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Veja quem são os nove suspeitos de integrar 'núcleo político' do CV no Amazonas que estão foragidos

Publicado em: 21/02/2026 19:00

Polícia mira 'núcleo político' do Comando Vermelho no Amazonas A Polícia Civil do Amazonas divulgou, neste sábado (21), as imagens de nove suspeitos considerados foragidos na Operação Erga Omnes, que investiga a atuação do "núcleo político" do Comando Vermelho no estado. Segundo a investigação, o grupo contava com pessoas que ocupavam cargos ou tinham influência em órgãos públicos para facilitar a atuação da facção. Na sexta-feira (20), durante a operação, a polícia cumpriu 14 mandados de prisão, sendo oito deles no estado do Amazonas. Uma ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus e um servidor do Tribunal de Justiça do estado foram presos. Clique aqui para conferir os nomes. Entre os foragidos estão Allan Kleber, apontado como líder do grupo, e Núbia Rafaela Silva de Oliveira, ex-assessora parlamentar. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Os procurados são: Alexandre Braz Maia Allan Kleber Bezerra Lima Bismarque de Souza Pereira Luana Ferreira Tavares Messias Daniel da Silva Alves Monique Kelly Galvão de Sousa Núbia Rafaela Silva de Oliveira Pedro Igor Garcia Rodrigues Pedro Sergio Saraiva Rocha Júnior. Segundo o delegado Marcelo Martins, o grupo usava empresas de fachada para viabilizar o tráfico em diferentes estados do país. "A investigação apontou o envolvimento de ex-assessores que atuavam na área da advocacia, bem como de servidores públicos lotados em setores estratégicos dos órgãos onde exerciam suas funções. Esses agentes eram utilizados para facilitar o trânsito da organização criminosa em diferentes instituições", mencionou o delegado. De acordo com o delegado, Allan Kleber dizia ter contato em vários órgãos públicos e afirmava que não temia ser preso porque pagava pessoas para obter vantagens. A informação, segundo ele, foi confirmada após a extração de dados de um celular apreendido. "Ele ainda se apresentava como evangélico e atuava em uma igreja localizada no bairro Zumbi dos Palmares, Zona Leste de Manaus. A investigação constatou que igrejas evangélicas eram utilizadas como forma de camuflagem social, dificultando a identificação do grupo criminoso”, disse o delegado. Informações sobre o paradeiro dos suspeitos podem ser repassadas de forma anônima pelos números 197 e (92) 3667-7575, da Polícia Civil, ou pelo 181, da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM). Veja quem são os nove suspeitos de integrar 'núcleo político' do CV que estão foragidos Reprodução/Polícia Civil LEIA TAMBÉM: Mulher é presa no PA em operação para desarticular 'núcleo político' do Comando Vermelho no AM Presos na operação Ao todo, oito pessoas foram presas no Amazonas e seis fora do estado. Confira quem são os detidos no AM: Izaldir Moreno Barros – servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas. A polícia aponta que ele recebia pagamentos para fornecer informações sigilosas de processos em segredo de Justiça, o que teria beneficiado o grupo criminoso. Adriana Almeida Lima – ex-secretária de gabinete de liderança na Assembleia Legislativa do Amazonas. Relatórios de inteligência financeira indicam transações milionárias ligadas ao esquema; Anabela Cardoso Freitas – investigadora da Polícia Civil que integra a Comissão de Licitação da Prefeitura de Manaus e foi chefe de gabinete do prefeito David Almeida. A investigação diz que ela teria movimentado cerca de R$ 1,5 milhão em favor da facção por meio de empresas de fachada; Alcir Queiroga Teixeira Júnior – investigado por participação no esquema financeiro que movimentava valores suspeitos para a organização criminosa; Josafá de Figueiredo Silva – ex-assessor parlamentar de vereador, apontado pela polícia como parte da rede de influência do grupo; Osimar Vieira Nascimento – policial militar preso sob suspeita de envolvimento com as atividades do núcleo político investigado; Bruno Renato Gatinho Araújo – preso no Amazonas e incluído na lista de investigados pela operação. Ronilson Xisto Jordão – preso em Itacoatiara por suposta participação no esquema. O g1 tenta contato com a defesa dos presos na operação, mas não obtivemos retorno até a última atualização desta reportagem. Lucila Costa Meireles, presa fora do Amazonas, também é apontada como integrante do núcleo político. Ela já exerceu cargos de assessoria parlamentar, inclusive na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas e na Câmara Municipal de Manaus. Segundo a polícia, Lucila se apresentava como advogada sem ter registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e atuava como lobista do grupo. Mensagens analisadas indicam que ela e outra suspeita teriam pago propina a um servidor do Judiciário para obter e repassar informações de processos que tramitavam em segredo de Justiça. Como era o esquema Segundo a polícia, a organização criminosa movimentou cerca de R$ 70 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 9 milhões por ano desde 2018, e atuava em conjunto com traficantes do Amazonas e de outros estados. As investigações apontam que os suspeitos facilitavam a contratação de empresas de fachada nos setores de transporte e logística. Na prática, essas empresas seriam usadas para comprar drogas na Colômbia e enviá-las a Manaus. Da capital amazonense, os entorpecentes seriam distribuídos para outras unidades da federação. Os investigados devem responder por organização criminosa, associação para o tráfico de drogas, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e violação de sigilo funcional. INFOGRÁFICO - Operação contra 'núcleo político' do CV no Amazonas g1 A defesa de Anabela Cardoso Freitas informou que ela não possui qualquer relação com organizações criminosas nem com os demais investigados. A defesa destacou ainda que ela é servidora pública concursada e reconhecida pela idoneidade. O g1 tenta ainda localizar a defesa dos outros alvos da operação. Procurado, o Tribunal de Justiça do Amazonas informou que já adotou medidas administrativas em relação ao servidor citado na operação. A Corte afirmou que preza pela legalidade, pela transparência e pela integridade e que não compactua com condutas incompatíveis com os deveres funcionais. Já a Universidade do Estado do Amazonas declarou que não se responsabiliza por atos praticados por servidores fora do âmbito institucional. Sobre Adriana Almeida Lima, a instituição esclareceu que eventuais ações realizadas fora das dependências da universidade e do exercício das atividades acadêmicas são de responsabilidade exclusiva da professora. A UEA reafirmou compromisso com a ética, a legalidade e as normas que regem o serviço público. Em nota, a Polícia Militar do Amazonas informou que o cabo preso na operação da Polícia Civil do Amazonas vai responder aos procedimentos na Justiça e também a trâmites administrativos na corporação. Segundo a PM, foi instaurado procedimento na Diretoria de Justiça e Disciplina. A instituição afirmou ainda que colabora com as investigações e não compactua com desvios de conduta. Já a Prefeitura de Manaus informou que não é alvo da operação realizada na sexta-feira (20). De acordo com a nota, nem o prefeito David Almeida nem a estrutura administrativa do município fazem parte da investigação. A prefeitura declarou que mantém compromisso com a legalidade e a transparência e que eventuais servidores investigados responderão individualmente por seus atos, conforme a lei. A Câmara Municipal de Manaus orientou que os questionamentos sejam direcionados aos gabinetes dos vereadores onde os investigados trabalharam. A reportagem aguarda o retorno da Assembleia Legislativa do Amazonas. Anabela Cardoso Freitas, policial e ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus, é presa

Palavras-chave: câmara municipal

Falsa advogada presa em operação já foi assistente parlamentar e mediava vazamento de dados sigilosos do TJ-AM, diz polícia

Publicado em: 21/02/2026 14:26

Falsa advogada é presa em Teresina em operação contra o Comando Vermelho no AM Lucila Meireles Costa, de 42 anos, presa na sexta-feira (20), em Teresina, é uma das investigadas na Operação Erga Omnes, que investiga um esquema ligado ao Comando Vermelho que, segundo a investigação, mantinha um "núcleo político" com acesso aos três poderes e atuação voltada ao tráfico de drogas no Amazonas. De acordo com a Polícia Civil, Lucila já trabalhou como assistente parlamentar na Câmara Municipal de Manaus. No esquema, é suspeita de se passar por advogada e corromper servidores da Justiça do Amazonas para obter informações de processos sigilosos. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp A investigação aponta que ela era sócia de uma advogada de fato, também investigada na operação. Conversas interceptadas pela polícia mostram as duas planejando, sob ordem de um homem apontado como traficante, o pagamento de propina a um servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) para conseguir dados de um processo criminal de outro alvo. "O referido vazamento de informações sigilosas tinha como objetivo monitorar a situação criminal de um investigado, para que este se mantivesse calmo e colaborasse com os objetivos do crime organizado", diz trecho do relatório policial. Em áudios obtidos pela polícia, o suposto traficante tranquiliza um comparsa e afirma que Lucila e a sócia “foram até o Ministério Público através um conhecido lá dentro e protocolaram um Habeas Corpus preventivo”. Ele diz ainda que a falsa advogada atualizaria o andamento do pedido e que não faziam um "trabalho amador". Falsa advogada é presa em Teresina em operação contra 'núcleo político' do Comando Vermelho Polícia Civil O relatório destaca que Lucila tinha acesso facilitado à Assembleia Legislativa do Amazonas e à Câmara Municipal de Manaus, onde ocupou o cargo de assistente parlamentar até 2024. A Polícia Civil também lembra que, em 2016, já havia um boletim de ocorrência contra ela por exercício ilegal da profissão. Ela estava em Teresina há cerca de um ano, segundo o delegado Tales Gomes. Ainda segundo o delegado, a mulher pode responder pelos crimes de organização criminosa, associação para o tráfico e corrupção ativa e passiva. Lucila Meireles Costa é suspeita de atuar como falsa advogada em Teresina Polícia Civil do Piauí Elo com o tráfico A investigação da polícia indica que a quadrilha ligada à facção teria movimentado cerca de R$ 1,5 milhão para a organização criminosa por meio de empresas de fachada. Além de Anabela, também foram alvos um servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas e ex-assessores de três vereadores Segundo a polícia, a organização criminosa movimentou cerca de R$ 70 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 9 milhões por ano desde 2018, e atuava em conjunto com traficantes do Amazonas e de outros estados. As investigações apontam que os suspeitos facilitavam a contratação de empresas de fachada nos setores de transporte e logística. Na prática, essas empresas seriam usadas para comprar drogas na Colômbia e enviá-las a Manaus. Da capital amazonense, os entorpecentes seriam distribuídos para outras unidades da federação. Os investigados devem responder por organização criminosa, associação para o tráfico de drogas, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e violação de sigilo funcional. Infográfico mostra como funcionava o esquema do Comando Vermelho no AM Arte/g1 VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

O que se sabe e o que falta saber sobre a operação contra 'núcleo político' do Comando Vermelho no Amazonas

Publicado em: 21/02/2026 10:19

Polícia mira 'núcleo político' do Comando Vermelho no Amazonas A Polícia Civil do Amazonas deflagrou a Operação Erga Omnes para desarticular um suposto "núcleo político" ligado à facção Comando Vermelho (CV), na última sexta-feira (20). A ação surgiu após a apreensão de cerca de 500 tabletes de maconha skunk e outros itens usados no tráfico, o que levou os investigadores a ampliar a apuração para uma rede com atuação dentro de órgãos públicos e movimentação financeira suspeita. A operação cumpriu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão no Amazonas e em outras seis unidades da federação. Até a publicação desta reportagem, 14 pessoas foram presas, sendo oito no Amazonas, e nove investigados seguem foragidos, inclusive o líder apontado pela polícia. Ação também resultou na apreensão de carros de luxo, dinheiro em espécie e documentos. O g1 reuniu os principais pontos para detalhar o que já se sabe e o que ainda precisa ser esclarecido sobre o caso, com base nas informações divulgadas pelas autoridades. Como a investigação começou? O que é o "núcleo político"? Como funcionava a estrutura? Quem são os presos e investigados? Quem é apontado como líder? Houve acesso a informações sigilosas? Haverá novas fases da operação? Como será a responsabilização dos envolvidos? O que dizem as autoridades? Como a investigação começou? Mais de meia tonelada de drogas e sete fuzis são apreendidos pela polícia com criminosos em Manaus. Divulgação/Polícia Militar A investigação que resultou na operação da Polícia Civil do Amazonas começou após a apreensão de cerca de 500 tabletes de maconha do tipo skunk e outros materiais, entre eles armas, embarcações e um veículo utilizados no transporte da droga. A partir desse flagrante, a corporação abriu inquérito e passou a rastrear ramificações do tráfico de drogas, que indicaram a existência de um grupo estruturado. O que é o "núcleo político"? De acordo com a investigação, o chamado "núcleo político" é um grupo ligado ao Comando Vermelho que envolvia pessoas com influência ou cargos em órgãos públicos, utilizadas como facilitadores para a atuação da facção. Entre os alvos estavam servidores públicos, ex-assessores e agentes de diferentes setores, como Legislativo, Executivo e Judiciário. Segundo a polícia, esse núcleo não só ajudava na contratação de empresas de fachada, mas também tinha acesso a órgãos públicos para favorecer interesses da organização criminosa. Como funcionava a estrutura? A investigação identificou que o grupo usava empresas de fachada nos setores de transporte e logística para ocultar recursos e facilitar a compra e o envio de entorpecentes, incluindo drogas adquiridas no exterior e trazidas para Manaus. Essas empresas teriam movimentado cerca de R$ 1,5 milhão diretamente para a organização criminosa, com estimativa de movimentação total na casa de R$ 70 milhões desde 2018. Quem são os presos? Anabela Cardoso Freitas, policial e ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus, é presa Na operação, 14 pessoas foram presas, sendo oito delas no Amazonas. Entre os detidos no estado estão: Izaldir Moreno Barros – servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), suspeito de fornecer informações sigilosas de processos; Adriana Almeida Lima – ex-secretária de gabinete da Assembleia Legislativa do Amazonas; Anabela Cardoso Freitas – investigadora da Polícia Civil e integrante da comissão de licitação da Prefeitura de Manaus; Alcir Queiroga Teixeira Júnior – envolvido em movimentações financeiras suspeitas; Josafá de Figueiredo Silva – ex-assessor parlamentar; Osimar Vieira Nascimento – policial militar; Bruno Renato Gatinho Araújo – suspeito de participação no esquema; Ronilson Xisto Jordão – preso em Itacoatiara por suposta participação. Em outros estados, ao menos uma mulher identificada como Lucila Meireles Costa foi presa em Teresina, no Piauí, sob suspeita de atuar como falsa advogada para corromper servidores do Judiciário. Durante a operação, também foram apreendidos carros de luxo, dinheiro e documentos que, segundo a polícia, serão analisados para aprofundar as investigações. Quem é apontado como líder? Líder de 'núcleo político' do Comando Vermelho no AM está foragido, diz polícia Divulgação/PC-AM Allan Kleber Bezerra Lima é apontado pela polícia como líder do "núcleo político" do Comando Vermelho no Amazonas. Segundo a investigação, ele usava igrejas evangélicas para tentar despistar as autoridades. O suspeito frequentava cultos, vestia roupas associadas à comunidade religiosa e, em um dos casos, escondeu drogas dentro de um templo na Zona Leste de Manaus. Ele está foragido. Houve acesso a informações sigilosas? Prints de conversas obtidos durante a investigação mostram diálogos entre suspeitos e um servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas. De acordo com a polícia, as mensagens estavam no celular de Lucila Meireles Costa e incluem referências a transferências via Pix e consultas sobre a expedição de mandados de prisão. Haverá novas fases da operação? A Polícia Civil não informou se haverá novas etapas da operação. Como será a responsabilização dos envolvidos? Os investigados podem responder por crimes como organização criminosa, tráfico de drogas e, no caso de servidores, também por eventuais delitos ligados ao exercício do cargo. A investigação segue em andamento. INFOGRÁFICO - Operação contra 'núcleo político' do CV no Amazonas [VALE ESTE] g1 O que dizem as autoridades? Procurado, o Tribunal de Justiça do Amazonas informou que já adotou medidas administrativas em relação ao servidor citado na operação. A Corte afirmou que preza pela legalidade, pela transparência e pela integridade e que não compactua com condutas incompatíveis com os deveres funcionais. Já a Universidade do Estado do Amazonas declarou que não se responsabiliza por atos praticados por servidores fora do âmbito institucional. Sobre Adriana Almeida Lima, a instituição esclareceu que eventuais ações realizadas fora das dependências da universidade e do exercício das atividades acadêmicas são de responsabilidade exclusiva da professora. A UEA reafirmou compromisso com a ética, a legalidade e as normas que regem o serviço público. Em nota, a Polícia Militar do Amazonas informou que o cabo preso na operação da Polícia Civil do Amazonas vai responder pelos procedimentos na Justiça e também aos trâmites administrativos na corporação. Segundo a PM, foi instaurado procedimento na Diretoria de Justiça e Disciplina. A instituição afirmou ainda que colabora com as investigações e não compactua com desvios de conduta. LEIA TAMBÉM: Mulher é presa no PA em operação para desarticular 'núcleo político' do Comando Vermelho no AM Já a Prefeitura de Manaus informou que não é alvo da operação realizada na sexta-feira (20). De acordo com a nota, nem o prefeito David Almeida nem a estrutura administrativa do município fazem parte da investigação. A prefeitura declarou que mantém compromisso com a legalidade e a transparência e que eventuais servidores investigados responderão individualmente por seus atos, conforme a lei. A Câmara Municipal de Manaus orientou que os questionamentos sejam direcionados aos gabinetes dos vereadores onde os investigados trabalharam. A reportagem aguarda o retorno da Assembleia Legislativa do Amazonas. Veículos sâo apreendidos em operação da polícia no AM

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Veja valor das multas previstas para infrações de trânsito cometidas pelo governador do TO

Publicado em: 21/02/2026 10:16

Wanderlei Barbosa é flagrado cometendo infração gravíssima em vídeo em vídeo publicitário O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa (Republicanos), foi flagrado cometendo uma das infrações de trânsito mais perigosas, conforme Código de Trânsito Brasileiro (CTB), com multa prevista de R$ 1,4 mil. Além disso, as imagens também mostram o gestor transportando passageiros sem cinto de segurança. O ato também é considerado infração grave e passível de multa. O vídeo foi publicado pelo próprio governador em uma rede social na sexta-feira (20). Nas imagens, Barbosa aparece ultrapassando sobre uma linha amarela contínua na ponte do Rio Tocantins, próximo a São Salvador do Tocantins. O CTB proíbe esse tipo de manobra, que é uma das principais causas de colisões frontais O g1 questionou o Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO) se o governador será autuado pela infração, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp LEIA MAIS: Governador do TO faz ultrapassagem em local proibido durante gravação de anúncio de obra; VÍDEO Polícia faz busca e apreensão em endereço de servidor da Câmara de Palmas investigado por extorsão Quem é o jovem que foi encontrado morto em acidente após família estranhar demora Penalidades previstas no CTB De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, ultrapassar sobre pontes ou faixas contínuas é infração gravíssima. A penalidade inclui: 7 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Multa de R$ 1.467,35, que pode ser multiplicada dependendo da situação Já o transporte de passageiros sem cinto de segurança é uma infração grave, que prevê: Multa de R$ 195,23 Perda de 5 pontos na CNH Infrações de trânsito foram registradas em vídeo Reprodução/Instagram de Wanderlei Barbosa Dentro do veículo também estavam o presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), Amélio Cayres (Republicanos), e o presidente da Câmara Municipal de Palmas, Marilon Barbosa (Republicanos). Ambos aparecem sem o cinto de segurança. O g1 procurou o Governo do Estado, a Câmara Municipal de Palmas e a Assembleia Legislativa para comentar a situação, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem. Durante o registro, o governador fala sobre a assinatura de uma ordem de serviço superior a R$ 18 milhões para reconstrução de trechos viários. “Ainda não sabemos como está o estado total dessa rodovia, mas vamos deixá-la reconstruída e pronta para o uso, da mesma maneira que vai para Paranã”, afirmou. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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Irmão de Wesley Safadão, prefeito de Aracoiaba deve ter mandato cassado por estelionato

Publicado em: 21/02/2026 07:44

Irmão de Wesley Safadão, prefeito de Aracoiaba deve ter mandato cassado Arquivo pessoal O Ministério Público Eleitoral cobrou nesta sexta-feira (20) da Câmara Municipal de Aracoiaba a extinção do mandato do prefeito Wellington Silva de Oliveira, irmão do cantor Wesley Safadão. Conforme o MP, foi confirmado, após consulta a sistemas judiciais, que ele está com os direitos políticos suspensos em razão de condenação criminal definitiva por estelionato. Siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp De acordo com a Constituição Federal, a suspensão dos direitos políticos ocorre automaticamente quando há decisão criminal transitada em julgado. O entendimento também foi reafirmado pelo Supremo Tribunal Federal. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O g1 não localizou a defesa do prefeito para comentar o caso. Wellington Silva nem a prefeitura municipal se manifestaram sobre o caso nas redes sociais. Diante da confirmação, a Promotoria requereu ao presidente da Câmara Municipal a adoção das providências cabíveis para declarar imediatamente a extinção do mandato do gestor. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, após a diplomação, a medida compete ao presidente da Casa Legislativa, e não à Justiça Eleitoral. Ato de improbidade O Ministério Público alertou ainda que, em caso de omissão, o presidente da Câmara pode cometer ato de improbidade administrativa por deixar de cumprir o dever legal de declarar a extinção do mandato, conforme determina a lei. A Promotoria informou que a Câmara deve comunicar oficialmente à Justiça Eleitoral e ao Ministério Público o cumprimento das exigências legais no prazo máximo de 48 horas, a contar do recebimento da notificação, feita nesta sexta-feira. Com a extinção do mandato do prefeito, o vice assume o cargo. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

Palavras-chave: câmara municipal

Como apreensão de meia tonelada de droga deu origem a operação contra 'núcleo político' do CV no AM

Publicado em: 21/02/2026 00:00

Polícia Civil mira núcleo político do Comando Vermelho no Amazonas A Polícia Civil do Amazonas deflagrou a operação "Erga Omnes" contra um grupo ligado ao Comando Vermelho suspeito de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e corrupção, na sexta-feira (20). A ação, que ocorreu em Manaus e em outros seis estados, é resultado da investigação de uma apreensão de mais de meia tonelada de drogas e sete fuzis, em agosto de 2025, na capital amazonense. Na operação de sexta, a polícia cumpriu 14 mandados de prisão, sendo oito deles no Amazonas. Entre os presos, estão a ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus e um servidor do Tribunal de Justiça do estado. Outras nove pessoas são consideradas foragidas, entre elas, Allan Kleber Bezerra Lima, apontado como líder do "núcleo político". Segundo apurado pela Rede Amazônica, a atuação do grupo entrou no radar da polícia em 6 de agosto de 2025, quando 523 quilos de maconha do tipo skunk, sete fuzis de uso restrito, duas lanchas e um carro foram apreendidos no bairro Educandos, na Zona Sul de Manaus. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp De acordo com o relatório de ocorrências da PM, uma equipe estava em patrulhamento próximo à ponte do Educandos e viu duas pessoas em atitude suspeita, que fugiram em direção às margens do rio. Os policiais foram até o local e encontraram 10 suspeitos desembarcando caixas com droga de duas lanchas para um carro. Houve troca de tiros e nove suspeitos conseguiram fugir. Um homem, que estava dentro do carro usado pelo grupo, foi preso em flagrante. No veículo, foram encontrados meia tonelada de maconha e sete fuzis, sendo seis de calibre 7.62 e um de calibre 5.56. Além da droga e das armas, também foram apreendidos o carro e duas lanchas com motores 200HP. A partir do caso, a Polícia Civil abriu inquérito para identificar quem comandava o esquema, quem financiava e como funcionava o transporte da droga. Apressão de mais de meia tonelada de drogas levou às investigações que resultaram na operação 'Erga Omnes'. Divulgação/Polícia Militar Grupo tinha estrutura organizada, diz polícia Durante o inquérito, a polícia descobriu uma cadeia de comando com operadores logísticos, financiadores e colaboradores que facilitavam o esquema criminoso. Eles eram divididos de maneira organizada, com tarefas delimitadas e núcleos operacionais. 💰A estimativa da polícia é que a quadrilha tenha movimentado cerca de R$ 70 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 9 milhões por ano desde 2018. A facção tinha ainda rotas definidas para trazer a droga da Colômbia e distribuir os entorpecentes pelo país a partir do Amazonas. Para isso, empresas de fachada, nos ramos de transporte e locação, foram criadas. Elas eram usadas para ocultar a movimentação dos valores oriundos do tráfico, segundo a polícia - análises indicam incompatibilidade entre o volume financeiro movimentado e a capacidade econômica declarada pelos envolvidos. Além disso, a cobertura logística dessas empresas "fantasma" maquiava o transporte das drogas, dando suporte logístico ao Comando Vermelho. Carros também eram alugados em nome de terceiros para dificultar o rastreamento pelas autoridades. Os elementos reunidos apontam, ainda, indícios de tentativas de obtenção indevida de informações sigilosas relacionadas a procedimentos criminais, com o objetivo de antecipar ações policiais e judiciais que atrapalhassem o tráfico. Segundo a polícia, o grupo teria movimentado cerca de R$ 70 milhões desde 2018, o equivalente a aproximadamente R$ 9 milhões por ano. LEIA TAMBÉM: Mulher é presa no PA em operação para desarticular 'núcleo político' do Comando Vermelho no AM Alvos incluem servidor público e ex-assessores No Amazonas, estão entre os alvos um servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), uma integrante da Comissão de Licitação da Prefeitura de Manaus e ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus, David Almeida, além de ex-assessores parlamentares e um policial militar. O prefeito da capital não é investigado. O g1 tenta contato com a defesa dos presos na operação, mas não obtivemos retorno até a última atualização desta reportagem. Veja quem foi preso no estado: Izaldir Moreno Barros – servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas; Adriana Almeida Lima – ex-secretária de gabinete de liderança na Assembleia Legislativa do Amazonas; Anabela Cardoso Freitas – investigadora da Polícia Civil e integrante da Comissão de Licitação da Prefeitura de Manaus. Foi chefe de gabinete do prefeito da capital até 2023; Alcir Queiroga Teixeira Júnior – citado na investigação como ligado a movimentações financeiras suspeitas; Josafá de Figueiredo Silva – ex-assessor parlamentar; Osimar Vieira Nascimento – policial militar; Bruno Renato Gatinho Araújo; – investigado por participação no esquema Ronilson Xisto Jordão – preso em Itacoatiara. Mandados também foram cumpridos em outros seis estados. Entre eles, a prisão de Lucila Costa Meireles, de 42 anos, também apontada como integrante do núcleo político. Ela já exerceu cargos de assessoria parlamentar, inclusive na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas e na Câmara Municipal de Manaus. Os investigados devem responder por organização criminosa, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, corrupção e violação de sigilo funcional. INFOGRÁFICO - Operação contra 'núcleo político' do CV no Amazonas [VALE ESTE] g1

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Governador do TO faz ultrapassagem em local proibido durante gravação de anúncio de obra; VÍDEO

Publicado em: 20/02/2026 20:28

Wanderlei Barbosa é flagrado cometendo infração gravíssima em vídeo em vídeo publicitário O governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) foi filmado cometendo uma infração gravíssima de trânsito ao anunciar obras em uma rodovia estadual. As imagens, publicadas na tarde desta sexta-feira (20), mostram o político realizando uma ultrapassagem sobre linha amarela contínua enquanto passava pela ponte do Rio Tocantins, próximo a São Salvador do Tocantins. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), ultrapassar sobre pontes ou em locais com linha amarela contínua é uma infração gravíssima (leia mais abaixo). Dentro do veículo também estavam o presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), Amélio Cayres (Republicanos), e o presidente da Câmara Municipal de Palmas (Republicanos), Marilon Barbosa, irmão do governador. Ambos aparecem nas imagens sem o uso do cinto de segurança. O g1 solicitou posicionamento ao Governo do Estado, à Câmara Municipal de Palmas e à Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), questionando a situação dos políticos no trânsito. No entanto, não houve retorno de nenhuma das partes até a última atualização desta reportagem. No registro, Wanderlei Barbosa fala sobre o orgulho de assinar uma ordem de serviço de mais de R$ 18 milhões para a reconstrução de trechos viários. “Ainda não sabemos como está o estado total dessa rodovia, mas vamos deixá-la reconstruída e pronta para o uso, da mesma maneira que vai para Paranã”, afirmou no vídeo. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Vídeo gravado durante anúncio registrou infração de trânsito Reprodução/Instagram de Wanderlei Barbosa LEIA TAMBÉM: O que se sabe sobre o adolescente que vai receber R$ 60 mil de indenização por perder testículo ao levar chute em escola O que se sabe e o que falta esclarecer sobre estupro em frente à viatura e base de segurança Relatório da CGU aponta 'indicativo de risco de sobrepreço' na reconstrução de ponte que desabou entre TO e MA Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), ultrapassar sobre pontes ou em locais com linha amarela contínua é uma infração gravíssima. A penalidade inclui sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e multa de R$ 1.467,35, valor que pode ser multiplicado. Esta manobra é considerada uma das mais perigosas por ser a principal causa de colisões frontais. Ainda de acordo com o CTB, o transporte de passageiros sem o cinto de segurança, é considerado infração grave. A penalidade inclui multa de R$ 195,23 e a perda de cinco pontos na CNH. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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Operação contra 'núcleo político' do CV no Amazonas apreende carros de luxo, dinheiro e documentos

Publicado em: 20/02/2026 18:26

Veículos sâo apreendidos em operação da polícia no AM Celulares, eletrônicos, documentos, dinheiro em espécie e ao menos três veículos, incluindo um carro de luxo, foram apreendidos durante a operação Erga Omnes, deflagrada pela Polícia Civil do Amazonas para investigar a atuação do chamado “núcleo político” do Comando Vermelho no estado. As informações foram obtidas pela Rede Amazônica e ainda não há um balanço oficial da quantidade de bens apreendidos. Na operação, a polícia cumpriu 14 mandados de prisão, sendo oito deles no Amazonas. Entre os presos, estão a ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus e um servidor do Tribunal de Justiça do estado. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Os bens foram apreendidos em endereços ligados aos investigados em Manaus. A polícia ainda investiga de que forma os bens eram usados na operação do grupo. Segundo a polícia, a organização criminosa movimentou cerca de R$ 70 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 9 milhões por ano desde 2018, e atuava em conjunto com traficantes do Amazonas e de outros estados. As investigações apontam que os suspeitos facilitavam a contratação de empresas de fachada nos setores de transporte e logística. Na prática, essas empresas seriam usadas para comprar drogas na Colômbia e enviá-las a Manaus. Da capital amazonense, os entorpecentes seriam distribuídos para outras unidades da federação. Os investigados devem responder por organização criminosa, associação para o tráfico de drogas, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e violação de sigilo funcional. Veículos apreendidos em operação que mira 'núcleo político' do Comando Vermelho Lucas Macedo/g1 AM LEIA TAMBÉM: Prints mostram conversas entre suspeitos do 'núcleo político' do CV e servidor do Tribunal de Justiça do AM CV trava guerra com PCC por rotas do tráfico na Amazônia após exterminar facção que já foi 3ª maior do Brasil Manaus vira epicentro do crime organizado na Amazônia, aponta relatório internacional Quem são os alvos da operação Ao todo, oito pessoas foram presas no Amazonas e seis fora do estado. Confira quem são os detidos no AM: Izaldir Moreno Barros – servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas. A polícia aponta que ele recebia pagamentos para fornecer informações sigilosas de processos em segredo de Justiça, o que teria beneficiado o grupo criminoso. Adriana Almeida Lima – ex-secretária de gabinete de liderança na Assembleia Legislativa do Amazonas. Relatórios de inteligência financeira indicam transações milionárias ligadas ao esquema; Anabela Cardoso Freitas – investigadora da Polícia Civil que integra a Comissão de Licitação da Prefeitura de Manaus e foi chefe de gabinete do prefeito David Almeida. A investigação diz que ela teria movimentado cerca de R$ 1,5 milhão em favor da facção por meio de empresas de fachada; Alcir Queiroga Teixeira Júnior – investigado por participação no esquema financeiro que movimentava valores suspeitos para a organização criminosa; Josafá de Figueiredo Silva – ex-assessor parlamentar de vereador, apontado pela polícia como parte da rede de influência do grupo; Osimar Vieira Nascimento – policial militar preso sob suspeita de envolvimento com as atividades do núcleo político investigado; Bruno Renato Gatinho Araújo – preso no Amazonas e incluído na lista de investigados pela operação. Ronilson Xisto Jordão – preso em Itacoatiara por suposta participação no esquema. Lucila Costa Meireles, presa fora do Amazonas, também é apontada como integrante do núcleo político. Ela já exerceu cargos de assessoria parlamentar, inclusive na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas e na Câmara Municipal de Manaus. Segundo a polícia, Lucila se apresentava como advogada sem ter registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e atuava como lobista do grupo. Mensagens analisadas indicam que ela e outra suspeita teriam pago propina a um servidor do Judiciário para obter e repassar informações de processos que tramitavam em segredo de Justiça. Além de Allan Kleber, outros oito investigados são considerados foragidos. Entre eles está Núbia Rafaela Silva de Oliveira, ex-assessora parlamentar do vereador Elisansandro Bessa (PSB). A investigação aponta que ela atuava como advogada do grupo e trabalhava em conjunto com Lucila Costa Meireles para dificultar o andamento das apurações. Relatórios e mensagens extraídas de celulares indicam que Núbia foi contratada por Allan Kleber e participava de conversas sobre pagamentos a servidores do Judiciário para acompanhar e agilizar processos de interesse da organização. Infográfico mostra como funcionava o esquema do Comando Vermelho no AM Arte/g1 A defesa de Anabela Cardoso Freitas informou que ela não possui qualquer relação com organizações criminosas nem com os demais investigados. A defesa destacou ainda que ela é servidora pública concursada e reconhecida pela idoneidade. O g1 tenta ainda localizar a defesa dos outros alvos da operação. Procurado, o Tribunal de Justiça do Amazonas informou que já adotou medidas administrativas em relação ao servidor citado na operação. A Corte afirmou que preza pela legalidade, pela transparência e pela integridade e que não compactua com condutas incompatíveis com os deveres funcionais. Já a Universidade do Estado do Amazonas declarou que não se responsabiliza por atos praticados por servidores fora do âmbito institucional. Sobre Adriana Almeida Lima, a instituição esclareceu que eventuais ações realizadas fora das dependências da universidade e do exercício das atividades acadêmicas são de responsabilidade exclusiva da professora. A UEA reafirmou compromisso com a ética, a legalidade e as normas que regem o serviço público. Em nota, a Polícia Militar do Amazonas informou que o cabo preso na operação da Polícia Civil do Amazonas vai responder pelos procedimentos na Justiça e também aos trâmites administrativos na corporação. Segundo a PM, foi instaurado procedimento na Diretoria de Justiça e Disciplina. A instituição afirmou ainda que colabora com as investigações e não compactua com desvios de conduta. Já a Prefeitura de Manaus informou que não é alvo da operação realizada na sexta-feira (20). De acordo com a nota, nem o prefeito David Almeida nem a estrutura administrativa do município fazem parte da investigação. A prefeitura declarou que mantém compromisso com a legalidade e a transparência e que eventuais servidores investigados responderão individualmente por seus atos, conforme a lei. A Câmara Municipal de Manaus orientou que os questionamentos sejam direcionados aos gabinetes dos vereadores onde os investigados trabalharam. A reportagem aguarda o retorno da Assembleia Legislativa do Amazonas. Anabela Cardoso Freitas, policial e ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus, é presa

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Justiça suspende pela 2ª vez processo de cassação do prefeito de Campo Limpo Paulista

Publicado em: 20/02/2026 17:33

Prefeito de Campo Limpo Paulista (SP), Adeildo Nogueira (PL) Reprodução/Facebook O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) suspendeu pela segunda vez o andamento do processo de cassação contra o prefeito de Campo Limpo Paulista (SP), Adeildo Nogueira (PL). A nova decisão liminar (provisória) é desta quinta-feira (19) e paralisa novamente o caso, que já havia sido suspenso em 12 de fevereiro e retomado no início desta semana. 🔎 O prefeito é alvo de duas investigações: uma na Câmara Municipal, que pode levar à cassação de seu mandato, e outra na Justiça, onde o Ministério Público o denunciou por improbidade administrativa. Apesar de liminares contra sua gestão, ele ainda não tem condenação definitiva. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp A nova suspensão foi determinada pela desembargadora Paola Lorena e atende a um recurso do vereador Paulo Preza (PP). A decisão suspende a "tramitação do processo e a eficácia de qualquer ato [...] ocorrido após o afastamento" do vereador dos trabalhos da comissão. Retomada do processo de cassação havia sido informada na quinta-feira (19) A comissão processante havia afastado Preza sob a alegação de que a nomeação de sua esposa para um cargo público configuraria "nepotismo cruzado", isto é, uma troca de favores políticos com o prefeito. Por isso, o suplente do vereador deveria votar em seu lugar. A sessão que votaria a cassação, em 10 de fevereiro, não ocorreu e foi marcada por tumulto, pois o vereador Preza tentou impedir a posse de seu suplente. Inicialmente, a Justiça havia entendido que o afastamento de Preza era legal, permitindo a retomada do processo. No entanto, o vereador recorreu, e a desembargadora agora apontou um possível "dano irreparável", suspendendo o caso novamente. Na decisão, ela afirma que a exclusão do vereador da comissão "carece, em análise preliminar, de amparo legal". A Câmara de Campo Limpo Paulista informou que ainda não foi notificada oficialmente, mas que irá providenciar os documentos necessários para tentar reverter a nova suspensão. Entenda as denúncias O processo de cassação foi aberto porque, segundo os vereadores, o prefeito Adeildo Nogueira deixou de responder a requerimentos, não fiscalizou contratos do Hospital de Clínicas e autorizou pagamentos de forma irregular. O prefeito nega todas as acusações. Plenário da Câmara de Campo Limpo Paulista (SP) ficou lotação para sessão de cassação contra o prefeito da cidade Thales Rodrigues/TV TEM Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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São José dos Campos publica edital de concessão do antigo Horto Florestal por 20 anos; investimento inicial é de R$ 5,5 milhões

Publicado em: 20/02/2026 16:37

São José publica edital de concessão do antigo Horto São José dos Campos publicou um edital de concorrência pública para a concessão do Parque Natural Municipal Augusto Ruschi, conhecido como Horto Florestal, na Zona Norte da cidade. O parque está fechado desde 2020. O período de concessão será de 20 anos, com investimento privado estimado em R$ 5,5 milhões ao longo dos dois primeiros anos. A proposta é o que espaço deverá ser reaberto com guias e monitores para orientação e acompanhamento dos visitantes. O acesso ao público continuará gratuito. O projeto prevê a implantação de um centro de exposições e ações voltadas à preservação da Mata Atlântica. A abertura dos envelopes está marcada para o dia 8 de abril. A concessão do parque foi autorizada pela Câmara Municipal em setembro do ano passado. O projeto de lei enviado pelo prefeito Anderson Farias foi aprovado com 15 votos favoráveis e seis contrários. Parque Natural Municipal Augusto Ruschi - o Horto Florestal - de São José dos Campos Claudio Vieira/Prefeitura de São José dos Campos A proposta estabelece que a empresa vencedora da licitação será responsável pela administração, gestão, operação, exploração e manutenção do parque. No texto, a prefeitura cita que a concessionária poderá implantar novos equipamentos para geração de receita e investimentos em melhorias, como comércio alimentício, esportes de aventura e trilhas. O Parque Natural Municipal Augusto Ruschi é uma reserva criada em 1979, com 243 hectares de bioma Mata Atlântica. Em 2010, o espaço passou a ser classificado como Unidade de Conservação de Proteção Integral. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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VÍDEO: polícia interrompe reunião para cumprir mandados contra vereadores suspeitos de rachadinha no RS

Publicado em: 20/02/2026 14:05

Reunião é interrompida e vereadores são afastados por suspeita de rachadinha no RS Dois vereadores da Câmara de São Gabriel, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, foram afastados nesta quinta-feira (19) por suspeita de rachadinha. No mesmo dia, a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão na sede do legislativo. Por determinação judicial, o 2º vice-presidente, Rodrigo Cardoso Machado, o 1º secretário, Elson Amilton da Silva Teixeira, e dois servidores — ambos não tiveram os nomes divulgados —, foram afastados cautelarmente. Os dois parlamentares são do PDT. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Em nota, a defesa de Machado afirma que ele é inocente. Já a advogada de Teixeira diz que só vai se manifestar nos autos. (Leia a íntegra abaixo). Na manhã, os policiais interromperam uma reunião para cumprir as ordens judiciais. Em nota, o presidente do Legislativo, Moisés Silveira Marques (PDT), afirma que "a Câmara Municipal, enquanto instituição, não foi previamente comunicada acerca da operação, tendo tomado conhecimento dos fatos no momento de sua execução, prestando, desde então, integral colaboração às autoridades". (Leia a íntegra abaixo). Segundo a polícia, os investigados estão proibidos de manter qualquer tipo de contato com os demais servidores da casa legislativa, seja de forma pessoal, virtual ou por intermédio de outras pessoas, sob pena de decretação de prisão em caso de descumprimento da medida. 💰 Rachadinha é a prática em que parte dos salários de servidores é devolvida ao político que o contratou. O repasse costuma ser feito por meio de dinheiro físico, transferências bancárias ou pelo pagamento de despesas pessoais do parlamentar. A cobrança da vantagem indevida configura o crime de concussão - art. 316 do Código Penal. A polícia apura suspeitas de exigência de vantagens indevidas de servidores e assessores. Em depoimento à polícia, uma servidora disse que teria sido obrigada a repassar R$ 1,3 mil por mês a Elson e até a pagar boleto de mensalidade de um curso para a esposa dele. Outro funcionário relatou às autoridades que estaria repassando o mesmo valor todos os meses ao vereador Amilton. Dinheiro que, segundo ele, deveria ser entregue ao político embaixo de uma árvore, em frente ao prédio da Câmara. A Polícia Civil pediu a quebra de sigilo bancário dos investigados. Na operação desta quinta-feira, foram apreendidos documentos, aparelhos eletrônicos e outros materiais, que serão submetidos à análise e perícia, visando o aprofundamento das investigações e a individualização das condutas. Vereadores Rodrigo Cardoso Machado e Elson Amilton da Silva Teixeira Câmara de São Gabriel/Divulgação O que diz a Câmara de São Gabriel “Presidência da Câmara Municipal de São Gabriel A Presidência da Câmara Municipal de São Gabriel, diante dos fatos ocorridos nesta data no Município de São Gabriel, vem a público manifestar-se nos seguintes termos: 1. A Casa Legislativa foi surpreendida pelo cumprimento de mandados judiciais de busca e apreensão em gabinetes parlamentares, bem como por decisões de afastamento cautelar de vereadores, medidas estas determinadas pelo Poder Judiciário competente e executadas pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul. 2. A Presidência esclarece que a Câmara Municipal, enquanto instituição, não foi previamente comunicada acerca da operação, tendo tomado conhecimento dos fatos no momento de sua execução, prestando, desde então, integral colaboração às autoridades. 3. O Poder Legislativo reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e o respeito às instituições republicanas, colocando-se à disposição do Ministério Público do Rio Grande do Sul e do Poder Judiciário do Estado do Rio Grande do Sul para o fornecimento de quaisquer informações ou documentos que venham a ser requisitados. 4. Ressalta-se que as medidas adotadas possuem natureza cautelar e individual, não representando juízo definitivo de culpa, devendo ser respeitados o devido processo legal, a ampla defesa e a presunção de inocência. 5. A Presidência informa, por fim, que adotará as providências administrativas e regimentais cabíveis para assegurar a continuidade dos trabalhos legislativos e a normalidade institucional da Câmara Municipal. A Câmara Municipal de São Gabriel permanece firme no cumprimento de sua missão constitucional de representar a comunidade gabrielense, mantendo a serenidade e a responsabilidade que o momento exige. São Gabriel, 19 de fevereiro de 2026. Presidência Câmara Municipal de São Gabriel” O que diz a defesa do vereador Rodrigo Cardoso Machado "A defesa do Vereador Rodrigo Cardoso Machado, representada pelo advogado Dr. Tiago Freitas Mesquita, da cidade de São Gabriel, vem a público prestar os seguintes esclarecimentos: O Vereador Rodrigo encontra-se em seu segundo mandato legislativo, ambos conquistados por meio do voto popular. No primeiro mandato, obteve mais de 700 votos, reflexo da confiança depositada pela comunidade em razão de sua atuação competente e comprometida. Já no segundo mandato, ampliou significativamente essa confiança, alcançando mais de 1.100 votos da população gabrielense, consolidando sua trajetória como parlamentar atuante, especialmente no exercúcio da fiscalização dos atos do Poder Executivo. No momento, o Vereador Rodrigo está sendo investigado pela Policia Civil do Rio Grande do Sul, por suposta prática do crime previsto no artigo 319 do Código Penal (concussão), havendo noticia de denúncia relacionada ao caso. A defesa informa que o processo tramita sob segredo de justiça, motivo pelo qual não teve acesso integral aos autos até o presente momento, razão pela qual não iră se manifestar sobre o mérito dos fatos neste momento. Ressalta-se que a defesa confia plenamente no trabalho técnico da Policia Civil e do Poder Judiciário quanto à correta apuração dos fatos, reafirmando a convicção na inocência do Vereador Rodrigo. São Gabriel, 19 de fevereiro de 2026. Dr. Tiago Freitas Mesquita" O que diz a defesa do vereador Elson Amilton da Silva "A advogada Dra. Viviane Bertol, que representa o vereador Elson Amilton da Silva Teixeira, esclarece que a defesa está acompanhando atentamente todos os atos da investigação e que qualquer manifestação detalhada ocorrerá exclusivamente nos autos, no momento processual adequado. O vereador encontra-se em seu segundo mandato, tendo sido reeleito pela vontade soberana da população de São Gabriel, após trajetória pública amplamente conhecida e reconhecida na comunidade. A defesa reafirma a plena confiança na atuação da Polícia Civil e do Poder Judiciário, certos de que os fatos serão apurados com imparcialidade, responsabilidade e respeito às garantias constitucionais, permitindo o devido esclarecimento. Neste momento, por orientação técnica, não haverá comentários adicionais sobre o mérito." O que diz o PDT "O Partido Democrático Trabalhista (PDT) de São Gabriel vem a público manifestar-se acerca dos fatos divulgados na manhã desta quinta-feira, envolvendo investigação em curso na Câmara de Vereadores do município. O PDT reafirma seu compromisso histórico com a ética, a legalidade e a correta aplicação dos recursos públicos, princípios que sempre nortearam sua atuação política. O partido confia no trabalho das instituições responsáveis pela apuração dos fatos e defende que toda investigação seja conduzida com seriedade, transparência e respeito ao devido processo legal, garantindo a presunção de inocência e o direito de defesa. Eventuais responsabilidades, caso confirmadas, devem ser apuradas e atribuídas de forma individual, não se confundindo com a história, os valores e o conjunto de filiados do partido. O PDT seguirá acompanhando os desdobramentos do caso com responsabilidade, reafirmando seu compromisso com a democracia, com a verdade e com a confiança da população gabrielense. SANDRA XARÃO Presidente da Comissão Provisória do PDT São Gabriel" VÍDEOS: Tudo sobre o RS Reunião é interrompida e vereadores são afastados por suspeita de rachadinha no RS Vereadores são afastados por suspeita de rachadinha no RS

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Com impacto de R$ 12,4 milhões, contrato emergencial da Ricco é renovado por mais 6 meses em Rio Branco

Publicado em: 20/02/2026 13:56

Empresa que opera ônibus há 4 anos em Rio Branco tem contrato emergencial de 6 meses renovado Aline Nascimento/g1 A Empresa Ricco Transportes e Turismo teve o contrato emergencial renovado por mais seis meses em Rio Branco. Com isso, a empresa segue como a única responsável pelo transporte coletivo na capital acreana. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (20) pela assessoria de comunicação da Prefeitura de Rio Branco. O acordo prevê para 2026 e 2027 um impacto anual de R$ 12,4 milhões, valor correspondente à diferença de R$ 1 por passageiro transportado ao longo do ano. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp A última renovação do contrato emergencial havia sido feita em agosto de 2025, até então, não tinha sido formalizada uma nova assinatura e o documento estava vencido desde o dia 10 de fevereiro. O valor projetado considera o aumento de 38% no subsídio aprovado pela Câmara Municipal em setembro de 2025. À época, os vereadores autorizaram que o repasse por passageiro passasse de R$ 2,63 para R$ 3,63, sob a justificativa de evitar reajuste na tarifa paga pelo usuário. Prefeitura vai prorrogar pelo quarto ano contrato com concessionária Há quatro anos que a Ricco opera o transporte coletivo da capital por meio de contratos emergenciais de seis meses. A empresa assumiu 31 das 42 linhas em fevereiro de 2022, após o abandono das rotas pela Empresa Auto Aviação Floresta. A renovação ocorre também em meio a mudanças na Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans). No último dia 11, o ex-superintendente Clendes Vilas Boas foi exonerado após quase dois anos no cargo. Ele chegou a ser investigado por assédio moral a servidoras do órgão. Para o lugar dele, foi nomeado o coronel Marcos Roberto da Silva Coutinho. LEIA MAIS: Empresa que opera ônibus há 4 anos em Rio Branco está com contrato emergencial vencido Aumento de quase 40% no subsídio à empresa de transporte é aprovado em Rio Branco Superintendente de Trânsito é exonerado após quase dois anos no cargo em Rio Branco Em crise há seis anos A crise no transporte público na capital acreana se arrasta desde 2020. Assim que assumiu, o prefeito Tião Bocalom afirmou que não iria repassar nenhum valor extra para as empresas de ônibus que atuam na capital e que elas deveriam arcar com os prejuízos que tiveram durante a pandemia. Em dezembro de 2021, a prefeitura decretou situação de emergência no transporte público, publicou intervenção operacional e financeira no Sistema Integrado de Transporte Urbano (Siturb) e no Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo do Acre (Sindcol). A gestão municipal assumiu o controle do sistema após sucessivas falhas na prestação do serviço e aplicação de multas que ultrapassaram R$ 2,8 milhões. Naquele período, cerca de 30 mil passageiros por dia dependiam do transporte coletivo. Antes da pandemia, esse número chegava a 100 mil usuários diários. Com a saída das empresas que atuavam até então, a prefeitura convidou outras companhias para assumir as linhas. Apenas a Ricco aceitou a proposta e passou a operar inicialmente o chamado Lote I do sistema, que inclui bairros como Cidade do Povo, Taquari, Irineu Serra, Belo Jardim, Tancredo Neves, Aeroporto Velho, entre outros. Além disso, o valor repassado pela prefeitura em 2021 às empresas de ônibus, que somou mais de R$ 2,4 milhões, foi usado somente para pagar parte dos salários atrasados do ano de 2020 dos funcionários. Na época, os trabalhadores ainda seguiam com os salários de 2021 atrasados. Em outubro de 2021, o novo valor da passagem de ônibus foi para R$ 3,50. A tarifa foi reduzida após indicação do Conselho Municipal de Transportes Públicos do Município de Rio Branco e a sanção do prefeito Tião Bocalom. Reveja os telejornais do Acre

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Computadores e pen-drives de vereador acusado de exploração sexual de menores são recolhidos no litoral de SP

Publicado em: 20/02/2026 13:53

Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão contra o vereador Diego Gomes Vieira (PRD) na Câmara Municipal de Praia Grande Reprodução e Leandro Guedes/TV Tribuna A Polícia Civil cumpriu, nesta sexta-feira (19), mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao vereador Diego Gomes Vieira (PRD), investigado por suspeita de oferecer dinheiro e presentes a adolescentes em troca de favores sexuais em Praia Grande, no litoral de São Paulo. O parlamentar, de 31 anos, foi denunciado à Polícia Civil na última segunda-feira (9), suspeito de exploração sexual. Conforme a acusação, o vereador teria assediado adolescentes de 15 e 16 anos pelas redes sociais. A defesa nega as acusações. Em vídeo publicado nas redes sociais, Diego disse que é vítima de uma “armação política rasteira” (assista mais abaixo). ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. A denúncia foi formalizada pela mãe de um dos adolescentes, representada pela advogada Mayra Solani. Capturas de tela obtidas pelo g1 mostram uma conversa temporária entre o perfil do vereador e um dos jovens, na qual é oferecido dinheiro em troca de sexo oral. De acordo com apuração da TV Tribuna, policiais civis cumpriram mandados na Câmara Municipal de Praia Grande, no diretório do vereador no bairro Samambaia e na casa do parlamentar, nesta sexta-feira. Durante a ação policial, foram apreendidos dois computadores, um notebook e seis pen drives de Diego. Os materiais serão encaminhados para perícia. O vereador disse aos policiais que estava sem celular, pois o aparelho estaria com o advogado dele Marco Antonio da Silva, que não se manifestou sobre as apreensões até a publicação desta reportagem. Câmara A Câmara Municipal da Estância Balneária de Praia Grande, informou que não foi notificada oficialmente pelas autoridades competentes acerca das denúncias envolvendo vereador. "Não obstante, este Legislativo reafirma seu compromisso com a transparência e a legalidade, informando que não se exime de colaborar com as instituições policiais e o Ministério Público para o total esclarecimento dos fatos. Ressaltamos que qualquer medida de natureza institucional observará rigorosamente o Código de Ética e Decoro Parlamentar, bem como os preceitos do Regimento Interno e da Lei Orgânica Municipal", informou, em nota. Declaração Em vídeo divulgado nas redes sociais, Diego falou sobre ser acusado de exploração sexual de menores. Ele agradeceu as mensagens de apoio e reafirmando a inocênica. “Estou sendo vítima de uma armação política rasteira. Tentaram tirar o meu mandato na Justiça Eleitoral e nós vencemos. Agora, querem acabar com a minha imagem e a minha honra", disse. Vereador acusado de exploração sexual de menores diz que foi vítima de 'armação política' Ele também relatou que aguardará a conclusão da Justiça: “Conto com a consciência de todos para que esperem as apurações das autoridades e que não tomem nenhum tipo de juízo antecipado". Denúncias Vereador Diego Gomes Vieira (PRD), de Praia Grande (SP), é investigado por oferecer dinheiro em troca de favores sexuais com adolescentes Reprodução e Reprodução/Facebook A mãe de um adolescente de 16 anos relatou o caso à Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Praia Grande. Segundo ela, o filho vinha sendo assediado há duas semanas e apresentou as conversas com o vereador. O celular do jovem foi apreendido e encaminhado para perícia. Outro adolescente, de 15 anos, também afirmou ter sido assediado. De acordo com a advogada Mayra Solani, o vereador chegou a enviar uma foto íntima ao menor, incentivando-o a fazer o mesmo. Vereador Diego Gomes Vieira (PRD), de Praia Grande (SP), é investigado por oferecer dinheiro em troca de favores sexuais com adolescentes Reprodução Mayra auxiliou os responsáveis pelas vítimas a registrarem os casos na Polícia Civil e protocolou denúncia contra o parlamentar no Ministério Público. Ela disse ainda que busca outros adolescentes que possam ter tido contato com Diego. "Estamos incentivando que os pais acompanhem as mídias sociais dos menores, principalmente os que são eleitores, que são próximos ao vereador", afirmou a advogada. O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Praia Grande, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Defesa Vereador Diego Gomes Vieira (PRD), de Praia Grande (SP), é investigado por oferecer dinheiro em troca de favores sexuais com adolescentes Reprodução e Reprodução/Instagram Anteriormente, o advogado Marco Antonio da Silva, responsável pela defesa do vereador, havia emitido uma nota. Confira na íntegra: "A defesa técnica do vereador Diego Vieira esclarece que, até o presente momento, não teve acesso ao teor das informações veiculadas, tampouco houve notificação formal do parlamentar. Informa, ainda, que serão adotadas todas as medidas legais cabíveis para o devido esclarecimento dos fatos e para a preservação da honra e da imagem do vereador, diante da denunciação caluniosa que lhe foi atribuída. O vereador Diego Vieira nega, de forma categórica, as acusações que lhe foram imputadas e se manifestará oportunamente após ter acesso integral ao conteúdo das alegações". Autor de Lei Felca Diego Gomes (PRD) é autor da Lei Municipal Felca, que tem objetivo promover ações de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes. O projeto de lei foi apresentado em agosto de 2025 e leva o nome de Felipe Bressanim Pereira, de 27 anos. O youtuber e humorista ganhou notoriedade após denunciar o influenciador paraibano Hytalo Santos por exploração de menores (veja no vídeo abaixo). Quem é Felca, youtuber que denunciou o influencer Hytalo Santos por exploração de menores A Lei Municipal 2.282/2025 foi sancionada pela prefeitura e entrou em vigor em outubro de 2025. Conforme o Diário Oficial de Praia Grande, a determinação instituiu a campanha Maio Laranja com os seguintes objetivos: ➡️Sensibilizar a sociedade sobre a gravidade e as consequências da violência sexual contra crianças e adolescentes; ➡️Incentivar a denúncia e o combate aos casos de abuso e exploração sexual, com ênfase à exploração infantil na internet; ➡️Fortalecer a rede de proteção e atendimento às vítimas e suas famílias, com ênfase no apoio psicológico para vítimas de abusos digitais; ➡️Educar e orientar as crianças, adolescentes e pais sobre os riscos da exploração sexual na internet, abordando temas como pornografia infantil, grooming (aliciamento virtual) e os meios de prevenção; VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

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Prints mostram conversas entre suspeitos do 'núcleo político' do CV e servidor do Tribunal de Justiça do AM

Publicado em: 20/02/2026 13:35

Polícia Civil faz operação contra núcleo político do Comando Vermelho no Amazonas Prints de conversas obtidos pela Polícia Civil do Amazonas na operação Erga Omnes, realizada na sexta-feira (20), mostram como suspeitos de integrar o "núcleo político" ligado ao Comando Vermelho trocavam informações sobre pagamentos e decisões judiciais no estado. Segundo a investigação, o grupo usava influência em órgãos públicos para obter informações sigilosas e facilitar ações da quadrilha. Na operação, a polícia cumpriu 14 mandados de prisão, sendo oito deles no Amazonas. Entre os presos, estão a ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus e um servidor do Tribunal de Justiça do estado . De acordo com a polícia, as mensagens estavam no celular de Lucila Meireles Costa, de 42 anos, presa no Centro de Teresina, no Piauí. Os prints incluem referências a transferências via Pix e consultas sobre a expedição de mandados de prisão. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Em um dos trechos, Lucila envia um comprovante de pagamento para Izaldir Moreno Barros, servidor do tribunal, e afirma que a missão dele era verificar se "tem algo no sistema e se já foi expedido o mandado de prisão". Ela também diz que eles deveriam monitorar a situação até o fim do mês. Em outra conversa, Lucila fala com Allan Kleber Bezerra Lima, apontado pela investigação como líder do núcleo político e considerado foragido após a operação. Nas mensagens, trocadas em 2 de setembro de 2025, ela mostra que havia falado minutos antes com Izaldir. Prints mostram pagamento e consultas sobre mandados entre suspeitos de núcleo do CV no AM Divulgação Como era o esquema Segundo a polícia, a organização criminosa movimentou cerca de R$ 70 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 9 milhões por ano desde 2018, e atuava em conjunto com traficantes do Amazonas e de outros estados. As investigações apontam que os suspeitos facilitavam a contratação de empresas de fachada nos setores de transporte e logística. Na prática, essas empresas seriam usadas para comprar drogas na Colômbia e enviá-las a Manaus. Da capital amazonense, os entorpecentes seriam distribuídos para outras unidades da federação. Os investigados devem responder por organização criminosa, associação para o tráfico de drogas, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e violação de sigilo funcional. LEIA TAMBÉM: Mulher é presa em Belém durante operação nacional contra tráfico de drogas e lavagem de dinheiro CV trava guerra com PCC por rotas do tráfico na Amazônia após exterminar facção que já foi 3ª maior do Brasil Manaus vira epicentro do crime organizado na Amazônia, aponta relatório internacional Quem são os alvos da operação Ao todo, oito pessoas foram presas no Amazonas e seis fora do estado. Confira quem são os detidos no AM: Izaldir Moreno Barros – servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas. A polícia aponta que ele recebia pagamentos para fornecer informações sigilosas de processos em segredo de Justiça, o que teria beneficiado o grupo criminoso. Adriana Almeida Lima – ex-secretária de gabinete de liderança na Assembleia Legislativa do Amazonas. Relatórios de inteligência financeira indicam transações milionárias ligadas ao esquema; Anabela Cardoso Freitas – investigadora da Polícia Civil que integra a Comissão de Licitação da Prefeitura de Manaus e foi chefe de gabinete do prefeito David Almeida. A investigação diz que ela teria movimentado cerca de R$ 1,5 milhão em favor da facção por meio de empresas de fachada; Alcir Queiroga Teixeira Júnior – investigado por participação no esquema financeiro que movimentava valores suspeitos para a organização criminosa; Josafá de Figueiredo Silva – ex-assessor parlamentar de vereador, apontado pela polícia como parte da rede de influência do grupo; Osimar Vieira Nascimento – policial militar preso sob suspeita de envolvimento com as atividades do núcleo político investigado; Bruno Renato Gatinho Araújo – preso no Amazonas e incluído na lista de investigados pela operação. Ronilson Xisto Jordão – preso em Itacoatiara por suposta participação no esquema. Lucila Costa Meireles, presa fora do Amazonas, também é apontada como integrante do núcleo político. Ela já exerceu cargos de assessoria parlamentar, inclusive na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas e na Câmara Municipal de Manaus. Segundo a polícia, Lucila se apresentava como advogada sem ter registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e atuava como lobista do grupo. Mensagens analisadas indicam que ela e outra suspeita teriam pago propina a um servidor do Judiciário para obter e repassar informações de processos que tramitavam em segredo de Justiça. Além de Allan Kleber, outros oito investigados são considerados foragidos. Entre eles está Núbia Rafaela Silva de Oliveira, ex-assessora parlamentar do vereador Elisansandro Bessa (PSB). A investigação aponta que ela atuava como advogada do grupo e trabalhava em conjunto com Lucila Costa Meireles para dificultar o andamento das apurações. Relatórios e mensagens extraídas de celulares indicam que Núbia foi contratada por Allan Kleber e participava de conversas sobre pagamentos a servidores do Judiciário para acompanhar e agilizar processos de interesse da organização. Infográfico mostra como funcionava o esquema do Comando Vermelho no AM Arte/g1 A defesa de Anabela Cardoso Freitas informou que ela não possui qualquer relação com organizações criminosas nem com os demais investigados. A defesa destacou ainda que ela é servidora pública concursada e reconhecida pela idoneidade. O g1 tenta ainda localizar a defesa dos outros alvos da operação. Procurado, o Tribunal de Justiça do Amazonas informou que já adotou medidas administrativas em relação ao servidor citado na operação. A Corte afirmou que preza pela legalidade, pela transparência e pela integridade e que não compactua com condutas incompatíveis com os deveres funcionais. Já a Universidade do Estado do Amazonas declarou que não se responsabiliza por atos praticados por servidores fora do âmbito institucional. Sobre Adriana Almeida Lima, a instituição esclareceu que eventuais ações realizadas fora das dependências da universidade e do exercício das atividades acadêmicas são de responsabilidade exclusiva da professora. A UEA reafirmou compromisso com a ética, a legalidade e as normas que regem o serviço público. Em nota, a Polícia Militar do Amazonas informou que o cabo preso na operação da Polícia Civil do Amazonas vai responder aos procedimentos na Justiça e também a trâmites administrativos na corporação. Segundo a PM, foi instaurado procedimento na Diretoria de Justiça e Disciplina. A instituição afirmou ainda que colabora com as investigações e não compactua com desvios de conduta. Já a Prefeitura de Manaus informou que não é alvo da operação realizada na sexta-feira (20). De acordo com a nota, nem o prefeito David Almeida nem a estrutura administrativa do município fazem parte da investigação. A prefeitura declarou que mantém compromisso com a legalidade e a transparência e que eventuais servidores investigados responderão individualmente por seus atos, conforme a lei. A Câmara Municipal de Manaus orientou que os questionamentos sejam direcionados aos gabinetes dos vereadores onde os investigados trabalharam. A reportagem aguarda o retorno da Assembleia Legislativa do Amazona. Anabela Cardoso Freitas, policial e ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus, é presa

Palavras-chave: câmara municipal

Líder de 'núcleo político' do Comando Vermelho no AM está foragido, diz polícia

Publicado em: 20/02/2026 12:22

Polícia Civil faz operação contra núcleo político do Comando Vermelho no Amazonas Allan Kleber Bezerra Lima, apontado como líder do "núcleo político" ligado ao Comando Vermelho no Amazonas, é considerado foragido após operação deflagrada na sexta-feira (20) pela Polícia Civil do Amazonas. Segundo as investigações, ele comandava um esquema de tráfico de drogas que usava empresas de fachada e apoio de servidores públicos para facilitar as ações do grupo. Nesta sexta (20), durante a operação a polícia cumpriu 14 mandados de prisão, sendo oito deles no estado do Amazonas. Entre os presos, estão a ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus e um servidor do Tribunal de Justiça do estado . De acordo com a polícia, Allan Kleber usava igrejas evangélicas para tentar despistar as autoridades. Ele frequentava cultos, vestia roupas associadas à comunidade religiosa e, em um dos casos, escondeu drogas dentro de um templo na Zona Leste de Manaus. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp "Ele usava as roupas da igreja evangélica. em uma ocorrência anterior, ele escondeu drogas dentro dessa igreja evangélica e nós temos um outro alvo que também morava dentro de uma igreja evangélica", disse o delegado Marcelo Martins, que comanda a operação. Líder de 'núcleo político' do Comando Vermelho no AM está foragido, diz polícia Divulgação/PC-AM Alvos da operação Ao todo, oito pessoas foram presas no Amazonas e seis fora do estado. Confira quem são os detidos no AM: Izaldir Moreno Barros – servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas. A polícia aponta que ele recebia pagamentos para fornecer informações sigilosas de processos em segredo de Justiça, o que teria beneficiado o grupo criminoso. Adriana Almeida Lima – ex-secretária de gabinete de liderança na Assembleia Legislativa do Amazonas. Relatórios de inteligência financeira indicam transações milionárias ligadas ao esquema; Anabela Cardoso Freitas – investigadora da Polícia Civil que integra a Comissão de Licitação da Prefeitura de Manaus e foi chefe de gabinete do prefeito David Almeida. A investigação diz que ela teria movimentado cerca de R$ 1,5 milhão em favor da facção por meio de empresas de fachada; Alcir Queiroga Teixeira Júnior – investigado por participação no esquema financeiro que movimentava valores suspeitos para a organização criminosa; Josafá de Figueiredo Silva – ex-assessor parlamentar de vereador, apontado pela polícia como parte da rede de influência do grupo; Osimar Vieira Nascimento – policial militar preso sob suspeita de envolvimento com as atividades do núcleo político investigado; Bruno Renato Gatinho Araújo – preso no Amazonas e incluído na lista de investigados pela operação. Ronilson Xisto Jordão – preso em Itacoatiara por suposta participação no esquema. Lucila Costa Meireles, presa fora do Amazonas, também é apontada como integrante do núcleo político. Ela já exerceu cargos de assessoria parlamentar, inclusive na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas e na Câmara Municipal de Manaus. Segundo a polícia, Lucila se apresentava como advogada sem ter registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e atuava como lobista do grupo. Mensagens analisadas indicam que ela e outra suspeita teriam pago propina a um servidor do Judiciário para obter e repassar informações de processos que tramitavam em segredo de Justiça. Além de Allan Kleber, outros oito investigados são considerados foragidos. Entre eles está Núbia Rafaela Silva de Oliveira, ex-assessora parlamentar do vereador Elisansandro Bessa (PSB). A investigação aponta que ela atuava como advogada do grupo e trabalhava em conjunto com Lucila Costa Meireles para dificultar o andamento das apurações. Relatórios e mensagens extraídas de celulares indicam que Núbia foi contratada por Allan Kleber e participava de conversas sobre pagamentos a servidores do Judiciário para acompanhar e agilizar processos de interesse da organização. Como era o esquema Segundo a polícia, a organização criminosa movimentou cerca de R$ 70 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 9 milhões por ano desde 2018, e atuava em conjunto com traficantes do Amazonas e de outros estados. As investigações apontam que os suspeitos facilitavam a contratação de empresas de fachada nos setores de transporte e logística. Na prática, essas empresas seriam usadas para comprar drogas na Colômbia e enviá-las a Manaus. Da capital amazonense, os entorpecentes seriam distribuídos para outras unidades da federação. Os investigados devem responder por organização criminosa, associação para o tráfico de drogas, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e violação de sigilo funcional. O g1 tenta ainda localizar a defesa dos alvos da operação. Procurado, o Tribunal de Justiça do Amazonas informou que já adotou medidas administrativas em relação ao servidor citado na operação. A Corte afirmou que preza pela legalidade, pela transparência e pela integridade e que não compactua com condutas incompatíveis com os deveres funcionais. Já a Universidade do Estado do Amazonas declarou que não se responsabiliza por atos praticados por servidores fora do âmbito institucional. Sobre Adriana Almeida Lima, a instituição esclareceu que eventuais ações realizadas fora das dependências da universidade e do exercício das atividades acadêmicas são de responsabilidade exclusiva da professora. A UEA reafirmou compromisso com a ética, a legalidade e as normas que regem o serviço público. Em nota, a Polícia Militar do Amazonas informou que o cabo preso na operação da Polícia Civil do Amazonas vai responder aos procedimentos na Justiça e também a trâmites administrativos na corporação. Segundo a PM, foi instaurado procedimento na Diretoria de Justiça e Disciplina. A instituição afirmou ainda que colabora com as investigações e não compactua com desvios de conduta. Já a Prefeitura de Manaus informou que não é alvo da operação realizada na sexta-feira (20). De acordo com a nota, nem o prefeito David Almeida nem a estrutura administrativa do município fazem parte da investigação. A prefeitura declarou que mantém compromisso com a legalidade e a transparência e que eventuais servidores investigados responderão individualmente por seus atos, conforme a lei. A reportagem aguarda o retorno da Assembleia Legislativa do Amazona e da Câmara de Manaus.

Palavras-chave: câmara municipal