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CES 2026: Samsung revela que Galaxy Watch e Ring poderão detectar demência

Publicado em: 05/01/2026 02:44 Fonte: Tudocelular

A Samsung encerrou seu tradicional evento First Look na CES 2026 com uma série de novidades que vão muito além das telas gigantes. Entre os anúncios, a empresa destacou um novo direcionamento para sua divisão de tecnologia em saúde, prometendo transformar os Galaxy Watch e o Ring em dispositivos capazes de detectar sinais precoces de declínio cognitivo, incluindo demência. De acordo com Praveen Raja, vice-presidente de Saúde Digital da Samsung, os próximos wearables da marca usarão IA e dados comportamentais para identificar mudanças sutis no dia a dia dos usuários. O sistema poderá observar indícios como fala arrastada ao interagir com a assistente Bixby, movimentos mais lentos e até alterações na forma de usar dispositivos domésticos inteligentes. Clique aqui para ler mais

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CES 2026: Samsung revela primeira smart TV Micro RGB de 130 polegadas e que “flutua”

Publicado em: 05/01/2026 02:03 Fonte: Tudocelular

A CES 2026 mal começou direito e a Samsung voltou a roubar a cena. Dessa vez, a sul-coreana se destaca com um lançamento digno de museu futurista. A marca apresentou oficialmente a R95H, que é a primeira TV Micro RGB de 130 polegadas do mundo. O modelo combina alta tecnologia, inteligência artificial e design arquitetônico em uma proposta que vai além do entretenimento. Assim como o modelo The Serif, o produto foca em ser mais do que um equipamento para uso contínuo, ornando com a sala como uma peça de arte tecnológica, criando uma competitividade de público-alvo com a linha G da LG. Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Radar com IA: como funciona nova tecnologia que identifica motoristas sem cinto de segurança e no celular

Publicado em: 04/01/2026 22:11

Radares com IA ampliam fiscalização do uso de celular e da falta do cinto de segurança O Fantástico deste domingo (4) mostrou como a inteligência artificial está sendo usada para denunciar infrações como a falta do cinto de segurança e motoristas com celular na mão. A reportagem especial revelou flagrantes registrados pela tecnologia. Veja no vídeo acima. "Nós estamos vivendo uma nova epidemia, que é a epidemia da distração. Antigamente, as pessoas apenas falavam ao celular. Hoje, dirigem digitando mensagens, o que aumenta o potencial risco de acidente", afirma Alessandro Pereira, gerente de operações de uma concessionária. Como funciona a tecnologia As câmeras, instaladas em pontos estratégicos das rodovias, têm resolução ultradefinida e conseguem identificar detalhes mesmo com veículos a 300 km/h. Elas operam dia e noite, sem interferência de reflexos ou baixa luminosidade. A IA analisa as imagens em tempo real e sinaliza possíveis infrações. "A gente apresenta um conjunto de dados para ela, para ela treinar e validar em cima daquilo, e depois ela consegue replicar esse conhecimento em imagens que ela não viu até então", explica Cassio Vinícius Carletti Negri, coordenador de gestão operacional. As informações captadas pela ferramenta são confirmadas por agentes humanos antes da autuação. "O que o policial faz é verificar se, de fato, não houve nenhum erro no trabalho da inteligência", explica Fábio Rocha de Souza, inspetor da PRF. Radares com IA ampliam fiscalização do uso de celular e da falta do cinto de segurança Reprodução/TV Globo Impacto na segurança Em Ribeirão Preto (SP), uma das primeiras concessionárias a adotar o sistema, os números impressionam: entre julho e novembro de 2025, foram registradas mais de 20 mil infrações, sendo mais de mil por uso do celular e quase 17 mil por falta do cinto de segurança. De acordo com uma concessionária, houve redução de 30% nos acidentes após a instalação dos equipamentos. “As pessoas percebem que podem ser multadas e isso aumenta o nível de segurança para a rodovia”, afirma Ana Caetano, gerente de operações da concessionária. Radares com IA ampliam fiscalização do uso de celular e da falta do cinto de segurança Reprodução/TV Globo Por que o celular é tão perigoso? O presidente da Abramet (Associação Brasileira de Medicina do Tráfego), Antonio Meira, alerta que o uso do celular causa três tipos de distração: manual, visual e cognitiva. “A 80 km/h, ler uma mensagem pode significar dirigir por até 100 metros às cegas”, explica. Os riscos do uso do celular ao volante Reprodução/TV Globo Drones no Rio No Rio de Janeiro, outra tecnologia ajuda a combater infrações graves. Drones são usados para identificar motoristas que tentam burlar a Lei Seca, parando o carro antes da blitz e trocando de lugar com passageiros para escapar do bafômetro. Há também quem tente retornar pela contramão ou atravessar o canteiro central — mas as imagens aéreas permitem que as equipes façam a abordagem rapidamente. "A gente precisa mudar os comportamentos, as atitudes, para que a gente possa preservar vidas", ressalta Anthony Lima, superintendente da PRF/Ceará. No Rio, drones são usados para identificar motoristas que tentam burlar a Lei Seca Reprodução/TV Globo Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida.

Saiba quem era a jornalista Isabela Rocha Lemos, que morreu em Salvador

Publicado em: 04/01/2026 19:31

Saiba quem era a jornalista Isabela Rocha Lemos, que morreu em Salvador via Sinjorba A jornalista Isabela Rocha Lemos faleceu, neste domingo (4), aos 42 anos. Ela era editora-chefe da TV da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) e morreu vítima de um choque séptico e uma parada cardíaca. Segundo informações confirmadas à TV Bahia por uma amiga da comunicadora, a jornalista estava internada desde o dia 13 de dezembro no Hospital Tereza de Lisieux, em Salvador, devido a um Acidente Vascular Cerebral (AVC). O falecimento de Isabela foi lamentado pela imprensa baiana. A TV Alba e o Sindicado dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) publicaram notas de pesar pela morte da editora-chefe. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Isabela Barreto Rocha Lemos morreu aos 42 anos Reprodução/Redes Sociais Isabela faria aniversário em fevereiro. Ela já havia atuado em veículos como o Tribuna da Bahia e TVE. Segundo o Sinjorba, ela foi aluna da primeira turma de jornalismo da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), tendo ingressado no curso em 2001. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A inspiração para seguir a carreira veio do pai, o também comunicador e radialista Silva Rocha. Ela deixou uma filha de 9 anos. Isabela Barreto Rocha Lemos e a família Reprodução/Redes Sociais Ainda segundo a amiga da vítima, ela chegou a ficar na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) no início da internação. Logo depois, foi transferida para o quarto da unidade hospitalar. No entanto, entre os dias 23 e 24 de dezembro, a comunicadora apresentou uma piora no quadro clínico e retornou à UTI. O velório da jornalista aconteceu na tarde deste domingo, no Cemitério Bosque da Paz, na capital baiana. LEIA TAMBÉM: Morre Carlos Libório, primeiro diretor de Jornalismo da TV Bahia e criador do termo 'Ba-Vi' Morre aos 75 anos o apresentador baiano Raimundo Varela Morte de Wanda Chase: relembre momentos da trajetória da jornalista e apresentadora Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e da TV Bahia 🖥️

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Bloqueio dos EUA faz Venezuela reduzir produção de petróleo por falta de armazenamento

Publicado em: 04/01/2026 17:55

A importância e o tamanho das reservas de petróleo na Venezuela A estatal petrolífera venezuelana PDVSA começou a reduzir a produção de petróleo bruto após ficar sem capacidade de armazenamento, segundo a agência de notícias Reuters. A medida é consequência de um bloqueio petrolífero imposto pelos Estados Unidos, que zerou as exportações e aumentou a pressão sobre o governo interino. Caracas vive uma crise política após o presidente Nicolás Maduro e sua esposa terem sido capturados por forças norte-americanas no sábado (3). Com a deposição do líder venezuelano, a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu o cargo em meio a ameaças americanas de novas ações militares. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça As exportações de petróleo do país — membro da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e cuja principal fonte de receita é o petróleo — estão paralisadas após os EUA imporem um bloqueio a navios-tanque sob sanções e apreenderem dois carregamentos no mês passado. As cargas da petrolífera americana Chevron destinadas aos EUA eram uma exceção e continuavam a ser embarcadas, já que a empresa possui licença de Washington para operar. No entanto, até essas operações estão interrompidas desde quinta-feira, segundo dados divulgados neste domingo (4). Ao anunciar a detenção de Maduro e uma transição de governo supervisionada pelos Estados Unidos, o presidente Donald Trump afirmou no sábado que um “embargo ao petróleo” contra o país estava plenamente em vigor. O republicano também declarou que os EUA passariam a “administrar” a Venezuela de forma interina após a captura de Nicolás Maduro. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, no entanto, adotou um tom diferente neste domingo. Segundo ele, os EUA não terão um papel direto no governo cotidiano da Venezuela e se limitarão a impor uma “quarentena do petróleo” já existente sobre o país. Em entrevista ao programa Face the Nation, da CBS, Rubio afirmou que a medida será usada como instrumento de pressão para promover mudanças de política na Venezuela. “É esse o tipo de controle a que o presidente se refere quando diz isso”, disse. “Nós mantemos essa quarentena e esperamos ver mudanças, não apenas na forma como a indústria do petróleo é administrada em benefício da população, mas também para que se interrompa o tráfico de drogas", acrescentou. LEIA TAMBÉM: Petróleo, China, Doutrina Monroe: o que está por trás da ofensiva de Trump na Venezuela Trump divulga foto de Maduro vendado e aparentemente algemado Maduro capturado: quem é quem agora no núcleo de poder na Venezuela Um petroleiro venezuelano da estatal PDVSA participa do enchimento de um petroleiro no terminal de embarque e armazenamento de José, 320 quilômetros a leste de Caracas, 12 de fevereiro de 2003 Reuters Campos petrolíferos fechados A medida da PDVSA inclui o fechamento de campos petrolíferos ou de conjuntos de poços, à medida que os estoques em terra aumentam e a empresa fica sem diluentes para misturar o petróleo pesado venezuelano e viabilizar o transporte. Segundo a agência Reuters, a companhia pediu cortes de produção em joint ventures como a Petrolera Sinovensa, da CNPC, a Petropiar, da Chevron, além da Petroboscan e da Petromonagas. A Petromangas, antes operada em parceria com a estatal russa Roszarubezhneft, passou a ser administrada apenas pela PDVSA. Trabalhadores da Sinovensa se preparavam neste domingo para desligar até dez conjuntos de poços, a pedido da PDVSA, devido ao excesso de petróleo extrapesado e à falta de diluentes. De acordo com a Reuters, os poços poderão ser religados rapidamente no futuro. Parte da produção da Sinovensa é tradicionalmente destinada à China como pagamento de dívidas, mas dois superpetroleiros de bandeira chinesa que se aproximavam da Venezuela para carregar petróleo interromperam a navegação no fim de dezembro, de acordo com dados da LSEG. Na Petromonagas, trabalhadores começaram a reduzir a produção no fim da semana passada, até que o fornecimento de diluentes por oleodutos seja retomado, diz a Reuters. Já a Chevron ainda não reduziu a produção, porque conta com alguma margem de armazenamento — especialmente na Petropiar — e os navios-tanque continuam carregando. Ainda assim, suas embarcações não deixaram as águas do país desde quinta-feira, e a capacidade de armazenamento é limitada na Petroboscan, o que pode levar a cortes, segundo a agência. A dimensão do mercado de petróleo da Venezuela A Venezuela concentra a maior reserva comprovada de petróleo do mundo, com capacidade estimada em cerca de 303 bilhões de barris, segundo a Energy Information Administration (EIA), órgão oficial de estatísticas energéticas dos Estados Unidos. Esse volume coloca o país à frente de grandes produtores como Arábia Saudita (267 bilhões de barris) e Irã (209 bilhões). Boa parte do petróleo venezuelano, porém, é extrapesada, exigindo tecnologia avançada e investimentos elevados para sua extração. 🔎 Na prática, o potencial é enorme, mas segue subaproveitado devido à infraestrutura precária e às sanções internacionais que restringem operações e acesso a capital. Segundo a Statistical Review of World Energy, publicação anual do Instituto de Energia (EI), a produção de petróleo da Venezuela despencou nas últimas décadas, de um pico de 3,7 milhões de barris por dia em 1970 para um mínimo de 665 mil barris por dia em 2021. No ano passado, a produção registrou leve recuperação, retornando a cerca de 1 milhão de barris por dia, o que representa menos de 1% da produção global de petróleo. Empresa de petróleo dos EUA irá consertar a Venezuela, diz Trump Dependência histórica do petróleo O petróleo moldou a economia venezuelana ao longo do século 20. Após grandes descobertas nas décadas de 1920 e 1930, o país rapidamente se tornou um dos maiores produtores do mundo e, em 1960, ajudou a fundar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Em 1976, o governo nacionalizou a indústria petrolífera e criou a PDVSA, transformando o setor em um monopólio estatal. Nas décadas seguintes, durante os governos de Hugo Chávez, grande parte da renda do petróleo foi destinada a programas sociais, reduzindo outros investimentos na economia. Como resultado, entre 1998 e 2019, mais de 90% das exportações venezuelanas vieram do petróleo. Quando a produção caiu, o país passou a enfrentar sanções internacionais, agravando a crise econômica. A queda acentuada nas receitas do petróleo também contribuiu para a explosão inflacionária na Venezuela. Segundo o Banco Central, em 2019 os preços subiram 344.510% — o que significa que produtos que custavam 1 unidade monetária passaram a custar cerca de 3.400 vezes mais.

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Jovem empreende desde os 16 anos no agro e concretiza sonho da infância no interior de SP: 'Fazer crescer'

Publicado em: 04/01/2026 15:22

Jovens ganham espaço no agronegócio com uso de tecnologia no campo O agronegócio é um dos pilares da economia brasileira e, para muitas famílias, uma tradição que atravessa gerações. É o caso do jovem André Cossin, de 20 anos, que, apesar de tão novo, já soma quatro anos de atuação como agricultor em Monte Alto (SP). André começou a empreender aos 16 anos, após uma conversa com o pai, também agricultor. Da ideia à prática, decidiu abrir a própria empresa ainda na adolescência. "Fui procurando, procurando, falei assim 'pai, vamos abrir uma pra mim?' Ele falou: 'Mas será que dá, André?' Eu falei: 'vamos ver'. Em setembro de 2021 a empresa estava aberta e está ativa até hoje", diz. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp A ligação com a terra vem desde a infância. Nascido e criado no sítio da família, André resolveu que o agronegócio era o caminho que queria seguir. "Eu queria ter tudo igual meu pai, quando eu era criança, tudo o que ele fazia, eu queria fazer também. E ele me deu um pedacinho de terra onde eu aprendi a mexer com a terra, plantava os feijão, plantava alguma coisinha que eu tinha vontade e comecei a gostar e comecei a me apaixonar”. André trabalhando na colheita de tomates rasteiros Reprodução: EPTV Atualmente, a propriedade dele é especializada na produção de tomate e batata. Por ano, o sítio produz cerca de 400 toneladas de tomate rasteiro e outras 170 toneladas de batata por ano. "Meu sonho é fazer isso daqui crescer. Desde criança, eu tinha esse sonho, sempre falava pro meu pai que eu queria fazer isso daqui crescer, isso daqui crescer. Pelo menos esse pedacinho eu quero, quando eu estiver lá na frente, falar, não, isso foi onde começou tudo", afirma. Além da prática no campo, André também investe na própria formação. Ainda adolescente, concluiu um curso técnico agrícola e hoje cursa faculdade de agronomia. Segundo ele, a busca constante por conhecimento tem sido fundamental para o crescimento profissional. "Eu entrei na Unesp em Jabuticabal como técnico e fui me conhecendo, fui conversando com os professores, sempre em busca de conhecimento, nunca parado". O jovem agricultor André Cossin, de 20 anos Reprodução: EPTV Juventude agro Histórias como a de André estão cada vez mais presentes no campo brasileiro. Dados da Consultoria Fruto Agrointeligência mostram que a média de idade dos produtores rurais no Brasil está entre as mais baixas do mundo, cerca de 46 anos, enquanto nos Estados Unidos, a média é de 58 anos e na Europa se aproxima dos 60. Para o economista José Carlos de Lima Júnior, esse movimento está ligado ao avanço tecnológico do setor e ao interesse dos jovens por áreas que exigem qualificação técnica. “O agronegócio é formado por muita tecnologia. O brasileiro está descobrindo que o agro é, primeiro, uma aptidão natural do país e, segundo, um setor que demanda conhecimento e profissionais dedicados a fazer diferente, a desenvolver novas tecnologias. Os jovens estão percebendo essas oportunidades”, afirma. Conhecimento tecnológico tem se tornado essencial no agronegócio atual Reprodução: EPTV Alguns cultivos já refletem essa renovação. Segundo o levantamento, 60% dos produtores de algodão têm menos de 35 anos e, entre os agricultores do Cerrado, esse índice é de 44%, enquanto 40% dos horticultores também estão nessa faixa etária. "Aquilo que nos trouxe até aqui, a gente precisa agora levar daqui para frente com as novas tecnologias, com um novo jeito de fazer negócio. É aí que entra o jovem, de pegar aquilo que a geração anterior fez e dar sequência, pensando em inteligência artificial, pensando em tecnologias, inovação e mercado globalizado com uma concorrência muito mais elevada", finaliza José. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

Paraná pode amanhecer com temperaturas próximas de 10ºC em janeiro; veja previsão do tempo por região

Publicado em: 04/01/2026 10:05

Neste domingo (4), sol intercala com tempo nublado em diversas regiões do Paraná. A foto mostra Ponta Grossa às 10h Millena Sartori/g1 O Paraná registrou 9,5ºC na manhã deste domingo (4) em General Carneiro, no sul, e o estado pode voltar a amanhecer com temperaturas próximas de 10ºC nesta segunda-feira (5). As informações são do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). A previsão é voltada para o centro-sul e o sudoeste do estado, e se deve à presença de uma massa de ar mais seco sobre as regiões, de acordo com o órgão. Veja a previsão do tempo para todas as regiões paranaenses mais abaixo. ✅ Clique aqui e siga o canal do g1 PR no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Neste domingo (4) já há partes do estado em que, diferentemente dos dias anteriores, os termômetros não devem chegar a 25ºC, segundo o Simepar. O órgão afirma que espera-se predomínio da estabilidade atmosférica na maior parte do estado, mas algumas "chuvas de verão" podem ser registradas. "Entre o Norte Pioneiro, Campos Gerais e a região Leste, a nebulosidade poderá variar ao longo do dia, não se descartando pancadas de chuva localizadas, inclusive com possibilidade para tempestades isoladas entre os Campos Gerais e Norte Pioneiro. No interior do estado, as temperaturas máximas devem se aproximar dos 30 °C, enquanto que no Leste, devido à maior cobertura de nuvens ao longo do dia, a amplitude térmica será menor e as máximas deverão ficar próximas de 22°C e 24°C". Na segunda-feira (5), o amanhecer será marcado por uma maior concentração de nuvens desde o Litoral até as áreas centrais, em razão da intrusão de ar oceânico para o interior do estado, associada à circulação anticiclônica, explica o Simepar. "Ao longo do dia, o Sol predominará, com algumas variações de nuvens. As chances de chuva são baixas, mas não se pode descartar completamente a possibilidade de eventos pontuais e de curta duração, especialmente no período vespertino", apontam os meteorologistas. Na terça-feira (6), a circulação em níveis médios da atmosfera poderá favorecer a formação de áreas de instabilidade pontuais e de curta duração, especialmente na metade leste do estado. Entre quarta (7) e quinta-feira (8), a formação de um cavado meteorológico na Argentina promoverá o retorno da umidade ao Paraná, aumentando os índices de instabilidade. Como resultado, as chuvas voltarão a ocorrer com maior frequência, incluindo a possibilidade de tempestades, diz o órgão. "De terça (6) a quinta-feira (8), as temperaturas máximas irão subir gradativamente, ultrapassando os 30ºC em praticamente todo o estado na quinta", finaliza o Simepar. Leia também: Salvo pela esposa: Amigos de homem que se afogou em piscina acharam que ele estava brincando quando viram ele se debatendo Veja vídeo: De trator, motorista bêbado atinge e derruba muro de casa e foge de moradores Entenda: Caso de violência doméstica faz polícia descobrir armas e R$ 1,2 milhão escondido em bolsas de viagem e iniciar nova investigação 🌡️Previsão do tempo para o Paraná Veja, abaixo, a previsão do tempo atualiza pelo Simepar neste domingo (4): Domingo, 4 de janeiro Previsão para domingo, 4 de janeiro Reprodução/Simepar Segunda-feira, 5 de janeiro Previsão para segunda-feira, 5 de janeiro Reprodução/Simepar Terça-feira, 6 de janeiro Previsão para terça-feira, 6 de janeiro Reprodução/Simepar Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias no g1 Paraná

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Projeto oferece cursos profissionalizantes para alunos de escolas públicas do Rio

Publicado em: 04/01/2026 09:13

Projeto oferece cursos profissionalizantes para alunos de escolas públicas do Rio O Instituto Proa, criado no morro da Igrejinha, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, oferece cursos profissionalizantes para alunos de escolas públicas. Além disso, o projeto também acompanha os alunos durante os primeiros três anos de carreira. O Matheus Cauã da Hora, um dos alunos do curso, investiu no curso de programação e hoje colhe os frutos do esforço. Matheus Cauã da Hora, aluno do Instituto Proa Reprodução/TV Globo "Eu tinha 6, 7 anos, e usei muito o computador. Quando a minha mãe percebeu que eu estava mais interessado, fiz minha mãe comprar um modem e comecei a usar a internet, no Youtube via vários tutoriais. Comecei a conhecer o design gráfico, o suporte técnico", diz Matheus, que atua como assistente de tecnologia e está no último ano do curso de análises de sistema na Unisuam. Rio foi o quinto estado com mais novas vagas de emprego em outubro, segundo o Caged Reprodução/TV Globo A plataforma Proa já teve 7 mil alunos que concluíram cursos, com pelo menos 4 mil no mercado de trabalho. O estado do Rio foi o 5º do país com mais vagas abertas de empregos formais em outubro, segundo dados do Cadastro de Registro Geral de Empregados (Caged) do governo federal. "O mercado é muito dinâmico e todo dia tem uma informação nova. Tem que fazer cursos para você estar melhor preparado", afirmou Guilherme Ribeiro, assistente de gestão financeira. Para participar do projeto, o candidato precisa ter entre 17 e 22 anos, ter cursado ou estar concluindo o 3º ano do ensino médio em escola pública e ter pelo menos 20 minutos de dedicação diária. "São mais de 10 mil jovens na plataforma", afirmou a CEO da plataforma Proa, Alini D'al Magro.

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VÍDEO: criança é 'rebatizada' como '54' após sistema de UPA confundir nome com números romanos

Publicado em: 04/01/2026 06:00

Criança é 'batizada' como '54' após sistema de UPA confundir nome com números romanos Ao colocar o nome de Liv em sua quinta filha, a projetista de móveis Tuane Martins, de 32 anos, não imaginava que ela seria rebatizada como “54”, toda vez que passa por algum novo sistema eletrônico. A inteligência artificial interpreta as três letras do nome da criança, de 3 anos, como se fossem algarismos romanos. Acostumada com a troca, ela registrou em vídeo um dos momentos inusitados em que a filha é chamada para atendimento em um posto de saúde. O sistema sonoro anuncia a menina como “54 Martins Albuquerque Alves”. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp O momento foi gravado na Unidade Pronto Atendimento (UPA), localizada no Norte de Florianópolis, durante atendimento de uma crise alérgica. O registro foi postado no Tiktok por Tuane e viralizou. São mais de 600 mil visualizações, 2,3 mil comentários e 3,5 mil compartilhamentos. Criança é 'batizada' como '54' após sistema de UPA confundir nome com números romanos Reprodução A mãe explica que a confusão acontece porque o sistema acaba lendo o nome da criança como se fosse em números romanos - LIV equivale a 54 -, e também por não ter diferenciação de letras maiúsculas e minúsculas dentro do sistema. O fato inusitado descrito na postagem ainda reuniu curiosos e comentários até mesmo ofensivos sobre a escolha do nome de Liv. Tuane revela que é a primeira vez que vê pessoas questionamentos sobre a escolha, algo que para ela parece ser "coisa de internet" e não da vida real. "Nunca me questionaram, nem acharam diferente. Nunca recebi comentários assim. É só coisa que aparece na internet mesmo", comentou. A primeira vez que Liv foi chamada de “54” ela ainda tinha meses de vida. Tuane lembra que levou um tempo, mas logo entendeu que se tratava de um problema na tecnologia. Em casa Liv já ganhou o apelido de "54" por conta da confusão dos sistemas Divulgação/ Arquivo Pessoal Mãe de cinco e rotina em casa e nas redes A família é natural do Rio Grande do Sul e veio para Florianópolis em 2009. Além de Liv, a mamãe Tuane tem mais 3 filhos biológicos: Leandro, de 15, Laíza, de 10, e Liz, de 7 anos. Ela ainda adotou Andressa, hoje com 14 anos. Autônoma, Tuane tem clientes no Brasil, Portugal e Angola e precisou adaptar seu trabalho para home office visando conciliar melhor a vida profissional e a maternidade. Após viralizar e receber diversos comentários perguntando mais sobre a história, ela decidiu começar a criar conteúdos e compartilhar sua rotina como mãe de cinco. Tuane pretende aproveitar a viralização para contar mais sobre a rotina de ser mãe de 5 crianças Divulgação/ Arquivo Pessoal VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

Do laboratório ao viveiro: como uma tecnologia criada no RN fez produtores de camarão ganharem mais

Publicado em: 04/01/2026 03:00

Empreendedores criam laboratório que transforma a produção de camarão no RN Às margens da Lagoa de Guaraíras, em Tibau do Sul (RN), tradição e inovação caminham lado a lado. A região, conhecida pela forte produção de camarão, agora também se destaca pelo uso de tecnologia genética que está transformando a vida de pequenos produtores. O Hailton Alves Marinho é um dos 28 produtores familiares que cultivam camarões na região. Ele viu a produção evoluir com a chegada de uma tecnologia desenvolvida por três empreendedores potiguares: Roseli Pimentel, Luciana Menollilanza e Daniel Lanza. 👩🏽‍🔬 Da ciência ao campo Roseli, que já coordenou o programa de melhoramento genético da maior produtora de camarão do Brasil, percebeu que os testes genéticos só eram feitos no exterior – e com alto custo. Junto com Daniel, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), e Luciana, ela criou uma tecnologia 100% nacional para identificar as melhores famílias de camarões para cultivo. “Com essa tecnologia, conseguimos selecionar os animais mais resistentes e produtivos, o que representa mais lucro para o produtor”, explica Daniel. O investimento inicial foi de R$ 700 mil. Com apoio da empresa onde trabalhavam e recursos públicos, o trio abriu seu próprio laboratório, com aporte total de R$ 2 milhões. Hoje, a empresa atende produtores do Brasil, México e Arábia Saudita, com faturamento anual de R$ 390 mil. Do laboratório ao viveiro: startup nordestina leva ciência ao agronegócio e fatura com camarão no RN Reprodução/Tv Globo 🤑 Mais qualidade, menos custo A tecnologia permite que produtores como Hailton cultivem camarões maiores e mais saudáveis. Em sua propriedade, ele produz 3 mil quilos por mês, com custo de R$ 30 mil e lucro líquido de R$ 6 mil mensais. “Hoje eu produzo menos e ganho mais. O camarão maior tem mais valor no mercado”, afirma o produtor, que também investe em energia solar e controle rigoroso da qualidade da água. 📍 Impacto na economia local O Rio Grande do Norte é responsável por 80% da produção nacional de camarão em viveiros familiares, movimentando cerca de R$ 450 milhões por ano. A biotecnologia desenvolvida no estado fortalece esse setor e contribui para uma produção mais sustentável e eficiente. “A tecnologia só agrega. Ela direciona o conhecimento para decisões mais assertivas”, diz Roseli. Para o professor Daniel, o futuro da aquicultura está na informação: “É assim que vamos melhorar a produtividade e a vida de quem vive do campo.” Do laboratório ao viveiro: startup nordestina leva ciência ao agronegócio e fatura com camarão no RN Reprodução/Tv Globo Associação brasileira de criadores de camarão - ABCC 📍 Rua Alfredo Pegado Cortez, 1858, Candelaria, Natal/RN 🌐 Site: abccam.com.br 📞 Telefone: (84)99612-7575 ✉️ E-mail: abccam@abccam.com.br 📱 Instagram: https://www.instagram.com/abccamarao/ Genaptus Serviços Laboratoriais e Treinamentos em Análises Genéticas LTDA 📍 Mandacaru Mall loja 35, Rua Ayrton Senna, 389, Capim Macio - Natal/ RN - CEP 59080-100 📞 Telefone/whatsapp: (84) 99426-5995 🌐 Site: genaptus.com.br ✉️ E-mail: genaptus@gmail.com 📘 Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=61560033215500&locale=pt_BR 📱 Instagram: https://www.instagram.com/genaptus/ Hailton Alves Marinho 📍 Rodovia RN 003, 755 – Umari 📞 Telefone: (84) 98605-5210 ✉️ E-mail: hailtonalvesmarinho60@gmail.com 📱 Instagram: https://www.instagram.com/paraiso_fazenda/

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Troca de óleo: posso mudar o tipo de lubrificante para economizar?

Publicado em: 04/01/2026 03:00

Óleo de motor Adobe Stock Trocar o óleo correto do seu carro, por um mais barato? Nem pensar! A montadora quando desenvolve o motor, determina qual é o tipo de oleo que vai atender às exigências de temperatura, folgas, rotação, entre outras. Se colocar óleo diferente do especificado pode causar borra, que entope os dutos de passagem de óleo e consequentemente o desgaste excessivo das peças móveis causando um prejuízo enorme, tanto financeiro quanto de tempo que o carro irá ficar parado para a realização da retífica do motor. Independentemente da quilometragem do carro o óleo deve atender as especificações técnicas indicadas pela montadora.É comum optar por um produto mais barato quando a grana está curta, certo? Ao invés de comprar o azeite da preferência, opta-se pelo que está na promoção. Ou então, no caso do veículo, se escolhe a palheta mais barata para o limpador de para-brisas. Segundo especialistas, a tática não é bem aplicada ao óleo lubrificante do motor. Os especialistas ouvidos pelo g1 e o manual do proprietário afirmam que não é indicado utilizar um óleo mais barato. "Trocar o óleo correto do seu carro, por um mais barato? Nem pensar", afirma Tenório Jr, reparador automotivo e proprietário da JR Automotiva. Segundo o especialista, "a montadora quando desenvolve o motor, determina qual é o tipo de óleo que vai atender às exigências de temperatura, folgas, rotação, entre outras questões. Se colocar um lubrificante diferente do especificado, pode causar borra, que é um problema que entope os dutos de passagem de óleo e, consequentemente, gerar desgaste excessivo das peças móveis". Assim, o prejuízo pode ser enorme, seja financeiro ou pelo tempo que o carro ficará parado para a retífica do motor. "Portanto, independentemente da quilometragem do carro, o óleo deve atender as especificações técnicas indicadas pela montadora", elucida o mecânico. Há, entretanto, um mito no mercado automotivo que diz que quanto mais velho o motor fica, mais espesso deve ser o óleo que ele utiliza. ▶️ Origem da dúvida: muitos consumidores acreditam que as peças do motor passam a ter folga com o tempo. Mas, se a manutenção for feita como se deve, no período adequado e com as peças devidas, as folgas serão irrelevantes e não vão exigir outro tipo de óleo. “É realmente um mito, porque tem que utilizar o mesmo tipo de óleo até o fim da vida do motor. Antigamente, os carros utilizavam óleos minerais ou semissintéticos para compensar o desgaste das peças internas do propulsor. Os desgastes e as folgas em anéis, pistões, camisas e bronzinas eram compensados por um óleo mais viscoso, mas é uma prática completamente errada”, afirma Alexandre Dias, administrador e mecânico do Auto Center Guia Norte. “As montadoras testam os motores por milhares de quilômetros e elas não indicam que a troca seja feita com o passar dos anos. E nos motores modernos não aplica mais óleo semissintético; é só o sintético", continua o especialista. Para saber mais sobre os tipos de óleo e quando fazer a troca do fluido, o g1 reuniu dicas para que você escolha o melhor lubrificante para o seu carro ou moto. Confira o que você verá nesta reportagem: 📆 Quando trocar o óleo do carro? 🏍️ E o óleo para as motos? 🛢️ Quais são os tipos de óleo? ✅ Qual óleo escolher? 💧 Viscosidade ❌ Pode misturar ou completar o óleo? 🏆 Lubrificante mais caro é melhor? ⚠️ Quais problemas o motor pode ter ao não utilizar o óleo correto? 📆 Quando trocar o óleo do carro? O melhor momento para a substituição do óleo é indicado no manual do proprietário. A maioria das montadoras disponibiliza uma versão na internet, caso o motorista tenha perdido o livro físico. De acordo com o manual consultado pelo g1, do Volkswagen Gol Last Edition, a troca de óleo deve ser feita a cada 10 mil quilômetros ou 12 meses, prevalecendo o que ocorrer primeiro. Perdeu o manual do carro? É fácil encontrar na internet, como este do VW Gol Last Edition. Divulgação | Volkswagen Contudo, o manual ressalta que o motorista precisa checar “condições adversas”, que pedem uma troca preventiva. Veja abaixo a lista. Trânsito frequente (anda e para, tráfego urbano), em que o motor permanece um longo período em marcha lenta; 🚗🚙🚚🛻🚛💨 Trajetos curtos, abaixo de 8 km diários; Em situações de longa inatividade; Estradas ou vias ruins, com alto índice de poeira ou sem pavimentação; Em vias com índice elevado de partículas suspensas (em regiões de indústria de mineração, cimento e siderurgia, marmorarias e salinas); Trânsito com reboque ou rodagens com carga. “A principal orientação é se atentar ao momento da troca que é indicado pela fabricante. Existem casos de 5 mil km, 10 mil km, 15 mil km e por aí vai. Usualmente, se usa óleo para 10 mil km ou limite de 12 meses”, diz Alexandre Dias, proprietário do Grupo Guia Norte Auto Center. 🏍️ E o óleo para as motos? Para motos, as trocas devem ser feitas em intervalos de quilometragem e tempo menores, como é o caso da Honda CG 160, a mais vendida do Brasil. A substituição, segundo a Honda, deve ser feita a cada 12 meses ou 6 mil km. Para a scooter Elite 125, no entanto, o serviço é exigido a cada 4 mil km. Desta forma, a orientação dos especialistas é a mesma: consultar o manual ou o site da montadora é imprescindível para não perder os prazos e a garantia. Picape e SUV são ofertados abaixo da tabela para renovar os estoques das lojas 🛢️ Quais são os tipos de óleo? Antes de pensar em trocar o tipo de óleo do seu veículo, é preciso entender quais são as opções disponíveis no mercado. Afinal, essa é a primeira informação que o consumidor precisa saber antes de abrir a carteira. São três tipos: Minerais; Semissintéticos; Sintéticos. ▶️ Os minerais, normalmente mais baratos, são os lubrificantes que possuem menos tecnologia em sua formulação. Eles têm um preço menor, duram menos e são feitos para atender carros mais antigos. O óleo mineral 20W 50 é utilizado no Volkswagen Fusca, por exemplo. ▶️ Os semissintéticos também são conhecidos como “óleo composto”, pois ficam entre o mineral e o sintético. Eles também carregam aditivos que ajudam a melhorar a performance dentro do motor, mas são mais acessíveis que os sintéticos. O Ford Escort 1.8 é um dos clássicos que utiliza a formulação semissintética com viscosidade 15W40. ▶️ Já o sintético é o mais desenvolvido e com total foco em desempenho, uma vez que carrega muito mais tecnologia que os outros dois, e é exigido pelos motores mais modernos. Todos os veículos que saem de fábrica atualmente utilizam essa composição, que é produzida para reduzir atrito, aumentar a eficiência no uso do combustível e diminuir a temperatura de trabalho do motor, entre outras funções, como evitar corrosão das peças internas. “Óleos lubrificantes não devem ser misturados, pois poderão perder suas características especialmente desenvolvidas para um determinado motor”, argumenta Bruno Santos, consultor técnico automotivo dos lubrificantes Mobil. “A formulação de um lubrificante é meticulosamente balanceada para atingir a alta performance e, por isso, não deve ser misturada com outros óleos.” ✅ Qual óleo escolher? De volta ao manual do Volkswagen Gol Last Edition, é possível ver na imagem abaixo que o livro indica uma classe específica de óleo lubrificante para o veículo: “utilizar somente a especificação de óleo do motor expressamente aprovado pela Volkswagen”. Perda de garantia: usar óleo não recomendado Divulgação | Volkswagen Outro ponto importante, segundo Bruno Santos, da Mobil, é se atentar sempre a viscosidade e especificação técnica requeridas pelo manual do proprietário. “É fundamental que o lubrificante esteja de acordo com o exigido pelo fabricante do veículo, garantindo assim que ele foi aprovado pela utilização nesses modelos”, diz. A viscosidade, citada por Santos, está indicada em letras grandes na frente da embalagem, conforme indicado na imagem abaixo. A viscosidade está sempre indicada no frasco do lubrificante Imagem de internet De acordo com o especialista, a viscosidade ideal é definida pelo fabricante do veículo durante o desenvolvimento do motor. Cada propulsor pode exigir uma viscosidade diferente, dependendo do seu desempenho, para que a eficiência da sua fabricação seja maximizada. “Por isso, existem lubrificantes das mais variadas viscosidades para atender todos os tipos de motor. O que temos visto é o desenvolvimento de lubrificantes cada vez menos viscosos devido a busca por uma maior eficiência energética e economia de combustível”, afirma o especialista. Essa fluidez do óleo é delimitada por números e letras, como no caso de 0W30, 10W40 ou 20W50. As siglas indicam a capacidade de escoamento no frio (W de “winter”, inverno em inglês) e em temperatura normal (sem o W). Os números são apenas apontamentos técnicos do quão “fino” ou “espesso” é o óleo nos dois cenários. Ainda de acordo com o manual do Gol Last Edition que utilizamos como exemplo, cada veículo possui uma norma específica para óleo. O do hatch é VW 508 88. Aparentemente, este código não significa muita coisa, mas é isso que indica que é o óleo correto para aquele carro. “Essa norma deve estar descrita na embalagem do lubrificante”, aponta o livreto. A indicação da norma exigida pela montadora também aparece no rótulo Divulgação | Mobil 💧 Viscosidade O termo “viscosidade” se refere a resistência de um fluido ao escoamento. Em outras palavras, define se um líquido é “fino” ou “grosso”. Exemplo: ao virar um copo cheio de cabeça para baixo, a água escorre mais rápido do que o azeite. Esse mesmo critério é utilizado para estabelecer a fluidez de um óleo lubrificante automotivo. Utilizar um mais fino ou mais espesso que o indicado traz prejuízos ao propulsor, conforme explica o especialista da Mobil Bruno Santos. “Óleos mais grossos exigirão maior esforço do motor, enquanto óleos mais finos podem não fornecer a proteção necessária, ou seja, a lubrificação poderá ser comprometida.” ❌ Pode misturar ou completar o óleo? Apesar de não ser ideal, existem alguns cenários nos quais é possível misturar óleos. A ressalva é que essa mistura só deve ocorrer em casos extremos. Ao misturar, é preciso utilizar apenas os óleos aprovados pela norma. Isso porque, segundo os especialistas, aditivos (composições químicas) presentes nos lubrificantes podem conflitar e, como veremos adiante, podem gerar um resultado não esperado. Abaixo, algumas funções dos aditivos: Anticorrosivos; Antioxidantes; Antiespumantes; Detergentes; Antidesgaste. “Não se deve misturar essas especificações nem as marcas, porque haverá incompatibilidade química que irá acarretar em perda da eficiência e até formação de borra”, explica Tenório Jr., proprietário da oficina JR Automotiva. Dias, do Grupo Guia Norte Auto Center, corrobora com a perspectiva de Tenório: “Ou se usa um sintético, ou um semissintético ou mineral. Às vezes o motor pode até funcionar, mas a longo prazo haverá uma baita dor de cabeça porque o motor certamente vai apresentar problemas”. Já para completar o óleo, é necessário ainda mais atenção. O manual indica: “se em situação de emergência não houver nenhum óleo de motor aprovado pela norma, provisoriamente pode-se utilizar outro óleo de motor. Porém, recomenda-se assim que possível procurar uma oficina para que a troca de óleo seja executada com óleo aprovado”. Ou seja, se o carro parar na estrada e a única solução seja completar com o óleo que tiver à disposição para sair daquela situação de risco, o lubrificante pode ser utilizado. Mas é necessário fazer a troca o mais rápido possível para não danificar partes internas do motor. Completar o óleo nunca é indicado, exceto em situações de emergência Divulgação | Volkswagen 🏆 Lubrificante mais caro é melhor? Não adianta comprar um lubrificante mais caro imaginando que os benefícios serão maiores. Os especialistas consultados pelo g1 afirmam que o que determina a qualidade de um lubrificante é a tecnologia embarcada em sua formulação, através de aplicação de aditivos, que vão fazer com que as especificações técnicas requeridas sejam atendidas. “Essa robustez técnica do lubrificante pode fazer com que ele fique mais caro. Entretanto, um determinado óleo caro pode não ser o ideal para aquele veículo. Existem diversos tipos de lubrificantes desenvolvidos para diferentes tipos de motor, portanto, é necessário avaliar os requerimentos técnicos indicados”, orienta Santos, da Mobil. Dias, da oficina Guia Norte, diz que se engana quem acredita que óleos mais caros são melhores: “É mito porque não significa que óleo mais caro é o correto”. “Às vezes, ele só tem preço mais elevado por ter mais tecnologia, mas nem sempre é aquilo que o motor pede. Isso quer dizer que o consumidor só estará gastando mais dinheiro sem necessidade, pois ele não estará resolvendo o problema do veículo.” Como saber se um carro passou por enchente? ⛓️‍💥 Correia banhada a óleo O tema sobre a escolha do óleo correto merece um capítulo à parte. Nos carros mais modernos, com motores turbinados, é comum encontrar correia de comando do cabeçote banhada a óleo. Isso quer dizer que o mesmo óleo que lubrifica o motor também é responsável por manter o bom funcionamento desta correia. E é justamente a utilização do óleo correto que pode manter a vida útil dela, conforme indica o fabricante. “Esse tipo de correia dentada, banhada a óleo, fica na parte interna do propulsor e é preparada para trabalhar sendo lubrificada o tempo todo. O óleo errado estraga, diminui a durabilidade e ela pode até estourar”, explica Dias, do Guia Norte. Segundo Bruno Santos, da Mobil, correntes e correias banhadas a óleo são submetidas a uma oxidação ainda mais severa em relação à temperatura. Portanto, é ainda mais importante a utilização de um óleo de qualidade que atenda as especificações do fabricante do veículo. “É fundamental que o óleo seja compatível com o material da correia/corrente. Esses óleos são especialmente desenvolvidos para essa aplicação e passam por severos testes como o de compatibilidade com elastômeros [materiais que possuem propriedades elásticas]”, diz ele. “O uso de um óleo inadequado pode corroer e danificar a corrente/correia, comprometendo sua vida útil, fazendo que seja necessária sua troca bem antes do determinado pelo fabricante do veículo.” De acordo com o reparador independente Tenório Jr., a conta pode ficar salgada quando o consumidor não se atenta às especificações exigidas no manual. “Já tive casos na minha oficina nos quais o consumidor utilizou o lubrificante errado e a correia foi simplesmente corroída pelo óleo. Aí a conta fica bem cara, porque quando a correia estoura, as movimentações de válvulas conflitam com a do pistão e uma peça se choca com a outra. Quando as peças colidem, o estrago é grande”, diz ele. Alexandre Dias, da Guia Norte Auto Center, não se pode usar outro tipo de óleo em hipótese alguma. “Imagine o seguinte: se esse óleo não tem as moléculas específicas para banhar aquela correia; se ele oxida de uma forma mais rápida e agride as peças metálicas do motor, imagina o que ele fará com a borracha da correia, que é um material muito mais sensível. Por essa razão, tem que fazer a troca pelo lubrificante correto, específico para aquele carro.” Correia dentada banhada a óleo pode romper com o lubrificante errado Guia Norte ⚠️ Quais problemas o motor pode ter ao não utilizar o óleo correto? Um óleo é resultado da parceria entre a fabricante do motor e a do lubrificante. Todas as especificações são determinadas por meio de milhares de testes, antes de aprovar uma fórmula ideal para um lubrificante. Portanto, um óleo equivocado, além de não cumprir a função exigida pela montadora, pode trazer consequências severas para o bolso do consumidor. “Existem diversos riscos que o uso de um óleo errado pode causar ao motor, como formação de borras e depósitos, desgaste excessivo de peças do motor, além do superaquecimento, podendo até fundir o motor. Existe ainda a questão ambiental, uma vez que o óleo inadequado pode gerar mais emissões”, alega o consultor técnico automotivo da Mobil Bruno Santos. “Pode ser que não haja a lubrificação correta do motor inteiro porque o óleo não passa pelos orifícios por onde ele precisa penetrar. Isso pode ocasionar uma falta de lubrificação, desgaste das partes internas do motor e até o rompimento da correia dentada”, finaliza Dias, da Guia Norte.

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Clicks Communicator: celular com teclado pode reviver a era de ouro da BlackBerry

Publicado em: 04/01/2026 02:45 Fonte: Tudocelular

Quem é fã de nostalgia tecnologia pode se alegrar com esse lançamento. A Clicks, empresa responsável pelo acessório Clicks Keyboard para iPhone, acaba de revelar o Communicator, um smartphone Android 16 que promete resgatar o charme dos antigos BlackBerry em pleno 2026. O dispositivo foi projetado para funcionar como um segundo celular, voltado para quem quer se comunicar mais e se distrair menos. Diferente dos modelos modernos que priorizam telas imersivas, o Clicks Communicator aposta em um teclado físico completo e em uma interface minimalista.No aparelho, encontramos um launcher personalizado que dá destaque apenas a aplicativos de comunicação como Telegram, WhatsApp, Slack e Gmail. A ideia é simples é permitir que o usuário tenha em mãos o celular como uma ferramenta eficiente para produtividade, sem o excesso de notificações e vídeos curtos.Clique aqui para ler mais

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Vazou tudo! Motorola Signature vai ter especificações que prometem abalar a Samsung

Publicado em: 04/01/2026 01:31 Fonte: Tudocelular

O Motorola Signature pode abrir 2026 como um dos lançamentos mais surpreendentes do ano. Esse modelo promete elevar o padrão da marca no segmento premium, com um pacote completo que conecta tecnologia e sofisticação. Previsto para ser apresentado oficialmente no dia 6 de janeiro, e os rumores já dão um panorama empolgante sobre o que vem por aí. Recentemente, o vazador @evleaks revelou uma lista de configurações que podem estar presentes no smartphone, e, se confirmadas, os usuários podem esperar por concorrente à altura da linha Galaxy S26. Clique aqui para ler mais

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Reservas recordes, infraestrutura em queda: o estado da indústria petrolífera da Venezuela

Publicado em: 04/01/2026 00:00

A importância e o tamanho das reservas de petróleo na Venezuela Após a captura de Nicolás Maduro neste sábado (3), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretende abrir o setor petrolífero da Venezuela à atuação de grandes companhias norte-americanas. A declaração amplia o alcance político e econômico da ofensiva anunciada por Washington. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Até então, o governo norte-americano vinha justificando as operações militares no Caribe e o endurecimento das sanções contra Caracas com o argumento de combater o narcotráfico e desarticular rotas de drogas supostamente ligadas a grupos criminosos associados ao regime venezuelano. A sinalização de Trump, no entanto, reforça que a estratégia americana envolve também interesses energéticos. A Venezuela possui cerca de 17% das reservas conhecidas de petróleo do mundo, o equivalente a mais de 300 bilhões de barris — volume quase quatro vezes maior que o dos EUA, segundo órgãos internacionais do setor energético. Com a captura de Maduro e a promessa de reorganização do setor, o controle sobre essas reservas passa a integrar o debate sobre os desdobramentos da ação americana e seus impactos econômicos e geopolíticos na região. A seguir, o g1 detalha os principais pontos do mercado de petróleo venezuelano e como eles afetam a economia do país: A dimensão do mercado de petróleo da Venezuela A Venezuela concentra a maior reserva comprovada de petróleo do mundo, com capacidade estimada em cerca de 303 bilhões de barris, segundo a Energy Information Administration (EIA), órgão oficial de estatísticas energéticas dos Estados Unidos. Esse volume coloca o país à frente de grandes produtores como Arábia Saudita (267 bilhões de barris) e Irã (209 bilhões). Boa parte do petróleo venezuelano, porém, é extrapesada, exigindo tecnologia avançada e investimentos elevados para sua extração. 🔎 Na prática, o potencial é enorme, mas segue subaproveitado devido à infraestrutura precária e às sanções internacionais que restringem operações e acesso a capital. Segundo a Statistical Review of World Energy, publicação anual do Instituto de Energia (EI), a produção de petróleo da Venezuela despencou nas últimas décadas, de um pico de 3,7 milhões de barris por dia em 1970 para um mínimo de 665 mil barris por dia em 2021. No ano passado, a produção registrou leve recuperação, retornando a cerca de 1 milhão de barris por dia, o que representa menos de 1% da produção global de petróleo. Dependência histórica do petróleo O petróleo moldou a economia venezuelana ao longo do século XX. Após grandes descobertas nas décadas de 1920 e 1930, o país rapidamente se tornou um dos maiores produtores do mundo e, em 1960, ajudou a fundar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Em 1976, o governo nacionalizou a indústria petrolífera e criou a PDVSA, transformando o setor em um monopólio estatal. Nas décadas seguintes, durante os governos de Hugo Chávez, grande parte da renda do petróleo foi destinada a programas sociais, reduzindo outros investimentos na economia. Como resultado, entre 1998 e 2019, mais de 90% das exportações venezuelanas vieram do petróleo. Quando a produção caiu, o país passou a enfrentar sanções internacionais, agravando a crise econômica. A queda acentuada nas receitas do petróleo também contribuiu para a explosão inflacionária na Venezuela. Segundo o Banco Central, em 2019 os preços subiram 344.510% — o que significa que produtos que custavam 1 unidade monetária passaram a custar cerca de 3.400 vezes mais. Sanções, PDVSA e relações com os EUA Os Estados Unidos mantêm uma relação histórica com o petróleo venezuelano desde os anos 1920. Na década de 1930, o país já atraía grandes companhias estrangeiras, sobretudo dos EUA e da Europa. Com o avanço das sanções, essa presença diminuiu drasticamente. Hoje, a Chevron é a única empresa americana que ainda opera na Venezuela, graças a uma autorização especial concedida por Washington, apesar das restrições ao país. A PDVSA, que no passado assegurava a entrada de dólares na economia venezuelana, passou a sofrer cortes no próprio orçamento, interrompendo ciclos de manutenção e investimentos, o que agravou ainda mais a queda da produção. Em 2002, a nomeação do economista Gastón Parra para a presidência da empresa gerou forte reação interna, que culminou em uma greve que paralisou a companhia por cerca de dois meses e resultou na demissão de aproximadamente 20 mil funcionários. Petróleo e geopolítica internacional Apesar das dificuldades, o petróleo continua sendo o pilar econômico da Venezuela. Segundo a Reuters, em 2024 a PDVSA faturou cerca de US$ 17,5 bilhões com exportações, com produção média ligeiramente acima de 800 mil barris por dia. 🔎 O petróleo venezuelano é considerado estrategicamente relevante para os EUA por ser compatível com refinarias americanas. Especialistas afirmam que o interesse de Washington vai além do discurso de combate ao narcotráfico e inclui objetivos econômicos, como a tentativa de reduzir preços de combustíveis no mercado interno. Antes do endurecimento das sanções em 2019, os EUA eram os principais compradores do petróleo venezuelano. Após as restrições, a Venezuela passou a direcionar exportações para a China, em acordos de petróleo em troca de empréstimos, intensificando a disputa geopolítica na região. 👉 Segundo informações da Reuters, a Venezuela vinha quitando empréstimos por meio do envio de petróleo bruto transportado em três superpetroleiros de grande porte que, até recentemente, eram de propriedade compartilhada entre Caracas e Pequim. Dois desses navios se aproximavam da costa venezuelana em dezembro, quando Trump anunciou um bloqueio a todas as embarcações que entrassem ou saíssem do país. Desde então, as embarcações aguardam novas instruções, segundo documentos da estatal PDVSA e dados de monitoramento marítimo, em meio à paralisação da maior parte das exportações venezuelanas. Em entrevista à "Fox News" neste sábado, Trump afirmou que a China receberia o petróleo, sem detalhar como isso ocorreria. Impacto do petróleo na economia venezuelana A produção e exportação de petróleo continuam sendo fundamentais para o desempenho econômico do país. Estimativas baseadas em dados da PDVSA e da Reuters indicam que as exportações de petróleo responderam por cerca de 58% da receita da estatal em 2024. No mesmo ano, a estatal faturou US$ 17,52 bilhões com exportações de hidrocarbonetos — área que envolve a produção e venda de petróleo e gás —, dos quais US$ 10,41 bilhões foram destinados ao Tesouro venezuelano em impostos e royalties, segundo a Reuters. A economia venezuelana cresceu 7,71% no primeiro semestre de 2025, segundo boletim especial do Banco Central da Venezuela (BCV), impulsionada sobretudo pelo setor de hidrocarbonetos, que avançou quase 15% no período. O boletim mais recente da instituição aponta que o PIB venezuelano cresceu 8,71% no terceiro trimestre de 2025, em comparação com o mesmo período de 2024. No período, a atividade petrolífera avançou 16,12%, enquanto a atividade não petrolífera teve alta de 6,12%. Essa dependência, porém, gera vulnerabilidade. Um estudo do Instituto Tricontinental, com base em dados da Global South Insights, estima que as sanções lideradas pelos EUA causaram perdas de cerca de US$ 226 bilhões em receitas petrolíferas para a Venezuela entre 2017 e 2024 — valor superior ao próprio PIB venezuelano, hoje estimado em US$ 108,5 bilhões. Apesar de deter uma das maiores riquezas naturais do mundo, a Venezuela permanece entre as menores economias da América Latina, com sua trajetória condicionada ao petróleo e às tensões geopolíticas. Equipamentos com logo da PDVSA, empresa estatal venezuelana de produção de petróleo, em imagem registrada em Lagunillas, Venezuela. Isaac Urrutia/Reuters/Foto de arquivo *Com informações da agência de notícias Reuters

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Programa federal leva ciência e tecnologia a escolas públicas do Oeste do Pará

Publicado em: 03/01/2026 20:12

Alunos participando do programa "Mais ciência na escola" Reprodução/TV Tapajós Um programa do governo federal está levando ciência e tecnologia a escolas públicas do Oeste do Pará, ampliando o acesso de estudantes ao letramento digital e à educação científica. A iniciativa busca aproximar alunos da rede pública de práticas inovadoras, por meio de uma articulação entre universidades e escolas municipais da região. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp O projeto, intitulado Mais Ciência na Escola, é coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com universidades federais e redes municipais de ensino. No Oeste do Pará, a execução ocorre por meio da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), em conjunto com a Secretaria Municipal de Educação e escolas participantes. A coordenadora institucional do projeto, Cláudia Castro, explicou que a proposta foi selecionada por meio de edital nacional lançado em 2024, que previa apenas um projeto contemplado por estado. Segundo ela, a universidade submeteu a proposta em agosto daquele ano e foi aprovada após avaliação técnica. Programa leva tecnologia e educação científica para estudantes Ela destacou que “o programa foi lançado em 2024, por edital nacional, no qual as universidades puderam submeter propostas, sendo selecionado um projeto por estado, e a Ufopa foi contemplada para executar as ações na região”. De acordo com Jeremias Santos, coordenador do Núcleo de Tecnologia Municipal (NTM), o projeto envolve diretamente escolas da rede municipal, com foco no desenvolvimento de competências digitais e científicas. Ele ressaltou que a parceria já alcança quatro escolas do município e prevê a criação de laboratórios específicos para essas atividades. Segundo ele, “o Mais Ciência na Escola é um projeto do governo federal que, em parceria com a Ufopa e a Secretaria de Educação, busca desenvolver o letramento digital e a educação científica por meio da criação de laboratórios nas escolas”. O projeto prevê a implantação de laboratórios tecnológicos equipados com impressoras 3D, cortadoras a laser, kits de robótica e outros insumos necessários para as atividades pedagógicas. A iniciativa tem vigência de dois anos e também contempla a concessão de bolsas para professores e estudantes envolvidos nas ações. Cláudia Castro explicou que a principal meta é estruturar esses espaços dentro das escolas, fortalecendo o contato dos alunos com a ciência aplicada. Ela informou que os equipamentos destinados às 45 escolas já foram adquiridos e entregues às unidades da Ufopa, estando agora em fase de documentação para doação. A coordenadora afirmou que “os equipamentos já começaram a ser entregues, como na Escola Belo de Carvalho, em Santarém, oeste do Pará, e as próximas unidades receberão a partir de janeiro e fevereiro”. Atualmente, o projeto atende 45 escolas públicas, beneficiando cerca de 450 alunos em oito municípios do Oeste do Pará: Alenquer, Faro, Itaituba, Mojuí dos Campos, Monte Alegre, Óbidos, Oriximiná e Santarém. As atividades estimulam a pesquisa investigativa, a experimentação científica e a participação dos estudantes em clubes de ciências, olimpíadas e feiras educacionais. Além do aspecto tecnológico, a iniciativa também dialoga com temas como sustentabilidade e conservação ambiental, reforçando a formação cidadã dos alunos. O objetivo central é despertar o interesse pela pesquisa científica desde a educação básica, utilizando os laboratórios como espaços de aprendizagem ativa e transformação social na Amazônia. VÍDEOS: Mais vistos do g1 Santarém e Região

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