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Prefeitura veta projeto de lei que obriga instalação de telas de proteção em locais com risco de queda em Teresina

Publicado em: 16/09/2025 10:37

Redes de proteção em prédios TV Diário O prefeito de Teresina, Silvio Mendes (União Brasil), vetou o projeto de lei que obrigava a instalação de telas ou redes de proteção em locais públicos com risco de queda. O veto foi apresentado na sessão desta terça-feira (16) na Câmara Municipal. 📃 O veto será analisado pelos vereadores, que podem mantê-lo e arquivar o projeto ou derrubá-lo e transformar a proposta em lei. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp O projeto, de autoria do vereador Eduardo Draga Alana (PSD), previa a instalação de telas ou redes em escadas, sacadas e mezaninos de uso coletivo em espaços como shoppings, escolas, universidades, hospitais e cinemas. Silvio Mendes reconheceu a preocupação social da proposta, mas afirmou que ela é inviável por ser inconstitucional, tecnicamente inadequada e economicamente prejudicial. O prefeito argumentou que normas de segurança são responsabilidade da União, e não do município. Ele também disse que o projeto repete regras que já existem nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e nas exigências do Corpo de Bombeiros. “Além de não ser universalmente aplicável, [a imposição] interfere na ventilação natural, na iluminação e na estética dos ambientes. Em muitos casos, a adequada instalação de guarda-corpos ou barreiras rígidas mostra-se solução mais segura, eficiente e duradoura”, escreveu Silvio. Ainda de acordo com o prefeito, a medida traria custos altos para pequenos e médios empresários e afetaria a liberdade de gestão dos negócios. VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube

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Lei sancionada em João Pessoa proíbe uso de recursos públicos em shows com apologia ao crime

Publicado em: 16/09/2025 08:39

Câmara Municipal de João Pessoa CMPJ/Divulgação A Prefeitura de João Pessoa sancionou a Lei nº 15.626, que proíbe o uso de recursos públicos em shows e eventos culturais com apologia ao crime. A norma foi assinada pelo prefeito em exercício, Leo Bezerra (PSB), e publicada nesta segunda-feira (15) no Diário Oficial do município. O projeto foi proposto em fevereiro deste ano pelo vereador Milanez Neto (MDB), quando propostas semelhantes ficaram conhecidas como "Lei Anti-Oruam", em referência ao rapper carioca Oruam. O rapper está preso desde o dia 22 de julho, após se entregar à polícia. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva. Contexto: Oruam é o nome artístico do Mauro Davi dos Santos Nepomuceno. Ou seja, Oruam é Mauro escrito ao contrário. Ele é filho de Marcinho VP, preso por assassinato, formação de quadrilha e tráfico, apontado pelo Ministério Público (MP) como um dos líderes do tráfico de drogas. O rapper tem uma tatuagem em homenagem ao pai e ao traficante Elias Maluco, condenado pelo assassinato do jornalista Tim Lopes. Em João Pessoa, a legislação busca proibir qualquer tipo de incentivo financeiro da administração municipal a eventos que façam apologia ao crime, em especial ao crime organizado. O texto do projeto define como apologia ao crime ações como: Exaltação de facções criminosas, grupos armados ilegais ou organizações ilícitas; Incentivo à prática de crimes, incluindo tráfico de drogas, porte ilegal de armas e outros atos previstos na legislação penal; Letras, mensagens ou representações visuais que estimulem a violência, o desrespeito às autoridades ou a corrupção. LEIA MAIS: Paraíba sanciona lei que proíbe uso de recursos públicos em shows que façam apologia ao crime organizado Além disso, o projeto prevê penalidades para quem descumprir as regras, incluindo a anulação de apoios e patrocínios públicos, sanções administrativas para servidores envolvidos na concessão do benefício e a inclusão dos artistas em uma lista de impedidos de receber recursos municipais por até cinco anos. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

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Prefeitura revoga lei que declarava BH como a 'Capital do Grau'

Publicado em: 16/09/2025 02:45

Manobra conhecida como 'grau' (ILUSTRATIVA) Reprodução/TV Verdes Mares Cariri O prefeito Álvaro Damião (União) sancionou a lei que revoga o título de Belo Horizonte de "Capital do Grau", manobra de empinar motos. O ato foi publicado no Diário Oficial do Município (DOM) nesta terça-feira (16). A proposta que deu o reconhecimento à cidade tinha começado a tramitar em junho de 2021 e foi aprovada em definitivo pelo plenário da Câmara Municipal em julho de 2022. No entanto, o vereador Sargento Jalyson (PL) pediu a revogação do título, alegando que a prática representa risco à segurança de pedestre e motoristas. 'Prática perigosa' Na votação, a oposição alegou que apenas revogar o título não resolve os problemas reais da falta de segurança e que o projeto precisaria estabelecer regras mais específicas quanto à prática em vias públicas. Já os vereadores que apoiaram a remoção do nome de BH como "Capital do Grau" entenderam que a expressão não só fortalece a prática irregular como indica aos participantes que o "grau está liberado na cidade". Além disso, o autor da proposta apresentou números que comprovam que houve aumento de ocorrências de "rolezinhos" registrados pela Polícia Militar. Segundo o parlamentar, em 2019 foram apenas três registros, enquanto, em 2024, após a aprovação do título, a PM registrou 338 casos. Modalidade esportiva O termo “wheeling”, utilizado nos Estados Unidos, é definido como o movimento de empinar e girar um transporte de duas rodas, ou seja, a execução de manobras radicais em motocicletas ou bicicletas. No Brasil, a prática é mais conhecida como “grau” e, apesar de ser realizada frequentemente de forma inadequada por motoqueiros em bairros e vilas da cidade, também é considerada um esporte, desenvolvido em locais apropriados, com o devido treinamento e medidas de segurança. Projeto de lei pretende revogar o título concedido a BH de capital nacional do grau

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Falta de transparência no 'Sou Manaus 2025' gera embate na CMM; oposição aciona Justiça

Publicado em: 15/09/2025 22:34

Falta de transparência no 'Sou Manaus 2025' gera embate na Câmara de Manaus A falta de informações detalhadas sobre os gastos do festival Sou Manaus Passo a Paço 2025, realizado entre 5 e 7 de setembro, repercutiu na Câmara Municipal de Manaus. Na última semana, dois requerimentos que pediam transparência sobre os valores investidos foram rejeitados pela maioria dos vereadores, e alguns parlamentares decidiram acionar a Justiça. O primeiro, do vereador Zé Ricardo (PT), solicitava dados oficiais da Manauscult sobre os custos do evento. Apenas sete parlamentares votaram a favor. Em discurso, Zé Ricardo afirmou que a medida buscava clareza no uso de recursos públicos em grandes festivais. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do AM em tempo real e de graça O segundo requerimento, de Rodrigo Guedes (PP), pedia uma planilha detalhando os cachês pagos a artistas nacionais e locais. Foram 19 votos contrários e apenas nove favoráveis. Durante a sessão, vereadores da base do prefeito David Almeida (Avante) rebateram os pedidos da oposição. "Dar transparência para o gasto público não é dizer quanto custou o evento, é especificar exatamente onde foi gasto cada recurso", afirmou Guedes. Segundo Luís Mitoso (MDB), a Prefeitura já teria prestado contas, e a cobrança seria um “alarme desnecessário”. O vereador Raulzinho (MDB) acrescentou que a oposição dispõe de instrumentos próprios para fiscalizar, sem necessidade de novos requerimentos. Além dos requerimentos, um ofício foi encaminhado à Manauscult cobrando dados financeiros do festival. O advogado especialista em direito administrativo Celso Valério afirmou que, mesmo com a publicação de extratos no Diário Oficial, a transparência ainda é falha e fere a Lei de Acesso à Informação. "Não conseguimos identificar exatamente qual artista recebeu o pagamento, pois o extrato cita apenas empresas. Somente uma auditoria detalhada poderia esclarecer", explicou Valério. Custos e retorno econômico Em coletiva, o prefeito David Almeida afirmou que o Passo a Paço 2025 custou R$ 34 milhões, sendo R$ 25 milhões de recursos públicos e R$ 9 milhões de patrocínios, destinados principalmente ao pagamento de artistas nacionais. Segundo ele, o festival gerou cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos e teve impacto estimado de R$ 150 milhões na economia local. Vereadores da oposição contestam os números, alegando que o Executivo não apresentou estudos ou documentos que comprovem os cálculos divulgados. Tumulto no Sou Manaus 2025; prefeitura fala em aprendizado para próximas edições

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Câmara de São Lourenço mantém mandato de vereador acusado de improbidade administrativa

Publicado em: 15/09/2025 20:27

Comissão Processante decide não cassar vereador em São Lourenço A Câmara Municipal de São Lourenço (MG) decidiu, na tarde desta segunda-feira (15), manter o mandato do vereador Hebert Santo Lima (PV). Ele foi alvo de uma comissão processante após acusações de improbidade administrativa. As denúncias foram consideradas improcedentes e, por unanimidade, os vereadores votaram pela manutenção do mandato. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Apoiadores de Hebert acompanharam a votação no plenário. Após o resultado, o parlamentar celebrou a decisão. “O sentimento agora é que o dever está sendo cumprido e tem que continuar sendo cumprido. Eu acho que um processo de cassação no final quando a gente é absolvido é uma vitória muito grande, porque a gente demonstra que não teve culpa em nenhum crime, em nenhum processo dentro da Câmara e que cumprimos o nosso dever como vereadores”, disse Hebert Santo Lima. A comissão investigava se o vereador teria usado o cargo de forma incompatível com a dignidade da Câmara ou se teria faltado com o decoro na conduta pública. Segundo a denúncia, ele teria feito acusações falsas contra o empresário José Marcelo Ribeiro, ligadas a um empreendimento no bairro Vale dos Pinheiros. As denúncias foram registradas na Polícia Militar Ambiental, na Secretaria de Estado de Meio Ambiente e no Ministério Público de Minas Gerais. Vereador era investigado após denunciar construtora por suposto crime ambiental em São Lourenço Reprodução EPTV Durante a apuração, testemunhas foram chamadas para depor. O empresário que apresentou a denúncia não compareceu às oitivas, e a engenheira responsável pela obra se recusou a prestar esclarecimentos. Conforme o advogado da Câmara, Iago Carvalho, o processo seguiu o rito previsto pelo decreto-lei federal 201/1967, que regula os casos de cassação de vereadores. “Qualquer eleitor pode apresentar uma denúncia. A partir daí é eleita uma comissão processante de três vereadores, que conduz todo o processo. As testemunhas são ouvidas, documentos analisados e, ao final, a comissão emite um parecer opinando pelo acatamento ou pelo arquivamento da denúncia”, explicou. Vereador é investigado após denunciar construtora por suposto crime ambiental em São Lourenço Reprodução EPTV O advogado de defesa do vereador, Pedro Gama, disse que a decisão reforça a autonomia do Legislativo municipal. “É uma decisão que marca a história da política de São Lourenço, justamente pelo posicionamento de que a Câmara não tolera qualquer tentativa de intimidação ou de perseguição”, afirmou. Em nota, a Prefeitura de São Lourenço informou que o empreendimento citado está regularizado e que a autorização para intervenção na área foi concedida pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente. O Ministério Público também informou que o caso relacionado ao empreendimento foi encerrado em 19 de agosto. A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil, com o empresário citado e com a empresa responsável, mas não houve retorno. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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MP-SP recomenda criação de lei com regras de cotas para negros e pardos em concursos públicos em São José dos Campos

Publicado em: 15/09/2025 20:25

Paço em São José dos Campos Prefeitura SJC/Divulgação O Ministério Público do Estado de São Paulo recomendou que a Prefeitura e a Câmara Municipal de São José dos Campos elaborem um projeto de lei para estabelecer regras de cotas para negros e pardos em concursos públicos municipais. Segundo a recomendação do MP-SP, o prazo estabelecido é de 30 dias. O documento é datado desta segunda-feira (15). O documento recomenda que o município crie o projeto de lei disciplinando o percentual mínimo e máximo de vagas reservadas, além da forma em que se dará a autodeclaração, a ordem de classificação no concurso público, entre outros. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Após os 30 dias da criação da lei, outra recomendação do MP é que a prefeitura promulgue e sancione a lei num prazo de 60 dias (contados após os 30 iniciais). Ainda no documento, o Ministério Público considerou vários pontos para a recomendação, como, por exemplo, a não localização de um projeto de lei ou ato normativo que estabeleça a reserva de vagas para pessoas pretas e pardas em concursos públicos municipais. O g1 acionou a Prefeitura e a Câmara Municipal de São José dos Campos e aguarda retorno. A reportagem será atualizada caso os órgãos se manifestem. Imagem de arquivo mostra pessoas procurando nomes na lista de aprovados. Emília Silberstein/Secom UnB Cresce número de empreendedores pretos e pardos no país Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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IPM em Ribeirão Preto, SP, convoca aposentados e pensionistas para recadastramento

Publicado em: 15/09/2025 16:30

Ribeirão Preto, SP, convoca 2 mil aposentados e pensionistas para recadastramento O Instituto de Previdência dos Municipiários (IPM) começou nesta segunda-feira (15) a fazer o recadastramento dos aposentados e pensionistas em Ribeirão Preto (SP). Cerca de 1,3 mil pessoas foram convocadas por correspondência para atualizar os dados presencialmente. O atendimento vai até sexta-feira (19) das 9h às 16h, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Ribeirão Preto. O endereço é Avenida Jerônimo Gonçalves, 1200. É obrigatório apresentar um documento de identificação com foto (RG ou CNH). Para facilitar o atendimento, a pessoa pode apresentar a carta de convocação porque ela contém informações necessárias para o recadastramento. 📱Siga o g1 Ribeirão Preto e Franca no Instagram A medida atende às determinações do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), que apontou a necessidade de revisão documental e maior rigor no controle das informações dos regimes próprios de previdência. "Os aposentados e pensionistas do Instituto de Previdência, a maior parte deles já eram filiados às entidades classistas. Então pessoas com 30, 40 anos de serviço, trouxeram para o instituto essas associações, esses vínculos e esses descontos, no entanto, são documentações muito antigas e muitas em fichas microfilmadas, fichas difíceis da gente conseguir identificar. Então, por segurança, para garantir a transparência da documentação, estamos pedindo para essas pessoas que compareçam e ratifiquem as suas filiações", explica Carlos Alberto Mihara, diretor administrativo do IPM. Instituto de Previdência dos Municipiários de Ribeirão Preto Reprodução/EPTV Ainda segundo Mihara, a atualização de dados não tem qualquer ligação com corte do benefício recebido pelos aposentados. O recadastramento vale apenas para pessoas que trabalharam na Prefeitura de Ribeirão Preto. "É importante ressaltar que não se trata de nada vinculado ao pagamento, é uma atualização de cadastro de vínculos as suas entidades associativas". Os servidores que não puderem comparecer presencialmente deverão preencher a declaração enviada e encaminhá-la, até quinta-feira (18), acompanhada de uma foto do documento pessoal, para o WhatsApp (16) 99145-6231 ou pelo e-mail acreis@ipm.ribeiraopreto.sp.gov.br. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

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Câmara de Varginha aprova projeto que obriga agressores a pagarem custos em casos de violência doméstica

Publicado em: 15/09/2025 13:55

Câmara de Varginha aprova lei que obriga agressor a pagar custos de violência doméstica A Câmara Municipal de Varginha aprovou por unanimidade um projeto de lei que obriga agressores a arcarem com os custos decorrentes de casos de violência doméstica e familiar contra mulheres. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram O projeto foi protocolado no dia 9 de setembro e, segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, o Executivo tem até o dia 29 deste mês para decidir se sanciona ou não a proposta. Conforme o texto, os agressores deverão ressarcir o município pelas despesas geradas às vítimas em decorrência da violência. Isso inclui atendimentos médicos, psicológicos, gastos com segurança para proteção da mulher e outros serviços. Atualmente, esses custos são pagos pelos cofres públicos e pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O autor do projeto é o vereador Alexandre Prado (Avante). Ele afirma que a medida busca reforçar o combate à violência doméstica e ressarcir os prejuízos financeiros do município. Câmara de Varginha aprova projeto que obriga agressores a pagarem custos em casos de violência doméstica Divulgação / Câmara de Vereadores "É uma lei que realmente traz inovação, inclusão e avanço para a cidade de Varginha. Ela visa coibir esse crime que assola o país e ressarcir os custos do SUS. Acredito que o impacto será tanto no orçamento municipal quanto no enfrentamento à violência doméstica", disse o vereador. Segundo Prado, a lei só terá efeito prático para agressores condenados com sentença penal transitada em julgado, respeitado o direito de defesa. Os valores arrecadados deverão ser destinados a fundos da saúde ou da assistência social, após regulamentação pelo Executivo. "Após a sua sanção, o prefeito provavelmente vai fazer a sua regulamentação e essa verba vai ser destinada ao fundo, ou ao fundo destinado à saúde, ou à assistência social. Então, aquele que comete o crime vai ter a obrigação de pagar, a prefeitura vai ter o seu direito de ter esse ressarcimento de todas as despesas e essa verba vai ser aplicada em algum dos fundos que vai ser direcionado pelo nosso poder executivo", disse o vereador. Caso o agressor não efetue o pagamento, a prefeitura poderá cobrar a dívida por meio de execução fiscal ou inscrição em órgãos de proteção ao crédito. Se sancionada, a lei passará a vigorar em Varginha ainda neste ano. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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Ilhabela pretende retomar cobrança de taxa ambiental de turistas

Publicado em: 15/09/2025 11:23

Cidade de Ilhabela Divulgação/Prefeitura de Ilhabela A Prefeitura de Ilhabela quer voltar a cobrar uma taxa de preservação ambiental pela entrada de veículos na cidade do Litoral Norte de São Paulo. A cobrança já aconteceu entre 2007 e 2020, mas foi suspensa na época da pandemia da Covid-19, além de baixa arrecadação da taxa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Agora, a prefeitura pretende retomar a cobrança. A administração enviou um projeto de lei à Câmara Municipal para voltar a cobrar a taxa ambiental. Ainda não houve votação dos vereadores. Uma audiência pública será realizada na própria Câmara Municipal de Ilhabela, às 18h desta segunda-feira (15), para discutir a questão. O projeto O projeto de lei enviado pelo prefeito Toninho Colucci (PL) à Câmara Municipal altera algumas regras da lei de 2007, que criou a cobrança da taxa ambiental na cidade. Uma das mudanças propostas está no valor da taxa. Caso o projeto de lei seja aprovado, os valores serão os seguintes: motocicletas: R$ 10 veículos (carros de passeio, utilitários e kombi): R$ 48 vans: R$ 70 caminhões: R$ 70 micro-ônibus: R$ 100 ônibus: R$ 140 A outra mudança está na maneira como é feita a cobrança: a ideia da prefeitura é que o sistema de cobrança seja modernizado por meio do fluxo livre (freeflow) ou as tags eletrônicas, vedando o pagamento em dinheiro. “O pagamento da Taxa de Preservação Ambiental - ТРА poderá ser realizado por meio de tecnologias vigentes, como sistemas automáticos de identificação e cobrança veicular (tags eletrônicas), que sejam reconhecidas e autorizadas pela Administração Pública Municipal, inclusive aquelas que vierem a ser disponibilizadas em razão da evolução tecnológica”, explica a prefeitura no projeto. A Prefeitura explicou ao g1 que, até 2020, a taxa era cobrada na saída dos turistas de Ilhabela, antes do embarque na travessia de balsa. A cobrança era de uma taxa por veículo, independente do número de dias dos turistas na cidade. No projeto, a prefeitura defende a cobrança da taxa ambiental “como instrumento de compensação ambiental e de financiamento de políticas públicas voltadas à sustentabilidade e à mitigação dos impactos decorrentes do aumento sazonal da população. Além disso, destaca-se o atual cenário de queda acentuada na arrecadação de royalties do petróleo e a consequente necessidade de readequação orçamentária da Administração Pública Municipal”. Free Flow do Contorno Sul da Rodovia dos Tamoios completa 2 meses de funcionamento Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Vereador é indiciado por lesão corporal grave em show de Hugo e Guilherme em MT

Publicado em: 14/09/2025 19:45

Homem foi nocauteado com um suco durante confusão com amigos de vereador em MT O vereador de Água Boa (MT) Rodrigo Rosa Fidelis (União), de 33 anos, e três amigos foram indiciados pela Polícia Civil por lesão corporal grave em uma confusão durante o show da dupla sertaneja Hugo e Guilherme, no dia 4 de julho. O pedido foi enviado ao Ministério Público, nessa sexta-feira (12). Um vídeo registrado na data do crime mostra um amigo do vereador e outro homem trocando agressões na feira, até que um terceiro suspeito, também amigo do parlamentar, dá um soco na cabeça da vítima por trás (assista acima). Os suspeitos foram identificados como João Santini Filho e Rodrigo Saibit. Já o vereador não aparece nas imagens, apesar da denúncia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp O terceiro indiciado não teve a identidade divulgada. O g1 entrou em contato com a Câmara Municipal de Água Boa, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem, e tenta localizar a defesa dos demais envolvidos na confusão. Quem é o vereador denunciado por confusão generalizada em show de Hugo e Guilherme em MT Conforme o delegado responsável pelo caso, Bruno Gomes, após todos os levantamentos e análises de videomonitoramento, entrevistas de testemunhas, requisições de exames periciais e laudos médicos acerca das lesões da vítima, foi possível concluir o inquérito e manifestar pelo indiciamento dos quatro envolvidos no fato. As investigações tiveram início após um homem, de 33 anos, denunciar o parlamentar por agressão. Segundo o delegado, a vítima deverá passar por procedimento cirúrgico no maxilar e no ombro. Na época, ele contou à polícia que estava no camarote do show quando o vereador, supostamente embriagado, reuniu amigos e começou a incitar uma briga. Para evitar a confusão, o homem chamou a namorada para sair da festa. No entanto, o vereador continuou incentivando os amigos a brigar. Na saída do evento, enquanto o casal se alimentava, a vítima foi surpreendida pelo grupo. Segundo o boletim de ocorrência, os amigos do vereador atacaram a vítima "sem motivos", agredindo-a com socos e chutes. A vítima disse que, ao tentar se defender, foi golpeada por trás com um soco na nuca, caindo e perdendo a consciência. Rodrigo Rosa Fidelis, vereador de Água Boa (MT) Câmara Municipal de Água Boa Os envolvidos serão investigados por lesão corporal Reprodução

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Ex-chefe de gabinete é condenado a 10 anos de prisão por atropelar funcionário público em MT

Publicado em: 14/09/2025 15:16

Chefe de gabinete atropela funcionário público em MT O Tribunal do Júri condenou Elison Guilherme da Costa Loiola a 10 anos e oito meses de prisão por tentativa de homicídio contra o funcionário público Donizete Aparecido Barros, de 42 anos, em Nobres, a 151 km de Cuiabá, no dia 3 de fevereiro de 2024. O julgamento foi realizado na sexta-feira (12) e teve a decisão divulgada neste domingo (14) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). Imagens registradas por câmeras de segurança mostram o momento em que Elison atropela Donizete, após uma discussão em uma lanchonete da cidade (assista acima). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1MT no WhatsApp Durante o julgamento, o promotor de Justiça Willian Oguido Ogama sustentou o argumento de que Elison utilizou o carro como arma, subindo na calçada para atingir a vítima. Testemunhas afirmaram que Elison atropelou o funcionário público duas vezes. Donizete também participou da audiência como testemunha. Ele sofreu várias lesões graves por conta do atropelamento, apresentando deformidades em uma das pernas e no braço, além de ter passado por uma cirurgia no estômago devido ao rompimento da bexiga. Relembre o caso Testemunhas que estavam no local relataram aos policiais que Elison teria começado a empurrar a vítima próximo ao estabelecimento, e que depois de discutirem, ele teria atropelado Donizete duas vezes. Elison fugiu do local do crime e foi preso após 12 dias foragido da polícia. Já Donizete sofreu diversos ferimentos e precisou ser transferido para a capital, devido à gravidade do quadro de saúde. Elison era chefe de gabinete da Câmara Municipal de Nobres e foi exonerado do cargo durante as investigações. Chefe de Gabinete atropela funcionário público em MT Reprodução

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'Justiça sempre encontra problema', diz Nunes sobre decisão que declarou inconstitucional a flexibilização de barulho em shows

Publicado em: 14/09/2025 14:26

'Justiça sempre encontra problema', diz Nunes sobre TJ-SP derrubar barulho ilimitado O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou neste domingo (14) que a prefeitura não vai recorrer da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que declarou inconstitucional o artigo 5º da Lei 18.209/2014, que flexibilizava os limites de barulho em estádios e shows. O texto, inserido numa outra lei por meio de um 'jabuti' da Câmara Municipal de São Paulo , pretendia liberar grandes eventos das regras de limite de ruídos na cidade. Foi a segunda vez que o TJ-SP considerou a manobra dos vereadores inconstitucional. 🔍No jargão político, um "jabuti" é uma matéria estranha ao tema principal que é incluída em um projeto de lei em processo de aprovação no Legislativo. Na prática, ficam mantidos os limites de som já estabelecidos pela legislação municipal, que prevê sanções para quem os ultrapassar, sejam eles estádios, casas de shows ou baladas. Após coletiva realizada neste domingo (14), na qual foi anunciada a terceira edição do megaevento The Town, prevista para 2027, Nunes afirmou que não vai insistir no recurso. Morador de Interlagos, região onde acontece o festival, ele minimizou o impacto do barulho. “Nem sequer escuto o som do festival. Escuto muito mais os roncos dos carros da Fórmula 1, que também são realizados no autódromo, do que os shows do The Town. A Justiça sempre encontra algum questionamento. A gente lamenta”, disse (veja vídeo acima). Ricardo Nunes no último dia de The Town. João de Mari/ g1 “Lembrando que é para eventos que a prefeitura autoriza. E a gente tem um grande desafio e responsabilidade de criar emprego e renda. Essa é a melhor forma de diminuição da desigualdade social. Não é bolsa família, bolsa gás. A gente ajuda as pessoas gerando emprego e renda. E essa atividade de entretenimento ela gera muito emprego e muita renda. Assim acontece no Allianz Parque, no estádio do São Paulo, na sexta-feira passada na NFL no Itaquerão”, completou. O TJ-SP declarou inconstitucional no dia 3 de setembro o artigo 5º. O texto havia sido aprovado pela Câmara Municipal no ano passado, dentro de um projeto que tratava da expansão do aterro sanitário da Central de Tratamento Leste (CTL), em São Mateus, na Zona Leste.. À época, o texto chegou a ser sancionado pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB). A decisão se baseou em dois argumentos principais: a falta de pertinência temática da emenda parlamentar com o projeto de lei original, que tratava de gestão de resíduos sólidos, além da ausência de participação popular e do planejamento técnico na sua aprovação. Num caso parecido, os vereadores da base do prefeito também aproveitaram a discussão de um projeto de lei que tratava da regulamentação das chamadas "dark kitchens" para elevar de 55 para 75 decibéis o nível de barulho produzido por esses espaços durante a noite na cidade. A norma foi considerada igualmente inconstitucional pela Órgão Especial do TJ-SP. Show do grupo Titãs, no Allianz Parque, em janeiro de 2023. Marcos Hermes/Divulgação/Titãs Flexibilização de ruídos Entre as flexibilizações, o artigo 5º autorizava ruídos em: Manifestações em festividades religiosas, comemorações oficiais, reuniões desportivas, festejos ou ensaios carnavalescos e juninos, passeatas, desfiles, fanfarras e bandas de música, desde que realizados em horário e local previamente autorizados ou em circunstâncias consagradas pela tradição; Shows e eventos previamente autorizados pelo Poder Executivo; Instituições de ensino, desde que o ruído fosse produzido durante e em razão das atividades educacionais. Por meio de nota, a Procuradoria Geral do Município (PGM) da gestão Nunes informou que analisará as medidas que poderão ser adotadas tão logo seja notificada da decisão do TJ-SP. O g1 também procurou a Câmara Municipal para comentar a decisão, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. LEIA TAMBÉM TJ suspende em definitivo aumento do limite de barulho de 55 para 75 decibéis em estádios e casas de espetáculos em SP

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Teatro Municipal de Macapá será inaugurado com nome do escritor Fernando Canto

Publicado em: 14/09/2025 13:02

Teatro de Macapá é apresentado para classe artística local O Teatro Municipal de Macapá será inaugurado na próxima sexta-feira (19). O espaço cultural vai receber o nome do escritor e sociólogo Fernando Canto, em homenagem à sua contribuição para a cultura amapaense. A homenagem foi oficializada por meio do Projeto de Lei Complementar nº 018/2025, enviado à Câmara Municipal de Macapá na sexta-feira (12) pelo prefeito Dr Furlan (MDB). A proposta atende a um pedido do vereador Marcelo Dias (PRD) e reconhece o legado de Fernando Canto na valorização da cultura do Amapá. Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça   Fernando Canto nasceu em Óbidos (PA), em 29 de maio de 1954. Foi sociólogo, professor doutor da Universidade Federal do Amapá, poeta, cronista, contista e músico. Presidiu a Academia Amapaense de Letras, integrou o Conselho Editorial do Senado Federal e foi membro da Academia Artística e Literária de Óbidos. Também fundou o Grupo Pilão e publicou mais de 18 livros. O escritor faleceu em 2024. Fernando Canto faleceu em 2024 João Canto/Arquivo Pessoal Artistas locais consideram o novo teatro uma conquista importante para a cultura de Macapá. O espaço vai permitir a realização de projetos em diversas áreas artísticas e ampliar o acesso da população às produções culturais da cidade. A programação de inauguração terá a presença do tenor Thiago Arancam. No sábado (20), o novo espaço contará com a apresentação do Bar Caboclo. LEIA TAMBÉM: Conheça projeto do AP que ganhou o Prêmio LED 2025 por impacto social na educação nas periferias Mudança da capital, ditadura e fé: os episódios pouco contados do Território Federal do Amapá Associação indígena do Amapá vence prêmio global de sustentabilidade da ONU Tenor Thiago Arancam estará na inauguração do Teatro Municipal de Macapá 'Fernando Canto' DIvulgação A obra recebeu investimento de R$ 6,9 milhões, com recursos de emenda parlamentar da deputada federal Sonize Barbosa e contrapartida da prefeitura de Macapá. O projeto tem arquitetura moderna e elementos que remetem à Amazônia. A cobertura representa as ondas do Rio Amazonas, e a fachada em forma de canoa homenageia as comunidades tradicionais da região. O teatro terá área de 1.076 m² e capacidade para 358 pessoas. A estrutura inclui palco, mezanino para 30 lugares, foyer, plateia com 108 cadeiras e arquibancada para 220 pessoas. O espaço será acessível e contará com estacionamento. O prédio fica no centro da cidade, na esquina da Avenida FAB com a Rua Cândido Mendes. Obra do Teatro Municipal de Macapá PMM/Divulgação Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

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Vc viu? PF acha R$ 467 mil na casa da mãe de prefeito, Justiça solta Tainá Sousa, Grampola é morta em SL e outras da semana no g1 MA

Publicado em: 14/09/2025 10:08

Confira o resumo completo das principais notícias divulgadas pelo g1 Maranhão na semana de 7 a 13 de setembro. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Maranhão no WhatsApp Domingo (7) Volantes da Lotofácil Marcelo Brandt/g1 Uma aposta realizada em São Luís foi uma das 54 vencedoras que acertaram as 15 dezenas da Lotofácil de Independência, realizado na noite de sábado (6). O apostador vai receber o prêmio de R$ 4.293.824,84. O prêmio da Lotofácil de Independência era de R$ 220 milhões. Veja abaixo os números dos sorteados. 03 – 05 – 06 – 08 – 09 – 12 – 13 – 14 – 15 – 16 – 17 – 20 – 21 – 22 – 23 De acordo com a Caixa Econômica, a aposta vencedora em São Luís foi feita por um canal eletrônico. Não há informações se a aposta foi feita de forma individual ou se trata de um bolão. Por se tratar de um concurso especial, o prêmio da Lotofácil da Independência não acumularia. Ou seja, caso nenhum apostador tivesse acertado os 15 números da faixa principal, o prêmio seria dividido entre os acertadores de 14 números — e assim por diante. O próximo sorteio da Lotofácil acontece na segunda-feira (8), e o prêmio estimado é de R$ 1,8 milhão. Junto com o ganhador (a) de São Luís, outras 53 apostas vão dividir o prêmio. Empresário é preso suspeito de mandar matar companheiro da ex-mulher em Barra do Corda, no MA Divulgação/Polícia Civil do Maranhão A Polícia Civil do Maranhão prendeu na sexta-feira (5), um homem investigado por suspeita de participar de um assalto praticado em um estabelecimento comercial em Pinheiro, cidade a 333 km de São Luís. De acordo com as investigações, em novembro de 2024, o suspeito e mais dois indivíduos armados, invadiram o estabelecimento localizado na Quinta da Boa Vista. Eles levaram vários bens de valor do local e logo em seguida fugiram do local. A ação foi registrada por câmeras de segurança do local que ajudaram a identificar os envolvidos. Após meses de investigação, um mandado de prisão temporária e de busca domiciliar foi expedido e o suspeito foi preso. Ele será indiciado pelo crime de roubo com uso de arma de fogo. O suspeito foi encaminhado para o Sistema Penitenciário do Maranhão onde vai permanecer à disposição da justiça. As investigações seguem sendo realizada para responsabilizar os demais envolvidos no crime. Segunda-feira (8) VÍDEO: Incêndio atinge panificadora em Buriticupu Um incêndio de grande proporção atingiu uma panificadora no Centro de Buriticupu, cidade a 395 km de São Luís. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA), o caso aconteceu no sábado (6) e ninguém ficou ferido. Imagens que circularam nas redes sociais mostram as chamas consumindo parte do prédio (veja o vídeo acima). Por conta das chamas, uma fumaça preta e densa pode ser vista a metros de distância do local do incidente. O incidente assustou moradores de regiões próximas do estabelecimento. As chamas destruíram parte da fachada e do forro do prédio. Segundo os Bombeiros, as causas do incêndio ainda estão sendo investigadas, entretanto, a suspeita é que o fogo tenha começado por conta de um curto-circuito no sistema elétrico. Devido a proximidade da panificadora a residências e a uma igreja evangélica, as chamas começaram a ser controladas rapidamente com a ajuda de voluntários e os proprietários da panificadora. Vigilante é morto a tiros em rodoviária em Coelho Neto Reprodução/Redes Sociais O vigilante José Mário Bastos dos Santos morreu após ter sido baleado neste fim de semana, na rodoviária de Coelho Neto, cidade a 385 km de São Luís. Dois homens são suspeitos de envolvimento no crime. A Polícia Civil investiga o caso. De acordo com a Polícia Civil, a vítima era vigilante do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e havia feito uma pausa no horário de trabalho para jantar em um restaurante na rodoviária, quando foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta. Os suspeitos efetuaram os disparos que atingiram a vítima. Uma outra pessoa que estava próximo também foi atingida na mão por um dos tiros e em seguida, a dupla fugiu. José Mário chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A segunda pessoa atingida pelos disparos recebeu atendimento médico e não corre risco de vida. A polícia investiga a motivação do crime, entretanto, não descarta a hipótese de execução. Segundo a polícia, José Mário respondia a um processo pela morte de um jovem de 25 anos, ocorrido na zona rural de Coelho Neto em 2023. Além disso, ele tinha uma medida protetiva em aberto por violência doméstica. Especial 413 anos de São Luís: São Luís 413 anos: guia para explorar a capital e seus tesouros vizinhos Da Praia Grande aos novos eixos: pequenos negócios impulsionam crescimento de São Luís nos 413 anos São Luís 413 anos: a herança do reggae que atravessa gerações Três olhares, uma cidade: conheça artistas que transformam São Luís em arte São Luís 413 anos: A história por trás dos notáveis imóveis do Monte Castelo ‘Ilha-mundo’: as influências étnicas globais que moldaram a identidade cultural e histórica de São Luís Adriana Sousa, mãe do prefeito Gentil Neto Arquivo pessoal Na manhã desta segunda-feira (8), a Polícia Federal realizou uma operação e cumpriu cinco mandados de busca e apreensão contra falsificação de documentos e exercício ilegal da medicina em Caxias, a 360 km de São Luís. O alvo principal da operação foi Adriana Sousa, que é médica, secretária de Proteção Social, Primeira Infância e Pessoa idosa, e mãe do prefeito de Caxias, Gentil Neto (PP). Policiais estiveram em cinco endereços, incluindo a residência de Adriana e as instalações da Secretaria Municipal de Proteção Social, assim como unidades de saúde de Salobro, Cohab e UPA. Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos aparelhos celulares e computadores, além de uma caixa com medicamentos que seriam destinados ao Fundo Municipal de Saúde. Também foram achados R$ 467 mil em caixas de sapatos e em uma mala, sem que fosse apresentada comprovação lícita de origem. Diante dos achados, a Polícia Federal também vai investigar os crimes de peculato e lavagem de dinheiro. As penas somadas pelos crimes investigados podem ultrapassar 30 anos de prisão. Adriana também foi afastada do cargo de secretária e teve as funções como médica suspensas pela Justiça Federal. Sobre as acusações da PF, o g1 tentou contato com Adriana, que ainda não se pronunciou sobre o caso até a última atualização desta reportagem. Terça-feira (9) Segundo informações da polícia, os suspeitos atuavam na cidade de Bacabeira. Reprodução/PMMA Três homens suspeitos de integrar uma facção criminosa foram mortos em confronto com a Polícia Militar na manhã desta terça-feira (9), no povoado Centro Velho, em Morros, município localizado a 101 km de São Luís. De acordo com o comandante do 27º Batalhão de Polícia Militar, major Lucena Júnior, a ação ocorreu após informações de que o trio estava escondido na zona rural da cidade. Segundo a PM, os suspeitos atuavam no município de Bacabeira. No local, os policiais apreenderam uma pistola calibre .40, uma pistola 9mm, duas espingardas, uma farda da corporação e porções de crack, cocaína e maconha A operação segue em andamento na região. Câmara Municipal de Bom Jardim, no Maranhão. Divulgação/Redes sociais A Justiça do Maranhão condenou cinco pessoas, entre elas dois vereadores, por desviar R$ 108.720,23 da Câmara Municipal de Bom Jardim e tentar encobrir o crime. A sentença, publicada em 6 de setembro, determina ressarcimento do valor desviado, pagamento de multas, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o poder público, entre outras penalidades. Os condenados são: o vereador Antônio Gomes da Silva, conhecido como Antônio Cesarino a mulher de Antônio Cesarino, Ana Lídia Sousa Costa, que já exerceu mandato de vereadora o vereador Márcio Sousa Pereira o ex-vereador Manoel da Conceição Ferreira Filho (Sinego) o motorista Márcio Almeida da Silva. A decisão judicial atendeu a um pedido do Ministério Público do Maranhão (MP-MA), o qual destacou que os réus, liderados por Antônio Gomes da Silva e a esposa, participaram de um esquema para desviar dinheiro público. Segundo o MP-MA, o esquema teve início no final de 2014, quando Ana Lídia assumiu a presidência interina da Câmara, destituiu o tesoureiro anterior e nomeou Raurison Lima dos Santos, pessoa de confiança do marido. A partir daí, Ana Lídia e Raurison teriam realizado um saque de R$ 62.834,72 em 16 de dezembro de 2014. Nos dias seguintes, Antônio Gomes e Ana Lídia teriam feito saques adicionais de R$ 35 mil, R$ 8.885,51 e R$ 2 mil, totalizando R$ 108.720,23. Em depoimento, o tesoureiro Raurison dos Santos afirmou que Antônio Cesarino o instruiu a assinar um recibo de R$ 1.500, embora ele só tivesse recebido R$ 1 mil, com a justificativa de que os R$ 500 restantes seriam retidos para desconto de INSS. A Justiça concluiu que a retenção indevida de R$ 500 caracterizou apropriação indevida e enriquecimento ilícito. O grupo também produziu documentos falsos e tentou fraudar processos, fazendo pessoas assinarem recibos datados de dezembro de 2014, para simular legalidade nos saques. A Justiça considerou as provas suficientes para condenar todos os envolvidos. Determinações da Justiça A Justiça considerou as provas suficientes para condenar todos os cinco réus, comprovando a intenção delituosa em suas ações. As sanções aplicadas foram: Ressarcimento do dano: Todos os réus devem devolver solidariamente R$ 108.720,23, com correção monetária e juros. Perda da função pública: Antônio Gomes, Ana Lídia e Manoel da Conceição perderão funções públicas que ainda exerçam. Suspensão dos direitos políticos: 10 anos para Antônio Gomes e Ana Lídia; 8 anos para Manoel; 5 anos para Márcio e Márcio Almeida. Danos morais coletivos: R$ 10 mil para Antônio Gomes e Ana Lídia; R$ 5 mil para os demais. Outras penalidades: Multa civil, proibição de contratar com o serviço público e pagamento das custas processuais. O MP-MA destacou que a decisão reforça a importância da responsabilidade de gestores públicos e da transparência na administração municipal, enviando um alerta contra desvios de recursos e fraudes documentais. Quarta-feira (10) Tainá Sousa é influenciadora em São Luís e apontada como líder de um esquema criminoso Arquivo pessoal A Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) aceitou um pedido de habeas corpus feito pela defesa da influenciadora digital Tainá Sousa. Tainá está presa desde o dia 1º de agosto por quebrar medidas cautelares impostas pela Justiça, no âmbito das investigações da Operação Dinheiro Sujo, que descobriu um esquema, liderado por Tainá, que estaria lavando dinheiro ilegal provenientes da divulgação do 'Jogo do Tigrinho', em São Luís. Durante as investigações, a Polícia Civil também afirma que descobriu que Tainá criou uma 'lista de execução' de autoridades, no Maranhão, em conversas interceptadas entre a influenciadora e o pai. Decisão do TJ-MA pela liberdade Nesta terça-feira (9), os magistrados da 3ª Câmara Criminal entenderam que, atualmente, não há provas suficientes que justifiquem a manutenção da prisão. As investigações continuam e Tainá deve ser solta e responder pelo crimes em liberdade. Nas redes sociais, Adriana compartilha fotos de viagens luxuosas Reprodução/Redes Sociais A médica Adriana Raquel Sousa, principal alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que apreendeu R$ 467 mil em sua residência, é mãe do prefeito de Caxias (MA), Gentil Neto (PP), secretária de Proteção Social, Primeira Infância e Pessoa Idosa e exibia nas redes sociais uma vida de alto padrão. O dinheiro apreendido encontrado na casa dela estava escondido em uma caixa de sapato e em uma mala. A Polícia Federal aponta que Adriana é investigada por falsificação de documentos e exercício ilegal da medicina. Após a operação, a médica também será investigada por peculato e lavagem de dinheiro. Com mais de 16 mil seguidores em uma rede social, Adriana compartilha atividades feitas feitas como secretária, além de viagens para destinos nacionais e internacionais luxuosos feitas por ela. Adriana Sousa se formou em Medicina em 2023. Em uma publicação também em um perfil nas redes sociais, ela compartilhou detalhes da trajetória e afirmou que a graduação na área era um sonho. Além disso, ela diz que é formada em Letras e Fisioterapia. No início de 2025, Adriana foi anunciada como secretária de Proteção Social, Primeira Infância e Pessoa Idosa na gestão do filho, o prefeito Gentil Neto (PP). Além dele, ela é mãe de mais dois filhos. Após ser alvo da operação, Adriana foi afastada do cargo. O que diz Adriana? Em nota, Adriana Raquel Sousa disse que a investigação não diz respeito à atuação como secretária municipal, mas sim como médica. Ela diz ainda que confia nas instituições e que tem 'fé de que tudo será esclarecido'. "Minha vida sempre foi dedicada a cuidar das pessoas, especialmente das mais vulneráveis. Já provei perante a Justiça a legitimidade do meu exercício da medicina e sigo firme na certeza de que a verdade prevalecerá. Sei que muitos têm julgado sem conhecer minha história, mas a força que recebo de minha família, pacientes, amigos e colegas me encoraja a enfrentar este momento com dignidade. Por respeito a Caxias e para defender meu nome e minha honra, decidi me afastar temporariamente de minhas funções no Município", declarou Adriana, nas redes sociais. Quinta-feira (11) Ex-delegado de Morros e mais dois são condenados a até 19 anos de prisão Divulgação/SSP A Justiça condenou o ex-delegado de Polícia Civil de Morros, Alexsandro de Oliveira Passos Dias, a 19 anos, seis meses e 28 dias de prisão, além de 539 dias-multa, pelos crimes de concussão e peculato. Ele também perdeu o cargo de delegado. A sentença foi publicada no último dia 5 de setembro e atendeu a uma Ação Civil Pública proposta pela Promotoria de Justiça de Morros em 2016. Além do ex-delegado, também foram condenados Paulo Jean Dias da Silva, a 11 anos e sete meses de reclusão e 277 dias-multa; e Adernilson Carlos Siqueira Silva, com pena de oito anos de reclusão e 196 dias-multa. Os dois também eram funcionários da Delegacia de Morros. Apesar da determinação de regime inicialmente fechado, os réus poderão recorrer da sentença em liberdade, desde que mantenham as medidas cautelares já impostas. Cada dia-multa equivale a 1/30 do salário mínimo vigente à época dos fatos. Segundo o Ministério Público do Maranhão, os três foram denunciados por concussão, peculato em continuidade delitiva, associação criminosa e usurpação da função pública. Os dois últimos crimes estavam prescritos na data da sentença. A concussão, que é quando um servidor público exige para si ou para outro, direta ou indiretamente, vantagem indevida, foi verificada por diversas vezes, em especial em casos de apreensão de veículos. As investigações apontam que, entre 2015 e abril de 2016, os réus se uniram para cometer crimes contra a administração pública, utilizando a estrutura da Delegacia de Polícia Civil de Morros. Na época, Alexsandro era o delegado titular, enquanto Paulo Jean e Adernilson atuavam irregularmente como escrivães, sem vínculo formal com o Estado. Diversos casos de concussão foram identificados, especialmente em situações de apreensão de veículos. Em um dos episódios, o proprietário de uma motocicleta foi informado que deveria pagar R$ 600 para reaver o veículo, valor posteriormente reduzido a R$ 500 após negociação. Em outro caso, uma vítima de ameaça teve sua moto apreendida e foi cobrada em R$ 1 mil, também negociado para R$ 500. Os pagamentos eram feitos em espécie a Paulo Jean, sem emissão de recibos ou registros oficiais. Para o juiz Geovane da Silva Santos, a ausência de documentação comprova o caráter irregular das condutas. A prática também se estendia à cobrança de fianças, cujos valores não eram integralmente repassados aos cofres públicos. Em abril de 2016, a família de um homem preso por ameaça pagou R$ 1.760 em espécie, mas apenas R$ 294 foram oficialmente recolhidos. Após intervenção de um advogado, R$ 1.400 foram devolvidos. O crime de peculato também foi constatado. Em março de 2016, um homem preso por porte ilegal de arma pagou R$ 2,5 mil de fiança, a Adernilson Carlos Silva, mas apenas R$ 290 foram repassados ao Estado. Não houve devolução do restante. O crime de peculato é quando um servidor público se apropria de dinheiro, valor ou bem móvel que detém por razão do cargo, ou o desvia em benefício próprio ou de terceiros. As investigações revelaram ainda que o ex-delegado cobrava R$ 20 mensais para autorizar o funcionamento de bares na cidade, com pagamentos feitos diretamente na Delegacia ou nos próprios estabelecimentos. Comerciantes recebiam um documento chamado “autorização de funcionamento”, e as cobranças eram feitas até com uso de viatura policial. Sexta-feira (12) Policiais realizam operação na Terra Indígena Bacurizinho, no Maranhão Divulgação/Polícia Federal Na manhã desta sexta-feira (12), a Polícia Federal e a Polícia Militar do Maranhão deflagraram uma operação na Terra Indígena Bacurizinho, em Grajaú, a cerca de 568 km de São Luís. Os motivos são ameaças de crimes contra indígenas e desmatamento ilegal. Segundo a Polícia Federal, equipes realizaram levantamentos de campo, especialmente na Aldeia Santa Maria e outras da Terra Indígena, para ouvir investigados e identificar os autores dos crimes de ameaça e invasão de terras. A operação, chamada 'Piaçava' também teve a presença de agente da FUNAI e do Ibama. Grampola foi morta a facadas na região da Ribeira, em São Luís Arquivo pessoal A influenciadora digital conhecida em São Luís como 'Grampola', famosa por vários áudios humorísticos que circulavam nas redes sociais, foi assassinada na madrugada desta sexta-feira (12), no bairro Ribeira. Grampola uma mulher trans e tinha como nome de registro Inaldo Henrique Silva Belchior, de 41 anos. Também ficou conhecida como 'Rainha dos áudios' e faleceu no dia em que completou aniversário. Segundo testemunhas, Grampola foi vista por várias pessoas em uma rua, pedindo socorro, e com várias marcas de golpes de faca. A vítima ainda foi levada para ser atendida em uma UPA, mas não resistiu. O caso será investigado pela Superintendência de Homicídios e ninguém foi preso até o momento. O motivo do crime também ainda não foi esclarecido. Este é o segundo caso de assassinato de mulher trans em menos de uma semana em São Luís. O outro foi no último domingo (7), quando Amanda Falcão, de 33 anos, foi encontrada morta em uma região de mangue, com sinais de violência. Sábado (13) Fabiano Assis Galeno era 1º tenente da Polícia Militar do Maranhão Arquivo pessoal Na manhã deste sábado (13), a polícia registrou um caso de afogamento em piscina que terminou com a morte do 1º tenente da Polícia Militar do Maranhão, Fabiano Assis Galeno. De acordo com informações do Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), por volta das 9h05, um morador acionou o Corpo de Bombeiros ao perceber que uma pessoa estaria desacordada dentro da água. As equipes de resgate chegaram rapidamente ao local e iniciaram os procedimentos de reanimação, com apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Segundo as primeiras informações coletadas no local, Fabiano era lotado no Centro Tático Aéreo (CTA), que afirmou que o tenente chegou sair da piscina por conta própria, mas veio a óbito, mesmo com os esforços para reanimação no local. Ainda segundo a polícia, o policial teria começado a se afogar após sofrer um mal súbito, enquanto praticava natação na piscina do Condomínio Pleno, onde morava, no bairro Jaracaty. O caso foi registrado no Plantão Central da Cajazeiras e, apesar dos indícios do que teria causado o afogamento, a circunstâncias deverão devem ser apuradas pela Polícia Civil.

Palavras-chave: câmara municipal

Artista do interior de SP retrata animais com grafite e carvão e leva obras para três continentes

Publicado em: 14/09/2025 08:00

Artista do interior de SP ganha a vida desenhando animais ‘Eu não vivo sem a arte’, diz Aos 66 anos, Bosco Buonanato Acceti, morador de Sarapuí (SP), transformou o desenho em ofício. Natural de Recife (PE), ele vive há 33 anos na zona rural da cidade e há mais de 20 anos se dedica à produção de retratos e figuras de animais. Seus trabalhos já chegaram a nove países em três continentes: Alemanha, Inglaterra, Itália e França, na Europa; Estados Unidos, Guatemala, Uruguai e Colômbia, nas Américas; e Nova Zelândia, na Oceania. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Cães, búfalos, cavalos e carneiros estão entre os temas mais pedidos, todos feitos sob encomenda. Bosco começou a desenhar aos 3 anos e, já adulto, se formou em educação artística, com extensão em artes. Ele também atuou como fotógrafo antes de voltar a se dedicar aos desenhos. Segundo o artista, a técnica está no olhar treinado para reproduzir o que vê. “Tenho facilidade em desenhar pessoas ou animais, sempre fiz o que observava ao meu redor. Hoje, o cliente manda a foto e eu reproduzo”, contou ao g1. Cada trabalho leva em média uma semana para ser concluído, dependendo da demanda. Para as produções, Bosco utiliza grafite e carvão marrom importado. O material, explica, foi escolhido pela suavidade e pela estética que proporciona. “É o que eu gosto, corre suavemente pela folha e não marca o papel. O preto e branco traz afetividade”, disse. Bosco se mudou para São Paulo há mais de 39 anos. Ele e a esposa escolheram o interior por questões de saúde dos filhos. Hoje, aposentado, afirma que não se vê longe da arte. Initial plugin text Os papéis também são especiais. Ele também explicou que busca usar os produtos de origem italiana, inglesa ou norte-americana, pois apresentam durabilidade e resistência maior, chegando a quase 100 anos. A escolha desses produtos não é uma regra, mas uma escolha pessoal do artista, pois percebeu que nessas tipificações, o resultado é positivo e o cliente consegue ter o produto por mais tempo. O reencontro com os desenhos aconteceu em 2005, na Feira Internacional da Cadeira Produtiva da Carne (Feicorte), um evento ligado ao gado de corte. Bosco estava à beira da pista observando os animais que eram apresentados ao público, e começou a desenhar cada um a partir da observação dos detalhes. O trabalho do artista chamou a atenção dos visitantes que estavam no local, e assim ele retornou para as encomendas de desenhos. "É difícil falar sobre, eu não vivo sem arte. Eu cresci fazendo arte, é a minha vida. Eu nunca deixei de viver dentro da arte", relatou Bosco. Os trabalhos de Bosco, reproduzindo animais domésticos ou da agropecuária também já chegaram longe pelo Brasil: Pará, Ceará, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e mais. Bosco faz desenhos de animais da agropecuária como búfalos, gado, cavalos e carneiros Arquivo pessoal/Bosco Buonanato Acceti A vida no campo do interior paulista A conexão com o campo começou cedo na vida do artista. Além dos desenhos, a sua vida pessoal também tem ligação com o ambiente rural. Para a reportagem, Bosco compartilhou que seu pai era um projetista de arquitetura e engenharia em uma autarquia do governo pernambucano. Pai e filho presenciaram a chegada do primeiro lote de búfalos em Recife. "O campo não sai da gente. Eu vim morar no interior, mas o gosto pelo campo sempre esteve comigo. Eu já fiz muitas feiras ligadas ao agro, e comecei a desenhar o boi, búfalo e carneiros. Tô vivendo como sempre quis viver", completou o desenhista. Assim como os desenhos têm a ligação com o espaço verde, o artista também contou que gosta de estar no local para observar o cotidiano, principalmente daqueles que tem orgulho em fazer parte do interior. "Eu gosto muito de estar no local onde as pessoas têm orgulho da sua identidade". Para ele, sobre a diferença entre as cidades do interior, é importante cada uma ter sua própria identidade, pois se fossem iguais, não teria graça. "É maravilhoso quando você encontra um local com orgulho das suas peculiaridades". O trabalho de Bosco também foi exposto na Câmara Municipal de Sarapuí. O desenhista já pintou com técnica a óleo, cerca de 30 retratos daqueles que já foram presidentes da cadeira municipal. Para ele, foi uma experiência difícil, pois estava enferrujado com a técnica e não estava mais acostumado com a prática da pintura. Há cada três anos, o município convoca o artista para realizar as pinturas, que ficam expostas no local para visita do público. O artista de Sarapuí reproduz os desenhos a partir da observação do detalhe desses animais Arquivo pessoal/Bosco Buonanato Acceti *Colaborou sob a supervisão de Carla Monteiro Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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