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Após cassação, mais da metade dos vereadores de Manaquiri devem deixar cargo e ser substituídos, decide Justiça Eleitoral

Publicado em: 04/02/2026 18:54

Crise institucional na Câmara de Manaquiri: mais da metade dos vereadores foi cassado Os seis vereadores de Manaquiri que tiveram os mandatos cassados por fraude à cota de gênero nas eleições de 2024 devem deixar as atividades, informou o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) ao g1 nesta quarta-feira (4). Segundo o órgão, nos próximos dias os votos válidos serão redistribuídos para eleger os substitutos. O número de vereadores cassados corresponde a mais da metade da Câmara Municipal de Manaquiri, que conta com onze parlamentares. A decisão atinge eleitos pelo PSD e pelo PL, depois que a Justiça Eleitoral reconheceu que os partidos registraram candidaturas femininas fictícias, apenas para cumprir o mínimo de 30% exigido pela legislação. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Tiveram os mandatos cassados: Bruno da Nonata (PSD) Janderli Carvalho (PSD) Érica Freitas (PSD) João Moura (PL) Gesse Ventura (PL) Valdemar Bandeira (PL) De acordo com o TRE-AM, os seis vereadores estão oficialmente cassados após não apresentarem recursos dentro do prazo, encerrado na segunda-feira (2), e devem interromper suas atividades a partir da comunicação formal do Juízo Eleitoral ao presidente da Câmara Municipal. O recálculo do quociente eleitoral e a redistribuição dos votos válidos serão realizados de forma automática pelo sistema da Justiça Eleitoral, o SISTOT, que indicará quem são os novos eleitos. O Juízo Eleitoral publicará edital informando a data do recálculo, para que partidos, candidatos e demais interessados, possam acompanhar e fiscalizar o ato. Após essa etapa, será gerado um novo relatório com o resultado das eleições, possibilitando a diplomação dos novos eleitos, que será conduzida pelo juiz eleitoral responsável. Câmara Municipal de Manaquiri, na terça-feira (3). Vinicius Assis/Rede Amazônica Vereadores seguem trabalhando Durante a abertura do ano legislativo, na terça-feira (3), os seis vereadores cassados compareceram à sessão normalmente e usaram a tribuna da Câmara Municipal para se defender. Nos discursos, o tom foi marcado por referências religiosas e os vereadores cassados foram tratados como “injustiçados”. A solenidade também contou com a presença de autoridades locais. “Nós fomos prejudicados por cota de gênero. Não foi por questões de desvio de dinheiro público nem roubo. Foi questão do partido. Então, nós fomos afetados, prejudicados nesse processo", disse o presidente da Câmara, Valdemar Bandeira (PL). No mesmo dia, a defesa dos partidos informou à Rede Amazônica que apresentaria os recursos até quarta-feira (4). A data é dois dias após o fim do prazo informado pelo TRE-AM. Representantes do PL e do PSD foram procurados pela Rede Amazônica. Fábio Araújo, presidente do PSD em Manaquiri e secretário municipal de Cultura, esteve presente na sessão solene, mas preferiu não comentar. A presidente do PL, Roberta Aguiar, também não respondeu. Vereadores de Manaquiri que tiveram mandados cassados seguem trabalhando. Rede Amazônica

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Vereadores questionam dinheiro usado por prefeitura para carnaval com shows de Ana Castela e Maiara e Maraisa em Rio Preto

Publicado em: 04/02/2026 18:49

Vereadores questionam dinheiro usado por prefeitura para carnaval em São José do Rio Preto (SP) TV TEM / Rodrigo Carraro Vereadores de São José do Rio Preto (SP) se reuniram em uma audiência pública na tarde desta quarta-feira (4) para discutir a verba destinada pela prefeitura para a realização do carnaval com shows de Ana Castela e Maiara e Maraisa. O evento terá entrada gratuita à população e ocorre entre os dias 13 e 17 de fevereiro, no Recinto de Exposições. Opções de camarotes são pagas. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp A audiência pública foi proposta pelos parlamentares que integram as comissões de Defesa e Cidadania e Cultura. Segundo os vereadores, o poder público autorizou o repasse de R$ 6 milhões para realização do carnaval. Por outro lado, foram destinados R$ 528 mil aos 12 grupos e agremiações para promover bloquinhos de rua. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Outro ponto questionável entre os parlamentares na Casa de Leis, é o valor cobrado pelos camarotes. Em alguns espaços, o visitante terá que desembolsar até R$ 800. Uma empresa terceirizada é responsável pelo espaço. Conforme os vereadores, os valores cobrados nessas áreas são considerados abusivos. Maiara & Maraísa e Ana Castela Ricardo Nasi/g1 - Arquivo O chefe de gabinete Rodrigo Carmona, e o secretário de Cultura, Robson Vicente, foram convocados, mas não compareceram ao plenário. Mari Fernandez, Neto e Guilherme, DJ Faísca e Batom na Cueca também estão entre as atrações do evento. Além da presidente do Presidente do Conselho Municipal de Cultura e de representantes de blocos carnavalescos, alguns moradores acompanharam a discussão na Câmara Municipal. Até a última atualização desta reportagem, a prefeitura ainda não tinha se manifestado sobre o assunto. Vereadores questionam dinheiro usado por prefeitura para carnaval em São José do Rio Preto (SP) TV TEM / Rodrigo Carraro Veja mais notícias da região em g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

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Vereadores derrubam três vetos da Prefeitura de Rio Branco; veja quais

Publicado em: 04/02/2026 18:37

Sessão da Câmara de Vereadores de Rio Branco Reprodução/Youtube Câmara de Rio Branco A Câmara de Vereadores de Rio Branco derrubou três vetos da prefeitura da capital na segunda sessão ordinária do ano, que ocorreu nesta quarta-feira (4). Com a derrubada dos vetos, as leis que estavam em discussão serão promulgadas pela própria Câmara Municipal, na íntegra. Haviam sido dois vetos integrais e um parcial, mas, os vereadores rejeitaram as decisões em três votações unânimes. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e a Câmara de Vereadores de Rio Branco iniciaram, oficialmente, os trabalhos legislativos de 2026 nessa terça-feira (3) com sessões solenes. Os parlamentares retornaram aos trabalhos após o recesso de fim de ano. Câmara municipal abre ano legislativo com debates sobre transporte e emendas Em pleno ano eleitoral, os próprios vereadores da base do prefeito Tião Bocalom (PL), como Rutênio Sá (União) e Márcio Mustafá (PSDB), ajudaram a definir a derrubada dos vetos. Dois dos vetos foram assinado pelo vice-prefeito Alysson Bestene (PP), e contaram com votos de Samir Bestene (PP), primo de Alysson, favoráveis à derrubada. LEIA MAIS Lei Juliana Chaar, proibição de recursos públicos em shows e outros PLs são vetados no Acre Câmara de Rio Branco derruba seis vetos do Executivo à LDO de 2026 Acre chega a ano eleitoral com duas vagas para o Senado em disputa; veja cenários Confira abaixo os vetos que foram derrubados: Veto parcial Projeto de lei que proíbe a prefeitura de contratar shows ou atrações artísticas para eventos abertos ao público infantojuvenil que façam apologia ao crime e ao uso de drogas. De autoria do vereador Zé Lopes (Republicanos), o texto foi aprovado pela Câmara Municipal em setembro do ano passado. No dia 12 de novembro, um veto parcial, assinado pelo vice-prefeito Alysson Bestene foi enviado aos vereadores e citou violação à repartição de competências e ao princípio da legalidade, violação aos princípios do devido processo legal, contraditório e ampla defesa e afronta à separação dos poderes e à autonomia administrativa do executivo. Vetos integrais Projeto de lei que obrigava uso de crachá de identificação por todos os servidores públicos municipais, de autoria de Leôncio Castro (PSDB). O veto, também assinado por Bestene, cita violação à legislação orçamentária e à competência do executivo. Projeto de lei que estabelecia a inserção dos autores às leis municipais, de autoria de Nenem Almeida (MDB). O veto afirma que há violação aos princípios da impessoalidade e moralidade administrativa, falta de fundamentação legal e violação aos princípios constitucionais, violação de lei federal e contrariedade ao interesse público. "Transparência é garantida pelo processo, não pelo texto", alega o documento que vetou o PL. Reveja os telejornais do Acre

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Concessão de água e esgoto vira alvo de ação no TCE e de CPI em Petrópolis

Publicado em: 04/02/2026 18:33

Fase de oitivas na CPI da Câmara de Petrópolis Priscila Torquato/g1 A prorrogação do contrato entre a Prefeitura de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, e a concessionária Águas do Imperador, responsável pelos serviços de água e esgoto na cidade, passou a ser questionada em duas frentes: no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) e por meio de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aberta na Câmara Municipal. O deputado estadual Yuri Moura (PSOL) e a vereadora Júlia Casamasso (PSOL) apresentaram uma representação ao TCE contra a Prefeitura de Petrópolis e a Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep). Eles apontam possíveis irregularidades na prorrogação do contrato de saneamento com a concessionária Águas do Imperador, do grupo Águas do Brasil. Os parlamentares pedem que o TCE conceda uma medida cautelar para suspender os efeitos do aditivo contratual, que estendeu a concessão até o ano de 2052, até que seja concluída uma análise técnica do caso. Segundo a denúncia, o município já teria recebido R$ 26 milhões como contrapartida pela renovação. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Para Yuri Moura, a prorrogação representa prejuízo para Petrópolis e compromete receitas futuras. Veja os vídeos que estão em alta no g1 “É uma renovação irresponsável. A prorrogação do contrato já tinha sido feita pelo governo anterior. Não há um estudo técnico que justifique a renovação, neste momento, por quase 30 anos”, afirmou. Além de ampliar o prazo do contrato, o termo aditivo prevê um reajuste ordinário de 7,48% na Tarifa Referencial de Água a partir de janeiro de 2026 e autoriza aumentos adicionais anuais de 2,04% entre 2026 e 2033, vinculados ao reequilíbrio econômico-financeiro. Segundo os denunciantes, o impacto final pode chegar a cerca de 10% na conta de água dos consumidores. A vereadora Júlia Casamasso criticou a longa extensão do serviço para a iniciativa privada. “Água é um direito essencial. Não faz sentido entregar um serviço básico por décadas a uma empresa privada enquanto a população paga cada vez mais caro por um serviço péssimo”, declarou. CPI investiga prestação do serviço Paralelamente à análise do TCE, a Câmara Municipal de Petrópolis avança com a CPI da Águas do Imperador, criada para apurar possíveis irregularidades na prestação dos serviços. A fase de oitivas começou no dia 30 de janeiro, com depoimentos de servidores da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Foram ouvidos o secretário da pasta, Pedro Pereira; a diretora do Departamento de Licenciamento Ambiental, Juliana Nascimento; e o ex-diretor do setor, Vitor Moreira. Nesta terça-feira (3), a comissão ouviu lideranças comunitárias do bairro Independência e de localidades próximas. Nesta quinta-feira (5), serão ouvidos servidores da Comdep e, na sexta-feira (6), representantes da concessionária. A presidente da CPI, vereadora Professora Lívia (PCdoB), destacou a importância da participação popular nas investigações. “Ouvir as autoridades é essencial para compreender os atos administrativos e as decisões que impactam diretamente a vida da população. Ao mesmo tempo, a participação popular é indispensável, pois é a voz da sociedade que revela a realidade e fortalece a busca por justiça”, afirmou. Segundo a Câmara, a CPI tem como objetivo esclarecer responsabilidades, avaliar a atuação da concessionária e ampliar o controle social sobre um serviço considerado essencial. O que dizem concessionária e prefeitura Em nota, a Águas do Imperador informou que a revisão do contrato atende a uma exigência do Novo Marco Legal do Saneamento, previsto na Lei Federal nº 14.026/2020, e tem como objetivo garantir a universalização dos serviços em Petrópolis. Segundo a concessionária, o novo acordo prevê que, até 2033, 99% da população urbana tenha acesso à água tratada e 90% ao serviço de esgoto. A empresa informou que o contrato inclui investimentos adicionais de cerca de R$ 160 milhões, somando mais de R$ 300 milhões no total, todos custeados por ela. A ampliação do prazo do contrato, segundo a empresa, é um mecanismo previsto em lei para manter o equilíbrio econômico-financeiro da concessão. A concessionária informou ainda que ampliou a tarifa social, que passou de 10 mil para 20 mil beneficiários. A empresa também comunicou que iniciou nesta semana a implantação da Estação de Tratamento de Esgoto do Itamarati, que deve atender mais de 40 mil moradores e tratar até 8 milhões de litros de esgoto por dia. A Prefeitura de Petrópolis também se manifestou por meio de nota. O governo municipal afirmou que a revisão do contrato teve como objetivo adequar o município ao Marco Legal do Saneamento e garantir a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033. Segundo a prefeitura, as novas metas ampliam o atendimento e preveem investimentos superiores a R$ 300 milhões, a serem realizados pela concessionária. O município ressaltou ainda a ampliação da tarifa social, o aumento de descontos para pequenos comércios e a criação de benefício para entidades filantrópicas. Sobre os reajustes na conta de água, a prefeitura informou que os aumentos são anuais e já estavam previstos em contrato, destacando que o percentual aplicado neste ano seria o menor dos últimos períodos. Concessão de água e esgoto alvo de ação no TCE e CPI em Petrópolis Divulgação

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Câmara aprova reajuste de 5,4% no piso dos professores de Fortaleza

Publicado em: 04/02/2026 16:21

Concurso para professores da rede estadual é anunciado A Câmara Municipal de Fortaleza aprovou nesta quarta-feira (4) o reajuste de 5,4% no piso de professores efetivos e substitutos da rede municipal. O aumento do piso nacional foi divulgado pelo Ministério da Educação no dia 21 de janeiro e, no mesmo dia, o prefeito Evandro Leitão (PT) anunciou que iria seguir o reajuste e enviá-lo para aprovação. Com o percentual definido pelo Ministério da Educação (MEC), o piso dos professores sobe de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63. Segundo a Câmara, a medida vai beneficiar mais de 14 mil servidores, entre efetivos e substitutos. O reajuste tem efeito retroativo a 1º de janeiro de 2026. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp Além dos professores em sala de aula, o reajuste também será válido para os servidores ocupantes dos cargos de Assistente da Educação Infantil e Secretário de Unidade Escolar, vinculados ao Núcleo de Atividades de Apoio à Docência. 📚Entenda: O piso é o valor mínimo que professores devem ganhar em todo o Brasil. Ele é válido para profissionais da rede pública de todo o país com jornada de 40 horas semanais. A medida provisória que trata do reajuste foi assinada no dia 21 por Lula ao lado do ministro da Educação, Camilo Santana. O crescimento real do piso, que, pela regra anterior, seria de R$ 18, passa a ser de R$ 262,86. LEIA TAMBÉM: Fortaleza vai pagar mais de R$ 560 mi de precatórios a professores municipais a partir de 2027 Atualização segue novo cálculo do piso nacional do magistério. Divulgação/Prefeitura de Fortaleza Assista aos vídeos mais vistos do Ceará

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Justiça cassa mandatos de 7 dos 9 vereadores de cidade do Paraná por esquema de compra de votos com 'vale-combustível'

Publicado em: 04/02/2026 16:15

Sete dos nove vereadores de Francisco Alves foram condenados pela Justiça Eleitoral Reprodução/TSE A Justiça Eleitoral condenou 14 candidatos que concorreram ao cargo de vereador nas Eleições Municipais de 2024 na cidade de Francisco Alves, no noroeste do Paraná, após denúncia de um esquema de compra de votos com a distribuição de "vales-combustível". Sete dos condenados foram eleitos e exercem o cargo de vereador na cidade. Eles ainda podem recorrer da decisão e seguem nos cargos enquanto não se esgotam os recursos. O g1 tenta contato com as defesas dos vereadores. Veja lista de vereadores e candidatos condenados abaixo. A Justiça determinou que os 14 candidatos condenados fiquem inelegíveis por oito anos -- contados a partir das eleições de 2024 --, além da anulação dos votos recebidos. No caso dos sete candidatos que foram eleitos, a Justiça determina também a perda dos cargos. O esquema foi denunciado pelo Ministério Público do Paraná (MPPR). Segundo a Promotoria de Justiça de Ibiporã, os candidatos praticaram atos de abuso de poder econômico "operando um esquema ilícito de distribuição de 'vales-combustível' a eleitores em troca de votos e apoio político." ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp A denúncia também incluiu Alírio José Mistura (PSD) e Jair Ozório (PSB), prefeito e vice-prefeito eleitos, respectivamente. O MPPR apontou que o posto de combustíveis que emitia os vales pertenceu à família do candidato a prefeito. No entanto, apesar de comprovada a autoria das irregularidades por parte de candidatos a vereador do grupo político do prefeito, o juiz afirmou na sentença que "não há confirmação de que os candidatos da chapa majoritária entregavam vales combustíveis para eleitores ou permitiam que os outros investigados assim o fizessem". Por esse motivo, a denúncia de abuso de poder econômico contra o prefeito e o vice foi considerada improcedente. "O simples fato do posto de combustível ser originalmente da família do investigado Alírio, por si só, não permite concluir pela sua participação, na medida que o estabelecimento em questão está atualmente arrendado [...], o que ocorre desde antes do pleito", diz o juiz Andrei José de Campos na sentença. O g1 tenta contato com as defesas dos vereadores e candidatos condenados, além do prefeito e vice-prefeito para que possam comentar a decisão, mas ainda não teve retorno. Investigação As investigações contaram com o cumprimento de mandados de busca e apreensão na véspera da votação. "O Ministério Público à época participou de uma diligência de busca e apreensão que foi realizada em um posto de gasolina da cidade, ocasião em que foram inclusive ali encontrados e apreendidos e juntados ao processo diversos Vale Combustíveis, diversas notas fiscais que comprovavam ali a existência desse esquema ilícito de abuso de poder econômico", afirma o promotor de Justiça Filipe Rocha e Silva. A sentença destaca que os documentos são suficientes para comprovar o abuso do poder econômico por parte dos candidatos a vereador. A Justiça Eleitoral afirma ainda que é permitido aos candidatos ter despesas com abastecimento de veículos para uma "carreata", por exemplo. No entanto, nesses casos, o candidato se dirige ao posto de combustíveis, autoriza o abastecimento de determinado número de veículos e paga o valor como custos de campanha, registrando a nota fiscal na prestação de contas da Justiça Eleitoral, sem que qualquer valor seja entregue a eleitores. Os vereadores de Francisco Alves distribuíram pessoalmente os "vales-combustível" a pessoas não identificadas, sem qualquer prestação de contas no sistema da Justiça sobre esses valores, aponta o juiz. Veja abaixo a lista dos vereadores condenados Devair Pôrto Santos, “Cutuca” (PSB) Cioni Cassin do Nascimento, “Cioni Segurança” (PSDB) Miguel Arcanjo dos Santos, “Miguel” (PSDB) Célia Pereira Santos Geraldeli, “Celia Motorista” (PSB) Maria Rosa Tolovi Ferrari, “Rosa Ferrari” (PSDB) Dario Aparecido de Nigro, “Dario de Nigro” (PSDB) Marcio Renato Trindade da Silva, “Professor Marcio Trindade” (PSB) Veja abaixo a lista dos candidatos condenados Edgar Saldeira Guedes, “Edgar Guedes” (PSDB) Valdinei Cardoso dos Santos, “Valdinei Motorista” (PSB) Jonas Rafael Leão, “Faustão” (PSDB) Maria Aparecida da Silva, “Cida Cida” (PSB) Daniel Rodrigues Santos, “Daniel Rodrigues” (PSB) Ely Elete Dalabenetta da Cruz, “Ely da Feira” (PSDB) Simone de Oliveira Avanci, “Simone Avanci” (PSB) Veja os vídeos que estão em alta no g1 Em caso de condenação definitiva, município pode ter recontagem de votos Os vereadores condenados não perdem os mandatos imediatamente, já que ainda podem recorrer da decisão. Se a sentença for confirmada após o recurso, a cidade de pouco mais de 8,5 mil habitantes vai perder a maior parte dos representantes na Câmara Municipal, que tem nove vagas para vereador. Como os votos recebidos pelos condenados foram invalidados, os suplentes não assumem os cargos, necessariamente. Sendo assim, a determinação sobre como as vagas para vereador serão preenchidas deve ser definida pelo juiz de segunda instância (no caso, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná), que pode determinar a recontagem dos votos, para que o quociente partidário seja calculado novamente e as vagas sejam distribuídas de acordo com os votos obtidos pelos demais candidatos. O TRE, no entanto, também pode optar por outras soluções. Leia também: ‘Prolongou sofrimento por 3 meses’: Justiça condena empresários por desvio de R$ 2,5 milhões de menina com câncer no Paraná Umuarama: Incêndio de grandes proporções destrói completamente lojas de autopeças, no Paraná Vídeo: Carros são arrastados durante enchente em Curitiba Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias da região em g1 Oeste e Sudoeste.

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Sessões da Câmara de Teresina passam a ter transmissão com intérprete de Libras

Publicado em: 04/02/2026 16:11

Sessões do Legislativo de Teresina passam a contar com intérpretes de Libras Reprodução Sessões ordinárias do Legislativo de Teresina passaram a ter interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras), permitindo que pessoas surdas acompanhem, em tempo real, as discussões e decisões transmitidas pela TV Câmara no YouTube. O serviço começou na abertura dos trabalhos deste ano, na terça-feira (3). A Câmara Municipal adotou a medida de forma permanente após já ter utilizado o recurso em eventos pontuais. Durante as sessões, as intérpretes Josiele de Moura e Teresa Cristiele Pinheiro se revezam na tradução das falas dos vereadores. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Além da tradução nas sessões, mais de 40 servidores foram capacitados em Libras, ampliando o atendimento acessível na instituição. A iniciativa atende à Lei nº 14.704/2023, que reforça a obrigatoriedade da acessibilidade comunicacional em espaços públicos. “Queremos uma Câmara mais inclusiva, que acolha as pessoas e garanta que todos tenham acesso ao que acontece aqui dentro", disse o presidente, vereador Enzo Samuel. Veja os vídeos que estão em alta no g1 *Yngridy Vieira, estagiária sob supervisão de Ilanna Serena. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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Fortaleza anuncia novo modelo dos ônibus das linhas municipais; confira

Publicado em: 04/02/2026 14:51

Fortaleza anuncia novo modelo dos ônibus das linhas municipais. Prefeitura de Fortaleza/Reprodução Fortaleza vai mudar o modelo dos ônibus do transporte público municipal. A capital vai receber, em fevereiro e março, mais de 20 coletivos novos para reforço da frota e estes já vão chegar com a nova identidade visual. A Prefeitura de Fortaleza informou que o layout está em fase de aprovação e adequação, atendendo às especificidades dos ônibus que serão adquiridos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp O governo municipal disse que todos os novos veículos contam com atributos de conforto como ar-condicionado, câmeras internas que facilitam a visualização do desembarque dos passageiros, elevadores para o deslocamento das pessoas com deficiência, suspensão pneumática, além de entradas USB para que os passageiros possam carregar o celular e outros aparelhos eletrônicos. LEIA TAMBÉM: Volta às aulas na rede pública intensifica movimento nos terminais de ônibus em Fortaleza Nova sede da Câmara Municipal de Fortaleza vai funcionar no prédio do antigo Mucuripe Club A iniciativa, conforme a prefeitura, injeta veículos com menor tempo de atividade na infraestrutura do transporte urbano em Fortaleza, com ônibus que apresentam tecnologia de redução da emissão de gases poluentes na atmosfera. Os novos ônibus foram adquiridos pelas associadas ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus). O reforço é fruto de acordo entre a Prefeitura de Fortaleza e o Sindiônibus para a melhoria da mobilidade urbana na cidade, anunciado no fim de 2025. Alunos da rede pública do Ceará retornam às aulas em Fortaleza Assista aos vídeos mais vistos do Ceará

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Vereador de Uberaba e outras 17 pessoas são indiciados por desvio de mais de R$ 1 milhão, conclui Polícia Civil

Publicado em: 04/02/2026 12:07

A Polícia Civil de Minas Gerais indiciou 18 pessoas por envolvimento em um esquema criminoso contra a administração pública, que teria causado prejuízo estimado de R$ 1,16 milhão aos cofres do município de Uberaba. Entre os indiciados está o vereador Almir Pereira da Silva (Republicanos), além de empresários e servidores públicos. O inquérito da Polícia Civil aponta que os crimes ocorreram entre 2023 e 2024 e teriam sido praticados por um grupo organizado, com o objetivo de desviar recursos públicos e obter vantagens ilícitas de forma contínua. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp A TV Integração e o g1 entraram em contato com o vereador Almir Pereira da Silva, mas não obtiveram retorno até a última atualização desta reportagem. O parlamentar foi eleito vereador pela quarta vez em 2024, com 1.963 votos, pelo partido Republicanos. Em 2012, foi vice-prefeito de Uberaba, ao lado do então prefeito Paulo Piau. Atualmente, ocupa o cargo de primeiro secretário da Câmara Municipal. Procurada, a Câmara Municipal de Uberaba informou que não irá se manifestar, alegando não ter conhecimento dos fatos nem de todos os envolvidos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Como funcionava o esquema Segundo a apuração, iniciada em junho de 2025, um empresário teria financiado, com recursos de origem ilícita, a candidatura do vereador Almir. Em troca, assessores parlamentares teriam sido nomeados, embora não exercessem efetivamente as funções do cargo. A remuneração e benefícios desses servidores, como vale-alimentação, eram repassados ao empresário investigado por meio de pessoas usadas como intermediárias. O valor total desviado foi estimado em mais de R$ 1,16 milhão. Leia também: Rota Clandestina bloqueia R$ 60 milhões de facção envolvida com tráfico de drogas Operação 'Purgato' prende 2 e vereador de Veríssimo está foragido As investigações foram conduzidas pelo 5º Departamento da Polícia Civil, com apoio do Laboratório de Lavagem de Dinheiro (LAB-LD), em Uberaba. Em julho de 2025, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em oito endereços residenciais. Na ocasião, os policiais apreenderam documentos financeiros, contábeis, fiscais e empresariais, além de dispositivos eletrônicos. De acordo com a Polícia Civil, as 13.544 páginas do inquérito descrevem indícios dos crimes de tráfico de influência, organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, violação de sigilo funcional e lavagem de dinheiro. O material foi encaminhado ao Ministério Público de Minas Gerais, nas áreas criminal e eleitoral, para análise e adoção das providências cabíveis. Almir Silva, vereador de Uberaba Câmara de Uberaba/Divulgação VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

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Cassados por fraude à cota de gênero, vereadores de Manaquiri avaliam que foram afetados por decisão

Publicado em: 04/02/2026 10:25

TRE-AM mantém cassação de candidaturas de vereadores por fraude Seis vereadores de Manaquiri, no interior do Amazonas, usaram a tribuna da Câmara Municipal para se defender da decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), que cassou seus mandados por fraude à cota de gênero. A sessão marcou o início dos trabalhos legislativos do ano nesta terça-feira (3). A decisão do TRE anulou todos os votos recebidos pelo Partido Liberal (PL) e Partido Social Democrático (PSD) na última eleição municipal. Com isso, os diplomas dos vereadores eleitos foram cassados. Também ordenou um novo cálculo de votos para definir a composição da Câmara. Nos discursos, o tom foi marcado por referências religiosa e os vereadores cassados foram tratados como “injustiçados”. A solenidade também contou com a presença de autoridades locais. “Nós fomos prejudicados por cota de gênero. Não foi em questões de desvio de dinheiro público nem roubo. Foi questão do partido. Então, nós fomos afetados, prejudicados nesse processo", disse o presidente da Câmara, Valdemar Bandeira (PL). Os seis vereadores cassados são: Bruno da Nonata (PSD) Janderli Carvalho (PSD) Érica Freitas (PSD) João Moura (PL) Gessé Ventura (PL) Valdemar Bandeira (PL) LEIA TAMBÉM: Justiça dá cinco dias para comandante da PMAM se defender em ação sobre interferência nas eleições em Parintins Entenda o caso Por lei, mulheres devem representar pelo menos 30% dos candidatos registrados por um partido em uma eleição. No entanto, em Manaquiri, o TRE-AM concluiu que houve registro de candidatas que não fizeram campanha, apenas para que os partidos aparentassem cumprir a legislação. Essas chamadas “candidatas fantasmas” chegaram a receber recursos do fundo eleitoral — dinheiro público destinado às campanhas. Uma das citadas no processo é Leona Bina, vendedora de churrasquinhos na cidade, que recebeu R$ 5 mil para gastos com material gráfico. Representantes do PL e do PSD foram procurados pela Rede Amazônica. Fábio Araújo, presidente do PSD em Manaquiri e secretário municipal de Cultura, esteve presente na sessão solene, mas preferiu não comentar. A presidente do PL, Roberta Aguiar, também não respondeu. Leona Bina, apontada como uma das candidatas fantasmas, não retornou os contatos. Sede do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) Rickardo Marques/G1 AM

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Operação contra 'rabeira' aborda adolescentes e apreende bicicletas em Ribeirão Preto

Publicado em: 04/02/2026 08:43

Primeira operação contra rabeira termina com autuações em Ribeirão Preto Uma operação da RP Mobi e Guarda Civil Metropolitana (GCM) contra a prática de "rabeira" apreendeu quatro bicicletas em Ribeirão Preto (SP) na tarde desta terça-feira (3). A ação, que ocorreu na Rua General Câmara, no bairro Vila Recreio, abordou quatro adolescentes, sendo dois de 16 anos, um de 15 e outro, de 14 anos. Eles foram levados às residências dos pais ou responsáveis. Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp As equipes também lavraram autos de infração que preveem multa no valor de R$ 538, além da cobrança de diária de estadia das bicicletas recolhidas ao pátio. "A RP Mobi reforça que as operações continuarão sendo realizadas em diferentes pontos da cidade, priorizando locais com registros recorrentes da prática, sempre com foco na preservação da vida e na promoção de um trânsito mais seguro para todos", diz nota. Operação contra 'rabeira' apreendeu bicicletas em Ribeirão Preto RP Mobi LEIA TAMBÉM Entenda lei contra 'rabeira' que prevê multa de R$ 518 para infratores em Ribeirão Preto Adolescente fica ferido após pegar rabeira em ônibus em Ribeirão Preto; VÍDEO Lei contra 'rabeira' A lei que proíbe pegar "rabeira" em quaisquer veículos que se movam por meio de um sistema de propulsão próprio, como os automotores e elétricos, foi aprovada pela Câmara Municipal em novembro de 2023, sancionada pelo Executivo em junho de 2025 e regulamentada em setembro do mesmo ano. O texto prevê multa de R$ 518,28 para quem for flagrado realizando a prática, além da apreensão do equipamento usado para pegar a "rabeira". Entre os equipamentos estão a bicicleta, patinete, skate ou similares. O objetivo da lei é prevenir acidentes e conscientizar crianças e adolescentes quanto ao perigo da prática. Veja o que diz o texto: Fica proibida a condução de bicicleta, patinete, skate ou similares, enquanto equipamento de mobilidade individual, quando agarrado ou ligado a outro veículo; Os agentes de trânsito da RP Mobi, da GCM e PM, no caso de flagrante, farão a remoção da bicicleta, patinete, skate ou similares com emissão de um Comprovante de Recolhimento ou Remoção (CRR) com cadastro que identifica o infrator; Quem for flagrado pegando "rabeira" será multado em 14 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesp). Em 2025, cada Ufesp equivale a R$ 37,02, portanto, o valor total chega a R$ 518,28; Em caso do não pagamento da multa no prazo de cinco dias úteis, a cobrança será inscrita na dívida ativa do município; Se houver reincidência da infração no prazo de um ano, o valor da multa será aplicado em dobro; No caso de reincidência de condutor menor de idade, o Conselho Tutelar será comunicado; O pagamento da multa não retira do infrator a responsabilidade civil e penal em caso de ocorrer lesões ou danos a pessoas, animais e bens públicos ou privados; Os veículos apreendidos serão removidos para a RP Mobi, em local específico, para garantir a sua guarda; A devolução do veículo será feita mediante recibo de entrega e pagamento da multa; Fica permitido que veículos de transporte coletivo, público e privado usem um adesivo de advertência, com o objetivo de conscientizar a população; A Secretaria da Educação e a RP Mobi poderão realizar ações educativas para evitar a prática de rabeira. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

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Justiça condena vereador de Sumaré a 8 anos de prisão por corrupção passiva e determina perda do mandato

Publicado em: 04/02/2026 06:54

Vereador Welington da Farmácia (MDB), ex-secretário de Planejamento de Sumaré (SP) Câmara de Sumaré/Divulgação A Justiça condenou a 8 anos e três meses de prisão em regime fechado, por corrupção passiva, o vereador Welington da Farmácia (MDB), ex-secretário de Planejamento de Sumaré (SP) e pai do atual vice-prefeito, André da Farmácia (MDB). O parlamentar vai recorrer da sentença em liberdade. A decisão do juiz da 2ª Vara Criminal de Sumaré, proferida nesta terça-feira (3), determinou ainda a perda do mandato do vereador, eleito em 2024, e de valores apreendidos, uma vez que "sua origem lícita não foi demonstrada nos autos" - entre eles, cerca de R$ 100 mil escondidos em uma mochila escolar. Na sentença, o magistrado absolveu Welington da Farmácia da denúncia de corrupção passiva contra uma das vítimas, mas o condenou pelo mesmo crime contra outra vítima. Além da pena privativa de liberdade, determinou o pagamento de 170 dias-multa, sendo cada qual no valor de 3 salários-mínimos vigentes à época do fato. O advogado Ralph Tórtima Filho, que defende o vereador, destacou que a sentença "andou bem ao absolvê-lo de uma das acusações", e que no que se refere à condenação, "garante que no curso da ação penal foram evidenciadas inúmeras nulidades, que somadas a um contexto probatório de extrema fragilidade, justificariam a absolvição de Welington". "Sob esse aspecto, a defesa informa que irá recorrer ao Tribunal de Justiça de São Paulo", disse Tórtima Filho. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no Whatsapp Procurada para comentar a decisão sobre a perda do mandado do vereador, a Câmara Municipal de Sumaré informou que, até o presente momento, "não foi formalmente comunicada pelo Poder Judiciário acerca da referida decisão". Welington da Farmácia foi eleito vereador em 2024, com 2.249 votos, tornando-se o sexto candidato mais votado da cidade naquele ano. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Entenda o caso Segundo as investigações, o político teria solicitado apartamentos em troca da liberação de alvarás para a construção de empreendimentos na cidade. Na época da denúncia, o promotor Rodrigo Lopes informou que ao menos dois casos foram identificados. Em ambos, o secretário seria o responsável por cobrar a vantagem indevida. Os episódios teriam ocorrido em 2018 e 2019. O esquema foi alvo de duas investigações paralelas: uma conduzida pela Promotoria de Justiça de Sumaré e outra pelo Gaeco de Campinas. Depois, a Promotoria de Sumaré encaminhou os autos ao grupo especial, que passou a concentrar toda a apuração. A Justiça autorizou o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, dois deles na prefeitura, sendo um na secretaria chefiada por Welington da Farmácia e outro na de Obras. Nesses locais, nada foi apreendido. Na casa e na farmácia do investigado, porém, policiais do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), que deram apoio à operação, encontraram R$ 157 mil - R$ 95 mil na residência e o restante no comércio. Durante o cumprimento do mandado, o Ministério Público relatou que o secretário tentou esconder pacotes de dinheiro dentro das mochilas das crianças que se preparavam para ir à escola. Além da quantia em espécie, os agentes apreenderam documentos, computadores e pen drives. Assista, abaixo, à reportagem sobre o caso exibida na EPTV em outubro de 2022: Ex-secretário de Sumaré é denunciado à Justiça pelo MP por suspeita de corrupção passiva VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

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Vereador Luis André assume Secretaria de Articulação Institucional de Teresina nesta quarta (4)

Publicado em: 04/02/2026 06:25

Vereador Luis André assume Secretaria de Articulação Institucional de Teresina nesta quarta (4) André Melo/CMT O vereador Luis André (PL) assume, nesta quarta-feira (4), a Secretaria Municipal de Articulação Institucional de Teresina (Semai). A posse está marcada para as 11h, no Salão Nobre do Palácio da Cidade, sede da Prefeitura de Teresina. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp A Semai tem como finalidade fortalecer o diálogo entre a Prefeitura, a sociedade e as diferentes esferas de governo, além de articular parcerias e iniciativas voltadas ao desenvolvimento da capital. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Até então, a pasta era comandada pelo deputado federal Júlio Arcoverde (Progressistas), que retorna a Brasília após cerca de dois meses à frente da secretaria. Quem é Luis André Com quatro mandatos na Câmara Municipal de Teresina, Luis André tem experiência na condução de pautas municipais e na articulação institucional. No Executivo, já esteve à frente da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) por 1 ano e 11 meses. Com a nomeação, o parlamentar deixa o Legislativo municipal, e a vaga passa a ser ocupada pelo suplente Leonardo Eulálio (PL). VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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ALMG retoma atividades com vetos de Zema na fila para votação

Publicado em: 04/02/2026 05:03

Assembleia Legislativa retoma os trabalhos A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) iniciou as atividades parlamentares de 2026 com uma lista de vetos do governador para votar nas próximas semanas. Entre os temas, estão carreiras de servidores estaduais, Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) e orçamento anual do estado. Uma reunião solene na segunda-feira (3) marcou a abertura dos trabalhos do último ano da 20ª Legislatura, que corresponde ao período dos mandatos dos deputados. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Minas no WhatsApp As datas das votações ainda não foram definidas, mas, caso os vetos não sejam analisados no prazo de 30 dias, passam a trancar a pauta da Casa e impedir que outros projetos sejam aprovados. As próximas semanas na ALMG devem ser dedicadas à análise de cinco vetos do governador Romeu Zema (Novo) a proposições de lei, sendo dois totais e três parciais. Os textos estão relacionadas aos seguintes temas: Promoções na educação superior estadual; Regras de consignação na folha de pagamento de servidores; Transferência de estatal no âmbito do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag); Orçamento anual; Política estadual de áreas degradadas. Análise por comissões especiais Após recebimento formal pelo plenário, os vetos serão avaliados por comissões especiais criadas exclusivamente para esta finalidade e, em seguida, votados em turno único. 🔍 Para derrubar um veto, são necessários 39 votos, maioria absoluta dos 77 deputados. Caso os vetos não sejam apreciados em até 30 dias, passam a tramitar na chamada faixa constitucional, quando ganham prioridade sobre outras matérias na pauta. Vetos totais Duas proposições de lei receberam veto total do Executivo estadual. São elas: 1. Proposição de Lei 26.693/2025 (promoções na educação superior estadual) Conteúdo: autorizava promoção por escolaridade a servidores da educação superior do Executivo estadual sem exigir interstício de cinco anos no mesmo nível. Origem: PL 3.983/22, da deputada Beatriz Cerqueira (PT). Justificativa do veto: o governador alegou inconstitucionalidade, afirmando que a matéria trata do regime jurídico de servidores, tema de iniciativa privativa do Executivo. 2. Proposição de Lei 26.610/2025 (regras de consignação na folha de pagamento de servidores e pensionistas) Conteúdo: mudava regras de consignação em folha para servidores ativos, inativos e pensionistas, fixando condições e limites para o desconto de valores destinados à reposição ou indenização ao erário, quando decorrentes de danos imputados ao servidor. Origem: PL 1.588/20, do deputado Sargento Rodrigues (PL). Justificativa do veto: segundo o governador, o texto trata de situações que já são submetidas a processo administrativo, o que garante defesa e proteção ao erário. Vetos parciais Três proposições de lei receberam veto parcial do Executivo estadual. São elas: 1. Proposição de Lei 26.638/2025 (transferência da MGI para a União no âmbito do Propag) Tema: transferência da participação societária do estado na Minas Gerais Participações S.A. (MGI) para a União, a fim de reduzir a dívida no âmbito do Propag. Origem: a maior parte da proposta virou a Lei 25.667/25, derivada do PL 4.222/25, enviado pelo próprio governador. O trecho vetado condicionava a transferência ao valor de mercado das ações da Cemig detidas pela MGI. Justificativa do veto: alegação de inconstitucionalidade, risco de inviabilizar a operação de federalização e possível prejuízo ao federalismo cooperativo na renegociação da dívida. 2. Proposição de Lei 26.656/2025 (orçamento de 2026) Tema: Lei Orçamentária Anual (LOA). Origem: a maior parte foi sancionada na forma da Lei Orçamentária Anual, que tramitou na forma do PL 4.527/25, de autoria do governador. O trecho vetado tratava da prorrogação do prazo de vigência do Fundo de Apoio Habitacional aos Militares (Fahmemg). Justificativa do veto: o prazo já foi prorrogado pela Lei 25.675/2025, tornando o dispositivo redundante. 3. Proposição de Lei 26.686/2025 (recuperação de áreas degradadas) Tema: política estadual de recuperação de áreas degradadas ou alteradas. Origem: PL 4.331/25, do deputado Professor Cleiton (PV). O trecho vetado trata de dispositivos sobre instrumentos da política e criação de conselho estadual. Justificativa do veto: não contrariar diretrizes federais já existentes sobre o assunto. Diversas autoridades estaduais participaram da Reunião Solene de Plenário, marcando a abertura dos trabalhos legislativos em 2026 ALMG/Divulgação Câmara Municipal Na Câmara Municipal de Belo Horizonte, os 41 vereadores também retomaram as votações de projetos de lei em plenário. Nesta terça-feira, eles aprovaram em 1º turno a proibição da presença de crianças em eventos carnavalescos, artísticos, culturais, LGBTQIA+ e outros que "apresentem exposição de nudez ou conteúdo inapropriado para menores de idade". O projeto ainda precisa ser votado em 2º turno antes de seguir para sanção ou veto do prefeito Álvaro Damião (União Brasil).

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Câmara de Pindamonhangaba aprova projeto que muda cobrança da taxa de lixo

Publicado em: 03/02/2026 19:58

Coleta de lixo em Pindamonhangaba Divulgação/Prefeitura de Pindamonhangaba Os vereadores de Pindamonhangaba (SP) aprovaram, na tarde desta terça-feira (3), em sessão ordinária na Câmara Municipal, um projeto que faz alterações na lei que trata da cobrança da taxa de lixo na cidade. Inicialmente, a proposta estava prevista para ser votada na semana passada, mas foi adiada após emenda apresentada por vereadores. O texto havia sido enviado pela Prefeitura à Câmara no início deste ano. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Criação de Taxa de Lixo na pauta da Câmara de Pinda A cobrança da taxa é lei na cidade desde julho de 2025, mas, neste ano, a prefeitura enviou um novo projeto para fazer ajustes no texto. A principal mudança proposta está na cobrança aplicada a terrenos não edificados, com alteração na base de cálculo. Caso o ajuste seja aprovado, os proprietários de terrenos não edificados pagarão no máximo R$ 113,87 por ano. "A medida busca promover maior equilíbrio fiscal e adequar a cobrança à realidade desses imóveis", explicou a prefeitura. Outra revisão é a inclusão de descontos para pagamento antecipado da taxa, o que não está previsto na lei original. A proposta prevê desconto de: até 10% para pagamento em parcela única até 5% para pagamento em duas parcelas até 2% para pagamento parcelado em até 12 vezes, desde que quitado dentro dos prazos de vencimento "A iniciativa visa incentivar a adimplência e facilitar o cumprimento das obrigações tributárias", afirmou a gestão municipal. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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