Arquivo de Notícias Resultados para: "câmara municipal"

Segunda-feira de feriado: confira o que abre e fecha em Piracicaba

Publicado em: 05/12/2025 13:49

Passagem para o Engenho Central, ponto turístico em Piracicaba José Furlan Na próxima segunda-feira (8), é celebrado o Dia de Nossa Senhora da Conceição ou Dia da Imaculada Conceição. Em Piracicaba, o dia é feriado. 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram A prefeitura do município informou que haverá alterações no transporte e serviços públicos. No entanto, serviços essenciais, como coleta de lixo, emergência em saúde e segurança pública, funcionam normalmente. Veja abaixo: Transporte público As linhas do transporte coletivo operarão com horários de domingos e feriados. No entanto, algumas funcionarão com horários de sábado e a linha 507 (Parque Automotivo via Hyundai) operará com horários de dias úteis. Horário de sábado: linhas 124 (Jardim Gilda/TCI), 126 (Bosques do Lenheiro), 210 (Unileste), 240 (Cecap/Centro), 322 (Novo Horizonte), 325 (Santa Fé), 416 (Uninoroeste/TVS), 444 (Sônia/Centro) e 505 (Uninorte). Ônibus em Piracicaba Prefeitura de Piracicaba Serviços Rua Governador Pedro de Toledo, centro comercial em Piracicaba (SP) Yasmin Moscoski/g1 Comércio de rua e corredores comerciais funcionam das 9h às 17h; Shopping funciona das 10h às 22h; Bancos estarão fechados; Varejões municipais e feiras livres estarão sem funcionamento; Mercado Municipal abre das 6h às 12h. Mercado Municipal de Piracicaba Caroline Giantomaso/g1 Serviços públicos Prefeitura de Piracicaba, Câmara Municipal, Inasp, Poupatempo Municipal e Estadual estarão fechados; Coleta de lixo domiciliar funciona normalmente. Saúde UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) e COT (Central de Ortopedia e Traumatologia) funcionam 24h. SAMU atende normalmente pelo telefone 192. Já as UBSs (Unidades Básica de Saúde), CRABs (Centros de Referência da Atenção Básica) e USFs (Unidades de Saúde da Família) estarão fechadas no feriado. Os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) Jardim São Paulo, Piracicamirim, Mário Dedini, São José, Vila Sônia e Novo Horizonte, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Centro Pop e Cadastro Único não abrem. UPA Piracicamirim, em Piracicaba Secretaria de Saúde de Piracicaba Turismo, cultura e lazer Zoológico e Paraíso da Criança estarão fechados; Parque da Rua do Porto abre das 6h às 21h30; Pq. do Piracicamirim e Pq. do Monte Líbano funcionam das 6h às 21h; Engenho Central abre das 6h às 22h; Parque da Estação da Paulista recebe o público das 5h às 20h; Museu da Água e Aquário Municipal funcionarão das 9h às 17h; Sede da Secretaria de Cultura, Centros Culturais Nhô Serra, Hugo Pedro Carradore, Antonio Pacheco, Maria Dirce e Isaíra Aparecida Barbosa – “Zazá”, Quiosque da Leitura (Parque da Rua do Porto) estarão fechados; Pinacoteca Municipal Miguel Dutra estará aberta das 10h às 17h; Museu Prudente de Moraes abrirá das 10h às 14h; Museu da Imagem e do Som de Piracicaba (MISP) fechará; Casa do Povoador estará fechada; Teatros Dr. Losso Netto e Erotídes de Campos estarão fechados; Biblioteca Pública Municipal Ricardo Ferraz de Arruda Pinto estará fechada; Elevador Turístico Alto do Mirante abrirá; Pedalinho funciona das 9h às 18h; Passeio de Barco funciona das 9h às 18h; Feira de Artesanato da Rua do Porto funciona das 10h às 17h; Casa do Artesão do Engenho Central aberta das 10h às 18h; Complexo Gastronômico da Rua do Porto estará aberto. Casa do Povoador de Piracicaba Claudia Assencio/g1 Segurança pública Pelotão Ambiental – 3422-0200 – 24 horas – Defesa Civil (199) – 24 horas, Polícia Militar (190) – 24 horas, Polícia Civil (197) – 24 horas, Guarda Civil (153) – 24 horas, Corpo de Bombeiros (193) – 24 horas, Polícia Rodoviária – 3424-2872 – 24 horas e CPFL (0800-0101010) – 24 horas. VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e Região Veja mais notícias da região no g1 Piracicaba

Palavras-chave: câmara municipal

VÍDEO: Vereador parte para cima de colega e precisa ser contido durante discussão em sessão no RS

Publicado em: 05/12/2025 13:32

VÍDEO: Vereador é contido após avançar em direção à colega durante discussão no RS Um vereador de Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, precisou ser contido por funcionários da Câmara Municipal durante uma discussão com uma colega na sessão de terça-feira (2). O tumulto ocorreu durante um debate sobre o parcelamento do 13º salário de servidores. A vereadora Helen Cabral (PT) acusa o vereador Tony Oliveira (Podemos) de violência política de gênero. O parlamentar nega a agressão, mas pediu desculpas por ter se "exaltado". Diante do episódio, o presidente da Câmara suspendeu os trabalhos temporariamente. A vereadora cobrou providências da Mesa Diretora ainda no plenário e afirmou ter registrado um boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A discussão começou quando os vereadores debatiam a proposta. Um outro vereador, Tubias Calil (PL), discutia com Tony pouco antes do momento. Segundo Helen, Tony se levantou, gritou, apontou em sua direção e tentou se aproximar, precisando ser contido por outros colegas. O momento foi gravado por quem estava na sessão (veja acima), mas a transmissão oficial da sessão plenária foi interrompida temporariamente, sem registrar a suposta agressão. O que diz a vereadora Helen Cabral Em nota, a vereadora afirmou que sofreu uma "clara tentativa de intimidação" enquanto defendia os servidores públicos. "A parlamentar foi atacada pelo vereador Tony Oliveira, da base do governo, que, aos gritos, abandonou o debate democrático e partiu pra cima de forma violenta", diz o comunicado. Para ela, o episódio configura "o mais grave ato de violência política de gênero já sofrido pela vereadora dentro da Câmara". Segundo a nota, "a agressão não se deu por divergência de ideias, mas por ser mulher ocupando um espaço de poder". A vereadora reafirmou que não irá se calar e que todas as medidas legais estão sendo tomadas. O que diz o vereador Tony Oliveira Também por meio de nota, o vereador Tony Oliveira pediu desculpas "pelo momento de exaltação". "Sou uma pessoa de temperamento firme [...] e acabei me alterando diante de provocações, insultos e inverdades", declarou. Ele, no entanto, negou a agressão e disse que os fatos estão sendo distorcidos. Segundo Oliveira, o bate-boca inicial era com o vereador Tubias Calil (PL) sobre a quebra de quórum na sessão anterior. Ele alega que Helen Cabral começou a filmar a discussão. "Ao perceber que estava sendo filmado, aproximei-me e disse apenas: 'Filma, Helen! Filma!'", relatou. O vereador do Podemos nega ter agredido a colega. "Não agredi a vereadora Helen, nem física, nem verbalmente. Qualquer afirmação nesse sentido é falsa". Ele afirma ainda que a assessora da vereadora "partiu para cima, proferindo novas ofensas". Ele finaliza dizendo que tem "absoluto respeito por todas as mulheres". Vereadora acusou colega de violência de gênero Damião Borges/Arquivo pessoal Nota da vereadora Helen "A vereadora Helen Cabral (PT) vem a público denunciar o grave episódio de violência política de gênero sofrido durante a Sessão Plenária desta terça-feira, 02 de dezembro, na Câmara Municipal de Santa Maria. Enquanto denunciava a falta de transparência do Executivo e defendia os direitos das servidoras e servidores diante do projeto de parcelamento do 13º salário, a parlamentar foi atacada pelo vereador Tony Oliveira, da base do governo, que, aos gritos, abandonou o debate democrático e partiu pra cima de forma violenta, em clara tentativa de intimidação. O ataque misógino não apenas ultrapassa todos os limites aceitáveis dentro de uma instituição pública, como configura o mais grave ato de violência política de gênero já sofrido pela vereadora dentro da Câmara. A agressão não se deu por divergência de ideias, mas por ser mulher ocupando um espaço de poder. O episódio ocorre justamente durante a 5ª Semana Municipal de Não Violência Contra a Mulher, lei de autoria da própria vereadora Helen e na semana em que a vereadora participa do Festival MEL — Movimento Mulheres em Luta, que neste ano discute exatamente a violência política de gênero contra mulheres parlamentares — o que evidencia a urgência do tema e a gravidade do ocorrido. A vereadora reafirma que não se calará. Todas as medidas institucionais e legais já estão sendo tomadas, incluindo comunicação à Mesa Diretora exigindo providências e registro de Boletim de Ocorrência na Delegacia da Mulher, para que o agressor seja responsabilizado e para que situações como esta jamais voltem a ocorrer. A política deve ser um espaço de debate, não de intimidação. A violência política de gênero é uma ameaça à democracia, e sua tolerância significa conivência com a exclusão das mulheres da vida pública. Helen Cabral seguirá firme no mandato. Pelo direito de existir, resistir e viver com dignidade — dentro e fora do plenário." Nota do vereador Tony "Quero iniciar esta nota pedindo desculpas pelo momento de exaltação ocorrido na Sessão Plenária do dia 02/12. Sou uma pessoa de temperamento firme, que defende seus princípios com convicção, e acabei me alterando diante de provocações, insultos e inverdades que estavam sendo ditas no plenário. Ainda assim, reconheço que poderia ter agido com mais calma, e por isso peço desculpas aos colegas e à comunidade. Dito isso, é necessário esclarecer o que realmente ocorreu, já que alguns grupos estão tentando distorcer os fatos e construir uma narrativa totalmente equivocada sobre o episódio. O debate começou quando questionei a quebra de quórum na última Sessão, situação que gerou prejuízos aos trabalhos da Câmara. Meu bate-boca foi diretamente com o vereador Tubias Calil (PL), que novamente faltou com respeito à Mesa Diretora e à Presidência, algo que infelizmente tem se repetido. Durante esse momento, a vereadora Helen começou a filmar a discussão. Em nenhum momento houve agressão verbal ou física da minha parte, como alguns estão tentando insinuar. Ao perceber que estava sendo filmado, aproximei-me e disse apenas: 'Filma, Helen! Filma!" Reforcei que o motivo da minha indignação era a quebra de quórum ocorrida na sessão anterior, protagonizada justamente pelo grupo que agora tenta criar uma narrativa falsa. Durante esse tumulto, enquanto eu pedia para Helen Cabral registrar o que realmente estava acontecendo, quem avançou de forma agressiva não fui eu. Pelo contrário: uma assessora da vereadora partiu para cima, proferindo novas ofensas e tentando incitar ainda mais o clima de hostilidade. Mais uma atitude contribuindo de forma decisiva para o acirramento do momento. O que me tirou do sério foi ver vereadores que saíram espontaneamente da sessão anterior, aplaudidos por manifestantes nas galerias, agora tentando posar de vítimas e acusando quem permaneceu trabalhando de ser o causador do problema. Quero deixar claro à comunidade: responderei sempre pelos meus atos, porque tenho responsabilidade com o cargo que ocupo. Mas não admitirei inverdades sendo espalhadas para manchar minha imagem. Não agredi a vereadora Helen, nem física, nem verbalmente. Qualquer afirmação nesse sentido é falsa, e todas as medidas legais serão tomadas para garantir que a verdade prevaleça e que aqueles que promoverem calúnias sejam responsabilizados. Tenho absoluto respeito por todas as mulheres, dentro e fora da Câmara. Minha trajetória pessoal e pública é marcada por respeito, diálogo e responsabilidade. Jamais teria qualquer atitude que pudesse ofender, desrespeitar ou constranger uma mulher, em nenhuma circunstância. Sigo trabalhando, com firmeza e transparência, em defesa da população de Santa Maria." VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Palavras-chave: câmara municipal

MPF pede suspensão de licenciamento e construção do Costeira Parque em Natal

Publicado em: 05/12/2025 12:08

Projeto Costeira Parque, em Natal Divulgação/governo do RN O Ministério Público Federal pediu que a Justiça Federal suspenda o licenciamento ambiental e a construção do Costeira Parque, projeto anunciado pelo governo do estado e com contrato de construção assinado no valor de R$ 16,7 milhões. O pedido está dentro da ação civil pública que também pediu a suspensão e a posterior anulação de leis estaduais e municipais que permitem construções na Via Costeira em Natal. Segundo o órgão, as medidas reduziram a proteção das áreas de preservação no local. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp A informação foi confirmada nesta sexta-feira (5) pelo procurador da República Camões Boaventura. "O que que diz a legislação federal? Diz que intervenções nessa área, supressões de área de preservação permanente, só podem ocorrer em três situações: utilidade pública, interesse social e baixo impacto. No caso do Costeira Parque, é inequívoco que estamos diante de uma intervenção que atende ao interesse social. O problema é: foi verificado do ponto de vista técnico se é de baixo impacto? Até onde sabemos, não tem essa avaliação técnica, tendo em vista que a licença ambiental que o autorizou, é uma licença ambiental simplificada", disse o procurador. "A lei de gerenciamento costeiro exige um estudo de impacto ambiental, que é um documento muito mais robusto de de ordem multidisciplinar, que colhe dados em campo, busca informações e de forma técnica e exaurientemente diz se é ou não de baixo impacto. Uma licença ambiental simplificada não tem esse papel", concluiu. Procurado pela Inter TV, o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (Idema) informou que não se pronunciaria sobre a ação por ainda não ter sido notificado oficialmente. Governo do RN quer construir parque na Via Costeira Ação abrange leis municipais e estaduais Segundo Ministério Público Federal, a ação visa garantir a proteção das áreas de preservação permanente da Via Costeira de Natal e de todo o ecossistema associado à região. Segundo o órgão, leis aprovadas recentemente pela Câmara Municipal de Natal e pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte não seguiram a legislação federal vigente, como o Código Florestal e a Lei da Mata Atlântica "O objetivo central é impedir que mudanças recentes nas leis e normas municipais e estaduais abram caminho para a ocupação desordenada, colocando em risco a integridade ambiental desse importante trecho da capital potiguar, e exigir a elaboração e a execução de um Plano de Proteção e Gestão Ambiental da Via Costeira de Natal", informou o MPF. A ação foi movida contra: o município de Natal; a Câmara Municipal de Natal; a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte; e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema/RN). Para os procuradores da República Camões Boaventura e Victor Mariz, autores da ação, qualquer intervenção na Via Costeira deve ser analisada de forma cautelosa e sob os diversos aspectos, como ecológicos, sociais, culturais e econômicos. O MPF pede julgamento caráter de urgência. "Essa urgência se justifica pelos danos ambientais que se avizinham, que são irreversíveis dada a importância, a relevância e a sensibilidade da área, e pela insegurança jurídica que se estabelece, que não favorece ninguém. A insegurança jurídica não é a intenção do MPF, pelo contrário. Nós estamos pedindo que seja reconhecida a segurança jurídica que a legislação estabelece, que é observando o código florestal e a lei de gerenciamento costeiro", considerou o procurador Camões. 🔎 A Via Costeira abrange mais de 1,3 milhão de metros quadrados, com aproximadamente 9 km de extensão entre as praias de Ponta Negra e Areia Preta. Essa área é hoje ocupada parcialmente por hotéis e empreendimentos de turismo, porém ainda possui diversos terrenos sem construções. Prefeitura publica regras para construções na Via Costeira, mas MPRN pede suspensão da lei O que é pedido na ação Na ação civil pública, o MPF busca a suspensão imediata da íntegra ou de trechos das leis e da instrução normativa, por meio de decisão liminar. Também solicita que a Justiça: suspenda as licenças concedidas para a região pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) ou Idema após a entrada em vigor do novo Plano Diretor (7 de março de 2022), com exceção das que comprovem se enquadrar nas regras do Código Florestal; seja proibida a emissão de novas licenças ou alvarás de construção que violem as regras das áreas de preservação ambiental; e que os dois órgãos ambientais promovam a devida fiscalização da área. Ao final do processo, o MPF pede a nulidade das normas e que os réus sejam obrigados a disciplinar o uso e a ocupação do solo. Uma das cobranças do órgão é a formulação de um Plano de Proteção e Gestão Ambiental da Via Costeira de Natal, que deve abranger: medidas de proteção e de recuperação das áreas de preservação permanente; adaptação e mitigação dos efeitos da erosão; que tenha participação social e consulta a especialistas em sua elaboração. Ilegalidades Para o MPF, os atos normativos aprovados nos últimos anos legislam sobre temas que não são de competência municipal ou estadual, contrariaram legislações federais já estabelecidas e tramitaram sem respeitar exigências legais. Entre as normas contestadas estão a íntegra ou trechos do Plano Diretor de Natal e que alterou as regras para construções nas chamadas AEITP, nas quais se insere a Via Costeira de Natal. A nova regra permite intervenções em terrenos atualmente vazios, localizados em áreas de preservação permanente e que, segundo o MPF, deveriam permanecer "não edificáveis" pela importância ecológica. Riscos De acordo com o MPF, estudos técnicos, incluindo laudos produzidos por especialistas do MPF e por peritos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), atestam que a Via Costeira é formada por áreas de preservação permanente, compostas predominantemente por ecossistemas de restingas e dunas. Essas formações contribuem no: controle da erosão, atuando como barreiras naturais e reservatórios de sedimentos, protegendo a costa; permitem a infiltração eficiente da água da chuva, recarregando os aquíferos subterrâneos; e, especificamente a restinga, é um importante berçário de espécies marinhas e costeiras, favorecendo a diversidade da fauna e da flora. Os estudos apontam que a ocupação intensiva, segundo o MPF, pode ampliar os processos erosivos, com o risco de danos irreversíveis e inestimáveis. "O cenário é reforçado pela situação da vizinha praia de Ponta Negra, que pertence à mesma enseada da qual faz parte a Via Costeira, e onde a erosão já demandou a implantação de um aterro hidráulico ('engorda’), a um custo superior a R$ 110 milhões", informou o MPF. De acordo com o MPF, dados registrados no Estudo de Impacto Ambiental (EIA/Rima) desse aterro hidráulico indicam que a erosão avança exatamente em direção à Via Costeira. Outro ponto relevante diz respeito aos possíveis efeitos negativos relacionados ao Parque das Dunas, localizado vizinho à área, que é a maior reserva de mata atlântica sobre dunas do Brasil e segundo maior parque urbano do país. Cenário crítico O MPF apontou também que a intensificação dos eventos climáticos extremos e o aumento do nível do mar, amplamente documentados por estudos científicos, devem ser considerados na legislação que define os parâmetros de uso e ocupação do solo na Via Costeira. “É fundamental priorizar a adaptação, mitigação e reversão das atividades impactantes, em vez de acelerar o uso desses espaços de maneira incompatível com os parâmetros constitucionais e legais, agravando o já crítico cenário atual”, diz trecho da ação. A análise pericial aponta que a Via Costeira – além das infraestruturas que já existem em sua área – faz fronteira com os bairros de Areia Preta e Praia do Meio, o que aumenta as preocupações com riscos de desastres e segurança populacional, já que os territórios são especialmente suscetíveis aos processos erosivos e de movimento de massa. Na ação, o órgão ressalta ainda a urgência da suspensão das leis, diante da possibilidade concreta de prejuízos difíceis ou mesmo impossíveis de reparar ao meio ambiente, à biodiversidade e à segurança da população. Além do risco de desastres ambientais a partir das modificações produzidas na área, o MPF aponta que já se identifica a grande pressão imobiliária sobre a Via Costeira. "Eventual demora na solução do caso pode causar prejuízo ao patrimônio público pelo elevado custo da reparação de danos ambientais e estruturais complexos e pelo desvio de recursos que poderiam ser aplicados em medidas preventivas", citou o MPF. O MPF indica também que o interesse público será onerado duplamente, já que as áreas desocupadas, que hoje funcionam ajudando a conter os danos decorrentes do avanço do mar, receberão edificações que atenderão a interesses estritamente privados, deixando de cumprir esse papel protetor. P "Por consequência, para que as construções particulares não sucumbam ao avanço do mar, serão necessários novos gastos de recursos públicos - em obras de contenção ou mesmo mais uma engorda", citou o MPF. Histórico A apuração do MPF foi iniciada a partir de representação encaminhada por mais de 20 organizações da sociedade civil, entre elas o Fórum Direito à Cidade, vinculado ao Departamento de Arquitetura e Urbanismo e ao Instituto de Políticas Públicas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o Coletivo Salve Natal e o Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU). Em setembro de 2024, o MPF e o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) expediram uma recomendação conjunta para suspensão de novas autorizações ou licenças de construção até a conclusão de diagnósticos técnicos e ambientais na Via Costeira. No entanto, os gestores não acataram os pedidos. "Pelo contrário, a prefeitura do Natal publicou, em outubro deste ano, a instrução normativa que flexibiliza ainda mais as regras de licenciamento para empreendimentos na região - seja de uso residencial ou comercial - e relativiza até mesmo o dever de garantir acesso público à praia, violando o interesse da população", citou o MPF. Em junho deste ano, o MPF e o MPRN realizaram uma audiência sobre o caso com ampla participação popular. A manifestação dos cidadãos foi no sentido de que a Via Costeira deve ser destinada ao interesse da coletividade, com prioridade para esporte, lazer, contemplação, preservação paisagística e ambiental, e não para novos grandes empreendimentos privados. A vista daquela área para o Morro do Careca, inclusive, foi lembrada como um símbolo essencial da identidade natalense. Vídeos mais assistidos do g1 RN

Palavras-chave: câmara municipal

PT e MDB anunciam apoio à reeleição de Ricardo Teixeira na Câmara de SP e enfraquecem Rubinho Nunes

Publicado em: 05/12/2025 08:10

Ricardo Teixeira e Rubinho Nunes: dois candidatos do mesmo partido, o União Brasil, disputam a presidência da Câmara Municipal de São Paulo em 2026. Montagem/g1/Richard Lourenço/Rede Câmara Com duas das maiores bancadas partidárias da Câmara Municipal de São Paulo, o PT e o MDB anunciaram apoio à reeleição do vereador Ricardo Teixeira (União Brasil) para a presidência do Legislativo paulistano. O apoio dos dois partidos enfraquece a candidatura de Rubinho Nunes, que, mesmo sendo do mesmo partido de Teixeira, foi anunciado pela bancada do União Brasil como o nome oficial da sigla à presidência. O União fala em expulsar Ricardo Teixeira caso ele insista em tentar a reeleição. O PT tem oito vereadores, e o MDB, 7. Para ser eleito, O pleito para presidente da Câmara de SP deve acontecer em 15 de dezembro, antes do recesso parlamentar de fim de ano. No comunicado oficial divulgado pelo PT, os vereadores do partido dizem que “Rubinho Nunes é o mesmo vereador que ganhou fama ao perseguir a figura do Padre Júlio Lancellotti, importante liderança religiosa e uma das principais vozes dos direitos humanos na nossa cidade” e, posteriormente, “apresentou a absurda proposta para multar quem doava marmitas e alimentação à população em situação de rua”. Os petistas destacaram que, recentemente, Rubinho manobrou para aprovar a chamada CPI dos Pancadões, presidida por ele, que, segundo os vereadores do partido, “tem usado o espaço exclusivamente para gerar cortes na internet constrangendo artistas e compositores periféricos”. “Definitivamente é uma figura representante da extrema-direita que atenta contra os valores democráticos e todas as bandeiras históricas do PT", diz trecho do comunicado. E acrescenta que, "diante deste cenário, de maneira consequente com a cidade e com a democracia e após intenso debate, a Bancada do PT decidiu desde já posicionar-se contra a candidatura à presidência de Rubinho Nunes, que vem ganhando corpo e foi formalmente indicada pelo União Brasil, e declarar seu apoio à reeleição de Ricardo Teixeira". Os oito vereadores que formam a bancada do PT na Câmara Municipal de São Paulo. Divulgação/Liderança do PT Segundo o g1 apurou, o apoio do PT a Teixeira foi condicionado à manutenção do partido no cargo de 1° secretário, que atualmente é ocupado pelo vereador Hélio Rodrigues (PT). A decisão de apoio, segundo os petistas, "também deu-se após compromissos assumidos por Teixeira como maior respeito à bancada do PT, que é a maior da casa, à proporcionalidade na composição dos espaços do Legislativo, como as comissões, garantia de que a oposição proponha CPIs relevantes para a cidade, os debates sobre Projetos de Lei e a criação de uma liderança da minoria, espaço importante como as existentes no Congresso Nacional e na Alesp". MDB do prefeito Comunicado do MDB sobre a reeleição de Ricardo Teixeira (União Brasil) na presidência da Câmara Municipal de SP. Reprodução Já o partido do prefeito Ricardo Nunes – que trabalha pela reeleição de Ricardo Teixeira – disse que o atual presidente “tem demonstrado competência, capacidade de articulação e firma compromisso com o bom funcionamento do Legislativo”. Os correligionários do prefeito dizem que “sua recondução assegura continuidade administrativa e coerência com projetos que fortalecem a gestão municipal”. “Sua permanência contribui para um Legislativo eficiente e para melhores resultados à população paulistana”, disseram os sete vereadores da sigla. O apoio das duas maiores bancadas deixa Rubinho Nunes com poucas chances de ser eleito presidente, uma vez outros partidos grandes como o PL e o PSOL também não devem votar no candidato oficial do União Brasil. Em comunicado, o PL disse que a bancada "aguardará o direcionamento do diretório Nacional para se posicionar quanto ao apoio a possíveis candidatos". Isso significa que o apoio está sendo negociado pelo próprio prefeito Ricardo Nunes com o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, que tem relação estreita de amizade com o prefeito e deve acertar o apoio a Ricardo Teixeira nos próximos dias. Já o PSOL, como acontece desde sempre, deve lançar candidato próprio para a eleição da presidência. PL diz que voto para presidência da Câmara Municipal de SP deve ser decidido pelo Diretório Nacional da legenda. Reprodução/TV Globo Maiores bancadas partidárias da Câmara de SP Partido dos Trabalhadores (PT) – 8 vereadores MDB – 7 vereadores União Brasil – 7 vereadores Partido Liberal (PL) – 7 vereadores PSOL – 6 vereadores Podemos – 6 vereadores Partido Progressista – 4 vereadores PSD – 3 vereadores PSB - 2 vereadores Republicanos – 2 vereadores Rede – 1 vereador PV – 1 vereador Novo – 1 vereador Com isso, dos maiores partidos da Casa, ele deve contar apenas com os votos do União Brasil, que, segundo o g1 apurou, uma vez que os pequenos partidos como Rede, PV, Novo e PSB também já sinalizaram apoio a Ricardo Teixeira. Segundo alguns vereadores ouvidos pela reportagem, o nome de Rubinho não é unânime nem dentro da bancada do União Brasil. Embora o partido publicamente diga que ele é o candidato, alguns dos sete vereadores do partido defendem a manutenção de Teixeira no cargo. Eles não se manifestam publicamente porque Rubinho tem o apoio de Milton Leite, o presidente estadual da sigla que manobrou para tentar tirar Teixeira da cadeira de presidente. O candidato preferido de Milton Leite sempre foi seu apadrinhado Silvão Leite, vereador de 1° mandato cujo único cargo ocupado até janeiro foi o de presidente da escola de Samba Estrela do Terceiro Milênio, no Grajaú. Milton Leite é patrono da escola da Zona Sul. O presidente atual da Câmara, Milton Leite (União Brasil), com seu afilhado político Silvão Leite, da escola de samba Estrela do 3° Milênio. Reprodução/Instagram O nome de Silvão Leite foi rejeitado pelos próprios vereadores da base do governo, que já no ano passado se recusaram a votar em alguém inexperiente e sem histórico na política, o que irritou o ex-todo poderoso do Poder Legislativo de SP, que presidiu a Câmara por quatro mandatos até se aposentar. Para mostrar força e se contrapor ao candidato do prefeito Ricardo Nunes, Milton Leite teria alçado o barulhento Rubinho Nunes como candidato da legenda, na tentativa de apresentar Silvão como meio do caminho para o impasse e também para enquadrar Teixeira. O revés de Leite é que Rubinho Nunes conta com a antipatia do prefeito Ricardo Nunes, que considera o vereador do União Brasil um desafeto público. A antipatia do prefeito de SP foi gerada pela traição de Rubinho Nunes na eleição de 2024. Na ocasião, o vereador do União Brasil, que tinha indicados políticos na administração do MDB, trocou a campanha de reeleição do prefeito pela candidatura de Pablo Marçal (PRTB), que sequer foi para o 2° turno do pleito na capital paulista. Rubinho Nunes foi indicado pelo União Brasil para concorrer à Presidência da Câmara Municipal de São Paulo. Ele traiu o prefeito Ricardo Nunes na eleição de 2024. Montagem/g1/Lucas Bassi/Rede Câmara/Secom/PMSP Naquela ocasião, Ricardo Nunes demitiu o subprefeito da Lapa – indicado por Rubinho – e chamou o vereador do União Brasil de "traidor" e "sem caráter". Os dois romperam relações desde então. É uma questão de time. Se você tem essa contaminação de um traidor, de uma pessoa sem caráter, sem personalidade, que é o Rubinho Nunes, é preciso restabelecer as relações no que diz respeito à participação dele no governo. 👉 Por prerrogativa, o presidente da Câmara é quem define a pauta de votações, o que pode, na prática, dificultar a tramitação de projetos de interesse do Executivo. Em 2024, Rubinho Nunes abandonou a candidatura de Ricardo Nunes (MDB) para apoiar Pablo Marçal (PRTB), que não foi para o 2° turno. Reprodução/Redes Sociais Disputa na Câmara Ao anunciar o nome de Rubinho Nunes na disputa à presidência da Câmara Municipal, o União Brasil diz que "a escolha da bancada segue a decisão do partido de cumprir o acordo formalizado em dezembro de 2024, que prevê um rodízio entre os parlamentares da sigla na presidência". Segundo comunicado do partido, o atual presidente Ricardo Teixeira não participou do encontro, assim como o presidente estadual do União Brasil, o ex-vereador Milton Leite, que também não estava presente. Os vereadores Rubinho Nunes e Ricardo Teixeira (União Brasil) e o prefeito Ricardo Nunes (MDB). Montagem/g1/Reprodução/Rede Câmara No acordo da eleição de 2024, os partidos que formaram a chapa de apoio ao prefeito Ricardo Nunes decidiram que o União Brasil ficaria necessariamente com a presidência da Câmara pelo período de quatro anos. Mas esse acordo pode mudar se o partido insistir em indicar nomes que não tem aval do prefeito de São Paulo. Os aliados de Ricardo Nunes dizem que, se o União Brasil forçar a permanência de Rubinho Nunes na disputa, Teixeira pode sair do partido e disputar a reeleição em outra legenda, como o MDB, rompendo de vez com o acordo eleitoral do ano passado. Oficialmente, o União Brasil diz em nota que “a bancada se reuniu de forma independente, sem a participação do presidente do diretório municipal, Milton Leite, ou de outros membros da Executiva”. União Brasil indica Rubinho Nunes para disputar a presidência da Câmara Municipal de São Paulo. Reprodução

Palavras-chave: câmara municipal

Câmara de Montes Claros aprova projeto de lei que proíbe fogos com estampido

Publicado em: 05/12/2025 08:05

Projeto de Lei nº 01/2025 foi aprovado na tarde desta quinta-feira (4) Rodrigo Barbosa/Inter TV Grande Minas A Câmara Municipal de Montes Claros aprovou um projeto de lei que proíbe o manuseio, a queima e a soltura de fogos com estampido e artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso em toda a cidade. O Projeto de Lei nº 01/2025, de autoria da vereadora Ceci Protetora (PRD), foi aprovado na tarde desta quinta-feira (4) com 16 votos favoráveis. Uma emenda que permitia a soltura em eventos religiosos, culturais e tradicionais foi rejeitada pelos parlamentares, por 13 votos. 📲Clique aqui para seguir o canal do g1 Grande Minas no WhatsApp A proposta permite apenas os chamados fogos de vista, que geram efeitos visuais com ruído de baixa intensidade. A proibição vale para espaços públicos e privados. “Com a medida, o município busca reduzir danos a pessoas idosas, crianças, pessoas com transtorno do espectro autista, animais e demais grupos sensíveis ao barulho provocado por fogos de artifício”, informou a Câmara. O projeto prevê multa de R$ 310 em caso de descumprimento, e o valor será dobrado em caso de reincidência. Após a aprovação pelo legislativo, o texto segue para sanção ou veto do prefeito Guilherme Guimarães. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Vídeos do Norte, Centro e Noroeste de MG Veja mais notícias da região em g1 Grande Minas.

Palavras-chave: câmara municipal

Prefeitura de Pouso Alegre quer fazer empréstimo de R$ 150 milhões para obras de trânsito

Publicado em: 05/12/2025 07:13

Prefeitura aguarda autorização fazer empréstimo de R$ 150 milhões para obras de trânsito A Prefeitura de Pouso Alegre pediu autorização da Câmara Municipal para solicitar um financiamento de R$ 150 milhões para realizar obras de mobilidade urbana na avenida perimetral. Entre os projetos está a construção de uma ponte estaiada. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram A Avenida Perimetral é uma das principais vias da cidade. Ela liga regiões industriais, bairros ao centro e também conecta a BR-459 e a MG-290 e recebe fluxo de cerca de 30 mil veículos por dia, segundo a prefeitura. Também é local de grande número de acidentes. O projeto da prefeitura para a região prevê a construção de um viaduto e de uma ponte estaiada. Segundo a gestão municipal, a escolha pelo tipo de estrutura levou em consideração o fluxo de veículos e de pedestres que circulam na região. Prefeitura de Pouso Alegre quer construir uma ponte estaiada Luciano Calafiori/G1 Para realizar as obras, a prefeitura quer buscar um financiamento junto ao Ministério das Cidades, por meio do programa Pró-transportes, que destina recursos do FGTS para obras de mobilidade urbana. Os juros são de 9% ao ano, com prazo de até 240 meses para o pagamento. O vice-prefeito Igor Tavares (PSD) garante que o município tem condições de quitar o empréstimo. "Hoje todas as dívidas que o município tem com o saldo em caixa a gente consegue pagar, isso permite que a gente consiga fazer uma operação de crédito junto à Caixa e ao governo federal e fazer o pagamento com tranquilidade", afirmou. O empréstimo depende de aprovação da Câmara. O projeto está em fase de parecer jurídico e de comissões internas e não tem prazo para ser votado. Segundo o engenheiro civil Valdemar Pinheiro, a principal desvantagem de uma ponte estaiada é o alto custo, já que a grande quantidade de aço utilizada nos cabos e a necessidade de profissionais especializados na montagem tornam a estrutura mais cara, em torno de R$ 50 milhões. “O custo é bem elevado em relação à construção convencional, porque demanda materiais tecnológicos, mão de obra qualificada. Precisa fazer um planejamento para que os materiais estejam na hora certa, tem que estar tudo funcionando para dar tudo certo", afirmou. De acordo com o vice-prefeito, a obra vai melhorar a qualidade de vida e dar orgulho à população. "Sem abandonar o aspecto de utilidade da obra, a gente também pensou naquela de vai integrar o melhor visual para a gente olhar e ter orgulho da nossa cidade", afirmou. Para os moradores da cidade, obras para melhorar a avenida são necessárias, mas é preciso administrar bem os gastos. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

Palavras-chave: câmara municipal

Leis para conceder zoológico e gestão de cemitérios à iniciativa privada entram em vigor em Piracicaba

Publicado em: 05/12/2025 07:12

Visitantes no zoológico de Piracicaba (SP) Yasmin Moscoski/g1 A Prefeitura de Piracicaba (SP) colocou em vigor três leis que preveem a concessão do zoológico municipal, Paraíso das Crianças e gestão de cemitérios à iniciativa privada. Os projetos foram aprovados no último dia 27 de novembro. As leis foram sancionadas na edição desta quinta-feira (3) do Diário Oficial do Município. Para que as concessões sejam efetivadas, a prefeitura ainda precisa realizar licitações para definir as concessionárias. No caso da concessão do Zoológico Municipal e do Paraíso das Crianças, a lei prevê que ela seja por um prazo de 25 anos, com possibilidade de prorrogação por mais 10 anos. A justificativa da prefeitura é atrair investimentos para esses espaços, a fim de fortalecer o turismo e valorizar as áreas públicas. "Ressalta-se que há décadas o Zoológico Municipal não recebe investimentos, encontrando-se em situação deplorável, não obstante o alto custo de sua manutenção", afirma a administração municipal. LEIA TAMBÉM: MP contesta edital de estudo para concessão do zoológico e aponta risco a conservação de espécies Zoológico de Piracicaba segue com recintos inadequados e com problemas de biossegurança, diz MP ARQUIVO: reportagem da EPTV de agosto de 2025 mostra que Prefeitura de Piracicaba atrasou em 2 anos e meio melhorias no zoológico da cidade Antes da votação na Câmara Municipal, houve debate no plenário com participação de vereadores e representantes da sociedade civil. O representante da Associação dos Amigos da Cidadania e do Meio Ambiente de Piracicaba (Ampira), João Paulo Ariozo, falou na tribuna da Câmara para solicitar a participação popular, por meio de uma audiência pública, para a discussão do projeto. "Há escassez de espaços para o público infantil na cidade. Estamos falando de abrir mão por 35 anos de concessão. Fiz a solicitação de, pelo menos, uma audiência pública. O espaço merece uma atenção", ressaltou. Segundo a proposta, o Executivo estabelece que alunos matriculados na rede pública municipal terão acesso gratuito aos dois espaços em dias de semana, para visitas pedagógicas guiadas. Instituições sem fins lucrativos sediadas em Piracicaba também terão direito a ingressos gratuitos para visitas durante a semana. Privatização do Zoológico de Piracicaba e Parque das Crianças Cemitérios e serviços funerários Outra lei sancionada trata da concessão dos serviços cemiteriais e funerários à iniciativa privada, sob a justificativa de reduzir custos aos cofres municipais e melhorar a qualidade dos serviços. O prazo é de 25 anos, prorrogável por mais 10, e os serviços serão remunerados por meio de tarifas. 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram No caso dos serviços funerários, a empresa contratada deverá oferecer confecção, comércio, transporte e preparação de urnas mortuárias; traslado e preparação de corpos; além de organização de velórios e locação de acessórios. Privatização dos cemitérios e serviços funerários Os serviços cemiteriais incluem a outorga de concessões e permissões de terrenos nos cemitérios municipais para construção de jazigos e sepulturas; destinação e ocupação de jazigos abandonados; transferência de restos mortais para ossuários; e gestão das áreas. A concessionária também será responsável por melhorias, manutenção, conservação e limpeza dos cemitérios, velórios e instalações, além do pagamento das contas de água e energia elétrica. Está previsto o fornecimento gratuito de urnas funerárias, espaço para velório e serviços cemiteriais para o sepultamento de pessoas carentes e indigentes. Cemitério da Saudade em Piracicaba Divulgação/Prefeitura de Piracicaba VÍDEOS: saiba tudo sobre Piracicaba e Região " Veja mais notícias da região no g1 Piracicaba

Palavras-chave: câmara municipal

Prefeitura em Goiás abre concurso com mais de 80 vagas e salários de até R$ 3,4 mil; veja como se inscrever

Publicado em: 05/12/2025 05:05

Aragarças, em Goiás Reprodução / Câmara Municipal de Aragarças A Prefeitura de Aragarças, na região oeste de Goiás, abriu inscrições para concurso público com 82 vagas imediatas para cargos de níveis fundamental, médio e superior. Os salários variam entre R$ 1,5 mil e R$ 3,4 mil, conforme a função (veja as vagas abaixo). ✅ Clique aqui e siga o perfil do g1 Goiás no WhatsApp A organização do certame é feita pelo instituto de consultoria e concurso (Itame) que também é responsável pelas inscrições e aplicação das provas. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Como se increver As inscrições já estão abertas e seguem até 21 de janeiro de 2026, exclusivamente pelo site da banca organizadora. A taxa de inscrições vária entre R$ 30 e R$ 50 dependendo do nível de escolaridade da prova. O pagamento deve ser realizado até 22 de janeiro de 2026. Clique aqui para acessar o edital completo Acesse o link de inscrições (clique aqui) LEIA TAMBÉM: Concurso da Assembleia Legislativa de Goiás com salário de até R$ 10 mil abre inscrições Prefeitura de Santa Tereza de Goiás anuncia concurso com mais de 150 vagas e salário de até R$ 4,4 mil Prefeitura lança concurso com 260 vagas e salários de até R$ 9,5 mil, em Goiás De acordo com o edital, as provas objetivas estão marcadas para serem aplicadas no dia 9 de fevereiro de 2026, em Aragarças. A duração será de três horas, com questões de múltipla escolha sobre disciplinas básicas e específicas conforme o cargo. O edital também prevê etapas adicionais para algumas funções. Cargos, vagas e salários Auxiliar administrativo – 5 vagas – R$ 1.518,00 Auxiliar de serviços gerais – 6 vagas – R$ 1.518,00 Guarda (vigilante) – 5 vagas – R$ 1.518,00 Mecânico – 1 vaga – R$ 2.095,40 Motorista – 3 vagas – R$ 1.518,00 Motorista de ambulância – 2 vagas – R$ 1.800,00 Operador de equipamentos pesados – 1 vaga – R$ 2.095,40 Pedreiro – 2 vagas – R$ 1.600,00 Ensino médio/técnico Auxiliar de farmácia – 1 vaga – R$ 1.571,55 Auxiliar de laboratório – 1 vaga – R$ 1.571,55 Auxiliar de saúde bucal – 7 vagas – R$ 1.518,00 Fiscal de meio ambiente – 1 vaga – R$ 2.300,00 Fiscal de obras e posturas – 1 vaga – R$ 2.300,00 Fiscal de tributos – 1 vaga – R$ 2.300,00 Monitor de creche – 5 vagas – R$ 1.518,00 Técnico de enfermagem – 5 vagas – R$ 1.620,00 Técnico de laboratório e análises clínicas – 1 vaga – R$ 1.571,55 Técnico em radiologia – 2 vagas – R$ 2.000,00 Guarda civil municipal – 11 vagas – R$ 2.198,52 Ensino superior Controlador interno – 1 vaga – R$ 3.143,10 Enfermeiro – 5 vagas – R$ 3.000,00 Farmacêutico – 1 vaga – R$ 3.143,10 Fisioterapeuta – 1 vaga – R$ 2.619,25 Fonoaudiólogo – 2 vagas – R$ 2.800,00 Médico veterinário – 1 vaga – R$ 3.143,10 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.

Palavras-chave: câmara municipal

VÍDEO: Vereador denuncia ao vivo ter recebido R$ 100 mil para vender voto em eleição de câmara em MG

Publicado em: 05/12/2025 05:03

Vereador mostra R$ 100 mil que teria recebido para vender voto em Mercês Uma denúncia de compra de voto feita ao vivo (vídeo acima) no plenário da Câmara Municipal de Mercês, na Zona da Mata mineira, deu origem a um inquérito na Polícia Civil e na Promotoria de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Durante votação que definiu a nova Mesa Diretora da Casa para 2026, o vereador Marcelio Estevam Teixeira, conhecido como Marcelo Moto Som (Mobiliza), disse que recebeu R$ 100 mil de um empresário e dono de posto de combustível da cidade para votar no vereador indicado por ele, o candidato José Ivanio de Oliveira (PSD). Leia os detalhes do boletim de ocorrência mais abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp A gravação oficial da Câmara, disponível em uma rede social, mostra o momento em que ele tira de uma bolsa uma grande quantia em dinheiro, que teria recebido para direcionar o voto na sessão de terça-feira (2). A Polícia Militar foi acionada para apreender o dinheiro, e um inquérito aberto pelo delegado Arthur Simões, da Polícia Civil de Mercês, vai apurar o caso. O Ministério Público determinou o envio de ofício à autoridade policial requisitando abertura do inquérito para investigação do eventual crime de corrupção. Ao g1, Leury Oliveira, advogada que faz a defesa de Marcelio, disse que o caso foi registrado na PM para devida investigação. A reportagem também fez contato com o empresário apontado como o autor do pedido de compra de voto, Calixto Domingos Neto. A ligação foi atendida por outra pessoa, e a informação é de que ele não se pronunciará. Dinheiro supostamente recebido por vereador em Mercês foi apreendido pela PM Polícia Militar/Divulgação Presidente eleito também deve ser o prefeito interino A votação na Câmara Municipal de Mercês teve grande importância política, uma vez que o novo presidente da Casa também deverá assumir interinamente o cargo de prefeito, já que Donizete Calixto (Mobiliza) não pôde tomar posse. Nas eleições municipais de 2024, ele concorreu com candidatura indeferida, mas com recurso pendente, e o caso continua em tramitação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Entenda mais abaixo. Presidente da Câmara acionou a Polícia Militar Conforme o Registro de Evento de Defesa Social (Reds) da Polícia Militar, a corporação foi acionada por Rosimeire das Merces Costa (Avante), atual presidente da Câmara. Segundo o vereador Marcelio, horas antes da votação, ele teria recebido R$ 100 mil - R$ 50 mil em espécie e R$ 50 mil em cheque - do empresário Calixto Domingos Neto para votar no candidato da sua preferência para presidente. Calixto Domingos Neto é irmão do prefeito eleito e impedido de tomar posse e teria permanecido na Câmara durante a votação, mas saído logo após a denúncia. Vereador denunciou ter recebido dinheiro para direcionar voto na eleição para Presidência da Câmara em Mercês Reprodução Ainda de acordo com o registro, o vereador disse que há aproximadamente dois meses vinha “sendo procurado e assediado” pelo empresário e outras pessoas para que direcionasse o voto na eleição da mesa diretora. Ele disse ter vídeos e áudios comprovando a entrega do dinheiro. O objetivo seria “beneficiar determinados indivíduos para eventual assunção da Prefeitura Municipal, na hipótese de o prefeito eleito não reverter sua situação jurídica, fazendo com que o presidente da Câmara eleito pudesse assumir o cargo de prefeito interino”, segundo relatou à PM. O vereador denunciante mencionou também que esse grupo demonstrava insatisfação com a atual gestão do prefeito interino. O empresário que teria oferecido os valores é proprietário do posto de combustíveis responsável pelo fornecimento de combustível para a Prefeitura tanto na administração passada quanto na atual, conforme o BO. Resultado da votação Mesmo com a denúncia, a votação da Mesa Diretora aconteceu, sendo eleitos José Elizio Ribeiro Coelho (PSD) para presidente da Câmara e Marcelio, que fez a denúncia, para vice-presidente. Eles vão assumir a Mesa Diretora em 1º de janeiro de 2026. Caso a pendência judicial envolvendo o prefeito eleito não seja resolvida, José Elizio será nomeado interinamente prefeito, e Marcelio será o presidente da Câmara. Processo paralisado no TSE No fim de novembro, o processo do prefeito Donizete Calixto seria julgado na sessão do TSE, mas houve um pedido de vista pelo ministro André Mendonça, que pediu mais tempo para analisar o caso. Conforme a defesa do prefeito, o julgamento só deverá ser retomado no próximo ano. Procurado, o TSE informou que não se pronuncia sobre casos em análise pela Corte. ASSISTA: Confira o voto completo de vereador que alegou ter recebido R$ 100 mil para direcionar voto na Câmara Municipal de Mercês Vereador denuncia compra de voto para eleição de presidente da Câmara em Mercês LEIA TAMBÉM: Prefeito e vice têm mandatos cassados em Chácara após festa com 'fogos e pompa' antes da eleição; decisão cabe recurso Prefeito que mandou embora quase 30 servidores após perder eleição pagará multa e ficará inelegível por 8 anos VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

Palavras-chave: câmara municipal

Motos por app em SP: vereadores aprovam em 1ª votação projeto que prevê multa de R$ 1,5 milhão e veta uso no Centro Expandido

Publicado em: 04/12/2025 23:52

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), pretende publicar decreto de regulamentação das motos por aplicativo até 8 de dezembro. Montagem/g1/Bruno Peres/Agência Brasil e Secom/PMSP A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta quinta-feira (4) o projeto de lei que regulamenta o serviço de moto por aplicativo na capital. Foram 29 votos favoráveis e 9 contra. As discussões começaram durante a tarde e se estenderam até 23h30. A segunda votação está prevista para a segunda-feira (8). Em conversa com a imprensa na semana passada, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) adiantou que estava preparando o texto (veja detalhes abaixo). A ideia era que as regras fossem mais restritivas do que o esperado pelas empresas do setor. O prefeito havia pedido a suspensão do prazo (que termina em 10 de dezembro) para a atividade ser regulamentada, mas o presidente do Tribunal de Justiça negou a solicitação. A decisão favorece as empresas 99 e Uber, que anunciaram que devem retomar os serviços de moto por aplicativo na cidade em 11 de dezembro. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A proposta, elaborada pela Subcomissão do Serviço de Transporte Individual de Passageiros por Motocicleta da Câmara, chega ao plenário após muita discussão e batalhas judiciais envolvendo prefeitura, empresas e associações de classe do setor. O texto define como deve funcionar o serviço, detalha regras para condutores e empresas e estabelece multas que variam de R$ 4 mil a R$ 1,5 milhão caso os aplicativos descumpram a lei. Os principais pontos do projeto: Credenciamento obrigatório das empresas O texto determina que o uso intensivo das motos para prestação de serviço dependerá de credenciamento prévio da empresa, com validade de um ano; A empresa deverá contratar seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros (APP); Também será necessário apresentar um plano inicial para a instalação de pontos de descanso e estacionamento; O Poder Executivo terá 60 dias para analisar o pedido e poderá solicitar documentos adicionais. Cadastro dos condutores Para trabalhar no transporte de passageiros, o motociclista precisará ter idade mínima de 21 anos; CNH A ou AB há pelo menos 2 anos, com anotação de Exercício de Atividade Remunerada (EAR); Deverá disponibilizar capacete em bom estado e touca descartável ao passageiro; Obrigatoriedade de se manter como contribuinte do INSS; Conclusão de curso especializado, inexistência de infração gravíssima nos últimos 12 meses; Ausência de condenação por crimes contra a mulher, contra a dignidade sexual e outros; Exame toxicológico com janela mínima de 90 dias; O cadastro será gratuito e deverá ser concluído antes do registro do condutor na plataforma. Como devem ser as motos Toda motocicleta usada no serviço deverá ter Certificado de Segurança Veicular (CSV); Ano de fabricação não superior a 8 anos; Registro na categoria “aluguel”, o que obriga o uso de placa vermelha; Alças na traseira e na lateral para apoio do passageiro; Dispositivo de proteção para pernas e motor e antena "corta-pipa". Deveres das plataformas As empresas deverão oferecer viagens somente com motociclistas cadastrados e veículos certificados; Disponibilizar à prefeitura os dados necessários para fiscalização; Exibir no aplicativo a identificação do condutor e o certificado da moto; Permitir vinculação de apenas um veículo por condutor; Manter limitador de velocidade no aplicativo; Manter vigente o seguro APP. Elas também terão de compartilhar dados detalhados das viagens com a Prefeitura de São Paulo, como origem, destino, trajeto, tempo de espera, avaliação, identificação do veículo, registros de sinistros e dados de telemetria sobre comportamentos de risco. Áreas com circulação proibida O projeto proíbe a circulação de motos usadas para transporte de passageiros em: Corredores e faixas exclusivas de ônibus; Durante eventos adversos, como chuva intensa, vendaval, enchentes e baixa visibilidade; Em vias de trânsito rápido; No minianel viário (região do Centro expandido); E na Zona de Máxima Restrição de Circulação (ZMRC) de caminhões. O Executivo poderá ainda definir perímetros específicos para operação e delimitar pontos de embarque e desembarque em terminais e estações de transporte público. Multas de até R$ 1,5 milhão As penalidades previstas incluem advertência, multa, suspensão e cassação de cadastro ou credenciamento. Para as empresas, as multas variam de R$ 4 mil a R$ 1,5 milhão, podendo ser cobradas por dia caso a infração persista. Os valores serão reajustados anualmente com base no IPCA. Anúncio de retomada em 11 de dezembro No final do mês passado, as plataformas 99 e Uber anunciaram que vão retomar o serviço de moto por aplicativo na cidade de São Paulo a partir do próximo dia 11 de dezembro. Na véspera, dia 10, vence o prazo dado pela Justiça de São Paulo para que Nunes regulamente as regras do serviço na capital paulista. Procurada, a Prefeitura de SP disse que é "rigorosamente contrária ao serviço de mototáxis na cidade. Trata-se de um transporte não regulamentado, perigoso e que tem registrado acidentes e mortes de inúmeros passageiros" e que "as áreas jurídicas e técnicas da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) avaliam o assunto". O anúncio da retomada dos serviços foi feito em conjunto pelas duas empresas e acontece após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou inconstitucional a lei estadual que dava aos municípios poder para autorizar ou proibir o serviço. Segundo as empresas, o modelo já é aplicado no Rio de Janeiro em parceria com o poder público e pode subsidiar a futura regulamentação municipal. 99 e Uber anunciam retomada do serviço de moto por aplicativo na cidade de SP a partir de 11 de dezembro Rodrigo Rodrigues/g1

Palavras-chave: câmara municipal

LOA 2026: Câmara de Petrolina aprova orçamento de R$ 2,3 bilhões; veja como fica a previsão de gastos

Publicado em: 04/12/2025 21:25

Câmara de Vereadores de Petrolina aprova Lei Orçamentária Anual Nesta quinta-feira (4), os vereadores da Câmara Municipal de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, votaram o Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) do município para 2026. Em sessão realizada na sede da Casa Vereador Plínio Amorim, o orçamento foi aprovada por 21 votos em 1ª votação e 2ª votação, com um valor de mais de R$ 2 bilhões (R$ 2.386.690.222,00). De autoria do Poder Executivo, a Lei 046/2025 define quanto e onde será gasto o dinheiro público municipal no período de um ano, com base no valor total arrecadado pelos impostos. Em 2024, o orçamento previsto pela LOA para o ano de 2025 foi de R$ 2.007.794.775,00. Com isso, a LOA de 2026 prevê R$ 378,8 milhões a mais em receitas, o que representa um aumento de 18,86%. 📱:Baixe o app do g1 para ver notícias de Petrolina e Região em tempo real e de graça Prefeitura de Petrolina anuncia pacote de R$ 170 milhões para obras de saúde, infraestrutura e mobilidade Lei Orçamentária Anual do município de Petrolina tem orçamento aprovado no valor de R$ 1,7 bilhões Pablo Luan / TV Grande Rio Veja abaixo como está prevista a distribuição de gastos: Despesas por função para o ano de 2024 Durante a sessão, também foi feita a revisão do plano plurianual, que reúne os objetivos e metas dos próximos 4 anos para o município. O projeto também foi aprovado em 1ª votação e em 2ª votação por 21 votos e apresenta um valor de mais de R$ 10 bilhões. Confira abaixo: Resumo dos Valores Previstos na Despesa PPA Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

Palavras-chave: câmara municipal

Pais de Benício cobram na Câmara de Manaus ações para evitar novas mortes por erro médico

Publicado em: 04/12/2025 20:17

CMM recebe família de criança vítima de erro médico e reafirma compromisso com a busca por justiça. Divulgação/CMM Os pais de Benício Xavier, de 6 anos, que morreu após receber uma dosagem incorreta de adrenalina durante atendimento em um hospital particular de Manaus, usaram a tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM) na quarta-feira (3) para cobrar mudanças que evitem novas mortes causadas por falhas médicas. A ida do casal Joyce e Bruno Freitas ao plenário ocorreu após solicitação do vereador João Paulo Janjão (Agir), aprovada pelos parlamentares e pela Mesa Diretora. Visivelmente emocionados, eles relataram o atendimento que resultou na morte do menino e pediram apoio dos vereadores na busca por justiça e por melhorias no sistema de saúde. “Nenhuma mãe leva seu filho ao hospital para morrer; nenhum pai entrega seu filho a profissionais esperando que ele volte morto. Senhores vereadores, criem mecanismos, aperfeiçoem protocolos, organizem sistemas. O que nós queremos é garantir que nenhuma criança seja vítima de um erro tão básico e devastador”, disse o pai, Bruno Freitas. LEIA TAMBÉM: Caso Benício: técnica de enfermagem é suspensa de forma cautelar pelo Coren-AM Polícia investiga se erro durante intubação contribuiu para a morte Médica e técnica de enfermagem ficam frente a frente em acareação nesta quinta Reações na CMM Após o pronunciamento, vereadores demonstraram solidariedade à família. O vereador Professor Samuel (PSD) afirmou que a tragédia sensibilizou toda a cidade e se colocou à disposição para ajudar. Sérgio Baré (PRD) também lamentou a perda e disse que o momento exige união em torno da busca por justiça. Investigação Caso Benício: Médica e técnica de enfermagem ficam frente a grente para depoimento No dia 26 de novembro, o Conselho Regional de Medicina do Amazonas (CREMAM) informou que instaurou processo ético, em caráter sigiloso, para apurar a conduta da médica Juliana Brasil Santos. O Hospital Santa Júlia também disse que afastou, além da médica, a técnica de enfermagem, No relatório do hospital enviado à Polícia Civil, ao qual a Rede Amazônica teve acesso com exclusividade, Juliana reconhece que errou ao prescrever adrenalina na veia de Benício Xavier. No documento enviado, a médica narra que comentou com a mãe da criança que a medicação deveria ser administrada por via oral. Ela afirmou também ter se surpreendido por a equipe de enfermagem não questionar a prescrição. Já a técnica de enfermagem Raiza Bentes, que atendeu a criança, disse que apenas seguiu a prescrição médica ao aplicar a dose de adrenalina. Segundo o delegado Marcelo Martins, o caso é investigado como homicídio doloso qualificado. A investigação, que já colheu depoimentos e analisou prontuários, avalia a possibilidade de que o episódio seja tratado como homicídio doloso qualificado pela crueldade. Apesar do pedido de prisão preventiva da médica pelo delegado, a Justiça negou por entender que não há, até o momento, "fundamentos suficientes" para manter a prisão. A profissional segue respondendo o processo em liberdade. Infográfico - Caso Benício Arte g1

Palavras-chave: câmara municipal

MPF pede suspensão de leis que permitem construções na Via Costeira

Publicado em: 04/12/2025 15:51

Via Costeira, em Natal Sandro Menezes O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública buscando a suspensão e a posterior anulação das leis que reduziram a proteção das áreas de preservação existentes na Via Costeira, em Natal. A lei que permite construções na Via Costeira e em outras quatro áreas de interesse turístico e paisagístico (AEITPs) foi sancionada pela prefeitura de Natal em dezembro do ano passado. Em outubro deste ano, a prefeitura publicou regras para as construções na área. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Antes dessa ação do MPF, o Ministério Público Estadual também havia ingressado com uma ação pedindo a nulidade da lei que dispõe sobre o uso e ocupação do solo nas AEITPs. Segundo Ministério Público Federal, a ação visa garantir a proteção das áreas de preservação permanente da Via Costeira de Natal e de todo o ecossistema associado à região. Segundo o órgão, a redução as lei reduziram irregularmente a proteção das áreas de preservação. "O objetivo central é impedir que mudanças recentes nas leis e normas municipais e estaduais abram caminho para a ocupação desordenada, colocando em risco a integridade ambiental desse importante trecho da capital potiguar, e exigir a elaboração e a execução de um Plano de Proteção e Gestão Ambiental da Via Costeira de Natal", informou o MPF. A ação foi movida contra: o município de Natal; a Câmara Municipal de Natal; a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte; e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema/RN). Na Justiça, o MPF questiona legislações de âmbito municipal e estadual que contrariam a legislação federal (como o Código Florestal e a Lei da Mata Atlântica), além de licenças concedidas sem o devido respaldo ambiental e legal. Para os procuradores da República Camões Boaventura e Victor Mariz, autores da ação, qualquer intervenção na Via Costeira deve ser analisada de forma cautelosa e sob os diversos aspectos, como ecológicos, sociais, culturais e econômicos. 🔎 A Via Costeira abrange mais de 1,3 milhão de metros quadrados, com aproximadamente 9 km de extensão entre as praias de Ponta Negra e Areia Preta. Essa área é hoje ocupada parcialmente por hotéis e empreendimentos de turismo, porém ainda possui diversos terrenos sem construções. Prefeitura publica regras para construções na Via Costeira, mas MPRN pede suspensão da lei O que é pedido na ação Na ação civil pública, o MPF busca a suspensão imediata da íntegra ou de trechos das leis e da instrução normativa, por meio de decisão liminar. Também solicita que a Justiça: suspenda as licenças concedidas para a região pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) ou Idema após a entrada em vigor do novo Plano Diretor (7 de março de 2022), com exceção das que comprovem se enquadrar nas regras do Código Florestal; seja proibida a emissão de novas licenças ou alvarás de construção que violem as regras das áreas de preservação ambiental; e que os dois órgãos ambientais promovam a devida fiscalização da área. Ao final do processo, o MPF pede a nulidade das normas e que os réus sejam obrigados a disciplinar o uso e a ocupação do solo. Uma das cobranças do órgão é a formulação de um Plano de Proteção e Gestão Ambiental da Via Costeira de Natal, que deve abranger: medidas de proteção e de recuperação das áreas de preservação permanente; adaptação e mitigação dos efeitos da erosão; que tenha participação social e consulta a especialistas em sua elaboração. “Frustradas as diversas tentativas de solução extrajudicial - que envolveu a realização de reuniões, estudos, recomendações, audiência pública e diversas comunicações -, não restou alternativa ao Ministério Público Federal senão a propositura da presente ação judicial, a fim de evitar a perpetuação e a intensificação de danos irreversíveis ao patrimônio público e ambiental, bem como proteger o direito das presentes e futuras gerações a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, nos termos da Constituição Federal”, relataram os membros do MPF. Ilegalidades Para o MPF, os atos normativos aprovados nos últimos anos legislam sobre temas que não são de competência municipal ou estadual, contrariaram legislações federais já estabelecidas e tramitaram sem respeitar exigências legais. Entre as normas contestadas estão a íntegra ou trechos do Plano Diretor de Natal e que alterou as regras para construções nas chamadas AEITP, nas quais se insere a Via Costeira de Natal. A nova regra permite intervenções em terrenos atualmente vazios, localizados em áreas de preservação permanente e que, segundo o MPF, deveriam permanecer "não edificáveis" pela importância ecológica. Riscos De acordo com o MPF, estudos técnicos, incluindo laudos produzidos por especialistas do MPF e por peritos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), atestam que a Via Costeira é formada por áreas de preservação permanente, compostas predominantemente por ecossistemas de restingas e dunas. Essas formações contribuem no: controle da erosão, atuando como barreiras naturais e reservatórios de sedimentos, protegendo a costa; permitem a infiltração eficiente da água da chuva, recarregando os aquíferos subterrâneos; e, especificamente a restinga, é um importante berçário de espécies marinhas e costeiras, favorecendo a diversidade da fauna e da flora. Os estudos apontam que a ocupação intensiva, segundo o MPF, pode ampliar os processos erosivos, com o risco de danos irreversíveis e inestimáveis. "O cenário é reforçado pela situação da vizinha praia de Ponta Negra, que pertence à mesma enseada da qual faz parte a Via Costeira, e onde a erosão já demandou a implantação de um aterro hidráulico ('engorda’), a um custo superior a R$ 110 milhões", informou o MPF. De acordo com o MPF, dados registrados no Estudo de Impacto Ambiental (EIA/Rima) desse aterro hidráulico indicam que a erosão avança exatamente em direção à Via Costeira. Outro ponto relevante diz respeito aos possíveis efeitos negativos relacionados ao Parque das Dunas, localizado vizinho à área, que é a maior reserva de mata atlântica sobre dunas do Brasil e segundo maior parque urbano do país. Cenário crítico O MPF apontou também que a intensificação dos eventos climáticos extremos e o aumento do nível do mar, amplamente documentados por estudos científicos, devem ser considerados na legislação que define os parâmetros de uso e ocupação do solo na Via Costeira. “É fundamental priorizar a adaptação, mitigação e reversão das atividades impactantes, em vez de acelerar o uso desses espaços de maneira incompatível com os parâmetros constitucionais e legais, agravando o já crítico cenário atual”, diz trecho da ação. A análise pericial aponta que a Via Costeira – além das infraestruturas que já existem em sua área – faz fronteira com os bairros de Areia Preta e Praia do Meio, o que aumenta as preocupações com riscos de desastres e segurança populacional, já que os territórios são especialmente suscetíveis aos processos erosivos e de movimento de massa. Na ação, o órgão ressalta ainda a urgência da suspensão das leis, diante da possibilidade concreta de prejuízos difíceis ou mesmo impossíveis de reparar ao meio ambiente, à biodiversidade e à segurança da população. Além do risco de desastres ambientais a partir das modificações produzidas na área, o MPF aponta que já se identifica a grande pressão imobiliária sobre a Via Costeira. "Eventual demora na solução do caso pode causar prejuízo ao patrimônio público pelo elevado custo da reparação de danos ambientais e estruturais complexos e pelo desvio de recursos que poderiam ser aplicados em medidas preventivas", citou o MPF. O MPF indica também que o interesse público será onerado duplamente, já que as áreas desocupadas, que hoje funcionam ajudando a conter os danos decorrentes do avanço do mar, receberão edificações que atenderão a interesses estritamente privados, deixando de cumprir esse papel protetor. P "Por consequência, para que as construções particulares não sucumbam ao avanço do mar, serão necessários novos gastos de recursos públicos - em obras de contenção ou mesmo mais uma engorda", citou o MPF. Histórico A apuração do MPF foi iniciada a partir de representação encaminhada por mais de 20 organizações da sociedade civil, entre elas o Fórum Direito à Cidade, vinculado ao Departamento de Arquitetura e Urbanismo e ao Instituto de Políticas Públicas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o Coletivo Salve Natal e o Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU). Em setembro de 2024, o MPF e o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) expediram uma recomendação conjunta para suspensão de novas autorizações ou licenças de construção até a conclusão de diagnósticos técnicos e ambientais na Via Costeira. No entanto, os gestores não acataram os pedidos. "Pelo contrário, a prefeitura do Natal publicou, em outubro deste ano, a instrução normativa que flexibiliza ainda mais as regras de licenciamento para empreendimentos na região - seja de uso residencial ou comercial - e relativiza até mesmo o dever de garantir acesso público à praia, violando o interesse da população", citou o MPF. Em junho deste ano, o MPF e o MPRN realizaram uma audiência sobre o caso com ampla participação popular. A manifestação dos cidadãos foi no sentido de que a Via Costeira deve ser destinada ao interesse da coletividade, com prioridade para esporte, lazer, contemplação, preservação paisagística e ambiental, e não para novos grandes empreendimentos privados. A vista daquela área para o Morro do Careca, inclusive, foi lembrada como um símbolo essencial da identidade natalense. Vídeos mais assistidos do g1 RN

Palavras-chave: câmara municipal

Câmara propõe projeto para aumento de 150% no salário dos vereadores em Araçatuba

Publicado em: 04/12/2025 15:36

Câmara Municipal de Araçatuba (SP) Reprodução/TV TEM A Câmara vai encaminhar para as comissões de Justiça e Finanças nesta quinta-feira (4) o projeto que aumenta o salário dos vereadores para R$ 16,5 mil em Araçatuba (SP). O valor atual do subsídio é de R$ 6,5 mil, ou seja, o projeto propõe um aumento de 153%. A proposta foi lida na sessão de quarta-feira (3) e terá validade para a próxima legislatura, de 2029 a 2032. O projeto é assinado pela presidente da Casa, a vereadora Edna Flor (Podemos), e pelo primeiro secretário Ícaro Morales (Cidadania). 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Segundo a direção da Câmara, entre as justificativas apresentadas estão o artigo da Constituição que estabelece que, em cidades entre 100 mil e 300 mil habitantes, o subsídio dos vereadores deve corresponder a 50% do subsídio dos deputados. Além disso, o documento alega que, desde 2006, não foram computados reajustes dos valores pagos aos parlamentares. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Veja mais notícias da região em g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

Palavras-chave: câmara municipal

Servidores do estado, prefeituras e câmaras no ES terão abono de até R$ 6 mil; veja as cidades e valores

Publicado em: 04/12/2025 14:43

Abono salarial Marcello Casal Jr./Agência Brasil Final de ano chegando e várias prefeituras, câmaras municipais, governo do estado e outras autarquias no Espírito Santo anunciaram que vão dar abono para servidores em valores que chegam a R$ 6 mil. Na maioria, os pagamentos serão feitos neste mês. No estado, a Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) aprovou projetos de lei do governo que autorizam o pagamento de um abono no valor de R$ 1.200 na folha de dezembro para milhares de servidores ativos, inativos e pensionistas de seis instituições. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Serão contemplados servidores do governo do estado, Tribunal de Justiça (TJES), Ministério Público Estadual (MPES), da Defensoria Pública (DPES), do Tribunal de Contas (TCES) e da própria Assembleia Legislativa. Para servidores da Secretaria de Estado da Educação (Sedu), o projeto de lei que concede abono extraordinário de R$ 2.500. Prefeituras Em Vitória, cerca de 17 mil servidores públicos da prefeitura, entre ativos e inativos, vão receber, no próximo dia 22 de dezembro, um abono de R$ 2 mil. O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (4). Segundo a administração da Capital, a medida deve movimentar R$ 34 milhões. "[Essa] é uma forma de reconhecer o trabalho e a dedicação de todas as equipes da administração municipal", disse a prefeitura. Em Linhares, a prefeitura afirmou que aposentados e pensionistas vão receber um abono de R$ 1 mil no salário de dezembro, enquanto os servidores da ativa, entre os quais professores, contratados e comissionados, vão ganhar R$ 1.280. Prefeitura de Linhares, Norte do Espírito Santo Divulgação Para esse segundo grupo, o abono será pago em duas parcelas de R$ 640, junto ao tíquete-alimentação de dezembro e janeiro. A administração municipal destaca que o pagamento do abono representa um incremento de R$ 12 milhões na economia de Linhares no fim deste ano. LEIA TAMBÉM: VÍDEO: raio mata 29 bois durante temporal no ES TRISTEZA: adolescente que morreu em acidente de bike elétrica comprou veículo 15 dias antes DE GRAÇA: programa abre mil vagas em bolsas de graduação em faculdades privadas; veja cursos e como se inscrever Em Vargem Alta, a cidade divulgou um abono de R$ 1,8 mil para todos os servidores do município. Na publicação, a administração ressalta que "a iniciativa reconhece o empenho, a dedicação e o trabalho diário de cada servidor que contribui para o desenvolvimento do município." A Câmara de Vereadores de Presidente Kennedy, no Sul do Espírito Santo, aprovou abono natalino de até R$ 6 mil para os servidores do Legislativo municipal. Já para quem começou a ser servidor da Câmara em julho deste ano, o valor do abono foi fixado em R$ 3 mil. O valor do salário dos servidores da Câmara de Presidente Kennedy varia de R$ 1.630,67 (assistente legislativo) a R$ 10.296,26 (procurador-geral). Além dos vencimentos, eles ainda têm direito a tíquete-alimentação de R$ 1.400,00. Já a Câmara Municipal de Cachoeiro de Itapemirim vai pagar, em dezembro, um abono de fim de ano no valor de R$ 6 mil aos servidores efetivos e comissionados. O montante repete o valor concedido no ano passado. Vereadores e estagiários não serão contemplados com a medida. Vereadores de Presidente Kennedy votam a favor de abono natalino de até R$ 6 mil Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo

Palavras-chave: câmara municipal