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Dia da poesia: saiba quem é Cassiano Ricardo, que dá nome à rua e à biblioteca em São José dos Campos

Publicado em: 14/03/2026 08:00

Dia da poesia: saiba quem é Cassiano Ricardo, que dá nome a rua e biblioteca em São José Poeta, jornalista e ensaísta, Cassiano Ricardo nasceu em São José dos Campos em 1895 e se tornou um dos nomes mais importantes da literatura brasileira do século 20. Ligado ao modernismo, foi pioneiro em diferentes movimentos literários e construiu uma obra marcada pela valorização da cultura brasileira e pela reflexão sobre a identidade do país. Entre suas obras mais conhecidas está Martim Cererê, considerado por críticos um dos livros mais emblemáticos do modernismo brasileiro. Neste sábado (21), quando é celebrado o Dia Mundial da Poesia, o g1 conversou com o jornalista e pesquisador da obra de Cassiano Ricardo, Julio Ottoboni, para entender a importância do escritor. “Cassiano não é um poeta joseense, é um poeta mundial”, disse. Dia da poesia: saiba quem é Cassiano Ricardo, que dá nome a rua e biblioteca em São José dos Campos Divulgação/Prefeitura de São José dos Campos Ottoboni explica que a produção literária do autor acompanha diferentes momentos da literatura brasileira e transformações culturais ao longo do século 20. “Ele atravessou vários estilos de escrita, desde as primeiras experiências modernistas até a poesia das décadas seguintes, sempre refletindo sobre o Brasil”, diz. Para o pesquisador, a ligação entre o escritor e a cidade natal aparece em vários momentos da obra. “Ele mesmo dizia: ‘sou poeta porque nasci em São José’. Não há livro dele que não fale da cidade”. Além da poesia, Cassiano Ricardo também teve atuação importante no jornalismo, ajudando a divulgar novos escritores e participando da criação de jornais e revistas. O autor morreu em 1974, no Rio de Janeiro, deixando um legado influente. Décadas depois, seus textos continuam sendo estudados e ajudam a contar parte da história cultural do Brasil. Fundação Cultural Cassiano Ricardo Divulgação/Prefeitura de São José dos Campos Homenagens em São José Mesmo décadas após a morte do escritor, o nome de Cassiano Ricardo segue presente em diferentes espaços públicos de São José dos Campos. Na cidade, o poeta dá nome à Fundação Cultural Cassiano Ricardo, responsável por promover atividades culturais e preservar a memória artística do município. Uma das iniciativas ligadas à instituição é a Semana Cassiano Ricardo, evento com atividades voltadas à literatura, como apresentações artísticas, palestras e saraus. O nome do escritor também está na Biblioteca Pública Municipal Cassiano Ricardo, no centro da cidade, além de escolas, avenidas e outros espaços públicos. Na Câmara Municipal, a Medalha Cassiano Ricardo é entregue a pessoas ou instituições que se destacam na área cultural ou por serviços prestados ao município. “Quando as pessoas veem uma avenida, uma escola ou uma medalha com o nome dele, isso instiga a pergunta: quem foi Cassiano Ricardo?”, afirma. Segundo ele, manter viva a memória do escritor é importante para preservar parte da história cultural do país. Biblioteca Municipal Cassiano Ricardo Divulgação/Prefeitura de São José dos Campos *(Estagiária colaborou sob supervisão do g1) Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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TRE cassa mandatos de vereadores por fraude à cota de gênero em Rosana

Publicado em: 13/03/2026 19:56

TRE cassa mandatos de vereadores por fraude à cota de gênero em Rosana (SP) Reprodução/Câmara Municipal O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo cassou os mandatos de três vereadores de Rosana, entre eles a presidente e o vice-presidente da Câmara Municipal, por fraude à cota de gênero. A decisão foi tomada durante sessão plenária realizada na quinta-feira (12) e ainda cabe recurso. Conforme o TRE-SP, as decisões envolvendo vereadores dos partidos Partido da Renovação Democrática e Solidariedade, além da federação formada por Partido da Social Democracia Brasileira e Cidadania, foram proferidas em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije). O julgamento terminou com placar de quatro votos a três. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Durante a sessão, a Corte determinou a cassação dos mandatos de Gislaine Queiroz Fonseca Vasconcelos e Marcelo Aguiar Cavalheiro, eleitos pela federação formada por Partido da Social Democracia Brasileira e Cidadania, além de Angelo Aparecido de Andrade, do Partido da Renovação Democrática. O Solidariedade não elegeu nenhum candidato no pleito. Gislaine é a atual presidente da Câmara Municipal de Rosana, enquanto Angelo ocupa o cargo de vice-presidente da Casa. Além das cassações, o tribunal determinou a cassação do Demonstrativo de Regularidade dos Atos Partidários (Drap) e a anulação de todos os votos recebidos para o cargo de vereador pelos partidos envolvidos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A Ação de Investigação Judicial Eleitoral foi ajuizada por Luiz Borga, candidato não eleito pelo Movimento Democrático Brasileiro, que apontou a suposta existência de candidaturas fictícias de oito mulheres ligadas a diferentes partidos: a federação formada por Partido da Social Democracia Brasileira e Cidadania, além de Partido da Renovação Democrática, União Brasil, Progressistas, Partido dos Trabalhadores, Partido Liberal, Partido Socialista Brasileiro e Solidariedade. Segundo o autor da ação, as candidatas teriam obtido votação inexpressiva e apresentado baixa ou nenhuma movimentação de recursos, além da ausência de atos de campanha, o que configuraria violação ao artigo 10, §3º, da Lei nº 9.504/1997. A legislação citada estabelece que, nas eleições proporcionais, cada partido ou coligação deve preencher o mínimo de 30% e o máximo de 70% de candidaturas de cada sexo. Em primeira instância, a sentença da 330ª Zona Eleitoral de Teodoro Sampaio não reconheceu a fraude e julgou a ação improcedente. No entanto, três das oito candidatas apontadas por possível irregularidade foram julgadas pela Corte nesta quinta-feira (12). Segundo o TRE, Marlene dos Santos e Giane Cilene Sontag tiveram apenas 1 e 6 votos, respectivamente. Além disso, a movimentação financeira de ambas citadas acima foi considerada irrelevante e a prestação de contas padronizada, enquanto as provas não demonstraram a efetiva realização de atos de campanha eleitoral. Conforme o TRE, o mesmo ocorreu com Wilseliani Aguiar Retisini de Souza, que sequer se manifestou no processo após intimação judicial. Em relação às candidatas dos demais partidos, o relator entendeu ausentes os requisitos que caracterizam a fraude. “Somente a votação inexpressiva e a padronização contábil, isoladamente consideradas, não são suficientes para caracterizar fraude quando demonstrada a efetiva intenção de disputa por meio de atos públicos verificáveis”, afirmou o desembargador Mairan Maia Jr., que teve o voto vencedor e julgou parcialmente procedente a ação. A decisão de Mairan Maia Jr. foi acompanhada pelos desembargadores Encinas Manfré e Claudia Fanucchi e pelo juiz Claudio Langroiva. Ele reconheceu a fraude somente em relação aos partidos PRD, Solidariedade e Federação PSDB/Cidadania, pois presentes os requisitos da Súmula 73 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Diante da situação, as candidatas fictícias Giane Cilene Sontag (Federação PSDB/Cidadania), Marlene dos Santos (PRD) e Wilseliani Aguiar Retisini de Souza (Solidariedade) tiveram a inelegibilidade declarada por oito anos a contar das eleições de 2024. Após a confirmação da decisão, a 330ª Zona Eleitoral será comunicada para a retotalização dos votos para vereador, com novo cálculo do quociente eleitoral e partidário. Decisão ainda cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O g1 entrou em contato com a Câmara Municipal de Rosana e também com os vereadores citados que tiveram os mandatos cassados, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Câmara de São José gasta mais de R$ 1 milhão com compra de 200 celulares em quatro anos

Publicado em: 13/03/2026 16:35

Câmara Municipal de São José dos Campos Câmara Municipal de São José dos Campos A Câmara Municipal de São José dos Campos gastou R$ 1.038.430,00 na compra de celulares de 2022 a 2025. Ao todo, 200 aparelhos foram adquiridos no período, segundo dados disponíveis no site do Legislativo. Parte dos equipamentos foi destinada aos vereadores e parte aos assessores parlamentares. No caso dos vereadores, os smartphones vêm sendo trocados anualmente por modelos atualizados. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 A compra mais recente ocorreu em novembro de 2025. A Câmara adquiriu 30 celulares modelo Galaxy S25 Ultra, com 512 GB de armazenamento, destinados aos vereadores. O custo total foi de R$ 304,8 mil, o que representa cerca de R$ 10,1 mil por aparelho. No site da Amazon, que serviu como referência de preço para o Legislativo na época do edital, o preço do smartphone no dia 12 de março de 2026, cinco meses após a compra, varia de R$ 4,5 mil a R$ 6,2 mil. Preços dos celulares consultados na Amazon Reprodução Na mesma licitação, também foram comprados outros 30 celulares modelo Galaxy A56, com 256 GB de armazenamento, voltados aos assessores. O gasto foi de R$ 85,9 mil. Somados os 60 aparelhos, o gasto total foi de R$ 390.780,00. A Câmara de São José tem 21 vereadores, mas o Estudo Técnico Preliminar, que é elaborado no planejamento da contratação, antes do edital da licitação, afirma que dos 30 aparelhos, 9 são para “estoque estratégico”. O mesmo documento diz que os aparelhos são considerados instrumentos de trabalho necessários para as atividades parlamentares, já que vereadores e assessores realizam reuniões externas, audiências públicas, visitas institucionais e vistorias em obras e equipamentos públicos. O estudo afirma ainda que foi identificado problema de defasagem dos meios de comunicação e que “a limitação dos recursos disponíveis compromete a agilidade na troca de informações, a qualidade de registros e transmissões institucionais, e a efetividade do relacionamento com a sociedade”. Câmara autoriza empréstimo de R$ 225 milhões para São José Apesar da justificativa de estarem defasados, os aparelhos dos vereadores tinham menos de um ano de uso. Em dezembro de 2024, a Câmara comprou 30 aparelhos Galaxy S24, também com 512 GB de memória. O valor da aquisição foi de R$ 239.400,00. Duas empresas apresentaram propostas na época, sendo que uma delas foi desclassificada no início da sessão porque o “modelo constante da proposta não atendia os requisitos do edital”. Outras compras Em 2023, a Câmara já havia adquirido outros 30 celulares da linha Galaxy S23 para uso dos parlamentares, em uma compra que somou R$ 266,6 mil. No ano anterior, em 2022, foram comprados 59 celulares Motorola G42, ao custo de R$ 82,6 mil, e outros 21 aparelhos Galaxy A72, por R$ 59 mil. Somadas, as aquisições chegam a 200 celulares e ultrapassam R$ 1 milhão em gastos públicos ao longo dos quatro anos. Pessoa olha aplicativo de mensagens no celular Joana Caldas/g1 O que diz a Câmara? A Câmara afirmou que a compra de celulares busca garantir comunicação nas atividades parlamentares, que os aparelhos são substituídos apenas quando necessário e que os antigos foram redistribuídos ou encaminhados para descarte ou doação - leia nota na íntegra abaixo. "A Câmara Municipal esclarece que a aquisição de aparelhos celulares visa garantir a comunicação constante, eficiente, ágil e de qualidade nas atividades parlamentares e administrativas, que incluem acesso a sistemas e interação com a população por meios digitais. Também assegura a mobilidade, considerando que os vereadores e assessores atuam em reuniões externas, audiências públicas, vistorias em obras e locais em que há a prestação de serviços públicos, situações em que registram informações de interesse público contribuindo para a transparência e a prestação de contas à população. A substituição dos aparelhos celulares não ocorre anualmente, apenas quando constatada a necessidade, seja por danos cujo conserto se mostra economicamente desvantajoso ou por defasagem tecnológica para atender às demandas como ferramenta de trabalho. A quantidade adicional para compor estoque estratégico se destina à reserva para substituição imediata em caso de falhas técnicas ou indisponibilidade dos dispositivos, a fim de evitar interrupções de reuniões, transmissões e videoconferências. E quatro desses aparelhos estão em posse de integrantes da administração cujas atribuições exigem disponibilidade de comunicação em tempo integral, inclusive dias e horários em que não há expediente. Os preços são orçados antes da publicação dos editais tendo em vista os valores praticados no mercado e as exigências a serem cumpridas pelas empresas em compras públicas (que diferem das particulares, por exemplo, o pagamento se dá após a entrega), sendo que o pregão resultou em preços mais baixos do que os orçados. Por fim, os celulares substituídos que estavam em bom estado de funcionamento foram disponibilizados para a assessoria dos vereadores e para setores administrativos em substituição a aparelhos mais antigos e os demais encaminhados à Prefeitura para descarte ou doação conforme determina a legislação". Também em nota, o presidente da Câmara, Roberto do Eleven (PSD), destacou que "os recursos aplicados acompanham o processo de modernização do Legislativo, que hoje opera em ambiente digital e exige ferramentas tecnológicas adequadas para garantir eficiência administrativa, segurança da informação e continuidade dos serviços prestados à população". O ex-presidente Robertinho da Padaria, que comandava a Casa em 2022, também foi procurado pela reportagem, mas não retornou até a publicação desta reportagem. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Carmen Lúcia barra recurso de Nunes e mantém suspensa lei que liberava shows sem limite de barulho em SP

Publicado em: 13/03/2026 14:39

Show do grupo Titãs, no Allianz Parque, em janeiro de 2023. Marcos Hermes/Divulgação/Titãs A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou recurso da gestão Ricardo Nunes (MDB) que buscava reverter a inconstitucionalidade da lei municipal que flexibilizou os limites sonoros de grandes shows na cidade de São Paulo. A decisão monocrática publicada nesta sexta-feira (13) mantém entendimento da 2ª instância da Justiça paulista. A controvérsia envolve legislação que incluiu eventos previamente autorizados pelo poder público entre as exceções do Programa do Silêncio Urbano (Psiu), impedindo fiscalização e penalidades por excesso de ruído. A regra foi aprovada na Câmara Municipal em dezembro de 2024 por meio de um "jabuti", ou seja, foi incluída em um projeto de lei que tratava de outro assunto por meio de uma emenda a pedido do Executivo. O relatório cita jurisprudência do STF que veda o chamado "contrabando legislativo", exigindo que emendas do Poder Legislativo tenham estrita conexão com a proposta inicial — no caso em questão, o projeto original era focado na gestão de resíduos sólidos e ajustes no Plano Diretor. Gestão Ricardo Nunes recorre ao STF para liberar shows sem limite de barulho em SP A decisão também considera que a medida foi aprovada sem fundamentação técnica e participação popular, descumprindo exigências da Constituição Estadual para alterações na legislação urbanística. Os argumentos são os mesmos apresentados pelos desembargadores do Tribunal de Justiça ao declarar a inconstitucionalidade da norma. A ministra ressalta que a apresentação de recurso "manifestadamente inadmissível contra esta decisão demonstraria apenas inconformismo e resistência", prejudicando a agilidade e eficiência da Justiça num processo que já está se arrastando. Procurada, a Câmara Municipal de São Paulo disse que ainda não foi intimada, mas que a Procuradoria da Casa vai analisar o teor da decisão. O g1 pediu posicionamento à prefeitura, mas não teve resposta até a publicação desta reportagem. Lei beneficiou grandes arenas A lei que flexibilixou os limites sonoros beneficiou sobretudo grandes arenas de shows, como o Allianz Parque, que já tinha sido multado algumas vezes por emissão de ruído acima do permitido. Com a mudança, o Psiu, que prevê multa de até R$ 36 mil e fechamento administrativo em caso de reincidência, parou de fiscalizar os eventos realizados nesses espaços, apesar das queixas de moradores dos entornos. No recurso ao STF, a prefeitura tentou argumentar que a decisão do TJ "elegeu o direito ao sossego a um patamar de quase absolutismo" e que as exceções ao Psiu são exclusivas a atividades de "alta relevância social, cultural e econômica". "A norma impugnada, longe de ser um retrocesso, era um avanço na coerência administrativa, pois resolvia a esdrúxula situação em que o Município autorizava a realização de um grande evento cultural, reconhecendo seu valor social e econômico, para logo em seguida multá-lo pela produção de ruído", argumentou a Procuradoria-Geral do Município. Barulho, luzes e tapumes: as festas que viram a noite e tiram o sono de vizinhos do Vale do Anhangabaú Por outro lado, o Ministério Público estadual, autor da ação, diz que as exceções ao limite de ruído foram ampliadas sem planejamento técnico e sem participação social - o que é exigido pela Constituição do estado para a aprovação de leis urbanísticas. O Procurador-Geral de Justiça do MP-SP, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, ainda afirma que o aumento das fontes produtoras de poluição sonora "contribui negativamente para o bem-estar e qualidade de vida dos moradores" de São Paulo. A Prefeitura de São Paulo tenta flexibilizar os limites sonoros para eventos na cidade há mais de três anos, sob a justificativa de que o setor de entretenimento é um grande gerador de emprego e renda. Quando o TJ-SP derrubou a flexibilização do Psiu, o prefeito Ricardo Nunes chamou a medida de "perseguição" e disse que as críticas recebidas eram "uma grande balela". Nunes também afirmou que enviaria um novo projeto de lei à Câmara Municipal, já que a ação na Justiça estava julgando a "forma" e não o "mérito" das alterações. O PL, porém, nunca foi enviado ao Legislativo. Num caso parecido, em 2022, os vereadores da base do prefeito também aproveitaram a discussão de um projeto de lei que tratava da regulamentação das chamadas "dark kitchens" para elevar de 55 para 75 decibéis o nível de barulho produzido por esses espaços durante a noite na cidade. A norma foi considerada igualmente inconstitucional pela Órgão Especial do TJ-SP.

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Quem era o vereador Fabio Vicente (PL), assassinado a tiros dentro de casa na Grande Natal

Publicado em: 13/03/2026 12:35

Vereador de Extremoz é assassinado Agricultor e comerciante do ramo de bananas, vereador no quarto mandato, ex-presidente da Câmara Municipal de Extremoz e pai de seis filhos. O parlamentar Fabio Vicente da Silva (PL), assassinado dentro de uma casa na madrugada desta sexta-feira (13) é descrito por familiares e amigos como uma pessoa tranquila que nunca relatou qualquer tipo de ameaça recebida. "Ele era muito pacífico. Alguém que é da zona rural. Sempre a luta dele foi pela zona rural. Era um cara muito do bem. Entre 2016 e 2020 presidiu a nossa Câmara Municipal de Extremoz. Um mandato pacífico", lembra o presidente da Câmara, Anderson Barbosa (PSDB). 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Anderson ainda lembrou que recebeu ajuda do colega ao buscar se eleger presidente do parlamento municipal. Fábio pertencia à base da gestão municipal na Casa. Um irmão do vereador, que pediu para não ser identificado, afirmou que Fábio Vicente era popular e querido por muitas pessoas. "Ele entrou na política a pedido das pessoas. Nosso pai tinha sido vereador e a gente não estava mais envolvido com política. Tinha muitos amigos e esses amigos levaram ele ao poder legislativo", lembra o irmão. Vereador Fabio Vicente da Silva (PL) foi morto a tiros em Extremoz, na Grande Natal Redes sociais O vereador era divorciado e deixa seis filhos. Segundo a família, ele não relatou nenhuma ameaça e apenas demonstrava preocupação recentemente com um colega que está em tratamento contra câncer. "Era um homem trabalhador. Ele começou vendendo bananas na feira e depois se tornou empresário do ramo de banana, vendendo bananas a muitos fornecedores, em supermercados, em vários lugares. Muito correto nas coisas dele", conta o irmão. Nas redes sociais, a última postagem do vereador foi uma homenagem às mulheres, pelo Dia Internacional da Mulher. A cerca de uma semana, entre postagens sobre agendas políticas e atuação na Câmara, ele também fez uma homenagem à mãe, já falecida. O crime O vereador foi assassinado a tiros dentro de casa na madrugada desta sexta-feira (13), na comunidade Araçá, em Extremoz, na região metropolitana de Natal. O crime aconteceu entre as 2h e 3h da madrugada. Segundo a polícia, pelo menos dois criminosos arrombaram a porta e invadiram o imóvel à procura do parlamentar. Ao invadirem a casa, os autores do crime se depararam com o irmão do vereador em um dos quartos. Porém, logo em seguida, localizaram Fábio em outro quarto e atiraram contra ele. O vereador morreu ainda no local e os criminosos fugiram. O irmão do vereador não foi atingido. Nenhum suspeito foi preso até a última atualização desta reportagem. A Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social do Rio Grande do Norte informou que determinou prioridade na apuração do assassinato do vereador. Em nota, a Câmara de Extremoz classificou o crime como "brutal" e decretou luto oficial de cinco dias. Crime aconteceu na comunidade Araçá, em Extremoz Vinícius Marinho/Inter TV Cabugi Veja os vídeos mais assistidos no g1 RN

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Ipatinga se despede do ex-vereador Onésimo Lauro Sathler, morto aos 85 anos

Publicado em: 13/03/2026 12:24

Ex-vereador de Ipatinga Onésimo Lauro Sathler Arquivo Pessoal O ex-vereador de Ipatinga Onésimo Lauro Sathler, de 85 anos, que morreu no último dia 10, será sepultado nesta sexta-feira (13) no município. O velóri o foi realizado na Igreja Presbiteriana de Belo Oriente. Natural de Manhuaçu, Onésimo se mudou para Ipatinga em 1960, onde construiu a trajetória familiar, profissional e política. Ele exerceu mandato na Câmara Municipal de Ipatinga entre 31 de janeiro de 1977 e 31 de janeiro de 1983, pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), participando das discussões legislativas e do processo de consolidação política e administrativa do município. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp Filho de Vindicário Sathler e Isolina Sathler, o ex-parlamentar foi casado com Gláucia Nantes Sathler. Onésimo deixa cinco filhos: Willian Keller Sathler, Wallenice Nantes Sathler, Wagner Nantes Sathler, Onésimo Nantes Sathler e Wallace Nantes Sathler. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Antes da atuação política, Onésimo trabalhou como comerciante no ramo farmacêutico em Ipatinga. Entre 1971 e 1991, foi proprietário da Drogaria Líder. Ele também atuou como pecuarista entre 1980 e 1996. Além da vida política e empresarial, teve participação em iniciativas comunitárias e religiosas na região. Onésimo foi presidente da Associação de Moradores do bairro Veneza II entre 1980 e 1984, vice-presidente da Ação Evangélica entre 1982 e 1984, membro do Conselho Fiscal da Associação dos Homens de Negócio do Evangelho Pleno (ADHONEP) entre 1986 e 1988 e secretário de Ação Social da Igreja Assembleia de Deus entre 1995 e 1997. Ele também teve atuação na Loja Maçônica União de Ipatinga, onde exerceu os cargos de chanceler e segundo vigilante. Além disso, foi candidato a deputado estadual pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB-MG) nas eleições de 1986 e 1990. O presidente da Câmara Municipal de Ipatinga, Ley do Trânsito (PL), lamentou a morte do ex-parlamentar e destacou a contribuição dele para a história política da cidade. “Onésimo Lauro Sathler deixa sua marca na história de Ipatinga como homem público, comerciante e liderança comunitária. Neste momento de dor, a Câmara Municipal se solidariza com os familiares e amigos, reconhecendo sua contribuição para o desenvolvimento da nossa cidade”, afirmou. Vídeos do Leste e Nordeste de Minas Gerais Veja outras notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.

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'Mulheres perdendo espaços para homens que se identificam como mulheres': vereador faz postagem após nomeação de Erika Hilton para Comissão da Mulher

Publicado em: 13/03/2026 12:24

Vereador Eduardo Codorna (PL), de Itapetininga (SP), fez postagem após nomeação de Erica Hilton para Comissão de Defesa dos Direots da Mulher Reprodução/DivulgaCand O vereador Eduardo Codorna (PL), de Itapetininga (SP), fez uma publicação nas redes sociais criticando a nomeação da deputada federal Erika Hilton (PSOL) para assumir a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, da Câmara Federal. Na postagem, o vereador escreveu: "as mulheres perdendo espaços para homens que se identificam como mulheres. Cultura Woke é a podridão dos tempos atuais". 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Junto da postagem, o parlamentar anexou uma foto da deputada durante a transição de gênero, junto a uma manchete do ministro Gilmar Mendes dizendo que "chamar Erika de homem não é um crime". Veja na imagem abaixo: Vereador publicou imagens nas redes sociais Reprodução/Facebook O comentário foi feito depois que a deputada federal entrou com um pedido de ação criminal contra o apresentador Ratinho, por transfobia, durante comentário em um programa no SBT. Em outra publicação, feita por um jornalista que também reside em Itapetininga, Eduardo comentou imagens alegando "diferenças" entre mulheres cis e mulheres transgênero, apontando diretamente ao órgão sexual. O g1 entrou em contato com Eduardo e com a Câmara Municipal de Itapetininga para um posicionamento em relação às postagens, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Dirigentes de time do Tocantins receberam R$ 3,1 milhões das contas do clube, aponta Polícia Civil

Publicado em: 13/03/2026 11:46

Polícia investiga suposto desvio de dinheiro de prefeitura para time no Tocantins O relatório da Polícia Civil sobre o suposto esquema de desvio de dinheiro envolvendo o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC) aponta que o atual presidente do clube, Leandro Pereira Sousa, e o ex-gestor, Wagner Pereira Novais, receberam R$ 3.147.325,00 das contas do time, entre 2020 e 2024. O g1 e a TV Anhanguera tiveram acesso ao relatório policial da investigação. Nesta quinta-feira (12), a PC cumpriu mandados de busca e apreensão em uma operação que investiga suposto desvio de recursos públicos da Prefeitura destinados ao TEC, entre 2009 e 2021. O atual prefeito da cidade, Fabion Gomes (PL), foi alvo de buscas, assim como Leandro, Wagner e o ex-prefeito Paulo Gomes (PL). 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp O prefeito Fabion Gomes (PL) informou, em vídeo divulgado nas redes sociais, que os pagamentos ao time foram cancelados durante sua gestão por ordem judicial, mas os repasses de gestões anteriores foram feitos com base em uma lei municipal. Wagner Novais foi procurado, mas ainda não se manifestou sobre as buscas e sobre os valores recebidos. O g1 não conseguiu contato com Leandro Pereira para comentar os valores supostamente recebidos. Na quinta-feira (12), ele informou que o clube não tem convênio e não recebe repasses da prefeitura desde que assumiu a presidência em janeiro de 2025 (veja posicionamento abaixo). O ex-prefeito Paulo Gomes afirmou que nenhum time do interior sobrevive sem o apoio do poder público municipal e "atacar financeiramente o Clube é tentar enfraquecê-lo, torná-lo menos competitivo e calar uma das instituições esportivas mais relevantes do Estado" (veja nota abaixo). O Tocantinópolis Esporte Clube não se manifestou oficialmente sobre as investigações. Leandro Pereira de Sousa e Wagner Pereira Novais Arte g1 Relatório apontou movimentações suspeitas Entre as fontes de renda do Tocantinópolis no período investigado estavam repasses de entidades do futebol, e pagamentos mensais feitos pela prefeitura da cidade. Em dezembro de 2025, uma decisão da 1ª Vara Cível da cidade suspendeu os repasses municipais e determinou o bloqueio de bens do clube, do atual prefeito e do ex-prefeito Paulo Gomes (PL). A investigação envolvendo os repasses do município ao clube teve início após o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontar movimentações suspeitas envolvendo os dirigentes do time. O relatório da Polícia Civil mostra que foram feitos saques em espécie e transferências bancárias tendo contas pessoais dos dirigentes e de pessoas físicas como destinatários. Wagner Pereira Novais possui um bar em Tocantinópolis e ocupou cargo comissionado na Assembleia Legislativa do Tocantins entre 2017 e 2019. Segundo a PC, ele mandava no clube entre 2017 e 2024. A investigação aponta que ele movimentou em suas contas, entre recebimentos e pagamentos, o montante de R$ 16.945.424 entre janeiro de 2022 e 2024. Neste período, a polícia encontrou movimentações consideradas suspeitas. Wagner chegou a transferir R$ 1.782.424,50 para Leandro Pereira. O ex-presidente também transferiu dinheiro para contas de pessoas físicas, sendo R$ 58 mil para uma vizinha. O atual presidente do Tocantinópolis é Leandro, que é 2º sargento da Polícia Militar. O relatório policial aponta que ele tem rendimentos médios de R$ 7,9 mil e mesmo assim recebeu R$ 1.116.200,00 entre outubro de 2023 e outubro de 2024 do clube, antes mesmo de ser eleito presidente. Neste período, ele seria tesoureiro do clube. A polícia também investiga saques em espécie supostamente feitos por Leandro nas contas do TEC em maio de 2025, totalizando R$ 222.552,00. Repasses do município ao clube A Operação 2º Tempo tem o objetivo de desarticular um suposto esquema de desvio de recursos públicos do município de Tocantinópolis destinados a um clube. A polícia afirma que, entre 2009 e 2021, a Prefeitura repassou R$ 5,1 milhões ao clube. Os repasses seguiram até o fim de 2024, quando foram suspensos pela Justiça. Para a polícia, o clube era utilizado como uma estrutura de fachada, com a falsificação de documentos, como atas e recibos, para simular a legalidade das transferências, que não possuíam relação com o interesse público ou atividades esportivas reais. Após chegarem às contas do clube, os valores supostamente eram redistribuídos para contas pessoais de dirigentes e terceiros, além de serem realizados saques em espécie para dificultar o rastreamento do dinheiro. Íntegra da nota de Paulo Gomes O TEC carrega uma história de vitórias, conquistas e grandes campanhas no futebol tocantinense. Como clube do interior, sempre representou com orgulho a nossa cidade e deu contribuição decisiva ao Campeonato Estadual. Talvez por isso tenha enfrentado tantos adversários dentro e fora de campo. A verdade é uma so: nenhum time do interior sobrevive sem o apoio do poder público municipal. E nós não vamos desistir do time da cidade. O TEC é orgulho do nosso povo. Defender o esporte é defender a juventude, é afastar nossos jovens das drogas, da prostituição e de caminhos sem futuro. Atacar financeiramente o Clube é tentar enfraquecê-lo, torná-lo menos competitivo e calar uma das instituições esportivas mais relevantes do Estado. Seguiremos firmes, apoiando os campeonatos municipais e lutando até o último momento pelo TEC, pela nossa história e pelo orgulho do nosso povo. Íntegra da nota de Leandro Pereira Com relação a essa situação, do que que está sendo investigado, é um possível repasse que o Tocantinópolis recebia da Prefeitura de Tocantinópolis através de uma lei municipal, lei essa que vem desde a fundação do clube, em que a prefeitura municipal, autorizada pela Câmara Municipal, fazia um repasse mensal de 30 salários mínimos para o Tocantinópolis Esporte Clube. Com relação a esses repasses, em dezembro de 2024, antes de eu ser presidente, ter a eleição para presidente, tinha uma liminar que suspende esse repasse. E dali então não foi mais feito repasse. Depois que eu assumi a presidência e o prefeito Fabion Gomes, que assumiu também em janeiro de 2025, não houve repasse da prefeitura. O Tocantinópolis Esporte Clube, nesse um ano e três meses de mandato, não teve nenhum repasse público de nada. Hoje o Tocantinópolis não tem convênio nenhum com a prefeitura municipal de Tocantinópolis. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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'Homem biológico não deveria estar ocupando esse espaço': moção de repúdio contra Erika Hilton gera atrito entre vereadoras em Sorocaba

Publicado em: 13/03/2026 11:26

Vereadora de Sorocaba é acusada de transfobia contra Erika Hilton A vereadora Tatiane Costa (PL), de Sorocaba (SP), foi acusada pela colega do PSOL, Fernanda Garcia, de transfobia após protocolar uma moção de repúdio, durante a sessão ordinária desta quinta-feira (12), à decisão que elegeu a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara Federal. Ela também fez diversos comentários considerados transfóbicos. Veja o discurso de Tatiane acima. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Em sua fala, Tatiane pontua que "houve o maior desrespeito com todas as mulheres do Brasil". Ela também diz que vai protocolar uma moção de repúdio "porque um homem biológico, um trans, não deveria estar ocupando esse espaço (...) Ele não me representa". Vereadora de Sorocaba (SP),Tatiane Costa (PL), foi acusada de transfobia após fazer comentários sobre deputada Erika Hilton Câmara Municipal de Sorocaba/Reprodução Nas redes sociais, a vereadora Fernanda Garcia acusou Tatiane de ter feito comentários criminosos e transfóbicos. Assista abaixo. "Esse desrespeito contra a identidade de gênero da deputada federal é inadmissível. Incita o ódio e a discriminação de pessoas transgênero", diz Fernanda. Initial plugin text Tatiane foi questionada pelo g1 sobre a acusação de transfobia e, em nota, a vereadora disse não ter mencionado o nome de ninguém em sua declaração. "Não citei nome de ninguém, apenas disse que um homem biológico, um trans, que não tem útero, não menstrua, diz que somos pessoas que gestam, que é a favor de assassinato de bebês dentro do ventre, que votou contra a redução da maior idade penal para estupradores, não pode representar nós mulheres. Ele não me representa", disse. O g1 tentou contato com a vereadora Fernanda Garcia e com a assessoria da deputada Erika Hilton, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. A Câmara de Sorocaba também foi procurada para falar sobre o posicionamento da vereadora do PL, porém, não retornou até a última atualização desta reportagem. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) também foi questionada se há alguma investigação sobre crime de transfobia envolvendo as pessoas citadas na reportagem, mas a pasta ainda não retornou. Presidente da comissão de defesa da mulher A deputada federal Erika Hilton (PSOL) foi eleita como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, nesta quarta-feira (11). Erika foi eleita por 11 votos, em uma eleição de chapa única. Laura Carneiro (PSD-RJ) foi eleita como 1ª vice-presidente. Audiência pública na Câmara Municipal de Sorocaba (SP) tem presença da deputada federal Erika Hilton, autora da PEC que visa reduzir a jornada de trabalho Câmara Municipal de Sorocaba/Divulgação Em suas redes sociais, a deputada publicou uma nota declarando que o fato de ter sido eleita presidente desta comissão "incomodar mais do que a onda de violência contra a mulher que assola nosso país diz muita coisa". "Pra essa gente incomodada, o que importa não é defender a vida das mulheres. É ofender o direito à vida das mulheres trans e travestis", completou. A deputada ainda pontua "(...) nós, mulheres trans, avançamos, conquistamos espaços e, nestes espaços, mostramos que somos plenamente capazes de dialogar e representar mulheres, mesmo as diferentes de nós. Pois o que nos une, o nosso desejo de vitórias e avanços para todas nós, é muito maior que nossas diferenças". Ainda na quarta-feira, o apresentador Ratinho fez uma declaração no seu programa no SBT, em rede nacional, de que "ela não é mulher, ela é trans". Diante disso, Erika entrou com um pedido de ação criminal contra o apresentador. Na esfera cível, ela também pede R$ 10 milhões de indenização a Ratinho e ao SBT. A declaração foi feita por Ratinho ao comentar a eleição dela para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, em Brasília. Erika Hilton quer processar apresentador Ratinho por transfobia Reprodução/Câmara dos Deputados e Reprodução/YouTube Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Vereador é assassinado a tiros dentro de casa na Grande Natal

Publicado em: 13/03/2026 07:51

Vereador Fabio Vicente da Silva (PL) foi morto a tiros em Extremoz, na Grande Natal Redes sociais O vereador Fabio Vicente da Silva (PL) foi assassinado a tiros dentro de casa, na madrugada desta sexta-feira (13), na comunidade Araçá, em Extremoz, na região metropolitana de Natal. O crime aconteceu entre as 2h e 3h da madrugada. Segundo a polícia, pelo menos dois criminosos arrombaram a porta e invadiram a casa à procura do parlamentar. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Ao invadirem a casa, os autores do crime se depararam com o irmão do vereador, que também estava no imóvel. Porém, logo em seguida, Fábio saiu do quarto e foi atingido por disparos de arma de fogo. Pelo menos quatro tiros atingiram a vítima. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O vereador morreu ainda no local e os criminosos fugiram. O irmão do vereador não foi atingido. A Polícia Militar foi ao local do crime e acionou a Polícia Civil e a Polícia Científica, para início das investigações e realização de perícias que deverão elucidar o crime. Nenhum suspeito foi preso até a última atualização desta reportagem. O parlamentar não era casado e deixou seis filhos. Em nota, a Câmara de Extremoz classificou o crime como "brutal" e decretou luto oficial de cinco dias. Veja abaixo nota completa da Câmara Municipal de Extremoz NOTA DE PESAR A Câmara Municipal de Extremoz, em nome do seu presidente, Anderson Barbosa, manifesta profundo pesar pelo falecimento do vereador Fábio Vicente, brutalmente assassinado na madrugada desta sexta-feira, 13. Fábio Vicente deixa um legado de dedicação à vida pública, sempre pautado pelo compromisso com a população de Extremoz, atuando com firmeza na defesa das comunidades e no fortalecimento do Poder Legislativo Municipal. Neste momento de dor e consternação, a Câmara Municipal de Extremoz se solidariza com os familiares, amigos e todos aqueles que tiveram a oportunidade de conviver com o vereador e reconhecer seu trabalho em prol da nossa cidade. Em sinal de respeito e homenagem à sua trajetória, o presidente Anderson Barbosa decreta luto oficial de 5 (cinco) dias no âmbito do Poder Legislativo Municipal. Extremoz, 13 de março de 2026. Câmara Municipal de Extremoz Anderson BarbosaPresidente Veja os vídeos mais assistidos no g1 RN

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Vereador esquece trecho do 'Pai Nosso' e improvisa em sessão na Câmara de Belém de Maria; VÍDEO

Publicado em: 12/03/2026 19:28

Vereador esquece trecho do 'Pai Nosso' e improvisa em Belém de Maria Um vereador de Belém de Maria, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, se confundiu ao rezar o "Pai Nosso" durante uma sessão da Câmara Municipal e acabou improvisando parte da oração. O episódio aconteceu na 9ª reunião ordinária do primeiro período legislativo de 2026, transmitida ao vivo no dia 3 de março. A situação inusitada aconteceu durante a abertura da sessão. O presidente da casa, vereador Jairó do Timbó (PT), conduzia a sessão e pediu que Frank Veloso (PP) fizesse o momento de oração, com o tradicional "Pai Nosso". ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE Tudo ia bem, até que, quase no final, Frank Veloso se atrapalhou. "[...] O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai as nossas ofensas. Assim como Deus está no céu...", disse. O vereador que estava a seu lado, Val Areias (PP), se espantou com o improviso e até tentou intervir, "soprando" a oração certa. Mas Frank não entendeu e continuou a improvisar. "[...] como nós permitimos... assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”, rezou, voltando à versão original da oração. De volta ao presidente, a sessão seguiu normalmente. Vereador esqueceu o 'Pai Nosso' e improvisou em sessão na Câmara de Belém de Maria Reprodução/YouTube VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

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Ex-prefeito de Cariri do Tocantins morre em acidente envolvendo caminhões na BR-153

Publicado em: 12/03/2026 19:15

Acidente ocorre no trecho da BR-153 que corta o município de Alvorada O ex-prefeito de Cariri do Tocantins, José Gomes, de 71 anos, morreu em um acidente de trânsito nesta quinta-feira (12), no km 758,7 da BR-153, próximo a Alvorada, no sul do estado. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um caminhão freou de repente na rodovia e provocou a batida. A vítima estava em outro caminhão, que vinha logo atrás. De acordo com a PRF, no momento do acidente chovia na região. O condutor do caminhão que freou e teria provocado a batida não teve ferimentos. Já José Gomes foi levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp O corpo da vítima será liberado aos familiares após passar por exame de necropsia no Instituto Médico Legal (IML), ainda nesta quinta-feira. A Prefeitura de Cariri do Tocantins lamentou a morte e relembrou que a vítima foi, além de prefeito, vereador por quatro mandatos no município. José Gomes é natural de Morumbi, no Paranã (leia nota de pesar). Ex-prefeito foi morto em acidente de trânsito nesta quinta-feira Divulgação/ Prefeitura de Cariri LEIA TAMBÉM Alexandre Pires compra fazenda de cerca de 2 mil hectares no TO para investir em gado, diz corretor Prefeito de Colinas do Tocantins é alvo operação por violência política de gênero contra vereadora O que se sabe e o que falta esclarecer sobre a prisão de suspeito de matar fazendeiro no TO Nota de pesar da Prefeitura de Cariri A Prefeitura de Cariri do Tocantins manifesta, com profundo pesar, o falecimento do senhor José Gomes, ex-prefeito do município e vereador por quatro mandatos, ocorrido nesta quinta-feira, 12 de março. Reconhecido por toda a comunidade como Zé da Máquina, José Gomes construiu uma trajetória marcada pelo trabalho, pela simplicidade e pelo compromisso com o povo de Cariri do Tocantins. Natural de Marumbi, no estado do Paraná, chegou ao Tocantins em 1985, trazendo consigo a coragem e a determinação de quem acreditava no trabalho como caminho para construir uma nova história. Inicialmente estabeleceu-se na zona rural da região, dedicando-se às atividades do campo. Em 1991 mudou-se para a zona urbana de Cariri, onde abriu uma máquina de arroz na Avenida Castelo Branco, no centro da cidade, passando a ser conhecido carinhosamente como Zé da Máquina. Homem simples e trabalhador, atuou na produção de arroz, no cultivo de melancia e na produção de carvão, mantendo sempre uma forte ligação com o campo e com o trabalho rural. Incentivado pela própria comunidade, colocou seu nome à disposição para servir ao povo na vida pública. Foi eleito vereador por quatro mandatos, nas legislaturas de 1997 a 2000, 2001 a 2004, 2005 a 2008 e 2009 a 2012, período em que também presidiu a Câmara Municipal, conduzindo os trabalhos do Legislativo com responsabilidade, seriedade e compromisso com a população. Em 2012, movido pelo desejo de continuar contribuindo com o desenvolvimento da cidade, foi eleito prefeito de Cariri do Tocantins, exercendo seu mandato com dedicação ao nosso município. Casado com Leonice Bengozi (em memória), construiu uma família sólida com cinco filhos, onze netos e sete bisnetos, além de inúmeros amigos e admiradores. Diante desta irreparável perda, a Prefeitura de Cariri do Tocantins decreta luto oficial de três dias no município, em homenagem à memória de José Gomes e em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à nossa cidade. Neste momento de dor, Cariri do Tocantins perde um líder político, mas sobretudo um homem de coração generoso, trabalhador e comprometido com sua comunidade. A Prefeitura Municipal se solidariza com os familiares, amigos e toda a população caririense, rogando a Deus que conforte os corações neste momento de profunda tristeza. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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Investigação sobre tráfico levou à descoberta de que facção financiou campanhas eleitorais no Ceará

Publicado em: 12/03/2026 19:10

Vereadores são presos em operação da PF contra financiamento de campanhas eleitorais A operação da Polícia Federal que levou à prisão de cinco vereadores de Morada Nova, no interior do Ceará, nesta quinta-feira (12), teve início após um inquérito da Polícia Civil sobre tráfico de drogas identificar transações financeiras da facção criminosa Guardiões do Estado (GDE) para campanhas eleitores do município em 2024. A "Operação Traditori", feita pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará (Ficco-CE), investiga a atuação da facção no financiamento ilícito de campanhas eleitorais da cidade. Os agentes cumpriram 16 mandados de prisão preventiva - sendo cinco contra os vereadores - e 30 mandados de busca e apreensão. Os vereadores presos foram afastados das funções públicas. Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Os mandados foram cumpridos nos municípios cearenses de Fortaleza, Chorozinho, Morada Nova, Limoeiro do Norte e Pedra Branca, além da cidade de São Paulo (SP). Os mandados foram executados em lugares como Câmara Municipal de Morada Nova, endereços residenciais e empresariais dos investigados. Vereadores de Morada Nova, no Ceará, são suspeitos de terem campanha financiada por facção criminosa Câmara Municipal de Morada Nova Conforme a Delegacia de Morada Nova, uma investigação iniciada em 2024 em um inquérito de tráfico de drogas levou à prisão, no início de 2025, de cerca de 21 alvos da facção, entre eles o responsável financeiro na região. Ao analisar as movimentações financeiras, os investigadores descobriram doações dos criminosos para campanhas eleitorais de 2024. Por envolver crime eleitoral, a Delegacia de Morada Nova compartilhou as informações com a Polícia Federal, que iniciou as próprias investigações relacionadas ao envolvimento do grupo criminoso com as eleições municipais. "A investigação revelou a existência de um complexo esquema criminoso, vinculado a uma facção responsável pela movimentação e ocultação de recursos de origem ilícita, posteriormente utilizados para financiar campanhas eleitorais nas eleições municipais de 2024, com clara infiltração do crime organizado na esfera pública", detalhou a PF. Os investigados são suspeitos de cometer os crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, tráfico de drogas, além de crimes eleitorais. A Justiça Eleitoral determinou o sequestro e bloqueio de bens e valores dos envolvidos "com o objetivo de interromper o fluxo financeiro da organização criminosa e assegurar a efetividade da persecução penal". 📍A Prefeitura de Morada Nova destacou que não é alvo da investigação e não possui qualquer envolvimento com os fatos apurados. Quem são os vereadores presos O presidente da Câmara Municipal de Morada Nova, Hilmar Sérgio (PT), está entre os vereadores presos nesta quinta-feira (12) na "Operação Traditori". Conforme apurado pelo g1 com uma fonte da Câmara Municipal, foram presos pela Polícia Federal os seguintes vereadores: Hilmar Sérgio Pinto da Cunha (PT) - presidente da Câmara de Morada Nova; Lucia Gleidevania Rabelo - Gleide Rabelo (PT) - secretária da mesa diretora da Câmara; Claudio Roberto Chaves da Silva - Cláudio Maroca (PT); José Regis Nascimento Rumão (PP) e José Gomes da Silva Júnior - Júnior do Dedé (PSB), que está licenciado da vereança e, desde setembro de 2025, atua como secretário de administração da Prefeitura de Morada Nova. Conforme o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a decisão também teve como alvo o ex-vereador José Weder, cujo mandato havia sido cassado pela Justiça Eleitoral. Em relação a ele, foram autorizadas medidas de busca e apreensão, além de cautelares patrimoniais, não tendo sido decretada prisão. Em nota enviada pelo advogado de defesa do vereador Hilmar Sérgio, Fernandes Neto, o parlamentar diz que "manifesta surpresa diante da decisão judicial e declara não ter qualquer vínculo com organizações criminosas. Servidor público e militante político há quase 30 anos, residente de Morada Nova durante toda a vida, espera ter acesso aos autos para comprovar sua inocência". A defesa do vereador licenciado e secretário de administração da prefeitura, Júnior do Dedé, disse que ainda não teve acesso aos autos do processo e não tem nada a comentar no momento. A defesa dos demais vereadores não foi localizada. A Câmara, que é formada por 15 vereadores, divulgou uma comunicado nas redes sociais do órgão informando sobre a suspensão das atividades neste quinta-feira. A vice-presidente da Câmara, a vereadora Jane Martins, disse que sessão legislativa foi iniciada, mas teve que ser encerrada logo em seguida, por falta de quórum. Ela não se manifestou sobre a prisão dos cinco vereadores. Já a Prefeitura de Morada Nova informou que não é alvo da investigação e não possui qualquer envolvimento com os fatos apurados. "A Prefeitura reafirma seu respeito às instituições e ao trabalho das autoridades responsáveis pela investigação, confiando que os fatos serão devidamente apurados dentro do devido processo legal", disse a Prefeitura, em nota. Superintendente investigado Vereadores são alvos de operação da PF contra financiamento de campanhas eleitorais por facção em Morada Nova. Polícia Federal/ Divulgação Além dos cinco vereadores presos, também está entre os investigados pela polícia Marco Antônio de Araújo Bica Júnior, o 'Marco da Ana' ou 'Marco Bica', atual superintendente da Superintendência de Obras Hidráulicas (Sohidra), do Governo do Estado. Ele não foi preso, mas anunciou que iria se afastar do cargo. Marco Antônio foi candidato a prefeito de Morada Nova pelo PT em 2024, mas não foi eleito. Ele é ex-vereador da cidade, atuando como presidente da Câmara nos anos de 2021 e 2022. Ele também exerceu os cargos de procurador-geral do município, diretor do núcleo do Procon da Câmara Municipal de Morada Nova e procurador-geral adjunto da União dos Vereadores do Ceará (UVC). Na tarde desta quinta-feira, o superintendente publicou uma nota de esclarecimento afirmando estar à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento e disse que, "para preservar a Superintendência de Obras Hidráulicas (Sohidra) e garantir a tranquilidade das investigações", iria se afastar do cargo. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará: A A

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Primeira vereadora trans de Porto Alegre denuncia Ratinho no MPF após representação de Erika Hilton: 'que seja punido por transfobia'

Publicado em: 12/03/2026 18:07

Vereadora Natasha Ferreira; Ratinho durante seu programa Johan de Carvalho/CMPA; Reprodução/SBT/Youtube A vereadora Natasha Ferreira (PT-RS), uma das duas primeiras mulheres trans a serem eleitas vereadoras em Porto Alegre, nas eleições de 2024, fez representação contra o apresentador Ratinho no Ministério Público Federal (MPF). A denúncia contra o apresentador aconteceu após acusação feita pela deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP). A ação ocorreu depois de Ratinho afirmar, na quarta-feira (11), em seu programa no SBT, em rede nacional, que Erika Hilton "não é mulher, ela é trans". Na esfera cível, a deputada também pede R$ 10 milhões de indenização ao apresentador e ao SBT. Em nota, o SBT informou que 'repudia qualquer tipo de discriminação e preconceito, que são o oposto dos princípios e valores da empresa'. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp À reportagem, Natasha afirmou que espera “que ele seja punido pelo crime de transfobia” e busca uma retração de Ratinho. “Ele tem uma concessão pública e na concessão não se pode fazer apologia à discriminação. Estamos pedindo, na verdade, a retratação dele, mas também que seja punido por crime de transfobia”. “Entendemos que isso não é somente sobre a Erika, mas é usar um espaço público que tem alcance nacional para destilar ódio contra as pessoas trans”, definiu a vereadora. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Na representação, assinada por Natasha na condição de presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana da Câmara Municipal de Porto Alegre, a vereadora afirma que as declarações fogem do escopo do exercício da opinião. "Tais declarações não constituem mera crítica política ou exercício de opinião, mas sim uma indução intencional à discriminação por meio de desinformação. Ao reduzir a condição feminina a processos fisiológicos reprodutivos, o apresentador exclui deliberadamente as mulheres trans da categoria de "mulheres", buscando apagar sua existência jurídica e social e, por extensão, restringir seus direitos políticos", diz o texto protocolado no MPF. A parlamentar, que foi líder do PT no Legislativo porto-alegrense até o final do ano passado, ainda criticou o apresentador. “Ele fala sobre útero, sobre a questão da genitália e a gente precisa lembrar que nem todas as mulheres têm útero, mulheres muitas vezes retiram seio e nem todas as mulheres podem ser mães de forma biológica”, declarou. SBT afirma que declarações não representam opinião da emissora O SBT se pronunciou por meio de nota (leia abaixo): “O SBT repudia qualquer tipo de discriminação e preconceito, que são o oposto dos princípios e valores da empresa. As declarações do apresentador Ratinho, expressadas ao vivo ontem em seu programa, não representam a opinião da emissora e estão sendo analisadas pela direção da empresa, que tratará do tema internamente a fim de que nossos valores sejam respeitados por todos os colaboradores”, afirma o texto. VÍDEOS: Tudo sobre o RS

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Câmara de Macapá aprova investigação que pode levar a cassação do vice-prefeito

Publicado em: 12/03/2026 16:50

Vice-prefeito de Macapá Mário Neto foi afastado do cargo após operação da PF PMM/divulgação A Câmara Municipal de Macapá aprovou nesta quinta-feira (12) a criação de uma comissão processante para investigar o vice-prefeito Mário Neto (Podemos). O processo pode levar à cassação do mandato. A decisão teve 14 votos favoráveis e 6 contrários. A denúncia foi apresentada pela servidora pública Cleiziane Miranda da Silva, que aponta suspeita de corrupção na prefeitura (veja lista de votantes abaixo). Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça O documento foi protocolado na segunda-feira (9), cinco dias após a Operação Paroxismo, da Polícia Federal, que afastou o então prefeito Dr. Furlan e o vice (entenda mais abaixo). A denúncia também cita a gestão da Macapá Previdência (MacapáPrev). Segundo o documento, o saldo financeiro teria caído de R$ 181,8 milhões em janeiro de 2023 para cerca de R$ 105 milhões em julho de 2024. O texto menciona retiradas consideradas atípicas, possível desequilíbrio atuarial e inconsistências entre registros contábeis e extratos bancários. A votação ocorreu na mesma sessão que aprovou o projeto de lei que cria o Gabinete de Emergência Administrativo e Financeiro da Prefeitura de Macapá. A proposta foi apresentada pelo prefeito interino Pedro DaLua e recebeu 13 votos favoráveis e seis contrários. Operação Paroxismo Dr. Furlan e Mário Neto são investigados pela PF por suspeita de fraude em licitação das obras do Hospital Geral Municipal de Macapá, orçadas em cerca de R$ 70 milhões. Um dia após o afastamento determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Furlan renunciou ao cargo, alegando que iria se dedicar a pré-campanha ao governo do Estado, anunciada no mesmo dia da operação. Com a renúncia, o então presidente da Câmara, Pedro DaLua (União), assumiu a prefeitura. 📊 Resultado da votação A favor (14): Margleide Alfaia (PDT), Reginaldo Faraó (União), Alessandro Monteiro (PDT), Patrick Monte (MDB), Ruzivan (Republicanos), Cláudio Góes (Solidariedade), Japão Baia (Solidariedade), Luany Favacho (MDB), Zé Luiz (PT), Banha Lobato (União), Daniel Theodoro (Psol), Joselyo É Mais Saúde (PP), Pastora Léia Pelaes (PDT) e Paulo Nery (PSD). Contra (6): Alexandre Azevedo (Podemos), Carlos Murilo (Podemos), Elenice (Podemos), Ezequias Silva (PSD), Bruno Igreja (MDB) e João Mendonça (PL). Ausentes: Marcelo Dias (PRD), Luana Serrão (União) e Maraina Martins (Rede). LEIA TAMBÉM: Veja como se inscrever no Programa Casamento na Comunidade em Macapá Veja prazos de mestrados e cursos com inscrições abertas no Amapá Comissão processante Após debates entre os vereadores, como parte do rito democrático, a comissão foi formada após um sorteio que nomeou os responsáveis pelas investigações. Presidente: Ezequias Silva Relator: Alexandre Azevedo Membro: Zé Luiz A comissão vai convocar o vice-prefeito para prestar esclarecimentos, reunir provas e emitir parecer final. O relatório será votado em plenário e pode resultar na cassação ou não de Mário Neto. Prefeito de Macapá, alvo de operação da PF, é afastado do cargo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

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