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Câmara de Aracaju aprova reestruturação de carreiras e novos salários para servidores municipais

Publicado em: 18/12/2025 07:27

Câmara de Vereadores de Aracaju. Ascom A Câmara Municipal de Aracaju aprovou, em sessão extraordinária realizada nesta quarta-feira (17), três projetos de lei que alteram a estrutura de carreiras e salários de servidores da saúde e meio ambiente e administração geral. As propostas, enviadas pela prefeitura e votadas em regime de urgência, seguem agora para sanção da prefeita Emília Corrêa. Um dos projetos de Lei Complementar aprovados institui uma nova tabela de vencimentos para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. A proposta prevê progressão automática a cada dois anos de exercício.Os salários começam em R$ 2.751,31 e podem chegar a R$ 5.247,81 com aumento fixo de 3,5% entre cada nível. As novas regras entram em vigor no dia 1º de janeiro de 2026. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp Também foi aprovada a medida que permite aos auxiliares de enfermagem passar para o cargo de técnico de enfermagem. Para o reenquadramento, o profissional deve comprovar a qualificação e escolaridade exigidas para a função técnica. O servidor manterá o mesmo nível de progressão em que já estava e o tempo de serviço anterior será contabilizado para futuras progressões. Segundo o texto, o objetivo é equiparar a remuneração de profissionais que já exerciam atividades técnicas. Outro projeto aprovado reorganiza os vencimentos da administração geral e de técnicos e analistas ambientais. A administração geral dividida em cinco níveis, com progressão horizontal de 3,5% entre as referências. E as carreiras ambientais com tabelas específicas para técnicos e analistas com progressão a cada três anos de exercício. De acordo com a Prefeitura de Aracaju, a execução das mudanças na saúde será coordenada pelas secretarias municipais da Saúde e do Planejamento.

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'Peçam saúde porque ainda tenho muita coisa pra fazer pra vocês'; Dona Onete transforma trajetória pessoal em show inédito no Festival Psica 2025

Publicado em: 18/12/2025 06:01

Dona Onete levou ao palco um show que percorre memórias pessoais, referências espirituais e canções que marcaram sua carreira. @oliverninja / @midianinja Dona Onete apresentou o espetáculo inédito “Quatro Contas” no último dia do Festival Psica 2025, no estádio Mangueirão, em Belém, no domingo (14). Homenageada desta edição, a cantora e compositora paraense, de 86 anos, levou ao palco um show que percorre memórias pessoais, referências espirituais, músicas inéditas e hits que marcaram sua carreira. A apresentação reuniu mais de 20 artistas, entre músicos, brincantes da cultura popular e integrantes do Tambor de Mina, religião afro-brasileira maranhense que se enraizou na Amazônia, e combina elementos africanos, caboclos, indígenas e católicos. Entre contas caboclas e a devoção à Nossa Senhora de Nazaré, Dona Onete traz em sua formação o sincretismo Matt Souza/Psica No repertório, Dona Onete apresentou sucessos como “Banzeiro” e “No meio do Pitiú”, além de músicas que dialogam com a religiosidade e as encantarias amazônicas. Aos 86 anos, Dona Onete transforma trajetória pessoal em show inédito no Festival Psica 📲 Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp O público acompanhou o espetáculo entre momentos de dança, coro coletivo e emoção, em uma celebração que atravessou diferentes gerações. Done Onete e sua banda em oração momentos antes do show: espiritualidade sincrética que marca a fé na Amazôinia Matt Souza/Psica O show também trouxe mensagens de cunho social. Durante a apresentação, foram exibidos no telão contatos para denúncia de violência contra a mulher, tema abordado pela artista ao longo da carreira. O encerramento ocorreu em clima festivo, com a participação dos brincantes do Cordão de Cametá, transformando o palco em uma celebração popular marcada por referências ribeirinhas. O público acompanhou o espetáculo entre momentos de dança, coro coletivo e emoção, em uma celebração que atravessou diferentes gerações. @oliverninja / @midianinja “É o show dos meus sonhos. Peçam saúde para a Dona Onete aqui porque ainda tenho muita coisa pra fazer pra vocês”, afirmou a artista após a apresentação. “Quatro Contas” integrou a programação da maior edição do Festival Psica, que reuniu cerca de 110 mil pessoas entre os dias 12 e 14 de dezembro, segundo a organização. Neste ano, o evento também foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial de Belém, pela Câmara Municipal. As origens de “Quatro Contas” O espetáculo é inspirado na trajetória pessoal e espiritual de Dona Onete e faz referência às quatro caboclas encantadas que, segundo a cantora, a acompanham desde a infância: Mariana, Jarina, Erundina e Jurema. A concepção do show partiu das memórias da artista no bairro da Pedreira, em Belém. Foi nesse ambiente que Dona Onete teve os primeiros contatos com batuques e manifestações de religiões afro-brasileiras, experiências que influenciaram sua visão de mundo e sua formação artística. O espetáculo foi organizado em blocos que apresentam essa relação com as encantarias, combinando música, narrativa e elementos cênicos. @oliverninja / @midianinja O espetáculo foi organizado em blocos que apresentam essa relação com as encantarias, combinando música, narrativa e elementos cênicos. Além da canção “Quatro Contas”, já lançada, o show apresentou músicas inéditas, como “Cobra Grande do Jatuíra” e “Festa no Reino da Encantaria". Pensado como um ritual cênico e sensorial, o espetáculo reuniu música, memória e referências culturais que marcam a trajetória de uma das principais vozes da cultura amazônica, levando o público ao agito e emoção. “Fico muito feliz em saber que foi bem aceito. Talvez hoje alguns estranhem, mas depois eles vão refletir. Dona Onete vem pra isso mesmo, pra mostrar a nossa cultura, seja ela qual for", disse. VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.

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Veja o que se sabe sobre a greve dos ônibus que já dura quatro dias em Campo Grande

Publicado em: 18/12/2025 01:00

Plantão: Intervenção no transporte A greve dos ônibus em Campo Grande chegou ao quarto dia nesta quinta-feira (18) e continua afetando o transporte coletivo da capital. A interrupção afeta diretamente cerca de 110 mil usuários e envolve aproximadamente mil motoristas do Consórcio Guaicurus. O movimento começou após atrasos no pagamento de salários, vale-benefícios e 13º salário. Em audiência de conciliação, a Justiça do Trabalho determinou o retorno imediato dos ônibus, mas a categoria rejeitou a decisão e condicionou a volta ao pagamento integral dos valores cobrados. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O impasse aumentou com a troca de acusações entre a prefeitura e o Consórcio Guaicurus sobre supostas dívidas. Enquanto a empresa afirma que o município deve R$ 39 milhões, a prefeitura nega qualquer pendência. A paralisação já provocou impacto no comércio e levou a Justiça a determinar intervenção no contrato do transporte coletivo. Veja o que se sabe e o que falta esclarecer sobre a greve: Qual o motivo da paralisação dos ônibus em Campo Grande? Qual o valor da dívida que o Consórcio Guaicurus alega ter com o município? O que a Prefeitura de Campo Grande diz sobre os débitos com o Consórcio? O Consórcio Guaicurus tinha recursos para pagar os motoristas? Por que a empresa não usou os repasses recebidos para pagar os salários atrasados? Qual o impacto econômico da paralisação para o comércio de Campo Grande? O que significa a intervenção no Consórcio Guaicurus determinada pela Justiça? O que o Ministério Público está investigando? LEIA TAMBÉM Sem acordo, motoristas decidem continuar greve dos ônibus Greve dos ônibus força moradores a andar até 1 hora a pé e escancara 'empurra-empurra' entre prefeitura e consórcio Entenda se patrão pode descontar o dia ou deve pagar transporte alternativo Qual o motivo da paralisação dos ônibus em Campo Grande? A greve foi motivada pelo atraso no pagamento de salários, benefícios e 13º salário dos motoristas. Mesmo após decisão da Justiça do Trabalho orientando o retorno do serviço, a categoria decidiu manter a paralisação até que o Consórcio Guaicurus faça os pagamentos. Qual o valor da dívida que o Consórcio Guaicurus alega ter com o município? O Consórcio afirma que a prefeitura deve R$ 39 milhões. Segundo o diretor-presidente, Themis de Oliveira, o valor se refere à diferença entre a tarifa pública, de R$ 4,95, e a tarifa técnica, de R$ 6,57, prevista em termo aditivo firmado em 2022. O que a Prefeitura de Campo Grande diz sobre os débitos com o Consórcio? A prefeitura e a Agência Municipal de Regulação (Agereg) contestam a existência da dívida. O município afirma que todos os repasses estão em dia e que, apenas em 2025, foram pagos mais de R$ 35 milhões em subsídios e vale-transporte para manter o equilíbrio do contrato. O Consórcio Guaicurus tinha recursos para pagar os motoristas? Durante audiência na Justiça do Trabalho, foi informado que o valor devido aos trabalhadores é de R$ 1,3 milhão. Representantes do Consórcio e da prefeitura disseram não ter recursos disponíveis para quitar o valor de forma imediata. Por que a empresa não usou os repasses recebidos para pagar os salários atrasados? O Consórcio admitiu que recebeu parte dos repasses, mas informou que os recursos foram usados para outras despesas do sistema. Segundo a empresa, “só salário não faz a frota ir para a rua”, sendo necessário pagar custos como combustível e manutenção dos ônibus. Qual o impacto econômico da paralisação para o comércio de Campo Grande? A Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) estima um prejuízo de cerca de R$ 10 milhões para o comércio e o setor de serviços. O impacto ocorre porque trabalhadores e consumidores enfrentam dificuldades para se deslocar até as regiões comerciais. O que significa a intervenção no Consórcio Guaicurus determinada pela Justiça? O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul determinou que a prefeitura, junto com as agências reguladoras, nomeie um interventor e apresente um plano para normalizar o transporte coletivo em até 30 dias. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 300 mil. O que o Ministério Público está investigando? O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) abriu um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades apontadas pela CPI do Transporte Público da Câmara Municipal. A investigação foi instaurada cerca de três meses após a conclusão da CPI e tem como objetivo verificar eventuais falhas na contratação do Consórcio Guaicurus e possíveis danos ao patrimônio público e social. Motoristas do transporte coletivo estão no quarto dia de greve em Campo Grande Diego Queiroz/ TV Morena Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

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Câmara de SP aprova orçamento de R$ 137 bilhões para a capital em 2026

Publicado em: 17/12/2025 20:52

Ricardo Teixeira (União) é reeleito presidente da Câmara de Vereadores de São Paulo No último dia de votações na Câmara Municipal da capital, os vereadores decidiram que a cidade vai ter um orçamento de R$ 137 bilhões para 2026, valor 9% maior do que o previsto para 2025. A votação aconteceu no fim da noite desta quarta-feira (17), último dia útil do Ano Legislativo. A Secretaria de Educação seguirá como a área com mais recursos, com R$ 26,5 bilhões, aumento de 14% em relação a 2025. A Saúde terá R$ 24,6 bilhões em 2026, o que representa um crescimento de 12% na comparação com o ano anterior. Já os vereadores terão direito a R$ 6 milhões cada em emendas parlamentares, que poderão ser destinadas a áreas escolhidas por eles. Juntamente com a Comissão de Orçamento da Câmara, a prefeitura fez um ajuste no texto original, de modo que a arrecadação prevista para 2026 deve ser maior do que a estimada na primeira votação. Antes, a Prefeitura de São Paulo estimava contar com R$ 135,4 bilhões. Por lei, as secretarias de Educação e Saúde recebem percentuais mínimos obrigatórios do orçamento. Para a Educação, estão destinados R$ 26,5 bilhões em 2026, aumento de 14% em relação ao previsto para este ano. Já a Saúde deve contar com R$ 24,6 bilhões, quase 12% a mais. Na eleição da Mesa Diretora, Ricardo Teixeira foi confirmado na presidência após o vereador Rubinho Nunes (União Brasil) desistir da candidatura por falta de apoio. A vice-presidência ficará com João Jorge (MDB), e o segundo vice será Isaac Félix (PL). A primeira secretaria será ocupada por Senival Moura (PT), a segunda ,por Gabriel Abreu (Podemos), e a Corregedoria ficará com Sargento Nantes (Progressistas). A vereadora Edi Sales (PSD) ficou com a segunda suplência da Mesa Diretora. Apesar de a Câmara contar atualmente com 20 vereadoras, nenhuma mulher integra a Mesa Diretora eleita para o próximo ano. Ricardo Teixeira reconheceu que a ausência de mulheres na direção da Casa é um problema e atribuiu a situação às decisões internas dos partidos. O presidente também afirmou que o cenário político de 2026 deve impactar a dinâmica da Câmara. Segundo ele, pelo menos 20 dos 55 vereadores devem disputar eleições para a Assembleia Legislativa ou para a Câmara dos Deputados. Em um ano sem previsão de votações de projetos considerados polêmicos, a disputa eleitoral deve dividir espaço com os debates no Legislativo paulistano. Plenário da Câmara Municipal de São Paulo. Douglas Ferreira/Rede Câmara

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Em última sessão do ano, Câmara de Bauru aprova empréstimo de R$ 111 milhões para obras de infraestrutura

Publicado em: 17/12/2025 20:42

Em última sessão do ano, Câmara de Bauru aprova empréstimo de mais de R$ 100 milhões A Câmara Municipal de Bauru (SP) aprovou, em sessão ordinária na tarde desta quarta-feira (17), um projeto de lei que autoriza a Prefeitura a contratar um empréstimo de até R$ 111 milhões junto à Agência de Fomento do Governo do Estado de São Paulo, por meio do programa "Desenvolve SP". 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Segundo o projeto, o recurso será destinado principalmente a obras de infraestrutura, como recapeamento e pavimentação de ruas, além de investimentos na área de saneamento. Antes de chegar ao plenário, o texto passou pelas comissões responsáveis pelas análises jurídica, financeira e de obras. A tramitação, no entanto, foi marcada por confusão, debates acalorados e suspensão da sessão, iniciada na segunda-feira (15). Câmara de Bauru aprova empréstimo de R$ 111 milhões para obras de infraestrutura Câmara Municipal de Bauru/Reprodução Vereadores questionaram o fato de o projeto não ter sido analisado pela Comissão de Meio Ambiente, apesar de prever ações relacionadas ao saneamento. Diante das manifestações, a sessão foi interrompida após pedido de mais prazo para análise e solicitação de um parecer da Procuradoria Jurídica da Câmara. Na retomada dos trabalhos, nesta quarta-feira, o parecer confirmou a necessidade de o projeto passar pela Comissão de Meio Ambiente, o que fez com que o texto retornasse uma etapa no processo legislativo. Após ajustes na composição da comissão e novos debates, o vereador Eduardo Borgo (Novo) solicitou novamente mais tempo para análise, alegando falta de informações, mas o pedido foi rejeitado por 9 votos a 5. Mesmo com questionamentos apresentados por parlamentares da oposição, a maioria foi favorável à continuidade da tramitação. O projeto seguiu para votação em plenário e foi aprovado por 11 votos a 3. O mesmo placar foi repetido em sessão extraordinária, confirmando a autorização para a Prefeitura contratar o empréstimo. Votaram a favor os vereadores: Sandro Bussola (MDB); Beto Móveis (Republicanos); Arnaldinho Ribeiro (Avante); Dário Dudário (PSD); Edson Miguel (Republicanos); Emerson Construtor (Podemos); Julio Cesar (PP); Mané Losila (MDB); Marcelo Afonso (PSD); Natalino da Pousada (PDT); Pastor Bira (Podemos). Votaram contra os vereadores: Junior Lokadora (Podemos); Cabo Helinho (PL); Márcio Teixeira (PL). Estiveram ausentes André Maldonado (PP), Estela Almagro (PT), José Roberto Segalla (União Brasil), Eduardo Borgo (Novo), Miltinho Sardin (PSD) e Junior Rodrigues (PSD). Ultima sessão do ano Na tarde da segunda-feira (15), a Câmara Municipal iniciou a 46ª e última Sessão Ordinária do ano. Os vereadores da 34ª Legislatura apreciaram 47 matérias, sendo 10 delas em regime de urgência Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

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Câmara Municipal de Salvador aprova Plano Plurianual e Lei Orçamentária Anual em última sessão de 2025

Publicado em: 17/12/2025 20:37

Câmara de vereadores tem mais de 300 propostas a serem analisadas antes do recesso A Câmara de Vereadores de Salvador aprovou cinco projetos de lei submetidos pelo executivo municipal na última sessão do ano, que acontece nesta quarta-feira (17). Entre as propostas aprovadas estão o Plano Plurianual (PPA) e a Lei Orçamentária Anual (LOA/Lei n.º 452/2025). Segundo informações da TV Bahia, ao menos 300 propostas estavam na fila para apreciação nesta quarta. Dos projetos a serem analisados, cinco foram submetidas pela prefeitura da capital baiana. A LOA foi aprovada e estima que o município terá uma receita de mais de R$ 14 bilhões para gastar no ano que vem. O valor tem um aumento de cerca de 18%, em relação ao aprovado para este ano. O Plano Plurianual, que reúne as prioridades de investimento da prefeitura entre 2026 e 2029, também foi aprovado. A proposta apresenta diretrizes, objetivos e metas para os investimentos. O texto foi criticado pela oposição, que votou contra e exigiu mais investimentos na área social. "O Plano Plurianual é o [planejamento] que, no início do ano, o gestor executivo precisa delinear os quatro anos seguintes [...] para fazer com que os recursos cheguem a cada canto da cidade", explicou o vereador Kiki Bispo (União), líder do governo na Casa Legislativa. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Câmara de Vereadores aprova projeto do Plano Plurianual e a Lei Orçamentária Anual em última sessão de 2025 Reprodução/TV Bahia A oposição também foi vencida durante a votação do Projeto de Lei n.º 422/25, que dispõe sobre a desapropriação de imóveis públicos por hasta pública. O mecanismo prevê que esse imóveis possam ser administrados por investidores que se comprometam a reabilitar os locais. O projeto também foi criticado pois, segundo a oposição, não possui precedentes na legislação federal. "Votamos contra, primeiro por que é um instituto jurídico novo, não tem nenhuma referência na legislação federal e o município está criando aqui. [...] A forma jurídica de fazer isso vai trazer muita insegurança", argumenta a líder da oposição, a vereadora Aladilce Souza (PC do B). Também está entre os textos aprovados, a prorrogação do prazo de vigência do programa de retomada do setor cultural da capital, o Pró-Cultura Salvador. Foi estendido até 2026, a redução do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) para os estabelecimentos que fazem parte do programa especial de incentivos fiscais a atividade turística, que é o Pró-Turismo. Ainda conforme a TV Bahia, projetos importantes como o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), que organiza o crescimento e o uso da cidade, e a Lei de Ordenamento do Uso do Solo (LOUS) só serão votados em 2026. Presidente da Câmara de Vereadores, Carlos Muniz (PSDB), explicou por que última sessão de 2025 tinha uma fila com 300 propostas Reprodução/TV Bahia O último dia de sessão na Alba acumulou 300 propostas e, segundo o presidente da Câmara de Vereadores, Carlos Muniz (PSDB), isso aconteceu devido aos interesses dos próprios vereadores. "Na realidade, os vereadores que, nesse último dia, se interessam em votar mais os projetos que querem passar para suas bases, seu eleitorado a importância daquele projeto. Então, é a vontade dos vereadores, da maioria da casa e nós respeitamos e colocamos hoje para serem votados." LEIA TAMBÉM: Acesso à saúde mental: veja lista de unidades públicas onde conseguir atendimento psicológico ou psiquiátrico em Salvador Ação oferece consultas e exames gratuitos para diagnósticos de distúrbio de sono em Salvador Jornalista Maurício Kubrusly recebe alta hospitalar após ficar internado na UTI por sofrer queda na Bahia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e da TV Bahia

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Câmara de Cuiabá propõe 'pacotão de Natal' com reajuste de salários, venda de férias e reestruturação de cargos

Publicado em: 17/12/2025 17:46

Câmara Municipal de Cuiabá Secom/Câmara A Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá protocolou, nesta terça-feira (16), um pacote de projetos de lei que propõe mudanças na estrutura administrativa da Casa, incluindo a recomposição salarial de servidores, reajuste de benefícios e novas regras para férias de vereadores. Entre as medidas está a recomposição salarial dos servidores do Legislativo municipal, com impacto estimado em R$ 5 milhões a partir de 2026. Segundo a administração da Câmara, o valor está dentro da capacidade orçamentária do Parlamento. "A recomposição aprovada corresponde a cerca de 20%, percentual abaixo do acumulado de aproximadamente 45%, calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)", informou a Câmara. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Os projetos foram apresentados e assinados pelas vereadoras Paula Calil (PL), Maysa Leão (Republicanos), Michelly Alencar (PL), Katiuscia Manteli (PSB) e Dra. Mara (Podemos). Caso sejam aprovadas em plenário, as mudanças passam a valer a partir de 1º de janeiro de 2026. De acordo com a Mesa Diretora, as propostas buscam recompor valores considerados defasados e "garantir condições adequadas para o desempenho das funções diante do aumento das atividades legislativas". Veja os vídeos que estão em alta no g1 Auxílios Os textos também preveem reajuste nos auxílios alimentação e saúde dos servidores comissionados. A proposta também amplia o número de cargos por gabinete, permitindo até 20 funções por vereador. O auxílio alimentação dos servidores passará a ser de R$ 1 mil. A justificativa apresentada aponta que o valor atual é insuficiente diante do aumento no custo da alimentação. Outro ponto do pacote é a criação do auxílio-saúde para servidores efetivos da Câmara, no valor de R$ 1 mil mensais. O benefício será pago em cota única na folha de pagamento e terá natureza indenizatória, com objetivo de ressarcir parcialmente despesas médicas. Segundo o texto, o valor foi definido para se alinhar aos preços praticados pelo mercado de planos e seguros de saúde, e a medida conta com estudo de impacto orçamentário e financeiro. O pacote também prevê a criação de três assessorias especiais vinculadas à Procuradoria Legislativa. De acordo com a Mesa, a medida busca ampliar a especialização técnico-jurídica e fortalecer atividades internas da Casa Férias As propostas também alteram as regras sobre férias dos vereadores. O texto permite a indenização financeira caso o parlamentar não consiga usufruir do período de descanso. O texto destaca que a atuação legislativa muitas vezes não permite o afastamento de parlamentares por longos períodos. Na justificativa, a Mesa Diretora afirma que a mudança é necessária para garantir a permanência do vereador no exercício das funções em momentos considerados críticos, com a compensação financeira pelo direito às férias não usufruídas “em prol da coletividade”. Pela proposta, os vereadores poderão converter 1/3, 2/3 ou a totalidade dos 30 dias de férias em abono pecuniário. Para os servidores da Câmara, permanece a regra atual, que limita a conversão a, no máximo, um terço do período de féria

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Justiça manda Câmara de Itaúna suspender processo de cassação de vice-prefeito

Publicado em: 17/12/2025 16:49

Vice-prefeito de Itaúna Hidelbrando Canabrava Rodrigues Neto é investigado em esquema bilionário de corrupção no setor de mineração em MG Reprodução/Instagram A Justiça mandou a Câmara de Itaúna suspender o processo de cassação do mandato do vice-prefeito Hidelbrando Canabrava Rodrigues Neto (PL). A decisão, em caráter liminar, é da 2ª Vara Cível da Comarca de Itaúna e foi deferida na terça-feira (16). O pedido de cassação foi apresentado após a formalização de uma denúncia protocolada no Legislativo em outubro deste ano. O documento aponta suposta infração político-administrativa e quebra de decoro parlamentar atribuídas ao vice-prefeito. Para apurar o caso, a Câmara criou uma Comissão Processante (CP) para analisar o pedido de cassação com base na ausência não justificada de Hidelbrando Neto do trabalho desde 15 de setembro. Naquele mês, a Polícia Federal (PF) pediu a prisão do político, investigado na operação "Rejeito", mas ele não foi localizado porque estava em viagem fora do país. Sem dar expediente desde então, a Prefeitura de Itaúna suspendeu o salário do vice-prefeito a partir de 1º de outubro. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp O g1 entrou em contato com o vice-presidente da Câmara, Gustavo Dornas Barbosa (PR), que preside a Comissão Processante. Ele informou que o Legislativo ainda não foi oficialmente notificado da decisão judicial. Durante a reunião da Câmara realizada na terça-feira, Barbosa disse que encaminhou um ofício à Polícia Federal questionando se havia mandado de prisão contra o vice-prefeito e se ele ainda permanecia fora do Brasil. Segundo o vereador, a PF respondeu com a Certidão de Movimentos Migratórios de Hidelbrando Neto, que mostra que ele deixou o país no dia 15 de setembro de 2025, às 22h04, pelo Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Belo Horizonte. Até o momento, não há registro de retorno ao Brasil. 🔎 Certidão de Movimentos Migratórios contém informações sobre os movimentos migratórios, de entrada e saída do país, em viagens internacionais, de brasileiros e migrantes que cruzam a fronteira brasileira, abrangendo as fronteiras terrestres, marítimas e aéreas. Decisão da Justiça Hidelbrando Neto ingressou na Justiça com um pedido de mandado de segurança cível para barrar o processo administrativo de cassação na Câmara de Itaúna. Ele também solicitou que a tramitação do caso corresse sob sigilo. O juiz Alex Matoso Silva, da 2ª Vara Cível da Comarca de Itaúna, negou o pedido de segredo de Justiça. "Porque não há justificativa jurídica para que o processo seja submetido a sigilo. A regra é a publicidade processual", afirmou o magistrado na decisão. Contudo, o juiz concedeu a liminar em mandado de segurança para a suspensão do processo-administrativo de cassação contra Hidelbrando Neto na Câmara de Itaúna. O magistrado acolheu o argumento da defesa de que o vice-prefeito não exerceu, nem mesmo temporariamente, a chefia do Poder Executivo municipal. Com isso, não seriam aplicáveis os dispositivos do Decreto-Lei nº 201/1967, que trata da responsabilidade de prefeitos e vereadores. Conforme esse decreto, vice-prefeitos só podem ser submetidos a processo de cassação nos mesmos moldes dos prefeitos se tiverem assumido o comando do Executivo, ainda que de forma temporária. Entenda o caso A Comissão Processante foi criada pela Câmara Municipal de Itaúna em novembro para analisar o pedido de cassação do vice-prefeito, motivado pela ausência não justificada do parlamentar desde 15 de setembro. A comissão surgiu após denúncia protocolada em outubro, que aponta suposta infração político-administrativa e quebra de decoro parlamentar. 🔎 Uma Comissão Processante é um grupo de vereadores criado pela Câmara Municipal para investigar denúncias de irregularidades cometidas por agentes públicos, como o prefeito, vice-prefeito ou vereadores. Ela tem a função de apurar os fatos, ouvir as partes envolvidas, reunir provas e, ao final, emitir um parecer recomendando ou não a cassação do mandato. No dia 21 de outubro, a denúncia foi analisada em plenário. Com 10 votos favoráveis, um contrário e cinco abstenções, foi aprovada a criação da CP, composta pelos vereadores: Gustavo Dornas Barbosa (Republicanos) - presidente Leonardo Alves dos Santos (Podemos) - relator Guilherme Campos da Rocha (Novo) - membro Denúncia na Câmara Municipal Em outubro, representantes dos partidos PSOL e PT pediram a cassação do mandato do vice-prefeito, alegando abandono de função e prejuízo à imagem institucional do Executivo Municipal. Na denúncia, os autores destacam a ausência de posicionamento público de Hidelbrando Neto diante das investigações da Polícia Federal. “A omissão no comparecimento e o silêncio administrativo do vice-prefeito, em um momento de turbulência legal e administrativa de tal magnitude, não apenas prejudicam a continuidade e a ordem da Administração Pública, mas demonstram um profundo desprezo pela confiança pública e pelo decoro inerente ao cargo para o qual foi eleito.” A Lei Orgânica do Município prevê que o prefeito e o vice-prefeito precisam de autorização da Câmara para se ausentarem do cargo por período superior a 15 dias. O artigo 85, inciso XIII, estabelece que se ausentar do município além do prazo permitido ou se afastar da Prefeitura sem autorização configura infração passível de julgamento e perda do mandato. Vice-prefeito está em viagem não oficial Segundo a Prefeitura de Itaúna, Hidelbrando Neto viajou para cumprir compromissos sem relação com o cargo público e não comparece ao trabalho desde 15 de setembro. O município informou que a ausência prolongada, sem comunicação oficial à administração pública sobre a previsão de retorno, impede o exercício regular das funções do cargo, justificando a medida administrativa tomada. Leia a nota da prefeitura ao fim da reportagem. Segundo dados do Portal da Transparência, Hidelbrando recebe R$ 15.543,67 como vice-prefeito. A Prefeitura esclareceu que a suspensão do pagamento do subsídio mensal será mantida até que a situação funcional seja regularizada. Hidelbrando também estava à frente da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, mas, devido às investigações da PF, foi exonerado do cargo no mês passado. Na ocasião, a Prefeitura afirmou que a medida foi tomada até que tudo fosse esclarecido. Operação Rejeito Entenda como funcionava esquema de corrupção no setor de mineração A Polícia Federal deflagrou, em 17 de setembro, a Operação Rejeito, que investiga um esquema bilionário de corrupção no setor de mineração em Minas Gerais. A TV Integração teve acesso ao documento em que Hidelbrando é citado como interlocutor técnico e societário de grupos investigados. Segundo a PF, ele aparece como sócio formal de uma das empresas envolvidas no suposto esquema e também como gestor de outras companhias contratadas pelo núcleo suspeito de comandar as operações. O relatório da PF aponta que o vice-prefeito teria “notório papel como facilitador jurídico e técnico nas parcerias com empresas e trânsito com órgãos públicos estaduais, além de sua atuação na prestação de contas e estruturação financeira das transações”. Ainda conforme os investigadores, a experiência anterior de Hidelbrando Neto em cargos ligados ao meio ambiente no Estado — como ex-secretário jurídico da Secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais —, somada ao atual cargo de vice-prefeito, reforçaria sua posição como figura de confiança do grupo. Além da prisão preventiva, a Polícia Federal também pediu o bloqueio de bens do político, incluindo um lote em Itaúna, três casas em Prudente de Morais e a apreensão de uma caminhonete. O g1 pediu atualizações à PF sobre a situação de Hidelbrando, mas a corporação informou que não comenta operações em andamento. O que diz a Prefeitura de Itaúna "O Poder Executivo Municipal, diante dos últimos fatos veiculados por meio de redes sociais e outros canais de comunicação, vem a público esclarecer as medidas administrativas adotadas em relação à situação do Vice-Prefeito Municipal, Sr. Hidelbrando Canabrava Rodrigues Neto. De acordo com a apuração realizada, o Vice-Prefeito encontra-se ausente desde o dia 15 de setembro de 2025, sem a apresentação de comunicação oficial à Administração Pública sobre sua previsão de retorno. Essa ausência prolongada, como é público, impede o exercício regular das funções públicas que lhe são atribuídas por força do cargo eletivo que ocupa. Diante desse cenário, o Poder Executivo, em estrita observância aos princípios constitucionais da legalidade, moralidade, eficiência e transparência, conforme previsto no caput do art. 37 da Constituição Federal, adotou medida de caráter preventivo e cautelar, determinando a suspensão do pagamento do subsídio mensal ao Vice-Prefeito, até que sua situação funcional seja regularizada. Importa esclarecer que o pagamento de subsídio a agentes políticos pressupõe o efetivo exercício das funções públicas, conforme também decorre do princípio da contraprestação. Portanto, a ausência prolongada e não justificada do exercício do mandato configura motivação legítima, legal, respeitosa e preventiva para a suspensão do referido pagamento. A medida adotada produz efeitos a partir do dia 1º de outubro de 2025, data que ultrapassa o prazo legal para ausência não justificada do agente político, conforme dispõe o art. 80, § 3º, da Lei Orgânica do Município de Itaúna. Tal providência visa assegurar a correta aplicação dos recursos públicos e o cumprimento dos deveres funcionais por parte dos agentes políticos, em respeito à confiança da população e aos valores que regem a Administração Pública. Reforçamos também que se trata de um processo investigativo e que o Sr. Hidelbrando, como qualquer cidadão brasileiro, possui seu direito de defesa e contraditório, o que será respeitado por essa Administração. A atual gestão reafirma seu compromisso com a legalidade, a ética pública e a transparência, e continuará atenta ao fiel cumprimento das normas constitucionais e administrativas." VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas

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Fundadores de Belterra recebem homenagem em sessão solene pelos 30 anos de emancipação

Publicado em: 17/12/2025 15:37

Imagens da Sessão Solene em homenagem aos pais fundadores do município A Câmara Municipal de Belterra, no oeste do Pará, realizou, na noite desta terça-feira (16), uma Sessão Solene em alusão aos 30 anos de emancipação política do município, ocasião em que homenageou os Pais Fundadores. O evento ocorreu às 19h, no Plenário José Maia de Sousa, e reuniu autoridades civis, religiosas e representantes da sociedade belterrense. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp A solenidade foi conduzida pelo presidente da Casa, vereador Jonas Palheta. Da mesa também fizeram parte os vereadores Junho, Tinem e do primeiro-secretário, vereador Paulo Monteiro. O ato integrou a programação comemorativa do aniversário político-administrativo de Belterra. A sessão foi conduzida pelo presidente da Casa, vereador Jonas Palheta, com a presença dos vereadores Junho, Tinem e do primeiro-secretário, vereador Paulo Monteiro Câmara de Belterra Também participaram da cerimônia o comandante da Polícia Militar do município, o pastor Ednei, o pároco padre Ronaldo, a secretária de Transporte e Mobilidade, Eliselma Macedo, o secretário de Meio Ambiente e Clima, Ydernek Castro, o coordenador de Comunicação da Prefeitura, Edilson Patrocínio, o subsecretário de Saúde, Rose Gama, além de outras autoridades e membros da comunidade, que compareceram em grande número. Durante a sessão, foram homenageados com a Medalha ‘Pais Fundadores’ cidadãos reconhecidos por sua contribuição direta à formação administrativa, política e institucional de Belterra. Receberam a honraria Oti da Silva Santos, primeiro prefeito do município; Telma Vidal Galvão, primeira vice-prefeita; e Gerson Sousa Oliveira, primeiro presidente da Câmara Municipal. Foram homenageados ainda os vereadores da primeira legislatura: Edmilson Santos Pedroso; Raimundo Ribeiro da Silva (in memoriam); Juvercílio Pereira da Silva; José Maia de Sousa (in memoriam); Raimunda Lúcia Lira da Silva; Sérgio Luiz Pedroso Corrêa; José Alexandre Silva (in memoriam); Antônio Risomar da Cruz Almada; além de Edith da Costa Pantoja, ex-juíza de Direito que teve atuação marcante no período inicial do município. VÍDEOS: Mais vistos do g1 Santarém e Região

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Câmara de Boa Vista aprova título para jornalistas em homenagem a Phelippe Daou

Publicado em: 17/12/2025 11:57

Phelippe Daou, fundador do Grupo Rede Amazônica Rede Amazônica/Arquivo A Câmara Municipal de Boa Vista aprovou nesta quarta-feira (17) um projeto que institui o título de Mérito Profissional Phelippe Daou, destinado a reconhecer jornalistas, comunicadores e profissionais da área de comunicação que se destacam pelo trabalho em prol da informação, da cultura e do desenvolvimento social em Roraima. 📺 A honraria leva o nome de Phelippe Daou, jornalista, advogado e empresário amazonense, fundador do Grupo Rede Amazônica, afiliada à Globo, presente em em cinco estados do Norte: Roraima, Amazonas, Acre, Amapá e Rondônia. Daou é considerado um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento da comunicação no Norte país. Ele morreu em dezembro de 2016 aos 86 anos. Em 1975, inaugurou a primeira emissora de televisão em Roraima. A matéria foi aprovada por 16 vereadores presentes na sessão. A proposta de criar um título a comunicadores em homenagem a Phelippe Daou foi de autoria do vereador Genilson Costa (Republicanos), presidente da Câmara. A ideia é valorizar profissionais que contribuem para fortalecer a cidadania e a identidade roraimense por meio da comunicação. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp No texto do projeto de decreto legislativo, Genilson destacou que a iniciativa "perpetua a memória de um dos grandes nomes da comunicação amazônica e valoriza os profissionais que continuam seu legado em Boa Vista e em todo o Estado de Roraima". Como será a entrega do título 🏆 A previsão é que o título Phelippe Daou seja entregue todos os anos pela Câmara Municipal de Boa Vista, após votação em plenário. Qualquer vereador pode indicar nomes, desde que apresente justificativa. A homenagem será feita em sessão solene e fará parte do calendário oficial do Legislativo. Trajetória de Phelippe Daou Veja a trajetória do jornalista Phelippe Daou, fundador da Rede Amazônica Phelippe Daou nasceu em Manaus, em 15 de dezembro de 1928. Filho de José Nagib Daou e Nazira Chamma Daou, estudou na Escola Progresso e depois no Colégio Estadual do Amazonas, onde concluiu o ensino médio. Ele se formou em Direito pela Faculdade de Direito do Amazonas. Ainda jovem, começou no jornalismo como repórter do Jornal do Comércio. Um ano depois, foi para a empresa Archer Pinto, dona de “O Jornal” e “Diário da Tarde”, onde ocupou várias funções na redação. Também trabalhou como redator na Rádio Rio Mar. Em 1968, fundou a Amazonas Publicidade com Milton Cordeiro e Joaquim Margarido. A empresa deu origem à Amazonas Distribuidora Ltda. e à Rádio TV do Amazonas S.A., que inclui a Rede Amazônica de Televisão. Phelippe Daou foi um dos defensores da Zona Franca de Manaus. Participou do Conselho Deliberativo da instituição e representou entidades como a Associação Amazonense de Imprensa e a Associação Comercial do Amazonas. Viúvo de Magdalena Arce Daou, deixou dois filhos Phelippe Daou Jr. e Cláudia Daou Paixão e Silva, que hoje comandam o Grupo Rede Amazônica. Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

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Vice-prefeito e vereadores são investigados por esquema de propina em votação de impeachment de prefeito em MG

Publicado em: 17/12/2025 11:46

Operação em Iturama contra vice-prefeito e vereadores ocorre nesta quarta-feira (17) MPMG/Divulgação O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) realiza, na manhã desta quarta-feira (17), a Operação 'Votum Venale', que apura um suposto esquema de pagamento e recebimento de propina envolvendo agentes políticos de Iturama, no Triângulo Mineiro. Entre os investigados estão vereadores, um ex-vereador e o vice-prefeito do município Ronivaldo Tomaz que, segundo o MPMG, são suspeitos de tentar influenciar a votação do processo de impeachment do atual prefeito, Herculano Pereira dos Santos. Os nomes dos vereadores investigados não foram divulgados pelo órgão. O g1 tenta contato com a defesa de Ronivaldo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Em nota, a Câmara Municipal de Iturama informou que acompanha as investigações e que, assim que houver detalhes oficiais, divulgará um posicionamento. A Casa acrescentou que os vereadores envolvidos na operação estão à disposição das autoridades e afirmam estar tranquilos, por confiarem na própria inocência. A Prefeitura de Iturama também foi procurada para comentar o assunto e reafirmou a confiança no trabalho do Ministério Público. Leia a nota assinada pelo prefeito de Iturama, na íntegra, ao final da reportagem. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Operação Votum Venale A Operação 'Votum Venale', conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Iturama, conta com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Uberaba e da 5ª Região da Polícia Militar de Minas Gerais. 🔎 Segundo o MP, o nome Votum Venale faz referência à expressão em latim que significa “voto vendido”, utilizada para indicar a prática de corrupção, consistente na negociação ou comercialização do voto, especialmente no âmbito político ou legislativo. São cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, autorizados pelo Poder Judiciário, com o objetivo de coletar provas que possam esclarecer as irregularidades. Entre os materiais apreendidos estão aparelhos celulares, que serão analisados pelos investigadores. Segundo o MPMG, a investigação começou após uma denúncia recente feita por um agente político, que relatou a oferta de dinheiro para influenciar a votação do impeachment do prefeito. Caso as suspeitas sejam confirmadas, os envolvidos poderão responder por corrupção ativa e passiva. A operação mobilizou mais de 30 policiais militares, além de promotores e servidores do Ministério Público. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre valores ou beneficiários do suposto esquema. LEIA TAMBÉM: Adolescente em bicicleta motorizada avança pare e fica em estado grave ao bater em caminhão em Iturama VÍDEO: Caminhão-trator tomba e arrasta carros na MGC-497; casal morreu e filha de 8 anos foi socorrida O que disse a Prefeitura de Iturama "O prefeito municipal José Herculano Pereira dos Santos esclarece que não há qualquer citação acusatória ao nome do Município de Iturama, tampouco do Prefeito, na investigação atualmente em curso. A gestão municipal reafirma sua plena confiança no trabalho do Ministério Público, órgão competente para conduzir os devidos esclarecimentos, sempre com base na legalidade, na responsabilidade institucional e no respeito ao devido processo legal. Diante de informações e acusações divulgadas de maneira informal, a Administração informa que se absterá de emitir qualquer comentário ou juízo sobre a atuação do Vice-Prefeito Dr. Ronivaldo, preservando o princípio da imparcialidade e o andamento regular das apurações. Reiteramos que a Administração Municipal segue firme em seu compromisso com a transparência, a seriedade na gestão pública e a prestação de um trabalho de qualidade, voltado exclusivamente ao bem-estar e aos interesses da população de Iturama e do Distrito de Alexandrita. Iturama, 17 de dezembro de 2025. Prefeito Municipal José Herculano Pereira dos Santos". VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

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Praia Grande aprova lei que regulamenta o uso de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes; veja as regras

Publicado em: 17/12/2025 11:34

Praia Grande aprova lei que regula a circulação de ciclomotores e bicicletas elétricas A Câmara Municipal de Praia Grande, no litoral de São Paulo, aprovou a Lei n.º 2306, que regulamenta a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual em vias públicas da cidade. A medida foi aprovada e sancionada pelo prefeito Alberto Mourão. A legislação, publicada em edição extra do Diário Oficial, tem como objetivos principais organizar, padronizar e gerar mais segurança para todos que trafegam nas vias do município. A norma segue as diretrizes definidas na Resolução Cotran n.º 996/2023 e no Código de Trânsito Brasileiro (Lei n.º 9.503/1997). ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Com a regulamentação, o município busca reduzir riscos e acidentes, criando um ambiente mais seguro para quem utiliza equipamentos de mobilidade individual, além de organizar a circulação em espaços compartilhados. Veja abaixo as regras: Praia Grande aprova lei que regulamenta circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes. Divulgação/Prefeitura de Praia Grande Ciclomotores 🚫É proibido: circulação de ciclomotores nas calçadas, passeios, ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. 📍Onde podem circular: veículos devem ser conduzidos pela direita da pista de rolamento, preferencialmente no centro da faixa mais à direita. 🛴Idade miníma: 18 anos, sendo obrigatória habilitação específica (ACC ou CNH categoria A). Bicicletas elétricas e patinetes A legislação estabelece as seguintes normas para a circulação de bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual autopropelidos (EMAPs): 📍Onde podem circular: ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas, nas vias em que houver. Quando não houver ciclovia, ciclofaixa ou ciclorrota na via, a circulação deve ocorrer no acostamento, ou, ainda, na ausência deste, pelo bordo direito da pista de rolamento, no mesmo sentido regulamentado para a via. 🚫É proibido: tráfego em pistas de rolamento com velocidade máxima regulamentada superior a 40 km/h; em áreas de circulação de pedestres (calçadões, calçadas, passeios, faixas de pedestres). ⚠️Exceção: as bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual autopropelidos poderão circular em áreas destinadas a pedestres somente quando conduzidos por ou destinados à locomoção de pessoas idosas, com necessidades especiais e/ou mobilidade reduzida, ficando sujeitos à velocidade máxima de 6 km/h. 🛴Idade mínima: a legislação estabelece idade mínima de 14 anos para bicicletas elétricas com uso obrigatório de todos os equipamentos previstos no CTB. Para equipamentos de mobilidade individual autopropelidos (EMAPs), a idade mínima é de 16 anos. 📱Verificação de idade: as empresas de compartilhamento deverão adotar mecanismos de verificação de idade, vinculados ao CPF do usuário. Os responsáveis legais serão solidariamente responsáveis por infrações cometidas por menores de idade. Patinetes elétricos. Helton Santos/Prefeitura de Guarujá Penalidades e custos Quem descumprir a lei estará sujeito às penalidades previstas no artigo 19 da Resolução CONTRAN n.º 996/2023, além das sanções já estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro. Para a liberação de veículos ou equipamentos removidos, será exigida a comprovação de propriedade e/ou responsabilidade legal, com declaração de firma reconhecida, além do pagamento da multa e das taxas aplicáveis, como remoção e estadia. As autuações poderão ser contestadas por meio de recurso administrativo à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (JARI), no prazo de até 15 dias a partir do auto de Infração ou da notificação. Valores das taxas: 💸Taxa de remoção: Ciclomotores (R$ 155,44), bicicletas elétricas e EMAPs (R$ 76,09) 💸Taxa de estadia (diária): Ciclomotores (R$ 44,41), bicicletas elétricas e EMAPs (R$ 22,20) Sinalização e fiscalização A legislação permite que o município implemente a sinalização de velocidade e circulação, além de um sistema de georreferenciamento (geofencing) para frotas de compartilhamento, com a limitação de áreas e velocidade. Também prevê campanhas educativas anuais sobre convivência segura. As empresas de compartilhamento deverão recolher imediatamente os veículos abandonados. Além disso, as empresas de compartilhamento de bicicletas elétricas e veículos autopropelidos devem se credenciar junto ao município e cadastrar toda a frota. A fiscalização será responsabilidade da Guarda Civil Municipal, agentes de trânsito e outras autoridades competentes. Fiscalização dos patinetes elétricos em Praia Grande (SP) será responsabilidade da Guarda Civil Municipal, agentes de trânsito e outras autoridades competentes. Emdec Santos Em Santos, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de Santos realiza ações de fiscalização de patinetes elétricos buscando evitar acidentes de trânsito. Saiba mais: Patinete elétrico deve seguir regras de trânsito em Santos, SP CET-Santos realiza ações de fiscalização de patinetes elétricos VÍDEOS: g1 em 1 minuto

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Lei sancionada em João Pessoa estabelece licença remunerada para servidoras vítimas de violência doméstica

Publicado em: 17/12/2025 11:17

Violência contra a mulher Jainni Victória Uma lei sancionada em João Pessoa oferece licença remunerada a servidoras municipais vítimas de violência contra a mulher. A lei foi publicada no Diário Oficial do Município desta quarta-feira (17). A lei, de número 15.737, assegura direito ao afastamento remunerado das servidoras públicas da Prefeitura e da Câmara Municipal, vítimas de violência doméstica e familiar contra a mulher. Lei com punições a agressores Uma outra lei municipal, de número 15.738, também publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (17), prevê punições administrativas para servidores que forem condenados por violência contra a mulher. Entre as medidas, está multa de R$ 1 mil a R$ 100 mil, a depender da condenação e da capacidade financeira do réu. Também estabelece a proibição de contratar com o poder público ou de receber benefícios, incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de cinco anos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

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Três meses depois, MP apura irregularidades apontadas pela CPI do transporte coletivo

Publicado em: 17/12/2025 11:03

Justiça endurece e multa greve de ônibus passa para R$ 200 mil por dia em CG Dyego Queiroz/TV Morena O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) instaurou um inquérito civil para apurar eventuais irregularidades apontadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Público de Campo Grande, cerca de três meses após o relatório final, e três dias após a greve dos motoristas de ônibus por atrasos no pagamento da categoria. A medida foi oficializada e publicada pela 30ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Comarca da Capital. De acordo com o edital, o inquérito civil tem como requerente a Câmara Municipal de Campo Grande e tem por objetivo investigar possíveis irregularidades ocorridas no âmbito da contratação do Consórcio Guaicurus pelo município. As apurações buscam identificar condutas que possam ter causado dano ao patrimônio público e social. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O procedimento foi instaurado após o encaminhamento do relatório final da CPI do Transporte Público, concluída em setembro deste ano. O documento reuniu indícios de falhas administrativas, contratuais e financeiras envolvendo o Consórcio Guaicurus, além de possíveis omissões de órgãos fiscalizadores e do poder público municipal. A instauração foi assinada pelo promotor de Justiça George Zarour Cezar na terça-feira (16) e publicada nesta quarta-feira (17). A partir da investigação, o Ministério Público poderá adotar medidas judiciais ou extrajudiciais, caso sejam confirmadas irregularidades ou prejuízos aos cofres públicos. Vereadores na leitura do relatório final da CPI dos Transportes Públicos, em Campo Grande. Ingrid Rocha/TV Morena TCE analisa respostas após relatório O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) afirma que exerce o controle externo do contrato de concessão do transporte coletivo de Campo Grande por meio de auditorias, monitoramentos técnicos e da atuação direta de seus conselheiros. Diante do grande volume de reclamações da população — como superlotação, atrasos, falta de abrigos, terminais degradados e insegurança — o então relator do município, conselheiro Waldir Neves Barbosa, determinou auditoria no sistema, que identificou 18 irregularidades no serviço. Como resposta institucional, o TCE-MS propôs e firmou um Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) com a Prefeitura de Campo Grande, a AGEREG, a AGETRAN e o Consórcio Guaicurus. As irregularidades apuradas foram convertidas em cláusulas com obrigações e prazos definidos, acompanhadas por relatórios técnicos periódicos e fiscalizações in loco. O processo do TAG segue rito próprio, com contraditório e ampla defesa, conforme prevê a legislação e as resoluções do Tribunal. No estágio atual, a maior parte das cláusulas do TAG foi considerada implementada, especialmente as relacionadas à fiscalização do contrato, auditorias técnico-operacionais e econômico-financeiras, controle da frota, manutenção de veículos, acessibilidade, fiscalização de terminais e integração de sistemas entre AGEREG e AGETRAN. Permanecem pendências relevantes, como o envio de projeto de lei para garantir mandato e estabilidade ao presidente da AGEREG, a realização de concurso público para cargos técnicos da agência e a deflagração de PMI para implantação e manutenção de novos abrigos de ônibus. A cláusula sobre o reequilíbrio econômico-financeiro do contrato segue sobrestada por estar judicializada. Nos monitoramentos mais recentes, o TCE-MS recomendou: fortalecimento institucional da AGEREG, com maior autonomia e quadro técnico efetivo; aprimoramento da fiscalização do consórcio concessionário; regularização da idade média da frota; melhoria da conservação e segurança dos terminais; avanço em políticas estruturantes para pontos de parada e abrigos de ônibus. Parte das medidas relativas à segurança dos terminais foi considerada apenas parcialmente cumprida. Sobre a CPI do Transporte e a atual crise marcada por greve dos motoristas, o Tribunal destaca os limites de sua atuação. O TCE-MS afirma que não substitui o Poder Executivo nem interfere diretamente em negociações trabalhistas ou na gestão diária do serviço, mas atua de forma preventiva e corretiva, fiscalizando contratos, avaliando o cumprimento do TAG e aplicando sanções administrativas quando houver descumprimento das obrigações pactuadas. O órgão também mantém diálogo institucional com o Ministério Público, a Câmara Municipal e a própria CPI, compartilhando informações técnicas. Atualmente, o processo está na fase de análise das respostas apresentadas pelos compromissários ao último relatório de monitoramento. Após essa etapa, os autos seguirão para o Ministério Público de Contas e, posteriormente, para julgamento pelo colegiado do TCE-MS, que poderá aplicar multas e outras sanções previstas no TAG ou, alternativamente, submeter o caso à mesa de consensualismo, mecanismo ainda em fase de regulamentação. O Tribunal reforça que reconhece o impacto social do problema, que atinge mais de 100 mil usuários do transporte coletivo, mas ressalta que o julgamento deve respeitar o devido processo legal, os prazos e as garantias constitucionais, para evitar nulidades. Segundo o relator, o TCE-MS acompanha de perto a situação e dará uma resposta institucional assim que a instrução processual for concluída. Greve dos motoristas de ônibus Terminal General Osório fechado pelo terceiro dia de greve dos motoristas de ônibus em Campo Grande Magno Lemes/TV Morena A greve dos motoristas do transporte coletivo de Campo Grande entrou no terceiro dia nesta quarta-feira (17). A paralisação mantém a suspensão do serviço e prejudica cerca de 110 mil usuários. Aproximadamente mil trabalhadores participam do movimento. Na terça-feira (16), foi realizada uma audiência de conciliação na Justiça do Trabalho entre a Prefeitura de Campo Grande, o Consórcio Guaicurus e o Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo Urbano da Capital. Na ocasião, a Justiça determinou que os motoristas retornassem ao trabalho nesta quarta-feira, decisão que não foi aceita pela categoria. Segundo a Justiça do Trabalho, o valor devido para o pagamento aos motoristas é de R$ 1,3 milhão. Questionados durante a audiência, representantes do consórcio e da prefeitura afirmaram não ter recursos para realizar o pagamento imediato, e não houve acordo sobre esse ponto. Enquanto a administração municipal e a Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg) afirmam que não há inadimplência e que todos os repasses estão em dia, o Consórcio Guaicurus sustenta que a paralisação é resultado de uma dívida acumulada desde 2022, relacionada ao descumprimento de um termo aditivo do contrato. População e comércio prejudicados Greve dos ônibus afeta trabalhadores em Campo Grande Pelo terceiro dia a população enfrenta dificuldades e prejuízos para se locomover para o trabalho e outros compromissos. No centro da cidade, funcionários de uma empresa de correspondência bancária não conseguiram chegar ao trabalho. O gerente, Delcio Alves, disse que os prejuízos são grandes. “É um dia difícil, porque parece que nem os clientes vêm. Muitos são idosos e também dependem dos ônibus.” A atendente de lanchonete Thaylane Monteiro da Silva, moradora do bairro São Conrado, foi de bicicleta para o trabalho. Mesmo assim, houve atraso na abertura do comércio. “Se não fosse a bicicleta eu não conseguiria vir, ou chegaria muito mais atrasada”. A Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Campo Grande estima que o comércio da capital sul-mato-grossense pode ter prejuízo de R$10 milhões com a greve dos motoristas do transporte coletivo. O presidente da CDL, Adelaido Figueiredo, divulgou um vídeo nas redes sociais afirmando que está indignado com o município e os prejuízos causados ao comércio da cidade. "Estamos enfrentando uma greve do transporte público que vai gerar, só para o setor de comércio e serviços, um prejuízo de mais de R$10 milhões, em uma semana que é extremamente decisória para que possamos ter o resultado eficiente no Natal de 2025. Nossos trabalhadores não estão conseguindo chegar nos espaços de trabalho, o nosso consumidor não está conseguindo se deslocar para o consumo", relata Adelaido. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

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Câmara de Belém vota orçamento de R$ 6,7 bilhões para 2026; sessão é marcada por confusão

Publicado em: 17/12/2025 10:46

Câmara discute Lei Orçamentária Anual para 2026 A Câmara Municipal de Belém vota, nesta quarta-feira (17), a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, que define como a Prefeitura da capital paraense pretende aplicar os recursos públicos no próximo ano. A proposta prevê uma receita líquida de R$ 6,7 bilhões. A sessão foi marcada por confusão e protestos. A discussão do orçamento foi marcada por momentos de tensão e confusão. A sessão foi interrompida após tumulto no prédio da Câmara Municipal de Belém. Funcionários seguraram as portas para impedir a entrada de manifestantes no plenário. Durante a confusão, manifestantes quebraram uma das portas de vidro na tentativa de invadir o espaço. Houve uso de spray de pimenta para conter o grupo e o policiamento foi reforçado no local. 📲 Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Porta da Câmara foi quebrada durante confusão nesta quarta-feira, 17, em Belém. Reprodução / TV Liberal Ao todo, 233 emendas foram apresentadas à proposta inicial. A expectativa é que haja acordos para reduzir esse número antes da votação final. O líder do governo, vereador Fábio Souza (MDB), tem articulado com colegas de parlamento para buscar entendimento em torno do texto e garantir que diferentes áreas sejam contempladas no orçamento, como desenvolvimento social, urbano e econômico, bem estar e segurança. VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.

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