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Positivo apresenta Vision i15M com chip Intel, recursos de IA e Minitela interativa

Publicado em: 29/10/2025 05:53 Fonte: Tudocelular

A Positivo anunciou o lançamento do notebook Vision i15M nesta quarta-feira (29). Nesse sentido, o novo integrante da família Vision traz design moderno e tem como um de seus principais destaques a implementação de uma Minitela interativa, novidade lançada anteriormente no modelo R15M. De modo geral, esse pequeno painel localizado logo abaixo do teclado é visto como um diferencial e serve de auxiliar para algumas aplicações. Por exemplo, ela pode ser usada para ver notificações de aplicativos, conferir o status do sistema, criar e personalizar lembretes, bem como ver a previsão do tempo e personalizar atalhos.Esse recurso ainda vem acompanhado de uma tecla dedicada que possibilita navegar entre as funções disponíveis nesta tela. Daniela Colin, diretora de Procurement da Positivo Tecnologia, comentou sobre a novidade:Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

LED, OLED ou QLED: guia para entender as siglas das TVs 4K

Publicado em: 29/10/2025 05:04

Entenda o que significam as tecnologias das TVs Escolher uma TV nova pode ser uma tarefa desafiadora diante de tantas tecnologias e nomes diferentes no mercado. Tudo o que o comprador procura é uma tela grande com ótima qualidade de imagem — mas, no caminho, é preciso decifrar termos como LED, QLED e OLED. Além disso, os fabricantes dão nomes aos produtos que combinam várias dessas tecnologias para alcançar a melhor imagem possível. É aí que surgem expressões como Neo QLED, QD-Mini LED e NanoCell. O Guia de Compras ajuda a entender melhor essa “sopa de letrinhas” na hora de escolher uma TV inteligente. As tecnologias das telas influenciam diretamente o brilho, o contraste e a qualidade geral das imagens. As principais opções disponíveis atualmente são: LED, OLED, QLED, Mini LED, Micro LED/Neo QLED, NanoCell, QD-Mini LED e MicroRGB/RGB Mini-LED. Confira a seguir o que cada uma dessas tecnologias oferece, seus pontos fortes e fracos — e veja ao final algumas opções de TVs 4K que utilizam os diferentes tipos de tela. LED 📺 O QUE É: A tecnologia LED usa diodos emissores de luz espalhados pelo painel para gerar a iluminação da tela. É o método mais comum em TVs e monitores, presente em modelos HD, Full HD e 4K. Por isso, os televisores LED 4K costumam ter a melhor relação custo-benefício quando comparados aos que usam OLED ou QLED. Alguns fabricantes também utilizam os termos DLED (Direct LED) ou Edge LED, que indicam o tipo de painel de iluminação traseira. Na DLED, a luz se distribui por toda a tela; na Edge LED, fica apenas nas bordas, o que é mais comum em modelos mais baratos. ⬆️ PRÓS: grande variedade de modelos e preços acessíveis. ⬇️ CONTRAS: Controle de contraste limitado e telas um pouco mais espessas. OLED 📺 O QUE É: A sigla significa “diodos orgânicos emissores de luz”. Essa tecnologia produz imagens mais nítidas e com contraste superior ao do LED. Cada ponto da tela pode ser controlado individualmente — o que permite, por exemplo, que partes escuras de uma cena permaneçam totalmente apagadas enquanto outras áreas exibem luz intensa. Como cada pixel gera sua própria luminosidade, as TVs OLED dispensam a luz traseira, resultando em aparelhos mais finos e elegantes. O preço, porém, é mais alto, e os modelos estão disponíveis apenas em resoluções 4K e 8K. ⬆️ PRÓS: contraste excelente, cores precisas e ótimo ângulo de visão. ⬇️ CONTRAS: Menor nível de brilho e preço mais elevado. QLED 📺 O QUE É: Conhecida como Quantum Dot (“pontos quânticos”), essa tecnologia usa nanopartículas que absorvem luz e emitem cores com maior intensidade. A iluminação vem de LEDs posicionados atrás da tela. Isso resulta em cores vibrantes e maior brilho — ideal para ambientes bem iluminados. O nível de contraste também é bom, embora ainda inferior ao dos painéis OLED. Os modelos QLED são encontrados nas resoluções 4K e 8K. ⬆️ PRÓS: cores vivas, brilho intenso e excelente performance em locais claros. ⬇️ CONTRAS: Contraste e ângulo de visão abaixo do OLED. Mini LED 📺 O QUE É: É uma evolução do LED tradicional. Os diodos, aqui, são muito menores, o que garante controle mais preciso sobre o brilho e as áreas escuras da imagem. Segundo os fabricantes, cada LED convencional pode ser substituído por dezenas de Mini LEDs, aumentando o nível de detalhe e a fidelidade das cores. Marcas como LG usam o termo QNED Mini LED para identificar suas versões dessa tecnologia. A TCL, por sua vez, combina Mini LED e QLED em alguns modelos. ⬆️ PRÓS: mais pontos de luz, contraste melhorado e alto nível de brilho. ⬇️ CONTRAS: Ainda não alcança o contraste do OLED. Micro LED / Neo QLED 📺 O QUE É: São tecnologias diferentes, embora frequentemente citadas juntas. O Micro LED usa pontos que emitem sua própria luz (vermelha, verde e azul), sem camada de iluminação traseira e sem materiais orgânicos. Já o Neo QLED é o nome comercial da Samsung para a combinação de QLED com Mini LED. ⬆️ PRÓS: altíssimo brilho e cores precisas. ⬇️ CONTRAS: O nível de preto ainda não rivaliza com o OLED, e as telas tendem a ser mais espessas. NanoCell 📺 O QUE É: tecnologia desenvolvida pela LG, o NanoCell utiliza nanopartículas que filtram as ondas extras de luz, aprimorando a pureza das cores. Ela pode aparecer combinada com outros recursos, como Mini LED ou pontos quânticos (em modelos chamados QNED). O resultado são cores mais vivas e naturais em resoluções 4K e 8K. ⬆️ PRÓS: Boa reprodução de cores e ótimo ângulo de visão. ⬇️ CONTRAS: Contraste inferior ao das telas OLED; alguns modelos se equiparam às LCD mais simples. QD-Mini LED 📺 O QUE É: O QD-Mini LED (Quantum Dot Mini Light Emitting Diode) combina duas tecnologias: Mini LED e QLED. É usado pela TCL em suas TVs. ⬆️ PRÓS: brilho extremamente alto, ideal para ambientes claros.​Cores vibrantes e precisas, contraste otimizado. ⬇️ CONTRAS: Por depender de uma camada de iluminação traseira, os tons escuros podem não ser tão perfeitos. Preço elevado. MicroRGB/RGB Mini-LED 📺 O QUE É: tecnologias utilizadas em TVs gigantes (acima de 100 polegadas). Ambas utilizam LEDs microscópicos tricolores (vermelho, verde e azul) de menos de 100 micrômetros, dispostos em um padrão ultrafino atrás do painel. Para comparação, um fio de cabelo mede entre 60 e 140 micrômetros. O ponto de uma TV LED é do tamanho de um grão de areia. Esses LEDs são controlados um a um, permitindo que cada uma das cores primárias gere luz própria. Desse modo, os tons escuros ficam mais escuros e as cores, com maior realismo. Na Samsung, é chamada de MicroRGB e na HiSense, de RGB Mini-LED. ⬆️ PRÓS: cores mais puras e precisas graças à emissão direta de luz RGB, sem filtros intermediários.​ Pretos profundos e contraste elevado. ⬇️ CONTRAS: custo muito elevado, voltada apenas para o segmento premium.​ Complexidade de fabricação, que limita a produção em larga escala e o acesso a tamanhos menores.​ Veja opções de TVs 4K O Guia de Compras selecionou 12 modelos de TVs 4K de vários tamanhos disponíveis nas principais lojas on-line. Os preços consultados em outubro iam de R$ 1.800 a R$ 160.000, dependendo do modelo. Os aparelhos estão ordenados por preço, do menor para o maior. Philco PTV50VA4REGB Aiwa AWS-TV-50-BL-02-A Samsung The Frame QN43LS03D Hisense 55U75LUA Philips 65PUG7019/78 TCL 55C6K TCL 65C755 Samsung OLED55S90DA LG 65QNED82ASG Samsung The Frame Pro 4K LS03FW LG OLED65C5PSA Hisense RGB Mini LED 116UX Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

Palavras-chave: tecnologia

Satélites gigantes e chips ultramodernos: como serão os futuros data centers no espaço?

Publicado em: 29/10/2025 05:00

Imagem de conceito da Starcloud mostra como poderá ser futuro data center no espaço Divulgação/Starcloud Os arquivos que guardamos na "nuvem" ficam, na verdade, em locais físicos ao redor do planeta. Mas, no futuro, parte dessas informações poderá ser armazenada no espaço. Empresas estão dando os primeiros passos para levar ao espaço foguetes com equipamentos poderosos e dispensar data centers gigantes na Terra. Elas alegam que a alternativa é mais barata e menos prejudicial ao meio ambiente, mas ainda precisam provar que realmente funciona em escala comercial. O g1 conversou com executivos da Starcloud e da Lonestar, duas empresas americanas que planejam operar data centers no espaço. Para eles, o espaço vai se firmar em breve como o principal local para administrar grandes volumes de informações. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Minha expectativa é que, dentro de dez anos, quase todos os novos data centers sejam construídos no espaço devido às limitações que enfrentamos para obter energia na Terra e do alto custo dessa energia. "Com leis, geografia e propriedades únicas, o espaço enquanto uma nova região para data centers é um lugar onde podemos aproveitar tecnologia de alto nível. No espaço, temos energia, refrigeração e recursos gratuitos", afirmou Christopher Stott, fundador da Lonestar. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Primeiros data centers de IA no Brasil podem consumir mesma energia de 16 milhões de casas Como funciona um data center? E por que ele pode consumir tanta energia e água? Como o WhatsApp Web virou porta de entrada para ataque hacker com foco no Brasil Como vai funcionar? A Starcloud pretende construir estruturas de data centers e "alugar" a capacidade para clientes que buscam processamento avançado de dados. É o caso de empresas que desenvolvem modelos de inteligência artificial. Nesse modelo, está prevista a criação de data centers que funcionam como módulos do tamanho de contêineres. Eles serão lançados separadamente e se conectarão no espaço por uma peça maior, que funcionará como um eixo. A principal aposta da empresa é um data center com 5 gigawatts de potência, que permitiria enorme capacidade de processamento e seria parecido com alguns dos principais projetos no Brasil. Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas O data center de 5 gigawatts da Starcloud seria alimentado por uma enorme "malha" de painéis solares com 4 km de largura e 4 km de comprimento, mas não deve ficar pronto antes da próxima década. Até lá, a empresa planeja lançar data centers menores que ficarão de 350 km a 1.200 km de distância da Terra, a mesma faixa dos satélites de internet Starlink, do bilionário Elon Musk, e da Estação Espacial Internacional. É a chamada órbita terrestre baixa (LEO, na sigla em inglês), que oferece baixa latência – o tempo de resposta na comunicação entre dispositivos –, importante para desenvolver modelos de IA, um dos usos previstos pela Starcloud. A Lonestar, por sua vez, se concentra no armazenamento de informações críticas, uma finalidade que não exige latências tão baixas. Por isso, a empresa pretende operar seu satélite mais longe da Terra. "Nossos satélites serão enviados para operar no ponto de Lagrange L1 entre a Terra e a Lua. Trata-se de uma órbita muito alta, localizada a cerca de 300.000 km. É uma distância enorme, e isso a torna extremamente segura", disse Scott. Lonestar enviou protótipo de data centers ao espaço em março de 2025, no lançamento da empresa Intuititve Machines Divulgação/Lonestar Quando os data centers irão ao espaço? Antes do seu principal data center, a Starcloud enviará protótipos, sendo o primeiro deles com 1 kilowatt (ou 0,001 megawatt) de potência. Ele poderá ser lançado já em novembro e se tornar o primeiro equipamento no espaço a usar o poderoso chip H100, da Nvidia. O protótipo tem a capacidade reduzida se comparada a data centers na Terra, mas o objetivo é que esta missão seja um teste para demonstrar que é possível usar o H100 no espaço. "Esse satélite será 100 vezes do que qualquer coisa que já tenha estado no espaço antes", disse Johnston. "Ele vai nos permitir realizar treinamentos, inferências de alta performance e ajustes fino de modelos [de IA] diretamente no espaço" A Starcloud pretende lançar em 2026 um satélite com 10 quilowatts de potência. A ideia é ampliar a capacidade a cada lançamento até chegar a um data center de 40 megawatts (ou 40.000 quilowatts) na década de 2030. Starcloud planeja lançar ao espaço data centers com placas solares de 4 km por 4 km (largura e comprimento) Divulgação/Starcloud A Lonestar, por sua vez, mandou seu primeiro data center ao espaço em março, também como protótipo. Com o tamanho de um notebook, o equipamento tem 8 terabytes de armazenamento. Mais uma vez, o foco não estava na capacidade, e sim em provar que ele poderia funcionar no espaço. "Testamos tudo, protocolos de software, hardware e o próprio mercado. Tudo se mostrou viável". A empresa espera aumentar a capacidade de forma significativa já em 2026: a meta é lançar um data center de 15 petabytes, isto é, mais de 1.800 vezes maior do que o primeiro protótipo. Em 2027, o plano é enviar um data center de 30 petabytes e, em uma futura etapa, um de 60 petabytes. Quais as vantagens? As empresas alegam que, no espaço, os data centers terão mais oferta de luz solar, convertida em energia, e não dependeriam da disponibilidade de terrenos em solo para serem construídos. Elas alegam ainda que podem usar radiadores para dissipar o calor no espaço, em vez de evaporar milhões de litros de água, e que, no final das contas, suas propostas são mais baratas. A Starcloud alega que a economia fica mais clara à medida que aumenta a potência dos data centers. "Em vez de gastar US$ 140 milhões com energia na Terra, você gasta cerca de US$ 20 milhões para lançar painéis solares ao espaço", disse Johnston. Data Centers no Brasil são alternativa para uso de energia renovável excedente E quais os desafios? Segundo a Starcloud, as principais dificuldades nesse momento são encontrar formas de dissipar calor no vácuo do espaço e garantir que os chips de processamento não sejam afetados pela radiação solar. "O que é importante é provar que nossas técnicas de gerenciamento térmico e de proteção contra radiação permitem operar GPUs [unidades de processamento gráfico] de nível de data centers terrestres, como uma H100", afirmou Johnston. E, com mais equipamentos na órbita terrestre, a questão do lixo espacial ganha ainda mais importância. Satélites têm um período de duração, e as empresas precisam dar uma destinação para eles após desativarem os equipamentos. Scott, da Lonestar, disse que seria "muita irresponsabilidade" apenas mandá-los para a Lua ou a Terra. E que, por lei, é preciso definir meios seguros para definir um destino para o satélite desativado. "O espaço é a atividade humana mais regulamentada que existe", afirmou. "Por isso, mantemos combustível suficiente para desorbitar nossos satélites de forma controlada, enviando-os em direção ao Sol".

Curitibana cria plataforma que permite mulheres verificarem se namorados em potencial têm histórico de violência

Publicado em: 29/10/2025 04:02

Curitibana cria plataforma para mulheres verificarem se namorados têm histórico violento Foi vendo o caso de uma mulher que não sabia o passado de violência do namorado que a curitibana Sabrine Matos, de 29 anos, criou um projeto que pretende colaborar com a segurança feminina. Ela idealizou a plataforma Plinq, que permite checar antecedentes criminais e registros de processos de potenciais relacionamentos amorosos. O caso que inspirou Sabrine foi o de Vanessa Ricarte, jornalista de Mato Grosso do Sul, assassinada pelo ex-noivo em 2022. Segundo a investigação, durante o namoro, Vanessa não sabia da existência de pelo menos 14 processos de violência doméstica que tramitavam contra ele. "Eu fiquei com aquilo na cabeça. Pensei em quantas mulheres já viveram ou vivem algo parecido simplesmente por não terem acesso fácil à informação”, conta Sabrine. ✅ Siga o g1 PR no WhatsApp A plataforma foi lançada em maio deste ano e, em menos de dois meses, ultrapassou 15 mil usuárias, que pagam R$ 97 por ano para utilizá-la. O funcionamento foi pensado para que a mulher consiga, com poucos cliques, informações simplificadas sobre processos criminais, mandados de prisão e outras ocorrências que eventualmente pesem contra um namorado, por exemplo. O sistema oferece para as mulheres, ainda, uma espécie de tradutor do que cada processo significa. Alertas em cores ajudam a usuária a identificar potenciais riscos de forma intuitiva. No caso de uma avaliação red flag – bandeira vermelha, em inglês –, a plataforma deixa uma orientação para a usuária: "Com base na análise dos processo judiciais relacionados a [nome do homem], tivemos acesso a múltiplas informações que indiciam a existência de processos em segredo de justiça. Essas circunstâncias dificultam determinar se ele é vítima, acusado, advogado ou outra parte envolvida, o que torna essencial uma conversa franca e uma avaliação cuidadosa antes de qualquer encontro. Recomendo, com toda atenção, que prossiga com cautela e busque conhecer melhor a pessoa, sempre priorizando a sua segurança." No caso de categorização com green flag – bandeira verde –, a plataforma também acende um alerta: "A ausência de registros públicos não garante que a pessoa não tenha passado por situações que não estejam registradas [...] Uma conversa franca pode ajudar a criar um ambiente de confiança e segurança para ambos". Plinq categoriza perfis em 'red flag', 'green flag' e 'yellow flag' Reprodução A empresária Greisa Mesquita foi uma das primeiras usuárias da plataforma. Ela conta que, inicialmente, queria pesquisar o histórico de homens que conhecia por aplicativo, mas, com o tempo, passou a usar as pesquisas para contatos de serviço, como caronas. “Uma vez fui olhar o nome de um motorista de carona e descobri processos por agressão. Cancelei na hora. Hoje não encontro ninguém sem verificar antes. É um filtro. A gente não pode impedir que alguém seja violento, mas pode evitar se colocar em risco", disse. Para informar as usuárias, a plataforma usa bases de dados públicas, disponíveis em tribunais e diários oficiais, e por isso não há infração à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), conforme Sabrine. A proposta, segundo a empresária, é organizar informações que antes estavam dispersas. A plataforma também oferece acesso ilimitado para pesquisas sem exposição pública dos nomes das usuárias ou de pessoas que eles consultaram. Além disso, a Plinq não detalha o teor dos processos contra os homens: ela foca em mostrar informações gerais e motivo que os levaram a responder um processo judicialmente, por exemplo. Leia também: Trânsito: Mulher descobre pelas redes que pai morreu e filho bebê sobreviveu a acidente Programação: Natal de Curitiba terá mais de 150 espetáculos Concurso UTFPR: Divergência entre cartão e edital causa confusão entre candidatos O desenvolvimento da plataforma A Plinq foi desenvolvida por Sabrine e funciona em parceria com os sócios Felipe Bahia e Micael Marques. O desenvolvimento foi por meio de uma plataforma de inteligência artificial sueca que cria sites e aplicativos a partir de descrições em "linguagem natural", sem a necessidade de conhecimento em programação. Sabrine trabalha com marketing digital e conta que a ideia surgiu sem pretensão de virar negócio. Em pouco tempo, porém, a procura consolidou o projeto, que faturou mais de R$ 250 mil e projeta alcançar três milhões de usuárias. O incentivo que faltava para a plataforma sair do papel, segundo Sabrine, veio da mãe dela. "Minha mãe virou pra mim e falou assim: 'você trabalha com tecnologia, fica no computador o dia todo será que não tem nada que dê pra fazer pra deixar essa informação mais acessível?" Desde o lançamento da Plinq, os sócios faturaram mais de R$ 250 mil. Eles projetam alcançar 3 milhões de usuárias ainda este ano. Sabrine Matos, criadora da Plinq Arquivo pessoal Violência contra mulher: Veja os canais de denúncia disponíveis no Paraná Informação é importante para evitar violência, avalia especialista A advogada Alessandra Abraão, especialista em direito das mulheres, explica que, no contexto de violência doméstica, municiar mulheres com informações é importante. Ela destaca que o acesso a dados públicos pode ser um instrumento de proteção, principalmente em um país onde o feminicídio é uma realidade diária. No entanto, pontua, é fundamental garantir que a informação seja usada com responsabilidade para não gerar injustiças ou exposição indevida. Pensando em informação para mulheres, está em tramitação um projeto na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) que propõe criar o Cadastro Estadual de Condenados por violência doméstica e familiar contra mulheres. De autoria do deputado Tito Barrichelo (União), a proposta também pretende dar às mulheres um local de consulta sobre homens com histórico de agressão e outros tipos de violência contra as mulheres. A proposta está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e não tem tem data para chegar ao plenário. Outra projeto similar, cita Alessandra, foi criado no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que instituiu o Cadastro Nacional de Casos de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. O projeto é restrito aos membros e servidores do MP, mas serve de base para políticas públicas e ações de prevenção à violência. "Quanto mais rápido uma mulher tem informação, mais fácil vai evitar o crime", afirma Alessandra. No Paraná, de janeiro a agosto de 2025, foram registrados 158.839 casos de violência contra a mulher, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública (SESP). O número de casos violência doméstica contra mulher foi de 48.110 registros no mesmo período. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

Quem é o CEO da Kodak, filho de costureira e zelador, que tenta resgatar ícone da fotografia da falência

Publicado em: 29/10/2025 04:02

O CEO da Kodak que tenta resgatar ícone da fotografia da crise Desde que a Kodak saiu da falência, em 2013, o executivo James Continenza, de 63 anos, assumiu a presidência da empresa, com a missão de recolocar nos trilhos uma das marcas mais icônicas da história da fotografia e que perdeu espaço com a popularização das câmeras digitais e dos smartphones. O executivo, de origem ítalo-americana, filho de uma costureira e de um zelador, costuma circular pessoalmente pelas fábricas da Eastman Kodak, que hoje emprega cerca de 4 mil pessoas, segundo o jornal britânico Financial Times. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O que você achou do novo formato de vídeo que abre esta reportagem? “Quando você anda por lá, encontra gente da classe trabalhadora, feliz em te ver e conversar com você”, disse em entrevista ao Financial Times nesta semana. “Muitos funcionários de grandes empresas passam 30 ou 40 anos sem nunca conhecer o CEO. Isso, para mim, é inacreditável.” Continenza construiu sua carreira recuperando companhias em crise. Passou por empresas de telecomunicação como AT&T e Lucent e se especializou em “turnaround” — o processo de reerguer negócios em dificuldade. Entrou no conselho de administração da Kodak a convite dos credores, em 2013. Foi nomeado presidente executivo do conselho em 2019, e CEO da empresa em julho de 2020. Desde então, trocou o escritório pelas visitas a clientes, fornecedores e unidades de produção. Ao Financial Times, o executivo contou que, quando chegou à empresa, a burocracia era enorme e as decisões demoravam demais. “Levava dias para marcar uma reunião com meus diretores e semanas para que cada divisão apresentasse informações básicas, como quem eram seus principais clientes”, afirmou. “Era como dirigir um carro vendado.” O executivo disse, ainda, que atualmente reduziu a hierarquia e centralizou decisões em um grupo menor de executivos. “Simplificamos tudo. Cada área foca no que faz melhor”, contou ao jornal britânico. Jim Continenza, presidente da Kodak. Divulgação/Kodak Continenza afirmou, ainda, que um dos momentos mais marcantes de sua gestão foi uma visita que fez ao Museu George Eastman, em Rochester, estado de Nova York, onde está localizada a sede da companhia. Lá, viu câmeras inovadoras criadas pela Kodak — mas que nunca tiveram sucesso comercial. “Gastamos milhões nesses projetos e tivemos pouco retorno. Eu preferia ter investido esse dinheiro nos funcionários e acionistas”, disse ao Financial Times. Do auge à queda A trajetória da Kodak começou em 1879, quando George Eastman registrou sua primeira patente para uma máquina de revestimento de chapas. Em 1888, lançou sua primeira câmera por US$ 25 (R$ 134,23 na cotação atual), com o slogan: “Você aperta o botão, nós fazemos o resto”. Durante o século XX, dominou o mercado mundial de filmes e câmeras, tornando-se um símbolo da era analógica. Câmeras Kodak Instamatic: Lançadas em 1963, as câmeras Instamatic usavam filmes em cartucho de fácil carregamento, tornando a fotografia amadora mais acessível e popular. Divulgação Mas, ironicamente, foi uma tecnologia criada dentro da própria empresa — a fotografia digital, em 1975 — que iniciou seu declínio. A Kodak demorou a apostar nesse novo modelo de negócio e perdeu espaço rapidamente. Nos anos 1990, as vendas despencaram, e em 2012 a companhia pediu falência, com dívidas de cerca de US$ 6,75 bilhões (R$ 36 bilhões). Em 1975, Steven Sasson, enquanto trabalhava na Kodak, inventou a primeira câmera digital do mundo Divulgação A partir de 2020, a Kodak diversificou suas atividades e passou a produzir também insumos farmacêuticos a pedido do governo dos EUA. Hoje, mantém a fabricação de filmes para cinema, produtos químicos industriais e licencia sua marca para diferentes itens de consumo. Mesmo assim, o peso das dívidas continua sendo um desafio. Em junho, a empresa informou que não tem recursos suficientes para quitar cerca de US$ 500 milhões (R$ 2,7 bilhões) em débitos. O relatório financeiro da companhia reconheceu que essa situação “levanta dúvidas” sobre sua capacidade de manter as operações no longo prazo. No segundo trimestre deste ano, a Kodak registrou prejuízo de US$ 26 milhões e queda de 1% na receita em relação a 2024. Plano de recuperação Para reduzir custos e tentar estabilizar as contas, a Kodak encerrou seu antigo plano de previdência privada — que era superfinanciado — e criou um novo modelo para os funcionários atuais. Parte do dinheiro liberado será usada para pagar dívidas. Segundo o Financial Times, Continenza espera concluir esse processo, conhecido como “reversão da previdência”, até o ano que vem, e diz ter alternativas de financiamento caso o cronograma atrase. Segundo ele, ainda levará cerca de dois anos para que a estratégia de recuperação seja totalmente executada. Atualmente, a empresa concentra seus investimentos em três frentes: impressão comercial, materiais e produtos químicos avançados — como revestimentos para baterias e antenas — e farmacêutica, com a produção de reagentes aprovados pela agência americana FDA, a Anvisa dos Estados Unidos. Além disso, mantém a produção de filmes analógicos, que voltaram a ser procurados por fotógrafos e cineastas, e continua licenciando a marca Kodak para outros produtos. Segundo Continenza, cerca de 90% da reestruturação da companhia já foi concluída. “Quando terminar, vou sair”, afirmou ao jornal britânico. “Aí será a hora de outra pessoa assumir e levar a Kodak para o próximo capítulo.” Logo da Kodak Divulgação

Palavras-chave: tecnologia

É possível fazer dinheiro sem destruir a natureza? Da borracha ao cosmético, a Amazônia mostra que é possível

Publicado em: 29/10/2025 04:01

O que as empresas estão fazendo para produzir riqueza causando menos impacto ambiental? Há quem diga que meio ambiente e economia não andam juntos, mas o Brasil quer provar o contrário. Na COP30, conferência da ONU sobre o clima que acontece em Belém, o país pretende se apresentar como um exemplo de economia verde. 🔴 O desafio é enorme: a Amazônia Legal concentra 60% do território brasileiro, abriga a maior floresta tropical do planeta — e, ainda assim, responde por apenas 10% do PIB nacional. Além disso, é também uma das regiões com maior desigualdade do país, onde quase metade da população vive em situação de pobreza. Por outro lado, é justamente ali que está o maior potencial de uma nova economia: a que usa os recursos da floresta sem destruí-la. Estudos apontam que, se ganhar escala, a bioeconomia pode adicionar R$ 40 bilhões ao PIB da Amazônia Legal até 2050 e gerar mais de 800 mil novos empregos. O g1 visitou projetos que mostram, na prática, como a floresta pode gerar riqueza sem desmatamento. Neste texto, você vai conhecer: Veja, a marca de tênis que escolheu produzir no Brasil Natura, a empresa brasileira que une cosmético e bioeconomia A floresta capaz de gerar bilhões Como isso pode impactar quem vive na Amazônia A francesa que escolheu o Brasil Diferentemente de outras marcas internacionais, a produção da Veja é feita no Brasil. A maior parte das marcas internacionais está na Ásia, conhecida pela produção mais barata, seja pelo custo da mão de obra ou por ter menos exigências ambientais. Foi em uma viagem pela Amazônia que dois amigos franceses decidiram que o Brasil seria sua sede. A proposta da empresa era conciliar rentabilidade e redução de impacto ambiental. François Morillion, cofundador da Veja, explica que o primeiro ponto era a borracha, matéria-prima base para os tênis. Na Amazônia, a seringueira é parte do bioma, não sendo necessário intervir em uma área para explorar o material. O único lugar do mundo em que a borracha não é plantada é a Amazônia. A gente queria usar a borracha como uma maneira de manter a floresta em pé e foi o que fizemos. Borracha da Amazônia é matéria-prima da Veja Divulgação Usando borracha e algodão brasileiros, eles investiram em um modelo de comércio justo. ➡️ A ideia era que as famílias fornecedoras fossem bem remuneradas para não dependerem de outras atividades que poderiam causar desmatamento, como o corte de árvores ou a criação de gado. Segundo o cofundador François Morillion, a empresa afirma pagar mais de três vezes o preço médio da borracha. O nosso preço não se regula com o mercado, mas com o custo de produção e de vida de quem entrega o produto. Antes, essas pessoas seriam remuneradas só pela borracha. Hoje, o preço leva em conta o tempo de trabalho e o custo da preservação. A Veja diz monitorar por satélite as áreas de onde seu material vem e repassa aos produtores de áreas preservadas um valor adicional como bônus. 💰 E como fazer isso mantendo a competitividade e a escala? François responde: não há uma ambição de grande escala na Veja. Hoje, a empresa produz 3,5 milhões de pares por ano, vendidos em mais de 60 países. Marcas como Adidas e Nike, por exemplo, fabricam centenas de milhões por ano. Na contramão de gigantes que estão na Ásia, Veja escolheu o Brasil para produzir Divulgação 💰 Segundo a empresa, os preços se mantêm competitivos porque não há investimento em publicidade. Os tênis da Veja custam a partir de R$ 500, o que se aproxima dos valores das marcas concorrentes — mesmo pagando mais pela produção. François explica que isso é possível porque a marca não investe em publicidade, na contramão das demais — um custo que normalmente representa a maior fatia do preço de um produto. A Veja se fez conhecida pelo que está por trás de como a gente produz. Nós não fizemos nenhuma campanha, mas estamos em países pelo mundo, nos pés da realeza e até de atores de Hollywood. Ninguém recebeu nada por isso. O que nos levou foram as nossas escolhas para a marca. Atualmente, a empresa completa 20 anos de mercado, está presente em mais de 60 países e movimenta mais de R$ 1 bilhão por ano. Um caso de empresa que expandiu operações mantendo compromissos sociais e ambientais. Cosmético e bioeconomia A maior empresa de cosméticos do país é a Natura, que vem avançando no mercado com a bioeconomia. A Natura tenta demonstrar que empresas de grande porte podem adotar práticas sustentáveis. 🌱 Há mais de duas décadas, a empresa atua na Amazônia. Em seus projetos, usa o conhecimento ancestral de quem vive na floresta para conhecer melhor os ingredientes, investir em pesquisa e desenvolver produtos a partir deles. Um exemplo é o da ucuuba, uma árvore da Amazônia que esteve ameaçada de extinção pelo interesse em sua madeira, leve e clara. Antes da chegada da empresa à região, essas árvores eram derrubadas e a madeira vendida para fabricar, principalmente, cabos de vassoura. 🔴 Isso causava dois problemas: desmatamento e pouco retorno financeiro para quem vive na região. O que as comunidades não sabiam é que o verdadeiro valor estava, na verdade, na ucuuba de pé. Durante pesquisas em 2004, a Natura descobriu que as sementes têm uma manteiga natural capaz de proporcionar hidratação profunda para a pele. Segundo a empresa, em um ano de atuação na região com a compra de ucuuba, foi possível preservar uma área equivalente a 150 campos de futebol. Isso mudou a exploração na região e ajudou a proteger uma espécie ameaçada — já que a qualidade do produto depende da qualidade da semente. Isso multiplicou em quatro vezes o patamar de renda das famílias e está contribuindo para a conservação da floresta em pé. É um caso que mostra o sucesso e o impacto que a preservação tem na economia. Outro exemplo é o do açaí, base alimentar do Norte. Na produção, o suco é extraído da fruta, mas o caroço é descartado — o que gera um problema ambiental, já que a região produz milhares de toneladas de resíduos por ano. Com pesquisas em laboratório, a Natura descobriu que o caroço tem potencial antioxidante e passou a usá-lo em uma linha de produtos. O diretor de pesquisa avançada da empresa, Rômulo Zamberlan, explica que o investimento em ciência é parte essencial da estratégia. Eu vejo ciência e tecnologia como um motor de transformação do desenvolvimento sustentável, especialmente na Amazônia. Veja o que foi possível fazer com pesquisa: transformamos um resíduo de baixíssimo valor agregado, que era um problema para a região, em um bioativo potente para uso cosmético. O modelo segue o princípio da bioeconomia, que tem como base o uso sustentável dos recursos naturais para gerar renda, inovação e desenvolvimento local. Hoje, a empresa calcula que suas cadeias produtivas impactam 2 milhões de hectares na Amazônia. No último trimestre, anunciou lucro de R$ 195 milhões. É possível gerar riqueza respeitando a natureza e sem gerar impacto ambiental. Casos como o da Natura e de outras empresas que operam levando o valor econômico para a manutenção da floresta em pé são a agenda que precisa ser escalada para fazer a diferença no mundo. A floresta capaz de gerar bilhões O potencial econômico da floresta vai muito além da borracha, do algodão e das sementes. Existe uma vasta lista de produtos compatíveis com a floresta -- ou seja, cuja extração mantém as árvores em pé — e que já têm mercado internacional. No entanto, isso ainda é pouco explorado. Uma análise do projeto Amazônia 2030 analisou dados de exportação que mostram que entre 2017 e 2019 empresas sediadas na região da floresta exportaram uma lista de 64 produtos que não estão ligados à extração de madeira. Juntos, esses produtos geraram uma receita anual de US$ 298 milhões, um valor que parece expressivo — até se comparar com o mercado global desses mesmos itens, que movimenta US$ 176,6 bilhões. ➡️ A fatia amazônica, portanto, é de apenas 0,17% desse total. Alguns números evidenciam o tamanho do potencial ainda não aproveitado: 💵 Enquanto o mundo exporta US$ 1,5 bilhão em pimentas, a Amazônia responde por US$ 108 milhões. 💵 Na pesca e piscicultura tropical, a diferença é ainda maior: US$ 33 milhões contra um mercado global de US$ 4,1 bilhões. (Veja a lista completa no gráfico abaixo) A mensagem por trás desses dados é clara: o que falta não é recurso natural, mas investimento, pesquisa e infraestrutura para transformar a biodiversidade amazônica em riqueza de forma sustentável. Explorar esse potencial pode ser uma das chaves para mudar o perfil econômico da Amazônia e fazer com que a floresta em pé valha mais do que derrubada. O desafio da Amazônia Apesar de abrigar a maior floresta tropical do planeta e concentrar uma das maiores biodiversidades do mundo, a Amazônia Legal ainda representa apenas 10% do PIB nacional. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a estrutura produtiva da região é dominada pelo setor de serviços (30%), seguido pela indústria (24,6%), agropecuária (16,7%) e administração pública (17,5%) — esta última ainda exerce papel decisivo em boa parte das economias locais. Essa composição reflete a realidade de quem vive na região: os moradores da Amazônia ganham menos do que a média nacional. A renda média dos trabalhadores formais é de cerca de R$ 2,3 mil por mês, contra R$ 2,7 mil no restante do país. A desigualdade também é mais profunda. Quase metade da população (46,2%) vive em situação de pobreza, e 8% em extrema pobreza. Para especialistas, esse cenário reforça a urgência de enxergar a floresta em pé não como obstáculo, mas como fonte de desenvolvimento e prosperidade para o país.

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Show do Imagine Dragons altera o trânsito no centro de Brasília nesta quarta

Publicado em: 29/10/2025 02:01

Imagine Dragons encerra show com sucesso 'Believer' O show da banda Imagine Dragons em Brasília, na quarta-feira (29), vai causar alterações no trânsito no centro da capital. Segundo o Detran, agentes vão atuar no controle do tráfego a partir das 15h, nas imediações do estádio Mané Garrincha. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. A abertura dos portões do estádio será às 16h e o show começa às 21h. Alterações no trânsito Foto do Mané Garrincha e do vocalista do Imagine Dragons Reprodução Veja as alterações no trânsito, segundo o Detran: Via N1 Na altura do Planetário e na via de contorno do estádio, haverá sinalização para a travessia de pedestres e para impedir o estacionamento irregular. Via N2 Na altura da rotatória de acesso a via de contorno do Mané Garrincha, haverá uma área de embarque para carros de aplicativo. Na entrada principal de automóveis, haverá uma área destinada a táxis. O estacionamento do Planetário será reservado aos vendedores ambulantes. Dispersão As ações de dispersão vão começar às 22h. Na altura do estacionamento rotativo, os veículos da saída A serão direcionados para a via N1, enquanto os que saírem pela B seguirão no sentido do Colégio Militar. A rotatória da Curva do Chinelo, próxima ao Complexo Aquático Cláudio Coutinho, ficará bloqueada. Na via N2, serão feitas interdições com o objetivo de direcionar o tráfego para o Eixo Monumental. O cruzamento da via N2/W3 Norte, próximo ao Brasília Shopping, será fechado. LEIA TAMBÉM: ENTENDA: Por que fazer 'piada' sobre bomba ou itens proibidos em aeroportos também é crime? VEJA DETALHES: Evento sobre tecnologia, inovação e negócios recebe Alok e Fabrício Carpinejar em Brasília Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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Apple poderá utilizar telas OLED no MacBook Air, iPad Air e iPad mini

Publicado em: 29/10/2025 00:43 Fonte: Tudocelular

A Apple prepara melhorias significativas para suas linhas MacBook Air, iPad mini e iPad Air, como a introdução de telas OLED, de acordo com o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, uma fonte de informação confiável a respeito da gigante de Cupertino. A empresa testa versões de cada dispositivo com painéis de diodo orgânico emissor de luz (OLED), que oferecem cores mais ricas, maior contraste e melhor eficiência do que as telas LCD atuais.Segundo Gurman, essa mudança faz parte do plano mais amplo da Apple de expandir a tecnologia OLED em toda a sua linha de produtos, indo além do iPhone e do Apple Watch. A Apple também desenvolve um chassi redesenhado para o iPad mini, com resistência à água e sistema de alto-falantes aprimorado.Clique aqui para ler mais

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Drones-bomba no Rio: CV dominou tecnologia com ajuda de militar da Marinha, mostrou Fantástico

Publicado em: 29/10/2025 00:01

Facções usam drones para avançar na briga por controle do tráfico de drogas do Rio de Janeiro Criminosos usaram drones para lançar bombas contra policiais durante a megaoperação realizada nesta terça-feira (28) nos Complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, contra o Comando Vermelho. Imagens divulgadas pela Polícia Civil mostram os objetos sobrevoando os policiais e lançando as granadas. Não há informações sobre feridos após os lançamentos. “É assim que a polícia do Rio de Janeiro é recebida por criminosos: com bombas lançadas por drones”, declarou o governador Cláudio Castro (PL). O uso de drones pelo Comando Vermelho já era monitorado pela polícia. Há um ano, o Fantástico mostrou que um militar da Marinha ajudou a facção a adaptar equipamentos para lançar explosivos, num esquema que unia tecnologia militar e o tráfico de drogas. REVEJA A REPORTAGEM NO VÍDEO ACIMA. Na época, a Polícia Federal prendeu o cabo Rian Maurício Tavares Mota dentro de um quartel em Niterói. Ele foi apontado como responsável por desenvolver dispositivos capazes de acoplar granadas aos drones e por treinar criminosos no uso dos aparelhos durante ataques a grupos rivais. Segundo as investigações, o militar usava os drones também para monitorar deslocamentos da polícia e repassar informações estratégicas ao Comando Vermelho. Na casa dele, a PF encontrou um bunker subterrâneo preparado para esconderijo e sobrevivência por vários dias. “Nós precisamos comprar o dispensador, chefe. É um dispositivo que bota no drone, que ele libera a granada, entendeu? Sendo que vem um cabinho segurando no pino, né? Bota o pino no drone e a granada nesse dispositivo”, diz o criminoso em áudio interceptado pela PF. O interlocutor do militar é Edgar Alves de Andrade, o Doca, um dos chefes do Comando Vermelho. Na época, os investigadores afirmaram que o caso não era isolado e que outras apurações da PF já haviam identificado traficantes de diferentes facções no Rio usando drones adaptados para lançar granadas. Em uma das conversas interceptadas pela investigação, do dia 2 de fevereiro de 2024, Rian enviou para Doca um vídeo que mostra o uso de drones para lançar explosivos na Guerra da Ucrânia e oferece fazer um sistema parecido para atacar criminosos rivais. Policiais morrem e outros são baleados em megaoperação no Alemão e na Penha Veja o que é #FATO ou #FAKE sobre a megaoperação no Rio de Janeiro EDITORIAL: Operação expõe limite estadual no combate ao crime Criminosos usavam drones para monitorar rivais. TV Globo/Reprodução Granada acoplada em drone TV Globo/Reprodução

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Huawei Mate 80 RS Ultimate pode trazer zoom aprimorado, novo visual e mais

Publicado em: 28/10/2025 23:05 Fonte: Tudocelular

Atualização (29/10/2025) - MR O Huawei Mate 80 RS Ultimate Design pode chegar como o modelo Mate mais caro deste ano devido a tecnologias inovadoras de zoom. A fabricante chinesa estaria em estreita colaboração com seus fornecedores para tornar seu próximo flagship ainda melhor em termos de imagem. Segundo o informante Digital Chat Station, a Huawei prepara grandes melhorias para o zoom do Mate 80 Pro Plus e do RS Ultimate Design. Os novos sensores já foram testados e devem vir equipados nos modelos.Clique aqui para ler mais

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Honor GT 2 pode trazer tela OLED de 165 Hz, bateria de 9.000 mAh e mais

Publicado em: 28/10/2025 22:22 Fonte: Tudocelular

Atualização (29/10/2025) - MR Na última segunda-feira (27), o OnePlus 15 e o OnePlus Ace 6 foram lançados como os primeiros celulares da marca com suporte a taxa de atualização de 165 Hz. Segundo rumores, o OnePlus Ace 6 Turbo chegará até o final do ano com a mesma tecnologia. Um novo vazamento alega que a OnePlus não será a única a lançar aparelhos com taxa de atualização de 165 Hz. Um informante diz que a linha Honor GT 2 também terá celulares com tela semelhante.Clique aqui para ler mais

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Shopping de Salvador oferece aulões gratuitos de preparação para o Enem; saiba como participar

Publicado em: 28/10/2025 21:53

Imagem ilustrativa de jovem estudando para o Enem reprodução O Shopping Paralela, localizado na Avenida Luís Viana Filho, em Salvador, irá oferecer dois aulões de preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O "Viradão Enem" é gratuito e acontecerá entre 3 e 6 de novembro. Os aulões serão ministradas na Praça Central do shopping e contarão com a participação de mais de 30 professores. Serão 17 disciplinas revisadas durante as aulas, que acontecerão ao vivo, em formato de show. As aulas acontecerão nos três turnos durante todos os dias do evento. Os interessados em participar das revisões podem se inscrever para o "Viradão do Enem" por meio do Sympla. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia O Enem 2025 será aplicado nos dias 9 e 16 de novembro em todo o Brasil. No primeiro dia, as provas serão de Redação; Linguagens, códigos e suas tecnologias; e Ciências Humanas e suas tecnologias. No segundo fim de semana, ocorrerão as provas de Matemática; e Ciências da Natureza e suas tecnologias. Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA MAIS: PrEP pelo SUS na Bahia: veja como ter acesso ao medicamento Mutirão oferece serviços de conciliação jurídica e serviços gratuitos no interior da Bahia Metrô oferece vagas de estágio e emprego exclusivas para mulheres na área de manutenção em Salvador; veja como se inscrever Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia💻

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Comissão adia análise da MP que prevê mudanças no setor elétrico

Publicado em: 28/10/2025 20:40

Um pedido de vista coletiva (mais tempo para análise) suspendeu, nesta terça-feira (28), a análise do relatório da medida provisória que propõe mudanças estruturais no setor elétrico. A discussão será retomada nesta quarta-feira (29), às 11h. Entre os principais pontos da proposta estão: a fixação de um teto para os gastos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), com correção anual pelo IPCA a partir de 2027; e a abertura gradual do mercado livre de energia, permitindo que todos os consumidores, inclusive residenciais, possam escolher de quem comprar eletricidade — algo hoje restrito a grandes empresas. A MP perde a validade no dia 7 de novembro. O que é a CDE A Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) é um fundo setorial que financia políticas públicas do setor elétrico. Criada por lei, ela custeia ações como: a tarifa social para famílias de baixa renda; o programa Luz para Todos; a geração de energia em áreas isoladas; subsídios a fontes renováveis; e compensações a microgeradores, como consumidores que produzem energia solar. Principais mudanças propostas O relator da MP, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou o parecer nesta terça e informou ter acolhido 109 das mais de 400 emendas apresentadas por parlamentares. Segundo ele, a votação deve ocorrer na próxima semana no Senado. Teto para a CDE Braga propõe um limite máximo de arrecadação para as despesas da CDE — exceto as que se destinam a políticas públicas. O teto começará a valer a partir de 2027, com base no orçamento real da CDE de 2025. O valor estimado para 2024 é de R$ 49,2 bilhões, mas o relator destacou que o montante não deve ser integralmente utilizado. Para eventuais insuficiências de recursos, o texto cria o Encargo de Complemento de Recursos (ECR), que será financiado pelos beneficiários da própria CDE, na proporção do benefício obtido. Ficam isentos do pagamento do ECR: beneficiários do Luz para Todos; consumidores de baixa renda; beneficiários da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC); custos administrativos da CDE, CCC e da Reserva Global de Reversão (RGR); e perdas de energia em estados cujas capitais não estavam ligadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) até 9 de dezembro de 2009. Abertura do mercado livre de energia O relatório prevê que todos os consumidores poderão, de forma escalonada, escolher o fornecedor de energia elétrica. O cronograma de implantação será: até 24 meses após a sanção da MP, para consumidores industriais e comerciais; até 36 meses, para os demais consumidores. O texto também cria a figura do Supridor de Última Instância (SUI) — empresa responsável por garantir o fornecimento emergencial de energia em caso de falhas ou interrupções. Armazenamento de energia O parecer inclui sistemas de armazenamento no planejamento da expansão da rede elétrica, com regras de remuneração e acesso para estimular o uso de tecnologias que aumentem a flexibilidade e a segurança do sistema. Braga propõe incentivos fiscais para sistemas de baterias de armazenamento de energia (BESS), incluindo isenção de PIS/Pasep, Cofins e IPI, além de redução a zero da alíquota de importação desses equipamentos até 2026, antecipando os efeitos da reforma tributária de 2027. O texto fixa ainda um limite de renúncia fiscal de R$ 1 bilhão, monitorado por relatórios bimestrais da Receita Federal. Caso o teto seja atingido, a isenção será automaticamente extinta no mês seguinte, após audiência pública no Congresso, seguindo o modelo do Perse (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos). Comercialização de gás pela PPSA O relatório também autoriza que a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) possa comercializar o gás natural da União, com o objetivo de reduzir tarifas e incentivar o desenvolvimento industrial.

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Cidade do Paraná fica ilhada após fortes chuvas e prefeito estima prejuízo em torno de R$ 2 milhões

Publicado em: 28/10/2025 20:03

Cidade do Paraná fica ilhada após fortes chuvas Goioxim, na região central do Paraná, ficou ilhada após fortes chuvas que atingiram a cidade nesta terça-feira (28). Segundo o prefeito Eder dos Santos (PSB), os estragos causaram um prejuízo estimado em torno de R$ 2 milhões. Conforme a Defesa Civil, 66 casas da área urbana foram atingidas e 80% das comunidades da área rural ficaram ilhadas. A chuva em Goioxim, que possui 6.566 habitantes, começou por volta da meia-noite, se estendeu ao longo do dia e parou em torno das 18h. Durante a manhã, a ponte sobre o rio Juquiá foi inundada. Ela é o principal acesso da cidade, que fica próximo a PR-364. Até a última atualização desta reportagem, parte da pista estava bloqueada. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Maringá no WhatsApp A cidade não possui estação meteorológica, segundo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). Contudo, em Cantagalo, que fica a 35 quilômetros, choveu cerca de 78 milímetros. Conforme apurado pela RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, muitos moradores perderam tudo. Mailson José Cordeiro conta que muitos tiveram que se ajudar durante o alagamento. "Estava feio a água e super alagado. Os vizinhos ali estavam com a casa cheia d’água ali. Estava crítica a situação. Todo mundo se ajudando e ajudando o outro, dando apoio, né? Erguendo as coisas dos vizinhos ali que entraram água", contou o morador. Ruas e estradas de Goioxim ficaram alagadas nesta terça-feira (28). Prefeitura de Goioxim Segundo o prefeito, um força-tarefa foi montada no ginásio de esportes da idade para receber as famílias que perderam os pertences durante o alagamento. "As famílias do interior a dificuldade maior é de deslocamento. Tem vários pontos em que os bueiros rodaram, as pontes foram embora, estradas estão em péssimas condições depois dessas fortes chuvas. O pessoal da cidade é mais necessidades básicas: roupas, colchões, comida, água potável, haja visto que até a própria rede de distribuição de água foi prejudicada.[...] A gente orienta essas pessoas que estão impactadas, que procurem a assistência social ", disse o prefeito. Um poste quebrado durante as chuvas na cidade também deixou alguns moradores sem energia elétrica. Em nota, a Companhia Paranaense de Energia (Copel) disse que equipes de campo da companhia trabalham no restabelecimento da energia de 53 unidades consumidoras de Goioxim. A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) informou que os poços voltaram a operar totalmente, porém a chuva também causou estragos na rede de distribuição. "Equipes da Sanepar estão em campo trabalhando nos reparos, e a previsão é a de que por volta das 20 horas, o abastecimento esteja restabelecido em pelo menos 80% da cidade. Não havendo novas intercorrências, o abastecimento deve normalizar gradativamente até o fim da noite nas demais regiões", informou a Companhia. Leia também: Estradas: Criança sem cadeirinha é ejetada de carro em acidente que matou casal Entenda: Mulher vai à Unidade de Saúde e descobre que foi declarada morta Vídeo: Ferry boat encalha em banco de areia no litoral do Paraná VÍDEOS: mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Campos Gerais e Sul.

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MídiaTalks reúne nomes da comunicação em debates sobre mídia, tecnologia e criatividade em Natal

Publicado em: 28/10/2025 20:01

MidiaTalks, em Natal (RN) Divulgação Natal recebeu nesta terça-feira (28) um evento que reuniu nomes importantes da comunicação brasileira para tratar sobre mídia, tecnologia, criatividade, linguagem e as mudanças que a cada dia chegam à nossa rotina. O MídiaTalks foi promovido pelos sindicatos das Empresas de Rádio, Televisão, Jornais, Portais e Revistas do RN (MIDIACOM-RN) e das Agências de Propaganda do RN (SINAPRO-RN). 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp O MídiaTalks reuniu profissionais de agências, veículos e anunciantes, contando com bom público em uma Sala VIP do Cinépolis. O presidente da MIDIACOM-RN, Thiago Lajus, ressaltou a iniciativa e o debate sobre temas que estão na pauta principal da indústria da comunicação. “Reunir um público como este para debater com profissionais de renome nacional só mostra o quanto é importante para todos sejam veículos ou agências tratar essas temáticas”, disse. "Os veículos aqui, muito bem representados, as quatro emissoras de TV aberta representadas. Um evento que vai trazer muito conhecimento para o mercado local e eu tenho certeza que quem participa daqui sai revigorado para novos desafios e motivado para criar cada vez mais conteúdo de qualidade", completou. Veja os vídeos que estão em alta no g1 À frente da presidência do SINAPRO-RN, Renato Quaresma enalteceu a união das duas entidades para realizar um evento de qualidade e com assuntos que vão estar na pauta de discussões da comunicação não só no Rio Grande do Norte. “Esse evento é uma semente que vem cada vez mais para fortalecer essa integração entre clientes, anunciantes, Poder Público, profissionais, e discutindo, obviamente, sobre inteligência criativa, marcas, comportamentos, sobre tecnologia”, falou. "Enquanto a gente estiver conversando e discutindo a melhoria, não apenas o nosso sinal, não apenas a questão tecnológica, mas também a melhoria do que nós levamos ao ar, a credibilidade que as pessoas tem na TV aberta", falou a CEO da TV Ponta Negra, Micarla de Sousa. TV 3.0 A programação trouxe à tona temas urgentes do setor, como foi o caso da TV 3.0, uma nova forma de transmitir e consumir o conteúdo. O painel sobre TV 3.0 trouxe ao Rio Grande do Norte nomes do cenário nacional, como Fernando Fischer (SBT), Patrícia Rêgo (Globo), André Dias (Record) e Caio Luiz de Carvalho (Grupo Bandeirantes), que detalharam o novo ecossistema da televisão brasileira e suas transformações tecnológicas. "Hoje o telespectador vai poder, por exemplo, comprar alguma algum objeto de uma cena de uma novela, de um programa local. Ela veio pra revolucionar esse mercado da TV", explicou a diretora de afiliadas da Globo, Patrícia Rêgo. "É um grande facilitador também para a entrega publicitária. Nós temos uma entrega mais programática, mais assertiva, muito semelhante ao que o digital faz hoje", pontuou André Dias, vice-presidente de Televisão da Record. A transição desse momento da TV foi um dos pontos mais discutidos no evento. "A gente olha para o mercado publicitário, que passa por uma transição muito grande em forma de compra, em forma de distribuir as verbas dos anunciantes, em forma de achar o retorno do investimento sobre a mídia clocada no ar. As métricas usadas. Um evento como esse traz todo esse tipo de debate", falou o vice-presidente de Negócios do SBT, Fernando Fischer. "Num país onde a TV aberta vai ser eterna e onde o povo precisa da TV aberta. E essa inovação que virá agora a partir de 2026, eu tenho certeza que tem tudo pra dar um novo momento no mercado publicitário no sentido de também colocar a TV aberta cada vez mais perto das futuras gerações", reforçou Caio Carvalho, diretor-geral de comunicações da Band. Programação debate comunicação e criatividade A programação também conectou Natal às principais tendências globais. Alex Pagliarini apresentou o Cannes Lions Road Show, compartilhando cases e inovações do mais importante festival de criatividade do mundo. "Eu acho que tem que estar sempre antenado no que está acontecendo no mundo inteiro. Eu acho que quando a gente traz aqui o maior festival de criatividade do mundo, a gente consegue trazer um pouco desse frescor do que está acontecendo no mundo, e a gente se adequar à realidade", falou Alex. A inteligência artificial ganhou espaço de destaque com a palestra "CrIAtividade para Humanos", ministrada por Rapha Borges. O tema, que divide opiniões e gera expectativas no mercado publicitário, foi abordado sob a perspectiva da interface entre tecnologia e processo criativo. O rádio, meio que continua reinventando-se, teve painel dedicado com Marcelo Eduardo (Jovem Pan Sat), Luiz Benite (Grupo Massa/SBT) e Felinto Filho (vice-presidente de rádios da MIDIACOM), que trocaram experiências dentro da atuação de cada um neste segmento. Vídeos mais assistidos do g1 RN