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Por apenas um voto, Câmara de Rio Preto rejeita projeto que revoga Planta Genérica de Valores dos imóveis

Publicado em: 03/03/2026 16:11

Vereadores em sessão da Câmara de São José do Rio Preto (SP) TV TEM / Rodrigo Carraro Por apenas um voto, os vereadores da Câmara de São José do Rio Preto (SP) rejeitaram o projeto que propõe a revogação da Planta Genérica de Valores dos Imóveis (PGV) durante sessão ordinária na tarde desta terça-feira (3). A proposta, que precisava de 12 votos favoráveis, recebeu 9 a favor e 11 contrários, além da abstenção de dois vereadores. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Logo após a votação, moradores que estavam no plenário ficaram exaltados e houve confusão. Plenário da Câmara de São José do Rio Preto (SP) TV TEM / Rodrigo Carraro O projeto foi proposto por parlamentares da base adversária do Prefeito de São José do Rio Preto, Fábio Cândido (PL). Já os vereadores aliados ao chefe do Poder Executivo defenderam a realização de uma auditoria técnica nos valores atribuídos aos cadastros imobiliários da atual PGV. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Neste ano, a cobrança do Imposto Predial, Territorial e Urbano (IPTU) não sofrerá alteração, mantendo o reajuste de até 20%, conforme divulgado anteriormente pelo poder público. Vereadores em sessão da Câmara de São José do Rio Preto (SP) TV TEM / Rodrigo Carraro IPTU A cobrança do IPTU deve ser paga pelos proprietários de imóveis a partir de março. Em decreto publicado no Diário Oficial do Município em 16 de janeiro deste ano, assinado pelo prefeito Fábio Candido (PL), foi estabelecido o desconto de 5% para o pagamento à vista. O reajuste de no máximo 20% em relação à cobrança do IPTU de 2025 foi aprovado pela Câmara Municipal em 25 de setembro de 2025. Initial plugin text Segundo o poder público, a correção aplicada ao IPTU é referente à atualização da Planta Genérica de Valores, considerada a base de cálculo do imposto. O reajuste nos valores do IPTU tem gerado polêmica entre os moradores de Rio Preto. A população alega que o reajuste foi abusivo. IPTU em São José do Rio Preto (SP) Reprodução / TV TEM Veja mais notícias da região em g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

Palavras-chave: câmara municipal

'Espetáculo político', diz João Campos sobre CPI para investigar mudança em resultado de concurso; presidente arquivou pedido de vereadores

Publicado em: 03/03/2026 15:28

'Espetáculo político', diz João Campos sobre CPI para investigar mudança em concurso O prefeito do Recife, João Campos (PSB), classificou com "espetáculo político" o pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), assinado por um terço dos vereadores, para investigar a alteração do resultado de um concurso público no município. A mudança beneficiou o filho de um juiz que arquivou uma operação que investigava suspeitas de corrupção na prefeitura. O pedido de abertura da CPI foi assinado por 13 dos 37 vereadores e, horas depois, foi arquivado pelo presidente da Câmara Municipal, Romerinho Jatobá (PSB). A CPI iria apurar denúncias de tráfico de influência e nepotismo na mudança do resultado do concurso público (entenda mais abaixo). ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp João Campos também já foi alvo de um pedido de impeachment pelo mesmo caso, mas o processo foi votado e rejeitado em Plenário por 25 dos 37 parlamentares. A CPI, por sua vez, foi arquivada por decisão do presidente da casa, que considerou que não havia "fato determinado" a ser investigado. Sobre a CPI, o prefeito do Recife afirmou que a alteração do resultado do concurso, que foi revogada por ele após a repercussão do caso, foi algo "absolutamente superado de forma administrativa". "O que tenta se fazer é um espetáculo político e as medidas técnicas foram tomadas, inclusive a Câmara já se posicionou sobre isso. O presidente, de forma técnica, encaminhou para o arquivamento, para não fazer com que seja um palco de espetáculo político, tendo em vista que é um ano eleitoral e que tem muita gente que deseja aparecer no ano eleitoral", afirmou o gestor. Autor do pedido de abertura da CPI, o vereador Thiago Medina (PL) recorreu do arquivamento. Conforme o Regimento Interno da Câmara, os vereadores que assinaram o requerimento podem recorrer ao Plenário no prazo de cinco reuniões ordinárias, após parecer da Comissão de Legislação e Justiça. Prefeito do Recife, João Campos (PSB) Reprodução/TV Globo Ao arquivar o pedido, Romerinho Jatobá reconheceu que foram cumpridos os requisitos formais de número mínimo de assinaturas e de prazo certo, e que não há outras CPIs em funcionamento na casa — algo que seria impedimento para a abertura da comissão. Entretanto, ele afirmou haver “obstáculo insuperável à instauração da CPI: a ausência de fato determinado”. Para ele, esse requisito não foi atendido porque a nomeação questionada foi revogada por João Campos no dia 30 de dezembro de 2025. O presidente da Câmara também sustentou que não há responsabilidade do prefeito, nem do procurador-geral, a ser apurada. A 13ª assinatura no requerimento foi do vereador Osmar Ricardo (PT). Ele era suplente e estava na casa no lugar de Marco Aurélio Filho (PV), que ocupava o cargo de secretário de Direitos Humanos e Juventude do Recife. Horas após a última assinatura ser obtida, João Campos exonerou Marco Aurélio do cargo para que ele reassumisse como vereador, levando Osmar Ricardo de volta à suplência. Quem assume a secretaria é Diogo Stanley, que era secretário executivo na pasta. O caso Conforme a denúncia que motivou o pedido de CPI, o advogado Marko Venício dos Santos Batista, aprovado nas vagas para pessoas com deficiência (PCD), deixou de ser nomeado e, no lugar dele, foi convocada outra pessoa, Lucas Vieira da Silva, que tinha ficado em 63º lugar nas vagas de ampla concorrência. O candidato beneficiado é filho de uma procuradora do Ministério Público de Contas e do juiz Rildo Vieira da Silva, da Vara dos Crimes Contra a Administração Pública e a Ordem Tributária do Recife. O magistrado arquivou um processo envolvendo a prefeitura por suspeita de corrupção. A reclassificação ocorreu dois anos após a homologação do resultado do certame, após Lucas Vieira apresentar laudo de autismo e pedir para ser inscrito nas vagas PCD. Três procuradoras concursadas opinaram pelo indeferimento do pedido, considerando que a medida violaria normas do edital. Mesmo assim, o procurador-geral do município, Pedro Pontes, que foi nomeado por João Campos, determinou a reclassificação, beneficiando o filho do juiz. Após a repercussão do caso, o prefeito voltou atrás e nomeou o advogado com deficiência que foi inicialmente aprovado. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

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Cida Falabella assume comando da Secretaria de Cultura de BH

Publicado em: 03/03/2026 15:21

Vereadora Cida Falabella (PSOL), da Câmara Municipal de Belo Horizonte Tatiana Francisca/CMBH A vereadora Cida Falabella (PSOL) assumiu o comando da Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte. A nomeação dela foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM) desta terça-feira (3). A troca na chefia da pasta ocorreu após a saída de Eliane Denise Parreiras Oliveira, que pediu a própria exoneração ao prefeito Álvaro Damião (União Brasil). Para ser a nova secretária, Falabella precisou se afastar do mandato na Câmara Municipal. Professora Nara, suplente na chapa da federação PSOL-Rede, tomou posse durante reunião do plenário nesta tarde e passou a ocupar o cargo de parlamentar temporariamente. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Mudanças na Câmara Cida Falabella é atriz, diretora teatral, ativista e professora. Em 2024, ela foi eleita com 9.530 votos para o terceiro mandato como vereadora de Belo Horizonte. Integrante da Gabinetona, a parlamentar defende a cultura, as mulheres, as crianças, o meio ambiente, a mobilidade ativa, a educação, os cuidados e o direito ao transporte público de qualidade. Já Professora Nara é pedagoga e servidora aposentada da rede municipal de ensino de Belo Horizonte, atuando há mais de 30 anos na comunidade da Vila Maria, no bairro Jardim Vitória. Na primeira eleição, ela teve 2.670 votos e, em 2024, foram 5.497, terminando como primeira suplente na chapa da federação PSOL-Rede.

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Vereadora de BH é ameaçada de morte; polícia identifica suspeito

Publicado em: 03/03/2026 15:16

Vereadora, Jhulia Santos, é ameaçada de morte A Polícia Civil de Minas Gerais informou identificou um homem suspeito de ameaçar a vereadora Juhlia Santos (PSOL) por e-mail, em Belo Horizonte. Segundo a parlamentar, a mensagem era “carregada de racismo e transfobia”, trazia detalhes da rotina dela e de familiares. As ameaças foram enviadas para os e-mails institucional e pessoal de Juhlia, além da Presidência e da Ouvidoria da Câmara Municipal. A vereadora disse que seguirá trabalhando. A Casa reforçou a segurança, com escolta e acompanhamento da Guarda Municipal. O presidente da Câmara, Juliano Lopes (Pode), classificou o caso como grave e afirmou que o Legislativo acionou o Ministério Público e a Polícia Civil “para garantir o máximo de segurança possível”. “Nenhum vereador será impedido de exercer o poder que lhe foi dado pelo povo de Belo Horizonte”, declarou. A Polícia Civil informou que abriu um procedimento após as denúncias feitas pela vereadora. Segundo a instituição, “com os trabalhos investigativos avançados, há um suspeito que está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Apuração de Ato Infracional em Belo Horizonte”. Por nota, o Ministério Público Federal afirmou que a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em Minas Gerais já entrou em contato com o gabinete da vereadora para orientar a formalização da representação necessária à abertura de um procedimento sobre o caso.

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Cidade do AC proíbe uso e venda de cerol; multa pode chegar a um salário mínimo por carretel

Publicado em: 03/03/2026 14:31

PM fala sobre os riscos do uso de linha de cerol após morte de mulher em Cruzeiro do Sul O município de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, passou a proibir o uso e a comercialização de linhas cortantes, como cerol e linha chilena. A medida está prevista em lei publicada na edição desta terça-feira (3) do Diário Oficial do Estado (DOE). A norma, promulgada pelo presidente em exercício da Câmara Municipal, João Keleu de Souza Fernandes, após sanção tácita do Executivo, veta a fabricação, armazenamento, transporte, distribuição, venda e utilização de qualquer tipo de linha com material abrasivo ou metálico em todo o território do município. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp De acordo com o texto, a lei tem como objetivo proteger a vida, prevenir acidentes e garantir a segurança no trânsito e em áreas urbanas. O uso de cerol, constituído de uma mistura de cola com vidro moído e de outros materiais cortantes, é considerado infração administrativa, mesmo em caso de simples posse. Em julho do ano passado, a bióloga Jéssica Souza dos Santos, de 33 anos, morreu após ter o pescoço atingido por uma linha com cerol enquanto pilotava a motocicleta na ladeira da Rua do Purus, próximo à Escola Dom Henrique Ruth, em Cruzeiro do Sul. Rememore aqui. Professora é morta após ser atingida por linha com cerol enquanto pilotava moto no Acre LEIA TAMBÉM: Jovem é indiciado por homicídio doloso por morte de bióloga com linha de cerol no AC Morte de bióloga por linha de cerol é investigada pelo MP e a Polícia Civil no interior do Acre Perigo que vem do ar: MP quer ampliar parceria com órgãos para fiscalização mais rigorosa contra uso de cerol Lei que restringe uso de linhas cortantes para soltura de pipas é sancionada no Acre Mais de 3 anos após lei, proibição de venda de cerol e linha chilena em Rio Branco segue sem fiscalização A legislação determina que a soltura de pipas está totalmente proibida na zona urbana enquanto não houver a criação oficial de um espaço específico para a prática, que deverá ser regulamentado por decreto do Poder Executivo. Na zona rural, a atividade será permitida apenas em áreas abertas, distantes de rodovias, redes elétricas e locais de pouso e decolagem, sendo autorizadas exclusivamente linhas simples de algodão ou algodão com poliéster, sem qualquer tipo de material cortante. Também ficam proibidas práticas como empinar pipa em telhados, sacadas, vias públicas movimentadas e em um raio de 100 metros de hospitais, escolas em funcionamento, subestações e linhas de transmissão. A atividade noturna também está vetada. Entre as principais sanções previstas na lei estão: Advertência escrita, em casos leves e na primeira ocorrência; Multa administrativa; Apreensão e destruição do material em até 10 dias; Suspensão de acesso à área autorizada, quando houver, por até 30 dias em caso de reincidência; Cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos que reincidirem na venda de linha cortante; Encaminhamento ao Conselho Tutelar quando envolver menores. A multa para quem portar, fabricar, armazenar, vender ou utilizar linha cortante foi fixada em valor equivalente a um salário mínimo por unidade apreendida (carretel ou rolo). Em caso de reincidência, o valor será aplicado em dobro, além da possibilidade de perda do alvará comercial. A lei também prevê que pais ou responsáveis legais respondem solidariamente por infrações cometidas por menores. Caso haja reincidência envolvendo crianças ou adolescentes, o caso poderá ser encaminhado ao Conselho Tutelar. A linha chilena é um fio altamente cortante, que utiliza uma mistura de materiais como óxido de alumínio, quartzo moído e vidro moído. Reprodução Possibilidade de prisão em flagrante Além das penalidades administrativas, o texto estabelece que o uso de linha cortante que resulte em lesão corporal ou morte poderá configurar crime, com enquadramento nos artigos 121 (homicídio) ou 129 (lesão corporal) do Código Penal. Nessas situações, poderá haver prisão em flagrante, além da abertura de investigação criminal. O material apreendido deverá ser preservado como prova. A lei determina ainda que o Executivo municipal institua, em até 90 dias, o programa permanente 'Vida Sem Cerol', com ações educativas nas escolas, campanhas de conscientização e divulgação de dados sobre acidentes relacionados ao uso desse tipo de linha. Até que seja regulamentado o espaço oficial para a prática de empinar pipas, permanece em vigor a proibição integral na zona urbana de Cruzeiro do Sul. Carreteis de linha chilena Reprodução VÍDEOS: g1

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Vereadores de Campo Grande aprovam isenção de R$ 12 milhões em impostos ao Consórcio Guaicurus

Publicado em: 03/03/2026 14:05

Projeto que isenta ISSQN do Consórcio Guaicurus teve 20 votos favoráveis. Caio Tumelero/TV Morena A Câmara Municipal de Campo Grande aprovou nesta terça-feira, por 20 votos a favor e 8 contrários, o projeto que autoriza a prefeitura a deixar de cobrar cerca de R$ 12 milhões em impostos do Consórcio Guaicurus, responsável pelo transporte coletivo da capital. O projeto segue para sanção. O benefício fiscal é concedido ao consórcio desde 2012, com autorização dos vereadores, com a justificativa de manter o valor da passagem mais baixo para os usuários. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O projeto prevê a isenção do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) em 2026. Segundo a prefeitura, a medida é necessária para evitar aumento na tarifa de ônibus em Campo Grande. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Em dezembro do ano passado, os vereadores derrubaram a continuidade da isenção para 2026. A decisão ocorreu durante uma das maiores greves do transporte público da cidade, causada pelo atraso no pagamento de salários e gratificações. Durante quatro dias, os ônibus ficaram nas garagens e os terminais vazios. A suspensão do benefício, no entanto, durou pouco. Subsídio ao Consórcio Guaicurus Os vereadores também votaram na sessão desta terça-feira o projeto de Lei 1.029/2026, enviado pela Prefeitura de Campo Grande e que prevê o subsídio de R$ 28 milhões ao Consórcio Guaicurus. O projeto foi aprovado por 25 votos favoráveis e 3 contrários. O repasse deve ser de R$2,5 milhões ao mês em 2026. Conforme o projeto, o montante será destinado para custear beneaícios do transporte coletivo como gratuidade do Passe do Estudante e de idosos. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

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Em poucas horas, presidente da Câmara arquiva pedido de CPI para investigar João Campos por mudança em resultado de concurso

Publicado em: 03/03/2026 12:28

Prefeito João Campos em imagem de arquivo Reprodução/TV Globo O presidente da Câmara Municipal do Recife, Romerinho Jatobá (PSB), decidiu arquivar um pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o prefeito João Campos (PSB) por suposto tráfico de influência e nepotismo após a alteração do resultado de um concurso público para procurador do município. A decisão foi tomada horas após a oposição conseguir, na segunda-feira (2), as 13 assinaturas necessárias para a instauração da CPI, requerida pelo vereador Thiago Medina (PL). O arquivamento foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (3). Os parlamentares ainda podem recorrer da decisão em Plenário. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp A 13ª assinatura no requerimento foi do vereador Osmar Ricardo (PT). Ele era suplente e estava na casa no lugar de Marco Aurélio Filho (PV), que ocupava o cargo de secretário de Direitos Humanos e Juventude do Recife. Horas após a última assinatura ser obtida, João Campos exonerou Marco Aurélio do cargo para que ele reassumisse como vereador, levando Osmar Ricardo de volta à suplência. Quem assume a secretaria é Diogo Stanley, que era secretário executivo na pasta. A CPI Vereadores do Recife rejeitam abertura de processo de impeachment contra João Campos Conforme a denúncia que motivou o pedido de CPI, o advogado Marko Venício dos Santos Batista, aprovado nas vagas para pessoas com deficiência (PCD), deixou de ser nomeado e, no lugar dele, foi convocada outra pessoa, Lucas Vieira da Silva, que tinha ficado em 63º lugar nas vagas de ampla concorrência. O candidato beneficiado é filho de uma procuradora do Ministério Público de Contas e do juiz Rildo Vieira da Silva, da Vara dos Crimes Contra a Administração Pública e a Ordem Tributária do Recife. O magistrado arquivou um processo envolvendo a prefeitura por suspeita de corrupção (saiba mais abaixo). A reclassificação ocorreu dois anos após a homologação do resultado do certame, após Lucas Vieira apresentar laudo de autismo e pedir para ser inscrito nas vagas PCD. Três procuradoras concursadas opinaram pelo indeferimento do pedido, considerando que a medida violaria normas do edital. Mesmo assim, o procurador-geral do município, Pedro Pontes, que foi nomeado por João Campos, determinou a reclassificação, beneficiando o filho do juiz. Após a repercussão do caso, o prefeito voltou atrás e nomeou o advogado com deficiência que foi inicialmente aprovado. Na Câmara Municipal, a CPI teria prazo de até 120 dias, prorrogável por mais 60, para apurar o caso. Entre os pontos listados no requerimento estavam a investigação da legalidade do procedimento, a responsabilidade do prefeito e do procurador-geral do município. Também seriam apurados “indícios de tráfico de influência e nepotismo transverso”, diante de vínculos familiares do candidato com integrantes do Ministério Público de Contas e do Judiciário. Na decisão, o presidente da Câmara reconheceu que foram cumpridos os requisitos formais de número mínimo de assinaturas e de prazo certo, e que não há outras CPIs em funcionamento na casa — algo que seria impedimento para a abertura da comissão. Apesar disso, Romerinho Jatobá afirmou haver “obstáculo insuperável à instauração da CPI: a ausência de fato determinado”. Segundo o presidente, o Regimento Interno exige que o pedido esteja baseado em “acontecimento de relevante interesse para a vida pública e para a ordem constitucional, legal, econômica e social do município”. Para ele, esse requisito não foi atendido porque a nomeação questionada foi revogada por João Campos no dia 30 de dezembro de 2025. O presidente da Câmara também sustentou que não há responsabilidade do prefeito, nem do procurador-geral, a ser apurada. Segundo ele, o chefe do Executivo praticou “mero ato vinculado” ao efetuar a nomeação, após reclassificação promovida pelo procurador-geral, que teria agido “dentro de seu espectro de funções” e com base em “razões estritamente de direito”. Sobre as suspeitas de tráfico de influência e nepotismo, o presidente apresentou uma cronologia para afastar a hipótese de interferência. De acordo com a decisão, o pedido de reclassificação de Lucas Vieira foi formalizado em 13 de maio de 2025 e deferido em 17 de setembro, antes da abertura de vaga na Vara de Crimes contra a Administração Pública da Capital, ocupada em outubro pelo pai dele, juiz Rildo Vieira da Silva. “Portanto, […] não há que se falar em qualquer indício de ‘tráfico de influência’, ‘nepotismo transverso’ ou ‘interferência política’”, afirmou Romerinho Jatobá. O presidente decidiu pelo arquivamento do pedido de instauração de CPI, “em razão do não preenchimento do requisito fato determinado”. O Regimento Interno da Câmara prevê que os subscritores do requerimento podem recorrer ao plenário no prazo de cinco reuniões ordinárias, ouvida a Comissão de Legislação e Justiça. O requerimento foi assinado pelos seguintes vereadores: Thiago Medina (PL) Gilson Machado Filho (PL) Felipe Alecrim (Novo) Alef Collins (PP) Eduardo Moura (Novo) Alcides Teixeira Neto (Avante) Fred Ferreira (PL) Paulo Muniz (PL) Agora é Rubem (PSB) Flávia de Nadegi (PV) Osmar Ricardo (PT) Jô Cavalcanti (PSOL) Davi Muniz (PSD) VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

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IPTU 2026 em Teresina: prefeitura suspende cobrança do imposto

Publicado em: 03/03/2026 12:08

O pagamento do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) 2026 foi suspenso em Teresina, anunciou nesta terça-feira (3) o prefeito Silvio Mendes (União Brasil). A suspensão vale para 120 mil imóveis isentos do imposto, 41 mil que tiveram redução e 204 mil que sofreram aumento. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp "Quem pagou, vai ser devolvido. Já pedi providências para que quem pagou a mais receba o valor correspondente", disse o prefeito. A medida foi tomada após críticas de contribuintes sobre aumentos considerados altos no imposto. Silvio disse que não vê os valores como "exagerados". Veja os vídeos que estão em alta no g1 "São valores baseados na Planta Genérica de Valores, está na lei. Mas a gente tem que ter humildade de voltar atrás", afirmou o prefeito. Silvio informou que enviará até quarta-feira (4) um decreto de urgência à Câmara Municipal para recalcular a base de cálculo do IPTU. Palácio da Cidade de Teresina, sede da Prefeitura Municipal de Teresina (PMT), localizado na Praça da Bandeira, 860, no Centro da capital Lucas Marreiros/g1 VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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MP abre inquérito para apurar esquema que levou a demissões na Secretaria de Turismo e na SPTuris; promotor pede que polícia investigue

Publicado em: 03/03/2026 08:28

Controladoria da capital investiga contratos de quase R$ 240 milhões da SPTuris O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) abriu uma investigação para apurar as denúncias de favorecimento e sociedade oculta envolvendo membros demitidos na semana passada da Secretaria Municipal de Turismo (SMT) da Prefeitura de São Paulo e na SPTuris. Segundo a Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social, os indícios denunciados pelo portal "Metrópoles" e confirmados pelo g1 de que o agora ex-secretário-adjunto de Turismo, Rodolfo Marinho, usou o cargo para favorecer a agência MM Quarter e a Associação de Bem-Estar, Esporte e Cultura (ASA) são robustos e, portanto, deverão ser alvo de apuração aprofundada dos promotores paulistas. O g1 procurou a gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) e a MM Quarter para comentarem o inquérito aberto na promotoria, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem. No documento, o promotor José Carlos Blat pediu para que a Divisão de Investigações de Crimes Contra a Administração Pública (DISCCA), da Polícia Civil, também investigue os empresários Nathalia Carolina de Souza Silva, sócia da empresa MM Quarter no papel, e seus supostos sócios ocultos, Rodolfo Marinho e Vitor Correa de Moraes. Conforme a apuração do g1, Natália aparece nos documentos oficiais como dona única da empresa, que tem mais de R$ 239 milhões em contratos só com a SPTuris, mas a própria Controladoria Geral do Município (CGM) encontrou duas procurações em que ela dá plenos poderes de administração da empresa para Rodolfo Marinho e Vitor Moraes gerirem a empresa. Rodolfo Marinho da Silva, ex-secretário-adjunto do Turismo, e Gustavo Pires, agora ex-diretor presidente da SPTuris. Reprodução As procurações encontradas pela CGM indicam, segundo o próprio controlador da cidade - Daniel Falcão - uma sociedade oculta entre Natália e os demais investigados. A descoberta do esquema dentro da Secretaria de Turismo levou o prefeito Ricardo Nunes (MDB) a exonerar, na semana passada, Rodolfo Marinho e o presidente da SPTuris – Gustavo Pires, que pediu para deixar o cargo. “Considerando a notícia de eventual superfaturamento e inexecução de contratos celebrados com a MM Quarter, para fornecimento de guias de turismo bilíngues e copos de 200 ml de água a eventos organizados pela prefeitura e entidades a ela vinculadas, (...) há necessidade de melhor investigação dos possíveis ilícitos noticiados, objetivando a apuração de eventuais responsabilidades funcionais e a reparação de eventual prejuízo causado ao erário”, escreveu o promotor José Carlos Blat. A investigação aberta pelo MP-SP atende um pedido protocolado no órgão pelos vereadores Nabil Bonduki (PT) e Luana Alves (PSOL), e das deputadas Sâmia Bomfim e Mônica Seixas - também do PSOL. Além da MM Quarter, o MP-SP incluiu a ONG Associação de Bem-Estar, Esporte e Cultura (ASA) entre os investigados. A empresa tem como presidente Marcelo Camargo Martins, que também presta serviços para a MM Quarter. Segundo o g1 apurou, o telefone de Natália não aparece em nenhum dos contratos firmados entre a SPTuris e a MM Quarter. Mas o de Marcelo é atrelado como líder da empresa em vários acordos milionários da empresa investigada com a estatal de Turismo. Demissões na Prefeitura de SP Nunes anuncia demissão de secretário-adjunto e presidente da SPTuris após denúncias Na noite desta quarta-feira (25), o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), demitiu o secretário-adjunto de Turismo, Rodolfo Marinho. Nunes anunciou ainda que o subprefeito da Sé, Coronel Salles, assumirá a presidência da SPTuris, no lugar de Gustavo Pires. As demissões ocorreram após investigação para apurar denúncia de contratos milionários com empresa de ex-sócia de Marinho. A denúncia foi publicada, inicialmente, pelo portal Metrópoles e diz que a empresa MM Quarter Produções e Eventos está no nome de Nathalia Carolina da Silva Souza, que além de ex-sócia, também trabalhou com Marinho em um gabinete de deputado. A Controladoria Geral do Município (CGM) abriu a investigação a partir do próprio prefeito Ricardo Nunes (MDB). Segundo o apurado pelo g1, desde 2022, a agência Quarter assinou ao menos 24 contratos só com a SPTuris para prestação de serviços de eventos. Eles somam mais de R$ 239 milhões em quatro anos. A MM Quarter diz que "as insinuações divulgadas não correspondem à realidade dos fatos". (leia mais abaixo) Um dos contratos ativos é para a contratação de guias de turismo bilíngues para o atendimento de turistas durante o carnaval de rua da capital paulista. O contrato é de R$ 9,4 milhões. Nathalia foi sócia minoritária do secretário Rodolfo Marinho da Silva em uma empresa de comunicação, a Legiscom Publicidade e Consultoria LTDA, que prestou serviços eleitorais ao vereador Gilberto Nascimento JR (PL) e o pai dele, o deputado federal Gilberto Nascimento, nas campanhas de 2020 e 2022. Ela tinha 1% da empresa. Nathália e Rodolfo Marinho também trabalharam juntos no gabinete do deputado estadual Rodrigo Moraes (PL) em 2017, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). A MM Quarter só começou a ganhar contratos vultosos com a SPTuris depois que Rodolfo Marinho foi indicado pelo prefeito como secretário municipal de Turismo. 📌 Nesta reportagem, você vai ler: A Controladoria Geral do Município (CGM) abriu investigação administrativa após denúncia envolvendo contratos da SPTuris. A apuração envolve uma empresa fornecedora que firmou ao menos R$ 239 milhões em contratos com a Prefeitura de São Paulo desde 2022. A empresa MM Quarter Produções e Eventos está registrada em nome de Nathalia Carolina da Silva Souza, ex-sócia do atual secretário-adjunto de Turismo, Rodolfo Marinho. Nathalia e Marinho já foram sócios em outra empresa de comunicação e também trabalharam juntos em gabinete parlamentar. A empresa passou a obter contratos de maior valor com a SPTuris após a nomeação de Marinho para a Secretaria Municipal de Turismo. Registros mostram que Nathalia assumiu como única dona da empresa 13 dias antes da nomeação oficial de Marinho como secretário. Antes da mudança societária, a empresa atuava com serviços de manutenção e limpeza e depois passou a organizar eventos. Documentos indicam que Nathalia declarava residência em um imóvel na Vila Sabrina, na periferia da Zona Norte, e posteriormente informou morar em endereço comercial na Avenida Roque Petroni Júnior, na Zona Sul. O telefone cadastrado da empresa em contratos públicos pertence ao presidente de uma ONG que também possui contratos milionários com a gestão municipal. Parlamentares da oposição acionaram o Ministério Público e pediram investigação sobre possível favorecimento e uso de empresa “laranja”. A Prefeitura afirma que determinou apuração completa sobre eventuais irregularidades. Guias de Turismo contratados para o carnaval de rua de SP em contrato entre a SPTuris e a MM Quarter, que agora está sob investigação da Controladoria do Município. Divulgação/PMSP Segundo o Diário Oficial e os registros da Jucesp, Marinho foi formalmente nomeado secretário por Nunes em 20 de abril de 2022. Treze dias antes, no dia 13 de abril de 2022, sua então ex-sócia foi registrada na Jucesp como dona única da MM Quarter. Durante a campanha de reeleição de Nunes, Marinho deixou a titularidade da pasta, tornando-se secretário-adjunto. Quem assumiu o posto principal do Turismo, em junho de 2024, foi o atual secretário Rui Alves de Souza Júnior, pastor evangélico e deputado estadual pelo Republicanos. Segundo documentos da Junta Comercial de SP (Jucesp), aos quais o g1 teve acesso, a MM Quarter antes era uma empresa de prestação de serviços de manutenção e limpeza, até que, em 13 de abril de 2022, Nathalia Carolina assumiu como única sócia e mudou a atividade social da empresa para uma microempresa de organização de feiras e eventos, exposições e festas, entre outras qualificantes econômicas. Rodolfo Marinho é o atual secretário-adjunto da Secretaria Municipal de Turismo, após ter sido titular da pasta até junho de 2024. Divulgação/PMSP Um ano depois, em 20 de maio de 2023, a empresa passou de micro para empresa de pequeno porte (EPP), segundo a Jucesp. Apesar da mudança na razão social da empresa, o endereço — um terreno com pequenas casas na Vila Sabrina, na periferia da Zona Norte, onde Nathalia Carolina afirmou morar — permaneceu o mesmo, mesmo ela sendo a única proprietária de uma cota de R$ 1,2 milhão da empresa de eventos. Ela só saiu da sociedade com o secretário-adjunto na Legiscom Publicidade em 09 de maio de 2022, após já ter assumido sozinha a MM Quarter. Registros da Junta Comercial de SP (Jucesp) mostram a sociedade entre Nathália Souza e o secretário adjunto Rodolfo Marinho da Silva. Reprodução/Jucesp A Junta Comercial atualizou o endereço dela no registro da empresa apenas nesta segunda-feira (23), depois que a reportagem do Metrópoles apontou as coincidências estranhas dessa relação comercial entre Natália e Rodolfo Marinho. Agora, a empresária afirma que é dona majoritária de uma cota de R$ 3,5 milhões da agência e que mora num prédio comercial da Avenida Roque Petroni Júnior, no Jardim das Acácias, Zona Sul, mesmo endereço da nova sede da empresa (veja destaque no documento). Na portaria, a reportagem foi informada que o prédio da Roque Petroni que agora aparece na Jucesp é apenas de salas comerciais, sem unidades habitacionais. Segundo a MM Carter, "a evolução patrimonial [da Natália] é compatível com a atuação da empresa no mercado." Salas em prédio comercial da MM Quarter, onde sócia diz que mora Rodrigo Rodrigues/g1 Prédio comercial onde Nathalia diz morar Rodrigo Rodrigues/g1 O telefone registrado como contato da MM Quarter Produções e Eventos nos contratos entre a empresa da Nathália e a SPTuris pertence a Marcelo Camargo Moraes, que é presidente da ONG Associação de Bem Estar, Esporte e Cultura (ASA)– que tem outros contratos com a gestão Nunes desde 2022 que somam mais de R$ 212 milhões, em várias áreas. Ao anunciar a demissão de Rodolfo Marinho, o prefeito Ricardo Nunes disse nas redes sociais que a Controladoria do Município encontrou uma procuração da empresária Natália Souza dando amplos poderes para que Marinho administre a MM Quarter. Fontes da prefeitura dizem que o documento assinado por Natália autorizava o agora ex-secretário-adjunto a movimentar contas bancárias, assinar documentos pela empresa, etc. O Bom Dia SP, da TV Globo, teve acesso ao documento e mostra que a procuração vigorou de agosto de 2023 até agosto de 2025, enquanto vários contratos da MM Quarter com a SPTuris estavam em vigor (veja abaixo). No texto, Rodolfo Marinho recebeu até o direito de demitir e admitir empregados da MM Quarter. A procuração da empresária Natália ao agora ex-secretário-adjunto do Turismo, Rodolfo Marinho da Silva. Reprodução O que diz a MM Quarter "A MM Quarter vem a público esclarecer, de forma objetiva e responsável, os questionamentos apresentados, reiterando que as insinuações divulgadas não correspondem à realidade dos fatos. 1.Rodolfo Marinho é sócio oculto da MM Quarter? Não procede. O quadro societário da MM Quarter encontra-se regularmente registrado na Junta Comercial. A empresa não possui sócios ocultos nem qualquer estrutura paralela de controle societário. 2. Por que o nome de Marcelo Camargo Moraes não consta no quadro societário? O Sr. Marcelo mantém vínculo contratual com a MM Quarter na modalidade de prestação de serviços por Pessoa Jurídica, com emissão regular de nota fiscal pelos serviços prestados. 3. Qual o papel do Sr. Marcelo Camargo Moraes na empresa? Marcelo exerce a função de líder de operação e gestão da empresa, atribuições previstas em seu contrato. O instrumento contratual está disponível para consulta pelas autoridades competentes. 4. Sobre a alegação de que a sócia majoritária seria “laranja” (o g1 não fez essa pergunta). A afirmação é inverídica. A sócia está sempre presente e exerce funções efetivas de direção, gestão, tomada de decisões estratégicas, condução operacional e acompanhamento da execução dos contratos assinados pela empresa. Sua evolução patrimonial é compatível com a atuação da empresa no mercado. Seus bens constam na declaração de Imposto de Renda e estão formalmente registrados e declarados às autoridades competentes. 5. Sobre a alegação relativa à residência da sócia A sócia não reside no imóvel divulgado. A fotografia mencionada data do ano de 2011 e refere-se a imóvel no qual a sócia residiu há pelo menos 12 anos. A utilização de registro desatualizado induz a interpretação equivocada dos fatos. 6. Há parentes do Sr. Marcelo Camargo Moraes na empresa? A MM Quarter possui estrutura formal de contratação e processos administrativos regulares. Eventuais vínculos pessoais não configuram irregularidade, desde que inexistente conflito de interesses ou violação legal, o que não ocorre. Todas as contratações observam a legislação trabalhista e as normas internas da empresa. 7.A Sra. Nathalia Carolina da Silva Souza gostaria de se manifestar sobre a investigação e sobre o suposto apontamento de que seria “laranja” da empresa? A Sra. Nathalia prefere não se manifestar sobre o tema. A empresa reafirma seu compromisso com a legalidade e a transparência, confiando que os fatos serão devidamente apurados. 8- Segundo o apurado pelo g1, desde 2022, a agência Quarter assinou 19 contratos só com a SPTuris para prestação de serviços de eventos. Eles somam mais de R$ 229 milhões em quatro anos. Um dos contratos ativos atualmente - em 2026 - é para a contratação de guias de turismo bilíngues para o atendimento de turistas durante o carnaval de rua da capital paulista. O contrato é de R$ 9,4 milhões. O contrato mencionado possui valor global estimado de R$ 9,4 milhões, conforme previsto no instrumento contratual. Contudo, é importante esclarecer que se trata de contrato por demanda, cujo valor representa teto máximo estimado e não necessariamente o montante integral executado. Especificamente em relação ao Carnaval de Rua, o valor efetivamente utilizado para a operação foi de R$ 2.987.443,57, correspondente aos serviços efetivamente demandados e prestados no período." Registro da Alesp mostra que Natália e Rodolfo Marinho foram colegas de gabinete na Alesp em 2017. Reprodução/Alesp O que dizem os demais envolvidos A reportagem também procurou o secretário adjunto Rodolfo Marinho questionando se houve favorecimento da ex-sócia durante a gestão dele, mas não obteve retorno. Em nota, o vereador Gilberto Nascimento e o deputado Gilberto Nascimento afirmaram que "não têm qualquer relação e desconhecem os negócios da empresa mencionada pela reportagem. A relação com o sr. Rodolfo Marinho, secretário adjunto do Turismo, é profissional." Por meio de nota, a gestão municipal disse que o prefeito Ricardo Nunes determinou “toda e qualquer apuração, inclusive sobre eventuais irregularidades cometidas por agentes públicos” envolvidos no suposto esquema. “O prefeito Ricardo Nunes solicitou na manhã de sexta-feira a abertura de um processo investigatório na Controladoria Geral do Município (CGM) para apurar eventuais irregularidades em relação às empresas citadas na reportagem. O prefeito determinou à CGM toda e qualquer apuração, inclusive sobre eventuais irregularidades cometidas por agentes públicos também citados pelo portal”, declarou. A reportagem questionou se o sr Marcelo Camargo Moraes, presidente da ONG ASA - Associação de Bem Estar, Esporte e Cultura - também será investigado, mas também não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. Oposição pede investigação Diante das denúncias e da própria investigação da CGM, vários parlamentares da oposição ingressaram com o pedido de investigação no Ministério Público de São Paulo contra a SPTuris, a MM Quarter e o secretário Rodolfo Marinho. Uma delas foi do vereador Nabil Bonduki (PT), que também protocolou um pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal de SP para apurar todos os eventos da SPTuris que tem a MM Quarter foi contratada com intermediária, contratante e contratada. “Acabo de protocolar a criação de uma CPI para investigar os contratos da prefeitura na realização de eventos na cidade. O Carnaval acaba, mas as empresas e ONGs com contratos suspeitíssimos com a prefeitura continuam”, escreveu o petista nas redes sociais. Os vereadores Nabil Bonduki (PT) e Luana Alves (PSOL) solicitaram ao Ministério Público que investigue os contratos da MM Quarter com a SPTuris. Montagem/g1/Reprodução/Rede Câmara “Isso é surreal! A empresa [MM Quarter] manda nota de qualquer coisa e a prefeitura paga. A mesma empresa presta quase todo tipo de serviço [na SPTuris]. De copo de água, guias, produtores, fotos... Tudo. É preciso investigar fundo tudo isso”, argumentou. A vereadora Luana Alves e as deputadas Sâmia Bomfim e Mônica Seixas - todas do PSOL - também acionaram o Ministério Público para investigar R$ 229 milhões em contratos da Prefeitura de SP com a Quarter, sob suspeita de uso de “empresa laranja”. “Estamos falando de milhões em contratos públicos sob suspeita. Se há uso de empresa laranja, possível favorecimento e falhas graves de fiscalização, isso não é detalhe burocrático, é um indício de desvio da finalidade da máquina pública”, afirmou Luana Alves (PSOL). “O Carnaval de São Paulo não pode ser transformado em mecanismo de transferência de recursos para grupos privados às custas da transparência e do interesse coletivo”, declarou. Todos os contratos firmados entre a SPTuris e a MM Quarter desde 2022. Reprodução/SPTuris Veja os vídeos que estão em alta no g1

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Partidos têm prazo de 3 a 8 de março para definir candidatos em Oiapoque, no Amapá

Publicado em: 03/03/2026 06:01

Eleitores de Oiapoque vão às urnas para escolher novo prefeito em 12 de abril A Justiça Eleitoral definiu o período de 3 a 8 de março para a realização das convenções partidárias que vão indicar candidatas e candidatos aos cargos de prefeito e vice-prefeito nas novas eleições do município de Oiapoque, no norte do Amapá. De acordo com o calendário eleitoral, a partir de 26 de fevereiro está permitida a propaganda intrapartidária, destinada exclusivamente à divulgação interna das candidaturas que serão apreciadas nas convenções. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Essa propaganda pode ser feita por meio de faixas e cartazes próximos ao local da reunião, mas há restrições: é proibido o uso de rádio, televisão e outdoors, e todo o material deve ser retirado imediatamente após o evento. As regras estão previstas na Lei nº 9.504/1997 e na Resolução TSE nº 23.610/2019, que buscam garantir transparência e equilíbrio no processo de escolha interna dos partidos. LEIA MAIS: Eleições para prefeito em Oiapoque são marcadas para abril de 2026 Presidente da Câmara assume prefeitura de Oiapoque após cassação de prefeito e vice no AP Ex-prefeito de Oiapoque, Breno Almeida, teve o mandato cassado. Reprodução A eleição suplementar em Oiapoque está marcada para o dia 12 de abril. O processo ocorrerá após o ex-prefeito do município, Breno Almeida (PP), e o vice, Arthur Lima (Solidariedade), terem os mandatos cassados por suspeita de compra de votos nas eleições municipais de 2024. Em dezembro de 2025, o presidente da Câmara Municipal de Oiapoque, vereador Pedro Guido (PP) passou a administrar interinamente a prefeitura do município. Presidente da Câmara Municipal de Oiapoque, vereador Pedro Guido, assumiu a prefeitura interinamente. Divulgação Tribunal Regional Eleitoral do Amapá TRE-AP/divulgação Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

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Câmara define comissão processante para apurar suspeita de 'rachadinha' contra o vereador Lincoln Fernandes

Publicado em: 02/03/2026 21:39

O vereador Lincoln Fernandes (PL), na Câmara de Ribeirão Preto (SP). Divulgação/Câmara de Ribeirão Preto (SP) A Câmara de Ribeirão Preto (SP) instalou nesta segunda-feira (2) uma comissão processante contra o vereador Lincoln Fernandes (PL) pela suspeita de praticar "rachadinha" e definiu por sorteio os integrantes do grupo que vão apurar as denúncias. A instalação ocorreu depois que representantes do Conselho de Ética devolveram o caso à presidência da Casa por considerarem que a CP é o melhor rito a ser conduzido para tratar do tema. Com a mudança, ao término dos trabalhos, que devem ocorrer em até 90 dias, a comissão deve definir pela absolvição ou pela cassação do parlamentar, sem a possibilidade de afastamento como uma das sanções, como previsto no Conselho de Ética. Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp O grupo que vai apurar as denúncias será presidido por Jean Coraucci (PSD) e terá Judeti Zilli (PT) como relatora e Sargento Lopes (PL) como membro. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O processo de cassação A abertura do processo de cassação foi aprovada na última quarta-feira (25) por 20 vereadores. Ficaram sem votar o próprio Lincoln Fernandes, alvo da denúncia, e o presidente da Câmara, Isaac Antunes (PL), que, conforme o regimento interno, só votaria em caso de desempate. Lincoln, que atualmente ocupa o cargo de segundo secretário na Mesa Diretora, será investigado pelo legislativo por suspeita de recolher parte dos salários dos assessores como condição para mantê-los nos cargos, prática popularmente conhecida como "rachadinha." A defesa dele citou "inconformismo e repúdio" diante da abertura do processo de cassação, alegando que o processo baseia-se "estritamente em informações inverídicas e flagrantemente falsas", e disse que buscará a apuração e responsabilização de quem "utiliza o aparato público para fins espúrios e caluniosos". Câmara Municipal em Ribeirão Preto, SP Foto: Reprodução/EPTV Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

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Marquito segue internado na UTI em estado grave após cirurgia na coluna, diz hospital

Publicado em: 02/03/2026 19:38

O humorista Marco Antonio Ricciardelli, conhecido como Marquito, do Programa do Ratinho, no SBT. Reprodução/Redes Sociais O humorista Marco Antonio Ricciardelli, conhecido como Marquito, segue internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Nipo-Brasileiro, na Zona Norte da capital paulista. De acordo com o boletim médico divulgado nesta segunda-feira (2), o paciente permanece em acompanhamento contínuo por uma equipe multiprofissional. Marquito sofreu um mal súbito enquanto pilotava uma motocicleta, na última quarta-feira (25), e perdeu o controle do veículo. Em razão do acidente e de uma lesão na coluna, ele chegou a ficar em coma induzido. Na sexta-feira (27), passou por uma cirurgia delicada, com duração de cerca de quatro horas. Segundo a nota do hospital desta segunda, Marquito mantém evolução clínica estável, sem mudanças relevantes no suporte atual, mas o estado geral de saúde ainda é considerado grave, com necessidade de cuidados intensivos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 "O Hospital Nipo-Brasileiro informa que o paciente Marco Antonio Gil Ricciardeli, o Marquito, permanece nesta segunda-feira (2) internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em acompanhamento contínuo por equipe multiprofissional. Mantém evolução clínica estável, sem mudanças relevantes no suporte atual. O estado geral de saúde ainda é considerado grave, com necessidade de cuidados intensivos", diz o comunicado. No domingo, o hospital informou que o humorista foi extubado e respira espontaneamente, sem ajuda de aparelhos. A nota foi divulgada pela equipe da assessoria do SBT. Ainda de acordo com a emissora, a pedido da família, os boletins médicos passaram a ser divulgados exclusivamente pela assessoria de imprensa do SBT, uma vez ao dia, sempre no período da tarde. Quem é Marquito? O humorista Marco Antonio Ricciardelli, conhecido como Marquito, do Programa do Ratinho, no SBT. Reprodução/Redes Sociais Marquito trabalha no Programa do Ratinho, exibido pelo SBT, há mais de 20 anos. Ele participa regularmente do elenco e faz parte da atração há várias décadas. O humorista se tornou conhecido do público justamente pelas suas participações duradouras nesse programa humorístico e permanece no SBT desde os anos 1990. Filiado ao partido Republicanos, ele participou de duas campanhas eleitorais em São Paulo, onde tentou ser vereador na capital paulista. Ele não chegou a ser eleito diretamente porque teve muitos poucos votos (22.198 na eleição de 2012 e 4.801 no pleito de 2024), mas ficou como suplente de vereador em 2012 e, no ano seguinte, chegou a assumir uma cadeira na Câmara Municipal de SP. Ele era o primeiro suplente do vereador Celso Jatene (PTB) e, com a nomeação de Jatene para assumir a Secretaria de Esportes na gestão do então prefeito Fernando Haddad (PT), Marquito acabou assumindo o mandato de vereador a partir de janeiro de 2013. O vereador Marco Antonio Ricciardelli (PTB), mais conhecido como Marquito, durante sessão na Câmara Municipal de São Paulo em outubro de 2013 J. F. Diorio/Estadão Conteúdo/Arquivo Ou seja, embora não tenha sido eleito diretamente nas urnas, Marquito exerceu o cargo de vereador na Câmara Municipal de São Paulo como suplente entre janeiro de 2013 até o fim do mandato, em 2016, quando deixou o cargo ao fim da legislatura. Na época, o humorista foi investigado pelo Ministério Público de São Paulo, que abriu inquérito para investigar denúncias de ex-funcionários do gabinete dele, que afirmam ter sido obrigados a devolver parte de seus salários para o parlamentar, a chamada rachadinha.

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Oposição a João Campos protocola CPI para investigar alteração em resultado de concurso público

Publicado em: 02/03/2026 19:08

Prefeito do Recife, João Campos (PSB), em imagem de arquivo PSB/Divulgação Um grupo de vereadores protocolou, nesta segunda-feira (2), a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o prefeito do Recife, João Campos (PSB), por suposto tráfico de influência e nepotismo após a alteração do resultado de um concurso público para procurador do município. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Segundo a denúncia, um advogado aprovado nas vagas para pessoas com deficiência (PCD) deixou de ser nomeado e, no lugar dele, foi convocada outra pessoa, filho de uma procuradora do Ministério Público de Contas (MPCO) e de um juiz que arquivou um processo envolvendo a prefeitura por suspeita de corrupção (saiba mais abaixo). Procurada, a prefeitura do Recife informou que "todas as informações já foram amplamente apresentadas, cumprindo com a lei" e que o caso se trata de "uma disputa administrativa entre dois candidatos PCDs". A gestão municipal disse, ainda, que "causa estranheza que se busque transformar uma questão já devidamente esclarecida em um novo palco de debate político". Veja os vídeos que estão em alta no g1 No início deste ano, o caso motivou um pedido de impeachment, que foi rejeitado em votação no plenário da Câmara Municipal. O requerimento de abertura da CPI foi encaminhado com a assinatura de 13 vereadores — número mínimo necessário para a instalação da comissão. A Câmara Municipal do Recife informou que o documento foi protocolado e "tramitará conforme o Regimento Interno da Casa". O g1 apurou que, após ser encaminhado à Mesa Diretora, o pedido será avaliado pela Procuradoria da Câmara. Depois disso, a Presidência da Casa vai instalar a CPI, que será formada por sete membros, de acordo com a representatividade dos partidos. Segundo o requerimento, a CPI tem como objetivo investigar a legalidade do processo administrativo que resultou na mudança do resultado do concurso e apurar a responsabilidade do prefeito, do procurador-geral do município e de outros agentes públicos envolvidos. Além disso, de acordo com o documento, a comissão vai apurar "indícios de tráfico de influência e nepotismo transverso, diante dos vínculos familiares do candidato beneficiado com integrantes do Ministério Público de Contas e do Poder Judiciário" e também "a suposta interferência política direta na cúpula do Poder Executivo", além de um possível desvio de finalidade. O requerimento é assinado pelos seguintes vereadores: Thiago Medina (PL) Gilson Machado Filho (PL) Felipe Alecrim (Novo) Alef Collins (PP) Eduardo Moura (Novo) Alcides Teixeira Neto (Avante) Fred Ferreira (PL) Paulo Muniz (PL) Agora é Rubem (PSB) Flávia de Nadegi (PV) Osmar Ricardo (PT) Jô Cavalcanti (PSOL) Davi Muniz (PSD) Entenda o caso Em janeiro deste ano, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), se tornou alvo de um pedido de impeachment protocolado pelo vereador Eduardo Moura (Novo), após a modificação do resultado de um concurso público para procurador municipal, ocorrido em 2022. No certame, o advogado Marko Venício dos Santos Batista, aprovado nas vagas para pessoas com deficiência (PCD), deixou de ser nomeado e, no lugar dele, foi aprovado Lucas Vieira Silva, que fez a seleção sem optar pelas vagas afirmativas, mas pediu reinscrição no concurso após receber, dois anos depois da homologação, em junho de 2023, diagnóstico de autismo. Lucas Vieira Silva havia se inscrito nas vagas de ampla concorrência, mas ficou em 63º lugar. Ele é filho do juiz Rildo Vieira da Silva, da Vara dos Crimes Contra a Administração Pública e a Ordem Tributária do Recife, e de Maria Nilda Silva, procuradora do MPCO, órgão que atua perante o Tribunal de Contas do Estado (TCE). Conforme a denúncia, o pai do candidato nomeado, que atuava na 1ª Vara Cível de Carpina, foi promovido em outubro de 2025 para a Vara Regional de Crimes Contra a Administração Pública, Ordem Tributária, Lavagem de Dinheiro e de Delitos de Organizações Criminosas da Capital. A promoção ocorreu no mesmo mês em que a vaga foi aberta na Procuradoria após a aposentadoria de um dos procuradores. Conforme o pedido de impeachment, esse mesmo magistrado foi responsável por arquivar um processo referente à Operação Barriga de Aluguel, do Ministério Público, que investiga uma quadrilha suspeita de desviar recursos públicos destinados à recuperação e manutenção predial. Os contratos somam mais de R$ 100 milhões. Após a repercussão do caso, o prefeito do Recife, João Campos, voltou atrás e, no dia 6 de janeiro deste ano, o candidato inicialmente aprovado tomou posse do cargo de procurador judicial do município. No dia 3 de fevereiro, o processo de impeachment foi votado na Câmara Municipal do Recife. O requerimento precisava de votos favoráveis da maioria simples dos 37 vereadores que compõem a Casa de José Mariano. Entretanto, não obteve a quantidade necessária e, com isso, foi arquivado. Foram nove votos a favor, 25 contrários e uma abstenção, da vereadora do PSOL Jô Cavalcanti. Não votaram Agora é Rubem (PSB) e Flávia de Nadegi (PV). VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

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Servidor público é encontrado morto após ser levado por suspeito em moto, em Americano do Brasil

Publicado em: 02/03/2026 16:15

Polícia investiga morte de servidor da prefeitura de Americano Do Brasil A Polícia Civil investiga a morte do servidor público Leydes Hilário Maia, funcionário da Prefeitura de Americano do Brasil, na Região Central de Goiás. Ele foi encontrado morto nesta segunda-feira (2), após ser visto sendo transportado na garupa de uma moto por um homem apontado como principal suspeito do crime. Imagens de câmera de segurança mostram o momento em que o suspeito chega em uma moto vermelha com Leydes na garupa. O servidor cai do veículo, e o piloto desce, faz ameaças e agride a vítima. Em seguida, o suspeito segue em direção a uma casa em construção. O corpo foi encontrado próximo ao local, dentro de um buraco de cisterna. Segundo familiares, a casa da vítima estava revirada. Eles relataram que Leydes havia recebido pouco mais de R$ 1.900 de salário, valor que não foi encontrado. “O que fizeram com ele foi desumano”, diz prima A prima da vítima, Patrícia Silva, contou que Leydes era o filho mais velho de cinco irmãos e trabalhava há mais de 25 anos na prefeitura. Ele era responsável pela limpeza da praça da feira e era conhecido na cidade. “Ele era uma pessoa incrível, tinha suas limitações, mas era muito querido. Todo mundo aqui em Americano conhecia ele”, disse. Segundo ela, Leydes saiu de casa por volta das 4h da manhã para trabalhar. Depois retornou, ligou para amigos e ficou em casa até que um homem passou e o chamou para sair. Horas depois, a família soube do crime. A prima afirma que Leydes “nunca foi de confusão” e que a família desconfia que algo possa ter sido colocado na bebida dele. “Ele era muito cuidadoso. Nunca ficou daquele jeito”, declarou. “A família inteira clama por justiça. O que fizeram com ele foi desumano”, afirmou. Leydes Hilário Maia trabalhava há mais de 25 anos na Prefeitura de Americano do Brasil Reprodução/TV Anhanguera LEIA TAMBÉM: Bebê é abandonado em caixa de papelão às margens de rodovia em Caldazinha Veja o que se sabe sobre o caso da PM suspeita de agiotagem contra manicure Veja quem era a empresária do ramo de estética que morreu em Inhumas Suspeito é procurado Após identificar a placa da moto usada na ação, a polícia foi até o endereço vinculado ao veículo, mas o suspeito fugiu ao perceber a chegada dos agentes. O 48º Batalhão da Polícia Militar divulgou a imagem do homem apontado como principal suspeito e informou que ele é procurado. Informações podem ser repassadas às autoridades. Leydes Hilário Maia está sendo velado na Câmara Municipal de Americano do Brasil. A prefeitura decretou luto oficial e suspendeu o funcionamento das repartições públicas nesta segunda-feira (2), com exceção do hospital municipal. A Polícia Civil investiga o caso. Celio Barbosa Flores Neto é apontado pela polícia como principal suspeito da morte do servidor e é procurado Reprodução/TV Anhanguera 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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Ceará tem vagas de emprego e concurso abertas nesta segunda; veja como se inscrever

Publicado em: 02/03/2026 15:39

Emprego novo: Como fazer um bom currículo usando IA Nesta segunda-feira (2), o Ceará tem oportunidades com inscrições abertas no mercado de trabalho e nas seleções públicas. Concursos, processos seletivos e vagas de emprego integram lista compilada pelo g1, incluindo áreas diferentes e diversos níveis de escolaridade exigidos dos candidatos. As seleções incluem editais para prefeituras e instituições públicas, com oportunidades temporárias e efetivas. No setor privado, a lista inclui empresas com processos seletivos ativos. Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp Os interessados devem ficar atentos aos prazos, critérios de participação e documentação exigida, que variam conforme cada vaga ou seleção. As inscrições, em sua maioria, são realizadas de forma online, por meio de sites oficiais, plataformas de recrutamento ou páginas das próprias instituições. 🗂️ Confira as oportunidades: Câmara Municipal de Quixeré A Câmara Municipal de Quixeré está com inscrições abertas até 9 de março para um concurso público. São ofertadas 11 vagas para contratação imediata e 6 vagas para formação de cadastro de reserva (CR). As oportunidades estão distribuídas entre as seguintes funções: Agente Administrativo; Auxiliar de Serviços Gerais; Cozinheiro; Vigia; Recepcionista. Para todos os cargos listados no edital, o salário inicial é de R$ 1.621,00. Os aprovados deverão cumprir uma jornada de trabalho de 40 horas semanais. Um dos pré-requisitos é ter ensino fundamental completo. Os interessados devem se inscrever exclusivamente de forma online, por meio do site do Instituto Consulpam. Prefeitura de Banabuiú A Prefeitura Municipal de Banabuiú lançou três editais para o preenchimento de vagas imediatas e formação de cadastro de reserva em diversos níveis de escolaridade. As inscrições estão abertas até 2 de março e devem ser feitas por meio do site do Instituto Consulpam. ➡️ Confira as vagas com inscrições abertas: Agente Municipal de Trânsito: São oferecidas 46 vagas no total, sendo 10 para início imediato e 36 para cadastro de reserva. Os requisitos incluem Ensino Médio completo e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria AB. O salário inicial é de R$ 2.210,00 para uma jornada de 200 horas mensais. 🔗 Clique aqui para ler o edital Autarquia Municipal de Trânsito: Estão abertas vagas para agente administrativo, motorista, auxiliar de serviços gerais e vigia para atuar na Autarquia de Trânsito. São 32 vagas (8 imediatas + 24 de reserva). O salário é de R$ 1.621. Algumas vagas exigem apenas ensino fundamental completo e outras ensino médio. 🔗 Clique aqui para ler o edital Autarquia Municipal de Meio Ambiente: O certame oferta 52 vagas, sendo 13 para contratação imediata e 39 para formação de cadastro de reserva, distribuídas entre os níveis fundamental, médio/técnico e superior. Para nível superior, com remuneração de R$ 3.050,00, há oportunidades para os cargos de fiscal ambiental e analista ambiental, contemplando formações em diferentes áreas da engenharia e em biologia. No nível médio/técnico, as vagas são para técnico em meio ambiente, com salário de R$ 2.268,00; agente administrativo, com remuneração de R$ 1.612,50; e motorista categoria AB, com salário de R$ 1.612,00. Já para o nível fundamental, com vencimento de R$ 1.518,00, há oportunidades para auxiliar de serviços gerais e vigia. 🔗 Clique aqui para ler o edital Programa de Jovens Talentos 2026 - Prefeitura de Fortaleza A Prefeitura de Fortaleza, em parceria com o CIEE, abriu inscrições para o Programa de Jovens Talentos 2026, que oferece vagas de estágio para estudantes do ensino médio, técnico e superior na administração pública municipal. As inscrições são gratuitas, seguem abertas até 31 de dezembro de 2026 e devem ser feitas exclusivamente pelo portal do CIEE. Os estagiários recebem bolsa-auxílio de R$ 750 (ensino superior), R$ 550 (técnico) e R$ 450 (ensino médio), além de auxílio-transporte. A carga horária é de 4 horas diárias. Para participar, é preciso ter pelo menos 16 anos e estar regularmente matriculado em instituição reconhecida pelo MEC. Saiba mais: Programa abre vagas de estágio para estudantes dos níveis médio, técnico e superior em Fortaleza Concurso para o IFCE O Instituto Federal do Ceará (IFCE) está com dois editais abertos com diversas vagas para cargos de nível médio, técnico e superior. As inscrições seguem até o dia 20 de março. Das 274 vagas ofertadas, são: 169 para professores 105 para técnicos-administrativos ➡️ Confira os editais Concurso para a Unilab A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) está com um edital aberto para a contratação de: 49 servidores técnicos 8 docentes As inscrições para a seleção de técnicos seguem até o dia 5 de março; e para docentes seguem até o dia 31 de março. ➡️ Confira o edital Concurso para Prefeitura de Jati O governo municipal de Jati, no Cariri do Ceará, está com edital para 98 servidores, além da formação de cadastro de reserva. Os salários podem chegar a R$ 8.134,19. As inscrições seguem até o dia 27 de março. As vagas são para nível fundamental, médio, técnico e superior. ➡️ Confira o edital Sine de Fortaleza A Prefeitura de Fortaleza, por meio do Sine Municipal, oferta 1.969 vagas de emprego nesta semana — entre 2 e 6 de março, distribuídas em 203 profissões captadas junto a 218 empresas. O governo municipal alertou que as oportunidades são atualizadas diariamente e estão sujeitas a alterações conforme o preenchimento das vagas. Entre as profissões com maior número de oportunidades abertas estão: Teleoperador: 380 Operador de telemarketing ativo e receptivo: 281 Auxiliar de limpeza: 88 Auxiliar de cozinha: 54 Assistente administrativo: 53 Pedreiro: 51 Enfermeiro: 50 Servente de obras: 44 Repositor de mercadoria: 41 Auxiliar de linha de produção: 36 Nesta semana, o Sine promove nove processos seletivos presenciais, nas unidades Aldeota, Maraponga e Messejana para redes de supermercados, lanchonete, restaurante, empresas de internet e de serviços, totalizando 261 vagas. Castelo e Borges – 15 vagas Requisitos: ensino médio, com experiência. Data: 02/03/2026 (segunda-feira) Horário: 8h às 12h Local: Sine Aldeota - Av. Santos Dumont, N° 2500 - Sala 17 - (entrada pela rua Tibúrcio Cavalcante) Supermercado Pinheiro – 72 vagas Requisitos: ensino fundamental e ensino médio, com experiência Data: 03/03/2026 (terça-feira) Horário: 13h às 17h Local: Sine Messejana - Rua Santa Clara de Assis, N° 580 BCG – 33 vagas Requisitos: ensino fundamental, com ou sem experiência Data: 03/03/2026 (terça-feira) Horário: 13h às 17h Local: Sine Aldeota - Av. Santos Dumont, N° 2500 - Sala 17 - (entrada pela rua Tibúrcio Cavalcante) LanLan – 9 vagas Requisitos: ensino fundamental e ensino médio, com ou sem experiência Data: 04/03/2026 (quarta-feira) Horário: 9h às 11h Local: Sine Maraponga - Rua Francisco Glicério N° 290 - (Regional10) Host – 36 vagas Requisitos: ensino médio, com ou sem experiência Data: 04/03/2026 (quarta-feira) Horário: 13h às 17h Local: Sine Aldeota - Av. Santos Dumont, N° 2500 - Sala 17 - (entrada pela rua Tibúrcio Cavalcante) D&P Serviços – 18 vagas Requisitos: ensino fundamental, com experiência, moradores dos bairros: Fátima, Cambeba e Aldeota Data: 04/03/2026 (quarta-feira) Horário: 13h às 17h Local: Sine Messejana - Rua Santa Clara de Assis, N° 580 Brisanet – 55 vagas Requisitos: ensino médio, com ou sem experiência, PCD e não PCD, moradores dos bairros: Messejana, Canidezinho e Antonio Bezerra Data: 05/03/2026 (quinta-feira) Horário: 8h às 17h Local: Sine Aldeota - Av. Santos Dumont, N° 2500 - Sala 17 - (entrada pela rua Tibúrcio Cavalcante) D&P Serviços – 18 vagas Requisitos: ensino fundamental, com experiência, moradores dos bairros Fátima, Cambeba e Aldeota Data: 06/03/2026 (sexta-feira) Horário: 13h às 17h Local: Sine Aldeota - Av. Santos Dumont, N° 2500 - Sala 17 - (entrada pela rua Tibúrcio Cavalcante) Elevus – 5 vagas Requisitos: ensino médio, ensino superior, com experiência Data: 06/03/2026 (sexta-feira) Horário: 13h às 17h Local: Sine Messejana - Rua Santa Clara de Assis, N° 580 Confira as vagas abertas para concurso. Divulgação Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

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