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IPTU em Taubaté pode ter aumento médio de 99% a partir de 2026; veja percentual por bairro

Publicado em: 07/11/2025 21:45

IPTU em Taubaté pode ter aumento médio de 99% no ano que vem A Prefeitura de Taubaté informou, nesta sexta-feira (7), quais são os bairros que vão ter maior percentual médio de aumento no IPTU, caso seja aprovada a nova Planta Genérica de Valores Imobiliários, índice que é usado como base de cálculo do imposto. A revisão da Planta Genérica de Valores, proposta pela Prefeitura de Taubaté, pode provocar um aumento médio de 99% no IPTU na cidade. No bairro Cataguá, o aumento médio previsto é de 370%. Em seguida, vem a zona rural, com 315%, e Registro, com 247%. Itapecerica, com 191%, e Quiririm, com 164%, completam a lista das cinco maiores altas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Entre as menores altas médias, estão Santa Luzia, com um aumento de 47%; Monção, com 52%, Cavarucanguera, com 53%; Independência, com 62%, e Centro, com 73%. A planta genética de valores é como se fosse um mapa, só que ao invés de mostrar as direções, ela indica qual o valor de cada imóvel na cidade. E isso é usado na hora de calcular o IPTU. Segundo a prefeitura, há quase 30 anos esse mapa está desatualizado, o que gera imprecisão na hora de cobrar o imposto. Na prática, a cidade, que já está endividada, está deixando de arrecadar. Vista aérea de Taubaté Rogério Marques Para reduzir o impacto, o reajuste no IPTU será escalonado e limitado a 20% do valor referente ao ano anterior, acrescido da correção monetária do período. A prefeitura afirmou que ainda não tem o reajuste rua por rua, mas mesmo sendo um aumento médio, a possibilidade de pagar mais caro no IPTU preocupa a população. A prefeitura de Taubaté explicou também que, dos 142 mil imóveis, quase 10 mil podem ter redução superior a 10% em relação ao que pagam atualmente. Para outros 4,5 mil, a redução deverá ser de até 10% e quase 700 não devem ter alterações. Todas as mudanças dependem da atualização da planta genérica de valores. O projeto está na Câmara e ainda não tem data para ser votado pelos vereadores - saiba mais clicando aqui. Vista aérea de Taubaté Divulgação/Câmara Municipal de Taubaté Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Fernando Martins fala em continuidade após afastamento de Manga: 'Seguir com o que está programado'

Publicado em: 07/11/2025 15:39

Fernando Martins (PSD), prefeito de Sorocaba (SP) Marcel Scinocca/g1 O prefeito de Sorocaba (SP), Fernando Martins (PSD), que assumiu a administração municipal nesta quinta-feira (6) após o afastamento de Rodrigo Manga (Republicanos) por decisão judicial, afirmou que dará continuidade ao trabalho da gestão. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp A declaração foi dada durante uma coletiva de imprensa realizada no início da tarde desta sexta-feira (7) no gabinete do Paço Municipal. Martins destacou que pretende atuar em parceria com a Câmara Municipal. "Como é uma continuidade do trabalho, vamos seguir com o que está programado." Fernando também comentou sobre possíveis mudanças no secretariado municipal. "A gente não vai mexer na equipe." Sobre a investigação da Polícia Federal do caso de corrupção na área da saúde, que determinou o afastamento de Manga por 180 dias, Fernando diz que torce para Manga consiga revertar a situação. "A gente não estava preparado para um momento tão difícil como esse. De imediato a gente está torcendo para que o prefeito consiga reverter a situação, consiga se organizar na vida. Agora, nós vamos trabalhar bastante coerente com o trabalho que tem para ser feito, que já está programado para ser feito, o que é possível ser feito. Junto com a equipe, nós vamos respeitar muito a equipe, não vamos governar sozinho, não vamos administrar sozinho. Vamos ter justamente a colaboração da equipe do primeiro escalão e vereadores", apontou Martins. Linha do tempo da operação Copia e Cola, da Polícia Federal, que investiga irregularidades na saúde de Sorocaba (SP) Arte g1 Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Câmara se pronuncia sobre veto a PL do Painel de Obras Públicas

Publicado em: 07/11/2025 11:59

Câmara se pronuncia sobre veto a PL do Painel de Obras Públicas – Crédito: Divulgação O Prefeito Municipal de Pouso Alegre vetou integralmente o Projeto de Lei nº 8.126/2025, aprovado pela Câmara Municipal, que criaria o Painel das Obras Públicas, instrumento voltado à transparência ativa, controle social e eficiência administrativa. O veto foi fundamentado, basicamente, em três eixos: (i) suposto vício de iniciativa e inconstitucionalidade formal; (ii) alegada afronta ao interesse público e à eficiência administrativa; e (iii) ausência de previsão orçamentária e impossibilidade material de execução. A Diretoria Jurídica, à vista do parecer jurídico exarado nos autos do processo legislativo, entende que nenhum dos fundamentos invocados pelo Chefe do Executivo, em que pese contar com nosso respeito e admiração, encontra amparo constitucional ou jurisprudencial, razão pela qual o veto deve ser integralmente rejeitado pelo Plenário desta Casa. A primeira razão de veto sustenta que o projeto teria invadido competência privativa do Prefeito ao criar obrigações administrativas específicas. Tal alegação não se sustenta. O Projeto de Lei nº 8.126/2025 não cria cargos, não altera estrutura administrativa, nem modifica atribuições de órgãos ou servidores. Seu conteúdo limita-se a veicular norma de transparência, impondo ao Poder Público o dever de publicar informações sobre obras municipais, em consonância com o artigo 37, caput, da Constituição Federal, que consagra o princípio da publicidade. O Supremo Tribunal Federal, na análise da ADI 2444 conferiu constitucionalidade à norma do Estado do Rio Grande do Sul que conferia transparência na realização de obras públicas, vejamos: ADI 2444 / RS - RIO GRANDE DO SUL AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE Relator(a): Min. DIAS TOFFOLI Julgamento: 06/11/2014 Publicação: 02/02/2015 Órgão julgador: Tribunal Pleno Partes REQTE.(S) : GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL INTDO.(A/S) : ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Ementa EMENTA Ação direta de inconstitucionalidade. Lei nº 11.521/2000 do Estado do Rio Grande do Sul. Obrigação do Governo de divulgar na imprensa oficial e na internet dados relativos a contratos de obras públicas. Ausência de vício formal e material. Princípio da publicidade e da transparência. Fiscalização. Constitucionalidade. 1. O art. 22, inciso XXVII, da Constituição Federal atribuiu à União a competência para editar normas gerais de licitações e contratos. A legislação questionada não traz regramento geral de contratos administrativos, mas simplesmente determina a publicação de dados básicos dos contratos de obras públicas realizadas em rodovias, portos e aeroportos. Sua incidência é pontual e restrita a contratos específicos da administração pública estadual, carecendo, nesse ponto, de teor de generalidade suficiente para caracterizá-la como “norma geral”. 2. Lei que obriga o Poder Executivo a divulgar na imprensa oficial e na internet dados relativos a contratos de obras públicas não depende de iniciativa do chefe do Poder Executivo. A lei em questão não cria, extingue ou modifica órgão administrativo, tampouco confere nova atribuição a órgão da administração pública. O fato de a regra estar dirigida ao Poder Executivo, por si só, não implica que ela deva ser de iniciativa privativa do Governador do Estado. Não incide, no caso, a vedação constitucional (CF, art. 61, § 1º, II, e). 3. A legislação estadual inspira-se no princípio da publicidade, na sua vertente mais específica, a da transparência dos atos do Poder Público. Enquadra-se, portanto, nesse contexto de aprimoramento da necessária transparência das atividades administrativas, reafirmando e cumprindo o princípio constitucional da publicidade da administração pública (art. 37, caput, CF/88). 4. É legítimo que o Poder Legislativo, no exercício do controle externo da administração pública, o qual lhe foi outorgado expressamente pelo poder constituinte, implemente medidas de aprimoramento da sua fiscalização, desde que respeitadas as demais balizas da Carta Constitucional, fato que ora se verifica. 5. Não ocorrência de violação aos ditames do art. 167, I e II, da Carta Magna, pois o custo gerado para o cumprimento da norma seria irrisório, sendo todo o aparato administrativo necessário ao cumprimento da determinação legal preexistente. 6. Ação julgada improcedente. Decisão O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto do Relator, julgou improcedente a ação direta. Ausente, justificadamente, o Ministro Marco Aurélio, que participa, a convite da Academia Paulista de Magistrados e da Universidade de Paris 1 - Sorbonne, do 7º Colóquio Internacional sobre o Direito e a Governança da Sociedade de Informação - “O Impacto da Revolução Digital sobre o Direito”, na Universidade de Paris 1 - Sorbonne, na França. Ausente, neste julgamento, o Ministro Gilmar Mendes. Presidiu o julgamento o Ministro Ricardo Lewandowski. Plenário, 06.11.2014. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em precedentes recentes (ADI nº 1.0000.24.396042-4/000; ADI nº 1.0000.22.289192-1/000), já firmou entendimento de que leis municipais que apenas impõem deveres de divulgação e transparência não configuram vício de iniciativa, por não interferirem na organização administrativa. E mais, EMENTA: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. LEI MUNICIPAL. DIVULGAÇÃO DE EXAMES E CIRURGIAS. FILA DO SUS. PRINCÍPIO DA PUBLICIDADE. FORMA DE DIVULGAÇÃO: INTERFERÊNCIA EM ATIVIDADE EXECUTIVA. MEDIDA CAUTELAR: REQUISITOS: PRESENÇA PARCIAL. - Conquanto possível a edição de lei de iniciativa parlamentar para o fim de assegurar a publicidade do andamento da lista de espera por exames e cirurgias pelo SUS na esfera municipal, mostra-se aparentemente inconstitucional a determinação do modo de fazer, com intervenção nas atividades precípuas do Poder Executivo, o que justifica a concessão parcial da medida cautelar. V.V.P. EMENTA: MEDIDA CAUTELAR EM AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. LIMINAR. FUMUS BONI IURIS E PERICULUM IN MORA AUSENTES. MEDIDA CAUTELAR INDEFERIDA. 1. O deferimento de medida cautelar depende da demonstração do fumus boni iuris e do periculum in mora. 2. Ausentes os requisitos mencionados, deve ser indeferida a medida cautelar pleiteada. 3. Medida cautelar em ação direta de inconstitucionalidade indeferida. (TJMG - Ação Direta Inconst 1.0000.22.289125-1/000, Relator(a): Des.(a) Caetano Levi Lopes , ÓRGÃO ESPECIAL, julgamento em 29/05/2023, publicação da súmula em 26/06/2023) O Supremo Tribunal Federal, ao julgar o Tema 917 da Repercussão Geral (ARE 878.911), consolidou idêntico entendimento ao afirmar que: “Não usurpa competência privativa do Chefe do Poder Executivo lei que, embora crie despesa para a Administração, não trata da sua estrutura, da atribuição de seus órgãos ou do regime jurídico de servidores públicos.” No mesmo sentido, o Recurso Extraordinário nº 1.396.787/SP, relatado pelo Ministro Edson Fachin, reconheceu a constitucionalidade de leis municipais que determinam a divulgação de informações públicas, reafirmando que a transparência é dever imposto a todos os Poderes, e não prerrogativa exclusiva do Executivo. Portanto, não há vício de iniciativa, mas sim legítimo exercício da função legislativa constitucionalmente assegurada aos vereadores (art. 30, I e II, da CF/88). O veto afirma que o Município já dispõe de ferramentas de transparência, como o Portal da Transparência e o PNCP. Todavia, a justificativa é falaciosa: o Painel das Obras Públicas não duplica sistemas, mas os integra e os torna acessíveis ao cidadão comum. A proposta parlamentar tem natureza complementar e pedagógica, voltada à publicidade ativa e visual dos dados de obras municipais — com uso de QR Codes e imagens atualizadas — justamente para simplificar o acesso da população às informações que, embora públicas, permanecem dispersas e de difícil compreensão técnica. O Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, embora tenha reconhecido o Município com selo de excelência em transparência, não substitui o dever constitucional de ampliar e modernizar os mecanismos de publicidade. A transparência é um valor dinâmico e progressivo, e não um estado consolidado. Logo, o argumento de que “já há transparência suficiente” é incompatível com a própria noção republicana de publicidade e controle social. A terceira razão do veto menciona a Lei de Responsabilidade Fiscal (arts. 15 e 16 da LC nº 101/2000), alegando que o projeto criaria despesa sem estimativa de impacto financeiro. Mais uma vez, a conclusão é juridicamente incorreta. O projeto não institui nova estrutura nem cria despesa de caráter continuado, limitando-se a estabelecer obrigações de transparência e divulgação de dados já existentes, em meio eletrônico que a própria Prefeitura já mantém. Não há qualquer comando que exija contratações, sistemas autônomos ou gastos específicos — apenas o dever de utilizar os meios tecnológicos já disponíveis, adequando-os à finalidade de publicidade. Assim, não se trata de lei onerosa, mas de lei instrumental, de mero aprimoramento da transparência administrativa, plenamente compatível com a Lei de Responsabilidade Fiscal e com o art. 37 da Constituição. A proposta legislativa visa concretizar valores constitucionais centrais: a publicidade, a eficiência e o direito fundamental à informação (art. 5º, XXXIII, CF). Tais princípios impõem ao Poder Público dever de transparência ativa, que não depende de provocação dos cidadãos. Negar vigência à norma sob pretexto de formalidade administrativa é inverter a lógica do regime republicano, no qual a transparência é a regra e o sigilo é exceção. O Painel das Obras Públicas constitui instrumento de controle social e de prevenção à corrupção, cuja criação fortalece a democracia local e o controle popular sobre o gasto público. Cumpre ressaltar, de forma veemente, que a manutenção do veto significaria um grave retrocesso democrático, pois impediria que a população tivesse acesso facilitado, direto e compreensível às informações sobre as obras executadas com recursos públicos. Ao sustentar a suposta “suficiência” dos atuais mecanismos de transparência, o Executivo revela resistência injustificável à ampliação da publicidade dos atos administrativos, contrariando o dever constitucional de promover o acesso pleno à informação (art. 5º, XXXIII, e art. 37, caput, da Constituição Federal). O Painel das Obras Públicas não é um capricho legislativo, mas um instrumento de cidadania ativa, que coloca nas mãos do cidadão comum a possibilidade concreta de acompanhar, fiscalizar e compreender como o dinheiro público é aplicado. Negar sua implementação equivale, na prática, a restringir a transparência, dificultar o controle social e esconder do contribuinte aquilo que ele tem o direito de saber. Em conclusão, a Diretoria de Assuntos Jurídicos da Câmara Municipal de Pouso Alegre, manifesta sua discordância em relação ao veto total aposto pelo Chefe do Poder Executivo ao Projeto de Lei nº 8.126/2025, por todas as razões já apresentadas e se manifestará dentro do procedimento administrativo competente quando devidamente instada.

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Ex-vereador e professor réu por estupro de vulnerável é acusado de crimes sexuais contra mais de 10 alunos no PR, diz polícia

Publicado em: 07/11/2025 10:30

Helio de Mello tem 55 anos e era professor e vereador em Irati (PR) Câmara de Irati O ex-vereador Helio de Mello (PL), preso desde 9 de outubro por estupro de vulnerável e outros crimes sexuais, é acusado de ter abusado de menos 11 crianças e adolescentes a quem dava aulas em Irati, na região central do Paraná, segundo a Polícia Civil do Paraná (PC-PR). O homem, que tem 55 anos, era professor de uma escola estadual da zona rural e foi vereador da cidade por 20 anos. Helio deixou ambos os cargos entre agosto e setembro de 2025, quando os primeiros casos vieram à tona. Ele é réu por cinco crimes sexuais, incluindo estupro de vulnerável. Saiba mais abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PR no WhatsApp Ao g1, o delegado Gabriel Marinho, responsável pelo caso, disse que mais de 60 alunos e ex-alunos foram ouvidos durante o inquérito. De acordo com o Ministério Público (MP-PR), os depoimentos indicam que os crimes descobertos começaram em 2017, com vítimas com idades entre 11 e 17 anos. Infância despedaçada: como curar o trauma do abuso sexual? Na denúncia criminal feita pelo Ministério Público, foram listados 28 fatos relacionados aos crimes praticados. A Polícia Civil identificou toques em partes íntimas de vítimas adolescentes, envio de fotos e vídeos com conteúdo explícito e pedido de fotos e vídeos de nudez das vítimas, mediante a oferta de dinheiro ou outra vantagem. Em pelo menos um dos casos, um dos adolescentes contou que, após mandar e pedir conteúdos sexuais, o professor teve relação sexual com ele, complementa o delegado Marinho. Réu na Justiça, Helio responde aos seguintes crimes: estupro de vulnerável; importunação sexual; assédio sexual majorado; favorecimento da prostituição ou exploração sexual de criança ou adolescente; satisfação de lascívia (libidinagem) mediante presença de criança ou adolescente. Ao g1, o advogado Ricardo Mathias Lamers, que defende Helio, disse que em razão do sigilo do processo, não vai se manifestar sobre ele. Em nota, a Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed-PR) destacou que o professor foi afastado das funções. O g1 entrou em contato com o Partido Liberal (PL), sigla pela qual o vereador se elegeu, mas não obteve resposta. Justiça torna réu ex-presidente da Câmara de Irati Navegue por esta reportagem: Irmã do acusado também foi denunciada Como começaram as investigações Homem foi afastado do cargo de professor e renunciou ao mandato de vereador Helio de Mello era vereador há 20 anos Como denunciar Antes de ser preso, Helio de Mello ficou foragido por dois dias; ele se entregou Polícia Civil Irmã do acusado também foi denunciada O MP-PR também denunciou uma das irmãs de Helio de Mello, que atuou como diretora na escola em que ele lecionava, pelos crimes de prevaricação, que é quando um agente púbico retarda, deixa de praticar ou pratica indevidamente obrigações do cargo; e omissão em casos de assédio sexual e favorecimento de exploração sexual de adolescentes. O nome dela não foi revelado. "No exercício do cargo, ela teria tido conhecimento de alguns dos abusos cometidos e não teria adotado qualquer providência. Os abusos teriam sido praticados tanto nas dependências do colégio em que ele atuava como professor de educação física, como fora delas", explica a instituição. Segundo a Seed-PR, a mulher solicitou aposentadoria antes da determinação judicial, em julho, com efeito a partir de 1º de setembro de 2025. Leia também: Dinheiro em espécie: Presa acha e devolve R$ 8 mil durante trabalho que usa mão de obra de detentos para serviços públicos Entenda o esquema: Central telefônica criminosa que fazia ligações para aplicar golpes em todo o país é fechada no Paraná Foragido: Homem que sequestrou e tentou matar a ex avisou pastor que a deixou perto de rio e pediu que religioso cuidasse dos filhos dele e da vítima Como começaram as investigações As investigações iniciaram após uma denúncia anônima registrada pelo telefone Disque 100. As diligências contaram com o apoio do Conselho Tutelar, que realizou uma força-tarefa para a realização de escutas especializadas de adolescentes do colégio no qual o investigado lecionava. De acordo com a Polícia Civil, durante as investigações foram colhidos depoimentos de adolescentes que presenciaram ou sofreram algum ato de violência sexual praticado pelo professor, ex-alunos que atualmente são adultos e foram vítimas do homem, além de funcionários da escola. O Portal da Transparência do Governo do Paraná aponta que Helio de Mello era professor na rede estadual de ensino desde dezembro de 2003, tendo como local de trabalho um colégio da área rural de Irati. Homem foi afastado do cargo de professor e renunciou ao mandato de vereador Em 31 de agosto, a Justiça atendeu a um pedido feito pelo Ministério Público do Paraná e determinou o afastamento de Helio de Mello do cargo de professor, aplicando, ao todo, três medidas cautelares: proibição de acesso ou frequência ao colégio "em que, em tese, os fatos ocorreram, a fim de evitar novos constrangimentos às vítimas e resguardar o ambiente escolar"; proibição de manter contato, por qualquer meio, com os alunos do referido colégio, "sendo essa medida necessária para impedir eventuais pressões, intimidações ou tentativas de manipulação das vítimas e testemunhas"; suspensão do exercício da função pública de professor da rede estadual de ensino, "uma vez que há indícios de que o cargo foi utilizado como instrumento para a prática criminosa, sendo incompatível sua manutenção diante da gravidade dos fatos narrados, até o término das investigações". Segundo o MP-PR, no dia seguinte, também foi cumprido um mandado de busca e apreensão na casa do homem. Horas depois, o vereador pediu licença remunerada do cargo por 90 dias. Ele atuava como presidente da Câmara de Irati e, de acordo com a assessoria do legislativo, justificou que precisava do afastamento para fazer um tratamento de saúde. Nos dias seguintes, três denúncias foram feitas no Legislativo visando a abertura de um processo de cassação do mandato dele. No entanto, na semana seguinte, em 9 de setembro, Helio de Mello protocolou uma declaração de renúncia ao cargo. Helio de Mello era vereador há 20 anos Helio de Mello tem 55 anos e é professor e vereador em Irati (PR) Câmara de Irati Helio de Mello estava no sexto mandato consecutivo como vereador de Irati. De acordo com informações do site da Câmara Municipal, ele foi eleito, pela primeira vez, em 2005, e vinha sendo reeleito desde então. Em 2025, ele atuava como presidente do Legislativo até pedir licença e, pouco depois, a renúncia ao cargo. No dia 2 de setembro, o 1º suplente do Partido Liberal (PL), João Leuch Sobrinho, assumiu a cadeira de vereador de Helio. Selmo de Lima Vieira (PODE), que era vice da mesa diretora, assumiu o cargo de presidente da Câmara de Irati. Como denunciar Saiba como denunciar crimes no Paraná Denúncias sobre quaisquer situações podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da Polícia Civil, ou, 181, do Disque-Denúncia. Se o crime estiver acontecendo naquele momento e/ou houver alguém em situação de perigo, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190. Em Irati, a delegacia atende pelo telefone (42) 3422-5176. Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias da região em g1 Campos Gerais e Sul Leia mais notícias da região em g1 Campos Gerais e Sul

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Vereador de cidade no Piauí morre aos 45 anos

Publicado em: 07/11/2025 10:15

Vereador do PI morre aos 45 anos Reprodução/Acervo pessoal O vereador do munícipio de Demerval Lobão, Mavilson da Fonseca Veloso (PDT), de 45 anos, morreu na manhã desta sexta-feira (7). A morte foi confirmada pela família do parlamentar. O vereador deixa duas filhas e sua esposa, Flávia Sampaio. A causa da morte ainda não foi confirmada. Mavilson estava no cumprimento do seu terceiro mandato como vereador de Demerval Lobão, e recebeu 637 votos na última eleição. O empresário também chegou a ocupar a cadeira de Presidente da Câmara Municipal entre 2019 e 2020. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp LEIA TAMBÉM: Três políticos de Parnaíba morreram durante o mandato em menos de um ano; veja os casos Em nota, a Câmara da cidade lamentou a morte do parlamentar e decretou luto oficial de três dias no Poder Legislativo municipal. "Mavilson deixa um legado de serviço, diálogo e compromisso com o desenvolvimento do município", afirma em um trecho. Veja nota de pesar da Câmara Municipal de Demerval Lobão: A Câmara Municipal de Demerval Lobão manifesta profundo pesar pelo falecimento do vereador Mavilson da Fonseca Veloso, ocorrido em 07 de novembro de 2025. Mavilson Veloso exerceu com dedicação e compromisso o mandato parlamentar em diversas legislaturas — 12ª (2013–2016), 13ª (2017–2020) e 15ª (2025) — e foi presidente da Câmara no biênio 2019–2020, período em que atuou com firmeza em defesa dos interesses da população de Demerval Lobão. Reconhecido por seu trabalho, respeito e espírito público, Mavilson deixa um legado de serviço, diálogo e compromisso com o desenvolvimento do município. Neste momento de dor, a Câmara Municipal se solidariza com os familiares, amigos e toda a comunidade demervalense, pedindo a Deus que conforte os corações e conceda paz a todos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 *Eduarda Barradas, estagiária sob supervisão de Lucas Marreiros. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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Rodrigo Manga afastado: entenda a decisão da Justiça e as possíveis restrições impostas a agentes públicos envolvidos em investigações

Publicado em: 07/11/2025 07:32

Prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga, é afastado do cargo por 180 dias O prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos), foi afastado do cargo por 180 dias pela Justiça na quinta-feira (6). A decisão gerou dúvidas nos moradores do município sobre quando Manga retornará ao Executivo e quais as possíveis restrições neste período afastado. O g1 conversou com João Paulo Milano, presidente da OAB de Sorocaba (SP), que explicou que o afastamento de um agente público tem caráter temporário e preventivo, e visa impedir interferências na investigação criminal, como obstrução de provas ou continuidade de infrações. A medida atende a um pedido da Polícia Federal, que investiga um suposto caso de corrupção na área da saúde, no qual Rodrigo Manga é um dos investigados. Durante o período de afastamento, o vice-prefeito Fernando Neto (PSD) assume a administração municipal. O Tribunal Regional Federal da 3ª Região informou que processo tramita em segredo de Justiça. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Presidente da OAB explica medidas judiciais após afastamento de prefeito de Sorocaba O afastamento é temporário, inicialmente por 180 dias. Segundo o jurista, o afastamento pode ser revogado a qualquer momento ou prorrogado ao fim do prazo inicial, conforme o andamento do processo. No entanto, isso não implica, por ora, na perda de mandato ou penalidade administrativa. “Em geral, a medida tem como objetivo garantir a integridade das investigações, evitando que o agente público exerça influência sobre provas, testemunhas ou documentos. Durante esse período, o vice-prefeito assume a administração pública. O andamento do caso dependerá de novas diligências da Polícia Federal, manifestações do Ministério Público Federal e, naturalmente, das decisões da Justiça Federal”, explica o jurista. Além do afastamento, a Justiça impôs restrições específicas ao prefeito. De acordo com a Câmara Municipal, a decisão impede Rodrigo Manga de frequentar as dependências da Prefeitura e da Câmara enquanto estiver afastado. “Normalmente, esse tipo de decisão judicial também determina que o agente público não mantenha contato com servidores, vereadores e secretários municipais. Como não temos acesso ao processo, não é possível afirmar se essa restrição se aplica ao caso do prefeito ”, acrescenta Milano. O presidente da OAB esclarece que o prefeito deve continuar recebendo remuneração salarial mensal durante o afastamento. “Trata-se de um afastamento temporário da função, que não implica, em regra, perda ou suspensão da remuneração. No entanto, a decisão judicial pode conter determinações específicas sobre esse ponto”, afirma. Milano também observa que decisões desse tipo geralmente não restringem o uso das redes sociais pelo agente afastado, mas recomenda cautela na divulgação de informações. “A manifestação pública sobre fatos que estejam sob sigilo de Justiça pode caracterizar violação do segredo ou tentativa de influenciar a opinião pública sobre o processo. Nesses casos, é importante que o agente público adote moderação e mantenha silêncio durante a vigência da medida cautelar”, conclui. Operação Copia a Cola Prefeito de Sorocaba anuncia nas redes sociais que é afastado do cargo Rodrigo Manga publicou nas redes sociais falando sobre o afastamento. Assista ao vídeo acima. "Acredite se quiser, me afastaram do cargo de prefeito. Eu aqui em Brasília, ontem eu fui em frente o Palácio da Justiça, falei que tem que colocar o Exército na rua, rodei o congresso, os deputados me receberam super bem, falando: 'Manga, cuidado, está aparecendo muito, estão tentando aí. O que a gente ouve de bastidores é que os caras tentam tirar do jogo qualquer um que ameaça a candidatura deles e você tem sido uma ameaça, tanto na questão do Senado, como em outros cargos.' Gente, não deu outra", publicou em suas redes sociais. A ação desta quinta-feira é um desdobramento da operação Copia e Cola, que começou em abril deste ano com o objetivo desarticular uma organização suspeita de desvios de recursos públicos na área da saúde por meio de uma Organização Social (OS). Os materiais analisados na primeira fase permitiram a identificação de novas pessoas físicas e jurídicas envolvidas no esquema. Os policiais fizeram diligências para encontrar irregularidades de contratos relacionados à área da saúde além de evidências de desvio de dinheiro. Operação da Polícia Federal que investiga suspeita de corrupção na Saúde de Sorocaba prende amigo e cunhado do prefeito Rodrigo Manga Polícia Federal/Divulgação Segundo a PF, foram cumpridos nesta quinta-feira sete mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região, além da aplicação de medidas cautelares como a suspensão de função pública do prefeito e proibição de contato com determinadas pessoas nesta quinta-feira. A Justiça também determinou o sequestro e a indisponibilidade de bens de alguns dos investigados, no valor aproximado de R$ 6,5 milhões, informou a PF. Conforme apurado pela TV TEM, duas pessoas foram presas durante a operação. São elas: O empresário Marco Silva Mott, amigo do prefeito, suspeito de ser lobista e de lavar dinheiro em diversos contratos da prefeitura; O pastor Josivaldo Batista de Souza, que é casado com a irmã da primeira-dama, Sirlange Frate Maganhato. A defesa do prefeito, representado pelo escritório Bialski Advogados Associados, disse que a investigação conduzida pela Polícia Federal de Sorocaba "é completamente nula, porque foi iniciada de forma ilegal e conduzida por autoridade manifestamente incompetente". "Além disso, é fruto de perseguição política, não havendo nada de concreto a relacionar o prefeito nesse inquérito policial. Ademais, indiscutivelmente temerário o afastamento do prefeito baseado em ilações sobre supostas irregularidades investigadas. Os supostos fatos remontam ao ano de 2021, o que demonstra a ausência de qualquer contemporaneidade capaz de colocar em risco a continuidade do exercício do legítimo mandato do chefe do Executivo Municipal. Mandato este, inclusive, conquistado nas urnas, de forma legítima e maciça." Diz ainda que a "defesa reafirma sua confiança no pleno restabelecimento da verdade, reiterando que todas as medidas jurídicas cabíveis estão sendo adotadas para corrigir e reformar essa ilegalidade. São Paulo, 6 de novembro de 2025". A defesa de Mott declarou que a prisão ocorreu em virtude de conjecturas e suposições da policia judiciária. "A defesa irá esclarecer os equívocos. Além disso, trata-se de medida desnecessária, pois, nosso cliente sempre esteve à disposição das autoridades e já prestou esclarecimentos iniciais. Desse modo, traremos esses pontos ao tribunal que poderá compreender melhor os fatos". O g1 aguarda um posicionamento da defesa de Josivaldo. Prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos) Mike Adas/TV TEM Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Irmãos concorrem vaga ao legislativo de Braga para substituir pai que morreu de câncer

Publicado em: 07/11/2025 04:01

Everton Della Libera e Vitória Caroline Della Libera Divulgação/ Câmara de Braga e TSE Dois irmãos estão concorrendo entre si para ocupar uma cadeira no legislativo de Braga, município de 3.326 habitantes da região Noroeste do RS. Everton Della Libera e Vitória Caroline Della Libera são candidatos à eleição suplementar que ocorre no município devido à morte do pai deles e vereador Bolívar Della Libera (Progressistas). "Momento de alegria e tristeza, mas, principalmente, de assumir uma grande responsabilidade, pois meu pai batalhava bastante pelos munícipes de Braga", comenta Everton. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp O parlamentar, que estava no quarto mandato consecutivo, morreu em decorrência de câncer e deixou uma cadeira vaga na Câmara Municipal (sem substituto imediato). O Progressistas, partido pelo qual Bolívar foi eleito, não possui suplentes. Nas eleições de 2024, a legenda lançou três candidatos e todos foram eleitos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Os irmãos são os únicos candidatos e ambos concorrem pelo Progressistas. O filho é advogado e já esteve envolvido na política em outras oportunidades. Vitória, por sua vez, é farmacêutica e vive sua primeira experiência como candidata. Apesar disso, diz que a política "vem de berço" e não vê o cenário como disputa. "Eu e meu irmão estamos nessa juntos, isso não é uma disputa e sim união, para continuarmos o legado do nosso pai", explica Vitória. A candidatura deles também soluciona o problema da ausência de suplementes. Quem não for eleito, automaticamente torna-se o suplemente do partido. A eleição acontece no dia 7 de dezembro. VÍDEOS: Tudo sobre o RS

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Grupo de trabalho vai fiscalizar BRK e problemas de água em Maceió e região

Publicado em: 06/11/2025 18:48

MPE de Alagoas formará grupo de trabalho para fiscalizar a qualidade dos serviços de água e esgoto da BRK em Maceió e nos 13 municípios da Região Metropolitana. Reprodução/CMM O Ministério Público Estadual de Alagoas (MPE/AL) vai formar um grupo de trabalho para fiscalizar os problemas de fornecimento de água e tratamento de esgoto enfrentados pelos municípios da Região Metropolitana de Maceió, sob concessão da empresa BRK. A iniciativa atende a um pedido do presidente da Câmara Municipal de Maceió, vereador Chico Filho, que levou ao procurador-geral de Justiça, Lean Araújo, as queixas de presidentes de câmaras da região sobre a má qualidade do serviço. O grupo, coordenado por um promotor, fará um procedimento administrativo para dialogar com as 13 cidades e a Câmara, identificar as demandas e verificar os pontos do contrato de concessão que não estão sendo cumpridos pela BRK. Em seguida, o MPE fixará prazos para que a concessionária cumpra as obrigações. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O vereador Chico Filho destacou que a ajuda do Ministério Público é essencial para a fiscalização, visto que o contrato da BRK estaria sendo descumprido, resultando em uma prestação de serviço de "péssima qualidade" para o cidadão. Na Câmara de Maceió, o tema também está em discussão. Na quarta-feira (5), os 27 vereadores assinaram um requerimento que pede à Prefeitura a reavaliação do contrato de concessão, sugerindo até a criação de um Serviço Autônomo de Água e Esgoto municipal. O g1AL entrou em contato com a BRK para obter um posicionamento sobre a criação do grupo de trabalho do MPE e as cobranças por soluções nos problemas de água e esgoto na capital e na Região Metropolitana, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.

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Câmara rejeita abertura de comissão processante contra o prefeito de São José dos Campos, Anderson Farias (PSD)

Publicado em: 06/11/2025 18:39

Anderson Farias (PSD) Gabriel Blois Moreira / g1 TV Vanguarda Os vereadores de São José dos Campos rejeitaram dois processos que solicitavam a abertura de uma comissão processante para a cassação do prefeito Anderson Farias (PSD). A decisão ocorreu em votação na Câmara Municipal, na tarde desta quinta-feira (6). Nas duas votações, foram 8 votos a favor e 12 contrários. A aceitação das denúncias pelos vereadores, de acordo com a Procuradoria Legislativa, dependia de maioria simples. Os pedidos de cassação registrados na Câmara apontavam infrações na conduta do prefeito por ter nomeado cargos para a namorada e o amigo do filho dele e também questionava a nomeação de uma mulher com quem o prefeito teve um relacionamento amoroso - leia mais abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Com a rejeição aos pedidos para abrir uma comissão de investigação contra o prefeito Anderson Farias, as denúncias não terão seguimento na Câmara Municipal. Veja como cada vereador votou: ✅ A favor da abertura da comissão de investigação: Amélia Naomi (PT) Carlos Abranches (Cidadania) Fernando Petiti (PSDB) Juliana Fraga (PT) Roberto Chagas (PL) Senna (PL) Sérgio Camargo (PL) Thomaz Henrique (PL) 🚫 Contra a abertura da comissão de investigação: Claudio Apolinário (PSD) Fabião Zagueiro (PSD) Gilson Campos (PRD) Lino Bispo (PL) Marcão da Academia (PSD) Marcelo Garcia (PRD) Milton Vieira Filho (Republicanos) Rafael Pascucci (PSD) Renato Santiago (União) Roberto do Eleven (PSD) Sidney Campos (PSDB) Zé Luís (PSD) O vereador Rogério da Acasem (PP) não votou. O g1 apurou que ele não participou da sessão pois estava na capital, em compromisso na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). A Câmara Municipal havia recebido dois processos de cassação contra Anderson Farias. Um deles, protocolado pelo advogado Hilton Cardoso dos Santos, trata da nomeação de Milena Coelho para o cargo comissionado de Diretora de Saúde, na Secretaria Municipal de Saúde. No fim de agosto, Milena assumiu que teve um relacionamento amoroso com o prefeito da cidade, Anderson Farias (PSD). A enfermeira tomou posse no cargo comissionado sete meses antes, em 10 janeiro. Mas o período do relacionamento amoroso nunca foi esclarecido. Em outubro, ela pediu e foi exonerada do cargo. Segundo a denúncia do advogado, a nomeação “visou atender interesse estritamente pessoal e teria sido realizada em desconformidade com os princípios da moralidade e impessoalidade”. A segunda denúncia analisada pela Câmara trata de outras nomeações, além do caso de Milena Coelho. De acordo com a acusação feita por Paula Rosangela Custódio, conhecida como Paula Conservadora, do PL, o prefeito nomeou também Júlia Lângneck, na Urbam, e Guilherme Zamboni Benato, na Controladoria Geral do Município. Eles são, respectivamente, namorada e amigo de seu filho. Segundo Paula, os atos do prefeito configuram “violação flagrante aos deveres do cargo, utilização da estrutura administrativa para benefício pessoal de pessoas próximas à família e quebra de decoro, enquadrando-se nas hipóteses de infração político-administrativa e ato de improbidade”. Até o momento, o prefeito não se manifestou sobre o caso. A reportagem será atualizada caso ele se manifeste. Parecer da Procuradoria A Procuradoria da Câmara de Vereadores de São José dos Campos emitiu pareceres nesta quarta-feira (5) sobre dois processos de cassação contra o prefeito que chegaram à Casa de Leis. Ao analisar a denúncia de Hilton sobre a nomeação de Milena Coelho, a Procuradoria ressaltou que não cabe a ela se manifestar sobre o mérito da acusação, e sim analisar o aspecto formal. Os quatro procuradores que assinam o parecer concluíram que os requisitos legais foram cumpridos. “Desse modo, o presidente da Câmara Municipal deverá, na sessão subsequente, determinar sua leitura em Plenário e consultar os senhores vereadores sobre o seu recebimento”, conclui o documento. Sobre as nomeações da namorada e do amigo do filho do prefeito, a procuradoria fez as mesmas ressalvas sobre a impossibilidade de analisar o mérito das denúncias. E destacou também que a Câmara Municipal não poderá dispor sobre o afastamento cautelar do prefeito por 180 dias, que foi pedido na acusação. Anderson Farias (PSD) Reprodução/TV Vanguarda Anderson Farias (PSD). Gabriel Blois Moreira/g1 Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Três políticos de Parnaíba morreram durante o mandato em menos de um ano; veja os casos

Publicado em: 06/11/2025 18:09

Três políticos de Parnaíba morreram durante o mandato em menos de um ano Reprodução A morte do vice-prefeito de Parnaíba, Darllan Barros, nesta quarta-feira (5), marcou a terceira perda de um político da cidade durante o mandato em menos de um ano. Em 2025, também morreram os vereadores Bruno Vasconcelos Cunha, o Brunão, e Thiciano Ribeiro. LEIA TAMBÉM: Despedida de vice-prefeito de Parnaíba tem homenagem de mães da Apae: 'era como se fosse da nossa família' Morte do vice-prefeito de Parnaíba: entenda o que acontece com a prefeitura Viúva de vice-prefeito de Parnaíba que morreu aos 47 anos se manifesta: 'achei que ia envelhecer com você' Os três políticos morreram por causas diferentes, mas tinham algo em comum: foram eleitos pela primeira vez nas eleições de 2024, em Parnaíba, que tem o segundo maior eleitorado do Piauí. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Morte do vereador Brunão O vereador Bruno Vasconcelos Cunha (PL), conhecido como Brunão, morreu aos 40 anos no dia 27 de abril, menos de quatro meses após tomar posse na Câmara Municipal. Ele estava internado havia cerca de dez dias em um hospital de Teresina e morreu por infecção generalizada após complicações de uma cirurgia bariátrica. Brunão iniciou em 2025 seu primeiro mandato como vereador, após ser eleito em 2024 com 1.047 votos — o 18º mais votado. Antes disso, havia disputado o cargo duas vezes, mas não se elegeu e ficou como suplente. Vereador Thiciano Ribeiro foi assassinado Quatro meses depois, em 27 de agosto, o vereador Thiciano Ribeiro foi assassinado a tiros em Teresina. No mesmo ataque, morreu a comandante da Guarda Civil Municipal de Parnaíba, Penélope Brito. Segundo a polícia, o crime foi cometido pelo guarda municipal Francisco Fernando de Oliveira Castro, ex-marido de Penélope. A polícia o indiciou por feminicídio e homicídio culposo. Thiciano Ribeiro tinha 41 anos e, com 986 votos, era o primeiro suplente do PL. Após a morte de Brunão, assumiu a vaga na Câmara Municipal. Ele já havia disputado outras duas eleições, mas não tinha sido eleito. Morte do vice-prefeito Darllan Barros O vice-prefeito de Parnaíba, Darllan Barros, morreu nesta quarta-feira (5) após ser internado em estado grave no Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (Heda). A causa da morte não foi divulgada. Ele foi eleito em 2024 na chapa com o prefeito Francisco Emanuel, ambos do Progressistas, com mais de 54 mil votos, totalizando 59,09%. Darllan Barros era médico e atuou em diversos hospitais de Parnaíba. Durante a pandemia de Covid-19, foi diretor do hospital de campanha Nossa Senhora de Fátima. Em 2016, chegou a se candidatar a vice-prefeito na chapa de Gerivaldo Benício (PDT), mas desistiu antes da eleição. A viúva de Darllan, Natane Barros, lamentou a morte do marido em uma publicação nas redes sociais. "Você realizou o seu sonho de ser político, um sonho que começou com tanto amor, tanta vontade de fazer o bem. Mas esse sonho, com o tempo, também trouxe dor, desvalorização e muitas críticas injustas. Por trás de um político existe uma pessoa, uma história e uma família que sente, sofre e ama", disse. O corpo do vice-prefeito foi sepultado no início da noite desta quinta-feira (6), após um cortejo que reuniu centenas de pessoas e passou por locais onde Darllan trabalhou. Morre vice-prefeito de Parnaíba: Médico Darllan Barros morreu na noite desta quarta-feira VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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Câmara aprova em 1º turno projeto que proíbe publicidade de casas de apostas online em BH

Publicado em: 06/11/2025 16:30

Jogo caça-níquel Fortune Tiger, conhecido como jogo do tigrinho (ILUSTRATIVA) Matheus Moreira A Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) aprovou, em 1º turno, o Projeto de Lei 362/25, que proíbe publicidade de casas de apostas online na capital. A votação ocorreu na tarde desta quinta-feira (6). O autor do projeto é o vereador Wagner Ferreira (PV). Agora, o projeto retorna às comissões da Câmara antes de ser votado em plenário em segundo turno. De acordo com o texto da proposta, caso aprovada, a lei pretende: Proibir propaganda física (outdoors, letreiros, produtos, etc) de “bets” em Belo Horizonte; Impedir que a administração pública firme contratos com empresas de apostas; Restringir a venda de “naming rights” para essas empresas. Bets de cidade com 2,3 mil habitantes movimentam R$ 408 milhões em um ano Ainda segundo a proposta, o PL propõe que a prefeitura de BH seja proibida de aceitar doações, patrocínios e recursos financeiros dessas empresas. Outro embargo prevsito é o de ceder às bets direito à nomeação de eventos e equipamentos públicos municipais, estratégia de marketing conhecida como "naming rights". Vídeos mais vistos no g1 Minas:

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Empresário e político recente: quem é Fernando Neto, vice que assume a prefeitura após afastamento de Rodrigo Manga em Sorocaba

Publicado em: 06/11/2025 16:09

Prefeito de Sorocaba anuncia nas redes sociais que é afastado do cargo O prefeito de Sorocaba (SP), Rodrigo Manga (Republicanos), foi afastado do cargo por 180 dias pela Justiça, nesta quinta-feira (6), durante a segunda fase da Operação Copia e Cola da Polícia Federal. O vice-prefeito, Fernando Martins da Costa Neto (PSD), assumiu a administração municipal. A decisão foi divulgada durante o cumprimento de mandados da PF nesta manhã e confirmada, em nota, pela prefeitura. Veja um vídeo de pronunciamento de Rodrigo Manga acima. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Fernando Neto é do Partido Social Democrático, tem 73 anos, é um empresário e dono de uma rede de supermercados pela região. Ele também foi presidente do Esporte Clube São Bento duas vezes. Rodrigo Manga afastado: quem é o 'prefeito tiktoker' investigado pela PF por suspeita de corrupção na Saúde em Sorocaba Conforme apurado pela TV TEM, a atuação de Fernando na área política é recente. Nas eleições de 2024, foi a segunda vez que ele saiu como candidato a vice de Rodrigo Manga. Ele também já chegou a assumir a prefeitura em outros momentos, quando Manga esteve fora da cidade. Fernando Neto (PSD) assume adminsitração municipal de Sorocaba (SP) após afastamento de Rodrigo Manga (Republicanos) Reprodução Afastamento é medida cautelar Segundo o presidente da OAB de Sorocaba, João Paulo Milano, o afastamento do prefeito decorre de uma medida cautelar judicial. Essa medida visa impedir interferências na investigação criminal, como obstrução de provas ou continuidade de infrações. O especialista destaca que o afastamento é temporário, com prazo que pode ser prorrogado ou revogado, sendo que não implica, por ora, na perda de mandato ou penalidade administrativa. João explicou ainda que, de acordo com os termos da legislação municipal, caso o vice-prefeito fosse impedido de assumir o cargo, o presidente da Câmara Municipal, Luís Santos (Republicanos),, seria chamado para assumir a administração. Se o presidente se recusasse a assumir o cargo, ele perderia o lugar que ocupa na Mesa Diretora. Em nota enviada ao g1, a prefeitura destacou que Fernando Neto permanece no cargo até que os fatos sejam esclarecidos, garantindo a continuidade dos serviços públicos e o funcionamento regular da administração municipal. "A Prefeitura de Sorocaba reforça seu compromisso com a transparência e o respeito às decisões judiciais", diz o posicionamento. Repercussão na Câmara À TV TEM, o vereador Raul Marcelo (PSOL) disse que o afastamento do prefeito Rodrigo Manga é importante para a Câmara, pois agora poderão abrir uma CPI com maior facilidade para investigar as possíveis irregularidades na saúde de Sorocaba. As movimentações em torno da criação de uma CPI começaram em 16 de abril, menos de uma semana após a deflagração da Operação Copia e Cola, que ocorreu no dia 10 de abril. O procedimento, entretanto, não teve assinaturas suficientes. Por isso, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) determinou que a Polícia Civil abra um inquérito para investigar uma denúncia de omissão contra os vereadores. Questionado sobre a mudança do cargo administrativo da cidade, o presidente da Câmara, Luís Santos (Republicanos), disse à TV TEM que Fernando Neto fará um bom trabalho na administração pública apesar de ter um "ritmo" diferente de Rodrigo Manga. "Ele é uma pessoa de credibilidade muito grande, experiência muito grande, provavelmente o ritmo será um pouco mais devagar no sentido de que há uma grande diferença de ritmo entre os dois (Manga e Fernando) mas a qualidade da atuação na administração acredito que vai continuar. Já nos colocamos à disposição e vamos ter uma reunião para alinharmos as ações que precisamos fazer para dar continuidade aos trabalhos e para que a cidade não sofra muito como já sabemos de outras experiências que tive tivemos", disse. Prefeito de Sorocaba (SP), Rodrigo Manga (Republicanos), e o vice-prefeito, Fernando Neto (PSD) Reprodução Operação Copia e Cola A Polícia Federal está investigando um suposto caso de corrupção e desvios de recursos públicos na área da saúde por meio de uma Organização Social (OS). A ação desta quinta-feira é um desdobramento da operação Copia e Cola. Os materiais analisados na primeira fase permitiram a identificação de novas pessoas físicas e jurídicas envolvidas no esquema. Os policiais fizeram diligências para encontrar irregularidades de contratos relacionados à área da saúde além de evidências de desvio de dinheiro. Duas pessoas foram presas durante a ação, uma delas sendo o empresário Marco Silva Mott, amigo do prefeito, que é suspeito de ser lobista e de lavar dinheiro em diversos contratos da prefeitura. Em nota, a defesa de Mott declarou que a prisão ocorreu em virtude de conjecturas e suposições da policia judiciaria. "A defesa irá esclarecer os equívocos. Além disso, trata-se de medida desnecessária, pois, nosso cliente sempre esteve à disposição das autoridades e já prestou esclarecimentos iniciais. Desse modo, traremos esses pontos ao tribunal que poderá compreender melhor os fatos". Prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga, é afastado do cargo por 180 dias Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Câmara aprova pedido para que Prefeitura de Maceió encerre contrato com BRK

Publicado em: 06/11/2025 11:44

BRK em Maceió Arquivo Pessoal Com a assinatura dos 27 parlamentares da Câmara Municipal de Maceió, será encaminhado à Prefeitura o Requerimento nº 001/2025, de autoria do vereador Galba Netto (MDB), que solicita a reavaliação do contrato de concessão firmado com a empresa BRK Ambiental. O documento também propõe a possibilidade de criação de um Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) para o município. Durante a sessão ordinária desta quarta-feira (5), Galba Netto voltou a criticar a qualidade dos serviços prestados pela BRK na capital, especialmente no que diz respeito ao saneamento básico e tratamento de esgoto. Ele afirma que a Câmara convive com um grande volume de reclamações e críticas constantes da população sobre o serviço da BRK. Para o vereador, o contrato que será encaminhado à Prefeitura pode até se transformar em um Projeto de Lei. Câmara Municipal de Maceió Arquivo Pessoal O presidente da Câmara, Chico Filho (MDB), também assinou o requerimento e informou que nesta quinta-feira (6), às 9h, será realizada uma reunião com o Ministério Público Estadual de Alagoas (MPE-AL) para discutir questões relacionadas à atuação da BRK Ambiental. Outro parlamentar que subscreveu o documento, Rui Palmeira (PSD), reforçou as críticas à empresa e destacou a falta de transparência nos serviços. De acordo com ele, foi preciso que a Defensoria Pública ingressasse com uma Ação Civil Pública para ter acesso ao mapa de saneamento, no entanto a informação deveria ser pública. Chico Filho afirmou que em levantamento feito no bairro da Santa Lúcia, foi constatado que faltam duas estações elevatórias no projeto inicial, o que compromete o funcionamento do sistema. “Essa realidade pode se repetir em várias outras localidades”, alertou o vereador. Em nota, a BRK afirma que vem cumprindo todas as suas obrigações contratuais e reforça o seu compromisso com a transparência, a eficiência e a melhoria contínua dos serviços prestados para toda a sociedade. Além disso, a empresa se coloca à disposição da Câmara de Vereadores da capital para esclarecer quaisquer dúvidas sobre o Contrato de Concessão da Região Metropolitana de Maceió. O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Maceió em busca de um posicionamento sobre o assunto, mas até a publicação da matéria não houve retorno.

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Inscrição para concurso público da Câmara de Mogi das Cruzes é prorrogada e termina nesta sexta; salários vão até R$ 10.069,96

Publicado em: 06/11/2025 11:27

Câmara Municipal de Mogi das Cruzes abre concurso público As inscrições para o concurso público da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes foram prorrogadas. Elas terminavam na terça-feira (4), mas o Legislativo estendeu o prazo até sexta-feira (7). No total, são oferecidas 18 vagas , além de cadastro de reserva. O interessado deve efetuar a inscrição no site da organizadora (confira as vagas abaixo). A Câmara informou que o presidente do Legislativo, Francimário Vieira Farofa (PL), e a Vunesp optaram pela expansão do prazo atendendo a pedidos dos cidadãos em função do quinto dia útil do mês — data do pagamento de grande parte dos trabalhadores — que acontece no dia 7. Os candidatos podem se inscrever até as 23h59, desta sexta. O Legislativo destacou que todos os demais termos do edital ficam mantidos e reiterados. "Ou seja, a decisão não afetará a data da prova nem as exigências para a nomeação para os 18 cargos em disputa, além de oportunidades para cadastro reserva." ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Os salários variam entre R$ 4.192,43 e R$ 10.069,96. Os benefícios oferecidos são vale-refeição, vale-alimentação e convênio médico. Para os cargos de nível fundamental, o valor da taxa de inscrição é de R$ 54,90 e para ensino médio é R$ 67,90. Já para ensino superior completo, o valor é de R$ 98,80. No edital, o candidato pode conferir quem tem direito à isenção da taxa e como solicitar. Confira aqui como se inscrever e acesse o edital completo Prova A prova está prevista para o dia 18 de janeiro , em Mogi das Cruzes, com duração de três horas. O exame será composto por perguntas objetivas relacionadas a conhecimentos gerais - língua portuguesa, matemática e raciocínio lógico para alguns cargos - e conhecimentos específicos de acordo com o cargo pretendido. Mais informações ainda podem ser obtidas pelo Diário Oficial de Mogi das Cruzes. Clique aqui para acessar ao Diário Oficial de Mogi das Cruzes Confira as vagas completas O cargo que exige ensino fundamental é: Agente Legislativo Operacional Vagas: 1; Salário: R$ 4.192,43; Carga horária: 40h. Os cargos que exigem ensino médio são: Assessor de Cerimonial Vaga: 1 vaga; Salário: R$ 7.746,24; Carga horária: 40h. Assistente Técnico de Áudio Vaga: 1 vaga; Salário: R$ 4.848,43; Carga horária: 40h. Oficial Legislativo de Transportes Vagas: 5 vagas; Salário: R$ 4.848,43; Carga horária: 40h. Técnico Legislativo Vagas: 6 vagas; Salário: R$ 5.965,80; Carga horária: 40h. Técnico Legislativo em Informática Vagas: 2 vagas; Salário: R$ 5.001,16; Carga horária: 40h. Os cargos que exigem ensino superior são: Analista de Recursos Humanos Vaga: 1 vaga; Salário: R$ 8.250,50; Carga horária: 40h. Assessor de Imprensa Legislativo Vagas: cadastro reserva; Salário: R$ 8.250,50; Carga horária: 40h. Assessor Legislativo Contábil e Financeiro Vagas: cadastro reserva; Salário: R$ 10.069,96; Carga horária: 40h. Contador Vaga: 1; Salário: R$ 8.510,39; Carga horária: 40h. Engenheiro de Telecomunicações Vagas: cadastro reserva; Salário: R$ 8.014,86; Carga horária: 30h. Leia também Câmara de Mogi das Cruzes abre inscrições para concurso público; salários vão até R$ 10.069,96 Vestibulinho da Etec: inscrição termina nesta sexta-feira; Alto Tietê tem mais de 2 mil vagas Câmara Municipal de Mogi das Cruzes Diego Barbieri/Câmara Municipal de Mogi das Cruzes Assista a mais notícias do Alto Tietê

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Prefeitura de BH assume obra de R$ 32 milhões que antes foi exigida como contrapartida da Arena do Galo

Publicado em: 06/11/2025 11:20

Arena do Galo Divulgação A Prefeitura de Belo Horizonte contratou uma obra de R$ 32,6 milhões para melhorias viárias no bairro Califórnia, na Região Noroeste da capital. O local é o mesmo onde, anteriormente, o Clube Atlético Mineiro foi responsabilizado por executar intervenções como contrapartida para o licenciamento da Arena do Galo. A obra passou a ser atribuição do Executivo após mudança na lei, em 2024. (relembre abaixo) O contrato foi assinado no dia 31 de outubro de 2025 com o Consórcio Infraestrutura Viária e prevê duas grandes intervenções na interseção da Via Expressa com o Anel Rodoviário. A previsão é que as obras sejam concluídas no segundo semestre de 2027. Segundo a Prefeitura, os recursos são municipais, oriundos do Ministério das Cidades, e a obra está em fase inicial de implantação do canteiro. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Antecedentes A responsabilidade por obras nessa área foi tema de polêmica durante a construção da Arena do Galo. Entre 2022 e 2023, uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal investigou se a Prefeitura teria imposto condicionantes desproporcionais ao clube, com suspeita de motivação política. O Atlético alegou que as exigências elevaram os custos da obra em mais de R$ 100 milhões. Ao todo, entre 2017 e 2022, a Prefeitura chegou a prever R$ 335 milhões em compensações, incluindo obras que, segundo o Galo, visavam resolver “problemas históricos” da região. A situação mudou com a aprovação da Lei Municipal nº 11.785/2024, na Câmara Municipal de BH, que passou a limitar o valor das condicionantes a 5% do custo total do empreendimento nos casos de interesse social ou utilidade pública. O então prefeito Fuad Noman (PSD) chegou a vetar esse trecho da lei, mas o veto foi derrubado pelos vereadores. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente confirmou que esse limite já foi ultrapassado no caso da Arena MRV e, por isso, a obra viária foi assumida pela Prefeitura. As medidas ambientais, como o parque e o plantio de mudas, foram mantidas como responsabilidade do clube. Em nota, o Atlético afirmou que segue rigorosamente o processo legal de licenciamento e que já cumpriu as contrapartidas sociais e ambientais. O clube também declarou que a nova legislação “restaurou o equilíbrio na fixação de contrapartidas”. Vídeos mais assistidos do g1 MG

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