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Justiça anula decisão de cassação da vereadora por Cuiabá Edna Sampaio

Publicado em: 09/12/2025 15:54

Vereadora Edna Sampaio Reprodução/Rede social A cassação do mandato da vereadora Edna Sampaio (PT) foi anulado nesta terça-feira (9), após decisão da Terceira Câmara de Direito Público e Coletivo. Com a decisão, a parlamentar reverteu o processo que, em 2024, havia levado à perda do cargo e à suspensão de seus direitos políticos. De acordo com a defesa realizada pelo pelo advogado Julier Sebastião, o tribunal "reconheceu cerceamento de defesa porque o advogado não foi devidamente intimado nos autos", apesar de constar formalmente no processo. A tese foi acolhida pelos magistrados em um placar de três a dois. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp A falta de notificação à defesa tornou nulo tanto o processo de cassação quanto os efeitos decorrentes dele, incluindo a suspensão dos direitos políticos da vereadora. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Em 2024, Edna Sampaio teve o mandato cassado pela Câmara Municipal de Cuiabá por quebra de decoro, após ser acusada de participação em um suposto esquema de “rachadinha” em seu gabinete. Foi a segunda cassação da parlamentar, a primeira, em 2023, também já havia sido anulada pela Justiça, o que garantiu seu retorno ao Legislativo. A nova comissão processante instaurada após o retorno da vereadora teve seu resultado invalidado pela decisão desta terça-feira. Suspeita de 'rachadinha' Vazamentos de prints de conversas da vereadora com a ex-chefe de gabinete, Laura Natasha, em maio de 2023, mostrou uma suposta “rachadinha” de valores de Verbas Indenizatórias. Conforme documento, em 2022, a parlamentar recebeu pelo menos R$ 20 mil em transferências feitas pela ex-chefe de Gabinete. A ex-chefe foi exonerada no final do ano passado, quando estava gestante, e acabou sendo indenizada em R$ 70 mil. Ela ganhava R$ 7 mil de salário e mais R$ 5 mil de VI.

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Polícia Civil apura série de ameaças a vereadores e prefeito de Alfenas, MG

Publicado em: 09/12/2025 14:55

Polícia Civil investiga série de intimidações a vereadores em Alfenas A Polícia Civil apura uma série de ameaças de morte enviadas ao presidente da Câmara Municipal de Alfenas (MG), Matheus Passini (PDT), a outros vereadores e também ao prefeito da cidade. As intimidações foram registradas pela Polícia Militar no dia 5 de dezembro, em um boletim de ocorrência que descreve a gravidade e a variedade dos ataques. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Segundo o documento e relatos dos próprios parlamentares, as ameaças chegaram por diferentes meios: e-mails enviados ao endereço institucional da prefeitura, mensagens de WhatsApp, imagens de teor violento e até ligações feitas diretamente aos gabinetes. Polícia Civil apura ameaças a autoridades de Alfenas (MG) EPTV/Reprodução Além das menções explícitas a morte e disparos de arma de fogo, os políticos também receberam conteúdos misóginos e racistas. O presidente da Câmara divulgou um vídeo nas redes sociais relatando que tem sido alvo de perseguição política. Ele afirmou que, além das mensagens da última semana, recebeu outras ligações com intimidações ao longo de todo o mês anterior. No depoimento gravado, Passini disse ter ficado "muito assustado" com o teor dos recados e destacou que a situação ameaça não apenas os parlamentares, mas o próprio funcionamento democrático. "Democracia não se faz em silêncio. (...) Quando o vereador é ameaçado, a democracia também é ameaçada, a representação popular, o voto, e isso não pode ser tolerado num regime democrático", afirmou o vereador, que informou ter acionado imediatamente as polícias Militar e Civil quando recebeu as primeiras mensagens. A Polícia Militar anexou todas as informações ao boletim de ocorrência e repassou o caso à Polícia Civil, que agora conduz as investigações. A corporação informou que já trabalha na identificação da origem das mensagens e das ligações. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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Paulo Victor arquiva o pedido de cassação do prefeito Eduardo Braide

Publicado em: 09/12/2025 11:13

Presidente da Câmara dos Vereadores de São Luís, Paulo Victor, durante sessão que arquivou pedido de cassação de Eduardo Braide Rodrigo Bonfim/Grupo Mirante O Presidente da Câmara dos Vereadores de São Luís, Paulo Victor (PSB), decidiu arquivar o pedido de cassação contra o prefeito Eduardo Braide (PSD), em sessão que aconteceu na manhã desta terça-feira (9). 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp O vereador alegou que há recursos judiciais ainda em tramitação e é necessário que a Justiça decida se a lei criada pela Câmara Municipal (nº 7.729/2025) - que aumentou o salário do prefeito - é constitucional. Paulo Victor disse ainda que não seria justo cassar o mandato de um prefeito eleito pela maioria da população. “Hoje, a lei está sob exame final da Suprema Corte. Não há trânsito em julgado. Sem essa definição, não há como falar em descumprimento deliberado por parte do Executivo. Um processo de cassação, nessas condições, seria irresponsável”, declarou. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Arquivamento em meio a liberação de emendas O arquivamento do pedido de cassação aconteceu logo após o prefeito Eduardo Braide liberar emendas impositivas para vários vereadores, inclusive Paulo Victor. Os interlocutores tentaram derrubar a lei que aumentou o salário de Eduardo Braide e o pedido de cassação, mas conseguiram apenas o segundo pedido. Veja também: Braide busca reverter no STF lei da Câmara dos Vereadores que elevou o salário do prefeito para R$ 38 mil Braide é contra o aumento do próprio salário, mas essa é a solução vista pela Câmara para reajustar o salário dos auditores e controladores municipais - que alegam ter sofrido cortes no último ano e é o centro do pedido de cassação (entenda mais abaixo). Entenda o pedido de cassação Eduardo Braide, prefeito de São Luís Divulgação/Prefeitura de São Luís O pedido de cassação havia sido pelo protocolado na última terça-feira (2), por um auditor fiscal aposentado, por suposta infração político-administrativa e crime de responsabilidade. O autor do pedido de cassação, Carlos Alberto Machado, atendia a uma reinvindicação de aproximadamente 400 auditores e controladores de São Luís, que já recebem o teto do salário do funcionalismo municipal, mas afirmam que sofreram cortes no último ano e querem receber o que recebiam até novembro de 2024. O impasse acontece porque, para isso acontecer, é preciso aumentar o teto atual do salário pago ao funcionalismo municipal, que não pode ultrapassar o valor que é pago ao prefeito. Braide, por sua vez, se nega a aumentar o próprio salário alegando que o valor não seria devido e porque o deixaria com uma remuneração 'semelhante ao prefeito de São Paulo', maior capital do país. 🔎 Na capital paulista, o prefeito Ricardo Nunes tem uma remuneração mensal de R$ 39.028,40. Veja os destaques do Bastidores com Carla Lima Por que o tema salarial chegou à Câmara: O conflito que mobilizou a Câmara começou mais de um ano antes, em novembro de 2024, quando decisões judiciais relacionadas ao teto constitucional do salário de servidores da justiça passaram a provocar reduções significativas dos valores para auditores fiscais, controladores e outras categorias do funcionalismo, em São Luís. Em 2024, esses servidores recebiam acima do limite municipal, que tem como referência o salário do prefeito de São Luís. Na prática, eles recebiam em torno de R$ 37,5 mil mensais (acima do valor pago ao prefeito, que é de R$ 25 mil). Os servidores recebiam esse valor devido a uma emenda que já existia na Lei Orgânica Municipal de São Luís, que determinava o teto salarial igual à remuneração paga aos desembargadores do Tribunal de Justiça do Maranhão. No entanto, em novembro de 2024, essa lei foi considerada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA). O TJ-MA determinou que os vencimentos devem seguir o Estatuto dos Servidores Públicos Municipais, que proíbe qualquer servidor de ganhar mais que o prefeito. A decisão provocou um corte de R$ 12,5 mil mensais aos auditores, controladores e outros servidores. Com isso, diferentes sindicatos e entidades começaram a questionar judicialmente os cortes e a cobrar do prefeito o cumprimento integral das leis municipais que regem cada categoria. Eles alegam também que a decisão do TJ-MA contrariou legislações específicas que estruturam a carreira. A lei que aumentou o salário do prefeito — e o pedido para não receber o aumento Como forma de tentar resolver o impasse, em dezembro de 2024, os vereadores de oposição ao prefeito conseguiram promulgar, na Câmara Municipal, a Lei nº 7.729/2025, que reajustava o salário do prefeito, vice-prefeito e secretários municipais a partir do ano seguinte. A lei também redefiniu o teto remuneratório no município, o que poderia impactar diretamente os servidores que estavam sofrendo cortes. Na prática, o prefeito Eduardo Braide passaria a receber o salário de R$ 38 mil, semelhante ao que os auditores recebiam no passado. Além disso, a vice-prefeita e os secretários municipais teriam aumento salarial para R$ 22 mil. Em 2024, a vice recebia R$ 14,5 mil; e os secretários recebiam R$ 12,5 mil. Na promulgação de lei, havia um parágrafo que dava ao prefeito o direito a renunciar ao próprio salário, que seria devolvido aos cofres públicos. No entanto, Eduardo Braide entrou na Justiça contra o reajuste, alegando que o valor não era devido e também disse que o aumento no teto salarial do funcionalismo traria despesas extras ao município. Servidores, porém, sustentam outra interpretação: ao não aplicar a lei como referência para o teto, o prefeito teria mantido os cortes, mesmo após a norma estar vigente — o que, segundo eles, fere o princípio da legalidade e cria tratamento desigual entre categorias. Essa divergência foi o ponto central da representação protocolada na Câmara. O que diz a denúncia analisada pelos vereadores A representação que poderia cassar o prefeito acusou Braide de: Descumprir leis municipais, especialmente a Lei nº 7.729/2025; Aplicar o teto salarial de forma seletiva, mantendo cortes considerados ilegais; Gerar prejuízo financeiro a servidores, aposentados e pensionistas desde novembro de 2024 (época em que a Justiça reduziu o salário dos auditores) Cometer suposta infração político-administrativa e crime de responsabilidade. O que diz Eduardo Braide Em vídeo divulgado nas redes sociais, na última quinta-feira (4), o prefeito afirmouv que a denúncia teve motivação política e se resume ao fato de ele ter se recusado a aumentar o próprio salário. “Essa semana entraram com um pedido de cassação do meu mandato. Sabem por quê? Justamente porque eu não aceitei aumentar o meu salário. Parece brincadeira, mas é verdade”, disse Braide. Ele também convocou a população a acompanhar como os vereadores votarão: “Agora é hora de saber como o seu vereador vai votar nesse processo. Se vai querer me cassar porque eu não aceitei aumentar o meu salário ou se vai respeitar o voto de mais de 400 mil ludovicenses e me deixar trabalhar”, declarou o prefeito. Em nota, a Associação dos Auditores de Controle Interno do Município de São Luís reafirmou que busca retomar a remuneração que antes era recebida pelos servidores. A entidade diz ainda que não tem interesse na cassação de Eduardo Braide - apesar do pedido que há na denúncia -, mas exige que a Lei nº 7.729/2025 seja cumprida pelo prefeito. O que acontece agora Na próxima terça-feira (9), a Câmara de Vereadores deve votar se irão revogar a Lei nº 7.729/2025, que aumentou o salário do prefeito. Isso poderia aliviar a obrigação de Braide em reajustar o próprio salário - e consequentemente tiraria o sentido da denúncia feita pelos auditores, que querem que ele cumpra o reajuste. Em relação ao pedido de cassação, caso seja apreciado pelos vereadores, eles poderão: Arquivar o pedido, encerrando o processo; Instaurar a investigação político-administrativa, que abre prazo para defesa, diligências, oitivas e julgamento final — podendo resultar na cassação do mandato. Independentemente do resultado, o debate sobre teto salarial, cortes e aplicação da lei continua ativo na Justiça e deve seguir repercutindo entre servidores e na gestão municipal.

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Câmara de Taubaté vota empréstimo de R$ 166 milhões e parcelamento de dívida nesta terça-feira (9)

Publicado em: 09/12/2025 05:05

Projetos de pagamento de dívidas de Taubaté voltam à pauta na terça-feira (9) Os vereadores de Taubaté devem votar, em sessão ordinária nesta terça-feira (9), na Câmara Municipal, três projetos da Prefeitura relacionados ao endividamento público. Um dos projetos é sobre a dívida com a Cooperação Andina de Fomento (CAF). No texto, o Executivo solicita autorização dos parlamentares para fazer um empréstimo de até R$ 166,4 milhões junto ao Banco do Brasil. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp O objetivo do empréstimo é quitar as parcelas restantes da dívida que o município tem com o banco. A parcela do CAF venceu no dia 1° de dezembro e o prefeito Sérgio Victor (Novo) já havia dito na semana passada que a Prefeitura não tinha dinheiro para pagar o valor. Outros dois projetos previstos na pauta são para o parcelamento da dívida do município com o Regime de Previdência Municipal. O montante total das dívidas chega a R$ 288 milhões. Os três projetos estavam previstos para serem votados em sessão extraordinária na última sexta-feira (5), mas foram adiados após pedidos de vistas. Prédio da Prefeitura de Taubaté Divulgação/Prefeitura Dívida do CAF Sérgio Victor enviou à Câmara o projeto de lei que autoriza a contratação de um empréstimo de até R$ 166,4 milhões para quitar dívidas do município com a CAF em novembro deste ano. Pelo texto, a operação de crédito seria firmada com o Banco do Brasil e teria garantia da União. O objetivo da Prefeitura é fazer novos empréstimos, com a intenção de alongar o prazo das dívidas. A dívida deveria ser paga em 12 parcelas semestrais de US$ 5 milhões cada, mas, sem os pagamentos, a União, como fiadora do negócio, precisou arcar com os custos. A última parcela do empréstimo venceu no dia 1º de dezembro. No início desta semana, a Procuradoria da Câmara Municipal emitiu um parecer contrário ao projeto de lei do empréstimo de R$ 166 milhões. O g1 apurou que, no documento, um dos motivos apontados pela Procuradoria para o parecer contrário é que a proposta não apresenta o impacto financeiro da operação. Justiça Federal suspende temporariamente possibilidade de bloqueio de verbas para Taubaté Dívida com o Regime de Previdência A Prefeitura informou que avalia o montante para o reparcelamento, mas o valor total dos dois projetos referentes ao parcelamento da dívida com o Regime chega a R$ 288 milhões. Um dos projetos aborda dívidas mais antigas, com vencimento até o fim de agosto deste ano. Na proposta, Sérgio pede a possibilidade de parcelamento em até 300 vezes. O valor dessa dívida não consta no projeto. Já o segundo texto é para a autorização no parcelamento em débitos mais recentes, a partir de setembro deste ano. O montante acumulado, de acordo com a proposta, é de R$ 23 milhões. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Câmara de Rio Verde abre inscrições para concurso com 108 vagas e salários de até R$ 7,6 mil

Publicado em: 09/12/2025 05:04

Câmara de vereadores de Rio Verde está com inscrições abertas para concurso A Câmara Municipal de Rio Verde, na região sudoeste do estado, publicou o edital do concurso com salários que variam de R$ 2.621,21 a R$ R$ 7.695,25. São ofertadas 108 vagas imediatas e 545 vagas para cadastro reserva nos níveis fundamental, médio/técnico e superior. ✅ Clique e siga o canal do g1 Goiás no WhatsApp As inscrições deverão ser feitas exclusivamente pelo site do Instituto IDIB, organizadora do concurso, de 4 de dezembro e 5 de janeiro, exclusivamente pelo site (veja todas as vagas abaixo). Leia o edital Segundo o edital, a aplicação das provas objetivas está prevista para o dia 26 de fevereiro de 2025. Para o cargo de procurador jurídico, as provas serão aplicadas no dia 22 de fevereiro de 2025. Os candidatos aprovados no cargo de Auxiliar de Serviços Gerais serão convocados para o Teste de Aptidão Física (TAF). Câmara Municipal de Rio Verde, Goiás Reprodução/Câmara Municipal de Rio Verde Para se inscrever, o candidato deverá acessar o site do IDIB durante o período de inscrição, preencher a ficha de inscrição corretamente, imprimir o boleto e efetuar o pagamento da taxa. Segundo o edital, pode ser solicitado que o candidato anexe o documento de identificação. LEIA TAMBÉM: Prefeitura em Goiás abre concurso com mais de 80 vagas e salários de até R$ 3,4 mil; veja como se inscrever Câmara de Goiânia publica edital de concurso com salários de até R$ 10 mil Ministério Público de Goiás abre concurso com salário de R$ 4,5 mil; veja como participar Confira todos os cargos Nível Fundamental Operador de videomonitor amento Motorista Auxiliar de serviços gerais Nível Médio Assistente administrativo Ouvidor Técnico de segurança do trabalho Auxiliar técnico de audio e vídeo Técnico de arquivo Nível Superior Agente de controle interno Assistente legislativo Assistente social Técnico de informática Tradutor e intérprete de libras Procurador jurídico Taxas A taxa de inscrição para os cargos de nível fundamental é de R$ 80,00, para os cargos de nível médio/técnico é de R$ 120,00, e para os cargos de nível superior a taxa é de R$ 160,00. O prazo de validade do presente Concurso Público é de 2 (dois) anos, contados a partir da data de publicação da homologação do resultado final no site da Câmara de Rio Verde, podendo ser prorrogado, uma única vez. Os candidatos aprovados serão submetidos ao regime estatutário. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: última notícias de Goiás

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Projeto que regulamenta motos por aplicativo na cidade de SP é aprovado em segunda votação; veja regras

Publicado em: 08/12/2025 21:00

Placar da votação na Câmara, em segundo turno, o projeto que regulamenta o serviço de moto por app na capital paulista Giba Bergamim/TV Globo A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, em segunda votação, nesta segunda-feira (8), o projeto de lei que regulamenta o serviço de moto por aplicativo na capital paulista. O placar foi de 32 votos a favor e 16 contrários. O vereador Paulo Frange (MDB) apresentou um novo projeto, que substituiu o aprovado na semana passada, com base num pré-acordo entre líderes de partidos. Entre as mudanças, um seguro funerário e a proibição de bônus por viagem, o que estimularia uma competição por passageiros. A presidente da subcomissão que analisava o tema, Renata Falzoni (PSB), que tinha votado a favor no primeiro turno, mudou e votou contra desta vez. Janaína Pascoal se absteve. O projeto substitutivo foi uma estratégia para evitar a inclusão de emendas, o que atrasaria a votação. Vereadores querem mandar a carta de lei ainda nesta noite para, se o prefeito Ricardo Nunes (MDB) quiser, sancionar ainda nesta segunda. A aprovação ocorreu em sessão extraordinária, dois dias antes do vencimento do prazo da Justiça de SP para que o prefeito Ricardo Nunes (MDB) faça a regulamentação do projeto. O projeto prevê uma série de obrigações para os motociclistas e empresas como 99 e Uber. Entre as principais regras para os motociclistas estão: Idade mínima de 21 anos; Proibição de circular na área do minianel viário, que corresponde à área do rodízio de veículos e abrange todo o centro expandido da cidade; Também não podem atuar em dias de chuva forte, vendaval e nas vias de trânsito rápido, como as Marginais Pinheiros e Tietê e o corredor Norte-Sul; Devem ficar fora das faixas e corredores de ônibus; Cadastro prévio na prefeitura; Possibilidade de os motociclistas se juntarem em cooperativa e terem o próprio aplicativo; Carteira de habilitação categoria “A” ou “B” há no mínimo 2 anos; Curso especializado para transporte de passageiros em motocicletas de 30 horas pagos pelas empresas de aplicativo ; Não ter recebido infração de trânsito gravíssima nos 12 meses anteriores; Eles também deverão fazer exame toxicológico, válido por 3 meses, além de oferecer capacete certificado para o passageiro. As empresas terão que: Manter cadastros dos mototaxistas, que só poderão usar uma moto; Contratar seguro para passageiros; Deixar claro que serão por conta das empresas os equipamentos de proteção individual e o custo com cadastro; Instalar pontos de descanso e estacionamento; Manter dispositivo limitador de velocidade no aplicativo, informando condutor e passageiro; Seguro funerário (os apps já têm seguro de vida, mas não funerário). Caso não cumpram as regras, as empresas poderão receber multas diárias que vão de R$ 4 mil a R$ 1,5 milhão. As plataformas estão proibidas de oferecer bônus para viagens. Já as motos deverão ter: No máximo 8 anos de uso; Registro na categoria aluguel, com placa vermelha paga; Alças metálicas traseira e lateral para apoio do passageiro; Proteção para pernas e motor, para casos de tombamento; Dispositivo aparador de linha, para evitar acidentes com pipas. Moto por app: serviço oferecido pela 99 e Uber é alvo de impasse jurídico em SP Reprodução Primeira votação O plenário da Câmara Municipal de São Paulo aprovou na noite de quinta-feira (4), em primeiro turno de discussão, o projeto de lei que regulamenta a atividade de mototáxi e motos por aplicativo na cidade de São Paulo. O PL 1487/2025, de autoria da Comissão de Trânsito, Transporte e Atividade Econômica da Câmara, recebeu 29 votos a favor e 9 votos contrários, somando 38 votos dos 55 vereadores. Ao menos 17 vereadores não votaram nem sim, nem não. Eles não tiveram nem seus nomes registrados no painel. Entre eles o vereador Rubinho Nunes (União Brasil), que é candidato à Presidência da Câmara contra o vereador Ricardo Teixeira, do mesmo partido. Quase 1/3 dos vereadores eleitos não se manifestaram sobre o projeto que é tão importante para a cidade e foi exaustivamente debatido publicamente ao longo de 2025. A sessão se estendeu até perto da meia-noite. Motos por app em SP: vereadores aprovam projeto em 1ª votação Painel da Câmara Municipal aponta apenas 38 vereadores entre os 55 que registraram voto no projeto de regulamentação dos mototaxistas em São Paulo. Divulgação/Câmara Municipal de SP O texto aprovado em primeiro turno foi o mesmo apresentado pelo vereador Paulo Frange (MDB), resultado de meses de debates promovidos pela subcomissão criada na Câmara para tratar do assunto, sob a presidência da vereadora Renata Falzoni (PSB). As penalidades previstas incluem advertência, multa, suspensão e cassação de cadastro ou credenciamento (veja regras abaixo). O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), pretende publicar decreto de regulamentação das motos por aplicativo até 8 de dezembro. Montagem/g1/Bruno Peres/Agência Brasil e Secom/PMSP Em conversa com a imprensa na semana passada, o prefeito adiantou que estava preparando o texto com regras mais restritivas do que o esperado pelas empresas do setor. Ele havia pedido a suspensão do prazo (que termina em 10 de dezembro) para a atividade ser regulamentada, mas o presidente do Tribunal de Justiça negou a solicitação. As empresas diretamente interessadas no assunto - 99 e Uber - anunciaram que devem retomar os serviços de moto por aplicativo na cidade em 11 de dezembro. Veja os principais pontos aprovados no projeto em primeira votação: Credenciamento obrigatório das empresas O texto determina que o uso intensivo das motos para prestação de serviço dependerá de credenciamento prévio da empresa, com validade de um ano; A empresa deverá contratar seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros (APP); Também será necessário apresentar um plano inicial para a instalação de pontos de descanso e estacionamento; O Poder Executivo terá 60 dias para analisar o pedido e poderá solicitar documentos adicionais. Cadastro dos condutores Para trabalhar no transporte de passageiros, o motociclista precisará ter idade mínima de 21 anos; CNH A ou AB há pelo menos 2 anos, com anotação de Exercício de Atividade Remunerada (EAR); Deverá disponibilizar capacete em bom estado e touca descartável ao passageiro; Obrigatoriedade de se manter como contribuinte do INSS; Conclusão de curso especializado, inexistência de infração gravíssima nos últimos 12 meses; Ausência de condenação por crimes contra a mulher, contra a dignidade sexual e outros; Exame toxicológico com janela mínima de 90 dias; O cadastro será gratuito e deverá ser concluído antes do registro do condutor na plataforma. Como devem ser as motos Toda motocicleta usada no serviço deverá ter Certificado de Segurança Veicular (CSV); Ano de fabricação não superior a 8 anos; Registro na categoria “aluguel”, o que obriga o uso de placa vermelha; Alças na traseira e na lateral para apoio do passageiro; Dispositivo de proteção para pernas e motor e antena "corta-pipa". Deveres das plataformas As empresas deverão oferecer viagens somente com motociclistas cadastrados e veículos certificados; Disponibilizar à prefeitura os dados necessários para fiscalização; Exibir no aplicativo a identificação do condutor e o certificado da moto; Permitir vinculação de apenas um veículo por condutor; Manter limitador de velocidade no aplicativo; Manter vigente o seguro APP. Elas também terão de compartilhar dados detalhados das viagens com a Prefeitura de São Paulo, como origem, destino, trajeto, tempo de espera, avaliação, identificação do veículo, registros de sinistros e dados de telemetria sobre comportamentos de risco. Áreas com circulação proibida O projeto proíbe a circulação de motos usadas para transporte de passageiros em: Corredores e faixas exclusivas de ônibus; Durante eventos adversos, como chuva intensa, vendaval, enchentes e baixa visibilidade; Em vias de trânsito rápido; No minianel viário (região do Centro expandido); E na Zona de Máxima Restrição de Circulação (ZMRC) de caminhões. O Executivo poderá ainda definir perímetros específicos para operação e delimitar pontos de embarque e desembarque em terminais e estações de transporte público. Multas de até R$ 1,5 milhão As penalidades previstas incluem advertência, multa, suspensão e cassação de cadastro ou credenciamento. Para as empresas, as multas variam de R$ 4 mil a R$ 1,5 milhão, podendo ser cobradas por dia caso a infração persista. Os valores serão reajustados anualmente com base no IPCA. O que dizem as empresas de app A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que representa as empresas de aplicativo de moto, disse que esse projeto votado na Câmara Municipal, na prática, "inviabiliza a operação do serviço de mototáxi na cidade". Segundo a Amobitec, ele é “inconstitucional, pois cria um conjunto de restrições que, na prática, inviabiliza a operação do serviço na cidade de São Paulo ao impor limitações ao condutor, à moto e aos locais de uso”. “O texto apresentado reúne exigências que extrapolam o que a legislação que regula a categoria permite. Por exemplo, ao exigir placa vermelha (categoria aluguel) para as motocicletas que venham a atuar na modalidade, o projeto equipara indevidamente o motoapp ao mototáxi, ignorando a legislação federal específica para transporte via aplicativos”, afirmou. A Amobitec também afirmou que “o projeto estabelece credenciamento prévio obrigatório para empresas e motoristas, com prazo de até 60 dias para análise por parte do Executivo”. “Na prática, trata-se de um ato de liberação sujeito à total discricionariedade da Prefeitura – o que significa que o município poderia, em última instância, não autorizar nenhuma empresa ou condutor, configurando uma nova forma de proibição, já vedada pela Justiça”, argumenta. “Municípios não podem criar barreiras desproporcionais, nem criar regras não previstas na legislação nacional, principalmente se não tiverem estritamente a ver com a regulação do trânsito”, completa a entidade. Anúncio de retomada em 11 de dezembro 99 e Uber anunciam retomada do serviço de moto por aplicativo na cidade de SP a partir de 11 de dezembro Rodrigo Rodrigues/g1 No final do mês passado, as plataformas 99 e Uber anunciaram que vão retomar o serviço de moto por aplicativo na cidade de São Paulo a partir do próximo dia 11 de dezembro. Na véspera, dia 10, vence o prazo dado pela Justiça de São Paulo para que Nunes regulamente as regras do serviço na capital paulista. Procurada, a Prefeitura de SP disse que é "rigorosamente contrária ao serviço de mototáxis na cidade. Trata-se de um transporte não regulamentado, perigoso e que tem registrado acidentes e mortes de inúmeros passageiros" e que "as áreas jurídicas e técnicas da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) avaliam o assunto". O anúncio da retomada dos serviços foi feito em conjunto pelas duas empresas e acontece após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou inconstitucional a lei estadual que dava aos municípios poder para autorizar ou proibir o serviço. Segundo as empresas, o modelo já é aplicado no Rio de Janeiro em parceria com o poder público e pode subsidiar a futura regulamentação municipal.

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Prefeitura de Manaus envia à Câmara novo pedido para empréstimo de quase R$ 1 bilhão junto ao Banco Mundial

Publicado em: 08/12/2025 18:56

Sede da Prefeitura de Manaus Semcom A Câmara Municipal de Manaus (CMM) deve analisar, nesta terça-feira (9), um novo pedido da Prefeitura de Manaus para contratar um empréstimo de até US$ 195 milhões, cerca de R$ 1 bilhão na cotação atual, junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), órgão do Banco Mundial. O projeto foi enviado em regime de urgência pela gestão municipal. O texto integra a Mensagem 103/2025, assinada pelo prefeito David Almeida (Avante-AM), e diz que os recursos não serão usados para novas despesas, mas para "substituir dívidas internas mais caras, dentro do Programa de Eficiência Fiscal e Ambiental de Manaus (Proefis Manaus)". A proposta tem como objetivo reduzir encargos financeiros e ampliar o prazo de pagamento da dívida municipal. De acordo com o documento encaminhado à Câmara, os recursos deverão ser usados “integralmente para a reestruturação de dívidas internas, substituindo empréstimos antigos por um financiamento de longo prazo com condições mais favoráveis", conforme justificou a prefeitura. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp O texto afirma que a operação busca “melhorar a saúde fiscal do município”, reduzindo encargos atuais e aumentando o prazo de pagamento. O prefeito também justificou o envio em regime de urgência, alegando a “relevância da matéria” para as contas públicas. A mensagem foi assinada no dia 5 de dezembro de 2025. O projeto já passou por etapas internas na Casa Civil e foi protocolado na Câmara Municipal na sexta-feira (5). A matéria foi encaminhada à Diretoria Legislativa e à Divisão de Apoio ao Plenário, onde aguarda inclusão na pauta desta terça. A proposta deve ser discutida pelos vereadores antes de seguir para votação. O Executivo afirma que toda a operação segue “parâmetros de responsabilidade fiscal, transparência e segurança financeira”, sem impactos negativos nas contas públicas. 'Substituição de dívidas', diz prefeitura Em nota, a Prefeitura de Manaus afirmou que a operação não representa um novo endividamento, mas sim a troca de dívidas antigas por uma com juros menores. Segundo o município, o acordo com o BIRD permitirá: Economia de cerca de R$ 100 milhões aos cofres municipais, devido aos juros reduzidos; Abertura de R$ 900 milhões em espaço fiscal nos primeiros sete anos; R$ 200 milhões de alívio fiscal já no primeiro ano, criando margem para investimentos; Mais recursos para obras, serviços e ações prioritárias da gestão. A prefeitura destacou ainda que o acordo inclui apoio do Banco Mundial a projetos de bioeconomia, crédito de carbono, construções sustentáveis, saneamento e adaptação às mudanças climáticas dentro do Programa de Parcerias de Investimentos de Manaus (PPI/Manaus). Leia a nota na íntegra abaixo: A Prefeitura de Manaus esclarece que a mensagem enviada à Câmara Municipal de Manaus (CMM) não se trata de uma proposta para a contratação de um novo empréstimo, mas sim trocar dívidas antigas, com juros maiores, por uma nova dívida com juros menores e maior prazo de pagamento. A proposta solicita uma autorização para um acordo junto ao Banco Internacional Para a Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) para a substituição de dívidas internas da prefeitura incluídas no âmbito do Programa de Eficiência Fiscal e Ambiental de Manaus (Proefis) por um financiamento de longo prazo com condições mais vantajosas. O acordo prevê a utilização máxima de um valor equivalente a 195 milhões de dólares americanos ou ienes japoneses. O programa tem como objetivo principal melhorar a saúde financeira da prefeitura, isso porque o novo acordo reduzirá os juros e encargos atuais e ampliará os prazos de pagamento, aliviando o impacto das parcelas anuais no orçamento municipal, fortalecendo assim a sustentabilidade financeira do município. A Prefeitura de Manaus ressalta que o acordo proporcionará cerca de R$ 100 milhões em economia aos cofres municipais (devido aos juros menores) e R$ 900 milhões de espaço fiscal para investimentos nos primeiros sete anos, sendo R$ 200 milhões no primeiro ano, proporcionando a disponibilização de mais recursos para obras, ações e serviços em geral que proporcionarão melhoria da qualidade de vida da população manauara. A operação também garante o apoio do Banco Mundial aos projetos de bioeconomia, crédito de carbono, construções sustentáveis, saneamento e adaptação das mudanças climáticas dentro do Programa de Parceria de Investimentos de Manaus (PPI/Manaus). A prefeitura reitera que a operação em andamento segue todos os parâmetros de responsabilidade fiscal, transparência e segurança financeira, sem gerar impactos negativos às contas públicas do município. David Almeida sanciona empréstimo de R$ 145,8 milhões para a Prefeitura de Manaus

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Orçamento de Uberlândia será de 5,4 bilhões em 2026; Saúde e Educação terão mais de R$ 1 bilhão cada uma

Publicado em: 08/12/2025 17:33

Votação da LOA 2026 define orçamento de R$ 5,4 bilhões para Uberlândia A receita pública de Uberlândia para 2026 foi estimada em R$ 5.420.298.100,00, segundo a Lei Orçamentária Anual (LOA) apresentada pelo prefeito Paulo Sérgio. Segundo a proposta aprovada pela Câmara nesta segunda-feira (8), as secretarias de Saúde e Educação terão à disposição mais de R$ 1 bilhão cada uma. O orçamento é distribuído entre secretarias, autarquias e fundações. Veja abaixo como será feita a distribuição. ✅ Clique aqui e siga o perfil do g1 Triângulo no WhatsApp Administração direta Câmara Municipal de Uberlândia - R$ 120.000.000,00; Secretaria Municipal de Governo - R$ 50.589.000,00; Secretaria Municipal de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - R$ 34.592.780,00; Procuradoria Geral do Município - R$ 78.956.697,00; Secretaria Municipal de Administração - R$ 341.054.800,00; Secretaria Municipal de Finanças - R$ 233.422.909,00; Secretaria Municipal de Educação - R$ 1.102.408.593,00; Secretaria Municipal de Cultura e Turismo - R$ 37.040.200,00; Secretaria Municipal de Saúde - R$ 1.287.903.273,00; Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social - R$ 105.909.611,00; Secretaria Municipal de Agronegócio - R$ 31.872.000,00; Secretaria Municipal de Infraestrutura - R$ 104.894.000,00; Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes - R$ 237.359.500,00; Controladoria Geral do Município - R$ 6.256.209,00; Secretaria Municipal de Serviços Urbanos - R$ 205.125.100,00; Secretaria Municipal de Habitação - R$ 11.739.000,00; Secretaria Municipal da Juventude - R$ 4.170.135,00; Secretaria Municipal de Comunicação - R$ 18.791.000,00; Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação - R$ 5.618.162,00; Secretaria Municipal de Gestão Estratégica - R$ 5.535.527,00; Secretaria Municipal de Planejamento Urbano - R$ 15.291.500,00; Secretaria Municipal de Segurança Integrada - R$ 34.568.200,00; LEIA TAMBÉM: Entenda a nova regra para atestado médico Uberlândia altera pontos de táxis e amplia vagas acessíveis Entenda como será a taxa de iluminação para terrenos vagos Administração indireta Departamento Municipal de Água e Esgoto – Dmae - R$ 566.300.000,00; Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Uberlândia – Ipremu - R$ 586.600.000,00; Fundação Uberlandense de Turismo, Esporte e Lazer – Futel - R$ 53.535.000,00; Fundação de Excelência Rural de Uberlândia – Ferub - R$ 2.574.930,00; Empresa Municipal de Apoio e Manutenção – Emam - R$ 5.499.974,00; Agência de Regulação dos Serviços de Saneamento Básico de Uberlândia – Aresan - R$ 2.690.000,00; Prodaub - Processamento de Dados de Uberlândia - R$ 27.886.955,96; Centro Administrativo de Uberlândia Prefeitura de Uberlândia Reprodução/TV Integração VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

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TSE mantém mandatos de vereadores de Tatuí após reverter cassação por suposta fraude à cota de gênero

Publicado em: 08/12/2025 16:09

Três vereadores dos partidos Solidariedade e MDB tiveram mandatos cassados em decisão de 1ª instância Reprodução/Câmara Municipal de Tatuí O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reverteu uma decisão da Justiça Eleitoral de São Paulo e manteve os mandatos dos vereadores de Tatuí (SP) João JJ (Solidariedade), Leandro Magrão (MDB) e Renan Cortez (MDB). Eles haviam sido cassados por suposta fraude à cota de gênero nas eleições municipais de 2024. Ainda cabe recurso da decisão. O g1 obteve acesso ao documento, assinado pelo relator André Mendonça em 3 de dezembro, no qual ele argumenta que não há provas robustas de que os partidos tenham fraudado a cota de gênero. Segundo o ministro, as candidatas tiveram campanhas de baixo custo, movimentação nas redes sociais e obtiveram certa quantidade de votos, o que descaracteriza a fraude. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp "Em relação à atuação de campanha, constam dos autos diversos registros que evidenciam movimentações de cunho eleitoral, sobretudo no ambiente digital. Cintia Regina Siqueira Leonel aparece em postagens com seu nome e número e imagens da urna eletrônica, além de interações por aplicativos com apoiadores solicitando votos, adesivagem de veículos e compartilhamentos de santinhos digitais", diz o documento. Com relação à Tatiana Keila de Campos, investigada que não fez nenhuma campanha nas redes sociais, o relator alega que a candidata prestou depoimento pessoal afirmando que distribuiu material de campanha em bairros da cidade com a ajuda de familiares. Ela obteve cinco votos durante as eleições. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ainda de acordo com o documento, uma terceira candidata investigada no caso, Amanda Benevides, teria apresentado mensagens de campanha enviadas pelas redes sociais, além de comprovar sua participação em convenções e o repasse de materiais. "A legislação eleitoral não estabelece número mínimo de votos como condição de validade da candidatura. O uso de campanha modesta, inclusive exclusivamente digital, sem arrecadação de recursos, não configura, por si só, candidatura simulada. A existência de votos válidos e de alguma forma de divulgação é suficiente para afastar a tese de candidatura fictícia", completa o relator. Mandatos haviam sido cassados Em maio deste ano, a 140ª Zona Eleitoral havia cassado os três mandatos após constatar que os partidos fraudaram a cota nas eleições de 2024. Por meio de Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), na ocasião, a Justiça Eleitoral também determinou a anulação dos votos dos partidos MDB, Solidariedade e PRD em Tatuí por fraude à cota de gênero, prevista no parágrafo 3º do artigo 10 da Lei n.º 9.504/97. A lei garante que: Do número de vagas resultante das regras previstas neste artigo, cada partido ou coligação preencherá o mínimo de 30% (trinta por cento) e o máximo de 70% (setenta por cento) para candidaturas de cada sexo. No caso, conforme a ação de investigação, os três partidos de Tatuí utilizaram candidatas fictícias ao cargo de vereadoras para compor as respectivas chapas, o que contribuiu para a eleição dos três vereadores: João Francisco de Lima Filho (Solidariedade), conhecido como João JJ; Leandro Magrão (MDB); e o atual presidente da Câmara Municipal, Renan Cortez (MDB). A prática configura fraude à cota de gênero, exigência prevista na legislação eleitoral para promover a participação feminina na política. João Francisco de Lima Filho, que também é secretário municipal de Obras e Infraestrutura em Tatuí (SP), poderia perder o mandato como vereador e ficar inelegível por oito anos, segundo a decisão de primeira instância. O presidente da Câmara Municipal, Renan Cortez (MDB), e o vereador Leandro Magrão (MDB) também haviam sido cassados e poderiam ficar inelegíveis por oito anos. No caso do partido PRD, as penalidades foram para as pessoas envolvidas na coligação. A decisão de primeira instância, agora revertida, também havia determinado a inelegibilidade por oito anos (até 2032) para: Lívia Gabriela Machado (secretária do Solidariedade); Ana Paula da Silva Camargo (presidente do PRD); Daniel Gomes Belanga (secretário adjunto da Prefeitura de Tatuí e secretário do PRD); Altair Benedito Vieira (professor da rede municipal e secretário do MDB). As ações foram impetradas pelos partidos PSB e AVANTE de Tatuí e aceitas pelo Ministério Público Eleitoral, sob a tese de participação de candidaturas "laranjas", registradas para beneficiar outros candidatos. As seis candidatas consideradas fictícias também foram penalizadas, sendo três do partido Solidariedade, duas do PRD e uma pelo MDB. Na época da primeira decisão, em nota ao g1, os vereadores Renan Cortez e Leandro “Magrão” se manifestaram, reforçando que a decisão, por ser de primeira instância, ainda cabia recurso e que não possuía efeitos imediatos sobre os mandatos parlamentares, e que eles continuariam exercendo suas funções. “Após as eleições, é comum que algumas questões jurídicas sejam levantadas pelos partidos e candidatos que não obtiveram sucesso nas urnas. O MDB em todo processo eleitoral de 2024 foi transparente e democrático. Toda a chapa de vereadores trabalhou uníssono”, afirmaram. Investigações No caso do partido MDB, a candidata Amanda Sampaio Franco Benevides obteve apenas oito votos (0,013% dos 58.206 votos válidos). Além disso, a investigação apontou forte indício de ausência ou insuficiência de atos durante a campanha eleitoral, já que a candidata declarou ter usado apenas R$ 30 para material gráfico. A defesa de Amanda justificou no processo que a carga horária de trabalho da candidata, de segunda a sábado, teria dificultado a atuação política, sendo este o motivo para a falta de divulgação da campanha de maneira mais assertiva. A defesa afirmou também que “Amanda optou por não utilizar as redes sociais, uma vez que poderia acarretar-lhe sérios prejuízos no seu trabalho". Já referente às provas contra as candidaturas do Solidariedade, as investigadas Tatiane Keila de Campos, Cintia Regina Siqueira Leonel e Samanta Molina obtiveram votação inexpressiva, ao receberem cinco, sete e 12 votos, respectivamente. Elas também apresentaram prestações de contas sem movimentação financeira e padronizadas. A defesa de Tatiane Keila alegou que a candidata teria feito campanha nas ruas, fato que não foi comprovado na contestação, e que teria utilizado o WhatsApp para promover a candidatura. A Justiça Eleitoral acessou o aplicativo e constatou que as conversas ocorreram, entretanto, considerou que os atos de propaganda não foram significativos. Samanta Molina afirmou em depoimento que fez campanha com as clientes que atende como manicure e que utilizou o Facebook. No documento da primeira instância, consta que “os depoimentos prestados pelas investigadas são vagos e não trazem elementos concretos que permitam aferir a real utilização em campanha do material de propaganda em comento”. No caso do PRD, as candidatas Elizabete Rodrigues e Flaviana de Fátima Campos tiveram um e três votos, respectivamente. Segundo a investigação, Elizabete não votou em si própria. A defesa afirmou que Flaviana e Elizabete tiveram problemas de saúde que as impediram de realizar a campanha, o que acarretou o baixo desempenho. No caso de Elizabete, a defesa alegou que o estado de saúde a impossibilitou de comparecer às urnas. A Justiça Eleitoral de primeira instância identificou que os problemas de saúde que teriam levado as duas investigadas a desistir tacitamente da disputa só se manifestaram no período da campanha. O TSE considera a desistência tácita, mas o documento de investigação da primeira instância reforçava que, para isso, é necessário demonstrar motivos consistentes, sob pena de tornar inócua a norma sobre o percentual mínimo de gênero. O que dizem os vereadores O g1 entrou em contato com a Câmara Municipal de Tatuí, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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PL, PP, PSD e Podemos também anunciam apoio a Teixeira e isolam Rubinho Nunes na eleição para presidente da Câmara de SP

Publicado em: 08/12/2025 15:46

Ricardo Teixeira e Rubinho Nunes, dois candidatos do União Brasil que disputam a presidência da Câmara Municipal de São Paulo. Montagem/g1/Douglas Ferreira e Mozart Gomes/Rede Câmara Mais quatro partidos grandes da Câmara Municipal de São Paulo anunciaram neste final de semana o apoio formal à reeleição de Ricardo Teixeira (União Brasil) à presidência da Câmara Municipal de São Paulo, isolando Rubinho Nunes, do mesmo partido, no pleito que acontece no próximo dia 15 de dezembro. Juntos, PL, PP, PSD e Podemos tem 20 vereadores e se somam aos apoios já anunciados de PT, MDB, Republicanos e Rede, que já tinham assegurado na sexta-feira (5) ao menos 18 votos em favor da recondução de Teixeira. Agora, Teixeira soma 38 votos e já tem a maioria mínima dos votos dos necessários, entre os 55 parlamentares, para continuar no cargo por mais um ano na cadeira principal da Câmara. Aliados do União Brasil já dizem que a Rubinho resta a retirada da candidatura para “não passar vergonha” no dia da votação. Procurada, a assessoria de Rubinho disse que o vereador não vai comentar o assunto. Distribuição do poio a Ricardo Teixeira: Partido dos Trabalhadores (PT) – 8 vereadores MDB – 7 vereadores União Brasil – 7 vereadores Partido Liberal (PL) – 7 vereadores Podemos – 6 vereadores Partido Progressista – 4 vereadores PSD – 3 vereadores Republicanos – 2 vereadores Rede Sustentabilidade – 1 vereador Total: 38 votos (o mínimo para ser eleito são 28 votos) Bastidores O prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o ex-presidente da Câmara – Milton Leite (União Brasil). Montagem/g1/Kayo Magalhaes/Agência Câmara e Richard Lourença/Rede Câmara Conforme o g1 publicou na semana passada, a candidatura de Rubinho Nunes foi uma manobra do presidente estadual do União Brasil – o ex-vereador Milton Leite – para enfraquecer Teixeira e tentar emplacar na cadeira principal da Câmara um dos seus aliados. Embora Teixeira seja do mesmo partido, Leite nunca aceitou o fato de seu principal aliado, Silvão Leite ter sido preterido pela base aliada do prefeito Ricardo Nunes (MDB). O prefeito apostou forte na candidatura de Ricardo Teixeira no ano passado e manteve o apoio para a reeleição deste ano, contrariando Milton Leite. Milton Leite, ex-todo-poderoso da Câmara, resolveu, então, lançar Rubinho Nunes como candidato à presidência da Casa mesmo sabendo que o vereador é desafeto de Ricardo Nunes desde a eleição do ano passado. Em 2024, Rubinho abandonou a candidatura de Ricardo Nunes para apoiar Pablo Marçal (PRTB), que nem sequer foi para o segundo turno. Naquela ocasião, o prefeito chamou o ex-aliado de "traidor" e "sem caráter", demitindo os indicados por ele da máquina pública municipal. Os dois romperam relações desde então e não se falam. Nos bastidores, Nunes se mostrou surpreso com a indicação de Rubinho pelo União Brasil para a presidência da Casa e tomou a candidatura como uma tentativa de constrangê-lo publicamente. Justificativa dos partidos Partidos justificam apoio à reeleição de Ricardo Teixeira para a presidência da Câmara Municipal de São Paulo. Montagem/g1/Reprodução Ao anunciar o apoio a Ricardo Teixeira, o PL, que tem a segunda maior bancada de vereadores da Câmara de SP, disse que o partido “prioriza uma liderança organizada, estável e alinhada com o trabalho desenvolvido pelo prefeito Ricardo Nunes”. “O atual presidente tem demonstrado competência, capacidade de articulação e firme compromisso com o bom funcionamento do legislativo”, disse o partido. Já o PSD, de Gilberto Kassab, afirmou que “a eleição para a presidência da Câmara Municipal, em 15 de dezembro, terá papel decisivo na estabilidade e no funcionamento do Legislativo em 2026”. “O vereador Ricardo Teixeira tem mostrado capacidade de articulação e compromisso com o diálogo com o prefeito Ricardo Nunes, garantindo avanços em políticas públicas. (...) Sua permanência assegura um legislativo estável e voltado aos melhores aos melhores resultados para a população paulistana”. O PP de Janaína Paschoal falou que “defende a continuidade de um Legislativo estável e produtivo” e que a atual gestão “tem contribuído para avanços importantes e para a harmonia institucional com o Poder Executivo”. PP e Podemos também anunciaram apoio à candidatura de Ricardo Teixeira, que tenta se reeleger presidente da Câmara Municipal de SP. Montagem/g1/Reprodução

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Vereadores aprovam projeto que aumenta IPTU para 61 mil imóveis de Curitiba

Publicado em: 08/12/2025 15:28

Vista de drone da região central de Curitiba, capital do Paraná Roberto Dziura Jr/AEN A Câmara Municipal de Curitiba (CMC) aprovou, nesta segunda-feira (8), em primeiro turno e em regime de urgência, a revisão da Planta Genérica de Valores (PGV), usada para calcular o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Veja como votou cada vereador a seguir. O texto, encaminhado pela prefeitura da capital, será votado em segundo turno. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Segundo a Prefeitura, a maior parte dos imóveis terá o IPTU 2026 corrigido apenas pela inflação acumulada entre dezembro de 2024 e novembro de 2025, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O imposto de 2026, que vence em 20 de março, deve incidir sobre cerca de 980 mil unidades tributárias. A proposta não altera alíquotas – ou seja, o percentual usado para calcular o imposto. O que muda é o valor cadastrado dos imóveis. As regras de isenção permanecem as mesmas e imóveis de interesse social continuam isentos. Ao todo, 135 mil unidades devem permanecer sem cobrança de IPTU em 2026 – por terem área construída de até 70 m² e valor venal de até R$ 232 mil. Quantos imóveis serão impactados? De acordo com o projeto, 61 mil imóveis — pouco mais de 5% do total — terão impacto direto da atualização da PGV. Esses imóveis, segundo a prefeitura, nos quais a valorização eventualmente supere a correção pela inflação ou com alteração de dados cadastrais, terão correção do IPTU acima do IPCA. Para evitar reajustes bruscos, a Prefeitura manteve os limitadores utilizados em anos anteriores. Entre 2026 e 2029, o aumento anual do IPTU não poderá ultrapassar: 18% mais inflação, no caso de imóveis de maior valor; R$ 290, para imóveis de menor valor. LEIA TAMBÉM: Marmeleiro: Idosa morre 13 dias após ter rosto ‘desfigurado’ em tentativa de feminicídio Nota Paraná: Morador de Laranjeiras do Sul leva último R$ 1 milhão de 2025 Acidente: Imagens mostram Mauri, irmão de Chitãozinho e Xororó, antes de subir ao palco para o último show no PR Como votaram os vereadores? Vereadores votam hoje revisão do IPTU para o ano que vem em Curitiba Como votaram os vereadores de Curitiba na proposta que altera critérios da atualização da Planta Genérica de Valores VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

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Prefeito interino José Santana vence eleição suplementar em Martins Soares com 51,67% dos votos

Publicado em: 08/12/2025 10:37

Martins Soares tem novos prefeito e vice José Santana Emerick (PSDB) foi eleito prefeito de Martins Soares neste domingo (7) na eleição suplementar convocada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele recebeu 51,67% dos votos válidos — 3.151 no total. A vice-prefeita é Márcia Pires Mota (PSDB). Os dois concorreram pela Coligação Cuidando da Nossa Gente, formada pela Federação PSDB/Cidadania e o PSD. A outra chapa, composta por Michell Bahia Dutra Emerick (MDB) e Renata Kelle Assis Dutra (MDB), obteve 48,33%, somando 2.947 votos. No total, foram registrados 6.098 votos válidos, além de 99 nulos e 109 em branco. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp Prefeito interino José Santana vence eleição suplementar em Martins Soares com 51,67% dos votos João Vitor Nunes/Inter TV dos Vales Com a vitória, Santana — que já exercia o cargo interinamente como presidente da Câmara Municipal — passa a assumir definitivamente o mandato até 2028, após a fase de prestação de contas e diplomação, prevista para ocorrer até 29 de dezembro. Em entrevista após o resultado, o prefeito eleito agradeceu o apoio dos moradores e destacou que pretende focar em transparência e trabalho. “É uma vitória igual a essa, é maravilhosa, porque o povo reconhece quem trabalha, quem defende Martins Soares. Pessoas de bem, nós ganhamos na raça, e pode esperar muito, muito trabalho, com muita honestidade, com transparência. O povo do martinsuário merece, pessoa que tem responsabilidade, pessoa que ama Martins Soares”, afirmou. Por que houve nova eleição? Prefeito interino José Santana vence eleição suplementar em Martins Soares com 51,67% dos votos João Vitor Nunes/Inter TV dos Vales A eleição suplementar foi convocada após a cassação do então prefeito Paulo Sérgio Pereira (PSDB) e do vice Alex Sandro Franco de Andrade (PSDB). Ambos foram condenados por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024. A decisão, confirmada pelo TSE, levou o município a retornar às urnas. Martins Soares foi o terceiro município de Minas Gerais a realizar um pleito suplementar em 2025. Os outros dois — Guapé e São José da Varginha — tiveram novas eleições após o indeferimento do registro dos candidatos mais votados. VEJA TAMBÉM: Ex-prefeito é baleado durante ação de campanha em Martins Soares TRE-MG cassa prefeito de Martins Soares por uso irregular de benefícios sociais em ano eleitoral Vídeos do Leste e Nordeste de Minas Gerais Veja outras notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.

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Paraíba tem 402 vagas abertas em concursos e seleções com salários de mais de R$ 16 mil

Publicado em: 07/12/2025 17:44

Concursos na Paraíba em setembro Freepik/Banco de imagens A Paraíba tem sete editais de concurso público e processos seletivos com vagas abertas neste mês de dezembro. São 402 oportunidades em diferentes áreas. Confira as oportunidades disponíveis e como concorrer. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Concurso da Câmara de Bayeux Vagas: 21 vagas Nível: fundamental, médio e superior Salário: de R$ 1,6 mil até R$ 2,5 mil Inscrições: até 26 de dezembro de 2025 Provas objetivas: 25 de janeiro de 2026 Resultado final: 30 de janeiro de 2026 Edital do concurso da Câmara Municipal de Bayeux CFO 2026 da Polícia Militar da Paraíba Vagas: 30 Salário: entre R$ 3 mil até R$ 8,7 mil Inscrições: até 23 de dezembro Edital do CFO 2026 da Polícia Militar da Paraíba CFO 2026 do Corpo de Bombeiros da Paraíba Vagas: 15 Salário: entre R$ 3 mil até R$ 8,7 mil Inscrições: até 26 de dezembro Edital do CFO 2026 do Corpo de Bombeiros Concurso da Caixa Econômica Federal Vagas: 15 na PB (3 para arquiteto e 12 para engenheiro civil) Nível: superior Salários: entre R$ 12.371 e R$ 16.495 Inscrições: até 8 de dezembro de 2025 Edital do concurso da Caixa Econômica Federal Concurso da Prefeitura de Condado Vagas: 26 Nível: todos Salário: entre R$ 1.518 e R$ 3.650,82 Inscrições: até 14 de dezembro Provas objetivas: 8 de fevereiro de 2026 Resultado final: 10 de abril de 2026 Edital do concurso da prefeitura de Condado Concurso da Prefeitura de Pilõezinhos Vagas: 52 Nível: todos Salário: entre R$ 1.518 e R$ 4.370,97 Inscrições: até 21 de dezembro Provas objetivas: 8 de fevereiro de 2026 Resultado final: 10 de abril de 2026 Edital do concurso da prefeitura de Pilõezinhos Concurso da Prefeitura de Malta Vagas: 13 Nível: todos Salário: entre R$ 1.518 e R$ 2.640,00 Inscrições: até 14 de dezembro Provas objetivas: 8 de fevereiro de 2026 Resultado final: 10 de abril de 2026 Edital do concurso da prefeitura de Malta Processos seletivos do IBGE Vagas: 251 na Paraíba Nível: médio Salários: entre R$ 2.676,24 e R$ 3.379,00 Inscrições: até 11 de dezembro Provas: 22 de fevereiro de 2026 Resultado: 30 de abril Edital do concurso do IBGE Edital de concursos – saiba como ler Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

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Vereadores aprovam gratuidade nos ônibus em datas da programação natalina em Rio Branco

Publicado em: 07/12/2025 15:35

Acender das luzes do governo do AC e prefeitura é adiado por conta de chuvas em Rio Branco A Câmara Municipal de Rio Branco aprovou por unanimidade, no último sábado (6), um Projeto de Lei Complementar que garante gratuidade no transporte coletivo urbano em nove datas entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026. A medida votada em caráter de urgência, chamada de 'De Carona com a Dignidade', busca facilitar o deslocamento da população durante a programação natalina no Centro da capital. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Pelo texto, a tarifa será zerada nos dias 6, 7 (dia do acender das luzes da prefeitura e governo após fortes chuvas), 14, 20 (dia da apresentação com drones), 21, 28 e 31 de dezembro de 2025, além de 4 e 10 de janeiro de 2026 (último dia da decoração natalina). Em todos os dias, a gratuidade valerá das 17h30 às 23h30, faixa de maior circulação de famílias que visitam as atrações de fim de ano. LEIA TAMBÉM: Por conta das chuvas, acender das luzes de Natal é adiado para este domingo (7) Veja a programação natalina do governo do AC em 2025 Acender das luzes natalinas ocorre neste domingo (7) em Rio Branco Marcos Araújo/Assecom A proposta também define que a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (RBTrans) será responsável por ajustar o sistema de bilhetagem eletrônica para aplicar o benefício, monitorar o número de passageiros transportados e repassar à concessionária os valores referentes ao subsídio. O pagamento será feito com base no Relatório Individual de Controle (RIC), documento que registra a circulação de usuários. Orçada em R$ 4,5 milhões, a ornamentação 'Natal de Vida, Esperança e Dignidade 2025' conta com painéis de LED e uma árvore de Natal de cerca de 20 metros, quatro metros a mais que a estrutura montada ano passado, segundo a gestão municipal. Vereadores aprovam PL que autoriza compra de brinquedos para crianças carentes na capital Outro projeto aprovado Na mesma sessão, também foi aprovado um projeto de lei complementar que autoriza a prefeitura comprar e distribuir 50 mil brinquedos para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social em datas comemorativas. O projeto foi encaminhado pelo prefeito Tião Bocalom (PL) com previsão de gastos de R$ 1,5 milhão dos cofres públicos. No pedido, enviado na última quinta-feira (4), a prefeitura solicitou que seja feita a análise do impacto orçamentário-financeiro da lei. Cada brinquedo deve custar cerca de R$ 30, segundo a estimativa de compra. Os recursos utilizando devem ser do fundo municipal da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH). Prefeitura de Rio Branco pretende gastar R$ 1,5 mi em brinquedos para crianças em vulnerabilidade Assessoria TJ/AC VÍDEOS: g1

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Concursos e seleções em PE oferecem mais de 2,1 mil vagas com salários de até R$ 16,4 mil; saiba como se inscrever

Publicado em: 07/12/2025 15:02

Seleções e concursos em Pernambuco oferecem mais de 2,1 mil vagas Pernambuco oferece, ao menos, 2.154 vagas de emprego em seleções e concursos públicos em diferentes órgãos e instituições do estado. Entre os processos seletivos em andamento, estão os da Universidade de Pernambuco (UPE), da Caixa Econômica Federal e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As oportunidades incluem cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior, com salários que podem chegar a R$ 16,4 mil na capital e em outros municípios. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Confira, abaixo, a lista que o g1 preparou com as principais informações sobre cada processo seletivo: Caixa Econômica Federal Inscrições até segunda-feira (8); 28 vagas de nível superior para Pernambuco; Salários de até R$ 16,4 mil; Confira o edital. Prefeitura de Lagoa Grande Inscrições até terça-feira (9); 309 vagas para cargos de níveis fundamental, médio e superior; Salários de até R$ 3.650,83; Confira o edital. Prefeitura de Riacho das Almas Inscrições até quinta-feira (11); 104 vagas de nível fundamental, médio e superior; Salários de até R$ 3.650,82; Confira o edital. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Inscrições até quinta-feira (11); 402 vagas de nível médio em Pernambuco; Salários de até R$ 3.379; Confirma os editais para os cargos de Agente de Pesquisas e Mapeamento (APM) e Supervisor de Coleta e Qualidade (SCQ). Universidade de Pernambuco (UPE) Inscrições até 21 de dezembro; 55 vagas de nível técnico em administração; Salário de R$ 1.518; Confira o edital. Secretaria de Educação de Petrolina Inscrições até 21 de dezembro; 1.194 vagas para os cargos de professor, secretário escolar, psicólogo e assistente social; Salários de até R$ 3.969,99; Confira o edital. Câmara Municipal de São João Inscrições até 28 de dezembro; 12 vagas para cargos de níveis fundamental e médio; Salários de até R$ 3,5 mil; Confira o edital. Prefeitura de Caruaru Inscrições até 5 de janeiro; 50 vagas para assistentes sociais e psicólogos; Salários de R$ 2,1 mil; Confira o edital. Imagem de arquivo mostra candidatos a cargos públicos fazendo prova de concurso Analice Diniz/Arquivo g1 VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

Palavras-chave: câmara municipal