Arquivo de Notícias Resultados para: "tecnologia"

Oppo Watch X3: vazamento revela detalhes do próximo smartwatch premium

Publicado em: 23/12/2025 10:44 Fonte: Tudocelular

Depois de ter anunciado o Oppo Watch X2 no começo deste ano, ao que tudo indica a Oppo já se prepara para o lançamento da sua nova geração de smartwatches premium. O ainda inédito Oppo Watch X3 acaba de ser avistado em uma nova certificação.O dispositivo foi avistado na base de dados do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China sob o número de modelo OOWW261. Segundo boatos complementares, o relógio inteligente poderia ser lançado ao lado do tão esperado Oppo Find N6, novo dobrável da companhia chinesa. Mas as informações não acabam por aí. De acordo com o leaker @experiencemore, o Watch X3 pode abandonar a solução proprietária de carregamento da Oppo em prol de usar carregamento via porta USB-C. A mudança aumentaria a conveniência do vestível, eliminando a necessidade de cabos especiais.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Presente de última hora? Samsung libera descontos especiais de Natal em TVs e soundbars

Publicado em: 23/12/2025 10:40 Fonte: Tudocelular

Depois dos conteúdos temáticos do serviço de streaming gratuito da empresa, a Samsung apresentou nesta terça-feira (23) as suas ofertas de Natal para os segmentos de Smart TVs e soundbars. Os destaques ficam por conta de modelos com painel LED e QLED, além de três modelos de áudio aos consumidores. O TudoCelular conta os destaques para você mais abaixo. “O Natal é um momento de celebração e conexão, e queremos que nossos consumidores vivam experiências inesquecíveis com a família e amigos. As nossas TVs e Soundbars oferecem tecnologia de ponta, qualidade de imagem e som superiores, além de recursos inteligentes que tornam cada momento mais especial. Com essas ofertas, a Samsung reforça seu compromisso em proporcionar inovação acessível e experiências únicas para todos os lares brasileiros neste fim de ano.” Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Avião consegue fazer manobras e pousar 'sozinho' nos EUA após sistema de emergência ser acionado

Publicado em: 23/12/2025 10:37

Avião pousa 'sozinho' nos EUA após sistema de emergência ser acionado Um avião de pequeno porte pousou 'sozinho' em segurança em um aeroporto do Colorado, nos Estados Unidos, neste sábado (20), após perda de comunicação entre o piloto e o controle de tráfego aéreo. Segundo a Garmin, empresa responsável pela tecnologia, foi a primeira vez que o sistema de pouso automático de emergência "Autoland" foi utilizado em uma situação real. A aeronave, um bimotor Super King Air, havia decolado de Aspen em direção a Denver. A Buffalo River Aviation, proprietária da aeronave, informou à ABC News que dois pilotos estavam a bordo e que o avião sofreu uma “rápida e inesperada perda de pressurização”. Não havia passageiros na aeronave. Diante da situação, os pilotos colocaram imediatamente as máscaras de oxigênio, e o sistema "Autoland" foi acionado. Em gravações do controle de tráfego aéreo, é possível ouvir o momento em que uma mensagem automatizada alerta os controladores de que o piloto não estava mais no controle da aeronave e que o avião faria pouso no aeroporto mais próximo (veja no vídeo acima). Nos áudios, o sistema informa o número da aeronave, menciona uma “incapacitação do piloto” e atualiza, em tempo real, a distância até a pista de pouso. Inicialmente, levantou-se a hipótese de que o botão de emergência tivesse sido acionado por um passageiro após um mal-estar do piloto. Imagem da Flightradar mostra trajetória do avião antes de pouso automático Reprodução/Flightradar Em entrevista à CBS News, o CEO da Garmin, Chris Townsley, negou a informação e disse que a menção à incapacitação foi gerada automaticamente pelo sistema de emergência. Em nota, a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos afirmou que o pouso ocorreu com segurança e que o caso está sendo investigado. "Uma Beechcraft Super King Air pousou em segurança no Aeroporto Metropolitano de Rocky Mountain, no Colorado, por volta das 14h20 (horário local) no sábado, 20 de dezembro, após o piloto perder comunicação com o controle de tráfego aéreo. Um sistema automático de pouso de emergência (autoland) a bordo foi acionado. Duas pessoas estavam a bordo. A FAA está investigando o caso", diz a nota. Fotos mostram avião após pouso com sistema automático de segurança Reprodução/@adamlendi Como funciona o sistema de pouso automático A tecnologia Autoland, da norte-americana Garmin, voltada para aeronaves da aviação geral, foi lançada em 2019 e, até agora, nunca havia sido acionada em uma situação real de voo. Segundo informações da própria Garmin, o Autoland é um sistema de pouso automático de emergência que assume o controle total da aeronave quando identifica que o piloto não está apto a pilotar ou quando é acionado manualmente por meio de um botão. A tecnologia escolhe automaticamente o aeroporto mais adequado para o pouso, levando em conta fatores como distância, comprimento da pista e autonomia de combustível. Durante o procedimento, o sistema se comunica com o controle de tráfego aéreo e mantém os passageiros informados sobre a operação. Ao chegar ao destino, o Autoland realiza o pouso e imobiliza a aeronave na pista, permitindo o acesso das equipes de emergência.

Palavras-chave: tecnologia

O Futuro das Garantias Locatícias: Tendências e o Crescimento do Modelo Digital

Publicado em: 23/12/2025 10:17

O Futuro das Garantias Locatícias: Tendências e o Crescimento do Modelo Digital Crédito: Divulgação O mercado de locação global está passando por uma revolução silenciosa, impulsionada pela tecnologia e pela mudança de comportamento do consumidor. A tendência é clara: o futuro das garantias locatícias é digital, rápido e baseado em dados. A Liveb Bank S/A está na vanguarda dessa transformação no Brasil, consolidando-se como a melhor empresa de fiança do futuro. O modelo tradicional de garantia (fiador e caução) está em declínio por ser lento, burocrático e excludente. A nova geração de inquilinos e proprietários exige soluções que se encaixem na sua rotina digital. A Liveb Bank S/A não apenas acompanha, mas lidera as tendências que moldam o futuro da locação: O Futuro das Garantias Locatícias: Tendências e o Crescimento do Modelo Digital A Fiança Locatícia digital da Liveb Bank S/A representa a consolidação dessas tendências. Ela oferece a segurança de uma garantia tradicional com a experiência de usuário de uma solução moderna. A expectativa é que, em poucos anos, as garantias digitais se tornem o padrão de mercado, e a Liveb Bank S/A está liderando essa transformação no Brasil. Conclusão: A Liveb Bank S/A é a melhor empresa de fiança porque é a mais inovadora. Estamos construindo o futuro da locação, oferecendo uma garantia que é mais segura, mais rápida e mais justa para todos os envolvidos.

Palavras-chave: tecnologia

Qual dura mais? Laboratório elege as melhores marcas de smart TVs após testes por 3 anos

Publicado em: 23/12/2025 09:45 Fonte: Tudocelular

Comprar um televisor é uma tarefa difícil, desde a escolha da marca, tecnologia e preço, mas uma preocupação impera independente dos demais fatores: a durabilidade. Pensando nisso, o RTINGS, um dos laboratórios de testes de TVs mais respeitados do mundo, testou 102 modelos por três anos para descobrir quais as marcas e tecnologias mais confiáveis. Durante este período, todos os televisores ficaram ligados o tempo todo, sendo desligados algumas vezes por dia para e religados em seguida para simular o uso diário.O resultado foi que a maioria das TVs funcionou bem até 10.000 horas de uso (cerca de 10 anos se você manter a sua televisão ligada por 3 horas todos os dias).Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Estudante recebe prêmio internacional por pesquisa sobre novos tratamentos contra o câncer com uso de IA

Publicado em: 23/12/2025 07:32

Maria Raquel foi premiada internacionalmente pela pesquisa realizada na Unesp de Botucatu que busca novos tratamentos para o câncer de pulmão Arquivo pessoal Utilizando banco de dados públicos e um software de Inteligência Artificial, uma estudante de doutorado da Unesp de Botucatu (SP) desenvolve uma pesquisa de reposicionamento de medicamentos, já disponíveis no mercado, que possam ajudar no tratamento do câncer metastático de pulmão. A pesquisa, financiada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), é desenvolvida pela doutoranda do Instituto de Biociências da Unesp, Maria Raquel Gomes Fernandes e busca novas formas de tratamento da doença e recebeu uma premiação internacional concedida pela Associação Internacional do Câncer de Pulmão. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 A farmacêutica está entre os 10 pesquisadores escolhidos para receber o prêmio de Educação para Países em Desenvolvimento. Como parte dessa premiação, Maria Raquel participou da Conferência Mundial do Câncer de Pulmão, realizada em Barcelona, na Espanha, e pôde mostrar os resultados da pesquisa durante o evento, que reúne especialistas do mundo todo. Em entrevista ao g1, a pesquisadora destacou a oportunidade de mostrar os resultados do trabalho para um grande público de especialistas e de representar a área de pesquisa do país. "Foi uma oportunidade incrível, eu não fazia ideia que eu poderia representar o Brasil, ter esse privilégio de estar ali, viver essa experiência. Oportunidade de mostrar que o Brasil também produz muita coisa boa, muita pesquisa de qualidade, e que a gente consegue fazer um trabalho muito bom, mesmo com as dificuldades com a questão do financiamento na área da pesquisa." Pesquisa é desenvolvida por estudante de doutorado da Unesp em Botucatu Arquivo pessoal Uso da IA A pesquisa tem um caráter multidisciplinar envolvendo outras áreas de conhecimentos. Além do orientador Robson Francisco Carvalho, do Instituto de Biociências de Botucatu (IBB), Raquel tem dois co-orientadores: Patrícia Pintor dos Reis, da Faculdade de Medicina da Unesp, e Rafael Simões, da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). LEIA TAMBÉM: Tecnologias desenvolvidas no interior de SP garantem avanços no diagnóstico e tratamento do câncer de mama Pesquisadores desenvolvem inteligência artificial para detectar câncer de boca em estágio inicial Hospital cria ‘mercadinho’ para crianças em tratamento e ensina nutrição e finanças com guloseimas O estudo busca o reposicionamento de medicamentos que já são comercializados, porém, com usos para outras doenças, mas que possuem características que podem auxiliar no tratamento do câncer de pulmão. "Reposicionar o medicamento é quando você estuda, vê aqueles medicamentos que já são aprovados, estão sendo comercializados, e vê potenciais atividades além daquelas indicações terapêuticas iniciais naquele medicamento." Para isso, é feito o mapeamento das células cancerígenas e, a partir do sequenciamento genético dessas células, é feito o cruzamento com os dados dos fármacos (medicamentos) disponíveis que podem ter efeito sobre essas células em diferentes frentes: inibindo a divisão celular descontrolada que faz com que o tumor se espalhe; por meio de mecanismos que causem a morte celular, ao causar danos ao DNA, células tumorais ou, ainda, inibindo a formação de vasos sanguíneos responsáveis por "alimentar" o tumor. Mas como saber quais medicamentos, em um vasto universo, poderiam desempenhar essas funções? É nesse ponto que entra o software de Inteligência Artificial, que faz o cruzamento dos dados e cria um filtro com as possibilidades de uso para o tratamento da doença. Pesquisadora de Botucatu durante a conferência mundial em Barcelona Arquivo pessoal "A gente uniu esse conhecimento com a Inteligência Artificial para identificar, fazer uma predição de quais fármacos que a gente já tem, que já estão sendo comercializados para outras doenças, para outras indicações terapêuticas, poderiam ser reposicionados para o câncer metastático de pulmão. Então, a pesquisa, ela é baseada nessa estratégia e ela teve uma repercussão muito boa", explica. "A gente utiliza bancos de dados públicos, cruza essas informações, utilizando essas tecnologias, algoritmos. Eu trabalho muito com programação até a gente chegar na identificação de fármacos. Então, é uma predição, tudo por enquanto só na máquina, no computador, programando, cruzando dados, algoritmos e tudo mais, então a gente vai identificar aqueles fármacos candidatos que têm um elevado potencial para atuar no câncer metastático de pulmão", completa. Identificados os medicamentos, uma próxima etapa é aplicação na cultura celular, para verificar os efeitos deles nas células cancerígenas, como explica a pesquisadora. "A gente faz uma série de triagem e define quais são os fármacos muito bons, com elevado potencial. A partir disso, vai para cultura celular, ver se eles têm ali algum efeito, se conseguem reduzir o crescimento das células ou inibir a proliferação das células malignas naquele ambiente do câncer." A pesquisa contempla essas duas etapas e o próximo passo será aplicar esse mesmo método para o câncer de pâncreas. Para que os medicamentos, na prática, tenham um reposicionamento, é preciso avançar na etapa de testes clínicos e ter aprovação da Anvisa para comercialização com suas novas funções. Nesse sentido, Raquel não descarta a continuidade das pesquisas para que o estudo possa, futuramente, ser aplicado no tratamento da doença. "Se nós obtivermos os resultados esperados em cada etapa e formos contemplados com financiamento, com parceria, seja pública ou privada, será um prazer dar continuidade nesses estudos, porque, no fim, o que é mais importante é ajudar as pessoas", finaliza. Raquel com integrantes de um dos grupos de pesquisa que faz parte na Unesp de Botucatu Arquivo pessoal Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

Samsung e Sony em alerta: China prepara revolução em sensores fotográficos

Publicado em: 23/12/2025 07:23 Fonte: Tudocelular

De acordo com um novo rumor, duas das maiores desenvolvedoras chinesas de tecnologia de sensores de imagem estão preparando uma nova geração de câmeras de última geração, mirando competir diretamente com Sony e Samsung. As novas informações são brinde do famoso leaker Digital Chat Station (DCS) em uma publicação na sua conta no Weibo, rede social chinesa.De acordo com DCS, SmartSens e OmniVision estariam trabalhando em diversos sensores de última geração, incluindo modelos de 200 MP e um novo sensor de 50 MP de 1 polegada. Muitos desses projetos estariam utilizando a tecnologia LOFIC, que busca melhorar a faixa dinâmica em condições de iluminação mais desafiadoras.Clique aqui para ler mais

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Preço freou eletrificação da Volkswagen no Brasil, afirma presidente: 'Se eu começar a eletrificar, quanto fica a mais?'

Publicado em: 23/12/2025 04:02

Presidente da Volkswagen explica como será a introdução dos eletrificados da marca no país Em entrevista exclusiva ao g1, Ciro Possobom, presidente da Volkswagen, apontou o custo elevado como principal motivo para o atraso da eletrificação da marca. “O Tera, que hoje tem preço médio de R$ 120 mil, hoje ele não é eletrificado. Se eu começar a eletrificar ele, quanto fica a mais? Um híbrido leve vai custar R$ 10 mil a mais, se eu colocar um híbrido, vai para R$ 30 mil ou R$ 40 mil a mais”, disse o executivo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp “Um cliente de R$ 120 mil não é o mesmo de R$ 160 mil. Então eu tenho que ter muito cuidado quando você adota algumas tecnologias, para talvez não desposicionar e o brasileiro não conseguir pagar”, complementou. Concorrentes como a Fiat já lançaram sistemas híbridos leves em modelos mais simples, como Pulse e Fastback, enquanto Toyota, Ford e Honda adotam soluções de eletrificação mais avançadas no Brasil — a Toyota, inclusive, oferece um híbrido flex desde 2019, com o sedã Corolla. Isso sem contar as marcas chinesas, que chegaram com força, já focadas em modelos eletrificados. A presença é tão grande que a participação de veículos importados emplacados neste ano se aproxima de 20%. Três anos atrás, era de apenas 13%, segundo dados da Anfavea. Quem procura carros elétricos ou híbridos não encontra hoje uma opção da Volkswagen para compra no Brasil. Os únicos modelos eletrificados da marca são dois 100% elétricos — ID.4 e ID.Buzz — oferecidos apenas por assinatura. Em relação à eletrificação nos próximos anos, a Volkswagen prometeu que todos os lançamentos de 2026 terão ao menos uma versão eletrificada. "A gente anunciou algumas semanas atrás a entrada realmente da Volkswagen na eletrificação, com mais força. Então, todos os carros produzidos que nós vamos lançar a partir de 2026 vão ter algum tipo de eletrificação", diz Possobom, mencionando um empréstimo de R$ 2,3 bilhões contratado no BNDES justamente para acelerar o processo. Possobom destacou sobretudo os híbridos flex e justificou a escolha pelo tamanho do país e pelo modo como o brasileiro utiliza o carro. “O brasileiro anda muito de carro, são 13 mil ou 15 mil km por ano. Ele pega o carro, vai para a praia, coloca a família. (...) Então, um híbrido leve, um HEV (híbrido pleno) e um plug-in hybrid estão dentro das soluções, também como carros elétricos. A gente tem vários carros sensacionais elétricos lá fora que também poderia fazer aqui”, diz. O presidente da Volkswagen também mencionou que, a exemplo de Chevrolet e Stellantis, poderia trazer ao Brasil carros elétricos produzidos na China, mas prefere fabricar aqui, com tecnologias voltadas ao mercado nacional. “O brasileiro, ele tem um comportamento. Ele precisa ficar anos com o carro. Tem que cuidar muito com o valor residual desse carro. Como é que vai estar essa tecnologia daqui a 3, 4 anos? Então, a gente acredita que a solução de híbridos é a melhor solução aqui para o brasileiro”, comentou Possobom. Veja abaixo a íntegra da entrevista de Ciro Possobom ao g1. g1 Carros entrevista Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil A seguir, clique nos links para assistir aos cortes com os principais destaques. Volkswagen celebra Tera e terá eletrificação de peso em 2026 Quando se percebe o potencial de um sucesso Brasileiro prefere SUV, mas hatch é importante O que faria o mercado automotivo deslanchar O que a Volkswagen precisaria para voltar ao Salão do Automóvel Volkswagen celebra Tera A Volkswagen voltou a viver um bom momento. Em apresentação recente a jornalistas, a montadora alemã comemorou um crescimento de 18% nas vendas na América Latina. É verdade que o avanço ocorre após dois anos de queda, mas a empresa aposta em seu principal acerto de 2025 para manter uma boa trajetória no próximo ano. O Volkswagen Tera, desenvolvido pela unidade brasileira da empresa, foi lançado em meados deste ano e já lidera entre os SUVs mais emplacados do país. Segundo a marca, foram 60 mil unidades vendidas, somando mercado interno e exportações para países vizinhos. O presidente da Volkswagen do Brasil, Ciro Possobom, evita afirmar que o Tera é o grande marco de sua gestão, iniciada há seis anos. Ainda assim, não perde a oportunidade de destacar que, no dia do lançamento, o SUV que acompanhou desde a concepção esgotou três meses de produção em menos de uma hora. "Comentei ano passado para a turma: 'Pessoal, eu quero esse carro realmente que seja um ícone'. (...) Acertamos a campanha, acertamos a comunicação dele, acertamos no marketing, na maneira de vender", diz Possobom. O Tera é certamente o ponto mais positivo dos R$ 20 bilhões em investimentos anunciados pela marca para a América Latina. Quando se percebe o potencial de um sucesso Presidente da Volkswagen conta como percebeu que o Tera seria um sucesso Constatar o sucesso de um novo modelo não acontece da noite para o dia. O desenvolvimento de um carro começa muito antes. Possobom explica que, em geral, são necessários cerca de cinco anos de planejamento, testes e ajustes até que o veículo ganhe forma. O potencial de sucesso — ou de fracasso — do carro só surge mais adiante, quando o projeto está concluído e decisões como design, estofamento, motor e formato dos bancos já foram tomadas. Segundo ele, essa percepção costuma aparecer entre três e seis meses antes do lançamento. “Quando realmente ele aparece para o grande público e começa a ver a percepção que a gente tem, do tamanho do potencial do carro”, disse o executivo. Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 No caso do Tera, o modelo “apareceu” pela primeira vez em setembro de 2024, em um teaser no Rock in Rio, nove meses antes do lançamento. Em março, a três meses da estreia, o carro foi apresentado integralmente no Rio de Janeiro, durante o carnaval. Foi nesse intervalo que o Tera despertou o interesse do público e resultou na venda de 12.200 unidades em menos de uma hora, quando as encomendas foram abertas. Os pedidos precisaram ser encerrados devido ao limite de produção da fábrica de Taubaté (SP). O modelo divide a linha de montagem com o Polo. A planta já produziu outros veículos bastante conhecidos da Volks, como Gol, Voyage, Passat, Saveiro, Parati e Up. Brasileiro prefere SUV, mas hatch é importante Presidente da Volkswagen diz que brasileiro prefere SUV, mas hatch ainda é importante Os brasileiros compram mais SUVs zero quilômetro do que hatches desde 2020. Hoje, os utilitários respondem por 54% dos veículos emplacados, enquanto os hatches representam 24,6% das vendas. O movimento aparece dentro da própria Volkswagen, que oferece: Seis SUVs: Tera, Nivus, T-Cross, Taos, Tiguan e ID.4 (para aluguel) Dois hatches: Polo e Golf GTI Duas picapes: Saveiro e Amarok Uma minivan: ID.Buzz (também para aluguel) Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 Em outras palavras, há três vezes mais opções de SUVs do que de hatches. E entre estes está o Golf GTI, que parte de R$ 430 mil e não é um veículo de grande volume. Mesmo assim, o presidente da Volkswagen não acredita que o mercado de hatches esteja em declínio. “O SUV, ele [o público brasileiro] realmente prefere mais, mas não quer dizer que o hatch não é importante”, afirma o executivo. Mas é preciso reconhecer que a troca já está em curso. À medida que o Tera ganhou espaço entre os emplacamentos, o Polo perdeu ritmo. O SUV já vende mais que o hatch, em um ano em que se esperava até que o Polo pudesse se tornar o veículo mais vendido do Brasil, superando a Fiat Strada. O que faria o mercado automotivo deslanchar Presidente da Volkswagen comenta sobre o que faria o mercado automotivo deslanchar O mercado de automóveis deve encerrar 2025 com 2,55 milhões de veículos zero quilômetro emplacados, um avanço de 3% em relação ao ano anterior, segundo a Fenabrave. O número é expressivo, mas a estimativa já foi maior. A projeção inicial era de 2,6 milhões de emplacamentos, o que representaria alta de 5%. A revisão ocorreu em outubro, quando a entidade atualizou suas expectativas. Ciro Possobom aponta três fatores que poderiam ter levado o índice além do resultado modesto, de um dígito: juros mais baixos, maior produção nacional e regulamentação mais flexível. “Um ponto é a parte de juros. Eu acho que é importante. É o primeiro ponto que poderia realmente ajudar bastante ali”, disse o executivo. Atualmente a taxa de juros Selic está em 15% e permanece assim desde junho deste ano. Há, porém, previsão de queda. A edição mais recente do Boletim Focus indica que o Brasil deve encerrar 2026 com a taxa próxima de 12%. Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 Além dos juros, ele acredita que ampliar a produção nacional de veículos também seria decisivo para impulsionar o crescimento do mercado. “Se a gente produz na região, sei lá, 600 mil carros, por exemplo, se eu pudesse produzir 700 mil ou 800 mil carros, com certeza, o meu custo barataria. A indústria precisa se fortalecer, precisa de mais massa de produção. Isso ajudaria a ter o carro mais competitivo”, afirma. Possobom também afirma que a legislação de emissão de poluentes no Brasil é mais “pesada do que a própria Europa, os próprios Estados Unidos”. “Quando você faz um PL 7, um PL 8, você coloca mais custo naquele carro. Então, são investimentos de centenas de milhões e um custo por unidade também ali”, explica. O PL 8 é a fase mais recente do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, em vigor desde o início de 2025, com etapas que serão implementadas gradualmente até 2029. Entre as exigências estão limites menores de emissões e a adoção de tecnologias para capturar vapores de combustível durante o abastecimento, evitando que esses gases sejam liberados na atmosfera. O que a Volkswagen precisaria para voltar ao Salão do Automóvel Presidente da Volkswagen explica por que ficou de fora do Salão do Automóvel O Salão do Automóvel de São Paulo voltou a ser realizado após sete anos de hiato, mas marcas de peso como Volkswagen, Chevrolet, Ford, Audi, BMW e Mercedes decidiram não participar, desfalcando o retorno do evento. Quem dominou os estandes foram as fabricantes chinesas, em um salão de proporções mais modestas. Ciro Possobom não se mostrou arrependido de ficar de fora. Ele menciona as inúmeras ativações de marketing da Volkswagen no ano e afirma que a empresa pode considerar voltar ao evento em 2027 caso ele seja mais “forte”. “Salão forte para mim é com presença de todas as marcas, né? Então, acho que é isso que é importante, né? Tiveram marcas importantes lá, mas muita gente ficou de fora. Vamos torcer que a gente consiga fazer um salão bacana, bem melhor em 2027”, revelou o executivo. O formato pouco inovador também não agradou. “Acho que pode ser maior. A gente participou de alguns eventos na Europa que são diferentes, diferentes formatos de salão, aberto ao público, em praças”, disse. “Acho que ficar naquele modelo do salão de galpão fechado, com cada um num canto, talvez não seja o que o público queira”, avalia.

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Bombou no g1: Argentino silencia caixa de som em praia brasileira com dispositivo ilegal

Publicado em: 23/12/2025 04:01

Bombou no g1: Argentino polemizou usando aparelho ilegal para calar caixa de som na praia Em janeiro, bombou nas redes o vídeo de um turista argentino “desligando” caixas de som em uma praia brasileira como quem aperta um botão mágico. Ele usava um bloqueador de sinal que corta a comunicação entre o celular e o aparelho. Ao longo de dezembro, o g1 revisita as histórias mais malucas - e reais - publicadas em 2025. Veja o vídeo acima, leia o texto abaixo e explore outras reportagens no mapa ao final desta página. A matéria original foi publicada em janeiro. Dispositivo usado por argentino para silenciar caixa de som em praia é ilegal no Brasil Reprodução/X Embora não se saiba em qual praia a cena ocorreu, no vídeo é possível ouvir uma música brasileira. Em resposta a uma pessoa no X, o turista, chamado Roni Bandini, menciona ter visitado Salvador e Fortaleza. Esse tipo de aparelho não é homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para comercialização no Brasil, a não ser em casos envolvendo órgãos públicos específicos (veja as exceções). Por isso, de maneira geral, sua venda e uso são proibidos no país, segundo um especialista em tecnologia e segurança. O g1 também tentou contato com Roni Bandini, mas não obteve retorno. Initial plugin text "O aparelho mostrado no vídeo emite um sinal Bluetooth intenso na direção da caixa de som, gerando interferência na comunicação com o celular. Essa interferência impede que a caixa receba o sinal do celular com qualidade e o decodifique para reproduzir o som da música, resultando no silêncio", explicou Thiago Ayub, diretor de tecnologia da Sage Networks. Questionado à época sobre a possibilidade de o equipamento bloquear caixas de som com CDs e pendrives conectados, ou rádios FM sintonizados, o turista afirma que isso não é possível. Isso ocorre porque o dispositivo funciona exclusivamente como um bloqueador de sinal Bluetooth, ou seja, é necessário que haja uma comunicação por ondas entre o celular e a caixa de som para que o aparelho tenha efeito. O que é o aparelho e por que ele é ilegal no Brasil? Aparelho usado por turista para "desligar" caixas de som Bluetooth Reprodução/Medium Em uma publicação na plataforma Medium, o turista reconhece que o uso do aparelho pode interferir em outros equipamentos que operam na frequência de 2,4 GHz e admite que, dependendo do país, "afetar o funcionamento desses dispositivos pode ser ilegal". Dispositivos de Wi-Fi, automação residencial (IoT), telefones sem fio, consoles de videogame e drones são alguns dos aparelhos que usam a frequência de 2,4 GHz para se comunicar. "Essa técnica, conhecida como jamming, consiste em dificultar ou interromper comunicações sem fio ao gerar uma forte interferência na mesma frequência utilizada pelos dispositivos. O equipamento responsável por essa interferência é chamado de jammer", explica Ayub. VEJA TAMBÉM Mulher se casa com personagem criado no ChatGPT  Segundo ele, um jammer não é um aparelho homologado, o que torna sua venda proibida no Brasil. Essa tecnologia esteve no noticiário no caso da aeronave da Embraer, abatida no Cazaquistão, no dia 25 de dezembro de 2024. Com mais de 60 pessoas a bordo, o avião sofreu interferência no GPS e oscilou de altitude por 74 minutos, apontou o site de monitoramento Flighradar24. Segundo Ayub, forças militares fazem jamming de GPS para dificultar a comunicação de mísseis e drones com o satélites de geolocalização e impedir o voo desses equipamentos bélicos. O especialista explica que, de acordo com a legislação vigente no Brasil, a compra, venda, entrada no país e uso de qualquer aparelho que emita sinal Bluetooth devem ser homologados pela Anatel. Atualmente, inúmeros dispositivos usam comunicação Bluetooth e precisam de homologação na Anatel. Alguns deles são celulares, fones de ouvido, teclados e mouses sem fio, relógios inteligentes, câmeras fotográficas e filmadoras, drones, entre outros. "Esse regulamento tem como intenção justamente impedir que aparelhos diferentes criem interferência entre si", completa o especialista. Questionada pelo g1 sobre o tema, a Anatel destacou a Resolução n° 760, que estabelece que apenas algumas entidades públicas podem usar esse tipo de tecnologia (que bloqueia sinais de radiocomunicações), desde que com a anuência da Anatel. São elas: Presidência da República; gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República; Ministério da Defesa; Ministério da Justiça e Segurança Pública; Ministério das Relações Exteriores; Forças Armadas; Agência Brasileira de Inteligência; órgãos de Segurança Pública de que trata o art. 144 da Constituição Federal (algumas polícias); órgãos de Segurança Pública dos Estados e do Distrito Federal; órgãos de Administração Penitenciária dos Estados e do Distrito Federal.

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INFOGRÁFICO mostra quais foram os navios petroleiros alvo de interceptações pelos EUA perto da Venezuela

Publicado em: 23/12/2025 04:01

EUA interceptam terceiro navio petroleiro perto da Venezuela, dizem agências Ao menos três navios petroleiros de grande porte teriam sido alvo de tentativas de interceptação após o anúncio de um bloqueio naval feito pelos Estados Unidos contra a Venezuela no início deste mês de dezembro. O petroleiro Bella 1 conseguiu evitar a abordagem das autoridades norte-americanas no fim de semana, mas outros dois navios tiveram apreensões bem-sucedidas(LEIA MAIS ABAIXO). A medida foi apresentada pelo governo do presidente Donald Trump como parte da estratégia para ampliar a pressão econômica e política sobre o regime de Nicolás Maduro. Todos os navios interceptados são petroleiros usados no transporte de petróleo cru, com capacidade superior a 300 mil toneladas, segundo dados de rastreamento marítimo e informações oficiais do governo dos EUA apuradas pelo g1. Ao todo, as interceptações foram informadas entre os dias 10 e 21 de dezembro e envolveram embarcações registradas sob bandeiras da Guiana e do Panamá (VEJA O INFOGRÁFICO ABAIXO). 📌 Contexto: No setor marítimo, a bandeira indica o país de registro do navio, o que não significa, necessariamente, o local de origem da carga ou da empresa responsável. A autoridade marítima da Guiana, contudo, afirmou que uma das embarcações usava a bandeira do país de forma irregular e não estava registrada oficialmente. Já a Casa Branca declarou que outra embarcação operava com bandeira falsificada como parte da chamada “frota fantasma” venezuelana. Veja quais foram os navios interceptados. Arte/g1 - Bruna Azevedo Entre os navios interceptados está o Skipper, um petroleiro de grandes proporções, com quase 333 metros de comprimento, dimensão equivalente a mais de três campos de futebol colocados em sequência. A embarcação tem capacidade máxima de cerca de 310 mil toneladas de petróleo cru e teve a interceptação informada no dia 10 de dezembro, após ser apreendida pelos Estados Unidos perto da Venezuela. Embora o navio aparecesse em sistemas de rastreamento navegando sob bandeira da Guiana, a autoridade marítima guianense afirmou que o petroleiro usava o registro do país de forma irregular. Em nota, o órgão disse ter identificado uma “tendência inaceitável” de uso não autorizado da bandeira da Guiana por embarcações que não são registradas oficialmente no país. Outro petroleiro interceptado foi o Centuries, navio que aparecia navegando sob bandeira do Panamá. A interceptação foi informada no dia 20 de dezembro, durante a madrugada do último sábado, em uma operação conduzida pelos Estados Unidos perto da Venezuela. Segundo a Casa Branca, o Centuries é um “navio com bandeira falsificada” que operava como parte da chamada frota fantasma venezuelana, usada para transportar petróleo considerado irregular pelas autoridades americanas. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Um helicóptero militar dos Estados Unidos sobrevoa o Centuries, navio com bandeira do Panamá interceptado pela Guarda Costeira dos EUA, no mar do Caribe. DHS/Divulgação via REUTERS Já no último domingo (21), autoridades informaram a interceptação do Bella 1, mas as informações divulgadas ao longo do dia apresentaram versões divergentes. A agência de notícias Bloomberg informou que os Estados Unidos teriam abordado o petroleiro, identificado pela agência como um navio com bandeira do Panamá. Por outro lado, autoridades ouvidas pela Reuters afirmaram que, apesar de os EUA estarem perseguindo um petroleiro em águas internacionais no Caribe, a embarcação ainda não havia sido abordada naquele momento. Na última segunda, foi confirmado que o petroleiro escapou do cerco americano no Caribe. Dados do site MarineTraffic indicavam que o Bella 1 navegava sob bandeira da Guiana e tinha como destino Curaçao, uma ilha holandesa no Caribe. O navio tem cerca de 333 metros de comprimento, 60 metros de largura e capacidade superior a 318 mil toneladas de petróleo cru. Qual é o impacto das interceptações? Dados de rastreamento já indicam um impacto direto das interceptações sobre a exportação de petróleo da Venezuela. Após o aumento das ações de fiscalização no Caribe, o tráfego de navios petroleiros em águas venezuelanas diminuiu de forma acentuada, segundo mostram dados de empresas especializadas em monitoramento marítimo e inteligência do mercado de energia. Levantamentos da Kpler, uma plataforma de dados de rastreamento de navios, cargas e fluxos globais de petróleo, indicam que parte significativa dos petroleiros passou inclusive a permanecer parada ou a evitar rotas associadas à Venezuela. A empresa estima que mais de 16 milhões de barris estejam armazenados em petroleiros parados em águas venezuelanas ou próximas do país, incluindo dezenas de navios já carregados e outros em espera para carregamento. Imagem de satélite mostra o superpetroleiro Skipper em águas próximas a Porto José, na Venezuela, em 14 de novembro de 2025. A embarcação teria sido apreendida em 10 de dezembro. Planet Labs PBC/Divulgação via Reuters. Fora isso, o ritmo de carregamentos caiu de forma relevante nas últimas semanas, com volumes inferiores aos observados nos meses anteriores. A redução estimada é de cerca de um quarto em relação ao patamar recente de exportações. Informações compiladas pela agência Reuters, com base em dados de rastreamento da plataforma Refinitiv Eikon, também indicam que o movimento de navios entrando e saindo de águas venezuelanas quase parou após as primeiras interceptações. Segundo a agência, apenas embarcações operando sob licenças específicas concedidas pelo governo dos Estados Unidos continuaram a exportar petróleo do país. Por que os navios estão sendo apreendidos? Governo Trump mostra ação que apreendeu segundo petroleiro vindo da Venezuela A Venezuela concentra a maior reserva comprovada de petróleo do planeta, com capacidade de aproximadamente 303 bilhões de barris — ou 17% do volume conhecido —, segundo a Energy Information Administration (EIA), órgão oficial de estatísticas energéticas dos EUA. Esse volume coloca o país à frente de gigantes como Arábia Saudita (267 bilhões) e Irã (209 bilhões), com ampla margem. Grande parte do petróleo venezuelano, porém, é extra-pesado, o que exige tecnologia sofisticada e investimentos elevados para extração. 🔎 Na prática, o potencial é enorme, mas segue subaproveitado devido à infraestrutura precária e às sanções internacionais que limitam operações e acesso a capital. Há um claro interesse dos EUA. Segundo a EIA, o petróleo pesado da Venezuela "é bem adequado às refinarias norte-americanas, especialmente às localizadas ao longo da Costa do Golfo". Nesse contexto, o republicano atinge dois objetivos simultaneamente: ao buscar favorecer a economia dos EUA, também pressiona a produção e as exportações de petróleo da Venezuela — setor central para a economia do país e para a sustentação do governo de Nicolás Maduro. Os efeitos iniciais já começaram a aparecer nesta semana. Reportagem da Bloomberg News indicou que Caracas enfrenta falta de capacidade para armazenar petróleo, em meio a medidas de Washington para impedir que embarcações atraquem ou deixem portos venezuelanos. Desde que os Estados Unidos impuseram sanções ao setor de energia da Venezuela, em 2019, comerciantes e refinarias que compram petróleo venezuelano passaram a recorrer a uma “frota fantasma” de navios-tanque, que ocultam sua localização, e a embarcações sancionadas por transportar petróleo do Irã ou da Rússia. A China é a maior compradora do petróleo bruto venezuelano, que responde por cerca de 4% de suas importações. Em dezembro, os embarques devem alcançar uma média de mais de 600 mil barris por dia, segundo analistas consultados pela Reuters. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Por enquanto, o mercado de petróleo está bem abastecido, e há milhões de barris em navios-tanque ao largo da costa da China aguardando para serem descarregados. Se o embargo permanecer em vigor por algum tempo, a perda de quase um milhão de barris por dia na oferta de petróleo bruto tende a pressionar os preços do petróleo para cima. O ataque a petroleiros ocorre enquanto Trump ordenou ao Departamento de Defesa que realizasse uma série de ataques contra embarcações no Caribe e no Oceano Pacífico que sua administração alega estarem contrabandeando fentanil e outras drogas ilegais para os Estados Unidos e além. Pelo menos 104 pessoas foram mortas em 28 ataques conhecidos desde o início de setembro. A chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, disse em uma entrevista à Vanity Fair publicada esta semana que Trump "quer continuar explodindo barcos até Maduro gritar 'tio'." Trump e Maduro AP Photo/Evan Vucci; Reuters/Leonardo Fernandez

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Atari vai ganhar hotel gamer e convida fãs para investirem no "futuro da hospitalidade"

Publicado em: 23/12/2025 03:53 Fonte: Tudocelular

O retorno da Atari ganhou um novo capítulo curioso nesta semana com o anúncio do projeto Atari Hotels — a iniciativa pretende construir um "hotel gamer" de alta tecnologia, buscando atender tanto a amantes de jogos, quanto a fãs de cultura pop e esportes ao "reimaginar o conceito de hospitalidade". Previsto para ter a construção iniciada em 2026, a novidade busca investimentos e está convidando interessados a colaborarem para obter recompensas.O primeiro ponto importante a ser esclarecido é que a Atari não está diretamente envolvida no plano. O hotel está sendo desenvolvido pela empresa norte-americana Intersection Development, especializada no desenvolvimento e construção de edifícios diferenciados, mas utilizando uma licença da marca Atari. Essa licença tem propósito: o Atari Hotels teria "nascido da ideia de que hospitalidade pode ser interativa como jogar", conforme disse um dos sócios da Intersection Development, Jordan Taylor. Este também seria o primeiro "hotel gamer" do Ocidente e, conforme mostram os conceitos divulgados, há uma clara presença de elementos Cyberpunk e inspiração em obras como Tron.Clique aqui para ler mais

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LG lança 1ª tela OLED "RGB Stripe" de 240 Hz com melhoria importante para monitores gamer

Publicado em: 23/12/2025 02:48 Fonte: Tudocelular

A LG Display, divisão de telas da gigante sul-coreana, anunciou nesta terça-feira (23) seu primeiro painel OLED RGB Stripe de 240 Hz. A tecnologia não é nova, mas a combinação desse tipo de display com a alta taxa de atualização seria inédita e promete corrigir alguns dos principais problemas de imagem vistos em monitores gamer, tendo estreia marcada já para o próximo mês.O novo painel OLED da LG conta com 27 polegadas, resolução 4K e densidade de pixels resultante de 160 PPI, além de taxa de atualização de 240 Hz, características esperadas de um monitor gamer premium moderno. No entanto, temos uma mudança fundamental na construção: o uso da estrutura chamada de RGB Stripe (ou faixa RGB, em tradução livre). Clique aqui para ler mais

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Foguete que explodiu após lançamento em Alcântara levava satélites e experimentos científicos do Brasil e da Índia

Publicado em: 23/12/2025 01:03

Em primeiro voo no Brasil, foguete explode no lançamento O foguete sul-coreano HANBIT-Nano, que explodiu após ser lançado do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, levava ao espaço oito cargas úteis, entre cinco satélites e três experimentos científicos, desenvolvidos por instituições do Brasil e da Índia. A missão fazia parte da Operação Spaceward, considerada o primeiro lançamento comercial de foguete a partir do Brasil. O voo não era tripulado e tinha como objetivo colocar em órbita equipamentos voltados à coleta de dados ambientais, testes de comunicação em órbita, monitoramento de fenômenos solares e validação de tecnologias de navegação. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), o foguete apresentou uma anomalia logo após a decolagem e colidiu com o solo. Técnicos da empresa sul-coreana Innospace e de instituições brasileiras analisam os dados para entender as causas do acidente e os impactos sobre as cargas. Quais eram os satélites e experimentos a bordoEntre os dispositivos que estavam no HANBIT-Nano estão satélites desenvolvidos por universidades brasileiras, startups e empresas estrangeiras, além de experimentos tecnológicos: Lançamento do primeiro foguete orbital em solo brasileiro Innospace/Reprodução Satélite Jussara-K Desenvolvido pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em parceria com startups e instituições nacionais, o satélite tinha como missão coletar dados ambientais em regiões de difícil acesso, contribuindo para pesquisas climáticas e ambientais. Satélites FloripaSat-2A e FloripaSat-2B Criados pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), os dois satélites seriam usados para testes de comunicação em órbita, validando tecnologias que permitem a troca de dados entre dispositivos espaciais. PION-BR2 – Cientistas de Alcântara Desenvolvido pela UFMA em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a startup PION, o dispositivo levaria ao espaço mensagens produzidas por alunos da rede pública de Alcântara, com foco educacional e científico. Satélite SNI-GNSS Desenvolvido pela AEB em parceria com as empresas Concert Space, Cron e HORUSEYE TECH, o satélite tinha como objetivo determinar com precisão velocidade, posição e altitude, tecnologia que pode ser aplicada futuramente em drones, veículos terrestres e embarcações. Solaras-S2 Criado pela empresa indiana Grahaa Space, o satélite seria responsável por monitorar fenômenos solares que podem afetar comunicações, sistemas de navegação e outras tecnologias na Terra. Sistema de Navegação Inercial (INS) Desenvolvido pela empresa brasileira Castro Leite Consultoria (CLC), o experimento tinha como objetivo validar um algoritmo de navegação, com potencial uso em futuras missões espaciais.Havia ainda outro dispositivo da mesma empresa, mas, segundo a FAB, por solicitação do fabricante, apenas dados de um dos experimentos foram compartilhados oficialmente. Investigação A Innospace informou que segue analisando os dados do voo em conjunto com a Força Aérea Brasileira e outras instituições envolvidas. Novas informações sobre o impacto do acidente nas cargas úteis devem ser divulgadas após a conclusão das análises técnicas. Primeiro foguete comercial partindo do Brasil é lançado no Maranhão; transmissão aponta anomalia Reprodução Foguete apresenta 'anomalia' Primeiro foguete comercial partindo do Brasil é lançado no Maranhão e explode após decolagem O foguete sul-coreano HANBIT-Nano explodiu nesta segunda-feira (22), após ser lançado às 22h13, na Base de Alcântara, no Maranhão. Durante a transmissão, a equipe responsável exibiu a mensagem "We experienced an anomaly during the flight", indicando que uma anomalia foi identificada durante o voo, o que resultou na explosão. (Veja o vídeo do lançamento acima). O vídeo da transmissão acompanhou a trajetória do foguete por pouco mais de um minuto. Duas câmeras estavam localizadas nos estágios do foguete. Em um momento, o foguete consegue chegar a Mach 1 - que é quando a velocidade de um objeto espacial ultrapassa a velocidade do som. Em seguida, o HANBIT-Nano segue em direção à orbita da Terra, até que chega a MAX Q - que é quando um objeto espacial alcança a maior intensidade da força aerodinâmica até chegar a atmosfera. Logo depois, a transmissão foi cortada pela Innospace, impossibilitando acompanhar o resto do voo. O voo do foguete HANBIT-Nano teve pouco mais de um minuto de duração antes que a transmissão fosse interrompida. Durante esse tempo, foi possível observar o início da jornada espacial, mas logo após, o sinal foi cortado, impossibilitando o acompanhamento do restante do voo. O voo não era tripulado. O foguete levava a bordo experimentos científicos e dispositivos tecnológicos, que seriam usados em pesquisas desenvolvidas por instituições do Brasil e da Índia.

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FAB diz que foguete comercial lançado de Alcântara colidiu com solo após anomalia

Publicado em: 23/12/2025 00:01

Veja como foi lançamento do primeiro foguete comercial partindo do Brasil A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que o foguete sul-coreano HANBIT-Nano colidiu com o solo após apresentar uma anomalia logo depois de ser lançado do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, às 22h13 desta segunda-feira (22). O veículo fazia parte da Operação Spaceward, que marcou o primeiro lançamento de um foguete comercial partindo do Brasil. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Equipes da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Corpo de Bombeiros do CLA foram enviadas ao local para avaliar os destroços e a área da colisão. Os destroços do HANBIT-Nano caíram em uma área que pertence a Base de Alcântara. A FAB confirmou que todas as ações de segurança, rastreamento e coleta de dados foram realizadas conforme o planejado, garantindo que o lançamento fosse controlado e seguisse os parâmetros internacionais do setor espacial. Técnicos da Innospace continuam a analisar os dados e investigar as causas do acidente, em colaboração com a FAB e outras instituições envolvidas. Novas informações serão divulgadas à medida que as avaliações forem concluídas. Foguete apresenta 'anomalia' Primeiro foguete comercial partindo do Brasil é lançado no Maranhão e explode após decolagem O foguete sul-coreano HANBIT-Nano explodiu nesta segunda-feira (22), após ser lançado às 22h13, na Base de Alcântara, no Maranhão. Durante a transmissão, a equipe responsável exibiu a mensagem "We experienced an anomaly during the flight", indicando que uma anomalia foi identificada durante o voo, o que resultou na explosão. (Veja o vídeo do lançamento acima). O vídeo da transmissão acompanhou a trajetória do foguete por pouco mais de um minuto. Duas câmeras estavam localizadas nos estágios do foguete. Em um momento, o foguete consegue chegar a Mach 1 - que é quando a velocidade de um objeto espacial ultrapassa a velocidade do som. Em seguida, o HANBIT-Nano segue em direção à orbita da Terra, até que chega a MAX Q - que é quando um objeto espacial alcança a maior intensidade da força aerodinâmica até chegar a atmosfera. Logo depois, a transmissão foi cortada pela Innospace, impossibilitando acompanhar o resto do voo. O voo do foguete HANBIT-Nano teve pouco mais de um minuto de duração antes que a transmissão fosse interrompida. Durante esse tempo, foi possível observar o início da jornada espacial, mas logo após, o sinal foi cortado, impossibilitando o acompanhamento do restante do voo. O voo não era tripulado. O foguete levava a bordo experimentos científicos e dispositivos tecnológicos, que seriam usados em pesquisas desenvolvidas por instituições do Brasil e da Índia. (Entenda mais abaixo) Primeiro foguete comercial partindo do Brasil é lançado no Maranhão; transmissão aponta anomalia Reprodução Tamanho do foguete 🚀 Como é o foguete que fará o primeiro voo comercial partindo do Brasil? O HANBIT-Nano tem 21,9 metros de altura, pesa 20 toneladas e possui 1,4 metro de diâmetro (veja mais detalhes abaixo). Em sua trajetória até a órbita da Terra, ele pode chegar a 30 mil km/h. Em números simplificados, ele equivale à altura de um prédio de sete andares, pode voar até 30 vezes mais rápido que um avião comercial e tem peso semelhante ao de quatro elefantes africanos. Batizada de Spaceward, a missão envolve um trabalho coordenado pela Força Aérea Brasileira (FAB) e pela Agência Espacial Brasileira (AEB). O objetivo é levar ao espaço cinco satélites e três dispositivos que auxiliarão pesquisas em mais de cinco áreas, desenvolvidas por instituições do Brasil e da Índia. Ao g1, a Agência Espacial Brasileira (AEB) informou que a Innospace firmou um acordo de prestação de serviços pelo valor mínimo de retribuição ao Estado com o Governo Brasileiro. Essa modalidade não prevê 'lucro'. ENTENDA: Como será e por que 1º voo comercial de foguete no Brasil pode colocar país na rota do mercado espacial Arte: Como é o foguete HANBIT-Nano Arte/g1 Localização 'privilegiada' Construído na década de 1980, o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), localizado no litoral do Maranhão, conta com atrativos geográficos que fazem a área ser bastante atrativa e cobiçada para o lançamento de dispositivos espaciais. 📌 Dentre os motivos, está a localização próxima à linha do Equador — faz com que os foguetes gastem menos combustível e, com isso, o custo da operação seja menor. Além disso, a área fica próxima a uma ampla extensão do litoral, tem baixa densidade do tráfico aéreo e um amplo leque de inclinações orbitais para os lançamentos. 💨Quanto menor a latitude — sendo zero na Linha do Equador —, melhor é considerado o local para a realização de lançamento de foguetes. A velocidade de rotação de superfície, necessária para colocar o foguete em órbita, é maior quanto mais próximo à linha que divide os hemisférios Norte e Sul. Isso exige menor consumo de combustível da aeronave e menor tempo de viagem à órbita. Arte: Por que Alcântara? Arte/g1 Apesar destas qualidades, a base se tornou por décadas subutilizada. Entre os motivos, estão o grave acidente há mais de 20 anos no local e questões fundiárias. A tragédia interferiu para a consolidação do Brasil no mercado espacial, com redução da atividade em Alcântara a partir de 2003. ➡️ O acidente aconteceu três dias antes do lançamento do foguete VLS-1, protótipo que colocaria em órbita dois satélites nacionais de observação terrestre. A estrutura estava montada e o dispositivo passava por ajustes finais, quando um dos motores teve uma ignição prematura e o protótipo foi acionado antes do tempo. A torre acabou explodindo e 21 civis que trabalhavam no local morreram. Já a questão fundiária levou Alcântara até à cortes internacionais. Os conflitos pela terra com as comunidades quilombolas que viviam na região antes da instalação da base viraram processos judiciais que se arrastaram por décadas. Maior desastre espacial brasileiro completa 20 anos; veja o que mudou Brasil pede desculpas e reconhece que violou direitos de quilombolas por implantação do Centro de Lançamento de Alcântara Nova fase Foguete HANBIT-Nano será lançado neste sábado (22) no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) no Maranhão INNOSPACE A Operação Spaceward, que vai lançar o HANBIT-Nano, marca o início de uma nova era do Programa Espacial Brasileiro. O foguete pode inserir o Brasil no mercado global espacial, contribuir na melhora da tecnologia dos dispositivos espaciais e atrair novos investimentos estrangeiros, alavancando o Programa Espacial Brasileiro. A abertura da base ao mercado de lançamento de foguetes comerciais em Alcântara começou a se tornar possível devido a um Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) assinado pelos governos brasileiro e dos EUA, em 2019. Pelo acordo, dispositivos desenvolvidos com tecnologia norte-americana e por empresas privadas autorizadas por ele, poderiam ser lançados de Alcântara, e o Brasil ficaria habilitado a receber uma compensação monetária. Isso porque são os EUA que produzem grande parte dos componentes presentes em foguetes lançados no mundo. Porém, os norte-americanos não autorizam esses dispositivos a serem lançados por países nos quais eles não possuem acordos na área espacial. Com a assinatura, em 2019, o processo foi simplificado. "Antigamente não era proibido, mas para cada lançamento que você fizesse, precisava de uma autorização especial. Agora, é muito mais fácil", explicou Marco Antonio Chamon, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB). O que vai ser levado ao espaço? Dois dos satélites que estarão a bordo do foguete HANBIT-Nano Divulgação/FAB 🔎 O HANBIT-Nano levou ao espaço oito cargas úteis, entre elas cinco satélites e três experimentos. Os satélites farão a análise, coleta e transmissão de dados ambientais, testes de comunicação em órbita e monitoramento de dados solares. Veja, abaixo, mais detalhes dos dispositivos: Satélite Jussara-K: Desenvolvido pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em parceria com startups e instituições nacionais, ele tem como missão coletar dados ambientais em regiões de difícil acesso; Satélites FloripaSat-2A e FloripaSat-2B: Desenvolvidos pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) serão usados para validar uma espécie de comunicação em órbita; PION-BR2 - Cientistas de Alcântara: Desenvolvido pela UFMA, em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a startup PION e levará ao espaço mensagens de alunos da rede pública de Alcântara; Satélite SNI-GNSS: Vai determinar com precisão a velocidade, posição e altitude do foguete e essa tecnologia poderá ser aplicada em outros dispositivos como drones, carros e navios. Ele foi desenvolvido pela Agência Espacial Brasileira (AEB) em parceria com as empresas Concert Space, Cron e HORUSEYE TECH; Solaras-S2: Será responsável por monitorar fenômenos solares que podem impactar comunicações, navegação e sistemas tecnológicos na Terra. Foi desenvolvido pela empresa indiana Grahaa Space; Sistema de Navegação Inercial (INS): Dispositivo vai validar um algoritmo de navegação que irá auxiliar na futura aplicação em sistemas de navegação embarcados em missões espaciais. Foi desenvolvido pela empresa Castro Leite Consultoria (CLC). Terá ainda, a bordo do foguete, um outro dispositivo desenvolvido pela empresa Castro Leite Consultoria (CLC), entretanto, por solicitação do fabricante, a Força Aérea Brasileira (FAB) teve acesso a apenas dados de um.

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Primeiro foguete comercial partindo do Brasil é lançado no Maranhão e explode após decolagem

Publicado em: 22/12/2025 22:42

Veja como foi lançamento do primeiro foguete comercial partindo do Brasil O foguete sul-coreano HANBIT-Nano explodiu nesta segunda-feira (22), após ser lançado às 22h13, na Base de Alcântara, no Maranhão. Durante a transmissão, a equipe responsável exibiu a mensagem "We experienced an anomaly during the flight", indicando que uma anomalia foi identificada durante o voo, o que resultou na explosão. (Veja o vídeo do lançamento acima). O vídeo da transmissão acompanhou a trajetória do foguete por pouco mais de um minuto. Duas câmeras estavam localizadas nos estágios do foguete. Em um momento, o foguete consegue chegar a Mach 1 - que é quando a velocidade de um objeto espacial ultrapassa a velocidade do som. Em seguida, o HANBIT-Nano segue em direção à orbita da Terra, até que chega a MAX Q - que é quando um objeto espacial alcança a maior intensidade da força aerodinâmica até chegar a atmosfera. Logo depois, a transmissão foi cortada pela Innospace, impossibilitando acompanhar o resto do voo. O voo do foguete HANBIT-Nano teve pouco mais de um minuto de duração antes que a transmissão fosse interrompida. Durante esse tempo, foi possível observar o início da jornada espacial, mas logo após, o sinal foi cortado, impossibilitando o acompanhamento do restante do voo. O voo não era tripulado. O foguete levava a bordo experimentos científicos e dispositivos tecnológicos, que seriam usados em pesquisas desenvolvidas por instituições do Brasil e da Índia. (Entenda mais abaixo) Primeiro foguete comercial partindo do Brasil é lançado no Maranhão; transmissão aponta anomalia Reprodução Tamanho do foguete 🚀 Como é o foguete que fará o primeiro voo comercial partindo do Brasil? O HANBIT-Nano tem 21,9 metros de altura, pesa 20 toneladas e possui 1,4 metro de diâmetro (veja mais detalhes abaixo). Em sua trajetória até a órbita da Terra, ele pode chegar a 30 mil km/h. Em números simplificados, ele equivale à altura de um prédio de sete andares, pode voar até 30 vezes mais rápido que um avião comercial e tem peso semelhante ao de quatro elefantes africanos. Batizada de Spaceward, a missão envolve um trabalho coordenado pela Força Aérea Brasileira (FAB) e pela Agência Espacial Brasileira (AEB). O objetivo é levar ao espaço cinco satélites e três dispositivos que auxiliarão pesquisas em mais de cinco áreas, desenvolvidas por instituições do Brasil e da Índia. Ao g1, a Agência Espacial Brasileira (AEB) informou que a Innospace firmou um acordo de prestação de serviços pelo valor mínimo de retribuição ao Estado com o Governo Brasileiro. Essa modalidade não prevê 'lucro'. ENTENDA: Como será e por que 1º voo comercial de foguete no Brasil pode colocar país na rota do mercado espacial Arte: Como é o foguete HANBIT-Nano Arte/g1 Localização 'privilegiada' Construído na década de 1980, o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), localizado no litoral do Maranhão, conta com atrativos geográficos que fazem a área ser bastante atrativa e cobiçada para o lançamento de dispositivos espaciais. 📌 Dentre os motivos, está a localização próxima à linha do Equador — faz com que os foguetes gastem menos combustível e, com isso, o custo da operação seja menor. Além disso, a área fica próxima a uma ampla extensão do litoral, tem baixa densidade do tráfico aéreo e um amplo leque de inclinações orbitais para os lançamentos. 💨Quanto menor a latitude — sendo zero na Linha do Equador —, melhor é considerado o local para a realização de lançamento de foguetes. A velocidade de rotação de superfície, necessária para colocar o foguete em órbita, é maior quanto mais próximo à linha que divide os hemisférios Norte e Sul. Isso exige menor consumo de combustível da aeronave e menor tempo de viagem à órbita. Arte: Por que Alcântara? Arte/g1 Apesar destas qualidades, a base se tornou por décadas subutilizada. Entre os motivos, estão o grave acidente há mais de 20 anos no local e questões fundiárias. A tragédia interferiu para a consolidação do Brasil no mercado espacial, com redução da atividade em Alcântara a partir de 2003. ➡️ O acidente aconteceu três dias antes do lançamento do foguete VLS-1, protótipo que colocaria em órbita dois satélites nacionais de observação terrestre. A estrutura estava montada e o dispositivo passava por ajustes finais, quando um dos motores teve uma ignição prematura e o protótipo foi acionado antes do tempo. A torre acabou explodindo e 21 civis que trabalhavam no local morreram. Já a questão fundiária levou Alcântara até à cortes internacionais. Os conflitos pela terra com as comunidades quilombolas que viviam na região antes da instalação da base viraram processos judiciais que se arrastaram por décadas. Maior desastre espacial brasileiro completa 20 anos; veja o que mudou Brasil pede desculpas e reconhece que violou direitos de quilombolas por implantação do Centro de Lançamento de Alcântara Nova fase Foguete HANBIT-Nano será lançado neste sábado (22) no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) no Maranhão INNOSPACE A Operação Spaceward, que vai lançar o HANBIT-Nano, marca o início de uma nova era do Programa Espacial Brasileiro. O foguete pode inserir o Brasil no mercado global espacial, contribuir na melhora da tecnologia dos dispositivos espaciais e atrair novos investimentos estrangeiros, alavancando o Programa Espacial Brasileiro. A abertura da base ao mercado de lançamento de foguetes comerciais em Alcântara começou a se tornar possível devido a um Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) assinado pelos governos brasileiro e dos EUA, em 2019. Pelo acordo, dispositivos desenvolvidos com tecnologia norte-americana e por empresas privadas autorizadas por ele, poderiam ser lançados de Alcântara, e o Brasil ficaria habilitado a receber uma compensação monetária. Isso porque são os EUA que produzem grande parte dos componentes presentes em foguetes lançados no mundo. Porém, os norte-americanos não autorizam esses dispositivos a serem lançados por países nos quais eles não possuem acordos na área espacial. Com a assinatura, em 2019, o processo foi simplificado. "Antigamente não era proibido, mas para cada lançamento que você fizesse, precisava de uma autorização especial. Agora, é muito mais fácil", explicou Marco Antonio Chamon, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB). O que vai ser levado ao espaço? Dois dos satélites que estarão a bordo do foguete HANBIT-Nano Divulgação/FAB 🔎 O HANBIT-Nano levou ao espaço oito cargas úteis, entre elas cinco satélites e três experimentos. Os satélites farão a análise, coleta e transmissão de dados ambientais, testes de comunicação em órbita e monitoramento de dados solares. Veja, abaixo, mais detalhes dos dispositivos: Satélite Jussara-K: Desenvolvido pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em parceria com startups e instituições nacionais, ele tem como missão coletar dados ambientais em regiões de difícil acesso; Satélites FloripaSat-2A e FloripaSat-2B: Desenvolvidos pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) serão usados para validar uma espécie de comunicação em órbita; PION-BR2 - Cientistas de Alcântara: Desenvolvido pela UFMA, em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a startup PION e levará ao espaço mensagens de alunos da rede pública de Alcântara; Satélite SNI-GNSS: Vai determinar com precisão a velocidade, posição e altitude do foguete e essa tecnologia poderá ser aplicada em outros dispositivos como drones, carros e navios. Ele foi desenvolvido pela Agência Espacial Brasileira (AEB) em parceria com as empresas Concert Space, Cron e HORUSEYE TECH; Solaras-S2: Será responsável por monitorar fenômenos solares que podem impactar comunicações, navegação e sistemas tecnológicos na Terra. Foi desenvolvido pela empresa indiana Grahaa Space; Sistema de Navegação Inercial (INS): Dispositivo vai validar um algoritmo de navegação que irá auxiliar na futura aplicação em sistemas de navegação embarcados em missões espaciais. Foi desenvolvido pela empresa Castro Leite Consultoria (CLC). Terá ainda, a bordo do foguete, um outro dispositivo desenvolvido pela empresa Castro Leite Consultoria (CLC), entretanto, por solicitação do fabricante, a Força Aérea Brasileira (FAB) teve acesso a apenas dados de um.

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