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Prefeitura de João Pessoa anuncia medida provisória que dá desconto de 30% no pagamento do ITBI

Publicado em: 10/02/2026 19:20

Imposto ITBI vai ter desconto de 30%, em João Pessoa Reprodução A prefeitura de João Pessoa anunciou uma medida provisória que dá desconto de 30% no pagamento do Imposto sobre a Transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis (ITBI). O desconto já é válido a partir desta terça-feira (10). Veja calendário de pagamento do IPTU e TCR de João Pessoa em 2026 De acordo com a prefeitura, a medida provisória, que foi assinada pelo prefeito Cícero Lucena (MDB), é válida até 13 de março. A matéria já está em vigor, mas para se manter como uma lei após o período em questão é necessária aprovação da Câmara Municipal de João Pessoa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Conforme a medida, o desconto vale para as guias já emitidas pela prefeitura ou solicitadas dentro do período de vigência da regra, entre 10 de fevereiro e 13 de março. O desconto será aplicado sobre o valor total do imposto, sem considerar outros abatimentos, e não poderá ser acumulado com outros descontos. Caso o pagamento seja feito após o vencimento, mas ainda dentro do prazo previsto na medida provisória, o valor será acrescido de correção monetária e multa. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Solicitação do ITBI é feita de forma online O processo de solicitação do ITBI é feito de forma online pelo Portal do Contribuinte da Prefeitura de João Pessoa. O contribuinte deve acessar o site e preencher o requerimento. Se o contribuinte ainda não tiver cadastro, será necessário regularizar a situação e anexar os documentos exigidos para a análise do auditor, responsável por emitir a guia. Quem já tiver a guia lançada poderá acessá-la para simular o valor com o desconto e gerar uma nova guia para pagamento. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

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Cid Moreira é homenageado em Taubaté com nome de avenida; ‘honrando a memória dele’, diz viúva

Publicado em: 10/02/2026 18:51

Cid Moreira Reprodução/TV Globo A Câmara Municipal de Taubaté aprovou, em sessão ordinária realizada nesta terça-feira (10), um projeto de lei que denomina como Avenida Cid Moreira uma via localizada no município, em homenagem ao apresentador taubateano. O projeto foi aprovado em primeira votação, mas de forma unânime, com 13 votos a favor. A sessão teve a participação da viúva de Cid, Fátima Sampaio Moreira. Na sessão, ela utilizou a tribuna para relembrar momentos com Cid e agradecer aos vereadores pela homenagem. "Eu conheço Taubaté porque ele andava comigo me mostrando a Taubaté que ele amava. [Ele] falaa da Rua Barão da Pedra Negra, onde cresceu, o Mercado Municipal maravilhoso. [...] Um homem sério, justo. Eu perdi um amor sem fim. Muito obrigado. Vocês estão honrando ele e me deixando profundamente emocionada", disse. Veja os vídeos que estão em alta no g1 ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp De acordo com o texto aprovado, a homenagem será aplicada à Avenida Projetada do Loteamento Kaizuka, situada entre a Avenida Oswaldo Barbosa Guisard, no Jardim Gurilândia, e a Avenida Dr. Asdrúbal Augusto do Nascimento Neto, no loteamento Shalon. O projeto também incorpora à lei a biografia do homenageado, que passa a integrar oficialmente o texto legislativo. A nova denominação entra em vigor a partir da data de publicação da lei. Cid Moreira nasceu em Taubaté em 29 de setembro de 1927 e morreu em 3 de outubro de 2024, aos 97 anos, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro. Ele estava internado para tratamento de pneumonia e morreu em decorrência de falência múltipla dos órgãos. O apresentador enfrentava problemas renais crônicos desde 2022 e fazia sessões de diálise. Conhecido nacionalmente pela voz marcante, Cid Moreira foi o primeiro apresentador do Jornal Nacional e permaneceu à frente do telejornal entre 1969 e 1996. Ele também narrou reportagens especiais do Fantástico e ficou popular por gravações de textos bíblicos em áudio, que alcançaram milhões de cópias vendidas. O projeto de lei foi aprovado pelo Legislativo municipal e segue para promulgação pelo Executivo. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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VÍDEO: Ludmilla processa vereador de Manaus que a acusou de 'aliciar crianças' durante show

Publicado em: 10/02/2026 18:50

Ludmilla processa vereador de Manaus que a acusou de 'aliciar crianças' durante show A cantora Ludmilla processou o vereador de Manaus Coronel Rosses (PL) após declarações feitas por ele na tribuna da Câmara Municipal, em outubro de 2025. De acordo com a ação, o parlamentar teria imputado à artista a prática do crime de “aliciamento de crianças” durante um discurso em sessão legislativa, ao comentar gastos para a realização do festival Sou Manaus 2025, do qual a Ludmilla foi uma das atrações. Assista acima. O processo tramita na 1ª Vara Cível e de Acidentes de Trabalho da Comarca de Manaus e pede indenização por danos morais e retratação pública. Na ocasião, o vereador criticava o que classificou como "falta de transparência" da Prefeitura de Manaus que não revelou os gastos com o show da artista e de outros cantores durante o evento público, ocorrido em setembro, quando atacou Ludmilla. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp "Não sabemos ainda, vereador Sabino, quanto a Ludmilla embolsou para vir aqui aliciar nossas crianças", disse Rosses. A defesa da cantora afirma que não há qualquer prova ou indício que sustente a acusação e que a fala ultrapassou os limites da liberdade de expressão. 🔎 O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) define como aliciamento o crime de assediar, instigar ou constranger criança, por qualquer meio de comunicação, com o fim de praticar ato libidinoso. O g1 tenta contato com o vereador Coronel Rosses e com a cantora Ludmilla para comentar a ação, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Ainda segundo o processo, as declarações foram gravadas, divulgadas nas redes sociais e repercutiram nacionalmente. Na ação, os advogados de Ludmilla argumentam que a acusação causou prejuízos à honra, à imagem e à dignidade da cantora, além de impactos em sua vida pessoal e profissional. O texto destaca que a artista nunca respondeu a investigações ou processos criminais e classifica a fala como caluniosa e difamatória. Entre os pedidos feitos à Justiça estão: Condenação do vereador ao pagamento de indenização por danos morais; Determinação de retratação pública, com o mesmo alcance das declarações feitas; Reconhecimento de que não há qualquer investigação ou acusação criminal contra a cantora. Na sessão desta terça-feira (10), o vereador comentou sobre o processo e reiterou sua fala. "A funkeira Ludmilla me processou! Tudo porque tive a coragem de dizer a verdade que sua apresentação no Sou Manaus 2025 expôs nossas crianças a conteúdos inaceitáveis. Não vou recuar. A defesa da infância, da família e da moral não tem preço! O processo ainda está em fase inicial e ainda não há decisão judicial sobre o caso", disse Rosses. LEIA TAMBÉM: Com pedidos de quebra de sigilo e investigação, sessão do TCE-AM tem troca de ofensas entre conselheiros; VÍDEO Ludmilla processa vereador de Manaus por acusação de 'aliciamento de crianças' durante show. Divulgação Última noite do Sou Manaus 2025 tem rock, pagode e sertanejo no Centro Histórico

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Polícia conclui inquérito e indicia motorista que atropelou e matou ex-secretário do Governo do Tocantins

Publicado em: 10/02/2026 18:36

Vídeo mostra momento do acidente que matou ex-secretário A investigação sobre o atropelamento e morte de Clemente Barros, de 86 anos, em uma avenida da região sul de Palmas foi concluída nesta terça-feira (10), com o indiciamento de um homem de 22 anos. Ele deverá responder pelo crime e homicídio culposo que vitimou o ex-secretário de estado do Tocantins. O nome do indiciado não foi divulgado e, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa. O crime aconteceu no dia 7 de janeiro deste ano, na Avenida Palmas Brasil, entre as quadras 604 Sul e 704 Sul. Clemente, pioneiro na capital, cuja família possui um comércio na região, atravessava a via fora da faixa de pedestres quando foi atingido pelo veículo. O motorista permaneceu no local e prestou socorro à vítima. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A Delegacia de Repressão a Crimes de Trânsito (DRCT) conduziu a investigação e apurou as circunstâncias do atropelamento. No dia do acidente, o motorista foi submetido ao teste de alcoolemia – o bafômetro – que não acusou ingestão de bebida alcoólica. Ele foi levado à delegacia para prestar esclarecimentos. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o investigado foi enquadrado no Art. 302 “caput” do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que trata do homicídio culposo na direção de veículo automotor. “As investigações demonstraram de forma cabal como ocorreram os fatos que resultaram na morte do Sr. Clemente Barros. Assim, com o encerramento das investigações, foi possível não apenas esclarecer as causas do acidente, mas também adotar as medidas legais necessárias”, explicou o delegado Márcio Girotto Vilela. Com a conclusão do inquérito, o caso foi remetido ao Poder Judiciário e ao Ministério Público. Ex-secretário Clemente Barros morre em acidente de trânsito em Palmas Divulgação/governo do Tocantins/ Manoel Junior LEIA TAMBÉM: Ex-secretário do governo do Tocantins morre atropelado em avenida de Palmas Agrônomo com atuação no governo e prefeitura: saiba quem é o ex-secretário morto em atropelamento Relembre Clemente Barros era natural de Porto Nacional e morava em Palmas desde 1992. Ele se formou como engenheiro agrônomo e realizou pós-graduação em comunicação rural pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2010, Clemente tomou posse como Secretário de Recursos Hídricos e Meio Ambiente no Tocantins. Em sua vida política, passou pela Prefeitura de Palmas, como secretário de Agricultura, e foi empossado como assessor parlamentar durante o mandato do prefeito Raul Filho, em 2011. Clemente também foi Secretário de Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro), nomeado em 2015. Ainda no cargo, tomou posse, em 2016, no Conselho Assessor Nacional e também no Conselho Fiscal da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater). Em 2018, Clemente deixou o cargo de Secretário de Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária após uma exoneração em massa do primeiro escalão. Conforme a Polícia Civil, uma testemunha informou que a vítima andava pela avenida e aparentava estar desorientada, por isso não respondeu aos chamados de conhecidos. O motorista contou à polícia que prestou esclarecimentos e informou em depoimento que o idoso surgiu de repente. Por isso o motoriista e não teve tempo para frear. Ele foi liberado para responder em liberdade. O velório do ex-secretário foi realizado na Câmara Municipal de Palmas. câmera registrou acidente na Palmas Brasil Divulgação/Polícia Civil Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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Concurso da Câmara de Rio Verde é suspenso

Publicado em: 10/02/2026 18:17

Câmara Municipal de Rio Verde, Goiás Divulgação/Câmara Municipal de Rio Verde O concurso público da Câmara Municipal de Rio Verde, no sudeste do estado, foi cancelado por determinação do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). A decisão atende a pedido do Ministério Público (MP), que citou a investigação da contratação do Instituto Delta Proto para a realização de concurso. Em nota, a Câmara de Rio Verde disse que cumprirá integralmente a decisão da Justiça (veja a nota completa no final da matéria). De acordo com o MP, o pedido de suspensão do concurso foi acatado nesta segunda-feira (10), em decisão que determinou ainda que a banca examinadora divulgue no site do instituto Idib, responsável pelas inscrições, a lista completa dos candidatos inscritos, no prazo de 48 horas, assegurando amplo acesso às informações. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp O instituto também deverá comunicar em seu site oficial sobre a suspensão do concurso, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, limitada a 30 dias. A decisão determinou ainda o bloqueio das contas bancárias que receberam valores a título de taxas de inscrição, para impedir novas movimentações e assegurar a devolução aos candidatos dos valores aos candidatos. O concurso previa contratação imediata de 107 aprovados e outros 540 para formar um cadastro de reserva. Os salários divulgados eram de R$ 2.621,21 para vagas do nível fundamental; de R$ 3.371,37 para vagas de nível médio; e de R$ 5.241,14 para as vagas de nível superior. Veja os vídeos que estão em alta no g1 As investigações que levaram ao pedido de suspensão do concurso em Rio Verde estão relacionadas à contratação do Instituto Delta Proto, ligado ao delegado da Polícia Civil Dannilo Proto, que, em agosto de 2025, foi preso por suspeita de fraudes em contratações públicas e desvio de recursos destinados a escolas estaduais em Rio Verde. LEIA TAMBÉM: Delegado é preso suspeito de desviar R$ 2,2 milhões em contratos na área da educação em Rio Verde Câmara de Rio Verde abre inscrições para concurso com 108 vagas e salários de até R$ 7,6 mil Presidente da Câmara de Rio Verde é preso suspeito de envolvimento em fraudes na área de educação em que delegado foi denunciado O g1 não conseguiu contato com a defesa do delegado até a última atualização desta reportagem. Nota Câmara Municipal de Rio Verde "A Câmara Municipal de Rio Verde vem a público informar que os Concursos Públicos regidos pelos Editais nº 01 e 02 de 2025 foram suspensos por determinação judicial. A suspensão permanecerá vigente até o esclarecimento de pontos indicados pelos órgãos de controle, conforme o devido processo legal. A Câmara reafirma que cumprirá integralmente a decisão da Justiça, respeitando as instituições e adotando todas as providências administrativas cabíveis, nos termos da legislação. Eventuais atualizações serão divulgadas exclusivamente pelos canais oficiais." 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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TJ mantém suspensão do aumento real do IPTU em Campo Grande

Publicado em: 10/02/2026 18:12

g1 em 1 Minuto Mato Grosso do Sul: saia se você deve pagar o IPTU após impasse na justiça O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), desembargador Dorival Renato Pavan, negou nesta terça-feira (10) um pedido urgente da Prefeitura de Campo Grande que tentava liberar o aumento real do IPTU para o ano de 2026. Com a decisão, os contribuintes continuam autorizados a pagar o imposto apenas com a correção da inflação, fixada em 5,32%. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Na prática, fica suspenso qualquer aumento acima da inflação que tenha sido aplicado com base em reavaliações dos imóveis feitas pela prefeitura sem aprovação de uma lei pela Câmara Municipal. ⚠️🔎Por enquanto, o prazo de pagamento do IPTU segue suspenso segundo a decisão da Justiça. Não há obrigação de quitar o imposto, e a prefeitura tem até 30 dias para recalcular os valores e emitir novos boletos, com a definição de um novo vencimento. Prefeitura alegou risco de crise financeira Para tentar derrubar a decisão anterior da Justiça, o município entrou com um Pedido de Suspensão de Segurança, um tipo de recurso usado em situações excepcionais, quando o poder público alega risco grave à economia ou à ordem pública. LEIA MAIS: Justiça mantém liminar do IPTU e nega novo recurso da prefeitura de Campo Grande Câmara mantém taxa do lixo mais cara no IPTU de Campo Grande; veja votos dos vereadores Adriane Lopes veta projeto de lei que reduziria valor da taxa do lixo no IPTU de Campo Grande A prefeitura argumentou que, sem o aumento do IPTU, deixaria de arrecadar mais de R$ 800 milhões, o que poderia comprometer o pagamento de salários de servidores, o funcionamento de unidades de saúde e serviços como a coleta de lixo. Também afirmou que a suspensão do reajuste estaria causando confusão e insegurança entre os moradores. Entenda a disputa sobre o valor do imposto TJ nega pedido da prefeitura e impede reajuste real do IPTU em 2026 Divulgação/TJMS A discussão começou após a Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso do Sul (OAB-MS) ingressar com um mandado de segurança contra o município — para proteger um direito considerado claro e certo, quando há indício de ilegalidade por parte de uma autoridade. A OAB questionou o fato de a prefeitura ter aumentado o valor do IPTU por meio de um decreto, assinado pela prefeita, sem enviar um projeto de lei para votação na Câmara Municipal. Segundo a entidade, o reajuste ocorreu após um “reenquadramento” dos imóveis, que elevou o valor venal — base usada para o cálculo do imposto — a partir de imagens de satélite. Ainda de acordo com a OAB, os proprietários não foram avisados previamente nem tiveram oportunidade de contestar os novos valores. Justiça entendeu que aumento precisa de lei Ao analisar o caso, o desembargador Dorival Renato Pavan decidiu manter a liminar que suspendeu os aumentos reais do imposto, para evitar prejuízos imediatos. O magistrado destacou que a prefeitura pode corrigir o IPTU pela inflação por meio de decreto, mas qualquer aumento acima desse índice exige, obrigatoriamente, a aprovação de uma lei pelos vereadores. Na decisão, o presidente do TJMS também apontou falhas de transparência, como a ausência de relatórios técnicos públicos, o não envio prévio das informações à Câmara Municipal e a falta de notificação individual dos contribuintes sobre a mudança no valor dos imóveis. Para o desembargador, mesmo diante do argumento de risco financeiro, a administração pública não pode desrespeitar a legalidade nem a segurança jurídica dos cidadãos. Cronologia do caso 19 de setembro de 2025: Publicação da Lei Complementar Municipal nº 548/2025, que alterou o Código Tributário do município. 24 de outubro de 2025: A prefeita edita o Decreto nº 16.422/2025, fixando novos valores para o IPTU de 2026. Início de 2026: A OAB-MS entra com mandado de segurança contra os aumentos considerados ilegais. Janeiro/Fevereiro de 2026: Justiça concede liminar suspendendo os aumentos reais e permitindo apenas a correção pela inflação (5,32%). 10 de fevereiro de 2026: O presidente do TJMS nega o recurso da prefeitura e mantém a suspensão. 12 de fevereiro de 2026: Data prevista para o vencimento da primeira parcela ou da cota única do IPTU, que deverá ser ajustada com a emissão de novos boletos conforme a decisão judicial. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

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Entenda bate-boca entre prefeito de Cuiabá e vereadora em coletiva de imprensa na Câmara

Publicado em: 10/02/2026 17:53

Prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL) e vereadora Maysa Leão (Republicanos) travam bate-boca na Câmara Municipal TV Centro América O prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL) e a vereadora Maysa Leão (Republicanos) protagonizaram uma discussão acalorada nesta terça-feira (10) durante uma coletiva de imprensa na Câmara Municipal na capital (assista ponto a ponto abaixo). Após a sessão ordinária ter iniciado, o prefeito Abilio foi até a Câmara. Os vereadores estavam repercutindo a tentativa de abertura de uma Comissão Processante de Inquérito (CPI) contra o ex-secretário de Trabalho da prefeitura William Leite, denunciado por assédio sexual por uma ex-servidora. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp No lado reservado à imprensa na Câmara, Abilio deu início a uma coletiva e, após ser questionado por jornalistas sobre o caso do ex-secretário, ele citou uma denúncia de quebra de decoro da vereadora Maysa Leão por levar uma adolescente em uma sessão no legislativo, em agosto do ano passado, para relatar um caso de violência sexual que havia sofrido em casa. Contudo, o caso foi arquivado no Ministério Público porque a vereadora disse que não sabia que ela era menor de idade. A vereadora faz oposição clara à atual gestão do executivo municipal. Por isso, ao ser citada, ela foi até a sala da imprensa e entrou na coletiva diante das câmeras para questionar o prefeito, o que culminou no bate-boca. Caso arquivado Vereadora e prefeito de Cuiabá batem boca sobre caso arquivado Na sessão de agosto do ano passado, a adolescente que fez o relato na tribuna sobre os abusos que sofreu era atendida pelo Instituto Lírios, que possui mais de 12 anos de atuação no país com acolhimento a vítimas de violência. A vereadora, na época, foi quem convocou e presidiu a sessão para discutir o tema. Confira o início da discussão entre ela e o prefeito sobre o assunto (assista acima) e veja a transcrição a seguir. Abilio (prefeito): Falei que foi sua coordenadora de campanha. E acho que foi, não foi? Maysa (vereadora): Quem? Abilio: A presidente do Instituto Lírios. Maysa: Fala o nome. Abilio: Foi, não foi? Maysa: Fala o nome. Abilio: A que foi sua coordenadora de campanha. Maysa: Fala o nome. Abilio: Do Instituto Lírios, que trouxe a menina aqui [na Câmara]. Você colocou ela do lado [inaudível]. Você sabia que ela era menor de idade? Maysa: Não, não sabia que ela era menor de idade. Fui absolvida pelo Ministério Público. O senhor conhece a pessoa que está citando, ela foi sua apoiadora em 2020, foi candidata à vereadora na sua chapa, defendeu o seu nome, é sua eleitora. Ela coordenou minha campanha em 2022, não estava na Lírios em 2022, mas é a presidente do instituto. Abilio: Ela que trouxe a pessoa na tribuna? Maysa: Não, não trouxe. Abilio: A pessoa era acolhida pelo Instituto Lírios? Maysa: A pessoa era acolhida no instituto. Abilio: A pessoa estava numa mesa ao seu lado junto com você? Maysa: Sim. Abilio: Você visivelmente percebeu que ela era menor de idade? Maysa: Não, não percebi. Você visivelmente supõe que eu percebi. Você está fazendo ilações diante da imprensa, você está falando... Abilio: Você percebeu ou não? Maysa: Lógico que não. Abilio: O Instituto Lírios sabia que ela era menor de idade? Maysa: O Instituto Lírios sabia, por isso que estava munido de uma autorização. Abilio: O Instituto Lírios sabia que ela era menor de idade? Maysa: Você está falando de uma das maiores instituições de acolhimento de vítimas de violência no estado de Mato Grosso. Verbas O prefeito levantou uma questão de suspeita de repasse de recursos do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) a um projeto do instituto, o que foi rebatido pela vereadora dizendo que se trata de um projeto aberto no país inteiro (confira o momento a seguir). Prefeito Abilio e vereadora discutem sobre repasse de verbas de um projeto federal em MT Violência política de gênero O bate-boca entre os dois aumenta. A vereadora cita que passa por violência política de gênero ao ser citada frequentemente pelo prefeito em diferentes ocasiões, o que ele rebate (veja momento abaixo). Vereadora e prefeito de Cuiabá discutem em coletiva de imprensa 'Sabe de ilícito, vai no MP' Encerrando a discussão, a vereadora cobra que o prefeito "faça seu trabalho" e que se ele "sabe de algum ilícito, vai no Ministério Público", o que Abilio nega que tenha mencionado algum ilícito (assista abaixo). Prefeito de Cuiabá e vereadora discutem sobre denúncias

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Justiça do Rio condena assassinos de Marielle a indenizar Mônica Benício; viúva recorre para aumentar valor

Publicado em: 10/02/2026 16:19

Marielle Franco em imagem de fevereiro de 2017 Renan Olaz/Câmara Municipal do Rio de Janeiro/AFP/Arquivo A Justiça do Rio condenou os assassinos confessos da vereadora Marielle Franco, os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz, a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 200 mil a Mônica Benício, viúva da parlamentar. Além da indenização, a decisão da 29ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio determina o pagamento de pensão correspondente a 2/3 (dois terços) da remuneração que Marielle receberia durante a expectativa de sobrevida como vereadora. A sentença também prevê o pagamento de 13º salário e férias, bem como o bloqueio de todos os bens dos réus. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O escritório João Tancredo Advogados, que representa Mônica Benício, informou que já recorreu da decisão para pedir o aumento do valor da indenização por danos morais. "Entendemos, todavia, que a sentença foi generosa com os réus na fixação dos danos morais em R$ 200 mil, considerando a gravidade do caso e o dano causado à viúva, além de não observar o princípio pedagógico-punitivo previsto na legislação, que orienta a valoração do dano moral, em caso de morte, em patamares bem superiores ao fixado." "Nenhum valor compensa a perda sofrida, mas não se pode deixar de destacar que, em casos semelhantes, a Justiça tem arbitrado valores em torno de R$ 1 milhão", acrescentou. Monica Benício, viúva de Marielle José Lucena/The News 2/Estadão Conteúdo Relembre o crime Ronnie Lessa e Élcio Queiroz Reprodução Em 14 de maio de 2018, a vereadora Marielle Franco (PSOL) foi morta a tiros dentro de um carro na Rua Joaquim Palhares, no bairro do Estácio, na Região Central do Rio, por volta das 21h30. Além da vereadora, que levou quatro tiros na cabeça, o motorista do veículo, Anderson Pedro Gomes, também foi baleado e morreu. Fernanda Chaves estava no banco de trás e foi atingida por estilhaços. Os bandidos – Lessa e Queiroz – estavam em um Cobalt prata e seguiram Marielle desde a Casa das Pretas, na Lapa, onde ela participara de um evento em uma distância de cerca de 4 quilômetros. A dupla emparelhou ao lado do veículo onde estava a vereadora e disparou, fugindo sem levar nada. Marielle foi atingida por quatro tiros, sendo três na cabeça e um no pescoço, enquanto, Anderson levou três tiros nas costas. Fernanda Chaves sobreviveu, sendo atingida apenas por estilhaços. Juíza lê a sentença do julgamento dos dois condenados por matar Marielle Franco Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram presos dois dias antes de o crime completar 1 ano, em 12 de março de 2019. Policiais da Divisão de Homicídios da Polícia Civil e promotores do Ministério Público participaram da força-tarefa que levou à Operação Lume. Os dois estavam saindo de suas casas quando foram presos. Eles não resistiram à prisão e nada disseram aos policiais. Em março de 2024, os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão foram presos apontados como mandantes do crime. O delegado Rivaldo Barbosa também foi preso, suspeito de ajudar a planejar crime e de atrapalhar as investigações. Chiquinho Brazão, Domingos Brazão e Rivaldo Barbosa, acusados de mandar matar Marielle Franco Reprodução

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Justiça do Maranhão suspende fechamento de escolas na zona rural de Rosário

Publicado em: 10/02/2026 15:18

Ministério Público suspende fechamento de escolas na zona rural Reprodução/TV Mirante A Justiça do Maranhão determinou na sexta-feira (6) que a Prefeitura e a Secretaria Municipal de Educação de Rosário, cidade a 75 km de São Luís, garantam o início das aulas em escolas localizadas nos povoados Mato Grosso, Flexeiras, Bom Jesus, Fragalhos e outros. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp A ação civil pública foi proposta pela 2ª Promotoria de Justiça de Rosário. De acordo com investigações, a gestão municipal pretendia fechar as escolas inseridas nesses povoados, e transferir os alunos para uma unidade na comunidade Pirangi, em regime integral. As escolas que seriam afetadas com essa medida seriam a U.E Bom Jesus, U.E São Raimundo, U.E Monteiro Lobato, U.E Olhos D´Água e U.E Manoel de Sousa Filho. A Unidade Escolar Santa Fé, localizada no povoado Pirangi, seria o local escolhido para receber os alunos em tempo integral Contra essa decisão, os familiares realizaram um abaixo-assinado e reunião na Câmara Municipal de Rosário. As investigações Segundo o Ministério Público do Maranhão, em visitas realizadas a instituição, foram encontrados obstáculos que impediriam concretização do projeto da Prefeitura de Rosário. O MP-MA informou que a Unidade Escolar escolhida para a transferência dos alunos está em fase de ampliação e as obras não foram concluídas. Além disso, não há laudo de engelharia que ateste a segurança para o recebimento dos alunos e a ausência de placa que aponte o prazo de término dos serviços. Segundo o Ministério Público, as comunidades quilombolas de Mato Grosso e Flexeiras, além do Povoado Bom Jesus também são contrárias às mudanças, em razão da grande distância que seria percorrida por crianças de baixa idade, a relevância histórica das escolas locais e a recusa ao regime integral. Foi verificado ainda pelo MP-MA um déficit de transporte escolar existente. A Prefeitura de Rosário alega a intenção de adquirir novos veículos, entretanto, não foi apresentada nenhuma prova de conclusão do processo licitatório para aquisição de vans e ônibus. A promotora de justiça Fabíola Ferreira observa que o direito à educação não é uma concessão estatal, mas um direito no qual as famílias têm papel central. Ela apresentou ainda uma série de legislações que sustentam o pedido do ministério, como a Constituição Federal, que prevê a igualdade de condições para acesso e permanência na escola. “O Estado não pode impor modelos pedagógicos ou regimes de horário (como o tempo integral compulsório) sem o consentimento das famílias, especialmente quando isso implica no desenraizamento comunitário”, explica a magistrada complementando que tal imposição fere o direito de autodeterminação das famílias quilombolas e rurais de Rosário. Além da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LGB), que veda o fechamento de escolas do campo e quilombolas sem ouvir a comunidade e escola e o Conselho Municipal de Educação (CME), o que não ocorreu; e o Estatuto da Criança do Adolescente (ECA) que assegura o direito de acesso à escola pública gratuita e próxima à residência da criança. Na decisão judicial ficou determinado que aulas fossem iniciadas na segunda-feira (9), não diferenciando o calendário letivo da zona rural daquele adotado nas escolas da zona urbana. Até o final do dia, o Município de Rosário e a Secretaria Municipal de Educação deverão comprovar que as escolas estão em pleno funcionamento, com corpo docente completo, auxiliares de serviços gerias, merendeiras, alimentação e transporte escolar. Veja os vídeos que estão em alta no g1

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Entenda por que famílias fecharam o Anel Rodoviário para protesto

Publicado em: 10/02/2026 15:05

Manifestação fecha Anel Rodoviário em Belo Horizonte Famílias da Vila Maria, na Região Oeste de Belo Horizonte, fecharam o trânsito no Anel Rodoviário para uma manifestação nesta terça-feira (10). O protesto ocorreu horas antes da votação de um projeto de lei que delimita a área do Parque Municipal Jacques Cousteau para o terreno da ocupação. Nesta terça-feira (10), está prevista a votação, em segundo turno, do PL 9/2025, de autoria do próprio Executivo municipal. A proposta, em análise pelos vereadores na Câmara Municipal de BH, delimita a área do Parque Municipal Jacques Cousteau para o terreno da ocupação Vila Maria (entenda mais abaixo). Por volta das 6h, na altura do bairro Betânia, os moradores usaram madeiras e pneus em chamas para bloquear as pistas. A Polícia Militar, a Guarda Municipal, a BHTrans e o Corpo de Bombeiros foram acionados. Durante o ato, houve registro de retenção nos dois sentidos da via. O fluxo de veículos foi liberado depois das 8h30. A área onde atualmente está a ocupação Vila Maria é alvo de uma disputa antiga. De um lado, cerca de 200 famílias reivindicam o direito de permanecer morando no local. Do outro, a Prefeitura de Belo Horizonte alega que as moradias estão em uma área de preservação permanente do município. Entenda o caso partir dos seguintes pontos: Ocupação Vila Maria O que dizem os envolvidos Projeto de lei Ocupação Vila Maria Ocupação Vila Maria, em Belo Horizonte Lucas Franco/TV Globo A ocupação Vila Maria está localizada na Região Oeste de Belo Horizonte, nas proximidades do bairro Betânia e do Anel Rodoviário, em uma área adjacente ao Parque Municipal Jacques Cousteau. Segundo os movimentos pelo direito à moradia, cerca de 200 famílias que residem no local são formadas por pessoas em situação de vulnerabilidade social, que não conseguem arcar com o pagamento de aluguéis. A ocupação já foi alvo de uma ação de reintegração de posse movida pela Prefeitura de Belo Horizonte em 2022. No entanto, a medida foi suspensa liminarmente após mobilização dos moradores e a intercessão da Defensoria Pública. O que dizem os envolvidos A administração municipal alega que o terreno é de propriedade do município, está situado dentro dos limites do Parque Municipal Jacques Cousteau e integra área de preservação permanente, sendo vedada por lei qualquer intervenção no local. Os ocupantes, por outro lado, contestam a propriedade do espaço, que, de acordo com eles, pertencia a uma empresa falida e foi doado a uma antiga funcionária, há mais de 40 anos. A mulher teria permitido que famílias desabrigadas e de baixa renda construíssem moradias. Projeto de lei Nesta terça-feira (10), está prevista a votação, em segundo turno, do PL 9/2025, de autoria do próprio Executivo municipal. A proposta delimita a área do Parque Municipal Jacques Cousteau para o terreno da ocupação Vila Maria. Ao encaminhar o projeto de lei aos vereadores da Câmara de Belo Horizonte, a prefeitura argumentou que, apesar de instituído ainda em 1971, o parque até hoje não possui seus limites definidos no ordenamento jurídico do município. "Tal omissão acaba por fragilizar a proteção da mencionada unidade de conservação, na medida em que expõe a sua área a invasões e a usos contrários ao objetivo de salvaguardar as espécies florestais e os mananciais de água existentes no local", justificou o Executivo. O PL foi aprovado em primeiro turno em maio de 2025. Durante a tramitação, ele recebeu emendas de parlamentares para a apresentação de um plano de manejo da área e medidas de reassentamento das famílias que ocupam a Vila Maria, entre outras deliberações. Famílias da Vila Maria fizeram protesto no Anel Rodoviário de Belo Horizonte nesta terça-feira (10) Reprodução/TV Globo

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Câmara mantém taxa do lixo mais cara no IPTU de Campo Grande; veja votos dos vereadores

Publicado em: 10/02/2026 14:51

g1 em 1 Minuto Mato Grosso do Sul: saiba se você deve pagar o IPTU após impasse na justiça A Câmara Municipal de Campo Grande manteve, nesta terça-feira (10), o veto da prefeita Adriane Lopes (PP) ao projeto que pretendia derrubar a taxa do lixo. O texto que previa a suspensão do imposto havia sido aprovado pelos vereadores, mas foi vetado pela prefeitura. Nesta nova votação, os parlamentares decidiram manter o veto da própria prefeita Adriane Lopes (PP). Com isso, o projeto que acabaria com a cobrança não entrou em vigor, e a taxa do lixo segue sendo cobrada com valores mais altos, o que impacta diretamente o cálculo do IPTU. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Dos 29 vereadores, 23 estavam presentes. Para derrubar o veto, eram necessários ao menos 15 votos contrários ao posicionamento da prefeita. No entanto, esse número não foi alcançado e o veto acabou mantido. Ao todo, 22 vereadores votaram. O presidente da Câmara, vereador Papy (PSB), não votou porque só participa da votação em caso de empate. Na regra da votação, quem vota “não” tenta derrubar o veto, enquanto o voto “sim” mantém a decisão da prefeita. ⚠️🔎Por enquanto, o prazo de pagamento do IPTU segue suspenso segundo a decisão da Justiça. Não há obrigação de quitar o imposto, e a prefeitura tem até 30 dias para recalcular os valores e emitir novos boletos, com a definição de um novo vencimento. LEIA MAIS: Adriane Lopes veta projeto de lei que reduziria valor da taxa do lixo no IPTU de Campo Grande Justiça mantém liminar do IPTU e nega novo recurso da prefeitura de Campo Grande Na semana passada, Papy havia afirmado que a expectativa era de 17 votos favoráveis à derrubada do veto, mas o cenário mudou durante as fortes articulações políticas do primeiro-escalão da prefeita Adriane Lopes. Vereadores mudaram de votos nesta sessão A primeira votação sobre o projeto que suspendia a taxa do lixo ocorreu em 12 de janeiro e teve como resultado a aprovação da derrubada da cobrança. Nesta terça-feira, os vereadores analisaram o veto da prefeitura ao texto e decidiram mantê-lo. Abaixo, veja quem manteve posição, quem mudou de voto e quem esteve ausente nas duas sessões. Votaram pela suspensão da taxa em janeiro e mudaram de posição nesta terça, passando a defender a manutenção do veto: ➡️ Carlão (PSB); Dr. Jamal (MDB); Lainha (Avante). Mantiveram os votos nas duas sessões para suspensão da taxa do lixo: ➡️ Salineiro (PL); Ana Portela (PL); Clodoilson Pires (Podemos); Flávio Cabo Almi (PSDB); Herculano Borges (Republicanos); Jean Ferreira (PT); Luiza Ribeiro (PT); Maicon Nogueira (PP); Marquinhos Trad (PDT); Otávio Trad (PSD); Prof. Riverton (PP); Rafael Tavares (PL); Ronilço Guerreiro (Podemos); Veterinário Francisco (União). Estava ausente na primeira sessão e votou pela manutenção do veto: ➡️ Beto Avelar (PP); Delei Pinheiro (PP); Dr. Victor Rocha (PSDB); Prof. Juari (PSDB); Wilson Lands (Avante). Votaram pela suspensão na primeira sessão e estiveram ausentes na votação desta terça: ➡️ Dr. Lívio (União); Fábio Rocha (União); Junior Coringa (MDB); Neto Santos (Republicanos). Ausentes nas duas votações: ➡️ Landmark (PT); Silvio Pitu (PSDB). O presidente da Câmara, Papy, não participou da votação do veto. Pelo regimento, ele só vota em caso de empate. Entenda a cronologia do projeto Vereadores não alcançam votos e veto sobre taxa do lixo é mantido na Capital Caio Temulero/ TV Morena O projeto que impedia o aumento da taxa do lixo foi aprovado em sessão extraordinária no dia 12 de janeiro, durante o recesso parlamentar. Na sequência, a prefeita vetou a proposta. O Projeto de Lei Complementar nº 1.016/2026 suspenderia os efeitos do Decreto nº 16.402/2025, publicado pela prefeitura, que previa aumento da taxa do lixo em várias regiões da cidade. A cobrança é feita junto ao carnê do IPTU. Na terça-feira da semana passada (3), o veto deveria ter sido analisado pelos vereadores, mas acabou retirado da pauta após intensas articulações nos bastidores. Segundo apurado, as negociações continuam. A Prefeitura de Campo Grande sustenta que a derrubada do veto causaria prejuízo aos cofres municipais. Decisão judicial aumenta pressão sobre a Câmara IPTU em Campo Grande A votação ocorreu em meio a um novo capítulo judicial envolvendo o IPTU. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) negou, pela segunda vez, um recurso da prefeitura e manteve a liminar que suspende o prazo de pagamento do imposto, que venceria em 12 de fevereiro. A decisão, publicada na noite de segunda-feira (9), determina que a prefeitura refaça o cálculo do IPTU, limitando o reajuste à inflação de 5,32%, e emita novos boletos em até 30 dias. Segundo avaliação de bastidores, essa decisão aumentou a responsabilidade da Câmara, já que, tecnicamente, a taxa do lixo continua válida e sendo de responsabilidade do contribuinte enquanto não houver uma definição definitiva sobre o tema. Processo continua A prefeitura já ingressou com outro recurso, um pedido de suspensão de liminar e de sentença, distribuído à presidência do TJMS, sob responsabilidade do desembargador Dorival Renato Pavan. Até que haja uma decisão final, a orientação de especialistas é que os contribuintes aguardem. Por enquanto, o prazo de pagamento do IPTU segue suspenso. Não há obrigação de quitar o imposto, e a prefeitura tem até 30 dias para recalcular os valores e emitir novos boletos, com a definição de um novo vencimento. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

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Pindamonhangaba suspende cobranças de taxa de lixo e IPTU durante revisão de valores

Publicado em: 10/02/2026 14:44

Cidade de Pindamonhangaba suspende cobrança de IPTU e taxa de lixo. Prefeitura de Pindamonhangaba A Prefeitura de Pindamonhangaba suspendeu, de forma temporária, a cobrança da taxa de lixo e do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) enquanto faz a revisão dos valores. A confirmação da suspensão foi feita nesta terça-feira (10) e a previsão é que a nova regra seja publicada no dia 20 de fevereiro. Sobre os carnês de IPTU que já foram pagos, a Prefeitura afirmou que a diferença poderá ser transformada em crédito para a próxima parcela ou ressarcida ao contribuinte. A Prefeitura informou também que as datas de vencimento do IPTU serão mantidas. Contribuintes que não concordarem com os valores ou identificarem possíveis distorções poderão formalizar pedido de revisão pela internet ou presencialmente, nas praças de atendimento da Prefeitura e nas subprefeituras de Araretama e Moreira César. Os pedidos serão analisados. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A Prefeitura informou ainda que foi publicado, na última semana, um decreto com novas alíquotas do IPTU, menores do que as divulgadas anteriormente. Segundo a administração municipal, também está em estudo uma nova referência para essas alíquotas, com indicação de valores ainda menores. Taxa de lixo Ainda segundo a administração municipal, estão sendo feitos ajustes e correções na Taxa de Serviço Público de Manejo de Resíduos Sólidos Urbanos (SMRSU) para todos os imóveis da cidade. Um novo projeto de lei foi protocolado na Câmara e ainda deve ser votado. Na última terça-feira (3), a Câmara Municipal aprovou um projeto que alterava a lei da taxa de lixo. A proposta, enviada pela Prefeitura no início do ano, havia sido adiada na semana anterior após a apresentação de emendas por vereadores. Entre as principais mudanças aprovadas estava a alteração na cobrança aplicada a terrenos não edificados. O projeto também previa descontos para pagamento antecipado da taxa, o que não estava previsto na lei original. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Ministério Público recomenda suspensão imediata de concurso público da Câmara de Mirassol

Publicado em: 10/02/2026 14:00

Ministério Público recomenda suspensão imediata de concurso da Câmara de Mirassol O Ministério Público recomendou a suspensão imediata de um concurso público da Câmara Municipal de Mirassol (SP). Conforme a promotora Patricia Dosualdo Pelozo, a empresa foi contratada sem licitação para realizar o concurso. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Em nota à TV TEM, a Câmara disse que suspendeu o concurso por 45 dias. Informou também que instaurou procedimento administrativo para investigar possíveis irregularidades. O legislativo ainda afirmou que a apuração é necessária porque a anulação antecipada acarreta consequências irreparáveis aos candidatos. Câmara de Mirassol (SP) Google Street View Conforme a recomendação do MP, além da contratação irregular, a empresa ficou responsável pela arrecadação de taxas de inscrição que deveriam ser usadas como receitas públicas. Conforme a promotoria, há dúvidas sobre a existência da empresa e a suspeita é de que os candidatos tenham sido prejudicados durante o concurso público. A estimativa é de que foram gastos R$ 247 mil para contratação da terceirizada. Concurso público O concurso público, de número 001/2025, ofereceu nove vagas para funções diversas. Entre elas, Agente Administrativo, Agente de Recepção e Atendimento, Agente Parlamentar, Analista de Compras, Licitações e Contratos Administrativos, Contador, Coordenador Pedagógico e de Projetos, Controlador Interno, Diretor da Escola do Legislativo, Jornalista. Conforme constava no edital, os salários variam entre cerca de R$3.500 a R$9.600, de acordo com os cargos. Initial plugin text Veja mais notícias da região em g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

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STF nega habeas corpus e mantém Oyama Figueiredo e filhas presos por suspeita de fraudes fundiárias na Bahia

Publicado em: 10/02/2026 12:47

Oyama Figueiredo foi preso durante Operação Sinete Redes Sociais O Supremo Tribunal Federal (STF) negou pedidos de habeas corpus e manteve as prisões preventivas do ex-vereador Oyama de Figueiredo e das filhas dele, Luanda Cajado de Figueiredo Carvalho e Lívia Cajado de Figueiredo Cosmo. Eles são investigados por suspeita de envolvimento em um esquema de fraudes fundiárias e lavagem de dinheiro na região de Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia. As decisões foram proferidas pelo ministro Nunes Marques, que rejeitou os pedidos apresentados pelas defesas durante a Operação Sinete, que apura crimes de organização criminosa, corrupção, falsificação de documentos públicos e esbulho possessório, prática que consiste em tomar à força a posse de um imóvel. Empresário e ex-presidente da Câmara de Feira de Santana: Saiba quem é Oyama de Figueiredo, preso durante operação Segundo o STF, o pedido não poderia ser analisado pela Suprema Corte neste momento, por se tratar de contestação a decisão individual de ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O ministro destacou que o Supremo não pode atuar como primeira instância nesse tipo de caso, sem entrar no mérito das investigações ou das provas reunidas. Com a decisão, Oyama Figueiredo e as filhas seguem presos preventivamente, enquanto as apurações continuam no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e no STJ. Relembre a operação Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em casas de luxo na região de Feira de Santana Polícia Civil O TJ-BA converteu em preventiva, no dia 4 de dezembro de 2025, a prisão de oito pessoas suspeitas de integrar o esquema criminoso, após a prorrogação das prisões temporárias. Sete dos investigados haviam sido presos em 26 de novembro, durante a deflagração da Operação Sinete, conduzida pela Polícia Civil da Bahia. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos 12 carros de luxo, duas motocicletas, dinheiro em espécie, joias e documentos. A Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores, com sequestro de até R$ 6 milhões por CPF e R$ 60 milhões por CNPJ dos investigados. Entre os presos estão: Oyama de Figueiredo; Pedro Henrique dos Reis de Figueiredo; Lívia Cajado de Figueiredo Cosmo; Luanda Cajado de Figueiredo; Vanderlino Oliveira Evangelista; Geraldo Bispo Ferreira; Arnaldo Novais de Melo; José Marlon Viana da Silva. De acordo com as investigações feitas pelo Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), as fraudes foram cometidas a partir de uma estrutura formada por servidores de cartórios de registro de imóveis, empresários, advogados, corretores de imóveis e agentes de segurança pública. A polícia identificou um sistema de falsificação e manipulação de documentos públicos e judiciais, com uso indevido de procurações, certidões e decisões judiciais para apropriação clandestina de propriedades. Em alguns casos, houve emprego de coação, violência e porte irregular de arma de fogo. Doze carros de luxo foram apreendidos durante a ação Polícia Civil Ainda segundo a polícia, a investigação avançou a partir de interceptações telefônicas autorizadas judicialmente, análises financeiras, diligências de campo e correições administrativas. Também foi determinado o afastamento cautelar de servidores públicos suspeitos de participação no esquema. Suspeitos negam crimes O empresário e ex-presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, Oyama Figueiredo, e outros três integrantes da família dele negam envolvimento com os crimes investigados na Operação Sinete. A defesa dos alvos se manifestou durante uma coletiva de imprensa. Suspeitos de grilagem são transferidos para o presídio de Feira de Santana Na ocasião, o advogado Marco Aurélio Andrade informou à equipe da TV Subaé que os investigados “estavam abalados” e disseram não ter cometido nenhuma ilegalidade. “Oyama, com 76 anos, tem problemas severos de saúde. Não é desculpa, é realidade, com relatórios e documentação médica. Eles dizem que não são responsáveis por nenhuma das situações apontadas e não há ilicitude praticada por eles”. Ao ser questionado sobre o fato de Oyama ser apontado como líder do grupo, Marco Aurélio Carneiro disse que cabe às autoridades apresentar provas concretas “O ônus da prova compete a quem acusa. Dizer que alguém é chefe ou comandante precisa ser demonstrado de forma concreta. A defesa não tem obrigação de provar fato negativo. Vamos aguardar o trabalho das autoridades”. O advogado Yuri Carneiro destacou que parte das suspeitas se baseia em investigações antigas. “Há um conjunto de mal-entendidos e má interpretação, com todo respeito, de elementos muito antigos, de 2013 e 2015, referentes a questões cartorárias. As interceptações de 2025 não demonstram nenhuma espécie de atividade ilícita”. Ele também informou que as prisões temporárias causaram transtornos à família. “[As suspeitas] Elas têm problemas de saúde, estão tomando medicamentos específicos. Deixamos os relatórios médicos na unidade prisional. Esperamos que o Judiciário avalie com calma para que todos possam responder em liberdade”. LEIA MAIS: Sete suspeitos são presos por fraudes fundiárias e lavagem de dinheiro; investigados tiveram mais de R$ 60 milhões bloqueados Um suspeito morre e mais de 30 são presos na BA e no CE em operação policial contra o Comando Vermelho Disputa entre facções rivais no Recôncavo Baiano e confronto com a polícia: confira cronologia da operação que deixou 9 mortos Veja mais notícias de Feira de Santana e região. Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻

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Secretário que atropelou e matou presidente da Câmara Municipal trabalhava em recuperação de estrada no RN, diz prefeitura

Publicado em: 10/02/2026 12:27

Presidente de Câmara Municipal morre após ser atropelado por secretário de Obras no RN A prefeitura São Bento do Trairi vai abrir um processo administrativo para apurar as circunstâncias de um acidente que resultou na morte do presidente da Câmara Municipal, no último domingo (8), na zona rural do município do interior do Rio Grande do Norte. José Eduardo Bezerra (PSDB), de 48 anos, foi atingido por uma retroescavadeira operada pelo secretário de obras do município, Alexsandro Florentino da Silva, mais conhecido como Alex Silva. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Segundo o município, o acidente aconteceu durante uma obra de regularização de uma estrada de terra na comunidade conhecida como Sítio Ipueira Rasa, na zona rural do município, que estava intransitável devido às fortes chuvas que caíram no município durante o fim de semana. LEIA MAIS Presidente de Câmara Municipal morre após ser atropelado por secretário de Obras em cidade do RN O que se sabe e o que falta esclarecer sobre caso de vereador que morreu atropelado por secretário no RN Segundo o assessor jurídico do município, Alexandre Rêgo, as informações recebidas inicialmente apontam que a retroescavadeira pertence à prefeitura e que o secretário Alex Silva era habilitado para operar a máquina, no entanto, elas deverão ser confirmadas no processo. Presidente da Câmara Municipal de São Bento, José Eduardo, morreu em acidente no interior do RN Reprodução "É difícil dizer exatamente o que aconteceu, porque o secretário está muito abalado, se desorientou com o que aconteceu, porque eles eram muito amigos", afirmou. De acordo com o assessor jurídico, o acidente aconteceu quando o secretário entrou com a retroescavadeira em um terreno privado, que estava aberto, possivelmente para dar a volta e retornar ao ponto inicial do trabalho de regularização. "Imagino que quando ele viu que o terreno era plano e não tinha ninguém na frente, ele subiu a pá (da retroescavadeira) para conseguiu passar, porque tinha buracos, e foi o momento que o vereador estava com a moto na frente. Como o barulho da méquina é muito alto, possivelmente ele não ouviu os gritos. Não sabemos se foi exatamente isso que aconteceu, mas aparentemente foi", disse. Outra homem e uma criança de 8 anos estavam com o vereador, mas sobreviveram. O caso também é investigado pela Delegacia de Santa Cruz. A Polícia Civil informou que deverá colher depoimentos dos envolvidos até esta quarta-feira (11). Velório e sepultamento População de São Bento do Trairi acompanha sepultamento do presidente da Câmara Municipal nesta terça-feira (10) Rafaela Costa O velório de José Eduardo Bezerra (PSDB) aconteceu na manhã desta terça-feira (10) no Ginásio Poliesportivo Ramalhão, em São Bento do Trairi sob forte comoção. Após um cortejo pelas ruas da cidade, acompanhado por várias pessoas, o corpo foi sepultado no cemitério municipal. José Eduardo era professor e estava no seu terceiro mandato de vereador em São Bento. Nesta terça-feira (10), a prefeitura publico luto oficial de cinco dias pelo falecimento do parlamentar. Veja os vídeos mais assistidos no g1 RN

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