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Cana, maquininha, fintech: veja caminho usado pelo PCC para lavar dinheiro no esquema bilionário, segundo investigação

Publicado em: 29/08/2025 04:00

PCC usou mercado financeiro para lavar bilhões de reais; entenda esquema O caminho do dinheiro do esquema bilionário comandado pelo grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis passava por toda a cadeia produtiva, começando no campo e indo até o coração do mercado financeiro em São Paulo. As informações foram reveladas durante a maior operação contra o crime organizado do Brasil, que ocorreu na quinta-feira (28). Os investigadores apontam que a facção chegou a controlar 40 fundos de investimento, com patrimônio superior a R$ 30 bilhões, usados para lavar dinheiro, blindar patrimônio e financiar a compra de ativos estratégicos, como quatro usinas de álcool, 1.600 caminhões de transporte e mais de cem imóveis de alto valor. As investigações foram conduzidas por uma força-tarefa nacional envolvendo diversos órgãos, com destaque para a atuação conjunta do Ministério Público (MP), da Polícia Federal (PF) e da Receita Federal. A força-tarefa nacional contou com cerca de 1.400 agentes e mirou 350 alvos. Os estados envolvidos são: São Paulo, Bahia, Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Maranhão, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins. Infográfico - Caminho do dinheiro no esquema do PCC Arte/g1 Produção de cana Usinas sucroalcooleiras: fazendeiros e donos de usinas foram coagidos a vender suas propriedades para o PCC, com suspeita de incêndios criminosos como tática de intimidação. Sobrepreço na aquisição de cana. Distribuidoras de combustíveis: fundamentais para o desvio e transporte clandestino de metanol. Utilizadas na prática de fraudes fiscais e lavagem de capital. Faziam pedidos de ressarcimento indevido de PIS/Confins, enquanto pagavam percentual ínfimo de tributo em relação ao faturamento. Simulavam aquisição de combustíveis para emitir notas fiscais e ocultar a movimentação dos valores ilícitos. Alto fluxo de depósitos em espécie. Transportadoras: desviavam clandestinamente o metanol que devia ser entregue a empresas químicas legítimas para adulteração de combustível. Usavam notas fiscais quentes, que simulavam álcool ou gasolina, para esconder o transporte do metanol. Fabricação e refino: Copape (formuladora) e Aster (distribuidora) atuavam em conjunto na fraude fiscal, fraude contábil e lavagem de capital. PCC inflava os preços dos insumos nas transições entre as empresas para sonegar impostos e obter créditos tributários indevidos. Armazenagem: os terminais de armazenamento são usados para ocultar origem e destino dos recursos ilícitos. Totalmente atípico, diz delegado da PF sobre maioria dos alvos de operação contra PCC não ter sido Postos e maquininhas de cartão Redes de postos de combustíveis: muitos postos tinham o papel de receber dinheiro em espécie ou via maquininhas de cartão e transitar recursos do crime para a organização criminosa por meio de suas contas bancárias, como parte do esquema de lavagem de dinheiro. Combustível adulterado: nos últimos 4 anos, esses postos movimentaram R$ 52 bilhões. Vendiam combustíveis adulterados e colocavam menos combustível do que o volume indicado no painel. Também recebiam dinheiro em espécie ou maquininha para mandar para o PCC por meio de suas contas bancárias. Compras simuladas: cerca de 140 postos, sem qualquer movimentação no período, foram destinatários de mais de R$ 2 bilhões em notas fiscais de combustíveis. A suspeita é que essas compras simuladas serviram para ocultar o trânsito de valores ilícitos depositados nas distribuidoras vinculadas à organização criminosa. Sonegação de tributos: impostos recolhidos eram muito menores do que o volume real, não correspondiam à escala das atividades econômicas declaradas pela organização criminosa. As autoridades calculam que o esquema sonegou pelo menos R$ 7,6 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais. Só na esfera federal, a perda foi estimada em R$ 4 bilhões, dos quais cerca de R$ 1 bilhão já está inscrito em dívida ativa. Conveniências e padarias: usadas na lavagem de dinheiro, muitas em nome de laranjas. Empresas duram apenas alguns meses e logo são substituídas por outras de nome similar, para camuflar a sucessão e dificultar a detecção das fraudes. Setor portuário: importação e desvio de metanol ilícito, além da lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial. O metanol chegava pelo Porto de Paranaguá (PR) e era desviado do destino legítimo para adulteração de combustível, com "tickets de pesagem" emitidos Sistema financeiro 🔍 Fintech é a abreviação de “financial technology” (tecnologia financeira, em inglês). São empresas que oferecem serviços bancários e financeiros digitais, como transferências, emissão de boletos, cartões, pagamentos por maquininha e até empréstimos. Diferentemente dos bancos tradicionais, costumam ter menos agências físicas e operar de forma mais ágil por aplicativos e plataformas online. Recursos ocultos: no sistema financeiro, fintechs como o BK Bank funcionavam como um núcleo financeiro invisível da facção. Foram usadas para ocultar recursos em “contas-bolsão”, que são abertas pela própria fintech em um banco comercial, onde os recursos de todos os clientes ficam misturados, sem separação individual. Uma única fintech movimentou R$ 46 bilhões em recursos não rastreáveis. Bancos paralelos: os mesmos operadores controlavam fintechs menores, criando uma segunda camada de ocultação. Segundo a Receita, todas essas empresas funcionavam como “bancos paralelos” da facção criminosa, permitindo a integração dos lucros ilegais ao mercado de capitais. Sem fiscalização: fintechs ficam fora do sistema de gerenciamento de risco do governo. Após a revelação do esquema bilionário, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que a Receita Federal vai passar a monitorar mais de perto as fintechs. Blindagem de patrimônio: parte significativa dos recursos foi aplicada em fundos de investimento, com várias camadas de ocultação para esconder os verdadeiros beneficiários. A Receita identificou ao menos 40 fundos, com patrimônio de R$ 30 bilhões, controlados pelo grupo criminoso. Muitos têm um único cotista. Entre os bens estão: um terminal portuário; quatro usinas de álcool (mais duas em parceria ou aquisição); 1.600 caminhões para transporte de combustíveis; mais de cem imóveis, incluindo seis fazendas no interior de SP (R$ 31 milhões) e uma casa em Trancoso (BA) no valor de R$ 13 milhões. Viaturas da PF e da Receita em frente a prédio na Faria Lima durante megaoperação que investiga fraude do PCC em postos de combustíveis Amanda Perobelli/Reuters Operação do MP-SP com Receita e Polícia Federal TV Globo

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Lenovo Legion Go 2 com novo Ryzen Z2 Extreme tem suposta data de lançamento vazada

Publicado em: 29/08/2025 02:52 Fonte: Tudocelular

Um novo vazamento pode ter revelado a data de lançamento do Legion Go 2, próximo console portátil premium da Lenovo. Ao que parece, o dispositivo deve ser oficializado já na próxima semana, durante a IFA 2025, e trará como destaques um visual refinado inspirado no Legion Go S, tela OLED com alta taxa de atualização e processamento aprimorado com chip AMD Ryzen Z2 Extreme.Os detalhes chegam pelo renomado leaker Evan Blass, que discutiu em uma série de publicações as novidades que a Lenovo trará para a IFA, uma das principais feiras de tecnologia do ano. Entre elas, o informante destacou o Legion Go 2, que deverá ser finalmente apresentado durante o evento. A existência do aparelho não é uma novidade — a própria Lenovo já havia revelado estar trabalhando no dispositivo desde o final de 2024. O PC de mão chegou a ter um protótipo vazado, mostrando algumas das principais mudanças que a nova geração trará frente ao Legion Go original, mas até então uma data específica para sua estreia não havia sido anunciada.Clique aqui para ler mais

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Cristiano Amon: quem é o brasileiro eleito entre os 100 líderes mais influentes em IA pela revista Time

Publicado em: 29/08/2025 02:00

Cristiano Amon, CEO da Qualcomm, anuncia fábrica de chips em Campinas Marcelo Brandt/g1 A revista Time incluiu o brasileiro Cristiano Amon na lista das 100 pessoas mais influentes da inteligência artificial em 2025. O executivo aparece na principal categoria da publicação, "líderes", ao lado de nomes como Elon Musk (X, Tesla e SpaceX), Sam Altman (OpenAI) e Mark Zuckerberg (Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp). O reconhecimento da revista é dividido em quatro categorias: "líderes", "inovadores", "moldadores" e "pensadores". 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Amon ocupa os cargos de CEO e presidente da Qualcomm, fabricante americana de processadores para smartphones e redes de telecomunicações. A publicação destaca que, "sob a liderança de Cristiano Amon, a Qualcomm investiu pesadamente em pesquisa e desenvolvimento de IA" e lembra que a empresa é responsável pelo processador Snapdragon, presente em smartphones Android de grandes marcas globais. Além dele, outro brasileiro também entrou na lista: Mike Krieger, cofundador do Instagram e atual diretor de produtos da Anthropic, criadora da IA Claude. Na Time, ele é um dos destaques na categoria "inovadores" (saiba mais abaixo). Quem é Cristiano Amon Cristiano R. Amon, presidente da Qualcomm, na revista Time Reprodução/Revista Time Cristiano R. Amon é doutor em engenharia elétrica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde ingressou em 1988 e se formou em 1992, segundo a própria universidade. Ele entrou na Qualcomm em 1995 como engenheiro. Antes, trabalhou na Ericsson e na Vésper. Em 2018, assumiu o cargo de presidente da empresa, no mesmo ano em que a Qualcomm anunciou a abertura de uma fábrica de chips para smartphones e internet das coisas no Brasil. Em 2021, foi promovido e passou a acumular também o cargo de CEO. Os cinco maiores bilionários brasileiros de tecnologia, segundo a Forbes Atualmente, Amon é responsável pela operação global da companhia e pela unidade de semicondutores, que engloba chips para celulares, produtos de radiofrequência, soluções automotivas e de internet das coisas. Entre os produtos mais conhecidos da empresa estão os processadores Snapdragon, usados em celulares da Samsung, Xiaomi e Motorola, por exemplo. Cristiano Amon, CEO da Qualcomm. Marcelo Brandt/G1 Sob sua gestão, a Qualcomm liderou a estratégia do 5G e expandiu sua atuação para áreas como computação, setor automotivo, realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR). O executivo também teve participação no desenvolvimento das tecnologias 3G e 4G. Em 2019, recebeu da Unicamp o título de Doutor Honoris Causa, concedido a pessoas que prestam contribuições relevantes às ciências, letras, artes ou à sociedade. Na cerimônia, o pai do executivo, Salvador Amon, lembrou da dedicação do filho nos estudos. "Não é porque é meu filho, mas o Cristiano sempre foi um menino fora de série. Muito estudioso. Quando ele entrou na faculdade, ele tinha uma característica: não anotava nada. Eu comprava os livros e ele estudava por lá. Isso fez ele se tornar autodidata", disse. Em publicação no LinkedIn, Amon afirmou estar "incrivelmente orgulhoso" e disse que o título concedido pela Time "reflete o incrível trabalho da Qualcomm para levar a IA ao limite, onde ela pode ter um impacto profundo". Mike Krieger, cofundador do Instagram, também está na lista Brasileiro Mike Krieger, um dos criadores do Instagram Reprodução/Instagram Outro brasileiro na lista é Mike Krieger, que aparece na categoria "inovadores", ao lado de executivos da Tools for Humanity (criadora do protocolo World), da Adobe e da ElevenLabs. Com apenas 24 anos, Krieger ajudou a fundar o Instagram. Em 2024, passou a integrar a Anthropic como diretor de produtos, com foco em melhorar a experiência de uso da plataforma. Nascido em São Paulo, Krieger viveu a maior parte de sua vida na cidade antes de se mudar para os Estados Unidos em 2004, onde estudou na Universidade Stanford. Antes de ser convidado para fundar o Instagram, trabalhou na Meebo, empresa ligada à área de mensageiros instantâneos. Em março de 2010, se juntou a Kevin Systrom para desenvolver um produto inicialmente chamado Burbn, que mais tarde se transformaria no Instagram. LEIA TAMBÉM: Influenciadores mirins só com aval judicial: entenda decisão da Justiça do Trabalho e o que diz a lei Nvidia: o boom de IA ​​que impulsiona empresa mais valiosa do mundo apesar de tensões entre EUA e China Starship, maior nave do mundo, faz lançamento inédito de cargas no espaço Agente do ChatGPT reserva restaurante, faz compra, mas erra ao insistir demais Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas Criminosos podem usar suas fotos nas redes para aplicar golpes financeiros?

O PCC na Faria Lima - O Assunto #1544

Publicado em: 29/08/2025 00:30

Batizada de Carbono Oculto, a megaoperação desta quinta-feira (28) mostrou a atuação do grupo criminoso PCC em um complexo esquema que envolve o setor de combustíveis e instituições da Faria Lima, principal polo financeiro do país. Considerada a maior operação contra o crime da história do país, a investigação expôs como facções criminosas invadiram os postos de gasolina e penetraram no sistema financeiro. Segundo as investigações, o grupo criminoso usou agentes infiltrados em fintechs e fundos de investimentos para que o dinheiro do crime não fosse rastreado. A Receita Federal afirma que os criminosos movimentaram R$ 52 bilhões nos últimos 4 anos por meio das fintechs, empresas que usam a tecnologia para oferecer serviços financeiros de forma mais simples e rápida que bancos tradicionais – e com quase nenhuma fiscalização do setor público. “Fintechs viraram um buraco negro”, resume César Tralli em conversa com Natuza Nery neste episódio. Apresentador da Globo e da GloboNews, Tralli relata o que ouviu de investigadores e conta como a investigação contra o crime organizado chegou ao coração financeiro do país. Antes, Natuza conversa com Bruno Tavares, repórter da Globo que primeiro revelou a megaoperação contra o PCC. Ele explica como essa investigação nasceu e responde por que o setor de combustíveis é tão atrativo para a prática de crimes. Convidados: César Tralli, apresentador da Globo e da GloboNews, e Bruno Tavares, repórter da Globo O que você precisa saber: ENTENDA: Como o PCC se infiltrou no setor de combustíveis e na Faria Lima QUEM SÃO: 'Primo' e 'Beto Louco', os chefes do esquema bilionário COMBATE A FACÇÕES: 'Maior resposta' ao crime organizado, diz Lula sobre operação Haddad diz que megaoperação conseguiu chegar 'ao andar de cima' do crime organizado PF vai investigar vazamento sobre megaoperação NÚMEROS DA OPERAÇÃO: R$ 52 bilhões, 2,5 mil postos, 350 alvos... POSTOS DO PCC: Como identificar se o combustível foi adulterado O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Amanda Polato, Sarah Resende, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Carlos Catelan. Apresentação: Natuza Nery. Viaturas da PF e da Receita em frente a prédio na Faria Lima durante megaoperação que investiga fraude do PCC em postos de combustíveis Amanda Perobelli/Reuters O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

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Louças Sanitárias: escolhendo o modelo ideal para seu banheiro

Publicado em: 29/08/2025 00:02

Na hora de planejar ou reformar um banheiro, a escolha das louças sanitárias é essencial para garantir conforto, funcionalidade, economia de água e estilo. Bacias sanitárias, pias e bidês são componentes fundamentais que impactam diretamente no uso diário e na estética do ambiente. Por isso, entender as opções disponíveis no mercado e suas características é um passo importante para fazer a escolha certa. Tipos de Louças Sanitárias e Suas Funcionalidades Bacias Sanitárias: Os vasos podem ser encontrados em modelos convencionais, com caixa acoplada, ou modelos mais modernos, como os com caixa embutida ou suspensos. Além do design, a tecnologia da descarga é fundamental para a economia de água. Modelos com duplo acionamento, por exemplo, permitem escolher entre descargas com volumes diferentes, reduzindo o consumo sem abrir mão da eficiência. Cubas: As pias variam desde as tradicionais de sobrepor, de embutir, até as cubas esculpidas e de coluna. A escolha depende do estilo do banheiro, do espaço disponível e do conforto desejado. Materiais resistentes e fáceis de limpar, como porcelana e cerâmica, são recomendados para garantir durabilidade e higiene. Economia de Água e Sustentabilidade Investir em louças com tecnologia que reduz o consumo de água é uma tendência crescente, alinhada com a consciência ambiental. Produtos com certificações e mecanismos como a descarga dupla ajudam a economizar água sem comprometer o desempenho. Além disso, válvulas e sistemas eficientes evitam vazamentos, colaborando para a sustentabilidade e para a economia na conta mensal. O conforto no banheiro vai além da funcionalidade básica. Assentos com aquecimento, bidês com jato regulável e pias ergonomicamente projetadas são algumas das inovações que tornam o uso diário mais agradável. O design, por sua vez, tem papel fundamental na harmonização do espaço, podendo variar do clássico ao contemporâneo, do minimalista ao sofisticado, combinando com revestimentos, metais e demais elementos da decoração. Destaque Especial: Bacia Volga da Dax A Bacia inteligente Volga da DAX vai mudar a sua rotina Divulgação Entre as opções modernas do mercado, a bacia Volga da Dax se destaca como uma bacia sanitária inteligente que alia tecnologia avançada e design moderno para transformar seu banheiro. Tecnologia: A Volga oferece abertura e fechamento automáticos, controle remoto, display em LED, luz noturna no vaso e descarga por sensor, garantindo praticidade e higiene. Conforto: Seu assento aquecido, jato de água regulável, secagem com ar quente, ajuste de temperatura e pressão, além do bico autolimpante, proporcionam uma experiência personalizada e muito mais agradável. Design: Com linhas modernas e sofisticadas, tampa de fechamento suave e abertura automática, ela traz elegância e estilo ao ambiente. Segurança: Conta com proteção contra vazamento elétrico e superaquecimento, assegurando tranquilidade no uso diário. Em resumo, a bacia Volga da Dax é a escolha ideal para quem busca um banheiro tecnológico, confortável e com design de ponta, transformando o ambiente em um verdadeiro espaço de bem-estar. Escolher a louça sanitária certa é investir em qualidade de vida, economia e estilo para seu banheiro. Avalie as opções, priorize a funcionalidade e invista em inovação para um espaço que vai além do básico.

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Por que o PCC usa metanol para adulterar combustíveis no Brasil; veja os riscos para o carro

Publicado em: 29/08/2025 00:00

‘ANP tem 20% do orçamento de cinco anos atrás’, diz presidente do ICL sobre fiscalização Uma das principais descobertas da megaoperação desta segunda-feira (28) foi o grau de envolvimento da facção criminosa PCC na adulteração de combustíveis. O grupo tinha um complexo esquema de importação de metanol para misturar na composição de gasolina e etanol. A principal razão para a adulteração com metanol é o baixo custo — ele é mais barato de fabricar. O composto é subproduto do gás natural, uma matéria-prima abundante, e tem uma carga de impostos significativamente menor em comparação com os combustíveis automotivos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Além disso, a dissolução dele nos combustíveis é de difícil detecção. “O metanol tem alta capacidade de combustão, a água não. Além disso, nos testes a água separa totalmente do combustível, o metanol não”, explica Tenório Júnior, técnico e professor de mecânica automotiva. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) até permite um limite máximo de 0,5% na mistura, mas a investigação mostra que o percentual chegava a até 90% em alguns postos. De acordo com Ricardo Abreu, engenheiro mecânico e consultor de mobilidade sustentável para a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), a ANP permite a presença porque ele pode ser um subproduto do processo de produção do etanol, mas não deve ser adicionado. Diferença de rendimento chega a 25% A principal distinção entre metanol e etanol reside na matéria-prima e no processo de produção. Etanol: Sua produção é feita a partir da cana-de-açúcar. O etanol é obtido por fermentação da biomassa e transformação de açúcar em etanol. Metanol: É um composto produzido a partir do gás natural, especificamente do gás metano (CH₄) através de uma reação química. O metanol é um dos compostos orgânicos mais relevantes na indústria química, utilizado na fabricação de adesivos, solventes, pisos, revestimentos e como matéria-prima na fabricação de biodiesel. A quantidade de energia é uma das grandes diferenças entre o metanol e o etanol. "A quantidade de energia que 1 litro de etanol tem é 25% maior do que 1 litro de metanol. Se o consumidor chegar no posto de abastecimento pensando que vai abastecer de etanol e, em vez disso, encher o tanque de metanol, ele estará levando 25% a menos de energia, vai rodar 25% a menos", afirma Ricardo Abreu. Além disso, o metanol em excesso pode causar danos graves ao veículo e riscos à saúde humana. Dentre esses riscos para o carro estão: Superaquecimento do motor: quando um veículo calibrado para etanol recebe metanol, a mistura de combustão se torna "pobre", faltando combustível. A chama fica muito lenta, fazendo com que a energia se transforme em calor, causando problema de superaquecimento, podendo queimar válvulas e derreter a vela de ignição. Corrosão e ataque a componentes: o metanol é altamente corrosivo e ataca materiais plásticos e borrachas. "Os problemas são mais graves de corrosão, os problemas de ataque a borracha, permeabilidade", afirma Abreu. Isso acaba por exigir a substituição de diversos materiais em tubulações e tanques. Maior poluição: a combustão inadequada do metanol resulta em um nível de poluentes maior que o etanol. Toxicidade ambiental: em caso de derramamento, o metanol penetra rapidamente na terra e atinge o lençol freático, contaminando a água. Tipos de metanol: cinza, azul e verde Metanol cinza: é o tipo mais comum, obtido a partir da síntese do metano (gás natural) ou, em alguns casos, do carvão. Ou seja, não é considerado uma energia renovável ou limpa. Metanol azul: produzido também a partir do gás natural, mas com a incorporação de tecnologias de captura e armazenamento de carbono gerado durante sua produção. Ricardo Abreu detalha que ele "faz uma recaptura de carbono", tornando-o um "produto de baixo carbono", embora não seja de matéria-prima limpa. Metanol verde: considerado o mais sustentável, é produzido usando apenas fontes de energia renovável e sem emissão de gases nocivos para a atmosfera. Abreu descreve que é feito a partir de "hidrogênio verde" (produzido com energia limpa) e CO₂, utilizando eletricidade. O metano já foi usado pela indústria automotiva O metanol já teve seu lugar como combustível no setor automotivo, embora com desafios. O metanol era usado na Fórmula Indy, categoria máxima ao automobilismo norte-americano, equivalente à Fórmula 1 nos EUA. A Indy utilizou metanol e gasolina em seus carros até 2022. Na temporada seguinte, há dois anos, a Indy passou a utilizar etanol 100% renovável. Apesar de suas qualidades para extrair mais desempenho em alta compressão, o metanol enfrentou problemas práticos para o uso em veículos comuns. O engenheiro mecânico da Unica aponta, assim como outros especialistas ouvidos pelo g1, a corrosão como um grande problema. LEIA MAIS Metanol no combustível pode corroer peças e causar falhas no motor; veja os riscos Fraude nos combustíveis: saiba como identificar gasolina e etanol adulterados Combustíveis de postos alvos da megaoperação tinham até 90% de metanol; ANP permite só 0,5% Metanol rende 25% menos que o etanol Francielly Medeiros/Inter TV Cabugi

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Glocal Amazônia 2025: primeiro dia reforça papel das empresas na sustentabilidade

Publicado em: 28/08/2025 22:15

Glocal Amazônia 2025 tem início nesta quinta-feira em Manaus O primeiro dia da Glocal Amazônia 2025 terminou nesta quinta-feira (28), com o painel “Como Empresas Podem Impulsionar o Desenvolvimento Sustentável e o Valor de Mercado na Amazônia”. O debate contou com a participação da pesquisadora da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), Valcléia Lima; Simone Ponce, da Bee2Bee; e a empresária Priscila Almeida. Phelippe Daou Júnior, CEO da Rede Amazônica, também esteve presente, e a mediação ficou por conta da jornalista Daniela Assayag. “Nós promovemos a troca de conhecimento. Valorizamos o que já existe e mostramos para o mundo. Não foi uma transformação, não foi uma criação. Foi uma valorização de tudo que é produzido na terra pelas mãos das pessoas que cuidam dessas terras, com seus conhecimentos milenares, respeitando as relações ecossistêmicas para alimentar o mundo”, destacou Phelippe Daou Júnior. Clique e acompanhe tudo da Glocal Amazônia 2025! A programação do dia ainda incluiu a cerimônia de abertura, oficinas sobre Business Model Canvas para negócios de impacto, um painel sobre Tecnologia Verde e a apresentação da Orquestra Filarmônica do Amazonas, que encerrou as atividades no Teatro Amazonas. O evento acontece em diversos pontos do centro de Manaus, como o Teatro Amazonas e o Palácio da Justiça, reunindo autoridades, especialistas e empresários para discutir soluções e reflexões sobre o futuro da Amazônia. A Glocal Amazônia 2025 segue com programação gratuita nesta sexta-feira (29). Primeiro dia de Glocal Amazônia 2025, em Manaus Divulgação

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Nova regra da Receita Federal equipara fintechs a bancos; veja como vai funcionar

Publicado em: 28/08/2025 20:55

Governo Federal inclui fintechs na legislação que regula bancos brasileiros O governo federal anunciou que sexta-feira (29) vai incluir as fintechs na legislação que rege os bancos. Em Brasília, autoridades deram mais detalhes sobre as falhas que permitem a lavagem de dinheiro e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o governo federal vai ampliar a fiscalização das chamadas fintechs, empresas que usam a tecnologia para oferecer serviços financeiros de forma mais simples e rápida. "As fintechs terão o tratamento de banco, ou seja, elas terão que prestar os mesmos esclarecimentos sobre a movimentação financeira, sobretudo essas completamente inusuais, e nós vamos poder, a partir daí, destrinchar outros esquemas de lavagem de dinheiro com muito mais rapidez", diz Fernando Haddad, ministro da Fazenda. De acordo com a nova instrução normativa da Receita Federal, as instituições de pagamento estarão sujeitas às mesmas normas e obrigações de todas as instituições do Sistema Financeiro Nacional e do Sistema de Pagamentos Brasileiros. E que a representação sobre indícios de crimes deverá ser feita por um auditor fiscal no prazo de dez dias após a identificação da movimentação financeira suspeita. Com a mudança da norma, as fintechs não poderão mais ocultar os nomes de pessoas ou empresas que fazem transações financeiras. Segundo a Receita Federal, a regulação corrige um vácuo de 20 anos entre as normas mais flexíveis da fintechs e regras do sistema financeiro tradicional. A mudança é bem vista pela federação que representa os bancos. "Isto iguala a regra de competição e permite que o cliente final tenha, na verdade, as melhores condições de preço e os melhores serviços, e o Estado consiga então resolver todo o problema de recolhimento, cumprimento das obrigações fiscais e prevenção à lavagem de dinheiro", comenta Vicente de Chiara, diretor jurídico da Febraban. O governo federal anunciou que, na sexta-feira (29), vai incluir as fintechs na legislação que rege os bancos em Brasília. Com a mudança da norma, as fintechs não poderão mais ocultar os nomes de pessoas ou empresas que fazem transações financeiras Reprodução/TV Globo

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Senac realiza 120 atividades grátis e abertas ao público na região de Campinas; Aline Bei e Lucas Afonso são atração em evento

Publicado em: 28/08/2025 20:31

Aline Bei e Lucas Afonso. Eduardo Pereira/Renato Parada As unidades do Senac da região de Campinas (SP) abrem às portas ao público nesta sexta-feira (29), com a edição de 2025 do “Casa Aberta”. Segundo a instituição, as unidades de Campinas, Itapira (SP) e Mogi Guaçu (SP) totalizam 120 atividades gratuitas, incluindo workshops, oficinas, palestras e vivências práticas. Entre os destaques estão bate-papos com as escritoras Paola Aleksandra e Aline Bei, e um "diálogo" com o campeão de slam Lucas Afonso, na metrópole. Itapira (SP) conta com ação imersiva com bombeiros, e Mogi Guaçu (SP) tem workshop gastronômico de risotos. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no Whatsapp As atividades abrangem áreas como saúde, bem-estar, tecnologia da informação, beleza e estética, gestão e negócios, meio ambiente, segurança e saúde do trabalho, e turismo e hospitalidade — confira abaixo a programação divulgada, por unidade. Senac Campinas Marcos Kulenkampff/Divulgação Senac Sesc Campinas 📚 Durante todo o dia, das 8h30 às 21h, os visitantes poderão participar da Feira de Troca de Livros e Gibis. O Espaço Recarregar — um ambiente que convida à pausa, à respiração consciente e à reconexão — também permanecerá aberto. Bate-papo 'Entre Romances e Realidades: encontro com Paola Aleksandra' Horário: 10h às 11h30 A influenciadora literária e escritora realiza um bate-papo sobre o universo dos livros, seu processo criativo e a importância da leitura. Paola Aleksandra do canal Livros e Fuxicos Divulgação Diálogo com Lucas Afonso - 'Educar com Rima' Horário: 13h às 14h O artista Lucas Afonso, que é MC, poeta e educador, apresenta performance que une poesia com a crítica social. Lucas Afonso, fundador do Slam da Ponta e atual campeão brasileiro de Poetry Slam Eduardo Pereira/G1 Bate-papo com Autora - Por Trás da Escrita de Aline Bei: um encontro imperdível Horário: 14h às 15h30 Aline compartilhará suas experiências de escrita, seus desafios e as histórias que a motivaram a dar vida a personagens e cenários que marcam o coração de seus leitores. Escritora é conhecida pelo romance "O Peso do Pássaro Morto". Aline Bei ganhou o prêmio Toca e São Paulo de Literatura, em 2018, com seu romance de estreia Renato Parada Toy Art 'Crie, Customize e Leve seu Personagem em Gesso' Horário: 10h às 11h Desperte sua criatividade, coloque a mão na massa e dê vida ao seu próprio personagem em gesso. Descubra-se no Labirinto das Aptidões Horário: 10h às 12h Proposta é estimular o autoconhecimento de forma leve e interativa, ajudando cada pessoa a identificar habilidades, interesses e potenciais que podem ser aplicados na vida profissional e pessoal. Vivencie os Sentidos à Mesa: explorando sabores além do paladar Horário: 19h às 20h Durante a atividade, serão realizadas degustações às cegas e desafios sensoriais que estimulam a reflexão sobre como memórias, experiências e expectativas moldam a nossa relação com a comida. Senac de Itapira Oscar Neto Sesc Itapira “Ações que Salvam Vidas” com Bombeiro Civil Horário: 19h às 21h Experiência imersiva apresenta a rotina do Bombeiro Civil, com práticas de primeiros socorros, combate a incêndios e ações que demonstram como atitudes rápidas podem salvar vidas. Solte a língua - "Hola, ¿Qué tal? / What’s up?” Horário: 9h às 17h Quiz interativo que explora inglês e espanhol, destacando sua importância e presença como línguas internacionais no mundo. Workshop “Desenvolvimento de Jogos No-Code” Horário: 10h às 16h Oficina interativa mostra como criar jogos sem programação, explorando criatividade e tecnologia de forma prática e divertida. Sede da Senac em Mogi Guaçu (SP) onde será realizado o curso Oscar Neto Senac Mogi Guaçu Senac Conecta: vagas de estágio, trabalho e jovem aprendiz Horário: 9h às 17h30 Feira voltada ao mundo do trabalho, com divulgação de vagas, orientações e cadastros de empresas parceiras, além de oficinas gratuitas sobre currículo, entrevistas, comunicação e comportamento profissional. A Magia e os Segredos da Manipulação - uma experiência interativa em Farmácia Horário: 9h às 21h Experiência imersiva que transforma o laboratório em uma farmácia magistral, em que participantes conhecerão as etapas da manipulação de medicamentos personalizados, com demonstrações práticas conduzidas por docentes e estudantes, e encerrarão a atividade com uma surpreendente “magia química”. Workshop de Risotos Horário: 9h30 às 12h Oficina ensina técnicas para preparar risotos clássicos e criativos, abordando combinações de ingredientes, pontos de cozimento e finalização, em uma experiência prática e saborosa. Serviço Data: sexta-feira, 29 de agosto Quanto: entrada gratuita 📍Endereços: Senac Campinas: Rua Sacramento, 490 - Centro Senac Itapira: Praça Bernardino de Campos, 150 - Centro Senac Mogi Guaçu: Rua Adélino Damião, 55 - Jardim Paulista VÍDEO: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas

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Comerciantes mudam rotina por medo da violência no Setor Comercial Sul, no DF

Publicado em: 28/08/2025 19:56

Medo da violência muda rotina no Setor Comercial Sul Com medo da violência, comerciantes do Setor Comercial Sul (SCS), em Brasília, mudaram os horários de funcionamento. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias do DF em tempo real e de graça. Ovídio Maia, dono de uma imobiliária na Quadra 5, decidiu que os funcionários chegariam mais tarde e sairiam antes do anoitecer. A decisão foi tomada em razão de uma série de furtos e roubos na região. “Nós procuramos entrar entre 8h30, 9h e começar a sair do serviço às 17h. É a segurança que nos preocupa. Os colaboradores relatam que veem constantemente furtos e assaltos aqui. E nós constantemente vemos, as pessoas gritando ‘corre, pega ladrão’, grito, né?”, disse Ovídio. A comerciante Iraneide Barbosa também foi vítima. Ela é dona de uma ótica na mesma quadra e já foi assaltada duas vezes. “Ele chegou como cliente, pediu para ver o relógio e eu dei o relógio para ele. Pediu para ver um outro e saiu correndo com os dois. Fiquei no prejuízo de R$ 1.900. E a gente tem que continuar, né?”, contou. Sequência de crimes No início do mês, a Polícia Militar prendeu um homem na Quadra 4. Ele tentou roubar um pedestre usando uniforme falso e um distintivo da Polícia Penal de Minas Gerais. Com ele, foram apreendidos R$ 187, um fone de ouvido e uma faca. Dias depois, a PM recuperou uma câmera fotográfica profissional avaliada em R$ 10 mil. Segundo a polícia, uma mulher em situação de rua entrou em um hotel fingindo ser funcionária da limpeza e furtou o equipamento. O subcomandante do 1º Batalhão da PMDF, major Adson Ramos, afirmou que os principais crimes na região são roubos e furtos, mas que os índices estão em queda. “Tivemos uma redução nesses índices. Do ano passado para este ano, também caiu o número de acionamentos. Mas a sensação de segurança ainda é baixa. Locais escuros e com muito lixo aumentam essa sensação”, explicou. Além da violência, comerciantes reclamam da falta de assistência social para pessoas em situação de rua. Eles relatam consumo de drogas a qualquer hora do dia. Nesta semana, a equipe da TV Globo flagrou três homens e uma mulher fumando o que parecia ser crack em um beco. Na calçada, outro homem preparava a droga sem se esconder. Empresários relatam assaltos, consumo de drogas e falta de assistência social na região. Reprodução/TV Globo Delitos e vulnerabilidade A PM afirma que atua nos casos de crime, mas que é preciso diferenciar quem comete delitos de quem está em situação de vulnerabilidade. O presidente da Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, defende a criação de um centro integrado de segurança na região. Ele afirma que mais da metade dos imóveis está vazia, o que dificulta a recuperação do setor. “Tem muitos imóveis desocupados. O governo fez obras no setor, e algumas lojas estão sendo reformadas. Mas os prédios têm baixa ocupação e os condomínios são caros. A segurança é o principal problema. Também precisamos resolver a situação das pessoas em situação de rua”, disse. Em dezembro do ano passado, totens de segurança foram instalados na região. Os equipamentos têm câmeras, botão de emergência e sinalização luminosa. A tecnologia foi escolhida para áreas com alta criminalidade e grande circulação de pessoas. Totem de segurança é instalado no Setor Comercial Sul, na Asa Sul, no DF. SSP-DF/Divulgação LEIA TAMBÉM: CEILÂNDIA: Segundo suspeito de assaltar e esfaquear cinco pessoas é levado para delegacia; duas vítimas morreram 'GANGUE DO ROLEX': policiais do DF prendem em SP foragido de grupo especializado em roubar relógios Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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Como fundos de investimento e fintechs 'blindavam' R$ 30 bilhões de esquema do PCC no setor de combustíveis em SP

Publicado em: 28/08/2025 19:43

O esquema criminoso bilionário no setor de combustíveis, comandado por integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e alvo de uma megaoperação da Receita e Polícia Federal nesta quinta-feira (28), usava fintechs para "blindar" e lavar o dinheiro ilegal. Segundo a Receita Federal, um dos núcleos financeiros da organização criminosa está em Ribeirão Preto (SP). 📱 Siga o g1 Ribeirão Preto e Franca no Instagram Fintechs da cidade recebiam valores de distribuidoras e postos de combustíveis ligados ao grupo, "blindavam" o dinheiro, aplicavam em fundos de investimento e compravam imóveis, veículos, participações societárias, entre outros. 🔍 Normalmente, fintechs são bancos digitais que atuam no mercado financeiro por meio do uso intensivo da tecnologia e com a proposta de inovar. Elas são consideradas instituições de pagamento e atuam, principalmente, com a oferta de maquininhas de cartão de débito e crédito. A investigação apontou que o grupo deixou de pagar mais de R$ 7,6 bilhões em impostos, e foram identificadas irregularidades em várias etapas da produção e distribuição de combustíveis no país. Fintech em Ribeirão Preto (SP) alvo da megaoperação contra esquema bilionário de combustíveis Divulgação O esquema utilizava ao menos 40 fundos de investimento e diversas fintechs para lavar dinheiro, mascarar transações e ocultar patrimônio avaliado em R$ 30 bilhões. "Toda a busca que a gente fez diz respeito a pessoas que tinham, de alguma forma, alguma relação com uma fintech. A fintech é uma entidade financeira que movimenta recursos de uma maneira global. Você não sabe exatamente de quem é o dinheiro que cai na conta da fintech, e tudo que foi pago, aquisição de imóveis, de veículos, foi feito também pelo fundo de investimentos da fintech. Esse dinheiro fica maquiado, você não sabe qual a origem", diz Glauco Guimarães, delegado da Receita Federal em Ribeirão Preto". LEIA TAMBÉM PCC estava em todo o setor de produção de cana-de-açúcar e obrigava empresários a venderem propriedades Megaoperação com 1.400 agentes mira esquema bilionário do PCC no setor de combustíveis, com 350 alvos; R$ 7,6 bi foram sonegados MP identificou ação do PCC na importação irregular de metanol para adulterar combustíveis PCC controla 40 fundos de investimentos com patrimônio de mais de R$ 30 bilhões, diz Receita Federal Como era o esquema de lavagem de dinheiro com fintechs As investigações apontam que, além da lavagem de dinheiro do crime organizado, o esquema também gerava grandes lucros na cadeia de combustíveis. Para viabilizar isso, centenas de empresas eram abertas para ocultar a origem e o destino dos recursos. A Polícia Federal identificou que as transações eram realizadas por fintechs, em vez de bancos tradicionais, com o objetivo de dificultar o rastreamento dos valores ligados ao PCC. As fintechs exploravam brechas na regulamentação, o que permitia que o dinheiro ilícito do esquema nos postos de combustíveis fosse integrado ao sistema financeiro. A Receita Federal constatou que uma dessas fintechs atuava como um “banco paralelo” da facção, movimentando mais de R$ 46 bilhões entre 2020 e 2024. Os mesmos operadores também controlavam fintechs menores, formando uma segunda camada de ocultação. Outra brecha na regulação das fintechs é a chamada “conta-bolsão”, uma conta aberta pela própria empresa em um banco comercial, em que os recursos de todos os clientes ficam misturados, sem separação individual. Por essa conta transitavam pagamentos entre distribuidoras, postos de combustíveis, fundos de investimento do grupo e até despesas pessoais dos operadores do esquema. "Esse dinheiro foi para essa conta, chamada 'conta-bolsão', que a gente não sabe a origem, não sabe quem fez o depósito, exceto a fintech sabe. Daí a gente está apurando quem é o real detentor desse dinheiro", completou Guimarães. Núcleo financeiro em Ribeirão Preto A Receita Federal informou que o núcleo financeiro do esquema criminoso bilionário no setor de combustíveis está concentrado em Ribeirão Preto. Em Ribeirão e cidades da região, como Jardinópolis (SP), Pontal (SP) e Barretos (SP), houve ao menos 32 alvos, sendo 25 empresas e sete, pessoas físicas. Entre eles estão usina, rede de postos de combustíveis e financeira, onde foram apreendidos documentos e computadores. Ninguém foi preso nesses locais. A megaoperação foi a junção de três operações: Carbono Oculto, do MP, e Quasar e Tank, da Polícia Federal. Elas cumpriram mandados de busca, apreensão e prisão em São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina. De acordo com as investigações, mais de 350 alvos são suspeitos da prática de crimes contra a ordem econômica, adulteração de combustíveis, crimes ambientais, lavagem de dinheiro, fraude fiscal e estelionato em todo o país. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

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PF vai investigar vazamento de dados sobre megaoperação contra esquema bilionário do PCC

Publicado em: 28/08/2025 19:40

Facção criminosa se infiltra na cadeia produtiva do álcool A Polícia Federal suspeita que possa ter havido algum vazamento de informações sobre a megaoperação realizada na manhã desta quinta-feira (28) para desarticular um esquema criminoso bilionário no setor de combustíveis. Investigações mostraram que a facção criminosa PCC utilizava instituições financeiras para lavar dinheiro, mascarar transações e ocultar patrimônio. Segundo apuração da TV Globo, delegados federais demonstraram preocupação com o número de mandados de prisão preventiva não cumpridos. Dos 14 expedidos, apenas 6 foram efetivados — e alguns dos principais alvos conseguiram escapar. “É totalmente atípico em nossas operações acontecer isso. Prender menos do que se deveria. Geralmente, escapa um ou outro. E não a maioria como agora. Temos que investigar o porquê disso. Se houve vazamento de informações e de onde”, disse um investigador. ✅ Clique aqui para se inscrever no canal do g1 SP no WhatsApp Apesar das dificuldades, os responsáveis pela ação garantem que os mandados serão cumpridos. “É uma questão de honra. Não vamos desistir”, afirmou um dos agentes. Investigadores da Polícia Federal acreditam que as apreensões realizadas na megaoperação desta quinta vão revelar novos grupos envolvidos em esquemas milionários de adulteração de combustíveis e sonegação de impostos. O material recolhido é considerado farto e relevante. Viaturas da PF e da Receita em frente a prédio na Faria Lima durante megaoperação que investiga fraude do PCC em postos de combustíveis Amanda Perobelli/Reuters Rastreamento de fintechs O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o crime organizado terá que buscar novos caminhos para esconder e multiplicar suas fortunas. Uma megaoperação foi realizada na manhã desta quinta-feira (28), para desarticular um esquema criminoso bilionário no setor de combustíveis, mostrou que a facção criminosa PCC utilizava instituições financeiras para lavar dinheiro, mascarar transações e ocultar patrimônio. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Segundo Haddad, a atuação de fintechs e fundos de investimento como instrumentos de lavagem está com os dias contados. Haddad anuncia que ‘fintechs’ serão monitoradas de perto “Usaremos a Inteligência Artificial que já dispomos para rastrear e acompanhar o que entra e o que sai das fintechs. Quem abastece as contas, como se dão as movimentações, para onde foi o dinheiro. Quem está fazendo o quê”, disse o ministro. Ele garantiu que a fiscalização sobre essas empresas será tão rigorosa quanto a aplicada ao sistema bancário tradicional. O ministro também destacou que movimentações atípicas, entradas e saídas sem identificação clara serão detectadas pela tecnologia. “Tudo isso a nossa IA vai pegar e vamos para cima de quem estiver fazendo coisa errada. Vamos seguir o dinheiro do criminoso”, completou.

Glocal começa programação gratuita com palestras e vai até sábado em Manaus

Publicado em: 28/08/2025 18:48

Glocal abre programação com palestras e segue gratuita até sábado em Manaus. Divulgação A Glocal Amazônia começou oficialmente na manhã desta quinta-feira (28), no Palácio da Justiça, no Centro de Manaus. A abertura reuniu convidados e especialistas em debates sobre inovação, sustentabilidade e tecnologia. “Estamos muito felizes em realizar a terceira edição do evento. Todos estão convidados a participar. Nos próximos dias estaremos no Palácio da Justiça, no Teatro Amazonas e no Largo de São Sebastião, com debates, conversas e oficinas em uma programação totalmente gratuita”, disse Arthur Barros, gerente da Glocal. De acordo com Malu Sevieri, head da Glocal na Dream Factory, o projeto tem como lema “Pensar Global e Agir Local” e tem como principal objetivo reunir pessoas e iniciativas em busca de soluções para o futuro. Veja a programação do evento “Hoje o coração da Glocal bate na Amazônia, porque aqui o projeto já é muito maior, com engajamento crescente e diversas atividades oferecidas gratuitamente durante os três dias de programação”, afirmou. Realizada há três anos em Manaus, a Glocal foi classificada pelo secretário de Estado do Meio Ambiente, Eduardo Taveira, como uma das prévias da COP30. Para ele, além de ampliar os debates sobre sustentabilidade, o evento é essencial para discutir caminhos concretos que tornem as propostas viáveis. “A Glocal tem se firmado como um espaço de construção de soluções, pensando de maneira local, mas agindo para que esse local tenha uma interferência positiva no âmbito global”, disse Taveira. A programação segue até sábado (30), com oficinas, painéis e atrações culturais abertas ao público. “Serão três dias de muita experiência, troca, conectividade e painéis. Esperamos que as conclusões sejam colocadas em prática”, destacou Claudia Daou Paixão, diretora-presidente da Fundação Rede Amazônica. O evento é realizado pela Fundação Rede Amazônica. Ainda nesta quinta-feira, a programação continua à tarde e à noite, com destaque para a apresentação da Orquestra Filarmônica, às 19h. Glocal Amazônia 2025 tem início nesta quinta-feira em Manaus

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Para combater crime organizado, Receita vai dar a fintechs mesmo tratamento de banco

Publicado em: 28/08/2025 18:34

Para combater crime organizado, Receita vai dar a fintechs mesmo tratamento de banco Na esteira da megaoperação que, no início desta quinta-feira (28), mirou negócios financeiros irregulares da facção criminosa PCC, a Receita Federal vai publicar uma norma para dar a fintechs o mesmo tratamento normativo de bancos. 🔎 As fintechs são empresas que usam a tecnologia para oferecer serviços financeiros de forma mais simples e rápida que bancos tradicionais. A megaoperação identificou 40 fundos de investimentos, com patrimônio de R$ 30 bilhões, controlados pelo PCC. Segundo o órgão, as operações aconteciam no mercado financeiro de São Paulo, através de membros infiltrados na Avenida Faria Lima. Um dos alvos é a empresa BK Bank, fintech financeira utilizada para movimentar dinheiro por meio de contas bolsão não rastreáveis. A nova norma da Receita Federal deverá contemplar os seguintes pontos: ▶️ deixar claro o intuito de combater o crime ▶️ estabelecer de maneira clara e direta, que as instituições de pagamento e de arranjos de pagamento (fintechs) sujeitam-se exatamente às mesmas obrigações das instituições financeiras tradicionais. ▶️vai citar a já existente Lei do Sistema de Pagamentos Brasileiro, para mostrar que não está inventando nada novo. Esse último item é para evitar o ruído de que o governo vai taxar o Pix. Foi esse rumor falso, que viralizou no início do ano, que impediu maior regulação de fintechs naquela época. "Fintechs têm sido utilizadas para lavagem de dinheiro nas principais operações contra o crime organizado, porque há um vácuo regulamentar, já que elas não têm as mesmas obrigações de transparência e de fornecimento de informações a que se submetem todas as instituições financeiras do Brasil há mais de 20 anos", escreveu a Receita em nota. A operação policial Viaturas da PF e da Receita em frente a prédio na Faria Lima durante megaoperação que investiga fraude do PCC em postos de combustíveis Amanda Perobelli/Reuters A megaoperação de mais cedo foi uma parceria do Ministério Público Federal, do MP de São Paulo e das polícias federal, civil e militar. O objetivo foi desarticular um esquema criminoso bilionário no setor de combustíveis, comandado pelo PCC. É considerada a maior operação da história do Brasil contra o crime organizado. As irregularidades foram identificadas em diversas etapas do processo de produção e distribuição de combustíveis no país. O esquema tem lesado não apenas os consumidores que abastecem seus veículos no Brasil, mas toda uma cadeia econômica ligada aos combustíveis (veja mais aqui). No curso das investigações, foram encontrados os fundos de investimentos bilionários utilizados pela facção como estruturas de ocultação de patrimônio. As principais empresas alvos da operação são as seguintes: ▶️Grupo Aster/Copape (donos de usinas, formuladoras - empresas que misturam combustíveis, distribuidoras e rede de postos de combustíveis usada pela organização criminosa); ▶️BK Bank (fintech financeira utilizada para movimentar dinheiro por meio de contas bolsão não rastreáveis); ▶️Reag (fundo de investimento usado na compra de empresas, usinas e para blindagem do patrimônio dos envolvidos).

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Haddad diz que lavagem de dinheiro por meio de fintechs está com os dias contados: 'Vamos seguir o dinheiro'

Publicado em: 28/08/2025 18:30

Haddad anuncia que ‘fintechs’ serão monitoradas de perto O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira (28) que o crime organizado terá que buscar novos caminhos para esconder e multiplicar suas fortunas, pois a atuação de fintechs e fundos de investimento como instrumentos de lavagem de dinheiro está com os dias contados. O ministro comentou a megaoperação realizada na manhã desta quinta-feira (28), que mostrou que a facção criminosa PCC utilizava instituições financeiras tradicionais para lavagem, mascarar transações e ocultar patrimônio. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça “Usaremos a Inteligência Artificial que já dispomos para rastrear e acompanhar o que entra e o que sai das fintechs. Quem abastece as contas, como se dão as movimentações, para onde foi o dinheiro. Quem está fazendo o quê”, disse o ministro. Ele garantiu que a fiscalização sobre essas empresas será tão rigorosa quanto a aplicada ao sistema bancário tradicional. O ministro também destacou que movimentações atípicas, entradas e saídas sem identificação clara serão detectadas pela tecnologia. “Tudo isso a nossa IA vai pegar e vamos para cima de quem estiver fazendo coisa errada. Vamos seguir o dinheiro do criminoso”, completou. O que vem por aí Na esfera criminal, investigadores da Polícia Federal acreditam que as apreensões realizadas na megaoperação de hoje vão revelar novos grupos envolvidos em esquemas milionários de adulteração de combustíveis e sonegação de impostos. O material recolhido é considerado farto e relevante. As investigações também devem atingir operações de lavagem de dinheiro ligadas ao narcotráfico e à corrupção. No entanto, delegados federais demonstraram preocupação com o número de mandados de prisão preventiva não cumpridos. Dos 14 expedidos, apenas seis foram efetivados — e alguns dos principais alvos conseguiram escapar. “É totalmente atípico em nossas operações acontecer isso. Prender menos do que se deveria. Geralmente, escapa um ou outro. E não a maioria como agora. Temos que investigar o porquê disso. Se houve vazamento de informações e de onde”, disse um investigador. Apesar das dificuldades, os responsáveis pela ação garantem que os mandados serão cumpridos. “É uma questão de honra. Não vamos desistir”, afirmou um dos agentes. Haddad durante cerimônia para incentivar exportação Reuters/Adriano Machado