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Bombeiros fazem campanha para trazer réplica de R$ 400 mil do 1° caminhão usado na corporação em MT

Publicado em: 09/05/2026 18:28

Bombeiros fazem campanha para trazer réplica de primeiro veículo usado na corporação em MT O Corpo de Bombeiro de Mato Grosso iniciou uma campanha para arrecadar R$ 400 mil para importar uma réplica do primeiro caminhão usado pela corporação, em 1965. Segundo os bombeiros, o veículo foi comprado em 2022 em um leilão dos Estados Unidos, mas até hoje não foi transportado para Mato Grosso devido aos custos logísticos. Segundo a Fundação de Apoio ao Corpo de Bombeiros (Funabom), após cerca de 10 anos de buscas por um modelo com as mesmas características, a corporação encontrou a réplica, uma Ford BigJob 1954, que foi comprado também por R$ 400 mil após arrecadação entre os próprios militares. Origem histórica Imagem do primeiro modelo de caminhão do Corpo de Bombeiros em MT Corpo de Bombeiros Segundo o coronel Paulo Correia, representante da campanha, o caminhão original chegou a Cuiabá em 1964, após pedido do então prefeito Vicente Vuolo ao governador de São Paulo, Ademar de Barros. O veículo foi doado pelo Corpo de Bombeiros paulista e marcou o início das atividades de combate a incêndio em Mato Grosso. “Antes não existia serviço de bombeiros no estado. O primeiro atendimento foi implantado pelo tenente Hamilton Corrêa, junto com 41 militares, em 19 de agosto de 1965”, contou. Características do veículo Treinamento de combate a incêndio e salvamento de bombeiros militares em MT Corpo de Bombeiros O coronel contou que o Ford Big Job F-800 tinha capacidade para transportar 4 mil litros de água e contava com bomba acoplada ao motor para pressurizar o líquido a pelo menos 10 metros de distância. Apenas dois ou três bombeiros iam na frente, enquanto o restante seguia na carroceria, muitas vezes expostos ao sol e à chuva. "Hoje, os modelos seguem a mesma estrutura, mas com tecnologia avançada, podendo alcançar até 109 metros de altura com plataformas modernas. A principal diferença é o conforto. Hoje os bombeiros vão protegidos dentro da cabine", disse. Initial plugin text Resgate da memória Membros da primeira equipe do Corpo de Bombeiros em MT Corpo de Bombeiros De acordo com Paulo, o caminhão foi arrematado em apenas 48 horas em um leilão da prefeitura de Shawnee, no Kansas, com apoio de mais de 50 pessoas e empresas. Agora, a campanha busca recursos para pagar impostos, transporte do veículo do porto de Jacksonville (EUA) até Cuiabá e a construção de um espaço temporário de memória até que o Centro definitivo fique pronto. "Avisei os colegas da instituição e parceiros sobre o leilão, juntamos e enviaram o dinheiro para mim na época e arrematei p veículo pelo meu CPF. O passo agora é a importação e contrução de uma estrutura para ela", relatou. O grupo informou que não solicitou apoio a órgãos públicos, porque não consegue repassar despesas vinculadas ao Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) para o estado. Já a Funabom não conseguiu captar recursos pelo banco de projetos do Ministério Público, uma vez que ainda não completou três anos de existência. Para o coronel, trazer o veículo representa preservar a história da corporação e materializar aquilo que deu origem ao Corpo de Bombeiros. "Um povo sem história é um povo sem memória. Queremos que as futuras gerações conheçam nossas raízes. A campanha tem objetivo permitir que toda a sociedade cuiabana faça parte do resgate da história”, afirmou. Bombeiros fazem campanha para trazer réplica de primeiro veículo usado na corporação em MT Corpo de Bombeiros *Sob supervisão de Kessillen Lopes

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Evento com programação gratuita de cultura, saúde e qualificação profissional será realizado em diferentes cidades da Bahia

Publicado em: 09/05/2026 16:40

Evento com programação gratuita de cultura, saúde e qualificação profissional será realizado na Bahia Sesc A Semana S do Comércio 2026 será realizada no sábado (16) em Feira de Santana, Alagoinhas e Santo Antônio de Jesus, cidades do interior da Bahia. A programação contará com atividades gratuitas das 9h às 17h, nas unidades do Serviço Social do Comércio (Sesc) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). O evento será aberto ao público mediante inscrição prévia no site oficial do evento. A organização do evento solicita a doação de 1 kg de alimento para o programa Mesa Brasil Sesc, mas informou que a entrega não é obrigatória para participação. Entre as atividades previstas estão palestras, oficinas, apresentações culturais, experiências recreativas e esportivas, além de ações de saúde, beleza e qualificação profissional. Vídeos em alta no g1 Em Feira de Santana, a programação será realizada nas unidades Sesc Feira Tomba e Sesc Feira Centro, com atividades como aula-show de gastronomia, clube de leitura, espetáculo teatral, experiências com óculos de realidade virtual e apresentações culturais. Segundo a organização do Sesc, a única atividade paga será o almoço comemorativo em Feira de Santana. Os demais serviços e atrações terão acesso gratuito. Em Alagoinhas, o público poderá participar de palestras sobre oratória e mídias sociais, oficinas de maquiagem e gastronomia, além de ações recreativas e do espaço Mais Saúde. Já em Santo Antônio de Jesus, a programação inclui palestra sobre Tecnologia da Informação (TI), oficina de gastronomia, atividades recreativas e esportivas, além de ações de cuidado e beleza. Ainda segundo a organização, o Senac também irá disponibilizar vagas gratuitas por meio do Programa Senac de Gratuidade (PSG), com o objetivo de ampliar o acesso à qualificação profissional. Promovida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e com apoio do Sicomércio, a Semana S chega à segunda edição com ações simultâneas em todo o país. A iniciativa, segundo o Sesc, é buscar dar visibilidade ao trabalho desenvolvido pelas Federações do Comércio, Sesc e Senac. Confira os locais: 📍Feira de Santana Sesc Feira Tomba: Rua Guaratatuba, 345, bairro Tomba Sesc Feira Centro: Praça Carlos Bahia, s/n, Centro 📍Alagoinhas Sesc Alagoinhas: Rua do Terminal Rodoviário, s/n, Alagoinhas Velha Senac Alagoinhas: Rua Manoel Vitorino, nº 48, Teresópolis 📍Santo Antônio de Jesus Sesc Santo Antônio de Jesus: Avenida Carlos Fernando Amaral, s/n, Cajueiro Senac Santo Antônio de Jesus: Rua Roberto Santos, s/n, Itaguari Shopping LEIA MAIS: Thiago Aquino, Juninho Moraes e Sela Vaqueira são confirmados na Festa do Vaqueiro de Ipuaçu Ação oferece serviços gratuitos de saúde e cidadania em Feira de Santana; saiba mais Dia D da Mulher oferece consultas, exames e serviços de saúde gratuitos em Santo Antônio de Jesus; confira Veja mais notícias de Feira de Santana e região. Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻

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Vestibular da Fatec está com inscrições abertas e tem mais de mil vagas na região

Publicado em: 09/05/2026 16:30

Fatec está com inscrições abertas O vestibular do 2ª semestre de 2026 da Fatec (Faculdade de Tecnologia do Estado) está com inscrições abertas até 1º de junho. As cidades do Vale do Paraíba e da região bragantina somam, juntas, 1.195 vagas para diferentes cursos de ensino superior, nas modalidades presencial e EAD (Ensino à Distância). Confira abaixo as cidades e o número de vagas: Atibaia: 25 Bragança Paulista: 180 Cruzeiro: 120 Guaratinguetá: 150 Jacareí: 90 Pindamonhangaba: 120 São José dos Campos: 270 São Sebastião: 120 Taubaté: 120 Clique aqui para ver os cursos disponíveis em cada cidade. Vestibular Fatec Roberto Sungi/Divulgação As inscrições são realizadas exclusivamente pelo site (clique aqui), até 15h do dia 1 de junho. A taxa de inscrição é R$ 90. A prova está marcada para 28 de junho, às 13h, e terá cinco horas de duração máxima. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Os interessados devem ter concluído o Ensino Médio e, para realizar a inscrição, é necessário o preenchimento do Formulário de Inscrição eletrônico com os dados pessoais, preencher o questionário socioeconômico e, caso queira, indicar o nº de inscrição do ENEM anos 2023, 2024 ou 2025. O candidato deve escolher um curso em 1ª opção e como 2ª opção qualquer curso, em qualquer Fatec e período. Veja mais sobre o Vale do Paraíba e região bragantina

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Alertas da Defesa Civil do Paraná: como se cadastrar, o que significam e o que fazer quando receber?

Publicado em: 09/05/2026 16:15

Defesa Civil alerta para temporais e envia avisos pelo celular Sempre que as condições do tempo oferecem potencial para causar danos materiais ou colocar vidas em risco, a Defesa Civil do Paraná envia alertas por meio de mensagens de SMS e WhatsApp. Os alertas são classificados por níveis de severidade e são encaminhados conforme a região que pode ser afetada. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Neste texto você vai aprender: Como se cadastrar para receber os alertas da Defesa Civil do Paraná? O que cada uma das cores significa? O que fazer quando recebê-los? Qual a diferença entre os alertas da Defesa Civil e do INMET? Quais as orientações para cada tipo de desastre, conforme a Defesa Civil? Como se cadastrar para receber os alertas da Defesa Civil do Paraná? Por SMS, mensagem da Defesa Civil do Paraná informa sobre riscos Mariah Colombo/g1 A Defesa Civil envia os alertas por meio de três formas: SMS, WhatsApp e — no caso dos alertas vermelhos — cell broadcast. Para receber os alertas amarelos e laranjas, é necessário fazer o cadastro previamente. 📩 Para o cadastro por SMS basta mandar uma mensagem para o número 40199 e informar o CEP da residência. 💬 No WhatsApp, adicione o número (61) 2034-4611 e encaminhe uma mensagem para iniciar o processo. Um robô irá te responder e, nas etapas seguintes, informe seu nome, confirme o desejo de receber os alertas, digite o CEP e confirme a localização. 📲 No estágio vermelho, a Defesa Civil do Paraná utiliza o cell broadcast, uma ferramenta de comunicação via antenas de telefonia sem necessidade de cadastro prévio. Ela permite o envio de mensagens com um bipe ou o som de uma sirene que sobrepõe a tela dos aparelhos de celular na região com risco iminente. O que cada uma das cores significa? Três cores são usadas para classificar o nível de severidade dos alertas: amarelo, laranja e vermelho. 🟡 Amarelo - Moderado: avisa sobre o possível risco. Tem como objetivo, conforme a Defesa Civil, informar o cidadão sobre as condições do momento e manter o estado de observação. 🟠 Laranja - Alto: indica risco à segurança pessoal e patrimonial. Requer cuidados para proteção das pessoas e também do patrimônio, como veículos, imóveis e plantações. 🔴 Vermelho - Muito alto: alerta para o risco à vida com chance de danos materiais mais intensos. A orientação é buscar maneiras de se proteger e proteger os patrimônios. Os alertas são elaborados e emitidos por especialistas do Centro de Gerenciamento de Risco e Desastre (Cegerd) com base em dados do Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná) e observações em tempo real, 24 horas por dia. "Monitoramos permanentemente a evolução dos fenômenos. Geramos o alerta quando identificamos que uma situação pode sair da normalidade. É um sistema de camadas: a tecnologia nos dá o dado, nossa equipe técnica faz uma profunda análise de risco em tempo real e o sistema de alerta entrega a proteção na palma da mão do cidadão via SMS", afirma o meteorologista da Defesa Civil, Diulio Patrick. Alertas da Defesa Civil são enviados conforme a localidade Jonathan Campos/AEN O que fazer quando recebê-los? 🟡 Alerta amarelo - Risco moderado: Monitore as condições climáticas na região em que você está e fique atento. 🟠 Alerta laranja - Risco alto: Evite áreas de risco e busque abrigo. 🔴 Alerta vermelho - Risco muito alto: Procure local seguro imediatamente e siga as orientações das autoridades. Qual a diferença entre os alertas da Defesa Civil e do Inmet? ⚠️ Atenção: O INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) também utiliza cores para indicar a severidade de fenômenos meteorológicos. Os critérios usados para as cores, porém, são diferentes dos utilizados pela Defesa Civil. Em geral, os avisos meteorológicos do INMET indicam a predisposição para um evento meteorológico, como chuvas fortes, tempestades e vendavais, de se desenvolver em determinada região. Esses avisos são informes gerais de condições que podem se formar em um determinado espaço de tempo, normalmente de 24 a 72 horas após a emissão. Já os alertas meteorológicos da Defesa Civil indicam a aproximação de condições climáticas como tempestades ou vendavais que podem gerar danos. Esses alertas são enviados quando as condições já estão se formando e apresentam a possibilidade de chegar a determinado local e causar estragos. Quais as orientações para cada tipo de desastre, conforme a Defesa Civil? Imagem aérea mostra deslizamento de terra na BR-376, próximo à divisa entre Paraná e Santa Catarina Adryel Pabst/Prefeitura de Garuva 🌬️ Orientações em caso de vendaval Procure um abrigo o mais rápido possível e não saia até que o vendaval pare. Se notar o risco de desabamento do telhado, saia do local e comunique o risco, inclusive às autoridades. Revise a resistência de sua casa, principalmente o madeiramento de apoio do telhado e a amarração das telhas no madeiramento, se tiver. Guarda-chuvas podem atrapalhar o deslocamento, por isso, evite utilizar estes materiais ao se locomover em ventos fortes. Não se abrigue embaixo de árvores ou coberturas metálicas frágeis. Elas podem cair e causar ferimentos. Se precisar se deslocar, diminua ao máximo seu atrito com o vento. No carro, se possível, estacione o veículo em local seguro e espere o vento forte passar. Se necessário, e possível, entre em uma edificação. Não estacione o carro próximo a torres de transmissão e placas de propaganda. Se não for possível estacionar, diminua a velocidade e procure um local seguro para estacionar assim que possível, pois o vento pode desestabilizar a direção do veículo. 🧊 Orientações em caso de granizo Permaneça abrigado e não saia até que a chuva de granizo pare. Em hipótese alguma suba em telhados molhados. Os reparos devem ser feitos por pessoal especializado e com segurança para evitar quedas. Se notar o risco de desabamento do telhado, saia do local e comunique o risco, inclusive às autoridades. Fique atento à ocorrência de trovoadas e evite estar sobre ou próximo a estruturas metálicas. Cuidado ao se deslocar, pois o granizo deixa o piso escorregadio, podendo causar quedas. Se possível, estacione o veículo em local seguro e espere a chuva de granizo passar. Não estacione o carro próximo a torres de transmissão e placas de propaganda. Permaneça dentro do veículo até o término da queda de granizo e, se houver algum papelão no carro, use-o para forrar o para-brisa por dentro, evitando que, em caso de quebra, os cacos possam atingir os ocupantes. 🪨 Orientações em caso de deslizamento Monitore a área. Fique atento aos boletins meteorológicos da Defesa Civil. Fique atento para qualquer movimentação de terra próxima. Preste atenção em indícios como postes ou árvores inclinadas e cicatrizes no terreno. Saia de casa e vá para um lugar seguro se você perceber uma movimentação de terra por perto. Veja locais sem risco de deslizamento para onde você possa ir no caso de ser necessário o abandono do local. Planeje a melhor rota de fuga e defina um ponto de encontro. Evite permanecer em cômodos da edificação próximos à encosta. Vá para o abrigo mais próximo ou para o ponto de encontro definido, e verifique se nesse lugar não há risco de outros deslizamentos. Leve consigo apenas o essencial. Ligue para a Defesa Civil, no fone 199, ou para o Corpo de Bombeiros, no fone 193, e informe as autoridades sobre o que está acontecendo. Não retorne ao local de deslizamento até que a Defesa Civil tenha feito uma avaliação do terreno. 🌧️ Orientações em caso de inundação Se ficar isolado em local inseguro, acione o Corpo de Bombeiros pelo fone 193 ou acione a Defesa Civil pelo fone 199. Evite contato com a água da inundação, pois o risco de contaminação é alto e você ainda pode se ferir com galhos, escombros e picada de animais. Evite atravessar as águas com o carro ou a pé, pois há risco de ser arrastado pela correnteza e de cair em bueiros ou em buracos formados pela erosão. Fique longe de postes e linhas de transmissão caídas. Choque elétrico é o segundo maior causador de mortes durante as inundações. A eletricidade é transmitida facilmente pelas áreas alagadas. Se possível, acione a companhia elétrica da cidade para cortar a luz destas áreas inundadas. Se houver infiltração na casa e acontecerem rachaduras nas paredes ou se escutar algum barulho estranho, abandone imediatamente sua residência. Fique longe das correntes de água, pois ocorrem em grande velocidade e volume, e ainda carregam objetos que podem causar ferimentos. Ande junto a muros e paredes, preferencialmente seguro por cordas ou sendo auxiliado por outras pessoas. A força das águas em locais inclinados é incontrolável. No caso urgente de transpor a água corrente, é importante fazer uma corrente humana ou usar cordas como corrimão para garantir a segurança. Se for ajudar a salvar com uso de uma corda, sempre a use no sentido oblíquo, aproveitando a correnteza, e não se esqueça de amarrar a extremidade que você está segurando em um local firme. Caso tenha sido retirado de sua residência (abandono ou salvamento), não volte para casa até as águas baixarem e o caminho estiver seguro. 🌊 Orientações em caso de alagamento Não deixe crianças brincarem nas águas de inundações, alagamentos e enxurradas. Além de vários perigos, elas poderão estar contaminadas. Caso perceba que o volume de água está subindo, ameaçando seus bens, ponha-os a salvo, elevando-os. Mas atenção! Somente faça isso se não houver riscos. Se, por algum motivo, ficar ilhado, ligue para o Corpo de Bombeiros no 193 ou para a Defesa Civil pelo 199. Proteja-se em locais elevados até a água baixar. Estando em veículo, se possível, estacione em um local elevado e espere a água baixar. Não fique próximo a caminhões ou ônibus. Veículos de grande porte provocam ondas que podem alagar o seu carro e fazer com que perca o controle da direção. Não pare o carro próximo a árvores ou postes. Se você estiver de carro, evite atravessar áreas alagadas. Só faça isso se for realmente necessário. Se precisar fazê-lo, atente para o seguinte: Não tente atravessar vias com água acima da metade da roda (observe outros carros) e mantenha sempre a rota da rua sem fazer desvios, evitando buracos escondidos na margem. Se precisar atravessar um local alagado: ande em 1° marcha e devagar, sem jamais trocar de marcha dentro d’água, mantendo a aceleração constante, por volta dos 2.500 giros, para evitar que entre água pelo escapamento e o carro apague. Mantenha distância do carro da frente, pois, se ele apagar, você tem a opção de fazer uma rota alternativa. Se o carro morrer, não tente fazê-lo pegar. Solicite ajuda e, se possível, retire-o do local onde está parado, para que a água não entre no veículo, causando panes. Se não houver como movê-lo, não espere dentro do carro o volume de água diminuir, pois, na maioria das vezes, a tendência é aumentar e você poderá ficar preso ao veículo, sem poder sair. Veja a maneira mais segura de fazê-lo. Se necessário, aguarde por socorro sobre o carro. Tente estacionar em regiões mais altas. Se o nível da água atingir o batente inferior da porta, é hora de abandonar o veículo. Com água acima das rodas, o carro começa a boiar e fica sem controle. Se alcançar as janelas, ocorre o bloqueio das portas, impedindo a saída e dificultando o resgate. Se não for possível abandoná-lo, chame por socorro (ligue 193 ou 199) e aguarde no teto do veículo. ⛈️ Orientações em caso de enxurrada Se ficar isolado em local inseguro, acione o Corpo de Bombeiros pelo 193 ou acione a Defesa Civil pelo telefone 199. Evite contato com a água da enxurrada, pois o risco de contaminação é alto e você ainda pode se ferir com galhos, escombros e picada de animais. Evite atravessar as águas com o carro ou a pé, pois há risco de ser arrastado pela correnteza e de cair em bueiros ou em buracos formados pela erosão. Fique longe de postes e linhas de transmissão caídas. Choque elétrico é o segundo maior causador de mortes durante as inundações. A eletricidade é transmitida facilmente pelas áreas alagadas. Se possível, acione a companhia elétrica da cidade para cortar a luz destas áreas. Se houver infiltração em sua casa e acontecerem rachaduras nas paredes ou se escutar algum barulho estranho, abandone-a imediatamente. Fique longe das correntes de água, pois ocorrem em grande velocidade e volume, e ainda carregam objetos que podem causar ferimentos. Ande junto a muros e paredes, preferencialmente seguro por cordas ou sendo auxiliado por outras pessoas. A força das águas em locais inclinados é incontrolável. No caso urgente de transpor a água corrente, é importante fazer uma corrente humana ou usar cordas como corrimão para garantir a segurança. Se for ajudar a salvar com uso de uma corda, sempre a use no sentido oblíquo, aproveitando a correnteza, e não se esqueça de amarrar a extremidade que você está segurando em um local firme. Caso tenha sido retirado de sua residência (abandono ou salvamento), não volte para casa até as águas baixarem e o caminho estiver seguro. Sempre que possível, arranje um material de flutuação para ter consigo. ⚡ Orientações em caso de tempestade de raios Busque refúgio no interior de edifícios. Durante as tempestades, fique em casa e saia somente se for absolutamente necessário. Não retire nem coloque roupa em varais de arame durante a tempestade. Mantenha-se afastado e não trabalhe em cercas, alambrados, linhas telefônicas ou elétricas e estruturas metálicas. Não manipule materiais inflamáveis em recipientes abertos. Não operar tratores ou máquinas, especialmente, para rebocar equipamentos metálicos. Se você estiver viajando, permaneça dentro do automóvel; os automóveis oferecem uma excelente proteção contra raios. Evite áreas altas, busque refúgio em lugares baixos. Não solte pipa e não carregue objetos como canos e varas. Mantenha-se longe de árvores isoladas. Não fique em áreas abertas como praias, piscinas, estacionamentos ou campos de futebol. Em casa, permaneça longe de portas e janelas. Durante uma tempestade, não utilize aparelhos eletrodomésticos, mantenha-os desligados das tomadas e, também, desconecte da antena externa o televisor, assim você estará reduzindo danos. Evite utilizar equipamentos ligados à rede elétrica ou telefônica. Ao sentir carga elétrica em seu corpo (caracterizada por eriçamento do cabelo e formigamento da pele) jogue-se ao chão. Preste atenção à previsão do tempo para o princípio e fim da tarde, quando ocorre a maioria das trovoadas. Tenha um plano de fuga para qualquer atividade ao ar livre e afaste-se dos cumes das montanhas antes do meio-dia. Se tiver de fazer uma longa travessia de barco, tenha especial atenção. As embarcações são lugares expostos. Com mau tempo, evite árvores altas, picos desprotegidos, campos abertos e ou mesmo praias e piscinas. Na floresta, procure um conjunto de árvores de altura regular e numa zona baixa, mas longe d'água. Afaste-se de troncos e raízes. Se for apanhado em céu aberto, evite árvores isoladas, faça do corpo uma "bola com pés", agachando-se com eles o mais junto possível. Não toque com as mãos no chão. Para minimizar o número de pessoas afetadas por um raio, não se junte em grupo. A corrente elétrica pode passar de uma pessoa para outra sem que elas se toquem. Afaste-se de objetos metálicos, especialmente armações de tendas e barracas ou cercas de arame, uma vez que se trata de bons condutores. Quando acampar, monte sua barraca longe de lugares com maior probabilidade de queda de um raio, tais como árvores altas e isoladas. Certifique-se de que a tempestade passou completamente antes de prosseguir seu caminho. 🔥 Orientações de como evitar incêndios florestais Não queime lixo, terrenos e pastagens. Não jogue bitucas de cigarro ou fósforos na mata, nas ruas ou em beira de estradas. Evite fumar e fazer fogueiras em trilhas. Não solte balões. Não deixe lixo nas florestas. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

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Grupo RBS atualiza Princípios e Diretrizes Editoriais

Publicado em: 09/05/2026 16:12

O Grupo RBS atualizou, em maio, os Princípios e Diretrizes Editoriais. Confira, abaixo, a íntegra da atualização. PRINCÍPIOS EDITORIAIS 1. As pessoas no centro Num mundo digital marcado por bilhões de conexões e pela circulação instantânea de informações, colocamos a sociedade e o público no centro das decisões editoriais. Nosso compromisso é entregar conteúdo relevante, preciso e adequado aos novos hábitos, atuando como porto seguro em meio ao ruído das plataformas e fortalecendo o direito de todos a uma informação confiável. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp 2. Busca da verdade com base nos fatos como compromisso central A essência do jornalismo está na apuração rigorosa dos fatos, executada com método, transparência, precisão e checagem constante. Erros de conteúdo, quando identificados, são corrigidos. Contexto e análise são fundamentais para a compreensão dos acontecimentos. 3. Liberdade de imprensa como pilar democrático Defendemos a livre circulação de ideias com responsabilidade e rejeitamos qualquer forma de censura ou intimidação. A independência editorial é condição essencial para uma democracia forte. Vídeos em alta no g1 4. Jornalismo profissional como direito do público à informação de qualidade Em um ambiente saturado por excesso de informações, conteúdos manipulados e desinformação, o jornalismo profissional reafirma práticas que distinguem fatos de narrativas, reportagem de manipulações, análise de especulação, opinião criteriosa de irresponsabilidade e contexto de recortes enganosos. 5. Liberdade de expressão com responsabilidade A liberdade de expressão é um direito fundamental. Nossos comunicadores e influenciadores têm autonomia para manifestar opiniões baseadas em fatos, com ética, equilíbrio, responsabilidade e compromisso com o interesse público. 6. Independência, pluralidade e equilíbrio Somos apartidários e não subordinamos nossa atuação a interesses políticos, econômicos ou ideológicos. Rejeitamos o preconceito e o discurso de ódio, promovendo o debate responsável, civilizado, e coberturas na dimensão adequada aos fatos. A pluralidade é parte essencial da nossa identidade editorial. 7. Jornalismo que orienta e ajuda a encontrar soluções Informar é contextualizar, qualificar o debate público e apoiar a compreensão das notícias e dos desafios do Estado e do país, em linguagem adequada. A reputação e a credibilidade de nossas marcas e de nossos profissionais permite que o jornalismo atue como força de transformação positiva e impulso para soluções. 8. Compromisso com a democracia e o Estado de Direito Defendemos a democracia representativa, o respeito à Constituição, ao ordenamento jurídico e às instituições republicanas, exercendo vigilância crítica permanente sobre o poder público, sempre em nome do interesse coletivo dos cidadãos. 9. Tecnologia e inovação com responsabilidade Estimulamos o uso de tecnologias inovadoras, como a inteligência artificial, com critérios éticos, supervisão humana e transparência. Experimentamos formatos e plataformas, acompanhando a evolução dos hábitos de consumo de informação. 10. Compromisso com o Brasil, com foco no Rio Grande do Sul Nossa produção tem foco no Rio Grande do Sul, sem se limitar às suas fronteiras. Valorizamos as vocações do Estado, destacamos temas centrais para os gaúchos e abordamos assuntos relevantes para o Brasil e para o mundo, fortalecendo conexões, perspectivas e contextos que impulsionam o desenvolvimento regional e nacional. DIRETRIZES EDITORIAIS As Diretrizes Editoriais orientam a atuação prática dos jornalistas e comunicadores do Grupo RBS, traduzindo os princípios em ações concretas no exercício diário do jornalismo profissional. QUALIFICAÇÃO CONSTANTE DO JORNALISMO • Produzir jornalismo com método: baseado em apuração rigorosa, checagem permanente, diversidade de fontes e transparência na distinção entre fatos, opiniões e análises. • Ouvir a sociedade de forma contínua, indo ao encontro do público e ampliando a voz das comunidades, especialmente nas pautas locais e regionais. • Produzir jornalismo de prestação de serviço, orientando o público em temas essenciais como saúde, educação, segurança, emprego e cidadania. • Desenvolver plataformas editoriais integradas, que combinem conteúdo, serviço e eventos, ampliando o alcance e o impacto do jornalismo profissional e servindo ao público onde ele consome informação. • Reconhecer e corrigir eventuais erros de forma rápida e responsável, sempre que identificados. JORNALISMO PLURAL, COM INDEPENDÊNCIA E RESPONSABILIDADE • Garantir cobertura política equilibrada e plural, proporcional à relevância dos partidos e políticos, assegurando espaço às diferentes visões e evitando estímulos a radicalismos. • Valorizar comunicadores, talentos e influenciadores do Grupo RBS como ativos editoriais, respeitando sempre os princípios éticos e o interesse público. • Defender os direitos humanos e repudiar todas as formas de discriminação, preconceito e intolerância, contribuindo para uma sociedade mais justa. • Promover o diálogo, a tolerância e o respeito entre diferentes correntes políticas, sociais e ideológicas. • Exercer vigilância permanente e crítica construtiva sobre governantes, representantes políticos e servidores públicos, mantendo independência em relação aos poderes. • Priorizar o jornalismo investigativo como instrumento de combate à corrupção em todas as esferas da sociedade, sempre orientado pelo interesse público. • Acompanhar de forma permanente a administração pública, cobrando transparência, cumprimento de compromissos, lisura e eficiência, e reconhecendo boas práticas de gestão. COMPROMISSO COM O DESENVOLVIMENTO • Contribuir para o desenvolvimento econômico e social, valorizando o trabalho, o empreendedorismo, a inovação e a livre iniciativa. • Valorizar a educação, a formação cidadã e a educação midiática como instrumentos fundamentais no enfrentamento à desinformação. • Produzir cobertura econômica qualificada, com atenção aos setores estratégicos, como o agronegócio, a indústria, o comércio e os serviços. • Tratar o desenvolvimento sustentável como tema permanente, buscando o equilíbrio entre crescimento econômico, inclusão social e preservação ambiental. • Valorizar a identidade cultural, a história, as tradições e a diversidade do Rio Grande do Sul, com presença ativa em todas as regiões do Estado. • Reconhecer e valorizar boas iniciativas públicas e privadas, projetos bem-sucedidos e exemplos positivos, mantendo a capacidade de crítica quando isso se fizer necessário. • Levar o Brasil e o mundo ao público regional e projetar o Rio Grande do Sul nacional e internacionalmente. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO • Utilizar plataformas digitais, próprias ou de terceiros, incluindo redes sociais, inteligência artificial e novas tecnologias de forma ética, transparente e responsável, sempre com supervisão humana. • Investir continuamente em inovação, novos formatos, linguagens e modelos de distribuição de conteúdo, garantindo presença em canais relevantes e alcance de todos os públicos. VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Projeto 'Caçadores de Verdades' leva experiência com game educativo sobre fake news a estudantes em São Luís

Publicado em: 09/05/2026 15:46

Projeto 'Caçadores de Verdades' leva experiência com game educativo sobre fake news a estudantes em São Luís Divulgação/Assessoria O excesso de informações nas redes sociais tornou a checagem de fatos um desafio cotidiano. Em períodos de grande circulação de conteúdo, como eleições, boatos e desinformação tendem a se espalhar com mais facilidade, inclusive em temas frequentemente alvo desse tipo de conteúdo, como a vacinação. Diante desse cenário, o projeto Caçadores de Verdades aposta em uma abordagem educativa e interativa para aproximar jovens do tema. A iniciativa utiliza um game como ferramenta para estimular o pensamento crítico sobre o consumo e o compartilhamento de informações. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Como parte da programação, estudantes do Centro de Ensino Maria José de Aragão, na Cidade Operária, em São Luís, participaram de uma roda de conversa sobre fake news, desinformação e os impactos do compartilhamento de conteúdos falsos no cotidiano. O encontro promoveu um espaço de troca e escuta, no qual os jovens puderam compartilhar experiências e reflexões sobre o tema. “Levar esse debate para dentro da escola e da comunidade é muito importante porque os jovens estão em contato com informações o tempo todo. Quando eles entendem como a desinformação funciona, passam a ter mais cuidado e também ajudam outras pessoas ao redor deles a refletirem sobre isso”, afirmou Nicolle Machado, coordenadora do projeto. Vídeos em alta no g1 Entre os estudantes, a atividade gerou identificação e expectativa para a próxima etapa. “Gostei muito do bate-papo porque fez a gente entender que fake news realmente está em todo lugar e que precisamos ter cuidado antes de acreditar e compartilhar qualquer coisa”, comentou o aluno Alisson Santos. Já Igor Guilherme disse estar animado para experimentar o jogo. “Agora eu tô ansioso para o dia do teste, porque quero ver como funciona o jogo e aprender mais jogando.” A próxima etapa da programação será o teste de jogabilidade do game, marcado para o dia 12 de maio. Na ocasião, os alunos poderão experimentar o jogo e contribuir com sugestões para o desenvolvimento da iniciativa. Caçadores de Verdades Ambientado na cidade fictícia de Fuxicópolis, o game coloca o jogador no papel de um jornalista investigativo responsável por apurar o desaparecimento de uma estátua na praça da cidade. Na primeira fase, já disponível, ele precisa reunir pistas, ouvir diferentes versões e checar informações antes de publicar uma matéria. Ao longo da investigação, a toupeira passa a ser apontada como principal suspeita por seu histórico financeiro e por ter trabalhado com cobre, material da estátua. O jogador, no entanto, precisa analisar relatos, confrontar versões e identificar contradições nas informações que circulam pela cidade. A proposta utiliza elementos de narrativa e gamificação para transformar o processo de checagem e apuração jornalística em uma experiência prática e interativa. Realizado com apoio da Lei Paulo Gustavo, o projeto Caçadores de Verdades é desenvolvido em parceria com a Liga Acadêmica de Desenvolvimento de Games da UNDB, com participação da Poli Companhia (associação artística) e da Organik Produções Culturais. A iniciativa conecta educação, tecnologia e participação estudantil no enfrentamento à desinformação.

Palavras-chave: tecnologia

Quem é o novo procurador-geral do MPMS que trocou o futebol pelo Direito e aposta em IA para gerir órgão

Publicado em: 09/05/2026 12:20

Romão Avila Milhan Junior, novo procurador-geral do MPMS. MPMS/Reprodução Romão Avila Milhan Junior tomou posse como procurador-geral de Justiça do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) na noite desta sexta-feira (8), em Campo Grande. Eleito para o biênio 2026-2028, o novo chefe da instituição assume com o plano de modernizar o órgão por meio da Inteligência Artificial (IA) e fortalecer o combate ao crime organizado por meio de uma atuação resolutiva. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp A solenidade oficializou Romão no cargo após eleição realizada em março. O evento reuniu autoridades, como o governador Eduardo Riedel (PP) e procurador-geral da República, Paulo Gonet, além de outros representantes do Judiciário e da sociedade civil. Vídeos em alta no g1 Do gramado ao Direito Durante a cerimônia, Romão relembrou sua trajetória e a infância no Paraná, quando planejava uma carreira diferente. O procurador utilizou a experiência no esporte para definir sua filosofia de trabalho. Romão associa a trajetória nos gramados ao aprendizado sobre o trabalho em equipe, princípio que aplica na gestão do órgão. “Alguns dos presentes aqui e membros do Ministério Público sabem que o meu sonho não era ser promotor de Justiça, e sim jogador de futebol. Neste período, aprendi muito sobre humildade e que ninguém chega a lugar nenhum sozinho. Para tudo o que formos construir, precisamos de um time”, afirmou. Romão reforçou que o sucesso da instituição depende da união de esforços. "Minha gratidão começa em casa, com a Cândice e meus filhos, que dão a estrutura para o trabalho diário. Eu sou apenas mais uma peça. No contexto nacional e estadual, isso se repete, ninguém resolve nada sozinho. É uma união de esforços e instituições", destacou. Inteligência Artificial e modernização A nova gestão prioriza a inovação tecnológica para agilizar processos. O destaque é o projeto LuminIA, uma ferramenta de Inteligência Artificial integrada para automação de tarefas e apoio à tomada de decisões. O sistema será aplicado em áreas como a defesa da infância, juventude e proteção do patrimônio público. Além da tecnologia, o plano estratégico inclui: Criação da Escola de Liderança e Gestão; Programas de saúde mental e bem-estar para servidores; Fortalecimento dos Centros de Apoio Operacional (CAOs). Missão e atuação resolutiva Sobre o papel do Ministério Público, o novo procurador-geral defendeu uma postura que busque soluções diretas e rápidas para a sociedade, sem invadir as competências dos outros poderes. “Não somos os idealizadores nem os produtores das políticas públicas; isso compete ao Legislativo e ao Executivo. Ao Ministério Público compete fomentar e fiscalizar a boa aplicação dessas políticas. Defendo um Ministério Público Resolutivo. Buscamos soluções diretas, rápidas e eficazes", explicou. Ele citou como exemplo o modelo do "Compor", em Minas Gerais, onde o diálogo entre instituições e iniciativa privada resolve conflitos de forma célere. "O Ministério Público cumpre sua missão quando trabalha em conjunto, entendendo que é a iniciativa privada quem produz e paga os tributos para que o Estado cumpra seu papel". Combate ao crime e segurança No eixo investigativo, a gestão focará no aperfeiçoamento do Mercúrio, ferramenta para análise de dados bancários, e na integração com redes nacionais como o Hórus Connect. Na segurança institucional, o plano prevê o monitoramento eletrônico 24 horas e reforço policial nas comarcas do interior. Quem é Romão Milhan Junior? Natural de Umuarama (PR), Romão formou-se em Direito em 2007. Promotor de Justiça em Mato Grosso do Sul desde 2010, atuou em comarcas como Itaporã, Ponta Porã e Dourados. Presidiu a associação estadual da categoria (ASMMP) por dois mandatos e, em fevereiro de 2026, assumiu a coordenação do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC).

6 tecnologias antigas que intrigam a ciência moderna (e ainda são difíceis de replicar)

Publicado em: 09/05/2026 12:06

Muitas vezes, o que foi alcançado há muito tempo atrás é surpreendente. Getty Images via BBC Segredos perdidos, mistérios impossíveis, conhecimentos esquecidos... certas conquistas tecnológicas intrigaram gerações inteiras durante séculos. Mesmo quando a ciência moderna começou a explicá-las, a admiração pela sofisticação do que diferentes culturas desenvolveram não diminuiu. Tudo por meio de tentativas e erros, observação meticulosa e habilidade artesanal transmitida de geração em geração, até que se chegassem a soluções que funcionavam maravilhosamente bem. De uma taça deslumbrante a estruturas que resistem a terremotos e à corrosão da água do mar, incluindo esferas de ouro inexplicáveis, chapas de metal "fluidas" e cores sempre vibrantes. Veja os vídeos em Vídeos em alta no g1 Tudo demonstra um conhecimento refinado que levou séculos para traduzirmos para a linguagem científica moderna. Aqui estão alguns exemplos dessas técnicas admiráveis, várias delas esquecidas, mas quase todas agora decifradas. Compreendê-las nos deixou com ainda mais respeito pelos artesãos, arquitetos e químicos que as inventaram. 1. Taça de Licurgo — século 4 A taça de Licurgo, no Museu Britânico, é descrita como "a peça de vidro mais espetacular do período, com decoração abundante, que se sabe ter existido". The Trustees of the British Museum via BBC A Taça de Licurgo chama a atenção imediatamente. A taça de vidro é coberta com várias cenas que retratam a morte de Licurgo, rei dos Édonos na Trácia. Esculpida em uma única peça de vidro, apresenta uma estrutura externa de folhas de videira vazadas que parecem flutuar ao redor do recipiente. Conhecidas como diatretas, essas peças eram artigos de luxo que exigiam precisão, tempo e habilidade excepcionais para serem fabricadas sem quebrar o vidro durante o processo. Poucos exemplares sobreviveram e, entre eles, a Taça de Licurgo se destaca, não apenas por seu estado de conservação, mas também por sua intrincada decoração figurativa. Mas o aspecto verdadeiramente extraordinário surge quando se muda a iluminação. Se a luz incide do mesmo lado que o observador, a taça parece verde; mas se a luz vem do lado oposto e atravessa o vidro em direção ao observador, ela parece vermelha. A mesma taça, agora com cor vermelha. © The Trustees of the British Museum via BBC Esse comportamento em resposta à luz, seja refletida ou transmitida, foi um grande enigma até o final do século 20, quando pesquisadores do Museu Britânico, usando microscopia eletrônica, descobriram o motivo. O vidro contém nanopartículas de ouro e prata dispersas de forma incrivelmente uniforme. O efeito é chamado de "ressonância plasmônica de superfície": as nanopartículas absorvem e dispersam diferentes comprimentos de onda da luz, dependendo do ângulo de incidência. Pesquisadores nas áreas de óptica e biomedicina estão agora aproveitando esse fenômeno. A hipótese acadêmica mais aceita é que os romanos obtiveram esse resultado introduzindo pequenas quantidades de ouro e prata no vidro e que o lento processo de resfriamento, sob condições específicas, gerou essas partículas extremamente finas. O controle técnico era tão extremamente delicado e difícil de reproduzir que o conhecimento se perdeu. 2. Contas de ouro etruscas — séculos 7-4 a.C. Contas de ouro etruscas — séculos 7-4 a.C. Getty Images via BBC Se você observar atentamente uma joia etrusca, verá superfícies cobertas por centenas — às vezes milhares — de minúsculas contas de ouro, com menos de meio milímetro de diâmetro, dispostas com impressionante regularidade e precisão. Não há costuras visíveis. Nenhuma solda para distorcer as esferas. Elas simplesmente estão lá, coladas com uma precisão técnica que, por séculos, ninguém entendia como tinham sido feitas. A resposta só veio no século 20, quando, graças à arqueometalurgia experimental, a compreensão de como esse efeito foi alcançado começou a se consolidar. A explicação moderna mais aceita é que os ourives etruscos trabalhavam as peças unindo ouro a ouro em temperaturas muito baixas; o metal precioso se fundia consigo mesmo sem derreter completamente. Eles colocavam minúsculas esferas na superfície e as fixavam com uma mistura quase invisível de sais de cobre e um aglutinante orgânico. Quando a peça era aquecida no forno, o cobre permitia que os pontos de contato se soldassem sem que o ouro derretesse completamente. Assim, cada conta era perfeitamente posicionada. Elegante, sutil, eficaz. A diferença entre compreender o princípio e executá-lo com a maestria etrusca é, no entanto, considerável. Vários estudos em publicações como Archaeometry e Studies in Conservation documentam o que os joalheiros modernos que tentaram replicá-lo descrevem como um desafio formidável. O controle da temperatura, a uniformidade das esferas, a consistência do aglutinante, a disposição de centenas de pontos de contato simultâneos: cada variável importa. Os ourives etruscos aperfeiçoaram essa arte ao longo de gerações, conseguindo produzir essas obras-primas com fornos de carvão e ferramentas de bronze. 3. O pigmento azul maia – séculos 9-16 Os murais de 1,6 mil anos do templo maia de Chichen Itza ainda conservam cores vibrantes, incluindo o azul, que normalmente desbota. Getty Images via BBC O azul maia é um dos pigmentos mais resistentes que se conhece. Murais pintados há mais de mil anos em Chichen Itza, Bonampak e Cacaxtla mantêm sua cor com uma vivacidade que desafia o tempo, a umidade tropical, os ácidos e os álcalis. Análises modernas revelaram que se trata de uma combinação de índigo — o corante orgânico extraído da planta Indigofera suffruticosa — com palygorskita, uma argila fibrosa com uma estrutura porosa particular. O índigo fica preso nos canais da argila, protegido do ambiente. A composição básica do pigmento é conhecida há décadas e, desde pelo menos 1990, vários grupos de pesquisa conseguiram obter réplicas aproximadas em laboratórios. Mas "aproximado" não é o mesmo que "idêntico", e o desafio reside no fato de que a extraordinária estabilidade do azul maia depende de detalhes minuciosos na interação entre o corante e a argila em nível molecular. A pesquisa atual se concentra em compreender precisamente como o índigo se organiza dentro da estrutura da palygorskita e quais fatores mineralógicos influenciam sua estabilidade, incluindo o tipo de argila utilizada. Estudos recentes publicados no Journal of Cultural Heritage and Applied Clay Science continuam a refinar esse modelo, especialmente no que diz respeito a essas interações em nanoescala, que ainda não estão totalmente caracterizadas. Além da química, alguns pesquisadores apontam para textos e representações iconográficas que sugerem que a preparação do azul maia ocorria em contextos rituais, associados ao copal e ao incenso. Se isso for correto, a produção do belo e duradouro azul maia não era apenas uma técnica, mas também algo simbólico. 4. Concreto romano — séculos 2 a.C. – 3 d.C. O concreto romano desafia a passagem do tempo, em terra e no mar. Getty Images via BBC Um fato comprovado é que o concreto romano dura milênios. Basta olhar para o Panteão, o magnífico "templo de todos os deuses", com a maior cúpula de concreto não armado do mundo, que permanece de pé desde 125 d.C. Mas talvez ainda mais impressionante seja o que acontece debaixo d'água. Cais e estruturas portuárias do Império sobrevivem submersos no Mediterrâneo, demonstrando uma durabilidade excepcional em ambientes marinhos, enquanto o concreto moderno se deteriora em apenas algumas décadas sob as mesmas condições. O mecanismo permaneceu um mistério por muito tempo porque o concreto romano é diferente do concreto moderno, que utiliza cimento Portland, um material obtido pelo aquecimento de calcário e argila a temperaturas extremamente altas, gerando resistência rapidamente. Em contraste, o concreto romano desenvolvia suas propriedades mais lentamente, às vezes ao longo de séculos, e utilizava pozolana, a cinza vulcânica que os romanos obtinham principalmente da região de Pozzuoli, misturada com cal e, no caso das estruturas portuárias, água do mar. Por décadas, os pesquisadores conheciam os ingredientes, mas não compreendiam completamente o resultado. Entre o final do século 20 e o início do século 21, equipes de universidades e centros de pesquisa realizaram uma série de estudos que ajudaram a completar o quadro. Descobriu-se que a interação a longo prazo entre cal, cinzas vulcânicas e água do mar promove a formação de novos minerais, como a tobermorita e outras fases cristalinas, que podem preencher continuamente as microfissuras. O concreto se auto-reforça. Isso não é uma metáfora: os cristais crescem fisicamente dentro das fissuras e as selam. Isso foi verificado experimentalmente e documentado em estudos recentes, incluindo artigos publicados na revista Science Advances. O material já foi replicado em laboratório. O obstáculo para adotá-lo em escala industrial não é apenas técnico, mas também logístico e econômico, pois requer cinzas vulcânicas específicas e processos diferentes dos utilizados na indústria da construção moderna. 5. Aço de Damasco – séculos 3 a 18 A maioria das peças atualmente descritas como aço de Damasco são recriações que imitam seu padrão ondulado, mas não o material original, como as da imagem. Getty Images via BBC O aço de Damasco é lendário. Na Idade Média, dizia-se que espadas forjadas com ele podiam até cortar um lenço de seda no ar. As espadas de aço eram reconhecíveis pelo seu padrão ondulado característico na superfície, que se tornou sua marca registrada, e destacavam-se por uma combinação excepcional de dureza, poder de corte e elasticidade que as impedia de quebrar. Embora seja conhecido como aço de Damasco, sua origem está muito mais a leste, no sul da Ásia, onde habilidosos metalúrgicos trabalhavam o material do qual eram feitos. Era um aço com alto teor de carbono, conhecido como wootz. Eles o produziam colocando ferro e uma fonte de carbono — como plantas ou madeira — dentro de um crisol (recipiente resistente a altas temperaturas), que era então selado e aquecido até que tudo derretesse completamente. Dessa forma, o metal se liquefazia completamente, o carbono se distribuía homogeneamente e, após um resfriamento lento, formavam-se estruturas internas extremamente finas. Lingotes desse aço viajavam pelas redes comerciais até o Oriente Médio, onde ferreiros habilidosos os transformavam nas prestigiosas espadas e adagas. A técnica se perdeu por volta do século 18, provavelmente, segundo a literatura acadêmica, devido a uma combinação de fatores, incluindo o esgotamento dos depósitos específicos de ferro indiano que constituíam sua matéria-prima. Sem esse minério com seu perfil exato de impurezas, a magia deixou de funcionar. Na década de 1980, os metalurgistas americanos Oleg D. Sherby e Jeffrey Wadsworth (Universidade Stanford) propuseram uma explicação experimental para o aço de Damasco. Eles demonstraram que suas características podiam ser reproduzidas com aços modernos de alto carbono, que desenvolvem padrões ondulados semelhantes durante o resfriamento. A partir desse e de outros estudos, o mistério de seu funcionamento geral foi solucionado, embora nem todos os seus detalhes históricos tenham sido revelados. Hoje em dia existem aços modernos capazes de igualar ou mesmo superar o desempenho de corte do aço de Damasco, mas isso não apaga a imagem de uma espada forjada com maestria cortando um delicado lenço de seda em pleno voo. 6. Alvenaria poligonal inca – séculos 15-16 Detalhe de uma parede de pedra esculpida em Cusco, Peru. A pedra central possui 12 vértices. Getty Images via BBC A arquitetura inca em pedra desafia a intuição. Blocos de pedra pesando várias toneladas encaixam-se com tamanha precisão que nem mesmo uma folha de papel caberia entre eles. Não há argamassa. Nem cimento. Apenas pedra contra pedra, encaixadas com uma precisão que parece impossível para uma civilização sem ferro, sem roda funcional para transporte pesado e sem ferramentas modernas. Em lugares como Sacsayhuamán ou Machu Picchu, as paredes não apenas se encaixam: elas resistem. Sobreviveram a séculos de terremotos que derrubaram construções coloniais muito mais recentes. As pedras não são uniformes nem retangulares; são irregulares, com múltiplas faces que se encaixam como um quebra-cabeça tridimensional. Por muito tempo, a pergunta foi inevitável: como eles alcançaram esse nível de precisão? A resposta, documentada em detalhes pelo arquiteto e pesquisador Jean-Pierre Protzen em um artigo de 1985 no Journal of the Society of Architectural Historians, é ao mesmo tempo simples e humana: martelos de pedra dura, um processo sistemático de tentativa e erro e abrasão progressiva. Os incas trabalhavam cada bloco individualmente: esculpiam uma face, colocavam-na contra a pedra adjacente para verificar os pontos de contato, marcavam os pontos mais altos, reduziam-nos e repetiam o processo até obter um encaixe perfeito. Protzen demonstrou isso na prática: ele próprio replicou o processo em campo, com ferramentas semelhantes às que os pedreiros incas teriam usado. Embora não haja nenhum segredo tecnológico oculto, existe algo difícil de replicar em grande escala hoje em dia: o nível de precisão e o tempo investido por milhares de trabalhadores organizados em um sistema de mita, ao longo de anos ou décadas, com um conhecimento da terra e da pedra acumulado ao longo de gerações.

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Revolução dos provedores: sua internet de bairro também poderá ser sua operadora de celular

Publicado em: 09/05/2026 07:30 Fonte: Tudocelular

Sabe o provedor local de internet que instalou a fibra óptica na sua casa? Ele pode estar prestes a se tornar também a sua operadora de telefonia móvel. A empresa de telecomunicações Algar acaba de lançar o Telco in a Box, solução que permite a pequenos e médios provedores de internet (ISPs) oferecer planos de celular com marca própria, sem precisar das suas próprias antenas. A novidade funciona no modelo de operadora móvel virtual, conhecido pela sigla MVNO. Na prática, a Algar fornece toda a infraestrutura e a rede móvel, enquanto o provedor local cuida da parte comercial e do atendimento ao cliente. É uma estrutura "white label", onde a tecnologia é de um, mas a marca que aparece no chip é do provedor.O objetivo central da iniciativa é facilitar a operação de provedores que desejam diversificar seu menu de ofertas. Ao adicionar o celular ao catálogo, essas empresas conseguem criar combos que unem a banda larga fixa com a telefonia móvel, oferecendo pacotes mais completos ao consumidor final. Atualmente, mais de uma dezena de ISPs em todo o Brasil já operam com a plataforma.Clique aqui para ler mais

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Parada LGBTQIA+ de RR destaca participação política nas eleições: 'Votar é Cuidar'

Publicado em: 09/05/2026 06:01

Parada LGBTQIA+ de RR destaca participação política nas eleições: 'Votar é Cuidar' Sophie Emeny/Arquivo “Votar é Cuidar: Pela Saúde de Todas as Cores” é o tema da 25ª Parada do Orgulho LGBTQIA+ de Roraima, voltado para a conscientização política. O evento reúne artistas locais e nacionais neste sábado (9), na Praça Fábio Marques Paracat, no Centro de Boa Vista, a partir das 17h. Segundo o presidente do Grupo DiveRRsidade, Sebastião Diniz Neto, de 40 anos, a programação contará com ações voltadas à comunidade LGBTQIA+ sobre a importância do voto em candidatos e representantes que “não tenham medo de se assumir ou de levantar a bandeira da população LGBT”. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp "Trazendo essa responsabilidade para as eleições, para que os candidatos não nos usem de forma preconceituosa para tirar votos daqueles que realmente são assumidos com as políticas públicas voltadas à população LGBT no nosso estado", explicou. 🔍ENTENDA: A sigla LGBTQIA+ inclui identidades de gênero e orientações sexuais, representa pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, queer, intersexo, assexuais e muito mais. 🗳️ Cidadania — A eleição e o poder do voto são os pontos centrais do projeto Amazônia Que Eu Quero 2026, que neste ano tem como tema "Democracia na era digital: o uso das novas tecnologias no processo eleitoral". Iniciativa da Fundação Rede Amazônica, a ideia é discutir como as ferramentas digitais influenciam a participação política e a escolha dos representantes. Programação com drag queens As drag queens Gysella Popovick, Silvetty Montilla e Thália Bombinha são as atrações nacionais desta edição. Além delas, o evento contará com artistas locais, como Carola, Katty Morais e banda, além da banda Elos. "Nós estaremos realizando um evento de direitos humanos e cuidado com as pessoas mais vulneráveis, promovendo o respeito, a integridade e a qualidade de vida para pessoas que continuam sendo discriminadas neste país somente por serem homossexuais", disse o presidente. Entenda o que significa a sigla LGBTQIA+ Mais que uma letra: entenda o que significa a sigla LGBTQIA+ Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

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Brasil desenvolve foguete para reduzir dependência externa em lançamentos espaciais

Publicado em: 09/05/2026 06:01

Tecnologia desenvolvida em São José pode colocar primeiro foguete brasileiro em órbita O Brasil está desenvolvendo um foguete brasileiro que pode colocar satélites em órbita sem depender de outros países. E parte dessa tecnologia é feita por empresas de São José dos Campos e Jacareí, no interior de São Paulo. O projeto é do Microlançador Brasileiro (MLBR), um foguete de pequeno porte que está sendo criado por um conjunto de empresas com apoio da Agência Espacial Brasileira (AEB) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp O foguete terá cerca de 12 metros de altura (equivalente a um prédio de quatro andares) e capacidade para transportar satélites de até 40 quilos. Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), entre os países que possuem atualmente capacidade própria de lançar satélites ao espaço estão Estados Unidos, Rússia, China e Índia. Uma das empresas que lidera o projeto é a CENIC, de São José dos Campos. Segundo os responsáveis pelo desenvolvimento, os satélites lançados poderão ser usados em áreas como telecomunicações, monitoramento ambiental, agricultura e defesa. "Desde sistemas de navegação próprios semelhantes ao GPS, passando por sistemas de observação da Terra, sensoriamento, previsões meteorológicas, ou seja, existe uma grande quantidade de aplicações possíveis", disse o engenheiro Ralph Correa ouvido pela Rede Vanguarda. Maquete de foguete, em empresa de São José dos Campos. Gabriel Guimarães/TV Vanguarda Ao todo, 10 empresas brasileiras participam do desenvolvimento do foguete. A maioria delas fica no Vale do Paraíba, como a CENIC e a PlasmaHub, em São José dos Campos. As companhias atuam em diferentes áreas do projeto, como sistemas de lançamento, aerodinâmica e desenvolvimento da tecnologia espacial do microlançador. "É uma atividade técnica de engenharia bastante complexa. E todo mundo gosta de dizer desafio, né? Então, aqui o pessoal trabalha com essa motivação. Para o Brasil conseguir autonomia no lançamento desses foguetes é como conquistar uma chave que abre as portas para o espaço. No mundo, pouquíssimos países possuem essa chave", disse Toshiaki Yoshino, diretor de programas. A expectativa é que o primeiro lançamento aconteça a partir de 2027, após a conclusão das etapas de testes e qualificação dos sistemas. O lançamento deve ser feito no Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, considerado estratégico por ficar próximo à linha do Equador. Ao todo, o projeto recebeu investimento de R$ 189 milhões do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, em parceria com a Agência Espacial Brasileira. Se o lançamento for bem sucedido, vai colocar o Brasil numa lista seleta de países que possuem o chamado Acesso Independente ao Espaço. Ou seja, produzem satélites, têm base de lançamento própria e são capazes de produzir os foguetes. "É muito gratificante, porque mostra que a gente consegue fazer tecnologia de ponta no Brasil, não só aquilo pelo que a gente é muito conhecido lá fora, como a nossa cultura, mas também mostrar que a gente é capaz de fazer coisas que são exemplo para o mundo todo em termos de tecnologia", disse o engenheiro de sistemas Raphael Galate. Imagem de foguete desenvolvido pelo Brasil. Reprodução/MLBR Imagem de foguete desenvolvido pelo Brasil. Reprodução/MLBR Imagem de foguete desenvolvido pelo Brasil. Reprodução/MLBR Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Dissidentes das Farc e facções brasileiras aliam-se por controle de crimes na Amazônia, diz coronel do exército colombiano

Publicado em: 09/05/2026 06:00

Rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). GETTY IMAGES/via BBC As Forças Armadas da Colômbia confirmaram a atuação conjunta entre grupos dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e facções criminosas brasileiras que operam no Amazonas. A confirmação foi dada na sexta-feira (8), durante atividades da Operação Ágata, realizada na fronteira do Brasil com o Peru e com a Colômbia, com apoio das forças de segurança dos três países desde abril. Em entrevista ao g1, o coronel colombiano Rodriguez Contreras Carlos detalhou que facções como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) mantêm parcerias estratégicas com guerrilheiros para o controle de crimes ambientais e o tráfico de drogas na região de fronteira. De acordo com o militar, essa associação criminosa ocorre principalmente com estruturas conhecidas como "Comandos de Fronteira" e a frente "Carolina Ramírez". Esses grupos são formados por dissidentes da Farc que não aderiram ao acordo de paz de 2016 e seguem operando na ilegalidade. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Várias estruturas de delinquência organizada do Brasil estão presentes na Colômbia e têm esse relacionamento com os Comandos de Fronteira e a Carolina Ramírez, que são dissidentes das Farc. Segundo o coronel, a parceria entre as organizações criminosas dos dois países tem acelerado a devastação da floresta. O oficial destacou que o crime na fronteira evoluiu para uma rede que explora diversos recursos naturais de forma predatória. "Esses grupos estão presentes na região fazendo negocio, narcotráfico, garimpo ilegal. Essas estruturas, esses grupos já ultrapassaram fronteiras", afirmou. Ainda de acordo com o oficial, o avanço do garimpo ilegal e a retirada de madeira são pilares que sustentam financeiramente os grupos armados. Para combater essas estruturas, que operam de forma transnacional, os exércitos de Brasil, Colômbia e Peru intensificaram o compartilhamento de tecnologia e soldados. "O trabalho tem sido de intercâmbio, de inteligência, e também temos capacidade com o nosso pessoal. É bastante importante que se mantenha esse tipo de relacionamento, isso nos permite ser mais contundente contra todos os fatores dessa guerra", pontuou o militar. Ao g1, o chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa, Paulo César Bittencourt Ferreira, defendeu a necessidade de atualização constante frente ao avanço tecnológico das organizações criminosas. "Quando nós vemos a criminalidade, que consegue recursos e que pode se desenvolver tecnologicamente com o uso de drones, armamentos e blindagem, nós temos também que acompanhar essa evolução. Diante do desafio que é a área geográfica da Amazônia e a extensão da nossa fronteira, temos que ter essa evolução: ação concentrada, equipamentos atualizados, modernos e em quantidade, juntamente com o reforço de pessoal", concluiu. Mais de 15 toneladas de drogas são apreendidas em operação militar na fronteira do Amazonas com o Peru Facções transformam crimes ambientais em nova fronteira do poder no Amazonas Como facções estão expandindo atuação na Amazônia Dados reunidos no estudo Cartografias da Violência na Amazônia 2025, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, indicam que facções como o CV e o PCC passaram a tratar crimes ambientais como fonte estratégica de financiamento, lavagem de dinheiro, domínio regional e parte da engrenagem de poder. O estudo aponta que o Rio Solimões e suas afluentes estão sendo usados por esses grupos criminosos como rotas estratégicas para escoar 'produto' de crimes ambientais. Os pesquisadores também observaram uma mudança no perfil do crime na região - antes concentrado na disputa pelas rotas do tráfico e, agora, focado na extração clandestina de recursos naturais da Amazônia. “Essas organizações chegam à Amazônia com interesse estratégico em controlar a cadeia do tráfico de drogas direto da produção. A partir do momento em que se inserem na economia ilegal local, passam a explorar outras possibilidades, como o garimpo, que permite reinvestir e lavar o dinheiro obtido com o tráfico,” disse Ariadne Natal, pesquisadora sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. De acordo com o coronel e membro do Instituto Brasileiro de Segurança Pública, Francisco Xavier, a expansão do CV e do PCC no estado busca fortalecer três pontos das organizações: a necessidade de se expandir as atividades criminosas para além do narcotráfico; o uso do garimpo como esconderijo de criminosos foragidos da Justiça e compartilhamento do sistema logístico do garimpo ilegal pelo narcotráfico. Segundo informações apuradas pelo g1, o ouro ilegal extraído dos garimpos, se tornou a principal moeda utilizada por facções criminosas para financiar a compra de pasta-base de cocaína no Peru e na Colômbia. Investigações mostram que o narcotráfico está diretamente ligado a um portfólio de crimes ambientais que servem tanto para gerar recursos quanto para lavar o dinheiro. Infográfico mostra que crimes ambientais nestas cidades servem para lavagem de dinheiro e domínio do PCC e do CV Arte/g1

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Apple e Intel fecham acordo para produzir chips de iPhones e Macs nos EUA

Publicado em: 09/05/2026 02:00 Fonte: Tudocelular

Em uma reviravolta no mercado de tecnologia, a Apple e a Intel alcançaram um acordo preliminar para que a gigante americana volte a fabricar processadores para os dispositivos da Maçã. O movimento, reportado pelo The Wall Street Journal, marca o reencontro de duas "frenemies" (amigas-inimigas) após a Apple ter abandonado os chips de design Intel em 2020 para focar em sua própria arquitetura. A parceria surge em um momento de forte pressão na cadeia de suprimentos global. Atualmente, a TSMC é a única fabricante do Apple Silicon, mas a alta demanda por IA e limitações produtivas restringiram os estoques da linha iPhone 17 no último trimestre. Diante disso, a administração Trump teria impulsionado o acordo para fortalecer a produção de semicondutores nos EUA.Embora os detalhes técnicos sejam preliminares, o analista Ming-Chi Kuo sugere que a Intel pode produzir chips da série M de entrada já em 2027. A Intel, sob o comando de Lip-Bu Tan, investe agressivamente em nós avançados como o 14A de 1.4nm. O objetivo é recuperar a liderança técnica perdida para a TSMC e Samsung, que dominam o setor atualmente.Clique aqui para ler mais

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Estudante da rede pública cria IA para ajudar alunos com TDAH a superar dificuldades em sala de aula no RS

Publicado em: 09/05/2026 00:01

Ferramenta Flexia foi desenvolvida por Kelvin Moraes, de 17 anos André Avila/Agência RBS Empatia pelos colegas e a experiência pessoal de um estudante o ajudaram a criar uma ferramenta capaz de transformar o dia a dia dentro das escolas. Kelvin Moraes, de 17 anos, mora em Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Aluno da rede estadual de ensino, ele desenvolveu a Flexia, uma assistente que usa Inteligência Artificial para ajudar estudantes com neurodivergências, como TDAH e dislexia, a acompanhar conteúdos em sala de aula. Entenda abaixo como funciona a ferramenta. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Kelvin está no 3º ano do ensino médio no Colégio Estadual 25 de Julho. O projeto nasceu como trabalho de conclusão do curso técnico de Desenvolvimento de Sistemas, que fez pelo Senac e concluiu no início deste ano. Vídeos em alta no g1 "A Flexia é uma IA tutora, foi criada para auxiliar os estudos, nós não temos o intuito de substituir o professor, mas, sim, ajudar o aluno quando o professor não está disponível ou realmente qualificado", explica. A ideia surgiu quando ele viu a descrição do concurso Gemini 3 Hackathon, da Google, que determinava que o projeto deveria "resolver um problema ou ser útil para uma comunidade". A partir daí, ele começou a pensar em qual problema que do dia a dia ele poderia resolver. "Eu queria fazer algo que também seria útil para mim, então em buscas de artigos, papers, estudos e outros itens", conta. Em um dos artigos científicos que leu, descobriu que o "TDAH e a dislexia são os diagnósticos mais frequentes em crianças com baixo rendimento escolar no Brasil" e começou a pensar em soluções para ajudar esses estudantes. A mãe, que tem formação em psicanálise, também o ajudou a entender melhor o cenário. Como funciona A assistente foi criada a partir da chamada "engenharia de prompt", que trata-se da instrução que a IA recebe para executar a tarefa. Quanto melhor estiver a ordem, melhor será o resultado. A Flexia é adaptada para pessoas com neurodivergências, com adaptações para cada tipo. Ele garante que a ferramenta não dá as respostas e, sim, instiga o aluno a buscá-la. "Usamos um método socrático de aprendizagem, onde questionamos o aluno ao invés de entregar algo pronto", destaca. A ideia de Kelvin é seguir desenvolvendo a Flexia para que a tecnologia possa ser implementada. Após a formatura, ele pretende cursar Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Computação e Psicologia. "Infelizmente a ferramenta não é gratuita, manter uma inteligência artificial não é algo barato. Os testes podem sim ser feitos, mas nós liberamos somente alguns vouchers para testes." Ele afirma que a tecnologia já está apta para ser usada. "A única coisa que falta são os alunos ou escolas interessados." Ferramenta Flexia foi desenvolvida por Kelvin Moraes, de 17 anos André Avila/Agência RBS VÍDEOS: Tudo sobre o RS

O que as discretas celebrações do Dia da Vitória na Rússia revelam sobre Putin e a guerra na Ucrânia

Publicado em: 09/05/2026 00:01

Trump anuncia trégua de 3 dias entre Rússia e Ucrânia Após semana tensa, a Rússia celebra neste sábado (9) o Dia da Vitória com um desfile na Praça Vermelha, em Moscou, e a presença do presidente Vladimir Putin e outras autoridades. A data marca a vitória há 81 anos da União Soviética sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Na sexta (8), o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um cessar-fogo de três dias entre Rússia e Ucrânia e uma troca de prisioneiros entre os países, reduzindo assim os temores sobre um possível ataque ucraniano ao desfile. Trump acrescentou que a pausa nos combates pode representar o "começo do fim" da guerra, que já entra em seu quinto ano. No entanto, parece improvável que a trégua abra caminho para um acordo de paz abrangente. No início da semana, cessar-fogos unilaterais declaradas por Ucrânia e Rússia fracassaram — com ambos os lados culpando um ao outro. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Ucrânia consentiu com o acordo mediado pelos EUA motivada pela perspectiva de libertar seus prisioneiros. Ao mesmo tempo, Zelensky publicou um decreto permitindo de forma irônica que a Rússia realizasse as celebrações do Dia da Vitória no sábado, declarando temporariamente a Praça Vermelha fora do alcance de ataques ucranianos. "A Praça Vermelha importa menos para nós do que as vidas dos prisioneiros de guerra ucranianos que podem voltar para casa", escreveu Zelenskyy no Telegram. Presidente da Rússia, Vladimir Putin, em Moscou em 30 de abril de 2026 Sputnik/Mikhail Metzel/Pool via Reuters Drones ucranianos e pressão sobre Putin A nova tecnologia de drones e mísseis da Ucrânia ajudou o país a atingir, com frequência e precisão, alvos em regiões profundas da Rússia nos últimos meses, especialmente grandes instalações petrolíferas. Enquanto isso, dentro da Rússia, sinais de insatisfação com algumas das políticas de guerra do Kremlin colocaram os holofotes sobre Putin, que deve fazer um discurso neste sábado para marcar o Dia da Vitória. No passado, a data teve exibições de pompa, fervor nacionalista e demonstrações do poderio militar russo. Neste ano, no entanto, a situação é diferente. Um desfile militar sem tanques Putin, que governa a Rússia há mais de 25 anos, tem usado a vitória da União Soviética na Segunda Guerra Mundial para mobilizar apoio a si próprio e à guerra na Ucrânia, além de projetar a influência global da Rússia. Por isso, foi surpreendente o anúncio de que o tradicional desfile deste ano acontecerá sem tanques, mísseis e outros equipamentos militares — com exceção dos aviões de guerra no tradicional sobrevoo — pela primeira vez em quase duas décadas. Autoridades atribuíram a decisão à "situação operacional atual", sem dar mais detalhes. O Exército russo, maior e mais bem equipado, está envolvido em uma ofensiva lenta e difícil na Ucrânia, enquanto os ataques ucranianos de longo alcance em território russo atingiram a produção de petróleo da Rússia, além de fábricas e depósitos militares, abalando o Kremlin. Alguns russos estão insatisfeitos com a censura na internet e o controle do governo sobre atividades online, incluindo o bloqueio do popular aplicativo de mensagens Telegram. Todo o acesso à internet móvel e os serviços de mensagens de texto serão restringidos em Moscou neste sábado. Segundo o governo russo, as medidas visam garantir a segurança pública. “Um desfile militar serve para demonstrar força e bravura, mas, se é realizado de forma furtiva (...) e com a internet bloqueada (para reduzir as chances de um drone de ataque ucraniano conseguir se orientar até o local), ele não demonstra nada além de medo e fraqueza”, escreveu Alexander Baunov, do centro de estudos Carnegie Russia Eurasia Center, com sede em Berlim, em uma análise publicada nesta semana. Rússia ameaça com forte retaliação caso seja atacada Autoridades russas advertiram repetidamente que Moscou tomaria medidas decisivas — incluindo um possível ataque em massa contra Kiev — caso ações ucranianas perturbassem os eventos oficiais programados para este sábado. O rei da Malásia, Sultan Ibrahim Iskandar, o presidente do Laos, Thongloun Sisoulith, o presidente do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev, o presidente do Uzbequistão, Shavkat Mirziyoyev, e o líder autoritário de Belarus, Alexander Lukashenko, eram esperados na capital russa. Na sexta, o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, membro da União Europeia, depositou flores no memorial do Túmulo do Soldado Desconhecido, nos arredores do Kremlin, após chegar a Moscou. Ele deve se reunir com Putin, mas ficará fora do desfile na Praça Vermelha. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia aconselhou embaixadas estrangeiras e organizações internacionais localizadas em Kiev a evacuarem seus escritórios caso o ataque aconteça, e o Ministério da Defesa também pediu que civis deixassem a cidade. Zelensky se reúne com lideranças europeias em Paris, em 6 de janeiro de 2026 Ludovic Marin/Pool via REUTERS

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