Arquivo de Notícias Resultados para: "câmara municipal"

Concursos e seleções oferecem 432 vagas com salários de até R$ 13,2 mil em PE; saiba como se inscrever

Publicado em: 24/08/2025 11:53

Prova de concurso público Divulgação/ TJ-MA Concursos públicos e seleções simplificadas que estão com inscrições abertas em Pernambuco oferecem, ao menos, 432 vagas de emprego. As oportunidades abrangem cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior, com salários de até R$ 13,2 mil. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Confira, abaixo, a lista que o g1 preparou com as principais informações sobre cada processo seletivo: Câmara municipal de Lagoa do Carro Inscrições até 25 de agosto; 7 vagas de nível fundamental, médio e superior; Salários de até R$ 2,2 mil; Confira o edital. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) Professores: Inscrições até 28 de agosto; 100 vagas para docentes com ou sem pós-graduação; Salários de até R$ 13,2 mil; Confira o edital. Técnicos-Administrativos: Inscrições até 4 de setembro; 77 vagas de ensino médio e superior para técnicos-administrativos; Salários de até R$ 4,9 mil; Confira o edital. Câmara Municipal de Bezerros Inscrições até 31 de agosto; 14 vagas de nível fundamental, médio, técnico e superior; Salários de até R$ 3,5 mil; Confira o edital. Faculdade de Petrolina (Facape) Inscrições até 8 de setembro; 51 vagas para docente auxiliar, assistente e adjunto; Salários de até R$ 8,5 mil; Confira o edital. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Inscrições até 18 de setembro; 52 vagas para docente; Salários de até R$ 13,2 mil; Confira o edital. Prefeitura de Angelim Inscrições até 18 de setembro; 131 vagas de nível fundamental, médio, técnico e superior; Salários de até R$ 7,5 mil; Confira o edital. ⬇️ Veja como estudar legislação para concursos: Como estudar legislação para concurso? VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

Palavras-chave: câmara municipaltecnologia

Morre aos 28 anos filho de desembargador do AM após parada cardíaca em Manaus

Publicado em: 23/08/2025 15:55

Morre aos 28 anos Leonardo Saunders, filho do desembargador Délcio Santos, após parada cardíaca Divulgação O advogado Leonardo Saunders Fernandes Santos morreu neste sábado (23), aos 28 anos, vítima de uma parada cardíaca. Ele era filho do desembargador Délcio Santos, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). Em nota, o desembargador Jomar Ricardo Saunders Fernandes, presidente do TJAM e tio do jovem, lamentou a perda precoce. “Com imenso pesar e dor no coração, comunico o falecimento de meu sobrinho, Leonardo Saunders Fernandes Santos, filho do desembargador Délcio Santos e de minha querida Huguette, ocorrido na madrugada deste sábado. Leonardo, jovem advogado de grandes virtudes, partiu de forma precoce, deixando em todos nós uma saudade irreparável e a lembrança de sua alegria, inteligência e afeto”, declarou Jomar. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp O prefeito de Manaus, David Almeida, também manifestou pesar. “Recebi com muita tristeza a notícia do falecimento de Leonardo, filho do meu amigo desembargador Délcio. Neste momento de luto, expresso meus mais sinceros sentimentos e rogo a Deus que conforte os corações de seus familiares e amigos”, disse. A Câmara Municipal de Manaus (CMM), por meio do presidente David Reis e dos vereadores da 19ª Legislatura, publicou nota destacando o “grande potencial e futuro promissor” do jovem advogado. O velório ocorre neste sábado (23), na Funerária Canaã, na rua Major Gabriel, no Centro de Manaus. Familiares e amigos foram convidados a prestar as últimas homenagens.

Palavras-chave: câmara municipal

Apesar de lei municipal que garante o uso de nome social, casos de desrespeito ainda acontecem em Mogi das Cruzes

Publicado em: 23/08/2025 08:48

Em Mogi das Cruzes, nome social é direito garantido por lei nos atendimentos públicos Reprodução/Internet Mesmo com leis nas esferas federal, estadual e municipal que garantem que pessoas transexuais sejam identificadas pelos nomes sociais em unidades de saúde, Mogi das Cruzes no segundo semestre de 2025, registrou ao menos dois casos de desrespeito em menos de um mês. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp A lei municipal 7.728 de novembro de 2021, determina que transexuais e travestis tenham o direito de serem identificadas com o nome social nos atendimentos públicos mesmo que ele não conste nos documentos. Nome social é o nome pelo qual a travesti ou transexual prefere ser chamada. Mas não foi o que aconteceu com Ísis Leme dos Santos, de 27 anos. Ela buscou atendimento na UPA do Rodeio em 21 de julho e, apesar da lei, afirmou que uma das enfermeiras da unidade não a chamou pelo nome social. O caso mais recente aconteceu no dia 15 de agosto. Uma enfermeira da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Universo não teria chamado Ágatha dos Santos pelo nome social durante a triagem. O desentendimento resultou em uma agressão entre a paciente e a enfermeira (veja mais detalhes abaixo). O Fórum Mogiano LGBT afirma que já solicitou à Secretaria da Saúde alteração nas fichas médicas para o nome social aparecer em destaque. Segundo a entidade, a medida pode evitar constrangimento para pessoas trans, travestis e profissionais da saúde. Outra cobrança do fórum é a implantação de um protocolo de atendimento a pessoas trans, campanhas de conscientização sobre saúde da população LGBT e formação contínua dos profissionais de saúde. A Prefeitura de Mogi das Cruzes informou que investe em formação continuada aos profissionais de saúde em relação ao acolhimento do público LGBTQIAP+ e que eles têm atividades relacionadas ao tema que serão desenvolvidas em agosto e setembro (leia nota completa abaixo). Confusão e agressão A cozinheira hospitalar Ágatha dos Santos, de 31 anos, foi até a UPA do Jardim Universo para tratar sintomas de sinusite. Ela contou que todas às vezes que procurou atendimento na unidade sempre foi chamada pelo nome social, e inclusive, foi a própria unidade que incluiu o nome social no cadastro dela no Sistema Integrado de Saúde (SIS). De acordo com o boletim de ocorrência, assim que chegou na sala da triagem ela pediu para ser chamada pelo nome social. Durante o atendimento, a enfermeira Bruna Volponi teria informado que não poderia colocar o nome social no sistema de triagem, apenas o de registro. No boletim consta que a paciente corrigiu a profissional algumas vezes devido à forma como a chamou. E a enfermeira teria respondido que como já trabalhou em cartório sabia que a alteração do nome nos documentos era um processo rápido. No entanto, Ághata explicou que existe uma lei que garante o direito de ser chamada pelo nome social, mesmo não trocando nos documentos. Ághata relatou à polícia que a enfermeira a chamou pelo nome masculino diversas vezes. Ela disse ainda que Bruna a provocou, usando o nome do registro para perguntar se a paciente iria lhe bater. A paciente contou em depoimento que não suportou as provocações e deu um tapa no rosto da profissional. Os profissionais da unidade separaram a briga, mas segundo Ágatha a enfermeira teria jogado um pedaço de ferro que a atingiu e cortou sua cabeça. A enfermeira Bruna Volponi explicou que não poderia chamar a paciente pelo nome social, porque não há essa possibilidade no sistema de triagem da UPA. “Existe a possibilidade sim [de chamar pelo nome social], mas não na triagem, somente na recepção, que é o atendimento seguinte. Por isso, usamos o suposta na frente dos nomes de pacientes sem comprovação de documento, isso com qualquer paciente sendo criança, mulher, homem e situação de rua.” Como a paciente estava alterada, a profissional perguntou se ela gostaria que o atendimento fosse acompanhado pela Guarda Civil Municipal (GCM), já que estava se sentindo desrespeitada. Neste momento, a mulher teria dado um soco em seu rosto. Bruna relatou que foi a primeira vez que sofreu uma agressão no trabalho. “Já sofria ameaças, xingamentos, não somente eu, mas todos os funcionários, porém, agressão física foi a primeira vez”. Ágatha destacou que não se orgulha do que aconteceu, que nunca agrediu ninguém e lamentou o ocorrido. “O sistema que Mogi peca, porque antes de a gente abrir a ficha para ser encaminhada para o médico, a gente passa na triagem e na triagem para abrir a ficha, eles colocam antes do nosso nome suposto ou suposta. Então, isso para mim era de uma humilhação também, eu sentada lá e aparece no painel, suposta Agatha do Santos, guichê três, entendeu?! Aí eu vou até o guichê, aí quando a menina do guichê abre a ficha, aí sim, vai constar o meu nome social. Então, antes disso, quando aparece lá suposta na frente de todos no posto, eu levanto, o posto inteiro na hora olha pra gente”, desabafou. Ela lembrou ainda que nunca foi tratada com transfobia na unidade e que equívocos já aconteceram, mas sempre houve um pedido de desculpa dos funcionários. O caso foi registrado como lesão corporal recíproca e preconceito na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Mogi das Cruzes. Luta por direitos Para o Fórum Mogiano LGBT as unidades de saúde de Mogi das Cruzes não cumprem a Lei Municipal 7.728 de novembro de 2021. Ela determina que transexuais e travestis tenham o direito de serem chamadas pelos seus nomes sociais mesmo que não constem nos documentos nos atendimentos públicos da cidade. A Prefeitura de Mogi das Cruzes assegura que no sistema de informação de todas as unidades de saúde, consta o campo para inserção do nome social (leia mais abaixo). O nome social não precisa constar na certidão de nascimento. Além da lei municipal, ele é assegurado também pelo Decreto do Superior Tribunal Federal (STF) de número 8.727 de 2016. Gustavo Don, co-fundador do Fórum Mogiano LGBT e ex-membro do Conselho Municipal de Saúde de Mogi das Cruzes, afirmou que o sistema de triagem das unidades não disponibiliza a possibilidade de incluir o nome social. Essa alternativa só é possível a partir do preenchimento do cadastro na recepção do local. “A paciente foi chamada de suposta Ágatha, a questão de não ter no RG, não é obrigado. A pessoa trans se identifica na triagem e tem que ter no sistema a possibilidade do nome social. A gente percebe que a prefeitura ou OS está errando nisso. O nome social na ficha fica em segunda em plano”. De acordo com ele, o Fórum já solicitou à Secretaria da Saúde a alteração nas fichas médicas para o nome social aparecer em destaque, para evitar constrangimento de trans e travestis e, dos próprios profissionais. “Não tem protocolo de atendimento a pessoas trans. A gente tem cobrado isso. A gente cobra que isso precisa ser feito com urgência, assim como campanhas de conscientização sobre saúde da população LGBT e a formação dos profissionais de saúde precisa ser contínua”. Gustavo Don afirmou que desde 2021, quando a lei do nome social foi aprovada na cidade, os profissionais da saúde não passaram mais por formações sobre o tema. “A gente está todo esse período sem essa preocupação da gestão pública. O Fórum sempre participou do Conselho de Saúde e segue cobrando melhorias no atendimento, não só pra a população LGBT, mas também melhorias no trabalho dos profissionais”. Segundo Don, na última reunião do Conselho de Saúde a secretária municipal de Saúde, Rebeca Barufi, se disponibilizou a verificar a possibilidade de deixar mais explícito o nome social no sistema das unidades. No entanto, não definiu um prazo para isso acontecer. Don explicou ainda que o Fórum repudia a violência, mas orienta que a prefeitura tome ações para que casos de transfobia não ocorram novamente nas unidades de atendimento. Para ele, é necessário atualizar o sistema de triagem. “Teve um erro da Prefeitura em não respeitar a paciente conforme a lei do nome social. A gente espera que a agressora seja punida, não tem justificativa. Mas a gente espera que a Prefeitura tenha política de atendimento à população LGBTQIA+”, detalhou. Lei e Decretos O Superior Tribunal Federal (STF), por meio do decreto 4.275 de 2018, possibilitou que transexuais e travestis alterem seu nome no registro civil independente da cirurgia de redesignação de sexo. Esse decreto abriu precedente para que os municípios e estados passassem a ter autonomia para legislar suas próprias leis e decretos em relação ao tema. Mogi das Cruzes aprovou em 2021, a lei que determina o direito de transexuais e travestis serem chamados pelo nome social em serviços municipais diretos e indiretos, mesmo sem constar em seus documentos. Já o estado de São Paulo decretou em março de 2010, o usos do nome social em serviços públicos estaduais, diretos e indiretos. Thiago Quinelato é presidente da Comissão de diversidade sexual e gênero da Ordem dos Advogados (OAB) de Mogi das Cruzes. Ele apontou que é necessária uma investigação administrativa sobre o caso da transexual Ágatha na UPA do Jardim Universo. “A providência mais adequada devia ser tomada pela Prefeitura, que é a instauração de um procedimento disciplinar pra apurar essa prática vexatória acontecida em um ambiente de saúde”. O advogado explicou que o uso do nome social independente de qualquer exigência de alteração no documento. No entanto, a Lei 14.382 de 2022 alterou o artigo 56 da lei que se refere ao registro público. Essa atualização facilitou a alteração de nome e pronome. “Qualquer pessoa pode ir ao cartório alterar seu nome e registro, independente da cirurgia.” Para realizar o processo, é necessário pagar algumas taxas que variam de estado para estado. “A Constituição Federal garante que a pessoa trans ou travesti que não tem condição de arcar com essa taxa, solicite ao cartório a gratuidade processual. Aí ficam isentas das custas do processo”, informou o presidente da Comissão da Diversidade Sexual e Gênero. O advogado alertou que caso exista negativa do cartório existe a possibilidade de recorrer ao judiciário e exigir o direito à gratuidade. Em 2021, Câmara de Mogi das Cruzes aprovou lei que garante a trans e travestis serem chamados pelo nome social Diego Barbieri/Câmara Municipal de Mogi das Cruzes O que diz a prefeitura de Mogi das Cruzes O g1 solicitou uma entrevista com a secretária municipal de Saúde, Rebeca Barufi, entretanto a Prefeitura informou que ela não tinha disponibilidade. E por nota, informou que o sistema das unidades de saúde já disponibiliza o campo para inserção do nome social dos pacientes tanto na recepção como no momento da triagem. A administração explicou que existe formação continuada dos profissionais de saúde em relação ao acolhimento adequado do público LGBTQIAP+.  A administração explicou que existe formação continuada dos profissionais de saúde em relação ao acolhimento adequado do público LGBTQIAP+.  Segundo a Prefeitura, eles devem participar de atividades relacionadas ao tema no final de agosto e setembro. Em relação ao caso de transfobia ocorrido no dia 21 de julho deste ano na UPA do Rodeio, a Prefeitura informou que a Fundação ABC que administra a unidade, ainda não concluiu a sindicância que apura o caso. O que diz a Fundação do ABC Por meio de nota, a Fundação do ABC informou que: " A Fundação do ABC lamenta e repudia o episódio de violência ocorrido no dia 15/08/2025 na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Jardim Universo, em Mogi das Cruzes, que resultou em ferimentos graves a uma integrante da equipe de enfermagem. A instituição se solidariza com a colaboradora covardemente agredida, que recebeu atendimento imediato, acompanhamento médico e todo o suporte necessário, além de ter sido encaminhada e acompanhada até a delegacia, onde foi lavrado o boletim de ocorrência. É preciso salientar que não houve nenhum episódio de transfobia. O atendimento à paciente trans que promoveu as agressões transcorreu normalmente, seguindo todos os protocolos e trâmites de rotina da unidade. A paciente trans solicitou ser chamada pelo seu nome social, o que foi atendido de imediato, assim como a inclusão do nome social no registro de atendimento. Apesar disso, a colaboradora da UPA foi agredida fisicamente durante o atendimento, fato inadmissível e que fere os princípios de respeito e segurança no ambiente de saúde. A Fundação do ABC reitera que não tolera qualquer forma de violência contra seus profissionais e que todas as providências cabíveis estão sendo tomadas, incluindo o acionamento das autoridades competentes". Em julho deste ano, a UPA do Rodeio registrou caso de transfobia Guilherme Berti/ PMMC Leia também ‘Me senti constrangida, humilhada’, afirma mulher que denuncia ter sofrido transfobia durante atendimento em UPA de Mogi das Cruzes Aluna transexual é agredida em escola estadual de Mogi das Cruzes Veja tudo sobre o Alto Tietê

Palavras-chave: câmara municipal

Justiça suspende lei que proíbe uso de banheiros por gênero em templos e escolas religiosas em BH

Publicado em: 22/08/2025 20:20

Bandeira Trans Celso Tavares/g1 O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) suspendeu a lei que permitia a igrejas e escolas mantidas por instituições religiosas a restrição do uso de banheiros com base no sexo biológico. A decisão foi tomada em caráter liminar, ou seja, de forma provisória, até o julgamento final da ação. Criada pela bancada conservadora da Câmara Municipal, lei estava em vigor desde novembro de 2023. Na votação em 2º turno, foram 26 votos favoráveis, 13 contrários e uma abstenção. Segundo o texto, o intuito é garantir a "liberdade religiosa" desses locais. O pedido para a suspensão da lei foi feito pelo Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais (CELLOS/MG). A organização argumentou que a lei é inconstitucional, já que ultrapassa o limite da legislação municipal e dá margem para diferentes tipos a discriminação contra pessoas transgênero ou não-binárias. A ação aponta que a legislação, embora redigida com o objetivo de garantir a liberdade das entidades religiosas, "parece, num primeiro momento, discriminatório e excludente". O relator do caso, o desembargador Kildare Carvalho, acatou o pedido, entendendo que a manutenção da lei poderia "potencializar práticas discriminatórias contra minorias". A Prefeitura de Belo Horizonte informou que vai acatar a decisão. CFM estabeleze diretriz mais restritiva para terapias e cirurgias de mudança de gênero Legitimidade A Justiça também rejeitou uma preliminar levantada pela Câmara Municipal de Belo Horizonte, que questionava a legitimidade do CELLOS/MG para propor a ação. No entanto, os relatores seguiu um novo entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que ampliou o conceito de "entidade de classe" para incluir organizações que defendem grupos minoritários ou vulneráveis. Aprovação em 2023 O prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), sancionou em novembro de 2023 o projeto de lei (PL) que proíbe que pessoas trans e/ou não-binárias utilizem, com base no sexo que se identificam, os banheiros de templos, eventos e até escolas mantidas por instituições religiosas. A Lei entrou em vigor no dia 21 de novembro do mesmo ano, com base na publicação da medida no Diário Oficial do Município (DOM). Algumas das unidades de ensino que são mantidas por instituições religiosas em Belo Horizonte são a PUC Minas e o Colégio Batista. Na época, a oposição arguemntou que a iniciativa atentava contra o direito das pessoas trans que estudam em escolas e unidades de ensino superior que são mantidas por instituições religiosas, mas o projeto foi aprovado pela maioria dos vereadores. Confira os vídeos mais vistos no g1 Minas:

Palavras-chave: câmara municipal

Câmara instaura comissão especial para apurar possíveis irregularidades em contratos da Prefeitura de Itapeva

Publicado em: 22/08/2025 19:51

Câmara Municipal de Itapeva (SP), onde foi instaurada a Comissão Especial de Inquérito Reprodução A Câmara Municipal de Itapeva instaurou uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para apurar possíveis irregularidades na contratação de serviços de limpeza e manutenção pela prefeitura. Nesta sexta-feira (22), o município informou que o contrato emergencial foi necessário devido ao aumento de casos de dengue. Conforme o Painel de Arboviroses do estado de São Paulo, até esta sexta-feira (22), Itapeva registrava 417 casos confirmados de dengue em 2025, sem mortes. No ano anterior, foram 3.387 casos e cinco mortes ao longo de todo o ano. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp O documento da CEI reforçou que o contrato emergencial, firmado em 18 de fevereiro deste ano e citado pela prefeitura, custou mais de R$ 1,5 milhão e tinha duração de três meses. Na época, até 26 de fevereiro, Itapeva contabilizava 34 casos confirmados de dengue e 548 notificações. O valor e o prazo do contrato chamaram a atenção do Legislativo e motivaram a abertura da investigação. A comissão é presidida pelo Dr. Marcelo Poli (PL), com vice Val Santos (PP), relator Ronaldo Coquinho (PL) e membros Áurea Rosa (PP) e Gleyce Dornelas (Novo). Vereadores de Itapeva instauram comissão para apurar possíveis irregularidades em contratos da prefeitura Reprodução/Câmara Municipal Outro ponto considerado no inquérito foi o fato de a prefeitura não ter decretado estado de emergência em saúde pública devido à dengue, mesmo sendo este o motivo alegado para a contratação emergencial do serviço de capina, roçada e manutenção de áreas verdes. “Comprovando a fragilidade da justificativa para a contratação sem licitação. Se o nível de emergência fosse tão acentuado como afirmado pela prefeita, o procedimento padrão seria a decretação de emergência em saúde pública, como ocorreu em 2024, por meio do Decreto 13.735 de 16 de abril. A administração optou pela contratação emergencial de serviços de capina e roçada, sem adotar essa medida”, informou o documento. O valor e a duração do serviço motivaram a apuração, que agora foi encaminhada aos órgãos competentes: Promotoria de Justiça de Itapeva (para apurar responsabilidades criminais ou civis); Poder Executivo de Itapeva (para medidas de controle e responsabilização, principalmente em contratos de limpeza urbana); Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (para apurar uso do dinheiro público); Procurador-Geral de Justiça do Estado de São Paulo; Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo; Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de São Paulo (GAECO) (para apurar responsabilidades criminais); Corregedor e Controlador Geral do Município de Itapeva. Prefeitura de Itapeva afirma que contrato emergencial visou evitar aumento de casos de dengue na cidade Fabio Rodrigues/g1 O que diz a prefeitura Em nota, a Prefeitura de Itapeva reforçou que o município enfrentava sérios problemas relacionados ao acúmulo de mato em diversos pontos, que se encontravam em condições precárias. “Embora tenham sido realizadas ações contínuas de combate ao mosquito transmissor, por meio de nossas equipes de Saúde e Vigilância Epidemiológica, com ampla mobilização e participação da comunidade, verificou-se que o mato alto permanecia como fator agravante e contribuía para o aumento dos casos registrados”, afirmou a nota. A prefeitura também destacou que, diante do cenário, a contratação emergencial se mostrou indispensável para garantir a limpeza e a manutenção das áreas públicas. “Preservando a saúde da população e assegurando a continuidade das ações de controle epidemiológico no município”. Confira outros destaques do g1 g1 em 1 minuto: conheça lendas e mitos do folclore de Itapetininga Raimundão, Cobra Grande e mais: conheça lendas e mitos do folclore de Itapetininga Conheça a lenda do Unhudo, o major que 'voltou da morte' para proteger a fauna e a flora do interior de SP Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

Palavras-chave: câmara municipal

Justiça Eleitoral recalcula votos das eleições de 2024 e vereador perde mandato em Votorantim; entenda

Publicado em: 22/08/2025 19:34

À esquerda, Ita, que deixa o cargo de vereador, e à direita, o Pastor Dr. Luiz Carlos, que assume Redes Sociais/Divulgação Uma decisão da Justiça Eleitoral, desta quarta-feira (20), alterou a composição de vereadores da Câmara Municipal de Votorantim (SP). O vereador Adeilton Tiago dos Santos, conhecido como Ita (PRD), perdeu o mandato. Quem assume o cargo é o ex-vereador Pastor Dr. Luiz Carlos (PL). Cabe recurso. Conforme o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), a Justiça Eleitoral cassou a candidatura de Fabíola Alves da Silva (ex-prefeita), Lourival Cesário da Silva, o César Silva (ex-vereador), e Alison Andrei Pereira de Camargo, o Pastor Lilo, (também ex-vereador), por abuso de poder. A ação foi proposta pela coligação “Eu Escolho Votorantim”. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp A decisão, em 2ª instância, determinou a cassação do registro de candidatura dos três políticos e a inelegibilidade por 8 anos para Fabíola e Pastor Lilo. Com isso, a Justiça Eleitoral recalculou os votos válidos das Eleições Municipais de 2024 e o resultado impactou o quociente partidário, que define quantas cadeiras cada partido ou coligação tem direito nas eleições proporcionais para vereadores. LEIA TAMBÉM: INVESTIGAÇÃO: TCE suspende pagamento de R$ 7,6 milhões da Prefeitura de Votorantim para compra de uniformes escolares AGENDA EM SOROCABA: Lula visita Sorocaba pela terceira vez em seis meses e participa de entrega de unidades odontológicas DIA DO FOLCLORE: Moradora de Votorantim relembra lendas do bairro Cubatão e relata encontro com capitão-do-mato: 'Acredito em tudo e não tenho medo' Ita, que estava em seu terceiro mandato como vereador em Votorantim, disse ao g1 que a decisão o pegou de surpresa e que avalia se recorrerá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "Eu estava sendo o líder do governo na Câmara. Agora no mês de setembro, íamos começar um projeto aqui em Votorantim de gabinete itinerante, que eu fiz no primeiro mandato e deu certo, então estava retomando, mas infelizmente veio esse baque. Ainda não caiu a ficha". Em nota, a Câmara de Votorantim informou que recebeu o ofício da Justiça Eleitoral comunicando sobre a decisão e que a Presidência da Câmara determinou o cumprimento imediato. "A instituição registra seu reconhecimento ao trabalho desempenhado pelo vereador Ita durante o período em que esteve no mandato e deseja êxito ao vereador Luiz Carlos nesta nova responsabilidade. A Câmara Municipal reafirma seu compromisso com a legalidade, o respeito às instituições e a boa representação da população de Votorantim", cita o comunicado. Mudança foi anunciada durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (21), no plenário da Câmara Municipal de Votorantim Câmara Municipal de Votorantim/Divulgação Confira os destaques do g1 g1 em 1 minuto: Lula visita Sorocaba e participa de entrega de unidades odontológicas Lula visita Sorocaba pela terceira vez em seis meses e participa de entrega de unidades odontológicas Tarcísio se diz preocupado com pessoas virarem alvo de investigações judiciais por 'simplesmente fazerem críticas' Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

Palavras-chave: câmara municipal