Arquivo de Notícias Resultados para: "tecnologia"

CES 2026: JBL renova linha de áudio com 10 lançamentos, de games a esportes

Publicado em: 05/01/2026 08:51 Fonte: Tudocelular

Aproveitando seu espaço na CES 2026, feira de tecnologia que acontecerá até o próximo dia 9 de janeiro na cidade de Las Vegas, nos Estados Unidos, a JBL acaba de anunciar novos fones para o seu catálogo de produtos, e acredite, há opções para quase todos os gostos – do público gamer ao esportista. Começando por aqueles que gostam de jogar, a marca anunciou três novos headsets para a sua linha de produtos JBL Quantum: JBL Quantum 950X, JBL Quantum 650X e JBL Quantum 250 – apresentados para o público brasileiro no começo do mês passado.Partindo do modelo mais avançado (e caro), o 950X chega com drivers dinâmicos de carbono de 50 mm e conta com recursos avançados, como áudio espacial, rastreamento de cabeça 3D e cancelamento ativo de ruído. É compatível com PCs e consoles de videogame por meio de conexões Wi-Fi de 2,4 GHz, Bluetooth 5.3 ou cabo.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Manaus enfrenta desafios de infraestrutura para avançar na economia sustentável, aponta estudo

Publicado em: 05/01/2026 08:16

Zona Franca de Manaus é um exemplo de política que está aí há 60 anos e não se faz uma avaliação séria dos benefícios', diz pesquisadora do Insper Divulgação/Suframa Um relatório elaborado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)revela que Manaus precisa superar desafios históricos para se consolidar como polo da bioeconomia e da inovação sustentável na Amazônia. O documento, chamado Private Sector Roadmap for a Sustainable Amazônia, destaca que a capital amazonense ocupa posição estratégica na região, mas enfrenta obstáculos que podem comprometer sua competitividade nos próximos anos. De acordo com o estudo, a Zona Franca de Manaus continua sendo um motor econômico importante, mas o modelo atual, baseado principalmente na indústria eletroeletrônica, precisa ser atualizado. A recomendação é que a cidade diversifique sua produção e aproveite o potencial da biodiversidade amazônica, investindo em setores como biotecnologia, farmacêutica e cosméticos. O que é bioeconomia? Estudo aborda os caminhos e desafios para potencializar modelo de negócio na Amazônia Para isso, será essencial fortalecer universidades e centros de pesquisa, capazes de transformar conhecimento científico em negócios sustentáveis. Confira os principais desafios apontados na pesquisa. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp ➡️Zona Franca de Manaus (ZFM): O estudo afirma que o modelo atual, baseado principalmente na indústria eletroeletrônica, precisa ser atualizado para incluir cadeias ligadas à bioeconomia e inovação tecnológica. ➡️Infraestrutura e logística: A cidade ainda depende fortemente do transporte fluvial e aéreo, o que encarece operações e limita o escoamento de produtos. A falta de conectividade digital também é vista como um entrave. ➡️Energia: Há preocupação com a dependência de termelétricas a diesel em comunidades isoladas. O relatório sugere ampliar investimentos em fontes renováveis e soluções descentralizadas. ➡️Inovação e pesquisa: Manaus é apontada como potencial hub de biotecnologia, farmacêutica e cosméticos, mas precisa fortalecer universidades e centros de pesquisa para transformar biodiversidade em negócios sustentáveis. ➡️Inclusão social: O estudo alerta que a transição econômica deve gerar empregos verdes e capacitar trabalhadores locais, evitando concentração de benefícios apenas em grandes empresas. ENTENDA: Reforma tributária: entenda por que a Zona Franca de Manaus conseguiu manter seus benefícios Segundo os autores, Manaus pode se tornar referência mundial em bioeconomia se conseguir alinhar investimentos privados com políticas públicas. Caso contrário, há risco de a Zona Franca perder relevância frente às novas cadeias globais verdes. “Manaus tem condições de liderar a transformação sustentável da Amazônia, mas precisa superar gargalos históricos de infraestrutura e apostar em inovação”, afirma o relatório. CAS aprova 38 projetos com investimentos de até R$1 bi na Zona Franca de Manaus

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Projeto oferta mais de 2 mil vagas em cursos gratuitos de capacitação no Ceará; confira

Publicado em: 05/01/2026 08:06

Aprenda a fazer um bom currículo para conseguir uma vaga de trabalho Um projeto do Centro Universitário Maurício de Nassau, mais conhecido como UNINASSAU, está ofertando de maneira gratuita cursos de capacitação em diversas áreas nas cidades de Fortaleza, Maracanaú e Sobral. Siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Ao todo, são mais de 2.750 vagas em formações presenciais e abertos ao público. A iniciativa tem início no dia 08 de janeiro e segue até o final do mês. Os cursos exploram áreas da saúde, gestão, tecnologia, educação, direito, empreendedorismo e bem-estar. No Ceará, são ofertadas mais de 2.750 vagas em cursos de capacitação gratuitos. Reprodução/Gokursos LEIA TAMBÉM: Rede Cuca abre 7,7 mil vagas gratuitas para jovens e adultos Pré-carnaval 2026 em Fortaleza: veja eventos e blocos confirmados Os interessados podem se inscrever através do site gokursos.com. Ao entrar, você pode buscar por “Capacita + unidade desejada” para escolher a formação desejada. ➡️O público pode se inscrever em mais de um minicurso, desde que não haja choque de horário, e devem comparecer no dia da capacitação levando 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a ações sociais. Mais detalhes ➡️ Entre os cursos disponíveis estão primeiros socorros para leigos, alimentos funcionais para emagrecimento saudável, preparo de pizza e entendimento dos direitos e deveres nos contratos eletrônicos. Além disso, o projeto também oferece cursos de cuidador de idosos, primeiros socorros psicológicos, preparação de sabonetes artesanais, entendimento das ferramentas de gestão da qualidade em saúde, entre outros. Ainda conforme a instituição, a programação contempla formações práticas e atualizadas, voltadas tanto para o desenvolvimento pessoal quanto profissional. "A iniciativa contribui para a qualificação profissional e a recolocação no mercado de trabalho, sempre alinhada às demandas atuais do setor", afirma Alan Caires, reitor da Uninassau. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

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Pista de patinação no gelo na orla de Petrolina começa a funcionar nesta terça-feira

Publicado em: 05/01/2026 07:24

Pista de patinação no gelo em Petrolina Ascom / PMP A partir desta terça-feira (6), começa a funcionar a pista itinerante de patinação no gelo montada na orla de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, como parte da programação de Natal da cidade. O espaço é gratuito e os ingressos podem ser retirados a partir desta segunda-feira (5), às 9h, pela internet, mediante cadastro com CPF. Cada CPF poderá se inscrever apenas uma vez, sendo necessário escolher a data e o horário no momento da inscrição. O ingresso é pessoal e intransferível. Em caso de não comparecimento na data e horário agendados, o ingresso será automaticamente invalidado, sendo necessário realizar um novo cadastro. 📱:Baixe o app do g1 para ver notícias de Petrolina e Região em tempo real e de graça Segundo a prefeitura, para crianças menores de idade ou pessoas com algum transtorno, como o Transtorno do Espectro Autista (TEA), será necessária a assinatura de um termo de responsabilidade pelo responsável legal. O acesso à pista será organizado em dois grupos de 50 pessoas a cada meia hora. Cada sessão contará com 20 minutos de patinação e 10 minutos destinados à colocação dos patins. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A pista funcionará de terça a quinta-feira, das 16h às 18h, com horário reservado para escolas municipais, e das 18h às 22h, aberta ao público. De sexta-feira a domingo, o funcionamento será das 16h à meia-noite. A pista conta com tecnologia italiana e possui dimensões de 16 metros de largura por 30 metros de comprimento, além de espaço adequado para a colocação dos patins. Orientações importantes: Não é permitida a entrada com acessórios como brincos, anéis, pulseiras, correntes, relógios e, principalmente, celular; Pessoas com impedimentos de ordem médica e gestantes não podem patinar; É proibida a entrada com alimentos; Cada participante é responsável por seus itens pessoais; Não é recomendada a entrada após consumo de bebida alcoólica; É obrigatório o uso de meias limpas, de uso individual, que não devem ser emprestadas; A organização não se responsabiliza por itens perdidos; Não haverá guarda-volumes. Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

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Hisense apresenta nova linha de TVs MiniLED RGB com tecnologia Dolby Vision 2

Publicado em: 05/01/2026 07:07 Fonte: Tudocelular

A Hisense revelou duas novas linhas de TVs com tecnologia MiniLED RGB. Trata-se das séries UR9S e UR8S, que trazem tamanhos de 55 a 100 polegadas de tamanho, além de painéis LCD nativos 4K UItra HD do tipo VA com suporte a altas taxas de atualização e mais. Linha 2026 até 100” De modo geral, ambas as linhas reveladas tem como destaque o uso de retroiluminação Full Array MiniLED RGB, uma tecnologia formada por tripletes de LEDs vermelho, verde e azul, ainda incomum no mercado atual. Além disso, há tamanhos disponíveis em 55, 65, 75, 85 e 100 polegadas.Principais características Os principais atributos destes modelos incluem o uso de painéis LCD VA 4K com taxa de atualização nativa de até 180 Hz, que pode superar os 300 Hz em 1080p. Além disso, a linha UR9S tem brilho com pico de 4.000 nits, enquanto a UR8S fica em 3.500 nits. Graças à tecnologia MiniLED RGB, os modelos chegam próximos de 100% de cobertura gamut REC2020.Clique aqui para ler mais

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O mistério de Mercúrio, o planeta que cientistas dizem que não deveria existir

Publicado em: 05/01/2026 06:27

Missão europeia e japonesa divulga primeiras imagens do planeta Mercúrio À primeira vista, Mercúrio poderia ser classificado como o planeta mais entediante do Sistema Solar. Sua superfície árida tem poucas características notáveis, não há evidências de água em seu passado e a atmosfera do planeta é, na melhor das hipóteses, extremamente rarefeita. A probabilidade de encontrar vida entre suas crateras escavadas é inexistente. No entanto, observado mais de perto, Mercúrio se mostra um mundo fascinante e improvável, envolto em mistério. Os cientistas planetários continuam intrigados pela simples existência do planeta mais próximo do nosso Sol. Ele é minúsculo, com 20 vezes menos massa do que a Terra e apenas um pouco maior que a Austrália. Ainda assim, Mercúrio é o segundo planeta mais denso do nosso Sistema Solar, atrás apenas da Terra, devido a um grande núcleo metálico que representa a maior parte de sua massa. Nasa A órbita de Mercúrio, que passa tão perto do Sol, também ocupa uma posição incomum, que os astrônomos não conseguem explicar completamente. Isso nos leva a uma questão central: não sabemos como Mercúrio se formou. Pelo que se entende hoje, o planeta simplesmente não deveria existir. O mistério sobre a origem de Mercúrio, como ele se formou e por que ele tem o aspecto atual faz parte de um dos maiores enigmas do Sistema Solar. No entanto, algumas dessas respostas podem estar a caminho. Uma missão conjunta da Europa e do Japão, chamada BepiColombo, lançada em 2018, está atualmente a caminho de Mercúrio. A sonda fará a primeira visita ao planeta em mais de uma década. Quando entrar em órbita em novembro de 2026, depois de um problema em um dos propulsores atrasar sua viagem, ele tentará entender de onde veio Mercúrio como um de seus principais objetivos. Resolver como Mercúrio se formou não é importante apenas para compreender melhor as origens do nosso próprio Sistema Solar, mas também para estudar planetas em torno de outras estrelas, os exoplanetas. "Mercúrio é provavelmente o mais próximo que temos de um exoplaneta", afirmou Saverio Cambioni, cientista planetário do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, nos EUA), ao se referir à formação incomum do planeta. "É um mundo fascinante." Os astrônomos perceberam pela primeira vez que algo estava errado com Mercúrio depois que a sonda Mariner 10, da Nasa, sobrevoou o planeta três vezes, em 1974 e 1975, durante as primeiras visitas da humanidade às regiões mais internas do Sistema Solar. A superfície de Mercúrio é marcada por crateras e derrames de lava, mas, sob ela, esconde um enorme núcleo metálico Nasa Esses sobrevoos permitiram as medições iniciais da gravidade do planeta, oferecendo pela primeira vez uma visão de seu interior e revelando seu estranho funcionamento interno. Terra, Vênus e Marte têm núcleos ricos em ferro que correspondem a cerca de metade de seus raios. No caso da Terra, o núcleo é dividido entre um núcleo interno sólido e um núcleo externo líquido, cujo movimento gera o campo magnético que protege o planeta. Acima dele estão o manto e, depois, a crosta, onde vivemos. Mercúrio é completamente diferente. Seu núcleo representa quase 85% do raio do planeta, com apenas um manto rochoso muito fino e a crosta acima. Essa estrutura explica a densidade extraordinária de Mercúrio, mas as razões pelas quais o planeta acabou adquirindo essa configuração ainda não são totalmente claras. "A formação de Mercúrio é um grande problema", afirma Nicola Tosi, cientista planetário do Centro Aeroespacial Alemão, em Berlim. "Ainda não está claro por que Mercúrio é assim." Uma missão posterior ao planeta, a missão Messenger, da Nasa, que orbitou Mercúrio entre 2011 e 2015, levantou ainda mais questionamentos. Girando em torno do Sol a apenas 60 milhões de quilômetros, as temperaturas diurnas em Mercúrio podem chegar a 430 °C, enquanto à noite podem cair para –180 °C. Mas, apesar dessas condições extremas, a sonda Messenger constatou a presença de elementos voláteis, como potássio e o elemento radioativo tório, na superfície do planeta, substâncias que deveriam ter evaporado há muito tempo sob a intensa radiação solar. Moléculas complexas, como cloro, e até gelo aprisionado em crateras polares sob as sombras do planeta também foram identificados. Esse conjunto de descobertas fortaleceu a ideia de que Mercúrio talvez não pertença à sua posição atual ao redor do Sol. Há décadas, astrônomos tentam explicar a localização do planeta no Sistema Solar, em uma região onde se acredita que um corpo com essas características dificilmente poderia ter se formado. Mercúrio é 'uma dor de cabeça' Sabemos que os sistemas solares como o nosso começam com um disco de poeira e gás ao redor das estrelas. Aos poucos, os planetas criam lacunas nesse disco e crescem à medida que incorporam mais material. Mas Mercúrio está distante demais de Vênus para que esse processo faça sentido com base nos modelos de formação planetária. Não importa quais parâmetros os cientistas que estudam a dinâmica dos planetas ajustem: eles simplesmente não conseguem explicar Mercúrio tal como o vemos hoje. "É uma dor de cabeça", reconhece Raymond. "Você acaba com nenhum Mercúrio." Os astrônomos passaram anos refinando modelos e testando hipóteses sobre como Mercúrio poderia ter se formado, e existem alguns cenários possíveis. Um dos mais debatidos é a ideia de que Mercúrio já foi muito maior, talvez o dobro do volume atual, e quase do tamanho de Marte. Ele também poderia ter orbitado o Sol a uma distância maior. Essa hipótese é sustentada pelos níveis de potássio e tório detectados em Mercúrio, muito mais semelhantes aos de Marte, um planeta que se formou muito mais longe do Sol. A teoria sugere que, em algum momento nos primeiros 10 milhões de anos de sua existência, esse proto-Mercúrio foi atingido por um objeto enorme, possivelmente outro planeta do tamanho de Marte. A colisão teria arrancado as camadas externas do planeta, a crosta e o manto, deixando apenas o núcleo denso e rico em ferro que constitui a maior parte de Mercúrio como o conhecemos hoje. A missão BepiColombo é composta por duas naves espaciais acopladas, operadas pela Agência Espacial Europeia e pela Agência Espacial Japonesa Getty Images/BBC Essa explicação é talvez a que conta hoje com maior apoio entre os astrônomos, afirma Alessandro Morbidelli, cientista de dinâmica planetária do Observatório Côte d'Azur, em Nice (França). "A interpretação geral é que Mercúrio sofreu um impacto gigante que removeu a maior parte do manto", diz. Deve ter sido um impacto de forma oblíqua (tangencial), para que o planeta não fosse completamente destruído. Ainda assim, embora colisões fossem comuns no início do Sistema Solar, remover tanta quantidade de material de Mercúrio exigiria um impacto a velocidades superiores a 100 quilômetros por segundo, explica Cambioni, do MIT, um cenário considerado pouco provável, já que a maioria dos objetos orbitava o Sol na mesma direção e a velocidades semelhantes entre si, como carros circulando em uma rotatória. Um impacto desse tipo também teria eliminado os elementos voláteis de Mercúrio, incluindo o tório, o que torna ainda mais enigmática a detecção dessas substâncias pela sonda Messenger. Como esses elementos poderiam ter sobrevivido a um evento tão explosivo? Mesmo sem um impacto, não está claro como esses elementos ainda poderiam permanecer em Mercúrio. "Algo tão próximo do Sol não deveria ser rico em substâncias voláteis", afirma David Rothery, geocientista planetário da Open University (Reino Unido), que é codiretor do Mercury Imaging X-ray Spectrometer (MIXS, na sigla em inglês), a bordo da missão BepiColombo, instrumento que irá estudar os elementos voláteis do planeta. Mercúrio apresenta sinais de atividade vulcânica em um passado distante Nasa "Então, Mercúrio teria começado muito mais longe ou foram os materiais que se agregaram a ele que se formaram mais distantes?", questiona. Talvez Mercúrio não tenha sido atingido, mas tenha sido ele próprio o corpo impactante, colidindo com outro planeta, como Vênus, antes de alcançar sua posição atual. É uma ideia promissora, porque pode ser mais fácil remover o manto de Mercúrio nesse tipo de colisão. "É mais simples explicar Mercúrio como o objeto que impactou, e não como o que foi impactado", diz Olivier Namur, geólogo planetário da Universidade Católica de Lovaina (Bélgica). Mercúrio não teria sido o único projétil do tamanho de um planeta a cruzar o Sistema Solar em seus primórdios. Acredita-se que a própria Lua tenha se formado quando um objeto do tamanho de Marte, chamado Téia, colidiu com a Terra em seus estágios iniciais, arrancando um grande pedaço do planeta. Outras teorias Em qualquer um dos cenários de impacto envolvendo Mercúrio, não está claro por que os detritos rochosos lançados ao espaço não voltaram a se depositar sobre o planeta nem formaram suas próprias luas (Mercúrio não tem nenhuma). Uma possibilidade é um processo chamado pulverização por colisão, no qual o material expelido por Mercúrio teria sido triturado em partículas cada vez menores, até virar pó, e depois levado pelo vento solar. "A pulverização por colisão ocorre quando os próprios detritos vão se fragmentando em pedaços cada vez menores", explica Jennifer Scora, especialista em formação planetária da Universidade de Toronto (Canadá). "O resultado é um Mercúrio menor e mais denso." No entanto, segundo Scora, a taxa de pulverização necessária para que isso funcione é muito alta, possivelmente maior do que se espera que ocorra na prática. Outro cenário possível é que não tenha havido um impacto gigantesco e que Mercúrio tenha, de fato, se formado a partir de material mais próximo do Sol, mais rico em ferro. Nesse cenário, defendido por Anders Johansen, especialista em formação planetária da Universidade de Lund (Suécia), Mercúrio teria se formado em uma região do Sistema Solar muito mais quente do que aquela onde surgiram os outros planetas. Explosões do Sol primitivo teriam evaporado a maior parte da poeira leve na região de Mercúrio, deixando apenas material mais pesado e rico em ferro para se fundir. "É assim que seria possível formar um planeta rico em ferro", argumenta Johansen. Essa teoria também apresenta problemas. Se fosse verdade, porque é que Mercúrio teria parado de crescer no estágio atual, em vez de continuar acumulando material rico em ferro? "Havia muito material disponível ao redor", diz Johansen. "Portanto, não sabemos porque acabamos com o pequeno planeta que vemos hoje." Super Mercúrios Ao redor de outras estrelas, há evidências de versões maiores de Mercúrio, conhecidas como "super Mercúrios", planetas densos e ricos em ferro, muito mais massivos e maiores do que a Terra, mas ainda com um grande núcleo de ferro. A razão pela qual ainda não descobrimos planetas do tamanho de Mercúrio é simples: eles são pequenos demais para serem detectados diante do brilho e da influência gravitacional de suas estrelas hospedeiras. Observações de outras estrelas indicam que os "super Mercúrios" podem ser bastante comuns na nossa galáxia, afirma Cambioni, do MIT, representando talvez entre 10% e 20% de todos os planetas. Isso também cria alguns problemas, porque, assim como Mercúrio, não sabemos como eles se formam. "Eles são desconfortavelmente comuns", ressalta Cambioni. Há ainda uma outra teoria para a formação de Mercúrio: a de que os planetas internos não se formaram exatamente nas posições que ocupam hoje, mas passaram por um processo de deslocamento. Nesse modelo do Sistema Solar, os planetas internos — Mercúrio, Vênus, Terra e Marte — poderiam ter se formado em dois anéis distintos de material ao redor do Sol. A Terra e Vênus teriam se formado junto com Mercúrio no anel interno, antes de "migrar e deixar Mercúrio para trás", diz Raymond, devido à menor massa do planeta Um modelo de Matt Clement, cientista de dinâmica planetária da Universidade de Oxford (Reino Unido), sugere que os planetas rochosos podem ter se formado muito mais perto do Sol, dentro da órbita atual de Mercúrio, antes de migrarem para o exterior. "Mercúrio fica fora da ação e acaba sem material", afirma Clement. A ideia não explica completamente por que é que Mercúrio teria um núcleo tão grande, a menos que o planeta tenha se deslocado para uma região do Sistema Solar mais rica em ferro, mas ajuda a explicar seu tamanho e a distância em relação a Vênus. "Acho que a migração é necessária", diz. Uma das tarefas da missão BepiColombo, lançada em 2018, será estudar a gravidade e o fraco campo magnético do planeta mais próximo do Sol JODY AMIET/AFP vía Getty Images Existem também hipóteses mais incomuns. E se Mercúrio não fosse propriamente um planeta rochoso, mas o núcleo exposto de um planeta gigante gasoso, como Júpiter, cuja atmosfera teria sido arrancada? Embora essa possibilidade já tenha sido levantada, Cambioni a considera improvável. "É muito difícil remover a atmosfera de um planeta do tamanho de Júpiter", afirma, por causa de sua imensa gravidade. Tudo isso fornece aos astrônomos muitas pistas, mas ainda não há consenso sobre como Mercúrio se formou. A missão BepiColombo pode trazer algumas respostas. Quando a missão, que, na prática, consiste em duas naves espaciais operadas em conjunto pela Agência Espacial Europeia (ESA) e pela Agência Espacial Japonesa (JAXA), entrar na órbita em torno de Mercúrio, as duas naves espaciais se separarão. Elas usarão seus instrumentos para mapear a composição da superfície do planeta e, ao mesmo tempo, estudar sua gravidade e o fraco campo magnético de Mercúrio, entre outras observações. "A BepiColombo fará medições adicionais que poderão nos informar sobre a origem de Mercúrio", afirma Tosi. De especial interesse será descobrir do que são feitas a superfície e subsolo do planeta. "Conhecer essa composição impõe limites às hipóteses de formação do planeta", acrescenta. Se Mercúrio já foi maior e depois perdeu material, isso teria criado um manto temporariamente fundido, um vasto oceano de magma do qual poderíamos ver evidências hoje. "Esse material se solidifica de uma maneira específica", observa Tosi. As primeiras imagens enviadas pela espaçonave em seu primeiro sobrevoo, no início deste ano, ainda não revelaram sinais desse oceano de magma primordial. Elas mostram, porém, a superfície de um planeta marcada por crateras de impacto e cortada por antigos fluxos de lava. Também foram identificados vestígios de um fluxo de lava de cerca de 3,7 bilhões de anos, que se solidificou formando extensas áreas de superfície lisa e preenchendo crateras mais antigas. Embora muito mais recente do que o possível oceano de magma inicial, as rugas características nessas superfícies lisas indicam que o planeta vem se contraindo drasticamente desde então, à medida que esfriou ao longo de bilhões de anos. As medições de gravidade da sonda, que registram o quanto o planeta se deforma em resposta à gravidade do Sol por meio do reflexo de um laser em sua superfície, também devem oferecer aos cientistas uma compreensão mais precisa da estrutura do núcleo, outra peça fundamental da história de Mercúrio. "Conhecer a composição do núcleo também ajudará a reconstruir a origem de Mercúrio", afirma Tosi. A missão BepiColombo também deve revelar mais informações sobre os elementos voláteis do planeta, que continuam sendo um enigma. "Sabemos que Mercúrio é rico em voláteis, mas não sabemos exatamente quais são todos eles", diz Rothery, da Open University. Mercúrio é realmente muito pequeno em comparação com outros planetas. Aqui, ele aparece como um pontinho à esquerda, ao atravessar a frente do disco do Sol Getty Images/BBC BepiColombo pode ainda ajudar a esclarecer outros mistérios do planeta, como o motivo de sua superfície, salpicada de crateras, ser tão escura. Mercúrio reflete apenas cerca de dois terços da luz refletida pela Lua, o que sugere a existência de uma camada de material escuro, como grafite, recobrindo sua superfície. Para compreender de fato a origem de Mercúrio, porém, cientistas sonham em pousar no planeta algum dia, algo que chegou a integrar a proposta original da missão BepiColombo, mas foi descartado por custo e complexidade, e talvez até trazer amostras de volta à Terra. "O que realmente queremos é uma amostra de Mercúrio", afirma Rothery, o que permitiria decifrar exatamente do que o planeta é feito. Não há uma missão desse tipo planejada para o futuro próximo, embora algumas propostas tenham sido apresentadas. Em vez de um pouso, "nossa maior esperança é encontrar um meteorito originário de Mercúrio", diz Rothery. Isso pode ser possível. Centenas de meteoritos de Marte já foram encontrados na Terra, mas nenhum que seja definitivamente de Mercúrio (ou Vênus). Já se sugeriu que uma classe rara de meteoritos encontrados na Terra, conhecida como aubritos (um tipo de acondrito), poderia ser composta por fragmentos de um suposto proto-Mercúrio, um planeta primordial maior que teria sido atingido por outro corpo. A missão BepiColombo já vem enviando imagens da superfície de Mercúrio, após um breve sobrevoo realizado no início de 2025 ESA/ BepiColombo/ MTM A ideia é considerada uma "mera especulação", avalia Morbidelli, mas ainda assim é atraente, porque esses meteoritos apresentam química e mineralogia semelhantes ao que se imagina que teria um proto-Mercúrio. Camille Cartier, petróloga da Universidade de Lorraine (França), coordena um estudo sobre aubritos (um tipo de meteorito) para investigar essa possibilidade nos próximos anos. "Temos uma supercoleção" de meteoritos aubritos, afirma, com cerca de 20 amostras diferentes reunidas por sua equipe. Agora, elas serão analisadas para verificar se são, de fato, fragmentos de Mercúrio. "Precisamos de evidências sólidas a favor ou contra essa hipótese", diz Cartier. O que está em jogo na compreensão da formação de Mercúrio é entender como os planetas se formam. O planeta teria sido uma mera casualidade, resultado de uma colisão aleatória em alta velocidade no nosso Sistema Solar, ou algo mais comum? "Talvez Mercúrio não seja um objeto tão raro e seja um resultado natural da formação planetária", sugere Tosi. Por ora, o enigma sobre as origens de Mercúrio permanece. Por que temos esse planeta estranhamente pequeno e supermetálico no nosso Sistema Solar? E será que outras estrelas também têm seus próprios Mercúrios? À primeira vista, Mercúrio pode parecer um mundo cinzento, sem grande interesse aparente. Mas, em essência, esse planeta enigmático pode ser um dos lugares mais fascinantes do Sistema Solar. "É possível que Mercúrio seja simplesmente um planeta improvável", diz Scora. Um planeta que na maioria das linhas temporais simplesmente não deveria existir, mas que, na nossa, existe.

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Samsung adiciona novos formatos de áudio espacial e HDR em TVs anunciadas na CES 2026

Publicado em: 05/01/2026 04:21 Fonte: Tudocelular

A Samsung está anunciando diversos modelos de smart TVs durante a prévia da CES 2026, mas uma especificação que pode ter passado despercebida por muitos é um novo formato de áudio e vídeo que está chegando aos novos modelos para rivalizar com o Dolby Atmos e o Dolby Vision 2.Estamos falanod do HDR10+ Advanced e do Eclipsa Audio, este último com maior destaque pode ter sido desenvolvido pela própria Samsung em colaboração com o Google. Como um formato de áudio espacial 3D similar ao Dolby Atmos, o Eclipsa Audio foi criado para ser o Formato de Modelo de Áudio Imersivo (IAMF) e já está disponível em soundbars da Samsung Music Studio.Clique aqui para ler mais

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IFG abre inscrições para processo seletivo com salário de até R$ 8 mil

Publicado em: 05/01/2026 04:00

Instituto Federal de Goiás abre processo seletivo, em Aparecida de Goiânia reprodução/IFG O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG) está com inscrições abertas para o processo seletivo destinado ao cargo de professor substituto, com salário de até R$ 8.058,29. As vagas são para as áreas de educação, alimentos e artes cênicas para o campus de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Foram divulgadas três vagas para início imediato, com remuneração inicial que varia de R$ 4.326,60 (para nível de graduação) até R$ 8.058,29 (para o nível de doutorado). Além do salário, estão previstos auxílio-alimentação (R$ 1.175,00), auxílio-transporte e auxílio pré-escolar. ✅ Clique aqui e siga o perfil do g1 Goiás no WhatsApp Os interessados têm até o dia 22 de janeiro para se inscrever através do site oficial do IFG. A taxa de inscrição é de R$ 40, e quem possui Cadastro Único (CadÚnico) pode solicitar a isenção. LEIA TAMBÉM: Prefeitura em Goiás abre concurso com mais de 80 vagas e salários de até R$ 3,4 mil; veja como se inscrever Ministério Público de Goiás abre concurso com salário de R$ 4,5 mil; veja como participar Prefeitura lança concurso com 260 vagas e salários de até R$ 9,5 mil, em Goiás A remuneração total de acordo com a titulação do candidato: Graduação: R$ 4.326,60 Aperfeiçoamento: R$ 4.651,09 Especialização: R$ 4.975,59 Mestrado: R$ 5.949,07 Doutorado: R$ 8.058,29 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Cargos divulgados no edital: Educação: 1 vaga (reservada para candidatos negros) Graduação em Pedagogia Alimentos: 1 vaga (ampla concorrência) para formação em uma das áreas Graduação em Engenharia de Alimentos; Graduação em Ciência de Alimentos; Graduação em Tecnologia de Alimentos; Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos. Artes Cênicas: 1 vaga (ampla concorrência) para formação em uma das áreas Graduação em Educação Artística com habilitação em Teatro ou Artes Cênicas; Graduação em Artes Cênicas; Graduação em Teatro. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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CES 2026: Samsung revela que Galaxy Watch e Ring poderão detectar demência

Publicado em: 05/01/2026 02:44 Fonte: Tudocelular

A Samsung encerrou seu tradicional evento First Look na CES 2026 com uma série de novidades que vão muito além das telas gigantes. Entre os anúncios, a empresa destacou um novo direcionamento para sua divisão de tecnologia em saúde, prometendo transformar os Galaxy Watch e o Ring em dispositivos capazes de detectar sinais precoces de declínio cognitivo, incluindo demência. De acordo com Praveen Raja, vice-presidente de Saúde Digital da Samsung, os próximos wearables da marca usarão IA e dados comportamentais para identificar mudanças sutis no dia a dia dos usuários. O sistema poderá observar indícios como fala arrastada ao interagir com a assistente Bixby, movimentos mais lentos e até alterações na forma de usar dispositivos domésticos inteligentes. Clique aqui para ler mais

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CES 2026: Samsung revela primeira smart TV Micro RGB de 130 polegadas e que “flutua”

Publicado em: 05/01/2026 02:03 Fonte: Tudocelular

A CES 2026 mal começou direito e a Samsung voltou a roubar a cena. Dessa vez, a sul-coreana se destaca com um lançamento digno de museu futurista. A marca apresentou oficialmente a R95H, que é a primeira TV Micro RGB de 130 polegadas do mundo. O modelo combina alta tecnologia, inteligência artificial e design arquitetônico em uma proposta que vai além do entretenimento. Assim como o modelo The Serif, o produto foca em ser mais do que um equipamento para uso contínuo, ornando com a sala como uma peça de arte tecnológica, criando uma competitividade de público-alvo com a linha G da LG. Clique aqui para ler mais

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Radar com IA: como funciona nova tecnologia que identifica motoristas sem cinto de segurança e no celular

Publicado em: 04/01/2026 22:11

Radares com IA ampliam fiscalização do uso de celular e da falta do cinto de segurança O Fantástico deste domingo (4) mostrou como a inteligência artificial está sendo usada para denunciar infrações como a falta do cinto de segurança e motoristas com celular na mão. A reportagem especial revelou flagrantes registrados pela tecnologia. Veja no vídeo acima. "Nós estamos vivendo uma nova epidemia, que é a epidemia da distração. Antigamente, as pessoas apenas falavam ao celular. Hoje, dirigem digitando mensagens, o que aumenta o potencial risco de acidente", afirma Alessandro Pereira, gerente de operações de uma concessionária. Como funciona a tecnologia As câmeras, instaladas em pontos estratégicos das rodovias, têm resolução ultradefinida e conseguem identificar detalhes mesmo com veículos a 300 km/h. Elas operam dia e noite, sem interferência de reflexos ou baixa luminosidade. A IA analisa as imagens em tempo real e sinaliza possíveis infrações. "A gente apresenta um conjunto de dados para ela, para ela treinar e validar em cima daquilo, e depois ela consegue replicar esse conhecimento em imagens que ela não viu até então", explica Cassio Vinícius Carletti Negri, coordenador de gestão operacional. As informações captadas pela ferramenta são confirmadas por agentes humanos antes da autuação. "O que o policial faz é verificar se, de fato, não houve nenhum erro no trabalho da inteligência", explica Fábio Rocha de Souza, inspetor da PRF. Radares com IA ampliam fiscalização do uso de celular e da falta do cinto de segurança Reprodução/TV Globo Impacto na segurança Em Ribeirão Preto (SP), uma das primeiras concessionárias a adotar o sistema, os números impressionam: entre julho e novembro de 2025, foram registradas mais de 20 mil infrações, sendo mais de mil por uso do celular e quase 17 mil por falta do cinto de segurança. De acordo com uma concessionária, houve redução de 30% nos acidentes após a instalação dos equipamentos. “As pessoas percebem que podem ser multadas e isso aumenta o nível de segurança para a rodovia”, afirma Ana Caetano, gerente de operações da concessionária. Radares com IA ampliam fiscalização do uso de celular e da falta do cinto de segurança Reprodução/TV Globo Por que o celular é tão perigoso? O presidente da Abramet (Associação Brasileira de Medicina do Tráfego), Antonio Meira, alerta que o uso do celular causa três tipos de distração: manual, visual e cognitiva. “A 80 km/h, ler uma mensagem pode significar dirigir por até 100 metros às cegas”, explica. Os riscos do uso do celular ao volante Reprodução/TV Globo Drones no Rio No Rio de Janeiro, outra tecnologia ajuda a combater infrações graves. Drones são usados para identificar motoristas que tentam burlar a Lei Seca, parando o carro antes da blitz e trocando de lugar com passageiros para escapar do bafômetro. Há também quem tente retornar pela contramão ou atravessar o canteiro central — mas as imagens aéreas permitem que as equipes façam a abordagem rapidamente. "A gente precisa mudar os comportamentos, as atitudes, para que a gente possa preservar vidas", ressalta Anthony Lima, superintendente da PRF/Ceará. No Rio, drones são usados para identificar motoristas que tentam burlar a Lei Seca Reprodução/TV Globo Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida.

Saiba quem era a jornalista Isabela Rocha Lemos, que morreu em Salvador

Publicado em: 04/01/2026 19:31

Saiba quem era a jornalista Isabela Rocha Lemos, que morreu em Salvador via Sinjorba A jornalista Isabela Rocha Lemos faleceu, neste domingo (4), aos 42 anos. Ela era editora-chefe da TV da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) e morreu vítima de um choque séptico e uma parada cardíaca. Segundo informações confirmadas à TV Bahia por uma amiga da comunicadora, a jornalista estava internada desde o dia 13 de dezembro no Hospital Tereza de Lisieux, em Salvador, devido a um Acidente Vascular Cerebral (AVC). O falecimento de Isabela foi lamentado pela imprensa baiana. A TV Alba e o Sindicado dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) publicaram notas de pesar pela morte da editora-chefe. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Isabela Barreto Rocha Lemos morreu aos 42 anos Reprodução/Redes Sociais Isabela faria aniversário em fevereiro. Ela já havia atuado em veículos como o Tribuna da Bahia e TVE. Segundo o Sinjorba, ela foi aluna da primeira turma de jornalismo da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), tendo ingressado no curso em 2001. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A inspiração para seguir a carreira veio do pai, o também comunicador e radialista Silva Rocha. Ela deixou uma filha de 9 anos. Isabela Barreto Rocha Lemos e a família Reprodução/Redes Sociais Ainda segundo a amiga da vítima, ela chegou a ficar na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) no início da internação. Logo depois, foi transferida para o quarto da unidade hospitalar. No entanto, entre os dias 23 e 24 de dezembro, a comunicadora apresentou uma piora no quadro clínico e retornou à UTI. O velório da jornalista aconteceu na tarde deste domingo, no Cemitério Bosque da Paz, na capital baiana. LEIA TAMBÉM: Morre Carlos Libório, primeiro diretor de Jornalismo da TV Bahia e criador do termo 'Ba-Vi' Morre aos 75 anos o apresentador baiano Raimundo Varela Morte de Wanda Chase: relembre momentos da trajetória da jornalista e apresentadora Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e da TV Bahia 🖥️

Palavras-chave: tecnologia

Bloqueio dos EUA faz Venezuela reduzir produção de petróleo por falta de armazenamento

Publicado em: 04/01/2026 17:55

A importância e o tamanho das reservas de petróleo na Venezuela A estatal petrolífera venezuelana PDVSA começou a reduzir a produção de petróleo bruto após ficar sem capacidade de armazenamento, segundo a agência de notícias Reuters. A medida é consequência de um bloqueio petrolífero imposto pelos Estados Unidos, que zerou as exportações e aumentou a pressão sobre o governo interino. Caracas vive uma crise política após o presidente Nicolás Maduro e sua esposa terem sido capturados por forças norte-americanas no sábado (3). Com a deposição do líder venezuelano, a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu o cargo em meio a ameaças americanas de novas ações militares. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça As exportações de petróleo do país — membro da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e cuja principal fonte de receita é o petróleo — estão paralisadas após os EUA imporem um bloqueio a navios-tanque sob sanções e apreenderem dois carregamentos no mês passado. As cargas da petrolífera americana Chevron destinadas aos EUA eram uma exceção e continuavam a ser embarcadas, já que a empresa possui licença de Washington para operar. No entanto, até essas operações estão interrompidas desde quinta-feira, segundo dados divulgados neste domingo (4). Ao anunciar a detenção de Maduro e uma transição de governo supervisionada pelos Estados Unidos, o presidente Donald Trump afirmou no sábado que um “embargo ao petróleo” contra o país estava plenamente em vigor. O republicano também declarou que os EUA passariam a “administrar” a Venezuela de forma interina após a captura de Nicolás Maduro. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, no entanto, adotou um tom diferente neste domingo. Segundo ele, os EUA não terão um papel direto no governo cotidiano da Venezuela e se limitarão a impor uma “quarentena do petróleo” já existente sobre o país. Em entrevista ao programa Face the Nation, da CBS, Rubio afirmou que a medida será usada como instrumento de pressão para promover mudanças de política na Venezuela. “É esse o tipo de controle a que o presidente se refere quando diz isso”, disse. “Nós mantemos essa quarentena e esperamos ver mudanças, não apenas na forma como a indústria do petróleo é administrada em benefício da população, mas também para que se interrompa o tráfico de drogas", acrescentou. LEIA TAMBÉM: Petróleo, China, Doutrina Monroe: o que está por trás da ofensiva de Trump na Venezuela Trump divulga foto de Maduro vendado e aparentemente algemado Maduro capturado: quem é quem agora no núcleo de poder na Venezuela Um petroleiro venezuelano da estatal PDVSA participa do enchimento de um petroleiro no terminal de embarque e armazenamento de José, 320 quilômetros a leste de Caracas, 12 de fevereiro de 2003 Reuters Campos petrolíferos fechados A medida da PDVSA inclui o fechamento de campos petrolíferos ou de conjuntos de poços, à medida que os estoques em terra aumentam e a empresa fica sem diluentes para misturar o petróleo pesado venezuelano e viabilizar o transporte. Segundo a agência Reuters, a companhia pediu cortes de produção em joint ventures como a Petrolera Sinovensa, da CNPC, a Petropiar, da Chevron, além da Petroboscan e da Petromonagas. A Petromangas, antes operada em parceria com a estatal russa Roszarubezhneft, passou a ser administrada apenas pela PDVSA. Trabalhadores da Sinovensa se preparavam neste domingo para desligar até dez conjuntos de poços, a pedido da PDVSA, devido ao excesso de petróleo extrapesado e à falta de diluentes. De acordo com a Reuters, os poços poderão ser religados rapidamente no futuro. Parte da produção da Sinovensa é tradicionalmente destinada à China como pagamento de dívidas, mas dois superpetroleiros de bandeira chinesa que se aproximavam da Venezuela para carregar petróleo interromperam a navegação no fim de dezembro, de acordo com dados da LSEG. Na Petromonagas, trabalhadores começaram a reduzir a produção no fim da semana passada, até que o fornecimento de diluentes por oleodutos seja retomado, diz a Reuters. Já a Chevron ainda não reduziu a produção, porque conta com alguma margem de armazenamento — especialmente na Petropiar — e os navios-tanque continuam carregando. Ainda assim, suas embarcações não deixaram as águas do país desde quinta-feira, e a capacidade de armazenamento é limitada na Petroboscan, o que pode levar a cortes, segundo a agência. A dimensão do mercado de petróleo da Venezuela A Venezuela concentra a maior reserva comprovada de petróleo do mundo, com capacidade estimada em cerca de 303 bilhões de barris, segundo a Energy Information Administration (EIA), órgão oficial de estatísticas energéticas dos Estados Unidos. Esse volume coloca o país à frente de grandes produtores como Arábia Saudita (267 bilhões de barris) e Irã (209 bilhões). Boa parte do petróleo venezuelano, porém, é extrapesada, exigindo tecnologia avançada e investimentos elevados para sua extração. 🔎 Na prática, o potencial é enorme, mas segue subaproveitado devido à infraestrutura precária e às sanções internacionais que restringem operações e acesso a capital. Segundo a Statistical Review of World Energy, publicação anual do Instituto de Energia (EI), a produção de petróleo da Venezuela despencou nas últimas décadas, de um pico de 3,7 milhões de barris por dia em 1970 para um mínimo de 665 mil barris por dia em 2021. No ano passado, a produção registrou leve recuperação, retornando a cerca de 1 milhão de barris por dia, o que representa menos de 1% da produção global de petróleo. Empresa de petróleo dos EUA irá consertar a Venezuela, diz Trump Dependência histórica do petróleo O petróleo moldou a economia venezuelana ao longo do século 20. Após grandes descobertas nas décadas de 1920 e 1930, o país rapidamente se tornou um dos maiores produtores do mundo e, em 1960, ajudou a fundar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Em 1976, o governo nacionalizou a indústria petrolífera e criou a PDVSA, transformando o setor em um monopólio estatal. Nas décadas seguintes, durante os governos de Hugo Chávez, grande parte da renda do petróleo foi destinada a programas sociais, reduzindo outros investimentos na economia. Como resultado, entre 1998 e 2019, mais de 90% das exportações venezuelanas vieram do petróleo. Quando a produção caiu, o país passou a enfrentar sanções internacionais, agravando a crise econômica. A queda acentuada nas receitas do petróleo também contribuiu para a explosão inflacionária na Venezuela. Segundo o Banco Central, em 2019 os preços subiram 344.510% — o que significa que produtos que custavam 1 unidade monetária passaram a custar cerca de 3.400 vezes mais.

Palavras-chave: tecnologia

Jovem empreende desde os 16 anos no agro e concretiza sonho da infância no interior de SP: 'Fazer crescer'

Publicado em: 04/01/2026 15:22

Jovens ganham espaço no agronegócio com uso de tecnologia no campo O agronegócio é um dos pilares da economia brasileira e, para muitas famílias, uma tradição que atravessa gerações. É o caso do jovem André Cossin, de 20 anos, que, apesar de tão novo, já soma quatro anos de atuação como agricultor em Monte Alto (SP). André começou a empreender aos 16 anos, após uma conversa com o pai, também agricultor. Da ideia à prática, decidiu abrir a própria empresa ainda na adolescência. "Fui procurando, procurando, falei assim 'pai, vamos abrir uma pra mim?' Ele falou: 'Mas será que dá, André?' Eu falei: 'vamos ver'. Em setembro de 2021 a empresa estava aberta e está ativa até hoje", diz. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp A ligação com a terra vem desde a infância. Nascido e criado no sítio da família, André resolveu que o agronegócio era o caminho que queria seguir. "Eu queria ter tudo igual meu pai, quando eu era criança, tudo o que ele fazia, eu queria fazer também. E ele me deu um pedacinho de terra onde eu aprendi a mexer com a terra, plantava os feijão, plantava alguma coisinha que eu tinha vontade e comecei a gostar e comecei a me apaixonar”. André trabalhando na colheita de tomates rasteiros Reprodução: EPTV Atualmente, a propriedade dele é especializada na produção de tomate e batata. Por ano, o sítio produz cerca de 400 toneladas de tomate rasteiro e outras 170 toneladas de batata por ano. "Meu sonho é fazer isso daqui crescer. Desde criança, eu tinha esse sonho, sempre falava pro meu pai que eu queria fazer isso daqui crescer, isso daqui crescer. Pelo menos esse pedacinho eu quero, quando eu estiver lá na frente, falar, não, isso foi onde começou tudo", afirma. Além da prática no campo, André também investe na própria formação. Ainda adolescente, concluiu um curso técnico agrícola e hoje cursa faculdade de agronomia. Segundo ele, a busca constante por conhecimento tem sido fundamental para o crescimento profissional. "Eu entrei na Unesp em Jabuticabal como técnico e fui me conhecendo, fui conversando com os professores, sempre em busca de conhecimento, nunca parado". O jovem agricultor André Cossin, de 20 anos Reprodução: EPTV Juventude agro Histórias como a de André estão cada vez mais presentes no campo brasileiro. Dados da Consultoria Fruto Agrointeligência mostram que a média de idade dos produtores rurais no Brasil está entre as mais baixas do mundo, cerca de 46 anos, enquanto nos Estados Unidos, a média é de 58 anos e na Europa se aproxima dos 60. Para o economista José Carlos de Lima Júnior, esse movimento está ligado ao avanço tecnológico do setor e ao interesse dos jovens por áreas que exigem qualificação técnica. “O agronegócio é formado por muita tecnologia. O brasileiro está descobrindo que o agro é, primeiro, uma aptidão natural do país e, segundo, um setor que demanda conhecimento e profissionais dedicados a fazer diferente, a desenvolver novas tecnologias. Os jovens estão percebendo essas oportunidades”, afirma. Conhecimento tecnológico tem se tornado essencial no agronegócio atual Reprodução: EPTV Alguns cultivos já refletem essa renovação. Segundo o levantamento, 60% dos produtores de algodão têm menos de 35 anos e, entre os agricultores do Cerrado, esse índice é de 44%, enquanto 40% dos horticultores também estão nessa faixa etária. "Aquilo que nos trouxe até aqui, a gente precisa agora levar daqui para frente com as novas tecnologias, com um novo jeito de fazer negócio. É aí que entra o jovem, de pegar aquilo que a geração anterior fez e dar sequência, pensando em inteligência artificial, pensando em tecnologias, inovação e mercado globalizado com uma concorrência muito mais elevada", finaliza José. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

Paraná pode amanhecer com temperaturas próximas de 10ºC em janeiro; veja previsão do tempo por região

Publicado em: 04/01/2026 10:05

Neste domingo (4), sol intercala com tempo nublado em diversas regiões do Paraná. A foto mostra Ponta Grossa às 10h Millena Sartori/g1 O Paraná registrou 9,5ºC na manhã deste domingo (4) em General Carneiro, no sul, e o estado pode voltar a amanhecer com temperaturas próximas de 10ºC nesta segunda-feira (5). As informações são do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). A previsão é voltada para o centro-sul e o sudoeste do estado, e se deve à presença de uma massa de ar mais seco sobre as regiões, de acordo com o órgão. Veja a previsão do tempo para todas as regiões paranaenses mais abaixo. ✅ Clique aqui e siga o canal do g1 PR no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Neste domingo (4) já há partes do estado em que, diferentemente dos dias anteriores, os termômetros não devem chegar a 25ºC, segundo o Simepar. O órgão afirma que espera-se predomínio da estabilidade atmosférica na maior parte do estado, mas algumas "chuvas de verão" podem ser registradas. "Entre o Norte Pioneiro, Campos Gerais e a região Leste, a nebulosidade poderá variar ao longo do dia, não se descartando pancadas de chuva localizadas, inclusive com possibilidade para tempestades isoladas entre os Campos Gerais e Norte Pioneiro. No interior do estado, as temperaturas máximas devem se aproximar dos 30 °C, enquanto que no Leste, devido à maior cobertura de nuvens ao longo do dia, a amplitude térmica será menor e as máximas deverão ficar próximas de 22°C e 24°C". Na segunda-feira (5), o amanhecer será marcado por uma maior concentração de nuvens desde o Litoral até as áreas centrais, em razão da intrusão de ar oceânico para o interior do estado, associada à circulação anticiclônica, explica o Simepar. "Ao longo do dia, o Sol predominará, com algumas variações de nuvens. As chances de chuva são baixas, mas não se pode descartar completamente a possibilidade de eventos pontuais e de curta duração, especialmente no período vespertino", apontam os meteorologistas. Na terça-feira (6), a circulação em níveis médios da atmosfera poderá favorecer a formação de áreas de instabilidade pontuais e de curta duração, especialmente na metade leste do estado. Entre quarta (7) e quinta-feira (8), a formação de um cavado meteorológico na Argentina promoverá o retorno da umidade ao Paraná, aumentando os índices de instabilidade. Como resultado, as chuvas voltarão a ocorrer com maior frequência, incluindo a possibilidade de tempestades, diz o órgão. "De terça (6) a quinta-feira (8), as temperaturas máximas irão subir gradativamente, ultrapassando os 30ºC em praticamente todo o estado na quinta", finaliza o Simepar. Leia também: Salvo pela esposa: Amigos de homem que se afogou em piscina acharam que ele estava brincando quando viram ele se debatendo Veja vídeo: De trator, motorista bêbado atinge e derruba muro de casa e foge de moradores Entenda: Caso de violência doméstica faz polícia descobrir armas e R$ 1,2 milhão escondido em bolsas de viagem e iniciar nova investigação 🌡️Previsão do tempo para o Paraná Veja, abaixo, a previsão do tempo atualiza pelo Simepar neste domingo (4): Domingo, 4 de janeiro Previsão para domingo, 4 de janeiro Reprodução/Simepar Segunda-feira, 5 de janeiro Previsão para segunda-feira, 5 de janeiro Reprodução/Simepar Terça-feira, 6 de janeiro Previsão para terça-feira, 6 de janeiro Reprodução/Simepar Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias no g1 Paraná

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