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Corpo do jornalista Carlos Libório é enterrado sob forte comoção em Salvador

Publicado em: 21/12/2025 15:05

Morre o jornalista Carlos Libório, primeiro diretor de jornalismo da TV Bahia O corpo do jornalista Calos Elysio de Souza Libório foi sepultado sob forte comoção na manhã deste domingo (21), no Cemitério Jardim da Saudade, no bairro de Brotas, em Salvador. A despedida contou as presenças de familiares e amigos de profissões. Carlos Libório morreu na sexta-feira (19), aos 85 anos. Ele estava internado na Clínica Florence, na capital baiana, há uma semana. A causa da morte não foi revelada. Carlos Libório deixa a esposa, Nely Libório, conhecida como dona Lili, e os filhos Leonardo e Mariana. Natural de Ilhéus, no sul da Bahia, Carlos Libório nasceu em 8 de fevereiro de 1940 e se mudou para Salvador ainda na infância, aos 11 anos. A paixão pelo esporte foi o ponto de partida para a carreira na comunicação. Corpo do jornalista Carlos Libório é enterrado sob forte comoção em Salvador Reprodução/TV Bahia Conhecido carinhosamente como “Professor Libório” entre colegas e alunos, ele foi o primeiro diretor de Jornalismo da TV Bahia, cargo que ocupou por 23 anos. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ao longo desse período, ajudou a consolidar a emissora como referência no Norte e Nordeste e costumava dizer que "foi ali que se realizou plenamente como profissional". Libório iniciou a trajetória cobrindo esportes e teve papel decisivo na história do futebol baiano ao criar a sigla “Ba-Vi”, maior clássico do estado, entre os times Bahia e Vitória. A abreviação surgiu durante o fechamento de uma edição do extinto Jornal da Bahia, quando era necessário um título curto para a manchete esportiva. Inspirado em clássicos como Fla-Flu e Gre-Nal, ele propôs o termo que se tornaria definitivo. “Alguns cronistas achavam que devia ser ‘Vi-Ba’, porque o Vitória é mais antigo, mas ‘Ba-Vi’ é mais sonoro, mais curto, mais direto”, contou Libório em entrevista à Associação Bahiana de Imprensa (ABI), em 2022. Formado em Direito, ele construiu uma carreira sólida no jornalismo impresso, no rádio e na televisão. Fez parte da primeira equipe da revista Placar, nos anos 1970, trabalhou na Veja, na Rádio Cruzeiro, no Jornal da Bahia e na TV Itapoan, onde atuou como editor e redator do programa Repórter Esso, um dos mais importantes do país. Nos anos 1980 assumiu a Secretaria de Comunicação do Estado entre 1981 e 1983. Em 1985, aceitou o convite para se tornar o primeiro diretor de Jornalismo da TV Bahia. Paralelamente à atuação profissional, Libório também se dedicou ao ensino. Ele foi professor da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e um dos responsáveis por implantar programas de estágio na TV Bahia, contribuindo para a formação de novas gerações de jornalistas. Ao longo da vida, Carlos Libório recebeu diversas homenagens. Em 1996, recebeu o título de Cidadão Soteropolitano, em sessão solene na Câmara Municipal de Salvador. Em 2002, recebeu a Medalha do Mérito Eleitoral da Bahia, concedida pelo Tribunal Regional Eleitoral por unanimidade. Aos 80 anos, ele foi homenageado pela Assembleia Legislativa da Bahia pelo legado no jornalismo televisivo e na formação profissional. Conhecido pela postura ética e pela busca constante da imparcialidade, ele costumava afirmar que não tinha lado político, mas mantinha diálogo com diferentes correntes ideológicas. “Andava sempre em guarda, trabalhando com cuidado e bom senso”, disse, também em entrevista à ABI, ao relembrar a relação respeitosa com colegas de trabalho. Libório costumava afirmar que não tinha lado político e que mantinha diálogo com diferentes lados ideológicas. “Andava sempre em guarda, trabalhando com cuidado e bom senso”, disse, também em entrevista à ABI. LEIA TAMBÉM: Morre aos 75 anos o apresentador baiano Raimundo Varela Morte de Wanda Chase: relembre momentos da trajetória da jornalista e apresentadora Jornalista Maurício Kubrusly é internado na UTI após sofrer queda na Bahia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e da TV Bahia

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Concursos e seleções em PE oferecem mais de 2,1 mil vagas com salários de até R$ 6,7 mil; saiba como se inscrever

Publicado em: 21/12/2025 13:11

Seleções em PE oferecem mais de 2,1 mil vagas com salários de até R$ 6,7 mil Pernambuco oferece, ao menos, 2.177 vagas de emprego em seleções e concursos públicos em diferentes órgãos e instituições do estado. Entre os processos seletivos em andamento, estão os da Universidade de Pernambuco (UPE) e da Faculdade de Petrolina (Facape). As oportunidades incluem cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior, com salários que podem chegar a R$ 6.727,21. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Confira, abaixo, a lista que o g1 preparou com as principais informações sobre cada processo seletivo: Universidade de Pernambuco (UPE) Imagem da reitoria da Universidade de Pernambuco (UPE) UPE/Arquivo Inscrições até domingo (21); 55 vagas de nível técnico em administração; Salário de R$ 1.518; Confira o edital. Secretaria de Educação de Petrolina Inscrições até domingo (21); 1.194 vagas para os cargos de professor, secretário escolar, psicólogo e assistente social; Salários de até R$ 3.969,99; Confira o edital. Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) Inscrições até segunda (22); Uma vaga para agente temporário ambiental em Fernando de Noronha; Remuneração de 2,5 salários mínimos, que será R$ 1.621 em 2026, totalizando R$ 4.052,50; Confira o edital. Faculdade de Petrolina (Facape) Inscrições até sexta-feira (26); 14 vagas de nível superior; Salários de até R$ 6.727,21 Confira o edital. Câmara Municipal de São João Inscrições até 28 de dezembro; 12 vagas para cargos de níveis fundamental e médio; Salários de até R$ 3,5 mil; Confira o edital. Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho Inscrições até 28 de dezembro; 608 vagas para professores; Salários de até R$ 3.217,53; Confira o edital. Prefeitura de Caruaru Inscrições até 5 de janeiro; 50 vagas para assistentes sociais e psicólogos; Salários de R$ 2,1 mil; Confira o edital. Prefeitura de Riacho das Almas Inscrições até 5 de janeiro; 104 vagas de nível fundamental, médio e superior; Salários de até R$ 3.650,82; Confira o edital. Prefeitura de Catende Inscrições até 5 de janeiro; 139 vagas de níveis fundamental, médio e superior; Salários de até R$ 4.229,66; Confira o edital. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

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‘Passinho retrô’ ganha lei em Uberaba após vereadores criarem dia para celebrar o repertório flashback

Publicado em: 21/12/2025 07:01

Grupos de 'passinhos retrô' se apresentam na Câmara Municipal de Uberaba Uberaba agora tem uma data oficial para celebrar a nostalgia das décadas passadas. Foi promulgada no dia 10 de dezembro a lei que inclui no Calendário Popular do município o Dia Municipal do Flashback, a ser comemorado anualmente em 5 de novembro. A proposta, de autoria do vereador e presidente da Câmara Municipal de Uberaba, Ismar Marão (PSD), foi aprovada pelos vereadores no dia 17 de novembro. Segundo o vereador, a lei tem como objetivo valorizar a cultura retrô, como músicas das décadas de 70, 80 e 90, e os passinhos de dança retrô, modalidade popularmente conhecida por flashdance. No dia da aprovação do projeto, quatro grupos de dança se apresentaram na Casa Legislativa, reforçando a força do movimento na cidade. Assista ao vídeo acima. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp A expectativa é que, a partir de 2026, o Dia Municipal do Flashback seja marcado por grandes eventos abertos ao público e incentivando políticas culturais voltadas para o segmento. O novo texto altera a Lei Municipal nº 12.608, de 17 de maio de 2017, que “dispõe sobre a consolidação da legislação municipal do calendário popular”, passando a instituir uma semana de ações voltadas a resgatar e celebrar os elementos fundamentais da cultura flashback como: Músicas retrô Passinhos de dança retrô Djs retrô Colecionadores retrô Como o prazo para sanção da prefeita Elisa Araújo (PSD) expirou, a lei foi promulgada pelo presidente da Câmara e já está em vigor. “A gente tem a percepção hoje que o flashback é uma tendência cultural muito forte, não só em Uberaba, como no Brasil”, disse Marão. Projeto busca fomentar a cultura e a solidariedade Segundo Marão, o município de Uberaba já tem uma forte tradição ligada ao flashback. Há quase 18 anos, grupos de amigos organizam bailes a cada quatro meses, sempre com caráter solidário. A entrada é feita mediante a doação de 2 kg de alimentos não perecíveis, que são destinados a instituições da cidade. “Hoje, Uberaba conta com cerca de 8 a 10 grupos dedicados ao flashback. Além dos bailes, também são realizados aulões gratuitos em praças e espaços públicos, abertos à população. A intenção com a lei é a gente aproveitar essa semana [dedicada a ações de flashback] para fazer uma conscientização da importância cultural dessas danças. Um momento para a gente trazer à tona, quem sabe, um grande evento aberto à população de Uberaba, unindo solidariedade", explicou. Marão revelou ainda que a iniciativa segue uma tendência nacional. De acordo com o presidente da Câmara, Uberaba é o 101º município do Brasil a aprovar uma lei semelhante de valorização da cultura flashback. LEIA TAMBÉM: História de 'Quarto de Despejo', da escritora mineira Carolina Maria de Jesus Filme 'Cabeça de Boi' une segunda vaca mais cara do mundo, espiritismo e tragédia esquecida Zoya: filme produzido em Uberlândia sobre luto infantil disputa festival internacional Grupo de flashdance na Câmara de Uberaba CMU/Divulgação VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

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Museus de São José oferecem programação especial para as férias

Publicado em: 21/12/2025 06:01

Aproveitar as férias para mergulhar de cabeça na arte e visitar os museus é uma boa pedida para janeiro. Em São José dos Campos, as famílias têm opções de sobra para aproveitar a melhor época do ano. O Museu Municipal, em frente à praça Afonso Pena, está com duas exposições abertas ao público até 7 de fevereiro. A entrada é gratuita. O espaço, que funciona no prédio da antiga Câmara Municipal, fica aberto para visitação de terça-feira a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h. No piso superior do Museu, é possível visitar a exposição “(EX) CULTURA — Entre a Matéria e a Memória”, dedicada ao artista Egídio Rocci (1960–2015). FCCR Paullo Amarall / FCCR A mostra reúne esculturas, livros de artista, desenhos, fotografias e ilustrações, lançando luz sobre um dos nomes mais singulares das artes visuais do Vale do Paraíba. No piso inferior, o visitante é convidado a refletir sobre as múltiplas formas de manifestação do tempo. Em “Geometria do Tempo: uma topografia do passado, presente e futuro”, a artista Fabíolla Canedo convida o visitante a refletir sobre a dimensão invisível que rege tudo o que existe: o tempo. “As coisas estão no tempo, e sem o tempo elas não seriam.” Essa afirmação, que à primeira leitura soa simples, é o ponto de partida para uma travessia delicada pelas materialidades que compõem as paisagens sensíveis da artista. FCCR Paullo Amarall / FCCR Arte sacra A Fundação Cultural Cassiano Ricardo também realiza a tradicional exposição Presépios, no Museu de Arte Sacra, em frente ao Mercado Municipal, no centro de São José dos Campos. A visitação vai até o dia 31 de janeiro, de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 14h. A mostra anual é montada com o acervo do museu, com peças feitas por artesãos do Vale do Paraíba. O presépio de Natal é uma representação da história do nascimento do menino Jesus, com início em 1223, na Itália. O frade Francisco de Assis queria mostrar aos camponeses como tinha sido a noite do nascimento de Jesus. Então ele teve a ideia de recriar a cena a partir de argila, com o trabalho manual. FCCR Paullo Amarall / FCCR

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Prefeito que matou PM em vaquejada reassume o cargo em Igarapé Grande, no MA

Publicado em: 20/12/2025 20:03

Prefeito de Igarapé Grande (MA), João Vitor Xavier, é suspeito de matar a tiros o policial militar Geidson Thiago da Silva Arquivo pessoal A Câmara Municipal de Igarapé Grande, a 290 km de São Luís, autorizou a volta de João Vitor Xavier (PDT) ao cargo de prefeito, mesmo sendo réu por homicídio qualificado ao assassinar o policial militar Geidson Thiago da Silva, no município de Trizidela do Vale, em julho deste ano. Clique e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Após ter sido preso, no dia 15 de julho, quando se entregou à polícia, o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) concedeu um habeas corpus e determinou o monitoramento por tornozeleira eletrônica. Atualmente, ele responde pelo crime em liberdade. A audiência de instrução e julgamento do caso está marcado para o dia 02 de março de 2026. Afastamento remunerado João Vitor reassume a Prefeitura, após ter se afastado do cargo alegando uma licença médica de 125 dias. Durante esse período, ele continuou recebendo mensalmente o salário como prefeito, de R$ 13.256,08 (líquido), após a Câmara Municipal ter aceitado o pedido, no dia 9 de julho. Enquanto estava afastado, o Município era comandado pela vice-prefeita Maria Etelvina. Câmara autoriza retorno do prefeito João Vitor Xavier ao cargo em Igarapé Grande As investigações Após as investigações, a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) indiciou o prefeito de Igarapé Grande (MA) pela morte do PM Geidson Thiago da Silva. O inquérito concluiu que João Vitor Xavier (PDT), disparou todos os tiros pelas costas da vítima. Veja também: 'Ele perdeu a vida defendendo a sociedade', diz irmão de PM morto por prefeito no MA Prefeito é indiciado por morte de policial em vaquejada Com a conclusão do inquérito policial, o prefeito foi indiciado por homicídio e se entregou na sede da Polícia Civil, em São Luís, um dia após a Justiça aceitar o pedido de busca e apreensão e prisão preventiva realizado pela Delegacia de Pedreiras, que investiga o caso. No dia 14 de julho, o prefeito havia sido procurado na prefeitura e na casa onde mora em Igarapé Grande, mas não tinha sido encontrado. Entenda o caso Prefeito João Vitor Xavier entra em viatura durante prisão em São Luís De acordo com as investigações, João Vitor Xavier atirou contra o PM Geidson Thiago da Silva durante uma confusão em uma vaquejada em Trizidela do Vale (MA). A discussão teria sido causada pelo fato de o policial ter pedido para o prefeito reduzir a luz dos faróis do carro, porque a luz forte estaria incomodando as pessoas no local. PERFIL: Quem é o prefeito que confessou ter matado PM a tiros em vaquejada no Maranhão Testemunhas apontaram que houve uma confusão entre o prefeito e o PM, e João Vitor Xavier teria sacado uma arma e efetuado disparos contra o policial, que estava de folga. O PM ainda chegou a ser socorrido e levado a um hospital em Pedreiras, mas devido à gravidade dos ferimentos, foi transferido para uma unidade com mais estrutura. No entanto, ele não resistiu e morreu durante o atendimento. O policial era lotado no 19º Batalhão de Polícia Militar. Ele foi sepultado no dia 8 de julho. A defesa do prefeito alega que João agiu em legítima defesa, pois o policial militar teria sacado uma arma durante a discussão. No entanto, a investigação da Polícia Civil concluiu que a vítima foi morta pelas costas. Leia também: Corpo de policial militar morto por prefeito em vaquejada no MA é sepultado Prefeito suspeito de matar PM em vaquejada se apresenta à polícia no MA e é liberado após depor Prefeito que matou PM em vaquejada diz à polícia que arma foi 'presente' de eleitor Vídeo mostra confusão que terminou com policial morto a tiros no Maranhão; prefeito é suspeito No depoimento prestado à Polícia Civil, João afirmou que jogou a arma no local do crime, mas o armamento não foi encontrado. Imagens de uma câmera de segurança (veja abaixo), registradas no dia do crime, também não mostram o prefeito descartando a arma em nenhum ponto da cena. Prefeito de Igarapé Grande é suspeito de matar PM em vaquejada Em relação à posse da arma, João afirmou que o revólver calibre .38, utilizado no crime, havia sido adquirido há dois anos, como um presente de um eleitor. O prefeito também declarou que a arma não possuía registro nem autorização para posse. Uma das imagens coletadas pela polícia mostra um homem, que seria o prefeito João Vitor, se dirigindo até um carro preto, de onde parece pegar um objeto. Em seguida, ele caminha em direção a um grupo de pessoas, onde há uma aglomeração e, por fim, corre de volta ao veículo e vai embora. De acordo com o delegado de Pedreiras, Diego Maciel, as imagens foram registradas no local da vaquejada onde estavam o policial militar e o prefeito.

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Chefe de gabinete de vereador é morto em casa com tiro na cabeça no interior de SP

Publicado em: 20/12/2025 14:12

Central de Flagrantes da Polícia Civil de Rio Preto (SP) Madelyne Boer/TV TEM Um homem de 45 anos foi morto com um tiro na cabeça na tarde de sexta-feira (19), em São José do Rio Preto (SP). A vítima, Pablo Frazato, era chefe de gabinete do vereador professor Tadeu de Lima (União Brasil). Segundo o boletim de ocorrência, Pablo foi encontrado morto pelo irmão no quarto da casa. O tio da vítima tinha marcado um encontro com ele naquela noite e, ao chegar ao imóvel, por volta das 19h, não conseguiu contato. Por isso, chamou o irmão, que tinha acesso ao portão eletrônico. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Ao entrar na residência, o irmão encontrou as portas abertas e Pablo caído no quarto, com lesão provocada por arma de fogo na cabeça. A Polícia Militar e o resgate confirmaram a morte no local. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Câmeras de segurança registraram um homem de camiseta vermelha e capacete preto entrando na casa às 16h19 e saindo três minutos depois. O suspeito não foi identificado. Não houve arrombamento e nada foi levado. A perícia confirmou apenas um disparo, que atingiu a cabeça da vítima. O caso será investigado pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic). Um dia antes do crime, Pablo havia sido informado de que seria desligado do cargo de chefe de gabinete. A Câmara Municipal confirmou a decisão, mas disse que a exoneração ainda não tinha portaria oficial. O velório será neste domingo (21), às 7h30, no cemitério Jardim da Paz. O enterro está previsto para as 17h. Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

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MPE cita erros em decisão que cassou vereadores e pede retorno do processo à fase anterior

Publicado em: 20/12/2025 13:24

Roberto Conceição dos Santos Franco e Adnan Wadson de Lima foram cassados por fraude de cota eleitoral Reprodução O Ministério Público Eleitoral (MPE) afirma que houve erros na decisão que cassou os mandatos dos vereadores Roberto Franco e Adnan Lima, ambos do partido Democracia Cristã (DC), e pediu que a medida seja anulada para que o processo volte à fase anterior. Os dois respondem a processo por fraude à cota de gênero nas eleições municipais de 2024. O MPE manteve a acusação contra eles, mas o pedido é para que a sentença seja anulada a fim de evitar eventual anulação do processo em instâncias superiores. Isso porque a decisão de cassação foi dada sem parecer ministerial e sem a análise de uma prova apresentada dias antes. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp A manifestação é do promotor eleitoral Carlos Alberto Melotto e ocorreu duas semanas após a decisão da 5ª Zona Eleitoral, que havia cassado os parlamentares: Apesar de concordar que houve fraude, o promotor argumenta que a sentença foi proferida de forma apressada. Ele citou dois erros principais na decisão do juiz Angelo Augusto Graça Mendes: Falta da palavra final do MPE: O juiz julgou o caso logo após as defesas entregarem seus argumentos, mas não enviou o processo para o parecer final do Ministério Público, o que é obrigatório por lei. A "prova surpresa": A condenação foi baseada principalmente em uma confissão do ex-vereador Ruan Kenobby, que detalhou o esquema e apresentou comprovantes de PIX. No entanto, o juiz aceitou esse documento no fim do processo sem dar chance para que Roberto Franco e Adnan Lima se defendessem dessas novas acusações. Em nota à Rede Amazônica, a presidente do DC, Marlene Lopes, reafirmou que não houve ilegalidade na cota de gênero por parte do partido, que está confiante na Justiça. Segundo ela, o parecer do MPE pela anulação da cassação dos vereadores contribui para o esclarecimento dos fatos. Ao g1, o vereador Adnan Lima informou que está confiante de que tudo será esclarecido e que os dois vereadores conseguirão comprovar que não houve ilegalidade na cota de gênero. Procurado, o vereador Roberto Franco, não retornou até a última atualização da reportagem. Para o MPE, manter a cassação agora é perigoso para o próprio processo. O promotor explicou que, se os erros não forem corrigidos em Boa Vista, a decisão será facilmente derrubada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ou pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por falha técnica. Ao pedir a anulação, o objetivo do órgão é que o juiz dê oportunidade para que todos falem sobre as provas de Ruan Kenobby e que o processo siga o rito correto. Melotto destacou que a medida é a única forma de garantir que a cassação dos vereadores não seja cancelada futuramente por conta de erros técnicos. Ele entende que os crimes cometidos são graves e que existem provas contra os envolvidos, mas teme que os acusados utilizem as falhas do processo para derrubar a decisão em tribunais superiores. Se o pedido for aceito pelo juiz Angelo Augusto Graça Mendes, a sentença de cassação perde o efeito e o processo volta para a fase de coleta de depoimentos e defesas. Somente após esse "saneamento" é que uma nova sentença poderá ser publicada. Relembre o caso A Justiça Eleitoral cassou no dia 19 de novembro os mandatos dos vereadores Roberto Franco e Adnan Lima por fraude à cota de gênero nas eleições municipais de 2024 usando candidatas "fakes", em Boa Vista. Segundo a sentença, o partido utilizou candidaturas femininas fictícias para simular o cumprimento da exigência legal de, no mínimo, 30% de vagas destinadas a mulheres. O esquema, conforme a decisão, envolveu baixa votação das candidatas, ausência de atos de campanha, movimentação financeira padronizada e prestação de contas idênticas entre sete das oito mulheres lançadas pelo partido. Uma confissão anexada aos autos pelo então candidato Ruan Kenobby detalhou o funcionamento da fraude e afirmou que Roberto Franco e Adnan Lima eram “os idealizadores e cabeças de tal operação”. Ele relatou pagamento mensal de R$ 1 mil às candidatas “fakes” e apresentou comprovante de repasse a Adnan Lima para custear parte do acordo. Com isso, o juiz cassou o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) do DC, anulou todos os votos da chapa proporcional e determinou a cassação dos diplomas dos vereadores eleitos pelo partido. Também no dia 19 de novembro, a Justiça Eleitoral cassou o vereador Genilson Costa (Republicanos), presidente da Câmara Municipal de Boa Vista por envolvimento em um esquema de compra de votos e uso de recursos ilícitos durante a campanha de 2024. Veja reportagem sobre as cassações: Presidente da Câmara de Boa Vista e dois vereadores têm mandato cassado Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

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STF suspende trecho de lei que contrata empresas de transporte por aplicativo durante greves de ônibus em São Luís

Publicado em: 20/12/2025 13:13

Getty Images via BBC O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu uma liminar que suspende parcialmente um trecho de uma lei que autorizava o Município de São Luís a contratar empresas de transporte por aplicativo em períodos de greve no sistema de transporte público da capital. A decisão é do ministro Nunes Marques. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp O pedido de suspensão da liminar foi feito pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT). A entidade entrou com um pedido pedindo a suspensão da Lei Complementar Municipal nº 07/2025, que alterou regras no transporte coletivo da capital maranhense. Entre os pontos, a norma autoriza o Poder Executivo a contratar, de forma excepcional e emergencial, empresas de transporte por aplicativo e outros serviços previstos na legislação federal em situações de greve, quando não for garantida a circulação mínima de 60% da frota de ônibus. Segundo relator do pedido, o ministro Nunes Marques, a contratação temporária e excepcional de veículos por aplicativo não caracteriza a criação de uma nova modalidade de transporte público, mas apontou irregularidades na norma. O ministro alegou que a Lei Municipal não estabelece procedimento administrativo antes da cobrança da compensação financeira, nem garante o direito de defesa e de contestação. Para ele, isso vai contra a legislação federal e as garantias da Constituição, essa falha mostra que o pedido feito tem fundamento e que há riscos de prejuízos administrativos e trabalhistas. Com isso, o ministro Nunes Marques determinou a suspensão apenas da eficácia do parágrafo único do artigo 127-A da Lei nº 3.430/1996, pela Lei Complementar nº 07/2025, impedindo o município de realizar as compensações financeiras previstas nesse dispositivo. A decisão também estabelece que sejam solicitadas informações ao prefeito e à Câmara Municipal de São Luís no prazo de dez dias, além da manifestação da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da República (PGR) no prazo de cinco dias. O mérito da ação ainda será analisado pelo Plenário do STF.

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'Viveu numa intensidade, como se soubesse da partida', diz pai de atleta de 16 anos que morreu após queda de cavalo em corrida no RJ

Publicado em: 20/12/2025 11:20

Adolescente promessa das corridas de cavalos morre após queda no Hipódromo da Gávea Joaquim Pavoski Dapper tinha apenas 16 anos quando morreu após sofrer uma queda durante um páreo de turfe no Hipódromo da Gávea, no Rio de Janeiro, em 9 de dezembro. Desde então, estava internado, mas não resistiu aos ferimentos e a morte cerebral foi confirmada na quarta-feira (17). Natural de Faxinalzinho, na Região Norte do Rio Grande do Sul, J. Pavoski, como era conhecido nas pistas, vivia há um ano no Rio de Janeiro. Segundo Ivonei Dapper, pai do adolescente, que também é secretário de Comércio e Turismo em Faxinalzinho, o filho estava vivendo um sonho. "Era o sonho dele. Esse menino só me deu orgulho. Viveu numa intensidade, como se soubesse da partida. Esse é meu filho, um pedaço de mim que está partindo, mas que amava o que fazia", conta o pai de J. Pavoski. 'Viveu numa intensidade, como se soubesse da partida', diz pai de atleta de 16 anos que morreu em queda de cavalo durante corrida no RJ Arquivo pessoal O sonho era ser um dos principais nomes do turfe brasileiro. Ele começou a montar aos 12 anos e conquistou espaço no meio das corridas de cavalos. O adolescente estreou no Hipódromo da Gávea há três meses, e venceu logo na primeira participação. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Joaquim era filho de Dapper com Jucélia Pavoski Dapper, vereadora na cidade. Prefeitura e Câmara Municipal divulgaram notas de pesar pelo falecimento do adolescente, destacando o impacto da perda para a comunidade. "Neste momento de dor e consternação, a Administração Municipal expressa suas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com Joaquim", diz a publicação. O Jockey Club Brasileiro também lamentou a morte e ressaltou a trajetória do aprendiz: "Reiteramos nosso compromisso de apoiar os profissionais do esporte em todas as circunstâncias e agradecemos a dedicação de todos que acompanharam a trajetória de J. Pavoski." Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas, mas o corpo do atleta está previsto para chegar do RJ neste domingo (21), às 5h, em um aeroporto em Chapecó, ne oeste de Santa Catarina. Joaquim Pavoski Dapper era promessa do turfe e morreu após acidente em hipódromo no RJ Sylvio Rondinelli/Jockey Club Brasileiro O acidente No dia do acidente, Joaquim estava no grupo intermediário da prova, atrás dos líderes, quando caiu a poucos metros da linha de chegada (veja vídeo acima). O primeiro atendimento foi feito pela equipe médica do hipódromo. Depois, ele foi levado para o Hospital Miguel Couto e, no sábado (13), transferido para o Hospital Pasteur. A morte cerebral foi confirmada na quarta-feira (17), e um exame complementar no dia seguinte oficializou o óbito, segundo o Jockey Club Brasileiro. Joaquim Pavoski Dapper era promessa do turfe e morreu após acidente em hipódromo no RJ Divulgação/Câmara Municipal de Faxinalzinho VÍDEOS: Tudo sobre o RS

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Decreto que proíbe nudismo nas praias de Balneário Camboriú é publicado

Publicado em: 20/12/2025 08:00

Balneário Camboriú anuncia que vai proibir prática de nudismo na Praia do Pinho O decreto que proíbe a prática de nudismo nas praias de Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, foi publicado na sexta-feira (19). A Praia do Pinho, que fica no município, foi a primeira de naturismo do Brasil. De número 12.909/2025, o decreto apenas reforça a proibição. Isso porque a autorização do naturismo da Praia do Pinho já havia sido retirada do plano direto do município por meio de uma lei complementar (leia mais abaixo). A Federação Brasileira de Naturismo (FBrN) manifestou “preocupação e pesar” com a medida. "Trata-se de um marco histórico do naturismo brasileiro, reconhecido nacional e internacionalmente, que por décadas representou um ambiente de convivência respeitosa, liberdade responsável e contato consciente com a natureza" (leia a nota completa no fim do texto). ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp 🏖️ Naturismo é uma filosofia que prega autorrespeito, autoconhecimento, respeito ao próximo, alimentação saudável e preservação da natureza. Dentro deste modo de viver, também está a prática de nudismo social. Praia do Pinho, em Balneário Camboriú Balneário Camboriú Convention & Visitors Bureau/Divulgação Entenda O Plano Diretor de Balneário Camboriú em vigor, de 2006, permitia a prática de naturismo na Praia do Pinho. Porém, no novo, de 2025, essa autorização foi retirada. Esse novo Plano Diretor foi sancionado na sexta (19) pela prefeitura. Porém, só passa a valer em 90 dias. Enquanto isso, o Plano Diretor de 2006 está em vigor. Por causa disso, foi feita e aprovada a lei complementar número 129/2025, que revoga do documento de 2006 a autorização do naturismo na Praia do Pinho. Portanto, o decreto publicado na sexta é apenas para reforçar a proibição. Como justificativa, o município afirmou que, ao longo dos anos, a Praia do Pinho deixou de ser usada para naturismo e passou a ser cenário de atos ilícitos e crimes sexuais. Como é a Praia do Pinho, a 1ª de naturismo do Brasil SC possui 3 praias de naturismo, o maior número do país; conheça Praia do Pinho, em Balneário Camboriú PMBC/Divulgação 🏖️Como é a Praia do Pinho? A Praia do Pinho é considerada a primeira praia de naturismo do Brasil. De fácil acesso, o espaço tem cerca de 500 metros de extensão e fica entre as praias de Laranjeiras e do Estaleirinho. O nudismo existe no local desde 1980. A prática de não usar vestimentas no local é um dos principais fundamentos do chamado naturismo. A praia é aberta a todos os públicos, incluindo crianças, idosos e casais, sejam heterossexuais ou homoafetivos. Homens solteiros também podem permanecer na faixa de areia. É proibido fotografar ou filmar sem autorização dos frequentadores, mesmo à distância. É proibida qualquer prática de cunho sexual ou comportamento obsceno na praia. O Complexo Turístico Praia do Pinho afirma, porém, que não pode intervir na faixa de areia por se tratar de área pública, cuja fiscalização é responsabilidade dos órgãos competentes. Praia do Pinho é considerada a primeira de naturismo do Brasil Praia do Pinho/Divulgação 🤔Nudismo x naturismo Segundo explica Susan Letícia Gals, integrante do movimento e tesoureira da Associação NuParaíso, responsável pela manutenção da Praia do Pinho, o naturismo pode ser classificado como uma "filosofia de vida que engloba várias atitudes e, dentre elas, o nudismo". De acordo com Susan, os espaços são reconhecidos pelos municípios e pela Federação Brasileira de Naturismo (FBrN). A entidade possui regras para os visitantes, mas afirma que não há espaço delimitado para pessoas que querem andar nuas ou idade mínima para frequentar os espaços. O que diz a Federação Brasileira de Naturismo Confira abaixo a nota completa da Federação Brasileira de Naturismo. A Federação Brasileira de Naturismo (FBrN) manifesta profunda preocupação e pesar diante do encerramento da prática do naturismo na Praia do Pinho, em Balneário Camboriú, Santa Catarina, em decorrência da aprovação da PL 10/2022 e das alterações introduzidas pelo novo Plano Diretor do município. A Praia do Pinho não é apenas um espaço geográfico. Trata-se de um marco histórico do naturismo brasileiro, reconhecido nacional e internacionalmente, que por décadas representou um ambiente de convivência respeitosa, liberdade responsável e contato consciente com a natureza. É fundamental esclarecer à sociedade alguns pontos que têm sido, reiteradamente, confundidos ou utilizados de forma inadequada no debate público. Naturismo não é nudismo desordenado O naturismo é uma prática regulamentada, baseada em valores claros: respeito mútuo, convivência social, ética, preservação ambiental e responsabilidade individual. Não se confunde, em hipótese alguma, com comportamentos inadequados, atos obscenos ou crimes sexuais. Crimes são crimes — independentemente de onde ocorram — e devem ser combatidos com fiscalização, investigação e punição, não com a extinção de uma prática legítima e reconhecida mundialmente. Criminalidade e omissão do poder público Os próprios debates realizados na Câmara Municipal evidenciaram que práticas criminosas, inclusive de natureza sexual e relacionadas ao uso de drogas, ocorrem em diversos espaços públicos de Balneário Camboriú, e não exclusivamente na Praia do Pinho. Diante disso, questionamos: Por que a resposta escolhida foi abolir o naturismo, em vez de fortalecer a segurança, a fiscalização e a aplicação da lei? Punir corretamente uma minoria que age fora das normas sempre foi, e continua sendo, mais eficaz do que eliminar um direito coletivo por falhas de gestão e ausência do Estado. Ausência de associação local e responsabilidade compartilhada Reconhecemos que a ausência de uma associação naturista local, forte e atuante, contribuiu para o enfraquecimento da defesa do espaço. Uma sociedade organizada é sempre mais respeitada — porém, também sabemos que nem sempre é fácil encontrar pessoas dispostas a assumir responsabilidades, enfrentar críticas e “colocar a cara a tapa”. Ainda assim, a falta de organização civil não justifica a supressão de um direito cultural e social, especialmente quando existem instrumentos legais e administrativos para coibir abusos. Interesses imobiliários e falso moralismo A possível venda do Complexo do Pinho e a crescente especulação imobiliária na região levantam preocupações legítimas. O discurso moralista, em muitos casos, esconde interesses econômicos claros. Em diversos momentos na Câmara Municipal foi dito sobre atos sexuais praticados em diversos locais, inclusive centrais de Balneário Camboriú e que não são áreas naturistas. É importante lembrar que grande parte das pessoas que hoje pedem o fim do naturismo escolheu morar na região quando a praia já era oficialmente naturista, ou seja, tinham pleno conhecimento da vocação do local. Optar por mudar a lei, em vez de respeitar o ambiente escolhido, revela um comportamento egoísta e excludente. Democracia, diversidade e respeito Santa Catarina possui centenas de praias. Quantas se tornaram áreas restritas por empreendimentos imobiliários e não por ser área naturista? É realmente tão difícil garantir um pequeno espaço para quem escolhe viver e se expressar de forma diferente? A democracia se constrói com diversidade, não com imposição de um único modo de pensar ou viver. Defender o fim de um espaço isolado, de acesso voluntário, não é proteção da moral — é negação da liberdade alheia. Conclusão A Federação Brasileira de Naturismo entende que o fim da Praia do Pinho como área naturista representa uma perda histórica, cultural e social, fruto de omissões, desinformação, interesses paralelos e intolerância. Seguiremos defendendo o naturismo como prática legítima, ética e respeitosa, bem como o direito à diversidade, ao diálogo e à convivência democrática. O combate ao crime se faz com lei, presença do Estado e punição aos culpados, não com a eliminação de direitos de quem sempre agiu corretamente. Paula Silveira Presidente da FBrN - Federação Brasileira de Naturismo VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

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Relembre fatos que marcaram a política em MG em 2025

Publicado em: 20/12/2025 05:01

Montagem de fotos de Fuad Noman, Romeu Zema e Álvaro Damião Rodrigo Clemente (PBH)/ Fred D'Ávila (TV Globo)/ Reprodução TV Globo Ano movimentado na política mineira, com renovação de Câmaras de Vereadores e das gestões municipais, 2025 ficou marcado pela morte do prefeito reeleito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), após uma batalha contra o câncer. No estado e na capital, o legislativo aprovou – e rejeitou – projetos importantes, que afetam diretamente a vida das pessoas. Mas votou outros tantos, no mínimo, inusitados. Já de olho nas eleições de 2026, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência da República, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) travaram embates. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Minas no WhatsApp Relembre o que aconteceu de mais importante neste ano na política de MG: Renovação municipal No primeiro dia do ano, Fuad Noman, reeleito prefeito de Belo Horizonte com 53,73% dos votos válidos, foi empossado virtualmente. A cerimônia foi realizada online por recomendação médica. Na Câmara Municipal, 41 vereadores tomaram posse. O PL conquistou a maior bancada, com seis parlamentares, seguido pelo PT, com quatro. O vereador Juliano Lopes (Podemos) foi eleito o novo presidente do legislativo e ficará no comando da Casa até o fim de 2026. Internação e morte de Fuad Noman No dia 3 de janeiro, o prefeito Fuad Noman foi internado no Hospital Mater Dei, na Região Centro-Sul de BH, com insuficiência respiratória aguda. No dia 4, o então vice-prefeito, Álvaro Damião (União Brasil), assumiu a capital interinamente. Após quase três meses de internação, Fuad morreu no dia 26 de março, em consequência de complicações do Linfoma não-Hodgkin, tipo de câncer que ele estava enfrentando. O corpo do político foi velado no saguão da prefeitura e enterrado no Cemitério do Bonfim, na Região Noroeste de Belo Horizonte, no dia 27. Velório do prefeito Fuad Noman é aberto ao público em Belo Horizonte Novo prefeito Álvaro Damião tomou posse como prefeito de BH no dia 3 de abril, em cerimônia realizada na Câmara Municipal. No dia seguinte, ele anunciou o novo secretariado. Foram feitas mudanças em diversas pastas, coordenadorias e também na chefia de gabinete da prefeitura. Álvaro Damião (União) é empossado como novo prefeito de BH Reprodução/TV Globo Em junho, Damião foi destaque na cobertura nacional ao precisar se abrigar em um bunker na cidade de Kfar Saba, em Israel, durante uma viagem para conhecer novidades tecnológicas na área de segurança pública. Enquanto estava no país, integrando uma comitiva com outros políticos brasileiros, forças israelenses atacaram o Irã, que prometeu retaliação. Lula em MG e embates com Zema O presidente Lula visitou Minas Gerais oito vezes neste ano. A primeira foi no dia 7 de março, quando ele esteve em um assentamento do Movimento Sem Terra (MST) em Campo do Meio, no Sul do estado. A última foi em 11 de dezembro, quando o presidente participou da inauguração do Centro de Radioterapia do Hospital Nossa Senhora das Dores, em Itabira, na Região Central, e da Caravana Federativa, em Belo Horizonte. Durante as agendas em MG, Lula trocou farpas com Romeu Zema. No dia 11 de março, em Betim, na Grande BH, o governador de Minas Gerais causou desconforto ao não poupar críticas a gestões petistas, e o presidente respondeu à provocação. Já no último dia 11, na capital, Lula disse que pode "fazer um cursinho a distância" para ensinar o mineiro a "descascar banana", em referência a um vídeo em que Zema aparece comendo a fruta com casca como sugestão para a população "economizar". Os dois políticos podem se enfrentar nas eleições de 2026. O governador de MG já anunciou sua pré-candidatura à Presidência da República pelo partido Novo. Presidente Lula ironiza vídeo gravado por governador Romeu Zema em evento em BH O ano na Assembleia Legislativa A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) discutiu e votou neste ano diversos projetos de lei do governo Zema relacionados ao pagamento da dívida do estado com a União, que chegou a cerca de R$ 180 bilhões em 2025, e à adesão de MG ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). Entre as principais propostas aprovadas, estão o fim da exigência de referendo para a desestatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), além da autorização para a privatização da estatal, que atende 75% dos municípios mineiros. Os deputados deram aval também à federalização de Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge) e Minas Gerais Participações (MGI). O ano na Câmara Municipal de BH Um dos principais projetos discutidos na Câmara de BH neste ano foi a tarifa zero no transporte público. A proposta mobilizou artistas e movimentos da cidade, mas acabou rejeitada pela maioria dos vereadores, em uma vitória do prefeito Álvaro Damião – neste mês, ele anunciou gratuidade nos ônibus aos domingos e feriados. Também em dezembro, o legislativo aprovou, em 2º turno, a regulamentação do transporte de passageiros por moto de aplicativo, texto que ainda precisa ser sancionado pelo prefeito. O serviço foi lançado em Belo Horizonte em 2021 e opera sem respaldo legal há mais de quatro anos. Ao longo de 2025, os vereadores também se dedicaram a projetos relacionados à pauta de costumes. Em abril, foi aprovado, de forma definitiva, o uso da Bíblia como material de apoio em escolas públicas e privadas. Em outubro, os parlamentares aprovaram projeto que autoriza a internação involuntária de usuários de drogas; em novembro, proposta que busca enviar pessoas em situação de rua às cidades de origem, e outra que pode permitir a retirada dos pertences dessa população. Já neste mês, a Câmara aprovou multa para quem for flagrado usando drogas em vias públicas. Todos esses projetos ainda precisam ser votados em 2º turno. Além disso, neste ano, a partir de iniciativas do legislativo, Belo Horizonte ganhou novas datas comemorativas: o Dia Municipal da Fidelidade Conjugal e do Casamento Monogâmico Cristão, o Dia Municipal dos Legendários e o Dia Municipal de Combate à Cristofobia. Ainda em 2025, a partir de projetos da Câmara Municipal, BH virou a Capital do Bitcoin e a Capital Nacional da Corrida de Rua. Por outro lado, deixou de ser a Capital do Grau. Câmara de BH rejeita projeto de tarifa zero no transporte público Cassação de vereadores Em dezembro, a Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou o recebimento de uma denúncia contra o vereador Lucas Ganem (Podemos), acusando-o de fraude na declaração de domicílio eleitoral, e abriu um processo que pode resultar na cassação do parlamentar. Antes da conclusão do procedimento no legislativo, a Justiça Eleitoral determinou a cassação do mandato de Ganem, pelo mesmo motivo. Segundo a decisão, o vereador indicou um endereço onde nunca morou. A decisão foi proferida em primeira instância, e cabe recurso. A Justiça Eleitoral também cassou o mandato do vereador Leonardo Ângelo da Itatiaia (Cidadania). De acordo com a decisão, também em primeira instância, ficou comprovada a existência de uma estrutura paralela de campanha em favor do parlamentar.

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Entenda por que a Justiça determinou a cassação dos mandatos de dois vereadores de BH

Publicado em: 20/12/2025 05:00

Vereadores de BH têm mandatos cassados A Justiça Eleitoral decidiu, em primeira instância, pela cassação dos mandatos dos vereadores Lucas Ganem (Podemos) e Leonardo Ângelo (Cidadania), eleitos em Belo Horizonte nas eleições de 2024. As decisões apontam irregularidades distintas cometidas durante o processo eleitoral. Apesar das sentenças, nenhum dos dois perde o mandato de forma imediata. Ainda cabem recursos contra as decisões, e os efeitos só passam a valer após o trânsito em julgado, quando não houver mais possibilidade de contestação nos tribunais. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Entenda os casos a partir dos pontos abaixo: Por que foi determinada a cassação dos mandatos de dois vereadores de BH? A cassação dos vereadores já está valendo? Qual foi o motivo da decisão pela cassação de Lucas Ganem? O que a Justiça determinou no caso de Lucas Ganem? Lucas Ganem pode perder o mandato antes do fim do processo judicial? Por que foi determinada a cassação do mandato de Leonardo Ângelo? O que a sentença apontou sobre a campanha de Leonardo Ângelo? Quais penalidades foram aplicadas a Leonardo Ângelo? As decisões afetam outros políticos ou partidos? O que acontece agora com os processos? Montagem com as fotos dos vereadores Lucas Ganem (Podemos, à esquerda da foto) e Leonardo Ângelo (Cidadania, à direita). Cristina Medeiros/CMBH + Dara Ribeiro/CMBH 1. Por que foi determinada a cassação dos mandatos de dois vereadores de BH? A Justiça Eleitoral entendeu que Lucas Ganem e Leonardo Ângelo cometeram irregularidades eleitorais graves nas eleições de 2024. No primeiro caso, foi reconhecida fraude no domicílio eleitoral. No segundo, abuso de poder econômico, uso de recursos proibidos e corrupção eleitoral. As decisões são de primeira instância e podem ser questionadas por recursos. 2. A cassação do mandato dos vereadores já está valendo? Não. As decisões não têm efeito imediato porque ainda cabem recursos ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) e a instâncias superiores. Até o fim do processo, os vereadores seguem no exercício do mandato normalmente, desde que não haja decisão favorável às cassações na própria Câmara Municipal. 3. Qual foi o motivo da decisão pela cassação de Lucas Ganem? Lucas Ganem foi alvo de decisão pelo mandato cassado por fraude na declaração de domicílio eleitoral. A Justiça concluiu que ele informou morar em Belo Horizonte sem comprovar vínculo real com o endereço declarado, mantendo ligações com outros estados, o que o tornou inelegível de forma irregular. LEIA TAMBÉM Prefeitura de BH troca presidência da Belotur a menos de dois meses do carnaval Zema diz que vai recorrer contra decisão de paralisar programa de escolas cívico-militares em MG 4. O que a Justiça determinou no caso de Lucas Ganem? A sentença determinou a cassação do mandato, a anulação dos votos recebidos e a declaração de inelegibilidade por oito anos, contados a partir das eleições de 2024. A decisão também prevê comunicação ao TRE-MG, à Câmara Municipal e a outros órgãos para apuração de possíveis crimes eleitorais. 5. Lucas Ganem pode perder o mandato antes do fim do processo judicial? Sim. Além da ação judicial, há um processo político-administrativo em andamento na Câmara Municipal de Belo Horizonte. Esse procedimento é independente do processo judicial e pode resultar na cassação do mandato antes do desfecho na Justiça Eleitoral, se houver aprovação em plenário. 6. Por que foi determinada a cassação do mandato de Leonardo Ângelo? Leonardo Ângelo foi condenado por abuso de poder econômico, uso de recursos de fonte proibida, irregularidades na prestação de contas e corrupção eleitoral. A Justiça apontou a existência de uma estrutura paralela de campanha financiada de forma irregular durante as eleições de 2024. 7. O que a sentença apontou sobre a campanha de Leonardo Ângelo? Segundo a decisão, houve uso de recursos não declarados, incluindo verba de fonte vedada e prática de caixa dois. Os valores ocultados ultrapassaram R$ 450 mil. Também foram identificadas promessas de cargos públicos em troca de apoio político, caracterizando corrupção eleitoral. 8. Quais penalidades foram aplicadas a Leonardo Ângelo? A Justiça determinou a cassação do mandato, a anulação dos votos recebidos e a inelegibilidade por oito anos. Após o trânsito em julgado, quando não há mais possibilidade de recurso, os votos devem ser recontados, e a Câmara Municipal de Belo Horizonte será oficialmente comunicada. 9. As decisões afetam outros políticos ou partidos? Não. Nos dois casos, as sentenças tratam diretamente apenas dos vereadores cassados. No processo de Leonardo Ângelo, a decisão menciona a atuação de uma campanha majoritária, mas o candidato citado não é parte na ação e teve as contas aprovadas pela Justiça Eleitoral. 10. O que acontece agora com os processos? Os casos seguem na Justiça. Enquanto houver possibilidade de recurso, não há afastamento automático dos vereadores. A aplicação das penalidades depende da confirmação das sentenças em instâncias superiores da Justiça Eleitoral ou de decisão da Câmara Municipal. Vídeos mais assistidos do g1 MG

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Carro de mãe e filho mortos em acidente em MG ficou entre dois veículos

Publicado em: 20/12/2025 04:00

Mãe e filho de 3 anos morrem em acidente na BR-153 O veículo em que estavam mãe e filho que morreram após acidente registrado na quinta-feira (18) na BR-153, em Prata, no Triângulo Mineiro, foi atingido pela frente e pela traseira. A informação foi confirmada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta sexta-feira (19). Segundo o inspetor Filipe Saad, até o momento não é possível determinar a dinâmica do acidente. As circunstâncias só serão esclarecidas após a finalização do Laudo Pericial de Sinistro de Trânsito (LPST). "A previsão é de que ele fique pronto em cinco dias, mas as equipes dependem de algumas informações, então esse prazo pode ser prorrogado", afirmou. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp As vítimas foram identificadas como Marcela de Oliveira Silva, de 42 anos, e seu filho Luis Eduardo Vieira Rodrigues de Oliveira, de 3 anos. De acordo com o Corpo de Bombeiros, uma carreta teria atingido o carro em que estavam mãe e filho. No entanto, a informação não foi confirmada pela PRF. Marcela morreu no local. A criança chegou a ser socorrida em estado grave e levada para o Pronto Socorro Municipal de Prata, mas não resistiu aos ferimentos. O pai da criança, que também estava no veículo, também foi levado ao mesmo hospital após entrar em estado de choque. Na manhã de sexta-feira (19), segundo a unidade hospitalar, ele permanecia internado em observação, sem risco. Marcela era artesã, zootecnista e mestre em Produção Animal pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Atuava com papelaria criativa e, em sua última postagem nas redes sociais, no dia 14 de dezembro, compartilhou um trabalho de encadernação personalizada com a mensagem: “Que 2026 venha leve, suave e cheio de luz”. Traslado para a Paraíba De acordo com a Funerária LIV, responsável pela preparação e transporte dos corpos, Marcela e Luis Eduardo serão levados para Alagoa Grande (PB), cidade natal da família. Na manhã de sexta-feira, os familiares ainda decidiam se o traslado seria feito por via terrestre ou aérea para agilizar o processo. O prefeito de Alagoa Grande, Neto Carneiro (PRD), lamentou a tragédia e contou ao g1 que Marcela pertencia a uma família tradicional da cidade, com histórico político. Ela é filha do ex-vereador Moacir Carlos e sobrinha do atual presidente da Câmara Municipal, Marcelo Carlos da Silva (PP). O avô de Marcela também foi vereador na cidade. A família viajava de férias para a Paraíba, quando sofreu o acidente. Nas redes sociais, o prefeito divulgou uma nota de pesar lamentando a morte de Marcela e do filho e se solidarizando com os familiares. Marcela e o filho Luis Eduardo, vítimas do acidente na BR-153 Redes sociais/Reprodução Acidente envolveu carreta e três carros O acidente envolveu três carros e uma carreta na tarde de quinta-feira (18), no km 94 da BR-153, próximo a Prata. Segundo o Corpo de Bombeiros, eles estavam em um dos veículos de passeio atingidos pela carreta. Ao g1, o comandante do Corpo de Bombeiros de Prata, tenente André Mariano, afirmou que as equipes retornavam de uma ocorrência quando se depararam com o acidente. LEIA TAMBÉM: Motorista morre em acidente com possível salto de caminhão Quem era o motorista que morreu após possível salto de caminhão Após falhas mecânicas, megacarga chega em Campo Florido Pai da criança e condutor do veículo saiu ileso Corpo de Bombeiros/Divulgação O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a concessionária Triunfo Concebra e equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) também atuaram na ocorrência. De acordo com a concessionária, o acidente ocorreu por volta das 14h20, e a rodovia permaneceu interditada nos dois sentidos por quase três horas para atendimento às vítimas, retirada dos veículos e limpeza da via. Infográfico - acidente na BR-153, em Prata, no Triângulo Mineiro Arte/g1 VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

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Quem era adolescente promessa das corridas de cavalos que morreu aos 16 anos em acidente na reta final de prova no RJ

Publicado em: 20/12/2025 01:00

Adolescente promessa das corridas de cavalos morre após queda no Hipódromo da Gávea Joaquim Pavoski Dapper tinha apenas 16 anos, mas já carregava um grande sonho: ser um dos principais nomes do turfe brasileiro. Ele morreu após sofrer uma queda durante um páreo no Hipódromo da Gávea, no Rio de Janeiro, no dia 9 de dezembro. Desde então, estava internado, mas não resistiu. A morte cerebral foi confirmada na quarta-feira (17). Natural de Faxinalzinho, no Norte do Rio Grande do Sul, cidade com pouco mais de 2,5 mil habitantes, ele começou a montar aos 12 anos e conquistou espaço no meio das corridas de cavalos. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Conhecido nas pistas como J. Pavoski, o adolescente estreou no Hipódromo da Gávea há três meses: venceu logo na primeira participação. Joaquim era filho de Ivonei Dapper, secretário de Comércio e Turismo de Faxinalzinho, e de Jucélia Pavoski Dapper, vereadora. Prefeitura e Câmara Municipal divulgaram notas de pesar pelo falecimento do adolescente, destacando o impacto da perda para a comunidade: "Neste momento de dor e consternação, a Administração Municipal expressa suas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com Joaquim", diz a publicação. O Jockey Club Brasileiro também lamentou a morte e ressaltou a trajetória do aprendiz: "Reiteramos nosso compromisso de apoiar os profissionais do esporte em todas as circunstâncias e agradecemos a dedicação de todos que acompanharam a trajetória de J. Pavoski." Até a publicação desta reportagem, não havia informações sobre velório ou cerimônia de despedida. Joaquim Pavoski Dapper era promessa do turfe e morreu após acidente em hipódromo no RJ Sylvio Rondinelli/Jockey Club Brasileiro O acidente No dia do acidente, Joaquim estava no grupo intermediário da prova, atrás dos líderes, quando caiu a poucos metros da linha de chegada (veja vídeo acima). O primeiro atendimento foi feito pela equipe médica do hipódromo. Depois, ele foi levado para o Hospital Miguel Couto e, no sábado (13), transferido para o Hospital Pasteur. A morte cerebral foi confirmada na quarta-feira (17), e um exame complementar no dia seguinte oficializou o óbito, segundo o Jockey Club Brasileiro. Joaquim Pavoski Dapper era promessa do turfe e morreu após acidente em hipódromo no RJ Divulgação/Câmara Municipal de Faxinalzinho VÍDEOS: Tudo sobre o RS

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'CEI da Sucata' que investiga suposto desvio de materiais na Emdurb realiza primeira reunião em Bauru

Publicado em: 19/12/2025 20:40

'CEI da Sucata' define cronograma de trabalho em primeira reunião em Bauru A Comissão Especial de Inquérito (CEI), conhecida como “CEI da Sucata”, realizou na manhã desta quinta-feira (19) a primeira reunião na Câmara Municipal de Bauru (SP). O encontro teve como objetivo definir o cronograma de trabalho, estabelecer prioridades e agendar os próximos compromissos. Estiveram presentes seis vereadores membros da CEI, além de um representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Participaram os vereadores Marcelo Afonso (PSD), presidente da comissão; Júlio César (PP), Edson Miguel (Republicanos), Arnaldinho Ribeiro (Avante), Estela Almagro (PT) e Márcio Teixeira (PL). Seis dos sete membros da CEI da Sucata estiveram presentes na primeira reunião Câmara Municipal de Bauru/Divulgação O relator da CEI, vereador Sandro Bussola (MDB), não compareceu ao encontro. Inicialmente, foi identificado pelas redes sociais que o parlamentar estava em viagem aos Estados Unidos. Após a reunião, Bussola enviou nota à TV TEM informando que já tinha compromissos familiares agendados antes da instauração da CEI. Segundo ele, como as reuniões são gravadas e registradas em atas, já tomou conhecimento de todas as deliberações. A comissão vai investigar denúncias sobre a destinação irregular de materiais danificados após um vendaval que atingiu a cidade em 22 de setembro de 2025. O temporal causou estragos em diversos pontos da cidade, como queda de árvores, danos em semáforos, na rede elétrica, em residências e em prédios públicos, além de destruir parte da cobertura do Terminal Rodoviário. Processo de reconstrução da estrutura do telhado do Terminal Rodoviário em Bauru (SP) Joabe Guaranha/Prefeitura de Bauru A denúncia aponta que a Emdurb teria vendido materiais inservíveis e sucatas de forma direta, sem a realização de leilão público, o que pode contrariar a legislação vigente. Durante o encontro desta sexta-feira, os vereadores decidiram solicitar à Emdurb o envio de documentos, como a ordem de serviço da venda dos materiais, a relação de funcionários envolvidos, extratos bancários e um relatório com os bens patrimoniais. Também foram definidas duas diligências: uma visita à sede da Emdurb, marcada para a próxima terça-feira, e outra ao delegado responsável pelo inquérito na Polícia Civil, ainda sem data definida. Em nota, a Emdurb nega irregularidades e afirma que todos os procedimentos foram realizados dentro da legalidade. A empresa também informou que abriu um processo interno para apurar os fatos. O caso também é investigado pela Polícia Civil. A próxima reunião da CEI está marcada para o dia 5 de janeiro, quando está prevista a oitiva da presidente da Emdurb, Ghislaine Magrini. Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

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