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Google libera "receita" do Gemini para dominar sua casa inteligente

Publicado em: 21/05/2026 10:49 Fonte: Tudocelular

O Google quer levar o Gemini para todas as casas de qualquer forma e, para acelerar esse processo, decidiu oferecer a “fórmula” da sua tecnologia para que outros fabricantes possam criar dispositivos compatíveis de forma mais simples. Após uma grande reformulação do seu ecossistema Google Home no ano passado, funções como o Home Brief e o Ask Home começaram a chegar aos usuários. Agora, a gigante das buscas está disponibilizando o Gemini for Home como uma plataforma de inteligência artificial full-stack, possibilitando que desenvolvedores e fabricantes de hardware criem produtos que já nascem preparados para esses recursos avançados.Na prática, isso significa que novos gadgets – mesmo que não fabricados pela marca – poderão ter acesso aos já citados Home Brief e Ask Home, além do Camera Intelligence, que permite ao Gemini vasculhar imagens de câmeras de segurança para encontrar momentos específicos.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Senac abre mais de 140 vagas para cursos profissionalizantes gratuitos em Teresina; saiba como se matricular

Publicado em: 21/05/2026 08:30

Senac abre mais de 140 vagas para cursos profissionalizantes gratuitos em Teresina Mais de 140 vagas imediatas estão disponíveis para cursos profissionalizantes gratuitos do Serviço Nacional de de Aprendizagem Comercial (Senac), em Teresina. Os agendamentos de matrículas vão até sexta-feira (22) e podem ser feitos no site do Senac ou pelo WhatsApp (86) 3228-9550. Os cursos fazem parte do Programa Senac de Gratuidade (PSG) e envolvem as áreas de tecnologia, saúde, moda, turismo e beleza. As aulas da maior parte deles começam na segunda-feira (25), nas unidades da Av. Campos Sales (Centro-Sul) e do Parque Piauí (Zona Sul). ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp ➡️Criado em 2008, o Programa Senac de Gratuidade tem o objetivo de garantir o acesso à educação profissional de qualidade para pessoas cuja renda familiar mensal per capita não ultrapasse dois salários mínimos. Além da renda, o público que se enquadra no PSG deve ter concluído o ensino fundamental e/ou médio, a depender da escolha do curso. A gerente de Tecnologia do Senac no Piauí, Ana Gabriele Moura, explica que os interessados devem fazer o agendamento para garantir a vaga. "Eles devem agendar a data para entregar a documentação e realizar a matrícula. Com o agendamento confirmado, é vaga garantida para aqueles cursos com vagas imediatas, a não ser que haja somente cadastro de reserva", afirma a gerente. Os documentos necessários incluem RG, CPF, certificado de conclusão escolar e cópia do comprovante de residência. A documentação completa está no site do Senac e no WhatsApp. Confira os cursos e vagas: Administrador de redes: 20 vagas imediatas e 5 de cadastro de reserva (aulas começam em 1º de junho); Administrador de banco de dados: 15 vagas imediatas e 5 de cadastro de reserva (aulas começam em 25 de maio); Assistente de suporte de TI: 20 vagas imediatas e 5 de cadastro de reserva (aulas começam em 25 de maio); Instalador e reparador de redes de computadores: 20 vagas imediatas e 5 de cadastro de reserva (aulas começam em 25 de maio); Confeiteiro: 5 vagas de cadastro de reserva (aulas começam em 25 de maio); Cabeleireiro: 5 vagas de cadastro de reserva (aulas começam em 25 de maio); Costureiro (1ª turma): 5 vagas de cadastro de reserva (aulas começam em 25 de maio); Cuidador de idoso: 20 vagas imediatas e 5 de cadastro de reserva (aulas começam em 25 de maio); Pizzaiolo: 15 vagas imediatas e 5 de cadastro de reserva (aulas começam em 26 de maio); Assistente de logística: 20 vagas imediatas e 5 de cadastro de reserva (aulas começam em 26 de maio); Barbeiro: 15 vagas imediatas e 5 de cadastro de reserva (aulas começam em 26 de maio); Costureiro (2ª turma): 5 vagas de cadastro de reserva (aulas começam em 26 de maio); Estratégias de branding e marketing digital para o setor do turismo: 15 vagas imediatas e 5 de cadastro de reserva (aulas começam em 8 de junho). Senac abre mais de 140 vagas em cursos profissionalizantes gratuitos em Teresina Jordan Biliato/Senac-MT VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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Paraná tem amanhecer com geada e frio abaixo de 0 ºC antes da volta da chuva; veja a previsão

Publicado em: 21/05/2026 08:24

General Carneiro tem amanhecer com geada e frio abaixo de 0 ºC A cidade de General Carneiro, no Sul do Paraná, amanheceu com geada nesta quinta-feira (21). Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), as temperaturas chegaram a -1 ºC. Palmas, também na região Sul, registrou baixas temperaturas durante a madrugada, chegando a 1,2 ºC. O frio intenso também foi sentido em cidades da Região Metropolitana de Curitiba, Campos Gerais e Noroeste do estado, segundo o Simepar. ✅ Siga o g1 Paraná no WhatsApp De acordo com o meteorologista do Simepar, Lizandro Jacóbsen, o amanhecer desta quinta é de tempo estável em todo o Paraná, mas com temperaturas baixas em grande parte dos municípios. "O tempo fica estável ao longo desta quinta-feira e a principal mudança de tempo é prevista para a sexta", explicou. Leia também: Paranavaí: Desaparecimento de primas completa um mês e suspeito continua foragido 'Sextortion': golpistas que chantageavam vítimas para não divulgar fotos íntimas delas são alvo de operação Maringá: Justiça decide que homem que ateou fogo em mulher não teve intenção de matá-la General Carneiro amanheceu com geada nesta quinta-feira (21) e temperatura de -1ºC, segundo Simepar. Ana Maria Mello Jekel Previsão para os próximos dias A previsão indica que a instabilidade avance gradualmente para outras regiões ao longo da sexta-feira (22), mudando entre o Oeste e Noroeste, por conta de de áreas de instabilidade associadas a um cavado meteorológico em níveis médios da atmosfera. Entre a tarde e a noite, a chuva deve alcançar áreas centrais, o Leste, o Norte paranaense e também o Litoral. Em algumas regiões, a chuva mais intensa é esperada entre a madrugada e a manhã de sábado (23). "A chuva é prevista mais pra madrugada de sábado. Então temos essa constante mudança do tempo ao longo da sexta-feira e assim as temperaturas já sofrem pouquíssima oscilação ao longo do dia", disse. Com o aumento da nebulosidade e da umidade, as temperaturas devem variar pouco ao longo da sexta-feira, segundo o meteorologista. “As máximas já recuam bastante em comparação com esta quinta”, disse Jacóbsen. O meteorologista também alerta para o acumulado de chuva previsto entre a região Central e a faixa Norte do Paraná. Segundo ele, os volumes podem superar os 50 milímetros entre sexta-feira e o fim de semana. Cidades com temperaturas iguais ou abaixo de 5 ºC: Cascavel: 5,0 ºC; Cruzeiro Do Iguaçu: 5 ºC; Foz do Iguaçu: 4,8 ºC; Capanema: 4,5 ºC; Pato Branco: 4,5 ºC Laranjeiras Do Sul: 4,4 ºC Lapa: 4,1 ºC Toledo: 3,8 ºC União da Vitória: 3,8 ºC Palotina: 3,5 ºC Dois Vizinhos: 3,2 ºC; Francisco Beltrão: 2,9 ºC; Guarapuava : 2,5 ºC Pinhão: 2,2 ºC Palmas: 1,2 ºC General Carneiro: -1 ºC Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias no g1 Campos Gerais e Sul

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Estudo do Serviço Geológico do Brasil aponta áreas de risco em Monte Sião e Ouro Fino, no Sul de Minas

Publicado em: 21/05/2026 07:19

Estudo do Serviço Geológico do Brasil aponta áreas de risco em Monte Sião e Ouro Fino Um levantamento do Serviço Geológico do Brasil (SGB) identificou novas áreas com risco de desastres naturais em cidades do Sul de Minas. Em Monte Sião e Ouro Fino, cerca de 600 pessoas vivem em locais sujeitos a deslizamentos de terra e inundações, segundo os dados atualizados em 2026. 📲 Siga o g1 Sul de Minas no Instagram Os estudos foram elaborados a partir de análises do solo, relevo, histórico de ocorrências e ocupação urbana, e devem servir de base para ações de prevenção e planejamento das prefeituras. Segundo o pesquisador do SGB, Julio Lana, o problema está diretamente ligado à forma como as cidades cresceram. "O levantamento realizado pelo Serviço Geológico do Brasil no sul de Minas identifica principalmente áreas de risco para deslizamentos de terra, erosão, enxurradas e inundações. Isso se dá em função do fato de muitos municípios dessa região apresentarem ocupações urbanas em encostas e na margem de rios, o que aumenta a exposição da população, principalmente durante períodos de chuvas intensas." Estudo do Serviço Geológico do Brasil aponta áreas de risco em Monte Sião e Ouro Fino, no Sul de Minas Serviço Geológico do Brasil Ele também destacou os impactos sociais e econômicos para quem vive nessas áreas. "Os dados também mostram impactos importantes para quem vive nessas áreas, como possibilidade de risco patrimonial e a própria vida, interrupção de vias e demais prejuízos sociais e econômicos." De acordo com o pesquisador, a atualização traz mais precisão em relação aos levantamentos anteriores. "Em relação aos levantamentos que foram feitos anteriormente pelo SGB, a atualização de 2026 é realizada com dados mais detalhados, informações mais precisas e o uso de tecnologias mais atuais de mapeamento e análise do terreno, que dá uma maior acurácia para os mapeamentos." Ele também alertou para o avanço da ocupação urbana em áreas vulneráveis. "Em alguns municípios também foi observada a ampliação da ocupação urbana em áreas de risco e, de certa forma, mudanças associadas aos últimos eventos climáticos extremos." Monte Sião tem 7 pontos de risco Em Monte Sião, o estudo identificou sete áreas com risco geológico, sendo seis classificadas como de alto risco e uma como muito alto. Cerca de 450 pessoas vivem nesses locais. Os pontos mapeados ficam nas seguintes regiões: Avenida Universo Rua Padre Reinaldo Rua Usina Velha Rua José Matias Rua Peru Rua João de Lima Cardoso Entre os principais problemas estão deslizamentos de terra, queda de blocos e risco de inundação. O coordenador da Defesa Civil do município, Fernando Massaro, explicou como o relatório será utilizado. "Agora, após a entrega oficial desse material, iniciaremos uma nova etapa, que será justamente a análise detalhada desses apontamentos e recomendações técnicas contidas no relatório. Essas informações serão encaminhadas oficialmente para os setores responsáveis da Prefeitura, principalmente o setor de obras, planejamento e demais órgãos competentes no município para que possamos construir ações preventivas de médio e longo prazo." Estudo do Serviço Geológico do Brasil aponta áreas de risco em Monte Sião e Ouro Fino, no Sul de Minas Serviço Geológico do Brasil Ouro Fino concentra quatro áreas Já em Ouro Fino, foram identificadas quatro áreas, onde vivem cerca de 140 pessoas, sendo três com risco alto e uma com risto muito alto. Os locais são: Rua Firmino Junqueira Rua Humaitá Rua Tone Rua Manuel Jesuíno de Carvalho Nesses pontos, o principal risco está relacionado a deslizamentos de terra. A Defesa Civil do município informou que o relatório será utilizado para intensificar ações preventivas, como fiscalização, obras de contenção, campanhas de conscientização e elaboração de planos de evacuação. Mapeamento identifica onde estão as principais áreas de risco em Ouro Fino e Monte Sião Relatório será base para prevenção O Serviço Geológico do Brasil destaca que o risco é dinâmico e pode variar conforme fatores como volume de chuvas e uso do solo. Os documentos devem orientar políticas públicas, ajudando os municípios a definir áreas seguras para construção, além de priorizar obras de infraestrutura e medidas de proteção, como drenagem e contenção de encostas. A expectativa é que, com base nesses dados, seja possível reduzir impactos e evitar tragédias nas regiões identificadas. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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Exposição de Vik Muniz, Super Sábado no MAM, Fagner, Nego Álvaro no Beco do Rato: veja o que fazer no Rio

Publicado em: 21/05/2026 05:30

Fagner canta ‘Noturno’ A programação cultural do Rio nos próximos dias tem entre seus destaques a exposição "A Olho nu", maior retrospectiva já feita do artista Vik Muniz, um dos principais nomes da arte contemporânea brasileira, no CCBB-RJ. A mostra estreou na quarta-feira (20). Outros destaques são, no sábado (23), o show do cantor e compositor Fagner no Vivo Rio; uma roda de samba comandada por Nego Álvaro, no Beco do Rato; e o evento Super Sábado no MAM, que inclui a aula-show "Aos pés da letra" com Gregório Duvivier. Veja abaixo os eventos e monte seu roteiro: 🎤 Shows e festas 🥁Sambas 🎭 Teatro 🖼️ Exposições 🛍️ Outros eventos Xangai - O Arteiro Cantadô O cantador e compositor Xangai apresenta nesta quinta-feira (21) o show “O arteiro cantadô” em única apresentação no Rio de Janeiro. Com seu violão preciso e interpretação marcante, o artista transforma a memória do interior brasileiro em canto e poesia, apresentando sucessos de sua carreira como “Matança” e “Estampa Eucalol”. 🗓️ Quando? Quinta-feira (21), às 19h30 (abertura da casa às 18h30)📍 Onde? Teatro Rival Petrobras - Rua Álvaro Alvim, 33 - Subsolo💲 Quanto? Ingressos a partir de R$ 170🧒 Classificação: 18 anos. Amar e Mudar as Coisas – Daíra canta Belchior O Dolores Club recebe sexta-feira (22) o espetáculo "Amar e Mudar as Coisas", no qual a cantora e compositora Daíra presta uma homenagem sensível à obra de Belchior. Em formato intimista de voz e violão, a artista revisita clássicos do poeta cearense, como "Alucinação" e "Como Nossos Pais", ressaltando a força poética de suas composições. 🗓️ Quando? Sexta-feira (22), às 20h30 (abertura da casa às 19h)📍 Onde? Dolores Club - R. do Lavradio, 10 – Centro💲 Quanto? A partir de R$ 30. Hot Beats Music Conference O Rio de Janeiro recebe a Hot Beats Music Conference, principal encontro da música eletrônica no Brasil, que reunirá mais de 100 speakers nacionais e internacionais, incluindo representantes do Rock in Rio, Tomorrowland e do Amsterdam Dance Event (ADE). O evento, que acontece entre os dias 21 e 24 de maio, terá uma intensa agenda de painéis, workshops e showcases, com o núcleo da conferência sediado no Hotel Nacional. 🗓️ Quando? De 21 a 24 de maio de 2026. A conferência principal acontece nos dias 21 e 22, das 9h às 23h📍 Onde? A conferência principal será no Hotel Nacional - Av. Niemeyer, 769 - São Conrado, com eventos e showcases em outros locais da cidade💲 Quanto? A partir de R$ 220 no link. Fagner Fagner Bispo O cantor e compositor Fagner celebra sábado (23) seus 50 anos de carreira com um show no Vivo Rio. Acompanhado por sua banda, o artista, que marcou a música brasileira desde os anos 1970, apresenta um repertório de grandes sucessos e outros clássicos da MPB. 🗓️ Quando? Sábado (23). Show às 21h (abertura dos portões às 19h)📍 Onde? Vivo Rio - Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo💲 Quanto? A partir de R$ 80.🧒 Classificação: 18 anos. Forróçacana O Forróçacana comanda um grande baile de forró pé de serra no Circo Voador no sábado (23). A banda apresenta um repertório de sucessos autorais e versões de clássicos da MPB com sua mistura única de ritmos como samba, rock e reggae. A noite conta ainda com a abertura do grupo Forró de Pife e discotecagem do DJ Darvyn Orlan. 🗓️ Quando? Sábado (23). Abertura dos portões às 20h.📍 Onde? Circo Voador.💲 Quanto? A partir de R$ 70 (solidário).🧒 Classificação: 18 anos. Felipe Brito – Tributo a Martin Luther King Jr. O trombonista brasileiro radicado nos EUA, Felipe Brito, apresenta um concerto em tributo a Martin Luther King Jr. O espetáculo estabelece um diálogo entre a música brasileira e a estadunidense, ecoando o sonho de igualdade e transformação social que moveu King. O repertório inclui composições autorais e clássicos de artistas como Stevie Wonder, Chico Buarque e James Brown. A apresentação acontece no domingo, 24 de maio. 🗓️ Quando? Domingo (24), às 18h📍 Onde? Blue Note Rio - Avenida Atlântica, 1910, Copacabana💲 Quanto? De R$ 60 a R$ 120. 🥁Samba e choro Nelson Cavaquinho – 40 anos de Saudades A Casa do Choro presta uma homenagem ao sambista Nelson Cavaquinho com o espetáculo inédito “Nelson Cavaquinho – 40 anos de Saudades: Onde a Música encontra o Verso”. O show, que marca os 40 anos de saudade do compositor de clássicos como "Juízo Final", une música e poesia e reúne os cantores Ana de Hollanda, Rubens Kurin e Tania Malheiros, e os poetas Tanussi Cardoso e Jacinto Fabio Corrêa. A apresentação acontece no dia 21 de maio. 🗓️ Quando? Quinta-feira (21), às 19h📍 Onde? Casa do Choro - Rua da Carioca, 38 - Centro💲 Quanto? R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Henrique Cazes – 50 anos de cavaquinho O cavaquinista, compositor e pesquisador Henrique Cazes celebra sexta-feira (22) seus 50 anos de carreira com o espetáculo “50 anos de cavaquinho: o som e as histórias”. Na apresentação, que percorre o choro, a música popular brasileira e influências que vão de Bach aos Beatles, o músico sobe ao palco pela primeira vez ao lado de seus filhos, Pedro e Leonardo Cazes. 🗓️ Quando? Sexta-feira (22), às 20h📍 Onde? Acaso Cultural - Rua Vicente de Sousa, 16, Botafogo💲 Quanto? A partir de R$ 55 na plataforma Sympla. Nego Álvaro no Beco do Rato Nego Álvaro Divulgação O cantor, compositor e percussionista Nego Álvaro comanda roda de samba no Beco do Rato no sábado (23). Conhecido por sua trajetória no Samba do Trabalhador e indicado ao Grammy Latino, o artista promete uma noite de clássicos, composições autorais e sucessos de sua carreira. O evento terá show de abertura com Thiago Sereno & Madrugada. 🗓️ Quando? Sábado, 23 de maio. Abertura da casa às 18h, show de abertura às 19h e roda principal às 22h40📍 Onde? Beco do Rato (Rua Joaquim Silva, 11 — Lapa, Rio de Janeiro)💲 Quanto? R$ 35 + taxas no Sympla🧒 Classificação: 18 anos. Pagodão do Quirino O "Pagodão do Quirino" terá mais uma edição neste sábado (23) para comemorar o aniversário de 30 anos do anfitrião Eryck Quirino. O evento promete uma noite de celebração com roda de samba, samba-enredo e DJ nos intervalos. 🗓️ Quando? Sábado (23), a partir das 18h📍 Onde? Espaço Luiz Gama - Rua da Constituição, 54 - Centro💲 Quanto? R$ 15 no Sympla Luana Vaz O Rio Scenarium recebe sábado (23) a cantora Luana Vaz para uma noite com um repertório que passeia pelo samba, pagode e axé. A programação da noite começa mais cedo, com DJ e outra apresentação de samba. 🗓️ Quando? Sábado (23). A casa abre às 20h, e o show de Luana Vaz é às 23h30📍 Onde? Rio Scenarium - R. do Lavradio, 20 – Centro💲 Quanto? A partir de R$ 30. Bebadafonte O bar e sebo Al Farabi recebe o grupo carioca Bebadafonte para uma tarde de samba de raiz no sábado (23). A apresentação, que acontece no sábado é uma homenagem aos grandes mestres do gênero, com um repertório que resgata clássicos de Cartola, Nelson Cavaquinho e Noel Rosa, além de composições autorais. 🗓️ Quando? Sábado (23), a partir das 14h📍 Onde? Al Farabi Bar e Sebo (Rua do Mercado, 34 - Centro, Rio de Janeiro)💲 Quanto? Gratuito. 🎭 Teatro Nosso Lugar Cena do espetáculo 'Nosso Lugar' Rafael Prevot/Divulgação O espetáculo "Nosso Lugar", que une teatro, música e circo, chega ao Rio para uma curta temporada. Protagonizado por Sara Bentes e Kiko do Valle, o musical narra a história de Lorena, uma mulher cega de nascença, e seu encontro com Miguel, abordando temas como capacitismo e amor. Com sessões acessíveis, a peça fica em cartaz nos dias 23 e 24 de maio. 🗓️ Quando? Sábado e domingo, 23 e 24 de maio de 2026, às 17h📍 Onde? Futuros – Arte e Tecnologia - Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo💲 Quanto? R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)🧒 Classificação: 14 anos. Fim de Tarde A peça "Fim de Tarde" encerra sua temporada no Teatro Café Pequeno neste fim de semana, de 22 a 24 de maio. Com Roney Villela, Larissa Maciel e Miguel Tavares no elenco, o espetáculo narra o encontro de três pessoas em um banco de praça, revelando preconceitos e violências. A montagem, dirigida por Marcelo Aquino, é engajada na campanha "Banco Vermelho" contra o feminicídio. 🗓️ Quando? 22, 23 e 24 de maio. Sexta e sábado, às 20h; domingo, às 19h📍 Onde? Teatro Café Pequeno (Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon💲 Quanto? R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)🧒 Classificação: 16 anos. La Fille Mal Gardée O Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta nova temporada do balé clássico La Fille Mal Gardée, um dos títulos mais tradicionais do repertório mundial. A montagem, assinada pelo coreógrafo uruguaio Ricardo Alfonso, marca o retorno da obra ao palco principal após duas décadas fora da programação da casa e contará com apresentações do Ballet e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal. Criado no século XVIII, o espetáculo mistura humor e romantismo e é conhecido pelas coreografias leves e personagens cativantes. 🗓️ Quando? De 13 a 24 de maio — sessões em diferentes horários: às 19h, 17h e 14h, conforme a data da apresentação. (Confira a programação completa) 📍 Onde? Theatro Municipal do Rio de Janeio - Praça Floriano, s/nº - Centro💲 Entrada: ingressos entre R$ 30 e R$ 90, à venda na bilheteria e no site oficial do Theatro Municipal . Bongas – Defensores da Natureza A EcoVilla Ri Happy recebe a estreia do espetáculo infantil “Bongas – Defensores da Natureza”, uma aventura que une fantasia, música e conscientização ambiental. A peça acompanha seres fantásticos que protegem a natureza e precisam se unir para salvar o planeta de uma ameaça de colapso. Com cenário e figurinos feitos a partir de materiais reciclados, o espetáculo estreia no sábado (16), na semana do Dia Mundial da Reciclagem. 🗓️ Quando? Estreia em 16 de maio📍 Onde? EcoVilla Ri Happy💲 Quanto? R$ 70. Da Mama ao Caos A atriz Ana Carolina Sauwen apresenta o solo de comédia "Da Mama ao Caos" no Teatro Municipal Café Pequeno, no Leblon. O espetáculo aborda, com humor ácido e ironia, os desafios, a culpa e a sobrecarga da maternidade contemporânea, a partir de experiências pessoais da artista. 🗓️Quando? Quartas-feiras, às 20h (até 27 de maio). 📍Onde? Teatro Municipal Café Pequeno – Av. Ataulfo de Paiva, 269, Leblon. 💲Quanto? A partir de R$ 35. 🔞Classificação: 12 anos. Cartas para Gonzaguinha O espetáculo “Cartas para Gonzaguinha” retorna ao palco do Teatro João Caetano, no Centro do Rio, em curta temporada de 9 a 31 de maio. A montagem revive o processo de criação do clássico “O que é, o que é?” e apresenta sucessos como “Sangrando”, “Explode coração”, “Eu apenas queria que você soubesse”, “Grito de alerta” e “Recado”, além de músicas inéditas. Com direção de Rafaela Amado e direção musical de João Bittencourt, o espetáculo reúne 17 atores e uma banda que conta com a participação de Nanan Gonzaga, filha de Gonzaguinha e neta de Luiz Gonzaga. 🗓️ Quando? De 9 a 31 de maio - quinta e sextas, às 19h; sábados, às 17h e domingos, às 16h📍 Onde? Teatro João Caetano – Praça Tiradentes, s/n, Centro, Rio de Janeiro 💲 Quanto? Ingressos a partir de R$ 15 (meia). Assim na terra como no céu Dirigido por Marcus Faustini e com texto de Luiz Eduardo Soares, o espetáculo coloca frente a frente um jogador de futebol envolvido em um escândalo e uma jornalista de guerra. A entrevista rapidamente se transforma em confronto, revelando tensões sobre saúde mental, esporte e os impactos da inteligência artificial na produção de informação. No elenco, Paulo Verlings e Elisa Pinheiro. 📅 Quando? Até 24 de maio. Quintas e sextas às 20h, sábados às 17h e 20h, domingos às 19h 📍 Onde? Teatro Ipanema – Rua Prudente de Morais, 824 – Ipanema💲 Quanto? Gratuito (retirada na bilheteria). A Pediatra Debora Lamm interpreta Cecília, uma pediatra que paradoxalmente odeia crianças e suas mães, em um espetáculo descrito como uma “vilã de humor vil”. Com texto de Andréa Del Fuego e direção artística de Inez Viana, a peça aborda dilemas éticos e humanitários em meio a conflitos amorosos e profissionais. No elenco também está Luis Antonio Fortes. A montagem mistura drama e ironia para refletir sobre privilégios, empatia e conduta profissional. 📅 Quando? De 1º a 24 de maio 🕐 Horário: quintas e sextas às 19h | sábados e domingos às 17h | sessão extra em 23/5 (sábado) às 15h 📍 Onde? Teatro Firjan SESI Centro – Av. Graça Aranha, 1 – Rio de Janeiro 💲 Quanto? R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia). Novas Diretrizes em Tempos de Paz A peça de Bosco Brasil ganha nova montagem dirigida por Eric Lenate e codirigida por Vitor Julian. No palco, Lenate divide a cena com Fernando Billi em uma fábula de época que expõe os horrores do totalitarismo e celebra a resistência da arte diante da barbárie. Ambientada no final da Segunda Guerra Mundial e durante a ditadura de Getúlio Vargas, a trama acompanha o intenso embate entre um refugiado polonês e um oficial da imigração brasileira. 📅 Quando? Até 28 de junho 🕐 Horário: quinta a sábado às 20h | domingo às 19h 📍 Onde? Teatro Poeira – Rua São João Batista, 104 – Botafogo, Rio de Janeiro 💲 Quanto? R$ 100 (inteira) | R$ 50 (meia). CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente Após temporadas de sucesso no Teatro Copacabana Palace (RJ) e em São Paulo, o espetáculo dirigido por Gerald Thomas estreia no Teatro I💙PRIO, no Jockey Club da Gávea. Em atuação solo, Danielle Winits interpreta múltiplos personagens em um monólogo vibrante e multifacetado, que mistura humor e crítica social para refletir sobre as contradições humanas, o papel da mulher na sociedade e os dilemas da vida contemporânea. 📅 Quando? De 10 de abril a 31 de maio 🕒 Horários: Sextas e sábados às 20h, domingos às 18h📍 Onde? Teatro I💙PRIO – Av. Bartolomeu Mitre, 1110B, Leblon🔞 Classificação: Livre💲 Quanto? A partir de R$ 60. 🖼️Exposições Vik Muniz – A Olho Nu Obra da exposição 'A olho nu', de Vik Muniz Divulgação O CCBB Rio de Janeiro começou a receber na quarta-feira (20) a maior retrospectiva já feita do artista Vik Muniz, um dos principais nomes da arte contemporânea brasileira. A exposição "Vik Muniz – A Olho Nu" propõe um passeio por sua produção, desde obras tridimensionais até suas mais recentes séries fotográficas, incluindo trabalhos inéditos, restaurados e recriados. Entre os destaques há uma obra feita com as cinzas do incêndio no Museu Nacional. A mostra, que explora a transformação de objetos cotidianos em experiências monumentais, fica em cartaz até 7 de setembro de 2026. 🗓️ Quando? De 20 de maio a 7 de setembro de 2026. Quarta a segunda, das 9h às 20h📍 Onde? Centro Cultural Banco do Brasil - Rua Primeiro de Março, 66, Centro💲 Quanto? Entrada gratuita🧒 Classificação: Livre. o (tempo), de Waltercio Caldas A Casa Roberto Marinho inaugura na quinta-feira (14) a exposição "o (tempo)", que reúne cerca de 100 obras de Waltercio Caldas, um dos nomes mais influentes da arte contemporânea brasileira. Com a premissa de que o tempo é matéria de trabalho, a mostra, projetada pelo próprio artista, abrange seis décadas de produção (1967-2025) com esculturas, pinturas e desenhos que exploram as tensões entre forma, espaço e percepção. 🗓️ Quando? De 14 de maio a 27 de setembro de 2026. Visitação de terça a domingo, das 12h às 18h📍 Onde? Instituto Casa Roberto Marinho - Rua Cosme Velho, 1105💲 Quanto? R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Entrada gratuita às quartas-feiras Eu chorei rios A FGV Arte inaugura a exposição "Eu chorei rios: arte dos povos originários da América", com curadoria de Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff. A mostra reúne um conjunto diverso de obras, incluindo pinturas, fotografias, mantos, esculturas e instalações de artistas de vários territórios da América Latina, como Ailton Krenak, Claudia Andujar e Jaider Esbell. O projeto propõe uma leitura ampliada da arte latino-americana, conectando cosmologias e modos de existência dos povos originários com o campo da arte contemporânea. A exposição fica em cartaz até 20 de setembro de 2026. 🗓️ Quando? De 6 de maio a 20 de setembro de 2026. Terça a sexta, das 10h às 20h; sábados e domingos, das 10h às 18h📍 Onde? FGV Arte - Praia de Botafogo, 186/190, Botafogo💲 Quanto? Entrada gratuita🧒 Classificação: Livre. FENIG 50 anos A mostra fotográfica "FENIG 50 anos – Há meio século fazendo história na educação e na cultura de Nova Iguaçu” celebra os 50 anos da Fundação Educacional e Cultural de Nova Iguaçu, reunindo imagens históricas de projetos, personalidades e conquistas da instituição. O público poderá conhecer documentos de criação, lideranças femininas e as principais realizações da fundação ao longo das cinco décadas. 📅 Quando? Até 31 de maio (terça a sábado, das 10h às 17h) 📍 Onde? Complexo Cultural Mário Marques – Rua Getúlio Vargas, 51 – Centro, Nova Iguaçu 💲 Quanto? Gratuito Rubem Valentim: a ordem do sensível no MAM O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inaugura, no sábado (18), a exposição “Rubem Valentim: a ordem do sensível”. A mostra reúne cerca de 180 obras — entre pinturas, relevos e esculturas — que percorrem mais de quatro décadas de produção de Rubem Valentim. Com curadoria de Raquel Barreto e Phelipe Rezende, a exposição evidencia a construção de uma linguagem própria, que articula geometria, cor e símbolos de matrizes afro-brasileiras e indígenas. Um dos destaques é a instalação “Templo de Oxalá”, apresentada como uma experiência imersiva que sintetiza o pensamento visual do artista. Organizada em núcleos que acompanham sua trajetória por cidades como Salvador, Rio de Janeiro, Roma e Brasília, a mostra propõe uma leitura abrangente de sua obra, reafirmando sua relevância no cenário contemporâneo. 📅 Quando? Até 2 de agosto - Quarta a domingo e feriados, das 10h às 18h📍 Onde? Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – Av. Infante Dom Henrique, 85 – Aterro do Flamengo💲 Quanto? Entrada gratuita (retirada de ingressos no site)🔎 Observação: Aos domingos, das 10h às 11h, visitação exclusiva para pessoas com deficiência intelectual. Arte Maker – Arte para um Futuro Vivo A Casa Firjan recebe a 3ª edição da mostra Arte Maker – Arte para um Futuro Vivo, com cerca de 160 obras criadas por estudantes do Ensino Médio de 16 escolas Firjan SESI do estado do Rio. As criações refletem sobre mudanças climáticas, biodiversidade e impacto humano no planeta, em linguagens como videoarte, instalações, esculturas e pinturas. Entre os destaques estão um game com temática ambiental, uma “árvore que chora” e até um protótipo de escola de samba com samba-enredo próprio. 📅 Quando? Até 21 de junho 🕐 Horário: de terça a domingo, das 9h às 19h 📍 Onde? Casa Firjan – Rua Guilhermina Guinle, 211 – Botafogo, Rio de Janeiro 💲 Quanto? Entrada gratuita AUTOMATA Criada pela artista indígena Aline Bagre (povo Goytacá) em parceria com Anthony Brito, a mostra AUTOMATA une bordado, madeira e mecanismos manuais em obras interativas que ganham movimento quando o público aciona engrenagens. São 30 trabalhos que refletem sobre ancestralidade, memória e permanência das culturas indígenas, convidando os visitantes a ativar lembranças e narrativas visuais. Todas as obras contam com audiodescrição e a entrada é gratuita. 📅 Quando? Até 29 de maio 🕐 Horário: segunda a sexta, das 10h às 17h 📍 Onde? Biblioteca Parque Estadual – Centro, Rio de Janeiro 💲 Quanto? Entrada gratuita Yoshitaka Amano: Além da Fantasia O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro recebe, a partir de terça-feira (22), a exposição “Yoshitaka Amano – Além da Fantasia”, considerada a maior já realizada sobre o artista japonês. A mostra reúne 218 obras originais — entre pinturas e ilustrações — e apresenta um panorama abrangente da carreira de Yoshitaka Amano, conhecido por seu trabalho em animações, quadrinhos e games como Final Fantasy. Dividida em sete núcleos temáticos, a exposição percorre diferentes fases e universos criativos do artista, combinando referências da tradição japonesa com elementos da arte pop, surrealismo e estética contemporânea. Um dos destaques é a sala imersiva, que utiliza tecnologia para transformar obras da série Devaloka em uma experiência sensorial, ampliando o contato do público com o universo visual de Amano. 📅 Quando? A partir de terça-feira (22) até 22 de junho, de quarta a segunda, das 9h às 20h (fecha às terças)📍 Onde? Centro Cultural Banco do Brasil - Rua Primeiro de Março, 66, Centro💲 Quanto? Entrada gratuita🎟️ Ingressos: Retirada na bilheteria ou pelo site do CCBB🔞 Classificação: Livre. Matéria e Luz A Casa de Cultura Laura Alvim recebe a exposição “Matéria e Luz”, do artista Marcos Duprat, em cartaz até 10 de maio. Com uma trajetória consolidada no Brasil e no exterior, Duprat constrói uma obra marcada pela relação entre luz, cor e matéria, explorada por meio da técnica da velatura — sobreposição de camadas de tinta que cria profundidade e intensidade cromática. A mostra reúne trabalhos que transitam entre o mundo exterior e o interior, com imagens recorrentes como janelas, corredores e espelhos, convidando o público a uma experiência contemplativa. Com curadoria de Luis Sandes, a exposição propõe um mergulho sensível em temas como tempo, introspecção e percepção, reafirmando a singularidade do artista no cenário das artes visuais. 📅 Quando? Até 10 de maio | conversa com o artista no sábado (25), às 16h📍 Onde? Casa de Cultura Laura Alvim – Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema💲 Quanto? Entrada gratuita 🔞 Classificação: Livre. Casa Fluminense / Cada Cabeça é um Mundo A Casa Brasil segue com duas novas exposições com entrada gratuita: a coletiva “Casa Fluminense” e a individual “Cada Cabeça é um Mundo”, de Melissa Oliveira. As mostras reúnem obras de 60 artistas de diferentes regiões do estado, com trabalhos que abordam temas como identidade, território e cotidiano. Uma das obras, de autoria dos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora, da Vila Isabel, é a escultura “Pierrô Apaixonado”, que integrou o desfile da escola neste ano. A programação integra a nova fase do espaço cultural, com destaque para a produção artística fluminense contemporânea. A exposição tem patrocínio da Petrobras, Ministério da Cultura e Governo do Brasil. 📅 Quando? De 9 de abril a 8 de julho, de terça a domingo, das 10h às 17h📍 Onde? Casa Brasil – Rua Visconde de Itaboraí, 78, Centro💲 Quanto? Gratuito🔞 Classificação: Livre. Constelações – 40 anos do Paço Imperial Para celebrar suas quatro décadas de história, o Paço Imperial inaugura a exposição "Constelações – 40 anos do Paço Imperial", que marca 4 décadas do local como centro cultural. A mostra reunirá cerca de 160 obras de mais de 100 artistas de diferentes gerações que marcaram a trajetória do centro cultural, como Adriana Varejão, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Lygia Clark e Maxwell Alexandre. A exposição ocupará 12 salões e os pátios internos, com obras divididas em núcleos temáticos, mas sem um percurso pré-definido, convidando o público a criar seu próprio caminho. A abertura acontece no sábado (28) e a mostra fica em cartaz até 7 de junho. 🗓️ Quando? De terça a domingo e feriados, das 12h às 18h. Até 7 de junho de 2026. 📍 Onde? Paço Imperial - Praça XV de Novembro, 48 – Centro💲 Quanto? Entrada gratuita. Exposição “Ciclo”, de Toz, na Galeria Movimento A Galeria Movimento apresenta a exposição “Ciclo”, do artista visual Tomaz Viana, o Toz, com o marco de seus 50 anos de vida e 30 de carreira. Com curadoria de Paula Mesquita, a mostra propõe uma síntese da trajetória de Toz, trazendo obras que exploram repetição, forma e transformação. 📅 Quando? Até 18 de abril de 2026. Terça a sexta, das 11h às 19h; sábado, das 12h às 18h📍 Onde? Galeria Movimento – Rua dos Oitis, 15 – Gávea💲 Quanto? Entrada gratuita🔞 Classificação: Livre. Subterrâneos a céu aberto A Universidade Federal Fluminense (UFF) inaugura a exposição "Subterrâneos a céu aberto", uma reflexão sobre os ataques à democracia ocorridos em 8 de janeiro de 2023. A mostra apresenta um acervo inédito de imagens e vídeos produzidos e compartilhados nas mídias digitais pelos próprios participantes dos atos, propondo um debate sobre a preservação da memória e das instituições democráticas. A abertura acontece no dia 31 de março e a visitação segue até 10 de maio. 🗓️ Quando? De segunda a sexta, das 10h às 21h, e sábados e domingos, das 13h às 21h. Até 10 de maio📍 Onde? Galeria de Arte UFF Leuna Guimarães dos Santos, no Centro de Artes UFF - Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí, Niterói 💲 Quanto? Entrada franca Exposição "De volta ao lugar" do artista Mulambö O artista visual Mulambö apresenta a exposição "De volta ao lugar", marcando sua primeira mostra na cidade de São Gonçalo, onde viveu. A exposição reúne obras que combinam fotografia e pintura, partindo de imagens em preto e branco sobre as quais o artista aplica tinta vermelha para criar novos significados. A mostra, que aborda temas como religião, futebol e questões sociais, fica em cartaz de 13 de março a 14 de junho. 🗓️ Quando? De terça a domingo, das 9h às 17h30. Até 14 de junho📍 Onde? Sesc São Gonçalo - Av. Pres. Kennedy, 755 – Estrela do Norte, São Gonçalo 💲 Quanto? Gratuito. “Beleza Habitada: Eva Klabin, moda e memórias” A Casa Museu Eva Klabin abre o calendário de 2026 com a mostra “Beleza Habitada: Eva Klabin, moda e memórias”, que apresenta pela primeira vez peças do acervo pessoal da colecionadora. São mais de 130 itens de moda e acessórios, além de documentos, fotografias e obras de arte, revelando a relação de Eva Klabin com a estética, a vida social e a cultura. 🗓️ Quando? De quarta a domingo, das 14h às 18h. Até 24 de maio 📍 Local: Casa Museu Eva Klabin – Av. Epitácio Pessoa, nº 2480, Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro 💲 Entrada: Gratuita 🔞 Classificação: Livre. Exposição imersiva do Mundo Pixar A experiência imersiva Mundo Pixar está de volta ao Rio de Janeiro em sua nova versão. A exposição ocupa um espaço de 3.500 m² no BarraShopping e reúne 14 salas temáticas inspiradas em filmes icônicos da Pixar, com cenários renovados e surpresas para visitantes de todas as idades. Entre os destaques estão ambientes inéditos de Vida de Inseto, Red: Crescer é uma Fera e Viva – A Vida é uma Festa, além de espaços repaginados de sucessos como Toy Story, Monstros S.A., Divertida Mente e UP – Altas Aventuras. 🗓️ Quando? Até 31 de maio, de terça a domingo e feriados, das 10h às 21h 📍 Onde? BarraShopping – Av. das Américas, 4.666, Barra da Tijuca 💲 Quanto? Ingressos a partir de R$ 46,50. Exposição “Imagens da Revolução dos Cravos” na PUC-Rio O Museu Universitário Solar Grandjean de Montigny, na PUC-Rio, recebe até o dia 30 de junho a mostra “Imagens da Revolução dos Cravos”, que celebra os 50 anos da retomada da democracia em Portugal. A exposição propõe uma imersão nos “olhares que viram a revolução”, reunindo desenhos e gravuras de Rogério Ribeiro e Cipriano Dourado, além das célebres fotografias de Alfredo Cunha. 🗓️ Quando? Segunda a sexta, das 10h às 17h 📍 Onde? Museu Universitário Solar Grandjean de Montigny – PUC-Rio, Rua Marquês de São Vicente, 225, Gávea💲 Quanto? Gratuito 🧒 Classificação: Livre. “Victor Biglione – Seis Cordas para as Estrelas” A Casa Tao Brasil, na Lapa, inaugura nesta sexta-feira (15), às 19h, a mostra “Victor Biglione – Seis Cordas para as Estrelas”, que celebra os 50 anos de carreira do guitarrista com mais participações na história da música popular brasileira. A exposição reúne cerca de 150 pôsteres, quadros, vídeos e objetos do artista, incluindo guitarras e violões usados em álbuns com nomes como Cássia Eller, Andy Summers e Roberto Carlos. Na abertura, o guitarrista fará uma apresentação musical especial. 🗓️ Quando? Sexta-feira (15), às 19h – até 17 de julho 📍 Onde? Casa Tao Brasil – Lapa ⏰ Visitação: Segunda a sábado, das 12h às 19h 💲 Quanto? Gratuito 🧒 Classificação: Livre. Visualidades Brasileiras A Escola de Artes Visuais do Parque Lage participa da mostra “Visualidades Brasileiras – Funarte 50 Anos”, em cartaz no Mezanino do Palácio Gustavo Capanema. A exposição reúne obras de 40 artistas de diferentes gerações e regiões do país. Com curadoria de Luiza Interlenghi, a mostra propõe um panorama da produção artística brasileira entre 1976 e 2026, reunindo trabalhos que vão da pintura à performance, da fotografia às práticas coletivas. 🗓️ Quando? Até 6 de junho, de segunda a sexta, das 10h às 18h | Sábados, das 12h às 17h (exceto feriados)📍 Onde? Palácio Gustavo Capanema — Rua da Imprensa, 16 - Centro💲 Entrada: Gratuita 🛍️Outros eventos Super Sábados no MAM Petrobras O MAM Rio realiza neste dia 23 mais uma edição do programa gratuito "Super Sábados no MAM Petrobras", desta vez com o tema "Palavra em cena", dedicado às relações entre palavra e música. A programação inclui a aula-show "Aos pés da letra" com Gregório Duvivier e o espetáculo "Mormaço de Fogueira" do artista Juzé. O evento conta ainda com a Feira Tijuana de Arte Impressa e a feira gastronômica Junta Local. 🗓️ Quando? Sábado (23), das 12h às 19h📍 Onde? MAM Rio (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro)💲 Quanto? Gratuito Documentário “Mestre Zu” na ABL A Academia Brasileira de Letras (ABL) exibe o documentário “Mestre Zu”, de Zelito Viana, que revisita a trajetória do escritor e jornalista Zuenir Ventura. A partir da ótica de amigos, o filme reconstrói a carreira do autor de “1968: o ano que não terminou”, mostrando como ele soube identificar as fraturas sociais e políticas do país ao cobrir alguns dos eventos mais importantes dos últimos 60 anos. A sessão acontece na quinta-feira (21). 🗓️ Quando? Quinta-feira (21), às 17h30📍 Onde? Academia Brasileira de Letras (ABL) - Av. Pres. Wilson, 203, Centro💲 Quanto? Entrada franca (mediante inscrição online). Oficina Geek O Via Parque Shopping promove uma oficina geek inspirada em personagens icônicos do cinema. A atividade será voltada para crianças e famílias, que poderão soltar a criatividade em uma experiência de papercraft com temática de Star Wars. A oficina faz parte da programação Via Parque Kids, que oferece atrações gratuitas todos os domingos com atividades lúdicas e recreativas para o público infantil. 🗓️ Quando? Domingo (24), às 15h📍 Onde? Via Parque Shopping – 2º piso, ao lado da loja O Boticário💲 Entrada: gratuita, com inscrições pelo site. Rio de Dança em Bangu Entre os dias 19 e 24 de maio, o Teatro Bangu Shopping recebe a 3ª edição do Rio de Dança, projeto gratuito que transforma a dança em ferramenta de formação, inclusão e acesso à cultura na Zona Oeste do Rio. Integrando a programação do Movimenta Bangu, a iniciativa reúne profissionais que atuam com grandes artistas da música brasileira. A programação inclui sete oficinas gratuitas para maiores de 13 anos, com modalidades como samba, hip hop, breaking e elaboração de projetos culturais, além da participação de nomes como Filipi Ursão, Tati Nazario e Renato Nonato. 🗓️ Quando? Entre terça-feira (19) e sábado (24) 📍 Onde? Teatro Bangu Shopping – Rua Fonseca, 240 - Bangu 💲 Quanto? Grátis, com inscrição online pelo site 🧒 Classificação: 13 anos. Projeto Disconcertos e Loucura Suburbana Projeto Disconcertos será realizado no Instituto Nise da Silveira, no Engenho de Dentro, na terça-feira (26) Divulgação O projeto Disconcertos realiza uma edição especial no Instituto Nise da Silveira em parceria com o grupo Loucura Suburbana. O encontro reúne música, arte e convivência em uma programação que destaca a importância da luta antimanicomial e da inclusão por meio da cultura. A ação acontece no mês em que é celebrado o Dia Nacional da Luta Antimanicomial e reforça o papel da arte como espaço de escuta, liberdade e combate ao estigma relacionado à saúde mental. 🗓️ Quando? Terça-feira (26), às 14h📍 Onde? Instituto Nise da Silveira - R. Ramiro Magalhães, 521 – Engenho de Dentro💲 Entrada: gratuita

Plantão da Globo faz 35 anos: conheça a história da vinheta mais icônica da TV — e que quase não foi ao ar

Publicado em: 21/05/2026 05:02

Plantão da Globo: a história da vinheta mais icônica da TV — e que quase não foi ao ar Poucos sons são tão reconhecidos e associados a momentos de urgência quanto a trilha do Plantão da Globo, que completa 35 anos nesta quinta-feira (21). O que pouca gente sabe é que uma das vinhetas mais marcantes da TV brasileira quase não foi ao ar. Na época, o jornalismo da Globo precisava de uma identidade sonora única para anunciar notícias urgentes e interromper a programação. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A pedido de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, o maestro carioca João Nabuco, então com 25 anos, criou a música em um único dia, no estúdio de casa e sem nenhuma imagem de referência. “Gravei todos os instrumentos. Peguei o sintetizador, a bateria eletrônica, fiz uma porção de samplers, misturei tudo e fiz sozinho ali”, conta Nabuco. Mas o resultado não foi unanimidade. O então designer da Globo Mauro Borja Lopes, o Borjalo, argumentou que a combinação da trilha com a imagem dos microfones girando era “assustadora demais”. “Ele dizia: ‘Parece que o mundo vai acabar, não pode ser assim. Quando tocar, vou sair correndo para longe da televisão, em vez de correr para ver’”, lembra Boni, que aprovou a trilha na hora e não quis nem ouvir as outras opções. Mais de três décadas depois, os 10 segundos que interrompem a novela ou o filme — e bastam para avisar que algo importante aconteceu — se tornaram um símbolo e marcaram algumas das notícias mais chocantes desde então. Antes do Plantão da Globo, era assim que o jornalismo interrompia a programação para notícias urgentes TV Globo A inspiração no rádio e a missão de Boni A referência de Boni para criar o Plantão da Globo veio da infância, nos anos 1940, quando ele ouvia no rádio as notícias da Segunda Guerra Mundial. “Com 7 ou 8 anos, eu frequentava o rádio, porque meu pai tocava. Eu tinha paixão por uma coisa chamada 'Repórter Esso'. Em qualquer lugar que eu estivesse, se ouvisse aquela música, saía correndo para ouvir as informações sobre a guerra. A música me perseguiu a vida toda”, lembra. “Pensei: ‘Quando eu estiver na televisão, preciso encontrar uma música desse tipo’”. No início dos anos 1990, Boni precisou unificar os boletins extraordinários, que tinham identidades fragmentadas. Até então, cada telejornal usava uma trilha própria. Ele lançou um concurso interno entre os maestros da emissora para criar uma trilha com o mesmo impacto do antigo “Repórter Esso”, o primeiro e mais influente radiojornal do Brasil. O vencedor foi João Nabuco, e Boni diz que a criação do maestro é até melhor do que a referência do rádio. Com a música pronta, ele a entregou ao designer da Globo Hans Donner para criar a identidade visual. A missão de Donner era traduzir em imagens a urgência transmitida pela trilha. A ideia era fazer o espectador “sentir o tempo parar” quando a vinheta entrasse no ar — um sinal de que algo maior estava acontecendo. A solução para esse desafio foi conceitual: microfones girando ao redor do planeta. “O microfone é o símbolo da voz, da notícia. Colocá-los orbitando o globo era transformar a informação em movimento, em energia que circula pelo mundo. Era a metáfora perfeita: o planeta envolto pela comunicação”, explica o designer. Além do conceito, a vinheta tem um detalhe técnico que poucos percebem: uma “coreografia invisível”, como define o próprio criador. O ritmo de rotação dos microfones e os intervalos de luz foram calculados para criar tensão sem perder a elegância. Primeira vinheta do Plantão da Globo foi ao ar em 1991 O criador que quase virou notícia A ligação de Hans Donner com a urgência do Plantão quase se tornou pessoal. Em 1997, ele sobreviveu a um grave acidente aéreo no Rio de Janeiro. O avião bimotor em que estava com a esposa, a modelo Valéria Valenssa, a Globeleza, caiu na Baía de Guanabara, perto do Aeroporto Santos Dumont. Depois da queda, a aeronave flutuou por tempo suficiente para que ele, Valenssa e os outros três ocupantes conseguissem sair com vida. Naquela noite, o Jornal Nacional exibiu uma reportagem sobre o acidente. Como a história teve um desfecho positivo, a vinheta do Plantão não precisou ser usada. Como o Plantão vai ao ar? Ao contrário do que muitos imaginam, o Plantão da Globo não é acionado por um “botão vermelho” de pânico, como nos filmes. A decisão de interromper a programação é tomada pela chefia de jornalismo diante de uma notícia urgente. O comando final parte da sala de Controle de Programação, na sede da Globo, no Rio de Janeiro. Um operador seleciona a vinheta em um programa de computador e, com um clique, coloca o Plantão no ar. Sala de controle de programação da TV Globo TV Globo “É um botão verde que fica vermelho quando é acionado”, conta João Ramos, gerente de programação regional da Globo em São Paulo. A operação do Plantão também conta com um plano de segurança. A sede em São Paulo funciona como contingência. Se houver qualquer problema no Controle de Programação do Rio, a equipe paulista tem estrutura para acionar o Plantão em todo o Brasil. Hoje, a vinheta é usada exclusivamente para notícias de impacto nacional. Casos locais urgentes são informados em boletins regionais, sem a famosa trilha. E se fosse criada hoje? A vinheta do Plantão permanece quase intocada há 35 anos. Mas ela seria diferente se fosse criada hoje? Ao olhar para trás, os criadores têm opiniões diferentes sobre uma possível atualização. João Nabuco, o compositor, pensa como músico. Ele já cogitou uma regravação “mais nobre”, com a tecnologia atual, para dar um peso orquestral à composição. “Eu faria uma mistura de orquestra com sintetizador”, diz. Ele mesmo, porém, admite o risco de mexer em um ícone. “Aquela coisinha que eu fiz com meus sintetizadores tem um sabor. Talvez, se regravasse, perderia a identidade. Regravações são traiçoeiras.” Já Boni pensa na velocidade do consumo de mídia atual. Para ele, a busca hoje seria por um sinal eletrônico mais curto e de memorização instantânea, como o “plim plim” da emissora. “Em vez de usar uma vinheta de 10 ou 15 segundos, você consegue fazer isso hoje com 3 ou 4 segundos”, diz. “Hoje eu faria uma versão resumida dela em 5 segundos.” Hans Donner também repensaria a forma, mas não a duração. Ele focaria na energia da imagem. “Hoje eu trabalharia ainda mais com a ideia de tempo. Talvez com menos elementos gráficos e mais energia pura: luz, pulsação, vibração. O mundo mudou, mas a essência continua: provocar no espectador a certeza de que o instante é único e irrepetível.” A atual vinheta do Plantão da Globo TV Globo Uma trilha cobiçada e popular A força da vinheta se tornou tão grande que despertou até o interesse de uma emissora concorrente. Recentemente, João Nabuco recebeu uma proposta inusitada para licenciar a música, que se tornou um símbolo do jornalismo da Globo, mas recusou imediatamente. “Não dá, porque virou uma coisa da Rede Globo. Acho que não pode, não pode brincar com isso”, diz. Enquanto isso, na internet, a trilha do Plantão ganhou vida própria. A fofoca do grupo de amigos acabou de ser confirmada? Entra o Plantão. Do carro da pamonha ao toque de celular, a melodia foi incorporada pelo público das mais diversas formas. Longe de se incomodar, Nabuco celebra essa relação e diz que ela é até um prazer. Para ele, é a prova de que o Plantão da Globo se tornou parte da cultura popular brasileira. * Colaboração de Ana Chagas, Fábio Lucio, Leonni Pissurno e Luciano Cesário, pesquisadores do Acervo da TV Globo.

Palavras-chave: tecnologia

Carros que estão sendo guinchados pagam pedágio? Donos de guincho no PR reclamam de cobranças a clientes em pórticos do Free Flow; entenda

Publicado em: 21/05/2026 04:01

Donos de guincho no PR reclamam de cobranças a clientes em pórticos do Free Flow Donos de guincho no Norte do Paraná estão enfrentando problemas com a cobrança de pedágios em pórticos do sistema Free Flow. O g1 recebeu relatos de três guincheiros que dizem que, em pelo menos seis viagens, os veículos que estavam sendo transportados também receberam a cobrança por meio das placas ou TAGs. Por conta disso, eles afirmam que passaram a cobrir as placas dos automóveis para poder transportá-los entre os pórticos de pedágio. Mas, afinal, a concessionária pode cobrar pedágio de veículos que passam pelos pórticos enquanto estão sendo guinchados? O g1 foi atrás de informações sobre isso. Entenda abaixo. ✅ Siga o canal do g1 Maringá e Região no WhatsApp Thiago da Silva é dono de um guincho em Maringá e contou que uma caminhonete transportada por ele até São Paulo, recebeu a cobrança ao passar pelo pórtico de Mandaguari. Nesse caso, o cliente optou por pagar a tarifa. Depois disso, na volta da capital paulista, Thiago trouxe outra caminhonete para o Paraná, mas decidiu cobrir a placa do veículo para evitar que outro cliente recebesse a cobrança. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a prática não é considerada uma infração de trânsito, visto que, quando os veículos passam a estar na condição de objetos ao serem transportados pelo guincho. Outro dono de um autossocorro em Maringá, que não quis ser identificado, comentou que, em pelo menos três vezes, veículos transportados por ele receberam a cobrança, mesmo estando em cima do caminhão guincho. Ele soube do problema ao ser informado por um cliente. Para que as cobranças não persistissem, o guincheiro também passou a cobrir as placas dos veículos transportados. Para isso, ele tem usado panos e até fabricou uma placa própria com a identificação do autossocorro. Dono de guincho em Maringá passou a cobrir placas de veículos transportados para evitar cobrança de pedágio a clientes. Cedidas Cleverson dos Santos também presta serviços como guincheiro e contou que, em duas ocasiões, os veículos transportados por ele receberam a cobrança ao passar pelo pedágio de Presidente Castelo Branco. Em uma delas, ele estava transportando três carros em cima do guincho e um em uma "asa delta" – como é chamado o equipamento de guincho hidráulico, geralmente acoplado à traseira de plataformas de autossocorro, como um reboque. Por estarem trafegando na pista, os veículos transportados na "asa delta" são cobrados. No entanto, no caso de Cleverson, todos os quatro carros transportados foram cobrados ao passarem pelo pórtico. "O problema é grande, pois a gente anda com carro de cliente. Se eu pego um carro lá em Santa Catarina e venho embora sem olhar, o cliente não vai saber que veio essa cobrança pra ele. Aí vai vencer e ele só vai saber quando cair a multa. Nessa, a gente vai ter que pagar, pois o cliente paga o frete contando com tudo", disse. Nos casos citados por Cleverson, ele optou por pagar as cobranças para que os clientes não saíssem no prejuízo. Proprietários de veículos transportados por guincho receberam cobranças ao passar por pórticos do Free Flow no PR Cedidas O que diz a concessionária? O g1 levou os casos mencionados na reportagem para a EPR Paraná, concessionária responsável pelos trechos. Segundo a empresa, o caso das cobranças feitas a três clientes do guincheiro que não quis se identificar, o problema foi resolvido e as passagens foram removidas. A concessionária informou que os "registros pontuais de duplicidade são corrigidos após conferência e validação técnica, realizada por equipe especializada, assegurando que a cobrança seja realizada de forma justa, correta e transparente". A EPR orienta que, em caso de dúvidas ou registro equivocado de passagens, os usuários podem entrar em contato com a Ouvidoria da concessionária pelo telefone 0800 369 0376 ou pelo e-mail ouvidoria@eprparana.com.br. "A concessionária ressalta, ainda, que o sistema de Pedágio Eletrônico opera com tecnologia de alta precisão, monitoramento contínuo e processos permanentes de validação operacional, assegurando a confiabilidade das transações", informou a EPR. O que diz a lei? Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), veículos transportados sobre caminhão-guincho particular são considerados carga e, portanto, não devem gerar cobrança autônoma de pedágio no sistema Free Flow. A Agência explica que, nesses casos, a cobrança deve ser feita apenas ao veículo que trafega pela rodovia, ou seja, o caminhão-guincho. Pórticos de pedágio eletrônico operam em rodovias do Norte e Noroeste do Paraná e são administrados pela EPR Paraná. Divulgação/EPR "A ANTT informa que eventuais cobranças indevidas podem estar relacionadas a falhas pontuais na leitura de tags ou placas. No caso das tags, pode ocorrer a leitura do dispositivo instalado no veículo transportado, mesmo sem que ele esteja circulando de forma independente. Já a leitura por placa é uma hipótese tecnicamente possível, embora menos provável, pois depende da posição e da visibilidade da placa no momento da passagem pelo pórtico", informou a agência. A ANTT orienta que, caso o usuário identifique a cobrança indevida, a orientação é procurar os canais de atendimento da concessionária responsável, apresentando informações como placa do veículo, data, horário e local da passagem, além de eventual comprovante do transporte por guincho. Se a inconsistência for confirmada, é obrigação da concessionária cancelar a cobrança ou ressarcir os valores pagos, de acordo com a Agência. Em nota, a ANTT disse que "acompanha continuamente a operação do sistema Free Flow e que, caso sejam constatadas falhas sistêmicas, recorrentes ou condutas inadequadas por parte da concessionária, poderão ser adotadas as medidas regulatórias e fiscalizatórias cabíveis, incluindo determinação de correção operacional, acompanhamento específico e aplicação das sanções previstas nos contratos de concessão e na regulamentação vigente". Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias em g1 Norte e Noroeste.

Palavras-chave: tecnologia

Antonio Fagundes remonta em SP comédia inspirada em situações reais do teatro: 'O palco é sagrado'

Publicado em: 21/05/2026 04:00

Elenco da peça "Sete Minutos", dirigida por Antonio Fagundes Ronaldo Gutierrez Antonio Fagundes entra no teatro em silêncio, sobe ao palco, senta-se em um sofá que integra o cenário e olha serenamente a correria da produção para a montagem de “Sete Minutos – Uma Comédia no Tempo Certo”. A calma pode ser só aparente, mas o tom de voz e a velocidade da fala indicam que este homem, com 60 anos de carreira nos palcos e telas, tem uma relação diferente com o tempo. Tempo é um dos assuntos do texto deste espetáculo de autoria do próprio Fagundes. Não é sobre envelhecimento, ou a passagem dos anos, mas sobre quanto de atenção exclusiva as pessoas dedicam a interesses particulares. No caso de Sete Minutos, o teatro. “Esse aparelhinho que a gente fica passando o dedo”, conta, fazendo o gesto de quem mexe ao celular, “no fim do dia, você tem lá 5 mil informações, e o cérebro não consegue registrar tudo isso. Nesse dedinho tem muita coisa importante que está sendo jogada fora. O fato de a gente não estar conseguindo prestar atenção faz com que a gente deixe de ser bons cidadãos, eleja pessoas erradas, não lute pelas nossas liberdades democráticas, perca o interesse pela vida”. E olha que o texto original vem de uma época em que os celulares eram bem menos presentes do que hoje. A reflexão de Fagundes procura ecos da peça na vida fora dos teatros. “O palco é sagrado” Até agora, Sete Minutos tinha sido encenada apenas uma vez, em 2002, quando o próprio Fagundes interpretava o personagem principal, com direção de Bibi Ferreira. Foram três anos em cartaz e cerca de 300 mil espectadores no Teatro Cultura Artística, no Centro de São Paulo, antes do incêndio que fechou a casa por 16 anos. A história começa com um ator veterano em cena, irritado com barulhos insistentes da plateia e com um espectador que tira os sapatos e apoia os pés no palco. O protagonista abandona o espetáculo desiludido com a falta de interesse que ele sente do público. “Escrevi Sete Minutos e foi quase como escrever uma autobiografia porque absolutamente tudo o que tem na peça, inclusive as mais loucas, aconteceram comigo. Então eu botei tudo aquilo na peça.” Vinte e quatro anos se passaram desde a primeira montagem e, nesta quinta-feira, 21, "Sete Minutos – Uma Comédia no Tempo Certo" volta ao palco do Teatro Cultura Artística em nova versão, com o mesmo texto. Desta vez, Antonio Fagundes não estará em cena, e, sim, dirigindo o espetáculo. A iniciativa partiu da atriz e produtora Natália Beukers. “Eu criei um projeto que chama Infoteatro e é um guia de peças em São Paulo e no Rio. Por conta dele, comecei a entrevistar atores e diretores e um deles foi o Antonio Fagundes. Quando li o texto, fiquei chocada porque a peça falava exatamente sobre tudo o que eu gostaria de dizer para as pessoas. Ele fala sobre a grandeza do teatro e como ele pode tornar as nossas vidas mais interessantes”, conta. Ela acrescenta rindo: “Só que o Fagundes colocou isso na peça com palavras muito melhores do que as minhas”. “Comédia rasgada” O ator Antonio Fagundes Ronaldo Gutierrez A primeira cena do espetáculo dá a entender que Sete Minutos se desenrola desfiando uma lista de reclamações de atores e atrizes sobre suas audiências. No entanto, a história evolui para uma discussão do relacionamento entre público e palco onde ambas as partes têm o que dizer e o que ouvir. No fundo, Antonio Fagundes queria expressar seu amor pelo ofício e seu desencanto com a alienação imposta pela vida moderna. Mais de duas décadas depois de o texto vir ao mundo, ele avalia que tudo piorou, citando uma pesquisa que ele leu à época e que justifica o nome da peça. “A gente conseguia manter a atenção por 7 minutos, há 20 e tantos anos. Se eu tivesse que mexer em alguma coisa nessa peça, eu teria que começar pelo título. Porque hoje em dia são 7 segundos, né? Eu temo um pouco pelo que possa acontecer daqui a 20 anos. Serão 7 milionésimos de segundos que nós vamos reter nossa atenção por qualquer coisa? Isso aí deveria estar acendendo na nossa cabeça um sinalzinho de alerta. Cuidado, nós estamos perdendo a nossa capacidade de raciocínio.” Mesmo com reflexões tão sérias, Sete Minutos é uma comédia acelerada em que as consequências do abandono do palco vão se acumulando sobre o protagonista. A produtora não se conforma com a atitude do ator, a espectadora atrasada quer tirar satisfações, e a polícia aparece para conter a revolta do público. Nesta nova encarnação do texto, o papel que já foi de Fagundes cabe a Norival Rizzo, outro veterano de quase 50 anos de teatro, televisão e cinema. “Eu me reconheço em todos os momentos do espetáculo. Já parei o espetáculo por causa de telefone celular. O telefone tocou, tocou, e o cara resolveu atender!”, ele conta dando risadas. Mas Rizzo se apressa para destacar: “A gente saca quando a pessoa realmente tem um problema. São coisas diferentes. A gente está falando da pessoa que incomoda. Da atitude de um indivíduo que está atrapalhando o público. É uma comédia rasgada.” E acrescenta, elogiando o colega de profissão: “É uma frase batida, mas é verdade. O Fagundes é um operário do teatro. Ele impulsiona as pessoas para que gostem disso. A paixão é tão grande que a pessoa fala “Pô, deve ser legal isso mesmo”. Natália conclui: “A peça fala exatamente sobre a tristeza de a gente não conseguir mais estar totalmente presente naquele momento. Então, se a pessoa está no teatro, aproveite essa oportunidade para se desligar realmente do mundo externo”. Confira abaixo a íntegra da entrevista com Antonio Fagundes. O ator também fala sobre sua volta às novelas depois de sete anos e, curiosamente, sobre como faz sucesso nas redes sociais com suas leituras, mesmo tão crítico das novas tecnologias. g1: De onde veio a ideia para Sete Minutos? Antonio Fagundes: Eu encomendei esse texto para um monte de autores amigos meus. Eu pedi a eles porque eu queria uma peça que falasse sobre nossa paixão pelo teatro, nosso respeito pelo público, pelo nosso ofício, por essa comunhão que é uma coisa tão bonita e que só o teatro propicia. Essa coisa viva que o teatro tem. Encomendei para um monte de gente. Comediantes, dramaturgos, poetas. Todos tinham dificuldade em abordar o assunto porque eu já tinha as coisas mais ou menos na minha cabeça. Até que um deles disse: “Fagundes, você já tem isso na sua cabeça. Por que você não escreve?” Eu já tinha escrito algumas coisas, já tinha estudado dramaturgia, e eu resolvi escrever. Na época, eu não escrevi para mim como ator. O personagem que eu escrevi era para um ator de uma geração acima da minha, achava que ele tinha que ter mais peso. Aí, um dia relendo a peça, depois que eu tinha escrito, eu disse: “Esse personagem sou eu”. Esse personagem fez as peças que eu fiz, passou pelas coisas que eu passei, e eu acabei montando. Foi um grande sucesso. É uma comédia muito engraçada realmente, o público ri muito com as coisas que acontecem em cena. g1: Como foi retornar ao texto tanto tempo depois? Você sente que algo mudou no comportamento das pessoas? AF: Basicamente as questões são as mesmas, né? O celular continua tocando, as pessoas continuam levantando no meio do espetáculo, as pessoas continuam chegando atrasadas e reclamando quando a gente não deixa entrar. As pessoas continuam comendo balinha, deixando garrafa cair, fazendo barulho, conversando em voz alta. Tudo o que a gente acha que pode afligir os atores, mas que, na verdade, nos aflige indiretamente porque a gente sabe que está afligindo a plateia. As pessoas que estão envolvidas, carregadas por aquela mágica que sai daquela caixinha brilhante ali, o resto no escuro, no silêncio, você esquece que conhece aqueles atores, você está se identificando com aquela situação e... “pipipipi!”. Ah, isso atrapalha, né? A gente sabe disso. É nesse sentido que nos incomoda. g1: Isso não faz parte de algo que o ator aceita ao se propor a se apresentar para centenas de pessoas? AF: É, você sabe, o teatro mantém um diálogo com a plateia. O cinema não mantém? O cinema mantém, mas é diferente. O ator não pode responder. No teatro, o ator pode responder, e o público, mesmo que esteja em silêncio, está participando desse diálogo porque ele está reagindo ao que está sendo dito. É uma proposta que o teatro faz às pessoas. Então, para haver esse diálogo tem uma série de pequenas convenções. São poucas, não são muitas! A gente não exige muito, não. A gente exige só interesse. Se você tem interesse, o mundo muda. O teatro foi escolhido para que você fique confortável porque ele tem ar condicionado, tem estacionamento perto, um saguão de entrada confortável. Quando você entra, a luz se apaga para você ficar realmente voltado para aquela caixinha mágica. Faz-se um silêncio, e os atores começam a falar com você. Esse é o pequeno contrato que a gente assina quando propõe fazer uma peça de teatro. E é tão simples cumprir que a gente não entende por que algumas pessoas se recusam ainda. g1: Como foi retornar a este texto como diretor? AF: Eu me diverti tanto fazendo. Eu nunca tinha pensado em remontar essa peça. Quando eu soube que a Natália ia remontar, a Infoteatro ia produzir, eu fiquei muito feliz porque está na hora realmente de voltar a discutir as coisas que a gente discute e conversar divertidamente, porque a peça é uma comédia, uma comédia bastante divertida sobre todos esses problemas e a nossa paixão que nós, aqui nesse tablado sagrado, temos pelo público e pela plateia que tem interesse em ver o que nós estamos preparando para eles. g1: Tudo isso em um teatro marcante para você. AF: Eu fiquei aqui nesse endereço, a gente diz endereço porque o teatro é outro, né? O teatro pegou fogo, reconstruíram em outras bases, a plateia com uma confirmação diferente, antigamente nós tínhamos um palco muito grande. Por isso que a gente brinca que é no mesmo endereço. Mas eu fiquei nesse endereço aqui mais de 13 anos. O caminho para cá me desperta lindas lembranças. g1: Essas questões que a peça trata, neste microcosmo de uma sala de teatro, valem para fora dela também? AF: Sim, é um sintoma do quanto a gente está desatento, do quanto a gente está perdendo o foco. Do quanto a gente não está mais conseguindo raciocinar. Esse aparelhinho que a gente fica passando o dedo todo dia, no fim do dia, você tem lá 5 mil informações, e o cérebro não consegue registrar tudo isso. Então, é natural que o cérebro se defenda jogando tudo isso fora. Mas nesse dedinho tem muita coisa importante que está sendo jogada fora. Então o fato de a gente não estar conseguindo prestar atenção faz com que a gente deixe de ser bons cidadãos, eleja pessoas erradas, não lute pelas nossas liberdades democráticas, perca o interesse pela vida. g1: Você acaba de completar seis décadas de carreira e, depois de sete anos, voltou a fazer novela. Como foi? AF: O número sete está me perseguindo… estou com 77 anos, fazia sete anos que eu não fazia novela, a peça chama Sete Minutos. Só falta ficar sete anos em cartaz. Eu estava com saudade daqueles encontros. Porque a televisão tem uma coisa interessante. A televisão reúne 150, 200 numa novela. Então, você gravar uma novela é você rever aqueles amigos que às vezes você está há anos sem ver. Isso foi muito bom, muito gostoso, um elenco querido, realmente carinhoso, com a Amora [Mautner, diretora de “Quem Ama, Cuida”] que eu já tinha feito alguma coisa com ela. O Walcyr Carrasco é um autor em quem eu confio muito e que sabe escrever novela como ninguém. Era tudo de bom. Mas melhor ainda que eu consegui encaixar dentro das minhas agendas que são sempre muito corridas. Consegui encaixar esses dois ou três meses porque o personagem era pequeno, né? Se fosse um personagem maior, talvez eu não conseguisse fazer. Matei um pouco a saudade, mas fiquei com um gostinho de quero mais. Quem sabe? g1: Você fala do uso dos celulares, mas encontrou equilíbrio e sucesso nas redes sociais. AF: É, mas eu acho que eu uso diferente. Uso numa outra velocidade. Uso pedindo paras pessoas pararem para ouvir um poema. Hoje em dia você não faz isso. Uma mensagem que tem um minuto é longa. De repente, as pessoas estão parando pra ouvir um minuto por semana. Mas eu estou conseguindo isso falando de literatura, teatro, cinema, arte, cultura. Eu me surpreendi, confesso que me surpreendi. Acabei ficando com mais de 2 milhões de seguidores, então é uma coisa surpreendente para um conteúdo como esse, que não é voltado para o escândalo. SERVIÇO: 📅Quando? De 21 de maio a 1º de agosto 📍Onde? Teatro Cultura Artística | Rua Nestor Pestana, 196, Consolação, Centro 💲Quanto? R$ 120 ➡️Mais informações

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MacBook OLED: Samsung acelera produção de telas e Apple prepara nova versão Ultra

Publicado em: 21/05/2026 03:43 Fonte: Tudocelular

A Samsung Display teria alcançado um avanço importante na produção de painéis OLED da 8,6ª geração, tecnologia que deve ser usada nos futuros MacBooks da Apple. Segundo o site The Elec, a fabricante conseguiu elevar a taxa de aproveitamento das telas para mais de 90%, removendo um dos principais obstáculos para iniciar a produção em massa. Essa informação é extremamente importante, pois telas OLED para notebooks são muito mais complexas de fabricar do que painéis usados em smartphones. Além do tamanho, esse tipo de display exige níveis superiores de brilho, durabilidade prolongada e controle térmico mais avançado. Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Não se culpe: a ciência explica por que é tão difícil trocar o sofá pelo exercício regular

Publicado em: 21/05/2026 02:00

Não se culpe: a ciência explica por que é tão difícil trocar o sofá pelo exercício regular Adobe Stock Você provavelmente já se cansou de ouvir que a atividade física faz bem e deveria praticá-la. Basta olhar ao redor: gente correndo no bairro, academias cheias, vídeos de treino aparecendo o tempo todo nos feeds de notícias das plataformas digitais. A impressão é de que todo mundo se exercita. Mas essa sensação é enganosa. Ela nasce de um atalho comum no nosso cérebro: damos mais peso ao que vemos com frequência no nosso entorno imediato — e, hoje, isso inclui as redes sociais. É o que podemos chamar de ilusão do mundo ativo. Na prática, uma série de pesquisas tem mostrado o contrário: a população mundial está mais inativa do que nunca. Essa contradição levanta uma pergunta incômoda: se há uma quantidade crescente de boas evidências científicas documentando que se movimentar é importante para cuidar do nosso bem mais precioso — a saúde — por que ainda escolhemos o sofá? Essa questão não é nova para mim. Ela começou a me intrigar há cerca de 15 anos, quando comecei a dar aulas em uma academia de musculação. Desde então, entre prática e pesquisa, fui percebendo que o problema não está apenas no acesso à informação, mas em algo mais profundo: o modo como nos motivamos, fazemos escolhas e tomamos decisões no dia a dia. Vídeos em alta no g1 A dificuldade de aderir Aderir à atividade física é um dos grandes desafios da saúde pública contemporânea. Apesar de décadas de campanhas, diretrizes e recomendações, como as da Organização Mundial da Saúde, grande parte da população ainda não atinge os níveis mínimos de atividade física. E ainda que o conhecimento sobre os benefícios do exercício se expandiu enormemente, os níveis de sedentarismo permanecem altos — e, em muitos casos, aumentaram. Isso revela um limite importante do modelo tradicional de comunicação nesse campo: a ideia de que informar é suficiente para mudar comportamento. Não é o que vemos. É nesse contexto que se insere um artigo recente em que colegas e eu reunimos evidências de diferentes áreas para entender por que as diretrizes atuais não têm produzido os efeitos esperados. No comentário científico “Base comportamental humana para recomendar mudanças nas diretrizes de atividade física”, publicado em 2026 na revista Sports Medicine and Health Science, mostramos que o descompasso entre as recomendações e a forma como as pessoas realmente tomam decisões no dia a dia. Evidências cada vez mais consistentes mostram que o comportamento humano não é guiado apenas pela racionalidade. Saber que algo é bom não significa, necessariamente, fazê-lo. Não por acaso, estudos indicam que quase metade das pessoas que pretendem se exercitar não consegue transformar essa intenção em ação. 10 dicas para não abandonar a atividade física: consistência depende estratégias, defendem especialistas De olho nas recompensas Para entender esse descompasso, é preciso olhar para além da lógica e considerar fatores comportamentais. Do ponto de vista psicológico, o exercício físico envolve custos imediatos (como esforço, tempo, desconforto e às vezes dinheiro), enquanto muitos dos seus benefícios mais valorizados (como prevenir doenças ou aumentar a longevidade) estão no futuro. Nesse cenário, nosso cérebro tende a favorecer recompensas imediatas. Esse fenômeno, conhecido como desconto hiperbólico, ajuda a explicar por que é tão fácil trocar um treino por permanecer deitado no sofá, “rolando” as redes sociais ou assistindo a uma série. São atividades recompensadoras no presente, ainda que nem sempre benéficas no longo prazo. Além disso, a decisão de se exercitar não passa apenas por cálculos conscientes. Emoções, hábitos, experiências anteriores e contexto social exercem um papel decisivo — muitas vezes automático. É aqui que entra um ponto central destacado pelas pesquisas mais recentes — e reforçado pelo nosso comentário científico: o que sentimos durante a prática importa muito. Evidências mostram que experiências positivas durante o exercício, e não apenas após, aumentam significativamente as chances de continuidade. Por outro lado, sensações de desconforto, vergonha ou inadequação podem gerar rejeição duradoura. Isso ajuda a explicar por que motivações iniciais — geralmente ligadas à saúde, ao condicionamento físico ou à estética — são importantes, mas insuficientes para sustentar o hábito. Prazer na experiência faz diferença Na prática, todo mundo conhece alguém que passou por isso: começou a se exercitar com muita vontade e empolgação, mas, passadas algumas semanas, desistiu. O problema aí não era falta de informação — era a experiência. A psicologia do exercício mostra que essas experiências constroem uma espécie de memória afetiva, que influencia — muitas vezes de forma automática — a decisão de repetir ou evitar o comportamento. Sentimentos de autonomia, competência e pertencimento também entram nessa equação: são necessidades psicológicas fundamentais para sustentar a motivação ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, fatores mais amplos não podem ser ignorados. Mudanças sociais como urbanização, uso intensivo de tecnologias e redução do movimento no trabalho e no deslocamento, contribuíram para um cotidiano estruturalmente mais sedentário. Além disso, nem toda atividade física é equivalente: esforços intensos e repetitivos em contextos de trabalho, com baixa autonomia e alto desgaste, nem sempre produzem os mesmos benefícios à saúde que atividades realizadas no lazer. Esse chamado “paradoxo da atividade física” reforça a necessidade de abordagens mais nuançadas. Novos pontos de vista A ciência ainda está avançando nessa resposta, mas o que encontramos até agora indica alguns caminhos consistentes. Pessoas tendem a relatar mais prazer em atividades de intensidade leve a moderada (embora algumas prefiram intensidades mais elevadas), realizadas em ambientes agradáveis — como ao ar livre e em contato com a natureza. Tornar o exercício uma atividade social, incorporar música e, sobretudo, permitir algum grau de escolha e autonomia também são estratégias que favorecem a aderência. Diante desse quadro, as evidências apontam para uma mudança importante de perspectiva. Se quisermos, de fato, aumentar os níveis de atividade física da população, precisamos ir mais além do que dizer às pessoas o quanto e por que se exercitar. É necessário considerar como elas vivenciam essa prática no cotidiano. Isso implica valorizar outras dimensões muitas vezes negligenciadas: prazer, autonomia, contexto social e benefícios imediatos. Talvez estejamos mais interessados no que podemos ganhar no curto prazo quando nos movimentamos — e esses ganhos são potentes, reais e começam no momento em que o corpo entra em ação, como melhora do humor, redução da ansiedade e sensação de bem-estar. Em outras palavras, pode ser que o caminho não seja reforçar apenas que o exercício “faz bem no futuro”, mas ajudar as pessoas a entender que ele já vale a pena agora. Porque, no fim, você precisa se sentir bem para querer repetir. E talvez seja justamente essa inversão de lógica que esteja faltando: entender que o exercício físico não serve apenas para adicionar anos à vida — mas para adicionar vida aos anos. Fábio Dominski não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.

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Nova Friburgo discute preparação comunitária para eventos climáticos extremos em evento gratuito nesta quinta

Publicado em: 20/05/2026 19:54

Imagem da tragédia de 2011 em Nova Friburgo Marcos de Paula/Agência Estado Um workshop gratuito em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, vai discutir, na tarde desta quinta-feira (21), a preparação comunitária e inclusão diante de eventos climáticos extremos, como chuvas intensas, secas e ondas de calor. Encontro é promovido pelo Projeto COPE (Capacidades Organizacionais de Preparação) e pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), com o apoio do Projeto Morte Zero (MPRJ) e Instituto Friburgo Solidário. As inscrições podem ser feitas pela internet. O Workshop será realizado das 13h às 16h no auditório do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, na Avenida Rui Barbosa, Centro de Nova Friburgo. Podem participar representantes da sociedade civil, servidores públicos, operadores da Defesa Civil, entre outros atores e interessados no tema. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Agora no g1 A proposta é discutir como governos, instituições e comunidades podem se preparar de forma integrada para enfrentar situações extremas, especialmente em cidades historicamente vulneráveis, como Nova Friburgo, que foi fortemente afetado pela tragédia de ´janeiro de 2011, há 15 anos. A programação começa com uma mesa de abertura reunindo representantes do Ministério Público, Cemaden, Prefeitura de Nova Friburgo e do Instituto Friburgo Solidário. Na sequência, serão apresentados os resultados parciais do Projeto COPE e as próximas etapas da iniciativa. O projeto desenvolve pesquisas e ações voltadas ao fortalecimento da preparação para desastres, avaliando como órgãos públicos, instituições e comunidades podem atuar de forma mais coordenada antes, durante e após eventos extremos. Entre os temas trabalhados estão comunicação de risco, sistemas de alerta, participação comunitária e inclusão de grupos vulneráveis, como idosos e pessoas com deficiência. O evento também contará com uma oficina sobre preparação intersetorial, comunitária e inclusiva diante de eventos extremos, com foco na participação da população e na inclusão de pessoas com deficiência e idosos nos sistemas de prevenção e resposta. Segundo o coordenador do Projeto COPE/Fapesp no Cemaden, Victor Marchezini, o objetivo é fortalecer a cultura de prevenção e ampliar a participação social nos sistemas de alerta da Região Serrana. “A região serrana do Rio de Janeiro é uma região altamente vulnerável a eventos extremos em função das condições de ocupação no território. Para reduzir esse risco e evitar tragédias como a de 2011, é fundamental ações de planejamento urbano, mas também de fortalecimento da preparação para desastres”, disse. El Niño forte O evento ocorre em meio às divulgações da possibilidade da chegada do El Niño forte ou muito forte. Uma nota técnica elaborada por pesquisadores do Cemaden aponta que modelos climáticos internacionais já indicam que o desenvolvimento do evento climático pode ocorrer entre 2026 e 2027. O documento foi enviado à Casa Civil e ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), mas não trata o cenário como uma previsão fechada. Segundo o texto, algumas simulações sugerem um evento que “poderá se tornar o El Niño mais forte da história moderna”, mas os próprios autores ressaltam que essas previsões “ainda têm baixa confiabilidade no longo prazo”. As projeções tendem a ganhar mais precisão a partir de junho. Tragédia de 2011 A tragédia de 2011 na Região Serrana, com mais de 900 mortos e quase 100 desaparecidos, é considerada um dos maiores desastres naturais do país, atingindo cidades como Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis. Desde então, especialistas e órgãos de monitoramento vêm reforçando a necessidade de ampliar ações de prevenção, preparação e resposta diante do aumento dos eventos climáticos extremos. Programação workshop 21/05/2026 (quinta-feira) 13h00 - 13h15: Mesa de Abertura - Dra. Denise Tarin (MP-RJ); Cemaden/RJ, Prefeitura de Nova Friburgo e Luiz Cláudio Rosa (Instituto Friburgo Solidário) 13h15 - 14h00: Resultados parciais do Projeto COPE e etapas futuras - Victor Marchezini (Cemaden/MCTI), Monique Sampaio (PGCST-INPE), Karolina Gameiro (PGCST-INPE), Caroline Martins Couta (PGDN/ICT-Unesp e Adriano Mota Ferreira (Cemaden/MCTI) 14h00 -16h00: Oficina Preparação Intersetorial, Comunitária e Inclusiva ante Eventos Extremos - Victor Marchezini (Cemaden/MCTI), Monique Sampaio (PGCST-INPE), Karolina Gameiro (PGCST-INPE), Caroline Martins Couta (PGDN/ICT-Unesp e Adriano Mota Ferreira (Cemaden/MCTI) Endereço: Avenida Rui Barbosa, 233, Centro (Auditório do MPRJ) Público-alvo: Representantes da sociedade civil, servidores públicos, operadores da Defesa Civil, entre outros atores e interessados na temática do workshop. Dúvidas: podem ser enviadas para e-mail para victor.marchezini@cemaden.gov.br

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Com receita recorde, Nvidia tem lucro trimestral de US$ 58,3 bilhões, alta de 211% em um ano

Publicado em: 20/05/2026 19:39

Ilustração mostra o logotipo da NVIDIA e a placa-mãe do computador REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração A fabricante de chips Nvidia registrou lucro de US$ 58,3 bilhões no primeiro trimestre fiscal de 2027, encerrado em 26 de abril, informou a empresa nesta quarta-feira (20) em seu balanço financeiro. O valor representa alta de 211% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita da companhia atingiu o recorde de US$ 81,6 bilhões, resultado acima das expectativas de Wall Street e impulsionado pela forte demanda por hardware de inteligência artificial (IA). 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Na comparação anual, a receita avançou 85%. Em relação ao trimestre imediatamente anterior, o crescimento foi de 20%. Os números reforçam a posição da Nvidia como uma das principais beneficiárias do boom global de infraestrutura de IA. Para o segundo trimestre fiscal, a companhia projetou receita de US$ 91 bilhões, acima das expectativas de Wall Street, que apontavam para US$ 86,84 bilhões, segundo dados da LSEG. A empresa também anunciou um programa de recompra de ações de US$ 80 bilhões. O dividendo trimestral da Nvidia vai subir para 25 centavos por ação, ante 1 centavo anteriormente, informou a empresa. Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal De olho na IA Os resultados da Nvidia são vistos como um termômetro do mercado de IA, já que os chips da companhia abastecem praticamente todos os grandes data centers usados para treinar e operar modelos avançados da tecnologia. “A Nvidia entregou mais um resultado acima das expectativas, mas isso já está praticamente precificado, já que a empresa supera projeções trimestre após trimestre”, disse Jacob Bourne, analista da eMarketer, à agência Reuters. “A questão que permanece é se ela conseguirá convencer os investidores de que a expansão da IA terá fôlego em 2027 e 2028, especialmente à medida que a narrativa muda para cargas de trabalho de inferência e chips concorrentes de Google, Amazon, AMD e Intel", acrescentou. Os gastos com infraestrutura de IA continuam acelerando. Alphabet, Amazon e Microsoft devem investir mais de US$ 700 bilhões em IA neste ano, acima dos cerca de US$ 400 bilhões registrados em 2025. Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo * Com informações das agências Reuters e AFP

CrediSIS finaliza os preparativos para recepção de cooperados na 13ª RRS

Publicado em: 20/05/2026 19:04

Estrutura do Sistema CrediSIS entra na fase final de organização para receber cooperados e visitantes durante a Rondônia Rural Show Internacional. Assessoria/CrediSIS Faltando poucos dias para o início da 13ª Rondônia Rural Show Internacional, o Sistema CrediSIS finaliza preparativos de organização para mais uma participação na maior feira de agronegócio da Região Norte. O evento acontece de 25 a 30 de maio, no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná, na Região Central do estado, reunindo produtores, empresas, cooperativas, instituições financeiras e representantes de diferentes setores ligados ao desenvolvimento do agronegócio brasileiro. Com expectativa de superar os números registrados em 2025, quando a feira movimentou mais de R$ 5,1 bilhões em negócios e recebeu mais de 440 mil visitantes, a edição deste ano terá como tema “Exportação e Desenvolvimento”, ampliando o debate sobre tecnologia, inovação e expansão do agro. No Sistema CrediSIS, os últimos dias antes da abertura oficial da feira são marcados pela finalização da estrutura do estande, alinhamento das equipes de atendimento, organização operacional e ajustes relacionados à experiência dos cooperados e visitantes durante os seis dias de programação. O presidente do CrediSIS, Otelo Castellani Filho, destacou que a participação na Rondônia Rural Show representa a proximidade do Sistema com o agronegócio e com os cooperados de diferentes segmentos atendidos pelas cooperativas filiadas. “A Rondônia Rural Show se consolidou como um ambiente que reúne negócios, tecnologia, relacionamento e desenvolvimento. Estar presente nesse espaço também significa acompanhar de perto as transformações do agro, fortalecer vínculos e ampliar a proximidade com os cooperados e visitantes que passam pela feira”, afirmou Otelo. Além da preparação para a feira, o planejamento também envolve integração entre diferentes áreas do Sistema e das cooperativas filiadas presentes no evento. As equipes trabalham nos últimos alinhamentos de atendimento, relacionamento institucional, recepção do público e suporte operacional durante toda a programação da feira. Farid Milet, diretor de Negócios do Sistema CrediSIS, explicou que a reta final exige atenção conjunta entre os times envolvidos para garantir organização e eficiência durante o evento. “A preparação para a Rondônia Rural Show envolve diferentes frentes de trabalho e uma construção coletiva entre as cooperativas e áreas do Sistema. Nesta etapa final, o foco está em alinhar processos, organizar atendimentos e garantir que o ambiente esteja preparado para receber o público com qualidade, proximidade e agilidade”, destacou Farid. A gerente de Marketing e Comunicação do Sistema CrediSIS, Quennia Mendes, ressaltou que os últimos dias antes da abertura oficial representam uma etapa importante dentro do planejamento realizado ao longo dos últimos meses. “Existe um trabalho muito grande de organização para que tudo esteja preparado no início da feira. Os últimos ajustes envolvem comunicação visual, ambientação, suporte às cooperativas, alinhamento das equipes e toda a experiência pensada para quem visitar o estande durante a Rondônia Rural Show”, explicou Quennia. Com presença confirmada na 13ª Rondônia Rural Show Internacional, o Sistema CrediSIS reforça sua atuação junto ao agronegócio e amplia sua participação em um dos maiores encontros voltados ao desenvolvimento econômico, tecnológico e produtivo da Região Norte.

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Saúde Mental; IA já ajuda a identificar sinais de esquizofrenia

Publicado em: 20/05/2026 18:49

Mesmo sendo uma doença conhecida há mais de um século, a esquizofrenia ainda enfrenta preconceito, dificuldades no diagnóstico e desafios no tratamento. No entanto, a Inteligência Artificial já começa a transformar essa realidade. Reprodução Internet Um estudo recente realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo mostrou que a tecnologia conseguiu identificar sinais da doença com alta precisão a partir de apenas dois testes cognitivos. A novidade reforça uma tendência mundial de tornar os diagnósticos em saúde mental mais rápidos, personalizados e assertivos. Além da IA, cientistas também estudam biomarcadores - alterações genéticas, inflamatórias e moleculares - que podem ajudar, no futuro, a detectar a esquizofrenia por meio de exames específicos, antes mesmo do agravamento dos sintomas. Atualmente, o transtorno ainda é diagnosticado principalmente por avaliação clínica. E os números chamam atenção: no Brasil, mais de 547 mil adultos convivem com esquizofrenia, o equivalente a 0,34% da população adulta brasileira, segundo estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo, Universidade de São Paulo e Universidade Federal do Paraná, com base na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS). Atenta a esse cenário, a Unimed Cuiabá conta com o Núcleo de Medicina Preventiva Viver Bem, que desenvolve programas voltados à saúde e qualidade de vida dos beneficiários. Entre eles está o Mente Saudável, voltado ao atendimento multidisciplinar e integral de pessoas com transtornos mentais graves ou recorrentes. De acordo com a psiquiatra do programa, Viviane Idaló, a esquizofrenia é um importante problema de saúde pública e ainda pode ser subdiagnosticada, principalmente nas fases iniciais, devido ao preconceito e à dificuldade de acesso ao tratamento. “O preconceito atrasa o diagnóstico, afasta pacientes do tratamento e aumenta o isolamento social”, afirma a especialista. A médica explica que homens costumam apresentar os primeiros sintomas ainda na adolescência, enquanto nas mulheres o início geralmente ocorre mais tarde. Entre os principais sinais de alerta estão isolamento social, mudanças de comportamento, desconfiança excessiva, dificuldade de concentração, alterações no sono, na fala e na percepção da realidade. Segundo ela, fatores como desigualdade social, desemprego, exclusão e dificuldade de acesso ao cuidado contínuo podem agravar ainda mais o cenário no Brasil. “O impacto da doença pode ser mais severo devido às desigualdades sociais e à dificuldade de acesso ao tratamento. Quanto mais cedo ocorre o diagnóstico, maiores são as chances de controle e qualidade de vida”, destaca. A genética também possui forte influência no desenvolvimento da doença, mas, segundo Idaló, esse não é o único fator envolvido. Ambiente, estresse e fatores sociais também contribuem para o surgimento e agravamento do transtorno. A especialista ressalta ainda que os tratamentos evoluíram significativamente nos últimos anos, com medicamentos mais modernos, menos efeitos colaterais e maior adesão ao tratamento. “Com acompanhamento adequado, muitas pessoas conseguem estudar, trabalhar e ter qualidade de vida. O futuro da saúde mental será cada vez mais tecnológico e personalizado, mas o cuidado humano continuará sendo essencial”, finaliza. Programa Mente Saudável O programa oferece atendimento multidisciplinar e integral a beneficiários com transtornos mentais graves ou recorrentes. Além do acompanhamento especializado, a equipe também oferece suporte e orientação aos familiares, atuando no gerenciamento do cuidado com foco em bem-estar e qualidade de vida. Como se inscrever? Os interessados em participar do Mente Saudável devem realizar sua inscrição CLICANDO AQUI, receber encaminhamento do médico cooperado via sistema RES ou fazer a inscrição presencialmente no Espaço Viver Bem. Endereço: Espaço Viver Bem – Rua Comandante Costa, nº 2063, Centro Sul, Edifício Comercial São Miguel Business Center, ao lado do estacionamento do Hospital Unimed Cuiabá. Telefone: (65) 3612-8800

iQOO lança fone de ouvido sem fio com bateria de 50 horas e preço acessível

Publicado em: 20/05/2026 18:28 Fonte: Tudocelular

A iQOO lançou no mercado chinês os fones de ouvido iQOO TWS 5i nesta quarta-feira (20). Trata-se de dispositivos desenvolvidos para entregar alta autonomia por um preço acessível. Ele também promete se destacar por funcionalidade de baixa latência e foca em atrair o público jovem. iQOO lança fones TWS 5i com bateria de até 50 horas Para começar, a autonomia é um dos pontos que mais se destacam nesses fones de ouvido, com a premissa de oferecer reprodução total de 50h com uso do estojo de carregamento. Os dispositivos, por sua vez, prometem até 11,5h de reprodução contínua, sendo um valor acima de vários rivais.iQOO lança fones TWS 5i com bateria de até 50 horas Quanto aos seus principais atributos, os modelos são leves, com 4,2 para cada fone. Além disso, eles possuem drivers dinâmicos de 10 mm e suporte a áudio espacial, bem como a implementação da tecnologia Monster Sound, que visa ajustar o áudio conforme o tipo de jogo executado.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia