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Mais de mil vagas são oferecidas em cursos gratuitos na Baixada Santista; veja lista

Publicado em: 28/05/2026 20:00

Caminho da Capacitação oferece mais de mil vagas em cursos na Baixada Santista Pixabay O Governo de São Paulo abriu inscrições para o programa Caminho da Capacitação, que oferece 1.173 vagas em cursos gratuitos de qualificação profissional na Baixada Santista. As oportunidades são voltadas principalmente para pessoas em situação de vulnerabilidade social. As inscrições podem ser feitas até 9 de junho pelo site oficial. As aulas acontecem entre 8 e 18 de junho, em carretas móveis adaptadas para atividades práticas e teóricas. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Os cursos abrangem áreas como cuidador, estética, gastronomia, costura e tecnologia, distribuídos pelas nove cidades da região (confira a lista abaixo). Agora no g1 Bertioga: Cuidador de Idosos, Imagem Pessoal e Costura Criativa Cubatão: Cuidador de Idosos, Imagem Pessoal e Confecção Industrial Guarujá: Pet, Hospitalidade, Manutenção de Motos Itanhaém: Pet e Gastronomia Mongaguá: Imagem Pessoal e Manutenção de Motos Peruíbe: Pet e Tecnologia Praia Grande: Costura Criativa Santos: Beleza e Estética e Panificação São Vicente: Tecnologia e Beleza e Estética VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

Palavras-chave: tecnologia

Casa da Criança: a continuidade de um legado em favor da infância

Publicado em: 28/05/2026 18:38

A Casa da Criança Armanda Malvina de Mendonça, fundada pelo empresário Oswaldo Ribeiro de Mendonça, atua há quase 50 anos na educação, acolhimento e proteção das crianças de Ipuã Crédito: Divulgação. A história da Casa da Criança Armanda Malvina de Mendonça, em Ipuã, começa com uma cena que revela uma urgência social. Em 1978, ao caminhar por uma região periférica da cidade, o empresário Oswaldo Ribeiro de Mendonça deparou-se com a realidade de mães trabalhadoras que não tinham com quem deixar seus filhos. Segundo relato institucional encaminhado pela organização da Mostra, uma criança pequena foi encontrada sozinha em casa, amarrada aos pés de uma mesa, com um prato de comida ao lado, enquanto a mãe precisava trabalhar. A situação, marcada pela vulnerabilidade e pela ausência de rede de apoio, mobilizou uma resposta concreta. Em 16 de março de 1978, Oswaldo Ribeiro de Mendonça entregou à comunidade a primeira creche de Ipuã, a Casa da Criança Armanda Malvina de Mendonça, criada para oferecer proteção, cuidado, alimentação, acesso ao brincar, convivência e educação a crianças pequenas, independentemente de sua condição social. A Casa da Criança nasceu da decisão de transformar indignação em cuidado. Quase cinco décadas depois, essa visão permanece como eixo da instituição. O que começou como uma resposta assistencial a uma necessidade urgente da comunidade tornou-se uma experiência consolidada de educação infantil, promoção de direitos e desenvolvimento integral. A continuidade desse legado passa pela atuação de Josimara Ribeiro de Mendonça, presidente da Casa da Criança. Atendendo 120 crianças, de diferentes realidades sociais, a instituição atua no desenvolvimento físico, mental, moral, cultural, social e educacional Crédito: Divulgação. A Casa da Criança foi fundada para ser um lugar seguro. No início, atendia crianças de 0 a 5 anos em situação de extrema pobreza, respondendo principalmente à necessidade das famílias trabalhadoras. Com o passar do tempo, porém, a instituição ampliou sua compreensão sobre a infância. Sem abandonar a proteção, passou a incorporar uma visão mais ampla, na qual cuidar também significa educar, escutar, observar, formar vínculos, apoiar famílias e criar condições para que a criança se desenvolva plenamente. Essa passagem da assistência para a educação integral é um dos pontos centrais da trajetória institucional. A própria Casa da Criança se define publicamente como um espaço de educação, cuidados e promoção de direitos, voltado ao desenvolvimento de crianças pequenas residentes em Ipuã. Atualmente, a instituição atende 120 crianças e afirma assegurar o desenvolvimento físico, mental, moral, cultural, social e educacional das crianças assistidas. Essa evolução não altera a origem da Casa. Ao contrário, atualiza a intenção de Oswaldo Ribeiro de Mendonça. Se, em 1978, a prioridade era garantir que as crianças tivessem um lugar seguro para ficar, hoje o compromisso se amplia para assegurar que esse lugar seja também um ambiente de aprendizagem, cultura, vínculo, proteção social e direitos. A trajetória recente da Casa da Criança está diretamente ligada à atuação de Josimara Ribeiro de Mendonça. Tendo assumido a presidência em 2002, conduziu um ciclo de investimentos em gestão, política pedagógica e capacitação. Esse período foi marcado por avanços estruturais e metodológicos. A Casa da Criança ampliou o número de crianças atendidas de 80 para 120, com a construção de uma nova sala de aula; reformou ambientes; fortaleceu a política didático-pedagógica; incentivou a formação de educadores; e estruturou uma equipe composta por profissionais de educação infantil, coordenação pedagógica e administrativa, nutrição, assistência social, fonoaudiologia e demais áreas de apoio. Em janeiro de 2024, Josimara voltou à presidência da Casa da Criança, reafirmando a ligação da Casa da Criança com a visão de seu fundador, em um momento em que a organização já não pode ser definida apenas por sua origem, mas por sua capacidade de planejamento, gestão, sustentabilidade, articulação de rede e qualificação pedagógica. A atuação de Josimara deve ser compreendida nesse ponto de equilíbrio. De um lado, ela carrega a memória familiar de uma obra criada por Oswaldo Ribeiro de Mendonça para responder a uma necessidade real da comunidade. De outro, atua como liderança que introduz parâmetros contemporâneos de gestão social: formação de equipe, mobilização de parceiros, sustentabilidade institucional, valorização dos ambientes, aproximação com referências pedagógicas e defesa da primeira infância como prioridade pública. Josimara Ribeiro de Mendonça, filha do fundador, segue o legado deixado por ele e tem atuação marcada por avanços estruturais, estratégicos e metodológicos | A atuação de Josimara Ribeiro de Mendonça evidencia que a ambição de Oswaldo Ribeiro de Mendonça segue viva, transformando a infância diante das demandas do nosso tempo Crédito: Divulgação. Essa combinação ajuda a explicar por que a Casa da Criança permanece ativa, reconhecida e socialmente necessária. “Crianças são nossa maior riqueza e temos que ter cuidado com o que oferecemos a elas. Formar um ser humano desde a infância consiste em decidir pelo outro no momento em que o outro não tem maturidade para decidir sozinho. Pais e mães são os primeiros responsáveis por essa criança e logo em seguida, a creche. É muita responsabilidade. Por isso, para uma boa gestão, contamos com o apoio de todos os funcionários e educadores desta Casa da Criança. Devemos cuidar para oferecer o melhor às crianças: as primeiras informações sobre o mundo, os afetos. Esse ambiente exige cuidado, responsabilidade de cada adulto para oferecer um mundo saudável, que estimule e coloque a tecnologia como ferramenta e não protagonista. Cuidar é uma experiência de amor, a autoridade se estabelece através de um vínculo forte. Temos que proteger nossas crianças. Essa continuará sendo a nossa meta”, destaca. Um legado em movimento A força da Casa da Criança está em não tratar seu legado como algo concluído. A obra de Oswaldo Ribeiro de Mendonça permanece viva porque continua sendo atualizada diante das necessidades da infância. A liderança de Josimara Ribeiro de Mendonça, filha de Oswaldo, evidencia essa continuidade. Ao longo de quase cinco décadas, a Casa da Criança tornou-se parte da memória afetiva e social de Ipuã. Mais de uma geração passou por seus espaços. Crianças atendidas no passado hoje são mães, pais, trabalhadores, cidadãos e, em alguns casos, famílias que confiam novamente seus filhos à instituição. Esse ciclo mostra que a Casa não é apenas um equipamento social. É uma construção comunitária. A continuidade está na permanência de um princípio: uma cidade que cuida de suas crianças investe em seu próprio futuro. A chegada da Mostra Mosaico a Ipuã integra esse movimento de ampliação cultural e pedagógica vivido pela instituição em articulação com a RedSOLARE Brasil.

Palavras-chave: tecnologia

Operação Fluxo Oculto, contra lavagem de dinheiro do PCC, tem alvos em Santos

Publicado em: 28/05/2026 10:36

Operação Carbono Oculto: segunda fase mira novo esquema de lavagem de dinheiro do PCC Dois alvos da Operação Fluxo Oculto, deflagrada nesta quinta-feira (28) pelo grupo de atuação e combate ao crime organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo e pela Receita Federal, são de Santos, no litoral de São Paulo. Os suspeitos, no entanto, ainda não foram divulgados. A ação representa uma nova fase da Operação Carbono Oculto, que revelou o avanço do crime organizado no ecossistema do mercado de combustíveis, instituições de pagamentos e de investimento em agosto de 2025. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Na ocasião, pessoas e empresas foram alvos por suspeitas de ajudar o PCC a esconder o dinheiro obtido nos crimes. Apesar disso, as investigações apontaram que a organização criminosa continuou agindo para lavar dinheiro, adulterar combustíveis e sonegar impostos. Desta forma, a Operação Fluxo Oculto foi deflagrada nesta quinta-feira (28) com foco em seis fintechs [empresas que combinam finanças e tecnologia] e na adulteração de combustível com uso de nafta (solvente). Operação Fluxo Oculto foi deflagrada em cinco estados Divulgação/Receita Federal Segundo o Gaeco, as fintechs atuavam como ‘bancos paralelos’ dos criminosos. Elas integravam um núcleo utilizado para compensações financeiras internas entre diversas distribuidoras e postos de combustíveis, empresas e fundos de investimentos administrados pela organização criminosa, além de pagamentos de colaboradores e investimentos pessoais dos principais operadores. De acordo com a Receita Federal, as seis fintechs movimentaram mais de R$ 26 bilhões entre 2022 e 2025. Além disso, o MP-SP descobriu ainda um núcleo envolvido com o desvio de nafta petroquímica para terminais e postos de combustível. Uma apuração conjunta com a Agência Nacional de Petróleo (ANP) revelou a estrutura de falsidades, com venda de solventes para empresas-fantasma. A denúncia descreve estrutura criada para a abertura serial de empresas nos mais diversos estados do país. Segundo o MP, os denunciados utilizavam parentes, pessoas em situação de vulnerabilidade social e até presos para constituir pessoas jurídicas que supostamente adquiriam solventes, na prática desviados para a Grande São Paulo. Os recursos obtidos com o esquema eram remetidos a fundos de investimentos para ocultar os reais beneficiários da fraude. Ao todo, foram identificados quatro fundos que participavam do esquema e são alvos da operação, juntamente com duas administradoras de recursos e duas gestoras. Os quatro fundos investigados possuem, atualmente, patrimônio estimado em aproximadamente R$ 205 milhões. Em pouco mais de um ano, houve incremento patrimonial superior a 200% nesse montante. Gaeco e Receita Federal deflagraram a Operação Fluxo Oculto após investigações sobre esquema criminoso Divulgação/Receita Federal Mandados Ao todo, são cumpridos 59 mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Dentre eles, 30 são mandados de pessoas jurídicas, sendo dois de Santos. Além do Gaeco e da Receita Federal, participam da operação a Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo e as Polícias Militar e Civil. Operação Fluxo Oculto cumpre 59 mandados de busca e apreensão em cinco estados Divulgação/Receita Federal VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

Palavras-chave: tecnologia

Advogada, ativista e mais de 15 títulos: quem é Joana Camargo, miss que caiu na premiação de concurso internacional

Publicado em: 27/05/2026 08:47

Miss Joana Camargo escorregou e caiu na final do Miss Eco Internacional A cena aconteceu em segundos, mas resumiu uma vida inteira. Ao ser anunciada no Top 5 do Miss Eco International, no Egito, a brasileira Joana Camargo escorregou no vestido e caiu no palco, diante de uma audiência mundial. Ela respirou, levantou com um sorriso e seguiu para seu lugar. “A vida é assim: às vezes a gente cai diante de todo mundo. Mas o que nos define nunca é a queda. É a forma como escolhemos levantar”, resume a gaúcha. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A frase é a síntese da trajetória de Joana, que terminou a competição em 5º lugar. Natural de Soledade, cidade de 30 mil habitantes no Norte do RS, ela construiu uma carreira com mais de 15 títulos nacionais longe dos privilégios normalmente associados ao universo dos concursos de beleza. Segundo ela, a cidade continua sendo sua base emocional e familiar, mesmo com uma rotina hoje dividida entre compromissos profissionais e agendas pelo país. "Minha essência vem de lá: da simplicidade, da força e da proximidade com as pessoas", afirma. Com o tempo, Joana abandonou a tentativa de se moldar a expectativas. A virada veio ao perceber que o diferencial dela era justamente a autenticidade. Essa força a conectou com o Miss Eco International, um concurso alinhado a causas ambientais e sociais da ONU. A identificação com o propósito não é apenas discurso. Há mais de 10 anos, ela lidera o projeto social "Um Elo de Amor", com ações para pessoas em vulnerabilidade. Recentemente, distribuiu mais de mil livros de material reciclado e atuou no apoio a famílias atingidas pelas enchentes no RS. Paralelamente aos concursos, Joana é advogada e tem mestrado em Direito e Tecnologia. Para ela, foi a capacidade de comunicação que a permitiu superar as barreiras. "Durante muito tempo tentaram me convencer de que eu não era suficiente, e foi justamente encontrar minha voz que me permitiu continuar", afirma. O tombo no Egito, para ela, foi a prova dessa filosofia. "Entendi há muito tempo que perfeição não conecta pessoas, humanidade, sim. E acho que tantas pessoas se emocionaram com aquilo justamente porque se reconheceram naquele instante". Miss Joana Camargo, que ficou em quinto lugar no Miss Eco Internacional 2026 Divulgação Joana Camargo escorregou e caiu na final do Miss Eco Internacional Reprodução/ Redes sociais/ YouTube/ Beauty Live VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Palavras-chave: tecnologia

Vereadores aprovam isenção do IPTU para o Lar Vicentino de Rio Branco

Publicado em: 26/05/2026 19:30

Investimento de R$ 4,4 milhões vai revitalizar sede do Lar Vicentino em Rio Branco Os vereadores de Rio Branco aprovaram, por unanimidade, um Projeto de Lei Complementar (PLC) que concede isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) ao imóvel de propriedade ou utilizado pelo Lar Vicentino Dona Raimunda Odília,, em votação que ocorreu nesta terça-feira (26). O projeto segue para sanção ou veto do prefeito Alysson Bestene (PP). Ao g1 a diretora do Lar Vicentino, Waldenize Rebelo, explicou que a entidade paga, atualmente, mais de R$ 14 mil reais de IPTU. Instituição migrou para um prédio provisório na Rua Floriano Peixoto, enquanto as antigas instalações passam por reforma. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp "O Lar Vicentino Dona Raimunda Odília está em nosso município desde 1º de abril de 1955. Nesses anos todos, sempre pagamos IPTU, sempre houve promessas e, pela glória de Deus isso aconteceu. É um valor alto, que não podemos pagar e agradecemos o olhar caridoso e humano para todos os idosos residentes", declarou. 👴🏼 O Lar Vicentino é uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI). Em Rio Branco, a entidade é administrada pela Sociedade de São Vicente de Paulo (SSVP). A unidade acolhe pessoas com 60 anos ou mais que não possuem suporte familiar ou estão em situação de vulnerabilidade. O g1 entrou em contato com a prefeitura para saber o posicionamento da gestão em relação ao projeto e aguarda retorno. Atualmente, 43 pessoas moram no Lar Vicentino de Rio Branco Murilo Lima/Rede Amazônica Acre LEIA TAMBÉM: Com 48 idosos, Lar Vicentino de Rio Branco precisa de doações de fraldas e lenços umedecidos Pela primeira vez, idosos do Lar Vicentino vão ao cinema em Rio Branco: 'divertimento' O texto, de autoria do vereador e presidente da Câmara Municipal Joabe Lira (União), destaca, que para ter direito à isenção, o Lar Vicentino deverá cumprir uma série de requisitos: comprovar a titularidade ou uso do local; apresentar regularidade junto ao Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e ter regularidade estatutária no funcionamento da entidade. Além disso, a entidade precisa estar em conformidade com as obrigações fiscais municipais, com exceção do IPTU. Ainda conforme a diretora do Lar Vicentino, apenas o imposto do estacionamento do prédio era em torno de R$ 1.447,47. O local tem capacidade para abrigar 60 idosos, mas, conforme a Resolução de Diretoria Colegiada (RDC), a instituição não pode abrigar essa quantidade de pessoas devido aos cadeirantes. Atualmente, 43 idosos vivem no lar, sendo 7 mulheres e 36 homens. A legislação aprovada também detalha que a concessão da isenção será cancelada caso seja constatada a utilização do imóvel para fins diversos dos previstos em lei, ou em caso de extinção, desvio de finalidade ou interrupção das atividades da entidade. Entre as justificativas apresentadas pelo vereador que propôs o projeto está o fato da instituição filantrópica sem fins lucrativos desenvolver há mais de 70 anos um serviço social na capital acreana. "A isenção proposta representa um gesto de reconhecimento e apoio do Poder Público a uma instituição que atua de forma complementar às políticas sociais do município, contribuindo de maneira efetiva para a redução das desigualdades e a promoção da cidadania", destacou o texto de Lira. Reveja os telejornais do Acre

Palavras-chave: câmara municipal

Vazamento de dados do INSS atingiu 2,8 milhões de CPFs, diz Dataprev; 98% eram de falecidos

Publicado em: 26/05/2026 16:47

O vazamento de dados de segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) atingiu 2,8 milhões de CPFs, informou nesta terça-feira (26) a Dataprev, empresa estatal de tecnologia responsável por gerenciamento de dados de aposentados e pensionistas. Desse total, 98% pertenciam a pessoas já falecidas. Um mesmo CPF foi consultado mais de uma vez. Além disso, cerca de 52 mil pessoas vivas tiveram a data de nascimento exposta durante o incidente de segurança ocorrido em abril. As informações foram divulgadas por Edmar dos Santos Ferreira Junior, representante da Dataprev na reunião desta terça-feira do Conselho Nacional da Previdência Social. O número é superior ao que foi divulgado quando o caso veio a público, na semana passada. Na ocasião, técnicos do INSS informaram que teriam sido vazados dados de cerca de 2 milhões de segurados. Embora as causas do incidente ainda estejam sendo investigadas, Ferreira Junior afirmou que já foi identificada uma falha em uma consulta de serviço do Meu INSS. Segundo ele, o sistema, que deveria exigir autenticação por login, estava acessível sem essa etapa de segurança. "Era uma consulta que estava dentro de uma interface logada, mas ela aceitava uma resposta para quando você tivesse em um ambiente público", explicou Ferreira, esclarecendo que o incidente durou um dia. O erro, assim que identificado, foi corrigido, afirmou o representante da Dataprev. No momento, segundo ele, está sendo desenvolvido uma atualização dos sistemas que vai restringir que somente um usuário possa consultar um CPF por vez. Relembre o caso Na semana passada, veio a público um incidente de segurança no órgão sobre o vazamento de dados de cerca de 2 milhões de segurados. O caso foi identificado há quase um mês, no dia 22 de abril, pela Dataprev, empresa estatal de tecnologia que gerencia dados de milhões de pessoas, inclusive de aposentados e pensionistas. Em nota, o INSS disse que foram adotadas as devidas providências e informou que a maioria dos dados que foram expostos eram de cidadãos falecidos. "De acordo com as informações preliminares, do total de CPFs acessados, 97% foram de cidadãos falecidos. A Dataprev apurou a ocorrência de aproximadamente 50 mil casos envolvendo indivíduos que não possuem registro de óbito – menos de 3% dos casos registrados. Os dados ainda estão sendo consolidados pela Dataprev", afirmou a autarquia. Falha de segurança O instituto afirmou que, apesar do vazamento dos dados, uma série de documentos e etapas são exigidos para que seja aprovada, por exemplo, a concessão de um empréstimo consignado. A pensão por óbito exige certidão de óbito, dentre outros documentos e procedimentos, completou o INSS. “A concessão de qualquer benefício possui uma série de travas de segurança. O INSS tem reforçado seus controles internos a fim de oferecer maior segurança à análise de seus benefícios”, diz a nota. Em 2024, o INSS também confirmou que outra vulnerabilidade no sistema deixou expostas informações sigilosas de pessoas com aposentadorias e benefícios sociais e assistenciais.

Polícia resgata quase 80 animais e prende homem por maus-tratos no interior de SP

Publicado em: 26/05/2026 16:28

Polícia resgata quase 80 animais e prende homem por maus-tratos no interior de SP Um homem de 62 anos, que mantinha 78 animais de estimação em situação de vulnerabilidade em uma casa no bairro Santa Cecília, em Brotas (SP), foi preso por maus-tratos na segunda-feira (25). Foram resgatados 24 gatos, 13 cachorros, 11 canários, 18 agapornis, quatro calopsitas, duas maritacas, dois tuins e quatro papagaios. Conforme apurado pelo g1, o homem passou por audiência de custódia nesta terça (26) e teve a liberdade provisória concedida pelo juiz por ser réu primário. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram A Polícia Civil recebeu uma denúncia anônima sobre animais sendo mantidos em situação insalubre. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), policiais civis, com apoio de agentes da Vigilância Sanitária, deslocaram-se ao local. Homem que mantinha 78 animais em situação de vulnerabilidade foi preso em Brotas, SP Prefeitura de Brotas A operação teve apoio do Departamento de Bem-Estar Animal e da Guarda Civil Municipal (GCM). Na área externa do imóvel, as equipes encontraram quatro cães que apresentavam sinais de estresse, além de um ter feridas compatíveis às causadas por sarna. Dentro do imóvel, os agentes constataram sujeira e falta de higiene nos ambientes. De acordo com a prefeitura, alguns gatos e cães estavam fechados em dois quatros com urina e fezes espalhadas. Os pássaros não tinham água e comida, foram achados sem anilha e em viveiros sujos. Alguns animais estavam com a saúde comprometida. Animais que estavam em situação de vulnerabilidade foram resgatados em Brotas, SP Prefeitura de Brotas As equipes também encontraram pássaros, que estavam na cozinha, em viveiros com excesso de sujeira e recipientes sem água potável. Ao todo, foram encontrados 41 aves, 13 cães e 24 gatos. A prefeitura informou que os cães e gatos resgatados serão encaminhados para adoção, enquanto as aves silvestres serão levadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetras). Mais notícias da região: INVESTIMENTO: Após fechar fábrica na Argentina, Whirlpool anuncia 200 vagas de emprego em unidade do Brasil TECNOLOGIA: Como USP usa IA e impressora 3D para recriar mamas de mulheres que tiveram câncer; VÍDEO CRIME: Jogadores da Ferroviária sofrem injúria racial em partida no Amazonas: 'Que a Justiça seja feita' A prefeitura disse, ainda, que o responsável pelos maus-tratos foi preso. Os animais receberam atendimento com médico veterinário e seguem acolhidos em local seguro. A perícia foi acionada e o caso foi registrado como abuso a animais e mantimento de animais de espécies silvestres em cativeiro na Delegacia de Polícia de Brotas. Aves que estavam em situação de vulnerabilidade foram resgatadas em Brotas, SP Prefeitura de Brotas REVEJA OS VÍDEOS DA EPTV: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara

Palavras-chave: tecnologia

Miss que escorregou e caiu na final de concurso planeja curso para 'preparar mulheres e meninas para os palcos da vida' no RS

Publicado em: 26/05/2026 13:58

Miss Joana Camargo escorregou e caiu na final do Miss Eco Internacional A gaúcha Joana Camargo, de 29 anos, que ficou entre as cinco finalistas do Miss Eco International 2026 e chamou atenção ao sofrer uma queda na hora da premiação, afirma que pretende usar sua experiência para inspirar e ajudar outras pessoas através de projetos sociais. "Quero preparar mulheres e meninas para os 'palcos da vida', não só para concursos, mas entrevistas, reuniões, lideranças, espaços profissionais e qualquer ambiente em que elas precisem se sentir seguras para ocupar seu lugar no mundo." 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Joana concilia a carreira como modelo e miss à de advogada. Na área, tem mestrado em Direito e Tecnologia. A trajetória de modelo começou ainda antes: ela ganhou o primeiro título em um concurso de beleza aos 17 anos e, desde então, construiu uma trajetória neste universo. Para ela, a comunicação foi determinante para mudar sua própria história: "Durante muito tempo tentaram me convencer de que eu não era suficiente para vencer, e foi justamente encontrar minha voz que me permitiu continuar". "Os concursos nunca estiveram separados da minha profissão ou da minha missão. Pelo contrário: eles fortaleceram minha postura pública, minha capacidade de representar causas e minha compreensão sobre o impacto que uma mulher pode gerar quando decide ocupar espaços com verdade", acrescenta. Há mais de 10 anos, ela desenvolve o projeto "Um Elo de Amor", voltado a ações de apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade. Entre as iniciativas recentes, está a distribuição gratuita de mais de mil livros produzidos com material reciclado para alunos da rede pública. Durante as enchentes no Rio Grande do Sul, o projeto também atuou diretamente no apoio a famílias atingidas. "Transformação social acontece quando conseguimos unir consciência, acesso e oportunidade", resume. Miss Joana Camargo, que ficou em quinto lugar no Miss Eco Internacional 2026 Divulgação Escorregão e queda O episódio da queda ocorreu no momento em que foi anunciada como "4th Runner-Up", o equivalente à 5ª colocação, em uma disputa com mais de 60 candidatas, sendo 49 na final. "Foi um daqueles momentos em que tudo acontece muito rápido. Existe o susto inicial, claro, porque estamos em um palco internacional, ao vivo, diante de milhares de pessoas e sob uma pressão emocional enorme. Mas, honestamente, o tombo não definiu minha performance", declara. Em seguida ao tombo, Joana respirou, levantou e seguiu para o seu lugar com sorriso no rosto. "Entendi há muito tempo que perfeição não conecta pessoas, humanidade, sim. E acho que tantas pessoas se emocionaram com aquilo justamente porque se reconheceram naquele instante", comenta. “A vida é assim: às vezes a gente cai diante de todo mundo. Mas o que nos define nunca é a queda. É a forma como escolhemos levantar.” Joana Camargo escorregou e caiu na final do Miss Eco Internacional Reprodução/ Redes sociais/ YouTube/ Beauty Live Miss Joana Camargo, que ficou em quinto lugar no Miss Eco Internacional 2026 Divulgação VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Palavras-chave: tecnologia

Veto à carne brasileira expõe diferenças importantes na forma como a União Europeia e o Mercosul tomam decisões

Publicado em: 26/05/2026 12:36

União Europeia veta importações de carne e produtos de origem animal do Brasil Maior exportador de carne bovina do Mercosul e um dos mais competitivos do mundo no setor, o Brasil passou a ser o principal alvo de barreiras sanitárias europeias após a entrada em vigor provisória do Acordo de Associação Mercosul-União Europeia, em 1º de maio de 2026. Poucos dias depois, em 12 de maio, a Comissão Europeia anunciou restrições à importação de carne bovina brasileira. A medida, justificada por alegadas falhas sanitárias e problemas de rastreabilidade animal, não atinge apenas um dos setores mais estratégicos da pauta de exportações do país. Ela também expõe uma tensão estrutural do acordo: a diferença entre a forma como a União Europeia e o Mercosul tomam decisões e exercem o poder regulatório. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A decisão ocorreu em um contexto de crescente pressão política e econômica dentro da Europa para proteger produtores rurais europeus diante da competitividade agrícola sul-americana. Ao mesmo tempo em que a União Europeia apresenta o Acordo como instrumento de fortalecimento do multilateralismo, da sustentabilidade e da integração econômica entre democracias, governos europeus enfrentam oposição doméstica. Essa oposição vem, sobretudo, de setores agrícolas preocupados com a entrada de produtos agropecuários mais baratos e competitivos vindos do Mercosul. Nesse cenário, mecanismos sanitários e fitossanitários passaram a funcionar também como instrumentos de proteção econômica e acomodação política interna. Esse movimento se intensifica especialmente em períodos pré-eleitorais em alguns países europeus e em um momento de incertezas internacionais. Sem a União Europeia, Brasil pode deixar de exportar quase US$ 2 bilhões ao ano em carnes Os ganhos e perdas do Acordo Mercosul-União Europeia O Acordo Mercosul-União Europeia foi concluído durante a 65ª Cúpula do Mercosul, em Montevidéu, em dezembro de 2024, após mais de um quarto de século de negociações. Em vigor provisório desde 1º de maio de 2026, o pacto reúne aproximadamente 718 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) combinado de cerca de US$ 22,4 trilhões. Em termos comparativos, esse valor supera o PIB da China, estimado em US$ 19,5 trilhões, e fica abaixo apenas dos Estados Unidos, em torno de US$ 30,3 trilhões, configurando uma potência geoeconômica de escala global. Como consequência, a parceria tem capacidade multifatorial de impactar a arquitetura geopolítica global. Ela promove um pacto entre democracias em contraposição ao avanço de regimes autocráticos, em um momento de incertezas internacionais. O acordo não tem foco somente em ganhos econômicos, mas, a partir deles, pretende assentar valores democráticos domésticos, desenvolvimento sustentável, autonomia digital e a recuperação do multilateralismo como plataforma de inserção dos países do Mercosul e da UE no mundo. Os avanços macroestratégicos são evidentes. Entretanto, não há ganhos sem custos. O sucesso da empreitada deveu-se à incorporação das demandas da União Europeia nas áreas ambiental, sanitária, agrícola e compras governamentais. Essas medidas visam assegurar um equilíbrio fino entre desenvolvimento industrial, sustentabilidade ambiental e políticas públicas setoriais sensíveis, tais como inovação, saúde, segurança e educação. Em troca, o Mercosul demandou e obteve a promessa de ampla liberalização tarifária, especialmente no setor agrícola, ainda que com a existência de salvaguardas europeias. Além disso, o bloco garantiu cooperação em temas sensíveis como desenvolvimento sustentável, inteligência artificial, minerais críticos e tecnologia industrial. Claramente, os avanços macroestratégicos do acordo vieram acompanhados de concessões mútuas relevantes, o que é natural em parcerias internacionais dessa envergadura. Agora, o avanço do acordo depende da consonância decisória entre as partes. Acordo UE-Mercosul passa a valer no Brasil: o que muda para o agro O problema institucional no coração do acordo A crise envolvendo a carne brasileira evidencia um paradoxo institucional no funcionamento do próprio acordo. Enquanto o Mercosul opera como uma agência política intergovernamental, dependente de negociações internas e da aprovação nacional das normas acordadas, a UE segue outra lógica. Neste caso, trata-se de uma estrutura supranacional, na qual instituições comunitárias podem legislar diretamente sobre os países-membros e, por meio de salvaguardas, abrir espaço para o questionamento de acordos internacionais. Isso torna a UE mais ágil, coordenada e eficiente para defender interesses econômicos sensíveis de seus membros. Na prática, a Comissão Europeia utiliza salvaguardas sanitárias e mecanismos regulatórios como instrumentos simultaneamente técnicos, comerciais e políticos. Implicância ou realidade: entenda por que o agronegócio europeu se sente ameaçado pelo acordo com o Mercosul Ao alegar que o Brasil usa agentes antimicrobianos para engorda animal e apresenta falhas na rastreabilidade sanitária, a UE restringe exportações brasileiras sem romper formalmente nem deixar de respeitar as regras do Acordo Mercosul-União Europeia. Assim, a Comissão Europeia neutraliza o poder de mercado da carne brasileira, cuja competitividade se baseia em custos menores de produção. Também protege produtores rurais europeus e utiliza a lógica da supranacionalidade para facilitar reeleições de políticos ligados ao mundo rural europeu. Além disso, ao não aplicar sanções equivalentes aos demais países do Mercosul, a decisão fragmenta os interesses regionais e dificulta a construção de uma resposta conjunta sul-americana. O Brasil acaba isolado em uma disputa que afeta diretamente um dos setores mais estratégicos de sua pauta exportadora. Esse quadro se insere em um contexto internacional marcado pela aproximação geopolítica entre China e Estados Unidos e pela ampliação das compras chinesas de carne norte-americana. Nessa conjuntura, as perdas econômicas brasileiras podem ultrapassar US$ 2 bilhões. O episódio também demonstra como a supranacionalidade europeia fortalece a capacidade da UE de utilizar regulações sanitárias, ambientais e fitossanitárias como instrumentos de política econômica externa. As decisões comunitárias produzem efeitos rápidos e relativamente uniformes sobre todo o mercado europeu, ampliando o poder de negociação do bloco e reduzindo custos políticos internos. As estratégias de superação A primeira frente de reação brasileira envolve a atuação diplomática e jurídica dentro da própria estrutura institucional europeia. O Brasil pode contestar tecnicamente as medidas junto ao Tribunal de Justiça da União Europeia. Para isso, busca demonstrar a higidez do sistema nacional de rastreabilidade animal e comprovar que o uso responsável de agentes antimicrobianos não contamina a carne exportada. Caso consiga anular a decisão contrária ao interesse exportador agropecuário nacional, a diplomacia brasileira poderá reduzir os impactos econômicos e políticos da medida. Entretanto, a solução estrutural mais importante passa por reformas no próprio Mercosul. A adoção de mecanismos supranacionais de harmonização regulatória poderia reduzir a vulnerabilidade dos países do bloco diante de barreiras técnicas aplicadas individualmente pela União Europeia. Regras sanitárias comuns e estruturas decisórias mais integradas ampliariam a capacidade de coordenação regional e dificultariam o uso seletivo de salvaguardas contra apenas um país-membro. Nesse cenário, medidas europeias contra um único integrante do Mercosul tenderiam a produzir impactos mais amplos sobre toda a cadeia regional de exportação agrícola, correndo-se, assim, riscos de aumento de preços e inflação na Europa. Isso reduziria incentivos políticos para o uso estratégico de barreiras fitossanitárias como mecanismo indireto de proteção comercial e eleitoral. No limite, o risco é que o acordo produza uma assimetria permanente: a União Europeia preserva seus ganhos no setor industrial, enquanto o Mercosul vê parte de suas vantagens agrícolas ser bloqueada por salvaguardas sanitárias, ambientais e fitossanitárias. A carne brasileira não seria um caso isolado, mas o primeiro exemplo paradigmático de uma nova realidade em que a abertura comercial prometida pelo acordo convive com mecanismos regulatórios capazes de neutralizar alguns dos principais benefícios econômicos esperados pelos países sul-americanos. Mais importante: uma reforma supranacional do Mercosul poderia ampliar os benefícios efetivos do próprio Acordo Mercosul-União Europeia. Sem mecanismos regionais mais integrados, há o risco de que a liberalização favoreça de forma assimétrica os ganhos industriais europeus, enquanto as vantagens agrícolas do Mercosul sejam progressivamente limitadas por barreiras técnicas e sanitárias. O embate sobre a carne brasileira na UE: protecionismo ou questão de saúde pública? A perspectiva é de que a diplomacia brasileira venha a solucionar esse problema utilizando argumentos técnicos e os próprios avanços macroestratégicos do acordo para reduzir resistências europeias. Isso exigirá esforço diplomático contínuo na região e na Europa se a lição de casa (a reforma do processo decisório do Mercosul) não for feita no sentido da adoção de mecanismos supranacionais mais robustos. Marcelo Fernandes de Oliveira não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico. Baixe o GloboPop para assistir vídeos curtos verticais da Globo Exportação de gado vivo por navio dobra em 3 anos

Suprema Corte dos EUA rejeita recurso da Meta e mantém processo sobre vício no Instagram

Publicado em: 26/05/2026 11:11

Como o julgamento histórico da Meta e do Google pode impactar o Brasil? A Suprema Corte dos Estados Unidos se recusou, nesta terça-feira (26), a analisar um pedido da Meta Platforms para barrar um processo que acusa a empresa de projetar o Instagram para ser viciante para jovens. O processo é movido pelo procurador-geral de Vermont, e acontece em um momento em que grandes empresas de tecnologia enfrentam grandes riscos legais relacionados à segurança de crianças e adolescentes. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Os juízes rejeitaram o recurso da Meta contra a decisão de um tribunal inferior que permitiu o avanço do processo e também descartaram o argumento da empresa de que os tribunais de Vermont não têm jurisdição sobre a disputa. O caso faz parte de uma onda de ações movidas por indivíduos, municípios, estados e distritos escolares em todo os EUA, em meio a uma reação global contra os efeitos das redes sociais sobre os jovens, com processos focados na forma como as empresas projetam e operam suas plataformas. Vermont argumentou que o Instagram foi projetado para “explorar o cérebro em desenvolvimento dos adolescentes” a fim de estimular o vício e vender mais publicidade, incluindo anúncios direcionados a usuários do estado, e que a Meta também enganou intencionalmente os consumidores sobre a segurança do produto. Logo da Meta, empresa dona do Instagram e Facebook. Tony Avelar/AP A Meta afirmou que o Instagram não foi desenvolvido em Vermont e disse que não há evidências de que informações enganosas sobre sua segurança ou potencial viciante tenham sido divulgadas no estado. Em depoimento em fevereiro, durante um julgamento na Califórnia sobre vício em redes sociais entre jovens, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, negou que o Instagram tenha crianças como alvos. A procuradora-geral de Vermont, Charity Clark, processou a Meta em 2023 em um tribunal estadual com base na lei de proteção ao consumidor, alegando que o aplicativo de fotos chegou a estudar vulnerabilidades neurológicas, cognitivas e psicológicas de adolescentes para incentivá-los a usar o aplicativo de forma compulsiva e excessiva, prejudicando sua saúde mental. O processo faz parte de um esforço coordenado envolvendo 42 procuradores-gerais estaduais, que entraram com ações em tribunais estaduais e federais em todo o país. A Meta pediu o arquivamento do processo em Vermont. A empresa argumentou que permitir o avanço do caso no estado seria injusto e violaria seu direito ao devido processo legal, garantido pela 14ª Emenda da Constituição dos EUA, já que poderia abrir caminho para ações semelhantes nos 50 estados. Em 2025, a Suprema Corte de Vermont rejeitou esse argumento, afirmando que, como o estado processou a Meta por supostamente adotar um design prejudicial e enganar os usuários — coletando dados pessoais e gerando receita com isso —, não há violação do devido processo legal. “Uma empresa que busca e explora intencionalmente o mercado de um determinado estado para obter ganhos econômicos pode esperar ser levada à Justiça nessa jurisdição para responder por sua conduta”, afirmou a Suprema Corte de Vermont. O recurso da Meta à Suprema Corte dos EUA ocorre após decisões desfavoráveis recentes para a empresa em tribunais estaduais. Em abril, o tribunal superior de Massachusetts decidiu que a Meta deve enfrentar um processo semelhante sobre vício em jovens, movido pelo procurador-geral do estado. Em março, um júri determinou que a Meta pagasse US$ 375 milhões (R$ 1,9 bilhão) em multas civis em um processo movido pelo procurador-geral do Novo México, que acusou a empresa de enganar usuários sobre a segurança do Facebook e do Instagram e de permitir exploração sexual infantil nessas plataformas. Também em março, um júri em Los Angeles considerou a Meta e o Google, da Alphabet, negligentes por projetarem plataformas prejudiciais aos jovens e concedeu um total de US$ 6 milhões (R$ 30 milhões) a uma jovem de 20 anos que afirmou ter se tornado viciada em redes sociais ainda criança. Em maio, a Meta encerrou um processo movido por um distrito escolar no Kentucky, um entre milhares que buscam obrigar empresas de mídia social a cobrir custos que escolas afirmam ter tido para enfrentar uma crise de saúde mental supostamente ligada às plataformas.

Palavras-chave: tecnologia

Entenda norma da Prefeitura de BH que proíbe recolher à força pertences de pessoas em situação de rua

Publicado em: 26/05/2026 04:01

Pessoas em situação de rua em Belo Horizonte TV Globo A Prefeitura de Belo Horizonte publicou uma portaria com diretrizes e protocolos para a atuação de agentes públicos na abordagem à população em situação de rua. O texto proíbe o recolhimento forçado de bens e pertences pessoais, o que inclui qualquer item que a pessoa abordada considerar ter valor, utilidade ou significado pessoal. Além disso, veda a remoção compulsória dos sem-teto (leia mais abaixo). ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp A portaria, assinada em conjunto por representantes de diversas secretarias municipais, está em conformidade com uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2023, a Corte impôs uma série de obrigações às diferentes esferas do poder público em relação às pessoas em situação de rua, no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 976. 🔎 ADPF é uma ação judicial exclusiva do Supremo Tribunal Federal (STF) que serve para evitar ou reparar violações a princípios básicos da Constituição. Agora no g1 Veja o que diz a portaria: é proibido o recolhimento forçado de bens e pertences da população em situação de rua, incluindo meios de sobrevivência, subsistência e de trabalho (como materiais recicláveis); é obrigatório garantir a segurança pessoal e a integridade dos pertences dessas pessoas; é proibida a remoção ou o transporte compulsório de pessoas sem-teto; é vedado o uso de técnicas de arquitetura hostil contra a população em situação de rua e, sempre que possível, deve ser providenciada a remoção de barreiras ou equipamentos que dificultem o acesso a políticas e serviços públicos; os serviços oferecidos aos animais devem contar com o suporte das vigilâncias sanitárias; os agentes públicos devem ser continuamente capacitados para o desempenho de suas funções; o município deve garantir às pessoas em situação de rua o direito de ir e vir, transitar, permanecer em espaços públicos e acessar equipamentos e serviços. Fiscalização em último caso O texto diz que as ações de zeladoria urbana, destinadas à organização do espaço público, devem ter informações de dia, horário e local divulgadas previamente, para que as pessoas em situação de rua possam arrumar os próprios pertences. A abordagem inicial deve ser sempre orientativa, voltada para o esclarecimento da situação, a oferta de acolhimento e de serviços e a busca por soluções consensuais. As ações fiscais devem ocorrer somente em último caso, depois de esgotadas todas as tentativas de diálogo, e quando a ocupação do espaço público comprometer o fluxo de pessoas e a mobilidade urbana ou resultar no acúmulo desordenado de materiais e objetos. Em casos de obstrução total ou parcial da via pública, os pertences das pessoas em situação de rua podem ser objeto de fiscalização. Um documento deve conter informações claras sobre a destinação dos itens e os procedimentos necessários para a recuperação. Assunto em pauta no legislativo A portaria da prefeitura foi publicada no Diário Oficial do Município na última sexta-feira (22), uma semana após a Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovar, em 2º turno, um projeto de lei que facilita o retorno de pessoas em situação de rua às suas cidades de origem. A proposta prevê a concessão de passagens rodoviárias ou ferroviárias, intermunicipais ou interestaduais, com origem em Belo Horizonte, para pessoas em situação de vulnerabilidade social interessadas em voltar ao município de origem. No dia 7 de maio, a Câmara Municipal também aprovou de forma definitiva um projeto que obriga a prefeitura a desobstruir vias públicas e passeios "sempre que a circulação de pedestres e/ou veículos for prejudicada". Vereadores que se posicionaram contra a proposta dizem que, na prática, ela permite a retirada de pertences de pessoas em situação de rua. Vídeos mais vistos no g1 Minas:

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'O que nos define é a forma como escolhemos levantar', diz brasileira que escorregou e caiu na final ao ser anunciada Top 5 do Miss Eco

Publicado em: 26/05/2026 03:00

Miss Joana Camargo escorregou e caiu na final do Miss Eco Internacional A brasileira Joana Camargo terminou o Miss Eco International 2026 entre as cinco melhores candidatas do mundo após uma trajetória marcada por superação pessoal e atuação social. Representando o Brasil no concurso realizado no Egito, ela chamou atenção nas provas preliminares e teve participação de destaque ao longo da competição. Na final ao vivo do concurso na sexta-feira (22), no palco internacional, um imprevisto aconteceu durante a participação da brasileira: Joana escorregou no vestido e sofreu uma queda. Ela vestia um modelo azul brilhante, com decote e fenda que deixava a perna à mostra. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp O episódio ocorreu no momento em que foi anunciada como "4th Runner-Up", o equivalente à 5ª colocação, em uma disputa com mais de 60 candidatas, sendo 49 na final. “O tombo não definiu minha performance”, resume. “A vida é assim: às vezes a gente cai diante de todo mundo. Mas o que nos define nunca é a queda. É a forma como escolhemos levantar.” Em seguida ao tombo, Joana respirou, levantou e seguiu para o seu lugar com sorriso no rosto. "Entendi há muito tempo que perfeição não conecta pessoas, humanidade, sim. E acho que tantas pessoas se emocionaram com aquilo justamente porque se reconheceram naquele instante", comenta. Joana Camargo escorregou e caiu na final do Miss Eco Internacional Reprodução/ Redes sociais/ YouTube/ Beauty Live; Divulgação/ Arquivo pessoal Do interior do RS ao mundo Joana Camargo carrega na fala e na trajetória as marcas de uma origem da qual faz questão de destacar. Natural de Soledade, cidade com 30 mil habitantes no Norte do Rio Grande do Sul, cresceu longe dos privilégios normalmente associados ao universo dos concursos de beleza. "Minha essência vem de lá: da simplicidade, da força e da proximidade com as pessoas", afirma. Segundo ela, a cidade continua sendo sua base emocional e familiar, mesmo com uma rotina hoje dividida entre compromissos profissionais e agendas pelo país. Antes, Joana participou e acumulou mais de 16 conquistas nacionais, além de uma experiência internacional representando o Brasil na Colômbia. Mas o caminho esteve nunca foi linear. "Houve muitos “nãos”, críticas e momentos em que parecia impossível continuar. Sabia que não era a candidata que se encaixava no padrão mais esperado pelo público tradicional dos concursos". Críticas, ruptura e identidade Miss Joana Camargo, que ficou em quinto lugar no Miss Eco Internacional 2026 Divulgação/ Arquivo pessoal Ao longo dos anos, Joana abandonou a tentativa de se encaixar e passou a apostar na própria autenticidade. “No início, eu acreditava que precisava me encaixar em padrões para ser aceita. Existia uma pressão muito grande o tempo todo”, conta. Com o tempo, a percepção mudou: seu diferencial estava justamente em não tentar ser igual às outras candidatas. A crítica pública também teve espaço nessa transformação. Após vencer o Miss Brasil, ouviu comentários sobre não ser "magra ou alta o suficiente". "Ouvir isso machuca, mas também me fortaleceu. Eu decidi transformar toda crítica em propósito e dar a resposta na minha entrega no Internacional", diz. Concurso além da estética Realizado em Alexandria, no Egito, o Miss Eco International reúne candidatas de diversos países com um propósito que vai além da beleza. A competição está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e destaca ações ligadas à consciência ambiental e ao impacto social. Para Joana, esse foi um dos principais motivos de identificação com o concurso. "Estar entre as cinco melhores mulheres do mundo representa todas as meninas que já se sentiram insuficientes por não caberem em expectativas impostas", comenta. Joana levou ao palco uma trajetória marcada também pelo trabalho social. Há mais de 10 anos, ela desenvolve o projeto "Um Elo de Amor", voltado a ações de apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade. Entre as iniciativas recentes, está a distribuição gratuita de mais de mil livros produzidos com material reciclado para alunos da rede pública. Durante as enchentes no Rio Grande do Sul, o projeto também atuou diretamente no apoio a famílias atingidas. "Transformação social acontece quando conseguimos unir consciência, acesso e oportunidade", resume. Entre o Direito e os palcos Paralelamente à carreira como modelo e miss, Joana construiu um caminho na área jurídica. É advogada e tem mestrado em Direito e Tecnologia, área que, segundo ela, conecta inovação, comportamento humano e impacto social. Para Joana, a comunicação foi determinante para mudar sua própria história: "Durante muito tempo tentaram me convencer de que eu não era suficiente para vencer, e foi justamente encontrar minha voz que me permitiu continuar". Joana Camargo escorregou e caiu na final do Miss Eco Internacional Reprodução/ Redes sociais/ YouTube/ Beauty Live VÍDEOS: Tudo sobre o RS

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Estudo associa uso excessivo de celular a transtornos como insônia e ansiedade em pessoas com mais de 60 anos

Publicado em: 25/05/2026 21:35

A UFMG analisou o uso do celular por pessoas com mais de 60 anos No Brasil, a Universidade Federal de Minas Gerais analisou o uso de celular por pessoas com mais de 60 anos. O estudo concluiu que tempo demais no aparelho pode causar transtornos como insônia e ansiedade. Com o passar do tempo, as formas de passar o tempo mudaram. “Para ver vídeo, estudar macramê, para estudar crochê, para estudar tricô... Então, uso muito celular. Tanto é que eu tenho um celular, um tablet e um notebook”, conta a professora aposentada Iara Pereira. Um grupo representa bem a transformação. Brasileiros que viveram a maior parte da vida no analógico, mas que hoje estão inseridos no digital, com seus prós e contras. “Tem que ter cuidado, não abrir nem entrar no ‘saiba mais’ de qualquer coisa. Tem que procurar se prevenir e a nossa professora deixa a gente vacinado”, diz o aposentado Sergio Pimentel. “Você começa às sete horas e daqui a pouquinho é dez horas e você não fez nada. Tudo é feito pelo celular. Eu uso demais”, conta a aposentada Marlene Mattos Fernandes. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Pesquisadores do mundo todo vêm estudando o uso excessivo de telas em idosos. A Universidade Federal de Minas publicou recentemente um artigo analisando os 20 trabalhos mais relevantes e identificou que entre os mais velhos a nomofobia - medo de ficar desconectado - também está muito presente. “É um desconforto generalizado, um medo de ficar desconectado do celular, seja por falta de bateria, por falta de internet", diz Renata Maria Silva Santos, pesquisadora do Instituto Nacional de Ciências e Tecnologia/ UFMG. Estudo associa uso excessivo de celular a transtornos como insônia e ansiedade em pessoas com mais de 60 anos Jornal Nacional/ Reprodução As pesquisas foram feitas durante 11 anos com 50 mil idosos - 11 mil deles do Brasil. "O desenvolvimento de dependência, maior dificuldade para lidar com fake news, exposição grande aos riscos de golpe. A gente não tem ali a definição de um tempo saudável, como a gente tem ali até os adolescentes”, afirma Renata Maria Silva Santos. Outra conclusão é que telas em modo excessivo também afetam a qualidade do sono nessa faixa etária. E como fica até tarde jogando no celular, a Ivone, 80 anos, não tem energia para fazer o que fazia. “É informação muito, tudo muito”, diz. “Ela acorda cedo, mas fica horas no celular e perde o horário da hidroginástica. Mas ela está ativa no grupo da ginástica, mas não fisicamente”, conta Alexandra da Silva, filha da Ivone. Por outro lado, ela diz que se diverte vendo vídeos, notícias, receitas novas. A quantidade de tempo gasta com a tela importa, mas quem estuda o assunto diz que nesses casos é fundamental observar também como é que esse tempo está sendo gasto. Ou seja, qual a qualidade do conteúdo e o que ele provoca em quem está assistindo: é ansiedade, angústia, isolamento? Ou são estímulos positivos, como aprendizado, mais contato com a família, com os amigos? É preciso observar cada caso. “Em termos de desenvolver estratégias. A família precisa voltar mais o olhar para vulnerabilidade dessas pessoas, porque elas precisam de atenção. A gente precisa melhorar esse cuidado, esse aporte mesmo de letramento do mundo digital para essa idade”, afirma a terapeuta ocupacional Renata Maria Silva Santos. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Quatro em cada cinco idosos com demência no Brasil não têm diagnóstico, aponta estudo Pessoas com demência estão vivendo cada vez mais

Palavras-chave: tecnologia

Seu Imposto de Renda pode mudar o futuro de jovens talentos brasileiros

Publicado em: 25/05/2026 15:34

Todos os anos, milhões de brasileiros entregam sua declaração de Imposto de Renda sem saber que podem transformar parte desse recurso em oportunidades reais para crianças e adolescentes. Com a campanha “Revele Talentos com seu IR”, o Instituto Alpha Lumen convida contribuintes a destinarem até 3% do imposto devido para projetos que mudam vidas por meio da educação, da ciência, da tecnologia, das artes e da inovação. Alpha Lumen Alpha Lumen A proposta é simples: o valor já será pago à Receita Federal, mas o contribuinte pode escolher que parte desse recurso permaneça em São José dos Campos, gerando impacto direto na vida de jovens talentosos, muitos deles em situação de vulnerabilidade social. Sem gastar nada a mais, é possível ajudar a financiar bolsas de estudo, laboratórios, oficinas STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), olimpíadas científicas, formação musical, mentorias e experiências que ampliam horizontes e revelam potenciais extraordinários. Em salas de aula, laboratórios e oficinas dos projetos do Instituto Alpha Lumen, jovens descobrem talentos que muitas vezes passariam despercebidos. São estudantes que encontram na educação uma oportunidade concreta de transformar suas histórias, suas famílias e suas comunidades. A cada projeto apoiado, novos cientistas, pesquisadores, músicos, programadores e líderes ganham a chance de acreditar no próprio futuro. Alpha Lumen Alpha Lumen “Quando alguém destina parte do seu Imposto de Renda para nossos projetos, não está apenas preenchendo uma declaração. Está investindo em sonhos, em oportunidades e no desenvolvimento de talentos que podem impactar o mundo”, reforça a equipe do Instituto. Com sede em São José dos Campos (SP), o Instituto Alpha Lumen atua há mais de uma década desenvolvendo programas educacionais inovadores e já impactou mais de 200 mil crianças e adolescentes em todo o país e até de outros países, como Moçambique e Gana. A organização é reconhecida de utilidade pública por iniciativas voltadas à educação de excelência, incentivo à pesquisa, desenvolvimento tecnológico e formação integral de jovens talentos. A destinação do IR pode ser feita diretamente no programa da Receita Federal por pessoas físicas que utilizam o modelo completo da declaração. O processo leva apenas alguns minutos, é totalmente seguro e pode representar uma mudança definitiva na trajetória de muitos estudantes. Alpha Lumen Alpha Lumen Mais informações e o passo a passo completo estão disponíveis em: Campanha Revele Talentos com seu IR Sobre o Instituto Alpha Lumen O Instituto Alpha Lumen é uma organização sem fins lucrativos dedicada à identificação e ao desenvolvimento de talentos nas diversas áreas do conhecimento. Por meio de projetos educacionais inovadores, a instituição promove oportunidades para jovens de diferentes contextos sociais, incentivando protagonismo, excelência e transformação social através da educação.

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Campanha do Agasalho 2026: veja onde doar roupas e cobertores no Alto Tietê

Publicado em: 25/05/2026 06:49

Seis cidades da região já iniciaram a campanha do agasalho 2026 Bárbara Munhoz/g1 As cidades do Alto Tietê já começaram a arrecadar roupas, cobertores e outros itens de inverno para a Campanha do Agasalho 2026. As doações serão destinadas a pessoas em situação de vulnerabilidade social na região. Arujá, Biritiba-Mirim, Guararema, Mogi das Cruzes, Santa Isabel e Suzano já recebem doações. Segundo a Prefeitura de Poá, a campanha deve começar ainda neste mês. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp As prefeituras de Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba e Salesópolis não responderam até a última atualização desta reportagem. Confira abaixo como doar em cada cidade: Arujá A campanha começou em 22 de maio e segue até 31 de agosto. A expectativa é arrecadar mais de 40 mil peças entre roupas, agasalhos e cobertores. Podem ser doados roupas de frio, luvas, cachecóis, toucas e cobertores novos ou em bom estado de conservação. Os pontos de arrecadação estão espalhados por escolas, prédios públicos, supermercados e outros estabelecimentos da cidade. Segundo a prefeitura, as doações serão distribuídas em diferentes bairros, conforme cronograma do Fundo Social. Biritiba Mirim A campanha começou em 14 de maio e vai até 14 de agosto. Em 2025, cerca de 18 mil peças foram arrecadadas. Podem ser doados agasalhos, roupas de lã, meias, cobertores, toucas e roupas de bebê. Mais de 20 caixas de coleta foram instaladas em escolas, comércios e prédios públicos. As entregas serão feitas pelo Fundo Social e pelo projeto Cabide Solidário, que neste ano terá formato itinerante. A ação vai permitir tanto a retirada quanto a doação de peças. Confira as datas do Cabide Solidário: 27 de maio — Praça São Benedito, no Centro; 17 de junho — ao lado do posto de saúde do km 18; 24 de junho — ao lado da unidade de saúde do bairro Cruz das Almas; 8 de julho — ESF Jardim Yoneda; 22 de julho — Jardim dos Eucaliptos, ao lado da ESF; 12 de agosto — ao lado da ESF Jardim Castellano. Guararema A campanha de arrecadação de meias e sapatos fechados começou em maio. As meias devem ser novas. Já os calçados podem ser usados, desde que estejam em bom estado. As doações podem ser entregues na sede do Fundo Social, na Rua Dona Laurinda, 193, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Mais informações pelos telefones (11) 4693-1286 e WhatsApp (11) 95657-1014. Mogi das Cruzes A campanha começou em 20 de maio e segue até 9 de agosto. No ano passado, mais de 319 mil peças foram arrecadadas e destinadas a cerca de 200 entidades. Cerca de 200 pontos de arrecadação estão distribuídos em escolas, ginásios, prédios públicos, supermercados, lojas e empresas parceiras. Clique aqui para conferir os endereços Podem ser doadas meias, toucas, roupas infantis, mantas e roupas para pets. Os itens serão encaminhados para mais de 180 entidades e lideranças comunitárias cadastradas no Fundo Social. As doações também podem ser entregues diretamente na sede do Fundo Social, na Avenida Vereador Narciso Yague Guimarães, 277, no Centro Cívico, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Santa Isabel O Fundo Social arrecada roupas, cobertores, calçados e peças de inverno em bom estado. As doações podem ser feitas na sede do Fundo Social, na Rua Vereador Roberto de Almeida Machado, 93, na Vila Nova, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Também há caixas de coleta nas unidades básicas de saúde (UBSs), Câmara Municipal, Associação Comercial e Etec. Suzano A campanha começou em 27 de abril e segue até 7 de agosto. Em 2025, mais de 300 mil itens foram arrecadados. Para este ano, a expectativa é receber 320 mil peças. Podem ser doados agasalhos, cobertores, camisas, calças, toucas e meias. As arrecadações acontecem em pontos de coleta espalhados pela cidade e também em ações porta a porta feitas pelo Fundo Social em parceria com o Tiro de Guerra. Clique aqui para conferir os endereços Segundo a prefeitura, as peças serão distribuídas em bazares solidários organizados para atender famílias em situação de vulnerabilidade social. Leia mais Ciee oferece 230 oportunidades de estágio e jovem aprendiz no Alto Tietê; confira as vagas g1: Cidades do Alto Tietê arrecadam doações para a Campanha do Agasalho Veja tudo sobre o Alto Tietê

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