Arquivo de Notícias Resultados para: "tecnologia"

Golpe do falso médico: comerciante perde R$ 2,5 mil em cobrança por exame em hospital no interior de SP

Publicado em: 09/04/2026 14:50

Atenção ao "golpe do hospital" com parentes de pessoas internadas Uma comerciante de Jacareí perdeu R$ 2,5 mil após cair no golpe do falso médico em um hospital em São José dos Campos, no interior de SP. Segundo a vítima, Adriana de Paula Silva, em entrevista à Rede Vanguarda, o criminoso entrou em contato com a mulher pelo celular, se passando por um profissional de saúde, e disse que o filho dela — que estava internado — precisava fazer um exame com urgência. Na mensagem, ele afirmou que o procedimento não poderia esperar a liberação do convênio e que seria necessário fazer o pagamento imediato, via Pix. Adriana relatou que a última informação que tinha era de que o filho estava se recuperando de uma cirurgia, o que aumentou o desespero diante da suposta emergência. Ela conseguiu o dinheiro emprestado com amigos e realizou a transferência de R$ 2,5 mil. Desconfiada, a comerciante foi até o hospital para entender a situação e descobriu que tudo não passava de um golpe. "Se essas informações estão saindo de dentro do hospital, então eles têm que tomar uma providência, porque tem outras pessoas envolvidas. Quando eu cheguei lá, eu fui a sexta pessoa", afirmou Adriana. Comerciante de Jacareí relatou desespero ao receber mensagens de falso médico. Reprodução/TV Vanguarda Casos semelhantes já foram registrados no Vale do Paraíba. Em outra situação, uma família — que preferiu não se identificar — recebeu mensagens de um suposto médico informando que uma paciente internada na UTI precisava de um exame urgente. O golpista chegou a ligar para reforçar a história e afirmou que uma bactéria havia sido encontrada no sangue da paciente, o que exigiria rapidez no procedimento. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Na sequência, ele perguntou se a família poderia pagar pelo exame de forma particular, com promessa de reembolso, e informou o valor de R$ 4,9 mil. Mensagem recebida por outra família do Vale do Paraíba em golpe de falso médico. Reprodução/TV Vanguarda Segundo o advogado Rodrigo Souza, os criminosos se aproveitam de momentos de fragilidade emocional das famílias. Eles se passam por médicos e utilizam informações detalhadas sobre o estado de saúde dos pacientes para dar credibilidade ao golpe. O advogado explica que, nesses casos, a responsabilidade pelo vazamento de dados sensíveis pode ser atribuída ao hospital. Ele afirma ainda que, além da possibilidade de indenização por danos materiais, também pode haver direito à reparação por danos morais, mesmo quando não há prejuízo financeiro, mas há abalo emocional. "Quando, na melhor das hipóteses, não acontece o prejuízo financeiro — por algum motivo não consegue fazer a transferência, algo nesse sentido — a gente defende a tese de que o dano moral já está presumido", explicou o advogado. Procurado, o Hospital Antoninho da Rocha Marmo, em São José dos Campos, informou que não realiza cobranças por telefone e orienta que qualquer contato suspeito seja desconsiderado e comunicado à instituição. O hospital afirmou ainda que todas as denúncias são apuradas internamente, com atuação da ouvidoria e do setor jurídico, além de monitoramento permanente com apoio da área de tecnologia da informação. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Estudantes desenvolvem feira de marketing e empreendedorismo em Dom Inocêncio

Publicado em: 09/04/2026 14:45

Projeto destaca potencial dos alunos da rede estadual para o empreendedorismo. Ascom Seduc Um projeto de marketing idealizado por estudantes da 2ª série do ensino médio do Centro Estadual de Tempo Integral (Ceti) Hilderaci da Costa, no município de Dom Inocêncio, uniu o aprendizado prático ao desenvolvimento de conhecimentos fundamentais, como planejamento, organização, comunicação e gestão financeira. A I Feira de Marketing da escola foi idealizada a partir das aulas do curso técnico em Administração com ênfase em Empreendedorismo. Durante o projeto, os estudantes foram divididos em duas equipes, com a missão de criar empresas de produtos alimentícios. Cada grupo ficou responsável por desenvolver a identidade visual do negócio, além de atuar nas áreas de produção, finanças e marketing. O estudante Christian Rodrigues, integrante de uma das equipes, conta que a experiência despertou seu interesse pela área empresarial e influenciou seus planos para o futuro. “Aprendemos a trabalhar em equipe e desenvolvemos uma empresa do zero, passando por todo o processo criativo e entendendo conceitos como lucro e organização, foi um trabalho que integrou várias funções. Gostei muito de participar e acredito que essa pode ser uma área para me especializar futuramente”, afirma. Já a estudante Lívia Mendes destacou que o projeto contribuiu para o desenvolvimento de habilidades importantes, como a capacidade de lidar com imprevistos, além de reforçar os conteúdos teóricos. “É uma experiência que enriquece muito a nossa formação. Foi a primeira feira de marketing da escola e tudo foi planejado por nós. Tivemos liberdade para criar e desenvolver nossas ideias, o que tornou tudo ainda mais significativo”, ressaltou. A gestora da escola, Gardênia Oliveira, explica que toda a execução do projeto foi baseada nos conteúdos trabalhados em sala de aula. “Os estudantes elaboraram um planejamento completo, definindo missão, visão e valores das empresas. Eles tiveram a oportunidade de apresentar seus projetos e comercializar os produtos, foi uma experiência muito enriquecedora”, destacou a diretora. Execução do projeto foi baseada nos conteúdos trabalhados em sala de aula. Ascom Seduc Educação profissional e técnica integrada ao Ensino Médio Atualmente, a Secretaria de Estado da Educação do Piauí (Seduc-PI) oferece 47 cursos técnicos alinhados às demandas do mercado de trabalho, com foco em áreas como Marketing, Tecnologia e Inovação, Agronegócio, Administração, Turismo, Saúde, Audiovisual e Empreendedorismo. Segundo o secretário de Estado da Educação, Rodrigo Torres, a formação profissional tem como objetivo proporcionar uma educação completa, garantindo que os estudantes concluam o ensino médio com qualificação técnica. “Os cursos são planejados de acordo com as necessidades de cada região do estado. A ideia é que o estudante conclua sua formação já preparado para ingressar no mercado de trabalho. É uma iniciativa que amplia a qualificação profissional dos nossos jovens e gera mais oportunidades”, finalizou.

Palavras-chave: tecnologia

Galaxy S26 FE vazou, WhatsApp finalmente mudou e iPhone Fold em detalhes | Plantão TC

Publicado em: 09/04/2026 14:30 Fonte: Tudocelular

A semana está acabando e o Plantão TC está no ar para te deixar bem informado com as principais notícias do mercado de tecnologia nas últimas semanas. E, nesta edição, destacamos um vazamento envolvendo o Galaxy S26 FE e também os primeiros detalhes de um possível Galaxy S27 Pro. Além disso, tem mais informações sobre o primeiro celular dobrável da Apple e o WhatsApp liberando o nome de usuário na versão estável.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Mais bateria e menos atraso: Razer lança fone de ouvido gamer Hammerhead V3 HyperSpeed

Publicado em: 09/04/2026 14:17 Fonte: Tudocelular

A Razer apresentou a nova geração de fone de ouvido gamer nesta quinta-feira (9). O Razer Hammerhead V3 HyperSpeed chega com o foco em entregar um alto desempenho de áudio sem comprometer a qualidade. Um dos destaques está na dupla conectividade. É possível usar o acessório por meio da tecnologia Razer HyperSpeed Wireless de 2,4 GHz, para uma latência ultrabaixa via dongle USB-C, ou pelo Bluetooth 6.0. A velocidade de alternância é garantida pelo Razer SmartSwitch. Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Campus da UFSCar em Sorocaba completa 20 anos: 'Grande ganho para toda a região', diz diretora

Publicado em: 09/04/2026 14:09

Campus da UFSCar em Sorocaba completa 20 anos: 'Grande ganho para toda a região' Resultado de um projeto de interiorização das universidades federais e democratização do acesso ao ensino superior, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) implementou, em 2006, um campus universitário na cidade de Sorocaba (SP). Agora, 20 anos depois da inauguração, a instituição celebra este marco e avalia seu impacto na formação de novos profissionais da região. Karina Martins, diretora da UFSCar Sorocaba, se lembra do início do campus e do trabalho de apresentação da universidade pública aos sorocabanos. A novidade foi pouco compreendida no início, mas logo valorizada pela cidade. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Campus Sorocaba (SP) da UFSCar completa 20 anos Divulgação "Não vou dizer nem no início, mas ainda depois de muito tempo, ainda tinha um 'misticismo'. Quase ninguém sabia, na cidade, que tinha como fazer faculdade de graça. A gente recebia ligações perguntando quanto era a mensalidade, como funcionava. E hoje, às vezes, a gente vai, se apresenta 'sou do UFSCar' e as pessoas falam: 'Meu filho estudou lá, meu primo estudou lá'. Todo mundo tem uma lembrança de alguém que estudou aqui. Então, foi um grande ganho para o município e para toda a região daqui de Sorocaba", afirma a diretora. No dia 6 de março de 2006, a UFSCar começou suas atividades com quatro cursos de graduação, ofertando aulas provisoriamente no prédio da então Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens). Dois anos depois, em 2008, o campus na Rodovia João Leme dos Santos foi estreado e os alunos puderam, enfim, ocupar as salas e laboratórios construídos especialmente para eles. A área de 70 hectares foi doada pela Prefeitura de Sorocaba e todos os principais prédios ficaram prontos apenas em 2010. A cerimônia oficial de inauguração contou com a presença do presidente da República e do ministro da Educação da época: Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Haddad. UFSCar construiu laboratórios e centros de convivência pelo campus ao longo de 20 anos Reprodução/Google Maps Impacto na região metropolitana Dos 16 cursos de graduação oferecidos atualmente pela UFSCar, mais da metade tem foco na licenciatura. Ou seja, a maioria dos estudantes se forma professor. Essa característica é um destaque do campus sorocabano e reflete em todo o setor educacional da região. Nestes 20 anos de trabalho, mais de 5 mil alunos já conquistaram um diploma no local. O professor Marcos Francisco Martins atua na UFSCar Sorocaba desde 2010. O docente é titular dos cursos de graduação em pedagogia e do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGED). No momento, ele coordena uma pesquisa que faz parte da programação especial da universidade para a celebração das duas décadas. O trabalho tem o intuito de avaliar o impacto e a contribuição da UFSCar na formação de professores para a rede básica de ensino da região metropolitana de Sorocaba. UFSCar Sorocaba já formou mais de 5 mil alunos em cursos de graduação Divulgação "O universo de docentes da região passa de 7 mil docentes, e nós trabalhamos com uma amostra de 191 egressos que responderam a um questionário sobre o papel que a UFSCar teve nas carreiras deles. E 93% deles e delas avaliam como excelente o trabalho desenvolvido aqui na UFSCar Sorocaba", conta o pesquisador. A diretora Karina enfatiza a importância dos cursos de licenciatura junto aos resultados da pesquisa. "Há uns dois anos, veio aqui no campus um representante de uma das principais escolas particulares de Sorocaba. E ele falou para mim: 'Nossa, eu agradeço tanto a UFSCar, porque vocês formam professor de física e de matemática, algo que é difícil ter. Mas vocês continuam formando os professores para a minha escola'", conta Karina. "Às vezes, nas faculdades particulares, quando os cursos têm uma baixa procura, com poucos alunos, acabam fechando o curso. E nós, aqui, não fechamos. Mesmo que tenham poucos alunos, o curso permanece. Então isso é muito bom. Saber que de fato são profissionais que são importantes para o município", reflete. Equipe da Administração Superior da UFSCar em evento de abertura da celebração de 20 anos do campus sorocabano Acervo CCS / UFSCar Initial plugin text A universidade a serviço da comunidade Além desta presença nas escolas de ensino básico, a UFSCar Sorocaba se destaca por seus projetos de extensão e serviços voltados à comunidade. Os núcleos de pesquisa do campus sorocabano colecionam publicações tanto no cenário acadêmico quanto no mundo "fora dos portões" da universidade. No período da pandemia em 2020, por exemplo, a universidade desenvolveu e produziu Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e álcool em gel para auxílio no combate à Covid-19, com distribuição gratuita a unidades públicas de saúde da região. O Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Tecnologia Assistiva (NTA) é mais uma representação destes trabalhos que vão além. O grupo sorocabano teve participação ativa no desenvolvimento de um barco adaptado para o atleta paralímpico Renê Pereira, que compete na modalidade remo. O barco construído pelos pesquisadores da UFSCar Sorocaba foi utilizado pelo atleta no campeonato mundial da modalidade e foi peça essencial para a classificação de Renê aos Jogos Paralímpicos de 2020, em Tóquio, no Japão. Galerias Relacionadas Outro marco importante na história das pesquisas feitas dentro da UFSCar são as produções a respeito de direitos humanos na luta antimanicomial em Sorocaba. A cidade foi um dos últimos municípios do estado a encerrar a atividade de seus hospitais psiquiátricos, e esta ação foi motivada também pela conscientização compartilhada por pesquisadores da universidade. "A pesquisa do professor da UFSCar mostrou que a mortalidade das pessoas era muito maior nas instituições de saúde mental daqui da região do que em outros lugares do país. Isso gerou um grande movimento e várias instituições aqui da região fecharam, gerou uma política nacional muito grande", relembra a diretora do campus. A voz de quem faz a UFSCar atualmente Os alunos de hoje sabem da responsabilidade de manter o legado destes 20 anos da UFSCar em Sorocaba. É uma via de mão dupla: a universidade procura se manter atualizada para as novas gerações e, ao mesmo tempo, os novos estudantes buscam continuar fazendo com que a instituição cumpra seus deveres de ensino, pesquisa e extensão. No caminho diário das linhas de ônibus que levam à UFSCar, eles atravessam a cidade rumo à Rodovia João Leme dos Santos e chegam ao campus com um objetivo: fazer valer todo o investimento na formação. As alunas que fazem parte do grupo que pesquisou o impacto regional do curso de pedagogia são uma prova desta consciência e responsabilidade. UFSCar Sorocaba já formou mais de 5 mil alunos em cursos de graduação Divulgação Melissa de Oliveira se mudou para Sorocaba justamente para cursar a graduação no campus da UFSCar. Para ela, a vinda ao interior mostrou que o ensino de qualidade era uma oportunidade acessível. "Eu sou do ABC Paulista, de Santo André. A gente vê que muita gente se desloca para ter a oportunidade de estudar. Então, para mim, está sendo uma experiência muito rica ter essa formação na UFSCar, porque realmente é um curso diferenciado, são cinco anos densos, mas com qualidade", diz. Junto a Melissa, Anna Carolina Vieira e Giovanna dos Santos protagonizaram a produção do trabalho científico. Anna e Giovanna já eram da região. Uma de Itu (SP) e a outra de Sorocaba, porém, mesmo próximas ao campus, ambas foram descobrir a universidade federal só depois do ensino médio. "Eu entrei na universidade depois de seis anos que eu terminei o ensino médio. Mas, na minha época, eu nunca tinha escutado falar de UFSCar. Eu ouvi falar muito das universidades privadas daqui de Sorocaba, então na minha cabeça eu teria que pagar uma universidade. Foi quando eu comecei a pesquisar para voltar a estudar que eu descobri a universidade daqui", conta Giovanna. Grupo se apresentou na Semana da Pedagogia da UFSCar, em dezembro de 2025 Marcos Francisco Alves/Arquivo pessoal As alunas devem se formar no fim do ano de 2026, mas, pelas oportunidades que tiveram ao longo dos anos, seguem com a vontade de continuar produzindo ensinamentos e retribuindo o aprendizado no curso de graduação. Anna Carolina é um exemplo de quem busca estes próximos passos dentro da universidade federal. "Na nossa formação, muitos professores falam sempre: 'Gente, continua, continua estudando'. Isso é muito incentivado, os professores que estão dando aula para nós falam de pensar um pouco adiante. E é muito importante manter o que a gente quer alcançar 'vivo', né? Então, eu particularmente já estou até pensando: 'Vou acabar esse ano, mas estou querendo inventar moda'. Muito por conta desse estímulo que a gente recebe na formação", finaliza. Próximos 20 anos Com o foco de seguir evoluindo, a UFSCar Sorocaba tem anunciado novos cursos a cada ano que passa. A novidade mais recente é o bacharelado em ciências de dados e Inteligência Artificial, inaugurado no ano de 2026. A graduação em Inteligência Artificial é inédita dentre as universidades públicas do estado. O curso foi aprovado após uma proposta de professores locais, alinhada com o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial do governo federal. Além disso, está previsto para o próximo ano (2027) o início do curso de Bacharelado Interdisciplinar em mídias digitais, cultura e sociedade, que é focado em comunicação e vinculado ao centro de ciências humanas. UFSCar Sorocaba inaugurou curso de ciência de dados e Inteligência Artificial em 2026 Divulgação Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

Inválido: Geekbench resolve anular pontuação de testes com novo recurso da Intel

Publicado em: 09/04/2026 13:44 Fonte: Tudocelular

A desenvolvedora Primate Labs decidiu agir com rigor contra a nova ferramenta de otimização gráfica da Intel. A empresa lançou a versão 6.7 do aplicativo Geekbench com um sistema de detecção nativo para barrar os testes de processadores beneficiados pelo recurso de otimização de código, conhecido pela sigla BOT.A tecnologia acompanha os novos chips Core Ultra 200 Plus e Core Ultra 300. A Intel afirma que a novidade melhora o desempenho das máquinas em alguns aplicativos. No entanto, a equipe do Geekbench avalia que a ferramenta cria uma ilusão sobre a capacidade real do hardware no uso diário. A polêmica começou no mês passado, quando a Primate Labs alertou que o recurso infla as pontuações em até 40% de forma artificial. Após uma investigação detalhada, os desenvolvedores notaram melhorias de 5,5% nas tarefas de núcleo único e múltiplo. O grande problema surgiu em avaliações específicas, como o processamento de imagens HDR, nas quais o sistema direcionou o esforço do chip para obter resultados 30% superiores de forma seletiva.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologiawindows

Nova fase: desenvolvedora de Slay the Princess lança editora de títulos indies

Publicado em: 09/04/2026 12:59 Fonte: Tudocelular

O mercado de jogos independentes ganhou um reforço de peso para combater as grandes corporações agora que a Black Tabby Games, estúdio formado pelo casal Tony Howard-Arias e Abby Howard, decidiu dar um passo além da criação de seus próprios títulos. Os responsáveis pelos sucessos Slay the Princess e Scarlet Hollow acabam de inaugurar a Black Tabby Publishing, um selo focado na publicação de obras de outros desenvolvedores.A nova empresa já nasce com dois contratos de peso assinados. O primeiro projeto é o jogo Prove You’re Human, a próxima aposta do estúdio Sunset Visitor, e o segundo acordo envolve um título ainda secreto da dupla de animação SmallBü. A decisão de virar o jogo e atuar nos bastidores segue uma tendência forte no setor. Com a atual instabilidade da indústria de tecnologia, estúdios independentes com boa saúde financeira tentam oferecer contratos mais justos e um suporte real para os criadores menores.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Mais brilho e preço baixo! Nova série Xiaomi TV S Mini LED 2026 chega ao mercado

Publicado em: 09/04/2026 12:27 Fonte: Tudocelular

A Xiaomi anunciou nesta quinta-feira (9) a sua nova série de televisores na China. A Xiaomi TV S Mini LED 2026 chega com destaque a melhorias na exibição de imagem e nos recursos de áudio. O televisor se destaca por oferecer uma tela com a tecnologia Mini LED, acompanhada de um revestimento de baixa reflexão. Você também vai encontrar no display uma taxa de atualização de 144 Hz – como já era esperado desde os rumores – e um brilho máximo de 2.000 nits – acima da geração passada.O painel ainda entrega a resolução 4K e a reprodução de cores com uma cobertura de 94% do padrão DCI P3. Sem falar na presença de um motor de imagem baseado em IA, com variação conforme o tamanho.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

De hatches a SUVs premium: Por que a linha VW 2026 é a líder no Brasil?

Publicado em: 09/04/2026 11:56

Linha VW 2026 Comasa/Divulgação No competitivo mercado automotivo de 2026, a fidelidade do consumidor é conquistada no detalhe. Enquanto muitas marcas apostam em nichos específicos, a Volkswagen consolidou o que especialistas chamam de "ecossistema total". De acordo com os dados mais recentes do setor, a fabricante alemã hoje oferece uma solução para cada fase da vida do motorista, tornando desnecessário "olhar para o lado" na hora da troca. ​A Escada de Sucesso: Um carro para cada perfil ​A grande vantagem da VW hoje é a clareza de sua linha. Não há sobreposição, há evolução. ​A Porta de Entrada: O Polo (do Track ao Highline) formam a base sólida para quem busca eficiência urbana e o primeiro contato com a tecnologia alemã. O Domínio dos SUVs: A "Família SUV" (Tera, Nivus, T-Cross, Taos e Tiguan) cria uma jornada completa. O consumidor pode começar com o Tera ou Nivus, conforme a família cresce, migrar para o espaço do T-cross e Taos ou o luxo tecnológico do Tiguan, sem mudar de DNA. Força no Trabalho e Lazer: A Saveiro continua sendo a ferramenta de confiança, enquanto a Amarok V6 permanece como a referência de torque e performance no agronegócio e nas estradas. O Futuro Hoje: Para quem já quer viver a eletrificação, a linha ID mostra que a engenharia alemã está, de fato, à frente do seu tempo, com autonomia e software de ponta. ​O "DNA Alemão" como Diferencial Competitivo ​Mas por que não olhar para a concorrência? O segredo está no que não se vê. A plataforma MQB, que serve de base para quase toda a linha, entrega um padrão de segurança e prazer ao dirigir que se tornou a assinatura da marca. ​Em 2026, ter um Volkswagen significa ter um carro com alto valor de revenda, facilidade de manutenção e uma rede de concessionárias que entende o produto a fundo. É a segurança de saber que, da suspensão ao sistema de infotainment VW Play, tudo foi projetado para durar e ser intuitivo. Com plataforma MQB e foco em conectividade, linha 2026 da Volkswagen foca no bem-estar familiar e na experiência de direção intuitiva. Comasa/Divulgação ​Experiência Completa na Nossa Região ​Ter a linha mais completa do Brasil só faz sentido se o atendimento estiver à altura. Por isso, a Comasa mantém suas unidades de Marília, Assis e Pompeia sempre atualizadas com o line-up completo para test-drive. ​Seja para uma compra direta, financiamento com taxas exclusivas ou a praticidade do Carro por Assinatura, o time de especialistas da Comasa está pronto para identificar qual desses modelos se encaixa exatamente no seu momento atual. ​Não perca tempo procurando em vários lugares o que você encontra em um só!

Palavras-chave: tecnologia

Robótica Educativa na sua Escola

Publicado em: 09/04/2026 11:44

O cenário educacional está cada vez mais exigente. Escolas enfrentam o desafio de unir inovação, resultados acadêmicos e desenvolvimento integral dos alunos. Não é só inserir tecnologia em sala de aula, é preciso utilizá-la com intencionalidade pedagógica. É nesse contexto que a robótica educativa deixa de ser um recurso complementar e passa a ocupar um papel estratégico dentro das instituições de ensino. Com uma metodologia consolidada e aplicada em escolas de diferentes regiões do país, a TRON Robótica Educativa apresenta uma solução completa: o Método TRON, desenvolvido para integrar tecnologia, aprendizagem ativa e resultados concretos no ambiente escolar. Alunos da Robótica Ativa do Método TRON constroem protótipo com sensor de temperatura. GREAT International School, 2024. Método TRON: uma solução completa para a sua escola O Método TRON é uma proposta pedagógica estruturada que vai além da simples oferta de aulas de robótica. Trata-se de um programa educativo completo, alinhado à BNCC, que desenvolve competências cognitivas, socioemocionais e tecnológicas de forma integrada ao currículo escolar. A metodologia é organizada em duas vertentes: ● Robótica Infantil: voltada à Educação Infantil, promove o contato inicial com a tecnologia de forma lúdica, estimulando criatividade, coordenação motora, raciocínio lógico e interação social, utilizando os robôs da TRON como mediadores; Professora guia aluna da Robótica Infantil no controle do Robô TRON, um dos robôs educativos do Método. TRON Robótica Educativa, 2025. ● Robótica Ativa: direcionada ao Ensino Fundamental e Médio, trabalha com projetos práticos envolvendo programação, eletrônica e automação, utilizando tecnologias como o Arduino e outros recursos open source. Alunos da Robótica Infantil criam protótipo do Jogo da Memória, onde o circuito dá uma sequência de cores e o jogador precisa repetir. A medida que ele ganha, as rodadas aumentam e a sequência fica mais difícil. TRON Robótica Educativa, 2025. Além do conteúdo, o Método TRON entrega estrutura: laboratório de robótica, materiais didáticos autorais, kits tecnológicos, planejamento pedagógico e acompanhamento contínuo. Resultados que vão além da sala de aula Ao implementar o Método TRON, a escola transforma sua prática pedagógica e amplia suas possibilidades de atuação. Os alunos passam a desenvolver projetos interdisciplinares, assumem papel ativo no processo de aprendizagem e ampliam sua participação em olimpíadas e eventos científicos e tecnológicos. Esse movimento impacta diretamente: ● no desempenho acadêmico dos alunos; ● no desenvolvimento de habilidades do século XXI; ● no engajamento em sala de aula; ● na visibilidade institucional da escola. Alunos do Método TRON participaram da Arena TRON durante a Campus Party Piauí 2025. Eles levaram alguns protótipos, como o Radar Eletrônico, para apresentar aos visitantes. TRON Robótica Educativa, 2025. Formação docente e implementação acompanhada Um dos pilares do Método TRON é a formação continuada dos educadores. A escola não recebe apenas uma solução, recebe um processo estruturado de implantação e acompanhamento. Os professores são preparados para atuar como mediadores da aprendizagem, conduzindo aulas mais dinâmicas, investigativas e alinhadas às novas demandas educacionais. Alunos da Robótica Ativa do Método TRON apresentam protótipo de um Labirinto Elétrico durante Feira de Ciências da Escola. TRON Robótica Educativa, 2025. Um diferencial que fortalece sua marca educacional Escolas que adotam o Método TRON passam a se posicionar de forma mais competitiva no mercado educacional, oferecendo uma proposta pedagógica inovadora, conectada com o presente e preparada para o futuro. A robótica deixa de ser um “extra” e passa a integrar o currículo de forma estratégica, fortalecendo a identidade da escola e agregando valor à experiência educacional oferecida às famílias. O futuro da educação já começou, e ele é construído com método, propósito e inovação. Aluno participa de dinâmica com o robô educativo da TRON, o TimeTRON, durante evento científico em uma das escolas que possuem o Método. TRON Robótica Educativa, 2025.

Palavras-chave: tecnologia

Por que a guerra do Irã ameaça o coração do agronegócio brasileiro

Publicado em: 09/04/2026 11:33

O Brasil é um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, mas, ao mesmo tempo, é o maior importador global de fertilizantes Getty Images via BBC Na noite da última terça-feira (7/4), o presidente dos Estados Unidos Donald Trump voltou atrás em sua profecia de que "uma civilização inteira morrerá" ao se referir ao Irã, a quem declarou guerra em fevereiro. Ao invés disso, o líder norte-americano anunciou um cessar-fogo de duas semanas, condicionado à "passagem segura" de navios no estreito de Ormuz, importante rota comercial mundial. Apesar do aparente recuo, o futuro próximo na região ainda é incerto. E, com isso, permanece a incerteza também acerca do alvo invisível da guerra: os fertilizantes, principalmente a ureia, um composto nitrogenado essencial para o cultivo em escala. Irã fecha Estreito de Ormuz novamente e deixa 800 navios parados Para o Brasil, que tem a cadeia do agronegócio como propulsora da economia e não produz seus próprios fertilizantes, o baque pode ser grande. "A causa do problema é que temos um país que tem 30% do PIB sustentado pela agricultura, mas depende de mais de 90% de fertilizante importado", diz Bernardo Silva, diretor-executivo do Sinprifert (Sindicato Nacional da Indústria de Matérias-primas para Fertilizantes). No mesmo dia do anúncio de Trump, a Associação dos Fornecedores de Cana-de-Açúcar de Pernambuco (AFCP) e o Sindicato dos Cultivadores de Cana do Estado de Pernambuco (Sindicape) protestaram em Recife (PE), pedindo ajuda governamental para fertilizantes. Mas o problema não fica restrito às fazendas. Como o milho e a soja são a base da ração animal, a alta nos fertilizantes tem um efeito cascata. Se o conflito no Irã persistir, o preço do frango, dos ovos e da carne bovina pode subir nos supermercados brasileiros no segundo semestre. Nesta semana, o boletim Focus do Banco Central, que reúne expectativas para os principais indicadores macroeconômicos, mostrou pessimismo crescente acerca da inflação. Especificamente em relação aos alimentos, segundo o Rabobank, a expectativa é de alta de 4,6% até o fim do ano — acima do 1,4% em 2025. LEIA MAIS Conflito no Oriente Médio derruba exportações de carne bovina e de frango para a região Em que parte do boi fica a picanha, o patinho e o filé mignon? Dê play no game e teste seus conhecimentos Um gigante de pés frágeis O Brasil é um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, mas, ao mesmo tempo, é o maior importador global de fertilizantes. Além de importar esses produtos, o país também compra de outros países cerca de 75% dos seus defensivos agrícolas, substâncias que protegem as plantações de pragas e doenças. Historicamente, a Rússia é a maior fornecedora brasileiro do trio NPK, potássio, nitrogênio e fósforo, essenciais para melhorar a nutritividade da terra. Mesmo com as complicações da guerra na Ucrânia e medidas de contenção de exportação com a instabilidade no Irã, o país segue representando cerca de 25% dos fertilizantes importados pelo Brasil. Isso porque, com as sanções dos Estados Unidos e União Europeia, a Rússia redirecionou seus mercados para os emergentes Brics. Mas, quando o tema é ureia, que é obtida por meio do gás natural e utilizada para impulsionar o crescimento das lavouras, o Irã é um dos parceiros mais estratégicos. Em 2025, nós compramos US$ 72 milhões apenas em fertilizantes deles, cerca de 80% das importações totais vindas do país do Oriente Médio. Outro importante fornecedor de ureia é o Catar, que também utiliza o estreito de Ormuz para enviar seus produtos ao Brasil. Por que a relação com o Irã cresceu? Se o Brasil perder o fornecimento de ureia iraniana, terá que disputar o produto com a Índia e os EUA em outros mercados, o que elevará ainda mais os preços globais e a inflação de alimentos REUTERS/Adriano Machado via BBC Apesar de não ser o maior vendedor de fertilizantes para o Brasil, a balança com o Irã se refinou nos últimos anos. No ano passado, por exemplo, o Brasil exportou quase US$ 3 bilhões para o país persa, a grande maioria em cereais como milho e soja. Isso porque as condições de frete se tornaram mais interessantes para os dois lados, com o chamado sistema barter, um sistema de "troca" ou escambo comum no agronegócio. Nele, o produtor rural paga pelos insumos (como sementes e o fertilizante ureia) com a sua própria colheita futura, em vez de usar dinheiro. Na relação com o Irã, isso funciona como uma engrenagem logística: navios saem do Brasil cheios de milho para os iranianos e voltam carregados de adubo para os brasileiros, garantindo o escoamento da produção e a chegada do fertilizante com frete mais barato. Assim, diferentemente da situação com o comércio russo, em que o bloqueio por conta de um conflito seria majoritariamente econômico, no caso do Irã, a ameaça é física: tanto na instabilidade no estreito que proporciona o barter quanto nas próprias plantas petroquímicas, que atuam também na produção de ureia. Por exemplo, no último sábado (4/4), um ataque de Israel atingiu Mahshahr, no sudoeste do Irã, centro da indústria petroquímica do país. O ataque resultou em pelo menos cinco mortes e 170 feridos. "Nós não temos alternativa em relação à ureia. Para a próxima safra, ainda não devemos ter esse problema, porque ninguém deixa para comprar fertilizante de última hora. Mas em 2027 vai ser uma tragédia, com esse cenário maluco da guerra", diz Silveira. "Todos os produtores estão pessimistas". O que acontece se o fornecimento de ureia parar? Primeiro, a situação dos produtores deve piorar. "Os produtores já vêm com uma situação de crédito bastante apertada nos últimos anos por conta de uma alavancagem bastante alta", diz Bruno Fonseca, analista sênior de insumos agrícolas do Rabobank. "Para o próximo ano, os custos de produção aumentaram bastante e o produtor continua nessa situação bastante apertada". Com a explosão da guerra da Ucrânia, o preço dos fertilizantes subiu, mas commodities como soja estavam em patamares recorde, o que ajudava a "pagar a conta". Agora a situação é outra. Naquela época, a tonelada da ureia chegou a custar cerca de U$ 1000, enquanto a saca do milho estava em uma alta histórica de R$ 100 em algumas praças brasileiras, como Mato Grosso e Paraná. A saca da soja, por sua vez, era negociada por a R$ 200. Antes dos ataques no Irã, a ureia estava em um patamar mais baixo, a cerca de US$ 350. Agora, está na casa dos US$ 550. Do outro lado, a saca do milho está na casa dos R$ 50 a R$ 60, enquanto a soja caiu para em torno de R$ 140. Outro ponto que comprime as margens para o agronegócio é que, no início no mês, com a reforma tributária, o governo federal implementou mudanças que elevaram o PIS/Cofins e o Funrural (a contribuição previdenciária obrigatória para receitas do campo), retirando a alíquota zero de fertilizantes e sementes. O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF), calculado pela Mosaic Fertilizantes, já dava sinais de alerta antes mesmo do auge do conflito. Em fevereiro, o indicador mostrou que o produtor já precisava desembolsar mais sacas de grãos para comprar a mesma quantidade de adubo devido à valorização do dólar e à alta na ureia. Assim, a curto prazo, os produtores podem "reduzir a tecnologia", segundo Silveira. Isso significa usar menos fertilizante nos cultivos, o que resulta em uma produtividade menor por hectare. Mas, a médio prazo, a situação é "muito complicada" para a sustentabilidade do setor, diz Silveira. Isso porque pode ser difícil e demorado substituir a ureia iraniana. Se o Brasil perder esse fornecimento, terá que disputar o produto com a Índia e os EUA em outros mercados, o que elevará ainda mais os preços globais e a inflação de alimentos aqui dentro. A China poderia ser uma opção de vendedor, diz Fonseca, mas o país, por enquanto, "está privilegiando o mercado doméstico". "Mas acho que a partir de agosto, quando a China volta ao mercado, seria um player que também poderia ajudar o Brasil a conseguir acessar esse produto no mercado internacional". Como resolver a situação? Para tentar contornar o bloqueio no Golfo Pérsico, o Ministério da Agricultura concluiu uma negociação estratégica com a Turquia. O acordo permite que cargas brasileiras utilizem o território turco para trânsito direto ou armazenamento temporário, permitindo um alívio diante das restrições em Ormuz. Além disso, a Petrobras reativou unidades para fertilizantes — duas delas, em Sergipe e na Bahia, antes da guerra, em dezembro e janeiro. Neste mês, uma planta no Paraná iniciou a produção. "Com esses projetos, a expectativa é que a produção nacional de ureia atenda até 35% da demanda do mercado brasileiro nos próximos anos", segundo a Petrobras. Mas, para Bernardo Silva, do Sinprifert, o Brasil tem "escolhido sempre a saída mais fácil" para um problema antigo, o da dependência externa para o abastecimento de fertilizantes. "São escolhas políticas erradas que a gente tomou ano após ano nos últimos 30 anos que deixaram a indústria nacional perder absoluta competitividade. Privilegiamos e incentivamos a importação, ou seja, o Brasil subsidiou a indústria estrangeira", diz. Em 2023, foi editado o Plano Nacional de Fertilizantes (PNF), que visa reduzir a dependência externa para 50% até 2050. Parte dessa estratégia envolve o Profert, um programa de incentivos fiscais para modernizar a infraestrutura de produção nacional e simplificar o ressarcimento de tributos para fábricas de fertilizantes no Brasil. Instituído em um projeto de lei, o Profert ainda espera para ser aprovado no Legislativo. "O plano é um diagnóstico muito bem feito", diz Silva. "Mas ele precisa agora ser uma ferramenta de ação. O que precisa é que haja uma vontade política para reverter isso. Hoje, o problema é a guerra. Amanhã pode ser outro, se continuarmos assim".

Palavras-chave: tecnologia

Plataforma SOS Mulher 190 identifica vítimas de violência e agiliza socorro no PA; veja como se cadastrar

Publicado em: 09/04/2026 11:32

Plataforma SOS Mulher 190 Reprodução / Site da Segup O Pará tem, a partir desta quinta-feira (9), a plataforma SOS Mulher 190, uma tecnologia para fortalecer a proteção a mulheres em situação de violência doméstica no estado. O objetivo, segundo o governo, é agilizar o atendimento emergencial e ampliar a rede de apoio às vítimas. A ferramenta permite que mulheres façam um cadastro prévio rápido e sigiloso no site da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Segup) – no site https://segup.pa.gov.br. Ao acionarem o número 190, elas serão automaticamente identificadas no sistema, garantindo prioridade e resposta mais rápida das forças de segurança. A iniciativa não exige medida protetiva prévia, ampliando o acesso imediato em situações de risco, de acordo com o anúncio do governo. A plataforma SOS Mulher 190 integra ações como a DEAM Virtual, a Patrulha Maria da Penha e os totens de atendimento, tentando uma atuação mais ágil, qualificada e sensível das equipes de segurança pública contra a violência doméstica no Pará. O lançamento foi uma das promessas de Hana Ghassan ao assumir o governo, após a saída de Helder Barbalho (MDB) no período da desincompatibilização - veja na entrevista abaixo: Governadora do Pará Hana Ghassan dá entrevista ao Jornal Liberal 1ª Edição VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará

Palavras-chave: tecnologia

Compra ilegal, transporte escondido e falsificação de notas: entenda como grupo criminoso usava marketplace do Mercado Livre, Shopee e Magalu para crimes

Publicado em: 09/04/2026 11:00

Operação desarticula grupo criminoso que vendia eletrônicos do Paraguai A venda ilegal de eletrônicos e outros produtos com notas fiscais falsas em marketplaces do Mercado Livre, Shopee e Magazine Luiza contava com um sistema estruturado de compra ilegal, transporte oculto e falsificação, segundo investigação da Polícia Federal e da Receita Federal. A operação que desmontou o grupo o criminoso aconteceu na quarta-feira (8), no Paraná e outros cinco estados. 🔍 Marketplace é uma plataforma de comércio online que reúne múltiplos vendedores e marcas em um único site ou aplicativo, funcionando como um "shopping virtual". Diferentemente de um e-commerce tradicional, a plataforma conecta compradores a diversos fornecedores, oferecendo alta visibilidade e infraestrutura para lojistas. As empresas que oferecem a plataforma não necessariamente validam os conteúdos que são vendidos pelos lojistas. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp De acordo com as autoridades, os suspeitos atuavam com divisão de funções e etapas bem definidas. Eram mais de 300 empresas de fachadas e 40 pessoas físicas ligadas ao esquema. Os produtos eram comprados no Paraguai, entravam no Brasil de forma irregular e eram vendidos online sem pagar impostos. A PF e a Receita afirmaram que os suspeitos vendiam celulares, discos rígidos, robôs aspiradores, equipamentos de conexão de internet, aparelhos de ar-condicionado portáteis, perfumes e tintas para impressoras nas plataformas. A investigação aponta que o grupo movimentou milhões de reais entre 2020 e 2024 apenas no marketplace do Mercado Livre. Em nota, a empresa informou que está auxiliando as autoridades nas investigações. A Shopee disse que cumpre com todas as leis e colabora com a Receita Federal e demais autoridades para prevenir e combater práticas ilícitas. A Magazine Luiza disse que não foi notificada oficialmente, mas exige que seus vendedores emitam nota fiscal em todas as transações realizadas em sua plataforma e possui instrumentos de controle e revisão que garantem a conformidade das operações. Veja as notas na íntegra abaixo. 🔎 A importação e venda de produtos permitidos legalmente, mas sem o pagamento de impostos devidos, é considerada crime de descaminho. A pena vai de 1 a 4 anos de prisão. Operação mirou grupo que vendia produtos ilegais em plataformas digitais PF/ RF Leia também: Previsão do tempo: Ciclone extratropical deve provocar tempestades no Paraná Agricultor desaparecido: Trabalhador agrícola que desapareceu no PR foi visto pela última vez em hotel Alerta de chuva: Alerta de chuvas intensas atinge todo o Paraná nesta quarta (8) Como funcionava o esquema, segundo a investigação Grupo de trabalho era responsável por transportar as mercadorias do Paraguai ao Brasil PF/ RF Segundo a Polícia Federal, o esquema envolvia compra ilegal de produtos, transporte escondido, falsificação de documentos e venda ao público como se tudo fosse regular. A organização se dividia em núcleos chamados de "grupo de trabalho", formado por motoristas, batedores e olheiros. Havia também o "grupo de compras", responsável por cotações, pedidos e pagamentos no Paraguai; e o "grupo de vendas", que gerenciava as plataformas digitais, controlava as vendas e distribuía os lucros. Segundo a Polícia Federal, o esquema começava com o "grupo de compras", com pessoas que negociavam e adquiriam eletrônicos no Paraguai, onde os preços são mais baixos devido às taxas menores de imposto. Em seguida, entrava o "grupo de trabalho", no qual motoristas levavam as mercadorias de forma irregular para o Brasil, muitas vezes em comboio, com batedores e olheiros para tentar evitar fiscalização. Depois, os produtos recebiam a aparência de "legalizados", de forma falsa. A organização usava empresas de fachada e emitia notas fiscais falsas para fazer parecer que os itens tinham origem regular. A polícia também verificou que pelo menos 10 pessoas atuavam como "laranjas", cediam a identidade para que fossem abertas empresas e contas bancárias, para dificultar o rastreamento do dinheiro. Na etapa final, vinha o "grupo de vendas". Os próprios integrantes anunciavam os produtos em plataformas conhecidas, alcançando milhares de consumidores como se fossem vendedores comuns. O dinheiro obtido com as vendas passava por várias contas e empresas para "limpar" sua origem, prática conhecida como lavagem de dinheiro. Para reforçar a aparência de legalidade, alguns integrantes ainda atuavam nas redes sociais vendendo cursos de e-commerce e importação, como se fossem empreendedores legítimos. Grupo criminoso movimentava milhões de reais PF/ RF Operação Platinum Os mandados da operação foram expedidos pela 1ª Vara Federal de Guaíra. Ao todo, a operação prendeu 20 pessoas suspeitas de atuar nesta organização criminosa e uma está foragira. Também foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão em seis estados brasileiros. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados. No Paraná, as buscas ocorreram em Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu e Céu Azul. Também houve cumprimento de mandados em Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Pernambuco. A Operação, nomeada de Platinum, surgiu de investigações que começaram em agosto de 2022, após a apreensão de mercadorias transportadas de forma irregular em três veículos de passeio que circulavam em comboio. A operação mobilizou 52 auditores-fiscais e analistas-tributários da Receita Federal, além de 102 policiais federais. O que dizem as empresas citadas Mercado Livre: O Mercado Livre informa que está em contato com a Polícia Federal para a apuração e apoio da operação realizada hoje (08/04). A empresa mantém colaboração ativa com os órgãos competentes, auxiliando investigações e contribuindo para a identificação de práticas irregulares e o reforço da segurança no ambiente digital. O Mercado Livre investe continuamente em tecnologia avançada, monitoramento proativo e equipes especializadas para a prevenção e remoção de conteúdos que violem suas políticas. A empresa mantém critérios claros para a comercialização de produtos e reafirma que todos os anúncios devem cumprir seus Termos e Condições de Uso. A maior parte das infrações é identificada de forma proativa pelos próprios sistemas de segurança e tecnologia da companhia e casos pontuais são tratados com agilidade, com a remoção dos anúncios e a aplicação de medidas aos responsáveis, que podem incluir suspensão ou banimento. Nesse contexto, a empresa atua em conjunto com autoridades, incluindo a remoção imediata de anúncios irregulares por elas reportados. Shopee: A Shopee cumpre com todas as leis e colabora de forma contínua com a Receita Federal e demais autoridades para prevenir e combater práticas ilícitas. Exigimos que todos os vendedores da plataforma cumpram com a nossa política de produtos proibidos, que expressa claramente a proibição da venda de itens falsificados. Para assegurar o cumprimento dessas regras, contamos com mecanismos de monitoramento, controles rígidos e canais de denúncias na plataforma. Quando há indícios ou confirmação de infrações, a empresa atua prontamente com investigação, remoção de conteúdo e aplicação de medidas como o banimento da loja em questão. Magazine Luiza: O Magalu informa que não foi oficialmente notificado. A companhia exige que seus sellers emitam nota fiscal em todas as transações realizadas em sua plataforma e possui instrumentos de controle e revisão que garantem a conformidade de suas operações: uma política rígida de seleção de parceiros, listas restritivas de produtos, ferramentas de monitoramento contínuo e mecanismos com os quais fornecedores e marcas podem retirar um anúncio do ar quando identificarem produtos ilegais ou similares aos seus. O Magalu reforça ainda que retira do ar os anúncios denunciados por inconformidade, após checagem e comprovação, e que atua fortemente junto ao movimento de combate à venda de produtos de origem irregular e/ou ilegal e foi uma das primeiras plataformas a adotar o Guia de Boas Práticas de Combate à Pirataria, criado em parceria com o CNCP/Senacon. A empresa permanece à disposição das autoridades para colaborar com as investigações e reforça seu compromisso com a legalidade e a segurança em sua plataforma. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Oeste e Sudoeste.

Palavras-chave: tecnologia

Sem lag nem cabos: padrão Wi-Fi 8 prioriza estabilidade de sinal em toda a casa

Publicado em: 09/04/2026 09:39 Fonte: Tudocelular

A transição para o Wi-Fi 7 ainda acontece de forma gradual pelo mundo, mas a indústria de tecnologia já prepara o terreno para o próximo grande salto. O padrão Wi-Fi 8, conhecido pelo código técnico IEEE 802.11bn, promete uma mudança de foco importante, e em vez de apenas aumentar a velocidade bruta da conexão, a nova geração quer garantir que o seu sinal seja constante e livre de quedas em qualquer canto da casa.A promessa central do Wi-Fi 8 é encurtar a distância entre a liberdade da rede pelo ar e a consistência firme de um cabo de rede. Para isso, o formato aposta na tecnologia de altíssima confiabilidade, ou UHR. O objetivo é acabar com as oscilações e entregar a banda contratada de forma contínua, sem surpresas no meio de um vídeo ou de uma chamada de trabalho. Como a mágica funciona O grande truque da nova geração é o que se chama de coordenação de múltiplos pontos de acesso. Hoje, os roteadores da sua casa e dos seus vizinhos competem pelo sinal de forma desordenada, o que gera interferências. Com o Wi-Fi 8, os aparelhos conversam entre si para organizar o tráfego e evitar colisões de dados.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

CMF by Nothing prepara lançamento do Phone 3 Pro com tela AMOLED, bateria maior e mais

Publicado em: 09/04/2026 08:40 Fonte: Tudocelular

A Nothing deve lançar o novo CMF Phone 3 Pro como parte de sua linha acessível da submarca CMF e alguns detalhes sobre ele foram revelados em novo vazamento. Trata-se de um modelo que chegará para reforçar a ideia da empresa de oferecer smartphones intermediários com recursos avançados e preço competitivo. Tela AMOLED e design com a identidade visual da Nothing Segundo o que foi revelado até o momento, o dispositivo será equipado com uma tela de tecnologia AMOLED e resolução 2392 x 1080 pixels, assim como uma câmera frontal posicionada em um furo na parte central do display. O design é o já conhecido da fabricante, mas deve ter elementos feitos em plástico para reduzir custos.O que esperar do desempenho do novo intermediário Na parte de desempenho, o dispositivo deve ser lançado com o chip Snapdragon 7s Gen 4, diferente da escolha da marca na geração passada, quando optou pelo Dimensity 7300 Pro. Outro upgrade que deve ser feito no novo modelo é na bateria, superando os 5.000mAh do Phone 2 para algo entre 5.400 e 5.500mAh.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia