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Bondinho de Lisboa descarrila, tomba e deixa 3 mortos e cerca de 20 feridos; VÍDEO

Publicado em: 03/09/2025 14:42

Imagens mostram acidente no Elevador da Glória, ponto turístico de Lisboa O Elevador da Glória, bondinho que é um dos principais pontos turísticos de Lisboa, em Portugal, descarrilou e tombou nesta quarta-feira (3). O incidente deixou 3 mortos e cerca de 20 feridos, confirmaram autoridades à agência de notícias Reuters. A causa do acidente, que aconteceu às 18h05 do horário local - 14h05 em Brasília - foi um cabo que se rompeu, segundo a emissora portuguesa SIC. "Pelo que se consegue ver pelas imagens, o mais provável é que um cabo de tração tenha se quebrado e, ao quebrar, os freios que normalmente deviam funcionar numa situação destas não funcionaram", declarou Fernando Nunes da Silva, especialista em Engenharia e ex-vereador da Câmara Municipal de Lisboa à TV. Foto do local do acidente postada por morador de Lisboa em rede social Facebook / Reprodução Uma vídeo que circula pelas redes sociais mostra o funicular, que transporta pessoas para cima e para baixo em uma das ladeiras da capital portuguesa, praticamente destruído. "Bateu com uma força brutal num prédio e se despedaçou como uma caixa de papelão. Foi uma pancada muito forte, algo impressionante. Não tinha nenhum tipo de freio", contou uma testemunha do acidente à SIC. O elevador da Glória pode transportar até 43 passageiros e é um dos funiculares mais antigos ainda em funcionamento, em Lisboa, operando desde 1885. Ele tinha sido submetido a uma reparação geral em 2022 e a manutenção periódica em 2024, dentro dos protocolos. Ele liga a Praça dos Restauradores ao Jardim de São Pedro de Alcântara, no Bairro Alto, num percurso de cerca de 265 metros pela Calçada da Glória (veja no mapa abaixo). O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou "profundamente" o acidente em comunicado: "O Presidente da República apresenta o seu pesar e solidariedade às famílias afetadas por esta tragédia e espera que a ocorrência seja rapidamente esclarecida pelas entidades competentes". Polícia e equipes de emergência no local de acidente com bonde em Lisboa REUTERS Bondinho descarrila no Centro de Lisboa e mata 3

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Laurez Moreira assume governo após afastamento de Wanderlei por suspeita de corrupção

Publicado em: 03/09/2025 12:42

Laurez Moreira se torna Governador em exercício após afastamento de Wanderlei Barbosa Com o afastamento de Wanderlei Barbosa, pelo prazo de 180 dias, quem assume o cargo é o vice, Laurez Moreira (PSD). A medida foi determinada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) no inquérito que apura desvio de recursos públicos na compra de cestas básicas no Tocantins na época da pandemia de Covid-19. O prejuízo estimado é de mais de R$ 73 milhões. Wanderlei Barbosa é investigado na segunda fase da “Operação Fames-19”, que tem o objetivo de aprofundar as investigações que apuram um prejuízo de R$ 73 milhões aos cofres públicos. Segundo a decisão, são apurados os crimes de frustração ao caráter competitivo de licitação, peculato, corrupção passiva, lavagem de capitais e formação de organização criminosa. O governador afirmou, em nota que recebe a decisão com respeito às instituições, mas se trata de uma "medida precipitada". Afirmou que os fatos ocorreram na gestão anterior, quando tinha o cargo de vice-governador e não era ordenador de despesas. Também afirmou que determinou auditoria nos contratos e acionará os meios jurídicos necessários para reassumir o cargo (veja nota completa abaixo). 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Durante o mandato de vice-governador, Laurez assumiu o governo pela última vez em 2023. Depois disso, Wanderlei propôs uma emenda à constituição para permanecer no cargo mesmo durante viagens. O texto foi aprovado em 2024. Em entrevista à TV Anhanguera, Laurez afirmou que recebe a notícia de afastamento do governador com tristeza, mas vai fazer um levantamento da situação do governo para continuar trabalhando. Laurez Moreira assume o governo do Tocantins Reprodução/TV Anhanguera Laurez Moreira é natural de Dueré e formado em direito, onde foi vereador e ocupou a presidência da Câmara Municipal. Logo em seguida, foi eleito por três vezes deputado estadual, duas vezes deputado federal entre 2007 e 2011. Ele também ocupou a Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Turismo. Em 2012, Laurez disputou o cargo da prefeitura de Gurupi, região sul do estado, e foi reeleito em 2016, permanecendo até 2020. Já em 2022, concorreu como vice-prefeito, sendo eleito ao lado de Wanderlei Barbosa (Republicanos). Ele é filho da professora Laurinda e Juarez Moreira, além de advogado e pai de três filhos. LEIA MAIS Governador do Tocantins e primeira-dama são afastados pelo STJ durante investigação sobre compra de cestas básicas Afastamento de Wanderlei Barbosa O governador Wanderlei Barbosa foi afastado pelo prazo de 180 dias, durante a segunda-fase da “Operação Fames-19”. A primeira-dama, Karine Sotero Campos, que é secretária extraordinária de Participações Sociais também foi afastada. As medidas foram determinadas pelo Ministro Mauro Campbell. Conforme a PF, as investigações, que tramitam sob sigilo no Superior Tribunal de Justiça, apontam fortes indícios de um esquema de desvio de recursos públicos entre os anos de 2020 e 2021. Nesse período, os investigados teriam se aproveitado do estado de emergência em saúde pública e assistência social para fraudar contratos de fornecimento de cestas básicas. Segundo a apuração, foram pagos mais de R$ 97 milhões em contratos para fornecimento de cestas básicas e frangos congelados. O prejuízo aos cofres públicos é estimado em mais de R$ 73 milhões. Segundo a investigação, os valores desviados teriam sido ocultados por meio da construção de empreendimentos de luxo, compra de gado e pagamento de despesas pessoais dos envolvidos. Mais de 200 policiais estão cumprindo 51 mandados de busca e apreensão e outras medidas cautelares em Palmas (TO), Araguaína (TO), Distrito Federal, Paraíba, Maranhão. Íntegra da nota de Wanderlei Barbosa Recebo a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) com respeito às instituições, mas registro que se trata de medida precipitada, adotada quando as apurações da Operação Fames-19 ainda estão em andamento, sem conclusão definitiva sobre qualquer responsabilidade da minha parte. É importante ressaltar que o pagamento das cestas básicas, objeto da investigação, ocorreu entre 2020 e 2021, ainda na gestão anterior, quando eu exercia o cargo de vice-governador e não era ordenador de despesa. Reforço que, por minha determinação, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e a Controladoria-Geral do Estado (CGE) instauraram auditoria sobre os contratos mencionados e encaminharam integralmente as informações às autoridades competentes. Além dessa providência já em curso, acionarei os meios jurídicos necessários para reassumir o cargo de Governador do Tocantins, comprovar a legalidade dos meus atos e enfrentar essa injustiça, assegurando a estabilidade do Estado e a continuidade dos serviços à população. Íntegra da nota de Karynne Sotero Reitero meu respeito à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e às instituições, ressaltando que irei dedicar-me plenamente à minha defesa, convicta de que conseguirei comprovar minha total ausência de participação nos fatos que estão sendo apontados. Desejo que tudo seja esclarecido e reestabelecido com brevidade e justiça, pelo bem do povo tocantinense, a quem dedico meu trabalho e compromisso. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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Comissão que vai investigar contratos com consórcio de limpeza em Goiânia é definida; veja lista de vereadores

Publicado em: 03/09/2025 11:41

Composição da CEI do consórcio Limpa Gyn é definida na Câmara de Goiânia A Comissão Especial de Inquérito (CEI) que irá investigar os contratos da Prefeitura de Goiânia com o consórcio Limpa Gyn, responsável pela limpeza urbana da capital, foi definida na Câmara Municipal. Os membros selecionados, sete titulares e três suplentes, devem apurar possíveis irregularidades na execução de contratos e prestação de serviços (confira a lista de vereadores abaixo). O resultado foi divulgado na terça-feira (2). Os vereadores ainda irão se reunir para definir o presidente e o relator da CEI. Posteriromente, os trabalhos serão iniciados com um prazo de conclusão de 120 dias, mas que garante a possibilidade de prorrogação pelo mesmo período. De acordo com a Câmara Municipal de Goiânia, os aspectos avaliados pela comissão serão: técnicos, financeiros, operacionais, ambientais e de conformidade administrativa. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Confira abaixo os membros da Comissão Especial de Inquérito (CEI): Titulares Ronilson Reis (Solidariedade) - Bloco Governança Pedro Azulão Jr. (MDB) - Bloco Vanguarda Aava Santiago (PSDB) - Bloco Brilha Goiânia Welton Lemos (Solidariedade) - Bloco Goiânia Limpa Willian Veloso - PL Juarez Lopes (PDT) - Bloco Goiânia Thialu Guiotti - (Avante) - Bloco Forte Suplentes Sanchez da Federal (PP) Fabrício Rosa (PT) Cabo Senna (PRD) LEIA TAMBÉM: Taxa do lixo: vereadores aprovam em 1ª votação a revogação da medida em Goiânia Taxa do lixo é sancionada pelo prefeito de Goiânia; veja as regras Taxa do Lixo em Goiânia: entenda ponto a ponto do projeto de lei aprovado em 1º votação pela Câmara Entenda o motivo da CEI Consórcio Limpa Gyn é responsável pela limpeza urbana de Goiânia Divulgação/Consórcio Limpa Gyn Após a prefeitura ter retirado da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) o trabalho de coleta de lixo e varrição de ruas da cidade, o consórcio vencedor para realizar os serviços foi a Limpa Gyn, por meio de licitação. O documento de instalação da CEI foi requerido pelo vereador Cabo Senna (PRD) em julho de 2025. No texto, o parlamentar pontuou que o objetivo da comissão é investigar as "denúncias de falhas recorrentes na coleta seletiva, uso indevido de maquinário, bem como as justificativas e alterações contratuais já apresentadas pela empresa". O vereador classificou como uma decisão urgente, uma vez que "existem indícios consistentes que apontam para possíveis irregularidades na execução contratual, com prejuízos potenciais à regularidade da prestação dos serviços públicos essenciais de limpeza urbana, à adequada aplicação dos recursos públicos e ao interesse coletivo". Das 13 assinaturas necessárias para a abertura da comissão, conforme o regimento interno da Câmara, 16 foram conquistadas. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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Quem é Wanderlei Barbosa, governador do Tocantins afastado por suspeita de corrupção

Publicado em: 03/09/2025 10:42

Veja a trajetória do Governador do Tocantins afastado durante operação da PF O governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), afastado nesta quarta-feira (3) por 180 dias, está no cargo desde 2021. Ele assumiu o governo após o então governador Mauro Carlesse (Agir) ter sido afastado e renunciar ao mandato para evitar um processo de impeachment. Em 2022, durante campanha, Wanderlei se apresentou como um homem do povo: "o governador curraleiro!". O apelido usado insistentemente nas propagandas eleitorais tinha objetivo: não permitir que ninguém esquecesse as origens e a história da vida dele. Wanderlei Barbosa Castro é natural de Porto Nacional (TO). Ele começou a carreira política em 1989, quando se elegeu vereador pelo município. Em 1996 migrou para a capital e se elegeu vereador por Palmas, cargo que ocupou por vários mandatos sucessivos até 2010, chegando a presidir a câmara municipal ao longo de quatro anos. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Em 2010 se elegeu para o primeiro de dois mandatos como deputado estadual, e permaneceu nesta função até 2018, quando se afastou para disputar a eleição suplementar ao lado de Mauro Carlesse como vice-governador na chapa que acabou vencedora. Carlesse foi afastado do cargo em outubro de 2021, em apuração sobre suposto pagamento de propina e obstrução de investigações. Wanderlei assumiu como governador e foi eleito novamente para o cargo em 2022. Com o afastamento de Wanderlei, quem assume o governo do Estado é o vice, Laurez Moreira (PSD), com quem Wanderlei não mantém um bom relacionamento. Em 2024, Wanderlei inclusive enviou proposta de emenda à constituição para evitar que o vice tomasse posse durante viagens do governador. O texto foi chamado de PEC do Apego. Afastamento por suspeita de corrupção O afastamento do governador Wanderlei Barbosa e da primeira-dama, Karynne Sotero, do cargo de secretária, foi determinado pelo ministro Mauro Campbell Marques, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a pedido do Ministério Público. Esta é a 2ª fase da Operação Fames-19, que busca reunir novos elementos sobre o uso de emendas parlamentares e o recebimento de vantagens indevidas por agentes públicos e políticos com a compra de cestas básicas durante a pandemia de Covid-19. Nesta quarta-feira (3) mais de 200 policiais estão cumprindo 51 mandados de busca e apreensão e outras medidas cautelares em Palmas (TO), Araguaína (TO), Distrito Federal, Paraíba, Maranhão. O governador afirmou, em nota, que recebe a decisão com respeito às instituições, mas se trata de uma "medida precipitada". Afirmou que os fatos ocorreram na gestão anterior, quando não era ordenador de despesas. Também afirmou que determinou auditoria nos contratos e acionará os meios jurídicos necessários para reassumir o cargo (veja nota completa abaixo). A primeira-dama afirmou que também respeita a decisão e vai se dedicar à defesa para comprovar sua "total ausência de participação nos fatos". Também afirmou que deseja que tudo seja esclarecido (veja nota completa abaixo). O g1 entrou em contato com o Palácio Araguaia e a Assembleia Legislativa do Tocantins, onde estão sendo cumpridos mandados, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. O g1 também pediu posicionamento para a defesa de Mauro Carlesse, governador anterior, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem. Conforme a PF, as investigações, que tramitam sob sigilo no Superior Tribunal de Justiça, apontam fortes indícios de um esquema de desvio de recursos públicos entre os anos de 2020 e 2021. Nesse período, os investigados teriam se aproveitado do estado de emergência em saúde pública e assistência social para fraudar contratos de fornecimento de cestas básicas. Segundo a apuração, foram pagos mais de R$ 97 milhões em contratos para fornecimento de cestas básicas e frangos congelados. O prejuízo aos cofres públicos é estimado em mais de R$ 73 milhões. Segundo a investigação, os valores desviados teriam sido ocultados por meio da construção de empreendimentos de luxo, compra de gado e pagamento de despesas pessoais dos envolvidos. LEIA TAMBÉM Justiça afasta governador do Tocantins e PF cumpre mandados em investigação sobre compra de cestas básicas na pandemia Entenda como funcionou o suposto esquema de desvio de dinheiro de cestas básicas no Tocantins Operação Fames-19 Governador Wanderlei Barbosa entregando cesta básica durante a pandemia, em maio de 2021 Ruraltins/Governo do Tocantins A operação foi chamada de Fames-19 em referência à insegurança alimentar ocasionada pela pandemia de Covid-19. Fames, significa "fome" em latim e "19" faz alusão ao ano em que a doença foi descoberta. Em agosto de 2024, Wanderlei Barbosa e a esposa Karynne Sotero, secretária extraordinária de Participações Sociais, foram alvos de busca na primeira fase da Operação Fames-19. Nessa fase, políticos e empresários estavam entre os alvos. Durante o cumprimento das buscas na casa e no gabinete de Wanderlei, os policiais federais encontraram R$ 67,7 mil em espécie, além quantias em dólares e euros. Íntegra da nota do governador Wanderlei Barbosa Recebo a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) com respeito às instituições, mas registro que se trata de medida precipitada, adotada quando as apurações da Operação Fames-19 ainda estão em andamento, sem conclusão definitiva sobre qualquer responsabilidade da minha parte. É importante ressaltar que o pagamento das cestas básicas, objeto da investigação, ocorreu entre 2020 e 2021, ainda na gestão anterior, quando eu exercia o cargo de vice-governador e não era ordenador de despesa. Reforço que, por minha determinação, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e a Controladoria-Geral do Estado (CGE) instauraram auditoria sobre os contratos mencionados e encaminharam integralmente as informações às autoridades competentes. Além dessa providência já em curso, acionarei os meios jurídicos necessários para reassumir o cargo de Governador do Tocantins, comprovar a legalidade dos meus atos e enfrentar essa injustiça, assegurando a estabilidade do Estado e a continuidade dos serviços à população. Íntegra da nota de Karynne Sotero Campos Reitero meu respeito à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e às instituições, ressaltando que irei dedicar-me plenamente à minha defesa, convicta de que conseguirei comprovar minha total ausência de participação nos fatos que estão sendo apontados. Desejo que tudo seja esclarecido e reestabelecido com brevidade e justiça, pelo bem do povo tocantinense, a quem dedico meu trabalho e compromisso. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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Saiba quem é o prefeito de Macapá, suspeito de fraude em obra de hospital municipal

Publicado em: 03/09/2025 10:13

Dr. Furlan foi reeleito Prefeito de Macapá com 85,08% dos votos Um dos alvos da operação Paroxismo, deflagrada nesta quarta-feira (3) pela Polícia Federal, Antônio Paulo de Oliveira Furlan (MDB), conhecido como Dr. Furlan, foi reeleito prefeito de Macapá nas eleições municipais de 2024 com 204.291 votos. Antonio Furlan é médico e nasceu na Costa Rica, quando o pai estava em viagem. Entrou na vida política em 2010, quando concorreu pelo PTB pela primeira vez a uma vaga de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Amapá. Ele não foi eleito, mas conseguiu uma vaga de suplente. Com a morte de um deputado estadual em 2013, Furlan assumiu a vaga do parlamentar. Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça Dr. Furlan se reelegeu deputado estadual outras duas vezes pelo PTB. E tentou pela primeira vez concorrer a prefeito de Macapá em 2020. Acabou o primeiro turno em 2º lugar. E no segundo turno, conseguiu assumir a primeira colocação vencendo a eleição. Furlan foi reeleito prefeito de Macapá em 2024 em uma eleição marcada pela alta porcentagem de votos que obteve, 85,08%. Prefeito alvo de operação A TV Globo apurou que um dos alvos é o prefeito de Macapá, Dr Furlan (MDB). O prefeito foi alvo de mandando de busca. Durante o cumprimento dos mandados na ação da PF desta quarta-feira (3), um dos investigados tentou ocultar o aparelho celular. Ele foi preso em flagrante pelo crime de embaraço à investigação de infração penal que envolva organização criminosa, previsto na legislação, com pena de 3 a 8 anos de reclusão, sem possibilidade de fiança. O investigado foi encaminhado à sede da Polícia Federal no Amapá e conduzido ao Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), onde permanecerá à disposição da Justiça. A gestão municipal atual está com várias obras em andamento, incluindo a do Hospital Geral Municipal de Macapá, citada nas investigações da PF, sobre suposta fraude em licitação, desvio de recursos e lavagem de dinheiro. Confusão com jornalistas No dia 17 de agosto durante visita a obra do Hospital Geral Municipal, o prefeito agarrou o pescoço de um integrante de uma equipe de reportagem. Os jornalistas foram detidos pela Guarda Municipal após a confusão, acusados de agressão a duas servidoras públicas. O caso passou a ser investigado pela Câmara Municipal de Macapá, que abriu uma comissão processante para avaliar quebra de decoro, abuso de autoridade e violação da liberdade de imprensa, por causa da agressão ao jornalista Iran Fróes. Sobre a confusão, o gestor divulgou um vídeo nas redes sociais pedindo desculpas. Ele disse ainda que se excedeu. LEIA TAMBÉM: PF investiga suposto esquema de fraude em obra de Hospital Municipal em Macapá Prefeito de Macapá agarra pescoço de integrante de equipe de reportagem; Dr Furlan diz que foi agredido verbalmente Câmara de Macapá aprova investigação contra prefeito após agressão a jornalista Prefeito de Macapá diz que se excedeu em confusão com jornalistas e equipe detida pela GCM é liberada Sobre o Hospital Geral Municipal de Macapá Lançamento da obra do Hospital e Maternidade Municipal no Amapá Jesiel Braga-PMM/divulgação A Prefeitura Municipal de Macapá lançou a obra do 1º Hospital Geral Municipal (HGM) e Maternidade Municipal, no dia 2 de março de 2024. A obra está localizado no bairro do Boné Azul, na zona norte da capital. O investimento da obra foi orçado em cerca de R$ 70 milhões. Dr. Furlan, é prefeito de Macapá João Pantoja/Rede Amazônica Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

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Belo Horizonte institui o 'Dia Municipal de Combate à Cristofobia'

Publicado em: 03/09/2025 08:36

Leitura da Bíblia é feita no início de reuniões da Câmara Municipal de Belo Horizonte. (foto ilustrativa) Cristina Medeiros/CMBH A Câmara Municipal de Belo Horizonte promulgou a Lei nº 11.894/2025, que institui o Dia Municipal de Combate à Cristofobia, a ser celebrado anualmente no domingo de Páscoa. A norma foi publicada no Diário Oficial nesta quarta-feira (3) e passa a integrar o calendário oficial de datas comemorativas da capital. O texto é originário de um projeto de autoria do vereador Pablo Almeida (PL). Ele foi aprovado pela Comissão de Legislação e Justiça em julho e enviado ao Executivo em agosto. Como o prefeito Álvaro Damião (União Brasil) não sancionou nem vetou a proposta no prazo legal, o presidente da Câmara, Juliano Lopes (Podemos), fez a promulgação automática. Projetos que tratam de datas comemorativas ou nomes de espaços públicos em Belo Horizonte recebem parecer conclusivo da Comissão de Legislação e Justiça. Só vão ao Plenário em caso de pedido de impugnação, o que não ocorreu neste caso. Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, apontam que Minas Gerais registrou 223 denúncias de violações à liberdade religiosa entre janeiro e agosto de 2025. No Brasil, foram contabilizadas 2.472 denúncias em 2024. Nesse contexto nacional, as religiões que mais foram alvo de intolerância no último ano foram a umbanda (151 casos), o candomblé (117), a evangélica (88), a católica (53) e a espírita (36). Em 1.842 registros não houve indicação da crença da vítima. O Brasil e Belo Horizonte já possuem um dia nacional e municipal, respectivamente, para combate à intolerância religiosa, celebrado em 21 de janeiro. Justificativa Com apoio de outros parlamentares da Frente Evangélica da Câmara, o vereador Pablo Almeida justificou o projeto citando um episódio em que a Prefeitura da capital, em colaboração com o influenciador digital Zotha, publicou um vídeo do Carnaval de Belo Horizonte em que dois homens, fantasiados de Jesus e de diabo, davam um "selinho". Almeida considerou que se tratava de uma manifestação ofensiva à fé cristã. O influenciador, à época, disse que foi alvo de ataques por um caso "simples, espontâneo, que faz parte da liberdade e da alegria do Carnaval", e que não haveria "alarde" se fosse um casal heterossexual. A Prefeitura apagou a publicação. Cresce número de casos de intolerância religiosa no Brasil

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Ruas à venda: vereadores incluem mais 4 endereços em projeto da Prefeitura que quer repassar viela dos Jardins a condomínio de luxo

Publicado em: 03/09/2025 08:04

Os vereadores Zoe Martinez (PL), Rubinho Nunes (União) e Thammy Miranda (PSD): emendas de última hora pretende vender ruas da cidade de São Paulo para iniciativa privada. Montagem/g1/Rede Câmara de SP O polêmico projeto da Prefeitura de São Paulo que pretende vender para uma construtora uma viela na região dos Jardins, na Zona Oeste, ganhou pelo menos mais quatro emendas que devem deixar a proposta ainda mais indigesta para quem defende a manutenção das áreas públicas da cidade. Prestes a ser votado em 2° turno na Câmara Municipal nesta quarta-feira (3), o PL 673/2025 foi aprovado em 1° turno apenas com a autorização para que a gestão Ricardo Nunes (MDB) possa repassar à iniciativa privada a Travessa Engenheiro Antônio de Souza Barros Júnior, nos Jardins, pelo valor de R$ 16 milhões. Porém, sem nenhum estudo técnico preliminar, os vereadores Zoe Martinez (PL), Rubinho Nunes (União Brasil) e Thammy Miranda (PL) acrescentaram quatro áreas que, se aprovadas em 2º turno, podem favorecer a iniciativa privada e construtoras, sem nenhuma discussão pública com a comunidade. As emendas anexadas ao projeto original da prefeitura preveem o repasse à iniciativa privada das seguintes ruas e terreno: Emenda n° 01 - vereadora Zoe Martinez (PL): Terreno público de 140 m2 que fica na Av. Brigadeiro Faria Lima – Setor 086 – Quadra 129, entre os lotes 0157 e lotes 0024; Emenda n° 02: vereador Rubinho Nunes (União Brasil): Rua América Central, entre rua La Paz até a rua Ada Negri e viela adjacente – Santo Amaro Emenda n° 03 - vereador Rubinho Nunes (União Brasil): Rua Aurora Dias Carvalho - Itaim Bibi Emenda n° 04 - vereador Thammy Miranda (PSD): Rua Olga Lopes Mendonça - Vila Leopoldina A emenda que mais chama atenção é justamente a da vereadora Zoe Martinez (PL), que pretende autorizar a alienação de um terreno público de 140 metros quadrados que fica na Av. Brigadeiro Faria Lima, uma das áreas mais valorizadas da cidade e cobiçada pelas construtoras. Procurada, a vereadora afirmou por meio de nota que “o terreno está vazio há décadas, gera custos de limpeza e manutenção e não traz nenhum retorno para a população”. “Com a nossa proposta, o valor da venda entra no caixa da cidade e se transforma em benefício para os paulistanos, inclusive, parte do recurso será revertido ao Fundo de Habitação de Interesse Social. Não faz sentido manter dinheiro parado enquanto São Paulo precisa investir mais em saúde, educação e infraestrutura”, afirmou. O g1 e o telejornal Bom Dia SP, da TV Globo, também procuraram os vereadores Rubinho Nunes (União Brasil) e Thammy Miranda (PSD), mas não obtiveram retorno até a última atualização desta reportagem. A inclusão de novos endereços no projeto original proposto pela prefeitura tem causado desconforto entre vereadores da própria base de apoio do prefeito na Câmara Municipal. A vereadora Janaína Paschoal (PP) votou contra o projeto em 1° turno e afirmou ao g1 que vai continuar contrária à proposta, por conta da falta de transparência de como vai se dar a alienação dessas ruas e áreas para a iniciativa, principalmente em relação aos valores. “Achei o PL estranho desde o princípio, em especial pelo fato de o vereador Paulo Frange [MDB] ter falado até o valor que pagariam pela rua [nos Jardins]. Eu o interpelei no Plenário, nesse dia. Quanto às emendas, não analisei todas detidamente. Mas se forem situações parecidas, votarei contra também”, afirmou. Na semana passada, a parlamentar que já conseguiu barrar uma viagem à Nova York que os vereadores Rubinho Nunes e Zoe Martinez pretendiam fazer com verba pública da Câmara. Depois de um bate-boca público com Zoe Martinez que chamou a atenção da imprensa, os quatro vereadores que formariam a comitiva que iria visitar a Times Square anunciaram desistência da viagem (veja mais aqui). Outra vereadora que se posicionou contrária às emendas foi a líder do PT, Luna Zarattini. "Estas emendas mostram como o mercado imobiliário atua fortemente na Câmara em prol dos seus interesses. Precisamos ocupar e valorizar os espaços públicos", afirmou. Travessa nos Jardins Prefeitura de SP deve vender rua por R$ 16 milhões O PL 673/2025, proposto pela gestão Nunes, já nasceu polêmico por autorizar a incorporação da Travessa Engenheiro Antônio de Souza Barros Júnior, localizada entre a Alameda Lorena, a Rua Pamplona e a Avenida Nove de Julho, para a construção de um condomínio de luxo de altíssimo padrão. A incorporadora já comprou e demoliu todos os imóveis da antiga vila que ocupava o local. Porém, a viabilização do negócio passa pela alienação da travessa. É isso o que propõe um projeto de lei enviado pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) à Câmara Municipal, aprovado em 1° turno em 24 de julho, por 34 votos favoráveis e quatro contrários. Se a aprovação for sacramentada em segundo turno, por maioria simples, a travessa deixará de ser, na prática, parte de uma vila aberta, passando a ser considerada área privada. Parte da rua já está fechada para o público, devido a um pedido da incorporadora feito em 2023. Trata-se de uma das regiões mais valorizadas da cidade. Travessa deve ser privatizada para a construção de condomínio de luxo Reprodução Célia Marcondes, advogada, ambientalista e vice-presidente da Sociedade de Amigos e Moradores do Cerqueira César, que inclui área dos Jardins, lamenta pela transformação prestes a ocorrer na travessa da região. “É interesse para atender alguém privado, o lucro imobiliário". “Essa região já é sufocada de prédios e condomínios”, afirma Marcondes. Ela reforça que a estrutura do bairro não avançou na mesma proporção que as construções. LEIA MAIS: Beverly Hills Paulista: Prefeitura de Barueri recapeou 30 vezes mais o condomínio de luxo de deputado do MDB do que bairros pobres vizinhos, diz relatório Prefeitura de SP quer pagar até R$ 1 mil de bônus a GCMs que recuperarem motos; especialista vê brecha para corrupção Rompimento de tubulação forma 'rio de lama', alaga casas e prédio e interdita rua na Freguesia do Ó, na Zona Norte de SP O que diz a prefeitura A Prefeitura de São Paulo afirma que o projeto de construção do condomínio passou por avaliação técnica e jurídica. Informou ainda que a proposta de venda da travessa foi enviada à Câmara Municipal devido ao "caráter local" da rua, que não se conecta com outras vias e, assim, sua transformação não impactaria o trânsito. A Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), comandada por Bete França, por sua vez, concluiu que a área não poderia ser utilizada de forma isolada, enquanto a Procuradoria Geral do Município (PGM) entendeu que o projeto é viável. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) e a secretária Bete França, da pasta de Licenciamento e Urbanismo. Divulgação/PMSP Prefeitura de Barueri recapeou 30 vezes mais o condomínio de luxo de deputado do MDB do que bairros pobres vizinhos

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Câmara do Recife aprova projeto de lei que institui 'intervalo bíblico' nas escolas após retirar artigo que garantia liberdade religiosa

Publicado em: 03/09/2025 01:00

Câmara de Vereadores do Recife aprova projeto de lei sobre o intervalo bíblico nas escolas A Câmara de Vereadores do Recife aprovou um projeto de lei que institui um "intervalo bíblico" nas escolas públicas e privadas (veja vídeo acima). A proposta prevê que alunos cristãos podem se reunir para "professar sua fé" no chamado "momento de encontro religioso" nos intervalos escolares. A aprovação do texto, no entanto, foi contestada por um grupo de parlamentares devido à retirada de um artigo do texto original que estabelecia a garantia de liberdade inter-religiosa nos estabelecimentos de ensino. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE O Projeto de Lei nº 205/2024, de autoria do vereador Luiz Eustáquio (PSB), foi aprovado em duas votações. Na primeira, a matéria recebeu 22 votos a favor e três contra. Nesta terça-feira (2), a aprovação foi referendada em votação simbólica. O texto seguiu para avaliação do prefeito João Campos (PSB), que pode sancionar ou vetar a proposta. A proposta, que dispõe sobre a “Política de combate à intolerância religiosa no ambiente escolar”, estabelece que os estudantes podem se reunir no horário de intervalo escolar, sem prejuízo na grade curricular. A polêmica gira em torno da supressão do Artigo 2º, que foi retirado em uma das comissões da Casa. O artigo previa as ações extracurriculares e complementares que as escolas teriam que fazer sobre temas como povos indígenas, tradição judaico-cristã e crenças ou cultos religiosos das comunidades tradicionais. Além disso, uma emenda estabeleceu que a aplicação da lei em instituições de ensino ligadas a congregações religiosas deve considerar e respeitar a orientação confessional e ideológicas do local. O projeto começou a tramitar na Câmara em outubro do ano passado, após a abertura de um inquérito do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para apurar uma denúncia do Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe) sobre casos de pregação evangélica dentro das escolas. Em nota enviada à TV Globo, o MPPE disse que, após ouvir representantes de diversos segmentos sociais e a Secretaria Estadual de Educação, decidiu por arquivar o procedimento em questão. Liberdade religiosa Em discurso no plenário na segunda votação, a vereadora Cida Pedrosa (PCdoB), que votou contra o projeto ao lado das vereadoras Kari Santos (PT) e Jô Cavalcanti (PSOL), disse que a proposta contempla apenas o direito da reunião no intervalo bíblico aos cristãos. "Acho que a liberdade ao culto é absolutamente necessária. Essa lei passou a ter um problema, quando o artigo segundo dela foi retirado. No Artigo 2º, dizia que se garantia a liberdade inter-religiosa, ou seja, quando se fala essa palavra, se fala das religiões evangélicas, pentecostais, igreja católica, as religiões de matriz africana, chechenos, ou seja, budista, todas as religiões estariam garantidas", afirmou. Também durante a plenária, o autor do projeto, Luiz Eustáquio, alegou que a proposta garante o direito para todas as pessoas religiosas, mas reconheceu que a criação do projeto foi motivada a partir da religião evangélica. "Os vereadores da cidade do Recife tiveram esse entendimento e estão fazendo essa lei nesse momento para o povo, para todo o povo religioso, mas nesses casos, no nosso, que nos moveu, pelo povo evangélico", declarou. Procurado pela TV Globo, o autor do projeto, o vereador Luiz Eustáquio, negou que a retirada do trecho abra margem para a discriminação contra adeptos de outras denominações religiosas. "Segundo a lei orgânica do município, é proibido, aqui no Recife, que os vereadores determinem o formato e é por isso que a legislação de Justiça tirou esse artigo. Mas foi garantido, no final, o seguinte: que todo aluno não pode sofrer, de forma alguma, perseguição religiosa no ambiente escolar", disse. Câmara Municipal do Recife fica no Centro da capital pernambucana Pedro Alves/g1 VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

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Vereadores de Aracaju mantêm veto para a criação de loteria municipal

Publicado em: 02/09/2025 19:30

Câmara de Vereadores de Aracaju Luanna Pinheiro A Câmara Municipal de Aracaju manteve, por unanimidade, o veto total da prefeita Emília Corrêa ao projeto de lei que regulamentaria a criação de uma loteria municipal. A decisão foi tomada na sessão plenária desta terça-feira (2). O veto foi fundamentado pela Procuradoria-Geral do Município (PGM), que não cabe invadir a competência da União, que deve legislar sobre sistemas de consórcios e sorteios. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp Durante a sessão, também foi destacado o vício de iniciativa, uma vez que a proposta criava um novo serviço público e definia a destinação de sua arrecadação. “A prefeita tomou a decisão de que essa modalidade de recurso não seria do seu interesse. Respeitamos a decisão dela [...] Vimos diversos locais no país fazer esse tipo de loteria, mas respeito a sua decisão. Encaminho pela manutenção do veto”, disse o vereador Isac Silveira, autor do PL. Entenda o projeto Criação da loteria municipal de Aracaju divide opiniões

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TCM multa ex-prefeito de Feira de Santana por superfaturamento em contratos de saúde

Publicado em: 02/09/2025 19:28

Tribunal multa ex-prefeito de Feira de Santana por superfaturamento em contratos TCM Ba O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM) multou em R$ 5 mil o ex-prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho, após identificar irregularidades em contratos com cooperativas da área da saúde. Ele foi eleito prefeito em 2020, gerindo a segunda maior cidade da Bahia de 2021 a 2024. A decisão foi comunicada nesta terça-feira (2), durante sessão da Câmara Municipal, pelo vereador Professor Ivamberg (PT). Como ele pontua, o TCM constatou superfaturamento e falhas no controle interno da prefeitura. Trata-se de problemas relacionados a pagamentos superiores a R$ 79 milhões, realizados nos exercícios de 2020 e 2021. De acordo com Ivamberg, a medida tem relação direta com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI da Saúde), instaurada pela Câmara de Feira de Santana e concluída em junho de 2022. Relator da comissão, o vereador destacou que a multa representa um desdobramento prático do trabalho feito pelo Poder Legislativo. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região A representação que resultou na decisão do TCM foi assinada por Ivamberg e pelo vereador Silvio Dias (PT). Na época, os parlamentares questionaram o superfaturamento e a ausência de fiscalização nos contratos firmados com cooperativas. Segundo o parecer do órgão de controle, não houve comprovação suficiente que justificasse os gastos sem fiscalização adequada. O relatório também apontou falhas nos mecanismos de controle interno da prefeitura no período analisado. O que diz o ex-prefeito Procurado pela produção da TV Subaé, o ex-prefeito Colbert Martins informou que ainda não tinha ciência sobre a decisão do TCM e que vai se inteirar da situação para se manifestar posteriormente. LEIA MAIS: Prefeitura denuncia furto de palmeiras recém-plantadas em avenida de Feira de Santana MP-BA investiga possíveis irregularidades em concurso da Prefeitura de Feira de Santana Por indícios de irregularidades, Justiça cancela processo seletivo para contratação temporária em prefeitura no interior da BA MP-BA denuncia nepotismo em prefeitura da região sudoeste do estado Veja mais notícias de Feira de Santana e região. Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻

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Audiência pública discute uso da Praça Paris para ensaios de blocos, que divulgam carta-manifesto; leia

Publicado em: 02/09/2025 18:32

Me Enterra na Quarta fez ensaios para o arraiá na Praça Paris, na Glória André Rola/Divulgação Os ensaios de blocos de rua na Praça Paris foram tema de uma audiência pública da Comissão Especial do Carnaval, no Plenário da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, na Cinelândia, na manhã desta terça-feira (2). O debate aconteceu 10 dias depois que a Subprefeitura do Centro publicou e, logo depois, apagou que a praça passaria a fechar às 17h e que bandas de carnaval que ensaiam no local seriam direcionadas ao Passeio Público. O subprefeito, Alberto Szafran, disse ao g1 que a situação foi um mal-entendido e que a publicação foi feita por funcionários do órgão que interpretaram mal suas orientações. O encontro desta terça, presidido pela vereadora Monica Benício (PSOL), contou com a presença de moradores, representantes dos blocos e da Guarda Municipal. Nenhum representante da subprefeitura participou da conversa. Szafran disse ao g1 que o convite foi feito na tarde do dia anterior e ele já tinha compromissos que não pôde desmarcar. A subprefeitura, disse, em nota, que propôs a transferência dos ensaios para o Passeio Público, onde garantirá a necessária infraestrutura para a realização do evento, como iluminação e segurança. A ideia é incentivar a ocupação do parque, num projeto de revitalização urbana na região, e contemplar a vontade de moradores que reclamam do barulho. Depois do debate, 19 blocos assinaram uma carta defendendo a ocupação livre da praça, até as 22h, e criticando a falta de diálogo por parte da prefeitura. "Há mais de dez anos, a ocupação artística da praça transformou um local ermo e inseguro em espaço vivo, iluminado pela presença de pessoas, ritmos e encontros. O que hoje é celebrado como símbolo de convivência democrática, já foi território do medo e do abandono", diz o documento (leia a íntegra abaixo). 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça "CARTA-MANIFESTO PELA PRAÇA PARIS VIVA Nós, coletivos culturais, blocos de carnaval e cidadãos que reconhecem a importância da arte como prática pública e comunitária, manifestamos nossa profunda preocupação e indignação com a suposta decisão da Prefeitura do Rio de Janeiro (Subprefeitura Centro) de proibir ensaios e atividades culturais na Praça Paris. A medida, anunciada sem consulta prévia às comunidades diretamente envolvidas, ignora a história recente do espaço e o papel que os coletivos desempenharam na sua revitalização. Há mais de dez anos, a ocupação artística da praça transformou um local ermo e inseguro em espaço vivo, iluminado pela presença de pessoas, ritmos e encontros. O que hoje é celebrado como símbolo de convivência democrática, já foi território do medo e do abandono. Nossas compreensões e críticas: O direito à cidade é inegociável: O carnaval e as artes de rua fazem parte da identidade cultural do Rio de Janeiro e não podem ser tratados como perturbação, mas como patrimônio vivo. Falta diálogo: A decisão da Prefeitura foi arbitrária, sem escuta às populações usuárias do espaço: artistas, frequentadores, moradores e visitantes. Gentrificação e exclusão: Ao transferir os coletivos para áreas inseguras e sem infraestrutura, a medida esvazia a vida cultural da Glória e antecipa processos de elitização do território, afastando a população trabalhadora e popular. Insegurança do Passeio Público: A proposta de deslocamento ignora a falta de iluminação, de segurança e de condições adequadas no Passeio Público. Nossas propostas: Garantia de permanência na Praça Paris, com respeito ao limite de som até 22h e a definição de regras claras e pactuadas de uso. Estrutura mínima para atividades culturais, incluindo iluminação, banheiros, bebedouros e presença efetiva da Guarda Municipal para segurança de todos. Uso inteligente do espaço: A Praça Paris é ampla, a ponta voltada para a Lapa, mais afastada das residências, pode receber ensaios maiores se for devidamente iluminada e equipada. Revitalização do Passeio Público em parceria com coletivos culturais: Somos a favor de construir coletivamente novas áreas de convivência, desde que haja diálogo, infraestrutura e segurança — não como imposição ou expulsão. Criação de um fórum permanente de diálogo entre Prefeitura, moradores, coletivos e especialistas, garantindo participação popular nas decisões sobre o uso dos espaços públicos. Nossa perspectiva: A arte de rua é motor de vida urbana, segurança e pertencimento. É por meio dela que milhares de pessoas encontram sentido de comunidade, lazer e expressão cultural. Impedir os ensaios na Praça Paris não resolve o problema do barulho, apenas esvazia e criminaliza. Seguiremos firmes na defesa da cultura popular como direito coletivo, na luta por cidades mais democráticas e no compromisso de ocupar nossos espaços de forma criativa, responsável e solidária. Praça Paris viva, cultural e popular. Carnaval é resistência, é direito à cidade! Assinam: A Banda Alto Astral A Nova Bad Banheira do Gugu Besame Mucho Bloco das Tubas Bloco do Zeca Bloco Planta na Mente Blonk Cordão do Me Enterra na Quarta Canários do Reino Fanfarra Maldita Labirintos Públicos Marimbondo Não Respeita Mistério Há de Pintar Por Aí Mixtape Não Monogamia Gostoso Demais Nova Bad Os Siderais Oficina da Rua Sambrass Sinfônica Ambulante Skabloco Summer Eletro Bloco Tumcurá Projeto Girô Vem Cá Minha Flor"

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Câmara de Cuiabá aprova fusão das secretarias de Educação, Esporte e Cultura

Publicado em: 02/09/2025 15:51

Câmara Municipal de Cuiabá Secom/Câmara A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou nesta terça-feira (2), em regime de urgência, a proposta de fusão das secretarias municipais de Educação, Esporte e Cultura. A medida, apresentada pelo prefeito Abilio Brunini (PL), havia sido anunciada na última quarta-feira (27) e recebeu 25 votos favoráveis e apenas um contrário. Segundo a Prefeitura, a proposta visa dar mais agilidade à execução de projetos e promover uma maior integração entre as áreas envolvidas, sem prejuízo à autonomia de cada pasta. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp “Não estamos extinguindo secretarias. Os titulares continuam à frente de suas funções, mas agora com mais sinergia e menos burocracia. Projetos de esporte e cultura, que antes dependiam da Secretaria de Economia, agora poderão ser executados diretamente, com apoio técnico da Educação”, explicou o prefeito. A mudança mantém ainda as pastas sob comando dos secretários Johnny Everson, de Cultura, Jefferson Neves com Esportes e Lazer, e Amauri Monge Fernandes de Educação, que também assumirá a coordenação da parte administrativa da nova estrutura. Cada pasta seguirá também responsável por seus recursos financeiros. A informação foi confirmada pelo secretário de Governo e vereador, Ananias Filho (PL). Segundo Ananias, o projeto foi votado em regime de urgência para garantir economia aos cofres públicos já no início do mês. “Economia, porque nós estamos no início do mês, nós precisamos que o mês todo seja completo com a gestão unificada, gestão administrativa”, explicou. Apesar do argumento de redução de custos operacionais, a Prefeitura ainda não apresentou estimativas oficiais sobre o impacto financeiro da fusão. Ainda de acordo com o Executivo municipal, a unificação das secretarias deve acelerar a implementação de projetos intersetoriais, fortalecer políticas de base voltadas à infância, juventude e famílias, além de incentivar a ocupação saudável de espaços públicos.

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Câmara aprova afastamento de superintendente da RBTrans após denúncias de assédio moral

Publicado em: 02/09/2025 15:15

Superintendente da RBTrans nega acusações de ex-servidora Os vereadores de Rio Branco aprovaram, no início da tarde desta terça-feira (2), um requerimento para afastar Clendes Vilas Boas da Superintendência de Trânsito de Rio Branco (RBTrans). A votação ocorreu mais de duas semanas após o pedido, assinado por 15 parlamentares, ser apresentado à casa. O pedido foi aprovado por 12 votos a 1. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp 👉 Contexto: O superintendente da RBTrans, Clendes Vilas Boas, está sendo acusado de assédio moral por duas ex-servidoras. Marília Rodrigues e Daniela Paiva relataram, nas redes sociais, situações constrangedoras que vivenciaram quando trabalhavam na autarquia. Durante a sessão do dia 12 de agosto, os vereadores Eber Machado (MDB) e André Kamai (PT) disseram que receberam uma carta anônima com relatos de pelo menos três mulheres. À Rede Amazônica Acre, a Prefeitura de Rio Branco disse que ainda não havia sido informada da aprovação. A defesa de Vilas Boas informou que ele ainda não foi notificado, mas que vai cumprir qualquer decisão político-administrativa. (Veja na íntegra abaixo) Conforme apurado pelo g1, o pedido será encaminhado ao executivo, que tem a prerrogativa de estabelecer por quanto tempo Vilas Boas deve permanecer afastado. Ainda nesta terça, um outro requerimento, de autoria do vereador Fábio Araújo (MDB), havia sido rejeitado após votação apertada, que foi desempatada pelo vereador Joabe Lira (União), presidente da casa. Afastamento foi aprovado por 12 votos a um Arquivo pessoal Garantir imparcialidade Segundo o texto do requerimento, o objetivo do afastamento é garantir o amplo direito de defesa ao servidor acusado, preservando a lisura e a imparcialidade do processo investigativo. Além disso, o documento ressalta a necessidade de evitar interferências na apuração dos fatos e assegurar que testemunhas e servidores possam se manifestar livremente. "Diante da gravidade das acusações de assédio moral, entende-se que o afastamento cautelar, até a completa apuração dos fatos, é medida indispensável para proteger tanto a instituição quanto o próprio servidor", afirma. MP recomendou apuração O Ministério Público do Acre (MP-AC) recomendou que a prefeitura apure as denúncias contra Vilas Boas. A medida também pede que a prefeitura garanta que servidores não sejam alvo de discriminação, perseguição, ameaças ou transferências de setor como forma de constrangimento. Ao g1, a prefeitura informou que, por enquanto, mantém o posicionamento de não se manifestar sobre o caso, mesmo após a notificação recebida pelo setor jurídico. ''Tudo o que tinha pra ser falado já falamos'', disse o órgão. LEIA MAIS: Oito pessoas denunciaram superintendente da RBTrans por assédio moral em Rio Branco Investigado por assédio, superintendente da RBTrans não comparece à audiência na Câmara de Rio Branco De acordo com o documento assinado pelo promotor Thalles Ferreira Costa, da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, a prefeitura deve encaminhar as denúncias a todos os canais de apuração previstos no Decreto Municipal nº 1.500/25. O MP-AC também recomendou que o gestor municipal determine ao superintendente da RBTrans que preserve mensagens e ligações feitas através de telefones, registros de ponto, ordens de serviço e demais documentos relacionados à gestão. Outro ponto é a exigência de ampla divulgação, no prazo de 10 dias, sobre a ilegalidade das condutas de assédio e abuso de poder, por meio de site, e-mail ou outros canais de comunicação, com ciência pessoal a gerentes, supervisores e diretores. O descumprimento pode resultar em ação civil pública por danos morais coletivos, segundo o Ministério Público. A recomendação também será encaminhada ao Tribunal de Contas do Estado e à Comissão de Defesa da Mulher da Câmara Municipal. Oito pessoas denunciaram A Comissão dos Direitos das Mulheres da Câmara de Vereadores de Rio Branco concluiu, no dia 26 de agosto, o relatório que apura denúncias de assédio moral contra o superintendente da RBTrans, Clendes Vilas Boas. O documento reúne oito relatos de funcionários e ex-funcionários e foi entregue ao Ministério Público do Trabalho e ao Ministério Público Estadual. O superintendente nega as acusações, informou que vai apresentar provas e registrar boletim de ocorrência contra os denunciantes. Clendes está afastado do cargo há cerca de uma semana por recomendação médica. Segundo a defesa, a exposição das denúncias agravou seu estado de saúde. Ausência em sessão Clendes Vilas Boas é alvo de denúncias de assédio moral na RBTrans Arquivo/Secom No dia 19 de agosto os vereadores convocaram o superintendente para prestar esclarecimentos das denúncias. Contudo, ele não compareceu a audiência e alegou estar doente. À Rede Amazônica Acre, o superintendente afirmou que estava 'acamado' e que iria se pronunciar nos autos do procedimento aberto pelo Ministério Público do Acre (MP-AC). Durante a sessão, porém, os vereadores ouviram servidores que acusam o superintendente de assédio moral. Uma das denunciantes contou que o gestor causava divisões e discórdias no ambiente de trabalho. Já um agente de trânsito relatou que bastava contrariar Vilas Boas para que a pessoa começasse a ser perseguida por ele. Nota da defesa de Clendes Vilas Boas A defesa aguarda um posicionamento formal da Câmara. Sr. Clendes ainda não foi notificado, mas cumpriremos qualquer decisão político-administrativa após passar por todas as instâncias necessárias - Poderes Legislativo e Executivo -, e seguiremos comprovando perante a Justiça a sua inocência. Willy Paes Advogado VÍDEOS: g1

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Justiça autoriza retorno de vereadores à Câmara de Cuiabá após afastamento por suspeita de corrupção

Publicado em: 02/09/2025 13:58

À direita, o vereador Chico 2000 (PL) e à esquerda, o vereador Sargento Joelson (PSB) Reprodução A Justiça de Mato Grosso autorizou, nesta segunda-feira (1), o retorno do vereador Chico 2000 (PL) à Câmara Municipal de Cuiabá. Ele estava afastado do cargo há cerca de quatro meses por suspeita de envolvimento em um esquema de corrupção investigado pela Operação Perfidia, deflagrada pela Polícia Civil. A decisão segue o mesmo entendimento da Justiça em relação ao vereador Sargento Joelson (PSB), que também havia sido afastado durante o cumprimento da operação e recebeu no fim da semana passada um habeas corpus. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Segundo a procuradoria da Casa, essa decisão ainda não chegou à Câmara para que os vereadores sejam reconduzidos ao cargo. Com a volta dos vereadores titulares, os suplentes Fellipe Correa (PL) e Gustavo Padilha (PSB) deixam as cadeiras que vinham ocupando no Legislativo Municipal. Vereadores receberam propina em gabinetes para aprovação de projetos, diz polícia Operação Perfidia Durante a operação, a Polícia Civil vasculhou computadores da recepção da Câmara e analisou imagens do circuito interno de segurança. Em abril, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos gabinetes dos dois parlamentares. Cumprida no final de julho, a Operação Perfidia apura o pagamento de propina em troca da aprovação de projetos na Câmara de Cuiabá. As investigações apontam que os vereadores Chico 2000 e Sargento Joelson teriam solicitado propina para viabilizar pagamentos à empresa responsável pelas obras do Contorno Leste. Além dos vereadores, um empresário e dois funcionários da empresa investigada também foram alvos da operação. Policiais cumprem mandados em gabinetes da Câmara de Cuiabá Polícia Civil

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Delegado é denunciado por desvio em contratos na área da educação em Rio Verde

Publicado em: 02/09/2025 13:50

Delegado é denunciado pelo desvio recursos públicos em contratos na área da educação O delegado Dannilo Ribeiro Proto, preso suspeito de fraudes em contratações públicas e desvio de recursos destinados a escolas estaduais em Rio Verde, região sudoeste de Goiás, foi denunciado pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO). Além dele e sua esposa, outros integrantes do suposto esquema também foram denunciados. Em nota, a defesa do delegado, representada pelo advogado Alan Cabral Jr., informou que teve acesso à denúncia oferecida pelo órgão e que houve excesso narrativo fático-acusatório. Disse ainda que demonstrará a ausência de elementos de prova, bem como a inexistência de fundamentos que sustentem as imputações constantes na denúncia (leia a nota na íntegra ao fim do texto). Em nota enviado em 21 de agosto, a Polícia Civil destacou que eventuais dados relativos à participação de servidores da corporação nas investigações estão sendo encaminhados à Corregedoria da Polícia Civil (leia a nota na íntegra ao fim do texto). Em nota enviada em 21 de agosto, A Secretaria de Estado da Educação de Goiás ressaltou que não tinha conhecimento prévio dos fatos que são alvo de investigação do Ministério Público e que os envolvidos não integram a atual gestão da Secretaria e nem das unidades regionais de Educação. Disse ainda que, após ter acesso oficial aos documentos, a Secretaria iniciará processo de apuração interna acerca das situações apontadas pela investigação (leia a nota na íntegra ao fim do texto). Os nomes dos outros denunciados não foram divulgados, portanto o g1 não conseguiu localizar a defesa. De acordo com o MP-GO, a denúncia foi apresentada nesta segunda-feira (1º). Os documentos apresentaram denúncia contra investigados alvos da Operação Regra de Três, realizada em 21 de agosto. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Segundo as informações do MP, em razão da complexidade do esquema e do grande número de elementos apurados e de pessoas envolvidas, o órgão optou por apresentar duas denúncias distintas. Delegado foi em Goiás Reprodução/Instagram de Dannilo Ribeiro Proto Veja os crimes pelos quais o delegado foi denunciado nas duas denúncias: Organização criminosa Falsidade ideológica Ameaça Prevaricação Contratação direta ilegal Peculato Falsificação Uso de documento particular Lavagem de capitais Denúncias Na primeira denúncia, constam na peça acusatória o delegado e sua esposa, que ocupou o cargo de coordenadora regional de Educação de Rio Verde entre 2019 e 2024. Além do casal, também foram denunciados outros integrantes que teriam cometido crimes ligados ao caso. “Também constam da peça acusatória os demais integrantes que cometeram crimes por meio do Programa Reformar e de outros programas de obras e serviços da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), além da impressão do material pedagógico do Revisa Goiás”, diz o texto. De acordo com o órgão, a segunda denúncia aponta os mesmos integrantes do primeiro por crimes relacionados à supostas contratações fraudulentas realizadas através do Programa Reformar e outros programas de obras e serviços da Secretaria de Educação (Seduc). Quanto aos crimes relacionados à contratação fraudulenta para a realização do concurso público da Câmara Municipal de Rio Verde, o Gaeco Sul esclarece que eles serão objeto de ação penal própria, a ser oferecida nos próximos dias. LEIA TAMBÉM: OPERAÇÃO: Delegado é preso suspeito de desviar R$ 2,2 milhões em contratos na área da educação em Rio Verde PRISÃO: Justiça determina que delegado suspeito de fraudes de R$ 2,2 milhões em contratos na Educação seja transferido para presídio Golpe do Novo Número: operação prende 20 suspeitos e bloqueia cerca de R$ 120 mil em Goiás, DF e mais cinco estados Operação Regra de Três Segundo informações do MP-GO, a Operação Regra de Três foi realizada com o objetivo de desarticular uma suposta organização criminosa que seria liderada pelo delegado da Polícia Civil e sua esposa. A promotoria investiga suspeitas de fraudes em contratações públicas e direcionamento ilegal de recursos públicos destinados principalmente a reformas e obras em escolas da rede estadual de ensino. Gaeco investiga fraudes em contratações e desvio de recursos destinados a escolas Na operação, o delegado da Polícia Civil Dannilo Proto foi preso no dia 21 de agosto suspeito de fraudes em contratações públicas e desvio de recursos destinados a escolas estaduais em Rio Verde, região sudoeste de Goiás. O Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) estima que, desde 2020, o esquema teria desviado mais de R$ 2,2 milhões dos cofres públicos (veja o vídeo acima). Segundo o MP-GO, foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão em Rio Verde e Goiânia. O bloqueio de contas e a apreensão de bens dos investigados foi determinado em decisão judicial para fins de ressarcimento aos cofres públicos. Nota da defesa de Dannilo Ribeiro Proto A Defesa do Delegado Dannilo Proto, representada pelos advogados Alan Cabral Jr. e Rogério Leal, informa ter tido acesso à denúncia oferecida pelo Ministério Público. De pronto, observa-se o evidente excesso narrativo fático-acusatório, prática conhecida como overcharging prosecution, infelizmente cada vez mais recorrente. A Defesa, contudo, recebe com serenidade a acusação e aguardará que, durante a instrução, o Ministério Público produza as provas necessárias para além de qualquer dúvida razoável, pois é seu ônus provar o que alega. Por sua vez, quando oportuno, a Defesa demonstrará ao Juízo, autoridade competente para a análise probatória, a ausência de elementos de prova, bem como a inexistência de fundamentos que sustentem as imputações constantes na denúncia. Nota da Polícia Civil "A Polícia Civil de Goiás informa que prestou apoio operacional ao Ministério Público de Goiás (MPGO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado da região Sul (Gaeco Sul), na deflagração da Operação Regra Três, realizada nesta quinta-feira (21/8), nos municípios de Rio Verde e Goiânia. A instituição reitera seu compromisso com a legalidade e a transparência e destaca que eventuais dados relativos à participação de servidores da corporação nas investigações já estão sendo encaminhados à Corregedoria da Polícia Civil, para apuração de possíveis transgressões disciplinares, observados o devido processo legal e a ampla defesa. A Polícia Civil reafirma que não compactua com condutas ilícitas e segue colaborando com os órgãos de controle e fiscalização para o pleno esclarecimento dos fatos. Goiânia, 21 de agosto de 2025. Gerência de Comunicação da Polícia Civil de Goiás/PCGO" Nota da Secretaria de Estado da Educação de Goiás Sobre o pedido de informações em relação à operação Regra Três, conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público Estadual, em Rio Verde, a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc/GO) informa: A Secretaria esclarece que apoia integralmente as investigações e está à disposição para prestar esclarecimentos e fornecer todas as informações que vierem a ser solicitadas. A Seduc/GO ressalta que não tinha conhecimento prévio dos fatos que são alvo de investigação do Ministério Público, os quais, segundo manifestação do próprio GAECO, tramitam em segredo de justiça. Destaca, ainda, que os envolvidos não integram a atual gestão da Secretaria e nem das unidades regionais de Educação. Após ter acesso oficial aos documentos, a Secretaria iniciará processo de apuração interna acerca das situações apontadas pela investigação do MP/GO. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. 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