Arquivo de Notícias Resultados para: "câmara municipal"

Vereador recorre de condenação por homofobia e defesa diz que sentença copiou trechos do caso Nikolas Ferreira

Publicado em: 27/08/2025 15:19

Vereador evangélico abandona plenário após se recusar a ler projeto de lei LGBTQIA+ A defesa de Eduardo Pereira (PSD), vereador evangélico que se recusou a ler a apresentação de um projeto de lei voltado ao público LGBTQIA+ durante uma sessão na Câmara de Bertioga (SP), recorreu da condenação por homofobia. Na apelação, o advogado Victor Rufino afirmou que a sentença ignorou as particularidades do caso e se baseou em trechos de uma decisão contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL). Rufino apontou que a juíza Jade Marguti Cidade utilizou fundamentos da decisão contra Nikolas, que em 2023, no Dia Internacional da Mulher, usou uma peruca loira durante discurso na Câmara e foi condenado por discurso de ódio e transfobia ao pagamento de R$ 200 mil por danos morais coletivos. O caso envolvendo Eduardo Pereira ocorreu em 21 de maio de 2024, após o presidente da Câmara indicar que o vereador fizesse a leitura do projeto, de autoria da vereadora Renata da Silva Barreiro (PSDB). A denúncia de homofobia foi apresentada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP), e acolhida pela Justiça. Conforme a decisão judicial, o parlamentar foi condenado a 2 anos e 3 meses de prisão, em regime aberto, e a pagar de R$ 25 mil por danos morais. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Confira o momento em que o parlamentar se negou a fazer a leitura da proposta: "Ah, não Renata, vou sair fora". "Tá louco? Não faz isso comigo. [...] dar um projeto LGBT para mim?" "Não, toma, pega aí", disse ao entregar o documento e se retirar. Defesa afirma que sentença é indevida Na apelação apresentada na última segunda-feira (25), a defesa de Eduardo Pereira argumentou que a sentença não considerou as particularidades do caso e se apoiou em fundamentos de outra ação, de repercussão nacional. Segundo Rufino, trechos inteiros da decisão contra o vereador foram reproduzidos da sentença proferida contra o deputado federal Nikolas Ferreira de Oliveira, julgada pela 12ª Vara Cível de Brasília. "Ao fazê-lo, a decisão ora apelada deixou de analisar os fatos peculiares da conduta do ora apelante Eduardo, vereador municipal, e aplicou-lhe fundamentos voltados a um discurso de um parlamentar federal, em contexto, alcance e repercussão incomparavelmente distintos", disse Rufino. Para o advogado, o vereador foi julgado com base em um paralelo indevido. Segundo ele, “quando a decisão se limita a repetir o molde de outro processo, sem demonstrar a ocorrência do alegado abuso no presente caso, deixa de fundamentar. E sentença sem fundamentação própria não é sentença: é peça alheia, aplicada indevidamente ao réu que não a gerou”. Condenação de Nikolas Ferreira Rufino argumentou que o raciocínio utilizado na condenação de Nikolas Ferreira, envolvendo o uso de peruca e a ridicularização explícita da identidade de pessoas trans, não pode ser aplicado automaticamente ao caso de Eduardo, que, segundo ele, não apresentou conduta semelhante. A defesa alegou que o texto da sentença proferida no Distrito Federal foi apenas adaptado, com a retirada da descrição dos fatos originais, mas mantendo a mesma conclusão. “Assim, condenou-se Eduardo sem qualquer prova de conduta equivalente, aplicando-lhe a gravidade de atos que jamais praticou.” O advogado reforçou que “é princípio elementar da Justiça que a pena se aplique ao fato provado, e não à sombra de outro processo. Quando a fundamentação não nasce da prova dos autos, mas da colagem de fatos estranhos, há nulidade insanável: não se julgou o réu, julgou-se a imagem de outrem”. Diante disso, a defesa solicitou a absolvição do vereador. Caso não seja acatada, pediu que seja afastado o agravamento da pena por crime de ódio, que o valor da indenização seja revisto proporcionalmente e que se reconheça a nulidade do depoimento da testemunha. "Um homem que jamais incitou o ódio, mas que foi condenado, paradoxalmente, por recusar-se a praticar o mimetismo de uma leitura protocolar", disse o advogado. Condenação Na decisão judicial, a juíza Jade Marguti Cidade afirmou que foram produzidas provas suficientes a demonstrar que o réu praticou a conduta a ele imputada, induzindo a discriminação e preconceito contra a comunidade LGBTQIAPN+ em razão da orientação sexual do aludido grupo. "Não são necessárias maiores dilações sobre a prática ou não do ato pelo réu, posto que integralmente gravado e constante do vídeo acostado aos autos, cujo áudio é claro", defendeu a magistrada. Segundo a juíza, as testemunhas afirmaram não ser comum o réu recusar-se a ler projetos no exercício de suas funções. "Ante todo o exposto, a prova é certa, segura e não deixa dúvidas de que o acusado praticou o delito descrito na denúncia, devendo responder penalmente pelo praticado". Ao julgar procedente a ação, a juíza afirmou que o valor da indenização será destinado a fundos ou a ações específicas voltadas ao enfrentamento à discriminação, ou a promoção à igualdade. À época, Eduardo afirmou que, conforme o artigo 5º, inciso LVII, da Constituição Federal de 1988, "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória". Diante do princípio da presunção de inocência, a defesa dele está elaborando apelação cabível. Ele disse que as ações foram pautadas na liberdade de expressão e defesa dos princípios, sem intenção de ofensa ou discriminação. "Me manifestarei sobre o mérito da questão exclusivamente nos autos do processo e nas instâncias recursais". O vereador disse, ainda, que reafirma o compromisso com o exercício do mandato em defesa dos direitos e interesses de toda população de Bertioga, sem distinção. "Confio na Justiça e acredito que ao final do processo legal prevalecerá a minha inocência". Denunciado por homofobia Vereador evangélico abandonou plenário após se recusar a ler projeto de lei LGBTQIA+ no litoral de SP Reprodução Para a promotora Joicy Fernandes Romano, responsável por oferecer a denúncia contra Eduardo Pereira, o vereador "incitou a discriminação e estimulou a hostilidade" contra a população LGBTQIA+ quando manifestou publicamente a aversão ao grupo, chamando de louco o interlocutor pelo pedido de leitura do projeto. "Praticando discriminação penalmente típica diante da externalização de ideias de inferiorização, aversão, segregação e intolerância, razão pela qual a conduta encontra subsunção no crime de racismo", afirmou a promotora. Segundo Joicy, o denunciado exteriorizou a redução de direitos fundamentais do grupo discriminado, indicando com a própria conduta a suposta superioridade heterossexual em relação aos demais. Diante disso, o MP-SP denunciou, em 21 de junho de 2024, o vereador no artigo 20 e artigo 20-B, ambos da Lei n° 7.716/1989. Veja detalhes abaixo: ⚖️ Art. 20: Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Pena: reclusão de um a três anos e multa. ⚖️ Art. 20-B: Os crimes previstos nos arts. 2º-A e 20 desta Lei terão as penas aumentadas de 1/3 (um terço) até a metade, quando praticados por funcionário público no exercício de suas funções, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 2.848, de 7 de dezembro de 1940 do Código Penal. Em 26 de junho de 2024, o juiz Daniel Leite Seiffert Simões, do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-SP), aceitou a denúncia do MP-SP. O magistrado determinou que o réu fosse citado para responder à acusação, por escrito, no período de dez dias, oportunidade em que ele poderia apresentar a própria defesa, além de oferecer documentos, justificações e relacionar testemunhas. Vereador evangélico abandonou plenário após se recusar a ler projeto de lei LGBTQIA+ em Bertioga (SP) Reprodução Relembre o caso O projeto de lei 035/2023 previa a criação do programa 'Respeito tem Nome' para garantir o atendimento digno e facilitado a pessoas trans e travestis na obtenção de documentos necessários para a alteração do prenome [primeiro nome] e gênero em registros. Após a aprovação do projeto em 1ª discussão, a vereadora Renata pediu para se manifestar sobre o ocorrido e afirmou que o projeto se resume ao respeito. "Não estou falando de homem, de mulher, de via**, do que quer que seja. Estou falando de respeito, falo de cidadania, de ser humano e de humanização. A minha religião é Deus e ela me permite que eu aceite qualquer tipo de pessoa", disse ela. Procurado pelo g1, à época, o vereador afirmou que, como cristão, percebeu que o projeto foi passado para que ele fizesse a leitura por este motivo. "Não hostilizei ninguém, nem fiz críticas ou alguma consideração". Segundo Eduardo, a polêmica sobre o assunto ocorreu 'sem necessidade'. Ele negou ter tirado sarro ou dado risada da situação, mas ressaltou: "Assim como respeito a todos, também mereço respeito na minha posição de não ter feito a leitura. Deus ama a todos e eu também". Quem é Eduardo Pereira? Vereador Eduardo Pereira (PSD) Reprodução/Redes Sociais Eduardo é evangélico, engenheiro civil e bacharel em direito. O vereador iniciou a carreira política na campanha plebiscitária da emancipação de Bertioga. Ele foi assessor parlamentar da Câmara Municipal da cidade, onde atuou por 10 anos. Em 2004, foi eleito para seu primeiro mandato com 1278 votos. Em 2008, foi eleito vice-prefeito de Bertioga com 12.226 votos. De 2009 a 2010 assumiu a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos. Desde então, foi assessor técnico na Secretaria de Estado do Emprego e Relações do Trabalho. Ele assumiu a Diretoria Regional do Trabalho e Renda da Baixada Santista, mas se afastou para concorrer às eleições de 2016, quando foi eleito para o segundo mandato parlamentar com 1.049 votos. Em 2020 foi reeleito para o terceiro mandato parlamentar com 1.223 votos. Nas últimas eleições municipais em 2024, Eduardo foi reeleito com 1.673 votos. VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

Palavras-chave: câmara municipal

Justiça mantém prisão de prefeito acusado de matar policial militar em vaquejada no Maranhão

Publicado em: 27/08/2025 14:14

Prefeito de Igarapé Grande (MA), João Vitor Xavier, é suspeito de matar a tiros o policial militar Geidson Thiago da Silva Arquivo pessoal A Justiça do Maranhão decidiu manter a prisão preventiva do prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier (PDT), acusado de assassinar o policial militar Geidson Thiago da Silva, no município de Trizidela do Vale, no Maranhão, em julho deste ano. A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (26) e é do juiz Luiz Emilio Braúna Bittencourt Júnior, titular da 2ª Vara da Comarca de Pedreiras. João Vitor está preso preventivamente desde 15 de julho, quando se entregou à polícia. A defesa havia pedido a revogação da prisão, alegando João Vitor era réu primário, possui residência fixa, bons antecedentes, além de estar licenciado do cargo de prefeito por 120 dias, reforçando que nessas circunstâncias, não haveria risco à ordem pública. Clique e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Entretanto, o pedido foi negado pelo juiz. No documento, ele relatou que as circunstâncias do crime revelam a gravidade e que os bons antecedentes do prefeito, não afastam os demais elementos que justifiquem a prisão preventiva de João Vitor. O Ministério Público do Maranhão (MP-MA) havia se manifestado contra a soltura dele. O juiz determinou ainda a retirada de postagens em redes sociais, apresentadas pela defesa, por entender que elas não tem relação com o fato apurado e que poderiam ofender a dignidade da vítima, de acordo com a Lei 14.245/2021, conhecida como Lei Mariana Ferrer. Após a decisão, as partes foram intimadas e o MP deverá se pronunciar sobre o pedido de habilitação de assistente de acusação no prazo de cinco dias. João Vitor está de licença médica do cargo de prefeito pelo período de 125 dias (pouco mais de quatro meses), podendo ser interrompido com seu retorno a qualquer momento. Durante esse período, ele vai continuar recebendo mensalmente o salário como prefeito, de R$ 13.256,08 (líquido). O pedido foi aceito em 9 de julho pela Câmara Municipal de Vereadores de Igarapé Grande. As investigações Prefeito é indiciado por morte de policial em vaquejada Após as investigações, a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) indiciou o prefeito de Igarapé Grande (MA) pela morte do PM Geidson Thiago da Silva. O inquérito concluiu que João Vitor Xavier (PDT), disparou todos os tiros pelas costas da vítima. Com a conclusão do inquérito policial, o prefeito foi indiciado por homicídio. Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), João Vitor está preso em uma cela individual com cama e banheiro. O prefeito se entregou na sede da Polícia Civil, em São Luís, um dia após a Justiça aceitar o pedido de busca e apreensão e prisão preventiva realizado pela Delegacia de Pedreiras, que investiga o caso. No dia 14 de julho, o prefeito havia sido procurado na prefeitura e na casa onde mora em Igarapé Grande, mas não tinha sido encontrado. Entenda o caso Prefeito João Vitor Xavier entra em viatura durante prisão em São Luís De acordo com as investigações, João Vitor Xavier atirou contra o PM Geidson Thiago da Silva durante uma confusão em uma vaquejada em Trizidela do Vale (MA). A discussão teria sido causada pelo fato de o policial ter pedido para o prefeito reduzir a luz dos faróis do carro, porque a luz forte estaria incomodando as pessoas no local. Testemunhas apontaram que houve uma confusão entre o prefeito e o PM, e João Vitor Xavier teria sacado uma arma e efetuado disparos contra o policial, que estava de folga. Os tiros teriam sido pelas costas. O PM ainda chegou a ser socorrido e levado a um hospital em Pedreiras, mas devido à gravidade dos ferimentos, foi transferido para uma unidade com mais estrutura. No entanto, ele não resistiu e morreu durante o atendimento. O policial era lotado no 19º Batalhão de Polícia Militar. Ele foi sepultado no dia 8 de julho. A defesa do prefeito alega que João agiu em legítima defesa, pois o policial militar teria sacado uma arma durante a discussão. No entanto, a investigação da Polícia Civil concluiu que a vítima foi morta pelas costas. Um dia após o crime, o próprio prefeito se apresentou, na Delegacia de Presidente Dutra, onde prestou depoimento, mas foi liberado. Segundo o delegado Ricardo Aragão, superintendente de Polícia Civil do Interior, ele não ficou preso, na época, porque 'não havia flagrante'. Leia também: Corpo de policial militar morto por prefeito em vaquejada no MA é sepultado Prefeito suspeito de matar PM em vaquejada se apresenta à polícia no MA e é liberado após depor Prefeito que matou PM em vaquejada diz à polícia que arma foi 'presente' de eleitor Vídeo mostra confusão que terminou com policial morto a tiros no Maranhão; prefeito é suspeito O que diz a defesa Prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier, de 27 anos. Divulgação/Redes sociais A defesa do prefeito alega que João agiu em legítima defesa, pois o policial militar teria sacado uma arma durante uma discussão relacionada ao farol ligado do carro do prefeito. No entanto, a investigação da Polícia Civil concluiu que a vítima foi morta pelas costas. PERFIL: Quem é o prefeito que confessou ter matado PM a tiros em vaquejada no Maranhão No depoimento prestado à Polícia Civil, João afirmou que jogou a arma no local do crime, mas o armamento ainda não foi encontrado. Imagens de uma câmera de segurança (veja abaixo), registradas no dia do crime, também não mostram o prefeito descartando a arma em nenhum ponto da cena. Prefeito de Igarapé Grande é suspeito de matar PM em vaquejada Em relação à posse da arma, João afirmou que o revólver calibre .38, utilizado no crime, havia sido adquirido há dois anos, como um presente de um eleitor. O prefeito também declarou que a arma não possuía registro nem autorização para posse. Uma das imagens coletadas pela polícia mostra um homem, que seria o prefeito João Vitor, se dirigindo até um carro preto, de onde parece pegar um objeto. Em seguida, ele caminha em direção a um grupo de pessoas, onde há uma aglomeração e, por fim, corre de volta ao veículo e vai embora. De acordo com o delegado de Pedreiras, Diego Maciel, as imagens foram registradas no local da vaquejada onde estavam o policial militar e o prefeito.

Palavras-chave: câmara municipal

Quem eram o vereador e a comandante da GCM mortos por guarda municipal no Centro de Teresina

Publicado em: 27/08/2025 14:02

Câmara Municipal de Parnaíba lamenta mortes de vereador e comandante da guarda municipal O vereador Thiciano Ribeiro da Cruz, de 41 anos, e a comandante da Guarda Civil de Parnaíba, Penélope Miranda de Brito, foram mortos a tiros na manhã desta quarta-feira (27), no Centro de Teresina. O ex-marido de Penélope, Fernando de Oliveira Castro, de 38 anos, que, como a esposa, também é membro da Guarda Civil, foi preso como suspeito do crime. O casal de namorados estava em Teresina desde a noite da terça-feira (26) e participariam do aniversário da avó de Thiciano. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Quem era Thiciano Ribeiro Thiciano Ribeiro da Cruz, de 41 anos, era o primeiro suplente do Partido Liberal na cidade de Parnaíba e assumiu o cargo de vereador no dia 12 de maio, após a morte do ex-vereador Bruno Vasconcelos Cunha (PL), conhecido como Brunão. Thiciano era advogado e era secretário de transportes do município antes de assumir a função na Câmara. Ele recebeu 986 votos nas Eleições 2024. A suplente Samara Do Estevâo (PL), que recebeu 927 votos, deve ser assumir a vaga de Thiciano. Quem era Penélope Brito Penélope Miranda de Brito era comandante da Guarda Civil Municipal de Parnaíba. Ela deixa um filho de 5 anos, fruto da relação com o ex-marido, preso como suspeito do crime. Penélope havia voltado ao cargo de comandante da guarda recentemente, após passar pela função de secretária interina da Secretária de Transporte, Trânsito e da Articulação com as Forças de Segurança. "Era uma pessoa operacional e do bem. Lamentamos muito o falecimento dela e do vereador. Recentemente, os dois estiveram na sede da Guarda para tratarmos da integração entre as corporações", declarou a comandante da GCM de Teresina, Lucijane Ibiapina Silva. LEIA TAMBÉM: 'Pensei que tinha levado um tiro', diz taxista ferido por estilhaços durante morte de vereador e comandante de Guarda em Teresina Câmara discutia feminicídio ao saber da morte A Câmara Municipal de Parnaíba realizava uma audiência sobre feminicídio quando soube do assassinato do vereador de Parnaíba, Thiciano Ribeiro (PL), e da Comandante da Guarda Civil Municipal de Parnaíba, Penélope Miranda de Brito na manhã desta quarta-feira (27), em Teresina. O presidente da Casa, Daniel Jackson, disse ao g1 que as atividades foram interrompidas logo que tiveram conhecimento do crime A Câmara decretou luto oficial de sete dias no âmbito do Legislativo Municipal. Veja a nota de pesar abaixo: A Câmara Municipal de Parnaíba comunica à população que, diante dos trágicos acontecimentos que vitimaram o vereador Thiciano Ribeiro da Cruz e a senhora Penélope Miranda de Brito, ex-comandante da Guarda Municipal de Parnaíba, foi decretado luto oficial de 07 (sete) dias no âmbito do Legislativo Municipal. Em respeito à memória das vítimas e em solidariedade aos familiares, amigos e à sociedade parnaibana, todas as atividades que estavam agendadas para os próximos dias foram suspensas, incluindo a Audiência Pública que trataria sobre os serviços da empresa Aegea (Águas do Piauí). A Câmara Municipal se une em oração e manifesta profundo pesar diante das irreparáveis perdas. Daniel Jackson Araújo de Souza Presidente da Câmara Municipal de Parnaíba Quem são o vereador e a comandante da GCM de Parnaíba mortos a tiros em Teresina Reprodução / Câmara Municipal de Vereadores de Parnaíba / Instagram *Eduarda Barradas, estagiária sob supervisão de Lucas Marreiros e Ilanna Serena. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

Palavras-chave: câmara municipal

Vereadores de Taubaté aprovam venda de mais 16 imóveis da prefeitura avaliados em R$ 1,1 milhão

Publicado em: 27/08/2025 12:28

Um dos imóveis da Prefeitura de Taubaté que deve ser vendido fica no loteamento fechado Chácaras Cataguá, no bairro Cataguá Reprodução Os vereadores de Taubaté aprovaram um projeto de lei que permite a venda de mais 16 imóveis da prefeitura. A aprovação aconteceu em duas votações, em sessão realizada na noite desta terça-feira (27), na Câmara Municipal. A proposta, que tem autoria do prefeito Sérgio Victor (Novo), agora depende apenas da sanção dele para que se torne lei. A medida faz parte de um plano de alienar mais de 100 imóveis da prefeitura. O objetivo é aumentar a receita para pagar dívidas da administração municipal - leia mais detalhes abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Juntos, os 16 imóveis são avaliados em cerca de R$ 1,1 milhão. Os lotes contam com áreas entre 250 e 360 metros quadrados, com valores venais entre R$ 56 mil e R$ 85 mil. A única exceção é um terreno no loteamento fechado Chácaras Cataguá, no bairro Cataguá. Nesse caso, o lote tem 1,8 mil metros quadrados e valor venal de R$ 126 mil. Prefeitura de Taubaté quer alienar imóveis para pagar dívidas Alienação de imóveis Em abril deste ano, a Prefeitura de Taubaté anunciou a intenção de vender mais de 100 imóveis, que não são usados pela gestão municipal. A venda acontece por meio de leilões. Segundo a Prefeitura de Taubaté, o objetivo da alienação dos imóveis é diminuir a dívida e os gatos gerados pela manutenção dos terrenos (como limpeza, por exemplo), além de prever arrecadações futuras com impostos, como o IPTU. “Os imóveis em análise são, em sua maioria, de pequeno porte, com condições topográficas que inviabilizam seu uso para a instalação de equipamentos públicos, e que não estão localizados em áreas verdes ou de preservação ambiental”, explicou a gestão municipal. Prefeitura de Taubaté promulga leis para venda de 5 imóveis Alienação em julho Em julho, a Prefeitura de Taubaté já havia publicado leis que permitiram a venda de cinco imóveis da administração municipal. Juntos, eles foram avaliados em cerca de R$ 21,7 milhões. Na ocasião, a Prefeitura de Taubaté informou em nora que a medida "visa contribuir para enfrentar a situação financeira atual do município" e tem objetivo de "auxiliar a quitar pagamentos atrasados e acertar futuras pendências, como a parcela do empréstimo do CAF que vence em dezembro e que, se não paga, pode gerar bloqueio de verba nos cofres públicos e interrupção de serviços essenciais". Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Palavras-chave: câmara municipal

Coronel da PM assume interinamente a Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá

Publicado em: 27/08/2025 11:12

A coronel da PM Francyanne Siqueira Chaves Lacerda foi nomeada para assumir o comando da Semob de Cuiabá Reprodução A coronel da Polícia Militar Francyanne Siqueira Chaves Lacerda foi nomeada para assumir, de forma interina, o comando da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) de Cuiabá, nessa terça-feira (26). A nomeação foi feita pelo prefeito Abilio Brunini e publicada em edição suplementar da Gazeta Municipal. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias de MT em tempo real e de graça Com a mudança, Francyanne vai acumular dois cargos: ela já está à frente da Secretaria Municipal de Segurança Pública e agora também responde pela Mobilidade Urbana. A coronel tem perfil técnico e já ocupou cargos como subchefe operacional do Gabinete de Segurança Institucional do Ministério Público de Mato Grosso, corregedora-geral e comandante-geral adjunta da Polícia Militar. Exoneração Paula Calil (PL) e Vânia Rosa têm embate durante reunião na Câmara de Cuiabá Há duas semanas, a Prefeitura de Cuiabá anunciou a exoneração da vice-prefeita, Coronel Vânia Rosa, do cargo de secretária da Semob. A decisão, assinada pelo prefeito Abilio Brunini (PL), foi publicada um dia após um embate entre a vice-prefeita e vereadores da capital (assista acima). No dia anterior à exoneração, Vânia foi convidada na Câmara Municipal a prestar esclarecimentos sobre o contrato emergencial com a empresa responsável pelos radares de trânsito da cidade. Durante a reunião, a presidente da Casa, Paula Calil (PL), reclamou da suposta falta de diálogo da então secretária com o Legislativo. A participação de Vânia na sessão gerou discordâncias. Em sua fala, ela afirmou estar sendo vítima de “assédio político” e classificou como “difamatória” a declaração da vereadora Calil, que reclamou de não ter sido recebida pela secretária em ocasiões anteriores. Diante da polêmica, Vânia foi convocada a retornar ao plenário para novos esclarecimentos. Ainda no mesmo dia, o prefeito Abilio Brunini esteve na Câmara e considerou “equivocada” a fala da vice-prefeita.

Palavras-chave: câmara municipal

Programação especial marca celebração dos 34 anos do Centro Cultural João Fona nesta quarta, 27

Publicado em: 27/08/2025 10:59

Centro Cultural João Fona completa 34 anos de fundação Divulgação/AD Produções Para celebrar os 34 anos de funcionamento do Centro Cultural João Fona (CCJF) em Santarém, oeste do Pará, uma programação especial será realizada nesta quarta-feira (27) celebrando também os 170 anos de existência do prédio histórico, que abriga o espaço, referência na preservação da memória e da cultura da cidade. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp A programação que é aberta ao público em geral iniciou às 9h e segue até às 16h com: visitas guiadas, exposições, contação de histórias e a apresentação do mascote Boi Resgatão. O prédio onde está instalado o CCJF é o segundo mais antigo da cidade - o primeiro é a Catedral Metropolitana de Santarém, dedicada à Nossa Senhora da Conceição. O prédio foi concluído em 1867 e inaugurado em 1868. Mas foi só em 27 de agosto de 1991, que passou a se chamar Centro Cultural com a sanção da Lei Municipal sancionada pelo então prefeito Ronan Liberal, a partir de proposição do então prefeito Alexandre Von. Ao longo dos 170 anos desde sua inauguração, incluindo os 34 anos de Centro Cultural, milhares de pessoas já visitaram o espaço. A maior parte, estudantes da região, turistas brasileiros e também estrangeiros que desembarcam na cidade na temporada de cruzeiros. São dezenas de cruzeiros e milhares de turistas por ano. Museólogo destaca importância do acervo do Centro Cultural João Fona O prédio já teve muitos usos. Foi sede do Fórum de Justiça, Prefeitura de Santarém, Câmara Municipal e funcionou também como Prisão Pública. Como CCJF, o prédio histórico é utilizado exclusivamente para finalidades culturais, com prioridade às salas museológicas, fixas e transitórias. Na entrada, os visitantes se deparam com a galeria de intendentes e ex-prefeitos. Em cada sala, peças históricas e de grande simbolismo para Santarém. Nelas estão expostas peças arqueológicas, como peixes fossilizados, peças inteiras e fragmentos de cerâmica de várias fases da cultura tapajônica, peças do artesanato indígena, imagens esculpidas em madeira, jornais, livros, móveis utilizados no Fórum, na antiga Câmara e Prefeitura, além de coleção de moedas antigas e utensílios usados no castigo dos escravos, entre outros. Um dos espaços mais visitados é a sala que abriga o esqueleto de uma baleia Minc, que encalhou no município de Belterra. O Centro Cultural João Fona fica localizado na praça Barão de Santarém, área central da cidade, com vista para o encontro mágico dos rios Amazonas e Tapajós, na Orla. O prédio seguiu as plantas arquitetônicas do engenheiro Pereira Sales e possui estilo colonial brasileiro, embora tenha sofrido reformas nos últimos anos. Na última reforma, as paredes do CCJF foram revestidas de reboco com aplicação de selador acrílico e massa corrida. O telhado foi totalmente recuperado, as calhas foram revestidas com manta asfáltica. O foro foi revitalizado e o piso revestido em madeira de lei, dentro das características do original. A acessibilidade também foi concebida através da construção de uma rampa e as instalações elétricas foram trocadas. Centro Cultural guarda acervo único da cultura e da história tapajônica O Centro Cultural João Fona é um dos atrativos turísticos de Santarém. O horário de funcionamento é é 8h às 18h, de segunda à sexta-feira. João Fona O patrono do Centro Cultural, João Batista Pereira Fona nasceu em Santarém no dia 24 de junho de 1901. Foi notável pintor, violonista e exímio professor de música, e na prática dessas duas artes, não teve mestres. De seu pincel, saíram belos trabalhos, como a tela "A Justiça", que decorava o Salão do Júri. A obra foi restaurada. João Fona foi o introdutor das famosas cuias pintadas, uma das características mais marcantes da cultura popular em Santarém. Essas cuias eram pintadas de forma artesanal, uma tradição que se mantém na família Fona. João Fona morreu em São Paulo no dia 25 de fevereiro de 1964. VÍDEOS: Mais vistos do g1 Santarém e Região

Palavras-chave: câmara municipal

Vereadores de Taubaté aprovam projeto para privatizar Parque do Itaim

Publicado em: 27/08/2025 08:32

Projeto para concessão do Parque do Itaim é apresentado na Câmara de Taubaté O projeto de lei que prevê a concessão do Parque do Itaim para a iniciativa privada foi aprovado pelos vereadores de Taubaté na noite desta terça-feira (26). A proposta, que recebeu aprovação em duas votações durante a 25ª sessão, realizada na Câmara Municipal, agora depende de sanção do prefeito Sérgio Victor (Novo) para que se torne lei. O prefeito é o autor do projeto, que prevê acesso livre de tarifas aos visitantes, mas também permite que a empresa vencedora da licitação cobre por outros serviços. Os detalhes devem constar no edital. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp No projeto, o prefeito justificou que a concessão pode ser a solução para viabilizar a preservação de importante parcela da natureza. O Parque do Itaim vem registrando problemas de manutenção em banheiros e quiosques e abriga uma área de conservação ambiental. Recentemente, um incêndio de grandes proporções atingiu uma área de 80 mil metros quadrados no Parque do Itaim. Corpo de idoso é encontrado no Parque do Itaim, em Taubaté, SP Divulgação/Prefeitura de Taubaté Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Palavras-chave: câmara municipal

Prefeitura de Piracicaba espera arrecadar R$ 75 milhões por ano com loteria municipal; entenda

Publicado em: 27/08/2025 07:21

Vista área de Piracicaba Prefeitura de Piracicaba A Prefeitura de Piracicaba (SP) espera arrecadar R$ 75 milhões ao ano com a implantação de uma loteria municipal. Um projeto do governo municipal que institui essa modalidade de jogo foi enviado à Câmara Municipal na segunda-feira (25). Segundo a justificativa do documento, a iniciativa surgiu pela necessidade de ampliar o caixa da prefeitura e é amparada na legislação, que permite a exploração de loterias por todos os entes da federação. O texto destaca que, diante do recente processo licitatório do Governo do Estado de São Paulo para concessão da loteria estadual, é previsível a instalação de canais de venda estaduais em Piracicaba, o que provocaria o escoamento de recursos locais para o caixa estadual. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Piracicaba no WhatsApp "Com a instituição da loteria municipal, os valores apostados permaneceriam na cidade, beneficiando diretamente a população", justifica a prefeitura. Também conforme a administração municipal, seria uma forma de captar recursos sem criar novos impostos, por meio de uma "ferramenta legítima, historicamente comprovada e socialmente aceita". Volantes da Lotofácil, da loteria federal Eduardo Ribeiro Jr./G1 'Setor em expansão' O projeto também cita que tramita no Congresso Nacional um projeto que visa regulamentar cassinos, jogo do bicho e bingos em todo o país, sob operação da iniciativa privada. E que, se for aprovada, a iniciativa poderá reduzir os serviços lotéricos nas cidades que não tiverem estruturado previamente suas próprias operações. "Nesse cenário, Piracicaba corre o risco de perder protagonismo e espaço institucional em um setor em expansão", acrescenta. O texto ainda cita cidades do estado que já implantaram loterias municipais: São Vicente Poá Embu das Artes Agudos Botucatu Para ser implantada, a loteria municipal precisa ser aprovada em duas votações na Câmara Municipal e ser sancionada pelo prefeito Helinho Zanatta (PSD). VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e região Veja mais notícias da região no g1 Piracicaba

Palavras-chave: câmara municipal

Oito pessoas denunciam superintendente da RBTrans por assédio moral em Rio Branco

Publicado em: 26/08/2025 20:28

Superintendente da RBTrans nega acusações de ex-servidora A Comissão dos Direitos das Mulheres da Câmara de Vereadores de Rio Branco concluiu, nesta terça-feira (26), o relatório com denúncias de assédio moral contra o superintendente de Transportes e Trânsito de Rio Branco (RBTrans), Clendes Vilas Boas. O relatório reúne oito denúncias feitas por funcionários e ex-funcionários da RBTrans. As acusações começaram no início deste mês. Os vereadores Eber Machado (MDB) e André Kamai (PT) afirmaram, durante sessão na câmara, que receberam uma carta anônima com relatos de, pelo menos três mulheres, em situações de assédio moral. 📲 Baixe o app do g1 para ver notícias do AC em tempo real e de graça Depois do relato dos vereadores, Marília Rodrigues e Daniela Paiva fizeram denúncias nas redes sociais. As duas são ex-funcionárias da RBTrans e contaram que passaram por situações constrangedoras enquanto trabalhavam lá. A vereadora Elzinha Mendonça, presidente da comissão, falou ao g1 que o relatório foi aprovado na tribuna e que o documento será entregue nesta quarta-feira (27) ao Ministério Público do Trabalho (MPT-AC) e ao Ministério Público Estadual (MPE-AC). "As supostas vítimas foram ao Ministério Público e essa pauta chegou na Câmara Municipal. Como presidente da comissão fiz uma reunião, juntamente com os demais membros, e elaboramos um documento, tanto para o MPE como para o Ministério do Trabalho, porque, supostamente, esses assédios foram cometidos dentro do ambiente de trabalho", afirmou. O advogado Willy Paes confirmou que o superintendente nega as acusações e que irá registrar um boletim de ocorrência contra os denunciantes e apresentar provas nos órgãos fiscalizadores. Clendes está afastado do trabalho há cerca de uma semana por motivos de saúde. Ele teve um AVC em janeiro de 2022 e ainda está em recuperação. Segundo a defesa, as denúncias pioraram o estado de saúde de Clendes. Por isso, ele foi afastado do cargo por recomendação do prefeito Tião Bocalom. O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Rio Branco e aguarda retorno. Ausência em sessão No último dia 19, os vereadores convocaram o superintendente para prestar esclarecimentos das denúncias. Contudo, ele não compareceu a audiência e alegou estar doente. À Rede Amazônica Acre, o superintendente afirmou que estava 'acamado' e que iria se pronunciar nos autos do procedimento aberto pelo Ministério Público do Acre (MP-AC). LEIA TAMBÉM: MP apura denúncias de assédio moral contra superintendente da RBTrans Assédio moral e assédio sexual: entenda como reconhecer agressões no ambiente de trabalho Investigado por assédio, superintendente da RBTrans não comparece à audiência na Câmara de Rio Branco Durante a sessão, porém, os vereadores ouviram servidores que acusam o superintendente de assédio moral. Uma das denunciantes contou que o gestor causava divisões e discórdias no ambiente de trabalho. Já um agente de trânsito relatou que bastava contrariar Vilas Boas para que a pessoa começasse a ser perseguida por ele. "As próprias palavras dele agem contra ele, tem que haver uma investigação", afirmou a servidora Denise Santos. Reveja os telejornais do Acre

Palavras-chave: câmara municipal

Câmara Municipal de Macapá convoca 18 candidatos aprovados em concurso para fase documental

Publicado em: 26/08/2025 19:29

Concurso da Câmara Municipal de Macapá oferta 74 vagas em diversas áreas Foi publicado nesta terça-feira (26) pela Câmara Municipal de Macapá a convocação de 18 candidatos aprovados no concurso público 01/2024, para os cargos de nível médio, técnico e superior para preenchimento de vagas previstas e não ocupadas na primeira chamada, conforme o que prevê no edital. Acesse lista de candidatos aqui Os candidatos aprovados devem entregar os documentos no dia 29 de agosto, das 15h às 16h30. Após a conferência da documentação, os candidatos aptos serão encaminhados para a etapa de exames médicos, que será realizada pela Junta Médica Municipal na manhã do dia 19 de setembro, a partir das 7h30. LEIA TAMBÉM: Ministério Público do Amapá define banca organizadora de concurso; edital está em fase de elaboração Prefeito de Macapá, Dr. Furlan, anuncia lançamento do concurso para Guarda Municipal O concurso da Câmara Municipal de Macapá foi realizado em 2024 com salários de até R$ 4.500. Câmara Municipal de Macapá convoca novos aprovados em concurso Ascom/divulgação Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

Palavras-chave: câmara municipal

Vereadores aprovam aumento de quase 60% na taxa de iluminação pública em Queimados

Publicado em: 26/08/2025 19:24

Vereadores aprovam aumento de quase 60% na taxa de iluminação pública em Queimados Moradores de Queimados, na Baixada Fluminense, relatam que muitas ruas continuam sem iluminação adequada. Apesar das queixas, a Câmara Municipal aprovou, em segunda discussão, o aumento da Contribuição de Iluminação Pública (CIP). A taxa residencial passará de R$ 18,94 para R$ 29,87 — um reajuste de 58%. Em bairros como Santa Luzia, a rotina à noite é de ruas totalmente escuras. No Mutirão, postes da rede recém-instalada estão sem luz, e os poucos que têm luminária estão com lâmpadas queimadas. Em vários pontos da cidade, o que garante alguma claridade são as luzes de casas e comércios. Para efeito de comparação, no Rio de Janeiro só paga esse valor de taxa quem tem consumo mensal acima de 500 kWh. Já em Queimados, mesmo famílias com baixo consumo, como a de 4 pessoas que gasta cerca de 100 kWh por mês, terão que pagar quase R$ 30. Na capital, esse perfil de residência desembolsaria apenas R$ 6,94. As tarifas para comércios e indústrias também sofreram reajuste. Agora, o projeto segue para a Prefeitura, que tem 15 dias para sancionar ou vetar a medida. O autor do projeto, vereador Branco Vira Virou (PP), disse que o aumento vai viabilizar a instalação e manutenção de lâmpadas de LED na cidade. A Secretaria de Conservação e Serviços Públicos de Queimados disse está conduzindo um dos maiores projetos de modernização da iluminação pública, trocando lâmpadas amarelas pelas de led, desde o ano passado. A prefeitura reconheceu que ainda há pontos críticos em alguns bairros, justamente por serem áreas que ainda não receberam a nova tecnologia. Ainda, segundo a prefeitura, a substituição das antigas luminárias já alcançou cerca de 50% da cidade e o trabalho deve ser concluído até o segundo semestre do ano que vem.

Palavras-chave: câmara municipaltecnologia

Projeto de lei propõe transparência sobre multas e localização de radares em Santos

Publicado em: 26/08/2025 18:00

Vereador quer que prefeitura forneça mais informações sobre radares em Santos, SP Vanessa Rodrigues/A Tribuna Jornal O vereador Sérgio Santana (PL) apresentou, na Câmara Municipal de Santos, um projeto de lei que obriga a prefeitura a divulgar, a cada seis meses, informações detalhadas sobre os radares instalados na cidade. O texto foi encaminhado para análise da Procuradoria do Legislativo, antes de ser votado em plenário. A proposta estabelece a divulgação de dados como multas aplicadas, localização dos radares e os estudos técnicos que justificaram a instalação dos equipamentos. O projeto, apresentado no dia 14, estabelece ainda a criação de canais para a população acompanhar as revisões técnicas dos equipamentos. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) deverá publicar documentos que detalhem como os recursos arrecadados com multas estão sendo utilizados. Além disso, o texto estabelece que a CET realize, pelo menos uma vez por ano, a revisão dos radares. O projeto inclui a realização de consultas públicas antes da instalação ou remoção dos equipamentos, com prazo mínimo de dez dias de antecedência, acompanhadas da apresentação dos estudos técnicos que fundamentaram a decisão. “Os relatórios semestrais incluirão, sempre que possível, indicadores de desempenho, que demonstrem a variação nos índices de acidentes e na segurança viária nas áreas monitoradas pelos equipamentos de fiscalização”, diz um trecho do projeto. Segundo o vereador, a proposta busca esclarecer a atuação dos radares, “que por vezes são mais associados à arrecadação do que à segurança” pelos motoristas. “Trata-se de uma iniciativa de bom senso, equilíbrio e alinhamento às melhores práticas de governança pública, que não confronta políticas existentes, mas busca aperfeiçoá-las, tornando-as mais transparentes, participativas e eficazes”, justificou Santana. Outro assunto: Estradas da região terão radar Free Flow O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que não há possibilidade de suspender a cobrança de pedágio nas rodovias que integram o Lote Litoral Paulista — trecho que abrange a Mogi-Bertioga (SP-98), Padre Manoel da Nóbrega/Cônego Domênico Rangoni (SP-55) e Mogi-Dutra (SP-88), sob administração do Consórcio Novo Litoral (CNL). Governo de SP anuncia cobrança no Sistema Free Flow a partir de 2027; entenda VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

Palavras-chave: câmara municipal

Vereadores já fizeram 21 pedidos de licença para viagens neste ano em SP; ausências somam 97 dias

Publicado em: 26/08/2025 17:54

Plenário da Câmara Municipal de São Paulo Douglas Ferreira/ Rede Câmara SP O atual mandato dos vereadores de São Paulo começou oficialmente em 1° de janeiro deste ano. Em oito meses de trabalho — incluídos quase dois meses de recesso no meio — 23 parlamentares já pediram licença remunerada da Câmara Municipal para fazerem viagens tanto pelo Brasil quanto para outros países. Segundo levantamento feito pela TV Globo e pelo g1, até a última sexta-feira (22), 21 viagens foram solicitadas pelos vereadores. Elas somam, no total, 97 dias de ausência remunerada e justificada dos trabalhos no Palácio Anchieta, no Centro. Há dois tipos de viagens: as individuais e as comitivas. As viagens individuais mais longas e com mais dias de trabalho remunerados segundo o levantamento são uma de Sansão Pereira (Republicanos), que pediu licença de 11 dias em junho para ir a um evento de 3 dias em Orlando, nos EUA — ele ficou 10 —, e outra de Kenji Ito (Podemos) que pediu 10 dias de licença para ir a um festival de cultura pop na Coreia do Sul em outubro. Nenhuma das viagens, de Sansão Pereira e Kenji Ito, será custeada pela Câmara. Como estão em missão oficial, porém, eles recebem pelos dias trabalhados. Os vereadores Sansão Pereira (Republicanos) e Kenji Ito (Podemos) Douglas Ferreira/ Rede Câmara SP As viagens de parlamentares estão previstas no regimento interno da Casa, que especifica que o vereador poderá licenciar-se para desempenhar missões temporárias de interesse do município. Nestes casos, a licença é remunerada. Os vereadores só teriam descontos nos vencimentos se alegassem interesses particulares no pedido de licença. Não há limite de dias para essas viagens, e as licenças têm que ser aprovadas sob votação em plenário, com quórum mínimo de 28 vereadores presentes e aprovação por maioria simples. Quando as viagens são custeadas pela Câmara, os gastos cobrem passagens e diárias para cobrir hospedagem, alimentação e locomoção. "Dentro do Brasil, variam de R$ 954,30 a R$ 1.302,82. No exterior, variam de US$ 320 a US$ 550", informa o Legislativo. A Câmara Municipal informa ainda que "observa a pertinência entre a missão a ser desempenhada e o exercício do mandato", e pode negar a licença para a viagem sempre que entender que não há pertinência. Já entre as comitivas, estão uma visita de nove dias para Nova York para aprofundar o modelo inspirado na Times Square — o projeto de lei que trata do tema ainda não foi aprovado — e a viagem de dez dias que seis vereadores farão à China em setembro para conhecer iniciativas de inovação em Pequim. Outro grupo de 11 vereadores vai passar dez dias na COP 30, em Belém, em novembro, para debater melhorias ecológicas para a cidade e o mundo. Todas as três viagens acima são bancadas pelo poder público, financiadas pela Câmara Municipal. Em nota, a Câmara afirmou que as viagens fazem parte da atividade dos vereadores na promoção de um intercâmbio que ajude "embasar a atuação dos vereadores na formulação de políticas públicas e na fiscalização". Os vereadores que devem sair nas comitivas oficiais do Legislativo citadas acima são os seguintes: Viagem a Pequim (China): João Jorge (MDB) Hélio Rodrigues (PT) Dr. Milton Ferreira (Podemos) Major Palumbo (PP) Fabio Riva (MDB) Carlos Bezerra Jr. (PSD) Viagem a Nova York (EUA): Rubinho Nunes (União Brasil) Gabriel Abreu (Podemos) Silvia da Bancada Feminista (PSOL) Zoe Martinez (PL) Viagem a Belém (COP 30): Hélio Rodrigues (PT) Sargento Nantes (PP) Sandra Santana (MDB) Dra. Sandra Tadeu (PL) Renata Falzoni (PSB) Paulo Frange (MDB) Nabil Bonduki (PT) Keit Lima (PSOL) Edir Sales (PSD) Ana Carolina Oliveira (Podemos) Marina Bragante (Rede) O que dizem os vereadores O vereador Sansão Pereira afirma em nota que sua participação no Pan American Freedom Forum, realizado em Orlando, Estados Unidos, entre os dias 4 e 6 de junho, "possibilitou a troca de experiências com autoridades e especialistas de diversos países, trazendo referências que podem ser aplicadas em projetos e políticas públicas voltadas para o desenvolvimento da cidade de São Paulo". O evento, de cunho liberal, reúne líderes políticos e especialistas em temas de interesse público. O Republicanos, partido do vereador, foi em comitiva que incluiu seu presidente, o deputado federal Marcos Pereira (SP), e a senadora Damares Alves (DF). Sansão afirma ainda que, além de custear as despesas da viagem, antecipou a volta em um dia. Sobre o afastamento de 10 dias para evento com duração de 3 dias, Sansão explica que "isso ocorreu devido à disponibilidade de passagens aéreas com valores mais acessíveis em datas posteriores ao encerramento do evento". Já o vereador Kenji Ito afirma, também por meio de nota, que viajará para uma série de reuniões na Coreia do Sul, "onde vai conhecer mais sobre a segurança pública, transporte e tecnologias utilizadas no país". O evento para o qual o parlamentar apresentou o pedido é um festival de cultura pop audiovisual coreana, o Korea Drama Festival, na cidade de Jinju. No convite, assinado pelo presidente do comitê do festival, o evento é descrito como uma "celebração global de excelência em televisão e storytelling". Convite do Korea Drama Festival ao vereador Kenji Ito (Podemos) Câmara Municipal de São Paulo Leia as notas dos parlamentares e da Câmara abaixo, na íntegra: Sansão Pereira (Republicanos) O vereador Sansão Pereira participou, entre os dias 4 e 6 de junho de 2025, do Pan American Freedom Forum, realizado em Orlando, Estados Unidos. O evento é uma iniciativa educacional, apartidária e internacional que reúne lideranças políticas, empresariais e da sociedade civil para debater temas como liberdade, prosperidade e Estado de Direito no Hemisfério Ocidental. A presença do vereador possibilitou a troca de experiências com autoridades e especialistas de diversos países, trazendo referências que podem ser aplicadas em projetos e políticas públicas voltadas para o desenvolvimento da cidade de São Paulo. A participação do vereador ocorreu sem qualquer ônus para os cofres públicos: todas as despesas foram custeadas com recursos próprios. Embora o fórum tenha tido duração de três dias, o afastamento total foi de 10 dias corridos. Isso ocorreu devido ao período em vôo, à disponibilidade de passagens aéreas com valores mais acessíveis em datas posteriores ao encerramento do evento, além de o vereador ter contado com hospedagem sem custo adicional, o que viabilizou sua permanência, maior aprendizado e troca de experiências no exterior sem impacto financeiro. O Pan American Freedom Forum é reconhecido como um dos principais encontros de líderes e pensadores das Américas, proporcionando um ambiente de diálogo e inovação que fortalece práticas democráticas e soluções transformadoras. A experiência permitiu ao vereador Sansão Pereira ampliar seu repertório de boas práticas na administração pública, especialmente em pautas ligadas em áreas em que já tem atuação destacada, como demonstra a autoria de leis como a da Telemedicina (Lei 17.718/2021), além da criação da comissão de tecnologia, inovação e cidades inteligentes, comissão que ocupa a presidência no momento. O contato com parlamentares de diferentes países e com lideranças do Partido Republicano dos Estados Unidos reforçou pontes internacionais e trouxe aprendizados valiosos que poderão ser aplicados em benefício da cidade de São Paulo. Kenji Ito (Podemos) Após o convite oficial do governo Coreano o Vereador Kenji Ito viajará para uma série de reuniões, licenciado das atividades na câmara municipal, onde vai conhecer mais sobre a segurança pública, transporte e tecnologias utilizadas no país. Ressaltamos que o Vereador Kenji Ito faz parte da comissão de Segurança Urbana e Trânsito Transporte e Atividades Econômicas na Câmara Municipal de São Paulo. SEM custo ao erário público utilizando portanto recursos próprios. Devido à distância e a quantidade de reuniões a viagem foi otimizada para retorno o mais breve possível. Câmara Municipal de São Paulo A Câmara Municipal de São Paulo ressalta que existe uma responsabilidade nestas missões oficiais, tanto do ponto de vista econômico quanto dos temas que serão tratados. Assim como a Prefeitura, o Judiciário e outras casas legislativas organizam missões deste tipo, é papel da Câmara também realizar esses intercâmbios, que ajudam a embasar a atuação dos vereadores na formulação de políticas públicas e na fiscalização. Com muita frequência a Câmara Municipal de São Paulo recebe comitivas oriundas de outros países, o que reforça que esse intercâmbio é natural, principalmente quando se trata da maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo.

Palavras-chave: câmara municipaltecnologia

Assessor do vereador Felipe Pires é exonerado após companheira denunciar violência doméstica

Publicado em: 26/08/2025 15:28

'Até quando?' Saiba como pedir socorro em casos de violência doméstica O vereador Felipe Pires (PT), da Câmara Municipal do Rio, exonerou um assessor parlamentar suspeito de agredir a companheira na Zona Oeste do Rio. A violência foi registrada na Polícia Civil no sábado (23). "Assim que tomamos conhecimento do ocorrido e da denúncia, exoneramos imediatamente o então assessor. Nosso mandato repudia, de forma veemente, toda e qualquer forma de violência contra a mulher", afirma o posicionamento do parlamentar. De acordo com a denúncia, depois de agredir a mulher, o assessor fugiu. A Polícia Civil informou que a ocorrência foi registrada na 34ª DP (Bangu) e que a vítima foi encaminhada para exame de corpo de delito. Medidas protetivas foram solicitadas à Justiça. "Agentes realizam diligências para esclarecer os fatos", afirma a nota da Polícia Civil. Violência contra mulher, violencia doméstica, sobrevivência feminina Bruna Bonfim/g1

Palavras-chave: câmara municipal

Prefeitura encerra investigação sobre favorecimento de vereador em fila de exame em Poços de Caldas, MG

Publicado em: 26/08/2025 11:53

Vereador de Poços de Caldas, Kleber Silva (Novo) Reprodução EPTV A Controladoria-Geral de Poços de Caldas (MG) determinou o arquivamento da investigação sobre uma possível quebra de protocolo na Secretaria Municipal de Saúde ao fazer um exame de ressonância no vereador Kléber Gonçalves Silva (Novo). 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram A investigação foi iniciada após uma denúncia que o vereador poderia ter sido favorecido e furado a fila do exame. O caso motivou uma visita técnica por suposta quebra de fluxo na marcação de exame de ressonância magnética. O encerramento do caso de um possível favorecimento do político na fila do exame foi determinado após o recebimento pela prefeitura do relatório final da auditoria técnica realizada pelo Sistema Nacional de Auditoria do Sistema Nacional de Saúde (SUS) que não encontrou indícios que comprovassem irregularidades. O documento concluiu que não havia materialidade nem autoria que sustentassem a denúncia. LEIA MAIS: Vereador suspeito de furar fila para exame é afastado do cargo por 30 dias em Poços de Caldas Segundo o relatório da auditoria a urgência do caso foi caracterizada pela avaliação do profissional que conduziu o atendimento após avaliação da história clínica, exame físico, raio-x e medicação. A auditoria, porém, recomendou a reformulação do Procedimento Operacional Padrão (POP) sobre a solicitação de exames de alta complexidade da Rede de Urgência e Emergência (RUE), que deveriam obrigatoriamente passar pela atenção básica, que avaliaria sua necessidade e emergência conforme cada caso, subsidiando a regulação médica na tomada de decisão. Desta forma, as unidades de Estratégia de Saúde da Família (ESF) seriam a única porta de entrada para as solicitações da rede de saúde. “Esta medida não apenas reforça o papel fundamental das ESFs como ordenadoras do cuidado, mas também protege o serviço de regulação de interferências externas, evitando transtornos a todos os envolvidos, como os ocasionados pela polêmica do caso em questão, amplamente verificada por nosso serviço de auditoria e constante na documentação do processo”, diz o relatório da auditoria. Vereador foi afastado Vereador suspeito de furar fila para exame é afastado do cargo por 30 dias em Poços Por decisão da Câmara Municipal de Poços de Caldas, o vereador Kléber Silva foi afastado do cargo por 30 dias. A votação pelo afastamento foi unânime, após a Comissão de Ética aprovar o parecer que recomendava a suspensão após a análise da possível infração ético-administrativa. O parlamentar cumpriu a suspensão, parte dela ocorreu durante o recesso da Câmara, em julho, e já retornou ao cargo. Ele não recebeu os subsídios durante o afastamento. Durante todo o processo, o vereador Kléber Silva confirmou ter feito a ressonância magnética, mas negou qualquer privilégio ou interferência política e disse que passou por dois hospitais públicos antes de um médico pedir urgência na realização do exame. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

Palavras-chave: câmara municipal