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Urbes promete estorno a estudantes após cobrança indevida no passe livre em Sorocaba

Publicado em: 05/05/2026 20:16

Urbes promete estorno a estudantes após cobrança indevida no passe livre em Sorocaba A Urbes, empresa que gerencia o trânsito em Sorocaba (SP), disse que vai devolver, até esta quarta-feira (6), os valores cobrados indevidamente de estudantes no transporte público. A cobrança foi causada por uma falha na atualização do sistema, ocorrida dias após a prefeitura anunciar a volta do passe livre na cidade. O erro aconteceu porque a atualização do sistema de bilhetagem, prometida para segunda-feira (4), não foi concluída a tempo. Com isso, estudantes que deveriam viajar de graça tiveram valores descontados do cartão. A Urbes garantiu que o reembolso será feito de forma automática, com crédito online nos cartões dos alunos afetados. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Segundo o secretário de Governo, Sérgio Barreto, a falha foi pontual e já foi resolvida. Ele explicou que o sistema do passe livre funciona com créditos mensais. A cada uso, o validador do ônibus registra um desconto (no valor da tarifa estudantil de R$ 2,65), mas o custo é coberto pelos créditos fornecidos pela prefeitura, garantindo a gratuidade. O erro, segundo ele, foi a cobrança de valores incorretos e mais altos, como R$ 7,10, em vez do procedimento padrão. A prefeitura também esclareceu que, com o sistema ajustado, a mensagem de "gratuidade" não aparecerá mais no validador. Em vez disso, o estudante verá o desconto da tarifa de R$ 2,65, que é coberto pelos créditos. O passe livre estudantil vigorou em Sorocaba de janeiro de 2025 a janeiro de 2026, quando foi suspenso pela gestão anterior. A medida gerou protestos, e a volta da gratuidade foi uma promessa do atual prefeito, Rodrigo Manga (Republicanos), confirmada no início de abril. Quem tem direito ao passe livre? O benefício é válido para estudantes a partir de seis anos, de cursos regulares em Sorocaba, mas há regras: Quem não tem direito: alunos que já recebem outro tipo de transporte gratuito ou que moram a menos de 1 km da instituição de ensino. Como funciona: os estudantes recebem créditos mensais para as viagens de ida e volta. Se a cota for ultrapassada, o aluno paga a tarifa normal. Cancelamento: o benefício pode ser suspenso se o aluno não atingir 75% de frequência escolar no bimestre. Em nota, a Urbes havia informado que o sistema de bilhetagem das empresas seria atualizado e os validadores reiniciados até o fim da tarde de segunda-feira (4), o que não aconteceu. Também disse que os cartões que tiveram cobrança serão recarregados de forma online até quarta-feira (6). Ainda conforme a empresa, os usuários não terão prejuízo. Os créditos gratuitos, referentes a maio, estão sendo disponibilizados a todos os estudantes ativos que se enquadram na legislação vigente. O benefício pode ser utilizado de segunda a sábado, sem limite diário. Dúvidas e atendimento Em caso de dúvidas ou problemas, os estudantes podem procurar a central de atendimento no Terminal São Paulo ou entrar em contato pelos telefones (15) 3519-3101 e (15) 3519-3100, ou pelo WhatsApp (15) 99760-9621. Cartão de ônibus de Sorocaba (SP) Prefeitura de Sorocaba/Divulgação Requisitos para a gratuidade O passe livre é garantido a estudantes a partir de seis anos, matriculados em cursos regulares (do pré-escolar ao universitário) em instituições de Sorocaba. No entanto, existem regras: Quem não tem direito: Alunos que já recebem outro tipo de transporte gratuito; Alunos que moram a menos de 1 km da instituição de ensino, desde que haja linha de ônibus no trajeto. Como funciona a cota: Os estudantes recebem créditos mensais no cartão de transporte, suficientes para as viagens de ida e volta, de acordo com a frequência escolar; Se precisar usar o ônibus mais vezes, o aluno pagará a tarifa normal; O benefício pode ser cancelado se o aluno não atingir 75% de frequência no bimestre. Relembre: a suspensão e os protestos Sorocaba (SP) retoma gratuidade no transporte público para estudantes a partir de 29 de abril Divulgação O passe livre para estudantes vigorou em Sorocaba entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026. O benefício foi suspenso pela gestão anterior, que alegou problemas financeiros e passou a cobrar uma tarifa de R$ 2,65 dos alunos. A decisão gerou protestos e uma audiência pública na Câmara Municipal em janeiro. A volta da gratuidade foi confirmada no início de abril pelo atual prefeito, Rodrigo Manga (Republicanos), e agora entra em vigor. Terminal em Sorocaba (SP) Prefeitura de Sorocaba/Divulgação Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí Initial plugin text VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Airbnb inicia 'pente-fino' e pode derrubar anúncios de imóveis sociais na cidade de SP

Publicado em: 05/05/2026 20:11

Airbnb notifica proprietários de imóveis supostamente irregulares em SP Reprodução Donos de apartamentos em São Paulo anunciados no Airbnb, plataforma de aluguel de curta temporada, começaram a receber notificações sobre possíveis irregularidades e risco de exclusão dos anúncios no site. Desde maio de 2025, um decreto da prefeitura de São Paulo proíbe que unidades de Habitação de Interesse Social (HIS) sejam destinadas ao aluguel de curta temporada. A regra foi estabelecida depois da descoberta de um esquema de fraudes das construtoras. Em um comunicado via e-mail enviado ao dono de um imóvel cadastrado na plataforma, o Airbnb disse que "iniciou análises sobre eventuais irregularidades em acomodações anunciadas na plataforma na cidade de São Paulo, com base na listagem oficial fornecida nesta data pela Prefeitura de São Paulo". "Nos próximos dias, os anfitriões que tenham anúncios irregulares receberão uma notificação da plataforma com detalhes sobre a remoção dos seus anúncios", diz o comunicado ao qual o g1 teve acesso. No final de março, a prefeitura enviou à Câmara Municipal uma lista de empreendimentos imobiliários aprovados com incentivos municipais para a produção de moradia para a população de baixa renda. Essa lista está sendo usada pela plataforma para identificar imóveis que estejam em desconformidade com a legislação. Em nota, a empresa disse que tem atuado de forma contínua e colaborativa com a Câmara Municipal e com a Prefeitura de São Paulo, que iniciou a análise dos imóveis em 27 de abril e que, na última segunda (4), enviou o comunicado sobre anúncios irregulares aos anfitriões da cidade de São Paulo. Prefeitura de SP envia lista de moradias sociais a CPI que investiga fraudes, mas vereadores apontam falhas "O Airbnb reitera seu apoio à destinação das unidades de habitação social às famílias que precisam delas e continuará colaborando com o cumprimento da política habitacional do município", diz o texto. A medida tomada pela plataforma acontece 8 meses após a Câmara Municipal instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis irregularidades no uso de imóveis destinados à moradia popular na capital. "A retirada dos anúncios irregulares só vai ocorrer por pressão da CPI da HIS, que fez muita denúncia e cobrou, tanto as plataformas, quanto a Prefeitura", afirmou Sílvia Ferraro, covereadora da Bancada Feminista do PSOL. Lista da prefeitura e inconsistências Apesar de a Prefeitura de São Paulo ter enviado a relação de imóveis HIS à CPI, vereadores afirmam que as informações prestadas têm uma série de inconsistências que podem inviabilizar a correção pelas plataformas. O material consiste numa planilha com dados de 3.874 empreendimentos residenciais licenciados na capital entre janeiro de 2020 e fevereiro de 2026, com 507.200 unidades habitacionais divididas em quatro categorias: 68.410 unidades de Habitação de Interesse Social 1 (HIS-1) - para famílias com renda até 3 salários mínimos 304.645 unidades de Habitação de Interesse Social 2 (HIS-2) - para famílias com renda até 6 salários 59.956 unidades de Habitação de Mercado Popular (HMP) - para famílias com renda até 10 salários 74.189 unidades residenciais sem destinação por faixa de renda Planilha identifica unidades habitacionais por categoria em edifício produzido com incentivo para moradia popular em São Paulo Reprodução Para cada um dos milhares de endereços, a prefeitura forneceu um link que deveria levar ao mapa das unidades nos edifícios, mas a reportagem do g1 verificou que esses detalhes estão indisponíveis em muitos casos. Outro problema apontado pela vereadora Silvia Ferraro (PSOL) é que, na planilha, a numeração das moradias pode não corresponder à adotada pelos condomínios. "A atribuição da numeração das unidades nessa listagem se dá conforme projeto protocolado no Alvará de Aprovação, considerando o posicionamento das unidades na planta. Ressaltamos que tal numeração pode não corresponder à adotada no empreendimento após sua incorporação, uma vez que, nessa etapa, os números das unidades podem ser alterados e definidos conforme critérios próprios do processo de incorporação, registro e instituição do condomínio", explicou a parlamentar. Vista de prédios e área verde em São Paulo. Paulo Pinto/Agência Brasil O vereador Nabil Bonduki (PT), vice-presidente da CPI, considerou a planilha pouco funcional para fiscalização. Para ele, o material entregue não é uma relação clara de unidades habitacionais, mas um compilado de planilhas com inconsistências, lacunas e organização confusa, que dificulta o uso prático. "Na prática, a identificação depende de um trabalho manual, caso a caso, inviabilizando qualquer tentativa de fiscalização efetiva. Do jeito que está, é impossível automatizar a retirada de anúncios ilegais ou mesmo fazer uma conferência minimamente eficiente", afirmou em publicação no X. Outro problema apontado pelos parlamentares é a ausência de dados sobre imóveis licenciados antes de 2020. O vereador Rubinho Nunes (União Brasil), presidente da CPI que investiga desvios nas habitações sociais, foi procurado, mas preferiu não se manifestar sobre o material apresentado pela gestão Ricardo Nunes (MDB). Airbnb diz à CPI que retirará anúncios de apartamentos populares em SP

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Erika Hilton denuncia à PGR lei que proíbe mulheres trans usarem banheiros femininos em Campo Grande

Publicado em: 05/05/2026 19:34

Deputada publicou nas redes sociais que fez denúncia à PGR Redes sociais/Pablo Valadares/Câmara dos Deputados A deputada federal Erika Hilton publicou nas redes sociais, nesta terça-feira (5), que apresentou denúncia à Procuradoria-Geral da República contra a lei que proíbe mulheres trans de usarem banheiros femininos em Campo Grande. Na publicação, ela afirma que a lei é inconstitucional e não pode ser aplicada. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp "Só vai servir para que políticos e/ou pervertidos tentem fiscalizar os órgãos de mulheres e meninas nas portas de banheiros, ou para que pessoas odiosas se sintam autorizadas a violentar mulheres trans ou qualquer mulher que fuja do padrão de beleza em banheiros. Normalmente, mulheres negras e lésbicas", afirmou na publicação. Vídeos em alta no g1 Erika Hilton também criticou a gestão da prefeita Adriane Lopes (PP). O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Campo Grande, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem. LEIA TAMBÉM: Prefeita de Campo Grande proíbe mulheres trans em banheiros femininos; entenda Entenda a lei A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), sancionou no dia 22 de abril uma lei que restringe o uso de banheiros femininos por mulheres trans na capital de Mato Grosso do Sul. A norma foi publicada no Diário Oficial do Município de Campo Grande (Diogrande) e integra a Política Municipal de Proteção da Mulher. Pelo texto, os banheiros femininos devem ser usados apenas por “mulheres biológicas”. A medida teve repercussão imediata e passou a ser questionada por movimentos sociais, pela Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso do Sul (OAB-MS) e pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS). Os órgãos discutem se a lei pode ser discriminatória e inconstitucional. O projeto foi apresentado pelo vereador André Salineiro (PL) e aprovado pela Câmara Municipal no dia 26 de março, por 13 votos a 11. O que a lei determina Além da regra sobre banheiros, a lei estabelece que testes de aptidão física em concursos e seleções públicas do município devem seguir critérios de “igualdade de condições biológicas”. O texto também prevê ações para proteção da intimidade e da segurança das mulheres, além da realização de palestras, aulas e debates sobre valorização feminina. A norma ainda determina que o município não poderá apoiar ou patrocinar eventos esportivos que não considerem o sexo biológico das participantes. Fiscalização e aplicação A fiscalização ficará sob responsabilidade da prefeitura e também pode envolver estabelecimentos privados. O texto, no entanto, não detalha como a regra será aplicada nem quais punições poderão ser adotadas em caso de descumprimento. O g1 questionou a prefeitura sobre como a norma será aplicada em locais como bares e restaurantes, mas não recebeu resposta. MP analisa se norma é constitucional O MPMS informou que analisa a lei após receber dois pedidos formais. As solicitações pedem apuração sobre possível inconstitucionalidade e responsabilização dos envolvidos. Segundo o órgão, o caso está sob avaliação da Procuradoria-Geral Adjunta de Justiça Legislativa, setor responsável por acompanhar leis municipais. Em nota, a prefeitura informou que ainda não foi formalmente notificada sobre a notícia-crime e, por isso, não vai se manifestar. Movimento trans promete contestar na Justiça A presidente da Associação das Travestis e Transexuais de Mato Grosso do Sul (ATTMS), Manoela Kika, afirmou que a lei é inconstitucional e disse que a entidade deve entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a norma. Representantes do movimento trans afirmam que a lei viola direitos garantidos pela Constituição e decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre identidade de gênero. OAB aponta risco jurídico A presidente da Comissão de Diversidade da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso do Sul (OAB-MS), Janaina Menezes, criticou a norma e afirmou que a lei pode ter “vícios jurídicos insanáveis”. Segundo ela, a proteção às mulheres não pode ser usada como justificativa para excluir pessoas trans. Ela também diz que o texto pode contrariar entendimentos já firmados pelo STF e tratados internacionais. Prefeita reafirma decisão A prefeita Adriane Lopes publicou um vídeo nas redes sociais e reafirmou que sancionou a lei para, segundo ela, “resguardar o direito das mulheres”. “Eu respeito todas as opções sexuais, mas cheguei ao óbvio de ter que sancionar uma lei para resguardar o direito das mulheres”, afirmou. Protestos e tensão na Câmara A nova lei também motivou manifestações em Campo Grande. Um grupo protestou na Câmara Municipal contra a proibição. Durante a sessão, o presidente da Casa, Epaminondas Vicente Silva Neto, conhecido como Papy, se exaltou e discutiu com manifestantes. A sessão foi interrompida diversas vezes. Debate deve continuar Com a norma já publicada, a expectativa é que o caso avance para a Justiça nos próximos dias. Enquanto apoiadores afirmam que a medida protege mulheres, críticos dizem que a lei pode aumentar o risco de constrangimento e violência contra pessoas trans em espaços públicos. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

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Prefeitura sanciona lei que proíbe fogos de artifício com estampido em Presidente Prudente

Publicado em: 05/05/2026 18:59

Câmara de Presidente Prudente aprova projeto que proíbe fogos de artifício com barulho Pixabay/Reprodução Uma lei sancionada pela Prefeitura de Presidente Prudente (SP) passou a proibir o uso de fogos de artifício com estampido em todo o município. A norma foi publicada nesta terça-feira (5) no Diário Oficial e já está em vigor. De acordo com a legislação, fica proibido manusear, utilizar, queimar ou soltar fogos que produzam efeitos sonoros ruidosos de alta intensidade, tanto em locais públicos quanto privados, incluindo ambientes abertos e fechados. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp A proibição não se aplica aos fogos de artifício com efeitos exclusivamente visuais, como os coloridos, nem a artefatos pirotécnicos com ruído considerado de baixa intensidade, que não causem perturbação ao sossego ou danos à saúde. Os parâmetros técnicos devem seguir o que estabelece o Decreto Estadual nº 69.267/2024. Quem descumprir a lei estará sujeito a multa. Para pessoas físicas, o valor é de 500 Unidades Fiscais do Município (UFM). Já para pessoas jurídicas ou eventos com finalidade comercial, a penalidade é de 2 mil UFMs. Em caso de reincidência dentro de um período de 180 dias, o valor da multa será dobrado. Segundo a lei, os valores serão atualizados conforme a variação anual da UFM ou índice equivalente. Em 2026, a UFM é de R$ 5,3657. A nova norma foi sancionada pelo prefeito Milton Carlos de Mello e passa a valer a partir da data de publicação. Câmara de Presidente Prudente aprova proibição de fogos de artifício com barulho Aprovação na Câmara A proposta foi aprovada pela Câmara Municipal de Presidente Prudente no dia 6 de abril, em primeira e segunda discussões. De autoria dos vereadores Edgar Caldeira e Wellington de Souza Neves, o projeto tem como justificativa a proteção da saúde pública e o bem-estar de grupos vulneráveis, como pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), idosos e recém-nascidos, além de prevenir pânico e acidentes com animais domésticos e silvestres. O texto destaca que os animais possuem audição mais sensível que a humana e que o estrondo dos fogos pode causar medo e pânico extremos. LEIA TAMBÉM: Prefeitura de Prudente cria banco de ração para ajudar pessoas que cuidam de animais; entenda a iniciativa 'Sabor CLT': Presidente Prudente registra aumento de mais de 80% nas denúncias de pejotização Roda se desprende de caminhão em movimento, veículo tomba e interdita rodovia em Osvaldo Cruz VÍDEO: Policiais encontram fundo falso com 38 tijolos de pasta de cocaína em carro e prendem boliviano no interior de SP A proposta busca equilibrar celebrações festivas com o respeito à saúde pública e à proteção animal. Por isso, não proíbe festas, mas restringe fogos com estampido e permite os chamados fogos de efeito visual, sem barulho intenso. Aprovação com emendas O texto original recebeu uma emenda assinada por 11 vereadores. A principal mudança foi ajustar a redação para deixar claro que a proibição se aplica aos fogos cujo efeito principal seja o estampido. Com a alteração, os chamados fogos de vista, que produzem efeitos visuais e ruídos de baixa intensidade, continuam permitidos. Outra mudança foi retirar a necessidade de a prefeitura criar regras próprias para medição de decibéis. Com isso, o município passa a seguir os parâmetros estabelecidos pelo Decreto Estadual nº 69.267/2024. Initial plugin text Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Câmara de Sorocaba aprova lei para adaptar parques para crianças autistas

Publicado em: 05/05/2026 18:13

Câmara Municipal de Sorocaba (SP) Beatriz Pereira/g1 A Câmara Municipal de Sorocaba (SP) aprovou um projeto de lei que prevê a adaptação de parques públicos para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A aprovação do Projeto de Lei nº 290/2025, de autoria do vereador Roberto Freitas, aconteceu em segunda votação durante a sessão desta terça-feira (5). O projeto, que tramita desde abril de 2025, foi aprovado com duas emendas que modificaram o texto original. Agora, a proposta segue para a elaboração da redação final (a versão definitiva do texto) antes de ser sancionada pelo prefeito para, então, virar lei. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp A proposta determina a adaptação de, no mínimo, um parque público por região da cidade, com o objetivo de garantir acessibilidade e um ambiente adequado para o lazer. As adaptações incluem: Brinquedos e painéis sensoriais com diferentes texturas e cores; Balanços adaptados para garantir segurança; Áreas de estímulo visual e auditivo controlado; Cabines de descanso para reduzir a sobrecarga sensorial; Pisos com sinalização tátil e material antiderrapante. Adaptação dos parques Terão prioridade para receber as adaptações os parques com maior fluxo de visitantes e aqueles localizados perto de centros de atendimento a pessoas com deficiência. O projeto também exige que as intervenções sigam as normas técnicas de acessibilidade e sejam acompanhadas por profissionais especializados. Na mesma sessão, os vereadores também aprovaram, em primeira votação, um projeto que busca incentivar a empregabilidade de mães de pessoas com deficiência. Nome de navio, plantas exóticas e ponto de imigrantes: as curiosidades dos dez principais parques municipais de Sorocaba Principais parques municipais de Sorocaba guardam histórias e curiosidades Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Filha de Thiago Rangel foi exonerada de cargo no Governo do RJ um dia antes de operação da PF que prendeu o pai

Publicado em: 05/05/2026 17:59

O deputado Thiago Rangel e a filha Thamires Rangel, eleita vereadora em Campos Reprodução redes sociais A vereadora de Campos dos Goytacazes Thamires Rangel (PMB), filha do deputado estadual Thiago Rangel (Avante), foi exonerada de um cargo no governo do estado do Rio de Janeiro um dia antes da operação da Polícia Federal que prendeu o parlamentar. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A exoneração foi assinada pelo governador em exercício, Ricardo Couto, e publicada no Diário Oficial com data de 4 de maio. O ato retirou Thamires do cargo de subsecretária adjunta de Conscientização Ambiental, função que ela ocupava na Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, desde 2025, quando foi nomeada pelo então governador Cláudio Castro (PL). A informação sobre a saída de Thamires foi publicada inicialmente pelo Portal Tempo Real e confirmada pelo g1. Após a exoneração, a vereadora anunciou nas redes sociais que retornaria ao exercício do mandato na Câmara Municipal de Campos. Deputado estadual Thiago Rangel é preso pela PF na 4ª fase da Operação Unha e Carne Não foi só a filha de Thiago Rangel que perdeu seu cargo no governo um dia antes da operação que prendeu o parlamentar. A irmã do político do Avante também ficou sem emprego. Marilucia Rangel Lima foi exonerada do cargo na Subsecretaria de Conscientização Ambiental, onde era subordinada da própria sobrinha. A decisão foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira (5). Thiago Rangel foi preso nesta terça-feira (5) na 4ª fase da Operação Unha e Carne, que investiga um esquema de fraudes em contratos públicos ligados à Secretaria Estadual de Educação. Ligação com investigação A decisão do ministro Alexandre de Moraes que autorizou a operação contra Thiago e outros investigados cita a campanha eleitoral de Thamires como um dos possíveis destinos de recursos de um esquema investigado pela Polícia Federal. Segundo a PF, há indícios de que um montante de até R$ 2,9 milhões em caixa dois teria sido prometido para financiar campanhas políticas ligadas ao grupo de Thiago Rangel. Entre os beneficiários mencionados está a própria filha do deputado, eleita vereadora em 2024. O deputado Thiago Rangel ao lado da filha Thamires Rangel e do secretário secretário estadual do Ambiente Bernardo Rossi. Reprodução redes sociais A investigação também aponta que outros candidatos ligados à base política do parlamentar em Campos dos Goytacazes podem ter sido beneficiados. Contexto da operação A 4ª fase da Operação Unha e Carne apura um esquema que, segundo a Polícia Federal, envolvia: direcionamento de contratos públicos; fraudes em licitações; desvio de recursos; e financiamento irregular de campanhas. De acordo com a decisão do STF, o grupo teria atuado principalmente em contratos relacionados a obras e serviços em escolas estaduais, especialmente na região Norte Fluminense. A investigação é um desdobramento de provas obtidas em fases anteriores da operação, que já haviam revelado conexões entre agentes públicos e esquemas de corrupção. O que diz a vereadora Em nota, a assessoria de comunicação da vereadora Thamires Rangel informou que "não há qualquer fato na investigação que aponte para uso de caixa dois. Todas as contas foram prestadas e aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral". A vereadora disse ainda que "todas as ações da campanha foram conduzidas em estrita conformidade com a legislação eleitoral vigente".

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Feira de Empregabilidade oferece 400 vagas em Juiz de Fora; veja como participar

Publicado em: 05/05/2026 16:10

Mutirão de emprego acontece em Juiz de Fora TV Globo/Reprodução Acontece nesta quarta-feira (6), em Juiz de Fora, a terceira edição da Feira de Empregabilidade. O mutirão oferece 400 vagas para estágio, jovem aprendiz e empregos efetivos nas áreas de telemarketing, limpeza, atendimento ao público, administrativa, manutenção e setor operacional. O evento é gratuito e será realizado das 9h às 14h, na sede da empresa Grau Técnico, localizada na rua Benjamin Constant, 700, no bairro Santa Helena. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp A feira é aberta ao público e destinada a estudantes do ensino médio, técnico e superior, além de profissionais que buscam atualização ou uma nova oportunidade no mercado de trabalho. 🔍 Para participar, os candidatos devem comparecer com um documento de identificação e levar currículos em quantidade suficiente para as vagas de interesse. O objetivo da ação é facilitar o acesso ao mercado de trabalho e a recolocação profissional, aproximando candidatos das empresas parceiras, além de fortalecer parcerias institucionais e dar mais visibilidade aos estudantes. Durante toda a programação, uma equipe de enfermagem estará disponível para atendimentos e para auxiliar os candidatos na elaboração de currículos. Também haverá uma sala reservada para entrevistas. LEIA TAMBÉM: Com salários de até R$ 9 mil, Samu abre processo seletivo para Juiz de Fora e região Com salário de até R$ 6 mil, Câmara Municipal de Cataguases publica edital de concurso ASSISTA TAMBÉM: Confira oportunidades de emprego em Juiz de Fora e região Há Vagas: confira oportunidades de emprego em Juiz de Fora e região VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

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Vereadores barram terceirização de centros de saúde em Campo Grande

Publicado em: 05/05/2026 14:30

Votação ocorreu nesta terça-feira (5). Diogo Nolasco A Câmara Municipal de Campo Grande rejeitou, nesta terça-feira (5), o projeto que previa a terceirização de dois Centros Regionais de Saúde (CRSs), nos bairros Aero Rancho e Tiradentes. A proposta foi votada em regime de urgência e recebeu 17 votos contrários e 11 favoráveis. O Projeto de Lei nº 12.405/26 autorizava a terceirização como forma de implantar um projeto piloto para melhorar a gestão administrativa das unidades de saúde. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Antes da votação, o tema foi discutido em audiência pública no dia 10 de abril. A proposta chegou a entrar na pauta, mas foi adiada após a apresentação de emendas e pedidos por mais debate. Vídeos em alta no g1 Durante a sessão desta terça, profissionais da saúde contrários à medida acompanharam a votação e protestaram com cartazes contra a terceirização. Ao todo, 29 vereadores estiveram presentes, mas apenas 28 votaram. O presidente da Casa, vereador Papy, não vota, conforme o regimento interno. Votaram contra a terceirização: Salineiro (PL), Ana Portela (PL), Delei Pinheiro (PP), Dr. Jamal (MDB), Dr. Lívio (União), Dr. Victor Rocha (PSDB), Fábio Rocha (União), Flávio Cabo Almi (PSDB), Jean Ferreira (PT), Landmark (PT), Luiza Ribeiro (PT), Maicon Nogueira (PP), Marquinhos Trad (PV), Otávio Trad (PSD), Ronilço Guerreiro (Podemos), Silvio Pitu (PSDB) e Veterinário Francisco (União). Votaram a favor da terceirização: Beto Avelar (PP), Carlão (PSD), Clodoilson Pires (Podemos), Herculano Borges (Republicanos), Junior Coringa (MDB), Leinha (Avante), Neto Santos (Republicanos), Professor Juari (PSDB), Professor Riverton (PP), Rafael Tavares (PL) e Wilson Lands (Avante). Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

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Câmara de Cuiabá aprova auxílio aluguel de R$ 700 para famílias em vulnerabilidade social

Publicado em: 05/05/2026 14:17

Câmara Municipal de Cuiabá Secom/Câmara A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, nesta terça-feira (5), o projeto de lei que institui o auxílio aluguel para famílias em situação de vulnerabilidade social. O benefício prevê o pagamento mensal de R$ 700 em caráter emergencial, com um limite inicial de atendimento para até 700 famílias. O projeto de autoria da prefeitura foi aprovado em segunda votação, com 20 votos favoráveis e nenhum contrário. Para o exercício de 2026, o programa atenderá um limite de até 53 famílias. A lei entra em vigor após publicação no Diário Oficial. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Conforme o projeto, o benefício será pago de forma temporária, inicialmente, por até seis meses, podendo ser prorrogado por até 24 meses. O auxílio é destinado a famílias inscritas no CadÚnico que tenham em sua composição crianças, idosos, pessoas com deficiência ou gestantes, além de comprovarem residência em Cuiabá há pelo menos seis meses. Vídeos em alta no g1 Documentos necessários para solicitar o auxílio: CPF e RG comprovante de endereço ou declaração de residência declaração de inexistência de imóveis laudo técnico da Defesa Civil, em casos de interdição ou risco habitacional Obrigações para manter o benefício Após a aprovação do benefício, será necessário apresentar contrato de locação e anuência do locador, documentos exigidos para a liberação do pagamento. Os beneficiários deverão apresentar, mensalmente, até o dia 10 do mês subsequente, o comprovante de pagamento do aluguel. Também será obrigatório comunicar qualquer alteração na composição familiar ou na renda. Além disso, os contemplados deverão participar das atividades e do acompanhamento social, permitir visitas domiciliares dos técnicos responsáveis e manter o imóvel em boas condições de uso.

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Tribunal de Contas do Estado quer abrir a 'caixa-preta' dos gastos da prefeitura com o festival Sou Manaus

Publicado em: 05/05/2026 06:00

Gastos do 'Sou Manaus Passo a Paço' sobem 1.156% O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) determinou a abertura de uma tomada de contas especial para investigar gastos do Festival Sou Manaus Passo a Paço de 2025, organizado pela prefeitura da capital. Na prática, é o início de um processo administrativo formal para apurar, com profundidade e detalhadamente, o aumento de 1.156% dos gatos do município ao longo de quatro anos com o evento, que, em 2022, custou cerca de R$ 2 milhões e, no ano passado, R$ 25 milhões. Depois de dois adiamentos, por pedido de vistas de conselheiros do Tribunal, o processo sobre o assunto entrou na pauta da sessão de segunda-feira (4), quando se determinou que a prefeitura torne públicos todos os documentos relacionados aos gastos com o evento no ano passado para se começar a tomada de contas especial. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp No fim de fevereiro, o parecer do Ministério Público de Contas sobre o assunto destacou a falta de transparência e justificativa clara para o astronômico aumento do custo do evento. O parecer enviado ao TCE ressalta que não houve justificativa técnica suficiente para esse salto de despesas. O parecer também destacou que o gasto era desproporcional diante de outras prioridades da cidade em áreas como saúde, educação e saneamento, argumento também defendido pelo vereador Coronel Rosses, que foi o responsável por levar a denúncia ao TCE. Apesar de ter demonstrado compartilhar da indignação de quem compara gastos para a realização de shows com as carências de Manaus, o conselheiro Érico Desterro, relator do processo, destacou que agir diante disso é papel da Câmara de vereadores, assim como a Assembleia Legislativa deve fiscalizar gastos do governo do estado com eventos culturais. “Precisamos, por exemplo, saber como são gastos os recursos que são destinados ao festival de Parintins, por exemplo, com o mesmo rigor que nós aqui estamos esclarecendo, querendo saber como foram gastos esses recursos do Passo a Paço”. O vereador coronel Rosses participou da sessão no TCE desta segunda-feira. “Estar aqui defendendo a legalidade administrativa é um dever. Ao mesmo tempo, me envergonha porque na casa administrativa onde eu fui eleito democraticamente eu não consigo fazer isso, porque lá é um anexo da prefeitura de Manaus”, afirmou o vereador sobre a câmara municipal. O g1 questionou a Câmara Municipal de Manaus (CMM) sobre a alegação feita pelo vereador, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. A responsabilização dos gestores responsáveis pelo gasto com o Sou Manaus foi defendida pelo Ministério Público de Contas, que afirma ter havido erro grosseiro, culpa grave e omissão do então prefeito, David Almeida (Avante), e do então diretor-presidente da Manauscult, Jender Lobato. Com isso, o MP defendeu a aplicação de multa aos responsáveis, o que, pelo menos por enquanto, não foi aprovado pelo plenário do Tribunal de Contas. Segundo o prefeito David Almeida, o festival custou R$ 34 milhões — R$ 25 milhões de recursos públicos e R$ 9 milhões de patrocínios —, gerou cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos e movimentou aproximadamente R$ 150 milhões na economia local. À época do festival, em setembro do ano passado, o David Almeida afirmou que o festival custou R$ 34 milhões — R$ 25 milhões de recursos públicos e R$ 9 milhões de patrocínios —, gerou cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos e movimentou aproximadamente R$ 150 milhões na economia local. O g1 também questionou a prefeitura de Manaus, por meio da Manauscult, sobre as alegações defendidas pelo MP, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem. LEIA TAMBÉM: Como a eleição de Roberto Cidade ao governo do Amazonas afeta a Assembleia Legislativa? Entenda o que muda Primeira noite do Sou Manaus Passo a Paço 2025 Semcom

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Como a eleição de Roberto Cidade ao governo do Amazonas afeta a Assembleia Legislativa? Entenda o que muda

Publicado em: 04/05/2026 21:40

Amazonas tem eleição indireta para governador A eleição do ex-deputado Roberto Cidade (União Brasil) ao governo do Amazonas, nesta segunda-feira (4), altera a configuração da Assembleia Legislativa do Estado (Aleam), que agora vai contar com uma nova parlamentar e precisa definir um novo presidente para a Casa. Roberto Cidade (União Brasil) foi empossado como governador do Amazonas na tarde desta segunda-feira, em cerimônia realizada na Aleam, após ser eleito em votação indireta pelos deputados estaduais durante a manhã. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp O novo chefe do Executivo amazonense estava em seu segundo mandato como deputado estadual, após ser eleito em 2018 e reeleito em 2022. Durante a cerimônia de posse ao governo, entregou a carta renunciando ao cargo parlamentar, algo obrigatório para que pudesse assumir como governador. Com a saída, abriu-se espaço para que um novo parlamentar assuma a vaga. Segundo o regimento da casa legislativa, caberia ao 1º suplente do ex-deputado, o atual secretário de Cultura do Amazonas, Caio André (União Brasil), herdar a vaga. Caio, no entanto, já afirmou que vai assumir, mas pedirá licença imediatamente para continuar como secretário. Assim, a 2ª suplente Professora Jacqueline (União Brasil) vai assumir o posto de deputada estadual. Professora Jacqueline deve ser convidada nos próximos dias pela Mesa Diretora da Aleam para tomar posse e dar continuidade ao mandato até janeiro de 2027. Professora Jacqueline deixa Câmara Municipal de Manaus para assumir vaga na Aleam. Reprodução/Redes Sociais Aleam precisa escolher novo presidente Em dezembro de 2020, Roberto Cidade foi escolhido presidente da Aleam aos 34 anos, tornando-se o mais jovem a ocupar o cargo, permanecendo pelos biênios 2021-2022 e 2022-2023. No ano seguinte, foi reconduzido por unanimidade à presidência da Aleam, garantindo o terceiro mandato consecutivo à frente do Legislativo. A legalidade da escolha chegou a ser questionada pelo STF, mas o processo foi encerrado meses depois. Após a renúncia do então governador Wilson Lima (União Brasil) e do vice Tadeu de Souza (Progressistas), assumiu o governo interinamente por ser o próximo na linha de sucessão ao posto. Com a mudança, o deputado Adjuto Afonso (União Brasil) assumiu interinamente a presidência. Para definir quem assume a titularidade do cargo, os deputados farão uma eleição. "Essa eleição não tem o prazo definido, mas eu acredito que no máximo em 15 ou 30 dias haverá uma nova eleição para a presidência", afirmou a deputada estadual Alessandra Campêlo. "O atual presidente interino ele é vice, então se ele concorrer a presidência e for eleito, abre a vaga pra vice. Caso ele não concorra, é apenas a vaga de presidente que abre e todos podem concorrer", concluiu. Eleição indireta A chapa formada por Cidade e Serafim foi eleita por unanimidade. A votação ocorreu de forma aberta e nominal, com participação dos 24 parlamentares da Casa. Esta é a primeira vez na história do Amazonas que governador e vice são eleitos sem voto popular, conforme prevê a Constituição estadual em casos de vacância nos dois últimos anos de mandato. A eleição indireta ocorreu após a renúncia do então governador Wilson Lima (União), que é pré-candidato ao Senado, e do vice Tadeu de Souza (Progressistas), que não anunciou pré-candidatura. "Essa não é uma vitória individual. É uma decisão coletiva, construída com diálogo, respeito e compromisso com o povo do Amazonas. Vamos trabalhar todos os dias para honrar cada voto e transformar esse apoio em resultados concretos para a nossa gente", declarou Cidade após a pleito. Serafim Corrêa destacou a responsabilidade da nova gestão e afirmou que o resultado indica apoio unânime da Casa. "É um governo de união, que vai procurar fazer o melhor pelo povo do Amazonas", disse. MANDATO-TAMPÃO: Roberto Cidade é eleito governador do Amazonas em eleição indireta PERFIL: Novo governador do Amazonas: quem é Roberto Cidade, eleito em votação indireta DECLARAÇÃO: Roberto Cidade fala em 'decisão coletiva' após ser eleito para governo-tampão do Amazonas Plenário Ruy Barbosa, na Assembleia Legislativa do Amazonas, durante votação indireta para governo do estado. Lucas Macedo/g1 AM

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Câmara de BH aprova sexo biológico como critério em torneios esportivos

Publicado em: 04/05/2026 20:53

Câmara Municipal de Belo Horizonte (foto ilustrativa) Karoline Barreto/CMBH A Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou em 2º turno, nesta segunda-feira (4), projeto de lei que garante a organizadores de eventos e torneios esportivos na capital mineira o direito de utilizar o sexo biológico como critério para participação de atletas. A proposta recebeu 23 votos favoráveis e 10 contrários, além de quatro abstenções. O texto segue agora para avaliação do prefeito Álvaro Damião (União Brasil). Ao justificar o projeto, a vereadora Flávia Borja (Podemos), afirmou que a ideia é "garantir que as competições [...] não sejam subvertidas e tornadas injustas por meio da participação de competidores cujo sexo biológico não seja o mesmo daquele a que se destina a competição". Ela disse, ainda, que é fato que "mulheres possuem força física inferior aos homens". Vereadores da oposição se manifestaram contra o PL durante toda a tramitação e afirmaram que a proposta legitima a transfobia. Eles argumentaram, ainda, que o projeto é inconstitucional, pois não cabe à Câmara Municipal legislar sobre a questão. Vídeos mais vistos no g1 Minas:

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Homem que matou companheira com 60 facadas é condenado a 52 anos em Ipatinga

Publicado em: 04/05/2026 19:37

Acusado de matar a mulher com 60 facadas é julgado em Ipatinga O Tribunal do Júri de Ipatinga condenou um homem a 52 anos de prisão por matar a companheira, Meilling Marili da Silva, de 37 anos, e por tentar matar a filha dela, de 15 anos. O julgamento foi realizado nesta segunda-feira (4), no plenário da Câmara Municipal, já que o salão do Tribunal do Júri está em reforma. O condenado é Nailson Matos da Silva. Os jurados reconheceram todos os pontos apresentados pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), incluindo as qualificadoras do crime. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp Com a decisão, o Conselho de Sentença entendeu que o crime foi cometido por motivo torpe, com crueldade e de forma que dificultou a defesa das vítimas. Também foi reconhecido o feminicídio, já que o assassinato ocorreu em contexto de violência doméstica. No caso da adolescente, os jurados entenderam que ela foi atacada para que o homem conseguisse matar a mãe. Réu foi condenado a 52 anos de prisão pela morte da mulher e por tentar matar a filha dela em Ipatinga Lucas Alves/Inter TV Com isso, Nailson foi condenado pelos dois crimes e recebeu a pena total definida pelo júri. Ele já estava preso desde o dia do crime, quando foi detido em flagrante pela Polícia Militar. A pena fixada ficou próxima da expectativa apresentada pela promotoria. Antes do julgamento, o promotor de Justiça Jonas Junio Monteiro afirmou: “esperamos que a sociedade reconheça o trabalho da promotoria pela condenação máxima do autor. Trata-se de um ato muito grave e covarde, e a expectativa é de uma pena elevada, acima de 60 anos”. Até a última atualização desta reportagem, não havia posicionamento da defesa sobre a condenação. Relembre o caso O crime aconteceu na manhã de 18 de agosto de 2024, na casa onde a família morava, no bairro Vila Celeste, em Ipatinga. Segundo a Polícia Militar, os militares foram acionados após relatos de uma briga familiar no imóvel, onde mãe e filha eram as vítimas. Meilling Marili da Silva foi morta em Ipatinga Redes sociais De acordo com o Ministério Público, o relacionamento era marcado por ciúmes, ameaças e agressões. A mulher já tinha decidido terminar e se preparava para se mudar com os filhos. Na manhã do crime, enquanto Meilling dormia, o homem pegou uma faca e foi até o quarto. Segundo a denúncia, ele a acordou e perguntou: “É isso mesmo que você quer?”. Ao confirmar que queria se separar, ela foi atacada. Ainda conforme o MPMG, o homem desferiu cerca de 60 golpes de faca na vítima. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. Ao ouvir os gritos, a filha correu para ajudar. Ao tentar impedir o crime, também foi esfaqueada, com ferimentos na face e nos braços. Mesmo ferida, a adolescente conseguiu fugir e pedir ajuda. Ela foi socorrida e levada para uma unidade de saúde, onde ficou internada por cerca de uma semana. Após o ataque, o homem fugiu levando a faca usada no crime. Ele foi localizado ainda no bairro, com marcas de sangue e escoriações pelo corpo. Segundo a Polícia Militar, ele confessou ter matado a companheira após ser encontrado pelos policiais. Ele foi levado para atendimento médico e, em seguida, preso em flagrante. LEIA MAIS: Homem acusado de matar esposa com 60 facadas e de ferir a filha dela é julgado em Ipatinga Inconformado com o fim do relacionamento, homem é preso após matar ex a facadas, em Ipatinga Vídeos do Leste e Nordeste de Minas Gerais Veja outras notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.

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Corpo de vereadora Luciana Novaes é velado na Câmara Municipal

Publicado em: 04/05/2026 16:12

Corpo de Luciana Novaes é velado na Câmara do Rio Divulgação/Câmara Municipal do Rio O corpo da vereadora Luciana Novaes, 42 anos, foi velado nesta segunda-feira (4) no saguão do Palácio Pedro Ernesto, sede da Câmara do Rio. O velório foi aberto ao público e recebeu políticos, admiradores, amigos e familiares. A parlamentar morreu na semana passada. Luciana Novaes, que completaria 43 anos no dia 5 de junho, deixou ao longo de sua atuação na câmara quase 200 propostas de leis, muitas delas voltadas à inclusão e à defesa das pessoas com deficiência, dos idosos e da população em situação de vulnerabilidade. A parlamentar foi símbolo de perseverança e superação - ela ficou tetraplégica em 2003 após ser atingida por uma bala perdida no campus da Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido, Zona Norte. Jorgiane Novaes, irmã da vereadora, que estava sempre ao seu lado nas sessões plenárias, nas audiências e nos debates públicos, confirmou que foi feita a doação de órgãos da parlamentar. "Dediquei a minha vida para cuidar dela. É muito difícil pensar em como vai ser daqui para a frente. A Luciana aceitou que a missão da sua vida era lutar para ajudar os outros. Foi o amor dela que transformou muitas vidas. Ela doou todos os órgãos possíveis. Até o final da vida, ela quis ajudar. Agora, o amor da Luciana vive em outras pessoas”, discursou Jorgiane. Vereadora Luciana Neves será velada dia 4 na Câmara Municipal “Todos aqui sempre tiveram um carinho muito grande pela Luciana, pelo ser humano incrível que estará marcado para sempre nos nossos corações. Ela é uma referência de superação e de diversas lutas das pessoas com deficiência. Tinha uma vitalidade impressionante, que provocava admiração em todos. Luciana viveu feliz e com muita dedicação à nossa cidade”, afirmou o presidente da Câmara Municipal, vereador Carlo Caiado (PSD), acrescentando que a sala da Vice-Presidência da Casa, onde Luciana exercia o seu mandato, deverá receber o nome dela. Também presente à cerimônia, o prefeito Eduardo Cavalieri reforçou o papel de Luciana Novaes no Parlamento e nas batalhas do dia a dia. “A Luciana representa muito para a sociedade carioca. Ela vai muito além da política e do mandato. Ela é um exemplo de luta. Não podemos jamais esquecer o que ela representou para nós. Nós temos o dever de seguir e avançar”, disse o prefeito. A vereadora Rosa Fernandes (PSD), que homenageou Luciana Novaes com a Medalha Pedro Ernesto, principal honraria da Câmara do Rio, também discursou. “Luciana me ensinou muito. A vida impõe tantas coisas e tantas cobranças de todo mundo, e ela foi um exemplo de vida. Não reclamava de nada”, destacou Rosa, lembrando também das adaptações que a Casa precisou fazer, em 2017, com a chegada de Luciana ao Parlamento, para oferecer acessibilidade a ela e a todos que apresentavam necessidades especiais de locomoção. Vereadora Luciana Novaes é a primeira vereadora tetraplégica eleita no Rio de Janeiro Henrique Coelho/G1

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Estudantes relatam cobrança de passagens de ônibus mesmo após retomada de passe livre em Sorocaba

Publicado em: 04/05/2026 15:25

Estudantes relatam cobrança de passagens mesmo após retomada de passe livre em Sorocaba Alunos relatam que as passagens ainda estão sendo cobradas mesmo após a Prefeitura de Sorocaba (SP) anunciar, no dia 28 de abril, a volta do passe livre para estudantes no transporte público da cidade. Segundo apurado pela TV TEM, alguns estudantes tiveram mais de R$ 7 descontados no cartão durante o embarque. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Em nota, a Urbes informou que o sistema de bilhetagem das empresas será atualizado e os validadores reiniciados até o fim da tarde desta segunda-feira (4). Os cartões que tiveram cobrança serão recarregados de forma online até quarta-feira (6). Cartão de ônibus de Sorocaba (SP) Prefeitura de Sorocaba/Divulgação Ainda conforme a empresa, os usuários não terão prejuízo. Os créditos gratuitos, referentes a maio, estão sendo disponibilizados a todos os estudantes ativos que se enquadram na legislação vigente. O benefício pode ser utilizado de segunda a sábado, sem limite diário. Dúvidas ou problemas com o cartão podem ser comunicados na central de atendimento ao usuário, no Terminal São Paulo. Outros canais estão disponíveis pelos telefones (15) 3519-3101/3100 e pelo WhatsApp: (15) 99760-9621. Requisitos para a gratuidade Terminal em Sorocaba (SP) Prefeitura de Sorocaba/Divulgação O passe livre é garantido a estudantes a partir de seis anos, matriculados em cursos regulares (do pré-escolar ao universitário) em instituições de Sorocaba. No entanto, existem regras: Quem não tem direito: Alunos que já recebem outro tipo de transporte gratuito; Alunos que moram a menos de 1 km da instituição de ensino, desde que haja linha de ônibus no trajeto. Como funciona a cota: Os estudantes recebem créditos mensais no cartão de transporte, suficientes para as viagens de ida e volta, de acordo com a frequência escolar; Se precisar usar o ônibus mais vezes, o aluno pagará a tarifa normal; O benefício pode ser cancelado se o aluno não atingir 75% de frequência no bimestre. Relembre: a suspensão e os protestos Sorocaba (SP) retoma gratuidade no transporte público para estudantes a partir de 29 de abril Divulgação O passe livre para estudantes vigorou em Sorocaba entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026. O benefício foi suspenso pela gestão anterior, que alegou problemas financeiros e passou a cobrar uma tarifa de R$ 2,65 dos alunos. A decisão gerou protestos e uma audiência pública na Câmara Municipal em janeiro. A volta da gratuidade foi confirmada no início de abril pelo atual prefeito, Rodrigo Manga (Republicanos), e agora entra em vigor. Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí Initial plugin text VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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