorria paralelamente e todos os núcleos se comunicavam, a organização criminosa atuava em várias frentes. Obviamente se nós fatiarmos e olharmos cada fatia desse boi — e se nem olharmos o filé, olharmos o carpaccio só —, obviamente não é possível constatar a organização criminosa. Mas uma mera passada de olhos demonstra exatamente que a organização criminosa estava atuando em várias, várias frentes.” Segundo o ministro, as mensagens e documentos reunidos no processo comprovam essa interligação: “A organização criminosa atuava em várias, várias frentes para conseguir. São inúmeras mensagens, conversas em todos os núcleos inter-relacionados que demonstram isso: havia minuta do golpe, havia pressão e coação contra os comandantes do Exército e da Força Aérea, havia monitoramento de autoridades, havia a Operação Copa 2022 a partir do planejamento Punhal Verde-Amarelo — e todos os núcleos interrelacionados. Grande prova, uma prova robusta da organização criminosa que tentou tomar de assalto a República Federativa do Brasil." Alexandre de Moraes vota sobre núcleo da fake news na trama golpista. Rosinei Coutinho/STF Réus do núcleo 4 São réus do núcleo 4: Ailton Moraes Barros, ex-major do Exército; Ângelo Denicoli, major da reserva do Exército; Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal; Giancarlo Rodrigues, subtenente do Exército; Guilherme Almeida, tenente-coronel do Exército; Marcelo Bormevet, agente da Polícia Federal; Reginaldo Abreu, coronel do Exército. Eles respondem por cinco crimes: tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito golpe de Estado organização criminosa armada dano qualificado deterioração de patrimônio tombado. Segundo a PGR, os réus usaram a estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), para espionar adversários políticos, criar e espalhar informações falsas contra o processo eleitoral, instituições democráticas e autoridades que ameaçavam os interesses golpistas. Para o procurador-geral da República, Paulo Gonet, a consequência desses ataques foi a invasão e a destruição das sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. A PGR pediu a condenação dos sete acusados. Esse é o segundo grupo de réus a ser julgado pela Primeira Turma. Além de Bolsonaro, o colegiado condenou em setembro outros sete aliados do ex-presidente por golpe de Estado, entre eles militares de alta patente.

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Campinas inicia construção do Plano Municipal de Justiça Restaurativa; entenda o que é e o que já foi feito

Publicado em: 21/10/2025 07:00

Formação de profissionais que atuem com metodologias restaurativas e mediação de conflitos Elizabeth Ximenes/Arquivo Pessoal Nesta terça-feira (21), acontece o 2º Encontro Ampliado de Justiça Restaurativa, em Campinas. O evento, realizado das 9h às 12h no auditório da Faculdade Sofia, tem como objetivo iniciar a construção coletiva de um Plano Municipal de Justiça Restaurativa e é aberto ao público. A edição reúne profissionais, comunidade e representantes de setores públicos e privados, além do juiz Marcelo da Cunha Bergo, juiz da Vara da Infância e da Juventude, que fará uma palestra sobre o tema. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias da região em tempo real e de graça Desde 2019, quando a justiça restaurativa foi instituída como política pública para resolução de conflitos, uma série de ações para resolução de conflitos foram feitas com alunos, famílias e servidores municipais. Com informações obtidas pelas Secretarias Municipais de Educação e Desenvolvimento e Assistência Social, o g1 fez um levantamento das principais medidas e exemplos de sucesso ao longo desses seis anos. Nesta reportagem, você vai ver: O que é Justiça Restaurativa? O que já foi feito na cidade? Casos com alunos: bullying, racismo e violência doméstica Luto e saúde emocional após a pandemia Reconciliações entre servidores Círculos de paz com a Guarda Municipal Próximos passos O que é Justiça Restaurativa? A Justiça Restaurativa é uma abordagem que prioriza o diálogo e a corresponsabilidade para prevenir e resolver conflitos, com foco na restauração de vínculos entre as partes envolvidas. Em Campinas, a política pública foi instituída em dezembro de 2019 por meio da Lei Municipal 15.846. Desde então, os processos restaurativos têm sido aplicados em escolas, unidades de assistência social, centros de convivência e entre servidores públicos. O objetivo, segundo a Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, é promover a cultura de paz, melhorar o ambiente coletivo, fortalecer redes de apoio e mediar conflitos. O que já foi feito na cidade? Segundo a Secretaria, desde 2019 foram formadas cerca de 120 pessoas para atuar como facilitadores de práticas restaurativas. Entre as ações realizadas estão: I Fórum Municipal de Justiça Restaurativa (2024); Encontros comunitários com círculos de diálogo; Mediações em escolas, CRAS, CREAS e entre servidores públicos; Formação de turmas anuais promovidas pela Escola de Governo e organizações parceiras com foco em metodologias restaurativas e mediação de conflitos. A política, que inicialmente tinha foco em crianças e adolescentes, foi ampliada para atuar também com famílias, comunidades e servidores municipais. Lei inclui bullying e cyberbullying no código penal Casos com alunos: bullying, racismo e violência doméstica Segundo Cristiane Patrícia de Oliveira Mendes, supervisora de Educação da rede municipal, os principais temas abordados com os alunos são bullying, cyberbullying, racismo, preconceito com comunidade LGBTQIA+, uso de drogas e conflitos familiares. Em uma escola, por exemplo, uma criança que havia sido afastada da família por violência doméstica participou de um círculo com outras crianças. “Eram crianças menores e elas foram colocadas para desenhar as situações em que elas acreditavam ser boas e serem ruins. Construímos um quadro de valores com essas crianças tentando demonstrar que o respeito, o carinho, essas relações domésticas são construídas paulatinamente", explica a supervisora. Em outro caso, uma escola cogitava expulsar um aluno. A mediação envolveu a família e a comunidade escolar. “Fizemos uma dinâmica, foi uma brincadeira com o lixo, dizendo: vamos jogar, então, o lixo pra fora. E aí quando a gente nota que a gente joga pra fora do círculo, ele ainda continua no espaço em que vivemos. Então o que a gente faz com aquilo que não nos agrada? Nós vamos jogar pra fora ou nós devemos reciclar?”, provocou Christiane. A criança não foi expulsa e permanece na unidade. Em outro caso relatado em reportagem do g1 em 2024, houve um caso de cyberbullying, resolvido por meio de círculos de paz, com empatia e emoção. "No final, além do entendimento do impacto do cyberbullying, do pedido de desculpa, da emoção que aconteceu, os meninos se abraçando”, contou Mario Marcelo Nicomedes Ramos, coordenador de prevenção e enfrentamento ao bullying, na época. Leia mais: Construção de paz? O que são os 'círculos' usados para acabar com o bullying em escolas de Campinas Luto e saúde emocional após a pandemia Casos de luto também foram tratados por meio da justiça restaurativa, especialmente após a pandemia. Em um deles, houve a morte de uma criança do oitavo ano, que estava deprimida em casa. Na volta às aulas presenciais, foram realizados encontros por quatro semanas seguidas para que os alunos pudessem comentar de suas dores, junto à presença de um psicólogo. "As crianças foram comentando das suas dores, das suas perdas, e de quanto tinha custado ficar em casa, de ter a escola sem estar na escola, de fazer parte de um grupo que não existe mais. Foi muito forte e positivo", relatou. Reconciliações entre servidores Dinâmica realizada em círculo de de diálogo Christiane Patrícia / Arquivo Pessoal Casos concretos demonstram o impacto das práticas restaurativas em ambientes escolares e institucionais. Um deles envolveu duas agentes de educação infantil que estavam "em pé de guerra", haviam rompido totalmente a relação e não conseguiam mais trabalhar juntas. “Fizemos pré-círculos com escuta ativa da agente A, depois da agente B, com semanas de diferença. Sentamos para intermediar o que nós chamamos, então, de uma resolução de conflito. As funcionárias finalizaram aquele ano juntas e estão na mesma unidade escolar", contou Cristiane. Em outra situação, uma funcionária que chegou a uma escola em área de vulnerabilidade foi hostilizada pelos próprios colegas e alunos. Após processos mensais com a equipe e rodas de diálogo sobre valores, vínculos e coletividade, a situação foi revertida. “A funcionária continua lá e, inclusive, faz parte agora da equipe de Justiça Restaurativa do Sistema Municipal de Educação", conta Christiane. Círculos de paz com a Guarda Municipal A Guarda Municipal de Campinas também participou de práticas restaurativas. A equipe foi envolvida em círculos de escuta com dinâmicas que revelaram vínculos e histórias pessoais entre os colegas. “Eles entravam para fazer o treinamento de colete armados. Não tiravam naquela postura séria, sisuda, batendo continência [...] Um dos representantes falou o quanto o outro tinha sido fonte inspiradora, uma pessoa que o apoiou quando ele precisou. E nesse momento foi uma cascata de choro. Um chorou, o outro chorou. Aí no final todos se abraçaram, fizeram um grito de guerra", relatou Cristiane. Momentos como esse "humanizaram" as parcerias de trabalho. Segundo relatos da comandante, as relações interpessoais entre eles melhoraram bastante. Próximos passos A construção do Plano Municipal de Justiça Restaurativa pretende descentralizar os polos de atendimento e ampliar a atuação nas regiões da cidade. “Temos o objetivo de fortalecer e aplicar os princípios da justiça restaurativa de forma descentralizada em todas as esferas coletivas, desde equipes de trabalho, comunidades, escolas, CRAS, CREAS, Centros de Saúde e outros espaços coletivos”, afirma a coordenadora da Comissão Gestora de Justiça Restaurativa, Elizabeth Ximenes Lourenço. A expectativa é que o plano fortaleça ainda mais a política pública e torne a justiça restaurativa um instrumento cotidiano de mediação. “Eu, enquanto Supervisora de Educação, procuro fazer a mediação não de uma forma punitiva, mas de uma forma onde eu possa usar desses instrumentos que são tão ricos e que, muitas vezes, são muito mais eficientes do que uma penalidade", explica a surpervisora. Serviço 2º Encontro Ampliado de Justiça Restaurativa Data: 21 de outubro Horário: 9h às12h Local: Auditório da Faculdade Sofia (Rua Barreto Leme, 1552, Centro, Campinas) Inscrições: gratuitas e feitas pelo site Prefeito sanciona lei que define justiça restaurativa como política pública Carlos Bassan / Prefeitura de Campinas VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no G1 Campinas

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'Silent hill f' assusta com terror psicológico na medida certa, mas combates frustram; g1 jogou

Publicado em: 21/10/2025 04:01

'Silent hill f': assista ao trailer do jogo O horror japonês está entre os estilos mais assustadores da cultura pop. Apostar em mostrar um cenário onde coisas bizarras estão acontecendo em um vilarejo no Japão da década de 1960 — com suas casas de madeira que rangem a cada passo, ruelas estreitas que dão uma sensação de se estar sempre perdido e monstros perturbadores — é um dos grandes acertos de Silent hill f. No entanto, a forma de enfrentar essas ameaças – combatendo com canos e objetos improvisados – torna muitos momentos de tensão monótonos e frustrantes. Lançado para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC no final de setembro, o game representa uma mudança bem-vinda na franquia. Sai o protagonista mais preparado para o combate, entra uma estudante do Ensino Médio, Hinako, que luta não só contra criaturas bizarras, mas também contra seus traumas pessoais. Em vez de armas de fogo, ela usa o que encontra pela frente: canos, facas e outros objetos comuns. Por trás dessas novidades, porém, permanece a essência que define “Silent Hill” há quase 30 anos: o lado psicológico da personagem, carregado de traumas e problemas, é o que conduz a trama e torna a experiência interessante. Os monstros de 'Silent hill f' são assustadores Divulgação/Konami Horror excelente Desde o início, a vida familiar de Hinako é apresentada como fonte do seu sofrimento: a irmã mais velha é a preferida, o pai é alcoólatra, a mãe é submissa, e todos esperam que ela se case para cuidar do lar. Contrariada, ela foge de casa para encontrar amigos, mas encontra o vilarejo imerso em uma estranha neblina densa e silenciosa. A visão limitada por essa névoa assustadora é o ponto de partida para o horror. O jogo constrói a tensão de forma eficaz. Barulhos estranhos ecoam ao longe, vultos cruzam a tela rapidamente e seres bizarros surgem de surpresa. A ambientação é claustrofóbica, fazendo o jogador se sentir perdido entre ruelas, casebres e até plantações de arroz. O nível de detalhe dos cenários de altíssima qualidade é fundamental para manter a atmosfera de medo constante. O horror começa sutil, com uma flora bizarra crescendo pelo ambiente – flores, raízes vermelhas e algo que parecem anêmonas que são mortais ao toque. Logo surgem manequins sinistros armados com tesouras, e a partir daí, o design das criaturas mergulha no melhor do body horror japonês. Os monstros parecem inspirados em temas como inveja (uma criatura cheia de rostos pelo corpo que despeja veneno), cobiça (um amálgama de corpos e objetos) e vaidade (seres com o rosto arrancado), além de versões distorcidas de amigos e da protagonista. É perturbador e exige ter estômago forte. Silent hill f sabe dosar o horror com momentos de respiro. As cenas que desenvolvem a história são bem dirigidas, com destaque para a atuação convincente dos personagens. Hinako transmite seu sofrimento e vulnerabilidade de adolescente, mas o roteiro constrói bem sua evolução ao longo da campanha, mostrando que ela é capaz de superar seus medos e traumas. Os inimigos (e sustos) estão por todos os cantos em 'Silent hill f' Divulgação/Konami Combate deixa a desejar Se a atmosfera e a narrativa de “Silent Hill f” impressionam, o combate é seu ponto fraco. Hinako usa armas improvisadas como canos e martelos, que possuem durabilidade limitada e quebram, exigindo itens especiais para reparo. O sistema de luta é lento e, em vez de potencializar a tensão, gera frustração. Hinako possui ataques fracos e fortes, que consomem uma barra de fôlego. A esquiva, essencial para contra-ataques, também gasta energia. Uma barra de “sanidade” permite focar nos inimigos e antecipar ataques, liberando um golpe mais forte no momento certo, mas também se esgota quando Hinako é atingida por ataques sonoros perturbadores, tornando-a mais vulnerável. O clima de 'Silent hill f' amedontrador e nojento Divulgação/Konami Apesar do sistema de combate fraco, as batalhas contra os chefes são desafiadoras e visualmente impactantes. Exigem reflexos rápidos, bom uso da sanidade e estudo dos padrões de ataque dos inimigos, que por vezes são quase imprevisíveis. Os quebra-cabeças, por outro lado, são um ponto alto. O jogo não oferece pistas fáceis, obrigando o jogador a ler documentos e interpretar lendas locais para encontrar soluções. Um enigma exige decifrar uma lenda para manipular imagens; outro, relembrar um piquenique para abrir uma caixa. Como é tradição na série, resolver esses desafios é crucial para avançar na história. Um bom 'Silent hill' “Silent Hill f” resgata a essência do horror psicológico japonês, criando uma atmosfera opressora e monstros genuinamente perturbadores em um cenário rico em detalhes. A trama, focada nos traumas de uma adolescente, e os quebra-cabeças inteligentes honram o legado da franquia. A imersão proporcionada pelo ambiente e pela narrativa é inegável e mantém o jogador tenso durante a maior parte do tempo. Mas a experiência é frequentemente prejudicada por um sistema de combate lento e frustrante. A dificuldade em lidar com os inimigos comuns quebra o ritmo e transforma momentos que deveriam ser de puro medo em aborrecimento. Apesar das batalhas contra chefes serem visualmente interessantes, esta mecânica falha em que elas atinjam o ápice desejado. É um jogo que brilha intensamente em seus momentos de exploração e horror atmosférico, mas tropeça quando exige ação direta do jogador. Cartela resenha crítica g1 Arte/g1

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Mais de 219 mil famílias de MT começam a receber o Bolsa Família nesta segunda-feira (20); veja datas

Publicado em: 20/10/2025 20:39

Bolsa Família 2025: veja as regras e o calendário de pagamentos de outubro Mais de 219 mil famílias de Mato Grosso começam a receber o Bolsa Família nesta segunda-feira (20) e segue até o último dia do mês, de acordo com o governo federal. O pagamento varia conforme o final Número de Identificação Social (NIS). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Segundo o governo, são mais de 37 mil famílias mato-grossenses que também recebem o Auxílio Gás, no valor de R$ 108. Este benefício é voltado às famílias em situação de maior vulnerabilidade social. Para isso, o investimento federal em Mato Grosso é de R$ 4,03 milhões. No pacote de benefícios incluídos na retomada do programa desde 2023, 140.674 crianças de zero a seis anos recebem o Benefício Primeira Infância em Mato Grosso. Isso significa um adicional de R$ 150 destinado a cada integrante dessa faixa etária na composição familiar. O investimento para assegurar esse repasse no estado é de R$ 18,99 milhões. O Bolsa Família prevê outros benefícios complementares, no valor adicional de R$ 50, que chegam a 208.180 crianças e adolescentes de sete a 18 anos, além de 9.878 gestantes e 4.933 nutrizes no estado. Para esses pagamentos, o investimento supera R$ 9,7 milhões. Bolsa Família 2025: pagamentos de outubro começam nesta segunda; veja calendário Em outubro, o Bolsa Família alcança em Mato Grosso, em seu grupo prioritário, 2.673 famílias em situação de rua, 11.487 famílias de indígenas, 1.616 família quilombolas, 105 com crianças em situação de trabalho infantil, 646 com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e 2.593 de catadores de material reciclável. A capital, Cuiabá, é o município com maior número de beneficiários no estado neste mês, com 36.531 famílias atendidas. Na sequência dos municípios com maior número de famílias atendidas estão: Várzea Grande (23.692) Rondonópolis (10.506) Cáceres (7.567) Barra do Garças (5.691). Já Campinápolis é o município com maior valor médio no estado, com R$ 922,98. Em seguida aparecem Nova Nazaré (R$ 798,22), Alto Boa Vista (R$ 796,69), Ribeirão Cascalheira (R$ 780,27) e Santo Antônio do Leste (R$ 767,81). VEJA COMO FAZER O CADASTRO ÚNICO DO GOVERNO FEDERAL Confira o calendário do Bolsa Família para outubro de 2025: Final do NIS: 1 - pagamento em 20/10 Final do NIS: 2 - pagamento em 21/10 Final do NIS: 3 - pagamento em 22/10 Final do NIS: 4 - pagamento em 23/10 Final do NIS: 5 - pagamento em 24/10 Final do NIS: 6 - pagamento em 27/10 Final do NIS: 7 - pagamento em 28/10 Final do NIS: 8 - pagamento em 29/10 Final do NIS: 9 - pagamento em 30/10 Final do NIS: 0 - pagamento em 31/10 Ao longo do ano, a previsão de pagamentos é: Novembro: de 14/11 a 28/11; Dezembro: de 10/12 a 23/12. Bolsa Família pode ser solicitado nas unidades do Cras Lyon Santos/MDS

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Nova diretriz nacional orienta diagnóstico e tratamento do autismo com base em evidências científicas

Publicado em: 20/10/2025 19:20

Depressão, transtornos alimentares e ansiedade: os riscos do diagnóstico tardio de Transtorno do Espectro Autista A Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil (SBNI) publicou um novo documento com 33 páginas que atualiza as recomendações para o diagnóstico e tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Brasil. Elaborado por especialistas do Departamento Científico de Transtornos do Neurodesenvolvimento, o material reúne diretrizes práticas para profissionais da saúde que atuam com crianças e adolescentes autistas. O documento reforça que o diagnóstico do TEA é essencialmente clínico, baseado em observação, entrevista com os responsáveis e critérios do DSM-5. Fatores como vulnerabilidade social e uso excessivo de telas podem mimetizar sintomas do transtorno, exigindo atenção redobrada dos profissionais. LEIA MAIS: Crianças entre 16 e 30 meses devem passar por triagem de autismo no SUS, orienta Ministério da Saúde Exame inovador promete revolucionar diagnóstico do autismo em bebês Entre os principais pontos, estão: Orientações para o diagnóstico História e observação clínica: avaliação do desenvolvimento neuropsicomotor, antecedentes gestacionais e familiares, além da observação direta e entrevista com os pais. Escalas de avaliação e rastreio: uso de ferramentas como M-Chat, CARS-2, ADI-R e ADOS-2, como apoio à avaliação clínica. Determinação do nível de suporte: definição dos níveis 1, 2 e 3 conforme o DSM-5, com cautela em crianças pequenas. Investigação complementar: exames laboratoriais e de imagem não são essenciais para o diagnóstico, mas podem auxiliar em diagnósticos diferenciais. Orientações para o tratamento Abordagem terapêutica: destaque para a Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e modelos naturalísticos. O documento lista 28 práticas baseadas em evidências, como: Terapia cognitivo-comportamental Ensino por tentativas discretas Modelagem Treino de habilidades sociais Frequência e carga horária: a definição da carga horária terapêutica deve ser feita em conjunto com a equipe multidisciplinar, respeitando as necessidades individuais. Terapia medicamentosa: não há medicamentos específicos para os sintomas centrais do TEA. Fármacos são usados para comorbidades como TDAH, agressividade e distúrbios do sono. Distúrbios do sono: a melatonina é apontada como a opção com maior evidência para melhorar a qualidade do sono em crianças com TEA. Mesmo com 900 mil autistas em salas comuns, escolas não têm protocolo seguro para lidar com episódios de agressividade Intervenções não corroboradas pela ciência O documento alerta para a ausência de evidências científicas confiáveis em práticas como: Dietas restritivas (sem glúten ou caseína) Suplementações (como ômega-3 e vitaminas) Intervenções biológicas (células-tronco, ozonioterapia, quelantes) Psicanálise e Son-rise Uso de canabidiol (CBD), ainda considerado experimental Ácido folínico (leucovorina), sem recomendação rotineira Outras abordagens Técnicas como estimulação craniana não invasiva, Floortime e equoterapia são mencionadas como promissoras, mas ainda carecem de evidências robustas para recomendação ampla. Além das recomendações clínicas, o documento orienta sobre a elaboração de relatórios médicos éticos e detalhados, fundamentais para garantir o acesso a terapias e direitos previstos em lei. O papel dos pais e cuidadores é destacado como essencial no processo terapêutico, especialmente em regiões com escassez de profissionais especializados. A nova diretriz representa um avanço na padronização das condutas clínicas e reforça o compromisso da SBNI com a prática médica qualificada, a conscientização social e o amparo legal às pessoas com autismo e suas famílias. Quebra-cabeça é o símbolo escolhido para a conscientização em relação ao autismo Prefeitura de Santos/Divulgação

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'Se não pegarem os ladrões nas próximas 48h, as joias provavelmente desaparecerão': a corrida contra o tempo pelas peças roubadas no Louvre

Publicado em: 20/10/2025 19:15

Oito joias da coroa francesa foram roubadas no Museu do Louvre no último domingo AFP via BBC As autoridades francesas estão em uma corrida contra o tempo para encontrar os ladrões que roubaram peças de valor incalculável do Museu do Louvre, em Paris, no último domingo (19), já que as joias podem ser desmontadas e saírem ilegalmente do país. Os criminosos, armados com ferramentas elétricas, entraram em plena luz do dia no museu mais visitado do mundo e roubaram oito joias de grande valor, entre elas um colar de diamantes e esmeraldas que o imperador Napoleão deu à sua esposa. O Louvre anunciou que permaneceria fechado nesta segunda-feira (20) enquanto as investigações continuam. "É certo que falhamos, já que alguém conseguiu estacionar um caminhão-guindaste em pleno centro de Paris e subir nele em poucos minutos para levar joias de valor incalculável", declarou o ministro da Justiça, Gérald Darmanin, à emissora France Inter. O ministro acrescentou estar confiante de que a polícia acabará prendendo os criminosos. Roubo no Louvre: o que se sabe sobre o crime que fechou o museu mais visitado do mundo ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Contudo, o diretor de uma organização especializada na localização e recuperação de obras de arte roubadas alertou que, se os ladrões não forem detidos nas próximas 24 a 48 horas, as joias roubadas provavelmente "desaparecerão para sempre". "Há uma corrida contra o tempo acontecendo agora", disse Chris Marinello, diretor executivo da Art Recovery International. Imprensa francesa revela 1ª imagem do roubo no Louvre As coroas e tiaras roubadas no assalto podem ser facilmente desmontadas e vendidas em pedaços. Os ladrões "não vão mantê-las intactas, vão quebrá-las, derreter o metal valioso, cortar as pedras preciosas e esconder as provas do crime", explicou Marinello, que afirma que seria difícil vender essas joias em seu estado original. A polícia francesa "sabe que, se não prender os ladrões nas próximas 24 a 48 horas, é provável que essas peças já tenham desaparecido", ressaltou. "Talvez consigam prender os criminosos, mas não recuperarão as joias." Os meios de comunicação franceses informaram que uma avaliação preliminar do Tribunal de Contas (que vai ser publicada em novembro) revelou que um terço das salas da ala onde o roubo aconteceu não possui câmeras de vigilância. O assalto também levou as autoridades na França a reforçar a segurança nas instituições culturais do país, segundo informaram os assessores do ministro do Interior do país, Laurent Nuñez. A decisão foi tomada nesta segunda-feira, após uma reunião com a polícia e vários ministros, e acontece depois do ministro da Justiça afirmar que os protocolos de segurança "falharam" em impedir o roubo, o que deu ao país uma "imagem terrível". Nuñez disse estar ciente da "grande vulnerabilidade" da segurança dos museus na França. Veja imagens das joias roubadas no museu do Louvre  Um assalto em 7 minutos O roubo ocorreu no domingo, entre as 09:30 e as 09:40, hora local (04:30 e 04:40 no horário de Brasília), pouco depois da abertura do museu aos visitantes. Quatro ladrões utilizaram um elevador mecânico montado em um veículo para acessar a Galerie d'Apollon (Galeria de Apolo) através de uma varanda próxima ao rio Sena. As imagens do local mostravam uma escada montada em um veículo levando até uma janela do primeiro andar. Dois dos ladrões cortaram os vidros com um cortador de disco alimentado por bateria e entraram no museu. Em seguida, ameaçaram os guardas — que evacuaram o prédio. Os criminosos quebraram as vitrines e roubaram as joias, que juntas continham milhares de diamantes e pedras preciosas. O crime durou apenas sete minutos. Quando os alarmes do museu começaram a tocar, a equipe do museu seguiu o protocolo previsto, entrando em contato com as forças de segurança e protegendo os visitantes, conforme informou o Ministério da Cultura em um comunicado. Os criminosos tentaram ainda incendiar o veículo do lado de fora, mas foram impedidos por um funcionário do museu. No total, oito joias foram roubadas, entre elas um colar de esmeraldas e diamantes que Napoleão deu à esposa, a imperatriz Maria Luisa. Também foram levadas uma tiara que pertenceu à imperatriz Eugenia, esposa de Napoleão 3, que continha quase 2000 diamantes. E um colar que pertenceu a Maria Amelia, a última rainha da França, contendo oito safiras e 631 diamantes. Exclusivo: vídeo de brasileira registra pancadas dos ladrões na janela do Museu do Louvre Lamentos O presidente da França, Emmanuel Macron, descreveu o roubo como um "ataque a um patrimônio que apreciamos porque é nossa história". Nathalie Goulet, membro da comissão de Finanças do Senado francês, disse que esse é um episódio "muito doloroso" para a França. "Todos estamos decepcionados e irritados", declarou à BBC, acrescentando que é "difícil entender como isso pôde acontecer tão facilmente". Goulet afirmou que o alarme da galeria havia apresentado defeito recentemente: "Temos que esperar a investigação para saber se o alarme estava desativado", disse. Ele considerou que, se as joias forem fragmentas, elas serão "usadas em um esquema de lavagem de dinheiro". "Não acredito que estamos lidando com amadores. Trata-se de uma quadrilha organizada e eles não têm qualquer moral. Não apreciam as joias como peças históricas, apenas como uma forma de lavar seu dinheiro sujo."

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Famílias de bairro em área de risco devem ser realocadas em até 90 dias em Rio Branco, diz Secretaria

Publicado em: 20/10/2025 17:52

Famílias de bairro localizado em área de risco na capital devem ser realocadas em até 90 dias Reprodução/Google Street View Entre barrancos instáveis e moradias improvisadas às margens do Rio Acre, dezenas de famílias vivem há anos no bairro Dom Giocondo, conhecido como Papouco, em Rio Branco. No entanto, a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) afirmou que uma operação deve retirar as famílias do local em até 90 dias. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp A região é marcada por desbarrancamentos, condições insalubres e vulnerabilidade social. De acordo com o levantamento da secretaria, existem cerca de 70 barracas que abrigam, aproximadamente, 160 pessoas, entre crianças, adultos e idosos. Ainda segundo a pasta, um estudo feito na região mostra que 95% das famílias manifestaram interesse em sair do local, enquanto 5% resistem à mudança. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo o secretário João Marcos Luz, a equipe técnica também identificou casos de exploração infantil e tráfico de drogas no local. Com relação ao terreno, ele disse que a área não oferece condições seguras de habitação e o acesso é difícil até mesmo para as forças de segurança. “O Papouco é um local em desbarrancamento, na beira do rio, onde a polícia tem alta dificuldade de entrar. Precisamos levar dignidade e segurança a essas pessoas”, complementou. LEIA MAIS: MP instaura procedimento para avaliar políticas públicas em bairro localizado em área de risco na capital Em Rio Branco, mutirão de limpeza no bairro Papouco deve retirar 20 toneladas de lixo PMs do AC são condenados por espancar e pregar homem em assoalho de casa no AC Além disso, as famílias devem ser incluídas no programa de aluguel social da SASDH que, atualmente, atende cerca de 200 famílias. Já outras poderão ser contempladas com casas em construção no bairro Rosa Linda, dentro de programas habitacionais. A ação deve envolver diferentes órgãos municipais e estaduais, com foco não apenas na moradia, mas também em políticas de saúde, educação e direitos humanos, segundo o gestor. João Marcos Luz explicou ainda que a distribuição das moradias leva em conta critérios técnicos e sociais. “Algumas pessoas ainda não têm autonomia para administrar uma moradia. Por isso, as casas são cedidas por cinco anos, e só depois desse período o morador pode se tornar proprietário”, complementou. MP instaura procedimento Em junho deste ano, o Ministério Público instaurou um procedimento administrativo para avaliar as políticas públicas aplicadas no Papouco. O órgão pediu relatórios a diversas secretarias, incluindo a SASDH, sobre as condições estruturais das casas, o número de famílias residentes e a oferta de serviços básicos, como saúde, segurança e saneamento. O MP também solicitou à Defesa Civil Municipal informações sobre o risco de desabamento das moradias e à Secretaria de Infraestrutura dados sobre imóveis abandonados ou não utilizados na região. Com o avanço das tratativas e a previsão de reassentamento nos próximos meses, o objetivo é garantir segurança e moradia adequada às famílias que vivem em uma das áreas mais vulneráveis da capital acreana. VÍDEO: g1

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Mais Segura: nova função da 99 ativa recursos de segurança para passageiras

Publicado em: 20/10/2025 16:21 Fonte: Tudocelular

A funcionalidade Mais Segura teve seu lançamento anunciado pela 99 com foco em suas passageiras. Em geral, trata-se de um recurso que permite ativar ferramentas estras de proteção para as usuárias, como compartilhamento de rota com contatos de segurança, monitoramento em tempo real durante o trajeto e gravação de áudio da viagem. Essa iniciativa de segurança visa fortalecer não só esse quesito, como também a inclusão e o empoderamento feminino no transporte por aplicativo. Além disso, ela chega como uma camada extra de segurança para mulheres, especialmente em situações de maior vulnerabilidade, como no caso de corridas noturnas.Segundo Maria Luiza Marcolan, gerente Sênior e líder para a frente de prevenção e percepção de Segurança na 99:Clique aqui para ler mais

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Suspeita de fazer empréstimo de R$ 17 mil no nome da mãe procurou a polícia para denunciar irmãos por abandono, diz delegado

Publicado em: 20/10/2025 15:02

Polícia Civil do Tocantins Luiz de Castro/Governo do Tocantins O caso da filha que fez um empréstimo de R$ 17 mil em nome da mãe idosa foi descoberto depois que a própria suspeita procurou a polícia para denunciar os irmãos por abandono material. Durante as investigações, os policiais descobriram que os outros cinco filhos da idosa haviam deixado de dar assistência à mãe para punir a irmã por conta do uso indevido do dinheiro. "Como a irmã havia feito o empréstimo e gastado o dinheiro, havendo o desconto na aposentadoria [da idosa], eles decidiram que ela [irmã] ficaria com a mãe e utilizaria a aposentadoria com o desconto para mantê-la. Diante das dificuldades, a filha mais nova procurou a polícia para registrar um B.O. contra esse abandono dos irmãos, mas sem contar a história do empréstimo, que foi descoberta depois", contou o delegado José Lucas Melo. O empréstimo consignado foi feito pela filha de 38 anos, usando a aposentadoria da mãe em 2021. O caso começou a ser investigado pela Polícia Civil em setembro de 2025, após ela procurar a polícia. Os nomes dos filhos não foram divulgados, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa deles. O delegado informou ao g1 que toda a família sabia do empréstimo solicitado pela irmã de 38 anos. Inicialmente, ela alegou que precisaria do valor para pagar uma cirurgia, mas, posteriormente, esse procedimento teria sido cancelado pelo médico. "A filha mais nova disse que precisaria para fazer um procedimento cirúrgico, uma questão de saúde. Depois que o empréstimo foi feito, que ela recebeu os valores, foi quando ela falou para o resto da família que o médico havia mudado de opinião, não seria mais necessário fazer a cirurgia. Como ela já estava com dinheiro e ia casar, resolveu usar o dinheiro para bancar o casamento, comprar um carro, pagar a lua de mel, usar os valores para gastos pessoais", explicou o delegado. Por causa do uso indevido do dinheiro, os outros irmãos decidiram, em comum acordo, deixar a mãe sob os cuidados da irmã que fez o empréstimo. Segundo o delegado, eles também decidiram que não ofereceriam qualquer tipo de apoio à mãe até que a irmã terminasse de pagar as parcelas do consignado. LEIA TAMBÉM Turismo, futebol e festa de família: como Wanderlei Barbosa usou jatinho contratado por R$ 20 milhões pelo Estado Ameaças por Pix: homem é preso em flagrante após intimidar ex-namorada com mensagens Pena de até quatro anos de prisão Durante a investigação, a polícia identificou que a mãe estava em situação de vulnerabilidade social em razão da escassez de recursos financeiros. O inquérito do caso foi finalizado pela Polícia Civil e encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para as providências cabíveis. Conforme o delegado, a filha que fez o empréstimo pode cumprir pena de até quatro anos de prisão pelo crime de apropriação previsto no Estatuto do Idoso. Os outros cinco filhos foram indiciados pelo crime de abandono material, que também prevê pena de um a quatro anos de prisão, conforme o Código Penal. Filhos são indiciados por abandonar idosa de 65 anos no Tocantins Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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Animais adotados do Canil Municipal de Sorocaba terão atendimento gratuito no Hospital Veterinário Municipal 'Cão Mayke'

Publicado em: 20/10/2025 14:59

Hospital Veterinário Municipal de Sorocaba (SP) amplia atendimento para animais adotados do Canil Municipal Prefeitura de Sorocaba/Divulgação Cães e gatos adotados no Canil Municipal de Sorocaba (SP) podem receber atendimento gratuito no Hospital Veterinário Municipal "Cão Mayke", inaugurado em 6 de setembro no bairro Jardim Betânia. A medida é garantida pela Lei Municipal n.º 13.330/2025, que assegura aos animais adotados do canil o direito a atendimentos de urgência e emergência, cirurgias, consultas de ortopedia e internação, quando necessário. Os atendimentos são gratuitos. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Além disso, os responsáveis pelos pets também poderão retirar medicamentos gratuitamente na Farmácia Veterinária Solidária de Sorocaba, conforme a disponibilidade. Cães e gatos vivem temporariamente no canil municipal de Sorocaba (SP) e precisam de um lar responsável Prefeitura de Sorocaba/Divulgação Atendimento ao público geral Para a população em geral, o hospital oferece atendimentos gratuitos de urgência e emergência, limitados a um animal por tutor. É necessário apresentar um documento com foto e comprovante de endereço. Já serviços como cirurgias, ortopedia, internações e outras especialidades são destinados exclusivamente a tutores em situação de vulnerabilidade social, residentes em Sorocaba e cadastrados no CadÚnico (Cadastro Único do Governo Federal). Nesses casos, também é exigido documento com foto e comprovante de endereço atualizado. Cada tutor poderá cadastrar apenas um animal. O agendamento de atendimentos deve ser feito pelo WhatsApp: (15) 99794-6155. O hospital fica na Avenida Betsaida, número 25. Carvalhão é um cão mestiço pitbull, de porte grande, com aproximadamente 6 anos. É temperamental com outros cães. Ele está no canil municipal de Sorocaba (SP) Prefeitura de Sorocaba/Divulgação Programa estadual A construção e a aquisição de parte dos equipamentos da clínica municipal foram viabilizadas pelo Governo do Estado. Já a Prefeitura de Sorocaba ficou responsável pela cessão do terreno público onde o hospital foi instalado, além de assumir a gestão do espaço. A administração do hospital é feita por meio de um termo de colaboração com a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa), que recebe repasses mensais conforme a execução dos procedimentos. Segundo a Prefeitura, a unidade tem capacidade para realizar cerca de 11 mil procedimentos por mês. O g1 solicitou à administração municipal o número de atendimentos realizados desde a inauguração, mas foi informado de que o balanço continua sendo feito. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Mulher tem carro depredado por adolescentes durante ação social no DF; veja VÍDEO

Publicado em: 20/10/2025 13:47

Vídeo feito pelo perfil Patrulha Abordagem mostra carro depredado e pertences da vítima jogados no chão Uma mulher teve o carro depredado enquanto realizava uma ação social em Samambaia, no Distrito Federal. A vítima prestava auxílio religioso e levava alimentos a um abrigo que acolhe crianças e adolescentes em situação de abandono. O caso aconteceu na última sexta-feira (17) e, segundo a Polícia Militar, a corporação foi acionada para conter um tumulto depois que três adolescentes começaram a vandalizar o local. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Carro da vítima teve os vidros e a lataria danificados Reprodução/Instagram/@patrulhaeabordagemdf As jovens alegam terem tido um "ataque de raiva" após serem impedidas de entrar no abrigo. Elas apresentavam sinais de embriaguez e já haviam sido acolhidas pelo local anteriormente. As adolescentes, com idades entre 15 e 16 anos, foram apreendidas por envolvimento no caso. Neste final de semana, elas passaram por audiência de custódia e a Justiça determinou que: duas delas, por estarem em situação de vulnerabilidade, fossem encaminhadas a outros abrigos da capital; e a terceira, por já ter passagens criminais anteriores e um mandado de apreensão em aberto, fosse encaminhada para internação provisória. As três vão responder pelos atos infracionais. 'Ataque de raiva' De acordo com relatos feitos à polícia, a confusão iniciou-se depois que as adolescentes foram impedidas de entrar no abrigo por apresentarem sintomas de embriaguez. As adolescentes, conforme apurou a reportagem, teriam ficado "com raiva" e deram início aos atos de vandalismo. Eletrodomésticos e móveis do local foram quebrados e, em seguida, elas golpearam o carro estacionado em frente ao abrigo. Carro foi depredado Divulgação/PMDF Nas imagens registradas pelo perfil Patrulha Abordagem e cedidas ao g1, é possível ver o carro com todos os pertences retirados e jogados no chão, os vidros arrancados e diversas avarias na lataria. As jovens acreditavam que o veículo pertencia ao funcionário do abrigo que as impediu de entrar no local. Segundo a PM, uma das adolescentes já tinha passagens pela polícia e um mandado de apreensão em aberto. Conforme apurou o g1, a menor possui passagens anteriores por crimes análogos a: ameaça; vias de fato; lesão corporal; dano; e furto. As três adolescentes envolvidas na depredação foram apreendidas e levadas à Delegacia da Criança e Adolescente (DCA) 2, em Taguatinga, que investiga o caso. A reportagem apurou ainda que o abrigo sofreu graves danos materiais e as crianças e adolescentes que estavam no local tiveram de ser realocados para outros abrigos na capital. LEIA TAMBÉM: CHUVA FORTE: Aeroporto de Brasília teve 17 voos cancelados e volta a operar normalmente nesta segunda SAÚDE MENTAL: DF tem a 2ª pior cobertura de CAPS do país Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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