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Cerimonialista, maquiadora e mais: IFRR oferta mais de 400 vagas em cursos gratuitos para mulheres

Publicado em: 30/09/2025 05:05

IFRR abre edital com vagas para cursos de maquiadora e mais em Roraima Arquivo O Instituto Federal de Roraima (IFRR) abriu edital com 409 vagas em cursos gratuitos para mulheres. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas online até esta terça-feira (30) no site da instituição. Para participar, é necessário ter uma conta de e-mail válida. Podem se inscrever mulheres com 16 anos ou mais, que tenham concluído o ensino fundamental I (do 1º ao 5º ano), e que estejam em situação de vulnerabilidade social e econômica, comprovada pelo Cadastro Único (CadÚnico). Confira o edital As aulas serão das 18h às 22h, entre os dias 10 de outubro e 7 de dezembro. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Cursos no Campus Boa Vista Zona Oeste (159 vagas): Assistente Administrativo: 50 vagas Manicure e Pedicure: 40 vagas Maquiadora: 30 vagas Recepcionista: 39 vagas Cursos no Campus Boa Vista (250 vagas): Cerimonialista: 25 vagas Monitor de Atividades de Lazer: 30 vagas Operador de Computador: 50 vagas Salgadeiro: 80 vagas Masseiro: 40 vagas Agente de Projetos Sociais: 25 vagas Documentos para inscrição: Documento de identificação com foto; CPF; Comprovante de residência; Comprovante ou autodeclaração de escolaridade; Comprovante de CadÚnico; Perfil situacional exigido pelo edital; Os cursos são ofertados pelo Programa Mulheres Mil. A iniciativa busca promover inclusão social, autonomia e capacitação profissional de mulheres em situação de vulnerabilidade social e econômica. Segundo o IFRR, os cursos fortalecem a autonomia pessoal e financeira das participantes. Veja mais oportunidades em Roraima: Veja o que é novidade no quadro de oportunidades do Bom Dia Roraima Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

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Câncer de colo do útero: vacina muda vida de jovens e reduz quase 60% dos casos mesmo com vacinação abaixo do ideal

Publicado em: 30/09/2025 04:01

Prorrogada a vacinação contra HPV: adolescente de 15 a 19 anos podem tomar vacina do SUS Famoso por ser o mês em que a medicina celebra e reforça a importância da prevenção do câncer de mama no mundo inteiro, de alguns anos para cá, o Outubro Rosa passou a ser a marca também para a prevenção de outro tipo de câncer que atinge milhões de mulheres no mundo inteiro: o câncer de colo do útero. Por isso, começamos a semana, às vésperas do início de outubro, publicando um artigo auspicioso de cientistas brasileiros com um estudo que mostra a consolidação do sucesso da vacina contra o HPV na prevenção do câncer de colo de útero no país. Uma eficiência que se comprova em números cada vez mais consistentes, um ano antes de a vacina completar 20 anos de existência. Mas que ainda têm muito a melhorar, especialmente entre as camadas de baixa renda e por conta dos efeitos deletérios dos recentes movimentos antivacina que acometem o Brasil e o mundo. O câncer de colo do útero é uma doença evitável, mas ainda é o quarto câncer mais comum entre as mulheres, afetando principalmente a população de países de baixa e média renda. Por ser causado quase exclusivamente pelo vírus HPV (papilomavírus humano), a vacina contra o vírus é, também, contra este câncer. Vacina contra HPV reduziu câncer de colo do útero em quase 60% em mulheres jovens no país Adobe Stock A primeira vacina contra o HPV, aprovada em 2006, demonstrou grande sucesso na prevenção do câncer do colo do útero em países de alta renda, reduzindo em até 90% a incidência desse câncer. Apesar desse sucesso, o acesso à vacina ainda é bastante restrito em países pobres. Em 2023, enquanto 95% dos países ricos já contavam com programas nacionais de vacinação, essa proporção era apenas 45% dos países pobres. Entre eles, o Brasil, que oferece a vacina gratuitamente desde março de 2014. O programa brasileiro teve sucesso notável na ocasião do seu lançamento, com alta adesão e cobertura próxima de 100% para as meninas. No entanto, campanhas intensas de desinformação minaram a confiança pública, refletindo na queda da cobertura vacinal. Em 2022, apenas 75% das meninas e metade dos meninos foram vacinados contra HPV. A vacinação contra o HPV no Brasil tem como público prioritário meninas e meninos de 9 a 14 anos, que desde 2024 recebem apenas uma dose, considerada suficiente para garantir proteção. Em caráter excepcional, o Ministério da Saúde ampliou até dezembro de 2025 o acesso para adolescentes de 15 a 19 anos que não se vacinaram na idade indicada. Além disso, a vacina está disponível pelo SUS para homens e mulheres imunossuprimidos — como pessoas vivendo com HIV, transplantados e pacientes oncológicos — dos 9 aos 45 anos, bem como para vítimas de violência sexual entre 15 e 45 anos e usuários de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) contra o HIV que não completaram o esquema vacinal. A proteção é mais eficaz quando aplicada precocemente, entre 9 e 14 anos, e a imunização é a medida mais segura e efetiva para prevenir a infecção pelo HPV. O impacto da vacina em países de baixa renda Até agora, quase todas as evidências vinham de países ricos, em contextos muito diferentes em termos de acesso à saúde, prevalência de infecção pelo HPV e vulnerabilidades sociais. Recentemente, porém, novo estudo feito por um grupo de pesquisadores de que faço parte apresentou as primeiras evidências do impacto da inclusão da vacina contra HPV no Brasil. O estudo avaliou o impacto da vacinação após uma década de implementação no programa nacional de imunização, publicado na revista The Lancet Global Health. Para medir o efeito da vacinação contra HPV, analisamos os dados nacionais do Sistema Único de Saúde de mulheres com 20 a 24 anos, entre os anos de 2019 e 2023. Comparamos as taxas de câncer do grupo de mulheres que não era elegível para a vacina em 2014 (nascidas entre 1994 e 1998) com o grupo mais jovem, que foi totalmente elegível (nascidas entre 2001 e 2003). Nós avaliamos 1.318 casos de câncer de colo do útero e 2.132 casos de lesões que antecedem esse câncer (Neoplasia Intraepitelial Cervical grau 3: NIC3). Em comparação com o grupo não vacinado, o grupo elegível para vacinação apresentou uma redução de 58% nos casos de câncer de colo do útero e de 67% nos casos de NIC3. Para ter certeza de que a responsável pela redução dos casos de câncer de colo do útero era a vacina e de que outros fatores não teriam promovido essa queda, nosso grupo de pesquisadores usou dois controles importantes. Analisamos um grupo de mulheres que por pouco não foi elegível para a vacina (nascidas em 1999) e também comparamos taxas de câncer de mama nos grupos vacinados e não vacinados, já que a vacina contra HPV não afeta o risco de câncer de mama. Como esperado, as mulheres nascidas em 1999 não apresentaram redução quando comparadas ao grupo nascido entre 1994 e 1998. O grupo vacinado não mostrou redução no número de casos de câncer de mama. Essas análises garantem maior confiança na validade dos resultados que encontramos. Desafios no caminho para a eliminação Apesar dos resultados positivos do programa de vacinação contra o HPV, o país enfrenta desafios significativos para combater o movimento antivacina que ganhou força durante o período da pandemia. O Brasil também tem dificuldades para detectar precocemente o câncer do colo do útero. Os exames para prevenir esse câncer costumam ser feitos apenas quando a mulher procura ativamente o posto de saúde, faltando programas organizados de rastreamento. Isso leva a uma subnotificação de lesões pré-cancerosas, especialmente entre mulheres jovens e de grupos socioeconômicos desfavorecidos. (A pesquisa nacional em Saúde de 2019 revelou que, embora 81% das mulheres brasileiras relatassem ter feito o rastreamento, as taxas variavam de 94% nos grupos de alta renda para apenas 73% nos de baixa renda. É necessário aprimorar o sistema de saúde, facilitando o acesso ao rastreamento para populações vulneráveis e campanhas de conscientização da população e dos profissionais de saúde. Os resultados encontrados confirmam que a vacina contra o HPV é uma ferramenta eficaz no combate ao câncer de colo do útero, evidenciando o impacto positivo do programa brasileiro na redução da doença em mulheres jovens. Essa base científica fortalece as políticas de saúde pública ao demonstrar seus benefícios para a saúde individual e coletiva. A vacinação é um direito da criança e uma medida essencial de proteção à saúde. Vacinar os filhos é mais do que um dever legal e envolve a responsabilidade por outra vida. Porém, essa obrigação precisa vir acompanhada de iniciativas de educação em saúde e de combate à desinformação. É fundamental investir em informação e conscientização para que as famílias compreendam os benefícios da imunização. A eliminação do câncer de colo do útero depende da união entre ciência, informação de qualidade, políticas públicas firmes para combater a desinformação e compromisso coletivo com a saúde, garantindo acesso universal tanto à vacinação quanto ao rastreamento. Nossa pesquisa faz parte do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Saúde Digital (INCT DigiSaúde, apoiado pelo CNPq Thiago Cerqueira-Silva recebe financiamento da Royal Society Manoel Barral-Netto recebe financiamento da FAPESB, CNPq e da Rockefeller Foundation. Viviane Boaventura é bolsista do CNPq

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Com apoio da Globo, FGV premia iniciativas que promovem responsabilidade social e desenvolvimento sustentável

Publicado em: 29/09/2025 21:04

Fundação Getúlio Vargas, com o apoio da Globo, premia iniciativas que promovem a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável A Fundação Getúlio Vargas, com o apoio da Globo, premiou nesta segunda-feira (29) iniciativas que promovem a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável. Um debate para todos e pelo bem de todos. Responsabilidade social é o compromisso de promover ações que beneficiem a sociedade e o meio ambiente. Essas práticas em prol do desenvolvimento sustentável são o ponto central do quarto Seminário de Responsabilidade Social, promovido pela FGV Conhecimento, em parceria com a Globo, a Aegea e o Instituto Iter. O diretor-presidente da Globo, Paulo Marinho, participou da abertura, nesta segunda-feira (29) de manhã. “Iniciativas como essa são importantes para que a gente possa realmente impulsionar a agenda de responsabilidade social, uma vez que temos tantas mazelas, tantas desigualdades aqui no país. Fico feliz de ver esse ano a questão climática em pauta, a gente tendo a COP pela frente. Muitas discussões em torno da COP. Mas o Brasil, certamente, tem um potencial enorme em relação ao tema. Quando a gente olha inclusive economicamente, todas as oportunidades em torno do desenvolvimento sustentável, da economia verde”, diz Paulo Marinho, diretor-presidente da Globo. Paulo Marinho, diretor-presidente da Globo Jornal Nacional/ Reprodução Os painéis falaram sobre o papel do terceiro setor no enfrentamento da emergência climática e sobre o novo Plano Nacional de Educação, que estabelece metas para melhorar a qualidade do ensino até 2034. Além dos debates, o seminário reconhece e premia iniciativas que promovem inclusão e mais qualidade de vida para pessoas em situação de vulnerabilidade. O prêmio teve 970 inscritos de todo o país. Projetos nas áreas de saúde, educação, cultura e meio ambiente. É mais do que o triplo das inscrições recebidas em 2024, revelou o coordenador do Fórum de Responsabilidade Social, ministro André Mendonça, do STF - Supremo Tribunal Federal. “Significa que tem muita gente trabalhando e levando solidariedade, levando esperança a tantos que precisam. E a nossa esperança é que novos adiram a essas práticas, e as práticas já existentes se consolidem e consigam ainda alcançar mais pessoas”, afirma o ministro do STF André Mendonça. Com apoio da Globo, FGV premia iniciativas que promovem responsabilidade social e desenvolvimento sustentável Jornal Nacional/ Reprodução Três projetos foram premiados nesta segunda-feira (29). A ONG Habitat Brasil já fez melhorias em mais de 20 mil habitações precárias em todas as regiões do país. O projeto Ponte para o Futuro, do Instituto Ponte, oferece desenvolvimento e profissionalização para jovens vulneráveis. Hoje, tem mais de 450 alunos. O grande vencedor, que faturou o prêmio de R$ 50 mil, foi o projeto Rota Solidária, da Associação Prato Cheio. Além de distribuir pratos de comida, combate o desperdício. “São 33 mil refeições semanais, e a gente trabalha nesses dois lados: atendendo as pessoas que estão em situação de fome, de vulnerabilidade, e o outro lado evitando o desperdício, que é muito sério no nosso país”, diz o economista Walter Belik, presidente voluntário da Associação Prato Cheio.

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Seminário na FGV debate soluções contra as mudanças climáticas

Publicado em: 29/09/2025 19:51

FGV realiza o IV Seminário de Responsabilidade Social no Rio O IV Seminário Responsabilidade Social, na Fundação Getúlio Vargas, discutiu nesta segunda-feira (29) como instituições, empresários e a sociedade civil podem se mobilizar para enfrentar as mudanças no clima. O primeiro painel discutiu o papel do terceiro setor no enfrentamento da emergência climática. O promotor de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro e professor da FGV Tiago Veras destacou a necessidade de união de esforços para minimizar os impactos. “A partir do momento em que você une a evidência científica, o ordenamento jurídico, ouvindo a população que está na linha de frente e recebe o impacto dessas mudanças do clima, a gente consegue trazer legitimidade para essas possíveis soluções, principalmente relacionadas à mitigação e à adaptação do clima”, disse Veras O evento é uma parceria da FGV com com a Globo, a Aegea e o Instituto Iter. O diretor-presidente da Globo, Paulo Marinho, destacou na abertura a importância da agenda. "A gente, principalmente, tem o foco histórico orientado para o social, para a educação, porque nós acreditamos que educação é o principal vetor de transformação da sociedade, e questões ambientais também", disse Marinho. O fórum foi coordenado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. "Nossa esperança é que novo adiram a essas práticas, e as práticas, já existentes, elas se consolidem e consigam alcançar mais pessoas", afirmou o ministro. O segundo painel debateu o Plano Nacional de Educação e os desafios para os próximos dez anos. “Se a gente quer ser de fato um país mais desenvolvido, mais justo e mais próspero. Então, a questão da qualidade e especificamente da aprendizagem são os grandes desafios que o Brasil precisa enfrentar nos próximos anos”, afirmou o diretor-executivo do Todos pela Educação, Olavo Nogueira Filho. O evento seguirá até terça com mais painéis, a partir das 8h. Entre os temas, estão leis de incentivo e empregabilidade de mulheres em vulnerabilidade social. Para participar, é preciso se cadastrar. Todos os painéis são gratuitos. Premiações O seminário também premiou iniciativas de inclusão e melhoria da qualidade de vida de pessoas em vulnerabilidade. O Rota Solidária, que distribui comida e evita o desperdício de alimentos, conquistou o primeiro lugar e levou R$ 50 mil. Do Rio, o Geden, grupo de resgatistas que atua em desastres naturais em Petrópolis, também participou. Cavalo resgatado pelo Geden após despencar de ribanceira em Petrópolis Geden

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Casal é preso suspeito de matar homem em situação de rua em Feira de Santana

Publicado em: 29/09/2025 18:20

Casal é preso suspeito de matar homem em situação de rua em Feira de Santana PC-BA Um casal foi preso na manhã desta segunda-feira (29), suspeito de envolvimento na morte de um homem em situação de rua, em Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia. O crime aconteceu no dia 22 de junho deste ano, no bairro Baraúnas. A vítima foi identificada como Miguel Cruz de Oliveira, de 39 anos. Segundo informações da Polícia Civil (PC), Miguel vivia em extrema vulnerabilidade social. Ele foi morto com três disparos de pistola calibre .40, dias antes dos festejos de São João. Os suspeitos, um homem de 55 anos e uma mulher de 51, estavam foragidos e foram identificados a partir do veículo utilizado no crime e da análise de imagens de câmeras de segurança. A polícia informou que os registros mostram o casal perseguindo a vítima, de carro, pelas ruas e o momento exato em que o homem para o veículo, saca a pistola e executa Miguel na esquina. Ele morreu no local. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência dos suspeitos, os policiais encontraram uma fotografia em que o homem aparece segurando uma pistola compatível com a arma utilizada no homicídio. Miguel Cruz de Oliveira foi morto a tiros Redes Sociais Ainda de acordo com a polícia, a motivação do crime estaria relacionada a uma tentativa de “extermínio” de moradores de rua e usuários de crack que circulavam na região, sob a justificativa de que cometiam pequenos furtos e causavam perturbações. Informações apontam que Miguel teria invadido um imóvel em construção pertencente ao casal dias antes do crime. O casal foi preso e encaminhado ao Presídio Regional de Feira de Santana, onde permanece custodiado à disposição da Justiça. Ambos devem passar por audiência de custódia na próxima sexta-feira (3). A prisão foi efetivada por meio da Delegacia de Homicídios (DH) de Feira de Santana. LEIA MAIS: Homem é preso suspeito de ameaçar supervisor de empresa e agredir policiais militares na Bahia Homem é preso suspeito de tentar matar a própria mãe no interior da Bahia Suspeito de sequestrar e matar homem na zona rural de Feira de Santana é preso; vítima foi encontrada dentro de carro Homem suspeito pela morte de ciganos na Bahia é preso em Alagoas Veja mais notícias de Feira de Santana e região. Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻

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Padre é indiciado por crimes sexuais contra dez vítimas em Cascavel

Publicado em: 29/09/2025 13:51

Padre é indiciado por crimes sexuais contra dez pessoas A Polícia Civil concluiu o inquérito que investigava o padre Genivaldo de Oliveira, de Cascavel, no oeste do Paraná, suspeito de estupro de vulnerável. Segundo a investigação, dez vítimas foram identificadas, incluindo uma criança de 12 anos na época dos fatos. De acordo com o Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), o padre foi indiciado por tráfico de drogas, curandeirismo, assédio sexual, importunação sexual, violação sexual mediante fraude e violação sexual de vulnerável. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Foz do Iguaçu no WhatsApp A delegada responsável pelo caso, Thaís Zanatta, afirmou que os crimes ocorreram entre 2009 e 2025, sendo o mais recente há cerca de dois meses. “Foram identificadas dez vítimas, dentre elas, a menor na época dos fatos contava com apenas 12 anos”, disse a delegada. A polícia apurou ainda que o religioso oferecia drogas às vítimas e atuava como terapeuta sem formação profissional. Também foi reconhecida a agravante de violação de dever religioso, uma vez que os crimes ocorreram enquanto o suspeito exercia o ministério sacerdotal. Com base nas acusações, a soma das penas pode ultrapassar 150 anos de prisão, segundo a polícia. O padre está preso desde o dia 24 de agosto. Ele foi encaminhado ao Complexo Médico Penal de Curitiba no dia 15 de setembro. A defesa informou que aguarda a manifestação do Ministério Público e que pretende apresentar provas para contestar o indiciamento. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário, que deve analisar o caso e decidir sobre a ação penal. Por envolver vítimas de abuso e menores de idade, a Polícia Civil não divulgou detalhes sobre as circunstâncias dos crimes nem a identidade dos envolvidos. Genivaldo é padre há 12 anos Arquivo pessoal Arquidiocese também investiga A Arquidiocese de Cascavel informou que o processo canônico também está em fase final. Segundo nota, o Tribunal Eclesiástico deve encerrar nesta semana a oitiva das últimas testemunhas. Depois, o processo será encaminhado ao Dicastério para a Doutrina da Fé, no Vaticano, para análise. Leia também: Feminicídio: Marido que simulou assalto para matar esposa: o que se sabe sobre o caso Mega-Sena: 11 apostas do Paraná acertam cinco números e levam prêmios Acidente: Mãe e filho morrem atropelados ao tentar atravessar BR-376 para pegar carona, em Ponta Grossa Relembre o caso Padre foi preso na manhã de domingo (24), em Cascavel. Polícia Civil (PC-PR) Genivaldo Oliveira dos Santos é investigado por ser suspeito de praticar abusos sexuais. Entre as vítimas apontadas pela polícia até o momento estão jovens da comunidade católica e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Ele foi preso por policiais do Nucria, que também cumpriram um mandado de busca de apreensão na casa do padre. Segundo a polícia, ele está sendo investigado desde o dia 16 de junho deste ano. Segundo a polícia, a prisão temporária do padre foi decretada porque ele estava tentando entrar em contato de forma insistente com vítimas e testemunhas. Violência e abuso sexual infantil: veja os sinais e saiba como proteger as crianças VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Oeste e Sudoeste.

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Mulher é presa por agredir filha de 4 anos em MG e diz que ato fazia parte de ritual religioso

Publicado em: 29/09/2025 10:53

Em um dos cômodos da casa, militares encontraram velas e doces usados em práticas religiosas Polícia Militar/Divulgação Uma mulher de 21 anos foi presa suspeita de agredir a filha, de 4 anos, em Curral de Dentro, no Norte de Minas, durante um suposto ritual religioso. O Conselho Tutelar recebeu uma denúncia sobre as agressões e ao chegar à casa da família, as conselheiras foram ameaçadas pela mulher com pedaços de madeira e um facão. Diante da situação, elas deixaram o local e acionaram a Polícia Militar. A guarnição encontrou a suspeita escondida dentro da casa, próxima ao facão. Ao perceber a presença dos policiais, ela inicialmente obedeceu à ordem de se afastar da arma, mas tentou retomá-la, sendo necessário o uso de arma de incapacitação neuromuscular (taser) para contê-la. Em seguida, a mulher foi algemada. 📲Clique aqui para seguir o canal do g1 Grande Minas no WhatsApp Casa apresentava cenário de vulnerabilidade Montagem/g1 Segundo a PM, a casa apresentava cenário de vulnerabilidade, com ausência de alimentos, sujeira e desorganização. Em um cômodo, os militares encontraram velas e doces usados em práticas religiosas. Ao ser questionada, a mulher disse que era umbandista e as agressões faziam parte de um ritual em homenagem à entidade Cosme e Damião. Ela foi presa em flagrante e levada para a delegacia de Polícia Civil, onde teve a prisão ratificada e foi conduzida ao presídio de Taiobeiras. Mulher ameaçou conselheiras com um facão, segundo a PM Polícia Militar/Divulgação A criança apresentava pequenas lesões no braço e na perna e recebeu atendimento médico no Hospital Santo Antônio, em Taiobeiras. Ela ficou sob os cuidados da avó. Segundo a PM, a mulher já tinha passagem por violência doméstica contra a própria mãe. O crime foi cometido em Betim em 2024. VEJA TAMBÉM Violência e abuso sexual infantil: saiba como denunciar Vídeos do Norte, Centro e Noroeste de MG Veja mais notícias da região em g1 Grande Minas.

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Suspensão de novas outorgas e restrições de uso da água atingem cidades do Alto Tietê

Publicado em: 29/09/2025 10:04

Escassez hídrica é declarada em bacias que abastece o Alto Tietê 💧 No Alto Tietê, as cidades de Arujá, Biritiba-Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis e Suzano serão afetadas pela suspensão da emissão de novas outorgas, que é o direito de uso da água. A medida foi adotada pela SP Águas para enfrentar a escassez hídrica. Na região, apenas Guararema e Santa Isabel não devem ser impactadas. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp A decisão foi tomada pelo Conselho Diretor da SP Águas, com a aprovação Deliberação nº 10/2025, que institui o Protocolo de Escassez Hídrica, e declarou situação de escassez em duas bacias estratégicas para o abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP): a bacia do Alto Tietê, que concentra a maior parte dos sistemas produtores da RMSP, e a porção paulista da bacia do Rio Piracicaba, cuja cabeceira integra o Sistema Cantareira, maior sistema produtor do estado. Segundo a diretora-presidente da SP Águas, Camila Rocha Cunha Viana, a medida se soma às ações já adotadas para reduzir a retirada de água dos reservatórios. “É importante colocar que essa medida vem se somar a todas as outras que já estão sendo adotadas para reduzir as retiradas dos reservatórios até que a gente tenha uma recomposição com o aumento do volume de chuvas. Nesse momento, a determinação é que a gente tenha a suspensão de novas outorgas. O que é isso? A outorga é o direito de uso da água, de uso do recurso hídrico", explicou. O protocolo, inédito no estado, estabelece critérios técnicos e medidas proporcionais para enfrentar períodos críticos de escassez, garantindo que o abastecimento humano e a dessedentação animal tenham prioridade. Entre as ações imediatas estão a priorização de processos de concessão de outorgas emergenciais e sazonais para usos essenciais e a suspensão de novas outorgas para usos não prioritários. “Como a gente tem uma constatação de uma situação de escassez hídrica prolongada, considerando os últimos meses com chuvas abaixo da média, é uma medida de prevenção, de contingência. Nesse momento, novos requerimentos, a análise de novos requerimentos, está suspensa", disse Camila. O estudo que embasou a declaração considerou séries históricas de chuvas e afluências, projeções climáticas e volumes dos reservatórios, além das regras de operação e outorgas vigentes. Também avaliou a vulnerabilidade hídrica nas dimensões de exposição, sensibilidade e capacidade de resposta institucional. “Quando fala de outorga, temos vários setores usuários: o setor de abastecimento, onde já estão sendo adotadas medidas pela Arsesp junto com a Sabesp, como redução de captação nos reservatórios com a gestão de demanda noturna; e os setores não prioritários, como agricultura, indústria, comércio e serviços. Para esses setores, não há impacto imediato sobre as outorgas vigentes. O impacto imediato é a suspensão de novos requerimentos, ou seja, novos atos de direito de uso da água", completou a diretora-presidente. O Protocolo de Escassez Hídrica será aplicado inicialmente como experimento regulatório por 24 meses, organizando a atuação da agência em cinco estágios de disponibilidade hídrica — normalidade, atenção, alerta, crítico e emergência. Cada estágio prevê medidas proporcionais, que vão da intensificação do monitoramento até ajustes temporários de outorgas, sempre garantindo a prioridade estabelecida pela legislação. O protocolo foi construído de forma participativa, com base na Consulta Pública nº 03/2025, que recebeu 106 manifestações de diversos setores, garantindo maior transparência, segurança jurídica e legitimidade social às regras. As deliberações completas estão disponíveis no site da SP Águas. Represa de Taiaçupeba faz parte da Bacia do Alto Tietê Larissa Rodrigues/g1 Assista a mais notícias do Alto Tietê

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Detentos cultivam horta e produzem toneladas de hortaliças no interior de SP; parte é doada para instituições assistenciais

Publicado em: 29/09/2025 07:26

Detentos cultivam horta e produzem toneladas de hortaliças na região de Bauru Governo de SP/divulgação Alface, almeirão, beterraba, cenoura, repolho, rúcula e cebolinha, itens essenciais para uma salada nutritiva e uma alimentação balanceada, são produzidos diariamente pelos detentos que trabalham em hortas e estufas de unidades prisionais da região de Bauru (SP). Ao todo, mais de 19 toneladas de hortaliças são colhidas e distribuídas. Os alimentos cultivados são utilizados na alimentação da população carcerária e dos servidores, além de serem doados a entidades assistenciais. Atualmente, 228 detentos atuam na horticultura, recebendo remuneração e o benefício da diminuição de pena: a cada três dias de trabalho, um é descontado da condenação. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Além da capacitação para uma nova profissão, práticas sustentáveis são aplicadas no cultivo, como o aproveitamento de cascas de ovos e restos de verduras para adubação. O Lar Vila Vicentina, o Albergue Noturno e a SORRI recebem cerca de 140 kg de hortaliças por mês. Dvulgação O impacto do projeto também abrange outras instituições para além do presídio, já que parte da produção é destinada a entidades beneficentes. Em Bauru, o Lar Vila Vicentina, o Albergue Noturno e a Sorri, que trabalha com a reabilitação de Pessoas com Deficiência (PCD), recebem cerca de 140 kg de hortaliças por mês. E em Cerqueira César, a APAE também recebe regularmente seis caixas de alface e couve cultivadas na Penitenciária I do município. “Essa ação proporciona à pessoa presa uma atividade laborterápica, além do sentimento de satisfação por contribuir com a alimentação saudável de indivíduos em situação de vulnerabilidade social”, destaca João André Collela, chefe de departamento do CPP III de Bauru. Detentos cultivam horta e produzem toneladas de hortaliças na região de Bauru Governo de SP/divulgação *Colaborou sob a supervisão de Mariana Bonora. Veja outros destaques do g1 g1 em 1 minuto: acervo de colecionador ajuda a preservar a memória do rádio Dia Nacional do Rádio: acervo de colecionador do interior de SP ajuda a preservar a memória do veículo Aluno de escola pública de Ibitinga conquista 1º lugar em programa de intercâmbio e vai estudar no Reino Unido Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

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Casamento coletivo, oficinas, capacitações, treino funcional, ação social e mais: confira serviços gratuitos no Grande Recife

Publicado em: 29/09/2025 06:00

Turma de robótica do programa Connecta+ Diogo Weslley/Divulgação O Grande Recife está com várias oportunidades de atendimentos e serviços gratuitos em instituições públicas e privadas. Entre as opções, estão casamento coletivo, capacitação profissional, ação social e treinamento de ginástica funcional para pessoas com mais de 50 anos. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Confira, abaixo, o "Pega a dica", a agenda semanal do g1 que mostra onde encontrar serviços de graça na Região Metropolitana do Recife: Ação social com serviços gratuitos no Recife Atendimento fiscal para pessoas físicas e MEIs Oficinas gratuitas de expressão criativa e robótica Cursos de qualificação profissional no IFPE Oficinas de comunicação, produção cultural e audiovisual Mutirão odontológico Mamografia itinerante no Recife Cursos profissionalizantes no Recife Casamento coletivo Treinamento funcional para pessoas 50+ Qualificação para estudantes da rede pública Curso de capacitação profissional Atendimento jurídico Consultas e serviços de saúde Tratamento de esporotricose para gatos em Jaboatão Tratamento de esporotricose para gatos no Recife Ação social com serviços gratuitos no Recife O Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) do Centro Universitário UniFBV Wyden realiza uma ação social em parceria com órgãos públicos. No evento, a comunidade poderá ter acesso a serviços como: emissão de 2ª via de certidões de nascimento, casamento e óbito (retirada em até oito dias nos cartórios); atendimentos do Conecta Recife (credenciais de estacionamento especial para PCD, TEA, gestantes e idosos); serviços do CadÚnico; agendamento na USF+; emissão e esclarecimento de dúvidas sobre IPTU; apoio para cadastro no Gov.br. 📅 Segunda-feira (29), das 13h às 16h 📍 Sede do NPJ: Rua Jean Émile Favre, 422, Imbiribeira - Recife ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Atendimento fiscal para pessoas físicas e MEIs O Centro Universitário Estácio do Recife oferece orientações especializadas para pessoas físicas e microempreendedores individuais (MEIs) que desejam colocar sua situação fiscal em dia. O atendimento acontece por ordem de chegada. Entre os serviços oferecidos, estão: revisão de malha fiscal do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas (IRPF); abertura, alteração ou encerramento do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para MEI; parcelamento de débitos federais; regularização de obrigações fiscais pendentes. 📍 Laboratório de Práticas em Gestão (LPG) da Estácio Recife: Avenida Engenheiro Abdias de Carvalho, 1678, Madalena 📅 Segunda-feira (29) ⏰ Das 14h às 18h ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Oficinas de expressão criativa e robótica O Connecta+ está com inscrições abertas para oficinas de expressão criativa e iniciação à robótica. O programa é realizado pelo Instituto MeMaker para jovens de 16 a 20 anos em situação de vulnerabilidade social. O objetivo é apresentar caminhos para carreiras na área de tecnologia. As aulas acontecem duas vezes por semana, com turmas às segundas e quartas ou às terças e quintas, sempre das 14h às 17h. O programa conta com 30 horas-aula, e os estudantes recebem fardamento e lanche durante as atividades. ⏰ Início das aulas na segunda (29) ℹ️ Inscrições pela internet, nos perfis do Connecta+ e do Instituto MeMaker. Ao todo, são oferecidas 40 vagas. 📍Projeto Aria Social: Avenida Ayrton Senna da Silva, 748, Piedade - Jaboatão dos Guararapes ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Cursos de qualificação profissional no IFPE Estão abertas as inscrições para cursos de qualificação profissional nos campus Recife e Jaboatão dos Guararapes do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), por meio do Programa Autonomia e Renda Petrobras. As vagas disponíveis são para os cursos de auxiliar de serviços diversos, mecânica dinâmica e eletricista industrial. Além das vagas, os participantes podem ter acesso a uma bolsa-auxílio mensal nos valores de R$ 660, para o público geral, e R$ 858 para mulheres com filhos de até 11 anos. Para se inscrever, é preciso ter 18 anos ou mais e ensino fundamental I completo (1 ao 5º ano). Para o curso de eletricista, é preciso ter ensino médio completo. ⏰ Inscrições até quarta (1º), pela internet 🧾 Seleção por sorteio público no dia 9 de outubro no YouTube ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Oficinas de comunicação, produção cultural e audiovisual A 4ª edição da Periférica – Mostra de Cinema está com inscrições abertas para oficinas gratuitas nas áreas de comunicação, produção cultural e audiovisual. As atividades acontecem até 2 de outubro, em formato online e presencial. As oficinas contam com emissão de certificado para quem tiver 75% de presença. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas até o dia de cada atividade pela internet. Confira as formações disponíveis: Memórias Possíveis: Identidade e Reapropriação de Imagens, com Enrique Andrade e A. Silva Segunda (29) e terça (30), das 18h30 às 20h30 Online Acessibilidade Cultural e Letramento Audiovisual, com Vanessa Bruna Quarta (1º), das 18h30 às 20h30 Online ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Mutirão odontológico O Centro Universitário Maurício de Nassau Recife (Uninassau) promove um mutirão de avaliação odontológica na Clínica-Escola de Odontologia da instituição. A avaliação dos pacientes é gratuita e, caso o tratamento seja necessário, os procedimentos custam uma taxa social. Entre os serviços, estão: restauração, extração, procedimentos de canal, limpeza, aplicação de flúor, raspagem, prótese e clareamento. 🦷 Mutirão odontológico ⏰ Até terça (30), das 9h às 11h, das 15h às 17h e das 19h às 21h ℹ️ Serão 15 fichas distribuídas por turno 📍 Clínica-Escola de Odontologia da Uninassau: Rua Joaquim Nabuco, 615, Graças - Recife ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Mamografia itinerante no Recife A Prefeitura do Recife disponibilizou 1.920 vagas do Mamógrafo Móvel para o mês de setembro. Não é necessário agendamento e os exames serão realizados em 24 pontos descentralizados da cidade, como unidades de saúde, associação de moradores e igrejas. O calendário está disponível na internet. Cada ponto ofertará 40 vagas pela manhã, das 8h às 12h, e outras 40 vagas à tarde, das 13h às 17h. Poderão participar do Mamógrafo Móvel mulheres e homens trans entre 50 e 69 anos que sejam moradores do Recife. Basta apresentar documento com identificação, cartão SUS e comprovante de residência. Confira as datas e os locais desta semana: Terça-feira (30): USF Alto do Céu – Rua apitão Salgueiro, 267 - Porto da Madeira ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Cursos profissionalizantes no Recife A prefeitura do Recife abriu 220 vagas em cursos profissionalizantes nas áreas de indústria, alimentação, saúde, vestuário, administração, tecnologia e beleza. As inscrições podem ser feitas pelo Conecta Recife (na aba do GO Recife) ou pela internet Entre as opções estão: estamparia artesanal com carimbo estêncil; serigrafia básica; comandos elétricos; agente comunitário de saúde; confecção de bolsas e acessórios; administração de pequenos negócios; e mais. As matrículas precisam ser confirmadas presencialmente nas Escolas Profissionalizantes de Areias, Bongi, Dom Bosco (Casa Amarela), São José e Tecelões (Santo Amaro) e Zuleide Gomes (Beberibe). É necessário levar documento com foto e comprovante de residência. Dependendo do curso, podem se inscrever pessoas a partir de 16 anos. 📆 Início das aulas entre 1º e 20 de outubro, a depender do curso 📍 Escola Profissionalizante de Areias – Rua Ipojuca, 257, Areias 📍 Escola Profissionalizante do Bongi – Rua Avertano Rocha, S/N, San Martin 📍 Escola Profissionalizante Dom Bosco – Estrada do Arraial, 2900, Casa Amarela 📍 Escola Profissionalizante São José e Tecelões – Rua Coelho Leite, S/N, Santo Amaro 📍 Escola Profissionalizante Zuleide Gomes – Rua Melânio de Barros, 26, Beberibe ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Casamento coletivo A prefeitura do Recife, em parceria com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), vai realizar um casamento coletivo gratuito para 100 casais. As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de outubro, no Cejusc Recife, localizado no Fórum Rodolfo Aureliano (5º andar), de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. A cerimônia está marcada para o dia 23 de outubro de 2025, em local que ainda será divulgado. Das 100 vagas, 20 serão destinadas a pessoas idosas. Para participar, é necessário apresentar: RG e CPF dos dois noivos, comprovante de residência de um deles e certidão de nascimento ou de casamento (emitida em até 90 dias) de ambos. Pelo menos um dos noivos deve morar no Recife. ✍🏽 Inscrições até 10 de outubro 👰🏻‍♀️Cerimônia no dia 23 de outubro 📍Fórum Rodolfo Aureliano: Av. Des. Guerra Barreto, s/n, Ilha Joana Bezerra - Recife (Cejusc no 5º andar) ☎️ Informações: (81) 3181-0541 | conciliar.recife.jus.br ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Treinamento funcional para pessoas 50+ O Centro Universitário dos Guararapes (UNIFG) está com vagas abertas para o projeto de treinamento de ginástica funcional voltado a pessoas a partir dos 50 anos. As atividades acontecem no campus Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, às terças e quintas-feiras, das 9h às 12h. As inscrições são presenciais, no próprio campus. Para se cadastrar, os interessados devem apresentar: documento oficial com foto, termo de aptidão física, eletrocardiograma (ECG) e dois contatos de emergência. 📍UNIFG: Rua Comendador José Didier, 27, Piedade - Jaboatão dos Guararapes ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Qualificação para estudantes da rede pública O governo de Pernambuco abriu 6.715 vagas em cursos de qualificação profissional para estudantes da rede pública de ensino. A oportunidade faz parte do programa Trilhatec, e as formações são realizadas por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Para se inscrever, é preciso fazer um cadastro no Sistema de Seleção da Secretaria de Educação e Esportes (SEE). Segundo o órgão, 4.800 vagas são para as formações no Senac e 1.915, para as do Senai. 🖥️ Inscrições até 30 de novembro na internet 📑 Confira o edital do Senac com a lista de cursos 📑 Confira o edital do Senai com a lista de cursos ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Curso de capacitação profissional Jovens em busca de oportunidade de trabalho podem se inscrever para um curso de capacitação oferecido pelo Coletivo Coca-Cola Jovem, do Instituto Coca-Cola Brasil. As aulas são online e há 3 mil vagas disponíveis em Pernambuco. Durante a formação, os participantes têm acesso a conteúdos sobre planejamento de carreira, educação financeira, elaboração de currículo e preparação para entrevistas. Além disso, a iniciativa ajuda os jovens a participarem de seleções para empresas parceiras. O curso pode ser realizado pelo WhatsApp, plataforma online e aplicativo, disponível no sistema Android e IOS. Para participar, os jovens precisam: ter entre 16 e 29 anos; ter concluído o ensino fundamental; conexão à internet. 🖥️ Inscrições na internet 🎓 Certificado após conclusão do curso ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Atendimento jurídico no Recife Quem precisa de atendimento jurídico, mas não tem condições de pagar pelos serviços de um advogado, pode recorrer ao escritório modelo da faculdade Estácio no Recife e de uma Câmara Privada de Conciliação e Mediação, que funciona por meio de convênio com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Os serviços estão disponíveis no Núcleo de Práticas Jurídicas da faculdade, no bairro da Madalena, na Zona Oeste do Recife. Para ser atendido, é preciso morar na capital pernambucana. Segundas e quintas: 8h às 12h; Quartas: 8h às 17h; Sextas: 8h às 11h. 📍 Núcleo de Práticas Jurídicas da Estácio Recife: Avenida Engenheiro Abdias de Carvalho, 1678, Madalena, Recife. ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Consultas e serviços de saúde O Centro Integrado de Saúde (CIS), do Centro Universitário dos Guararapes (UniFG), oferece serviços de saúde gratuitos no Recife e em Jaboatão. Os atendimentos acontecem na clínica-escola da instituição e são voltados a todos os públicos, mediante agendamento. No campus Recife, é oferecido apenas atendimento psicológico. Já em Jaboatão dos Guararapes, são oferecidos os seguintes serviços de saúde: Fisioterapia dermatofuncional; Fisioterapia neurofuncional; Fisioterapia traumato-ortopédica; Fisioterapia geriátrica; Acupuntura e ventosaterapia; Aferição de pressão arterial; Teste de glicemia; Orientação sobre amamentação; Nutrição social; Atendimento psicológico; Psicoterapia individual. 👩🏾‍⚕️ Serviços de saúde na UniFG 📍 Campus Jaboatão: Rua Comendador José Didier, 27, Piedade - Jaboatão 📍 Campus Recife: Avenida Governador Carlos de Lima Cavalcanti, 155, Boa Vista - Recife ⏰ Agendamento por ligação e WhatsApp nos números (81) 3461-5550 e (81) 3461-5529 ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Tratamento de esporotricose para gatos em Jaboatão O Centro de Vigilância Ambiental (CVA) de Jaboatão dos Guararapes disponibiliza, de forma gratuita, o tratamento de gatos infectados com esporotricose (infecção na pele causada pelo fungo Sporothrix). A doença provoca feridas na pele do animal, e o tratamento tem duração mínima de seis meses. A medicação é disponibilizada pelo município, tanto para o animal quanto para a população. A cada 30 dias, o gato é reavaliado pela equipe médica. Para conseguir o atendimento, basta levar o animal até o Centro de Vigilância, de segunda a quarta-feira, das 8h30 às 11h30. 🐈 Tratamento para esporotricose em gatos em Jaboatão. ⏰ Atendimento de segunda a quarta, das 8h30 às 11h30. 📍 Centro de Vigilância Ambiental de Jaboatão dos Guararapes: Avenida Eixo da Integração, s/n, Muribeca (próximo à UPA de Engenho Velho). ⚠️ Não é necessário agendamento, mas o tutor deve apresentar RG, CPF e comprovante de residência e levar o animal num dia de atendimento. ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Tratamento de esporotricose para gatos no Recife Os tutores de gatos podem procurar a emergência, ou marcar uma consulta por telefone, no Hospital Veterinário do Recife, para tratamento da esporotricose nos felinos. O atendimento e a medicação são gratuitos. A cada consulta, já fica marcado o retorno para pegar o novo ciclo de medicação (uma caixa com 30 comprimidos por mês) e o acompanhamento da saúde do animal. 🐈 Tratamento de esporotricose para gatos no Recife. ⏰ Atendimento de segunda a sexta, das 7h às 18h. 📍 Hospital Veterinário do Recife: Avenida Professor Estevão F. da Costa, 23, Cordeiro - Recife. ⚠️ Não é necessário agendamento, mas o tutor deve apresentar RG, CPF e comprovante de residência e levar o animal num dia de atendimento. ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias m

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Cursos técnicos em energia renovável transformam vidas de jovens na Baixada Fluminense

Publicado em: 28/09/2025 08:35

Cursos técnicos em energia renovável transformam vidas de jovens na Baixada Fluminense Luvas, óculos e ferramentas fazem parte da rotina de uma turma de alunos do curso de Sistemas de Energias Renováveis do Senai, no Rio de Janeiro. Mais do que aprender uma profissão, os jovens encontram ali uma oportunidade de mudar a própria realidade. “Eu acho que a educação que eu tive aqui não é só no técnico, mas é também de humano. A gente aprende a olhar as pessoas, a lidar com as pessoas, a lidar com o grupo, a lidar com a vida de uma forma totalmente diferente. Acho que a educação é enriquecedora pra nossa alma”, conta Gabrielle da Silva, de 18 anos, moradora de Nova Iguaçu. Gabrielle se inscreveu no curso acreditando que a área de energia era distante, ligada apenas à engenharia. A experiência mudou sua percepção: “Eu vi que eu podia me encontrar nessa área e fiquei muito feliz. E também vi como que a nossa matriz energética brasileira é tão rica. Então, a coisa que para mim é distante, eu percebi que estava sendo o meu dia a dia”, explica a estudante. De acordo com os organizadores, o programa prioriza jovens em situação de vulnerabilidade social. A meta é oferecer formação de alto nível e abrir portas no mercado de trabalho, seja em concursos públicos, na Petrobras ou em empresas da cadeia de óleo e gás. No estado do Rio de Janeiro, há oportunidades em diferentes regiões — da capital a cidades como Macaé, São Gonçalo e Duque de Caxias. Os cursos vão desde aprendizagens básicas, como eletricista industrial, mecânico de manutenção e assistente de logística, até formações técnicas em eletrotécnica, mecatrônica, mecânica, desenvolvimento de sistemas e petroquímica. Segundo o instrutor do Senai, Carlos Garofalo, os estudantes passam por aulas teóricas e práticas em simuladores, aprendendo desde os conceitos básicos até a análise de defeitos nos sistemas. “Os nossos alunos começam aprendendo a teoria de cada uma, como é que ela se constitui, como é que ela é feita, qual é a tecnologia utilizada. E depois deles terem essa noção de cada uma, a gente passa para a prática, mostrando a eles em todos os nossos simuladores, que cada uma faz como é que ela se constitui, como é que ela monta, a gente faz análise de defeitos”, explica. O programa inclui ainda visitas técnicas à Petrobras.

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Plataforma digital pioneira analisa impactos de enchentes em áreas vulneráveis no AC

Publicado em: 28/09/2025 08:01

Plataforma 'Climate Acre' traz informações sobre enchentes em Rio Branco e em outras cidades do estado Climate Acre e Marcos Vicentti/Ilustração Uma ferramenta inédita promete mudar a forma como o Acre enfrenta os efeitos das cheias históricas que marcam o estado. Lançada no último dia 22 de setembro durante a Semana do Clima de Nova York, a plataforma Climate Acre foi desenvolvida para mapear os impactos das enchentes em populações vulneráveis, incluindo povos indígenas, comunidades tradicionais e moradores da capital Rio Branco. O sistema, resultado de uma parceria entre o governo do Acre e a empresa brasileira Codex, utiliza dados geoespaciais para identificar áreas de risco, projetar cenários futuros e oferecer informações em tempo real para gestores públicos e a sociedade. (Veja demonstração mais abaixo) 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Plataforma 'Climate Acre' é pioneira no monitoramento de enchentes do Rio Acre Em meio às mudanças climáticas que vêm afetando o estado nos últimos anos, a iniciativa acreana foi a única escolhida do Brasil e, juntamente com o México e com a Indonésia, é uma das três a receber financiamento do Future Fund, da Coalizão Under2, que apoia projetos de adaptação às mudanças climáticas. A plataforma já começa a operar com informações de sete municípios prioritários, entre eles Rio Branco, Brasiléia e Xapuri, cidades que nos últimos anos registraram enchentes de grandes proporções. Em Brasiléia, por exemplo, que teve a maior cheia da sua história em 2024, a ferramenta mostra que 314 hectares foram inundados, atingindo 12 bairros e 29 estruturas públicas. LEIA TAMBÉM: Veja as maiores enchentes da história de Rio Branco desde 1971 Da cheia histórica à seca 'antecipada': baixo nível do Rio Acre acende alerta sobre possível novo evento climático extremo em menos de 1 ano Da seca extrema à cheia histórica: entenda os fatores climáticos que fazem o Acre viver nova emergência Em 52 anos de monitoramento, Rio Branco registrou mais de 40 enchentes Galerias Relacionadas Situação de Brasiléia com 15,5 metros, média esta atingida em fevereiro de 2024 Reprodução/Sema Com base em softwares de inteligência geoespacial, o Climate Acre integra dados populacionais, socioeconômicos e hidrológicos. O sistema cruza informações do Centro Integrado de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (Cigma) com órgãos como Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), oferecendo um painel unificado para tomada de decisões. “O Acre tem enfrentado secas e cheias cada vez mais severas. A plataforma fortalece a capacidade do estado em compreender os impactos sociais e ambientais e planejar respostas mais rápidas”, disse o secretário de Meio Ambiente, Leonardo Carvalho. Delegação acreana apresenta a plataforma Climate Acre na Semana do Clima em Nova York Diego Gurgel/Secom Inovação e rapidez no desenvolvimento Segundo o diretor de Negócios da Codex, Venicios Santos, o projeto se destacou pelo tempo recorde de execução, já que houve menos de 12 meses entre a concepção e o lançamento. Além de oferecer simuladores interativos que mostram os efeitos da elevação dos rios amazônicos, a plataforma disponibiliza painéis com indicadores em tempo real. A proposta é que tanto a população quanto gestores públicos possam acessar informações e planejar rotas de evacuação, ações de assistência social e estratégias de reconstrução. “Projetos climáticos costumam levar de três a cinco anos entre a concepção, a captação e a execução[...] em um cenário de emergência climática, tempo é um recurso crítico. Ter uma plataforma pronta e funcionando em menos de um ano faz toda a diferença para a proteção de vidas, fortalecimento da resiliência climática e apoio a comunidades”, afirmou. Venicios Santos, da Codex, em apresentação da plataforma Climate Acre Arquivo/Codex 43 enchentes em mais de 50 anos O histórico de enchentes sucessivas do Rio Acre foi um dos motivos pelos quais a plataforma ganhou vida. Um estudo elaborado pela prefeitura da capital em parceria com o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia mostrou que desde 1971, quando o manancial começou a ser monitorado, Rio Branco registrou 43 enchentes, sendo seis extraordinárias, ou seja, acima dos 17 metros. Entre os anos de 1971 e 2025 ocorreram pequenas enchentes em 15 anos; médias em 12 anos, sendo a última em 2025; grandes enchentes em nove anos; e enchentes extraordinárias em seis anos, sendo estas nos anos de 1988, 1997, 2012, 2015, 2023 e 2024. Em Rio Branco, Rio Acre chegou a 18,40 metros em março de 2015 Caio Fulgêncio/g1/Arquivo Nos últimos 15 anos, a situação se tornou quase frequente, já que em 12 anos houve enchente. Nesta década, as inundações ocorreram em todos os anos, sendo duas extraordinárias consecutivas: 2023 e 2024. Enchentes no Acre desde 1971 Enchente em Rio Branco em 2023 Marcos Vicentti/Secom O documento também ressalta que inundações e enchentes representam vulnerabilidade de alto risco para a capital acreana e calcula que mais de 70% ocorrem nos meses de fevereiro e março. A pesquisadora do Ipam, Jarlene Gomes, disse que há uma série de ações que precisam de decisão política para serem tomadas com urgência, já que há impactos que vão além da questão ambiental e que devem refletir na forma como todos vão lidar com fenômenos climáticos cada vez mais extremos e devastadores. “As alterações do clima pedem novas formas de agir e planejar, e consistem em um dos grandes desafios da atualidade. E ao mesmo tempo, a gente precisa pensar nisso como oportunidade. Se a gente bem pensar as ações, trabalhar e executar, elas podem resultar na melhoria de infraestrutura para cidade, serviços básicos, saúde, a recuperação das margens do rio e a própria qualidade de vida da população. Então, tem uma questão central nesse desafio que é o papel dos governantes locais”, explicou a pesquisadora. Rio Acre se mistura às águas de esgoto no bairro Ayrton Senna, em Rio Branco, em 2025 Eldérico Silva/Rede Amazônica Ferramenta aberta ao público Disponível para consulta pública desde o dia 22 de setembro, o Climate Acre vai apoiar não apenas órgãos governamentais, mas também organizações sociais e pesquisadores que estudam os efeitos da crise climática na Amazônia. Com a capital acreana no centro de frequentes desastres naturais, a expectativa é que a plataforma se torne uma aliada na busca por maior resiliência climática em uma das regiões mais impactadas do país pelas mudanças no regime dos rios. "Mais do que um sistema de visualização, o Climate Acre oferece uma análise completa dos impactos das inundações nas populações ribeirinhas, com base histórica e metodológica. A plataforma ajuda o governo a antecipar emergências, planejar rotas de evacuação e proteger a vida das pessoas, suas casas e a economia local", reforçou Venicios. Rio Acre tem diminuição, mas enchente impacta mais de 30 mil pessoas em Rio Branco em 2025 VÍDEOS: g1

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'Sem saber o que pode acontecer': dinamarqueses se sentem inseguros após detecção de drones russos no país

Publicado em: 27/09/2025 20:55

Europa debate reforço de defesas após novo drone no espaço aéreo da Dinamarca O sobrevoo de drones não identificados em países da Europa levantou suspeitas, nas últimas semanas, sobre uma possível ação da Rússia. O governo russo nega; mas a Dinamarca afirmou que na madrugada deste sábado (27) houve um novo episódio. O Comando de Defesa da Dinamarca divulgou, neste sábado, uma nota confirmando que drones foram avistados em diversas instalações militares do país na noite passada. A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) disse que, em resposta, vai reforçar a vigilância na região do Mar Báltico. Mais cedo, o ministro do Interior da Alemanha disse que a ameaça pode ser classificada como alta quando se trata de drones. O ministro disse também que o país fará uma revisão da lei de segurança da aviação para permitir que as forças armadas se envolvam em possíveis interceptações. Desde quinta-feira (25), o exército alemão faz exercícios militares de grande escala na cidade portuária de Hamburgo. Na Holanda e em Portugal, forças da Otan também testaram novas tecnologias de vigilância, com drones aéreos e submarinos. Soldados da Ucrânia participaram do exercício, compartilhando experiências. O uso de drones e barcos não tripulados se desenvolveu rapidamente no país depois da invasão russa, três anos e meio atrás. Hoje, o presidente ucraniano disse que Vladimir Putin está testando as defesas da Otan e se preparando para um conflito maior. "Ele abrirá outras direções, ninguém sabe onde", alertou Volodymyr Zelensky. Autoridades europeias têm discutido a possibilidade de conceder um empréstimo de € 140 bilhões à Ucrânia, a partir de bens russos congelados. O dinheiro seria usado para financiar uma parede de drones nos países próximos da fronteira com a Rússia, com capacidades avançadas de rastreamento e interceptação. A questão ganhou força depois que incursões de drones foram registradas nas últimas semanas em países como Dinamarca, Noruega, Alemanha, Polônia e Romênia. Aeroportos chegaram a fechar. O espaço aéreo da Estônia também foi invadido, só que por caças militares russos, que continuam bombardeando cidades ucranianas. Autoridades europeias falam em padrão de provocações que expõe a vulnerabilidade do espaço aéreo europeu e causa ansiedade na população. “Ficamos um pouco inseguros sem saber quem está por trás disso e o que pode acontecer”, diz uma dinamarquesa. 'Sem saber o que pode acontecer': dinamarqueses se sentem inseguros após detecção de drones russos no país Reprodução / JN “Estou preocupado porque não temos uma resposta séria aos drones, uma maneira de combatê-los sem ferir pessoas ou causar danos”, diz outro morador. LEIA TAMBÉM: Na ONU, chanceler russo nega ataque com drones à Europa e diz que qualquer agressão da Otan à Rússia terá resposta Mundo vive guerra de drones e corrida armamentista mais destrutiva da história, diz Zelensky na ONU

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Jovem é preso suspeito de manter adolescente grávida em cárcere privado em Goiás

Publicado em: 27/09/2025 17:44

Jovem é preso suspeito de manter adolescente grávida em cárcere privado em Goiás Um jovem de 21 anos foi preso por suspeita de manter uma adolescente, de 13 anos, grávida em cárcere privado no distrito de Posselândia, em Guapó, na Região Metropolitana de Goiânia. A polícia disse que a denúncia do caso foi feita pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). A prisão do jovem aconteceu na quinta-feira (25). Ainda segundo as investigações, a adolescente era privada da liberdade, impedida pelo suspeito de frequentar a escola e de manter contato com familiares. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp O delegado André Veloso, que investiga o caso disse à TV Anhanguera que os pais tentaram pegar a adolescente de volta, mas eram ameaçados de morte pelo suspeito. "Estava tendo uma vida totalmente alienada, diferente do que ela deveria ter, sem acesso a estudo, sem acesso à família e ainda sendo submetida a atos sexuais, a estupro de vulnerável", disse o delegado. LEIA TAMBÉM: Policiais são presos suspeitos de envolvimento em esquema de exploração sexual infantil Pai é preso suspeito de estuprar filha por anos e ameaçar matá-la caso revelasse crime Homem é preso suspeito de estuprar duas filhas e neta de 2 anos, em Goiás Prisão Preventiva O jovem passou por audiência de custódia e a juíza Letícia Brum converteu a prisão em preventiva por entender que a liberdade dele colocaria em risco não só a garota, vítima dos abusos, mas também os seus familiares que sofreram ameaças do homem. "Manter a liberdade significaria, na prática, permitir a continuidade do delito, frustrando a própria finalidade do processo penal e desafiando a autoridade do Estado na proteção dos direitos fundamentais de criança em situação de extrema vulnerabilidade", destacou a magistrada. Defesa Na audiência, a defesa do suspeito justificou que precisariam indícios para materializar as acusações. "Não vislumbro, neste momento, a conversão da flagrância em prisão preventiva, excelência", disse a advogada. A decisão, no entanto, foi mantida pela magistrada. Polícia Civil recebeu denúncia e investiga crimes cárcere privado e abuso Divulgação/Polícia Civil 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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ADPF 709: entenda como decisão do STF define futuro de Terras Indígenas após operações contra invasores no Pará

Publicado em: 27/09/2025 13:15

Imagens de satélite mostram presença de desmatamento na TI Trincheira-Bacajá, no Pará Reprodução / ISA O Supremo Tribunal Federal (STF) extinguiu, por unanimidade, a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 709 para conclusão de operações federais de retirada de invasores em Terras Indígenas, as chamadas desintrusões. Segundo indígenas do Pará, a aprovação encerra efeitos de ações consideradas fundamentais para garantir operações de proteção das terras indígenas. Na decisão, publicada neste sábado (27), o ministro relator Luís Roberto Barroso determinou, entre outros pontos, que uma sala de situação, criada durante a pandemia de Covid-19, deve ser mantida para avaliar as operações; e que a Controladoria-Geral da União (CGU) continue elaborando relatórios semestrais de monitoramento. No Pará, um ano e meio após o governo federal anunciar a conclusão da desintrusão da Terra Indígena Trincheira Bacajá, no sudeste do estado, o povo Mẽbengôkre-Xikrin denuncia que o território continua sofrendo com invasões e pressões ilegais. A TI já esteve entre as mais desmatadas do país. No PA, retirada de invasores é marcada por tensão nas duas terras indígenas mais desmatadas do Brasil Um relatório elaborado pela Rede Xingu+, com base em relatos das comunidades e monitoramento via satélite, aponta a existência de seis frentes ativas de exploração, envolvendo extração de madeira, grilagem de terras, abertura de ramais e até loteamento ilegal da área, mesmo após a desintrusão. Desde a determinação do ministro Barroso, o governo federal empreendeu as seguintes operações de desintrusão: TI Yanomami (em curso); TI Kayapó (concluído em 2025); TI Apyterewa (concluído em 2024); TI Trincheira Bacajá (concluído em 2024); TI Karipuna (concluído em 2024); TI Munduruku (concluído em 2025); TI Sai-Cinza (concluído em 2025); TI Araribóia (concluído em 2025); TI Uru-Eu-Wau-Wau (em execução). Garimpo funcionando há mais de uma década no território indígena Trincheira Bacajá, município de Altamira. PF/Ascom "A desintrusão não acabou" De acordo com a Rede Xingu+, invasões avançam inclusive em regiões que nunca foram alvo de operações, com o é o caso da chamada "Estrada do Mogno", no sudoeste da TI Trincheira Bacajá. Segundo as denúncias, invasores abriram estrada ilegal e promovem queimadas para formação de pastagens. Há ainda relatos de ocupantes armados que ameaçam os indígenas. Para a antropóloga pesquisadora do Instituto Socioambiental (ISA) Luísa Molina, "há áreas que, segundo os indígenas, ainda não foram totalmente desintrusadas, mas mesmo assim houve avanço nos últimos anos". "Há três anos atrás a gente não tinha esperança de que essas desintrusões pudessem acontecer. Então celebramos a conquista que a ADPF representa e os esforços do governo. Mas também nos preocupamos com o momento posterior e, principalmente, com alguns aspectos do processo de desintrusão que ainda precisam ser aprimorados", explica. Outras áreas, como o nordeste e o norte do território dos indígenas Xikrin, concentram denúncias de extração de madeira "esquentada" sob falsos projetos de manejo e de um suposto esquema de grilagem por meio de loteamento e venda ilícita de terrenos dentro da terra indígena. Já na Vila Sudoeste, no sudeste da TI, desmatamentos e novos ramais ilegais foram registrados mesmo após a operação de retirada, realizada por órgãos federais. O levantamento alerta que o avanço simultâneo dessas frentes invasoras pode dividir a terra indígena ao meio, isolando áreas e abrindo caminho para a consolidação da grilagem em larga escala. O que isso tem a ver com a ADPF 709 A TI Trincheira Bacajá foi uma das áreas contempladas diretamente pela decisão liminar do STF na ADPF 709, ajuizada em 2020 pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB). A ação obrigou o governo a adotar planos emergenciais contra a Covid-19 e a realizar desintrusões de terras pressionadas por invasões e crimes ambientais. A operação feita na Trincheira Bacajá foi oficialmente concluída em março de 2024, mas, segundo a denúncia, deixou lacunas que se tornaram novas frentes de expansão ilegal. Segundo os indígenas, o quadro evidencia a preocupação das lideranças com o julgamento concluído em Brasília. Para eles, com o STF encerrando a ADPF, sem estabelecer mecanismos permanentes de atuação do Estado, haveria riscos de aumento das invasões e de insegurança para os povos indígenas. Em maio deste ano, a APIB havia alertado o tribunal sobre falhas nos planos do governo para o chamado "pós-desintrusão", apontando a falta de presença contínua de órgãos fiscalizadores e de ações efetivas de recuperação ambiental nos territórios. Ofícios foram enviados a órgãos como Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); e à Polícia Federal. O governo federal se manifestou por meio da Casa Civil - (veja posicionamento completo ao final da reportagem). O que os indígenas pedem Diante do avanço dos invasores, a Rede Xingu+ e o povo Mẽbengôkre-Xikrin exigem uma nova resposta dos órgãos federais responsáveis pela proteção dos territórios. Eles reivindicam a retomada imediata das ações de fiscalização, a destruição dos ramais ilegais e a criação de bases de proteção permanentes dentro da TI Trincheira Bacajá, especialmente nas áreas que ficaram de fora da operação inicial. Para os indígenas, a decisão do STF sobre a ADPF 709 pode ditar o futuro da proteção territorial. Sem a ação judicial em vigor, o receio é que os casos de reocupação e crimes ambientais se ampliem, colocando em risco tanto a integridade da terra indígena, que soma 1,6 milhão de hectares nos municípios de Altamira, Anapu e São Félix do Xingu, quanto a segurança do povo Mẽbengôkre-Xikrin. Indígenas da etnia Xikrin, no Pará Evandro Corrêa/OLiberal O que diz o governo Em nota, a Casa Civil da Presidência da República, que coordena as operações, disse que "ações de desintrusão no âmbito da ADPF 709, do STF, são realizadas de forma integrada pelo Governo do Brasil com a participação de mais de 20 órgãos federais" e que elas "contam com medidas de fiscalização e segurança pública que envolvem planejamento para durante e depois das operações, com a implementação de programas de sustentabilidade para fortalecer a vigilância e garantir o não retorno dos invasores". A nota ressalta que "a referida ação foi ajuizada em 2020 e, somente em 2023, no atual governo, as operações de desintrusão se iniciaram efetivamente, com a apresentação de planos de trabalho de cada terra indígena homologados pelo STF". De acordo com a Casa Civil, recentemente, o relator da ação, ministro Luís Roberto Barroso, elogiou o trabalho do governo na proteção das comunidades indígenas. "O processo de desintrusão engloba diversas frentes como investigação, inteligência e fiscalização, realizadas por órgãos especializados, como ABIN, Polícia Federal, IBAMA, FUNAI, Força Nacional, Polícia Rodoviária Federal, entre outros. O objetivo é claro: proteger os habitantes indígenas da região e combater atividades criminosas', afirma a nota. De acordo com a Casa Civil, ao concluir etapas ostensivas de combate aos ilícitos nas TIs, as equipes de fiscalização e segurança pública são mobilizadas para garantir a manutenção dos resultados das desintrusões, com a elaboração de Planos de Manutenção de responsabilidade do Ministério dos Povos Indígenas (MPI). "O Comitê Interministerial de Desintrusão de Terras Indígenas, criado pelo Decreto 11.702/2023, também faz parte das ações articuladas para garantir a presença do Estado, a segurança dos povos indígenas e o usufruto exclusivo do território". A nota diz, ainda, que o Ministério dos Povos Indígenas conduz o Programa de Consolidação da Posse Indígena (PCPI), que contempla um conjunto de medidas integradas que incluem o fortalecimento da vigilância comunitária, a prevenção de reinvasões, a proteção do território e o incentivo à gestão autônoma dos recursos naturais". "Com acompanhamento periódico e sistematizado, o PCPI prevê também a ampliação da infraestrutura básica nas aldeias, o apoio a atividades produtivas sustentáveis e a articulação de políticas públicas que garantam condições efetivas de permanência, respeitando os modos de vida e a organização social de cada povo", aponta. No caso da TI Trincheira Bacajá, o governo informou que "possui equipes locais coordenadas pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) voltadas ao monitoramento e à proteção do território" e que "essas equipes estão distribuídas em três bases no interior da TI: a Base Operacional Trincheira Bacajá, localizada na região sul, nas proximidades da Vila Plano Dourado, município de São Félix do Xingu (PA); a Base Tuerê, situada próxima à Vila Cachimbinho, município de Anapu (PA); e a Base Anapu, na região sul da TI, também no município de Anapu". Segundo a nota, "as três estruturas foram implantadas estrategicamente para assegurar presença permanente, garantir monitoramento contínuo e oferecer suporte às ações de fiscalização e proteção territorial". Na TI Trincheira Bacajá, o governo também afirma que o MPI acompanha as equipes de fiscalização, inteligência, segurança e monitoramento, além de receber e qualificar denúncias, validar informações em campo e construir planos operacionais conjuntos com os órgãos de competência fiscalizatória. Como exemplo, a Casa Civil cita que "a Portaria MJSP nº 1.008, de 25 de agosto de 2025, autorizou o emprego da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) nas Terras Indígenas Trincheira Bacajá e Apyterewa, em apoio às atividades e serviços das equipes responsáveis pela proteção territorial". A nota conclui afirmando que "o MPI também promove, em diversos outros territórios indígenas, o projeto Ywy Ipuranguete – Conservação da Biodiversidade em Terras Indígenas, que destinará recursos estratégicos para o monitoramento ambiental e o fortalecimento da governança indígena"; e que "todas as iniciativas, somadas à presença reforçada das forças de segurança, são essenciais para manter os criminosos longe dos territórios indígenas e criar alternativas sustentáveis, reduzindo a vulnerabilidade das comunidades à cooptação por atividades ilegais". VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Leia as últimas notícias do estado no g1 Pará

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