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MC Ryan será intimado para prestar depoimento na CPI dos Pancadões na Câmara de SP

Publicado em: 04/09/2025 17:28

Funkeiro MC Ryan SP Divulgação O funkeiro MC Ryan SP será intimado para prestar depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Pancadões na Câmara Municipal de São Paulo. A intimação, que prevê a possibilidade de condução coercitiva do cantor, foi aprovada nesta quinta-feira (4) após requerimento de autoria do vereador Rubinho Nunes (União Brasil). Instalada em maio, a CPI dos Pancadões investiga falhas da prefeitura na fiscalização de festas clandestinas, que causam perturbação do sossego, além de apurar organizadores e possíveis ligações com o crime organizado. ✅ Clique aqui para se inscrever no canal do g1 SP no WhatsApp Segundo o parlamentar, a medida foi tomada diante das reiteradas ausências do artista mesmo após ter sido convidado formalmente a prestar depoimento como testemunha. “É inadmissível que uma figura pública, citada no contexto da CPI, se recuse a colaborar com os trabalhos do Legislativo. A intimação é necessária para garantir o andamento da investigação”, afirmou Rubinho Nunes durante a sessão. O g1 tenta contato com a assessoria do funkeiro para comentar a intimação. Bate-boca com professor Na última sexta-feira (29), a CPI dos Pancadões terminou em bate-boca entre o vereador Rubinho Nunes (União Brasil) e o professor Thiago Torres, conhecido como "Chavoso da USP" e que foi convocado para depor. Na sessão, o vereador chegou a ameaçar dar “voz de prisão” ao youtuber por "testemunho falso" (veja vídeo acima). Formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), Torres é conhecido na internet por criticar a criminalização da juventude negra e periférica e por abordar o preconceito contra o funk e as dificuldades enfrentadas por jovens das periferias para acesso à educação superior. Durante o depoimento, Nunes, que é presidente desta Comissão Parlamentar de Inquérito, questionou se Chavoso reconhecia a existência do crime organizado nas periferias. O youtuber respondeu que o crime organizado “existe em todo lugar”, inclusive “dentro desta Casa”, referindo-se à Câmara. A declaração gerou reação imediata. O vereador rebateu, pedindo que o youtuber apontasse quem seriam os parlamentares ligados ao crime. Mas Chavoso permaneceu em silêncio. “Quem é o parlamentar ligado ao crime organizado para que eu possa levar à Corregedoria?”, perguntou Nunes. “Qual é o vereador ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC)”? O vereador Rubinho Nunes (União Brasil) bateu boca com o chamado 'Chavoso da USP' durante a CPI dos Pancadões, Douglas Ferreira/Rede Câmara SP A discussão se intensificou e foi preciso intervenção dos outros vereadores da comissão para acalmar os ânimos. Em determinado momento, o vereador disse que mandaria recuperar, na gravação da sessão, o momento em que Chavoso insinuou a ligação de algum parlamentar ao crime organizado. Nunes disse que se ele negasse o que disse, “sairia preso”. Antes do bate-boca, o vereador havia perguntado se o youtuber repudiava a atuação de grupos criminosos, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV). Chavoso rebateu dizendo que a pergunta “não tem nada a ver com baile funk” e afirmou que há uma “perseguição contra o gênero”. Ao encerrar a sessão, o vereador solicitou que a Câmara encaminhasse a gravação da fala do professor ao Ministério Público de São Paulo (MP-SP), alegando a necessidade de “adoção das medidas legais por possível falso testemunho”. Procurada, a Câmara Municipal não respondeu se acionou o MP-SP até a última atualização desta reportagem. Por meio de nota, o vereador Rubinho Nunes disse que o depoente da CPI "preferiu usar o espaço da Câmara para autopromoção, negando a presença do crime organizado e desrespeitando o sofrimento de quem vive na periferia". "A CPI dos Pancadões tem um objetivo muito claro: acabar com essas festas ilegais e levar os responsáveis à Justiça, especialmente os membros do PCC que estão por trás delas. O depoente é responsável pelo que faz e infelizmente preferiu usar o espaço da Câmara para autopromoção, negando a presença do crime organizado e desrespeitando o sofrimento de quem vive na periferia. Meu compromisso não é com bravatas, mas com a verdade, com a lei e com a população que sofre diariamente com o barulho, a insegurança e a violência gerados pelos pancadões", disse o parlamentar. Depoimentos As audiências da CPI dos Pancadões já ouviram, desde junho, depoimentos do produtor musical Henrique Alexandre Barros Viana, o “Rato”, da produtora Love Funk, e agora do professor e youtuber Thiago Torres, o “Chavoso da USP”. Ambos foram convocados para esclarecer suspeitas de ligação com o crime organizado, presença de adolescentes nos bailes, hipersexualização nas músicas, consumo de drogas e bebidas alcoólicas nesses eventos. Chavoso, que havia criticado a criação da CPI em um podcast em junho, disse que sua convocação à comissão foi uma tentativa de a comissão “ganhar visibilidade” às custas de sua imagem. "A CPI quer aproveitar minha visibilidade para ganhar seguidores nas redes sociais, produzindo conteúdos com cortes de vídeos. Isso tem a ver com a criminalização da juventude negra e periférica da qual faço parte", disse. Rubinho Nunes, por sua vez, justificou as perguntas alegando que investigações encontraram indícios de que adegas e tabacarias estariam ligadas à lavagem de dinheiro do crime organizado. Na visão do professor, no entanto, há uma perseguição contra o gênero musical. “Vou discordar da associação ao crime feita com o funk e o baile funk. As festas que acontecem nas favelas nos sábados, sextas às noites, com música alta, não é só funk. Temos sertanejo, forró, samba, a favela tem diversas culturas, não se restringe só ao funk. Quando [a CPI] se limita a investigar e associar somente o funk é uma perseguição ao gênero." Após o depoimento, o presidente da CPI disse que é importante ouvir as pessoas que moram nas comunidades para contribuir com o trabalho do colegiado. Ele também disse que a CPI foi prorrogada por mais 120 dias dada a "complexidade do problema." A reunião do colegiado foi conduzida pelo presidente da comissão, o vereador Rubinho Nunes (União Brasil). Além dele, participaram os parlamentares Kenji Ito (Pode), Lucas Pavanato (PL), Cris Monteiro (Novo), Amanda Paschoal (PSOL) e Keit Lima (PSOL). Plenário da Câmara Municipal de São Paulo. Richard Lourenço/Rede Câmara

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Após suspensão, Câmara Municipal anuncia novo concurso público em Porto Velho

Publicado em: 04/09/2025 16:20

Sede da Câmara Municipal de Porto Velho. Pedro Bentes/G1 A Câmara Municipal de Porto Velho confirmou, nesta quinta-feira (4), que o edital do concurso público será publicado ainda em setembro. As inscrições estão previstas para começar em outubro. LEIA TAMBÉM: Concurso público da Câmara Municipal de Porto Velho é suspenso antes das inscrições começarem O processo seletivo havia sido suspenso antes da abertura das inscrições. No entanto, de acordo com a Câmara Municipal, o certame passou por ajustes. Entre as mudanças, está a ampliação do número de vagas. As informações sobre cargos, requisitos, etapas do concurso e demais orientações serão divulgadas no edital. O documento está previsto para ser publicado na segunda quinzena de setembro. VEJA TAMBÉM: Como estudar legislação para concurso?

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Distribuidoras de bebidas podem ser multadas em até R$ 209 mil se atenderem clientes durante a madrugada em Goiânia; entenda as regras

Publicado em: 04/09/2025 15:34

Distribuidoras de bebidas de Goiânia não podem mais funcionar de madrugada O cumprimento da lei que regulamenta o horário de funcionamento das distribuidoras de bebidas começou a ser fiscalizado em Goiânia. Agora, os estabelecimentos que estiverem abertos e venderem bebidas entre a meia-noite e as 5h podem ser multados. De acordo com a prefeitura, a punição por descumprir a lei varia entre R$ 524 e R$ 209 mil. O valor será determinado por alguns condicionantes, como a postura do comerciante, o tempo em que o estabelecimentos está aberto e reincidência (veja abaixo que tipo de estabelecimentos são submetidos à nova lei) . ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp A Lei Nº 11.459 entrou em vigoar em 30 de julho de de 2025 e contou com prazo para que comercantes se adaptassem. Conforme o gerente de fiscalização de atividades econômicas da Secretaria Municipal de Eficiência (Sefic), André Barro, a fiscalização será feita por agentes da Sefic, acompanhados da Guarda Municipal e da Polícia Militar. Ainda de acordo com André, o estabelecimento que for encontrado aberto receberá uma multa e precisará ser fechado, podendo reabrir apenas às 5h (veja as regras abaixo). “Se em uma segunda visita, com menos de 30 dias, for constatado novamente o funcionamento, ele será novamente autuado e o estabelecimento será lacrado”, disse André em entrevista à rádio CBN Goiânia. A lei ainda aponta que os estabelecimentos podem vender as bebidas na forma delivery durante a madrugada, desde que o entregador busque os produtos no local e leve as bebidas a outro endereço. Distribuidoras de Goiânia vão ter horário de funcionamento limitado Wesley Costa/O Popular Violência A principal justificativa da prefeitura para a criação da lei é tentar reduzir os índices de violência durante a madrugada. Leia Também: Distribuidoras de bebidas têm horário de funcionamento limitado pela prefeitura; veja regras VÍDEO: Funcionária é morta a facadas em distribuidora de bebidas por cliente que ameaçou colega de trabalho Homem é esfaqueado em distribuidora de bebidas em Aparecida de Goiânia A proposta para limitar o horário de funcionamento desse tipo de comércio na capital foi apresentada na Câmara Municipal pelo vereador Novandir (MDB). Na época, o parlamentar apontou dados que justificam a criação da lei. “No mês de maio, quatro pessoas foram assassinadas nas calçadas das distribuidoras de bebidas. 44% dos homicídios registrados em Goiânia ocorrem na porta das distribuidoras”, disse. Estabelecimentos enquadrados Todos os estabelecimentos que não possuam estrutura ou não tenham como foco o consumo de bebidas no local: Empórios; Mercearias; Armazéns; Minimercados; Distribuidoras de bebidas (inclusive as que vendem por atacado e varejo); Lojas especializadas em bebidas alcoólicas; Estabelecimentos sem licença para consumo no local. Lei Nº 11.459 A Lei Nº 11.459 determina que: Distribuidoras devem funcionar entre 5h e 23h59; Após às 23h59, as portas devem ser fechadas; Mesas e consumo no local estão proibidos; É proibido atender clientes no local depois das 23h59; Após às 23h59, os clientes podem ser atendidos por delivery. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.

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CPI da Câmara vai investigar possíveis irregularidades na construção do Centro Administrativo de Poços de Caldas

Publicado em: 04/09/2025 15:08

Câmara de Poços apura possíveis irregularidades em obras de Centro Administrativo Os vereadores de Poços de Caldas (MG) aprovaram a abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a contratação e execução das obras de construção do Centro Administrativo Municipal. A votação ocorreu na última sessão da Câmara, realizada na terça-feira (2). 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram As obras da nova sede da administração municipal de Poços de Caldas começaram em março de 2023, com orçamento inicial de R$ 38 milhões. Inaugurado em novembro de 2024, o Centro Administrativo tem 14 mil m² e 10 pavimentos. O imóvel abriga, atualmente, o gabinete do prefeito, as secretarias municipais e outros departamentos públicos. Obra do Centro Administrativo da Prefeitura de Poços de Caldas, que foi inaugurada em novembro de 2024 Prefeitura de Poços de Caldas O trabalho da CPI deverá abranger todo o período compreendido entre a fase do processo licitatório até a atualidade. A Comissão irá verificar a legalidade e regularidade do processo licitatório, cronogramas e projetos das obras, os pagamentos realizados e as documentações que envolveram o projeto. “Já estávamos estudando esse processo e muitas dúvidas foram surgindo ao longo do tempo. Depois de termos feito uma visita in loco para acompanhar o processo em si, acesso ao processo como um todo, algumas dúvidas surgiram e, no nosso entendimento, algumas possíveis irregularidades. Dessa forma, a gente decidiu fazer uma auditoria, a princípio, nas contas, que foi aprovada por essa Casa, mas a auditoria também ficaria muito restrita. Dessa forma, nós entramos com a CPI para ser mais amplos e ter mais possibilidade de ouvir, de ter oitivas, novos documentos e a própria auditoria”, explicou o vereador Flávio Togni de Lima e Silva (MDB). Uma das questões que serão analisadas é a legalidade da entrega do Complexo Santa Cruz - uma área de 11 mil m² da prefeitura que estava abandonada, avaliada em R$ 15,7 milhões - como parte do pagamento pela construção do Centro Administrativo. Comissão tem 180 dias para apresentar resultados Câmara Municipal de Poços de Caldas Prefeitura de Poços de Caldas A proposição da CPI é de autoria dos vereadores Flávio Togni (MDB), Aliff Jimenes Cicon (PL), Pastora Mel (União Brasil), Tiago Braz (REDE) e Tiago Mafra (PT) e obteve a assinatura de outros sete vereadores, tendo a aprovação de 12 dos 15 vereadores da Casa. A comissão terá 180 dias para a conclusão de seus trabalhos, prazo que pode ser prorrogado. Prefeitura diz que licitação foi aprovada pelo Tribunal de Contas A Prefeitura de Poços de Caldas informou que ainda não foi notificada oficialmente da abertura da CPI, mas quando for solicitada irá prestar todos os esclarecimentos. A procuradora geral do município, Vanessa Cristina Gavião Bastos, disse, em entrevista à EPTV Sul de Minas, afiliada da Rede Globo, que a licitação da obra já foi avaliada e aprovada pelo Tribunal de Contas. “À época da licitação, houve denúncia junto ao Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais - que partiu, inclusive, de alguns vereadores - e o Tribunal de Contas já analisou essa licitação e já opinou pela regularidade do edital da forma como foi feita. Já chancelou, arquivando inclusive esse procedimento. O município tem ciência de toda a regularidade da licitação e de todos os atos também de execução desse contrato e está à disposição para esclarecimentos”, afirmou a procuradora. VÍDEOS: Assista tudo sobre o Sul de Minas: I

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Câmara de Parnaíba enfrenta impasse jurídico para escolha de suplente após vereador ser morto a tiros em Teresina

Publicado em: 04/09/2025 13:46

Em Parnaíba, impasse adia escolha de suplente após assassinato de vereador A Câmara Municipal de Parnaíba enfrenta um impasse jurídico para a escolha do suplente que deve ocupar a vaga do vereador Thiciano Ribeiro (PL), assassinado a tiros com a comandante da Guarda Civil Municipal (GCM) de Parnaíba, Penélope Brito, no Centro de Teresina. A decisão deve sair neste mês de setembro. O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) aponta que a 2 ª suplente do partido, a advogada Samara Correia, conhecida como Samara Estevão, de 32 anos, não atingiu o quociente eleitoral. Ela recebeu 927 votos. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Thiciano ocupava a primeira suplência do Partido Liberal (PL) após a morte do vereador Bruno Vasconcelos Cunha (PL), conhecido como Brunão, que iniciou em 2025 o primeiro mandato, após ter sido eleito em outubro de 2024 com 1.047 votos. O PL acredita que a vaga deve ser repassada para o suplente do partido. Já o MDB, defende que é necessário levar em consideração o quociente eleitoral, que aponta uma margem de aproximadamente 20% da sobra dos votos das Eleições de 2024. O presidente da Câmara de Parnaíba, vereador Daniel Jackson Araújo (Republicanos) explicou que aguarda um parecer jurídico para definir a escolha da vaga. A decisão está prevista para sair na próxima semana. "Iremos iniciar as tratativas em relação à substituição. Surgiu essa dúvida jurídica colocada pelos partidos. São duas interpretações jurídicas e, por isso, a Câmara, de forma cautelar e responsável, aguarda um parecer jurídico para embasar a decisão", explicou o presidente da Casa. Thiciano Ribeiro (PL), vereador assassinado a tiros em Teresina Câmara Municipal de Parnaíba VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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Secretário de Saúde de MT é preso suspeito de utilizar ônibus de transporte de pacientes para tráfico de drogas

Publicado em: 04/09/2025 12:12

Secretário Roberto Serenini Reprodução Câmara Municipal O secretário de Saúde de Curvelândia, a 311 km de Cuiabá, Roberto Serenini (PL), foi alvo da Operação Infirmus, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (4), por suspeita de usar um micro-ônibus da pasta para transportar mais de 52 quilos de cocaína até a capital. O g1 tenta localizar a defesa do secretário A Justiça decretou a prisão preventiva e mandados de busca e apreensão, tanto na casa como no gabinete dele. As ordens foram expedidas com parecer favorável do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), após investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Segundo a polícia, as investigações tiveram início no último dia 18, quando um micro-ônibus da secretaria do município foi abordado pelos policiais do Denarc, próximo ao Trevo do Lagarto em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. O veículo, que transportava pacientes para tratamento médico na capital, estava carregado com 52kg de cocaína escondidas em caixas de supermercado no bagageiro. O motorista e os passageiros foram encaminhados à Central de Flagrantes, prestaram depoimento e foram liberados. O laudo toxicológico confirmou a presença da substância apreendida. Conforme a Polícia Civil, Serenini ordenou a troca de alguns pacientes horas antes da viagem, além de ter estado na Unidade Básica de Saúde (UPA) e feito contato com o motorista na noite anterior para determinar a troca de veículo. Durante as investigações, denúncias apontaram que ele teria apagado imagens do sistema de monitoramento da unidade. O equipamento foi apreendido e periciado, que constatou a exclusão de parte das gravações. Segundo o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho, os elementos apurados confirmaram o envolvimento do servidor público municipal no esquema de tráfico de drogas. "Este caso demonstra como criminosos podem se infiltrar em instituições públicas para usar serviços essenciais, como o transporte de pacientes para atividades ilícitas. Nossa investigação foi minuciosa para garantir que todos os responsáveis sejam identificados e punidos", afirmou o delegado. A investigação continua em andamento para identificar todos os envolvidos no esquema.

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Servidores suspendem aulas em Cruzeiro do Sul e cobram melhorias na Educação

Publicado em: 04/09/2025 11:44

Servidores da Educação de Cruzeiro do Sul paralisam atividades As aulas das redes municipal e estadual em Cruzeiro do Sul, interior do Acre, estão suspensas nesta quinta-feira (4) devido a uma manifestação dos servidores da educação. A mobilização reuniu mais de 100 servidores no Complexo Esportivo do bairro Aeroporto Velho com cartazes com pedidos de melhorias trabalhistas. Os manifestantes ficaram no complexo por mais de duas horas. O ato encerrou por volta das 9h desta quinta. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Em nota, Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) informou que se reuniu com representantes da categoria na quarta (3) para discutir as reivindicações dos trabalhadores. Na reunião, o governo reafirmou que o aumento de 10% na tabela salarial depende da publicação do Relatório de Gestão Fiscal. Esse documento deve ser divulgado no dia 30 de setembro. (Confira nota da íntegra abaixo) Em nota, a Prefeitura de Cruzeiro do Sul informou que, após reunião com o SINTEAC e a Comissão de Educação da Câmara Municipal na terça (2), um cronograma de medidas já está em andamento, incluindo reajuste dos servidores provisórios em janeiro de 2026, envio do projeto da Lei de Gestão Democrática à Câmara e regularização do PASEP e e-Social até dezembro de 2025. (Confira nota da íntegra abaixo) Os trabalhadores pedem aumento no salário dos professores temporários da rede municipal. Também querem que a estrutura de carreira volte na rede estadual. Nessa estrutura, o salário subiria 10% a cada mudança de referência. Hoje, o aumento é de 7%. Galerias Relacionadas Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), as atividades devem ser retomadas apenas na segunda-feira (8), já que sexta (5) é feriado do Dia da Amazônia. O professor e presidente do Sinteac em Cruzeiro do Sul, Pedro Lima, disse os servidores temporários da rede municipal cobram uma proposta de reajuste salarial. Segundo ele, os funcionários não recebem o piso nacional. LEIA MAIS: Moradores fecham trecho da BR-364 em Rio Branco por melhorias no bairro Belo Jardim II Servidores da Educação e Saúde de Rio Branco fazem protesto por reajuste salarial “Os efetivos tiveram aumento no início do ano, mas esse reajuste não foi repassado para os temporários. Hoje eles recebem R$ 2,5 mil, enquanto o piso nacional é de R$ 3.650”, destacou. Na rede estadual, os trabalhadores defendem o retorno da tabela com reajuste de 10%, que foi reduzida para 7% em 2022. “De lá para cá, a gente já iniciou essa luta. Infelizmente, o governo ainda não permitiu olhar para nossa categoria e devolver todo o nosso dinheiro. Por isso tivemos a paralisação.”, acrescentou. Possibilidade de greve O sindicato espero o relatório financeiro do governo, que deve sair no fim de setembro. Depois disso, os trabalhadores vão decidir se começam as negociações. “Da rede municipal vamos encaminhar a ata da assembleia informando que aguardamos uma proposta de reajuste. Caso contrário, na próxima semana realizaremos uma nova Assembleia e não está descartada uma greve em geral”, disse Lima. Nota na Íntegra da SEE-AC Diante da paralisação de servidores da Educação realizada nesta quinta-feira, 4, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), informa que na última quarta-feira, 3, reuniu-se com representantes da categoria, na sede da pasta, para tratar das reivindicações apresentadas. Na ocasião, foi reafirmado que a retomada dos 10% da tabela salarial está vinculada à publicação do Relatório de Gestão Fiscal da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), prevista para o dia 30 de setembro. Ressaltamos que, nos últimos cinco anos e meio, o governo estadual tem promovido os maiores investimentos já realizados na valorização dos profissionais da Educação. Foram garantidos notebooks individuais aos professores, no valor de R$ 4.500 cada, por meio do programa Educação Conectada, com investimento de R$ 25 milhões. Também foram pagos mais de R$ 200 milhões em abonos salariais referentes a 2021 e 2022, concedidos reajustes de 33,25% em 2022 e de 14,95% em 2023, somados ao reajuste geral anual de 20,32% dos servidores. Houve ainda a contratação de mais de 900 professores efetivos, zerando o cadastro de reserva do concurso de 2018, além da implantação do auxílio-alimentação de R$ 420, pago a todos os profissionais da Educação desde 2022. Outro marco foi a realização do maior concurso da história da Educação acreana, com três mil vagas para professores e pessoal de apoio. A convocação dos aprovados terá início já em 2026, ampliando de forma definitiva a força de trabalho da rede estadual. Importante destacar que o salário inicial da categoria está hoje 15% acima do piso nacional, garantindo mais valorização e reconhecimento ao trabalho dos profissionais. Reafirmamos o compromisso com a Educação, conduzindo um processo de diálogo responsável e transparente. Aberson Carvalho de Sousa Secretário de Estado de Educação e Cultura Nota na Íntegra da Prefeitura de Cruzeiro do Sul Sobre a paralisação realizada pelos servidores da educação municipal nesta quarta-feira, 3, a Prefeitura de Cruzeiro do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Lazer e Secretaria de Gestão Estratégica, Orçamento e Finanças esclarece: Em reunião realizada no última terça-feira,2, entre a gestão municipal e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre - SINTEAC e com a Comissão de Educação da Câmara Municipal, foi pactuado um cronograma de implementação de medidas que já está em andamento. Entre as principais providências acordadas e em curso, destacamos: Reajuste dos Servidores Provisórios: o processo seletivo que deu origem a contratação prevê os vencimentos para o contrato durante o ano de 2025. A atualização será feita em janeiro de 2026 conforme percentual definido pelo governo federal, contemplando tanto os servidores docentes (com atualização conforme o percentual do piso salarial do magistério de 2026), quanto os cargos administrativos (adequados ao reajuste do salário mínimo nacional de 2026) Lei de Gestão Democrática: o estudo jurídico e de impacto financeiro já está em fase de conclusão, com prazo de encaminhamento oficial do projeto de lei à Câmara Municipal até 15 de novembro de 2025. Regularização do PASEP e e-Social: o cadastramento dos servidores e a transmissão dos dados ao sistema federal estão sendo realizados de forma contínua, com prazo final para conclusão dessa etapa até dezembro de 2025, assegurando transparência e segurança nos registros funcionais. Todas as etapas do cronograma estão sendo acompanhadas com rigor técnico e transparência, visando assegurar que os direitos da categoria sejam efetivamente garantidos. A Prefeitura reafirma seu compromisso com o diálogo permanente, a valorização da educação e o respeito aos servidores. Reiteramos que o município continua aberto à construção conjunta com a categoria e suas representações, mantendo a responsabilidade de equilibrar as necessidades da educação com as obrigações legais e financeiras da gestão pública. Prefeitura de Cruzeiro do Sul VÍDEOS: g1

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Pela 2ª vez, TJ afirma que ‘jabuti’ aprovado por vereadores de SP que flexibilizava barulho em estádios e shows é inconstitucional

Publicado em: 04/09/2025 05:00

Segundo show dos Rolling Stones em São Paulo, no estádio do Morumbi Fábio Tito/G1 O Tribunal de Justiça de SP declarou inconstitucional nesta quarta-feira (3) o artigo 5º da lei 18.209/2014, que flexibilizava o limite de ruídos emitidos por casas de shows e estádios de futebol nos horários noturnos na capital paulista. O texto havia sido aprovado pela Câmara Municipal no ano passado. A decisão se baseou em dois argumentos principais: a falta de pertinência temática da emenda parlamentar com o projeto de lei original, que tratava de gestão de resíduos sólidos, além da ausência de participação popular e do planejamento técnico na sua aprovação. A flexibilização tinha sido aprovada pelos vereadores como um "jabuti": foi incluída em um projeto de lei que tratava da expansão do aterro sanitário da Central de Tratamento Leste (CTL), em São Mateus, na Zona Leste. 🔍No jargão político, um "jabuti" é uma matéria estranha ao tema principal que é incluída em um projeto de lei em processo de aprovação no Legislativo. À época, o texto chegou a ser sancionado pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB). Num caso parecido, os vereadores da base do prefeito também aproveitaram a discussão de um projeto de lei que tratava da regulamentação das chamadas "dark kitchens" para elevar de 55 para 75 decibéis o nível de barulho produzido por esses espaços durante a noite na cidade. A norma foi considerada igualmente inconstitucional pela Órgão Especial do TJ-SP. No julgamento da quarta-feira (3), a desembargadora Marcia Barone acolheu os pedidos da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) proposta pelo Ministério Público: “No caso analisado, a emenda parlamentar foi inserida no projeto de lei sem qualquer amparo técnico ou estudo urbanístico que a validasse. Ou seja, não houve o planejamento técnico necessário, tornando a alteração uma medida casuística e sem fundamentação, o que a torna inválida e inconstitucional”, escreveu a magistrada. Show do grupo Titãs, no Allianz Parque, em janeiro de 2023. Marcos Hermes/Divulgação/Titãs Segundo a desembargadora, ao inserir um artigo estranho ao projeto original, os vereadores usurparam da população o direito de participação na discussão sobre o aumento dos ruídos produzidos por casas de espetáculos e estádios de futebol na capital. "Como bem apontado pelo autor da presente ação, as seis audiências públicas realizadas ocorreram em relação à redação original do projeto de lei, sem considerar o acréscimo inserido pela emenda parlamentar”, destacou. Entre as flexibilizações, o artigo 5º autorizava ruídos em: Manifestações em festividades religiosas, comemorações oficiais, reuniões desportivas, festejos ou ensaios carnavalescos e juninos, passeatas, desfiles, fanfarras e bandas de música, desde que realizados em horário e local previamente autorizados ou em circunstâncias consagradas pela tradição; Shows e eventos previamente autorizados pelo Poder Executivo; Instituições de ensino, desde que o ruído fosse produzido durante e em razão das atividades educacionais. O g1 procurou a Prefeitura de São Paulo e a Câmara Municipal para comentarem a decisão, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. LEIA TAMBÉM TJ suspende em definitivo aumento do limite de barulho de 55 para 75 decibéis em estádios e casas de espetáculos em SP

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Câmara de SP aprova em 2º turno projeto da prefeitura que quer repassar viela dos Jardins a condomínio de luxo

Publicado em: 03/09/2025 22:52

Placar de votação na Câmara Municipal de SP Laura Cassano/TV Globo A Câmara Municipal de São Paulo aprovou na noite nesta quarta-feira (3), em segundo turno, o projeto de lei da prefeitura que autoriza que uma viela nos Jardins, na Zona Oeste, seja repassada para uma construtora que planeja a construção de um condomínio de alto padrão. O valor da transação foi fixado em R$ 16 milhões. Foram 29 votos a favor e 11 contrários. O texto-base do PL 673/2025 havia sido aprovado em primeiro turno apenas com a autorização para a gestão Ricardo Nunes (MDB) repassar à iniciativa privada a Travessa Engenheiro Antônio de Souza Barros Júnior, nos Jardins. O projeto ganhou quatro novas emendas antes mesmo de ser votado em segundo turno na Câmara Municipal. Sem nenhum estudo técnico preliminar, os vereadores Zoe Martinez (PL), Rubinho Nunes (União Brasil) e Thammy Miranda (PL) acrescentaram quatro áreas que podem favorecer a iniciativa privada e construtoras, sem nenhuma discussão pública com a comunidade. Na segunda votação, os vereadores ainda acrescentaram outras quatro emendas que ampliam o alcance da proposta e incluem outras áreas públicas. Ou seja, a votação no segundo turno aconteceu nesta quarta com oito emendas anexadas ao projeto original. Segundo a prefeitura, a justificativa é arrecadar recursos para o Fundo de Habitação de Interesse Social. Já críticos apontam a ausência de estudos técnicos e de consulta pública sobre a destinação dos terrenos. Os vereadores Zoe Martinez (PL), Rubinho Nunes (União) e Thammy Miranda (PSD): emendas de última hora pretende vender ruas da cidade de São Paulo para iniciativa privada. Montagem/g1/Rede Câmara de SP Rua à venda: por R$ 16 milhões, Prefeitura de SP quer privatizar vila nos Jardins e alienar travessa para condomínio ocupar local Com as emendas, o projeto aprovado permite a venda ou a concessão de áreas públicas em diferentes regiões da capital, como Faria Lima, Itaim Bibi, Santo Amaro, Vila Leopoldina, além de locais nas zonas Leste e Norte. Entre elas está um terreno de 140 metros quadrados na Avenida Brigadeiro Faria Lima, proposto pela vereadora Zoe Martinez (PL), e a alienação de ruas no Itaim Bibi, em Santo Amaro e na Vila Leopoldina. Também foi incluída a venda de um terreno de 25,6 mil metros quadrados na Rua Keia Nakamura, na Zona Leste, para construção de 720 apartamentos de moradia popular. Outras emendas autorizam ainda concessões gratuitas de terrenos municipais a associações comunitárias e esportivas, como áreas na Marginal Pinheiros e em Jurubatuba. Houve ainda a inclusão de áreas na Zona Norte, cedidas ao Instituto Gomes de Basquete. As emendas anexadas ao projeto original da prefeitura preveem o repasse à iniciativa privada das seguintes ruas e terreno: Emenda 1 – Fabio Riva (MDB): Cede, por concessão administrativa de 20 anos, prorrogáveis por mais 20, área municipal na Av. Cônego José Salomon, 755 (Jardim Felicidade, Zona Norte) ao Instituto Gomes de Basquete. Emenda 2 – João Ananias (PT): Autoriza a venda de terreno público de 25,6 mil m² na Rua Keia Nakamura, para construção de 720 apartamentos de moradia popular. Emenda 3 – Zoe Martinez (PL): Autoriza a venda de terreno de 140 m² na Av. Brigadeiro Faria Lima, uma das regiões mais valorizadas da cidade. Emenda 4 – Sansão Pereira (Republicanos): Autoriza a venda da Rua Aurora Dias Carvalho, no Itaim Bibi. Emenda 5 – Marcelo Messias (MDB): Autoriza a venda da Rua América Central, entre a Rua La Paz e a Rua Ada Negri, além de viela adjacente, em Santo Amaro. Emenda 6 – Isac Felix (PL): Autoriza a venda da Rua Canoal (Codlog-666211). Emenda 7 – Silvinho Leite (União Brasil): Concessão gratuita, por 20 anos, de duas áreas municipais: uma na Marginal Pinheiros para a Associação Comunitária da Cohab Adventista e outra em Jurubatuba para a Associação Amigos do Parque Santa Edwirges. Emenda 8 – Silvão Leite (União Brasil): Autoriza a venda de terreno de 5,2 mil m² na Rua Luis Pereira Rebouças, para a Associação Esporte Clube Bem Bolado. Polêmica na Faria Lima A emenda que mais chama atenção é justamente a da vereadora Zoe Martinez (PL), que pretende autorizar a alienação de um terreno público de 140 metros quadrados que fica na Av. Brigadeiro Faria Lima, uma das áreas mais valorizadas da cidade e cobiçada pelas construtoras. Procurada, a vereadora afirmou por meio de nota que “o terreno está vazio há décadas, gera custos de limpeza e manutenção e não traz nenhum retorno para a população”. “Com a nossa proposta, o valor da venda entra no caixa da cidade e se transforma em benefício para os paulistanos, inclusive, parte do recurso será revertido ao Fundo de Habitação de Interesse Social. Não faz sentido manter dinheiro parado enquanto São Paulo precisa investir mais em saúde, educação e infraestrutura”, afirmou. O g1 e a TV Globo também procuraram os vereadores Rubinho Nunes (União Brasil) e Thammy Miranda (PSD), mas não obtiveram retorno até a última atualização desta reportagem. Vereadores de SP podem aprovar hoje projeto que prevê leilão de ruas à iniciativa privada Parlamentares contrários A inclusão de novos endereços no projeto original proposto pela prefeitura tem causado desconforto entre vereadores da própria base de apoio do prefeito na Câmara Municipal, como a vereadora Janaína Paschoal (PP), que citou faltar transparência de como vai se dar a alienação dessas ruas e áreas para a iniciativa, principalmente em relação aos valores. As vereadoras Luna Zarattini (PT), Janaína Paschoal (PP) e Luana Alves (PSOL). Montagem/g1/Reprodução/Rede Câmara de SP Outra vereadora que se posicionou contrária às emendas foi a líder do PT, Luna Zarattini. "Estas emendas mostram como o mercado imobiliário atua fortemente na Câmara em prol dos seus interesses. Precisamos ocupar e valorizar os espaços públicos", afirmou. A vereadora Luana Alves (PSOL) afirmou que a oposição já esperava surpresas de última hora no PL 673/2025 nesse 2° turno e chamou de contrassenso as emendas sugeridas pelos colegas de Câmara. “A gente já estava prevendo que esse projeto vinha com alguma alteração, no sentido de tentar facilitar essa desencorporação por parte de alguns vereadores. Como sempre, esse tipo de projeto sempre é para transferir bens ativos públicos para a iniciativa privada, sem nenhum tipo de análise prévia ou conversa com a população do território, para ver se tem algum plano para aquele local. Se os moradores gostariam que aquele terreno ou área fosse destinada para a iniciativa privada”, afirmou. “É mais uma iniciativa que não leva em consideração o interesse público, mas sim os interesses de meia dúzia de empresários. O projeto já está ruim originalmente e ficou ainda pior. Na semana que instalamos a CPI das fraudes nos imóveis de interesse social, é um contrassenso entregar mais áreas públicas da cidade para a especulação imobiliária”, declarou a vereadora. Além das três vereadoras, o urbanista Nabil Bonduki - vereador do PT e professora da FAU-SP - também se declarou contrário às emendas. Travessa nos Jardins Travessa deve ser privatizada para a construção de condomínio de luxo Reprodução O PL 673/2025, proposto pela gestão Nunes, já nasceu polêmico por autorizar a incorporação da Travessa Engenheiro Antônio de Souza Barros Júnior, localizada entre a Alameda Lorena, a Rua Pamplona e a Avenida Nove de Julho, para a construção de um condomínio de luxo de altíssimo padrão. A incorporadora já comprou e demoliu todos os imóveis da antiga vila que ocupava o local. Porém, a viabilização do negócio passa pela alienação da travessa. É isso o que propõe um projeto de lei enviado pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) à Câmara Municipal, aprovado em 1° turno em 24 de julho, por 34 votos favoráveis e quatro contrários. Com a aprovação em segundo turno, a travessa deixará de ser, na prática, parte de uma vila aberta, passando a ser considerada área privada. Parte da rua já está fechada para o público, devido a um pedido da incorporadora feito em 2023. Trata-se de uma das regiões mais valorizadas da cidade. Célia Marcondes, advogada, ambientalista e vice-presidente da Sociedade de Amigos e Moradores do Cerqueira César, que inclui área dos Jardins, lamenta pela transformação prestes a ocorrer na travessa da região. “É interesse para atender alguém privado, o lucro imobiliário". “Essa região já é sufocada de prédios e condomínios”, afirma Marcondes. Ela reforça que a estrutura do bairro não avançou na mesma proporção que as construções. LEIA MAIS: Justiça dá 60 dias para Prefeitura de Ribeirão Pires apresentar cronograma para substituição de frota velha de ônibus da cidade Prefeitura de SP multa churrascaria no Parque da Água Branca pela 4ª vez por operar sem licenças Deputado acusado de violência doméstica bate-boca com colegas, e sessão da Alesp é interrompida; VÍDEOS O que diz a Prefeitura de SP A Prefeitura de São Paulo afirma que o projeto de construção do condomínio passou por avaliação técnica e jurídica. Informou ainda que a proposta de venda da travessa foi enviada à Câmara Municipal devido ao "caráter local" da rua, que não se conecta com outras vias e, assim, sua transformação não impactaria o trânsito. A Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), comandada por Bete França, por sua vez, concluiu que a área não poderia ser utilizada de forma isolada, enquanto a Procuradoria Geral do Município (PGM) entendeu que o projeto é viável. Prefeitura de Barueri recapeou 30 vezes mais o condomínio de luxo de deputado do MDB do que bairros pobres vizinhos

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TJ-SP nega recurso e mantém suspensão de lei que permite patrocínio em uniformes escolares em Caraguatatuba, SP

Publicado em: 03/09/2025 18:20

Justiça suspende lei que permite patrocínio em uniforme escolar em Caraguatatuba, SP Reprodução/TV Vanguarda O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou, nesta quarta-feira (3), um recurso da Prefeitura de Caraguatatuba contra a liminar que suspendeu a lei que permite patrocínio em uniformes escolares na rede municipal. O recurso foi apresentado pela Prefeitura de Caraguá na primeira quinzena de junho deste ano, poucos dias após a Justiça barrar o patrocínio nos uniformes escolares. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Na ação, o Executivo cita que a suspensão da lei pode acarretar "prejuízos significativos ao interesse público, uma vez que impede a captação de recursos privados destinados à melhoria da qualidade da educação pública municipal, frustrando legítima expectativa de benefício para os estudantes da rede municipal de ensino, que deixarão de receber uniformes e kits escolares adequados por conta da suspensão da referida política pública". "[...] a lei municipal não configura 'comunicação mercadológica dirigida à criança' [...], mas sim programa de patrocínio com finalidade preponderantemente educacional e social, que estabelece limitações claras quanto à inserção de marcas comerciais em uniformes e materiais escolares", continuou. A lei, de autoria da prefeitura, havia sido aprovada em março na Câmara Municipal. Apesar de ter se tornado lei em Caraguatatuba, o uso do uniforme escolar como vitrine para propaganda é considerado uma prática abusiva pelo Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) - leia mais abaixo. Ao g1, a Prefeitura de Caraguatatuba informou que "a decisão tem caráter liminar e reitera sua confiança de que, no julgamento final, a Justiça acolherá os elementos e fundamentos apresentados pela municipalidade". Ainda segundo a prefeitura, "a proposta foi elaborada em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente, vedando expressamente o patrocínio de marcas de bebidas alcoólicas, cigarros e outros produtos não recomendados para menores" e "o Governo segue confiante de que a Justiça reconhecerá a legalidade e a relevância das medidas apresentadas, permitindo que a iniciativa privada colabore com o poder público, sobretudo neste momento de enfrentamento da crise financeira". Suspensão Segundo o TJ-SP, foi movida uma ação direta de inconstitucionalidade com pedido liminar do Diretório Estadual do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL-SP). O partido considerou que a lei era prejudicial à autonomia da instituição de ensino e à proteção da infância. Na ação, o PSOL pediu à Justiça a concessão de medida cautelar para suspender imediatamente a lei e declarar ela inconstitucional. A decisão de maio suspendeu imediatamente os efeitos da lei, enquanto a ação de inconstitucionalidade ainda é analisada. Na decisão, o relator José Carlos Ferreira Alves disse que o caso tem temática sensível e aparentemente vai contra o que foi estabelecido em leis que regulamentam a publicidade para crianças e adolescente. “Embora seja louvável a iniciativa do Poder Executivo com vistas a garantia patrocínio para a doação de uniformes e kits escolares aos alunos, com a permissão de inserção do nome ou marca de empresas privadas em uniformes e kits escolares dos alunos, entende-se que a lei tem como escopo temática sensível concernente à proteção integral e a prioridade absoluta dos direitos da criança, e, no que interessa em sede cautelar, há razoabilidade no direito invocado, uma vez que as normas, aparentemente, afrontaram o disposto”, disse o relator na decisão. TJ-SP mandou suspender lei que permite empresas estampar logomarcas em uniforme em Caraguá Aprovação da lei em março Uma lei aprovada neste ano em Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo, permite que empresas patrocinem uniformes escolares da rede municipal de ensino da cidade. Elas vão poder contribuir com a produção e distribuição dos uniformes escolares para, em troca, ter propagandas estampadas nas roupas dos alunos. A prefeitura afirma que a medida é necessária para diminuir o impacto financeiro provocado pela compra de novos kits escolares por meio de licitação, que nem foi aberta neste ano. Por isso, mais de 20 mil alunos da rede municipal ainda não receberam os uniformes em 2025. A lei de autoria da prefeitura foi aprovada pelos vereadores e já até foi sancionada. O projeto explica que "objetivo é incentivar pessoas jurídicas a tornarem-se parceiras do poder público e contribuir para as melhorias da qualidade do ensino na rede pública municipal". Justiça suspende lei que permite patrocínio em uniforme escolar em Caraguatatuba, SP Reprodução/TV Vanguarda Para isso, "o poder executivo municipal permitirá a inserção do nome ou marca de empresas privadas em uniformes e kits escolares dos alunos da educação básica do município, como forma de patrocínio, como contrapartida à doação de uniformes". A lei cita que "é vedada a publicidade de propaganda de partidos políticos, e de empresas que comercializam produtos ou serviços proibidos ou impróprios pra menores, como armamentos e bebidas alcoólicas". Além disso, "a logomarca da empresa patrocinadora não poderá ser maior que o emblema da unidade escolar". Alternativa à crise O prefeito da cidade, Mateus Silva (PSD), afirma que, sem essa medida, seria impossível entregar os uniformes aos alunos da rede municipal de ensino neste ano. “Nós pegamos um problema muito sério de caixa, devendo até a fornecedores de março do ano passado, e hoje Caraguatatuba não tem condições de comprar o material e o kit. É uma saída moderna e inovadora para trazer o que há de mais eficiente na gestão pública, por meio de parceria com a iniciativa privada. Sem essa parceria, realmente ficaria impossível de entregar o material e o uniforme escolar para a população neste ano”, diz o prefeito. A prática de patrocinar uniformes escolares já é realidade em alguns lugares do país, como por exemplo no estado do Pará. Em São Paulo, já houve tentativa de um projeto similar - em 2017, a Câmara de São Paulo aprovou um projeto para liberar a propaganda em uniformes escolares, mas o texto foi vetado pelo prefeito da época, João Dória, que na ocasião era filiado ao PSDB. Alunos de Caraguá não vão receber uniforme neste ano Prática abusiva Apesar de ter se tornado lei em Caraguatatuba, o uso do uniforme escolar como vitrine para propaganda é considerado uma prática abusiva pelo Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). A resolução 163 do conselho, publicada em 2014, diz que é abusiva "a publicidade e comunicação mercadológica no interior de creches e das instituições escolares da educação infantil e fundamental, inclusive em seus uniformes escolares ou materiais didáticos". A reportagem acionou o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), que respondeu que analisa todos os contratos com valor econômico e que há impedimentos quando à promoção pessoal ou uso indevido do nome de um agente político em propagandas. O Ministério da Educação informou que não há nenhuma diretriz para a questão e que não intervém nessa decisão tomada pela rede municipal. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Vereador Denilson 'Ligeirinho' é morto a tiros em Paty do Alferes

Publicado em: 03/09/2025 18:02

Vereador Denilson 'Ligeirinho' é morto a tiros em Paty do Alferes Reprodução/Redes Sociais O vereador Denilson Nogueira "Ligeirinho" foi assassinado a tiros na tarde desta quarta-feira (3), na Avenida Brasil, no bairro Arcozelo, em Paty do Alferes (RJ). Inicialmente, os agentes foram acionados para verificar um acidente de carro. Segundo a Polícia Militar, no entanto, ao chegar no endereço foi constatado que se tratava de um homicídio. A vítima foi encontrada sem vida com marcas de tiros. Denilson "Ligeirinho" tinha 56 anos e estava em seu terceiro mandato como vereador na Câmara Municipal de Paty do Alferes. Anteriormente, ele já ocupou os cargos de Secretário de Esportes e também de Ordem Pública e Cultura. ✅Clique aqui e entre no canal do g1 no WhatsApp "Ligeirinho" era filiado ao Solidariedade. Ele deixa esposa e quatro filhos. O local do crime foi isolado. A perícia foi acionada para levantar informações que possam ajudar a Polícia Civil nas investigações. O caso será registrado na delegacia de Miguel Pereira, que atende Paty do Alferes. Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso e a motivação do crime era desconhecida. Segundo caso em 18 meses Em maio de 2024, um outro vereador também foi assassinado em Paty do Alferes. Na ocasião, Juliano Melo levou quatro tiros no bairro Lameirão. Juliano tinha 35 anos, era casado e formado em enfermagem. Ele estava no seu segundo mandato consecutivo como vereador e chegou a ser presidente da Câmara Municipal em determinado período. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil e ninguém foi identificado autor do crime. Não há suspeitas da Polícia Civil sobre relação entre os dois casos. VÍDEOS: as notícias que foram ao ar na TV Rio Sul

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Após morte do vereador Nilo Silva (MDB), Câmara de Guaratinguetá convoca suplente para o cargo; saiba quem é

Publicado em: 03/09/2025 17:38

Leninha (MDB) foi convocada para assumir cargo em Guaratinguetá, SP Divulgação A Câmara Municipal de Guaratinguetá publicou nesta semana a convocação da suplente do vereador Nilo Silva (MDB), que morreu no último sábado (30), vítima de um infarto. Quem deve assumir o cargo é Maria Helena de Barros Nunes, a Leninha, também do MDB. A convocação estabelece que Leninha, que ainda deve assumir oficialmente o cargo em cerimônia na Casa de Leis, deve exercer o mandato por todo o restante da atual legislatura. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Servidora pública, Leninha tem 56 anos e assume o mandato pela primeira vez na Câmara de Guaratinguetá. Ela estava como suplente após ter recebido 840 votos nas eleições municipais do ano passado. Leninha é natural de Guaratinguetá. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a vereadora concorreu ao cargo em 2012 e 2016 pelo PR, e em 2020 pelo MDB. Em todas as eleições ela ficou como suplente. Vereador de Guaratinguetá, Nilo Silva, do MDB, morre vítima de infarto sede Morte de Nilo O vereador Nilo Silva (MDB) morreu na manhã do último sábado (30), aos 47 anos, vítima de um infarto em Guaratinguetá (SP). A informação foi divulgada pela Câmara Municipal. Segundo a Câmara, Nilo estava trabalhando em uma loja da qual é sócio quando passou mal, teve um infarto e faleceu. Natural de Guaratinguetá, Nilo Silva foi eleito em 2024 com 942 votos para exercer o primeiro mandato como vereador. Ele era graduado em Educação Física e atuava também como empresário, escritor e palestrante. Na política, Nilo defendia o esporte como ferramenta de inclusão e transformação social e também trabalhava no campo da Previdência Social, para ampliar os atendimentos no INSS. Como vereador, ele fazia parte da comissão permanente de educação, cultura, saúde, esportes, assistência social e turismo, além de ter sido eleito o vice-presidente da comissão de defesa do direito das pessoas com deficiência. Em nota, a Câmara lamentou a morte do político e prestou solidariedade para familiares e amigos de Nilo. “Um homem de coração nobre, que sempre exerceu sua função pública com simplicidade, dedicação e profundo compromisso com a população de nossa cidade. Neste momento de dor, a Câmara Municipal expressa sua solidariedade aos familiares, amigos e a toda população guaratinguetaense, que perde não apenas um representante do povo, mas também um grande homem público”, disse a Câmara em nota. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Vereador de Bom Princípio do Piauí é condenado a 25 anos de prisão por estupro de vulnerável

Publicado em: 03/09/2025 15:49

Jacinto Moraes (MDB), vereador de Bom Princípio do Piauí, permanece preso O vereador de Bom Princípio do Piauí Jacinto Costa Moraes (MDB) foi condenado a 25 anos de prisão por estupro de vulnerável na terça-feira (2). Ele está detido desde maio deste ano na Penitenciária Mista Juiz Fontes Ibiapina, em Parnaíba, no litoral do Piauí. O homem virou réu em uma investigação sobre o estupro de vulnerável de duas irmãs adolescentes. Uma das vítimas é a atual companheiro de Jacinto. O g1 não localizou a defesa do vereador até a última atualização desta reportagem. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Vereador de Bom Princípio do Piauí é preso suspeito de estupro de vulnerável Reprodução Vereador é suspeito de atrapalhar investigação de outro caso de estupro Em 2024, Jacinto Moraes (MDB) se tornou suspeito de usar o então cargo de vereador e presidente da Câmara Municipal de Bom Princípio do Piauí para atrapalhar a investigação que apura o estupro de uma menina de 13 anos e que tem como suspeito o ex-vereador Zé do Chico Bento (DC). Segundo o promotor de Justiça de Buriti dos Lopes, Yan Walter, um grupo, formado por Jacinto, dois conselheiros tutelares e uma assistente social, é suspeito de formar uma associação criminosa para forjar uma visita à casa da adolescente, que teria sido vítima do estupro, e falsificar um relatório entregue ao MPPI. Os investigados também teriam, conforme o MPPI, pressionado e ameaçado os familiares dela para que prestassem declarações falsas. O relatório falsificado foi produzido depois que a garota foi ouvida em escuta especializada na Promotoria de Justiça de Buriti dos Lopes. A suposta associação criminosa foi descoberta após a apreensão do telefone celular do ex-vereador Zé do Chico Bento. 📲 Confira as últimas notícias do g1 Piauí 📲 Acompanhe o g1 Piauí no Facebook, no Instagram e no Twitter VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube

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Presidente da Câmara de Mongaguá e esposa ficam feridos após carro capotar em rodovia: 'estou bem'; VÍDEO

Publicado em: 03/09/2025 15:44

Presidente da Câmara de Mongaguá, SP, capota carro após acidente em rodovia O presidente da Câmara Municipal de Mongaguá, o vereador Luiz Berbiz (União), capotou o carro após se envolver em um acidente na rodovia Padre Manoel da Nóbrega (SP-055), na altura de Praia Grande, no litoral de São Paulo. O parlamentar estava acompanhado da esposa e ambos sofreram ferimentos leves. O acidente aconteceu, na segunda-feira (1), por volta das 7h10, no km 294 da rodovia, no sentido leste. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o local após o acidente (veja acima). Ao g1, Berbiz contou que um caminhão tentou mudar de faixa de forma repentina e foi atingido por outro veículo, que não conseguiu frear a tempo. O carro rodou na pista e parou na frente do carro em que o vereador estava. O veículo do parlamentar colidiu com o automóvel e capotou três vezes, chegando a bater na mureta da via. As três faixas da via foram paralisadas para o atendimento ao acidente. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. O presidente da Câmara afirmou estar apenas com dores leves. “Graças a Deus eu e minha esposa estamos bem. Fomos socorridos por equipes da concessionária que chegaram muito rápido. Estamos apenas com dores, mas vai passar”, relatou. Presidente da Câmara de Mongaguá, SP, capotou o carro após acidente em rodovia de Praia Grande. A Tribuna/Alexsander Ferraz e Redes sociais Ele e a esposa foram socorridos por equipes da concessionária e levados ao Pronto-Socorro da Guilhermina, onde realizaram exames de ressonância magnética e raio-X. O vereador afirmou ter sofrido dores na cervical, enquanto a esposa teve apenas arranhões. A Câmara Municipal de Mongaguá confirmou, em nota, que todos os envolvidos na ocorrência passam bem e sofreram apenas escoriações leves. Presidente da Câmara de Mongaguá, SP, capota carro após acidente em rodovia. Redes sociais VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

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VÍDEO: passageiro registra de dentro da cabine momento em que avião com deputado de MT faz pouso forçado

Publicado em: 03/09/2025 15:26

Passageiro registra de dentro da cabine momento em que avião com deputado de MT faz pouso Uma aeronave que transportava o deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), também vice-presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), além de um assessor e do piloto da aeronave, precisou fazer um pouso de emergência nesta quarta-feira (3), após apresentar falha no trem de pouso enquanto sobrevoava o município de Aragarças- GO. O pouso foi realizado sem feridos. Um vídeo feito dentro do avião e publicado nas redes sociais do assessor do parlamentar, João Uliano, mostra o momento em que a aeronave toca o solo e o piloto tranquiliza os passageiros (assista acima). Após o pouso, o deputado gravou uma mensagem afirmando estar bem. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Segundo a equipe do deputado, Avallone seguia para a cidade para participar de uma audiência pública em Canarana, a 838 km de Cuiabá, na Câmara Municipal. Mas, diante da falha mecânica, o piloto optou por seguir até a região de Goiás, para consumir parte do combustível antes de tentar o pouso. Além disso, a equipe informou que o Plano de Emergência Aeroportuário (PLEM) foi acionado, mobilizando caminhões-pipa, ambulâncias e equipes médicas para garantir a segurança da operação. Aeronave com deputado de MT faz pouso de emergência Reprodução

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