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Enem 2025 no Pará: estudantes comentam expectativas para prova após adiamento pela COP 30

Publicado em: 29/11/2025 05:00

Estudantes da região metropolitana de Belém que farão o ENEM, se preparam para o 1° dia Estudantes de Belém, Ananindeua e Marituba compartilham as expectativas para o primeiro dia de prova do Enem, que será realizado neste domingo (30) nos três municípios do Pará. Segundo o Inep, 95.784 estudantes estão inscritos e tiveram a data da prova alterada por causa da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP 30). A candidata Ana Lívia Mayron, de 18 anos, diz que a mudança foi positiva. Tentando pela segunda vez uma vaga em psicologia na Universidade Federal do Pará (UFPA), ela espera melhorar o desempenho em relação ao ano passado. “Tive mais tempo para estudar e rever os assuntos, não me impactou de forma negativa”, afirma. ✅ Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Ana Lívia diz que concilia a preparação para o Enem com a rotina de trabalho em uma funerária, onde atua das 8h às 18h. Morando sozinha, ela também precisa administrar as tarefas domésticas. Ao chegar em casa no início da noite, prepara a própria refeição, organiza o que é necessário para o dia seguinte e só então dedica as horas restantes aos estudos, que realiza exclusivamente nesse período. No entanto, ela segue confiante. "Eu quero trabalhar com o que eu gosto. Não vale a pena passar anos trabalhando com qualquer coisa", diz. Estudantes se preparam para o Enem 2025. Divulgação A rotina de preparação também é intensa para Júlia Monteiro Meireles, de 19 anos, que busca uma vaga em biomedicina na UFPA. Ela estruturou o estudo com base principalmente na resolução de provas anteriores do Enem e na revisão de conteúdos em que tinha maior dificuldade. A jovem espera um exame semelhante ao da primeira aplicação, com textos longos e questões interpretativas. Apesar disso, evita criar expectativas muito otimistas. “Sou meio cética quanto à possibilidade de a prova vir mais fácil, especialmente considerando as circunstâncias desta aplicação”, afirma. Leia também: 'Vou concretizar meu sonho', diz idosa que vai fazer Enem na Grande Belém Endy Reis, de 17 anos, aluna da escola estadual Albanizia de Oliveira Lima, também organizou uma rotina de estudos. Ela se matriculou em um cursinho para complementar o conteúdo visto na escola e adotou uma rotina baseada na resolução de questões e na prática frequente de redação. A estudante pretende ingressar no curso de design gráfico na Universidade do Estado do Pará (Uepa) e vê o Enem como uma oportunidade para medir seu desempenho. “O adiamento deu mais tempo pra me preparar melhor”, diz. Tema da redação continua sendo motivo de preocupação A redação também é alvo de expectativa entre os candidatos. Para Ana Lívia, o tema não deve ter relação direta com meio ambiente. “Embora o assunto esteja em alta por causa da COP 30, o Enem geralmente não escolhe temas muito repercutidos”, avalia. Tema da redação gera apreensão entre os candidatos do Enem 2025. Letícia Santiago Já Endy acredita que a proposta pode seguir o eixo da primeira aplicação, voltado para minorias invisibilizadas: "Acho que pode ir para esse lado”, diz. Júlia, por sua vez, acha a possibilidade de um tema ambiental possível, mas ainda difícil. Ela observa que as escolhas do Enem costumam surpreender e prefere não criar expectativas específicas. "Nunca é fácil, mas eu me sinto preparada. Estou estudando desde o início justamente pra isso", afirma. Enem 2025 na Grande Belém O Enem será em 30 de novembro e 7 de dezembro na região metropolitana da capital do Pará (Belém, Ananindeua, Marituba) por causa da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP30). Apesar de a prova ser realizada duas semanas após o restante do Brasil, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) diz que vai "manter o padrão de dificuldade". Segundo o Inep, as provas na região metropolina de Belém seguirá a mesma ordem já aplicada: Em 30 de novembro serão aplicadas as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, ciências humanas e suas tecnologias, além de redação. O segundo dia de provas, em 7 de dezembro, será para questões de ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Professor de Sociologia destaca temas atuais que podem cair no Enem 2025 Os participantes de outras 141 cidades paraenses já realizaram a prova, junto com os demais estados brasileiros, no dia 9 e 16 de novembro. As provas foram realizadas em 86 municípios do Pará a quase 200 mil inscritos. Horários de aplicação Portões abrem às: 12h Portões fecham às: 13h Prova começa às: 13h30 Aplicação da prova no 1º dia acaba às: 19h Aplicação da prova no 2º dia acaba às: 18h30 O candidato só deixa o local de aplicação com o Caderno de Questões nos últimos 30 minutos que antecedem o término da prova. VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.

Palavras-chave: tecnologia

Top de linha compacto: Samsung Galaxy S25 em ótima oferta no Mercado Livre

Publicado em: 29/11/2025 04:18 Fonte: Tudocelular

O Galaxy S25 é um dos melhores celulares para comprar em 2025, trazendo hardware potente com chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite for Galaxy, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, tela AMOLED de 120 Hz com alto brilho, câmeras poderosas e bateria de boa duração. Disponível recentemente em seu menor preço histórico na Amazon, o celular top de linha da Samsung agora pode ser comprado em ótima oferta também no Mercado Livre, nas opções de cores Azul Marinho, Azul Claro e Prata. Ao usar o cupom de R$ 300 OFF para a linha Galaxy S25 e optar pelo pagamento via PIX, o preço cai para apenas R$ 3.512,91, um dos menores já cobrados pelo celular desde o seu lançamento. Compre antes que o cupom esgote! "Samsung Galaxy S25 5G, 256GB, 12GB, Câmera Tripla - Azul marinho" Mercadolivre R$3512 Ver Oferta "Samsung Galaxy S25 5G, 256GB, 12GB, Câmera Tripla - Prata" Mercadolivre R$3512 Ver Oferta "Samsung Galaxy S25 5G, 256GB, 12GB, Câmera Tripla - Azul claro" Mercadolivre R$3512 Ver Oferta Sobre o Galaxy S25O Galaxy S25 chegou ao Brasil para reafirmar o domínio da Samsung no segmento premium, unindo potência, design refinado e o que há de mais moderno em tecnologia móvel. O aparelho tem tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,2 polegadas com resolução Full HD+, taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo impressionante de 2600 nits, além de ser protegida pelo Gorilla Glass Victus 2.O Samsung Galaxy S25 está disponível na Amazon por R$ 3.797. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 25 ofertas clique aqui. (atualizado em 29 de November de 2025, às 07:40)Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

TCL 60 NxtPaper alia conforto visual e bom preço em oferta

Publicado em: 29/11/2025 04:05 Fonte: Tudocelular

A TCL anunciou a sua linha 60 no começo do ano na MWC 2025. Entre os vários modelos, temos o TCL 60 NxtPaper que se destaca por sua tela com maior conforto visual para quem passa muitas horas na frente do celular. Na opção de cor em preto, o modelo está com bom desconto nesta oferta no Mercado Livre — realizando o pagamento no PIX, você pode levá-lo por R$ 1.320, ao ativar o cupom de R$ 100 na própria página do produto. Ainda é possível parcelá-lo em até 24 vezes sem juros no cartão Mercado Pago, totalizando R$ 1.577. TCL 60 NXTPAPER Dual SIM 512 GB dark black 8 GB RAM Mercadolivre R$1420 Ver Oferta Sobre o dispositivoO TCL 60 NxtPaper tem como um dos seus destaques sua tela de 6,8″ com tecnologia NxtPpaper — um painel IPS LCD FHD+ com taxa de atualização de 90 Hz que busca imitar a aparência de papel. Essa tela reduz reflexos, filtra luz azul e torna a leitura ou navegação muito mais confortável aos olhos, especialmente em sessões longas de uso. O TCL 60 NxtPaper está disponível na Mercadolivre por R$ 1.420. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. (atualizado em 28 de November de 2025, às 08:26)Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Reaproveitamento de minerais no Pará é chave para transição energética; conheça iniciativas

Publicado em: 28/11/2025 22:15

Mineração: imagem mostra minerais e alguns de seus itens finais A transição energética justa e sustentável depende da extração de minerais críticos e estratégicos, associada a cadeias produtivas de baixo carbono e, principalmente, ao reaproveitamento de recursos minerais. Esse foi um dos principais temas da COP 30 em relação à atividade minerária. 🌍 Segundo o governo federal, a COP 30 consolidou o Brasil, e o Pará, como protagonistas rumo a um futuro que concilia consumo e preservação ambiental. A mineração circular e o reaproveitamento de rejeitos mostram potencial para minimizar impactos ambientais e já são adotados no estado, apesar de desafios. Essa prática é fundamental para reduzir emissões e equilibrar a oferta global de insumos, aponta a Agência Internacional de Energia (AIE/IEA). 🔶“O reaproveitamento de minerais críticos será determinante para a redução das emissões e para o equilíbrio da oferta global desses insumos”. Esta é a terceira reportagem da série sobre minerais críticos, transição energética e o papel do Pará no contexto da COP 30. Nesta matéria, você vai entender o potencial do reaproveitamento da produção e o que vem sendo realizado para uma transição energética mais sustentável e justa. A primeira mostra o papel do Pará na busca por minerais essenciais na transição energética E a segunda mostra o potencial da produção paraense de cobre e níquel Mineração: imagem mostra minerais e alguns de seus itens finais Reprodução 📲 Clique e siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Reaproveitamento mineral 🚗 Com a crescente necessidade de minerais críticos para baterias e semicondutores, como cobre, níquel e lítio, a reutilização máxima desses recursos é essencial. Um desafio é expandir oportunidades sem pressionar comunidades e meio ambiente. Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), o foco está em aprimorar o reaproveitamento desses minerais. O níquel e o lítio avançam em reciclagem para baterias de íons-lítio e armazenamento de energia, áreas com investimentos crescentes no Brasil Já o cobre, um dos minerais mais extraídos no Pará, tem índices próximos de 100% de reaproveitamento industrial. 🚮 Uma das formas deste reaproveitamento ocorrer está na destinação correta dos resíduos na ponta do consumo: materiais eletrônicos ou mesmo fios que parecem não ter mais serventia podem ser deixados em ecopontos específicos de lixo eletrônico. Segundo o Sindicato das Indústrias Minerais do Pará (Simineral), empresas associadas incorporam ações para reduzir a pegada de carbono e fortalecer a economia circular: Tecnologias de mineração 4.0 Sistemas de reaproveitamento de rejeitos Digitalização de processos Ampliação do uso de energia renováve O Projeto Gelado, no Complexo de Carajás, é um exemplo do uso de sistema de reaproveitamento de rejeitos. O local produz o chamado pellet feed, material com maior teor de ferro, menos impurezas e gerado do reaproveitamento dos rejeitos de minério de ferro acumulados desde 1986 na Barragem do Gelado, que fica em Parauapeba, sudeste do Pará. Projeto Gelado, no complexo Carajás, reaproveita rejeitos de minério de ferro A operação, com bombas e dragas 100% elétricas, é uma das ações da chamada mineração circular, como explica Gildiney Sales, Diretor do Corredor Norte da Vale. A mineração circular é um conceito alinhado à mineração do futuro, com a maximização do uso dos recursos minerais, buscando utilizar os resíduos que são gerados no processo produtivo, como estéril e rejeito, e gerando valor social Na mesma região, na cidade vizinha de Canaã dos Carajás, onde há uma mina mais recente, de 2016, o sistema de funcionamento é mais tecnológico e não necessita de uma barragem de rejeitos, como o Gelado, nem mesmo água, e também usa menos caminhões no transporte dentro da mina. 🟤 “Quando comparada a uma mina convencional, que utiliza água no processo de mineração, as tecnologias adotadas na operação permitem redução em 95% do consumo de água e 73% em relação a consumo de energia e a redução da emissão de gases do efeito estufa em cerca de 40%”, explica Gildiney Sale. As empresas também têm investido, junto de suas políticas de compensação ambiental, na proteção de áreas de florestas e reflorestamento. O professor Rômulo Simões Angélica, do Instituto de Geociências da UFPA, já visitou áreas exploradas e lavradas em Paragominas, no sudeste do estado, para retirada de bauxita há 10 anos, e que atualmente estão reflorestadas. “A questão de recuperação de áreas mineradas é fantástica. Você passa por uma área e não acredita que aquilo ali era buraco e tinha sido lavrado", diz. O ex-presidente do Ibama e atual diretor do Grupo Associado de Agricultura Sustentável (Gaas), Eduardo Martins, aponta mais potenciais de reaproveitamentos ainda pouco explorados. "Rejeitos de mineração não são só rejeitos. Quando você vai minerar, você tem uma parte do material que a gente chama de estéril. E muito do estéril, muito dos rejeitos de várias das áreas, no contexto do Pará, por exemplo, são insumos para agricultura. São remineralizadores que poderiam estar sendo utilizados para fazer a restauração dessas áreas, com um impacto extraordinário”, sugere o biólogo e mestre em ecologia. O reaproveitamento de minerais, seus rejeitos e ainda a reciclagem de seus bens, sejam fios ou baterias, por exemplo, ainda está em expansão, tanto que ainda não há dados consolidados do estado, segundo a Secretaria de Meio Ambiente (Semas), sobre a quantidade de materiais reciclados por ano, por exemplo. ⛏️ Trabalhos e parceria têm sido desenvolvidas para potencializar e aumentar o potencial da mineração rumo à redução de carbono. O Simineral, por exemplo, pretende coordenar com o Governo do Pará, o Banco de Dados Setorial da Mineração, com informações sobre emissões, energia, recursos hídricos e investimentos sociais, instrumento de governança climática e base técnica para políticas públicas. A reciclagem de minerais também está inserida no Plano Nacional de Mineração 2030 (PNM-2030), que estabelece metas para avanço da economia circular e redução de novas extrações, e também é abordada na recém criada Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). “Essas ações incentivam parcerias com centros de pesquisa, universidades e empresas locais para o desenvolvimento de tecnologias de recuperação de metais em resíduos industriais e eletrônicos, promovendo empregos verdes, eficiência energética e redução de emissões”, afirma o Ministério de Minas e Energia. LEIA TAMBÉM: COP30 aprova acordos com meta de triplicar financiamento e sem definição para o 'mapa do caminho' Entenda em 12 tópicos os avanços e as pendências da COP30 Lula diz que Brasil não será exportador de minerais críticos: 'Quem quiser vai ter que industrializar no nosso país' Ministério define regras para investimentos em minerais estratégicos e espera captar R$ 5,2 bilhões ao ano VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Confira outras notícias do estado no g1 PA

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Banco Central anuncia regras novas para impedir ação do crime organizado

Publicado em: 28/11/2025 21:16

Banco Central anuncia regras novas para impedir ação do crime organizado O Banco Central anunciou novas regras para impedir a ação do crime organizado no sistema financeiro. Instituições financeiras terão que encerrar as chamadas contas-bolsão. Esse tipo de conta é aberto em bancos tradicionais por empresas de tecnologia que oferecem serviços financeiros, as fintechs. Para o banco aparecia apenas o nome da fintech como titular da conta, mas dezenas de pessoas faziam parte da teia de movimentação do dinheiro, o que dificultava a identificação da origem e o rastreio dos recursos. Essa prática era usada por bandidos no setor de combustíveis. A Operação Carbono Oculto investiga facções criminosas, como o PCC, que usavam essas contas para lavar dinheiro e esconder patrimônio. O mesmo procedimento ocorria no esquema bilionário de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, alvo da Operação Poço de Lobato. A partir de segunda-feira (1º), as contas-bolsão serão encerradas pelo Banco Central. "Do nosso ponto de vista, conta bolsão é uma prática irregular. Ela nunca foi permitida. Qualquer prática com essa característica deve ser cancelada", diz Gilneu Vivan, diretor de Regulação do Banco Central. O Banco Central também proibiu que instituições que não são banco usem a denominação no nome. Na apresentação ao público, elas deverão utilizar termos que deixem claro aos clientes o tipo de instituição e o serviço que oferecem. Outra medida anunciada nesta sexta-feira (28) pelo Banco Central reforça a responsabilidade de quem atua na terceirização de serviços bancários, um modelo de negócios permite a qualquer empresa oferecer produtos e serviços que antes eram exclusivos das instituições bancárias. Uma loja de eletrodomésticos, por exemplo, pode usar a estrutura de um banco ou de uma fintech para oferecer a seu cliente uma conta digital ou um cartão de crédito. E é dessa empresa contratada pela loja a responsabilidade pelo controle e uso dos serviços financeiros. A regulamentação desta sexta-feira (28) deixa mais claro os compromissos dessa terceirização. A norma vale para contas depósito, pagamentos com Pix e boletos e operações de crédito. As novas regras já estão em vigor, mas os contratos ativos terão até o fim de 2026 para se adequar. "Para o cliente, é importante que ele saiba quem é que é a instituição autorizada com quem está se relacionando. Tanto para compreender com quem está fazendo negócio quanto onde deve procurar caso tenha algum problema. Dessa forma, quem responde pelo seu cliente, lavagem de dinheiro, comunicações ao BC, todo processo é de responsabilidade da instituição financeira autorizada pelo BC", explica Gilneu Vivan, diretor de Regulação do Banco Central. Em nota, a Associação Brasileira de Banking as a Service disse que o novo Marco Regulatório do Banco Central é um movimento natural e bem-vindo, que eleva o padrão de qualidade e protege todo o sistema. Banco Central anuncia regras novas para impedir ação do crime organizado Reprodução/TV Globo

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Iniciativas sustentáveis que buscam reaproveitar minérios impulsionam práticas de economia circular no Pará

Publicado em: 28/11/2025 21:08

Instalações da Alunorte, em Barcarena Divulgação/ Hydro A busca por soluções sustentáveis permeia vários setores industriais no Brasil e no mundo. As iniciativas são para mitigar impactos ambientais, diminuir emissões de gases de efeito estufa e ainda assim manter ou até ampliar a capacidade de produção. No setor da mineração do Pará, a discussão se estabelece no paradoxo entre a crescente demanda global por minerais, essenciais para o desenvolvimento sócio-econômico das cidades, e o alto impacto ambiental, típico da atividade. ✅ Siga o canal do g1 Pará e receba as notícias direto no WhatsApp As soluções podem vir da ciência e do desenvolvimento tecnológico. No estado, o trabalho é realizado pelo Instituto Senai de Inovação em Tecnologias Minerais (ISI-TM). As pesquisas voltadas à mineração têm como foco as áreas de biotecnologia mineral, economia circular, transformação digital, saúde e segurança do trabalho. O objetivo é tornar a mineração mais sustentável, diminuir a pegada de carbono no processo produtivo e aumentar a competitividade da mineração. Entre os projetos estão o tratamento de resíduos da indústria mineradora, o uso de microrganismos em substituição a processos químicos, tratamento e reabilitação de áreas de mineração e o uso de subprodutos da mineração em outros setores industriais. Pesquisa avalia uso de resíduo de bauxita na melhora da qualidade dos solos Uma das iniciativas transforma o pó de basalto, resíduo do processamento da rocha utilizada como matéria-prima para produção de materiais da construção civil, em um fertilizante com capacidade de sequestrar carbono da atmosfera. Outro projeto mistura resíduo de bauxita e biomassa de dendê para produzir condicionador de solo e fertilizante (veja no vídeo acima). O instituto também desenvolve estudos para a criação de uma bactéria redutora de ferro que tem a capacidade de auxiliar na reabilitação ambiental das minas de Carajás, a maior mina de minério de ferro do mundo, localizada no município de Parauapebas, sudeste paraense. A pesquisa permite que espécies que só existem nessa região do país e correm risco de extinção possam voltar às áreas reabilitadas e, assim, fortalecer a biodiversidade local. “A gente diminui a pressão sobre a necessidade de aumento das minas, então já seria uma vantagem inicial. Em segundo lugar, há a valorização desses resíduos em outras cadeias industriais, também diminui a pressão e isso também é economia circular. Isso permite depois a recuperação, o reflorestamento, fixando carbono também em biomassa, fixando carbono no solo”, explica o diretor do Instituto Senai de Inovação em Tecnologias Minerais, Adriano Luchetta. Adriano Luchetta, diretor do Instituto Senai de Inovação em Tecnologias Minerais Reprodução/TV Liberal Nesse contexto, o conceito de economia circular, que é uma forma de organizar a produção e consumo evitando desperdício e aproveitando ao máximo recursos, é adaptado, já que a mineração reutiliza subprodutos do setor e rejeitos da mineração. Ainda assim é possível manter o valor daquele bem por mais tempo e o material, que já teve uma pegada de carbono maior durante o momento de extração, passa a ser uma matéria-prima com uma pegada de carbono mais baixa do que o mineral primário. "O foco é melhorar a vida útil da bacia" Em meio a essa realidade, a mineradora Artemyn, que atua com a extração e beneficiamento do caulim nos municípios paraenses de Barcarena e Ipixuna, desenvolveu o projeto premiado Working Horse 2 (WH2), que reaproveita o material depositado em bacias de rejeitos para produzir novos produtos, como papel e cerâmica. Roberto Antonio Macedo Silva, coordenador de produção da Artemyn. Artemyn O grande desafio e elemento central de engenharia do projeto era chegar na "blendagem ideal", que tornou viável o reaproveitamento do rejeito do WH2, permitindo que o material depositado substituísse o insumo de maior qualidade que era historicamente utilizado. A blendagem é a fórmula de mistura que permite o reaproveitamento do material da bacia para substituir o material mais nobre. Essa nova metodologia de reaproveitamento gera menos impacto ambiental, pois a utilização desses rejeitos aumenta a vida útil das bacias e evita a necessidade da criação de outras, é o que explica Roberto Antônio Macedo Silva, coordenador de produção da Artemyn. “O foco principal não era nem financeiro, era mais questão de melhorar a vida útil da bacia. Tem um potencial maior de vida útil”, diz Roberto. Segundo Roberto, o objetivo é transformar o que é considerado um passivo ambiental em matéria-prima com valor comercial, reduzindo ainda a retirada do material virgem diretamente da mina, minimizando o uso de combustível, a operação de caminhões e máquinas e a geração de poluentes associados ao transporte e à extração. Roberto destaca que projetos como o WH2 estão alinhados com as tendências globais de sustentabilidade e que existe um esforço para encontrar soluções menos nocivas ao meio-ambiente. “No último ano, nós estamos tendo um uma sinergia muito grande com a Semas [Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade], de questões ambientais. Então, estamos tendo reuniões todos os meses, até quinzenal, para alinhar e deixar bem claro o que a empresa pretende, junto com as comunidades, principalmente, não só trabalhando para ganhar dinheiro, mas trabalhando com as comunidades”. "Questão de sobrevivência" Doutor em ciências ambientais e mestre em engenharia urbana, Paulo Pinho destaca a necessidade de pensar o processo da mineração de forma mais ampla. O trabalho deve considerar não só o beneficiamento de minério, mas toda a cadeia produtiva, incluindo a destinação e uso potencial de rejeitos. “Eu tenho que pensar como eu vou extrair, quanto rejeito eu vou produzir, quanto desse rejeito eu vou reaproveitar. Tudo isso diminui os impactos ambientais, tudo isso diminui a emissão de CO2”. O conceito aplicado resulta em uma economia circular, a partir do desenvolvimento tecnológico. Significa usar a ciência para criar novos produtos e subprodutos que têm como matéria-prima os rejeitos da indústria mineral. Para o especialista, é uma questão de sobrevivência que deve estar associada também ao consumo sustentável. “No caso do setor da mineração, é preciso produzir consumindo menos água, consumindo menos energia, gerando menos resíduos, aproveitando os resíduos. Isso é uma nova forma de desenvolvimento. Internamente uma mineradora, uma empresa pode e deve realizar isso”. Ferro metálico “verde” Na refinaria Alunorte, braço da Hydro, em Barcarena, no Pará, o conceito de economia circular será aplicado com a construção da planta de demonstração semi-industrial da New Wave, que visa transformar o resíduo de bauxita em ferro metálico. A expectativa é que o ferro metálico produzido tenha uma pegada ambiental que é menos da metade daquela gerada por qualquer processo que não utilizam iniciativas sustentáveis. Por essa razão, o produto é classificado como um "ferro metálico verde". O consultor sênior em tecnologia da Hydro, Raphael Costa, explica que a refinaria Alunorte gera mais de 4,5 milhões de toneladas por ano de resíduos, os quais possuem uma concentração significativa de óxido de ferro (mais de 30%). Refinaria Alunorte Alunorte A inovação reside no processo de extração, que é descrito como "completamente pioneiro" e "muito limpo na questão ambiental". A planta de demonstração, que processará 50.000 toneladas de resíduo por ano, utiliza um método de tratamento térmico avançado. "Ela [a planta] pega o resíduo, peletiza e coloca numa câmara, numa correia que passa por várias câmaras de micro-ondas", explica Raphael Costa. Este tratamento inicial com micro-ondas faz com que o óxido de ferro no resíduo se altere, tornando-se magnetizado e "fácil de separar". Após essa etapa, o material é levado a um forno de indução. O grande diferencial na sustentabilidade está na fonte de energia. Costa explica que tanto o micro-ondas quanto o forno de indução são movidos a eletricidade, não queimando "nenhum combustível fóssil". "Microondas é a fonte é elétrica. Energia limpa. Depois, passa por um forno de indução que também é elétrico", diz o consultor sênior em tecnologia da Hydro. “Circularidade” Embora exija uma pequena quantidade mínima e precisa de carbono que deve reagir com óxido de ferro para convertê-lo totalmente em ferro metálico, essa fonte no futuro pode ser biomassa, “que também é um impacto zero ambiental", segundo Costa. O grande benefício para a refinaria é buscar a circularidade, transformando o que é estocado hoje em uma matéria-prima com valor comercial. O objetivo é eliminar gradualmente a necessidade de estocagem permanente de resíduo, o que gera um "impacto brutal, positivo na sociedade". Para ele, o trabalho é um indicativo de que a sustentabilidade e a viabilidade econômica andam juntas. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Confira outras notícias do estado no g1 PA

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Guarujá recebe embarcações de até R$ 27 milhões em fim de semana náutico de luxo

Publicado em: 28/11/2025 20:30

Feira náutica no Guarujá exibe barcos de luxo avaliados em até R$ 27 milhões Divulgação A Marina das Astúrias, em Guarujá (SP), recebe a 2ª edição do Black Weekend Náutico, com embarcações avaliadas entre R$ 40 mil e R$ 27 milhões. O evento acontece de sexta-feira (28) a domingo (30), das 11h às 20h, e retorna de 5 a 7 de dezembro. A entrada é gratuita, com ingressos disponíveis no Sympla. Além de reunir operadores de turismo, autoridades portuárias, investidores e entusiastas do mar, a feira tem como objetivo reforçar o turismo náutico na região. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Rotas Náuticas Turísticas: novos percursos que conectam pontos de interesse da costa, incentivando a exploração marítima e a prática de esportes aquáticos. Projetos de implantação e revitalização de Piers Públicos: expansão da infraestrutura de apoio às embarcações, garantindo melhor experiência aos visitantes. Centro de Visitação Subaquático: espaço inovador voltado à sustentabilidade e educação ambiental, que permitirá ao público conhecer a vida marinha local por meio de tecnologias imersivas. Valor de embarcações de luxo podem chegar a R$ 27 milhões. Divulgação A feira reúne ainda empresas especializadas em produtos e serviços premium dos segmentos náutico, automotivo, aeronáutico e lifestyle, com marcas como BMW Osten, Casarini, Vip Náutica, Mercedes Divena, DVB Blindados, Yachmax e Promarine. A estrutura inclui pouso gratuito para helicópteros, estacionamento sem custo, píer exclusivo para barcos e motos aquáticas, além de gasolina Podium para veículos esportivos. Veja também: A 1ª edição da feira náutica teve exposição de modelos de automóveis superesportivos, SUVs de luxo, helicópteros e aeronaves de elite. Confira: Guarujá realiza 1º Black Weekend Náutico com feira, carros de luxo e lifestyle VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

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TRF-1 manda soltar Daniel Vorcaro, dono do Master, e outros quatro executivos; eles terão que usar tornozeleira eletrônica

Publicado em: 28/11/2025 20:25

Daniel Vorcaro, dono do Master, é transferido para presídio em SP O Tribunal Regional Federal da 1ª Região determinou nesta sexta-feira (28) a soltura do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e de outros quatro executivos do banco. Os cinco terão de usar tornozeleira eletrônica e cumprir outras medidas restritivas durante as investigações do suposto esquema revelado pela operação Compliance Zero, na última semana. Vorcaro está preso no Centro de Detenção Provisória (CDP) 2 de Guarulhos, para onde foi transferido na última segunda (4). Antes, passou dias detido na superintendência da PF em São Paulo. Na decisão, a desembargadora Solange Salgado da Silva mandou soltar, também, outros quatro executivos do banco: Augusto Ferreira Lima, ex-CEO e sócio do Master; Luiz Antônio Bull, diretor de Riscos, Compliance, RH, Operações e Tecnologia do Master; Alberto Felix de Oliveira Neto, superintendente executivo de Tesouraria do Master; Ângelo Antônio Ribeiro da Silva, sócio do Master. O recurso de Vorcaro No pedido ao STJ, a defesa de Vorcaro alegou que a prisão não se justificava diante da ausência de fatos concretos e individualizados que apontem risco efetivo de que o investigado pode atrapalhar a investigação. A defesa afirmou ainda que não há risco de Vorcaro voltar a praticar os crimes apontados pela investigação, sendo que o Banco Central já determinou a liquidação do Master. "A frágil situação econômica do Banco Master já está acautelada pela liquidação extrajudicial decretada pelo Bacen. Não há mais qualquer ingerência do Paciente na referida instituição e por tanto nenhuma conduta possível de ser por ele praticada para reverter o quadro financeiro em questão", argumentou a defesa. Mais cedo nesta sexta, a defesa de Vorcaro havia acionado o Supremo Tribunal Federal (STF) alegando que a Justiça Federal, que ordenou a prisão do banqueiro, não é o grau do Judiciário competente para cuidar do caso. Operação Compliance Zero A Operação Compliance Zero, que prendeu Vorcaro há 10 dias, foi autorizada pelo juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara da Justiça Federal, em Brasília. Além do empresário, mais seis executivos ligados ao banco são acusados de fraude em papéis vendidos ao Banco de Brasília (BRB), que é público. Na segunda-feira (24), Vorcaro foi transferido de uma cela na Polícia Federal (PF), em São Paulo, para o Centro de Detenção Provisória (CDP) 2 de Guarulhos. A instituição também é acusada de vender títulos de crédito falsos. O banco emitia CDBs com a promessa de pagar ao cliente até 40% acima da taxa básica do mercado. No entanto, esse retorno era irreal. Segundo a PF, o esquema pode ter movimentado R$ 12 bilhões. No dia da operação, o BC emitiu um comunicado decretando a liquidação extrajudicial do Master e a indisponibilidade dos bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição. Conselho Monetário Nacional já havia tomado medidas para coibir modelo de negócios do Banco Master Jornal Nacional/ Reprodução

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Votação sobre licenciamento para exploração de terras raras em MG é adiada pela 2ª vez consecutiva após recomendação do MPF

Publicado em: 28/11/2025 18:52

Amostra de argila retirada de área formada sobre cratera de vulcão extinto no Sul de Minas rica em elementos conhecidos por terras raras Viridis/Divulgação A Comissão de Atividades Minerárias (CMI) do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) de Minas Gerais adiou a deliberação sobre o licenciamento ambiental para os projetos de exploração e beneficiamento de terras raras "Colossus", da empresa Viridis, em Poços de Caldas (MG), e "Caldeira", da mineradora Meteoric, em Caldas (MG). É a segunda vez consecutiva que a apreciação do processo é adiada (leia mais abaixo). 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram O adiamento da votação , que deveria ocorrer na reunião da comissão, nesta sexta-feira (28), foi provocado por uma recomendação do O Ministério Público Federal (MPF) que fez uma série de questionamentos. "Considerando a extensão do que foi solicitado a título de esclarecimento adicional do Ministério Federal bem como o exíguo prazo de análise dos pontos indicados na recomendação, o presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente o presidente dessa Câmara optam por retirar os processos da pauta desta reunião", informou o presidente da CMI, Renato Teixeira Brandão. MPF recomenda suspensão de votação sobre licenciamento para exploração de terras raras MPF pede mais estudos Segundo o MPF, a recomendação para a retirada da votação dos licenciamentos da pauta da reunião desta sexta-feira baseia-se no princípio da precaução, que "exige a adoção de medidas para prevenir danos graves, visto que o conhecimento científico sobre os impactos da mineração de terras raras na atualidade ainda é limitado". O órgão alega que são necessários estudos e consultas complementares que tratem dos riscos ambientais e sociais pendentes. Veja abaixo as preocupações do MPF. Entenda o que são 'terras raras' e como será a extração de argila iônica, investimento de R$ 1,1 bi anunciado por Zema em MG Divulgação / Meteoric Resource Veja as preocupações do MPF sobre o projeto Caldeira: Proximidade com a Unidade de Descomissionamento de Caldas (UDC) das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), que armazena rejeitos e materiais radioativos. O MPF solicitou manifestação da INB e da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) sobre o risco à segurança nuclear que decorre da movimentação de argila e veículos pesados nas proximidades. A procuradoria demanda estudos complementares para analisar se o processo de lixiviação química, que usa grande volume de água, pode capturar metais pesados, como tório e urânio, o que poderia gerar rejeitos radioativos. Violação de um direito fundamental de populações locais: a falta de consulta livre, prévia e informada às Comunidades Indígenas e Quilombolas da região. Essa consulta é um requisito legal estabelecido pela Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e sua ausência impede o prosseguimento da licença. Projeto inclui parte de uma Área de Proteção Ambiental (APA) Santuário Ecológico da Pedra Branca. Projeto Caldeira da Meteoric recebe autorização do Conselho Gestor da Área de Preservação Ambiental Santuário Ecológico da Pedra Branca (Congeapa) de Caldas Meteoric/Divulgação LEIA TAMBÉM: Copam adia licenciamento ambiental para a exploração de terras raras no Sul de MG após pedido de vista de conselheiros Resíduo radioativo trava desmonte de 1ª mina de urânio do Brasil, fechada há 30 anos Mineradora consegue licença para instalar laboratório inédito de testes para terras raras em MG Corrida por terras raras: descoberta de jazida em MG atrai mais de 100 pedidos de mineração Cratera de vulcão em MG pode suprir 20% da demanda global por terras raras, minerais estratégicos cobiçados pelos EUA Conselho muda decisão e autoriza mineração de terras raras no entorno de área de proteção ambiental em Caldas Projeto Colossus: Governo de MG assina protocolo de intenções com empresa australiana para minerar 'terras raras' em Poços de Caldas, MG Júlia Reis/g1 Outras preocupações sobre o projeto Colossus: Riscos ambientais e hídricos, uma vez que a área de mineração é de recarga do Aquífero Alcalino de Poços de Caldas, que abastece a região e já enfrenta risco de escassez hídrica, segundo o MPF. Ausência de estudo de impacto regional sobre o recurso hídrico, que seria utilizado no abastecimento do próprio projeto. Falta de estudos que demonstrem a ausência de risco de contaminação das águas subterrâneas pelo nitrato proveniente do processamento da argila. Ausência de estudos sobre os impactos a longo prazo pela penetração da água da chuva no solo que passou pelo processo de lixiviação, e se a devolução dessa argila compactada impedirá o processo de reflorestamento previsto. A atividade está a menos de 300 metros de um hospital e a, aproximadamente, 50 metros de bairros residenciais. Também está dentro da Área de Segurança Aeroportuária (ASA) do Aeroporto de Poços de Caldas, o que requer aprovação prévia do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), devido ao risco de colisão com aves e elevação de obstáculos. Para ambos os projetos, o MPF argumenta que o licenciamento ambiental fragmentado, focado em projetos individuais, é insuficiente para tratar dos impactos cumulativos e sinérgicos da região, que tem múltiplos projetos de mineração. Por isso, o MPF solicitou que a Feam exija uma Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) ou Avaliação Ambiental Integrada (AAI) para o Planalto de Poços de Caldas. A região é sensível e abrange ecossistemas e corpos hídricos interconectados a bacias hidrográficas interestaduais e integra o bioma Mata Atlântica. O MPF recomenda ainda que a Feam inclua como condicionante a instalação de uma planta piloto para os projeto Colossus e Caldeiras. Essa planta deve comprovar que 99% do sulfato de amônia será removido da argila, atestando quimicamente que o resíduo é compatível com um fertilizante agrícola comum e não um contaminante tóxico. Por fim, o MPF exige a suspensão dos Pareceres de Licença Prévia já emitidos e que a Feam realize consultas aos órgãos competentes e à população afetada antes de qualquer deliberação. O órgão também destacou que o Copam e sua Câmara de Atividades Minerárias (CMI) estão com mandatos vencidos e sem composição renovada desde maio de 2025, o que afeta o princípio da paridade entre Estado e sociedade civil. A Meteoric disse que acata a decisão do Copam, mas diz que cumpre, de forma integral e rigorosa, todas as determinações da legislação ambiental brasileira em níveis federal, estadual ou do Município de Caldas, que se aplicam ao licenciamento ambiental do Projeto Caldeira, e às determinações da própria Fundação, que emitiu Parecer Técnico favorável à emissão da Licença Prévia (LP). Em nota a empresa esclarece os pontos levantados pelo MPF (leia no final desta reportagem). A Viridis afirmou que o processo de licenciamento ambiental do projeto Colossus vem sendo conduzido em conformidade com a legislação vigente. O Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) apresentado pela empresa foi elaborado por equipes multidisciplinares altamente qualificadas, seguindo metodologias reconhecidas nacional e internacionalmente e diversos órgãos ambientais e autoridades públicas participaram ativamente das etapas já realizadas, incluindo audiências públicas, ocasião em que os principais temas levantados foram discutidos com a comunidade e integrados ao processo. A empresa reiterou sua confiança na qualidade técnica dos estudos e na correção do rito processual adotado, reconhecendo o papel legítimo dos órgãos de controle, mas reforçando que não identifica fundamentação técnica ou jurídica que justifique a retirada do projeto da pauta deliberativa do Copam (veja abaixo a nota na íntegra com esclarecimento da empresa sobre as questões levantadas pelo MPF). Votação já havia sido adiada Copam adia análise de terras raras após pedidos de vista Em outubro, o Copam adiou a avaliação dos licenciamentos ambientais para a exploração de terras raras pelos projetos Colossus e Caldeira após pedido de vista conjunta dos conselheiros representantes da Associação Ambiental Zeladoria do Planeta, do Centro Industrial e Empresarial de Minas Gerais (CIEMG), do Sindextra - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Extrativas de Itaúna e Itatiaiuçu, e da Escola Superior Dom Helder Câmara. Gustavo Bleme, representante da Associação Ambiental Zeladoria do Planeta, justificou o pedido dizendo que era preciso mais tempo para analisar e ter mais clareza dos processos e também para atender aos pedidos da sociedade civil. Além dos projetos de terras raras, todos os projetos de licença ambiental foram adiados. Solo de região do Sul de Minas que fica sobre uma cratera de vulcão extinto é rico em terras raras Reprodução EPTV Antes da votação, o Copam sofreu pressão de organizações de proteção do meio ambiente e de políticos para adiar as avaliações de pareceres referentes aos licenciamentos ambientais dos projetos para exploração de terras raras. A Câmara Municipal de Poços de Caldas (MG) aprovou duas moções de apelo solicitando à Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) e ao Copam para não votarem os projetos. Os parlamentares alegaram que os projetos fazem parte de uma atividade recente, complexa e com impactos ainda pouco conhecidos. Eles observaram ainda que as áreas previstas para exploração estão a poucos metros da zona urbana. A deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT) também oficiou todos os conselheiros da Câmara de Atividades Minerárias (CMI) do Copam, solicitando a retirada de pauta dos processos de licenciamento ambiental referentes aos Projetos Caldeira e Colossus. A parlamentar afirmou que havia irregularidades graves nos Estudos de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) de ambos os empreendimentos. Também questionou a legitimidade do Copam no momento, envolvido nas investigações da Operação Rejeito, deflagrada pela Polícia Federal em setembro, que revelou um esquema de corrupção e favorecimento a mineradoras em processos de licenciamento ambiental. Planalto de Poços de Caldas é uma das maiores reservas de terras raras do mundo Vulcão inativo no Sul de MG abriga jazida de terras raras O Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo, com 21 milhões de toneladas, o equivalente a 23% do total global, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME). Projetos de extração desses minérios já estão em andamento em Goiás e Minas Gerais, mas há jazidas também no Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Roraima e Bahia. O depósito de terras raras formado sobre a cratera do vulcão extinto no Planalto de Poços de Caldas se destaca pela extensão e alta concentração destes minérios. A estimativa é que ele possa suprir cerca de 20% da demanda global. Ele também possui facilidades de extração não encontradas em outros locais do mundo, sendo considerado por algumas empresas de mineração "um unicórnio", termo utilizado para ilustrar a sua raridade e a sua singularidade. Empresas brasileiras e estrangeiras têm feito uma corrida pela exploração de terras raras. A Agência Nacional de Mineração (ANM) já concedeu, até o início de 2025, 1.882 autorizações para pesquisa desses minerais no Brasil. Em Minas Gerais, foram 361 pedidos, e cerca de um terço está concentrado na região de Poços de Caldas. O que dizem as mineradoras Veja a nota da Meteoric na íntegra: "A Meteoric, empresa responsável pelo Projeto Caldeira, tomou conhecimento da decisão da Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM) em adiar a votação para a exploração de terras raras no Sul de Minas, após recomendação do Ministério Público Federal. A empresa acata a decisão do órgão ambiental. No entanto, esclarece que cumpre, de forma integral e rigorosa, todas as determinações da legislação ambiental brasileira, sejam elas em nível Federal, Estadual ou do Município de Caldas, que se aplicam ao licenciamento ambiental do Projeto Caldeira, e às determinações da própria Fundação, que emitiu Parecer Técnico favorável à emissão da Licença Prévia (LP). Histórico do Processo O licenciamento prévio do Projeto Caldeira foi formalizado junto à FEAM em maio de 2024, após quase um ano de estudos técnicos e ambientais elaborados por consultorias independentes, seguindo o Termo de Referência definido pelo órgão ambiental e de acordo com a legislação vigente. A Meteoric assumiu o compromisso declarado no Estudo de Impacto Ambiental (EIA), em análise pelo órgão, que irá atender todas as legislações ambientais aplicadas às atividades que serão executadas para a implantação, operação, fechamento e pós-fechamento do Projeto Caldeira. O EIA descreve as características sociais, ambientais e culturais da área do projeto e os programas de gestão, de mitigação e de compensação dos impactos e de monitoramento socioambiental necessários para garantir o completo atendimento à legislação ambiental municipal, estadual e federal. Tais estudos demonstram que o Projeto Caldeira é plenamente viável do ponto de vista socioambiental. Os estudos hidrogeológicos do projeto confirmam a ausência de impactos nas águas termais de Pocinhos do Rio Verde, localizado em Caldas/MG, e de outras fontes de águas termais em Poços de Caldas. Ausência de Risco Radioativo e de Impacto sobre a INB O Projeto Caldeira foi dispensado de licenciamento radiológico pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), uma vez que os resultados de radioatividade medidos em mais de 22 mil amostras do empreendimento foram considerados abaixo dos limites de risco para o meio ambiente e para a saúde da população. A argila lavada, material que será utilizado para a recuperação das cavas de extração, e que é o resíduo do processo de separação das terras raras, foi analisada em laboratórios credenciados e não oferece risco nem de contaminação ambiental e nem de radiação. Os laudos das análises são documentos que estão anexados ao processo de licenciamento. Além disso, o Projeto Caldeira não está localizado em área pertencente às Indústrias Nucleares do Brasil (INB), assim como não haverá tráfego de veículos pela propriedade da INB. Anuências e apoio do Município de Caldas/MG O projeto obteve anuência do Conselho Gestor da APA da Pedra Branca (Congeapa), que autorizou a instalação e a operação do projeto na sua zona de amortecimento, fora dos limites da referida APA, além da certidão de conformidade com as leis de uso do solo municipal, emitida pelo Conselho de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Caldas (Codema). O Poder Público do Município de Caldas, acompanhando as decisões tomadas pelos conselhos municipais, tem mantido apoio incondicional ao Projeto Caldeira, tornando isso público em suas manifestações oficiais. De forma voluntária, a Meteoric firmou Termo de Compromisso com a Prefeitura Municipal e a Câmara de Vereadores de Caldas, assumindo 46 obrigações socioambientais, entre elas: apoio à elaboração do Plano Diretor do Município de Caldas e do Plano de Manejo da APA Pedra Branca, capacitação de mão de obra local, desenvolvimento de fornecedores locais, priorização de contratações regionais, incentivo a ações sociais e ambientais, participação no Projeto Minas com Vida através da recuperação de Áreas de Preservação Permanentes (APP) de propriedades particulares cadastradas na Prefeitura de Caldas/MG. Comunicação e Engajamento Desde o início das atividades de Pesquisa Mineral do Projeto Caldeira, a Meteoric tem estabelecido ações de comunicação e engajamento com a comunidade, em diferentes formatos, para alcançar toda a população de Caldas. Também tem desenvolvimento parcerias em projetos sociais e ambientais que antecedem o Licenciamento Ambiental." Veja a nota da Viridis na íntegra: A Viridis Mineração informa que o processo de licenciamento ambiental do Projeto Colossus (SLA nº 634/2024) vem sendo conduzido em conformidade com a legislação vigente. O Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) apresentado pela empresa foi elaborado por equipes multidisciplinares altamente qualificadas, seguindo metodologias reconhecidas nacional e internacionalmente. Diversos órgãos ambientais e autoridades públicas participaram ativamente das etapas já realizadas, incluindo audiências públicas amplamente divulgadas, ocasião em que os principais temas levantados foram discutidos com a comunidade e integrados ao processo. Dessa forma, a empresa reitera sua confiança na qualidade técnica dos estudos e na correção do rito processual adotado, reconhecendo o papel legítimo dos órgãos de controle, mas reforçando que não identifica fundamentação técnica ou jurídica que justifique a retirada do projeto da pauta deliberativa do COPAM. Sobre os pontos técnicos mencionados na Recomendação nº 87/2025 do MPF, a Viridis esclarece: - Ao contrário do informado, o Projeto Colossus não prevê a supressão de 98 nascentes. Durante o diagnóstico ambiental, foram identificadas e avaliadas 98 nascentes, muitas delas não mapeadas oficialmente pelo IBGE. Deste total, foram realizados testes de qualidade da água em 35 pontos e apenas 3 nascentes serão suprimidas, o que corresponde a cerca de 3% do total identificado. Embora a Licença Prévia seja fundamentada em estudos conceituais, a Viridis reforça que investiu significativamente em análises detalhadas dos recursos hídricos, incluindo modelagens hidrogeológicas numéricas e projetos de engenharia já em fase final de elaboração. Esses estudos demonstram ausência de impactos hídricos relevantes em escala local/regional. A estratégia de captação de água do empreendimento será realizada exclusivamente por meio de barramentos já existentes, sem a construção de novas estruturas. A empresa reafirma seu compromisso de obter todas as autorizações junto ao IGAM na etapa de Licença de Instalação, conforme determina a legislação. Haverá monitoramento contínuo da quantidade e da qualidade da água, com transparência total e publicação dos resultados, permitindo o acompanhamento pelos órgãos ambientais e pela sociedade. Mesmo com os estudos indicando a ausência de impactos significativos na disponibilidade hídrica, a Viridis reconhece o histórico de escassez de água no município. Por isso, está estruturando, em parceria com o DMAE, a implementação da linha de recalque e das estruturas de apoio da ETE 5, contribuindo para a segurança hídrica do abastecimento público nos próximos 20 anos. - A tecnologia utilizada no tratamento da argila lixiviada representa um avanço ambiental significativo, pois dispensa a construção de barragens de rejeitos. O minério é processado por lixiviação com solução salina de amônio em pH próximo ao neutro (≈5), seguida de etapas sucessivas de lavagem com água, permitindo que o material seja retornado de forma segura e gradual às cavas. Os ensaios já realizados demonstram que o resíduo é classificado como Não Perigoso – conforme a norma ABNT NBR 10.004:2004 – e será submetido à monitoramento ambiental contínuo. Além disso, mais de 75% da água utilizada no processo será reaproveitada por meio de um sistema moderno de tratamento por osmose reversa e ultrafiltração. - Quanto à proximidade do empreendimento com áreas urbanas e hospitalares, os estudos ambientais mostram que as distâncias reais são superiores às indicadas na recomendação. As avaliações incluem cenários conservadores e demonstram que os níveis de qualidade do ar permanecem dentro dos limites estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Para assegurar esse padrão ao longo de todo o projeto, serão adotadas medidas permanentes de controle, como: • limitação de velocidade e rotas definidas para o tráfego; • aspersão de água nas vias; • implantação de cortinas arbóreas; • monitoramento contínuo da qualidade do ar, com adoção imediata de ajustes, se necessário. - Sobre a consulta a órgãos especializados, a Viridis esclarece que, de acordo com a Lei nº 11.428/2006 e o Decreto nº 6.660/2008, a anuência prévia do IBAMA somente é exigida para intervenções em áreas com vegetação nativa superior a 50 hectares, em estágio médio ou avançado, no bioma Mata Atlântica. O Projeto Colossus prevê intervenção em 17 hectares, portanto, não se enquadra na obrigatoriedade. Da mesma forma, conforme regulamentação vigente, as atividades minerárias não estão classificadas como de potencial atratividade de fauna, não havendo exigência legal de manifestação prévia da ANAC. A Viridis reforça seu compromisso com a transparência, a governança ambiental e a adoção das melhores práticas internacionais, mantendo diálogo com a sociedade e com os órgãos reguladores. A empresa acredita na importância estratégica do Projeto Colossus para a transição energética global e na viabilidade sustentável de sua implementação." Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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Matão avança na gestão da água com modernização do sistema de abastecimento

Publicado em: 28/11/2025 17:42

Matão avança na gestão da água com modernização do sistema de abastecimento - Crédito: Divulgação Para potencializar o controle de perda de água tratada, a Águas de Matão iniciou a substituição de 87 macromedidores, equipamentos responsáveis pela medição da água produzida nos poços e distribuída pelos reservatórios no sistema de abastecimento. A modernização troca modelos mecânicos por eletromagnéticos, reforça o Programa de Redução de Perdas da concessionária e contribui para a sustentabilidade do índice de 26%, o que é positivo, visto que a meta contratual permite até 30%. Com conclusão prevista até o fim do ano, a iniciativa apoia uma gestão mais eficiente dos recursos hídricos. A tecnologia dos novos equipamentos inclui telemetria e automação, o que permite o acompanhamento remoto e em tempo real pelo Centro de Controle Operacional, que funciona 24 horas por dia. Esses recursos ajudam no planejamento das operações e na programação das atividades em campo. “Os medidores eletromagnéticos apresentam precisão mais elevada da quantidade de água produzida e distribuída, e torna possível identificar perdas e agir com mais rapidez", destaca Isabelly Gonçalves, diretora executiva da Águas de Matão. Águas de Matão investe na automação com a aquisição de 87 equipamentos de macromedição - Crédito: Divulgação A modernização se soma a outras iniciativas do Programa de Redução de Perdas que, em 2025, integrou tecnologias digitais para identificar vazamentos não aparentes. A ação já resultou na queda do índice de perdas físicas, de 29% em 2024 para 26% até setembro de 2025, e garantiu a recuperação de mais de 35 mil m³ de água no primeiro semestre, volume equivalente a 35 mil caixas d'água residenciais que, sem essas melhorias, seria desperdiçado e que agora retorna ao sistema para reforçar o abastecimento da cidade. Os medidores eletromagnéticos apresentam precisão mais elevada da quantidade de água produzida e distribuída - Crédito: Divulgação Para o diretor-presidente da concessionária, Daniel Mantovani, os resultados reforçam o compromisso que a concessionária tem com Matão. “Cada investimento realizado tem como objetivo garantir segurança hídrica durante todo o ano, regularidade no abastecimento e uso responsável da água. Atingir a meta de perdas prevista para 2033 antecipadamente, é resultado de um trabalho contínuo e dedicado das nossas equipes, que atuam todos os dias para entregar um serviço cada vez melhor, sempre em busca da melhoria dos serviços prestados para a qualidade de vida e a segurança hídrica da cidade”.

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Tecnologia TOTVS otimiza gestão operacional da Intercarta em 50%

Publicado em: 28/11/2025 16:07

Tecnologia TOTVS otimiza gestão operacional da Intercarta em 50% - Crédito: Divulgação A Intercarta, tem usado a tecnologia como pilar para sustentar seu crescimento acelerado e profissionalizar sua operação. Em parceria com a TOTVS, maior empresa de tecnologia do Brasil, a fabricante modernizou seus processos e alcançou uma redução de até 50% no tempo e nos recursos aplicados em diversas rotinas operacionais, garantindo mais produtividade e uma base sólida para a tomada de decisões. Fundada em 1990, a Intercarta viu sua operação se expandir rapidamente. Diante desse cenário, a parceria com a TOTVS, iniciada em 2013, foi um passo estratégico. “Identificamos a necessidade de uma plataforma robusta de gestão para sustentar nosso crescimento com mais controle, integração e eficiência”, explica Rinaldo Mamede, Diretor de Finanças e Operações da Intercarta. Para profissionalizar a operação e sustentar o crescimento acelerado, a Intercarta investiu em um ecossistema de soluções TOTVS. A começar pela gestão com o TOTVS Backoffice – Linha Protheus, que centralizou as informações de áreas estratégicas como finanças, compras e estoque, garantindo uma visão 360º do negócio e melhorando a previsibilidade e o controle financeiro. A empresa também adotou um leque de soluções voltadas para o RH, como o TOTVS RH Folha de Pagamento – Linha Protheus, para otimizar a gestão de pessoas, automatizando processos como ponto eletrônico, férias e benefícios. Tecnologia TOTVS otimiza gestão operacional da Intercarta em 50% - Crédito: Divulgação Para aprimorar o fluxo de produção, a Intercarta implementou o TOTVS Manufatura – Linha Protheus, que permitiu um controle mais preciso da produção, da entrada de matérias-primas ao produto final. Além da solução TOTVS Assinatura Eletrônica, que digitalizou a assinatura de contratos e documentos importantes, eliminando burocracia e agilizando as rotinas. “As soluções da TOTVS são fundamentais para garantir controle e visão do negócio no dia a dia. A agilidade e a confiabilidade nas informações nos deram uma base sólida para decisões estratégicas, permitindo um planejamento mais assertivo e sustentando nosso crescimento com mais segurança e eficiência”, destaca Mamede. A tecnologia não apenas resolveu as dores do negócio, mas também impulsionou a produtividade. O impacto mais visível da parceria foi de fato na otimização de processos, que liberou as equipes de tarefas manuais e repetitivas, permitindo um foco maior na estratégia. Tecnologia TOTVS otimiza gestão operacional da Intercarta em 50% - Crédito: Divulgação “A trajetória de crescimento da Intercarta mostra a importância de ter uma base tecnológica que acompanhe a evolução do negócio. Para nós, é uma satisfação apoiar empresas do setor de manufatura a se tornarem mais competitivas, com uma gestão que gera eficiência da produção à estratégia. O sucesso da Intercarta reforça nosso compromisso em ser um parceiro tecnológico que impulsiona o Brasil que Faz”, afirma Wilson de Godoy, Diretor-executivo da TOTVS Sudeste Meridional. Para saber mais sobre as soluções da TOTVS, acesse: https://www.totvs.com/ Sobre a TOTVS Maior empresa de tecnologia do Brasil, a TOTVS cria soluções para potencializar a evolução das pessoas e das empresas. Com mais de 70 mil clientes no Brasil e em diversos países da América Latina, possui um ecossistema completo de tecnologia baseado em 3 unidades de negócio: TOTVS Gestão, com ERPs, soluções cross e sistemas especializados que garantem mais produtividade, eficiência e governança; RD Station, com ferramentas digitais de marketing, vendas e relacionamento para as empresas impulsionarem seus negócios e crescerem; e TOTVS Techfin, o ERP banking que oferece soluções de crédito B2B e pagamento para ampliar, simplificar e democratizar o acesso das empresas a serviços financeiros. Nos últimos 5 anos, a TOTVS investiu R$3 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, com destaque para Inteligência Artificial, buscando inovar cada vez mais para ser o trusted advisor de seus clientes. As empresas que movem o país confiam na TOTVS. O Brasil que faz, faz com TOTVS. Para mais informações, acesse o site. Informações para a imprensa: IDEAL Axicom – totvs@ideal-axicom.com

Estudantes da rede estadual são destaque na Olimpíada Brasileira de Ciências 2025

Publicado em: 28/11/2025 15:41

Estudantes premiados na ONC. Ascom Seduc Com 298 medalhas na Olimpíada Brasileira de Ciências (ONC) 2025, os estudantes das escolas gerenciadas pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) foram o grande destaque da cerimônia de premiação do torneio realizada, nessa quinta-feira (27), no Cine Teatro da Universidade Federal do Piauí (UFPI), em Teresina. Dentre as conquistas, destaque para as estudantes Eyshila Isabeli Santos, do Centro Estadual de Tempo Integral (Ceti) Patronato Nossa Senhora de Lourdes, de Campo Maior, e Evelly Natércia Soares, estudante do Ceti Cônego Cardoso, do município de Castelo do Piauí. As duas figuram entre as 10 melhores notas de todo o país e foram convidadas para a solenidade nacional de premiação da ONC, que será realizada no dia 3 de dezembro, no auditório do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em Brasília. Estudante da 1ª série do Ensino Médio no Ceti Dirceu Mendes Arcoverde, em Teresina, Luiz Fernando conquistou sua primeira medalha na competição. A façanha na ONC agora é combustível para os próximos desafios olímpicos. “Me sinto muito feliz por essa medalha de ouro e espero que essa seja a primeira de muitas outras nessa minha jornada escolar”, celebrou. A marca alcançada reflete os investimentos que a Secretaria de Estado da Educação (Seduc-PI) tem realizado para incentivar a participação de estudantes da rede estadual em diversas olimpíadas do conhecimento, por meio do Programa Seduc Olímpica e da universalização do modelo de escola de tempo integral, aumentando de forma exponencial o número de medalhistas piauienses em nível nacional. “Me sinto orgulhoso em dizer que conquistamos o melhor resultado da história da Seduc, com 298 medalhas e quase metade de todas as obtidas pelos estudantes do Piauí. Um aumento de mais de 90%, se comparado ao ano passado. Um número significativo e que reforça nosso comprometimento e foco com as competições olímpicas, por meio do Programa Seduc Olímpica, o qual promove olimpíadas estaduais que fortalecem a preparação para os torneios nacionais. A universalização do modelo de escola de tempo integral também garante mais aulas e uma preparação mais apurada para que esses meninos e meninas representem o Piauí nos principais palcos do país”, comemorou o secretário da Educação, Washington Bandeira. No quantitativo total de medalhas, o Piauí ocupa a 5ª posição no ranking nacional da Olimpíada, com 1.763 medalhistas, levando em consideração todas as redes de ensino. Em sua 7ª edição, a ONC registrou a participação de mais de 4,2 milhões de estudantes, em todo o país. A competição é dividida em cinco níveis, estabelecidos de acordo com a série dos concorrentes. A ONC é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), promovido no Piauí pela UFPI e integra o programa Mais Ciência na Escola. O torneio tem por objetivo fortalecer o ensino de Ciências na educação básica, estimular o interesse pela pesquisa científica e identificar jovens talentos.

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Hipermolde garante precisão e velocidade em grandes obras no Vale do Ribeira

Publicado em: 28/11/2025 15:29

Obras da Correa Adm de Imóveis Ltda recebem as estruturas pré-fabricadas da Hipermolde, garantindo a entrega de um projeto de qualidade. Divulgação Jacupiranga, SP – A Hipermolde Construções, sediada em Jacupiranga, se mantém como uma das principais referências em estruturas pré-fabricadas de concreto no Vale do Ribeira. Com 33 anos de atuação, a empresa tem focado na aplicação de alta tecnologia para garantir que grandes projetos sejam executados com mais rapidez e rigor técnico. O diferencial da Hipermolde está no controle de qualidade centralizado em laboratório, onde as dosagens de concreto são testadas e certificadas. Esta abordagem científica garante que os elementos pré-fabricados atinjam a resistência exigida pelas normas (como o Concreto de Alto Desempenho - CAD) antes mesmo de serem transportados e montados no canteiro de obras. Destaques em Projetos Recentes A eficiência da empresa é atestada por obras significativas entregues na região, que demonstram a versatilidade do concreto pré-fabricado: Comércio e Logística em Registro: Um dos projetos de destaque foi a entrega das estruturas para a Epcco em Registro. A construção, localizada do outro lado da rodovia em frente ao atacadista Spani, utilizou as peças da Hipermolde para otimizar o tempo de execução, demonstrando a aplicação do pré-fabricado em empreendimentos comerciais e logísticos que exigem rapidez. Obras Públicas em Pariquera-Açu: A Hipermolde também forneceu elementos para a Prefeitura de Pariquera-Açu, especificamente para a área que sediou a feira municipal. O uso de estruturas pré-fabricadas em projetos públicos assegura a durabilidade e facilita a montagem em prazos apertados, essenciais para eventos ou novas infraestruturas. Setor Imobiliário: Outra entrega relevante foi para a Correa Adm de Imóveis Ltda, reforçando a capacidade da Hipermolde de atender demandas de construtoras que priorizam a precisão e a uniformidade das peças. Mais um projeto de sucesso entregue pela Hipermolde: a unidade da Epcco, que reforça a presença da empresa em Registro. Divulgação Vantagem Competitiva da Precisão O uso de componentes pré-fabricados de concreto, fabricados em um ambiente controlado, minimiza o desperdício no local da obra e assegura a precisão milimétrica nas dimensões das peças. Com uma equipe de cerca de 100 profissionais dedicados, a Hipermolde utiliza essa vantagem tecnológica para entregar soluções completas – de fundações a lajes e pilares – permitindo que seus clientes reduzam o cronograma de construção e foquem na segurança e qualidade final do projeto. A empresa segue investindo para ser referência em inovação e sustentabilidade na engenharia civil. Pilares e vigas de concreto pré-fabricado da Hipermolde compõem o esqueleto do Centro de Eventos, um destaque na engenharia municipal de Pariquera-Açu. Divulgação

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É #FAKE vídeo de Messi com camisa do Flamengo desejando sorte na final da Libertadores

Publicado em: 28/11/2025 14:58

É #FAKE vídeo de Messi com camisa do Flamengo desejando sorte na final da Libertadores Reprodução Viralizou nas redes sociais um vídeo do craque argentino Lionel Messi se desculpando por não comparecer, nesta quarta-feira, ao "Aero Fla" — movimento que torcedores fizeram antes do Flamengo viajar para Lima para a disputa da final da Libertadores. Além disso, o jogador do Inter Miami deseja boa sorte para o clube carioca na disputa e veste o uniforme vermelho e preto. É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como é o vídeo? A imagem foi publicada no Instagram nesta quinta-feira (27) pela página A.I_Se_Eu_Te_Pego. O perfil, com mais de 55 mil seguidores, exibe em sua descrição que os "vídeos são criados por IA". Na legenda, escreveram: "Messi não conseguiu ir, mas tá mandando forças de sua casa!😂🔴⚫️". No registro, Messi manda um recado satirizando com Neymar e Cristiano a ausência no "Aero Fla". Veja na íntegra: — Fala nação, não consegui ir ao Aero Fla, com 'Papai Cris' e 'Menino Ney'. Mas, estou aqui em casa mandado força para que o Mengão conquiste essa taça da Liberta. Além disso, o uniforme usado pelo argentino, que faz referência ao modelo de 2023, tem algumas incompatibilidades com o original. Por exemplo, a galo deveria ser preta, e está na cor vermelha. As mangas, que são na cor vermelho e com listras brancas, no vídeo de Messi tem detalhes em preto e as três listras em vermelho. ⚠️ Por que o vídeo é falso? O Fato ou Fake submeteu o vídeo ao Sora Ai Detector, ferramenta da OpenAI que identifica conteúdo gerados com a IA da própria empresa. Resultado da análise: "Probabilidade moderada de geração de IA". Esse mecanismo de detecção é uma tecnologia que aplica uma marca d'água diretamente em vídeos, imagens ou áudio fabricados sinteticamente. Detector de IA da Sora Reprodução O Fato ou Fake também submeteu o conteúdo ao HiveModeration, que identifica vídeos e imagens gerados com IA. Resultado: há 99% de chances de o material ter sido criado com esse recurso. Detector de IA Hive Moderation Reprodução É #FAKE vídeo de Messi com camisa do Flamengo desejando sorte na final da Libertadores Reprodução Veja também É #FAKE vídeo de idosos em asilo explicando fantasias de Halloween nos EUA É fake vídeo de idosos explicando fantasias cômicas para Halloween; tudo foi feito com IA VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

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Campos recebe Seminário Internacional sobre pesca artesanal em dezembro

Publicado em: 28/11/2025 14:40

Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, será palco do II Seminário Internacional da Pesca Artesanal nos dias 3, 4 e 5 de dezembro. Divulgação Nos dias 3, 4 e 5 de dezembro, Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, acontece o II Seminário Internacional da Pesca Artesanal. O encontro, promovido pelo Projeto de Educação Ambiental Pescarte, vai reunir especialistas do Brasil e do exterior para discutir estratégias de fortalecimento da atividade e o futuro sustentável das comunidades pesqueiras. Com o tema “Por um futuro sustentável da pesca artesanal: políticas públicas e cooperativismo”, o seminário pretende ampliar a articulação entre experiências nacionais e internacionais de organização produtiva cooperativa. A proposta é incentivar o intercâmbio de saberes, políticas públicas e tecnologias sociais, contribuindo para a autonomia econômica e o reconhecimento das comunidades tradicionais. 📱 Siga o canal do g1 Norte Fluminense no WhatsApp. As inscrições podem ser feitas até 2 de dezembro para o público externo e até 3 de dezembro para participação online, por meio da plataforma. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A programação terá painéis sobre cooperativismo e autogestão, com a presença de representantes de Moçambique, Angola, Espanha e Finlândia, além de participantes de dez municípios das regiões Norte Fluminense e Baixadas Litorâneas. Pesquisadores, autoridades e membros da sociedade civil também estarão presentes. Entre os temas em debate estão: organização produtiva em comunidades tradicionais; cooperação internacional como ferramenta para enfrentar desigualdades históricas; formação de redes internacionais de pesca artesanal cooperada; impactos da crise climática e os desafios que exigem respostas coletivas das comunidades pesqueiras. O evento contará ainda com o Momento Comunidade, espaço voltado ao compartilhamento de conquistas, projetos e saberes tradicionais, reforçando o protagonismo das comunidades locais. Mais informações estão disponíveis na rede social. O seminário será realizado no Automóvel Clube Fluminense, com transmissão simultânea pelo YouTube, no canal do PEA Pescarte.

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