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Três mulheres são presas em operação contra desvio de dinheiro de emendas parlamentares na Câmara Municipal de Ipojuca

Publicado em: 03/10/2025 15:44

Polícia investiga organização criminosa suspeita de desviar verbas públicas em Ipojuca Três mulheres, incluindo duas advogadas, foram presas numa operação da Polícia Civil que apura um suposto esquema de desvio de dinheiro público em Ipojuca, no Grande Recife (veja vídeo acima). As investigações apontam o repasse de verbas de emendas parlamentares para uma instituição que não tinha capacidade técnica para operar serviços contratados pelo poder público. Segundo a Polícia Civil, os recursos eram transferidos para organizações fantasma que operavam por meio de "laranjas". As mulheres presas são investigadas pelos crimes de corrupção passiva, peculato, falsidade documental e lavagem de dinheiro. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE As informações sobre a Operação "Alvitre", deflagrada na quinta-feira (2), foram divulgadas em entrevista coletiva nesta sexta (3). A ação foi realizada pela 43ª Circunscrição Policial da Delegacia de Porto de Galinhas com o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Durante a operação, foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão. Também foram expedidos sete mandados de prisão preventiva, mas apenas os três que tinham as mulheres como alvo foram cumpridos. Outros quatro suspeitos, todos homens, estão foragidos. Os nomes e as idades dos envolvidos não foram divulgados. De acordo com a Polícia Civil, o esquema envolvia o uso de emendas parlamentares impositivas, instrumento pelo qual vereadores destinam parte do orçamento municipal, geralmente em torno de 2% da Receita Corrente Líquida, para projetos e áreas específicas. No caso investigado, os recursos deveriam ser aplicados em serviços de saúde em Ipojuca. Entre 2022 e 2024, o total de repasses por meio de emendas somou R$ 39,68 milhões. "São emendas impositivas, que são votadas na Câmara Municipal e o Poder Executivo tem a obrigação de pagar. [...]. Cabe à pasta respectiva verificar se a associação (o serviço beneficiado) cumpre os requisitos legais antes de formalizar aquele termo de fomento e realizar o pagamento", explicou o delegado de Porto de Galinhas, Ney Luiz Rodrigues. Desvio de dinheiro As investigações começaram em 2024, a partir de denúncias publicadas por blogs e perfis no Instagram, que apontavam irregularidades no envio de R$ 7 milhões em emendas parlamentares a uma só instituição, que, depois, se descobriu que não existia. Com isso, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu os pagamentos, o que levou nove parlamentares a redirecionarem os recursos para outra associação, identificada apenas como IGPN. "Quando houve essa suspensão desse pagamento para essa determinada associação, nove parlamentares passaram a encaminhar esses valores das emendas a uma determinada associação que foi investigada e a gente conseguiu demonstrar, através da investigação, que essa associação não tinha capacidade técnica e operacional para oferecer aqueles serviços que foram contratados através de um termo de fomento entre a prefeitura e a respectiva associação", contou o delegado. De acordo com o delegado, como não tinha capacidade operacional para oferecer os serviços contratados por meio das emendas, a entidade investigada contratava empresas terceirizadas para realizar as ações. "Nós conseguimos identificar que essa associação, IGPN, após receberem os valores decorrentes dessas emendas, eles delegavam alguns serviços, por não terem capacidade, para outras associações, inclusive para a Rede Vhida, uma associação de Caruaru que pertence a duas advogadas", contou. Além da Rede Vhida, a polícia identificou pagamentos a uma faculdade particular, onde a terceira suspeita presa trabalha. A investigação também abrange os municípios de Ipojuca, Bezerros, Catende, São José da Coroa Grande e Barreiros. O g1 procurou a prefeitura de Ipojuca e a Câmara de Vereadores do município, mas não recebeu respostas até a última atualização desta reportagem. Também tenta contato com as associações IGPN e Rede Vhida. Delegado de Porto de Galinhas, Ney Luiz, promotora do GAECO, Katarina Gouveia, gestor da Diretoria Integrada Metropolitana, delegado Paulo Gondim, e delegado do Cabo de Santo Agostinho, Altemar Mamede. Vitor Dutra/Divulgação VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

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Manifestantes lotam Câmara Municipal de BH para pedir aprovação de tarifa zero; vídeos mostram confusão

Publicado em: 03/10/2025 15:15

Confusão na Câmara Municipal de BH antecede votação do projeto de tarifa zero Manifestantes lotaram a Câmara Municipal de Belo Horizonte na tarde desta sexta-feira (3) para pressionar os vereadores pela aprovação do projeto de lei que implementa tarifa zero nos ônibus municipais. Muitas pessoas foram impedidas de acessar a galeria do plenário, e houve confusão e empurra-empurra (veja vídeo acima). Os manifestantes gritaram "deixa o povo entrar". Na abertura da sessão, o presidente da Casa, vereador Professor Juliano Lopes (Pode), disse que a galeria estava lotada e que os interessados poderiam acompanhar a votação por telão. Manifestantes lotam Câmara Municipal de BH para votação do projeto de tarifa zero O projeto de lei que garante gratuidade no transporte coletivo municipal é o único previsto na pauta do plenário nesta sexta. Antes do início da votação, a principal autora do projeto, vereadora Iza Lourença (PSOL), defendeu a aprovação do texto. "Nós estamos debatendo esse projeto desde fevereiro, são oito meses, três estudos apresentados [...]. Não há que se dizer que não tem viabilidade, só quem não quer, só quem é contra o povo de Belo Horizonte é que cria mentiras para justificar o seu voto", falou. Tarifa zero A ideia do projeto de lei é que os passageiros deixem de pagar a passagem, mas o sistema continue sendo financiado de outras maneiras. Se entrar em vigor, BH se torna a primeira capital brasileira a extinguir as tarifas no transporte por ônibus. As formas de financiamento apontadas pela proposta são: Taxa mensal de R$ 168,82, por empregado, a ser pago por empresas com mais de dez funcionários – essa é a principal forma de financiamento prevista. Microempresas ficariam isentas. Recursos vindos de publicidade em ônibus e terminais. Multas aplicadas às concessionárias por descumprimento de contrato. Dinheiro do Fundo Municipal de Melhoria da Qualidade e Subsídio ao Transporte Coletivo, que foi criado em 2019 e, atualmente, está parcialmente regulamentado. Parlamentares estimam que o custo para manter ônibus com gratuidade giraria em torno de R$ 2 bilhões. Se aprovado, o modelo poderia começar a valer em até quatro anos e entraria em vigor já no próximo contrato de concessão do transporte, previsto para 2028. O projeto de lei é assinado por vereadores de 13 partidos: PSOL, PT, PRD, PCdoB, PSD, União Brasil, Cidadania, Mobiliza, PP, PV, Republicanos, MDB e Solidariedade. Não há garantia, entretanto, que todos os 22 vereadores signatários vão dar voto favorável. Para aprovar a proposta, é necessário que 28 dos 41 parlamentares da Câmara Municipal de Belo Horizonte votem a favor em dois turnos. Se aprovado, o texto seguirá para sanção ou veto do prefeito Álvaro Damião (União Brasil). LEIA MAIS: Tarifa zero em BH: Câmara Municipal deve votar proposta nesta sexta-feira Projeto de transporte público gratuito em BH: como tarifa zero pode ser financiada e quais as vantagens do modelo

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Denúncia de exploração sexual de adolescente de 14 anos é investigada em cidade no interior do RN

Publicado em: 03/10/2025 15:06

Vereadora denuncia exploração sexual infantil em Rafael Godeiro O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e a Polícia Civil abriram investigação para apurar uma denúncia de exploração sexual infantil no município de Rafael Godeiro, no Alto Oeste potiguar. O caso envolve uma adolescente de 14 anos de idade. A denúncia foi inicialmente apresentada pela vereadora Rejany Jales (MDB), em sessão da Câmara Municipal no dia 19 de setembro. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Ela afirmou que a adolescente estaria sendo explorada sexualmente pela própria mãe e pela irmã mais velha em troca de comida, no centro da cidade. "A mãe e a irmã mais velha trazem a menina de 14 anos para um idoso usufruir dessa criança em troca de uma feira", disse a parlamentar. Denúncia foi realizada na Câmara de Vereadores de Rafael Godeiro, RN Google Maps/Reprodução A parlamentar também disse ter acionado o Conselho Tutelar, mas alegou que o órgão não tomou providências na época. "Isso não pode acontecer", declarou. Segundo a polícia, a mãe da adolescente e a vereadora que trouxe o caso a público no município foram intimadas e devem prestar depoimento nos próximos dias. O MPRN confirmou que instaurou um procedimento para acompanhar a situação. Após a repercussão do caso, a prefeitura do município informou que formalizou denúncia ao Ministério Público. O Conselho Tutelar do município não respondeu aos contatos da Inter TV Cabugi até a última atualização desta reportagem. Veja os vídeos mais assistidos no g1 RN

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Câmara Municipal aprova Plano Plurianual de Sorocaba com orçamento de R$ 23 bilhões para os próximos 4 anos

Publicado em: 03/10/2025 14:32

Câmara de Sorocaba (SP) aprova PPA de 2026 a 2029 Câmara Municipal de Sorocaba/Divulgação A Câmara Municipal de Sorocaba (SP) aprovou, nesta quinta-feira (2), o Plano Plurianual (PPA) para os próximos quatro anos com orçamento de R$ 23 bilhões. O PPA de 2026 a 2029 foi aprovado durante a 61ª Sessão Ordinária da Câmara e recebeu 150 emendas em duas discussões, sendo 61 delas aprovadas. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp O Projeto de Lei nº 614/2025, de autoria do executivo, prevê um orçamento de R$ 23,276 bilhões sendo distribuídos em 2026, R$ 5,742 bilhões, em 2027, R$ 5,722 bilhões, em 2028, R$ 5,845 bilhões e em 2029, R$ 5,966 bilhões. Segundo o executivo, o PPA foi elaborado a partir de consultas públicas realizadas pela prefeitura e de audiências públicas na Câmara Municipal, com as secretarias e outros órgãos da cidade. Além das audiências públicas, no primeiro semestre do ano, o "Programa Câmara Itinerante" também ouviu demandas e sugestões da população de diferentes bairros para dar continuidade no planejamento. Previsão para Sorocaba O PPA em Sorocaba, segundo a câmara, se organiza em torno de quatro eixos estratégicos: a cidade humanizada, urbanizada, com gestão e transparência e inovação tecnológica e sustentável. Também está previsto o monitoramento do PPA, por meio de indicadores de desempenho. "Na área da saúde, entre outras ações, o Plano Plurianual 2026-2029 prevê a construção de novas Unidades Básicas de Saúde, da nova Policlínica e do Hospital Municipal. Na área de educação, prevê a construção de unidades escolares, além de serviços como transporte de estudantes e distribuição de material escolar. Na área de habitação, entre as ações previstas destacam-se: regularização fundiária, melhoria e produção de habitações de interesse social e urbanização de favelas", diz a publicação do executivo. Já para a área de mobilidade estão previstas obras no sistema viário, com desapropriações, e implantação de parques. Para o meio ambiente, destacam-se a projetos de arborização e recuperação de áreas degradadas, a reforma de parques, a gestão do zoológico e a coleta seletiva, além de obras no Canil Municipal. Confira outros destaques do g1 g1 em 1 minuto: mãe denuncia tortura de policiais ao encontrar o filho gravemente ferido Mãe denuncia tortura de policiais militares após encontrar filho gravemente ferido em Sorocaba Câmara de Avaré aprova sistema de monitoramento em tempo real nas creches municipais Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Entenda como funcionava o esquema de rachadinha em gabinete de vereador preso em Manaus

Publicado em: 03/10/2025 14:00

Cofres são apreendidos em posse de vereador suspeito de rachadinha em Manaus O Ministério Público do Amazonas (MPAM) deu detalhes sobre como funcionava o esquema de rachadinha no gabinete do vereador Rosinaldo Bual (Agir-AM), preso nesta sexta-feira (3). Segundo o órgão, os servidores eram obrigados a repassar 50% do salário para o vereador. Durante operação, agentes apreenderam três cofres com valores que chegam a quase R$ 1 milhão. A prisão de Bual e da chefe de gabinete dele ocorreu no âmbito da "Operação Face Oculta", conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em cumprimento a dois mandados de prisão preventiva. Os agentes também cumpriram 17 mandados de busca e apreensão. Para viabilizar a fraude, o vereador mantinha entre 40 e 50 assessores nomeados, número muito superior à real necessidade do gabinete, incluindo pessoas que sequer exerciam funções públicas compatíveis. De acordo com as investigações, mais de 100 pessoas trabalharam no gabinete do vereador desde o início do mandato este ano. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do AM em tempo real e de graça Os funcionários recebiam um alto valor de salário na folha de pagamento, mas pessoas ligadas ao vereador intimidavam os trabalhadores para que metade do pagamento fosse transferido para contas vinculadas a Bual por dinheiro em espécie ou Pix. "O dinheiro ia primeiramente para quatro a cinco pessoas da equipe dele e depois eram revertidos em benefício do parlamentar. Nos nossos documentos aqui, nós identificamos aproximadamente 50 funcionários", explicou o promotor Leonardo Tupinambá. Também presa preventivamente, a chefe de gabinete do vereador, segundo a investigação, ocupava posição estratégica como operadora principal do esquema. Ela era responsável pelo contato direto com os servidores comissionados para a cobrança da “devolução” de parte das remunerações. A quebra de sigilo bancário autorizada pela Justiça revelou diversas transferências feitas diretamente para a conta pessoal de Rosinaldo Bual. A movimentação atípica motivou a operação. A Justiça, que já decidiu pelo afastamento do investigado das funções parlamentares por 120 dias, também determinou a quebra de sigilos bancários e telemáticos, bem como o bloqueio judicial de R$ 2,5 milhões, com o objetivo de assegurar o ressarcimento aos cofres públicos. O g1 questionou o MPAM o que motivou a quebra de sigilo bancário do vereador, mas até a atualização mais recente desta reportagem não obteve resposta. Cofres apreendidos Durante a ação, os agentes encontraram três cofres: um na casa de Bual, outro na casa da mãe dele e o terceiro no sítio do vereador. Veja no vídeo acima. Segundo o MPAM, Bual se recusou a fornecer as senhas. Os três cofres apreendidos foram abertos com apoio do Corpo de Bombeiros. No interior de um deles, foram encontrados R$ 390 mil em espécie, dois cheques que superavam R$ 500 mil e diversos documentos, entre os quais passaportes. A investigação indicou que os valores retidos também eram usados em um esquema de agiotagem. O vereador também foi preso em flagrante pelo crime de posse irregular de arma de fogo de uso permitido. LEIA TAMBÉM Câmera de segurança mostra bancário atropelando homem após discussão em fila de supermercado em Manaus VÍDEO: Homem é preso suspeito de dopar e estuprar adolescente que conheceu em de jogo online no AM Operação Face Oculta Divulgação/MP-AM Quem é Rosinaldo Bual Rosinaldo Bual tem 49 anos, nasceu em Manacapuru, no interior do Amazonas, mas vive na capital amazonense. É casado e pai de três filhos. Iniciou a carreira política aos 35 anos, sendo eleito vereador de Manaus pela primeira vez em 2020 e reeleito em 2024, com 7.892 votos. Em perfil postado no site da Câmara Municipal de Manaus (CMM), Bual informou que desenvolve trabalhos sociais em comunidades há mais de 20 anos, em especial no bairro da Compensa, na capital amazonense. Atualmente, é presidente da 8ª Comissão de Transporte, Mobilidade Urbana e Acessibilidade. A relação com os transportes vem desde 2005, quando Bual iniciou carreira como instrutor e perito de trânsito. Além de vereador, ele também é proprietário de autoescolas em Manaus. Antes da vida pública, entre as décadas de 1990 e 2000, trabalhou em uma fábrica de relógios no Polo Industrial de Manaus e incorporou-se às fileiras do Exército Brasileiro, tornou-se sargento e permaneceu nas Forças Armadas até 2004. Rosinaldo Bual na CMM Divulgação Vereador Rosinaldo Bual é preso por suspeita de rachadinha em Manaus

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Quem é Rosinaldo Bual, vereador de Manaus preso em operação por suspeita de rachadinha

Publicado em: 03/10/2025 11:43

Vereador Rosinaldo Bual é preso por suspeita de rachadinha em Manaus O vereador de Manaus Rosinaldo Bual (Agir-AM) foi preso preventivamente durante operação do Ministério Público do Amazonas (MPAM) que investiga um esquema de rachadinha na Câmara Municipal, nesta sexta-feira (3). Veja o vídeo acima. Rosinaldo Bual tem 49 anos, nasceu em Manacapuru, no interior do Amazonas, mas vive na capital amazonense. É casado e pai de três filhos. Iniciou a carreira política aos 35 anos, sendo eleito vereador de Manaus pela primeira vez em 2020 e reeleito em 2024, com 7.892 votos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do AM em tempo real e de graça Em perfil postado na Câmara de Manaus (CMM), Bual informou que desenvolve trabalhos sociais em comunidades há mais de 20 anos, em especial no bairro da Compensa, na capital amazonense. Atualmente, é presidente da 8ª Comissão de Transporte, Mobilidade Urbana e Acessibilidade. A relação com os transportes vem desde 2005, quando Bual iniciou carreira como instrutor e perito de trânsito. Além de vereador, ele também é proprietário de autoescolas em Manaus. Antes da vida pública, entre as décadas de 1990 e 2000, trabalhou em uma fábrica de relógios no Polo Industrial de Manaus e incorporou-se às fileiras do Exército Brasileiro, tornou-se sargento e permaneceu nas Forças Armadas até 2004. Rosinaldo Bual na CMM Divulgação Operação Rosinaldo Bual foi preso junto com sua chefe de gabinete. Segundo o Ministério Público, foram cumpridos mais de dezessete mandados de busca e apreensão e dois de prisão. Durante a ação, os agentes encontraram três cofres: um na casa de Bual, outro na casa da mãe e o terceiro no sítio do vereador. Ele recusou-se a fornecer a senha dos cofres às autoridades. O g1 tenta localizar a defesa de Rosinaldo Bual. De acordo com as investigações, mais de 100 pessoas trabalharam no gabinete do vereador desde o início do mandato. Os funcionários recebiam um alto valor de salário na folha de pagamento, mas pessoas ligadas ao vereador intimidavam os trabalhadores para que metade do valor fosse transferido a Bual por dinheiro em espécie ou Pix. A quebra de sigilo bancário autorizada pela Justiça revelou diversas transferências feitas diretamente para a conta pessoal de Rosinaldo Bual. O MP não deu detalhes sobre a participação da chefe de gabinete do vereador no esquema criminoso. Ambos foram encaminhados ao 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP). LEIA TAMBÉM Operação em Manaus mira grupo que transportava drogas para fora do Amazonas Gaeco cumpre mandados de prisão em operação contra fraude de licitação e lavagem de dinheiro em hospital de Manaus Sou Manaus sem transparência: vereadores pedem, mas Prefeitura não divulga detalhamento

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COP 30: Primeira etapa de restauro do Conjunto Mercedários é entregue em Belém

Publicado em: 03/10/2025 11:36

BNDES entrega 1ª etapa do restauro do Conjunto Mercedários em Belém Divulgação O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Universidade Federal do Pará (UFPA) e o Instituto Cultural Vale entregaram, na quinta-feira (2), a primeira etapa da obra de restauro do Conjunto Mercedários, em Belém. O projeto, que prevê a revitalização de um dos maiores conjuntos arquitetônicos da região Norte, recebeu investimento de R$ 49,4 milhões. Do total, R$ 36,3 milhões foram repassados pelo BNDES por meio do Fundo Cultural, em recursos não reembolsáveis. A iniciativa também conta com apoio da UFPA, do Instituto Cultural Vale e da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa). Durante a Conferência da ONU sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada em Belém entre 10 e 21 de novembro, o espaço vai sediar a Casa BNDES. A programação prevê atividades culturais, oficinas, experiências imersivas, sessões de cinema e outras atrações. Clique e siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Na solenidade de entrega, estiveram presentes o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, a diretora socioambiental do banco, Tereza Campello, o reitor da UFPA, Gilmar Pereira da Silva, e o diretor-presidente do Instituto Cultural Vale, Hugo Barreto. Durante o evento, Mercadante e Campello receberam da Câmara Municipal de Belém o título de “Cidadão de Belém”. “Nos últimos dois anos e meio, o BNDES emprestou R$ 14,2 bilhões de reais para o Pará. Na cidade de Belém, temos financiamento de R$ 1,5 bilhão em parceira com o governo paraense. Não são obras só para a COP30: financiamos, por exemplo, as obras de macrodrenagem nas áreas alagadas, que são habitadas pelos mais pobres”, disse o presidente do Banco, Aloizio Mercadante. Durante o evento, Aloizio Mercadante também sugeriu à UFPA o resgate da história de Pedro Teixeira. Segundo ele, o explorador e militar português do século XVII liderou a maior expedição pelo rio Amazonas e teve papel decisivo na consolidação do domínio português na região. Patrimônio histórico O Conjunto Mercedários está localizado em área estratégica do centro histórico de Belém. O espaço foi contemplado pela chamada pública do BNDES “Resgatando a História”, que apoia projetos de preservação do patrimônio histórico material, imaterial e de acervos memoriais em todo o país. Além de atividades acadêmicas e científicas já em andamento, o complexo vai receber novos equipamentos culturais e educacionais, como a Galeria de Arte da UFPA (GAU), uma livraria da Editora da UFPA, o Museu de Ciências do Patrimônio Cultural, um projeto de ensino da Escola de Música da UFPA e um auditório com capacidade para 175 pessoas. O conjunto em restauração reúne a Igreja de Nossa Senhora das Mercês e o antigo Convento dos Mercedários, atualmente unidade da UFPA. Construído originalmente em 1640 e reconstruído em 1748, é considerado um dos conventos coloniais mais importantes da Amazônia e um dos maiores conjuntos arquitetônicos da região Norte. Vídeos com as principais notícias do Pará

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Vereador Rosinaldo Bual é preso por suspeita de rachadinha em Manaus; chefe de gabinete também foi detida

Publicado em: 03/10/2025 08:47

Rosinaldo Bual na CMM Divulgação O vereador de Manaus Rosinaldo Bual (Agir) e a chefe de gabinete dele foram presos preventivamente durante operação que investiga um esquema de rachadinha na Câmara Municipal nesta sexta-feira (3) O caso segue sob apuração do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Amazonas (MPAM). Durante o cumprimento dos mandados, os agentes encontraram três cofres no gabinete do parlamentar. Segundo o MPAM, Bual se recusou a fornecer as senhas, e os cofres serão levados para a sede do órgão para perícia. De acordo com as investigações, mais de 100 pessoas passaram pelo gabinete do vereador desde o início do mandato. A quebra de sigilo bancário autorizada pela Justiça revelou diversas transferências feitas diretamente para a conta pessoal de Rosinaldo Bual, o que reforça as suspeitas de desvio de recursos públicos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do AM em tempo real e de graça Ambos devem ser encaminhados ao 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP). O g1 tenta localizar a defesa de Rosinaldo Bual. *Reportagem em atualização LEIA TAMBÉM Operação em Manaus mira grupo que transportava drogas para fora do Amazonas Gaeco cumpre mandados de prisão em operação contra fraude de licitação e lavagem de dinheiro em hospital de Manaus

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Viagem de vereadores à China custou R$ 452 mil aos cofres públicos, segundo Câmara de SP

Publicado em: 03/10/2025 05:30

Os seis vereadores que participaram da comitiva da Câmara Municipal de SP que viajou à China entre entre 19 de setembro a 28 de setembro. Divulgação A primeira viagem da história da Câmara Municipal de vereadores de São Paulo para a China custou aos cofres públicos cerca de R$ 452 mil, segundo a Casa. Conforme o g1 publicou em primeira mão, seis parlamentares governistas e da oposição fizeram uma viagem oficial de 10 dias para Pequim, entre 19 de setembro a 28 de setembro, com verba custeada pelo Poder Legislativo. Os vereadores João Jorge (MDB), Hélio Rodrigues (PT), Dr. Milton Ferreira (Podemos), Major Palumbo (PP), Fabio Riva (MDB) e Carlos Bezerra (PSD) cumpriram uma série de compromissos públicos na capital chinesa, a convite do governo local. Além dos seis parlamentares, dois funcionários de carreira da Câmara também participaram da comitiva, para assessorar o grupo. ✅ Clique aqui para se inscrever no canal do g1 SP no WhatsApp Segundo a Mesa Diretora da Câmara, foram desembolsados para a viagem R$ 129.124,28 em passagens aéreas e outros R$ 323.400 em despesas de viagem, como hospedagens, alimentação e transportes, pagos por meio de contrato com a Agência de Promoção de Investimentos do Estado de São Paulo (Invest-SP), especialista nesse tipo de viagens oficiais para o exterior. Somados os oito integrantes da comitiva, o custo por pessoa foi de cerca de R$ 56,5 mil, gasto que equivale a cerca de R$ 13,3 mil por dia, por integrante do grupo. A Mesa Diretora diz que a compra das passagens aéreas foi feita por meio de licitação, que gerou uma economia de 25% de desconto em relação ao preço aplicado pelas companhias aéreas. “No contrato com a InvestSP já estão incluídos os custos com hospedagens e locomoção urbana e intracidades. Assim, foram pagos valores correspondentes a 25% do valor integral de diárias, para o custeio de alimentação, conforme prevê o Ato 1.245/2013. O valor total das diárias no caso da missão para a China é de R$ 49.757,20”, disse a Casa. A Câmara afirmou, ainda, que optou por contratar a InvestSP para organizar a comitiva porque a empresa paulista “tem expertise em organização de viagens deste tipo e possui um escritório de representação na China. É a mesma agência que foi contratada pela Prefeitura para organizar missão oficial recente ao mesmo destino, nos mesmos moldes e formato”. Os seis vereadores que participaram da comitiva da Câmara Municipal de SP que viajou à China entre entre 19 de setembro a 28 de setembro. Reprodução/Instagram “A agência foi a responsável por todo o planejamento estratégico da missão; agendamento de reuniões; apoio na logística interna (hospedagem, transporte interno e intracidades); tradução; acompanhamento da delegação; registro documental; produção de relatório técnico da missão com avaliação de resultados; entrega de material e documentos das instituições visitadas; entre outras atividades”, declarou. Apesar de terem se ausentado da cidade por dez dias, os seis vereadores que foram à China não terão desconto em salário nos dias ausentes, porque estavam em missão oficial da Câmara Municipal, aprovado em plenário por todos os partidos. “A missão da Câmara tratou de temas relevantes para a cidade de São Paulo, dentre eles eletrificação da frota, segurança, geração de emprego, energias renováveis, reciclagem, gestão de resíduos e atendimentos emergenciais em metrópoles. São temas que foram tratados pela missão da Prefeitura e que competem aos vereadores se aprofundarem para poder, assim como o Executivo, propor políticas públicas e fiscalizar as ações do Município”, disse a Mesa Diretora. Entre as atividades realizadas em solo chinês, a delegação visitou a empresa de tecnologia Metuan-Keeta, onde foram apresentadas soluções voltadas a logística urbana. A companhia demonstrou iniciativas como a utilização de drones e carrinhos autônomos, dirigidos por inteligência artificial, para otimizar o processo de entregas nas cidades. Também foram apresentados os pontos de descanso e atendimento voltados aos entregadores, além de equipamentos de proteção desenvolvidos para garantir maior segurança e bem-estar durante a atividade profissional. O grupo também visitou a empresa pública de resíduos sólidos de Xangai, responsável por tratar resíduos da cidade com tecnologias inovadoras, incineração e geração de energia. Encontro com o governo chinês dos seis vereadores que participaram da comitiva da Câmara Municipal de SP que viajou à China entre entre 19 de setembro a 28 de setembro. Reprodução/Instagram

TJMG abre inscrições para casamento comunitário em BH; cerimônia será em estádio

Publicado em: 03/10/2025 05:20

TJMG abre inscrições para casamento comunitário em BH; cerimônia será na Arena do Galo. Laura Rezende/Globoesporte.com O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) abriu inscrições para um casamento comunitário em Belo Horizonte. A cerimônia, que converterá uniões estáveis em casamento civil, será realizada no dia 7 de novembro, na Arena do Galo. Os casais interessados em participar do mutirão devem se inscrever pessoalmente até a próxima sexta-feira (10). As inscrições são gratuitas e limitadas, e podem ser feitas em três endereços na capital mineira (confira os endereços abaixo). Ao todo, 113 casais poderão oficializar a união no evento, que será organizado pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Belo Horizonte. Onde se inscrever As inscrições já estão abertas e vão até o dia 10 de outubro. A participação é gratuita e os interessados devem se inscrever presencialmente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, em um dos seguintes locais: Cejusc-BH (Rua Maranhão, 1.693 – Funcionários) Fórum Digital de Venda Nova (Rua Padre Pedro Pinto, 175 – Venda Nova) Papre da Câmara Municipal de BH (Avenida dos Andradas, 3.100 – Santa Efigênia) Regras para participar O casal deve morar em Belo Horizonte; Ambos precisam ser maiores de idade e capazes; A união estável deve ter pelo menos um ano de duração; É necessário apresentar a documentação exigida dentro do prazo (saiba quais aqui); No momento da inscrição, os casais devem estar acompanhados de duas testemunhas, que não podem ser parentes. O preenchimento das vagas seguirá a ordem de entrega da documentação completa. Caso a procura seja maior que o número de vagas, será criado um cadastro de reserva.

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Tarifa zero em BH: Câmara Municipal deve votar proposta nesta sexta-feira

Publicado em: 03/10/2025 04:01

Ônibus do sistema Move de Belo Horizonte Isabel Baldoni/PBH A Câmara Municipal de Belo Horizonte pode votar em primeiro turnonesta sexta-feira (3) o projeto de lei para a implementação da gratuidade nos ônibus coletivos, conhecida como "tarifa zero". A proposta foi baseada em um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que apontou formas de custear um transporte público totalmente gratuito na capital mineira. Segundo o texto apresentado pelos vereadores, a ideia é que os passageiros deixem de pagar a passagem, mas o sistema continue sendo financiado de outras maneiras. As formas de financiamento apontadas pela proposta são: Taxa mensal de R$ 168,82, por empregado, a ser pago por empresas com mais de dez funcionários - esta é a principal forma de financiamento prevista. Microempresas ficariam isentas. Recursos vindos de publicidade em ônibus e terminais. Multas aplicadas às concessionárias por descumprimento de contrato. Dinheiro do Fundo Municipal de Melhoria da Qualidade e Subsídio ao Transporte Coletivo, que foi criado em 2019 e, atualmente, está parcialmente regulamentado. Parlamentares estimam que o custo para manter ônibus com gratuidade giraria em torno de R$ 2 bilhões. Se aprovado, o modelo poderia começar a valer em até quatro anos e entraria em vigor já no próximo contrato de concessão do transporte, previsto para 2028. A iniciativa, no entanto, divide opiniões entre políticos e instituições (leia mais abaixo). Esta reportagem aborda os seguintes pontos: Quem apoia e como será a votação Quem defende diz que há como financiar custo Oposição fala em 'novo imposto' para empresas Estudo da UFMG indica geração de emprego Fiemg estima redução do PIB e de empregos formais Entenda proposta de gratuidade no transporte público de BH Quem apoia e como será a votação O projeto de lei é assinado por vereadores de 13 partidos: PSOL, PT, PRD, PCdoB, PSD, União Brasil, Cidadania, Mobiliza, PP, PV, Republicanos, MDB e Solidariedade. A votação em primeiro turno está prevista para as 14h30 desta sexta-feira, no Plenário Prefeito Amintas de Barros. Para aprovar a proposta, é necessário que 28 dos 41 parlamentares da Câmara Municipal de Belo Horizonte votem a favor em dois turnos. Se aprovado, o texto seguirá para sanção ou veto do prefeito Álvaro Damião (União Brasil). Quem defende diz que há como financiar custo Iza Lourença (PSOL), principal autora do projeto, afirma que a proposta é viável e pode melhorar o transporte público da capital. Segundo ela, a taxa prevista no texto já seria suficiente para custear o sistema sem cobrança de tarifa, mas o projeto mantém outras fontes de receita — como subsídios, publicidade e multas aplicadas às concessionárias — para garantir melhorias no serviço. A vereadora argumenta que o aumento de custos apontado por críticos não é proporcional ao crescimento da demanda. "O estudo da UFMG mostra que, mesmo com uma demanda três vezes maior, o custo do sistema sobe, em média, 30%", explica. Ela também destaca que 80% das empresas teriam economia com a taxa, já que gastam muito com vale-transporte. Para as demais, o impacto seria inferior a 1% da folha de pagamento. A parlamentar diz, ainda, que instituições públicas, como a Assembleia Legislativa e órgãos federais, seriam as mais oneradas, e não o setor privado. Oposição fala em 'novo imposto' para empresas Já o vereador Bráulio Lara (Novo) critica a proposta e afirma que a tarifa zero não é gratuita, pois "alguém sempre vai pagar essa conta". Para ele, o sistema de transporte da capital já é caro e carece de transparência. "Em 2022, o subsídio era de R$ 250 milhões, depois subiu para R$ 750 milhões e hoje já passa de R$ 1,5 bilhão", sustenta. Conforme Lara, o projeto cria "um novo imposto" que vai impactar principalmente médios e pequenos empresários, aumentando a carga tributária para custear um benefício que, na visão dele, atenderia a uma minoria. Ele compara a medida a "aumentar a conta de luz da maioria para garantir isenção para poucos". O parlamentar defende que, antes de discutir gratuidade, é preciso reformar o contrato de concessão, que vence em 2028, e dar mais transparência aos custos do sistema. "Se a gente não fizer uma reforma estrutural no contrato, não dá para falar em tarifa zero", afirmou. Estudo da UFMG indica geração de emprego Uma nota técnica elaborada pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) analisou os potenciais impactos da implementação da tarifa zero no sistema de transporte público por ônibus da capital. O estudo utilizou como base dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017/2018, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para os pesquisadores, a gratuidade, ao liberar renda e eliminar barreiras de mobilidade, não apenas reduz desigualdades e amplia o acesso a direitos sociais, como também fomenta atividades econômicas locais. Na visão dos acadêmicos, isso favorece a geração de empregos, especialmente no setor de comércio e serviços. Fiemg estima redução do PIB e de empregos formais Por outro lado, entidades como a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) se posicionaram contrárias à tarifa zero e temem impactos econômicos negativos no transporte coletivo da capital. Estudo da Gerência de Economia e Finanças Empresariais da Fiemg estima uma queda de R$ 3,1 bilhões no faturamento das empresas e menos 55,3 mil empregos formais, além de retração de até 2,1% no PIB municipal e um aumento de até 3% na inflação. Para a Fiemg, a criação de uma taxa às empresas para financiar essa política também fere o Código Tributário Nacional. "O transporte público não é de utilização obrigatória e, portanto, não pode ser financiado compulsoriamente pelas empresas. Conforme a Constituição, uma taxa vinculada a serviço facultativo só pode ser cobrada mediante a efetiva fruição pelo contribuinte", defendeu a Fiemg. Gratuidade no transporte coletivo de BH pode se tornar realidade

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Polícia investiga denúncias de crime sexual contra vereador de Piracicaba

Publicado em: 02/10/2025 19:05

Vereador Cassio Luiz Barbosa, o Cassio Fala Pira, de Piracicaba Rubens Cardia/ Câmara Municipal de Piracicaba A Polícia Civil abriu inquérito para investigar denúncias sobre supostas importunações sexuais praticadas pelo vereador Cássio Luiz Barbosa, conhecido como Cassio Fala Pira (PL), de Piracicaba (SP). Ele foi denunciado por duas mulheres. O parlamentar nega ter praticado os atos (leia nota de sua defesa ao final da reportagem). Uma das denunciantes afirmou que o crime foi praticado dentro do gabinete do parlamentar, quando o acionou para pedir ajuda para conseguir emprego. Ela relatou à polícia e em entrevista à EPTV, afiliada da TV Globo, que o parlamentar teria tocado em partes íntimas do seu corpo e colocado as mãos dela à força nas partes íntimas dele. A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) informou que o caso é investigado, sob sigilo, por meio de inquérito policial na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Piracicaba. "A autoridade policial prossegue com as diligências visando o esclarecimento dos fatos. Detalhes serão preservados por se tratar de um crime sexual", acrescentou. Entenda a denúncia Ela relatou à EPTV, afiliada da TV Globo, que foi recebida pelo parlamentar na sala dele na Câmara e estranhou que não havia mais ninguém além dele no local. "Não tinha ninguém e eu achando que ele ia entrar em contato com a pessoa [que ofereceria o emprego] pra pessoa vir falar comigo a respeito do trabalho", afirmou. 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram Ela contou que quando ligou pedindo serviço, como tem depressão, estava chorando. "Daí, eu acho que ele usou isso, a minha vulnerabilidade, pegou as minhas duas mãos e ficou segurando. Daí eu falei: 'vai acontecer alguma coisa comigo'. Já pensei comigo e puxei minha mão", acrescentou. Segundo a mulher, após isso, o vereador se aproximou e os abusos tiveram início. "Como isso já aconteceu comigo quando eu era criança, eu fiquei sem reação. Eu falei: 'eu não acredito que isso tá acontecendo comigo de novo. Eu vim atrás de serviço, eu sou uma pessoa séria, eu sou uma pessoa estudada, eu não preciso dessas coisas'. [...] Eu fiquei chorando, eu fiquei em choque", contou. Segundo denunciante, abuso ocorreu dentro de gabinete de vereador na Câmara Municipal de Piracicaba Rubens Cardia/ Câmara Municipal de Piracicaba Pedido de socorro Ela disse que, após isso, o parlamentar foi atender outra pessoa e ela conseguiu pedir ajuda a uma amiga por telefone. E que, quando Cássio retornou, ele queria pegar o telefone para apagar a conversa. "Ele fica a todo momento tentando pegar meu celular, ele pega meu celular em um momento, pra tentar mandar mensagem pra essa pessoa que eu pedi socorro, pra se passar por mim, pra falar que era mentira. E, depois, ele pegou, e ele fingiu que era", acrescentou. A mulher afirmou que, depois do ocorrido, com ela ainda no gabinete, o parlamentar passou a lhe oferecer trabalho. "Acho que ele pensou: 'eu vou dar um trabalho pra essa menina, e ela vai ficar calada'". Testemunha diz que recebeu relatos parecidos Uma amiga da vítima prestou depoimento à Polícia Civil e disse que também conhece Cássio. Ela relatou que a amiga comentou sobre o suposto abuso que sofreu e que ficou "mal psicologicamente". Essa testemunha também afirmou que encorajou a vítima a formalizar a denúncia. Ela também afirmou que, depois que a "situação se espalhou", outras mulheres vieram lhe contar que passaram por situação semelhante em que o vereador seria o abusador. Outra denúncia A EPTV também teve acesso ao teor do depoimento à polícia feito por outra mulher, que conhece Cássio devido a ações políticas realizadas por ele no bairro onde ela mora. Ela relatou que o parlamentar, em diferentes vezes, fez comentários sexuais sobre seu corpo e, em um dos episódios, passou a mão em sua cintura e quadril. A Câmara Municipal de Piracicaba informou que tomou conhecimento da denúncia, "adotou os encaminhamentos internos cabíveis e permanece à disposição das autoridades para colaborar com todas as etapas necessárias, em estrita observância ao devido processo legal". DDM de Piracicaba João Alvarenga/EPTV Vereador contesta denúncias Em nota assinada por seu advogado, Renan Servija, e por sua assessoria de comunicação, Cássio contestou as denúncias e afirmou que vai provar sua inocência. Abaixo, confira a nota na íntegra: "O vereador Cássio Luiz Barbosa, conhecido como Fala Pira, vem a público, por meio de sua assessoria, esclarecer as recentes notícias envolvendo acusações de natureza sexual. O parlamentar reitera sua absoluta inocência e manifesta plena confiança na Justiça para o esclarecimento dos fatos. Ressalta ainda que jamais praticou qualquer conduta ilícita ou que pudesse atentar contra a dignidade de qualquer pessoa. Trata-se de uma acusação grave, que será devidamente enfrentada no âmbito legal, onde serão apresentados todos os elementos capazes de demonstrar a verdade. O vereador reafirma seu respeito às instituições e à transparência, e coloca-se à disposição para colaborar com as autoridades competentes. Neste momento, pede serenidade à população e responsabilidade no tratamento da informação, a fim de que não haja pré-julgamentos ou distorções que possam comprometer a honra de sua família, sua trajetória pública e o devido processo legal. O vereador seguirá exercendo suas funções parlamentares normalmente, sempre pautado pela ética e pelo compromisso com a comunidade". VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e região Veja mais notícias no g1 Piracicaba

Prefeito de BH sanciona lei que dá à cidade título de 'Capital do Bitcoin'

Publicado em: 02/10/2025 18:22

Belo Horizonte é declarada 'Capital do Bitcoin' por nova lei municipal Foto 1: Lyvia Correa/Arquivo pessoal; foto 2: Dado Ruvic/Reuters O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União Brasil), sancionou a lei que dá à cidade o título de "Capital do Bitcoin". O texto já tinha sido aprovado pela Câmara de Vereadores. A sanção foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM) desta quinta-feira (2). O bitcoin é a primeira e mais conhecida criptomoeda do mundo. Ele funciona de forma descentralizada, sem controle de bancos ou governos, e utiliza blockchain, um tipo de registro digital, para registrar transações (leia mais abaixo). Segundo a prefeitura, a proposta, de autoria do vereador Vile Santos (PL), tem o objetivo de consolidar BH como referência em criptoativos, tecnologia e inovação. A ideia do Executivo local é atrair investimentos, fomentar a promoção de eventos sobre o tema, fortalecer a educação financeira e estimular a economia local. A lei também prevê que a prefeitura possa apoiar ações voltadas ao desenvolvimento do setor, como cursos e projetos para empreendedores e estudantes. No entanto, o texto não apresenta medidas concretas de incentivo a esse setor. Críticas ao projeto Durante a tramitação na Câmara Municipal, parlamentares contrários ao título questionaram a ligação de Belo Horizonte com o bitcoin e criticaram a falta de lastro e regulamentação da moeda virtual. “Além de tudo isso, precisamos nos perguntar o que o Bitcoin financia. Financia empregos, obras e oportunidade de distribuição de renda ou é apenas especulação financeira?”, indagou a vereadora Luiza Dulci (PT). “Exatamente por não serem rastreadas, são usadas pelo PCC e pelo Comando Vermelho”, afirmou Iza Lourença (Psol). Bitcoin e blockchain O Bitcoin é uma moeda digital criada em 2008 e em operação desde 2009 que permite transferências diretas entre pessoas, sem a necessidade de bancos ou intermediários. Ele é usado tanto como forma de pagamento quanto como investimento, sendo conhecido pela alta valorização e volatilidade. Por trás do criptoativo está a tecnologia blockchain, que funciona como um registro público e descentralizado de todas as transações. Em vez de ficar armazenado em um único servidor, esse “livro-caixa digital” é distribuído por milhares de computadores no mundo. O vídeo abaixo explica o que é e como funciona o bitcoin: Bitcoin: Saiba o que é e como funciona a mais popular das criptomoedas

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MP investiga pulverização de agrotóxico sobre comunidade indígena de MS

Publicado em: 02/10/2025 13:25

Indígenas Guarani e Kaiowá retomam área de fazenda em Caarapó, em 25 de setembro, e pedem fim de pulverização de agrotóxicos. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) instaurou investigação para apurar denúncias de pulverização de agrotóxicos sobre a Terra Indígena Guyraroká, em Caarapó (MS). Segundo o órgão, ofícios foram enviados à Polícia Militar Ambiental (PMA), Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), para que verifiquem a possível aplicação irregular de agrotóxicos na região . ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp A Câmara Municipal de Caarapó também foi requisitada e deverá prestar informações sobre se o município tem legislação específica sobre pulverização aérea. A medida do Ministério Público estadual acontece após os Guarani e Kaiowá retomarem uma fazenda, chamada Iputiã, e reivindicarem que os proprietários parem de pulverizar agrotóxico na área indígena. Os Guarani e Kaiowá também pedem a resolução da demarcação das terras, que está parada há mais de uma década. Guyraroká Um vídeo, registrado na última quinta-feira (25) no local da retomada, traz o relato de uma indígena que mostra a situação dos integrantes que fazem a ocupação na fazenda. “Eles estão todos ali na fazenda, queimaram tudo o que tinha. Aqui está a comunidade. Pessoal está rezando por quem passou mal. Teve mulher grávida que tomou tiro e está desmaiada e não tem Sesai para socorrer. É por nossa terra que estamos passando por isso. Estamos cansados de esperar, já reclamamos tanto, chegamos até na ONU e ninguém resolveu. Aqui nós estamos pela nossa terra, por nosso povo Guarani e Kaiowá. Fazendo assim para que possam olhar para o nosso povo e demarcar a nossa terra”, diz a indígena no vídeo. ➡️A fala da indígena no vídeo, feita em Guarani, foi traduzida por Simão Guarani e Kaiowá. Conforme o Cimi, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) foi acionada e os indígenas pedem que a Corte internacional acelere os processos judiciais que envolvem a demarcação da Terra Indígena Guyraroká, já que a medida pode ser a “única capaz de solucionar o problema definitivamente e garantir a sobrevivência física e cultural da comunidade”, publicou o conselho. O g1 não conseguiu localizar o contato da administração da Fazenda Iputiã até a última atualização desta reportagem. Também não obtivemos retorno da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Caso internacional Em 2019, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão que faz parte da Organização dos Estados Americanos (OEA), concedeu uma medida (ainda vigente) que exige do Estado brasileiro medidas para proteger o direito à vida e à integridade pessoal do povo Guarani e Kaiowá da comunidade Guyraroká. Na ocasião, a corte internacional considerou que os indígenas vivem sob situação de risco devido às constantes ameaças, abusos e atos de violência “supostamente por parte de fazendeiros no marco de uma controvérsia propriedade de terras”. Demarcação Conforme consta no relatório da Comissão Internacional, em 2009 o Estado brasileiro reconheceu que as terras onde a fazenda está inserida pertencem aos indígenas. Contudo, em 2016, a decisão foi revertida e o processo segue no Supremo Tribunal Federal (STF). Os Guarani Kaiowá buscam a retomada da terra desde 1999. No documento é evidenciado que, entre os problemas enfrentados pelos indígenas está o uso de agrotóxicos lançados nas plantações, casas, escola e posto de saúde da comunidade. “Apesar de Guyraroká ser uma terra já declarada, com 11 mil hectares, mas os indígenas [cerca de 200] vivem em 50 hectares, num acampamento provisório, sem mínimas condições de dignidade”, explica ao g1, Matias Benno, coordenador do Cimi Regional Mato Grosso do Sul. Um estudo, publicado na Associação Brasileira de Saúde Coletiva da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) avaliou a presença de agrotóxicos nas águas da retomada Guyraroká e encontrou mais de 20 substâncias que causam "efeitos graves à saúde e 68% são proibidos na União Eruopeia", aponta a publicação. Indígenas Guarani e Kaiowá pedem fim da pulverização de agrotóxicos em Caarapó (MS). Divulgação/Cimi Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

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Bigodini fala pela 1ª vez sobre acidente, investigação e possibilidade de cassação: 'Consciência tranquila'

Publicado em: 02/10/2025 12:16

Bigodini (MDB) está em seu primeiro mandato como vereador de Ribeirão Preto (SP) Câmara Municipal de Ribeirão Preto O vereador Roger Ronan da Silva, mais conhecido como Bigodini (MDB), falou pela primeira vez nesta quinta-feira (2) sobre o acidente de carro que se envolveu no último domingo (28). A colisão resultou em uma investigação da Polícia Civil por suposta fraude processual e na criação de um Conselho de Ética para analisar a cassação do parlamentar (veja abaixo). "Foram dias pesados, de buscar força e ver como é fácil destruir a caminhada de uma pessoa. Mas quem me conhece sabe: eu não fujo da luta. Desde o começo, estou à disposição da justiça, de peito aberto e consciência tranquila", disse o vereador. *Reportagem em atualização ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Câmara analisa cassação A Câmara de Vereadores de Ribeirão Preto (SP) votou nesta quarta-feira (1º) pela criação de um Conselho de Ética para analisar a cassação de Bigodini (MDB). Dos 21 parlamentares presentes, 20 optaram pela abertura do processo. O presidente da Casa, Isaac Antunes (PL), não vota. O requerimento do processo administrativo foi feito pelo jornalista Rodrigo Leone da Silva e protocolado na Câmara de Vereadores na terça-feira (30). No documento, o jornalista cita quebra de decoro parlamentar com base em confissão de prática de crime contra o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Bigodini se envolveu em um acidente de trânsito com a namorada, Isabela de Cássia de Andrade Faria, no domingo (28). Ele alegou que era a namorada, que não tinha carteira de habilitação, quem estava na direção do veículo. Mas um vídeo que circulou nas redes sociais mostra o parlamentar no banco do motorista logo após a batida. LEIA TAMBÉM Por que vereador pode ser processado por quebra de decoro após acidente Bigodini: quem é o vereador investigado por suposta fraude em acidente de carro Bigodini falta à sessão da Câmara um dia após se envolver em acidente de trânsito Polícia Civil vai investigar se houve fraude processual em acidente com vereador Vídeo mostra vereador Bigodini no banco do motorista após acidente O vereador faltou à última sessão da Câmara, que aconteceu na segunda-feira (29), um dia após o acidente, e entregou um atestado médico válido por quatro dias. Até a última atualização desta reportagem, Bigodini não tinha se pronunciado publicamente. Nesta quinta-feira (2), o Conselho de Ética formado pelos vereadores Diácono Ramos (União), presidente do conselho, Franco Ferro (PP), vice-presidente, e pelos demais membros Jean Corauci (PSD), Brando Veiga (Republicanos) e Maurício Vila Abranches (PSDB), faz a primeira reunião para dar andamento ao processo de cassação de Bigodini. Eles devem discutir o envio do ofício que notificará a defesa do vereador, que terá até 15 dias para se manifestar no processo. Quebra de decoro parlamentar De acordo com o advogado Leonardo Afonso Pontes, a legislação vigente prevê que qualquer político deve dar o bom exemplo do comportamento, não só em público, como também diante das leis. E, quando isso não acontece, instituições como a Câmara de Vereadores podem abrir processos. "A lei exige que a representação se dê de modo minimamente respeitoso, em especial às leis. Afinal, nós estamos falando de uma figura pública que aqui é um vereador, portanto, da Casa de Leis, da Câmara dos Vereadores. E o que se tem, sendo iniciado, é a apuração de uma violação à lei". No caso em questão, uma eventual fraude processual seria um dos aspectos a serem levados em conta na análise do Legislativo. "É dela [da pessoa pública] que se espera o estrito cumprimento do dever legal. Então, uma pessoa que deveria zelar pelo cumprimento da lei está agora envolvida nessa celeuma que é a violação de um dever." De acordo com o advogado, esse processo na Câmara, no entanto, não necessariamente pode levar a uma cassação. Isso porque o conselho de ética, ao avaliar o caso, pode estabelecer punições intermediárias, como uma suspensão ou afastamento temporário, caso julgue necessário. Acidente é investigado No último domingo (28), o carro em que o vereador Bigodini estava com a namorada, Isabela de Cássia de Andrade Faria, atingiu uma árvore na Avenida do Café e versões conflitantes nos registros da Polícia Civil e da Polícia Militar levantaram a suspeita de fraude processual. Bigodini alegou que era a namorada, que não tinha carteira de habilitação, quem estava na direção do veículo. Mas um vídeo que circulou nas redes sociais mostra o parlamentar no banco do motorista logo após a batida. Vídeo mostra vereador Bigodini saindo do lado do motorista após acidente em Ribeirão Preto Redes sociais Durante o atendimento da ocorrência, nenhum dos dois se submeteu ao teste do bafômetro embora as autoridades tenham notado que o vereador tinha sinais de embriaguez. Em nota, a Câmara informou que iria oficiar as autoridades policiais competentes para acompanhar de perto as investigações relacionadas ao vereador e ressaltou que não compactua com qualquer conduta que fuja aos princípios éticos e legais que norteiam a atuação do poder público. Desde o acidente, o parlamentar é procurado pela reportagem, mas ele ainda não se pronunciou. Bigodini e Isabela já trocaram uma série de acusações entre si no decorrer deste ano. Os casos vieram à tona depois do acidente de carro que o casal se envolveu. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

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