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Justiça condena ex-vereadores de Aracaju e empresário por envolvimento em desvio de dinheiro público

Publicado em: 05/02/2026 20:26

Ex-vereadores de Aracaju e empresário são condenados por desvio de dinheiro público A Justiça condenou ex-vereadores de Aracaju e um empresário por envolvimento em um esquema de desvio de dinheiro público na Câmara Municipal. As decisões envolvem crimes de peculato praticados entre 2013 e 2015 investigados pela Polícia Civil, durante a operação Indenizar-SE. A informação foi obtida e divulgada pelo SE2, nesta quinta-feira (5). Segundo a sentença, verbas indenizatórias foram usadas de forma irregular e contratos de locação de veículos foram simulados. Os parlamentares condenados receberam pagamentos mensais sem comprovação de despesas ou se beneficiaram de serviços que nunca foram prestados. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp Os valores determinados para ressarcimento aos cofres públicos somam cerca de R$ 5 milhões. O dinheiro corresponde a prejuízos causados ao erário ao longo de vários anos. Em alguns casos, a Justiça reconheceu a prescrição penal dos vereadores, mas manteve a condenação do empresário envolvido. Além da devolução dos valores, os réus também foram condenados ao pagamento de custas processuais com correção monetária e juros. O SE2 não divulgou os nomes dos vereadores e do empresário, porque o processo corre em segredo de Justiça. Martelo da Justiça Reprodução/Redes Sociais

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TRE-AM anula votos de vereadores em Manaquiri por fraude à cota de gênero e determina recontagem

Publicado em: 05/02/2026 20:19

Justiça Eleitoral anula votos de vereadores do PSD e do PL em Manaquiri por fraude A Justiça Eleitoral determinou a anulação dos votos para vereador dos partidos PSD e PL no município de Manaquiri, no interior do Amazonas, após reconhecer fraude à cota de gênero nas eleições municipais de 2024. A decisão foi tomada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), que concluiu que candidaturas femininas foram registradas de forma irregular, apenas para cumprir a exigência legal mínima de participação de mulheres na disputa proporcional. Com o reconhecimento da fraude, todos os votos recebidos pelos dois partidos para o cargo de vereador serão desconsiderados, e a totalização dos resultados será refeita. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp O reprocessamento da contagem está marcado para o dia 11 de fevereiro, às 8h, na sede da 23ª Zona Eleitoral, localizada no município de Careiro. Caso a nova totalização altere o resultado da eleição, vereadores eleitos podem perder o mandato, enquanto outros candidatos podem assumir as vagas, com a emissão de novos diplomas. Partidos políticos, o Ministério Público Eleitoral e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foram convocados para acompanhar o procedimento. Câmara Municipal de Manaquiri, na terça-feira (3). Vinicius Assis/Rede Amazônica Cassação dos vereadores Seis vereadores de Manaquiri que tiveram os mandatos cassados por fraude à cota de gênero nas eleições de 2024 devem deixar as atividades, informou o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) ao g1. O número de vereadores cassados corresponde a mais da metade da Câmara Municipal de Manaquiri, que conta com onze parlamentares. A decisão atinge eleitos pelo PSD e pelo PL, depois que a Justiça Eleitoral reconheceu que os partidos registraram candidaturas femininas fictícias, apenas para cumprir o mínimo de 30% exigido pela legislação. Tiveram os mandatos cassados: Bruno da Nonata (PSD) Janderli Carvalho (PSD) Érica Freitas (PSD) João Moura (PL) Gesse Ventura (PL) Valdemar Bandeira (PL) De acordo com o TRE-AM, os seis vereadores estão oficialmente cassados após não apresentarem recursos dentro do prazo, encerrado na segunda-feira (2), e devem interromper suas atividades a partir da comunicação formal do Juízo Eleitoral ao presidente da Câmara Municipal.

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Vereadores de SP pedem que Prefeitura torne pública lista dos maiores devedores de impostos da cidade

Publicado em: 05/02/2026 19:45

Plenário da Câmara Municipal de São Paulo. Douglas Ferreira/Rede Câmara Após um recesso de 45 dias, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou, em 2026, seu primeiro documento do ano: um requerimento apresentado pelo presidente em exercício, vereador João Jorge (MDB), que solicita à Prefeitura a divulgação da lista dos maiores devedores de impostos da capital. O pedido foi aprovado de forma unânime pelos parlamentares na sessão desta quinta-feira (5) e, segundo João Jorge, tem o objetivo de contribuir para a “recuperação de recursos” para os cofres públicos do município. "A divulgação representa um passo fundamental para o fortalecimento do controle social sobre a gestão fiscal e a promoção da responsabilidade tributária. Ao dar publicidade a essas informações, a Prefeitura contribui para a conscientização cívica e para a efetiva recuperação de recursos que são essenciais para o financiamento de políticas públicas e serviços à população", argumentou o presidente em exercício. O atual presidente da Câmara afirma que a divulgação da lista de devedores já faz parte das atribuições Procuradoria Geral do Município (PGM) e tem precedentes, uma vez que esse tipo de publicidade já é feita pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) de São Paulo e pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, nos âmbitos das dívidas estaduais e federais. O requerimento não tem força de lei e cabe à administração municipal entender se divulga ou não a proposta feita pela presidência do Poder Legislativo. Presidente interino O vereador João Jorge (MDB) vai substituir Ricardo Teixeira (União Brasil) na presidência da Câmara Municipal de SP por 38 dias. Reprodução/Redes Sociais 1° vice-presidente da Casa, João Jorge está exercendo interinamente a presidência da Câmara em razão do pedido de afastamento de 38 dias o presidente Ricardo Teixeira (União Brasil). Teixeira enfrenta uma crise de herpes zoster, uma infecção viral causada pela reativação do vírus da catapora que permanece adormecido no corpo por longos períodos, geralmente se manifestando após os 50 anos em pacientes com quadro de baixa imunidade. Teixeira tem 67 anos. O período de recuperação da doença varia, mas, em média, dura cerca de duas a quatro semanas e deixa o paciente com dores intensas, segundo os especialistas. A doença causa inflamações na pele. Segundo a Câmara Municipal, a licença de Teixeira vale a partir desta terça-feira (3), quando foram retomados os trabalhos legislativos na Casa, após 45 dias de recesso parlamentar.

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Câmara aprova empréstimo de até R$ 225 milhões do BNDES para a Prefeitura de São José dos Campos

Publicado em: 05/02/2026 18:50

Sede da Prefeitura de São José dos Campos Tião Martins A Câmara Municipal de São José dos Campos aprovou, por 14 votos a 6, nesta quinta-feira (5), o Projeto de Lei Complementar que autoriza a Prefeitura a contratar um empréstimo de até R$ 225 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A votação é única. Entre as ações previstas estão a implantação de plataforma digital de relacionamento com o cidadão, a modernização dos sistemas de saúde, a instalação de pátios de abastecimento para ônibus elétricos e a ampliação dos serviços do Centro de Segurança e Inteligência (CSI). Os prazos e as taxas de juros da operação não foram detalhados no projeto. A proposta é do prefeito Anderson Farias (PSD) e foi enviada à Câmara em novembro do ano passado. Ela recebeu parecer favorável da Procuradoria Jurídica e das comissões de Economia e de Justiça da Câmara. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Veja quem votou a favor: Amélia Naomi (PT) Fabião Zagueiro (PSD) Gilson Campos (PRD) Juliana Fraga (PT) Lino Bispo (PL) Marcão da Academia (PSD) Marcelo Garcia (PRD) Milton Vieira Filho (Republicanos) Renato Santiago (União) Roberto do Eleven (PSD) Rogério da Acasem (Progressistas) Sidney Campos (PSDB) Zé Luis (PSD) Veja quem votou contra: Carlos Abranches (Cidadania) Fernando Petiti (PSDB) Roberto Chagas (PL) Senna (PL) Sérgio Camargo (PL) Thomaz Henrique (PL) De acordo com o texto do Executivo, as despesas relacionadas à execução do projeto estão estimadas em até R$ 225 milhões, com previsão de aplicação dos recursos entre 2026 e 2028. Somente em 2026, o impacto previsto é de pouco mais de R$ 103 milhões. Para garantir o financiamento, o projeto autoriza o município a vincular receitas constitucionais como garantia da operação de crédito, conforme prevê a legislação federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal. O projeto segue agora para sanção do prefeito de São José dos Campos. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Cidade do Paraná tem mais de 60% dos votos anulados após condenação de candidatos em esquema de compra de votos com 'vale-combustível'

Publicado em: 05/02/2026 16:53

Sete dos nove vereadores de Francisco Alves foram condenados pela Justiça Eleitoral Reprodução/TSE A condenação de 14 vereadores pela Justiça Eleitoral após a investigação de um esquema de compra de votos com "vales-combustível" anulou 64,5% dos votos para vereador de Francisco Alves nas Eleições Municipais de 2024. A Justiça também determinou que os 14 candidatos condenados fiquem inelegíveis por oito anos — contados a partir das eleições de 2024 —, além da anulação dos votos recebidos. No caso dos sete candidatos que foram eleitos, a Justiça determina também a perda dos cargos. Caso a decisão seja mantida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, a Câmara Municipal da cidade perderá sete dos nove vereadores eleitos naquele ano, além da anulação de todos os 3.055 votos recebidos pelos 14 candidatos envolvidos no esquema. Francisco Alves tem pouco mais de 8,5 mil habitantes e teve 4.731 votos válidos para vereador em 2024. A Justiça Eleitoral condenou os candidatos após denúncia de um esquema de compra de votos com a distribuição de "vales-combustível". Os vereadores condenados ainda podem recorrer da decisão e seguem nos cargos enquanto não se esgotam os recursos. O g1 tenta contato com as defesas dos vereadores. Veja lista de vereadores e candidatos condenados abaixo. ✅ Siga o g1 Maringá e região no WhatsApp Investigação O esquema foi denunciado pelo Ministério Público do Paraná (MPPR). Segundo a Promotoria de Justiça de Iporã, os candidatos praticaram atos de abuso de poder econômico "operando um esquema ilícito de distribuição de 'vales-combustível' a eleitores em troca de votos e apoio político." A denúncia também incluiu Alírio José Mistura (PSD) e Jair Ozório (PSB), prefeito e vice-prefeito eleitos, respectivamente. O MPPR apontou ainda que o posto de combustíveis que emitia os vales pertenceu à família do candidato a prefeito. No entanto, apesar de comprovada a autoria das irregularidades por parte de candidatos a vereador do grupo político do prefeito, o juiz afirmou na sentença que "não há confirmação de que os candidatos da chapa majoritária entregavam vales combustíveis para eleitores ou permitiam que os outros investigados assim o fizessem". Por esse motivo, a denúncia de abuso de poder econômico contra o prefeito e o vice foi considerada improcedente. "O simples fato do posto de combustível ser originalmente da família do investigado Alírio, por si só, não permite concluir pela sua participação, na medida que o estabelecimento em questão está atualmente arrendado [...], o que ocorre desde antes do pleito", diz o juiz Andrei José de Campos na sentença. O g1 tenta contato com as defesas dos vereadores e candidatos condenados, além do prefeito e vice-prefeito para que possam comentar a decisão, mas ainda não teve retorno. Veja abaixo a lista dos vereadores condenados Devair Pôrto Santos, “Cutuca” (PSB) Cioni Cassin do Nascimento, “Cioni Segurança” (PSDB) Miguel Arcanjo dos Santos, “Miguel” (PSDB) Célia Pereira Santos Geraldeli, “Celia Motorista” (PSB) Maria Rosa Tolovi Ferrari, “Rosa Ferrari” (PSDB) Dario Aparecido de Nigro, “Dario de Nigro” (PSDB) Marcio Renato Trindade da Silva, “Professor Marcio Trindade” (PSB) Veja abaixo a lista dos candidatos condenados Edgar Saldeira Guedes, “Edgar Guedes” (PSDB) Valdinei Cardoso dos Santos, “Valdinei Motorista” (PSB) Jonas Rafael Leão, “Faustão” (PSDB) Maria Aparecida da Silva, “Cida Cida” (PSB) Daniel Rodrigues Santos, “Daniel Rodrigues” (PSB) Ely Elete Dalabenetta da Cruz, “Ely da Feira” (PSDB) Simone de Oliveira Avanci, “Simone Avanci” (PSB) Em caso de condenação definitiva, município pode ter recontagem de votos Os vereadores condenados não perdem os mandatos imediatamente, já que ainda podem recorrer da decisão. Se a sentença for confirmada após o recurso, a cidade vai perder a maior parte dos representantes na Câmara Municipal, que tem nove vagas para vereador. Como os votos recebidos pelos condenados foram invalidados, os suplentes não assumem os cargos, necessariamente. Sendo assim, a determinação sobre como as vagas para vereador serão preenchidas deve ser definida pelo juiz de segunda instância (no caso, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná), que pode determinar a recontagem dos votos, para que o quociente partidário seja calculado novamente e as vagas sejam distribuídas de acordo com os votos obtidos pelos demais candidatos. O TRE, no entanto, também pode optar por outras soluções. Leia também: Resgate: Paranaense libertada de cárcere no RJ foi perseguida, teve apartamento invadido e foi estuprada após recusar relacionamento com agressor, diz polícia Expulso e preso: Foragido condenado pelos ataques do 8 de janeiro é expulso do Paraguai e entregue à PF em Foz do Iguaçu Feminicídio: Ex-companheira foi morta por policial militar no PR três meses após fim do relacionamento, diz família *Com colaboração de Rodrigo Matana, estagiário do g1 Paraná, sob supervisão de Douglas Maia. Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias da região em g1 Norte e Noroeste.

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Justiça determina criação de cargo de apoio ao aluno com deficiência em escolas municipais de Natal

Publicado em: 05/02/2026 15:43

Sala de aula da Escola Municipal Ivonete Maciel, na Cidade da Esperança: de prédio alugado, passou para a sede própria, construída pela Prefeitura Secom/PMN A Justiça do Rio Grande do Norte determinou que o Município de Natal apresente, no prazo de 15 dias, um projeto de lei que preveja a criação do cargo de profissional de apoio escolar ao aluno com deficiência. O projeto deve apresentar um número suficiente para atender todas as unidades da rede municipal de ensino. A proposta, segundo a decisão judicial, deve especificar as atribuições do cargo e os requisitos para ingresso no quadro efetivo da Secretaria Municipal de Educação, viabilizando a realização de concurso público. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp A Secretaria Municipal de Educação de Natal informou ao g1 que a pasta ainda não havia sido notificada oficialmente sobre a decisão. A decisão foi proferida pelo Juízo da 2ª Vara da Infância e Juventude após ação movida pela Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte (DPERN). Veja os vídeos que estão em alta no g1 A decisão ordenou a intimação pessoal do Procurador-Geral do Município, do prefeito de Natal e do secretário municipal de Educação. Educação inclusiva comprometida, diz Defensoria A ação foi proposta, segundo a Defensoria Pública, por conta da insuficiência histórica de profissionais de apoio nas escolas municipais, situação que, de acordo com o órgão, compromete o direito à educação inclusiva e o acompanhamento pedagógico adequado de crianças e adolescentes com deficiência. De acordo com a 10ª Defensoria Cível de Natal, o Município descumpre essa obrigação legal "há bastante tempo". A Defensoria apontou ainda que são recorrentes as reclamações de pais e responsáveis relatando que estudantes com deficiência deixam de frequentar a escola em razão da ausência de profissionais de apoio ou da elevada rotatividade de estagiários, alternativa considerada precária e incapaz de atender às necessidades educacionais desse público. Criação de concurso e fim de soluções temporárias A sentença judicial reconheceu a obrigação do Município de estruturar, de forma permanente, o serviço de apoio escolar, por meio da criação de cargos efetivos e da realização de concurso público, afastando soluções temporárias que não garantem continuidade no atendimento. A Defensoria Pública informou que a atual fase de cumprimento de sentença representa "um avanço significativo para a efetivação da política de educação inclusiva em Natal". O órgão citou que, caso os prazos estabelecidos não sejam cumpridos, novas medidas judiciais podem ser adotadas, incluindo a aplicação de multa diária aos gestores públicos. A Defensoria informou ainda que, após o encaminhamento do Projeto de Lei à Câmara Municipal, vai acompanhar a tramitação da matéria para garantir a aprovação da proposta e a realização do concurso público. Câmara aprovou criação de 300 cargos para professores Nesta semana, a Câmara de Natal aprovou em regime de urgência um projeto de lei enviado pela prefeitura de Natal que trata da criação de cargos efetivos de professor no âmbito da Secretaria Municipal de Educação. A proposta possibilita o chamamento de profissionais aprovados em concurso público. O projeto cria 300 cargos efetivos de professor no âmbito da Secretaria Municipal de Educação, conforme as demandas identificadas nas unidades de ensino, decorrentes da falta de profissionais e da ampliação da oferta de vagas aos estudantes. Os cargos criados integrarão a Carreira de Professor da Rede Pública de Ensino do Município de Natal, submetendo-se ao seu regime jurídico, plano de carreira, jornada de trabalho e remuneração. Vídeos mais assistidos do g1 RN

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No interior do AC, Câmara declara perda de mandato de vereador após decisão judicial

Publicado em: 05/02/2026 15:42

Elias Daier Gonçalves, vereador cassado no Bujari (AC) Reprodução/Câmara de Vereadores de Bujari A Câmara Municipal de Bujari, no interior do Acre, declarou a perda do mandato do vereador Elias Daier Gonçalves (Republicanos) em cumprimento a uma ordem judicial que determinou a suspensão dos direitos políticos do parlamentar. A decisão foi formalizada por ato da Mesa Diretora, após o recebimento de comunicação oficial do Poder Judiciário. O g1 entrou em contato com o ex-vereador e aguarda retorno. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Segundo o documento, publicado na última terça-feira (3) no Diário Oficial do Estado (DOE), a medida decorre de sentença criminal condenatória com trânsito em julgado. Além de declarar a perda do mandato, a Câmara determinou a notificação formal do parlamentar e a adoção de providências administrativas, incluindo a comunicação à Justiça Eleitoral e aos demais órgãos competentes, bem como os procedimentos decorrentes da vacância do cargo. Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA MAIS: Condenado por estuprar sobrinha é preso 15 anos após crime no Acre Mulher tem apartamento invadido e é estuprada após voltar de academia no AC; suspeito foi preso Veja quem são os vereadores de Bujari eleitos em 2024 A Mesa Diretora destacou que, nesse tipo de situação, a perda do mandato tem natureza automática e declaratória, conforme previsto no artigo 15 da Constituição Federal e na Lei Orgânica do Município, não sendo necessária votação em plenário. A Câmara informou ainda que a defesa apresentada pelo vereador foi analisada, mas rejeitada integralmente por falta de amparo constitucional e legal. "Não procede a tese de violação ao contraditório e à ampla defesa, pois o ato ora praticado não possui natureza sancionatória, mas sim declaratória, decorrente diretamente de decisão judicial válida e eficaz, já submetida ao devido processo legal perante o Poder Judiciário", complementou o ato, assinado por Ramisson Batista de Oliveira, presidente da Câmara de Vereadores de Bujari. VÍDEOS: g1

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Juiz rejeita recursos de vereadores de Boa Vista cassados por fraude à cota de gênero e processo vai à 2ª instância

Publicado em: 05/02/2026 11:31

Roberto Conceição dos Santos Franco e Adnan Wadson de Lima foram cassados por fraude de cota eleitoral Reprodução O juiz eleitoral Jaime Plá Pujades de Ávila rejeitou recursos apresentados pelos vereadores Roberto Franco e Adnan Lima, ambos do Partido Democracia Cristã (DC), cassados por fraude à cota de gênero, e encaminhou o processo para análise do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR). A decisão é desta quarta-feira (4). Isso significa que o magistrado manteve a decisão de primeira instância da 5ª Zona Eleitoral e que os recursos eleitorais apresentados pelos parlamentares passarão a ser analisados pela segunda instância, responsável por decidir se a cassação será mantida, modificada ou anulada. Roberto Franco e Adnan Lima são investigados usando candidatas "fakes" nas eleições municipais de 2024 em Boa Vista. A ação eleitoral identificou que o DC usou candidaturas femininas fictícias para simular o cumprimento da exigência legal de, no mínimo, 30% de vagas destinadas a mulheres. Os dois foram cassados em decisão de novembro de 2025. O g1 solicitou posicionamento do DC e do vereador Adnan Lima, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. A reportagem tenta contato com Roberto Franco. À época da cassação, Adnan afirmou que recebeu "com surpresa a decisão judicial" e que recorreria. A presidente do DC também disse que tentaria reverter a medida. Outros desdobramentos Além disso, Roberto Franco, Adnan Lima e o ex-vereador Wan Kenobby Cha Costa, também conhecido como Ruan Kenobby, foram declarados inelegíveis por 8 anos, contados a partir de 6 de outubro de 2024. Ruan Kenobby afirmou ao g1 que "todas as denúncias tem total procedência". "Recebi com muita tranquilidade essa decisão. No início do processo eu fui inquerido pela Justiça Eleitoral pra prestar esclarecimento, já me coloquei a disposição da Justiça pra poder colaborar e também dizer que realmente houve concordância com o que foi denunciado", disse. LEIA TAMBÉM: Presidente da Câmara de Boa Vista é cassado por compra de votos e abuso de poder econômico O esquema, conforme a decisão, envolveu baixa votação das candidatas, ausência de atos de campanha, movimentação financeira padronizada e prestação de contas idênticas entre sete das oito mulheres lançadas pelo partido. “Observa-se que, das oito candidaturas femininas apresentadas pelo DC, sete obtiveram votações irrisórias […] e as despesas dessas candidatas replicam entre si um modelo padronizado, como se tratasse de um pacote de serviços pré-montado oferecido pelo partido", disse o juiz na decisão. Uma confissão anexada aos autos pelo então candidato Ruan Kenobby detalhou o funcionamento da fraude e afirmou que Roberto Franco e Adnan Lima eram “os idealizadores e cabeças de tal operação”. Ele relatou pagamento mensal de R$ 1 mil às candidatas “fakes” e apresentou comprovante de repasse a Adnan Lima para custear parte do acordo. "A confissão trouxe detalhes sobre pagamentos mensais (R$ 1.000,00) como parte do acordo para as candidatas 'fakes', citando o caso de Andrea Cordeiro Da Silva, esposa de seu então funcionário na Câmara Municipal, e apresentando prova de repasse financeiro de sua conta ao Representado Adnan Wadson De Lima". Com isso, o juiz cassou o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) do DC, anulou todos os votos da chapa proporcional e determinou a cassação dos diplomas dos vereadores eleitos pelo partido. A decisão também determinou que a Justiça Eleitoral faça o recálculo dos quocientes eleitoral e partidário, para definir quem assumirá as vagas deixadas pelos parlamentares cassados. A Câmara Municipal deve ser comunicada após o trânsito em julgado. Também nesta quarta, a Justiça Eleitoral cassou o vereador Genilson Costa (Republicanos), presidente da Câmara Municipal de Boa Vista por envolvimento em um esquema de compra de votos e uso de recursos ilícitos durante a campanha de 2024. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

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Após 16 anos, Câmara de Petrópolis anuncia concurso público

Publicado em: 05/02/2026 11:18

Câmara de Vereadores de Petrópolis Divulgação Durante a sessão plenária no dia 27 de janeiro, o presidente da Câmara Municipal de Petrópolis, Região Serrana do Rio vereador Júnior Coruja, anunciou que a Casa Legislativa realizará um concurso público em 2026. A decisão atende a uma demanda apresentada tanto pelos servidores da Câmara quanto pela população, e foi assumida como compromisso da atual presidência do Legislativo. O primeiro passo para a realização será a elaboração de um estudo técnico, que irá definir os cargos a serem ofertados, levando em consideração as necessidades administrativas da Câmara Municipal e o interesse público. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. O concurso será o primeiro realizado pela Câmara Municipal em 16 anos, sendo o último em 2010. A iniciativa reforça a importância da modernização administrativa e do fortalecimento do serviço público no âmbito do Legislativo municipal. A decisão ainda não foi publicada no Diário Oficial do município. Veja os vídeos que estão em alta no g1

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Presidente da Câmara de Rio Verde é preso suspeito de envolvimento em fraudes na área de educação em que delegado foi denunciado

Publicado em: 05/02/2026 10:36

Presidente da Câmara de Rio Verde é preso suspeito de envolvimento em fraudes O presidente da Câmara Municipal de Rio Verde, Idelson Mendes (PRD), foi preso preventivamente suspeito de envolvimento em fraudes na área em que o delegado Dannilo Proto foi denunciado, conforme apurado pela TV Anhanguera e confirmado pelo g1. Além dele, outros dois funcionários do órgão legislativo também foram presos preventivamente. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp A operação cumpriu os mandados de prisão e de busca e apreensão nesta quinta-feira (5), em Rio Verde, no sudoeste goiano. Os nomes dos funcionários públicos não foram divulgados e, por isso, o g1 não obteve o posicionamento da defesa. O g1 entrou em contato com a Câmara Municipal de Rio Verde e com a assessoria do vereador, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. A defesa do delegado não foi localizada. A prisão dos três agentes públicos ocorreu na quarta fase da Operação Regra Três, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado Sul. Entre os mandados de prisão, também estava um contra o delegado Dannilo Proto, já preso desde a primeira fase da operação, suspeito de fraudar processo de inexigibilidade de licitação para a contratação de instituição de ensino. Presidente da Câmara de Rio Verde é preso suspeito de envolvimento em fraudes na área de educação em que delegado foi denunciado em Rio Verde, Goiás Divulgação/MPGO e Reprodução/Instagram de Iseldon Mendes LEIA TAMBÉM: Delegado é denunciado por desvio em contratos na área da educação em Rio Verde Delegado é preso suspeito de desviar R$ 2,2 milhões em contratos na área da educação em Rio Verde Delegado preso suspeito de desvio em contratos na educação é flagrado com celular na prisão, diz MP Segundo o Ministério Público de Goiás, a quarta fase da operação apura a atuação de uma organização criminosa com possível envolvimento de agentes públicos também nos municípios de Santa Helena de Goiás e Iporá. O órgão informou ainda que o objetivo da fraude seria viabilizar a realização de concurso público para o preenchimento de vagas no quadro de pessoal da Câmara Municipal de Rio Verde, com possível obtenção de vantagem indevida a partir da arrecadação de taxas de inscrição pagas pelos candidatos. Conforme apontam as investigações, os suspeitos preparavam e utilizavam documentos para simular legalidade do procedimento administrativo de contratação, com possível orientação de advogados contratados pelo Poder Legislativo municipal que, em eventual conflito de interesses, também representariam a empresa beneficiada. Delegado denunciado Em agosto de 2025, o delegado Dannilo Proto foi preso suspeito de fraudar contratações públicas e desviar recursos destinados para escolas estaduais em Rio Verde. Na época, o MPGO informou que o esquema teria desviado mais de R$ 2,2 milhões dos cofres públicos desde 2020. Na época, a defesa do delegado afirmou que a denúncia do Ministério Público tratava-se de "evidente excesso narrativo fático-acusatório" e que demonstrará, em momento oportuno, a ausência de elementos de prova (confira a nota completa ao final do texto). A operação investiga a suposta organização criminosa, liderada pelo delegado da Polícia Civil, suspeita de fraudes em contratações públicas e direcionamento ilegal de recursos públicos destinados principalmente a reformas e obras em escolas da rede estadual de ensino. Nota da defesa de Dannilo Ribeiro Proto A Defesa do Delegado Dannilo Proto, representada pelos advogados Alan Cabral Jr. e Rogério Leal, informa ter tido acesso à denúncia oferecida pelo Ministério Público. De pronto, observa-se o evidente excesso narrativo fático-acusatório, prática conhecida como overcharging prosecution, infelizmente cada vez mais recorrente. A Defesa, contudo, recebe com serenidade a acusação e aguardará que, durante a instrução, o Ministério Público produza as provas necessárias para além de qualquer dúvida razoável, pois é seu ônus provar o que alega. Por sua vez, quando oportuno, a Defesa demonstrará ao Juízo, autoridade competente para a análise probatória, a ausência de elementos de prova, bem como a inexistência de fundamentos que sustentem as imputações constantes na denúncia. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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Câmara de Campinas suspende vereador Otto Alejandro por 45 dias por infração ética

Publicado em: 04/02/2026 21:25

Otto Alejandro (PL), vereador de Campinas Câmara Municipal de Campinas A Câmara Municipal de Campinas aprovou, na noite desta quarta-feira (4), o projeto de resolução da Corregedoria para suspensão temporária do mandato do vereador Otto Alejandro (PL), por 45 dias, em razão de caracterização de infração ética. A Corregedoria analisou representação formulada por vereadores que envolvia a denúncia de supostos casos de violência doméstica, ameaça, injúria e dano. Na esfera judicial, o parlamentar foi absolvido de todos os casos. O relatório concluiu pela existência de infração ética de elevada gravidade, caracterizada "por condutas públicas consideradas incompatíveis o Código de Ética Parlamentar". Segundo a Corregedoria, a sanção "possui caráter ético-institucional, pedagógico e preventivo, voltado à proteção da credibilidade da Câmara perante à sociedade". O projeto foi aprovado por 31 votos favoráveis e um contrário, do próprio vereador Otto Alejandro, e passa a valer a partir da publicação da resolução. Durante o período de suspensão, o parlamentar não irá receber os vencimentos. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp O g1 procurou a assessoria do vereador para comentar o resultado, e a reportagem será atualizada assim que o parlamentar se manifestar. Antes da votação, Otto defendeu na tribuna a inexistência de processo judicial em curso contra ele, mas destacou que respeitaria a decisão dos vereadores Na mesma sessão, o Plenário da Casa aprovou, por 24 votos favoráveis e 7 contrários, o arquivamento da Comissão Processante (CP) criada para investigar suposta quebra de decoro por Otto Alejandro. Vereador de Campinas é investigado por abuso de autoridade após ameaçar guardas VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

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Em São Paulo, PMs são presos suspeitos de fazer segurança para dono de empresa de ônibus ligada ao PCC

Publicado em: 04/02/2026 20:08

A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo prendeu nesta quarta-feira (4) três PMs suspeitos de fazer segurança para o dono de uma empresa de ônibus ligada ao PCC. Na casa de um dos policiais, havia R$ 1 milhão em dinheiro. O dinheiro estava escondido na casa de um sargento da reserva, em Interlagos, Zona Sul de São Paulo. A apreensão foi o principal flagrante da Operação Kratus, que cumpriu ainda 16 mandados de busca. Além do sargento aposentado, os corregedores prenderam um policial militar da ativa e o capitão da PM Alexandre Paulino Vieira. Os investigadores apuram como os três se tornaram seguranças de Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o “Pandora”, e de Cícero de Oliveira, o “Té”. Pandora era presidente e Té era diretor e acionista da Transwolff, empresa de ônibus que o Ministério Público investiga por suspeita de ligação com o PCC. Os empresários respondem ao processo em liberdade. A Transwolff nega ligação com o narcotráfico. Os corregedores também investigam as conexões do capitão Alexandre Vieira, que trabalha na Assessoria Policial Militar da Câmara Municipal de São Paulo. O órgão cuida da segurança dos vereadores e faz a segurança pessoal do presidente da Casa. Em São Paulo, PMs são presos suspeitos de fazer segurança para dono de empresa de ônibus ligada ao PCC Jornal Nacional/ Reprodução Em nota, a presidência da Câmara Municipal de São Paulo declarou que o capitão Alexandre é integrante do órgão desde outubro de 2014, atuou ininterruptamente nas gestões de cinco presidentes, que o cargo ocupado é de confiança e que, nas atribuições relacionadas à assessoria militar na Câmara, não há nenhum registro que desabone o capitão. A Corregedoria da PM chegou aos três PMs presos nesta quarta-feira (4) depois de analisar informações da Operação Fim da Linha, que o Ministério Público Estadual deflagrou em abril de 2024. Na denúncia oferecida à Justiça, os promotores afirmaram que o PCC usava empresas de ônibus para lavar dinheiro do tráfico. Segundo a investigação, empresas eram abertas em nome de laranjas. Depois, o PCC injetava dinheiro do tráfico de drogas nas empresas para ganhar licitações do transporte público de São Paulo. O lucro voltava para a facção como dinheiro limpo. A prefeitura substituiu as empresas investigadas. A Corregedoria agora analisa os celulares e computadores apreendidos na operação desta quarta-feira (4). LEIA TAMBÉM Corregedoria prende PMs acusados de fazer a segurança para dono da Transwolff ligado ao PCC Prefeitura de SP diz que SPTrans garantirá operação das linhas de ônibus da Transwolff após Sancetur desistir

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Ministério Público propõe ação por nepotismo contra vereador de Curitiba

Publicado em: 04/02/2026 19:27

Vereador de Curitiba Eder Borges é alvo de ação do Ministério Público O Ministério Público do Paraná (MP-PR) propôs uma Ação Civil Pública por improbidade administrativa contra o vereador de Curitiba Eder Borges (PL) e Victória Lauren Maciel de Almeida, chefe do gabinete dele. Segundo o órgão, os dois praticaram nepotismo, agindo contra os princípios da administração pública, principalmente o da impessoalidade e o da moralidade. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Victória tem 23 anos e era estudante de psicologia quando foi nomeada como chefe de gabinete do vereador, em julho de 2022. Ela é filha de Andreia Gois Maciel, apontada pelo Ministério Público como companheira de Eder Borges. A partir de fotos publicadas em redes sociais, declarações de residência indicando o mesmo endereço, testemunhos e declarações feitas pelo próprio vereador em sessões oficiais da Câmara Municipal de Curitiba, o Ministério Público entendeu que há registros da união estável mantida entre Eder Borges e Andreia Gois Maciel, antes da nomeação da jovem. ➡️⚖️ É considerada violação da Constituição Federal nomear cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública. A Ação Civil Pública é proposta depois de o caso ter sido arquivado pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar (CEDP) da Câmara Municipal de Curitiba. O processo foi arquivado por 3 votos favoráveis a representação e 4 contrários, que avaliaram que não existiam provas contra Eder Borges. Na época, o vereador negou que tivesse relacionamento com a mãe da funcionária. Atualmente, Victória Lauren Maciel de Almeida ainda ocupa o cargo comissionado e recebe um salário de R$ 18.599,66, mais benefícios. Ministério Público propõe ação por nepotismo contra vereador Eder Borges Rodrigo Fonseca/CMC LEIA TAMBÉM: 'Ela lutou para viver e agora precisa de muitos cuidados': Advogada que salvou família de incêndio se recupera em casa Entenda: Justiça cassa mandatos de 7 dos 9 vereadores de cidade do Paraná por esquema de compra de votos com 'vale-combustível' Vídeo: Carros são arrastados durante enchente em Curitiba Falta de experiência, contratação de outros familiares e pedido de afastamento Na ação, o Ministério Público argumenta que ainda que o juiz não reconheça a união estável entre Eder Borges e Andreia Gois Maciel a nomeação de Victória permanece comprometida pelo beneficiamento pessoal concedido pelo vereador. O MP aponta a pouca idade e a baixa experiência de Victória para ocupar o cargo de chefe de gabinete de um vereador do Município de Curitiba. "A ausência de qualificação da requerida Victoria, quando de sua nomeação, consistindo apenas no nível médio de escolaridade, bem como a ausência de experiência prévia na área política, apontam também pelo uso indevido de nomeações a cargos públicos pelo Vereador Eder Borges, que privilegiando suas relações puramente pessoais (familiares e/ou amorosas), subjugou os interesses públicos inerentes ao exercício de cargos públicos, em seu benefício pessoal", diz a ação. O Ministério Público destaca ainda que o vereador permitiu que a estrutura do gabinete fosse "uma extensão de sua unidade familiar", pois, além de nomear a suposta enteada, contratou, como estagiária, a namorada do irmão de Victoria e nomeou, como assessor parlamentar, o pai de outro filho de Andréia. Para o Ministério Público, a gravidade dos fatos não permite a celebração de um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC). Entre os pedidos do órgão, está o afastamento imediato de Victória Lauren Maciel de Almeida do cargo comissionado que ocupa na Câmara Municipal de Curitiba. O MP pediu também a condenação dela e do vereador do Eder Borges ao pagamento de R$ 493.605,60 — o equivalente a dois anos de salário recebido por Victória na função de chefe de gabinete. Eder e Victória têm 30 dias para apresentar contestação. Vereador nega que tenha praticado nepotismo Denúncia trazia fotos que indicam o suposto relacionamento Reprodução O vereador Eder Borges informou que ainda não foi intimado e nega que tenha praticado nepotismo. "Tive um relacionamento breve, mas enquanto namoro, não como marido ou mulher, nunca fomos casados, nunca sequer houve a intenção de casar e constituir família. Foto em rede social não é prova de nepotismo, uma vez que namoro não configura nepotismo", se defendeu. Em nota, a Câmara Municipal de Curitiba informou que adotou todos os procedimentos do atual Código de Ética e Decoro Parlamentar contra o vereador Eder Borges. Disse ainda que o processo contra o vereador foi arquivado porque o conselho entendeu que não havia documentos para embasar a denúncia. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

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Relembre a trajetória política do ex-prefeito de Pirapozinho esfaqueado por travestis em SP

Publicado em: 04/02/2026 19:11

Ex-prefeito de Pirapozinho é esfaqueado por travestis e internado em estado grave em SP O ex-prefeito de Pirapozinho (SP), Rubens Delorenzo Barreto, esfaqueado por duas travestis na capital paulista, teve uma trajetória marcada por eleição na década de 1980, cassação de mandato e posterior anulação de ação penal. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp O ataque ocorreu durante um encontro amoroso, na última segunda-feira (2), na Avenida Marquês de São Vicente, na Lapa, Zona Oeste de São Paulo. O ex-político foi socorrido e levado ao Hospital Samaritano Paulista, onde segue internado em estado grave. Em nota ao g1, a unidade informou que não divulgará atualizações detalhadas sobre o quadro clínico do paciente, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e em respeito à privacidade da família. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), duas jovens, de 19 e 24 anos, foram identificadas como suspeitas do crime. Em depoimento à polícia, elas relataram que passaram o dia com a vítima e que a agressão teria ocorrido após uma discussão sobre um valor previamente combinado. Segundo as suspeitas, Rubens teria se recusado a efetuar o pagamento, o que resultou em uma luta corporal e nos golpes de faca. Ex-prefeito de Pirapozinho (SP), Rubens Delorenzo Barreto. Ele administrou o município na década de 1980 Reprodução/Prefeitura Eleição e mandato Ao g1, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) informou dados sobre a trajetória política do ex-prefeito de Pirapozinho, por meio do Centro de Memória Eleitoral. Segundo o TRE-SP, Rubens Delorenzo Barreto e o vice Valdomiro Favaretto (PDS) foram eleitos em 15 de novembro de 1982, com 2.620 votos, o equivalente a 30,41% dos votos válidos à época, quando os votos em branco ainda eram considerados válidos. Pelos critérios atuais de votos válidos, descontados os 630 votos em branco, o percentual é de 32,81%. Rubens não disputou a reeleição porque, naquele período, a recondução ao cargo não era permitida para chefes do Poder Executivo nas esferas municipal, estadual e federal. A reeleição passou a ser autorizada apenas com a Emenda Constitucional nº 16, de 1997, conforme o TRE-SP. Initial plugin text Cassação do mandato Com mandato originalmente previsto para quatro anos, Rubens Delorenzo Barreto teve o período à frente da Prefeitura de Pirapozinho prorrogado em razão do cancelamento do pleito municipal previsto para 1986. Ele permaneceu no cargo até 2 de junho de 1988, quando teve o mandato cassado por decisão do Plenário da Câmara Municipal, após apuração do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) sobre as contas do município. Não há detalhes públicos sobre o teor da decisão plenária. Ainda segundo o TRE-SP, o então prefeito havia sido denunciado pelo Ministério Público em 19 de fevereiro de 1987, pelo promotor de Justiça de Presidente Prudente. A denúncia apontava o uso indevido, em benefício próprio ou de terceiros, de bens, rendas ou serviços públicos, conforme o artigo 1º, inciso II, da Lei de Crimes de Responsabilidade de Prefeitos. À época, o juiz da 1ª Vara Criminal de Presidente Prudente recebeu a denúncia, mas não decretou prisão preventiva nem afastamento do cargo. Pedidos posteriores de prisão e afastamento também foram negados. Em um terceiro pedido, o afastamento foi considerado prejudicado, já que a Câmara Municipal havia cassado o mandato. Anulação da ação penal De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, recursos apresentados pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), incluindo recurso em sentido estrito e correição parcial, foram considerados prejudicados pela 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Em 20 de outubro de 1989, mais de um ano após a cassação do mandato, a ação penal foi julgada improcedente durante sessão da Seção Criminal do TJSP. Com a decisão, o tribunal anulou o processo desde o início e determinou o arquivamento da ação. Segundo o TRE-SP, não há registro de novas candidaturas de Rubens Delorenzo Barreto após o mandato como prefeito de Pirapozinho. Cidade de Pirapozinho, no oeste paulista Divulgação Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Acusado de matar homem com marreta e ocultar corpo em porta-malas é condenado em Ipatinga

Publicado em: 04/02/2026 19:01

Sede do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) em Belo Horizonte. TV globo Um homem foi condenado a 33 anos e quatro meses de reclusão por matar e ocultar o corpo de Gustavo Felipe Silva Faustino no porta-malas de um carro. A sentença foi proferida durante sessão do Tribunal do Júri, realizada nesta terça-feira (3), na Câmara Municipal de Ipatinga. Segundo as informações do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a condenação, que ocorreu por meio da atuação da 7ª Promotoria de Justiça de Ipatinga, estabeleceu que a pena deverá ser cumprida em regime inicialmente fechado. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp Ainda de acordo com o MPMG, no dia 13 de dezembro de 2024, Weverton Lopes dos Santos, que tinha 36 anos, cometeu homicídio qualificado contra Gustavo Felipe, de 28. O g1 não havia conseguido contato com a defesa até a última atualização desta reportagem. De acordo com os autos, os dois homens eram conhecidos e se reuniam para fazer uso de entorpecentes na casa do acusado, em Ipatinga. Em uma dessas ocasiões em que estavam juntos no imóvel, Weverton atingiu Gustavo Felipe com golpes de marreta na cabeça. Em seguida, o réu colocou o corpo da vítima dentro do carro dela e o abandonou no Residencial Bethânia, em Santana do Paraíso. Ele foi preso pela Polícia Militar no dia 14 de dezembro do mesmo ano, quando estava em um carro de aplicativo. De acordo com o MPMG, foram reconhecidas pelos jurados as qualificadoras de motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Além disso, o réu foi condenado a indenizar os familiares da vítima em R$ 20 mil. Para o promotor de Justiça responsável pelo caso, Jonas Monteiro, a condenação “reafirma o compromisso constitucional da instituição com a defesa da vida, a responsabilização penal em crimes graves e a proteção da ordem jurídica, assegurando que a sociedade, por meio de seus representantes legítimos, participe do julgamento de delitos contra a vida”. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Vídeos do Leste e Nordeste de Minas Gerais Veja outras notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.

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