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Alunos de Boa Vista vencem etapa Norte de robótica com ferramenta para arqueólogos daltônicos

Publicado em: 26/11/2025 06:01

Alunos de Boa Vista vencem torneio regional de robótica com ferramenta que ajuda arqueólogos daltônicos Diane Sampaio/Semuc Uma equipe com quatro alunos de Boa Vista conquistou o primeiro lugar na categoria geral do First Lego League Challenge (FLL), uma versão do torneio mundial de robótica realizado em Manaus. Entre os itens que garantiram a vitória, está o projeto de acessibilidade para arqueólogos daltônicos, considerado o melhor entre os competidores da região Norte. 🏆 Em meio a 360 competidores, os roraimenses garantiram vaga para a fase nacional do torneio, marcada para março de 2026, em São Paulo. A FLL é uma das maiores competições de robótica do mundo, com etapas regionais, nacionais e internacionais. 🤖 A temporada deste ano teve como tema "Desenterrado", relacionado à arqueologia e escavações. No torneio, as equipes competem em duas frentes: com o robô e com o projeto de inovação. O robô é montado e programado pelos alunos para cumprir missões em um tapete temático, que simula situações ligadas à arqueologia. Esse robô funciona de forma independente do projeto de inovação. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp 💡 No projeto de inovação, o torneio exigiu que a equipe identificasse um problema real ligado ao tema da temporada e apresentasse uma solução tecnológica. Após pesquisar a rotina de arqueólogos, especialmente em cavernas, os alunos identificaram que profissionais daltônicos tinham dificuldade para interpretar mapas coloridos gerados por drones — principalmente nas cores vermelho e verde. Como solução, criaram uma ferramenta online que processa esses mapas e substitui as cores por formas geométricas, como quadrados, triângulos e cruzes. Assim, arqueólogos daltônicos conseguem usar as formas e interpretar as informações com precisão. Os alunos premiados fazem parte do Centro Municipal de Inovação (CMI) de Boa Vista, e formam a equipe I’Robot. Eles venceram na categoria geral por se destacarem também nos critérios de Design do Robô, Desafio do Robô e Core Values. A equipe é formada pelos alunos Felipe Louçana, 14 anos, Samuel Vargas, 11, Kauê Cavalcante, 13, e Isabele Vargas, 13, com orientação do professor Diego Veloso. Ficar entre os melhores do Norte deu à equipe a sensação de dever cumprido e de que o esforço valeu a pena, afirmou a coordenadora do Núcleo de Inovação e Robótica da Agência Municipal de Empreendedorismo, Julianna Silva dos Santos. "Mais do que um troféu, vencer significa reconhecimento, confiança e a prova de que eles são capazes de ir além. É perceber que crianças do CMI podem criar tecnologia relevante, trabalhar em equipe, aprender com desafios e conquistar espaço pelo talento e pela coragem de tentar", . Sobre o projeto de inovação O projeto surgiu a partir da identificação de um problema específico enfrentado por arqueólogos daltônicos, especialmente aqueles com daltonismo vermelho-verde (deuteranomalia), que têm dificuldade para interpretar mapas gerados por drones — ferramentas essenciais para localizar pontos de interesse em escavações. 🔍 A pessoa com deuteranomalia tem dificuldade em distinguir tons de verde, que podem parecer mais apagados ou serem confundidos com outras cores, como o vermelho ou o marrom. “A I’Robot se destacou não só pela técnica ou pelos movimentos precisos do robô, mas pela responsabilidade, maturidade e brilho nos olhos durante toda a competição”, afirmou Diego. Além da disputa, os estudantes também vivenciaram as interações típicas da FLL — conversas, amizades e troca de bottons com equipes de outros estados. First Lego League Challenge A competição desafia crianças e adolescentes a resolver problemas do mundo real por meio de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. O Torneio Internacional de Robótica Educacional utiliza kits LEGO Education e programação. A etapa regional ocorreu nessa sexta (21) e sábado (22). Veja mais sobre o mundo dos robôs: Robô que aprende com vídeos começa a ganhar espaço em fábricas e indústrias Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

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Robô para colheita de açaí começa a ser produzido em fábrica inaugurada no Amapá

Publicado em: 26/11/2025 06:00

Robô para colheita de açaí começa a ser produzido em fábrica inaugurada no Amapá O AçaíBot, primeiro robô brasileiro criado para colher açaí, foi lançado na segunda-feira (24) em Macapá. A tecnologia é desenvolvida pela empresa paraense KAA Tech, que também inaugurou uma fábrica na cidade. O equipamento sobe sozinho nos açaizeiros, corta os cachos e permite que uma pessoa colha até 1 tonelada por dia — dez vezes mais que na colheita manual. Segundo a empresa, a unidade foi instalada na Amazônia para aproximar a inovação de comunidades locais, como ribeirinhos, indígenas e quilombolas. Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça Reinaldo Santos, idealizador do AçaíBot, explica que o principal objetivo é acabar com os acidentes graves que incapacitam peconheiros todos os anos. “O robô acaba com o risco de queda, que deixa muita gente com sequelas para o resto da vida. Mulheres e pessoas mais velhas vão poder voltar a trabalhar com segurança. Esse é o nosso sonho: tirar a dureza do trabalho na floresta e levar dignidade pra essas pessoas”, disse. Segundo ele, a construção do equipamento é composta por materiais leves. O robô pode ser carregado em uma só mão e manuseado por meio de um pequeno controle intuitivo e possui a mesma tecnologia dos carros elétricos. LEIA MAIS: Extrativistas do Amapá apostam em retomada das exportações de açaí após fim das tarifas dos EUA Queda na exportação faz preço do açaí cair e chegar a R$ 8 no Amapá: 'as filas são imensas' Produção de açaí cresce e Amapá registra 22 mil toneladas em 2024, mostra IBGE Galerias Relacionadas Manoel de Nazaré, é presidente de uma cooperativa de açaí de Afuá (PA), a produção tem o Amapá como destino. Ele, que vive da colheita de açaí, contou que a criação marca uma nova era. “Vai revolucionar tudo. Acaba o esforço físico e o medo de cair da árvore. Com o robô a gente colhe muito mais e ganha mais", contou. Com a fábrica em funcionamento, a Kaatech planeja ampliar rapidamente a produção do AçaíBot para todos os estados da Amazônia Legal. A expectativa é transformar o açaí em um dos grandes pilares da economia sustentável brasileira, com segurança no trabalho, maior produtividade e preservação ambiental. Paulo Moisés, presidente da Bio+Açaí uma das principais cooperativas de produtores do Amapá, reforça que a tecnologia chega em um momento estratégico. “O colhedor deixa de ser artesanal e vira operador de máquina. É inovação chegando na hora certa, com mais renda, menos risco pro peconheiro e mais escala para levar o açaí aos grandes centros” O ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, representou o governo federal na inauguração e destacou o alinhamento do projeto com as políticas públicas para a bioeconomia. “É o que a Amazônia precisa: tecnologia que gera emprego, aumenta a renda e protege a floresta. O presidente Lula já conheceu o robô e apoia totalmente”, explicou AçaíBot — Robô para colheita de açaí passa a ser produzido no Amapá Isadora Pereira/g1 Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

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Autossuficiência à vista? CXMT anuncia novos chips DDR5 e LPDDR5X

Publicado em: 26/11/2025 04:52 Fonte: Tudocelular

Embora seja a maior fabricante de chips de memória DRAM da China, a CXMT costuma manter discrição sobre seus avanços tecnológicos, preferindo ficar fora do radar do governo americano — que já impôs diversas restrições ao país asiático. Ainda assim, ocasionalmente celebra suas conquistas para atrair novos clientes. Em um anúncio recente, a empresa revelou ter desenvolvido novos chips de memória DDR5-8000 e LPDDR5X-10667 para computadores e dispositivos móveis. Embora não tenha detalhado o processo de fabricação utilizado para atingir esses padrões, o lançamento representa um avanço significativo para a companhia.Isso porque a empresa não tem acesso às ferramentas de fabricação de ponta necessárias para construir DRAMs com tecnologias abaixo de 18 nm. Por isso, imagina-se que não tenha sido um processo muito revolucionário.Clique aqui para ler mais

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Como as células-tronco podem ajudar na recuperação do cérebro após um derrame

Publicado em: 26/11/2025 03:00

AVC: Conheça método que ajuda na identificação rápida dos sintomas Todos os anos, milhões de pessoas veem suas vidas mudarem em questão de minutos. Um vaso sanguíneo que leva sangue ao cérebro fica obstruído, os neurônios começam a morrer e o tempo corre. É um derrame, uma das principais causas de incapacidade em adultos. Estima-se que uma em cada seis pessoas sofrerá um destes também chamados Acidente Vascular Cerebral (AVC) na vida. 🧠 O cérebro humano é, de longe, o órgão mais complexo do nosso corpo. Sua arquitetura celular e sua organização em redes neuronais permitem funções tão sofisticadas como a linguagem, a memória ou a tomada de decisões abstratas. Mas essa mesma complexidade tem um custo: o tecido cerebral possui uma capacidade de regeneração muito limitada. Ao contrário da pele ou do fígado, os neurônios que morrem raramente são substituídos. Por isso, as lesões cerebrais estão na origem de muitas patologias associadas ao envelhecimento, e uma das mais graves e frequentes é o AVC isquêmico, causado pela interrupção do fluxo sanguíneo em uma área do cérebro. Embora os avanços nos tratamentos de emergência tenham melhorado as taxas de sobrevivência, atualmente não existe uma terapia capaz de reparar os danos neuronais decorrentes de um AVC. A reabilitação ajuda a recuperar parte das funções, mas em muitos casos os pacientes convivem com limitações motoras e cognitivas permanentes. Além disso, após um AVC, aumenta o risco de sofrer de depressão, demência e outras doenças neurodegenerativas. Mas isso pode mudar em breve, graças ao desenvolvimento de terapias baseadas em células-tronco. 🔬 Um novo horizonte terapêutico Nas últimas décadas, as terapias celulares estão abrindo portas para uma nova geração de tratamentos em medicina regenerativa. Essas terapias buscam substituir ou reparar tecidos danificados, introduzindo novas células capazes de sobreviver, amadurecer e acabar desempenhando as funções que foram perdidas. Como já foi mencionado, isso é especialmente importante em patologias que afetam o cérebro. Apesar de seu alto potencial, seu desenvolvimento é lento, pois deve se ajustar à legislação vigente em cada território e depende de grandes investimentos financeiros. Um precedente crucial ocorreu no final dos anos 1980 no Hospital Universitário de Lund, na Suécia. Uma equipe liderada por Anders Björklund e Olle Lindvall conseguiu transplantar células-tronco neurais para o cérebro de pacientes com a doença de Parkinson. Esta doença neurodegenerativa é caracterizada pela perda progressiva de neurônios dopaminérgicos, fundamentais para o controle dos movimentos corporais. Os resultados foram extraordinários: ao substituir os neurônios danificados, muitos pacientes recuperaram a função motora por mais de uma década. Essas experiências foram a primeira demonstração sólida de que o cérebro humano pode ser reparado usando células vivas. Desde então, a pesquisa avançou, técnicas foram refinadas e a regulamentação europeia estabeleceu marcos rigorosos para garantir a segurança e a qualidade desses tratamentos, agora englobados na categoria de medicamentos de terapia avançada (ATMP, na sigla em inglês). Atualmente, estão sendo realizados em todo o mundo diferentes ensaios clínicos que dão continuidade ao trabalho de Björklund e Lindvall e que trazem esperança aos pacientes com Parkinson e muitas outras doenças que afetam nosso cérebro. Neurônios produzidos em laboratório de pessoas com depressão, derivados de células-tronco pluripotentes induzidas Laboratório de Neuroproteômica LEIA TAMBÉM: Cientistas brasileiros criam minicérebros e neurônios em laboratório para estudar depressão O desafio do AVC Embora essa história tenha inspirado inúmeros estudos, o derrame cerebral representa um desafio diferente do da doença de Parkinson. A lesão isquêmica costuma ser mais extensa e heterogênea: não afeta apenas um tipo de célula, mas várias populações de neurônios, células gliais e também os vasos sanguíneos. Além disso, após um transplante, não basta que as células sobrevivam no cérebro do paciente. Elas devem se integrar funcionalmente, ou seja, enviar seus axônios (as prolongações que transmitem os impulsos nervosos) e estabelecer sinapses ou conexões adequadas com os neurônios sobreviventes, passando a fazer parte dos circuitos cerebrais. É como tentar reconstruir não apenas a estrutura de uma ponte, mas também seu tráfego: as conexões devem ser estabelecidas da maneira correta para que a informação flua. Portanto, além de adicionar novas células, o desafio no AVC consiste em reconectar o cérebro. Engenharia genética como ponto de inflexão É aqui que entra em jogo a engenharia genética, uma das tecnologias mais transformadoras da biologia moderna. Esta disciplina permite modificar as células para torná-las mais eficazes, mais resistentes ou mais capazes de se integrar no tecido danificado. No nosso caso, incorporamos às células transplantadas o gene que codifica a proteína BDNF (Brain-Derived Neurotrophic Factor), um fator neurotrófico que participa no desenvolvimento do cérebro e que favorece o crescimento dos axônios e a formação de sinapses. Com isso, buscamos facilitar a integração funcional dos novos neurônios no cérebro lesionado, um passo fundamental para que o transplante não apenas preencha uma lacuna, mas restaure a comunicação neuronal. Um debate necessário Mas essa capacidade de manipulação genética também levanta dilemas éticos, especialmente em relação aos limites de sua aplicação e seus possíveis efeitos a longo prazo. Os primeiros transplantes em pacientes com Parkinson mencionados anteriormente, por exemplo, foram realizados com células-tronco provenientes de tecido fetal. Hoje, graças ao trabalho do pesquisador japonês Shinya Yamanaka, Prêmio Nobel de Medicina em 2012, e sua descoberta das células-tronco de pluripotência induzida (iPS), é possível gerar células-tronco a partir das células adultas do próprio paciente. Por isso, hoje é muito frequente a geração em laboratório dessas células iPS a partir de biópsias da pele. Assim, evita-se grande parte dos conflitos éticos relacionados ao uso de embriões e diminui-se o risco de rejeição imune. Portanto, a questão não é mais se podemos modificar células para reparar o cérebro, mas com quais critérios, sob qual regulamentação e com qual responsabilidade. A história da medicina é feita de pequenas vitórias diante do impossível. Há apenas algumas décadas, a ideia de curar um cérebro danificado parecia um sonho inatingível. Hoje, graças à combinação de biologia, engenharia genética e medicina regenerativa, esse sonho começa a tomar forma nos laboratórios. Ainda há muitos desafios a serem resolvidos, mas cada novo avanço nos lembra algo essencial: o cérebro não só pode aprender, mas também pode ser reparado. * Este artigo foi originalmente publicado em espanhol no The Conversation. ** Daniel Tornero Prieto é professor de Biologia Celular e Diretor do Laboratório de Células-Tronco Neurais e Lesões Cerebrais da Universidade de Barcelona. Santiago Ramos Bartolomé é Biotecnólogo e Antropólogo Biológico da Universidade de Barcelona. Alba Ortega Gascó é pesquisadora de Pós-Doutorado em Neurociência da Universidade de Barcelona.

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Bambu Lab P1S oferece impressão 3D de alta qualidade com velocidade e até 16 cores

Publicado em: 26/11/2025 02:18 Fonte: Tudocelular

PubliCobrindo desde usuários casuais até grandes companhias, a impressão 3D é um processo que abriu novas possibilidades ao permitir que diferentes projetos pudessem sair do papel mais facilmente. Seja um enfeite ou uma peça de alta complexidade, essa tecnologia proporciona a produção de componentes com mais velocidade e custo reduzido. Compre a Bambu Lab P1S com módulo AMS De alcance global, a Bambu Lab faz parte da popularização da impressão 3D ao oferecer uma ampla variedade de modelos de impressoras para atender a diferentes necessidades. Entre as alternativas mais equilibradas está a Bambu Lab P1S, que se destaca pela velocidade, design fechado e a variedade de recursos. A novidade fica ainda mais versátil em combo com o módulo AMS, que facilita a impressão de diferentes coresClique aqui para ler mais

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Salão do Automóvel 2025: carros-conceito mostram o futuro de Fiat, Peugeot, Renault e Lecar; VÍDEO

Publicado em: 26/11/2025 02:00

Os protótipos do Salão do Automóvel de 2025 O Salão do Automóvel reúne alguns dos principais carros-conceito que antecipam tecnologias e produtos das marcas para os próximos anos. Peugeot, Lecar, Fiat e Renault aproveitam o evento para mostrar estudos de design, e direções técnicas e estratégicas para seus portfólios. Na mostra, a Peugeot apresentou o Inception, um sedã luxuoso e tecnológico que resume o que a marca projeta para o futuro: um carro potente, autônomo e com interior que lembra uma sala de estar. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Fabricantes apresentam conceitos no Salão do Automóvel de São Paulo de 2025 g1 A Lecar apresentou o que pode ser a primeira picape de uma marca brasileira desde a falência da Gurgel. Já a Renault mostrou a Niagara, conceito que deu origem ao SUV Boreal e deve chegar ao Brasil e à América Latina em 2026. A Fiat, por sua vez, apresentou o conceito Dolce Camper, que antecipa a nova linguagem de design da marca, com linhas retas e faróis e lanternas quadrados. Veja cada um deles abaixo. Peugeot Inception Peugeot Inception tem bateria de 800V Divulgação | Peugeot Durante o Salão do Automóvel, a Peugeot apresentou o Inception Concept pela primeira vez no Brasil. O sedã elétrico possui dois motores que somam 680 cv, tração integral e acelera de 0 a 100 km/h em menos de três segundos, segundo a marca. A bateria de 100 kWh garante até 800 km de autonomia, com recarga por indução — sem uso de cabos. O interior traz o Hypersquare, sistema sem barra de direção que substitui o volante tradicional por um comando sensorizado que interpreta os movimentos e os replica nas rodas dianteiras. O volante do Peugeot Inception não tem barra de direção que o ligue às rodas Divulgação | Peugeot A vice-presidente da Peugeot na América do Sul, Fabiana Figueiredo, explica que os conceitos servem para testar direções futuras. “A gente trabalha o conceito como uma forma de mostrar para o consumidor o nosso olhar para o futuro. Ele passa pelo design, mas também pela tecnologia embarcada”, afirma. Segundo ela, o Inception reúne elementos já presentes nos modelos atuais. “Os traços diagonais e as três garras, por exemplo, estão nos veículos de linha. O novo i-Cockpit também aparece aqui em uma evolução do que já oferecemos”, diz. “Mesmo sendo conceito, é um carro que pode ser dirigido, com tração nas quatro rodas e motor elétrico dentro da nossa estratégia de ampliar possibilidades, do combustão ao elétrico”, completa. Lecar Campo A brasileira Lecar apresentou, ainda como mock-up — uma maquete em tamanho real —, sua picape Campo. O modelo está em desenvolvimento, com a mesma base e o conjunto mecânico do SUV 459, também da Lecar, que conta com: Motor: 1.0 turbo; Potência: 122 cv a 5.000 rpm; Torque: 22 kgfm; Potência combinada: 163 cv; Torque combinado: 26 kgfm; Aceleração de 0 a 100 km/h: 10,9 segundos; Rodas: 18 polegadas; Pneu: 225/50. Com porte entre Strada e Toro, a picape deve receber ajustes para aumentar o torque e a capacidade de carga. Segundo o conceito, a estrutura será monobloco — como a da Fiat Toro — e as caixas de roda lembram a Tesla Cybertruck. Assis afirma que a marca buscou padronizar componentes. “A gente tentou compartilhar o maior número de itens possível — faróis, lanternas, volante, painel e banco”, disse. Fiat Dolce Camper A Fiat levou ao Salão de 2025 o Dolce Camper, novo carro-conceito que antecipa a próxima linguagem de design da marca. Segundo a fabricante, ele adota linhas geométricas, elementos inspirados na estética digital e cores baseadas no Cerrado brasileiro. O conceito também explora diferentes possibilidades de construção em uma mesma plataforma, que pode receber motores elétricos, híbridos ou a combustão. O modelo lembra uma van ou um motorhome. Renault Niagara Renault Niagara serviu de inspiração para o SUV Boreal Divulgação | Renault A Renault apresentou no Salão o conceito Niagara, desenvolvido no Renault Design Center Latam em parceria com o estúdio de design de Paris — modelo que o g1 já havia adiantado em julho deste ano. O conceito serve de base para a nova picape que será produzida na Argentina e lançada no Brasil no segundo semestre de 2026. A Niagara tem grade tridimensional, rodas de 18 polegadas com pneus off-road e altura maior que a do Boreal — SUV inspirado na picape e já vendido no Brasil. A carroceria exibe camuflagem que remete ao logotipo da Renault. Segundo Laurens van den Acker, chefe global de design do Grupo Renault, o projeto combina visão internacional e aplicação regional.

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Curso gratuito de IA e nuvem da Amazon tem 150 mil vagas; veja como se inscrever

Publicado em: 26/11/2025 01:00

Agentes de IA viram aposta das empresas, e quem domina a tecnologia pode ganhar até R$ 20 A Amazon e a Refuturiza, plataforma de ensino e empregabilidade, anunciaram nesta quarta-feira (26) a abertura de 150 mil vagas para um curso gratuito de inteligência artificial generativa e computação em nuvem no Brasil. As aulas são pré-gravadas, com alguns encontros online ao vivo, e incluem certificado ao final do curso. Os treinamentos vão abordar noções básicas de IA, aprendizado de máquina, fundamentos de computação em nuvem e temas de transformação digital. O curso é oferecido em português. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça As inscrições devem ser feitas no site da AWS Treina Brasil e ficarão abertas até o "final de 2026" (neste link). "Qualquer pessoa interessada em IA e computação em nuvem pode se inscrever. O conteúdo das aulas contempla tanto quem busca iniciar uma carreira na área quanto profissionais que desejam atualização ou transição profissional", explica a Refuturiza. A iniciativa faz parte do programa AWS Treina Brasil, da Amazon, que busca "capacitar brasileiros em áreas que podem impulsionar e tornar mais eficiente a indústria nacional". A meta da big tech é treinar 1 milhão de brasileiros até 2027. LEIA TAMBÉM: 'Minha família achou que não dava dinheiro': o trabalho de quem cria agentes de IA Agentes de IA são aposta de empresas; quem domina a área pode ganhar até R$ 20 mil Vale a pena trabalhar com IA? Veja dicas de brasileiros que já estão na área Área tem salário de quase R$ 30 mil, segundo consultoria Logotipo da Amazon Web Services (AWS) durante evento na capital da Índia em 8 de outubro de 2025. REUTERS/Anushree Fadnavis/Foto de arquivo Especialistas em tecnologia ouvidos pelo g1 afirmam que trabalhar com IA continua sendo um bom negócio e que os salários seguem em alta. No Brasil, a remuneração média na área começa em R$ 3,5 mil e pode chegar a R$ 20 mil em regime CLT, segundo levantamento da Catho feito a pedido do g1 neste mês. O Guia Salarial 2026 da consultoria Robert Half mostra que um especialista em IA e "machine learning" (quando as máquinas aprendem analisando grandes quantidades de dados) ganha de R$ 17,9 mil a R$ 23,5 mil. E um engenheiro de IA pode receber entre R$ 19,5 mil e R$ 27,1 mil (CLT). Apesar dos salários altos, a área ainda enfrenta um grande desafio: a falta de profissionais qualificados. "A demanda por especialistas em IA só cresce há mais de cinco anos, com média anual acima de 20%. No cenário global, pode passar de 30%", diz Cleber Zanchettin, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e estudioso de IA. Ainda segundo ele, muitas pessoas que implementam IA ainda não têm formação de base suficiente, reforçando a necessidade de profissionais capacitados. "Mesmo que a IA esteja automatizando algumas tarefas, ela também cria novos desafios complexos, que exigem pessoas especializadas para resolver", completa Zanchettin. Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas Criminosos podem usar suas fotos nas redes para aplicar golpes financeiros? Como criar uma senha forte, difícil de ser violada, e proteger suas contas

Como funciona a IA que cria 'reencontros' virtuais com pessoas que já morreram

Publicado em: 26/11/2025 00:01

IA que 'revive' familiares mortos viraliza e acende debate sobre tecnologia do luto Um aplicativo que usa inteligência artificial para criar avatares de pessoas já falecidas tem gerado polêmica na internet. Chamado de 2Wai, o app permite recriar alguém virtualmente para interações ao vivo. Por enquanto, está disponível apenas nos Estados Unidos. Antes, é preciso gravar um vídeo da pessoa diretamente no app, que servirá para criar o avatar digital. O processo dura cerca de três minutos (entenda mais abaixo). Um vídeo que demonstra a tecnologia viralizou no X. Nele, uma mulher grávida aparece conversando com a própria mãe, que já morreu. A história avança e mostra a avó contando uma história para o bebê e, em seguida, a criança já crescida usando o app para interagir com ela. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Calum Worthy cofundador d 2Wai. Reprodução/X O vídeo da 2Wai, de quase dois minutos, foi publicado pelo cofundador da startup, Calum Worthy, e já ultrapassou 40 milhões de visualizações. Worthy, para quem não sabe, também é ator e ficou conhecido pela série "Austin & Ally", do Disney Channel, em que interpretou "Dez". O post logo recebeu uma enxurrada de comentários, a maioria críticos. "Essa é uma das coisas mais vis que já vi", escreveu uma pessoa. "Mais uma forma de as pessoas perderem completamente o contato com a realidade e evitarem o processo normal do luto", afirmou outra. 🤖 'Deathbots': testamos os robôs de IA que permitem 'conversar com os mortos' Como funciona o 2Wai? 2Wai cria "gêmeos digitais" de pessoas falecidas. Reprodução/2Wai O 2Wai é um aplicativo para criar "HoloAvatars", como a empresa chama os avatares, que não se limitam a pessoas já falecidas. A startup afirma que é possível gerar um "HoloAvatar" de "personagens", como um personal trainer, escritor, agente de viagem ou até astrólogo. Quando é de alguém que já faleceu, ele só pode ser criado se houver um vídeo gravado antes da morte — com a pessoa falando e se movimentando. A partir dessas imagens, a IA amplia o repertório do "gêmeo digital", que, segundo o 2Wai, consegue falar como a pessoa real, reconhecer o usuário e lembrar informações passadas. A empresa afirma que o app suporta mais de 40 idiomas, mas não diz se o português do Brasil está disponível. Por enquanto, o 2Wai está funcionando apenas para iPhone (iOS) nos EUA, mas chegará "em breve" a modelos Android. O serviço é totalmente gratuito atualmente, mas eles dizem que "assinaturas e compras dentro do app podem ser incluídas no futuro". Página do 2Wai na App Store. Reprodução/App Store Especialista ouvida pelo g1 alerta para o risco de dependência e para a "ilusão de realidade" ao usar IAs, especialmente durante o processo de luto. "A mesma tecnologia que oferece companhia pode gerar confusão entre o real e o simulado, criar dependência afetiva e, em alguns casos, amplificar a angústia", analisa Mariana Malvezzi, psicóloga e psicanalista da faculdade ESPM. 🔎 Grief tech: a técnica de replicar alguém que já morreu de forma digital com IA é conhecida como grief tech ("tecnologia do luto", em português). Plataformas desse tipo criam o que chamam de "clones digitais" ou "gêmeos digitais" que permitem conversar e interagir com versões virtuais de pessoas que já morreram. "Essa ilusão da IA pode minar a autonomia emocional, afastar o enlutado de rituais do luto e dificultar o movimento de simbolização, que é reconhecer a morte e, aos poucos, ressignificá-la", completa a especialista. Um em cada quatro brasileiros se imagina usando inteligência artificial para conversar com familiares já falecidos, aponta uma pesquisa da ESPM realizada neste mês para ao Dia de Finados. O levantamento ouviu 267 participantes que perderam entes queridos nos últimos dois anos. Tecnologia do tipo se espalha Inteligência Artificial já promete recursos para amenizar a dor de quem enfrenta o luto O uso de IA para "reviver" pessoas falecidas tem se tornado cada vez mais comum. Em maio, o g1 mostrou o caso de uma versão de inteligência artificial de uma vítima de homicídio que "marcou presença" em um julgamento no Arizona, nos EUA. A versão da vítima criada por IA disse ao atirador que lamentava que eles tivessem se encontrado no dia do crime, naquelas circunstâncias, e afirmou que, em outra vida, os dois poderiam ter sido amigos, segundo a agência Associated Press. Em outro caso polêmico, o jornalista Jim Acosta, ex-âncora da CNN norte-americana, "entrevistou" um avatar criado por IA de Joaquin Oliver, jovem de 17 anos morto no massacre em uma escola de Parkland, na Flórida, em 2018. O vídeo, publicado no YouTube, mostra Acosta ao lado da versão digital de Joaquin, recriada pelos pais a partir de uma foto antiga, com voz e movimentos gerados por IA. Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas Criminosos podem usar suas fotos nas redes para aplicar golpes financeiros? Por que a nova IA do Google virou a queridinha dos vídeos bizarros e bobos no TikTok

Projeto de conscientização ambiental leva ações aos moradores do bairro São Francisco

Publicado em: 25/11/2025 22:10

Ação vai levar atividades para comunidade do bairro São Francisco Pela primeira em Rio Branco, o Projeto Consciência Limpa - Educação, Cidadania e Meio Ambiente, da Fundação Rede Amazônica, le oficinas, palestras, atividades culturais e serviços gratuitos aos moradores da região do Igarapé São Francisco. O projeto é uma parceria da Fundação Rede Amazônica com as secretarias municipais de Meio Ambiente (Seme) e do Desenvolvimento Econômico, Turismo, Tecnologia e Inovação (SDTI) com a iniciativa Catraia Soluções Ambientais. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp "A campanha foi construída para informar, inspirar e provocar a reflexão coletiva sobre a relação entre território, comunidade e meio ambiente. Quando a população se conecta à mensagem, entende o problema e se reconhece como agente de transformação, a mudança deixa de ser institucional e passa a ser social", destacou o gerente de Conteúdos da Fundação Rede Amazônica, Anderson Mendes. Projeto visa a conscientização e limpeza do Igarapé São Francisco Alcinete Gadelha/G1 A campanha inicia na quinta (27) e segue até sábado (29) com uma vasta programação no 'Dia D' aos moradores. A ação é aberta a toda comunidade e vai contar com serviços gratuitos, apresentações culturais e a formatura do Pelotão Mirim Ambiental. A programação vai ocorrer na Escola dr. Pimentel Gomes, das 9h30 às 12h30. O projeto conta com apoio da Energisa, Catraia Soluções Ambientais, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Tecnologia e Inovação (SDTI), Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Seme) e Prefeitura de Rio Branco. Reveja os telejornais do Acre

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Vídeo com D. Pedro II recriado por IA impulsiona campanha por supercomputador em Petrópolis

Publicado em: 25/11/2025 19:36

Vídeo com D.Pedro II recriado por IA impulsiona campanha por supercomputador em Petrópolis Um vídeo que reanima Dom Pedro II por meio de inteligência artificial, produzido pelo Serratec, se tornou símbolo da mobilização para que o novo supercomputador de IA do Ministério da Ciência e Tecnologia seja instalado em Petrópolis, na Região Serrana do Rio. No material, o imperador “retorna” ao Museu Imperial e ao Palácio de Cristal para destacar a vocação tecnológica da cidade. O setor de tecnologia do município intensificou as articulações para receber o equipamento, previsto no Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) 2024–2028. A iniciativa reúne representantes do poder público, universidades, instituições privadas e entidades do ecossistema de inovação. Como parte da mobilização, a Prefeitura realizou nesta segunda-feira (24) uma reunião do Comitê Intersetorial de Desenvolvimento Tecnológico, no gabinete do prefeito. O encontro definiu os próximos passos da campanha e alinhou estratégias para fortalecer a candidatura da cidade. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Acep defende Petrópolis como candidata ideal A Associação Comercial e Empresarial de Petrópolis (Acep) e o Conselho Municipal de Inovação apresentaram, no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), os argumentos que colocam o município como o principal candidato a sediar o novo supercomputador. Entre os pontos destacados estão a infraestrutura já consolidada, com o LNCC e o supercomputador Santos Dumont, clima ameno que reduz custos de resfriamento, fibra óptica instalada e matriz energética estável. A Acep também afirma que Petrópolis pode gerar grande economia em Capex, já que possui estrutura pronta para receber o equipamento. “Petrópolis reúne condições técnicas e acadêmicas únicas para o desenvolvimento de tecnologias em IA, com universidades e centros de pesquisa de referência”, afirmou o vice-presidente da Acep, Marcelo Soares. Manifesto entregue ao MCTI A mobilização ganhou força após a entrega de um manifesto à ministra Luciana Santos, em Brasília, defendendo que o supercomputador seja instalado no LNCC. O equipamento faz parte do PBIA, que prevê R$ 23 bilhões em investimentos até 2028. O supercomputador será utilizado em pesquisas de alta complexidade, desenvolvimento de algoritmos e projetos de IA aplicados a serviços públicos, saúde, educação, segurança e inovação científica. Setor de tecnologia mobiliza poder público, universidades e entidades para que equipamento previsto no LNCC. Serratec

Em 6 meses, crimes rurais mobilizam 300 ocorrências e 12 inquéritos de grupo especializado da polícia no interior de SP

Publicado em: 25/11/2025 19:06

Polícias e Sindicato Rural debatem segurança pública em Morro Agudo Em seis meses, o Grupo de Investigação em Área Rural (Giar), da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, registrou 300 ocorrências e instaurou ao menos 12 inquéritos por crimes patrimoniais contra produtores nas oito seccionais que fazem parte do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior (Deinter-3). Os números, referentes a uma área que abrange Ribeirão Preto (SP), Franca (SP), Barretos (SP), Bebedouro (SP) e Sertãozinho (SP), foram divulgados nesta terça-feira (25) por Jorge Amaro Cury Neto, diretor do Deinter 3, durante o Fórum de Segurança no Campo, realizado em Morro Agudo (SP) pela EPTV, afiliada da TV Globo, e pelo Sindicato Rural do município. Segundo ele, o avanço dos registros, por meio de um canal especializado na Polícia Civil, não só aumentou a comunicação com a população rural, como acelerou as investigações não só com relação aos assaltos e furtos, mas também sobre a destinação dada a insumos e maquinário levados das propriedades. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp "Com o registro personalizado, há uma conversa melhor, uma troca de informações, e isso resultou já em oito prisões, só desses casos. Nós temos mais de 12 inquéritos em andamento. Então isso melhora muito. Outra preocupação que é importante é com relação à receptação. Quem furta ou rouba um trator tem um destino certo. Também é importante o agricultor trazer isso e inibir esse tipo de conduta, ajudando a gente na investigação", afirmou. Campo de girassol às margens da rodovia que liga Viradouro, SP, a Morro Agudo, SP Reprodução/EPTV Implantado primeiro em Botucatu (SP) e Itatinga (SP), o Giar foi expandido para outras regiões do estado em maio, a partir de uma portaria publicada durante a Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do país, realizada em Ribeirão Preto. Pela iniciativa, os agentes são responsáveis pela investigação, em cooperação com outros órgãos de segurança, mantendo diálogo com empresas, cooperativas, produtores e trabalhadores rurais. "São pessoas que se especializaram nos crimes praticados contra o ambiente rural, contra as pessoas que vivem no ambiente rural, vivem, trabalham, no ambiente rural. Qual é a vantagem disso? A especialização leva o investigador, o delegado que chefia essas investigações, a conhecer com mais detalhe e também a entender melhor a dinâmica na região inteira", afirma Cássio Araújo de Freitas, chefe de Gabinete da Secretaria de Segurança Pública. Essa é uma das iniciativas recentemente anunciadas pelo estado para tentar frear o aumento da violência no campo. Em outra frente de atuação, o governo aposta no "Muralha Paulista", que integra os próprios sistemas de monitoramento das propriedades com as centrais de polícia para garantir não só um enfrentamento mais rápido, como um trabalho mais assertivo nas investigações. Jorge Amaro Cury Neto, diretor do Deinter 3, durante fórum sobre segurança no campo em Morro Agudo (SP). Reprodução/EPTV Articulação e monitoramento constantes O Deinter 3 engloba uma região do estado com forte vocação para a agricultura e com municípios conhecidos pelas grandes áreas rurais. Em Morro Agudo (SP) por exemplo, com uma das maiores extensões do estado, os produtores rurais ainda têm como desafio o tamanho do território a ser monitorado e a falta de sinal de telefonia móvel em algumas áreas, o que dificulta o acionamento rápido das forças de segurança. Segundo o presidente do Sindicato Rural do município, Roberto Carmanhan de Figueiredo, esse tipo de limitação aos poucos tem sido solucionado pela articulação dos próprios produtores, que se comunicam mais e conseguem chegar mais rápido à polícia. "A partir dessa dificuldade que a gente via nesse modelo de chamar o atendimento, nós formatamos os grupos de vizinhanças solidárias, em que os proprietários estão em um grupo de WhatsApp. Assim que é relatado pelo funcionário alguma instabilidade na propriedade, eles mandam uma notificação, e ali naquele grupo a gente tem alguns produtores que têm acesso direto com a polícia militar ou estão em área, e sim se faz o acionamento terceirizado desse 190." Além disso, o investimento em sistemas de segurança próprios, como cercas elétricas e câmeras, passou a ser uma orientação constante. "Antigamente tinha esse costume de deixar a propriedade aberta, com cercas baixas, hoje não. A gente pede 'passa um alambrado, cerca elétrica, alarme nos barracões, alarme nas casas, rede de monitoramento com câmeras'. Hoje tem empresas que monitoram algumas propriedades em tempo integral. (...) Esse trabalho todo tem dado bastante resultado. É isso que a gente fala. O produtor tem que também investir, não é só esperar que o estado faça", diz. Grupo de Investigações em Área Rural (GIAR), da Polícia Civil. Polícia Civil/Divulgação Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

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Pátio Limeira Shopping anuncia novidades para 2026

Publicado em: 25/11/2025 18:09

Pátio Limeira Shopping anuncia novidades para 2026 - Crédito: Divulgação O Pátio Limeira Shopping e o restaurante Coco Bambu promoveram, na manhã desta terça-feira, 25 de novembro, um evento exclusivo para apresentar os resultados alcançados em 2025 e revelar parte das novidades previstas para o próximo ano. Ao longo de 2025, o empreendimento registrou crescimento consistente e reforçou sua posição como o principal centro de compras, lazer e convivência de Limeira e região. Somente neste ano foram inauguradas 17 novas lojas, ampliando a variedade de produtos e serviços oferecidos ao público, e seis operações foram reinauguradas. A gerente geral do Pátio Limeira Shopping, Andrea Bacalão, aproveitou o encontro para anunciar as novidades já confirmadas para os próximos meses. “Além da rede KFC e Taco Bell, que já antecipamos pra vocês, teremos ainda a Mr. Cheney, famosa rede de cookies artesanais e a Neoenergia, que terá um ponto exclusivo para atendimento ao público. São duas novidades que chegam para fortalecer ainda mais o mix do empreendimento”, destacou Andrea. Para 2026, o Pátio Limeira Shopping projeta um ano de expansão e investimentos estratégicos. Entre as prioridades estão a ampliação do mix de lojas com marcas de destaque, o avanço em soluções omnichannel, além do fortalecimento de todo o calendário anual de eventos, área que tem sido destaque nos últimos anos dentro do planejamento do shopping. O empreendimento também anunciou obras em andamento e uma série de ações voltadas para novos públicos, incluindo iniciativas focadas em tecnologia, games e bem-estar. Andrea ressaltou que 2025 foi um ano de conquistas. “Encerramos 2025 com a sensação de dever cumprido e com muita confiança no futuro. Nosso foco é oferecer ao público experiências cada vez mais completas, aliando variedade, conveniência e inovação. As novas marcas, os investimentos e o reforço do nosso calendário de eventos mostram que estamos atentos às demandas da região e comprometidos em entregar um shopping cada vez mais dinâmico e acolhedor. 2026 será um ano de grandes avanços”, destaca. Pátio Limeira Shopping anuncia novidades para 2026 - Crédito: Divulgação Coco Bambu Prestes a completar um ano de funcionamento no Pátio Limeira Shopping, o Coco Bambu aposta em uma novidade para atrair e fidelizar os clientes. A partir de hoje, no horário do almoço, o restaurante passa a oferecer um buffet completo com camarões à vontade pelo valor de R$ 69,90. Pátio Limeira Shopping anuncia novidades para 2026 - Crédito: Divulgação Sobre o Pátio Limeira Shopping Com 64 mil m² de área construída, o Pátio Limeira Shopping possui mais de 150 operações, sendo cinco lojas-âncoras (Marisa, C&A, Riachuelo, Lojas Americanas e Renner), seis megalojas (Ri Happy, Centauro, Di Gaspi, Polo Wear, Kalunga e Lojas 1a99), mais de 30 operações de alimentação e quatro restaurantes (Outback, Coco Bambu, Pizza Hut e Sr. Boteco) e o cinema Arcoplex, com cinco salas, sendo uma 3D. Anexo ao Pátio Limeira Shopping está o Pátio Office, torre comercial com dez andares e 160 salas modulares. Localizado na região central de Limeira, o empreendimento é um importante local de compras, lazer e entretenimento para adultos e crianças da cidade e região, oferecendo excelentes opções com segurança e estacionamento coberto para mil veículos, com sinalizadores. Site: www.patiolimeira.com.br Instagram: Pátio Limeira Shopping Facebook: Pátio Limeira Shopping Sobre o Grupo AD A AD Shopping está presente em todas as regiões brasileiras. Seu portfólio é composto por 43 empreendimentos de diversos formatos, localizados tanto em capitais quanto no interior. São 33 anos de experiência em planejamento, comercialização e gestão de shopping centers. O Grupo AD lançou recentemente a AlugueON, plataforma digital de locação de lojas e merchandising, que vai facilitar a prospecção dos locatários na obtenção do ponto comercial em sua estratégia de expansão; seja em lojas, quiosques ou mídia no mall. Visite: www.adshopping.com.br, www.admall.com.br e www.alugueon.com.br

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Tecnologia para manejo e pós-colheita será destaque no Coffee Connect 2025

Publicado em: 25/11/2025 16:40

Tecnologia para manejo e pós-colheita será destaque no Coffee Connect 2025 A programação do Coffee Connect 2025 também aborda temas relacionados ao manejo e às práticas realizadas após a colheita do café. Entre os expositores está a Husqvarna, que participa pelo segundo ano consecutivo compartilhando informações técnicas sobre equipamentos usados em atividades essenciais da rotina agrícola, como limpeza de área, poda e manutenção do solo. O estande da empresa será voltado à demonstração de tecnologias aplicadas ao dia a dia do produtor, com foco na eficiência operacional, no manejo adequado e na segurança das operações. A participação integra o conjunto de iniciativas do evento que buscam aproximar o público rural de soluções que contribuem para uma produção mais organizada e sustentável. As inscrições estão abertas e são gratuitas para produtores rurais. Acesse: Coffeeconnect.com.br Larissa Moura / Ascom Coffee Connect

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Paraense vira referência em tecnologia e cria projeto para ensinar jovens da Amazônia de forma gratuita

Publicado em: 25/11/2025 16:38

Natural de Abaetetuba, desenvolvedor transforma trajetória pessoal em projetos que levam ensino gratuito de programação a comunidades da Amazônia. freepik Com mais de uma década de atuação no mercado de tecnologia, o paraense Patrick Monteiro, natural de Abaetetuba, nordeste do estado, se tornou um nome de destaque nacional no desenvolvimento web e hoje desenvolve projetos e cursos que ajudam jovens da Amazônia a ingressarem na área, e de forma gratuita. Entre as iniciativas criadas por Patrick está o canal Vuejs Expert, um projeto gratuito que reúne dezenas de vídeos, aulas introdutórias e orientações práticas para quem deseja dar os primeiros passos na programação. O conteúdo é disponibilizado em uma plataforma de vídeos, onde o profissional compartilha desde noções básicas de criação de sites até explicações sobre como funciona o mercado de tecnologia e quais são as áreas mais promissoras. 📲 Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp A proposta nasceu da percepção de que muitos jovens da região Norte enfrentam dificuldades para acessar cursos formais, seja por questões financeiras ou pela distância dos grandes centros urbanos. Com linguagem simples e exemplos práticos, o projeto se tornou um espaço de formação acessível, até mesmo para quem nunca teve contato prévio com tecnologia. Do interior do estado para o mercado global de tecnologia Crescido no interior do Pará, em uma época em que o ensino especializado era distante da realidade local, ele descobriu a tecnologia ainda adolescente, explorando conteúdos que encontrava disponível. O interesse virou caminho profissional quando ingressou na faculdade de Engenharia da Computação e se especializou em Desenvolvimento de Sistemas Web. Evento de tecnologia front end, em Florianópolis Arquivo pessoal Com estudo constante e participação remota em eventos de outras regiões, Patrick se aprofundou na tecnologia e se tornou uma das principais referências no Quasar Framework, derivado do Vue.js. Mesmo depois de se mudar para São Paulo e trabalhar em grandes startups, ele nunca se desconectou da realidade amazônica. Patrick também possui o projeto AbaetéFest, aplicativo criado para divulgar eventos e atrações turísticas da cidade natal, mostrando que a tecnologia também pode fortalecer a economia local. Ao lado de colegas da área, Patrick fundou a Devs Norte, considerada uma das maiores comunidades de tecnologia da região. Fundador da Devs Norte, Patrick criou — ao lado de colegas da área — a maior comunidade de tecnologia da região. Arquivo pessoal O grupo organiza dezenas de encontros ao longo do ano, reunindo estudantes, iniciantes e profissionais experientes para trocar conhecimento, acompanhar tendências e fortalecer o mercado local. Os eventos costumam receber palestrantes nacionais e regionais e se tornaram um dos principais pontos de conexão para quem busca oportunidades e formação em tecnologia na Amazônia. Curso para aprofundamento e conteúdo gratuito para quem quer iniciar na área Além dos conteúdos gratuitos no YouTube, Patrick desenvolveu o Vue.js Expert, um curso completo voltado para quem deseja se aprofundar em desenvolvimento web utilizando o ecossistema Vue.js. A formação funciona quase como uma especialização: reúne projetos reais, recebe atualizações semanais e conta com a participação de profissionais nacionais e internacionais. O objetivo, segundo ele, é que estudantes da Amazônia possam disputar vagas em empresas de qualquer região do país ou até do exterior, com preparo técnico. “Meu foco é fazer com que o aluno esteja preparado para o mercado, que exige um profissional antenado e atualizado", afirma Patrick. VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.

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Produtos do Piauí estarão na Feira Nordestina da Agricultura Familiar em São Luís

Publicado em: 25/11/2025 15:54

Produtos piauienses na Feira Nordestina da Agricultura Familiar Regis Falcão Dez coletivos da agricultura familiar do Piauí estarão presentes na quarta edição da Feira Nordestina da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Fenafes). O evento inicia, nesta quarta-feira (26), na Lagoa da Jansen, em São Luís. O evento segue até o sábado (29) e reúne delegações dos nove estados do Nordeste. A feira objetiva promover a comercialização de produtos e o intercâmbio cultural entre os diferentes estados da região. No total, serão mais de 330 expositores apresentando produtos do campo, artesanato e gastronomia típica nordestina. A secretária da Agricultura Familiar do Piauí, Rejane Tavares, explica a importância do evento para os produtores. Segundo ela, a feira representa uma oportunidade de apresentar o trabalho desenvolvido no Estado. “O Piauí estará participando com cerca de 40 produtos, que estão sendo levados por agricultores familiares e ficarão durante esses quatro dias em São Luís, mostrando a diversidade e a força da produção da agricultura familiar do Piauí em São Luís. Essa feira é extremamente importante porque ela é uma oportunidade também de troca de experiências”, relata. Rejane Tavares ainda acrescenta que os agricultores também terão acesso a oficinas, conhecendo novas tecnologias e tendo contato com cooperativas e associações de outros estados, fortalecendo o intercâmbio e ampliando conhecimentos. Essa troca, segundo ela, contribui para melhorias na produção e para o aumento da renda das famílias da agricultura familiar. Entre os expositores, estarão presentes os grupos e cooperativas Trançados da Ilha, Codevarp, Coopboahora, Cajuespi, Coofrut, Pequena Horta, Raízes do Brasil, Unisol, entre outros. Os agricultores levarão uma variedade de produtos, como mel, rapadura, chás gelados, xaropes, derivados do caju e peças artesanais. A artesã Francisca Maria, integrante do grupo Trançados da Ilha, que vai participar da Fenafes, fala sobre sua expectativa para o evento. “Nós estamos muito felizes por podermos participar da quarta edição da Fenafes. Estamos levando peças feitas com a palha da carnaúba, lá você vai encontrar bolsas, sousplat, fruteiras e várias coisas boas”, disse. Francisca Maria vai levar artesanato piauiense para a Fenafes. Regis Falcão

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