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Audiência pública vai discutir preço dos combustíveis em Petrópolis

Publicado em: 15/04/2026 19:52

Câmara de Vereadores de Petrópolis recebe audiência sobre o preço dos combustíveis nesta quinta (16) Divulgação Uma audiência pública marcada para esta quarta-feira (16) vai discutir o preço dos combustíveis em Petrópolis, na Região Serrana do Rio. O encontro será às 19h, na Câmara Municipal, no Centro da cidade. A iniciativa é do vereador Thiago Damaceno (PSDB), presidente da Comissão de Transporte Público e Mobilidade Urbana. O objetivo é debater os fatores que influenciam os preços praticados nos postos e os impactos no orçamento da população. Devem participar representantes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), do Procon, donos de postos, motoristas de aplicativo, taxistas, empresas de ônibus e entidades de defesa do consumidor. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. LEIA TAMBÉM: Areal recebe ação com serviços de saúde e vacinação nesta quinta-feira Prefeitura de Petrópolis orienta servidores sobre problemas com declaração pré-preenchida do Imposto de Renda Homem é preso após roubar celular de criança de 11 anos em Petrópolis Veja os vídeos que estão em alta no g1 A audiência foi convocada após o vereador encaminhar um pedido à ANP solicitando reforço na fiscalização do mercado local. No documento, ele aponta possíveis irregularidades, como baixa variação de preços entre os postos, suspeita de cartel e relatos de desabastecimento. Segundo Damaceno, a proposta surgiu a partir de reclamações de moradores sobre os valores cobrados na cidade. “Temos recebido muitas denúncias sobre os preços praticados em Petrópolis, que estão entre os mais altos do estado”, afirmou. A reunião será aberta ao público e deve servir como espaço para esclarecimentos e apresentação de propostas para o setor. Serviço Audiência pública sobre o preço dos combustíveis Data: 16 de abril de 2026 (quinta-feira) Horário: 19h Local: Câmara Municipal de Petrópolis – Praça Visconde de Mauá, 89, Centro 🔎 Veja outras notícias da região no g1 Região Serrana.

Palavras-chave: câmara municipal

Fim da greve em São Carlos: servidores aceitam proposta da prefeitura e encerram paralisação

Publicado em: 15/04/2026 18:41

Fim da greve em São Carlos: servidores aceitam proposta da prefeitura Os servidores públicos municipais de São Carlos (SP) realizaram uma reunião de negociação e aprovaram a nova proposta feita pela prefeitura na noite desta quarta-feira (15). Com isso, a categoria optou pelo término da greve, que durou três dias e causou a paralisação de serviços. A administração municipal negou aumento real no salário base, mas ofereceu reajuste de R$ 120 no vale-refeição, subindo de R$ 1,2 mil para R$ 1.320, o que foi aprovado pelos servidores. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram De acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos e Autárquicos de São Carlos (Sindspam), a categoria reivindicava reajuste de 7% no salário, vale-refeição de R$ 1,3 mil, além da manutenção da cesta básica com 36 itens. A paralisação começou na última segunda (13). Servidores de São Carlos aderiram à greve por reajustes e serviços sofreram paralisação EPTV/Reprodução Representantes da prefeitura e do Sindicato se reuniram nesta quarta para debater o acordo coletivo dos servidores públicos municipais. A administração ressaltou à categoria que, neste ano, não será possível conceder aumento real no salário base. O plano de carreira, reivindicação da categoria, também foi abordado no encontro. A administração se comprometeu a encaminhar um projeto à Câmara Municipal no segundo semestre deste ano, com previsão de implantação a partir de 1° janeiro de 2027. A prefeitura disse que a recomposição salarial será de 3,81% e manteve o benefício da cesta básica. Além disso, o descongelamento dos triênios, suspenso pela Lei Complementar 172/2020, foi confirmado com pagamento retroativo a janeiro de 2026. Em relação aos dias que os servidores ficaram paralisados, a prefeitura esclareceu que não há possibilidade de anistia, mas que a compensação será discutida entre os setores jurídicos e administrativos da administração municipal e sindicato. Veja reportagem completa do EPTV2: Servidores de São Carlos decidem encerrar greve após proposta da prefeitura Paralisação Os servidores públicos municipais que aderiram à greve, na última segunda (13), realizaram manifestações na Praça dos Voluntários, em frente ao Mercado Municipal, entre 8h e 17h. Nas redes sociais, o Sindspam afirmou que a greve é um "instrumento legítimo de luta coletiva, construído para defender nossos direitos, nossas condições de trabalho e, também, a qualidade dos serviços prestados à população". O sindicato reforçou que os serviços considerados essenciais e que deverão funcionar com 100% do efetivo são a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), farmácias e Guarda Civil Municipal (GCM), por exemplo. Nesses casos, não haverá adesão à greve. Mais notícias da região: SÃO JOSÉ DO RIO PARDO: Motorista de van escolar é preso suspeito de estupro de menina de 11 anos no interior de SP IBATÉ: 'Mini-boiadeira' é buscada na escola por touro de estimação e realiza sonho VACINA DA GRIPE: Veja onde se vacinar e os horários em Araraquara, São Carlos e região Liminar Servidores de São Carlos entram em greve por reajustes e serviços são paralisados EPTV/Reprodução De acordo com a prefeitura, a decisão liminar estabelece medidas obrigatórias que deverão ser rigorosamente cumpridas pela categoria: Fica expressamente proibida qualquer forma de bloqueio, obstrução ou impedimento de acesso aos locais de trabalho, garantindo o direito dos servidores que desejarem exercer regularmente suas funções; Impõe o desconto dos dias não trabalhados pelos servidores que aderirem ao movimento grevista; Determina-se que ao menos 70% dos servidores municipais permaneçam em atividade, sob pena de aplicação de multa diária de R$ 10.000,00 em caso de descumprimento. "A decisão é clara ao afirmar que o exercício do direito de greve não pode comprometer o funcionamento dos serviços públicos nem causar prejuízos à população. O município de São Carlos adotará todas as medidas necessárias para garantir o cumprimento integral da decisão judicial e a manutenção dos serviços públicos, não admitindo qualquer prática que prejudique a população são-carlense", disse a administração municipal. Servidores de São Carlos entram em greve por reajustes e serviços são paralisados Redes Sociais Serviços paralisados No início da manhã de segunda (13), a equipe de reportagem da EPTV, afiliada da TV Globo, esteve em duas escolas, a Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Professor Afonso Fioca Vitalli e o Centro Municipal de Educação Infantil (Cemei) Dario Rodrigues, no Cidade Aracy, e acompanhou os reflexos da paralisação da categoria. Conforme apurado pela reportagem, alguns alunos entraram e outros precisaram retornar para casa com os pais porque os professores aderiram à paralisação. Os pais relataram que uma merendeira também aderiu à greve, mas que o serviço não seria prejudicado. De acordo com a prefeitura, um levantamento aponta que nove enfermeiros e 41 agentes de saúde, dos 116 contratados nas 23 Unidades de Saúde da Família (USFs) aderiram ao movimento. Nas 11 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), bem como nas três UPAs e no Samu, os serviços seguem funcionando normalmente, sem registro de falta de profissionais. No Saae, 20 servidores aderiram à greve. Na Fundação Educacional São Carlos (FESC), um profissional. Na Fundação Pró-Memória, dois, e na Secretaria de Desenvolvimento Rural e Bem-Estar Animal, três. Das 62 escolas municipais, 14 estão totalmente fechadas. Nas demais repartições públicas, o atendimento permanece sem alterações. Servidores de São Carlos entram em greve por reajustes e serviços são paralisados Redes Sociais REVEJA OS VÍDEOS DA EPTV: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara

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Prefeita de Bauru assina concessão do esgoto por 30 anos; contrato prevê conclusão da ETE Vargem Limpa

Publicado em: 15/04/2026 17:46

Prefeita de Bauru assina concessão do esgoto por 30 anos; contrato prevê conclusão da ETE A prefeita de Bauru (SP), Suéllen Rosim (PSD), assinou nesta quarta-feira (15) o contrato de concessão do sistema de esgoto por 30 anos. O acordo prevê a conclusão da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Vargem Limpa, cuja obra está paralisada desde 2021. A assinatura ocorreu no Centro Administrativo da prefeitura, com a presença de representantes do Consórcio Saneamento Bauru, além de secretários municipais e vereadores. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp O consórcio foi declarado vencedor após apresentar o maior desconto sobre a tarifa máxima de esgoto, aliado à qualificação técnica. O grupo é liderado pela Companhia Brasileira de Infraestrutura (CBI) e reúne as empresas DP Barros Pavimentação e Construção Ltda, Trail Infraestrutura Ltda e Construtora COVEG Ltda. A prefeita de Bauru (SP), Suéllen Rosim (PSD), assinou o contrato de concessão do sistema de esgoto por 30 anos Prefeitura de Bauru/Divulgação A proposta prevê fator tarifário de 0,62, o que representa desconto de 38% sobre o valor máximo da tarifa, a ser aplicada após a conclusão da ETE. Além de assumir os serviços de coleta, transporte, tratamento e destinação final do esgoto, o consórcio também ficará responsável pela retomada e conclusão das obras da ETE Vargem Limpa, com início previsto até o começo do segundo semestre deste ano e entrega estimada para 2028. Outra contrapartida inclusa no contrato é a obra de drenagem da Avenida Nações Unidas, com orçamento estimado em R$ 3,6 bilhões. Obras da Estação de Tratamento do Esgoto (ETE) de Bauru estão paralisadas desde 2021 Thayna Polin/Prefeitura de Bauru Obras e obrigações do contrato Além da conclusão e operação da ETE Vargem Limpa, o contrato prevê uma série de investimentos ao longo da concessão. No primeiro ano, deverão ser implantados: sistema de monitoramento da drenagem urbana; melhorias na coleta de esgoto; instalação de hidrômetros; sistema de gestão comercial. Vista aérea das obras da ETE Vargem Limpa em Bauru (SP) Prefeitura de Bauru/Divulgação Até o terceiro ano de contrato, com previsão até 2028, deverão ser concluídas: ETE Vargem Limpa e sua subestação; ETE Tibiriçá; ETE Candeia; emissários de esgoto e implantação da estação de tratamento de água (ETA). Obras da Estação de Tratamento de Esgoto Vargem Limpa de Bauru (SP) estão paradas TV TEM/Reprodução A partir do quarto ano começam as obras de drenagem da Avenida Nações Unidas, que enfrenta problemas históricos de enchentes. Segundo o projeto, o consórcio também será responsável pela execução da obra de drenagem da avenida a partir do sexto ano da concessão. Concessão polêmica A aprovação da concessão do sistema de esgoto de Bauru gerou polêmica e chegou a travar a pauta da Câmara Municipal por vários meses, devido a divergências entre vereadores sobre os termos do contrato, valores da tarifa e responsabilidades da concessionária. O impasse só foi superado após análises jurídicas e técnicas que confirmaram a legalidade e a viabilidade do projeto, permitindo que a concessão fosse finalmente aprovada em maio de 2024 e sancionada pela prefeita Suéllen Rosim. Concessão da estação de tratamento de esgoto é aprovada pela Câmara de Bauru O projeto será financiado com recursos do Fundo de Tratamento de Esgoto (FTE) e pela tarifa de esgoto, já cobrada junto à conta de água. O edital de concessão do serviço de tratamento de esgoto de Bauru foi aberto em 2024. Ao longo do processo, o documento ainda sofreu duas prorrogações e cinco suspensões, algumas por determinação da Justiça e outras pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Apenas 2,85% de esgoto tratado A conclusão da ETE Vargem Limpa é considerada fundamental para melhorar o saneamento básico de Bauru, que atualmente trata apenas 2,85% do esgoto gerado, segundo o Ranking do Saneamento 2026, divulgado pelo Instituto Trata Brasil (ITB). Entre as 100 cidades mais populosas do Brasil, Bauru ocupa a 79ª posição no ranking geral, com nota 4,98 de 10. Levantamento mostra que tratamento de esgoto em Bauru está entre os 100 piores do país TV TEM/Reprodução No critério específico de tratamento de esgoto, a cidade é a pior do estado de São Paulo, na 98ª posição, piorando em relação a 2025, quando tratava 3,20% do esgoto. O estudo analisou ainda outros indicadores de saneamento básico da cidade: Atendimento de água: 94,02% Perdas na distribuição de água: 44,26% Investimento médio per capita: R$ 23,94 -- bem abaixo dos R$ 225 estimados pelo Plano Nacional de Saneamento para universalização dos serviços Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

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Vereador que agrediu mulher com uma garrafa de vidro em MG pode ser expulso do partido, diz PL

Publicado em: 15/04/2026 14:00

Vereador de Leandro Ferreira Eduardo Cézar Lobato Fonseca Reprodução/Redes Sociais O vereador Eduardo Cézar Lobato Fonseca (PL), preso por agredir uma mulher com uma garrafa de vidro , em Leandro Ferreira, no Centro-Oeste mineiro, pode ser expulso do partido. Em nota oficial publicada em uma rede social da legenda em Minas Gerais, o PL manifestou que a agressão praticada pelo vereador é um "ato inadmissível, que afronta diretamente os valores de respeito, dignidade humana e convivência civilizada". O partido anunciou ainda que abriu processo disciplinar interno que pode levar à expulsão do parlamentar da legenda. Leia a íntegra da nota no final da reportagem. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp Eduardo Cézar Lobato Fonseca, também conhecido como 'Eduardo Genro do Juvenal', tem 41 anos e está no segundo mandato na Câmara de Leandro Ferreira. Na última eleição, Eduardo Cézar Lobato Fonseca, também conhecido como 'Eduardo Genro do Juvenal' foi eleito pelo PL com 136 votos, 4,8% dos votos válidos. Na legislatura anterior (2021 - 2024) ele exerceu o mandato pelo PSDB. Segundo dados publicados nas últimas eleições, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o parlamentar é natural de Pitangui (MG), casado e atua como produtor agropecuário. O vereador não declarou renda. Em seu nome, há uma empresa registrada em 2013, na área de produção musical, atualmente com situação cadastral baixada. Vídeo mostra mulher ferida após agressão, vídeo foi borrada para preservar a vítima Entenda o caso A agressão e a prisão, em flagrante, ocorreram em um restaurante de Leandro Ferreira no dia 6 de abril, onde a vítima, Eduarda Brandão, jantava com um grupo de amigos. Segundo o boletim de ocorrência, após uma discussão, o vereador a atingiu na cabeça. O estopim da desavença, segundo a vítima, foi ela negar a se sentar na mesa com ele e recusar as investidas do parlamentar no dia. Em nota, o advogado do vereador, Rafael Lino, disse que não vai se manifestar publicamente sobre o caso, por se tratar de um processo que tramita em segredo de justiça. O caso foi registrado pela Polícia Militar (PM) e pela Polícia Civil como lesão corporal qualificada, perseguição, ameaça por mais de uma vez, importunação sexual e injúria. Eduardo Cézar foi preso em flagrante com base na lei Maria da Penha e a Câmara Municipal de Leandro Ferreira decretou a licença temporária e sem remuneração do parlamentar enquanto ele estiver detido. A vítima afirma que apesar de estarem no mesmo local, ela e o agressor não estavam juntos. Por viverem em uma cidade pequena, se conheciam informalmente e, segundo ela, nunca tiveram nenhum tipo de relacionamento. Vereador também é conhecido como 'Eduardo Genro do Juvenal' Na última eleição, Eduardo Cézar Lobato Fonseca, também conhecido como 'Eduardo Genro do Juvenal' foi eleito pelo PL com 136 votos, 4,8% dos votos válidos. Na legislatura anterior (2021 - 2024) ele exerceu o mandato pelo PSDB. Segundo dados publicados nas últimas eleições, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o parlamentar é natural de Pitangui (MG), casado e atua como produtor agropecuário. O vereador não declarou renda. Em seu nome, há uma empresa registrada em 2013, na área de produção musical, atualmente com situação cadastral baixada. Após a agressão, houve intimidação, segundo testemunhas De acordo com BO, testemunhas relataram que, mesmo após o ataque, o vereador continuou a intimidar a vítima dizendo: “Você vai se ver comigo”. Após levar uma garrafada na cabeça, Eduarda ficou ferida e precisou de atendimento médico. Desde o ocorrido, Eduarda diz que a rotina mudou completamente. Ela mora na zona rural com a avó e o filho e disse evitar sair de casa e ainda pensa em mudar de cidade. “Minha avó não está dormindo, meu filho que é especial está tendo crises de epilepsia. Eu tenho medo dele sair e me matar, e fazer algo com minha família”, afirmou. A jovem também disse que o vereador afirmou que sairia impune durante a ocorrência. “Ele ficou o tempo inteiro falando que não ia dar nada para ele”. Segundo Eduarda, o comportamento do parlamentar não foi isolado. Ela afirma que mesmo ele sendo casado, desenvolveu uma obsessão por ela. Vereador foi afastado A Câmara Municipal de Leandro Ferreira decretou a licença temporária e sem remuneração do vereador na última quarta-feira (9). De acordo com o decreto legislativo, a decisão leva em conta que a prisão impede o exercício do mandato. O texto destaca ainda que a medida não é punitiva, respeita a presunção de inocência e garante ao vereador o direito à ampla defesa. O decreto cita o regimento interno da Câmara, que prevê o afastamento automático de vereadores presos. A licença vale enquanto durar a impossibilidade de exercer o mandato. LEIA TAMBÉM: Mulher agredida por vereador com garrafa de vidro em MG considera deixar cidade: ‘Minha vida acabou’ Vítima de vereador teme ser morta: 'Disse que não daria nada' Vereador ameaçou mulher mesmo depois de agredi-la com garrafa em MG Vereador nega as acusações De acordo com a versão do vereador no BO, ele negou as acusações, e afirmou que não perseguiu nem ofendeu Eduarda. Ele disse que foi agredido por ela com unhadas, o que teria causado escoriações próximas ao olho. Segundo ele, a intenção foi apenas se defender. Ainda conforme o boletim de ocorrência, a versão não foi sustentada por provas colhidas no local. O caso foi registrado pela Polícia Militar (PM) e pela Polícia Civil e Eduardo Cézar foi acusado por lesão corporal qualificada, perseguição, ameaça por mais de uma vez, importunação sexual e injúria. Segundo Eduarda, o vereador já a perseguia há algum tempo. Ela afirma que nunca teve nada com ele e está com medo e considera até mesmo deixar Leandro Ferreira. Nota oficial do PL "O Partido Liberal de Minas Gerais manifesta, de forma firme e inequívoca, seu absoluto repúdio à violência contra a mulher. A agressão praticada pelo vereador do município de Leandro Ferreira é um ato inadmissível, que afronta diretamente os valores de respeito, dignidade humana e convivência civilizada que orientam nossa atuação política. Diante da gravidade da conduta, adotamos imediatamente todas as providências administrativas cabíveis e instauramos procedimento disciplinar interno, conduzido com rigor, com vistas à sua expulsão. Reiteramos que comportamentos dessa natureza são incompatíveis com os princípios éticos e programáticos da nossa legenda. Não toleraremos, sob nenhuma circunstância, práticas que perpetuem a violência. Expressamos nossa integral solidariedade à vítima e reafirmamos nossa confiança de que o Poder Judiciário procederá à devida apuração dos fatos e à aplicação das sanções cabíveis. Seguiremos vigilantes e atuantes para que o espaço político seja instrumento de promoção da igualdade, da justiça e da proteção da vida." VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas

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José Pereira, presidente da Câmara Municipal, toma posse como prefeito interino de Cabedelo, na PB

Publicado em: 15/04/2026 10:55

José Pereira, presidente da Câmara Municipal, toma posse como prefeito interino de Cabedelo, na PB Youtube/Câmara de Cabedelo O presidente da Câmara de Cabedelo, José Pereira (Avante), assumiu na manhã desta quarta-feira (15) a prefeitura do município, na Grande João Pessoa. O parlamentar passa a comandar a gestão após o afastamento do então prefeito interino, Edvaldo Neto (Avante), durante operação da Polícia Federal que investiga fraudes em licitações, desvio de recursos públicos e possível ligação de agentes públicos com facções criminosas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp No discurso de posse, José Pereira ressaltou que assume o cargo com "serenidade" e diz "confiar na Justiça" e no "pleno esclarecimento dos fatos". "Estou aqui para cuidar da cidade, e garantir que tudo continue funcionando. Essa missão não é individual, ela é compartilhada com cada vereador desta casa, também eleito pelo povo e chamado para corresponder a confiança da população", disse. A posse de José Pereira ocorreu em sessão na Câmara Municipal. Com a posse de José Pereira no cargo de prefeito, o segundo-vice-presidente da Câmara de Cabedelo Wagner do Solanense (PV) assume como presidente do órgão. LEIA TAMBÉM: Prefeito de Cabedelo é afastado em operação da PF que investiga desvio de R$ 270 milhões e elo com facção criminosa Quem é Edvaldo Neto, prefeito de Cabedelo afastado em operação da PF que investiga elo com facção criminosa Defesa de Edvaldo Neto diz que prefeito afastado 'jamais manteve qualquer vínculo com facção criminosa' Sobre a Operação Cítricos Prefeito eleito de Cabedelo é afastado em operação que investiga desvio milionário A operação da Polícia Federal foi deflagrada na manhã desta terça-feira (14) e investiga um esquema de fraude em licitações, desvio de recursos públicos e a ligação de agentes políticos com uma facção criminosa. Durante a operação, o prefeito interino Edvaldo Neto foi afastado do cargo. O afastamento ocorreu dois dias depois das eleições suplementares de Cabedelo, quando o prefeito foi eleito. Ao todo, foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão. Um dos endereços foi um apartamento do prefeito eleito Edvaldo Neto, localizado em Intermares. A Polícia Federal ainda não detalhou onde está o material apreendido. Conforme as investigações, um consórcio entre políticos da alta cúpula do município, empresários e integrantes da facção “Tropa do Amigão”, braço do “Comando Vermelho”, pode ter movimentado até R$ 270 milhões em contratos fraudulentos. Além do afastamento do prefeito, outros servidores públicos foram afastados por determinação judicial, para preservar a investigação e impedir a continuidade das condutas. LEIA TAMBÉM: Sogra de prefeito afastado de Cabedelo era advogada de chefe de facção; veja quem é quem no esquema suspeito de desviar mais de R$ 200 milhões Prefeito de Cabedelo afastado: esquema na prefeitura usava empresas terceirizadas para contratar pessoas ligadas à facção Quem é José Pereira, novo prefeito de Cabedelo Edvaldo Neto ao lado de José Pereira. (Reprodução / Redes sociais) José Francisco Pereira tem 68 anos e se apresenta como gestor financeiro. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele foi candidato a vereador por quatro vezes, se elegendo nos anos de 2012, 2020 e 2024. Em 2016, ele chegou a ser suplente na câmara municipal. Em 2024, Pereira foi eleito com 1.331 votos. No início de 2025, ele foi eleito 1º vice-presidente da casa Vereadora Graça Rezende, na mesa-diretora encabeçada por Edvaldo Neto. Com a cassação de André Coutinho (Avante), Edvaldo Neto assumiu a gestão do município, Pereira virou presidente da Câmara. Agora, com Pereira assumindo a gestão do município, o vereador Wagner do Solanense (PL) torna-se presidente da casa legislativa. Cassação de André Coutinho Mandato do prefeito de Cabedelo, André Coutinho, é cassado pelo TRE-PB após julgamento Divulgação A cassação do ex-prefeito de Cabedelo, André Coutinho, foi mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), assim como as cassações da então vice dele, Camila Holanda, e também do vereador Márcio Silva, por conta de irregularidades devido ao processo eleitoral nas Eleições em 2024, sendo os cassados acusados de compra de votos com envolvimento de facções criminosas. O julgamento inicial sobre o mérito da questão aconteceu em 17 de novembro, após uma ação, proposta pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). Em nota oficial divulgada à imprensa, o prefeito de Cabedelo , André Coutinho, informou que recebeu a decisão "com respeito mas com profundo sentimento de injustiça", e lamentou o resultado do julgamento, reiterando que "não praticou qualquer irregularidade". O prefeito reafirmou que, mesmo discordando da decisão, reafirma seu respeito à Justiça Eleitoral e às decisões judiciais, e reiterou que deve seguir "buscando a reparação dessa decisão junto ao TSE em Brasília". TRE mantém cassação de prefeito, vice e vereador de Cabedelo (PB) Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

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Miss Uberlândia é presa em São Paulo em operação contra tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro

Publicado em: 15/04/2026 10:24

Miss Uberlândia é presa em SP em operação contra tráfico de drogas e lavagem de dinheiro A Miss Universe Uberlândia 2025, Sara Monteiro, de 36 anos, foi presa pela Polícia Federal durante a Operação Luxury, que investiga um esquema de tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro com atuação em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. A prisão ocorreu na manhã desta quarta-feira (15), na capital paulista. Segundo a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), Sara é uma das principais investigadas da operação. Ela havia se mudado recentemente para São Paulo. Antes disso, morava em um condomínio de luxo no setor sul de Uberlândia, onde também houve cumprimento de mandados de busca e apreensão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp O g1 tenta contato com a defesa da investigada. Até o momento, a Operação Luxury já resultou na prisão de 24 pessoas e na apreensão de 20 carros. Operação 'Luxury' combate tráfico interestadual de drogas Miss atuava no núcleo financeiro do grupo De acordo com as investigações, Sara Monteiro é esposa de um dos chefes da organização criminosa e atuava no núcleo financeiro do grupo. A PF apontou que ela era beneficiária direta da movimentação financeira da organização, usufruindo de recursos obtidos com o tráfico de drogas e participando do processo de ocultação da origem do dinheiro. Ainda segundo a PF, embora a investigada não fosse responsável pela coordenação das ações criminosas, ela atuava na lavagem de dinheiro por meio de gastos elevados, como viagens frequentes. Durante o cumprimento do mandado de prisão temporária contra ela, celulares e um notebook da investigada foram apreendidos. A miss deve responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e organização criminosa. Modelo ostentava vida de luxo nas redes sociais Sara Monteiro, miss Uberlândia Redes sociais/Reprodução Nas redes sociais, Sara Monteiro compartilhava viagens nacionais e internacionais, rotina fitness, procedimentos e outros conteúdos ligados ao universo da beleza. Ela também mantinha uma loja ligada à área estética e também já trabalhou com vestuário feminino. A polícia informou ainda que, durante as investigações, agentes da PF registraram a presença de Sara em uma chácara na zona rural de Uberlândia (foto abaixo). Segundo a corporação, o local funcionava como ponto de apoio logístico para equipes responsáveis pelo transporte de drogas da quadrilha. Um dos registros mostra a investigada passeando com um cachorro no local. Sara foi vista durante investigações da Operação Luxury em ponto de apoio de drogas em Uberlândia PF/Reprodução Cidadã honorária de Uberlândia Em fevereiro de 2025, Sara Monteiro recebeu o Título de Cidadã Honorária de Uberlândia, concedido pela Câmara Municipal. A homenagem foi proposta pelo vereador Sargento Ednaldo (PP). Sara Monteiro recebeu título de cidadã honorária de Uberlândia em 2026 Aline Rezende/CMU/Reprodução Durante a apresentação no plenário, a Câmara informou que Sara é natural de Anápolis (GO) e morava em Uberlândia havia seis anos à época da concessão. Também foi destacado que ela é formada em Administração de Empresas e que representava o município no concurso Miss Universe Minas Gerais daquele ano. No discurso de justificativa, o Legislativo apontou que a homenageada era vista como um exemplo de empreendedorismo e de representação do município, em razão do trabalho desenvolvido e da visibilidade alcançada em concursos de beleza. Ligação com o líder da organização Miss Uberlândia, Sara Monteiro, é alvo da Operação Luxury Rafael Diehl/Reprodução/Redes sociais Sara é esposa de um dos investigados apontado pela Polícia Federal como chefe da organização criminosa, que segue foragido. Segundo a PF, ele comandava o esquema a partir do núcleo de liderança e era responsável por: negociar diretamente com fornecedores de drogas em Mato Grosso do Sul coordenar viagens e a logística do transporte fornecer veículos, imóveis de apoio e recursos financeiros controlar as comunicações do grupo As investigações identificaram que o suspeito movimentou mais de R$ 11 milhões em transações sem comprovação de atividade lícita. Também ostentava veículos de alto padrão, imóveis de luxo e um elevado custo de vida. LEIA TAMBÉM: Operação 'Resort do Crime' mira tráfico e lavagem de dinheiro em Ituiutaba Operação Tolerância Zero: PM remove motocicletas e bicicletas motorizadas irregulares Homem chamado para acompanhar operação policial acaba preso por não pagar pensão Operação Luxury ocorre em três estados Sara Monteiro, miss Uberlândia e candidata do Miss Universe Minas Gerais 2025 Redes sociais/Reprodução A Operação Luxury ocorre simultaneamente em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul e recebeu esse nome em referência ao padrão de vida luxuoso ostentado pelos investigados, além de remeter ao nome de uma loja de vestuário feminino ligada a Sara. A ação cumpre 27 mandados de prisão e 42 de busca e apreensão, com mobilização de cerca de 160 agentes e bloqueio de até R$ 61 milhões em bens. Segundo a Polícia Federal, a organização criminosa atuava de forma estruturada há pelo menos um ano e meio, com divisão de tarefas e logística sofisticada para transportar drogas do Mato Grosso do Sul ao Triângulo Mineiro. Operação Luxury; FOTOS O grupo utilizava rotas estratégicas, veículos “batedores”, internet via satélite e carros clonados. Ao longo das investigações, foram apreendidas cerca de 5,9 toneladas de maconha, e os suspeitos também são investigados por lavagem de dinheiro. Veículos de luxo foram apreendidos Sara Monteiro, modelo e miss Uberlândia Redes sociais/Reprodução Em Uberlândia, mandados de busca e apreensão foram cumpridos em condomínios de alto padrão na região sul da cidade. Durante a ação, veículos de luxo, como Porsche, BMW e Hilux, foram apreendidos. Já em Uberaba foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. Até o início da manhã, mais de 20 veículos foram recolhidos pelos policiais. VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

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Roberto Cidade registra candidatura ao 'governo tampão' do AM; Serafim Corrêa será vice

Publicado em: 15/04/2026 10:15

Roberto Cidade registra candidatura ao 'governo tampão' do AM; Serafim Corrêa será vice Domingos Justino/Rede Amazônica O governador interino do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), registrou candidatura ao "governo tampão" do estado e anunciou o deputado estadual Serafim Corrêa (PSB) como vice na chapa. A informação foi divulgada na manhã desta quarta-feira (15), durante coletiva de imprensa na sede da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), em Manaus. Esta é a primeira candidatura registrada para a eleição indireta após a divulgação do edital. O prazo para inscrição das chapas segue aberto até esta quinta-feira (16). Com a candidatura, Roberto Cidade disputa a reeleição para o governo do estado. A eleição está marcada para o dia 4 de maio, conforme confirmado pelo presidente em exercício da Aleam, deputado Adjuto Afonso (União Brasil). As regras do pleito foram aprovadas pelos deputados na quinta-feira (4). 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp A votação será indireta, feita pelos deputados estaduais, em sistema aberto e nominal. Para vencer em primeiro turno, a chapa precisa alcançar maioria absoluta dos votos. Caso isso não ocorra, haverá segundo turno entre as duas mais votadas, vencendo quem obtiver maioria simples. Em caso de empate, será realizada nova votação e, se a igualdade persistir, a decisão será por sorteio. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A eleição ocorre após a renúncia do então governador Wilson Lima (União Brasil) e do vice Tadeu de Souza (Progressistas), no dia 4 de abril. Como a saída ocorreu nos dois últimos anos do mandato, a Constituição estadual determina que a escolha seja feita de forma indireta. Até lá, Roberto Cidade segue interinamente no comando do governo. Lima anunciou pré-candidatura ao Senado, enquanto Tadeu ainda não informou qual cargo pretende disputar. Quem são os candidatos? Roberto Cidade Em defesa da BR-319, Roberto Cidade volta a convocar superintendente do DNIT Herick Pereira Roberto Cidade iniciou a carreira política em 2016, ao disputar uma vaga de vereador em Manaus. Ele recebeu 6.285 votos e ficou como suplente. Dois anos depois, assumiu cadeira na Câmara Municipal de Manaus, onde participou de votações como a Lei Orçamentária do município. Ainda em 2018, foi eleito deputado estadual com 33.239 votos, sendo o segundo mais votado do estado. Na Assembleia Legislativa, começou em 2019 como 3º vice-presidente da Mesa Diretora e presidiu a Comissão de Transportes no biênio 2019-2020. Em dezembro de 2020, foi eleito presidente da Aleam aos 34 anos, tornando-se o mais jovem e o primeiro novato a comandar o Legislativo estadual. LEIA TAMBÉM: Roberto Cidade abre mão do salário de governador do Amazonas e mantém a remuneração como deputado Serafim Corrêa Serafim Correa Divulgação/PSB Economista e advogado, Serafim Corrêa iniciou a trajetória política como vereador de Manaus, com atuação voltada à transparência na gestão pública. Filiado ao PSB desde 1988, foi eleito prefeito da capital em 2004, exercendo o mandato entre 2005 e 2009. Após deixar a prefeitura, voltou à política em 2014, quando foi eleito deputado estadual. Cumpriu dois mandatos consecutivos, com atuação em temas ligados à economia, desenvolvimento regional e fortalecimento da Zona Franca de Manaus. Em 2023, assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti) no governo Wilson Lima, cargo que deixou em abril de 2026 para disputar uma vaga na Câmara Federal. Coletiva que oficializou a candidatura da chapa. Jucélio Paiva

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Câmara de Campinas vota, em definitivo, prorrogação do contrato do transporte público por até 2 anos

Publicado em: 15/04/2026 06:36

Câmara de Campinas aprovou na noite desta quarta-feira (8), em 1ª votação, o projeto que prorroga o atual contrato do transporte público por até 2 anos Câmara Municipal de Campinas A Câmara de Vereadores de Campinas analisa e vota na noite desta quarta-feira (15), em definitivo, o projeto de lei complementar que prorroga o atual contrato do transporte público, que se encerra em 29 de abril de 2026. ➡️ Também será votada a emenda que reduz de três para, no máximo, dois anos o período de extensão do contrato. Somente se aprovada em 2ª votação é que a prorrogação excepcional poderá ser efetivada pelo Executivo. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp A discussão do projeto de extensão do contrato do transporte público pela Casa Legislativa ocorre em meio à espera da finalização do processo de licitação, após a realização do leilão em março. 📆 Atualmente, a Comissão de Licitação analisa as planilhas enviadas pelas empresas vencedoras do leilão ocorrido em 5 de março. Não há prazo estipulado pelo edital nessa fase - leia mais abaixo. Em 1ª votação, com o Plenário marcado por debates sobre divergências no prazo da extensão do atual acordo, alvo de contestação do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP), tanto o projeto quanto a emenda foram aprovados por 25 votos favoráveis e seis contrários. A Emdec justificou que o prazo maior do projeto foi estruturado como uma "margem de máxima segurança jurídica" para o período de transição da nova concessão, estimada entre 11 e 14 meses, "necessário para garantir a continuidade da prestação dos serviço". ⚠️ O projeto possui uma cláusula resolutiva que assegura a extinção automática da prorrogação tão logo concluído o procedimento licitatório e iniciada a operação pelos novos concessionários. Leilão em março Sancetur e Consórcio Grande Campinas vencem leilão para operar transporte público Em março, um leilão na B3, em São Paulo, definiu os ganhadores do certame para operar o sistema de transporte público de Campinas pelos próximos 15 anos, prorrogáveis por mais 5 anos. O processo enfrenta um atraso de mais de uma década, desde que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) avaliou como irregular a concorrência de 2005. Atualmente, o processo está na etapa de avaliação técnicas das planilhas apresentadas pelos vencedores do certame. Veja abaixo o passo a passo: Análise da Comissão de Licitação: que fará a avaliação técnica das planilhas para verificar se a proposta é economicamente viável. Essa etapa não tem prazo definido. Publicação do julgamento: após a análise, será publicado o julgamento do resultado da licitação. Apresentação de recursos: a partir da publicação, abre-se um período de 3 dias úteis para que as empresas apresentem eventuais recursos administrativos contestando o resultado. Homologação do processo: se não houver recursos (ou após a análise deles), ocorre a homologação da licitação, confirmando oficialmente os vencedores. Criação das empresas operadoras: o consórcio vencedor terá até 2 meses para constituir as Sociedades de Propósito Específico (SPEs) — empresas criadas exclusivamente para operar o transporte coletivo de Campinas. Assinatura do contrato: após a criação das SPEs, ocorre a assinatura do contrato de concessão com a prefeitura. Emissão da Ordem de Serviço: o poder público terá até 120 dias (90 dias mais 30) para emitir o documento que autoriza oficialmente o início dos investimentos pelas concessionárias. Início da operação: a partir da ordem de serviço, as empresas terão até 180 dias para adquirir ônibus, estruturar garagens e preparar a operação, até disponibilizar a frota e iniciar o serviço no sistema de transporte coletivo. Ônibus do transporte público municipal de Campinas Fernanda Sunega/Prefeitura Municipal de Campinas Histórico Inicialmente prevista para março de 2016, a nova licitação é aguarda porque o Tribunal de Contas do Estado (TCE) avaliou como irregular a concorrência de 2005. Segundo o tribunal, as empresas não poderiam ter passado pelo sistema de avaliações técnicas dentro da licitação de preços. Em agosto de 2019, a prefeitura lançou a primeira versão do edital, mas o documento foi suspenso pelo TCE dois meses depois e acabou barrado pela Justiça em novembro daquele ano. A licitação de 2005 venceu em 2020 e a definição do novo contrato virou uma "novela". Com a anulação, a administração municipal recomeçou o processo para consolidar um novo edital, que foi publicado em dezembro de 2022 — já na gestão Dário Saadi (Republicanos). Em março de 2023, o processo chegou a ser interrompido pelo TCE após contestação pelo sindicato das empresas do segmento (Setcamp). Em maio de 2023, o TCE-SP determinou a reformulação do edital com correções de 14 itens para o processo ser retomado. A reformulação foi publicada no dia 14 de julho. Os estudos para adequações foram realizados pela Emdec e secretarias de Transporte, Administração e Justiça, com apoio da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Com as correções no edital, a licitação ocorreu em 20 de setembro de 2023, mas foi declarada deserta, porque nenhuma empresa apresentou oferta para a concessão. Com isso, a prefeitura recomeçou o processo licitatório do zero. A administração municipal abriu em outubro de 2023, a segunda consulta pública para receber sugestões que pudessem contribuir com o processo. Foram 131 manifestações recebidas. Em junho de 2024 foi nomeado, pela administração municipal, um Grupo de Trabalho Intersecretarial, para conduzir a nova licitação do transporte coletivo. A prefeitura realizou 11 audiências públicas em dezembro daquele ano, e abriu uma consulta pública para receber contribuições. Ao todo, foram enviadas 1,1 mil contribuições na consulta pública, que ficou aberta de 2 de abril a 2 de julho de 2025. Em dezembro de 2025, o novo edital foi lançado. Terminal Campo Grande, em Campinas (SP): metrópole tenta definir nova licitação do transporte público Carlos Bassan/PMC Outras pautas Na mesma sessão, os vereadores votam, também em definitivo, um projeto que cria o Programa de Regularização do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (Refis ISSQN Campinas). CLIQUE AQUI e veja o texto do projeto na íntegra O programa permite o parcelamento de dívidas, inscritas ou não na dívida ativa, e descontos de até 100% sobre multas e juras para o acerto de débitos do imposto municipal. Poderão aderir ao Refis débitos constituídos antes da publicação da lei, inclusive aqueles que já tenham sido parcelados anteriormente. VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas.

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Fraude em licitação, 'folha de pagamento paralela' e contratação de indicados por facção: como era o esquema que afastou prefeito de Cabedelo

Publicado em: 15/04/2026 06:06

Prefeito de Cabedelo é afastado em operação da Polícia Federal Uma operação da Polícia Federal, determinada pela Justiça da Paraíba, na manhã desta terça-feira (14) em Cabedelo, na Grande João Pessoa, afastou o prefeito interino Edvaldo Neto (Avante), que havia vencido a eleição suplementar no último domingo (12). A ação investiga um complexo esquema de corrupção e ligação com o crime organizado. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp A Operação Cítrico é conjunta da Polícia Federal, do Ministério Público da Paraíba (por meio do Gaeco) e da Controladoria-Geral da União (CGU). Foram cumpridos mais de 20 mandados de busca e apreensão na investigação do esquema de fraude em licitações, desvio de recursos públicos e a ligação de agentes políticos com uma facção criminosa. O g1 reuniu perguntas e respostas para explicar os principais pontos do afastamento do prefeito, de outros servidores, além da forma como o esquema operava. O que a investigação apura? Como aconteciam as fraudes? Quem são os alvos da operação e o que faziam no esquema? Sogra de prefeito era advogada de chefe da facção criminosa? Prefeito interino não vai assumir como prefeito eleito? Quem assume a prefeitura de Cabedelo? O que a investigação apura? Apartamento do prefeito de Cabedelo foi alvo de mandado de busca e apreensão Zuila David/TV Cabo Branco A investigação apura a existência de um consórcio entre políticos da alta cúpula do município, empresários e integrantes da facção “Tropa do Amigão”, um braço do “Comando Vermelho”. Segundo a PF, o esquema pode ter movimentado até R$ 270 milhões em contratos fraudulentos, usando empresas de mão de obra para infiltrar membros da facção na prefeitura e desviar dinheiro público. A decisão para determinar o afastamento e a investigação foi do desembargador Ricardo Vital de Almeida, que descreve que empresas terceirizadas, especialmente a Lemon Terceirização e Serviços Ltda, com sede em Olinda, em Pernambuco, eram o eixo central do esquema estruturado dentro da administração pública de Cabedelo. Segundo o documento da decisão, o modelo do esquema operava da seguinte forma: a Prefeitura de Cabedelo realizava contratações de serviços terceirizados, como de limpeza em prédios e domicílios, por meio de licitações que são suspeitas de serem fraudadas, ou direcionadas, para garantir que determinadas empresas, como a Lemon, fossem sempre vencedoras e que, após as contratações, houvesse o desvios dos recursos de volta para facção e para agentes públicos, com salários inflados. Como aconteciam as fraudes? A Justiça aponta que as fraudes ocorriam, por exemplo, com a desclassificação deliberada de empresas concorrentes nas licitações, mesmo quando apresentavam propostas melhores, mediante decisões administrativas e pareceres jurídicos que davam aparência de legalidade ao processo licitatório. Uma vez que os contratos eram fechados, essas empresas terceirizadas funcionariam como um mecanismo de contratação de pessoas indicadas por uma facção criminosa, identificada como a “Tropa do Amigão”, um braço do Comando Vermelho, na Paraíba. Essas indicações, segundo a investigação, partiam da liderança do grupo criminoso e eram operacionalizadas dentro da administração pública por intermediários e servidores, que recebiam currículos e efetivavam contratações dentro da estrutura das empresas terceirizadas. Na prática, isso teria criado uma espécie de “folha de pagamento paralela”, como é citado pelo documento, na qual recursos públicos pagos às empresas terceirizadas eram desviados, total ou parcialmente, para financiar a organização criminosa e pagar propinas a agentes públicos. O dinheiro circulava por meio de salários inflados desses funcionários terceirizados contratados, pagamentos em espécie e uso de contas de terceiros para dificultar o rastreamento dessas quantias, caracterizando indícios de lavagem de dinheiro, também conforme a decisão. Com isso, a estrutura formal da administração municipal, conforme palavras do desembargador, “teria sido convertida em um instrumento logístico e financeiro do crime organizado”. O documento ressalta ainda a ligação entre o núcleo da organização criminosa e o núcleo político do esquema. Um dos nomes citados pelo desembargador é o de Flávio de Lima Monteiro, conhecido por "Fatoka", o chefe da facção criminosa. Ele não foi alvo da operação nesta terça-feira (14) e está na lista dos criminosos mais procurados da Paraíba. Quem são os alvos da operação e o que faziam no esquema? Dinheiro e outros objetos foram apreendidos durante operação da Polícia Federal em Cabedelo Divulgação/Polícia Federal O principal alvo é o prefeito afastado, Edvaldo Neto. Além dele, a operação mirou outras 12 pessoas, incluindo familiares e pessoas ligadas à sua gestão. Entre eles estão sua sogra, Cynthia Denize Silva Cordeiro (ex-secretária de Políticas para Mulheres), e seu cunhado, Diego Carvalho Martins (ex-chefe do Procon municipal). A atual secretária de Administração, Josenilda Batista dos Santos, também está na lista. Veja abaixo quem é quem no esquema investigado pela Justiça e também pela PF: Edvaldo Neto, prefeito interino: teria mantido e garantido a continuidade do esquema como prefeito, assegurando contratos com a Lemon; Vitor Hugo, ex-prefeito: apontado como articulador inicial do esquema, responsável por firmar o pacto com a facção e estruturar o modelo do esquema; Josenilda Batista dos Santos, atual secretária de administração de Cabedelo: apontada como braço operacional interno da facção; recebia indicações da facção e atuava para fraudar licitações e contratar via terceirizadas. Diego Carvalho Martins, atual procurador-geral do município: procurador que teria dado suporte jurídico ao esquema, com pareceres para favorecer a Lemon nas licitações. Luciano Junior da Silva, dono de empresas: controlador de fato do "hub de empresas" utilizadas pela facção criminosa; estruturava a terceirização como fachada para o esquema. Aldecir Monteiro da Silva: sócio formal da Lemon; assinava contratos e aditivos para dar aparência legal. Rougger Guerra Junior, ex-procurador da Câmara de Cabedelo e secretário de João Pessoa: apontado como “lobista”, facilitava a inserção das empresas do esquema na administração pública. Rita Bernadeth Moura Medeiros: apontada como elo operacional do esquema; fazia a interlocução diária entre empresas e Prefeitura. Claudio Fernandes de Lima Monteiro, policial militar reformado e motorista de Josenilda: apontado como gestor de contrato da Lemon indicado para “blindar” a execução do acordo da prefeitura com a empresa e evitar fiscalização. Cynthia Denize Silva Cordeiro, advogada: apontada como elo jurídico entre o núcleo político do esquema com a facção; Ela era advogada de Fatoka e sogra de Edvaldo Neto, o prefeito. Tanison da Silva Santos: apontado como intermediário da facção; repassava indicações e articulava contratações. Genilton Martins de Brito: apontado como operador financeiro; movimentava e pulverizava recursos desviados. Prefeitura de Cabedelo (Contratos/Licitações): estrutura usada para viabilizar licitações e contratos sob suspeita. Lemon Terceirização e Serviços Ltda: empresa central do esquema; utilizada para desvio de verbas e contratação de indicados da facção. LEIA TAMBÉM: Prefeito de Cabedelo afastado em operação que investiga elo com facção criminosa prometeu barrar crime organizado Sogra de prefeito era advogada de chefe da facção criminosa? De acordo com o desembargador, a sogra de prefeito era advogada de chefe da facção criminosa TV Cabo Branco O desembargador Ricardo Vital de Almeida, citando o Ministério Público da Paraíba (MPPB) nos autos do processo, ressaltou que a participação de Cynthia Denize Silva Cordeiro, um dos alvos da operação e da investigação, não teria sido acidental" no esquema e desempenhava um papel importante no esquema criminoso, sendo advogada de Fatoka, chefe do Comando Vermelho, além de ser sogra do prefeito interino. "Ela teria articulado a aliança inicial entre a Prefeitura e a facção. Sua influência, segundo os indícios, se estende, já que é sogra do atual prefeito Edvaldo Neto, o que, em tese, a posicionaria como figura de poder contínuo, garantindo a manutenção do pacto", diz trecho da decisão. Cynthia Cordeiro chegou a ocupar diversos cargos na prefeutura de Cabedelo. O g1 entrou em contato com ela para ter um posicionamento sobre a operação, mas não teve resposta até a última atualização desta reportagem. Prefeito interino não vai assumir como prefeito eleito? Edvaldo Neto (Avante) candidato em Cabedelo Reprodução/TV Cabo Branco O afastamento foi uma medida cautelar determinada pela Justiça da Paraíba para preservar a investigação e impedir a continuidade das condutas investigadas. Edvaldo Neto já era prefeito interino desde 2025 e foi afastado do cargo dois dias após ser eleito para o mandato definitivo. A medida não tem relação com a eleição suplementar deste domingo (12). De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB), o afastamento do prefeito eleito de Cabedelo não foi determinado por integrante da Justiça Eleitoral e que um " eventual efeito desse afastamento na seara eleitoral, inclusive no tocante à sua diplomação, será oportunamente apreciado pela autoridade eleitoral competente, em processo judicial específico, quando provocada". O TRE-PB havia informado anteriormente que a data da diplomação do prefeito está marcada para o dia 25 de maio e uma cerimônia no Teatro Santa Catarina, em Cabedelo. Quem assume a prefeitura de Cabedelo? Edvaldo Neto ao lado de José Pereira. (Reprodução / Redes sociais) Com o afastamento de Edvaldo Neto, quem assume o comando da prefeitura é o atual presidente da Câmara Municipal, José Pereira (Avante). José Pereira era vice-presidente da Câmara de Cabedelo e assumiu a presidência assim que Edvaldo Neto precisou sair para assumir a Prefeitura de forma interina. O novo prefeito interino, José Pereira, está no terceiro mandato de vereador, tendo sido eleito em 2012, 2020 e 2024. Em 2016, tentou a reeleição, mas acabou ficando na suplência. Com a saída de José Pereira para assumir a Prefeitura, Wagner do Solanense (PV), 2º vice-presidente da Câmara Municipal, deve assumir a presidência do Legislativo de forma interina. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

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Veja o que se sabe sobre o caso do vereador que agrediu mulher com garrafa após ela recusar sentar com ele em restaurante em MG

Publicado em: 15/04/2026 05:03

Vídeo mostra mulher ferida após agressão com garrafa em restaurante de MG O vereador Eduardo Genro do Juvenal (PL), da cidade de Leandro Ferreira, no Centro-Oeste mineiro, foi preso após agredir uma mulher com uma garrafa dentro de um restaurante na cidade. O caso foi registrado pela Polícia Militar (PM) e pela Polícia Civil como lesão corporal qualificada, perseguição, importunação sexual e injúria. Em nota, o advogado do vereador, Rafael Lino, disse que não vai se manifestar publicamente sobre o caso, por se tratar de um processo que tramita em segredo de justiça. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste no WhatsApp A seguir, veja o que já se sabe sobre o caso: Quem são vítima e agressor? Agressor e vítima se conheciam? Quando aconteceu a agressão? Quais são as provas encontradas? Por quais crimes o agressor pode responder? O que falta esclarecer? Quem são vítima e agressor? Eduarda Brandão, mulher agredida com uma garrafa de vidro por Eduardo Cézar Lobato Fonseca, tem 25 anos e mora na zona rural de Leandro Ferreira com a avó e um filho menor, que necessita de cuidados especiais. O vereador Eduardo Cézar Lobato Fonseca (PL), conhecido como 'Eduardo Genro do Juvenal', de 41 anos, é o suspeito de agressão. Na última eleição, Eduardo foi eleito pelo PL com 136 votos, 4,8% dos votos válidos. Segundo dados publicados nas últimas eleições pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o parlamentar é natural de Pitangui (MG), casado e atua como produtor agropecuário. O vereador não declarou renda. Em seu nome, há uma empresa registrada em 2013, na área de produção musical, atualmente com situação cadastral baixada. Agressor e vítima se conheciam? Segundo relato da vítima no boletim de ocorrência, ela conhece o vereador 'de vista', por morarem em uma cidade pequena. A vítima relatou que nunca teve um relacionamento com o agressor, mas afirmou que há dois meses ele a tem perseguido em vários lugares e, inclusive, enviou mensagens pelo aplicativo WhatsApp de outras pessoas. Ela afirmou estar incomodada com o comportamento insistente do vereador e o assédio. Quando aconteceu a agressão? Eduarda relatou aos policiais que estava com mais seis amigos em um restaurante no centro de Leandro Ferreira na noite do dia 6 de abril. O vereador passou acompanhado por outras pessoas, a viu no local e também entrou. Ele foi até a mesa dela, sem ser convidado, e a chamou para se sentar com ele. A vítima e os amigos chegaram a mudar de lugar para evitar contato com o vereador que, diante das negativas dela, jogou uma garrafa em seu rosto, provocando um corte na têmpora. Testemunhas afirmaram em depoimento que, mesmo após o ataque, o vereador continuou a agredi-la verbalmente e tentou intimidá-la. Ele negou, em depoimento, a agressão, e chegou a relatar que ela o teria machucado com as unhas, o que não foi confirmado. Quais são as provas encontradas? Testemunhas confirmaram a versão da vítima e relataram a agressão dentro do restaurante. Há também o registro policial com o relato detalhado da ocorrência e imagens que mostram a vítima ferida após o ataque. Segundo o Boletim de Ocorrência, a versão do vereador de que não havia a agredido não foi sustentada por provas imediatas. Por quais crimes o agressor pode responder? O caso foi registrado pela Polícia Militar (PM) e pela Polícia Civil como lesão corporal qualificada, perseguição, ameaça por mais de uma vez, importunação sexual e injúria. Eduardo Cézar foi preso em flagrante com base na lei Maria da Penha e a Câmara Municipal de Leandro Ferreira decretou a licença temporária e sem remuneração do parlamentar enquanto ele estiver detido. A vítima afirma que, apesar de estarem no mesmo local, ela e o agressor não estavam juntos. Por viverem em uma cidade pequena, se conheciam informalmente e, segundo ela, nunca tiveram nenhum tipo de relacionamento. O que falta esclarecer? A investigação ainda deve aprofundar a análise das provas, ouvir mais testemunhas e avaliar todos os elementos do caso. A Justiça também vai decidir sobre o pedido de liberdade do vereador e, ao fim do processo, definir eventual responsabilização criminal. LEIA TAMBÉM: Mulher agredida por vereador com garrafa de vidro em MG considera deixar cidade: ‘Minha vida acabou’ Vítima de vereador teme ser morta: 'Disse que não daria nada' Vereador ameaçou mulher mesmo depois de agredi-la com garrafa em MG Vereador de Leandro Ferreira, Eduardo Cézar Lobato Fonseca (PL), está preso Reprodução/Redes Sociais VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas

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Manga faz 12ª mudança no secretariado e nomeia novo chefe para Administração e Meio Ambiente

Publicado em: 14/04/2026 21:08

Antonio Genezzi Lopes é nomeado secretário da Sema e da Secretaria de Administração em Sorocaba (SP) Câmara Municipal de Sorocaba / Divulgação O prefeito de Sorocaba (SP), Rodrigo Manga (Republicanos), realizou a 12ª mudança em seu secretariado ao nomear, nesta terça-feira (14), Antonio Genezzi Lopes como novo chefe das secretarias de Administração (Sead) e do Meio Ambiente, Proteção e Bem-estar Animal (Sema). Antonio, que é advogado e ocupava o cargo de Superintendente do Gabinete do Poder Executivo, acumulará as duas pastas, mas sem acúmulo de salário. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Esta não é a primeira vez que ele comanda a Sema. Em junho de 2025, ele já havia sido nomeado como secretário interino da pasta, após a exoneração de Alfeu Malavazzi Neto. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ao ser questionado pelo g1 sobre o motivo das mudanças, Manga afirmou, no início do mês, que o objetivo é voltar com a formação de funcionários do dia 6 de novembro de 2025, época do seu afastamento. Mudanças nas secretarias Exonerações/cessamentos Vitor Hugo Tavares - Secretaria de Esportes e Qualidade de Vida (a pedido); Samyra Toledo - Secretária de Governo (a pedido); Lucas Pedrozo - Secretario de Comunicação; Guilherme Juliano Salinas - Secretario do Gabinete Central; Andre Maximiliano Moron Machado – Assessor de Gabinete (Segurança Urbana); Edson Thiago Santoro Alves – Secretário de Meio Ambiente; Aliane Francisco Mendes – Secretária de Administração; Júlio Cesar de Souza Martins – Secretário de Recursos Humanos; Cleber Martins Fernandes da Costa – Chefe de Gabinete (Relações Institucionais); Rosangela Perecini – Secretária da Mulher (a pedido); Rosangela Perecini – Presidente do Fundo Social (a pedido); Douglas Domingos de Moraes - Secretário Jurídico. Nomeações Antonio Genezzi Lopes - Secretário de Administração (Sead) e do Meio Ambiente, Proteção e Bem-estar Animal (Sema). Clayton Lustosa - Secretário de Empreendedorismo e Desenvolvimento Econômico (cumulativo); Mauricio Campanati - Secretário de Meio Ambiente (cumulativo); Cleber Costa - Secretário de RH e Administração (cumulativo); Guilherme Salinas - Secretário do Gabinete Central e Chefe de Gabinete Executivo (cumulativo); Ana Claudia Fauaz - Secretária da Mulher e Presidente do Fundo Social; Luciana Fonseca - Secretária Jurídica. Suspensão do afastamento de Rodrigo Manga O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques suspendeu, no dia 31 de março, o afastamento de Manga em decorrência da Operação Copia e Cola. A decisão ainda cabe recurso. O político, que ficou conhecido como prefeito "tiktoker" por viralizar com vídeos nas redes sociais, foi afastado no dia 6 de novembro de 2025, durante a segunda fase da operação da Polícia Federal, que investiga desvio de verba na área da saúde em Sorocaba. A investigação apura desvio de verbas em contratos para a administração de duas unidades de saúde do município. Com o afastamento temporário de 180 dias de Manga, o vice Fernando Martins (PSD) assumiu a prefeitura, há quase cinco meses. Manga reassumiu o cargo no dia 1º de abril. Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Câmara de BH aprova em 1º turno proibição de embarcações motorizadas na Lagoa da Pampulha

Publicado em: 14/04/2026 20:35

Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte Rodrigo Clemente/ PBH/ Flickr PBH A Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou em 1º turno, nesta terça-feira (14), dois projetos de lei sobre a Lagoa da Pampulha. Um deles proíbe o uso de embarcações motorizadas particulares na represa, e o outro institui uma política de estímulo à prática de atividades náuticas. O PL 454/2025, aprovado com 36 votos favoráveis, proíbe motos aquáticas, lanchas e barcos com motor, por exemplo. A medida não inclui embarcações da administração pública e de órgãos de fiscalização ambiental, segurança pública, salvamento e Defesa Civil em serviço, como o capivarã, navegação turística da Pampulha. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Minas no WhatsApp O texto também estabelece a apreensão de embarcações, motorizadas ou não, e multa de R$ 1 mil para quem praticar esportes náuticos na água sem autorização da prefeitura. Além disso, prevê multa de R$ 10 mil em caso de construção irregular de embarcadouros, trampolins, abrigos para barcos, aterros ou amuradas na orla da lagoa. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Estímulo a atividades náuticas Já o PL 499/2025 busca estimular a prática de atividades náuticas na lagoa, como o aluguel de remo, canoagem e caiaque, além de embarcações a vela. O texto diz que essas atividades só poderão funcionar com regulamentação e licenciamento do poder público. Além disso, estabelece exigências de segurança, regras ambientais, restrições e penalidades. O projeto recebeu 29 votos favoráveis e oito contrários. Na justificativa da proposta, o vereador José Ferreira (Podemos) destacou que ela busca regulamentar o uso das águas da Pampulha "de forma a preservar o patrimônio de todos os belo-horizontinos, com regramento correto e segurança para todos os futuros usuários e empreendedores". Já parlamentares críticos ao projeto afirmaram que não se pode pensar em atividades aquáticas na lagoa enquanto houver poluição e assoreamento na água. "Não dá para falar em futuro se há 20 anos a lagoa está poluída", disse Braulio Lara (Novo). Tramitação Os dois projetos, ambos de autoria de José Ferreira, receberam emendas que serão analisadas pelas comissões da Câmara Municipal antes da votação em 2º turno pelo Plenário. Somente se aprovados de forma definitiva pela maioria dos vereadores, os textos seguirão para avaliação do prefeito Álvaro Damião (União Brasil). LEIA TAMBÉM: Navegação turística na Pampulha é prorrogada até julho por R$ 759 mil Vídeos mais vistos no g1 Minas:

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Cidade de SP cria cadastro integrado de violência doméstica para agilizar atendimento a vítimas

Publicado em: 14/04/2026 19:57

O X vermelho desenhado na palma da mão faz parte de uma campanha mundial para amparar mulheres em situação de violência doméstica Reprodução/Tv Tem A Prefeitura de São Paulo sancionou nesta terça-feira (14) a lei que cria o Cadastro Único da Violência Doméstica (Cavid), sistema que promete integrar dados de diferentes órgãos públicos sobre casos de agressão contra mulheres. A medida entra em vigor em meio a um cenário preocupante: no estado de São Paulo, um feminicídio é registrado a cada 25 horas, em média. O Cavid começou a ser discutido há cinco anos e tem como principal objetivo centralizar informações hoje dispersas em diferentes áreas do poder público. Pela proposta, dados sobre violência doméstica serão reunidos a partir de registros das redes de saúde, educação, assistência social e segurança pública. Segundo o texto publicado no Diário Oficial, a prefeitura terá prazo de até 18 meses para colocar o sistema em funcionamento. O período é maior do que o inicialmente previsto no projeto aprovado pela Câmara Municipal. A integração também deve incluir informações de bases federais, estaduais e municipais, permitindo um acompanhamento mais completo dos casos e, em tese, uma atuação mais rápida e coordenada do poder público. Pesquisa mostra cenário de violência contra a mulher em SP

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Prefeita de Guapimirim e mais 4 viram réus por suspeita de fraude em contratos de Saúde

Publicado em: 14/04/2026 19:35

Prefeita de Guapimirim e mais 4 viram réus por suspeita de fraude em contratos de Saúde A prefeita de Guapimirim, Marina Rocha, virou ré em uma ação de improbidade administrativa junto com um servidor público e outras três pessoas. O grupo é acusado de fraudar licitações de serviços de saúde por meio de uma empresa de fachada. A ação foi movida pelo Ministério Público do Rio (MPRJ), que investiga suspeitas de irregularidades em contratos entre a prefeitura e a empresa Speed Meg. Segundo o órgão, há indícios de um esquema estruturado para direcionar licitações. De acordo com a denúncia, a empresa tornou-se ao longo de muitos anos a principal — e na prática a única — prestadora de exames de média e alta complexidade no município. O documento revela que a Speed Meg presta serviços para o município há pelo menos 10 anos e que há fortes indícios de sobrepreços, causando prejuízo aos cofres públicos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Marina Rocha, prefeita de Guapimirim Reprodução/TV Globo Ainda segundo a investigação, a empresa não possui estrutura própria ou funcionários, utilizando outras duas empresas para executar os serviços que “simulam” o cumprimento de exigências legais. Ainda segundo o MPRJ, pai e filha são apontados como responsáveis pelos negócios. Iram Moreno de Oliveira é ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Guapimirim. Ele foi preso em 2013, acusado de integrar uma quadrilha armada que extorquia dinheiro da prefeitura. Na parte criminal, Iram foi absolvido por falta de provas, mas teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral. A filha dele é Mêllanie da Costa Oliveira, também ré por improbidade administrativa. Também respondem à ação Neiva Maurício da Silva Bonfante, ex-funcionária da Comissão de Licitação da prefeitura, e Philipe Gomes Pereira, o servidor público responsável por conduzir as licitações da Speed Meg. De acordo com a denúncia, ele deixou de cumprir deveres essenciais de fiscalização e recebeu depósito realizado pela empresa em sua conta bancária. A Justiça determinou o afastamento dele do cargo. No cargo desde 2020, a prefeita de Guapimirim, Marina Rocha, também é acusada de improbidade administrativa. De acordo com o MPRJ, “mesmo após formal ciência das irregularidades”, a prefeita deixou de adotar providências para suspender a licitação da Speed Meg, que foi contratada reiteradamente. A investigação aponta que um dos últimos editais de licitação não teve ampla publicidade, como exigido por lei, e que, como resultado, houve apenas uma interessada: a Speed Meg. O contrato previa 78 tipos de exames e procedimentos para diagnósticos por imagem, por quase R$ 9 milhões. A Justiça determinou a suspensão das atividades da Speed Meg e deu prazo de três meses para a prefeitura realizar nova contratação de serviços de saúde. Também foi determinado o bloqueio de R$ 8,6 milhões dos cinco réus. Site da empresa Speed Meg Reprodução/TV Globo O que dizem os investigados A clínica Speed Meg declarou que se encontra à disposição das autoridades judiciais e que nenhum de seus contratos com entes públicos teve superfaturamento. A empresa disse ainda que não recebeu, até o momento, nenhuma comunicação oficial, e por isso vai apresentar a defesa em juízo. O RJ2 pediu um posicionamento aos cinco réus, mas não teve retorno.

Palavras-chave: câmara municipal

Motoristas e entregadores por aplicativo protestam em Bauru contra projeto de lei de regulamentação

Publicado em: 14/04/2026 18:33

PL dos apps: governo propõe mínimo de R$ 10 por corrida; entenda o debate Motoristas e entregadores por aplicativo realizaram um protesto na manhã desta terça-feira (14) em Bauru (SP) contra um projeto de lei que prevê a regulamentação dos serviços em todo o país. O ato começou com concentração na Praça do Avião e seguiu em carreata por avenidas importantes, como as avenidas Nações Unidas e Rodrigues Alves, até a Câmara Municipal. No local, os participantes entregaram um ofício aos vereadores. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Em seguida, o grupo foi até o Palácio das Cerejeiras, sede da Prefeitura, onde protocolou outro documento à prefeita Suéllen Rosim (PSD). Nos ofícios, os manifestantes pedem que o poder público se posicione contra a proposta. Motoristas de apps protestaram em Bauru Gabriel Pelosi/TV TEM O protesto em Bauru acompanhou mobilizações registradas em diversas cidades brasileiras nesta terça-feira. A manifestação ocorreu no mesmo dia em que o texto seria votado em primeira discussão na Câmara dos Deputados, em Brasília, mas foi retirado da pauta após pedido do líder do governo, José Guimarães (PT). Em entrevista à TV TEM, o motoboy Rogério Cezarino afirmou que a proposta original, apresentada em dezembro, previa benefícios à categoria, como melhora nas taxas pagas pelas plataformas e maior percentual de ganho aos trabalhadores. Segundo ele, alterações feitas no texto em abril retiraram essas garantias. “Não tem nenhum benefício pra gente. O que já é difícil a gente ganhar no dia a dia se torna mais difícil. A baixa demanda, porque encarece o preço para o cliente. Cliente que não compra produto caro. Então, tudo isso é um montante de coisas que vai prejudicando cada vez mais o nosso trabalho, tornando mais difícil que a gente leve o sustento pra dentro de casa”, disse. Entregadores por aplicativo protestam em Bauru contra projeto que regulamenta a categoria Gabriel Pelosi/TV TEM 'PL dos apps' De autoria do deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE), o Projeto de Lei 152/2025 regulamenta o trabalho por aplicativos no Brasil e mantém os trabalhadores como autônomos. O relator da proposta, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), apresentou duas opções de remuneração mínima para entregadores. Segundo o parecer apresentado no dia 7 de abril, os profissionais poderão optar por: receber R$ 8,50 por cada entrega com distância de até 3km de carro ou 4km a pé, bicicleta ou moto; ou receber por tempo trabalhado, com pagamento mínimo do valor-hora de dois salários mínimos, atualmente R$ 14,74 por hora. O texto não estabelece remuneração mínima para o transporte de passageiros. A proposta também determina que as plataformas poderão reter até 30% do valor pago pelos usuários ou cobrar uma taxa fixa mensal limitada a 15% do valor das corridas ou entregas. Quem são e quanto ganham os entregadores e motoristas de app no Brasil Mart Production/Pexels Além disso, prevê contribuição à Previdência Social, com desconto de 5% sobre 25% da remuneração do trabalhador. As empresas deverão recolher 20% sobre essa mesma base. Apesar de prever alguns direitos e proteções, o projeto mantém a ausência de vínculo empregatício entre trabalhadores e plataformas. Uma ação no STF discute o reconhecimento de vínculo empregatício entre motoristas de aplicativo e empresas de aplicativos. Críticas e posicionamentos Segundo motoristas e entregadores, o texto prioriza os interesses das empresas e não garante proteção adequada à categoria, além de não ter contado com participação efetiva dos trabalhadores na elaboração. Entregadores por aplicativo protestam em Bauru contra projeto que regulamenta a categoria Gabriel Pelosi/TV TEM Em nota, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) afirmou que o substitutivo do projeto ainda precisa de aprimoramentos. A entidade destacou preocupação com a imposição de uma taxa mínima no delivery e com a limitação da taxa de serviço das plataformas, medidas que, segundo a associação, podem afetar o equilíbrio entre oferta e demanda, a renda dos trabalhadores e o acesso da população aos serviços. A Amobitec também apontou que a previsão de competência da Justiça do Trabalho para analisar relações envolvendo trabalhadores autônomos representa uma inovação no direito brasileiro e pode gerar insegurança jurídica tanto para as empresas quanto para os próprios profissionais. Apesar das ressalvas, a associação reconheceu avanços no novo relatório e reafirmou disposição para contribuir com uma regulamentação equilibrada, que preserve a viabilidade econômica das plataformas, amplie a proteção social dos trabalhadores autônomos e mantenha a democratização dos serviços. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

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