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Mãe solo e atípica, confeiteira encontra no empreendedorismo garantia de renda e tempo para cuidar do filho: 'Dona do meu próprio negócio'

Publicado em: 19/11/2025 07:19

Confeiteira e mãe atípica compartilha história com o empreendedorismo em Bauru Ao se deparar com o desemprego pela necessidade de dar atenção integral ao filho Bernardo, em 2021, que precisava de cuidados intensivos após nascer prematuro, Joicy Mirelle precisou buscar alternativas para ter uma renda extra e ajudar nas despesas de casa. Foi a partir da inspiração de outras marcas que seguia que a confeiteira deu o primeiro passo e, após fazer cursos e comprar os ingredientes, fez suas primeiras receitas. As encomendas foram naturalmente chegando e, hoje, após três anos, ter o seu próprio negócio é o que lhe dá liberdade para conseguir estar perto de sua família. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp A jornada de buscar uma fonte de renda no empreendedorismo tem sido uma realidade para muitas mulheres, inclusive na região de Bauru (SP). Só neste ano até agora, 700 mulheres se registraram como microempreendedoras individuais na região de Bauru, contabilizando um número total de 52.748 MEIs abertas por mulheres. Apenas no município de Bauru, são 22.075 empreendedoras que comandam seus próprios empreendimentos. Nesta quarta-feira (19) é comemorado o Dia do Empreendedorismo Feminino, e o g1 conversou com Joicy Mirelle a respeito da rotina de uma mãe atípica e dona do próprio negócio, além da analista do Sebrae Rafaela Brugnatti, que deu dicas para aquelas que se interessam em abrir o seu próprio negócio. 🧁 Mulher de negócios A confeiteira de 32 anos contou que, apesar de ter feito uma pequena pausa no fim de 2021, o crescimento a partir da sua volta foi acelerado: produção de brownies para festas, versões mini, brownies recheados e versões em letras e números. "Tudo sempre no orgânico, sem tráfego pago, indicação boca a boca mesmo", relata em entrevista ao g1. Sua maior dificuldade foi um ano depois, quando recebeu o diagnóstico de autismo e TDAH de Bernardo, seu filho de três anos. Confeiteira e mãe atípica compartilha história com o empreendedorismo em Bauru (SP) Joicy Mirelle/Arquivo pessoal Com o fim de seu relacionamento na mesma época, ela precisou conciliar a rotina de mãe solo e atípica com a necessidade de acompanhamento e sessões de fisioterapia e psicóloga, junto das demandas da confeitaria. "A maior dificuldade que enfrento é não conseguir assumir uma demanda muito grande, já que tenho um tempo de produção limitado e faço tudo sozinha. Isso gera sobrecarga. E acredito que esse seja um desafio comum para muitas mães que empreendem, especialmente aquelas que têm filhos com necessidades especiais, que exigem mais atenção, mais cuidado e mais compromissos com tratamento", pontua. Mesmo com as inseguranças que trabalhar com comércio pode trazer, a confeiteira ressalta que há muitos benefícios em ter o seu próprio negócio. "Eu nunca imaginei que seria dona do meu próprio negócio. Hoje, apesar das dificuldades e da rotina atípica, me sinto feliz e realizada. A minha maior força vem do Bernardo. Empreender me trouxe uma flexibilidade que eu jamais teria em outro trabalho", finaliza. 📉 Empreendedoras Confeiteira e mãe atípica compartilha história com o empreendedorismo em Bauru (SP) Joicy Mirelle/Arquivo pessoal Rafaela Brugnatti, analista de negócios do Sebrae-SP, também relatou que a falta de uma rede de apoio é um obstáculo comum quando se fala no empreendedorismo feminino, pois a maioria das tarefas domésticas e cuidados familiares ainda recai sobre as mulheres. "Mulheres ainda enfrentam mais barreiras para aprovação e limites de crédito, sendo que os limites são menores. Além disso, preconceito e estereótipos de gênero, descredibilização, interrupções em reuniões e dificuldades em ocupar espaços de liderança", explica. No entanto, apesar das barreiras sociais, ainda há muito espaço no mercado (confira todas as áreas destacadas no final da reportagem). A analista ressalta que, para empreender, é necessário ter um posicionamento claro, presença digital forte - mantendo redes sociais ativas com conteúdo estratégico, fazer uso inteligente de ferramentas de inteligência digital e ter uma capacidade de adaptação e adequação. Confeiteira e mãe atípica compartilha história com o empreendedorismo em Bauru (SP) Joicy Mirelle/Arquivo pessoal Além disso, entender de custos, precificação, fluxo de caixa, de metas e ter uma gestão financeira bem elaborada é essencial. Para quem está começando, ela aconselha: "Valide sua ideia, teste seu produto e serviço, ajuste antes de investir alto. Construa autoridade, poste bastidores, depoimentos, provas sociais, isso gera confiança do seu público." "Tudo também tem a ver com o propósito. O propósito sendo claro, forte, você já tem meio caminho andado", finaliza. 📌 Áreas de crescimento em destaque: 💇🏻‍♀️ Beleza, estética e autocuidado: Beleza, estética e autocuidado (geral) Clínicas Nails (unhas) Serviços especializados Cosméticos naturais 🍔 Alimentação: Alimentação saudável (incluindo marmitas fitness) Produtos artesanais (tais como confeitaria, produtos gourmets) Alimentação inclusiva 👩🏻‍💻 Tecnologia e serviços digitais: Social media Tráfego pago Criação de sites Automação Inteligência artificial aplicada a pequenos negócios Bem-estar e saúde emocional Terapias integrativas Consultorias e programas de autocuidado 🛒 Serviços terceirizados B2B (para outras empresas): Limpeza Facilities Atendimento Marketing Administração *Colaborou sob supervisão de Mariana Bonora Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

Sistema digital de emissão de documento de pescado é lançado no Amapá

Publicado em: 19/11/2025 06:01

Fiscalizações são intensificadas para garantir reprodução de pescados durante o defeso Comerciantes e consumidores de pescado do Amapá passam a contar com um sistema digital para emissão de Documento de Origem do Pescado (DOP). A nova ferramenta permite rastrear a procedência do produto e contribui no combate de irregularidades, principalmente em períodos de defeso. A mudança do processo que antes era feito de forma manual, agiliza a liberação das cargas e dá mais transparência à cadeia produtiva, segundo os criadores do sistema. Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça “O sistema substitui um processo manual obsoleto por uma plataforma digital que aumenta a segurança, melhora a rastreabilidade e dá mais rapidez às operações dos comerciantes de pescado no Amapá”, disse o coordenador de Fiscalização Ambiental da Sema, Bruno Esdras. O serviço foi criado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) em parceria com o Centro de Gestão da Tecnologia da Informação do Amap (Prodap), dentro de uma ação do Governo do Amapá. LEIA MAIS Defeso proíbe pesca de 22 espécies no Amapá até março de 2026; veja relação Estudo usa resíduos de pescado para criar ração alternativa e reduzir impactos ambientais no Amapá Como funciona? O novo modelo de DOP possui campos padronizados para identificar quem solicita o documento, detalhar o fluxo de produção, ponto de venda, transportadores e espécies comercializadas. A emissão é feita online, com numeração automática, assinatura eletrônica e código de verificação, permitindo checar a autenticidade do documento. Benefícios As equipes de fiscalização ganham acesso a informações organizadas em banco de dados, o que facilita o planejamento de ações em campo. Para comerciantes, o procedimento fica mais rápido e reduz burocracias. Já os consumidores passam a ter mais garantia da origem legal do pescado. O diretor de Desenvolvimento Ambiental da Sema, Fabrício Borges, destacou que o banco de dados integrado aumenta o controle sobre a origem do pescado e ajuda a combater irregularidades. “A capacidade de rastrear digitalmente a origem e o movimento do pescado assegura que todo produto comercializado no Amapá tenha procedência verificável e legal”, afirmou. A emissão do DOP é feita por servidores da Coordenadoria de Fiscalização Ambiental da Sema, na Colônia de Pescadores da área portuária de Santana. Para obter o documento, distribuidores e comerciantes devem apresentar comprovante da origem legal do pescado. Sistema digital de emissão de documento de pescado é lançado no Amapá Divulgação/GEA Sistema digital de emissão de documento de pescado é lançado no Amapá Divulgação/GEA Sistema digital de emissão de documento de pescado é lançado no Amapá Divulgação/GEA Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

Palavras-chave: tecnologia

M Vituzzo antecipa tendências da construção civil

Publicado em: 19/11/2025 05:04

Quando a equipe da M Vituzzo embarcou para uma imersão pela China, Japão, Singapura e Emirados Árabes, não voltou apenas com fotos e referências arquitetônicas. Voltou com a inquietação de quem viu, ao vivo, que o futuro da construção civil já é realidade em várias partes do mundo e que o Brasil precisa acelerar para não ficar para trás. Esse movimento internacional ganhou ainda mais força com a visita da empresa à Shanghai International Building Industrialization Exhibition, uma das principais feiras de industrialização da construção da Ásia, onde foram exploradas tecnologias, processos e métodos construtivos que podem encurtar caminhos no mercado brasileiro. Engenheiros da M Vituzzo visitam feira de construção civil em Xangai, na China M Vituzzo Agora, parte dessa visão começa a ganhar forma por aqui. Depois do sucesso na Construvale 2025, a Casa do Futuro M Vituzzo, projeto industrializado e tecnológico que virou atração da feira, ganhou endereço fixo para visitação em São José dos Campos. Da Ásia para o Vale do Paraíba: o que a M Vituzzo viu lá fora A viagem ao Oriente deixou claro que existe um novo paradigma em curso. A construção não é mais obra, é indústria. “Ainda estamos construindo como se estivéssemos no século passado. Lá fora, enxergamos processos mais eficientes, sustentáveis e centrados na experiência do usuário”, afirma Marco Vituzzo, diretor geral da M Vituzzo. Na China e no Japão, módulos prontos (quartos, cozinhas e banheiros) chegam ao canteiro como peças encaixáveis. Em Singapura, a sustentabilidade sai do discurso e vira premissa do produto imobiliário. Em Dubai, a experiência do cliente é tão importante quanto a engenharia. Casa do Futuro em exibição na Construvale 2025 M Vituzzo O aprendizado que mais marcou a equipe? A lógica de vender antes de construir. Não no sentido comercial, mas da vivência. Marco conta que visitou um empreendimento chinês onde as áreas de lazer e o subsolo são entregues muito antes das torres. O cliente experimenta os espaços mesmo com a obra em andamento limpa, silenciosa e isolada. O que mudou a visão da equipe Construção encarada como linha de montagem Sustentabilidade incorporada ao design, e não como “extra” Experiência do cliente como parte central do projeto Velocidade sem perder qualidade Industrialização como resposta à falta de mão de obra China: onde a tecnologia reescreve o canteiro A ida à feira em Xangai reforçou o diagnóstico: industrializar não é tendência, é necessidade. O Head de Engenharia, Raphael Fonseca, resumiu o impacto do evento: “A nossa expectativa era entender tendências globais de industrialização. O mercado asiático tem soluções que otimizam mão de obra, padronizam sistemas e melhoram a experiência final do cliente — e isso pode ser adaptado ao Brasil”, afirmou. Foram avaliadas tecnologias ligadas a estruturas metálicas, padronização, mecanização e novas soluções arquitetônicas. A intenção não é copiar modelos, mas tropicalizar boas práticas. Do conceito à prática: a Casa do Futuro chega ao público O que foi visto lá fora inspirou o desenvolvimento da Casa do Futuro, apresentada na Construvale 2025: uma casa de 38 m², com design atual, automação completa, teto solar automático e montada em torno de 12 dias. Um dos quartos da Casa do Futuro M Vituzzo O público comprou a ideia. Mais de 1.500 pessoas passaram pela instalação e a experiência gerou tanta curiosidade que o projeto ganhou um novo endereço, agora aberto ao público no stand de vendas do empreendimento Kingdom, ao lado do Shopping Colinas, em São José dos Campos. A proposta é manter viva a conversa sobre o futuro de morar. “O que vimos lá fora nos inspira, mas a transformação precisa acontecer aqui. Não dá para esperar 10 anos: o futuro começa agora”, comenta Marco. Por que tudo isso importa agora A industrialização pode ser o próximo salto da construção civil brasileira, especialmente diante da escassez de mão de obra e da pressão por produtividade. E a Casa do Futuro funciona como vitrine de possibilidades: um projeto real, tangível e que aproxima o público de soluções que já estão mudando o setor globalmente. Não é uma promessa distante. É um protótipo aplicado ao contexto local. Saiba mais sobre as inovações nos projetos da M Vituzzo clicando aqui.

Palavras-chave: tecnologia

Galaxy S25 Edge: g1 testa o celular fininho da Samsung

Publicado em: 19/11/2025 05:00

Mais finos que um lápis: g1 testa o iPhone Air e o Galaxy S25 Edge O Samsung Galaxy S25 Edge, lançado em maio, chamou atenção pela espessura reduzida, de apenas 5,8 mm. Alguns meses depois, em setembro, a Apple anunciou o seu "ultrafino", chamado iPhone Air, mais fino ainda, com 5,6 mm de espessura. Os aparelhos fazem parte de uma nova tendência dos fabricantes de privilegiarem o design dos smartphones. Para deixar o Air e o S25 Edge bonitos, as marcas tiveram que deixar alguns recursos de lado, reduzindo o número de câmeras e a capacidade da bateria, na comparação com os celulares normais. O Guia de Compras testou ambos para entender essas mudanças. Spoiler: eles ficam muito mais práticos para usar. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Black Friday: madrugada é período mais visado por golpistas Os dois cabem bem no bolso da calça, são resistentes, as fotos saem excelentes e os celulares ficaram longe da tomada por bastante tempo, mais do que o esperado. Samsung Galaxy S25 Edge, um lápis e o iPhone Air Henrique Martin/g1 O ponto negativo é que ainda são muito caros. Na metade de novembro, o iPhone Air ia de R$ 10.499 (256 GB) a R$ 13.499 (1 TB) nas lojas on-line pesquisadas. O Galaxy S25 Edge saía na faixa dos R$ 5.000 (256 GB) a R$ 6.600 (512 GB). Leia os resultados a seguir e, ao final, a conclusão. iPhone Air Samsung Galaxy S25 Edge Design iPhone Air, um lápis e o Samsung Galaxy S25 Edge Henrique Martin/g1 O design dos dois celulares testados traz algumas vantagens inesperadas no uso cotidiano. A primeira é que eles são muito mais confortáveis para ver vídeos casuais no sofá ou na cama, por serem mais fáceis de segurar. Mesmo com as telas grandes, cansa menos utilizar com uma mão só por conta da espessura. Outra mudança é na hora de fotografar com a câmera traseira. Fica mais simples segurar os aparelhos na horizontal, em um mundo tomado pelos vídeos e fotos verticais. Precisa de capinha? Não necessariamente, já que o acessório acaba com a graça do telefone. Capinhas e bumpers são indicados para aumentar ainda mais a proteção do aparelho. Apple e Samsung usaram estruturas de titânio na carcaça dos aparelhos, com proteção de vidro reforçado na frente e na traseira. No lançamento do iPhone 6, em 2014, a Apple sofreu com o “bendgate”, quando o celular dobrava e quebrava com facilidade por ser bastante fino (6,9 milímetros). Não é o caso do Air nem do Edge. Outros aparelhos premium das marcas têm estruturas de alumínio, mais leve. É o caso do iPhone 17, 17 Pro e 17 Pro Max e do Galaxy S25 e S25 Plus. O S25 Ultra também usa titânio. O iPhone Air tem apenas 5,6 mm de espessura e pesa 165 gramas. Isso representa 30% a menos que a espessura de um iPhone 17 (8 mm). Já o Galaxy S25 Edge tem 5,8 mm de espessura e pesa 163 gramas. São 19,4% a menos na comparação da espessura do Galaxy S25 (7,2 mm). A tela do Air é de 6,5 polegadas. A do S25 Edge, um pouco maior, com 6,7 polegadas. Para comparação, os iPhones 17 e 17 Pro têm tela de 6,3 polegadas. O iPhone 17 Pro Max e o Galaxy S25 Ultra, de 6,9". A maneira como os produtos foram pensados mostra muito da filosofia de cada fabricante ao criar um novo smartphone. No Air, a Apple concentrou a maioria dos componentes (memória, processador, chips de redes, sensor da câmera) em uma área mais grossa chamada de platô. Interior do iPhone Air Divulgação/Apple O resto foi reservado para a bateria. Para conseguir isso, a fabricante precisou fazer algumas concessões, removendo algumas partes. Entre elas, a gaveta do chip do celular (funciona apenas com o chip digital, o eSIM) e um alto-falante (o Air tem som apenas no topo, que prejudica na hora de ver vídeos na horizontal). Além disso, o celular tem apenas uma câmera, contra duas do iPhone 17 e três do 17 Pro/Pro Max. Já a Samsung projetou o Edge como um celular normal, só que mais compacto. A fabricante diz que utilizou um novo sistema de encaixe dos componentes, com “precisão de 0,1 mm”. O Galaxy S25 tem 0,2 milímetro a mais na espessura e pesa 2 gramas a menos que o iPhone Air. Com isso, a Samsung conseguiu colocar mais itens na estrutura: a gaveta do chip, uma segunda câmera (grande angular), alto-falante estéreo (em cima e embaixo), além de uma bateria com capacidade um pouco maior. Galaxy S25 Edge: imagem da Samsung mostra o esquema interno do celular Samsung/Divulgação Desempenho e bateria iPhone Air e Galaxy S25 Edge são aparelhos topo de linha com configurações técnicas bem próximas aos smartphones mais avançados das fabricantes. O Air utiliza o processador A19 Pro, o mesmo usado nos iPhone 17 Pro e 17 Pro Max. O S25 Edge, o Snapdragon 8 Elite, que também está no Galaxy S25 e outros modelos premium da Samsung. Nos testes de desempenho (veja ao final como são feitos), que simulam tarefas do dia a dia, o Air foi mais veloz que o Edge. Na avaliação de vídeo, que mede como o celular lida com games e reprodução de mídia, o Edge passou à frente do Air. A duração da bateria não foi tão ruim quanto o imaginado por conta do design, que reduz a capacidade de carga do aparelho. Para referência, dá para encontrar aparelhos normais que passam das 14 horas, como o iPhone 16e (veja o teste) e o Moto Razr 60 Ultra (leia a avaliação). O iPhone Air demorou cerca de 12 horas para atingir 20% da carga. No Galaxy S25 Edge foram 12h34. Câmeras iPhone Air e Galaxy S25 Edge vistos por trás: menos câmeras que os modelos mais poderosos das marcas Henrique Martin/g1 Apple e Samsung têm ao menos duas ou três câmeras em seus celulares topo de linha: uma grande angular, a principal e uma para dar zoom. O Air vem com apenas uma câmera principal, com 48 megapixels de resolução. A aproximação de 2x é um truque: o iPhone recorta e traz para perto a imagem de 48 megapixels, gerando uma foto boa de 12 MP. No zoom digital, o Air chega a 10x. As fotos em modo retrato, aquelas com o fundo desfocado, saem boas. Mas, se não tem uma segunda lente, como o Air desfoca o que está em segundo plano? Tudo é feito pelo processador de imagem do sensor junto chip A19 Pro. Dá para dizer que é “inteligência artificial” também. O S25 Edge tem duas câmeras. A principal, com 200 megapixels de resolução, também com 2x de zoom óptico. O zoom digital, por sua vez, vai a 10x, como no Air. Veja abaixo como cada um dos celulares aproxima as imagens. A segunda câmera do S25 Edge é uma grande angular de 12 MP capaz de tirar fotos macro. Na foto abaixo, dá para perceber que a lente macro do S25 Edge entrou em ação, mas o celular desfocou menos o fundo. Já o iPhone Air perdeu alguns detalhes, mas desfocou mais o fundo. As imagens geradas pelos aparelhos são excelentes. A diferença de estilo de captura para cada marca é perceptível. Imagens feitas no Air ficam mais amareladas e até um pouco mais escuras, as do S25 Edge estão claras e com uma nitidez bem alta. Nas fotos noturnas, o S25 Edge se mostrou melhor ao equilibrar o contraste entre áreas claras e escuras da foto. Alguns meses depois, em setembro, a Apple anunciou o seu "u Faz falta a grande angular no iPhone Air, principalmente em cenários mais abertos. Na hora da selfie, o iPhone Air é bem mais divertido. Tem uma câmera de 18 megapixels cheia de truques. O melhor é ajustar o enquadramento de forma automática dependendo do número de pessoas na imagem. Se é apenas uma, dá zoom no rosto. Entra mais gente em cena, ela corrige sozinha e deixa a foto na vertical, mais aberta, ou transforma em horizontal. Isso tudo sem precisar girar o telefone. Selfie no iPhone Air: câmera ajusta o enquadramento de forma automática Fábio Tito/g1 As do Galaxy S25 Edge, com 12 megapixels de resolução, ficam boas, mas não há nada de diferente na hora do clique. Conclusão iPhone Air e Galaxy S25 Edge vistos de frente Henrique Martin/g1 Essa nova categoria de celulares não é para todo mundo. Mas é bom lembrar que essa ainda é a primeira geração. Pode-se imaginar o que vamos ver nas próximas, com mais miniaturização de componentes e melhoria nas tecnologias de bateria. O design avançado e a miniaturização dos componentes deixaram os aparelhos bem caros. Some a isso os materiais utilizados para manter a estrutura deles à prova de dobra, como o titânio e vidros reforçados. Hoje, parecem ser voltados mais a um público que quer ter o “modelo diferente da hora” do que quem precisa de muita bateria e mais câmeras no celular. Mas, se você procura alto desempenho, com uma duração aceitável de bateria, com menos opções de câmeras, tanto o iPhone Air quanto o Galaxy S25 Edge são uma boa pedida. Fica a diferença de sistema operacional – iOS e sua integração com produtos Apple ou Android e sua conectividade com PCs e outros dispositivos. Como foram feitos os testes Os aparelhos foram emprestados pelas fabricantes e serão devolvidos. Para os testes de desempenho, foram utilizados três aplicativos: PC Mark e 3D Mark, da UL Laboratories, e o GeekBench 6, da Primate Labs. Eles simulam tarefas cotidianas dos smartphones, como processamento de imagens, edição de textos, duração de bateria e navegação na web, entre outros. Esses testes rodam em várias plataformas – como Android, iOS, Windows e MacOS – e permitem comparar o desempenho entre elas, criando um padrão para essa comparação. Para os testes de bateria, as telas dos smartphones foram calibradas para 70% de brilho, para poder rodar o PC Mark. Isso nem sempre é possível, já que nem todos os aparelhos permitem esse ajuste fino. Os testes foram feitos com as telas com taxa de atualização no padrão de fábrica. Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. 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Caiu o preço! Smart TV Philips 4K de 65 polegadas com Ambilight em oferta surpreendente

Publicado em: 19/11/2025 03:46 Fonte: Tudocelular

A Philips é uma das marcas mais tradicionais no mercado de smart TV no Brasil. Não é por acaso que produtos como a PUG7908/78 chama a atenção do público, pois proporciona ótimo custo-benefício a quem deseja um televisor moderno, de alta resolução e com tecnologia de iluminação Ambilight. Agora, a versão de 65 polegadas da TV aparece em oferta na Amazon Brasil por R$ 2.944 no pagamento via PIX. Caso você deseje parcelar, existem alguns facilitadores. Um deles é a opção de dividir o valor de R$ 3.099 em 21x no cartão da Amazon, e a outra é em 10x nos demais. Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Unity e Epic Games anunciam acordo para lançar jogos em Fortnite

Publicado em: 19/11/2025 02:42 Fonte: Tudocelular

Rivais no mercado de engines, Unity e Epic Games anunciaram uma parceria inédita que permitirá que jogos desenvolvidos com a Unity sejam publicados diretamente em Fortnite. O anúncio foi feito durante o Unite, evento da Unity realizado nesta terça-feira (18). O CEO da Epic Games, Tim Sweeney, revelou que a integração será possível graças a uma “tecnologia de rede realmente incrível” criada pela Unity. Na prática, desenvolvedores poderão levar seus jogos para dentro do ecossistema de Fortnite sem depender do Unreal Engine.O acordo também prevê que a Unity adicionará suporte ao Unreal Engine em sua plataforma de comércio multiplataforma. Isso dará aos criadores que utilizam o motor da Epic mais alternativas para gerenciar catálogos digitais, provedores de pagamento e lojas virtuais em PCs, dispositivos móveis e na web.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

A magia do 'sangue dourado': como cientistas estão tentando cultivar tipo sanguíneo mais raro do mundo

Publicado em: 19/11/2025 02:00

São conhecidas apenas 50 pessoas com o tipo sanguíneo RH nulo em todo o mundo. Getty Images via BBC As transfusões de sangue transformaram a medicina moderna. Se, algum dia, tivermos a infelicidade de sofrer lesões ou precisarmos de uma cirurgia importante, o sangue doado por outras pessoas pode fazer a diferença entre a vida e a morte. Mas nem todos conseguem se beneficiar deste notável procedimento. Pessoas com tipos raros de sangue enfrentam dificuldade para encontrar doadores compatíveis. Um dos tipos mais raros que existem é o sangue RH nulo. Até onde se sabe, ele é encontrado em apenas 50 pessoas em todo o mundo. Se alguma delas sofrer um acidente e precisar de transfusão, a probabilidade de encontrar um doador é mínima. Por isso, o conselho é que essas pessoas congelem seu próprio sangue para que fique armazenado por longo prazo. Mas, apesar da sua raridade, este tipo de sangue também é altamente valorizado por outras razões. E, na comunidade médica e de pesquisa, ele costuma ser chamado de "sangue dourado", devido às suas possibilidades de uso. Os cientistas buscam formas de superar as questões de imunidade que, atualmente, restringem a forma de uso do sangue doado. E o sangue tipo Rh nulo pode ser usado para criar transfusões de sangue universais. O sistema ABO é apenas um dentre diversos tipos de classificação do sangue. Getty Images via BBC Como são classificados os tipos sanguíneos O tipo de sangue que circula no corpo humano é classificado com base na presença ou ausência de marcadores específicos sobre a superfície dos glóbulos vermelhos do sangue. Conhecidos como antígenos, esses marcadores consistem de proteínas ou açúcares que se estendem a partir da superfície celular e podem ser detectados pelo sistema imunológico do corpo. "Se você receber transfusão de sangue doado contendo antígenos diferentes do seu, irá produzir anticorpos para aquele sangue e atacá-lo", explica o professor de biologia celular Ash Toye, da Universidade de Bristol, no Reino Unido. "E, se você receber novamente transfusão daquele sangue, pode ser fatal." Os dois sistemas de grupos sanguíneos que causam a maior reação imunológica são o ABO e o Rhesus (Rh). Uma pessoa do tipo sanguíneo A possui antígenos A sobre a superfície dos seus glóbulos vermelhos. Já alguém do tipo B possui antígenos B. O tipo sanguíneo AB possui os dois antígenos e o grupo O não possui nenhum deles. E cada tipo pode ser Rh positivo ou negativo. As pessoas com sangue O negativo costumam ser descritas como doadores universais. Seu sangue não contém os antígenos A ou B, nem Rh. Mas esta é uma simplificação excessiva. Em primeiro lugar, existem atualmente (outubro de 2024) 47 grupos sanguíneos conhecidos e 366 antígenos diferentes. Ou seja, uma pessoa que recebe doação de sangue O negativo ainda poderá sofrer reação imunológica a qualquer um dos outros antígenos presentes, mas alguns antígenos provocam reação imunológica mais forte do que outros. Em segundo lugar, existem mais de 50 antígenos Rh. Ou seja, quando as pessoas afirmam que seu sangue é Rh negativo, elas se referem ao antígeno Rh(D), mas seus glóbulos vermelhos ainda contêm outras proteínas Rh. Existe também imensa diversidade de antígenos Rh espalhados pelo mundo. Isso aumenta a dificuldade de encontrar coincidências reais entre doador e receptor, especialmente entre pessoas de minorias étnicas em um dado país. O sangue tipo Rh nulo é extremamente raro, mas muito útil na medicina. Getty Images via BBC Mas as pessoas com Rh nulo não contêm nenhum dos 50 antígenos Rh. Elas não podem receber outro tipo de sangue, mas o sangue Rh nulo é compatível com todos os diversos tipos de Rh. Por isso, o sangue do tipo O Rh nulo é extremamente valioso. Ele pode ser doado para a maioria das pessoas, incluindo indivíduos com todas as variantes de ABO. Em situações de emergência, quando o tipo de sangue do paciente não é conhecido, o sangue tipo O Rh nulo poderá ser fornecido com baixo risco de reação alérgica. Por este motivo, cientistas de todo o mundo procuram formas de reproduzir esse "sangue dourado". "Os antígenos Rh acionam uma grande reação imunológica", explica Toye. "Por isso, se você não tiver nenhum deles, essencialmente não há nada para reagir em termos de Rh." "Se você tiver sangue tipo O e Rh nulo, é praticamente universal. Mas existem ainda outros grupos sanguíneos que precisam ser considerados." A origem do sangue Rh nulo Pesquisas recentes revelaram que o sangue Rh nulo é causado por mutações genéticas que afetam uma proteína que desempenha papel fundamental nos glóbulos vermelhos do sangue, conhecida como glicoproteína associada ao Rh (RHAG). Essas mutações aparentemente reduzem ou alteram o formato dessa proteína, fazendo com que ela desestabilize a expressão de outros antígenos de Rh. Em um estudo de 2018, Toye e seus colegas da Universidade de Bristol recriaram sangue Rh nulo em laboratório. Para isso, eles tomaram uma linhagem celular (uma população de células cultivada em laboratório) de glóbulos sanguíneos vermelhos imaturos. A equipe utilizou em seguida a técnica de edição genética Crispr-Cas9 para excluir os genes codificadores dos antígenos dos cinco sistemas de grupos sanguíneos que, coletivamente, são responsáveis pela maior parte das incompatibilidades em transfusões. Eles incluem os antígenos ABO e Rh, além de outros, conhecidos como Kell, Duffy e GPB. "Descobrimos que, se eliminássemos cinco, isso criaria um glóbulo ultracompatível, pois teria cinco dos grupos sanguíneos mais problemáticos removidos", segundo Toye. Os glóbulos sanguíneos resultantes seriam compatíveis com todos os grupos sanguíneos mais comuns, mas também com os tipos raros, como o Rh nulo e o fenótipo Bombaim, presente em uma a cada quatro milhões de pessoas. As pessoas com este grupo sanguíneo não podem receber sangue O, A, B ou AB. Mas o uso de técnicas de edição genética permanece controverso e rigorosamente regulamentado em muitas partes do mundo. Isso significa que, às vezes, pode ser necessário algum tempo para que esse tipo de sangue ultracompatível possa se tornar disponível para uso clínico. Seria preciso realizar muitas rodadas de testes e exames clínicos até conseguir a aprovação. Toye é um dos fundadores da empresa spin-out Scarlet Therapeutics, derivada das pesquisas da Universidade de Bristol. Ela coleta doações de sangue de pessoas com grupos sanguíneos raros, incluindo Rh nulo. A equipe espera usar o sangue para criar linhagens celulares que possam ser cultivadas em laboratório, a fim de produzir glóbulos vermelhos do sangue indefinidamente. Esse sangue cultivado em laboratório poderá ser congelado e armazenado para uso em emergências, em caso de necessidade entre pessoas com tipos raros de sangue. Toye espera criar bancos de sangue raro em laboratório sem empregar edição genética, mas não descarta adotar esta técnica no futuro. "Se pudermos fazer tudo sem editar, ótimo, mas a edição é uma opção para nós", segundo ele. "Parte do que estamos fazendo é selecionar cuidadosamente os doadores para tentar fazer com que todos os seus antígenos tenham a maior compatibilidade possível para todas as pessoas. Provavelmente, teremos, então, que fazer a edição genética para torná-los compatíveis para todos." Cientistas estudam técnicas para fazer com que o sangue dos doadores possa ser compatível com a maioria dos tipos de sangue existentes, para uso em emergências. Getty Images via BBC Em 2021, o imunologista Gregory Denomme e seus colegas do Instituto de Pesquisa do Sangue Versiti em Milwaukee, nos Estados Unidos, usaram a tecnologia de edição genética Crispr-Cas9 para criar tipos raros de sangue customizados, incluindo o Rh nulo, com células-tronco pluripotentes induzidas humanas (hiPSC). Estas células-tronco possuem propriedades similares às células-tronco embrionárias. Elas apresentam potencial de se transformar em qualquer célula do corpo humano, com as condições adequadas. Outros cientistas utilizam uma espécie diferente de células-tronco, já previamente programadas para se transformar em glóbulos sanguíneos, mas ainda não determinaram qual tipo. Cientistas da Universidade Laval em Quebec, no Canadá, por exemplo, extraíram recentemente células-tronco do sangue de doadores tipo A positivo. Em seguida, eles empregaram tecnologia Crispr-Cas9 para excluir os genes que codificam os antígenos A e Rh, produzindo glóbulos vermelhos imaturos do tipo O Rh nulo. Pesquisadores de Barcelona, na Espanha, também retiraram recentemente células-tronco de um doador de sangue Rh nulo e usaram Crispr-Cas9 para transformar seu sangue do tipo A para o tipo O, que é mais universal. Mas, apesar de todos esses impressionantes esforços, é importante salientar que a criação em escala de sangue artificial, cultivado em laboratório para uso das pessoas, ainda está muito distante. Uma das dificuldades é conseguir as células-tronco para transformá-las em glóbulos vermelhos maduros. Os glóbulos vermelhos são produzidos a partir de células-tronco na medula óssea, que produz sinais complexos para orientar seu desenvolvimento. É difícil reproduzir este processo em laboratório. "Existe também o problema de que, ao criar Rh nulo ou qualquer outro tipo de sangue nulo, o crescimento e a maturação dos glóbulos vermelhos podem ser perturbados", afirma Gregory Denomme. Ele trabalha atualmente como diretor da empresa de assistência médica Grifols Diagnostic Solutions, especializada em medicina de transfusão. "A produção de genes de grupos sanguíneos específicos poderá causar a desagregação da membrana celular ou a perda da produção eficiente de glóbulos vermelhos em cultivo celular", explica ele. Atualmente, Ash Toye é um dos líderes do teste RESTORE, o primeiro exame clínico do mundo para avaliar a segurança do fornecimento a voluntários saudáveis de glóbulos vermelhos cultivados artificialmente em laboratório, a partir de células-tronco sanguíneas de doadores. O sangue artificial do teste não foi editado geneticamente, mas foram necessários 10 anos de pesquisas para se chegar ao estágio de teste em seres humanos. "No momento, retirar sangue do braço de alguém é muito mais eficiente e econômico", explica Toye. "Por isso, precisaremos de doadores de sangue ainda por um bom tempo." "Mas, em relação às pessoas com tipos raros de sangue, para os quais existem poucos doadores, será realmente emocionante se pudermos cultivar mais sangue para elas." Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Innovation.

Palavras-chave: tecnologia

Sistema de esgotamento sanitário da região pode ser replicado em Maricá

Publicado em: 19/11/2025 00:04

Representantes da Sanemar visitaram as instalações da Prolagos e puderam conhecer o modelo de coleta em tempo seco Divulgação/Prolagos Representantes da Companhia de Saneamento de Maricá (Sanemar) fizeram uma visita à Prolagos, em outubro. O objetivo foi conhecer a estrutura operacional da concessionária, em especial o sistema de coleta em tempo seco, em que o esgoto das galerias pluviais é interceptado e enviado para tratamento. O método se tornou referência de avanço do saneamento nas cidades atendidas pela concessionária. A visita contou com a participação de representantes da Águas do Rio, empresa que também integra o grupo Aegea e que está avançando na implantação do mesmo sistema para proteção e recuperação da Baía de Guanabara. O novo método já está gerando reflexos positivos na qualidade da água e vida marinha em praias da cidade do Rio de Janeiro. “Maricá tem lagoas lindas, que atualmente não são balneáveis. Resolvemos fazer esta visita técnica para conhecer como a Prolagos opera, a maneira como trabalha, e levar para o nosso município. Lá, muita gente não sabe o que é tempo seco. Tivemos esse conhecimento aqui, para implementar os cinturões para a nossa cidade e saneá-la. Acreditamos que esse sistema nos dá a resposta imediata que precisamos”, comentou a presidente da Sanemar, Márcia Ferreira. Atualmente, Maricá possui 14% da cidade atendida com sistema de esgotamento sanitário e a Companhia tem planejamento para torná-la totalmente saneada até 2029. A Lagoa de Maricá é um dos principais pontos turísticos da cidade, e, por ter apenas um ponto de saída para o mar, torna o cenário muito parecido com o da Lagoa de Araruama no início da concessão da Prolagos. Os avanços no saneamento nas cinco cidades atendidas pela concessionária e a qualidade da água da Lagoa de Araruama, diretamente ligados à utilização do sistema em tempo seco, se tornaram referência. “Estou bem impactado positivamente com toda a estrutura, a qualificação técnica, a implementação de tecnologia associada à engenharia para o tratamento de esgoto no modo geral. Então, o sistema de tempo seco é um sistema que nós queremos levar para a nossa cidade, fechar o nosso cinturão de lagoa, interceptar os nossos cursos de água lá que contribuem diretamente com o sistema lagunar. Queremos, com essa parceria, avançar e sanear toda a nossa cidade, todo o nosso sistema lagunar”, destacou o diretor-técnico da Sanemar, Rodrigo Abreu. Expectativa da companhia é levar o método para a cidade da Região Metropolitana do estado Divulgação/Prolagos Os representantes da Companhia se encontraram com a diretora-executiva da Prolagos, Aline Póvoas, a executiva Institucional, Roberta Moraes, e o corpo técnico da concessionária, que apresentou o sistema de tempo seco e o Centro de Controle Operacional (CCO), onde os equipamentos são monitorados 24 horas por dia. Depois, visitaram algumas unidades, como a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de São Pedro da Aldeia, que passou recentemente por obras de ampliação e modernização. “Receber a equipe da Sanemar reforça a importância da colaboração no saneamento e nos fortalece como uma referência técnica. O Sistema em Tempo Seco é um pilar da nossa operação e foi crucial para a recuperação da Lagoa de Araruama, que hoje tem a maior parte de suas praias balneáveis. A visita de Maricá, que tem desafios semelhantes, mostra que estamos no caminho certo ao integrar engenharia, tecnologia e gestão para construir soluções eficientes. O saneamento é uma rede, e compartilhar esse conhecimento é fundamental para avançarmos”, disse a diretora-executiva da Prolagos, Aline Póvoas.

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Na Casa Branca, Trump defende príncipe saudita acusado de mandar matar jornalista: 'Não sabia de nada'

Publicado em: 18/11/2025 21:30

Donald Trump recebe na Casa Branca príncipe saudita acusado de assassinato O presidente americano Donald Trump recebeu nesta terça-feira (18), na Casa Branca, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita - acusado de mandar matar um jornalista do “Washington Post”. Com tiros de canhão, sobrevoo de caças militares e ao som da banda dos Fuzileiros Navais, Donald Trump recebeu Mohammad bin Salman. Desde 2018 o príncipe herdeiro da Arábia Saudita não era convidado à Casa Branca. Naquele ano, agentes do governo dele mataram e esquartejaram o jornalista do “Washington Post” Jamal Khashoggi dentro de um consulado saudita na Turquia. A CIA concluiu que a ordem veio do príncipe herdeiro. Bin Salman sempre negou o envolvimento. Nesta terça-feira (18), no Salão Oval, Trump defendeu Bin Salman logo nos cumprimentos: “Temos um homem extremamente respeitado hoje no salão. Tenho muito orgulho do trabalho que ele tem feito em termos de direitos humanos e tudo mais". Depois, questionado, disse que "Muitas pessoas não gostavam desse senhor", se referindo-se a Khashoggi. E criticou a repórter que perguntou sobre o assunto: "o príncipe não sabia de nada. Podemos parar por aqui. Você não precisa envergonhar nosso visitante perguntando isso aqui". Bin Salman respondeu: “Aprimoramos nosso sistema para garantir que nada parecido aconteça novamente. Foi um erro enorme”. O assassinato de Khashoggi esfriou a relação, mas os Estados Unidos mantiveram a Arábia Saudita como principal aliada no mundo árabe. Donald Trump vê o príncipe saudita como um aliado diplomático e comercial, de olho em uma parceria estratégica para o pós-guerra em Gaza e para expandir investimentos nos Estados Unidos. Durante visita à Arábia Saudita em maio, Trump conseguiu uma promessa de investimento de US$ 600 bilhões da Arábia Saudita nos Estados Unidos. Nesta terça-feira (18), pediu mais: “Como ele é meu amigo, pode ser que chegue a US$ 1 trilhão”. E conseguiu. Trump informou ainda que vai autorizar a venda de caças F-35 para a Arábia Saudita. Será a primeira vez que os Estados Unidos vendem esses aviões de tecnologia avançada a um país árabe. Mas o presidente americano não conseguiu um acordo para normalização da relação entre Arábia Saudita e Israel. Trump conta com a ajuda saudita na reconstrução da Faixa de Gaza. O príncipe saudita disse estar disposto a normalizar relações com Israel, mas só se houver uma perspectiva clara para a criação de um Estado palestino - algo que o governo de Benjamin Netanyahu rejeita. O especialista em relações internacionais Aaron David Miller afirmou que o foco da Casa Branca na região não é Israel, mas o Golfo Persico. E que no mundo árabe, a Arábia Saudita é a principal potência, até pela questão do petróleo. Ele afirmou que há um motivo particular para Trump se aproximar de Bin Salman: “É uma grande oportunidade de negócios para as organizações Trump, com investimentos enormes agora e no futuro". À noite, Trump ofereceu um jantar de gala ao saudita, honras que ainda não tinha oferecido a nenhum chefe de Estado neste governo. Na Casa Branca, Trump defende príncipe saudita acusado de mandar matar jornalista: 'Não sabia de nada' Reprodução/TV Globo LEIA TAMBÉM 'Ele não sabia de nada', diz Trump sobre príncipe saudita acusado pelos EUA de mandar matar jornalista

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Denza: a nova marca de luxo da BYD desembarca no Brasil

Publicado em: 18/11/2025 20:09

Denza Z9 GT Vinicius Montoia | g1 A divisão de luxo da BYD, chamada Denza, desembarcou no Brasil e venderá dois carro no Brasil inicialmente. Os modelos foram confirmados pelos executivos da marca em evento para a imprensa na noite desta terça-feira (18). Os carros confirmados para o mercado brasileiro são Denza Z9 GT e Denza B5. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O primeiro deles será uma perua — ao estilo Audi RS6 — de 965 cv de potência e 97 kgfm de torque. Ao menos, é isso que a montadora divulga do veículo na China. O Denza Z9 GT tem 5,23 m de comprimento, 1,99 m de largura, 1,50 m de altura e 3,13 m de distância entre-eixos. É um carro bastante largo, pois explora bastante a esportividade. E um carro largo é sempre melhor para garantir a estabilidade. A frente possui faróis bem afilados, gerando um design mais agressivo. A traseira vai na contramão, com lanterna pronunciadas de uma ponta à outra. Segundo a marca, a prova de 0 a 100 km/h é feito em apenas 3,4 segundos, parecido com os dos Porsche topo de linha, que ultrapassam R$ 1 milhão, como o 911 GT3. No padrão chinês, o Denza Z9 GT dispõe de 630 km de autonomia. Lembrando que o Brasil não adota essa medição e tem uma metodologia própria, executada pelo Inmetro. O pacote de baterias tem 100,1 kWh de capacidade, que é uma das maiores baterias do mercado. Para ter noção, um BYD Dolphin Plus tem bateria de 60 kWh e, pelo ciclo de avaliação brasileiro, tem 330 km de autonomia. O outro produto trazido pela Denza é o B5, um SUV que concorre com GMW Tank 300 e Jeep Wrangler Rubicon e Land Rover Defender. Esse será o primeiro SUV da marca com capacidade off-road. Os preços ainda não foram divulgados. "Nos que conhecemos a Denza, sabemos que ela surgiu de uma parceria com a Mercedes-Benz. Mas ela será apresentada no Salão do Automóvel nos próximos dias para que o público fique sabendo. É uma marca que une sofisticação, elegância e tecnologia", afirmou Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD e diretor comercial e marketing da BYD Auto. "O objetivo da BYD é ter grande volume, enquanto o da Denza é de conquistar o consumidor do mercado de luxo. Nós podemos produzir a Denza no Brasil, só depende da aceitação do público brasileiro. O Brasil é o país mais importante para a BYD fora da China", garantiu o executivo. Confira o vídeo com o concorrente do B5: GWM Tank 300 inaugura segunda invasão chinesa ao Brasil *Reportagem em atualização.

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IA pode ser aliada na inclusão e na educação, afirmam especialistas em debate na CBN

Publicado em: 18/11/2025 18:19

Inteligência Artificial é usada por 48% das empresas goianas A inteligência artificial deixou de ser um tema de nicho e passou a ocupar um papel central nos debates sobre economia, educação, cultura e política. Essa ideia conduziu a conversa no estúdio da CBN Goiânia durante o Hora CBN desta segunda-feira (18), quando o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, e o coordenador de tecnologia do Senac Goiás, Stefany Mendes de Souza — o professor Souza — discutiram o impacto da tecnologia e os caminhos para que o Brasil a utilize de forma ética e inclusiva. José Bonfim, Nathalia Lima, Adriano da Rocha Lima e Professor Souza no Hora CBN Wildes Barbosa/O Popular Já na abertura, Adriano situou a IA no contexto global, argumentando que ela representa uma mudança estrutural comparável à chegada da energia elétrica. “A inteligência artificial está reorganizando o tabuleiro geopolítico. É uma tecnologia que movimenta a economia numa escala inédita. Assim como a eletricidade transformou a sociedade há mais de cem anos, a IA muda nosso comportamento, nossos processos e a forma como nos relacionamos”, disse. Segundo ele, o principal risco não está na tecnologia em si, mas na postura social diante dela: “Não podemos ser reféns da IA. Precisamos ser protagonistas, debater, discordar, entender. Ética é inteligência aplicada à vida coletiva. Se não enfrentarmos o debate, alguém vai enfrentar por nós”. ✅ Clique aqui e siga o perfil do g1 Goiás no WhatsApp O secretário também comentou sobre a necessidade de separar o medo legítimo de manipulação — como deepfakes em ano eleitoral — da paralisia. 🔎 Deepfake é uma tecnologia que usa inteligência artificial para criar vídeos, áudios ou imagens falsos, mas extremamente realistas, capazes de simular a fala, a aparência ou até os movimentos de uma pessoa. Na prática, ela consegue colocar alguém dizendo ou fazendo algo que nunca aconteceu, o que torna esse recurso poderoso, mas também perigoso quando usado para enganar, manipular informações ou interferir em processos sociais e políticos. “Todo mau uso deve ser penalizado. Mas não podemos travar a inovação porque alguns usarão a tecnologia de forma indevida. É assim com carros, medicamentos, internet, tudo. O mau uso não acaba com o uso — ele exige responsabilidade”, completou. Adriano da Rocha Lima, secretário-geral de Governo de Goiás, destacou que a IA deve ser usada como ferramenta de bem-estar social e que o debate público é essencial para garantir seu uso responsável Wildes Barbosa/O Popular LEIA TAMBÉM: Google adota inteligência artificial em português desenvolvida por pesquisadores goianos Regulamentação do uso de inteligência artificial em Goiás é aprovada na Assembleia Legislativa Primeira mulher a se formar em Inteligência Artificial em universidade federal relata propostas de R$ 25 mil Do outro lado da mesa, o professor Souza trouxe a perspectiva de quem trabalha diretamente com tecnologia e com a formação de novos profissionais. Ele defendeu que a IA seja incorporada à educação como ferramenta de apoio, sem substituir a mediação humana. “A inteligência artificial precisa estar na sala de aula — não como substituta, mas como instrumento. O professor continua essencial. O aluno também deve usar a IA, mas precisa saber como usar”, explicou. Para ilustrar, contou como ensina a própria filha de sete anos: “Eu ensino ela a criar prompts que mostram o caminho, não a resposta. A IA ajuda a pensar, não a pensar por nós”. Souza também abordou um ponto sensível do debate global: o risco de ampliação das desigualdades. “A IA reproduz padrões, e nós somos preconceituosos por natureza. Se o código nasce enviesado, ele devolve desigualdade. Não é o algoritmo que é injusto — somos nós. Por isso a regulação precisa ser cuidadosa e construída desde a concepção, como airbag e cinto de segurança”, disse, numa analogia que marcou a entrevista. A discussão ganhou profundidade quando ambos analizaram como o medo de novas tecnologias acompanha a história da comunicação. Adriano citou que, quando a fotografia surgiu, temia-se o fim da pintura; quando a TV apareceu, anunciava-se o fim do rádio; e com a internet, o fim da TV. “Nenhuma dessas tecnologias eliminou a outra. Elas se transformaram, conviveram, criaram novos mercados”, afirmou. Já Souza complementou: “A IA não extingue a criatividade humana. Ela amplia possibilidades, mas sem abolir o que somos. Não existe inteligência artificial sem inteligência humana”. Professor Souza, especialista em tecnologia do Senac Goiás, defendeu o uso da inteligência artificial como ferramenta educativa e inclusiva, reforçando a importância de “ensinar pessoas a usarem a IA — e não substituí-las Wildes Barbosa/O Popular Um dos momentos mais fortes do programa surgiu quando Souza refletiu sobre acessibilidade e inclusão, após ouvir o relato de um ouvinte cego que usa IA para criar esculturas. “É esse o potencial da tecnologia. Ela dá autonomia, amplia sentidos, permite que pessoas produzam o que antes não conseguiam. Isso é inclusão real”, defendeu. Mesmo diante dos desafios éticos, o tom dominante foi de otimismo, mas um otimismo ancorado em responsabilidade. “A IA é uma potência global que ainda está sendo domada. Cabe a nós decidir como integrá-la à sociedade”, disse Adriano. “O debate público é a nossa garantia de que ela será usada para o bem-estar coletivo”. Discussão ocorreu às vésperas do ETOS.IA, maior encontro de ética e IA do Brasil A entrevista também serviu como uma preparação simbólica para o ETOS.IA, evento internacional que reunirá, entre os dias 20 e 22 de novembro, no Passeio das Águas Shopping, alguns dos principais nomes do mundo em ética e inteligência artificial — como Luc Ferry, Michael Sandel, Vint Cerf, Ronaldo Lemos e especialistas europeus responsáveis pela regulação da tecnologia. O encontro é gratuito e as inscrições estão disponíveis em 2025.etosgoias.org. Para Adriano, o evento reforça o espaço que Goiás ocupa no debate global. “Não conheço outro encontro igual no mundo. É ousado, é grande e coloca Goiás no centro das conversas mais importantes do nosso tempo”, afirmou. Ao final, os dois convidados convergiram para o mesmo diagnóstico: a inteligência artificial não é o futuro — é o presente. “Quem entende a tecnologia toma decisões melhores. Quem teme sem conhecer, vira refém”, disse Adriano. Souza completou: “O caminho não é proibir, é orientar. Não é fugir, é debater. Só assim garantimos uma IA que sirva às pessoas — e não o contrário”. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

Black Friday 24h New Zone – O que faz a diferença

Publicado em: 18/11/2025 17:45

O que a New Zone tem de diferente de tudo? Enquanto a concorrência trabalha com horários limitados, a New Zone transforma a Black Friday em uma experiência contínua de 93 horas de compras e diversão. A loja oferece uma seleção incomparável de produtos, com mais de 800 marcas originais e oficiais e preços direto do distribuidor, garantindo oportunidades únicas para os clientes mais exigentes. A experiência de compra vai além das vitrines: há café, restaurante e chopp, espaços de descanso para quem quer aproveitar as promoções com conforto, estacionamento privativo sem filas com saída direta para a Ponte da Amizade, atendimento noturno e transporte exclusivo para quem vem do Brasil. Durante todo o evento, a loja se transforma em um verdadeiro centro de entretenimento com o primeiro Hard Rock da fronteira, que estará com prêmios para o karaokê, música ao vivo com DJs e pagode, além da corrida inusitada de malas inteligentes que surpreende e diverte os visitantes. Cada detalhe é pensado para oferecer comodidade, segurança e diversão, tornando a Black Friday da New Zone uma experiência que nenhum outro shopping ou loja pode igualar. Black Friday O que só a New Zone vai ter na Black Friday A Black Friday 24h da New Zone apresenta atrações que vão além das ofertas convencionais. Durante toda a madrugada, os clientes podem aproveitar promoções relâmpago e contar com transportes parceiros para garantir deslocamento seguro a qualquer hora. A experiência inclui o Passaporte Premiado, que permite brindes exclusivos da loja, além de sorteios de itens tecnológicos como o cachorro robô. A loja promove ainda momentos de entretenimento únicos, como a Noite do Pijama, em que os clientes que comparecem de pijama recebem prêmios, e o Coffee Party, que acontece todos os dias com DJ ao vivo, criando uma atmosfera animada e descontraída. Cada detalhe da programação foi planejado para tornar a experiência da Black Friday em algo memorável, mostrando que a New Zone combina compras, diversão e exclusividade, garantindo que cada cliente viva momentos únicos durante as 24 horas do dia. New Zone, pioneira por quatro vezes A New Zone se consolida como uma referência no Paraguai graças a quatro pioneirismos que reforçam sua posição de liderança no setor de importados. É a primeira loja aberta todos os dias com horários estendidos, das 22h até sábado e das 21h até domingo, proporcionando acesso contínuo aos clientes. A loja se destaca como a mais tecnológica do país, com LEDs eletrônicos espalhados por todo o espaço e a primeira escada imersiva do Paraguai, que se tornou ponto turístico da região. Durante a Black Friday, a New Zone se transforma na primeira loja a operar 24 horas ininterruptas, oferecendo aos clientes uma experiência completa de compras, lazer e inovação enquanto celebra seu segundo aniversário. Cada elemento — da iluminação à música, da arquitetura ao atendimento — reforça que a New Zone não é apenas uma loja de importados, mas um centro de inovação e entretenimento, onde tecnologia, conforto e pioneirismo se encontram para criar uma experiência única na fronteira.

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Poços de Caldas terá centro para estudar rejeitos de terras raras e agrotóxicos com coordenação da Unifal

Publicado em: 18/11/2025 16:23

Poços terá centro para estudar rejeitos da exploração de terras raras e agrotóxicos Poços de Caldas vai receber um novo centro dedicado a pesquisas sobre o tratamento de rejeitos da exploração de terras raras e agrotóxicos. A iniciativa será coordenada pela Universidade Federal de Alfenas (Unifal-MG) e contará com investimento de R$ 11 milhões do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Este é o maior aporte de recursos já destinado à instituição dentro dos projetos federais de fomento à pesquisa. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram O espaço foi denominado Centro Multiusuário de Ciências e Tecnologias Aplicadas à Mitigação de Estresse Ambiental. O objetivo é buscar soluções para reduzir os impactos ambientais causados pela mineração e pela utilização de agrotóxicos, com foco no reaproveitamento de resíduos e na geração de novos produtos que possam beneficiar o meio ambiente e a agricultura. De acordo com o coordenador do projeto, professor Thiago Corrêa de Souza, o novo centro vai trabalhar em dois principais eixos: “O primeiro eixo constitui o uso de resíduos oriundos da biodegradação de agrotóxicos, pesticidas, oriundos de apreensões, de pirataria. Após essa degradação por micro-organismos, ou seja, biodegradação, é gerado resíduos. Nós queremos aproveitar esses resíduos na agricultura, no sentido de utilizá-los como condicionador de solo". Leia também: 'Terras raras': jazida sobre vulcão inativo no Sul de MG pode colocar o Brasil na liderança da transição energética MG terá o primeiro centro de reciclagem de ímãs de terras raras do Hemisfério Sul Cratera de vulcão em MG pode suprir 20% da demanda global por terras raras, minerais estratégicos cobiçados pelos EUA Amostras de argila e solo com terras raras retiradas em Minas Anova Mineração RCO Mineração "O segundo eixo já é voltado para os elementos de terras raras, novamente trabalhando com os resíduos da mineração de elementos de terras raras. Nós queremos pegar esses resíduos e produzir novas moléculas. Essas moléculas poderão ser utilizadas na agricultura também, desde como condicionadores de solo, mas também como bioestimulantes de planta, ou seja, substâncias que podem dar tolerância a plantas que estão passando por condições adversas”, explicou. Ele destacou ainda que o centro também vai avaliar a toxicidade desses rejeitos e buscar soluções para a correta destinação dos materiais, um desafio enfrentado em todo o país. A pró-reitora de pesquisa e pós-graduação da Unifal, Vanessa Bergamin Boralli Marques, ressaltou a relevância da iniciativa. “A importância do Centro Multiusuário CMT é para além da Unifal, ele é importante para a região, é importante para o Estado e ele é importante para o país. Com esses recursos, nós vamos adquirir equipamentos de ponta, nós vamos ter recursos para desenvolver as pesquisas e nós vamos formar recursos humanos, desenvolvendo pesquisas que são de interesse da comunidade, que são do país e que nos ajudam a mudar o modelo de desenvolvimento econômico”, afirmou. Segundo a universidade, dez pesquisadores atuaram diretamente na aprovação do projeto, que ainda contou com o apoio de pelo menos 21 grupos de pesquisa, instituições, cooperativas, prefeituras e empresas da região. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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Prefeitura de SP afirma que vai recorrer no STF sobre retomada de serviço de motos por app na capital

Publicado em: 18/11/2025 16:03

99 e Uber anunciam retomada do serviço de moto por aplicativo em SP a partir de 11 de dezembro A Prefeitura de São Paulo vai recorrer no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a retomada do serviço de motos por aplicativo na capital paulista. Em nota, a gestão de Ricardo Nunes (MDB) informou nesta terça-feira (18) que "reitera ser rigorosamente contrária ao serviço", que classificou como um "transporte não regulamentado, perigoso e que tem registrado acidentes e mortes de inúmeros passageiros" (leia a íntegra mais abaixo). Mais cedo, as plataformas de aplicativo 99 e Uber anunciaram que vão retomar o serviço de moto por aplicativo na cidade a partir de 11 de dezembro. Em 10 de dezembro, vence o prazo dado pela Justiça de São Paulo para que Nunes regulamente as regras do serviço na capital paulista. O anúncio da retomada dos serviços foi feito em conjunto pelas duas empresas e acontece após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) da semana passada que considerou inconstitucional a lei estadual que dava aos municípios poder para autorizar ou proibir o serviço. Segundo as empresas, o modelo já é aplicado no Rio de Janeiro em parceria com o poder público e pode subsidiar a futura regulamentação municipal. Documento com compromissos 99 e Uber anunciam retomada do serviço de moto por aplicativo na cidade de SP a partir de 11 de dezembro Rodrigo Rodrigues/g1 No evento, realizado no bairro da Vila Madalena, Zona Oeste de São Paulo, as empresas distribuíram um documento que estabelece cinco compromissos principais das duas plataformas com os usuários paulistanos e a prefeitura da capital. Compartilhamento de dados — Transferência de informações agregadas e anonimizadas ao poder público para planejamento de mobilidade, redução de acidentes e ações educativas, respeitando a LGPD. Certificação de condutores — Exigência de idade mínima de 21 anos e carteira de habilitação com EAR (Exerce Atividade Remunerada). Treinamento de segurança — Formação contínua em direção defensiva e boas práticas, com treinamentos presenciais periódicos. Distribuição de equipamentos — Doação de coletes refletivos para motociclistas engajados. Tecnologias de monitoramento — Uso de telemetria para identificar padrões de risco (como excesso de velocidade e freadas bruscas), gerar alertas e criar incentivos para condutores com comportamento seguro. O diretor de Políticas Públicas da Uber Brasil, Ricardo Leite Ribeiro, afirmou que a data foi escolhida por esgotar o prazo dado pelo TJ para que o prefeito regulamentar o serviço na capital paulista. Já se passaram quase 70 dias do prazo dado pela Justiça e não vimos ainda a prefeitura se movimentar nesse sentido [de regulamentar o serviço]. A gente já publicou uma carta pública para sentar com o prefeito e participar da discussão, mas não tivemos ressonância. Então, nós estamos assumindo esses cinco compromissos de auto-regulação. Serviço voltará a ser oferecido pela 99 e Uber Reprodução Ele ressaltou que a empresa "segue querendo contribuir no debate regulatório, mas enquanto ele não acontece, a gente vai cumprir com rigor esses compromissos assumidos". Veja abaixo a reprodução do documento: Documento com compromissos da 99 e da Uber Reprodução O que diz a Prefeitura de SP Abaixo, leia a íntegra da nota da prefeitura: "Preocupada e atenta à segurança de sua população, a Prefeitura de São Paulo reitera ser rigorosamente contrária ao serviço de mototáxis na cidade. Trata-se de um transporte não regulamentado, perigoso e que tem registrado acidentes e mortes de inúmeros passageiros. A Prefeitura, através da Procuradoria Geral do Municipal, vai ingressar com novo recurso no Supremo Tribunal Federal em que pedirá o efeito suspensivo da decisão. A proibição do transporte por motocicleta via aplicativo na cidade de SP se baseia em dados concretos sobre o aumento de acidentes e mortes com o uso de motocicletas. Essa frota teve um salto de 56% nos últimos dez anos (833 mil em 2014 para 1,3 milhão em 2024), e o número de óbitos nesses casos cresceu 20% de 2023 (403 óbitos) para 2024 (483 óbitos), superando até mesmo os homicídios. Somente com pacientes vítimas de acidentes de moto, a Prefeitura aplicou no ano passado cerca de R$ 35 milhões na linha de cuidado a trauma. As áreas jurídicas e técnicas da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) avaliam o assunto".

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Inteligência Artificial e Cibersegurança: Conselho de Graduação da UFU aprova dois cursos para o primeiro semestre de 2026

Publicado em: 18/11/2025 16:01

Caso sejam aprovados pelo Consun e o MEC, cursos serão ofertados no Campus Santa Mônica Reprodução/TV Integração A Universidade Federal de Uberlândia (UFU), por meio do Conselho de Graduação (Congrad), aprovou na segunda-feira (17) a criação de dois cursos inéditos na instituição federal: Inteligência Artificial e Cibersegurança. As graduações foram analisadas em sessão extraordinária do Congrad e fazem parte do programa federal Universidades Inovadoras, lançado pelo Ministério da Educação (MEC) para estimular a formação em áreas estratégicas de ciência e tecnologia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Além desses dois cursos, o Congrad também aprovou alterações nos projetos pedagógicos das graduações de Estatística e Engenharia de Computação, que passarão a se chamar Ciência de Dados e Estatística e Engenharia de Computação com Inteligência Artificial Aplicada. Os pareceres seguem agora para apreciação do Conselho Universitário (Consun) e, caso sejam aprovados, são enviados para aprovação do MEC em seguida. A previsão é que as novas vagas sejam ofertadas já no Sistema de Seleção Unificada (SiSU) do primeiro semestre de 2026. Segundo a vice-reitora da UFU, Catarina Azeredo, a proposta é alinhar a universidade às áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), garantindo inclusão social e interiorização de vagas. Como serão os novos cursos da UFU? Todos os cursos serão oferecidos no campus Santa Mônica, em Uberlândia, com duração de quatro anos, ou seja, oito semestres letivos, sendo disponibilizadas 30 vagas por semestre. São eles: Graduação em Ciência de Dados e Estatística Bacharelado Noturno Graduação em Engenharia de Computação com Inteligência Artificial Aplicada Bacharelado Vespertino Graduação em Cibersegurança (novo) Bacharelado Noturno Graduação em Inteligência Artificial (novo) Bacharelado Matutino Programa Universidades Inovadoras e Sustentáveis O Programa Universidades Inovadoras e Sustentáveis foi lançado pelo Ministério da Educação em outubro, como parte do Plano de Transformação Ecológica do governo federal. A iniciativa busca transformar as universidades federais em polos de inovação e sustentabilidade, conectando ciência, empresas e sociedade para impulsionar a neoindustrialização e a transição ecológica do país. A proposta envolve ações integradas com outros ministérios, como Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente e Indústria, além da Advocacia-Geral da União, para criar um ambiente favorável à inovação. VEJA TAMBÉM: Parceria entre UFU e Prefeitiura de Uberlândia busca soluções para a cidade Parceria entre UFU e Prefeitiura de Uberlândia busca soluções para a cidade LEIA TAMBÉM: Concurso público da UFU para docentes tem salários de até R$ 13,2 mil; veja como se inscrever Prefeitura de Patos de Minas abre concurso público com 165 vagas e salários de até R$ 5,4 mil; veja como se inscrever Com salário de até R$ 4,3 mil, Cemig abre inscrições para concurso de eletricista em Uberlândia e região VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas